Conheça o artesão por trás das maquetes dos principais estaleiros do Brasil

09/04/2020

O artesão Carlos Eduardo Mariano, do Atelier Naval, constrói maquetes para alguns dos principais estaleiros do Brasil. Suas peças beiram à perfeição

Ele já fez mais barcos que muitos estaleiros. E suas criações são tão perfeitas que frequentemente seu Ateliê Naval recebe encomendas de construtores de peso, como Intermarine, Azimut Yachts, Sessa Marine, Sedna, Carbrasmar, Riostar e Ventura, para os quais já construiu modelos de embarcações em escala 1:20 (o que significa que o 1 centímetro de uma régua escolar equivale a 200 centímetros, ou 2 metros, do modelo real).

Com vocês Carlos Eduardo Mariano, o artesão paulista que constrói maquetes com base em projetos reais para alguns dos principais estaleiros do Brasil. Você já deve ter se deparado com algumas de suas obras nos salões náuticos do Rio, São Paulo e Miami, onde são admiradas como obras de arte.

Radicado em Santa Bárbara d’Oeste, no interior de São Paulo, Mariano constrói com as próprias mãos inacreditáveis lanchas, veleiros e iates em tamanho reduzido. Cada peça demora cerca de três meses para ficar pronta e pode custar até R$ 10 mil, dependendo do grau de complexidade.

“O modelo deve ser o reflexo do objeto real com as mesmas formas texturas e cores”, salienta o artesão, que começou a construir maquetes como simples passatempo, há 25 anos, quando deixou o emprego de ferramenteiro em uma indústria automobilística. Pouco tempo depois, o hobby virou profissão.

O trabalho minucioso e impecável, fruto de muito estudo, engenho, dedicação e arte, logo chamou atenção de estaleiros, colecionadores e escritórios de arquitetura naval, como o do projetista Fernando de Almeida, que vêm a possibilidade de dar vida a seus projetos antes de fabricá-los de fato.

“Meu primeiro trabalho profissional, em 2003, foi para a RioStar, junto com o projetista Fernando de Almeida”, recorda Mariano, que rejeita o título de miniaturista. “Sou um construtor de barcos pequenos”, diz, explicando a diferença entre os dois ofícios.

Na sequência, o artesão náutico fez maquetes de catamarãs para a Proboat, que tiveram grande repercussão nos boats shows e atraiu novos clientes para o seu o Atelier Naval Maquetes de Barcos (ou simplesmente @atelier_naval, como é conhecido no Instagram) e impulsionou a empresa para novos patamares.

O legal é que ele faz também projetos para os donos dos barcos. Como o tetracampeão Zagallo, que encomendou a maquete da lancha Real 330 Zagallo Edition, e o advogado paraense Michel Viana, que comprou uma maquete de sua Intermarine 54,5 e a expôs como uma obra de arte na sala de sua casa.

Tudo somado, Mariano calcula que já tenha construído entre 150 e 200 maquetes. Os modelos podem ser executados tanto de forma tradicional ou com uso das últimas tecnologias, como plataforma gráfica CAD, software Rhinoceros e impressão 3D.

O casco, o convés, a superestrutura e a maioria das peças são feitas com resina de poliuretano pelo processo de usinagem CNC ou Impressão 3D. Alguns detalhes, como janelas e pisos, são cortados a laser. As ferragens são de latão ou aço inoxidável e posteriormente cromadas.

Nos últimos anos o uso de maquetes vem aumentando em salões náuticos. Segundo Mariano, isso acontece por ser a melhor forma de mostrar o produto ao mercado, permitindo a visualização clara dos contornos e detalhes, além de despertar a atenção do público.

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    Equipe universitária quer bater recorde mundial de velocidade na navegação à vela

    Por: Redação -

    Um trio de pesquisadores franceses – Benoît Gaudiot, Mayeul van den Broek e Xavier Lepercq – está traçando um caminho rumo ao estabelecimento de um novo recorde mundial de velocidade na navegação a vela até 2022.

    O recorde atual é mantido desde 2012 pelo Vestas Sailrocket 2, comandado pelo australiano Paul Larsen, que alcançou uma velocidade média de 121,1 km/h (65,45 nós) por uma distância de 500 metros.

    A equipe francesa está mirando em 148 km/h (80 nós), daí o SP80, o nome do projeto no qual eles trabalham há quase um ano. “Se vamos estabelecer um novo recorde, podemos também ter objetivos altos,” disse Benoît.

    Como o projeto parece bom, a instituição na qual todos eles trabalham ou estudam, a Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça, acaba de anunciar seu apoio e financiamento ao projeto.

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    Veleiro de alta tecnologia

    O barco de fibra de carbono terá sete metros de comprimento e seis metros de largura, pesando 150 kg. Ele contará com hidrofólios triangulares superventilantes e será puxado por uma pipa.

    “Nós baseamos nosso projeto na tecnologia de alumínio usada pela Vestas, que nos permite superar o fenômeno da cavitação. Como havia pouca coisa na literatura científica, nós construímos nossas próprias pranchas de kitesurf e testamos várias formas de hidrofólios no verão passado,” explicou van den Broek.

    “No teste mais recente, cheguei a 41 nós [cerca de 76 km/h]. Ficamos surpresos ao descobrir que o perfil do barco se tornou mais estável em velocidade [mais alta],” acrescentou Gaudiot.

    Confiantes de que estão no caminho certo, os três idealizadores do SP80 começaram a refinar a tecnologia e o projeto do barco usando um simulador de vela desenvolvido por Lepercq. Com o apoio da universidade, a trio agora conta com a ajuda de uma equipe de 16 estudantes.

    Com um orçamento estimado em cerca de 1,6 milhão de francos suíços, cerca de R$ 8,5 milhões, a equipe SP80 já levantou dinheiro suficiente para desenvolver um protótipo, o que será feito no decorrer deste ano, com testes no Lago Genebra previstos para o início de 2021, antes de tentar quebrar o recorde de velocidade em 2022.

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      Diretoria de Portos e Costas adia exame de Capitão Amador. Nova data ainda será definida

      Por: Redação -

      A Diretoria de Portos e Costas anunciou o adiamento do exame de habilitação para Capitão Amador do 1º semestre de 2020. A prova está postergada para nova data, que ainda será definida e divulgada – com, pelo menos, um mês de antecedência – no site da DPC e das CDA.

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      As guias pagas e as inscrições realizadas estão validadas para a realização da prova na nova data. Lembrando que não estão autorizadas novas inscrições além daquelas realizadas no período entre 6 e 30 de janeiro de 2020.

      A DPC comunicou, ainda, que, a princípio, a prova de Capitão Amador prevista para outubro está mantida, com inscrições somente após a realização da prova CPA I.

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        Triton Yachts lança compra programada para barcos novos. Saiba como funciona

        Por: Redação -

        O estaleiro paranaense Triton Yachts lança a “Compra Programada Triton”, modalidade que favorece os interessados em entrar no meio náutico ou fazer um upgrade de sua embarcação para um modelo novo, já que oportuniza a reserva de uma data futura para a entrega do barco por um investimento fixo (com base na tabela de 2019), sem reajustes ou alteração cambial.

        “Mesmo diante de um cenário atípico e com a necessidade de isolamento social, há muitas pessoas que sonham em adquirir ou trocar a sua embarcação de lazer para usufruir nas suas férias futuras. Porém, podem ficar inseguras na aquisição por conta das altas cambiais como é o caso do dólar. Como temos uma capacidade bem planejada de produção e uma estrutura sólida com histórico de mais de 35 anos no mercado náutico, além de estimular os negócios, lançamos a modalidade de compra programada destinada para aqueles que pretendem adquirir ou trocar seu barco por um novo, sem que sejam afetados pelas taxas ou reajustes que podem ser expressivos por conta do câmbio, especialmente neste período”, explica o diretor da Triton Yachts Allan Cechelero.

        “Contamos com consultores direto de fábrica e parceiros autorizados para o atendimento on-line para orientar todo o processo, desde a programação da compra do barco novo até o recebimento. Ou seja, sem sair de casa”, complementa.

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        Integram a “Compra Programada Triton” os novos modelos de lanchas: Triton 300 Sport e Triton 370 HT, que unem design, aproveitamento de espaços, conforto e tecnologia. A campanha é válida para clientes que aderirem ao plano até 30/06/2020. Interessados podem enviar e-mail ao endereço: [email protected].

        Triton 300 Sport

        A Triton 300 Sport possui linhas esportivas e arrojadas, com capacidade para receber até 10 pessoas em passeios diurnos e até 4 para pernoite, e entra na modalidade programada pelo valor de R$ 349 mil. A configuração inclui: motor de 300 hp, guincho elétrico, âncora e corrente, rádio VHF, GPS 5´, tomada 12V, buzina, bússola, kit som com auto-falantes, toldo em alumínio, teca sintética ou EVA na plataforma, pintura e estofamento especial sport, geleira e carreta de rodoencalhe em madeira.

