O Brasil terá quatro velejadores na disputa do Campeonato Mundial da Classe Laser, a partir do próximo dia 4, em Sakaiminato, no Japão. O bicampeão olímpico Robert Scheidt estará na água, junto com Bruno Fontes, João Pedro Souto de Oiveira e Philipp Grochtmann. No fuso horário de Brasília, as primeiras regatas estão marcadas para as 23h desta quarta-feira, dia 3. A competição vai até o dia 9 e vale como critério de seleção para definir o atleta que representará o Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.
De acordo com o critério estabelecido pelo Conselho Técnico da Vela (CTV) e ratificado pela Confederação, o velejador brasileiro mais bem colocado neste Mundial, contanto que esteja dentro do top 18 da competição, estará elegível para defender o país em Tóquio 2020. Ele só perderá essa vaga se outro atleta do Brasil for medalhista no Evento-Teste Enoshima 2019 ou subir no pódio do Mundial da Laser em 2020.
“O Campeonato Mundial tem nível mais alto que a própria Olimpíada, porque são mais representantes por país. Cheguei com mais de uma semana de antecedência para fazer uma boa aclimatação, reconhecimento da raia. Tudo para chegar o mais bem preparado possível para conseguir estar nos Jogos de Tóquio. Vou dar o meu máximo para chegar no top 18 aqui no Japão e atingir o índice de classificação para integrar a equipe brasileira”, disse Robert Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas entre elas duas de ouro na classe Laser (Atlanta-1996 e Atenas-2004).
A classe Laser é tradicionalmente uma das mais concorridas, e o Mundial 2019 conta com um total de 159 competidores inscritos. Bruno Fontes chega ao Mundial credenciado pelo título da última Copa Brasil de Vela, quando superou o próprio Scheidt. Já João Pedro Souto de Oliveira foi o melhor brasileiro no Mundial de 2018, quando classificou o país para os Jogos Olímpicos ao ficar em 19º lugar. O jovem e promissor Philipp Grochtmann completa a delegação.
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Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A partir desta segunda-feira (1º de julho), os velejadores de barcos com vagas próprias pagarão R$200 para participar da Semana de Vela de Ilhabela. Nas poitas do Yacht Club de Ilhabela, o valor passa para R$420. As vagas nas marinas estão esgotadas. As equipes têm até o dia 10 para garantir a participação na maior competição de vela oceânica da América do Sul.
Nas categoria RGS, Bico de Proa, Clássicos e Multicascos apenas os veleiros afiliados à ABVO – Associação Brasileira de Veleiros de Oceano garantem o mesmo desconto de 30% sobre os valores vigentes da inscrição. A medida atende ao pedido da própria ABVO, fomentadora da modalidade no País.
Cerca de 100 equipes de vários estados brasileiros e também do exterior já confirmaram presença. Para a edição deste ano, foram convidadas as classes ORC, IRC, RGS, Bico de Proa, Clássicos, Multicascos, Mini Transat, HPE-25 e C30. A competição reúne atletas profissionais, medalhistas olímpicos, amadores e cruzeiristas nas mesmas raias.
O tradicional Desfile de Barcos vai abrir as raias da Semana Internacional de Vela de Ilhabela 2019, no domingo (14). Depois, os velejadores seguem para as três regatas de percurso do dia. A Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil desafiará os veleiros com o percurso mais longo da competição, ultrapassando as 60 milhas náuticas. Logo na sequência serão dadas as largadas para as provas Ilha de Toque-Toque por Boreste e a Renato Frankenthal.
Na segunda-feira (15), a novidade será a Regata Vela do Amanhã. Crianças e adolescentes da Escola de Vela de Ilhabela EVI e de outros projetos da região poderão vivenciar a disputa de alto nível técnico ter um maior intercâmbio com velejadores profissionais. A direção da SIVI considera esse evento de grande importância e conclama todos os barcos inscritos na competição a participarem. Basta se inscrever na secretaria do evento.
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Morreu nesta segunda-feira, em São Paulo, o empresário do ramo de seguro náutico Carlos Brancante. O velório está acontecendo no Funeral Home, rua São Carlos do Pinhal, número 376, na Bela Vista, em São Paulo, e vai até as 15h.
Com mais de 60 anos de mar, o paulista Carlos Brancante teve um currículo náutico capaz de despertar a admiração de qualquer navegador — mesmo daqueles famosos por suas andanças pelo planeta. Acumulou mais de 200 000 milhas navegadas — ou o equivalente a oito voltas em torno da Terra pela linha do Equador! E a proeza se torna ainda mais expressiva pelo fato de ele ter sido um navegador amador, ou seja, nunca viveu no mar nem dependeu dele. Tampouco zarpou para uma volta ao mundo. Sua relação com as águas se resumia ao lazer nas folgas ou nos fins de semana.
