15 pessoas são resgatadas com vida após naufrágio de veleiro na Itália
Acidente aconteceu nesta segunda-feira (19). Autoridades localizaram uma vítima fatal e seis estão desaparecidos
Por volta das 5h (horário local) desta segunda-feira (19), o Bayesian, um superiate a vela de 56 metros, sofreu um naufrágio na costa da Sicília, na Itália. De acordo com informações da guarda costeira italiana, o acidente fez uma vítima fatal e seis pessoas estão desaparecidas.
Erro básico de navegação quase afunda superiate com locação semanal de mais de R$ 1,3 milhão
Entenda o mistério por trás do sumiço de tubarões-brancos na África do Sul
Inscreva-se no Canal Náutica no Youtube
Os sobreviventes — 15 pessoas, incluindo um bebê — foram auxiliados por outros veleiros no porto, bem como pelos serviços de emergência. Operações de busca e salvamento ainda estão em andamento com mergulhadores no local.
O iate deixou o porto siciliano de Milazzo na quarta-feira (14), com 22 pessoas a bordo, entre britânicos, americanos e canadenses. Dados do Serviço de Informação Aeronáutica (AIS) mostram que o veleiro transmitiu sua posição pela última vez perto de Palermo, por volta das 4h, no horário local.
De acordo com a imprensa italiana, a embarcação estava ancorada a 300 metros do porto de Porticello, perto de Palermo, quando foi atingida por uma repentina e drástica mudança de tempo, semelhante a de um tornado ou tromba d’água.
O iate tem bandeira britânica e é administrado pela Camper e Nicholsons International.
Náutica Responde
Faça uma pergunta para a Náutica
Tags
Relacionadas
Estrutura patenteada pela Opalinski Design House promete atender a desejo de proprietários e elevar a diversão no mar a outro patamar
Desenvolvido pela Universidade de Wuhan, na China, produto empolga também por ser acessível
Com soluções sustentáveis, local abriga cerca de 100 moradores na Dinamarca
Realizado em dezembro, encontro teve ainda autoridades e empresários do setor e foi promovido por Fórum Náutico Paulista e prefeitura
Os impactos do biofilme gerado por bactérias em resíduos plásticos foi estudado na Antártica, um dos ambientes mais remotos do mundo