Nova tecnologia da Sunreef usa IA para otimizar energia solar em barcos
O Solar Skin 3.0 utiliza células de silício para produzir energia elétrica otimizada com inteligência artificial; entenda


Embarcações sustentáveis que navegam com energia solar tem tudo para ser o caminho do futuro. Nesse sentido, o estaleiro polonês Sunreef Yachts lançou a tecnologia Solar Skin 3.0, que promete otimizar o rendimento de energia solar em alto mar pelo uso de inteligência artificial (IA).
Veleiro centenário vira navio de pesquisa de alta tecnologia para expedição de 1 ano
Casal transforma container de navio em casa aconchegante e sustentável
Inscreva-se no Canal Náutica no YouTube
A tecnologia consiste em um painel solar formado por células de silício, que trabalham individualmente e, com o auxílio da IA, distribuem a energia da maneira mais otimizada para o barco. Cada célula suporta temperaturas acima de 100°C e até 20 mil ciclos de carga.


O CTO da empresa, Nicolas Lapp, disse à Electrek que o lançamento veio como um aprimoramento da última tecnologia desenvolvida, o Solar Skin 2.0. Ele explicou que, com base nos algorirmos e dados das embarcações que navegaram com a tecnologia 2.0 foi possível otimizar o rendimento energético, que resultou no Solar Skin 3.0.
Cada célula do painel funciona como uma unidade inteligente, que ajusta dinamicamente sua saída elétrica com auxílio de IA, para mitigar os efeitos de sombreamento das velas e da própria estrutura. Segundo Lapp, esse avanço “aumenta significativamente a eficiência do sistema, mesmo durante os meses de inverno”.
O Solar Skin 3.0 poderá ser integrado às embarcações dos novos proprietários do Sunreef que desejarem a tecnologia.
Náutica Responde
Faça uma pergunta para a Náutica
Relacionadas
Na hotelaria, o modelo permite aproveitar a estrutura durante o dia sem hospedagem. No setor náutico, a lógica impulsiona embarcações voltadas ao uso por algumas horas
Dupla com forte histórico de competições e regatas nutre relação de amizade mais intensa ainda. Conheça!
Decisão veio de Eddie Smith Jr., dono da Grady-White Boats, para manter a cultura da empresa viva mesmo fora do seu controle
Peça foi retirada da água a cerca de 1,7 mil km da costa brasileira durante uma expedição do navio de pesquisa Schmidt Ocean Institute
Lançado neste domingo (2), no bairro Espinheiros, atracadouro conta com estruturas flutuantes para receber embarcações de até 100 pés de comprimento