Brancante descobriu o gosto pela navegação ainda garoto, quando ganhou dos pais uma canoa, com a qual aprendeu a pescar de corrico em São Sebastião, no litoral norte paulista. Aos 19 anos, a canoa foi trocada por um veleiro. Desde então, raros foram os fins de semana em que ele não passou embarcado. Veio daí a sua marca invejável. Durante um bom tempo, competiu em regatas. Depois, adquiriu o Lord Gato, um trawler de 60 pés que o acompanhou por muitos anos. Foi com ele que decidiu que passaria a navegar pelo menos 90 dias por ano, sempre anotando o que acontece em suas navegadas, procedimento que seus amigos batizaram de “Método Brancante de Navegação”).
Nenhum detalhe da navegação, por mais corriqueiro que seja, escapava de ser registrado no implacável diário de bordo do Lord Gato. É que Brancante adotava o mesmo procedimento que os comandantes da Marinha nos navios. Por conta disso, Brancante já até recebeu da Marinha as medalhas do Mérito Naval e Tamandaré, além de quatro âncoras por ter permanecido, certa vez, 1 000 dias seguidos no mar.
O Grupo Náutica lamenta a perda e presta sentimentos aos familiares e amigos de Carlos Brancante.
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Ele é um profissional a quem nenhum dono de barco espera um dia precisar recorrer. Pudera, sua missão (quase sempre complicada) é trazer à tona barcos acidentados ou naufragados em nossas águas. Sim, Raphael Emygdio Pereira Neto arrisca a vida mergulhando até encontrar, para depois resgatar, barcos que repousam nas mais diversas profundidades.
Já ouviu falar no nome dele? Provavelmente, não. Mas em suas proezas, certamente sim, embora quase sempre sem os devidos créditos. Por exemplo: há alguns anos, na Praia de Perequê, no Guarujá, foi Raphael quem retirou das pedras costeiras a lancha de 50 pés do piloto Felipe Massa. Embora não tenha afundado por completo, a lancha fazia água por causa de um rombo no casco. Por conta da fama do então piloto da Ferrari, a história ganhou as manchetes dos jornais e sites de notícias, mas ninguém descreveu a delicada logística montada no resgate da embarcação, chamada Fiorano.
Na tarefa, a equipe de Raphael — dono da companhia paulista de salvatagem Costa Norte Dive, Serviços Subaquáticos — teve de usar três embarcações e mais dois botes de apoio, até afastar a lancha das pedras e rebocá-la, sem novos danos. A manobra exigiu a ação de dois mergulhadores (e 24 cilindros de ar comprimido), quatro ajudantes de superfície e cinco funcionários na retaguarda. Sem contar o emprego de 53 lift bags — balões de elevação e flutuação, seus principais aliados nessas missões quase impossíveis.
60% dos acidentes registrados em nossas águas envolvem lanchas; 30%, barcos de pesca
Outras proezas de sua intrépida equipe e seus incríveis balões de elevação foram a salvatagem de uma lancha 60 pés em Florianópolis e o resgate de uma de 83 pés naufragada na embocadura do rio Caravelas, no sul da Bahia. “Neste caso, apenas o flybridge estava fora da água”, recorda. Depois da salvatagem, a 83 pés foi rebocada até Angra dos Reis — 650 milhas náuticas adiante —, em uma operação que consumiu cinco dias e cinco noites, fora os três dias para salvar a lancha. “Nesse trabalho, agradeço a ajuda local do senhor Tião da Balsa, personagem local de Caravelas”, acrescenta Raphael.
Sua empresa tem 250 lift bags, importados dos Estados Unidos. Com eles, retira da água barcos naufragados, em média, a mais de 10 metros. “Mas já fomos buscar uma lancha de pesca (arrastão de camarão) de 35 pés que repousava a cerca de 20 metros abaixo do nível do mar, ao sul da Ilha das Couves, em São Paulo”, conta Raphael, um paulistano radicado em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, desde meados dos anos 1970.
