Equipe da UFRJ projeta robô submarino que se movimenta em baixo d’água sem necessitar de controle humano


A UFRJ Nautilus, equipe de competição da Universidade Federal do Rio de Janeiro especializada em automação naval e submarina que desenvolve AUVs (Veículos Submarinos Autônomos), pretende levar o robô BrHUE para a Robosub 2018, que acontecerá entre os dias 30 de julho e 5 de agosto, em San Diego, Califórnia (EUA).
Um Autonomous Underwater Vehicle (AUV) é um robô submarino que se movimenta em baixo d’água sem necessitar de controle humano. Assim sendo, os AUVs são programados para serem capazes de executar missões de forma completamente autônoma, sem tomada elétrica, hidráulica, de controle ou qualquer outra vinda da superfície. Nesse sentido, os AUVs surgem como solução para atividades industriais e de pesquisa, sendo capazes de coletar e armazenar enorme volume de dados, investigar áreas inóspitas ou de alto risco ao ser humano e percorrer longas distâncias no mar.
“Eles podem ser usados na indústria de óleo e gás, posso fazer a amostragem dentro de bacias e de lagoas, posso fazer o controle do assoreamento de um rio, por exemplo”, destacou Matheus Sant’anna, capitão da equipe UFRJ Nautilus, que ressalta que a tecnologia pode baratear as operações e diminuir o risco de perdas humanas em várias ações de risco.
“Em 2016, tivemos nossa primeira chance de participar da RoboSub, entrando para história da competição como a primeira equipe da América Latina a participar do evento. Neste ano de 2018, queremos retornar a San Diego e repetir nossa participação alcançando novos mares. O objetivo é nos colocar entre as campeãs!”, espera Sant’anna.
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora!
App Revista Náutica
Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Náutica Responde
Faça uma pergunta para a Náutica
Relacionadas
Jovens de 18 a 29 anos poderão concorrer à formação com cursos teórico e prático pagos pela prefeitura
Embarcação de 35 metros era considerada de luxo e exigia ao menos 20 remadores para navegar
Em seus quase 30 metros estão ambientes que fogem do padrão e uma motorização que pode chegar aos 2800 hp
Bioluminescência chegou a Itararé, em São Vicente, no último sábado (6). Registro mostra o brilho se formando de perto
Mastro do barco construído por ele mesmo, com o qual deu 3 voltas ao mundo, era maior que o teto do casarão tombado onde está exposto; veja como foi o processo