        Triton 370 HT

        Já o modelo de 37 pés com hard top, com amplas áreas de convivência e dois camarotes, tem o valor de R$ 799 mil. A configuração inclui dois motores 250 hp, guincho elétrico, âncora e corrente, rádio VHF, GPS 7´, tomada 12V, buzina, bússola, kit DVD com auto-falantes marinizados, pintura de faixa, teca sintética ou EVA na plataforma, tomada de cais, porta de correr em inox e carreta de rodoencalhe em madeira. Conta também com opcionais como gerador e ar condicionado.

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          Marca alemã comemora a impressionante marca de 100 mil motores elétricos fabricados

          Por: Redação -

          Motores elétricos estão sendo cada vez mais usados em embarcações, e não é por acaso: sonho de todo o ambientalista, são leves, não poluem nem fazem barulho e usam uma energia renovável. É só uma questão de tempo (talvez pouco…) para que superem os motores a combustão comuns, tornando-se usuais no dia a dia dos barcos. Que o diga a empresa alemã Torqeedo, especializada em propulsão elétrica, que está comemorando a entrega seu de seu 100.000º motor “verde”. E isso em apenas 15 anos, pois a empresa entrou em atividade em 2005.

          O motor de nº 100 mil, um Cruise 10.0 Tiller, foi entregue ao estaleiro Spirit Yachts, da Inglaterra. “Vai equipar o Spirit 111, de 34 metros, um dos maiores e mais modernos iates à vela puramente elétricos do mundo”, conta o presidente da Torqeed, Christoph Ballin. “Não se trata apenas do motor, mas de todo um sistema de acionamento elétrico”, diz ele, referindo-se ao sistema Deep Blue Hybrid 100 kW, que inclui baterias, tecnologia de carregamento, inversores e conversores, que geram a sua própria energia, permitindo que a hélice gire enquanto navega. “O futuro pertence aos veículos movidos a energias limpas”, acredita.

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            BR Marinas promove ação social com cinco instituições do Rio de Janeiro

            Por: Redação -

            O grupo BR Marinas está promovendo a ação social Ventos do Bem para ajudar nos impactos decorrentes do coronavírus. A empresa escolheu cinco organizações não-governamentais que trabalham com a reestruturação e/ou educação de famílias em necessidade, todas elas no estado do Rio de Janeiro, e a cada cesta básica doada pelos amantes do mar para esta campanha, a BR Marinas doará mais uma.

            Para participar da campanha, basta escolher a instituição, fazer o depósito da quantidade de cestas básicas que queira doar (cada cesta básica custa R$75,02) diretamente na conta da instituição, enviar o comprovante e a doação será dobrada pelo grupo.

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            Confira a lista de instituições que serão favorecidas com a campanha:

            Projeto Grael – Niterói
            www.projetograel.org.br
            ITAÚ 341 AGÊNCIA: 6077 CC:11.474-9
            CNPJ: 03.989.542/0001-27

            Associação Saúde Criança Responder – Rio de Janeiro
            www.criancaresponder.org.br
            BRADESCO 237 AGÊNCIA: 0551 CC:084.811-5
            CNPJ: 08.352.822/0001-43

            Gaditas Angra dos Reis
            www.instagram.com/gaditasinstitute
            BRADESCO 237 AGÊNCIA: 0459 CC:0045004-9
            CPF: 055.588.427-92

            Brigada Mirim Ilha Grande
            www.brigadamirim.org.br
            ITAÚ 341 AGÊNCIA: 3032 CC: 37.333-8
            CNPJ: 30.326.466/0001-42

            Gastromotiva
            www.gastromotiva.org
            BRADESCO 237 AGÊNCIA: 0551 CC:084.811-5
            CNPJ: 08.352.822/0001-43

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              Qual o jeito mais fácil de ancorar uma lancha? Confira no vídeo

              Por: Redação -
              08/04/2020

              Uma ancoragem bem-sucedida não depende apenas do ferro, mas também de uma boa técnica. Sem ela, há o risco de a amarra romper e a âncora soltar e isso é perigoso para a embarcação. Assim, não há como abrir mão da âncora de bordo, que, além de obrigatória (é equipamento de segurança de primeiríssima necessidade!), deve ser leve, fácil de guardar e, acima de tudo, eficiente. Veja como fazer uma boa ancoragem no vídeo abaixo, que já teve quase 100 mil visualizações. Aproveite e inscreva-se no nosso canal no YouTube.

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                Lounge gourmet integra nova versão da lancha de 62 pés da Azimut Yachts

                Por: Redação -

                A nova versão da lancha de 62 pés da italiana Azimut Yachts vem encantando público das mais diversas partes do mundo, inclusive o consumidor brasileiro. Com layout prático, elegante e versátil, e características que se assemelham a uma casa sobre as águas, traz a cozinha como destaque do convés principal porque se conecta perfeitamente com a praça de popa, no exterior da embarcação, e com os ambientes de estar internos. Essa característica arquitetônica a transforma em um amplo lounge gourmet de convivência separado do exterior por uma janela de vidro, esta que pode ser aberta ou fechada por meio de acionamento automático.

                “A premiada Azimut 62 é um dos modelos de maior sucesso da gama de embarcações Azimut Yachts fabricada na unidade brasileira e que segue todos os rígidos padrões da matriz italiana. Os nossos clientes, especialmente da América Latina, apreciam muito preparar refeições a bordo e usufruir da praça de popa dos modelos. Podemos comparar com a varanda de uma casa, em que as pessoas podem se reunir, se divertir e, ao mesmo tempo, acessar com praticidade as facilidades interiores”, explica o diretor da Azimut Yachts Francesco Caputo.

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                “Com o posicionamento da cozinha próximo à praça de popa na nova versão da 62, facilitamos ainda mais esses momentos de integração e de convivência aos usuários do barco. Criamos um lounge gourmet refinado e apropriado a um público que preza por alto conforto e exclusividade”, complementa o executivo.

                Com quase 19 metros de comprimento e o equivalente a 156 m2 de área útil, a lancha possui, além do sofisticado convés principal com cozinha, ambientes de estar, jantar e central de comando, três camarotes e três banheiros.

                As grandiosas janelas que contornam as laterais da embarcação, do chão ao teto, oferecem uma visão panorâmica para o exterior. Na parte externa, há ambientes privativos e versáteis para relaxamento, encontros, refeições e banhos de sol, tanto na proa quanto no flybridge. O solário de proa representa mais uma revolução para este tamanho de embarcação. Tem grande área para banhos de sol que, por meio de simples ajustes manuais, pode ser customizado e transformado em uma área de estar privativa. A motorização fica por conta de 2 x VOLVO D13 1000 mHP.

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                  Otam 70 HT: conheça a lancha italiana inspirada no mundo da aviação

                  Por: Redação -

                  A nova lancha Otam 70 HT, feita na Itália, tem superestrutura que lembra a cabine de um caça, e diversas referências ao mundo da aviação

                  Os apaixonados por velocidade vão adorar essa novidade. O estaleiro italiano Otam Yachts, localizado em Gênova, mantém o plano de entregar em 2021 a lancha Otam 70 HT, de 22,30 metros (73 pés), cujo projeto apresenta diversas referências ao mundo da aviação, a começar pelo desenho do casco.

                  Projetado em parceria com a BG Design, suas linhas têm também influências de automóveis esportivos de luxo, o que torna a receita ainda mais saborosa para os fanáticos por velocidade.

                  Especializado em iates, o estaleiro promete aliar nesta 73 pés a aerodinâmica, a estabilidade e a velocidade típicas offshore ao conforto e a comodidade de uma cabinada de comando único de alto luxo. Ou seja, será barco de dupla personalidade, que por um lado privilegiará a velocidade, mas sem abrir mão do conforto e do requinte.

                  As referências aos automóveis esportivos são as entradas de ar escavadas no casco e em cada lado da espreguiçadeira, no convés, que canalizam para a casa de máquinas. Já a superestrutura lembra muito a cabine suspensa de um caça, contribui para a impressão aerodinâmica de velocidade e aceleração.

                  O primeiro casco em produção terá de três suítes, cozinha separada e garagem na popa, mas os clientes são livres para escolher seu próprio layout. Equipada com dois motores de 2 000 hp, a Otam 70 HT promete alcançar 50 nós de velocidade máxima e 40 nós na velocidade de cruzeiro rápido.

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                    Capitania dos Portos do Amapá intensifica ações de fiscalização em municípios do estado

                    Por: Redação -

                    A Capitania dos Portos do Amapá (CPAP) vem realizando a fiscalização, com equipes de inspeção naval, nos municípios de Macapá-AP, Santana-AP e Mazagão-AP. Entre os dias 30 de março e 3 de abril, foram realizadas ações de conscientização sobre o enfrentamento ao Covid-19, com entrega de folhetos informativos aos passageiros e tripulantes.