A equipe já resgatou uma lancha de pesca de 35 pés que repousava a cerca de 20 metros abaixo do nível do mar
O segredo do sucesso dessas operações é saber distribuir os lift bags, de capacidades diferentes, de maneira que o barco naufragado volte à tona bem equilibrado. Para facilitar as manobras subaquáticas, as máscaras de mergulho são do tipo full face, que permite a comunicação dos mergulhadores entre si e com a base. “É importante frisar que atuamos estritamente dentro das normas legais e mantém excelente relacionamento com todos os órgãos envolvidos nesse tipo de ocorrência”, ressalta Raphael.
Pelas estatísticas da Costa Norte Dive, 60% dos acidentes registrados em nossas águas envolvem lanchas; 30%, barcos de pesca; e o restante, embarcações diversas. A principal causa de sinistros no Brasil é a colisão com costeiras, parcéis e lajes. “Ocorre especialmente na região de Angra dos Reis, onde há mais lanchas e mais pedras”, diz Raphael.
O segundo motivo de acidentes é o incêndio. Acontece, em geral, com aqueles barcos mais antigos, que têm instalações elétricas precárias. “Com exceção dos piores casos de incêndio — quando ocorre perda total e o barco é içado apenas para a seguradora avaliar as razões do sinistro —, toda embarcação é recuperável”, garante Raphael. Palavra de quem já resgatou cerca de 300 embarcações do fundo do mar.
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O Adelaide Boat Show 2019 foi considerado um grande sucesso por seus organizadores, o Boating Industry Association (BIA) da Austrália, apesar de uma queda de 3% no atendimento a 7 698 visitantes.
A edição deste ano aconteceu de 27 a 30 de junho de volta no Centro de Convenções de Adelaide, no coração da cidade, e visando um público mais jovem. “Nossas equipes criativas, de marketing e de mídia foram encarregadas de oferecer um público mais engajado”, disse o gerente de eventos Domenic Genua. “Precisávamos sacrificar o número total de visitantes em troca de mais famílias com o desejo de participar do estilo de vida agora, juntamente com futuros compradores de barcos que ajudarão a nossa prosperidade nos próximos anos”.
O planejamento para 2020, com datas estipuladas, já começou. Um plano de longo prazo também foi planejado para mover o evento um pouco, a fim de que a partir de 2021 não haja conflito com os requisitos de negócios de fim de ano.
Para Stuart Myles, presidente do Conselho da Austrália Meridional, “embora tenha havido alguma apreensão inicial por mudanças, a decisão de fazê-lo se mostrou absolutamente correta e um trampolim positivo para o futuro do mercado de barcos de recreio. Os australianos do sul são amantes de barcos; no entanto, a oportunidade de crescimento é considerável. Se quisermos compartilhar a paixão pelo estilo de vida, precisamos colocar o barco em um pedestal, e a qualidade do local e nossa capacidade de usar sua atmosfera fabulosa vai muito além disso”.
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O novo iate Sirena 88 está sendo finalizado pela Sirena Yachts e fará sua estréia mundial no próximo Cannes Yachting Festival, em setembro de 2019. Após o Sirena 85, ele se tornará a maior unidade construída pelo estaleiro.
O casco, o convés e a superestrutura de fibra de carbono foram feitos a vácuo antes de serem montados. O trabalho de desenvolvimento nos conveses inferior, principal e no flybridge já começou. No convés principal, será possível escolher um arranjo com cozinha aberta ou fechada. Dependendo da versão escolhida, há uma grande mesa de jantar para 10 pessoas ou uma mesa menor com um bar na versão de cozinha aberta.
O Sirena 88 oferecerá cinco camarotes, incluindo a suíte do proprietário localizada no convés principal. Ela, particularmente bem equipada, irá oferecer um escritório em combinação com uma penteadeira, uma área de estar, e um banheiro com banheira.
A vista para o mar é reforçada por uma varanda no lado da porta. O Sirena 88 será alimentado por dois motores MAN de 1550 hp de potência.
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Mais uma vez, o estaleiro italiano SanLorenzo se superou. Apresentado no recente Miami Yacht Show, o SanLorenzo SL 102 Asymmetric é um iate ousado, realmente novo, projetado para deixar uma marca. A singularidade está no fato de ser “assimétrico”, palavra que os dicionários definem como “desigual, diferente, com ausência de simetria”. Mas, onde estaria essa assimetria? Ela está aí, embora não seja percebida à primeira vista, com o iate visto de perfil. E isso é exatamente o que os projetistas do barco tinham em mente quando transportaram para os 102 pés (31,10 metros de comprimento) do SanLorenzo a ideia original do polêmico designer de carros americano Chris Bangle, conhecido por “pensar fora da caixinha”, e que revolucionou a estética da Fiat e da BMW.
