Uma ou duas âncoras?
Âncoras são um dos principais temas nas rodinhas de conversas entre donos de barcos. O motivo é fácil de entender: elas são o mais importante equipamento para garantir uma ancoragem bem-sucedida, que é o início de qualquer agradável passeio náutico e estada na água. E, também, são indispensáveis por conta da segurança a bordo, porque, se o motor pifar, somente sua resistência evitará que o barco seja arrastado pelo vento ou correnteza.
Não há como abrir mão de uma âncora a bordo, que, além de obrigatória (a Marinha exige apenas uma com, no mínimo, 20 metros de cabo ou amarra, para barcos de médio porte, ou seja, acima de 5 metros de comprimento, tanto em navegação interior quanto costeira), deve ser leve, fácil de guardar e eficiente. Mas há donos de barcos mais precavidos (e com espaço suficiente nos paióis) que não saem da marina sem levar, no mínimo, duas âncoras a bordo. Contudo, apesar de obstinados em oferecer um passeio, acima de tudo, seguro, muitos navegadores experientes — e, principalmente, os que não tem tanta intimidade assim com o assunto — não sabem a resposta da pergunta a seguir. É permitido (e aconselhável) o uso de duas âncoras simultâneas, uma na proa e outra na popa, durante ancoragens em enseadas e praias, a fim de evitar o giro natural do barco causado pelos ventos e pela correnteza?
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Foto: Otto Aquino
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