                    Durante as abordagens, além dos aspectos relacionados à salvaguarda da vida humana, à prevenção da poluição hídrica e à segurança da navegação, as equipes de inspeção naval realizaram palestras e orientaram comandantes, tripulantes e passageiros sobre as medidas de prevenção ao contágio e propagação do novo coronavírus.

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                    As equipes de inspeção naval estiveram no Porto do Grego, Porto dos Irmãos Metralha, Canal do Jandiá, Rampa do Santa Inês, Igarapé da Fortaleza, rio Matapi. Em diversas abordagens foi utilizado o etilômetro, a fim de verificar o uso de bebidas alcoólicas por parte dos tripulantes das embarcações.

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                      Yanmar cria nova empresa para desenvolvimento e produção de equipamentos marítimos

                      Por: Redação -

                      Para melhor apoiar o crescimento contínuo de seus negócios marítimos, a Yanmar, fabricante de motores no Japão, estabeleceu uma nova empresa que opera como Yanmar Marine International Asia (YMIA).

                      Sob a administração da Yanmar Marine International (YMI), com sede na Holanda, a nova empresa se concentrará no desenvolvimento e produção de equipamentos marítimos – incluindo barcos – e planeja expandir suas atividades para o desenvolvimento, produção, vendas e serviços de motores marítimos e unidades de propulsão com foco no mercado asiático, incluindo o Japão.

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                      “Isso representa não apenas uma expansão geográfica para a empresa, mas uma expansão no nível de experiência do usuário”, disse o executivo executivo de negócios da Yanmar Marine e presidente da YMI, Taro Kitamura. “Com base em nossa longa história e experiência nos negócios marítimos em toda a Europa, América do Norte e mercados intermediários, isso nos ajudará a oferecer soluções marítimas superiores a mais clientes globais para atender a esses momentos de mudanças rápidas”.

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                        Intermarine lança campanha para ajudar no combate ao coronavírus

                        07/04/2020

                        O estaleiro paulista Intermarine está com uma ação para ajudar os afetados pela crise decorrente do novo coronavírus. A empresa abriu uma campanha online para arrecadar doações que serão revertidas em cestas básicas para quem está passando por dificuldades nesta fase. Os próprios colaboradores do estaleiro irão indicar amigos, vizinhos, conhecidos, que não estão conseguindo manter as necessidades básicas de suas famílias. Para ajudá-los a atravessar esse período, a Intermarine fará com que chegue até eles, em caráter emergencial, uma cesta básica.

                        “A intenção dessa corrente é podermos agir juntos, de alguma forma, para minimizar o sofrimento causado pela crise que estamos atravessando. Nesse processo temos a oportunidade exercer nossa responsabilidade de cuidarmos uns dos outros, começando pelos que estão ao nosso redor, e despertar o sentimento de altruísmo.” explica Roberta Ramalho, presidente da marca.

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                        Todos podem participar da campanha. Para doar, basta acessar o link da Cesta Básica IM e seguir o passo-a-passo. A doação não tem valor mínimo. A empresa tem como meta chegar aos 150 mil arrecadados e já conta com mais de 50 apoiadores.
                        “Todas as cestas serão entregues e armazenadas na estrutura do nosso estaleiro e seremos responsáveis também pelo direcionamento de cada uma delas”, finalizou Roberta.
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                          #Minha NHD: para Joaquim Rocha, a plataforma lateral da sua NHD 270 faz toda a diferença nos passeios

                          Natural de Recife, o pernambucano Joaquim Rocha mora em Natal, no Rio Grande do Norte, e navega há seis anos pelas águas do Nordeste. Adepto dos cruzeiros diurnos, sem pernoite, ele costuma aproveitar sua NHD 270, batizada de My Way, com sua mulher, as filhas de 8 e 16 anos, e alguns amigos.

                          “Apesar de morar em Natal, a My Way fica em João Pessoa, na Paraíba, onde há muitas opções de programas, além de ter um mar muito propício à atividade náutica”, afirma Joaquim, que navega duas meses por mês entre o Iate Clube Jacaré e a ilha de Areia Vermelha, retornando pela Prainha. “Às vezes entro um pouco mais no rio Soé, que tem fauna e flora incríveis”, completa.

                          Ex-proprietário de outras duas lanchas, de 20 e 24 pés, Joaquim comprou sua NHD Boats com motorização de 270 hp a diesel no último São Paulo Boat Show. “A minha NHD tem uma navegação muito suave, sendo capaz de cortar ondas com facilidade, proporcionando mais conforto. Além disso, o barco é muito bonito por dentro e por fora, com um acabamento que me agrada. Sem contar a abertura lateral na popa, muito usada pelas crianças, para pular na água, e pelos adultos, durante os churrascos”, explica.

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                          Cuidadoso, Joaquim preza por uma cartilha de segurança a bordo durante os passeios. “Nunca é demais e todos devem ter uma rotina de prevenção quanto a equipamentos e cuidados com o barco, tanto na condução quanto manutenção. Gosto de fazer um ‘briefing’ quando temos convidados nos passeios. Nesse momento, peço às mães para ficarem atentas e próximas às suas crianças, oriento para que não se desloquem sem avisar com o barco em movimento, indico onde estão coletes e boias para o caso de necessidade. Faço de uma forma sutil, iniciando pelo que vamos ver e, naturalmente, entro nas orientações para não criar uma preocupação neles”, completa.

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                            Estaleiro holandês mantém planos para 2020 apesar do impacto do coronavírus

                            Por: Redação -

                            A holandesa Amels está confiante de que poderá lançar nove iates em 2020, apesar do impacto do coronavírus em todo o mundo.

                            A empresa, divisão de iates do Damen Shipyards Group, disse que seus mais recentes modelos de 60 metros de comprimento entraram na fase de equipamentos – a instalação de interiores, sistemas elétricos, etc – no quintal de Vlissingen. A entrega está prevista para 2021.

                            De acordo com Rose Damen, a construção de iates em 2020 está progredindo apesar do impacto das medidas contra o coronavírus nas instalações de Amels e Damen.

                            A equipe da fábrica da Amels cumpre as diretrizes do governo para manter contato mínimo, enquanto os demais funcionários, como projetistas e engenheiros, trabalham em casa.

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                            “Durante esses tempos difíceis, tomamos medidas abrangentes em nossas instalações para minimizar o impacto e a propagação do vírus”, diz Damen. “A saúde e o bem-estar dos que trabalham na produção são nossa principal prioridade”.

                            A Amels começou 2020 com planos de lançar um total de nove iates neste ano e continua confiante de que alcançará essa meta.

                            Damen afirmou que o Amels 200 “mostra uma grande determinação e adaptabilidade de todos os envolvidos, incluindo nossos fornecedores. Isso me dá muita confiança de que vamos passar juntos por essa crise em nossa indústria”.

                            O modelo tem quatro conveses e pode acomodar 12 pessoas. Possui tecnologia de energia elétrica híbrida e redução de emissões inovadora.

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                              Por: Redação -
                              A Capitania dos Portos do Rio Grande do Norte (CPRN) realizou, no último dia 31, ação de conscientização sobre medidas de prevenção ao coronavírus. A atividade foi desenvolvida na comunidade marítima de municípios do Litoral Norte do Rio Grande do Norte, durante inspeção naval da CPRN na região.
                              As ações de conscientização relacionadas às práticas de prevenção ao coronavírus passaram a fazer parte do trabalho realizado pela Capitania como atividade decorrente da Operação Covid-19, conduzida no âmbito do Ministério da Defesa.
                              O trabalho tem o propósito de auxiliar os órgãos de saúde, contribuindo com a divulgação dos hábitos de prevenção e mitigação do contágio pelo Covid-19 nas regiões em que são realizadas ações de inspeção naval.
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                                Tethys 37 HT: como será a sexta lancha do estaleiro gaúcho Tethys Yachts

                                O estaleiro gaúcho Tethys Yachts ainda não completou o quinto ano de vida, mas já tem seis modelos de lancha em sua linha de montagem e conquistou uma legião de admiradores. A reputação de construir barcos de acabamento cuidadoso, com o uso de materiais de qualidade e dedicação a cada detalhe do projeto, faz com que cada lançamento do estaleiro seja acompanhado com expectativa.

                                O próximo deles será este aqui: a lancha Tethys 37 HT, que, pelas imagens em 3D, já chega despertando aquela primeira boa impressão e provocando grandes expectativas no mercado náutico.

                                A Tethys 37 HT nasceu bonita (repare no design, esportivo e arrojado) e, quando for lançada, apresentará muitos pontos altos, além do hard top com teto solar. Terá cabine dois camarotes (um na proa e outro à meia-nau) com acomodação para quatro pessoas, com cozinha integrada e banheiro fechado de bom tamanho. Além disso, levará até 11 pessoas em passeios diurnos, graças ao aproveitamento máximo da área.

                                Feito para o sol e muito adequado para reunir a família, o cockpit terá dois sofás em L, uma chaise, posto de comando com banco duplo para piloto e copiloto e uma segunda cozinha. Na proa, solário duplo conta com cabeceira rebatível.