Entre outros feitos, Bangle foi responsável pela mudança radical da linguagem de estilo da BMW no início deste século, que inicialmente, por sinal, gerou muitos protestos entre os fãs da marca de Munique, que chegaram a criar petições para que fosse despedido. Aos críticos, ele dizia que, um dia, se perceberia que tudo aquilo iria fazer sentido. Como fez…
É o que se espera que aconteça agora com este novo conceito aplicado no SanLorenzo SL 102 Asymmetric, sua primeira criação para o setor náutico. “Nossa filosofia de design é tratar diferentes coisas de maneira diferente — porque elas são diferentes”, explica o genial designer americano, cujas ideias para construção deste 102 pés foram postas em prática pela empresa italiana de arquitetura Zuccon, junto com o escritório técnico da própria Sanlorenzo.
Olhando para o convés principal, você percebe onde a novidade está “escondida”? A tal assimetria está nas laterais do barco, nas passagens da proa para a popa (ou vice-versa). A boreste tem a passagem lateral externa clássica, enquanto que a de bombordo não tem. Ou seja, desse lado você não passa para a proa. E onde está o convés lateral a bombordo? Fica no convés superior! Esta solução, muito mais do que pela originalidade do design, chama atenção pelos benefícios que traz para o espaço interior do barco, tornando-o ainda mais habitável. Não é nada, não é nada, a assimetria resultou em um ganho de 10 metros quadrados na sala de estar. Não se trata apenas de tamanho, embora o conforto que ele proporciona esteja presente. O que faz a diferença é a abundância de vidros e, principalmente, onde eles foram colocados.
De um lado, o salão do SL 102 tem uma incrível janela que se estende do piso ao teto, com vista panorâmica do mar; e de outro lado uma sacada, ou melhor, um terraço que se debruça sobre o mar. Com isso, os projetistas levaram o ambiente de uma casa de praia para dentro do barco. Um efeito, enfim, sensacional. Outro detalhe interessante dessas janelas é que elas são deslizantes. Com o barco navegando, ficam fechadas e protegidas. Já com o iate ancorado, abrem-se e deixam a brisa do mar entrar no salão. Em contraposição, na popa, a simetria (proporção entre os dois bordos) é perfeita: as duas escadas laterais emolduram a porta da garagem (onde cabem, ao mesmo tempo, um bote de apoio de 15 pés e um jet) em harmonia e equilíbrio.
Muito mais do que promover a originalidade do design, o novo conceito cria espaço inéditos
no interior do iate
De resto, o SL 102 mantém todas as características que fizeram deste tradicional estaleiro italiano um primor de requinte e tecnologia. Fundado em 1958, a Sanlorenzo está para os barcos de luxo assim como a Bentley para os automóveis. É, por si só, uma grife e garantia de extrema qualidade e bom gosto. Suba a bordo de qualquer iate da marca e você notará logo o que isso significa.
Construído só com materiais especiais, o SL 102 usa e abusa da fibra de carbono na superestrutura, por exemplo. Sua cabine, além do enorme salão iluminado por fartas janelas envidraçadas, tem duas opções de layout. A primeira tem a suíte do proprietário à frente quase na proa, no convés principal, e quatro camarotes de hóspedes no convés inferior. Nesta versão, a suíte máster tem uma porta, a boreste, que dá acesso à espaçosa “sala” de proa — por sinal, toda a área dianteira do iate é um espaço reservado aos proprietários, que, com isso, não são obrigados a cruzar com os convidados, nos momentos de privacidade.
A segunda opção reúne todos os camarotes, incluindo a suíte do proprietário, no convés inferior — neste caso, o convés principal passa a ser ocupado por uma grande cozinha aberta, conectada ao salão e ao balcão do bar, como um loft, com vista para o cockpit, onde há espaço de sobra para momentos de descontração ao ar livre, com várias cadeiras para os banhos de sol. Uma vez lá dentro desse salão é difícil dizer que se está a bordo de um barco. Na praça de popa, as duas mesas cobertas de popa podem ser usadas para cafés e coquetéis casuais, ou unidas e levantadas para criar uma mesa de jantar para grandes refeições com amigos e familiares.
