Tecnologia de ponta e tradição centenária: o futuro promissor da propulsão naval brasileira

Nova era da indústria nacional no setor une experiência acumulada a recursos tecnológicos. Veja como a Hélices Person atua nessa transição

Por: Redação -
15/09/2025
Felipe Guimarães e Orlando Guimarães, nomes à frente da Hélices Person. Foto: Person / Divulgação

A propulsão naval no Brasil vive um momento decisivo. No passado, a força estava na robustez dos materiais e na experiência acumulada dos estaleiros. Hoje, ela passa por softwares avançados, simulações digitais e processos em 3D. Trata-se de uma nova era, que une tradição e tecnologia para embarcações mais seguras, econômicas e eficientes — e a Hélices Person traduz essa transição.

Fundada há mais de 120 anos, a empresa que ajudou a construir a história da navegação no país agora se posiciona na vanguarda da inovação, investindo em ferramentas modernas e em uma área exclusiva para o desenvolvimento de hélices e componentes do sistema propulsor.

 

Nesse núcleo, são integrados softwares de engenharia naval — como o HydroComp PropExpert, o PropCad e o TrueProp — a recursos de escaneamento e medição 3D (Helix e laser), permitindo que o processo vá do projeto digital à produção de moldes de madeira com total fidelidade geométrica.

Foto: Person / Divulgação

O resultado, segundo a empresa, é um processo que antecipa a performance do hélice antes mesmo da fundição, reduzindo retrabalho e elevando a eficiência em alto-mar.

Tradição, tecnologia e resultados na propulsão naval

Os padrões de madeira, peça-chave para a confecção dos moldes de fundição, continuam no centro do processo — embora, agora, alimentados por modelos digitais.

Foto: Person / Divulgação

A geometria de cada pá, espessuras e ângulos de ataque saem do ambiente virtual para o padrão físico com precisão de acabamento, garantindo que o hélice fundido respeite o desenho projetado para o casco, motor e regime de uso daquela embarcação.

Foto: Person / Divulgação

Com medição 3D, a equipe valida dimensões críticas (passo, diâmetro efetivo, espessuras, bordos) e pode, inclusive, digitalizar hélices em serviço para engenharia reversa, correção e reotimização — processo que, para a Person, encurta ciclos, padroniza qualidade e dá rastreabilidade técnica a cada peça.


Na etapa final, o balanceamento dinâmico assegura que o hélice gire com baixa vibração no conjunto eixo–túnel–flange. Menos vibração significa menos perda de energia, mais conforto a bordo e menor esforço no motor e mancais, além de ganhos práticos de durabilidade e eficiência, que prometem impactar o navegante já na primeira milha.

 

Em termos práticos, ouso da tecnologia nos processos da Person dão melhor aceleração, navegação mais estável, menor consumo e redução de manutenção corretiva ao longo da temporada. É engenharia aplicada para transformar potência em performance, com segurança. Porque, como diz a Person, “no mar não há acostamento”.

 

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