                                Na popa, destaque para o chamado espaço gourmet, com churrasqueira a carvão. Repare que entre a praça de popa e o salão haverá uma porta de vidro, que quando aberta integrará os dois ambientes, além de um enorme teto solar e de janelas laterais iluminando todo o ambiente com luz natural.

                                O grande diferencial deste tipo de embarcação é justamente esse: promover o ganho de área interna, sem perder o espaço aberto no cockpit. Interessante também será a plataforma de popa da Tethys 37 HT, que aumentará ainda mais a área útil do cockpit, facilitando assim o contato com o mar e os mergulhos.

                                Como explica Alexsandro Ferreira, diretor do estaleiro, a nova Tethys 37 HT oferecerá inúmeras possibilidades de customização, para que fique exatamente como seu proprietário sempre desejou. Além disso, cada etapa da produção será acompanhada atentamente.

                                “Todos os detalhes são importantes para a construção das nossas embarcações. Por isso, construímos nossos barcos artesanalmente, primando sempre pela qualidade e segurança. Prova disso, é que somos membro American Boat and Yacht Council, que atualiza os padrões de segurança para construção e reparos de barcos há 50 anos”, destaca.

                                O estaleiro Tethys Yachts fica em Venâncio Aires, cidade gaúcha distante 130 quilômetros de Porto Alegre, e começou suas atividades em 2016 com a lancha Tethys 540 Fly, que rapidamente tornou-se um sucesso.

                                Depois vieram a Tethys 540 HT, a Tethys 41 (versões Targa e HT), a Tethys 31 Targa e, agora, a Tethys 37 HT, que — assim como os demais modelos da marca — virá completa de série, incluindo gerador Onan 7,5kwa, aquecedor de água, ar-condicionado (2 x 16.000 BTU) e plataforma submergível. Motorização: de 300 hp a 350 hp, gasolina, e 320 hp diesel.

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                                  Em um antigo assentamento viking em Vinjeora, na Noruega, arqueólogos encontraram dois barcos soterrados. Ao examinar as embarcações, a surpresa: elas eram usadas em rituais funerários e enterradas junto com os mortos. A descoberta só foi possível graças a um georadar (radar de penetração no solo) de alta resolução.

                                  Pouco que se sabe sobre os necrotérios vikings. Uma das poucas certezas era que as pessoas eram veladas em barcos. Agora, descobriu-se que algumas poderiam também ser enterradas junto com as embarcações. A revelação aponta uma diversidade nas práticas funerárias vikings.

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                                  Segundo os arqueólogos do Instituto Norueguês de Pesquisa do Patrimônio Cultural, as embarcações estavam enterradas uma abaixo do outra e ambas tinham entre 10 e 15 metros. Em uma delas, os arqueólogos identificaram um homem que teria morrido no século 8. Logo acima dele, uma mulher foi enterrada com artefatos raros, como um broche dourado em forma de cruz. Para Raymond Sauvage, da Universidade Norueguesa, os dois foram enterrados juntos porque tinham algum grau de parentesco.

                                  Ao mesmo tempo, outros dois navios vikings foram encontrados em Uppsala, na Suécia. Em uma das embarcações, que estava muito bem preservada, o homem foi sepultado junto de um cavalo e de um cachorro. De acordo com os arqueólogos, era comum que homens e mulheres vikings fossem enterrados dessa forma.

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                                    Feita na Polônia, esta nova 68 pés é uma das lanchas mais envidraçadas do mundo

                                    Cada vez mais desejadas, por iluminar o ambiente e compor um espaço interno agradável, grandes janelas equipam diversas lanchas. Poucas como essa aqui: a nova Galeon 680 Fly, certamente uma das que mais abusam do uso de vidros no mundo.

                                     

                                    Construída pelo estaleiro polonês Galeon Yachts, essa 68 pés tem uma infinidade de truques para que seus ocupantes não percam o contato com o mar, do posto de comando com teto solar a enorme quantidade de janelas que iluminam e se abrem, emoldurando o salão e o convés inferior, permitindo a entrada de luz natural e uma vista excepcional, dependendo do lugar em que se esteja navegando, naturalmente.

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                                    Talvez você nunca tenha ouvido falar da Galeon Yachts, mas é um estaleiro tradicional na Europa, com 35 anos de operação, e conhecido por ser um dos primeiros estaleiros no mundo a produzir em série lanchas com o conceito das varandas laterais no casco, hoje sucesso no mundo inteiro.

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                                      Dois britânicos e um cão: a ousada travessia a bordo de uma balsa salva-vidas gigante rumo ao Ártico

                                      06/04/2020

                                      Considerado o último recurso de um marinheiro em situações de naufrágio, um barco salva-vidas pode ter outras funções além daquela para a qual foi criado. Pelo menos foi no que apostaram os britânicos Guylee Simmonds e David Schnabel, que em 2018 compraram um bote gigante (com capacidade para 100 pessoas) que servia a uma balsa de passageiros e veículos (ferryboat) na Escócia e o transformaram em um barco utilitário, com o qual realizaram uma aventura épica entre a costa da Inglaterra e o Círculo Polar Ártico. Junto, foi o cachorro de Guylee, um retriever chamado Shackleton.

                                      Estudantes de arquitetura na Universidade de Cardiff, no País de Gales, ambos com 28 anos de idade, os dois compartilhavam desde a adolescência o sonho de protagonizar uma expedição marítima do mesmo grau de grandeza do nosso Amyr Klink. A rota já estava traçada: navegar os 5 000 quilômetros de paisagem selvagem e isolada que separam a costa de Sussex (condado histórico da Inglaterra) de Tromsø, a maior cidade do Ártico, no extremo norte da Noruega, famosa pelos fiordes.

                                      Para tornar o sonho realidade, eles procuravam por um barco quando ficaram sabendo que a empresa Caledonian MacBrayne (CalMac), principal operadora de ferries na Escócia, havia desativado toda uma frota de botes salva-vidas, que seria substituída por infláveis. Na hora, Guylee Simmonds percebeu que havia encontrado a embarcação adequada. “Esses botes foram projetados para enfrentar as piores condições, como salva-vidas de balsas, mas nunca conseguiram realmente atingir seu potencial. Por que não testar a sua capacidade?”, explicou o estudante de arquitetura, que não hesitou em pagar € 7 000 por um bote de 10,7 metros de comprimento (35 pés).

                                      A conversão do bote em um barco de cruzeiro, ou em um utilitário, consumiu 15 meses. Batizada com o nome Stødig (um adjetivo norueguês que significa estável e confiável), a embarcação ganhou dois camarotes na proa e outro na popa, uma cozinha, mesa de jantar, banheiro e muitos paióis. “Projetamos de dentro para fora, adotando os princípios pelos quais projetaríamos edifícios”, conta Guylee. Um detalhe recebeu atenção especial no projeto: uma proteção no cockpit, para que os dois aventureiros pudessem degustar churrascos e peixe durante a travessia e, acima de tudo, sentar para tomar uma cerveja, como bons britânicos que são.

                                      O Stødig zarpou do porto de Newhavem, na Inglaterra, em maio de 2019. A partir dali, contornou a costa da Bélgica, depois a da Holanda; passando as Ilhas Frísias, na Alemanha, atravessou o canal de Kiel e seguiu rumo ao Báltico, contornando ainda a costa da Dinamarca e da Suécia, antes de cruzar o estreito de Skagerrak rumo a Bergen, a segunda maior cidade da Noruega.

                                      A viagem começou a ganhar ares de ventura quando o barco pegou a rota da balsa Hurtigruten, uma famosa linha marítima entre as cidades de Bergen e Kirkenes, em que enfrentou surpreendentes ondas de quatros metros. De Kirkenes, apontou a proa para Tromsø, porta de entrada norueguesa no Círculo Polar Ártico. Ao todo, o Stødig cruzou oito países, em uma jornada que se estendeu por cinco meses, com contando toda a temporada de inverno que passou explorando o Círculo Polar.

                                      O objetivo da expedição era justamente este: explorar a paisagem selvagem e isolada, demonstrando a capacidade de viver a bordo de um barco projetado para ter autossuficiência em um ambiente tão extremo. Tudo devidamente documentado e compartilhado nas redes sociais por meio de fotografias e vídeos.

                                      “O Stødig foi para nós um lar tão seguro quanto em qualquer outro em que vivemos anteriormente”, garantiu Guylee Simmonds ao desembarcar na Inglaterra. A próxima expedição a bordo desse utilitário dos mares? “Agora, em 2020, estamos ansiosos para ir mais ao norte, o último trecho da costa norueguesa e o mais remoto do país, que não alcançamos nessa viagem”, revela.

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                                        O estaleiro catarinense SEC Boats iniciará a exportação de barcos para os Estados Unidos. A empresa informou que o MIC (Manufacturing Identification Code) já foi emitido pela US Coast Guard e as embarcações irão nesta quarta-feira (8) para Orlando, na Flórida.