O SL 102 está repleto de inovações e boas soluções. Por exemplo: você jura que se trata de um iate com capota rígida e teto solar, em vez de flybridge, certo? Meia verdade. É que — sim! — ele tem um flybridge, embora esse esteja tão bem integrado ao restante do casco que, à primeira vista, mal é percebido. A impressão é a de uma lancha de estilo hard-top — o que também é verdade. Como isso é possível? Simples: o flybridge (identificado apenas por uma capotinha de vidro e fibra de carbono) é recuado em relação às lanchas convencionais. Esse truque permite ao posto de comando interno o privilégio de ter, também, um teto solar, e pilotar ao ar livre.
Na decoração, o clássico dá lugar ao estilo mais suave e descontraído, trazendo uma sensação de conforto e descanso, típico de uma casa de praia. A designer Marty Lowe, responsável pelo projeto, o define como “deliberadamente casual.” Tudo é muito clean e, ao mesmo tempo, aconchegante. Outro detalhe interessante é que o projetista incorporou ao salão a escada exterior que leva ao flybridge, encasulando-a entre paredes de vidros.
Os motores são dois MTU M96 de 16V e 2 434 hp cada, que podem levar o iate a uma velocidade máxima de 28 nós, mas há também uma versão com dois MTU M86, de 2 216 hp, que alcançam 26 nós. Um banco de baterias de lítio suplementa os dois geradores.
Para completar, SanLorenzo SL 102 tem ainda um avançado estabilizador de oscilações do casco, que funciona tanto com o barco em movimento quanto parado, proporcionando uma navegação suave e confortável em quaisquer condições do mar. Para manobrar o SL 102, o posto de comando de tamanho fabuloso ocupa toda a largura do casco, que é de 7,10 metros. Nele, o comandante tem à disposição eletrônicos de alto padrão e poltronas de couro ergonômicas — aliás, como era de se esperar de uma embarcação que tem a marca SanLorenzo estampada no casco e que, apesar do design peculiar, manteve as características que tornam esses iates italianos verdadeiramente inconfundíveis: linhas sóbrias, limpas e elegantes. Resumindo: um autêntico iate fora de série, como era de se esperar de um projeto saído da cabeça de Chris Bangle, e que por isso está dando o que falar.
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O Departamento de Antiguidades do Chipre, ilha localizada no Mar Mediterrâneo, anunciou a descoberta de um naufrágio de uma embarcação do antigo Império Romano na costa do país. O barco foi encontrado cheio de ânforas, nome dado aos vasos utilizados para o transporte de mercadorias, que provavelmente estavam sendo comercializadas para as províncias romanas da Síria.
De acordo com as autoridades, esse é o primeiro naufrágio romano considerado em excelente estado encontrado na região: de acordo com os pesquisadores, o material encontrado está quase intacto até hoje. Espera-se que o estudo dê nova luz sobre a amplitude e a escala do comércio marítimo entre o Chipre e as províncias romanas do Mediterrâneo oriental.
Os destroços foram encontrados por Spyros Spyrou e Andreas Kritiotis, mergulhadores voluntários da equipe de pesquisa arqueológica subaquática do Laboratório de Pesquisas Arqueológicas Marítimas (MARELab) da Universidade do Chipre. O Departamento de Antiguidades agiu imediatamente após ter sido relatado, a fim de garantir os fundos necessários para cobrir o custo da investigação preliminar o mais rapidamente possível. O naufrágio ocorreu perto costa de Protaras, uma cidade turística conhecida por suas praias.
Em comunicado, o governo cipriota agradeceu aos voluntários e à sociedade civil pelo apoio no trabalho de investigar a embarcação. “Essa mobilização de autoridades e cidadãos em torno de um importante sítio arqueológico envia mensagens otimistas sobre a proteção do patrimônio cultural pela sociedade cipriota”.
Uma equipe de arqueólogos, estudantes e voluntários da MARELab, liderada pela Dra. Stella Demesticha, Professora Associada de Arqueologia Marítima, já está em Protaras. A equipe está trabalhando na documentação e proteção do site, em colaboração com o Dr. Dimitris Skarlatos, Professor Associado do Departamento de Engenharia Civil e Geoinformática, Universidade de Tecnologia do Chipre, e Eleni Loizides, Conservadora, no Departamento de Antiguidades.
Este projeto também marca um marco para a arqueologia cipriota, porque é a primeira vez que um projeto arqueológico submarino é totalmente financiado pelo Ministério dos Transportes, Comunicações e Obras.
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A Hanse Yachts, fabricante de veleiros, anunciou a aquisição do estaleiro francês Privilège Marine, especialista em catamarãs. Em junho de 2017, a fabricante francesa foi adquirida pelo investidor financeiro alemão Aurelius – cujos investimentos em carteira, que incluem 21 empresas, chegaram a pouco menos de € 4 bilhões nas vendas anuais de 2018.
