Uma ou duas âncoras?
Âncoras são um dos principais temas nas rodinhas de conversas entre donos de barcos. O motivo é fácil de entender: elas são o mais importante equipamento para garantir uma ancoragem bem-sucedida, que é o início de qualquer agradável passeio náutico e estada na água. E, também, são indispensáveis por conta da segurança a bordo, porque, se o motor pifar, somente sua resistência evitará que o barco seja arrastado pelo vento ou correnteza.
Não há como abrir mão de uma âncora a bordo, que, além de obrigatória (a Marinha exige apenas uma com, no mínimo, 20 metros de cabo ou amarra, para barcos de médio porte, ou seja, acima de 5 metros de comprimento, tanto em navegação interior quanto costeira), deve ser leve, fácil de guardar e eficiente. Mas há donos de barcos mais precavidos (e com espaço suficiente nos paióis) que não saem da marina sem levar, no mínimo, duas âncoras a bordo. Contudo, apesar de obstinados em oferecer um passeio, acima de tudo, seguro, muitos navegadores experientes — e, principalmente, os que não tem tanta intimidade assim com o assunto — não sabem a resposta da pergunta a seguir. É permitido (e aconselhável) o uso de duas âncoras simultâneas, uma na proa e outra na popa, durante ancoragens em enseadas e praias, a fim de evitar o giro natural do barco causado pelos ventos e pela correnteza?
A edição do mês de NÁUTICA, que está nas bancas de todo o Brasil e, também, na loja online traz a resposta para você. Não perca!
Foto: Otto Aquino
Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingnautica.com.br
Náutica Responde
Faça uma pergunta para a Náutica
Relacionadas
Testamos o maior barco em fibra de vidro produzido em série no Brasil, a Ferretti FY1000 — com cinco suítes e flybridge de 55 m² — fabricada pelo Grupo Okean em Santa Catarina. Uma embarcação que combina conforto, desempenho e a exclusividade de um iate de alto padrão
Com quase 6 metros de envergadura, fêmea surpreendeu equipe do Projeto Mantas do Brasil em Itanhaém, na Baixada Santista
Iniciativa pretende enfrentar a poluição marinha e criar soluções ambientais duradouras. Sugestões podem ser enviadas até o dia 15 de maio
Com marina privativa para até 60 barcos, infraestrutura moderna, heliponto e um dos lugares mais exclusivos da Península de Maraú, no sul da Bahia, o Kiaroa Residence & Marina é o novo refúgio de alto padrão das águas
Embarcação vem sendo construída pela Aus Ships em Brisbane e a previsão é que comece a operar comercialmente no início de 2027