                                        Serão seis unidades do modelo Redfish 167 agora em abril e 18 unidades por mês a partir de maio. Com mais de 5 m de comprimento, esta é uma lancha pensada para pesca e passeio, com segurança e conforto na navegação. Tem capacidade para até seis pessoas e convés desenvolvido dentro das normas brasileiras ABNT.

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                                        O estaleiro está, ainda, em negociações para produção de três unidades do CatFish 35 para exportação. O modelo foi projetado tanto para os apaixonados por pescarias no litoral do Brasil quanto para o exigente mercado externo, de acordo com a empresa, atendendo às mais rígidas normas e necessidades do mercado americano. Com capacidade para navegação costeira ou mar aberto, promete proporcionar segurança e conforto na navegação, podendo ser equipado com o que há de melhor em acessórios, elevando assim o nível de conforto a bordo.

                                        Com 11 metros de comprimento, o modelo poderá levar até 11 passageiros, além do piloto. Itens de série incluem compartimento na proa para acomodação de carga, mesa de trabalho de iscas na popa, 14 suportes de varas de pesca nos bordos, porta varas no T-top para quatro varas, entre outros, além de itens opcionais. A motorização fica por conta de dois de popa de 150 hp a quatro motores de 400 hp cada.

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                                          Iate presidencial das Filipinas será convertido em hospital flutuante para combate ao COVID-19

                                          Por: Redação -

                                          A Marinha das Filipinas está se preparando para converter o iate presidencial do país, BRP Ang Pangulowas, em um hospital flutuante para pacientes com coronavírus. A medida foi ordenada pelo presidente Rodrigo Duterte e permitirá que o iate acomode um total de 28 pacientes suspeitos de coronavírus e cinco médicos. A tripulação também permanecerá a bordo.

                                          Um comunicado divulgado no sábado disse que a Marinha “havia planejado um plano viável de converter o iate presidencial em uma instalação de quarentena flutuante dedicada a pacientes com coronavírus”.

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                                          A conversão contará com três compartimentos para os pacientes instalados dentro do iate, enquanto diferentes pontos de entrada serão dedicados à equipe médica e aos pacientes. Uma distância de três metros será mantida entre os pacientes o tempo todo, acrescentou o comunicado.

                                          Obtido pelas Filipinas como parte das reparações do Japão no pós-guerra, o BRP Ang Pangulowas foi convertido em um iate presidencial no final dos anos 50. Rostos famosos que se acredita terem passado algum tempo a bordo incluem as dançarinas Margot Fonteyn e Rudolf Nureyev e a atriz Brooke Shields. O iate de 77 metros ainda está em serviço, mas Duterte já havia sugerido planos de desativação do Ang Pangulo.

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                                            No Canal da Joatinga, no Rio, os barcos enfrentam uma barra pra lá de traiçoeira. Se vacilar, vira!

                                            Fotos Victor Aune, da Aune Filmes

                                            Vai virar, vai virar!”, gritam alguns pescadores, posicionados em cima do quebra-mar da Barra, na zona oeste do Rio de Janeiro, alertando o comandante de uma lancha de 21 pés — que tentava alcançar o mar, vindo do Canal da Joatinga — para o risco iminente de capotamento, por insistir em cruzar a barra a qualquer preço.

                                            Colhida por ondas de dois metros de altura, que explodiam contra o casco e lambiam o convés, num vaivém constante, a embarcação girava na arrebentação em torno do próprio eixo, em piruetas de 360º. A essa altura, a água já havia invadido o cockpit deixando todos os tripulantes molhados e amedrontados.

                                            Se as ondas empurrassem a lancha para a direita, o choque contra o quebra-mar seria inevitável. Felizmente, depois de resistir à borrasca por 15 minutos, o tal comandante conseguiu apontar a proa em direção às ondas, acelerar firme e romper a barreira de água salgada. Uma barreira que desafia os donos de barcos diariamente na embocadura do Canal da Joatinga, também conhecido como Canal de Marapendi, Canal da Barra ou simplesmente “barra do medo”.

                                            Localizada na altura do Posto 1 da Barra da Tijuca, essa embocadura é um lugar muito bonito. O perigo, porém, rivaliza com as belezas. “Já testemunhei muitos acidentes aqui, envolvendo lanchas e jets”, conta Victor Aune, que há 30 anos mora em uma casa debruçada sobre o canal, praticamente sobre a barra. “O verão é a época mais perigosa, porque o mar está muito calmo boa parte do tempo, com muito sol, e de repente entra uma tempestade e fica o caos”, explica esse, digamos, sentinela do lugar. “Mas a passagem exige cuidados o ano inteiro”, alerta.

                                            O canal é muito dinâmico. Quando chove, aumenta o fluxo de água de dentro para fora do canal. Já quando a lua está cheia, aumenta o fluxo do mar para o canal. Com isso, os bancos de areia mudam muito de lugar

                                            O aviso vale para a hora de entrar no canal, vindo do mar, mas sobretudo para a saída, que é quando efetivamente o bicho pega. “Na maré baixa, quando o canal está vazando, a água que sai mede forças com o mar, que está entrando; então, mesmo num dia calmo, tem ondas; e esse fluxo é perigoso, pois enquanto você está esperando na boca para sair, o canal está te empurrando para fora”, explica Victor, dono de uma lancha de 22 pés, que transita frequentemente pelo canal.

                                            Entre os acidentes mais graves que testemunhou, Victor lembra de um choque entre dois barcos, que aconteceu no fim do ano passado, ambos pertencentes a uma empresa de mergulho. “Essa empresa já ficou conhecida por protagonizar acidentes no canal, por tentar sair de qualquer jeito, a qualquer momento. Vira e mexe eles afundam um barco”, denuncia.

                                            No acidente do ano passado, os mergulhadores saíram a bordo de dois barcos, um atrás do outro. Chegando na barra, enquanto o de trás acelerava, o da frente viu uma onda e reduziu a velocidade bruscamente. O barco de trás bateu no da frente. Como o que está ruim pode sempre piorar, com o choque a âncora do barco de trás caiu na água e o barco ficou fundeado no meio da arrebentação. “Então, uma pessoa tentou tirar a âncora e teve o braço esmagado entre o cabo e o casco.

                                            Logo depois, o piloto tentou dar um giro e o cabo enroscou no hélice, e o motor parou. Ficaram seis pessoas dentro da arrebentação, uma delas com o braço esmagado. Aí o canal fez o trabalho dele: jogou o barco contra as pedras. Deu perda total. E o barco não tinha seguro. Era uma lancha de 37 pés!”, testemunhou Victor. Outra vítima recente da arrebentação na barra foi um pescador amador, cujo barco ficou sem motor (deu pane) na saída do canal. A lancha dele foi jogada contra as pedras do quebra-mar. Foram necessários dois caminhões, equipados com braços mecânicos, para tirá-la de lá.

                                            Em certos momentos, o canal parece um lago, de tão tranquilo. Em muitos outros, a beleza rivaliza com o perigo. Donos das lanchas e dos jets que trafegam por ali precisam aprender a esperar a hora certa de entrar e sair

                                            O quebra-mar foi colocado na “barra do medo” nos anos 1950. Mas esse molhe não é suficiente para rechaçar o ímpeto das ondas, impedindo a sua entrada no canal. A solução para isso seria alongá-lo de 60 metros para 180 metros. Até existe um projeto nesse sentido, mas nunca foi tirado do papel. Enquanto a prefeitura não toca a obra, os donos das lanchas e dos jets que trafegam por ali precisam aprender a esperar a hora certa de entrar e sair.

                                            “Em certos momentos, isso aqui parece um lago, de tão tranquilo. Se você conversar com as pessoas que moram aqui, e têm barco, todas elas vão dizer que entram e saem numa boa. Por experiência, sabemos quando dá para sair, quando é perigoso e quando é mais prudente e inteligente esperar. Mas aí vêm os apressadinhos, ou desatentos, e fazem bobagem”, alerta esse privilegiado observador.

                                            O problema, segundo ele, é que, nos últimos anos, o canal ganhou alguns clubes, marinas e até um restaurante que alugam jets e lanchas e organizam passeios para as Ilhas Tijucas, que ficam a cinco minutos do canal. Além disso, a prefeitura construiu dois píeres públicos. Com isso, aumentou muito o fluxo de barcos. “Poucos anos atrás, não havia mais do que 50 jets por aqui. Hoje, existem 500! Muita gente nova num lugar relativamente perigoso, se não for respeitado. Essa necessidade de sair a qualquer custo aumenta o risco de acidentes”, avalia o sentinela da barra.

                                            Um problema adicional é a formação de bancos de areia. O canal é muito dinâmico: maré sobe, maré desce; maré sobe, maré desce. Quando chove, aumenta o fluxo de água de dentro para fora do canal. Já quando a lua está cheia, aumenta o fluxo do mar para o canal. Com isso, os bancos de areia mudam muito de lugar, a ponto de, muitas vezes, restar apenas 30 centímetros de água na saída do canal. Nessas condições, teoricamente não dá para passar. A não ser que o barco venha acelerado, bata no banco de areia e salte. “O problema dos bancos de areia é que a onda que tinha um metro de altura começa a ficar com dois metros”, adverte Victor.

                                            O verão é a época mais perigosa, porque o mar está muito calmo boa parte do tempo, com muito sol, e de repente entra uma tempestade e vira o caos

                                            A dificuldade é tanta que mesmo a Marinha evita passar pela barra: a Capitania dos Portos do Rio fiscaliza o Joatinga/Marapendi regularmente, mas prefere manter botes do lado do mar e jets dentro do canal. Para não errar na hora de entrar no canal, segundo Victor, o truque é contar a série de ondas. “Se não contar direito e acabar no meio de uma vaga, você não pode passá-la, sob o risco de a lancha embicar. Como é raso, o bico bate no fundo e o motor passa por cima da cabeça das pessoas. Já houve alguns acidentes fatais aqui por causa disso”, adverte.

                                            Já na hora de trocar o canal pelo mar o segredo é acompanhar as marés. “Se a maré estiver baixa e a ondulação, alta, não dá para sair. A ondulação deve estar, no máximo, com 1,5 metro. Acima disso, não há chance de sair. Já se a ondulação estiver com 1,5 metro e a maré, alta, dá para sair”, ensina Victor. Lembrando que a maré muda duas vezes por dia. De manhã, ela atrasa uma hora por dia e varia de 12 em 12 horas. Então, de manhã pode começar vazando, no meio do dia estar enchendo e à noite voltando a vazar. Conforme a lua vai mudando, isso se inverte. “Assim, no início do mês a gente tem vazante durante o dia e no fim do mês vazante durante a noite”, ele explica.

                                            A entrada do canal, entre o quebra-mar e o costão de pedras, tem apenas pouco mais de 50 metros. Quando o mar está agitado, o espaço para cruzá-la fica ainda mais restrito

                                            O Canal da Joatinga (não confundir com a Ponta da Juatinga, o nosso “cabo das tormentas”, em Paraty, no meio do caminho entre Ubatuba e Angra dos Reis) é bem extenso. Vai da Barra da Tijuca até Angra. Mas boa parte dele não é navegável. Só recebe o tráfego dos barcos num trecho de cerca de 20 quilômetros, até a altura do Recreio dos Bandeirantes.

                                            Calado não é problema. Assim, seria possível a navegação de barcos de até 70 pés. Porém, existe uma ponte que limita a passagem, no quilômetro dois do canal, por ser muito baixa: tem 1,50 metro de altura. “Mesmo com a minha lancha, uma 22 pés, tenho de desmontar o cockpit para passar sob ela”, conta Victor. “Em compensação, se não fosse por esse detalhe, teríamos barcos enormes sofrendo na entrada ou na saída do canal”, conforta.

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                                              Por: Redação -

                                              A North Sails do Brasil, parceira da Semana Internacional de Vela de Ilhabela, solicitou à prefeitura municipal de Ilhabela um alvará especial para produzir máscaras faciais de combate ao COVID-19 nas instalações para fornecer à população local.

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                                              No projeto proposto, a North Sails fornecerá know-how vindo das fábricas North Sails da Itália e França (que já produzem máscaras desde o inicio da pandemia), mão de obra e maquinário.

                                              A prefeitura fornecerá tecido, elásticos e linhas de costura.

                                              Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

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                                                Durante a última semana, virou polêmica a notícia de que donos de iates mundo afora decidiram passar a quarentena “al mare”, em meio à pandemia de Covid-19. O empresário David Geffen, fundador do gigante estúdio DreamWorks, postou uma foto de seu megaiate (o Rising Sun, de 452 pés, que já recebeu hóspedes como Barack Obama e Jeff Bezos, criador da Amazon) singrando o mar das Ilhas Granadinas, no Caribe, com a seguinte legenda: “Evitando o vírus. Fiquem seguros.”

                                                Megaiate Rising Sun, de 452 pés

                                                Imediatamente, Geffen recebeu uma enxurrada de críticas pelas redes sociais, com as pessoas chamando seu post de “vergonhoso” e seu autor de “insensível” e “sem noção”, entre outros adjetivos menos carinhosos. Não deu outra: ele excluiu sua conta da rede social em questão.

                                                A dúvida que fica é: se para conter o surto de coronavírus é legítimo se isolar em uma casa de campo ou de praia, independentemente se é uma mansão ou uma casa padrão de condomínio à beira-mar, porque não fazer isso em um barco, atracado em um píer e longe das aglomerações de pessoas? O comparativo não vale apenas para os afortunados. Vale para todos. De donos de barcos de 30 pés a megaiates de incontáveis metros.

                                                Leia também: Vitamina D, abundante nos passeios de barcos, pode ter papel importante na prevenção e combate ao coronavírus

                                                O distanciamento social é a ferramenta mais eficaz para evitar a propagação do novo coronavírus, segundo autoridades sanitárias de todo o mundo. E o mar é um dos lugares mais adequados para isso. Não há lugar mais protegido do que nas acomodações de um barco, um tipo de isolamento natural, cujo destino, inclusive, seu comandante pode alterar, caso sinta a aproximação de vizinhos ou se surgir algum risco de o vírus chegar perto. Pela característica do ambiente e pela pequena densidade de pessoas, o mar é praticamente imune ao avanço do novo coronavírus. Ou seja, se ficar recolhido em casa ou em um barco, estaremos obedecendo a regras do mesmo jeito.

                                                Leia também: Marinas do grupo BR Marinas funcionam sem restrições, apenas com operação reduzida

                                                Logo após o anúncio de David Geffen, outros amantes dos mares decidiram seguir seus conselhos e se abrigar em suas embarcações, para evitar a pandemia. A lista dos que optaram passar a quarentena no mar inclui personalidades da moda, da tecnologia e do esporte.

                                                O empresário Tommy Hilfiger, da grife homônima, passa a quarentena em St. Vincent, no Caribe, a bordo do superiate Flag, de 205 pés. Também no Caribe, o russo Roman Abramovich, dono do clube Chelsea, da Inglaterra, isolou-se no megaiate Eclipse, de intermináveis 535 pés, que atualmente se encontra nas águas de St. Barts. Ainda nas águas caribenhas, o co-fundador do Google, Sergey Brin, flutua a bordo Dragon Fly, de 240 pés e muitas suítes.

                                                Superiate Dragon Fly, de 240 pés, do co-fundador do Google, Sergey Brin

                                                Por sua vez,  o banqueiro e empresário Ron Perelman recolheu-se a bordo do megaiate C2, de 281 pés, que está ancorado o Golfo do México, enquanto Andrey Guryev, vice-presidente do sindicato dos químicos da Rússia, navega por Antígua a bordo do seu Alfa Nero, de 269 pés, cuja popa lembra a de um pequeno transatlântico: tem quase 300 m², ou cerca de um quarto do comprimento do próprio barco, que é de 82 metros.

                                                Leia também: Tradicional iate clube Veleiros do Sul anuncia medidas para associados terem acesso aos barcos

                                                No Brasil, não são poucos os que optaram por passar a quarentena isolados em seus próprios barcos, evitando contato com o coronavírus, mas sem esquecer de levar à risca as recomendações de higiene a bordo, como determinam as autoridades de saúde.

                                                É o caso do empresário Pedro Dias, que ao lado da noiva, Marcelle Macario, decidiu trocar o apartamento em São Paulo pelo aconchego daquela que ele chama de sua segunda casa, uma lancha de 36 pés, atracada na Porto Marina Astúrias, em Guarujá, no litoral paulista. Junto, foi a mascote do casal: a cadelinha Laninha. “Em São Paulo, eu moro com a minha mãe, que tem 60 anos, e um andar acima mora o meu avô, de 84 anos. Então, achei mais seguro ficar no barco, uma Intermarine Oceanic 36, que apesar de não ser tão grande, oferece um mínimo de conforto para o casal. “Tranquilamente, podemos passar aqui mais uns 30 ou 40 dias a bordo. E muito feliz”, conta Pedro.

                                                O casal Pedro Dias e Marcelle Macario e a mascote Laninha

                                                Outro que seguiu esse roteiro (incluindo também uma cachorrinha na tripulação, a Tiffany) foi o empresários Paulo Amato, que, ao lado da namorada, Gabriele Morais, está a bordo de uma lancha Ferretti 55, que também tem como base a Marina Astúrias, em Guarujá. “Estamos embarcados desde o dia 19 de março. Optamos por ficar na lancha por ser o local onde ficamos mais isolados de tudo e todos, especialmente dos meus pais, que estão na faixa dos 80 anos. Além disso, na marina, há uma área tranquila para fazer caminhadas. Juntando todos esses fatores, acho que fizemos a melhor opção”, explica Paulo, que, durante esse período, dispensou o marinheiro das tarefas a bordo.

                                                O casal Paulo Amato e Gabriele Morais e a mascote Tiffany, durante viagem no começo de 2020, antes da pandemia do coronavírus

                                                Leia também: Barcos de esporte e recreio não estão proibidos de navegar em qualquer ponto da costa ou em águas interiores

                                                Em Santa Catarina, um dos navegadores que adotaram a vida a bordo como receita para os dias de isolamento é Antônio Greshi, que ao lado da mulher, Gisele, está há dois meses bordo de um iate de 83 pés, baseado na Marina Itajaí. “Eu estava fazendo a manutenção da rotina do meu barco, chamado Cristina X, quando veio a proibição da abertura do comércio. Por conta disso, resolvemos ficar na marina mesmo, onde nos sentimos seguros em relação à pandemia, porque não há circulação de pessoas aqui, seja no píer ou na marina. E a bordo nos sentimos em casa”, explica Antônio, para quem a rotina a bordo é praticamente a mesma de quando está em terra.

                                                Antônio Greshi ao lado da mulher, Gisele, a bordo do Cristina X, atracado na Marina Itajaí, em Santa Catarina

                                                Optar por um barco para ser a segunda casa não é um sonho distante. No caso de veleiros, um modelo a partir dos 30 pés já oferece banheiro fechado e, no mínimo, duas camas, o que pode acomodar bem um casal e um filho, por exemplo. Já barcos entre 40 e 50 pés, seja ele a vela ou a motor, oferecem certos privilégios, como dois a três camarotes, cabine com altura com conforto mediano, cozinha completa, um ou dois banheiros mais confortáveis e espaço suficiente sentir-se bem aconchegante. E, claro, quanto maior for o barco, mais conforto oferecerá.

                                                Em outras palavras, se é legítimo se isolar em uma casa de campo ou numa casa de praia, longe das aglomerações de pessoas, por que não em um barco?

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                                                  O estaleiro inglês Fairline nomeou um novo gerente de vendas para as Américas. Trata-se de Steve Leeson, que conta com uma carreira de mais de três décadas no setor marítimo. Sua carreira começou em 1986, como aprendiz na Fairline, em Oundle, mudando a marca para a América em 2004.

                                                  Mais recentemente vice-presidente da Sunseeker USA, Leeson leva uma riqueza de conhecimentos e experiência em recrutamento de revendedores, treinamento e vendas no varejo na Europa e nas Américas, além de um forte entendimento da marca Fairline e seus modelos.

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                                                  “Apesar de todos estarmos enfrentando tempos incertos em escala global, temos o prazer de compartilhar essas notícias positivas”, diz Peter McNulty, COO da Fairline. “Estamos muito felizes em receber Steve de volta à Fairline. Ele traz conhecimento e conexões valiosos para a marca, e esperamos trabalhar juntos para maximizar as oportunidades de desenvolvimento de negócios que as Américas têm a oferecer”.

                                                  Leeson será responsável pela venda e entrega de barcos no Canadá, América do Norte e América do Sul e trabalhará em conjunto com a rede de revendedores já estabelecida para apoiar suas atividades.

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                                                    História do mar: o primeiro homem a dar a volta ao mundo velejando por uma rota duríssima

                                                    Por: Redação -
                                                    04/04/2020

                                                    Por Jorge de Souza, do site www.historiasdomar.com

                                                    Com a cara e a coragem, Vito Dumas foi o primeiro homem a dar a volta ao mundo velejando por uma rota duríssima. E fez isso da maneira mais precária possível

                                                    Acima de tudo, o velejador argentino Vito Dumas foi um sujeito ousado. Entre 1942 e 1943, ele fez, sozinho, a primeira circum-navegação do planeta pelo paralelo 40 graus Sul, uma faixa oceânica abaixo de todos os continentes (exceto a Antártica) e dominada por temperaturas cruéis, mar sempre grosso e ventos tão violentos que ganharam o apelido (dado por ele próprio, por sinal) de “40 Bramadores” — porque “rugem” dia e noite. Um roteiro, até então, considerado impossível. Mas não para Vito Dumas.

                                                    Ele gastou 272 dias para cumprir aquela duríssima travessia, sobretudo porque o seu barco, o Lehg, iniciais de “Lucha, Entereza, Hombría e Grandeza” (“Luta, Integridade, Masculinidade e Grandeza”, em português), valores que precisou mesmo ter para completar a viagem, era tão espartano que não tinha sequer motor nem tanque para armazenar água doce. Quando sentia sede, Dumas bebia água da chuva. Quando chovia. O argentino tampouco tinha trajes apropriados para aquele frio intenso e permanente. Para se aquecer, forrava as roupas com folhas de jornal. E, antes disso, só havia feito uma única travessia, já que sua entrada no mundo náutico aconteceu por puro acaso.

                                                    Dumas era um nadador de longos percursos, quando, em 1931, decidiu atravessar o Canal da Mancha a nado. Mas, vencido pelo cansaço, desistiu antes de chegar à outra margem. Envergonhado, decidiu que não voltaria para a Argentina de cabeça baixa. Comprou, então, um veleiro ali mesmo e, embora nada soubesse sobre barcos e navegação, resolveu retornar velejando, o que significava atravessar nada menos que o Atlântico — o que fez em seguida. Quando chegou a Buenos Aires, Dumas já tinha tomado gosto em definitivo pelo mar e não mais pararia de navegar — mas sempre de maneira bem precária e pouco planejada.

                                                    Dois anos depois da sua ousada mas bem-sucedida volta ao mundo, Dumas partiu para uma nova jornada em solitário, a bordo do mesmo barco. Desta vez, resolveu ir de Buenos Aires a Nova Iorque. Mas, como insistia em não ter motor no barco (porque dizia que, para um veleiro, bastavam os ventos), não conseguiu penetrar no Rio Hudson, que banha a cidade, por causa da forte correnteza contrária.

                                                    Ele, no entanto, não se abateu. Ali mesmo, deu meia volta e tomou outro rumo, cruzando nada menos que Atlântico, até os Açores — onde também não conseguiu aportar, por conta da alternância de calmarias e ventos contrários. Do meio do oceano, aproou, então, de volta a América do Sul e foi dar na costa do Ceará, depois de mais de 100 dias no mar.

                                                    Dumas foi um navegador nato, que, na água, se sentia em casa. Morreu em 1965, aos 65 anos, quando já era um herói na Argentina e uma lenda náutica mundial. Dos quatro livros que escreveu, um deles em especial, Os Quarenta Bramadores, sobre aquela épica travessia nos confins do mundo, inspirou vários navegadores a tentar repetir o seu feito. Mas poucos conseguiram, o que só fez aumentar sua fama, que perdura até hoje.

                                                    DE ONDE SAIU ESSA HISTÓRIA?

                                                    HISTÓRIAS DO MAR – 200 CASOS VERÍDICOS DE FAÇANHAS, DRAMAS, AVENTURAS E ODISSEIAS NOS OCEANOS, do ex-editor da revista Náutica, Jorge de Souza, é uma coletânea de fatos extraordinários que aconteceram nos mares do planeta, nos últimos 500 anos. Para comprar o livro, por R$ 49,00 (e recebê-lo em casa, sem custo extra), acesse www.historiasdomar.com, ou clique aqui.

                                                    Náutica Responde

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                                                      03/04/2020

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                                                      Na corrida pela produção de embarcações cada vez mais “limpas”, ou seja, que não emitem monóxido de carbono, um dos gases responsáveis pelo aquecimento global, o estaleiro sueco surpreendeu ao apresentar uma lancha cujo sistema de propulsão combina um motor de popa 100% elétrico (um Torqeedo Deep Blue, de 50 kW, perto de 70 hp), a dois pares de hidrofólios, aumentando a autonomia de navegação. Com vocês, a Candela Speed ​​Boat, curiosa lancha de 25 pés (7,7 metros de comprimento e 2,40 m de boca) para seis pessoas que — com sua proposta de unir sustentabilidade e eficiência — pode apontar a tendência para as próximas décadas.

                                                      A fórmula inclui inspiração no design da aviação, um banco de baterias de 230 kg (fabricadas pela BMW e marinizadas em parceria com Torqeedo) que oferecem quase 50 milhas náuticas de alcance (ou 3 horas de autonomia, na velocidade de cruzeiro), além de um casco todo de carbono e, por isso, cerca de 30% mais leve do que uma lancha do mesmo tamanho feita de fibra de vidro e com motorização de popa convencional. O resultado é uma performance impressionante. A velocidade máxima, garante o fabricante, é de 30 nós, com 19 a 23 nós de cruzeiro.

                                                      O segredo para andar mais está na hidrodinâmica. Durante a aceleração até os 17 nós o casco é como o de qualquer embarcação comum, ou seja, permanece dentro d’água. Já quando a velocidade chega aos 17 nós, as “asas subaquáticas” são liberadas automaticamente e o barco “decola”. Ou seja, os hidrofólios passam a desenvolver uma força de sustentação capaz de elevar o casco para fora d’água, diminuindo o arrasto e, assim, melhorando a aceleração e a velocidade do barco, que flutua sobre a água.

                                                      “É o único barco elétrico do mundo com velocidade e autonomia comparáveis às de uma lancha com motor convencional, mas com o desempenho em águas agitadas bem melhor. Os hidrofólios em ação proporcionam uma redução de 50% no consumo de energia a bordo”, afirma Gustav Hasselskog, fundador da lancha Candela, que já está sendo feita em série na Europa.

                                                      100% elétrica, a lancha candela pode chegar a 30 nós! na velocidade de cruzeiro, tem autonomia de 50 milhas

                                                      Para carregar a bateria (que tem oito anos de garantia), outra surpresa: basta uma tomada doméstica tradicional — algo que qualquer marina simples tem para oferecer. A operação de recarga leva até 12 horas. Ou seja, praticamente a noite toda. “Até hoje, ninguém havia construído um barco elétrico que pudesse, de fato, substituir os barcos movidos por combustíveis fósseis. Até as tentativas mais recentes falharam. Ou são velozes ou oferecem boa autonomia. No caso da Candela, conseguimos unir as duas características”, afirma Gustav. “E mais: a combinação do hidrofólio com o motor elétrico faz uma navegação extremamente silenciosa. É como uma gostosa velejada”, completa.

                                                      Segundo o fabricante, a Candela pode navegar em águas com ondas de até meio metro, é insubmergível e se mantém sempre na posição horizontal, mesmo em curvas mais fechadas, por conta de sensores instalados no casco, que calculam todos os movimentos do conjunto e, automaticamente, controlam a posição dos hidrofólios — tecnologia que remonta a 1919, quando foi criada por um italiano chamado Enrico Forlanini.

                                                      Impulsionada pelo motor de popa elétrico, de cerca de 70 hp, ela tem autonomia de 50 milhas com uma carga de baterias

                                                      O conceito é bem simples: abaixo de um casco normal o barco tem um par de hidrofólios, que nada mais são do que asas aquáticas. Usando a boa e velha aerodinâmica molhada, ou hidrodinâmica, a água passa em velocidade e gera sustentação, empurrando o barco para cima. Em algum momento a gravidade equilibra a força ascensional, e o barco para de subir. Com isso o arrasto hidrodinâmico deixa de existir, o casco só enfrenta a resistência do ar.

                                                      No caso da Candela, os hidrofólios são retráteis e acionados eletronicamente. As decolagens e pousos acontecem ao toque de um botão no painel digital. O pulo do gato aqui está em associar os hidrofólios a um sistema inteligentíssimo de controle e a um motor elétrico, que quase não emite ruído nem polui a água. Uma velha ideia nova.

                                                      Diferentemente das pequenas lanchas convencionais atuais, toda a parte eletrônica da Candela foi criada do zero. O resultado é uma experiência totalmente integrada, gerenciada por meio de um aplicativo próprio para smartphone ou na tela de 12 polegadas no painel da lancha.

                                                      Mesmo distante da lancha, por exemplo, é possível saber, em tempo real, o status da carga das baterias, os dados do seu último passeio e muito mais. Mas, tudo tem um preço. E, por enquanto, bem alto. A partir de 245 mil euros (lá fora), ou pouco mais de 1 milhão de reais se for importada.

                                                       

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                                                        Revitalizações no litoral Sul paulista têm como objetivo fortalecer o turismo náutico na região

                                                        A cidade de Ilha Comprida, no litoral Sul paulista, está realizando obras com o objetivo de fortalecer o turismo, gerar renda, novos empregos e oportunidades profissionais.

                                                        Uma delas, a requalificação do Porto da Balsa, no Mar Pequeno, contará com Museu do Mar, mirante com oito metros de altura, centro de apoio ao turista com duas lanchonetes, espaço do artesão, área de embarque do catamarã, atracadouro para embarcações de porte, deck para observação do Mar Pequeno e centro de instrução náutica.

                                                        As obras começaram em dezembro do ano passado e têm 360 dias para conclusão. Orçado em R$3.2 milhões, a requalificação foi aprovada pelo COMTUR e é realizada com recursos do DADETUR, órgão da Secretaria de Estado de Turismo.

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                                                        Outra obra de porte em andamento é o Centro de Eventos da Ilha. Dividido em dois blocos, o local terá capacidade para duas mil pessoas e será utilizado, entre outros eventos, para encontros náuticos na cidade.

                                                        Na última semana, as obras atingiram 15% do andamento. O prazo para conclusão é 360 dias, a contar da data de início: agosto de 2019. O projeto foi aprovado pelo COMTUR. Orçado em cerca de R$ 4 milhões, a obra conta com recursos DADE 2017 e contrapartida do município.

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                                                          Marinha alerta que um sistema de baixa está avançando pelo sul do país. Com algumas marinas fechadas com barcos na água, é importante a supervisão, pois é previsto mar grosso próximo à costa e ressaca na sequência, entre os dias 3 e 5.

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                                                          Área Alfa
                                                          Vento duro a partir de 021300 HMG – SW/S Força 8/9;
                                                          Mar muito grosso a partir de 021300 HMG com ondas NW/SW entre 3.0 a 5.0 metros com ressaca.

                                                          Área Charlie
                                                          Vento forte a partir de 030000 HMG – NW/SW Força 7;
                                                          Mar muito grosso a partir de 031200 HMG com ondas SW/SE entre 3.0 a 5.0 metros.

                                                          Área Delta
                                                          Vento forte a partir de 030000 HMG – Força 7;
                                                          Mar muito grosso a partir de 040000 HMG com ondas de 3.5 a 5.0 metros.

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                                                            Por: Redação -

                                                            O lazer e o turismo náutico estão cada vez mais desenvolvidos no mercado brasileiro. As incontáveis belezas naturais pelas águas e o clima agradável para navegar o ano todo têm inspirado milhares de pessoas a entrarem no mundo náutico ou a fazerem um upgrade de suas embarcações. Segundo informações do setor, mais de 820 mil barcos de lazer circulam pelo Brasil o qual, inclusive, tem o 16º maior litoral nacional do mundo com quase 7,5 mil quilômetros de costa, sem falar dos mais de 41 mil quilômetros de vias navegáveis interiores.

                                                            Porém, para quem tem o sonho de comprar uma embarcação ou para quem deseja trocar por um novo modelo, segundo executivos da Triton Yachts, um dos maiores estaleiros brasileiros, é importante que a escolha seja consciente. Por isso, a dica é aproveitar este período, em que muitos estão em suas casas, para avaliar a lancha ideal e que atenda o perfil do futuro dono.

                                                            “Temos uma ampla gama de lanchas de lazer de altíssima qualidade com investimentos que variam de R$ 160 mil a mais de R$ 2,5 milhões, aproximadamente, dependendo das configurações. Sabemos que se trata de um bem de alto valor e, também, um sonho para experiências únicas, confortáveis e privativas pelas águas. Por isso, é importante que seja uma compra consciente e que todas as escolhas atendam às necessidades do cliente, tanto no que se refere ao modelo escolhido e usabilidade da embarcação quanto os acessórios e equipamentos de sua preferência”, explica o diretor da Triton Yachts Allan Cechelero.

                                                            “Trabalhamos com sonhos de muitas pessoas que desejam ter um barco para navegarem e aproveitarem momentos muito especiais com amigos e familiares. É importante, para quem deseja investir, reservar um período para conhecer as opções adequadas ao seu perfil e conversar com consultores especializados, especialmente que tenham suporte do fabricante, para auxiliar no momento da compra”, complementa.

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                                                            A Triton Yachts disponibiliza profissionais direto de fábrica e parceiros que realizam amplo suporte e atendimento on-line ou por telefone. Atendimentos podem ser solicitados pelo site do estaleiro.

                                                            Modelos sem, com uma ou mais cabines; barcos com “hard top” (teto solar) ou flybridge (convés superior); tempo médio de permanência na lancha; número estimado de pessoas a receber na embarcação; eletrodomésticos e equipamentos de navegação; itens de decoração e acabamentos; personalização, e motorização. Essas são algumas das muitas características que podem ser orientadas e discutidas garantindo que o barco possa ser aproveitado ao máximo.

                                                            Além disso, é fundamental contar com a expertise de fabricantes renomados e com solidez no mercado. A Triton Yachts, com mais de 35 anos de história, é uma das mais consagradas marcas de embarcações de lazer a motor do país. Com fábrica na região metropolitana de Curitiba, PR, atende o mercado brasileiro e internacional. Possui opções de modelos variados e de alta qualidade de 20 a 52 pés e lança novidades ano a ano. É presidida pelo renomado engenheiro José Maria Cechelero e com uma equipe igualmente qualificada, que segue o mesmo padrão de excelência, atenção e atendimento.

                                                            Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

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