A Hanse Yachts comprou, então, os moldes dos barcos existentes da Aurelius e garantiu os direitos de marketing. Além disso, um contrato de consultoria e compras foi concluído para que a empresa alemã pudesse “ampliar suas habilidades em construção de série e as oportunidades de vendas resultantes” para o estaleiro de catamarã francês, disse o porta-voz da Hanse. Desde então, o Privilege Marine foi considerado publicamente como parte do portfólio da Hanse Yachts, mas esta transação representa a transferência total de todos os direitos de propriedade e ativos para o construtor alemão.
“Depois de um período de seca”, diz o CEO da Hanse Yachts, Jens Gerhardt, “o Privilège está agora no ponto de equilíbrio. Este é o momento ideal para assumirmos completamente a empresa e expandir nossa estratégia de multimarcas”. Segundo Gerhardt, a Privilège Marine tem uma boa carteira de encomendas de mais de € 25 milhões.
A Hanse Yachts surpreendeu repetidamente o público com aquisições estrategicamente sólidas de marcas e estaleiros. Segundo o CEO da Hanse Yachts, os catamarãs são uma área na qual a Hanse pode se tornar ainda mais forte.
“O mercado de catamarãs é muito atraente, é o que mais cresce em todos os segmentos de mercado no mundo e dobrou em menos de cinco anos”, disse Jens Gerhardt em um comunicado. “Ao adquirir Privilège por um preço de compra atrativo de 500.000 euros, estamos aumentando nossa capacidade em mais de 30 milhões de euros por ano, dando um novo impulso ao nosso curso de crescimento a longo prazo”.
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O lançamento do Anuário Brasileiro de Vela 2019 aconteceu no último dia 26, no Espaço Mit, localizado no Shopping JK Iguatemi, em São Paulo. A publicação de mais de 400 páginas está na terceira edição e documenta o que aconteceu nos esportes de vela no último ano, com cobertura e resultados de mais de 115 regatas realizadas no Brasil, além de matérias especiais sobre eventos internacionais, regras de regata, listas com as principais marinas, Iate Clubes, associações de classe e fornecedores.
“Muito mais que resultados, o Anuário Brasileiro de Vela retrata o Life Style e a cultura da Vela. Você tem guia de destinos para curtir, uma parceria com Hélio Magalhães, você tem regras de regata detalhadas e até o Ripeam, que é de porte obrigatório. Ou seja, se você tem o Anuário no barco, já tem esse documento exigido pela Marinha”, disse Murillo Novaes, publisher e idealizador do lançamento.
O Anuário Brasileiro tem o patrocínio da Mitsubishi, Br Marinas, Energisa, Grupo Náutica e Gráfica Movimento. Pode ser adquirido pela internet no site www.anuariodevela.com.br. A edição do ano que vem já está em produção e terá destaque na preparação dos atletas brasileiros para os Jogos Olímpicos do Japão.
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A Semana Internacional de Vela de Ilhabela oferece várias opções para velejadores e amantes do mar participarem do evento, considerado o maior da América do Sul na modalidade. A competição chega à sua 46ª edição em Ilhabela (SP) e reúne não só atletas campeões como amadores e até marinheiros de primeira viagem.
O campeonato será realizado de 13 a 20 de julho e terá várias classes no calendário, incluindo as que possuem maior número de amadores ou cruzeiristas, como a Bico de Proa e a RGS. Nesses casos, os donos usam as embarcações durante o ano para laser e nas férias de inverno se juntam à flotilha, que já ultrapassou 100 barcos para a edição 2019.
Os caminhos para disputar as provas não obrigam o velejador ser profissional, muito menos ser proprietário de um barco! Escolas de vela, aluguel de embarcações, o bolsa tripulante e até cotas estão no radar.
Os futuros velejadores podem se inscrever em escolas de vela da região e treinam durante o ano com seus colegas. Um skipper experiente comanda os barcos e distribui as funções a bordo, como é o caso da Veleiros Eventos, de Hillpert Zamith. O veleiro H2Orça está inscrito na Semana Internacional de Vela de Ilhabela 2019 na classe Bico de Proa.
”A gente não tem compromisso com a vitória e sim ensinar o velejador a participar de uma regata e velejar. O aluno vai se preparar em situações diversas, como ventos muito fortes, superiores a 30 nós, e calmaria”, disse Hillpert Zamith.
Correr a Semana Internacional de Vela de Ilhabela para os aprendizes na modalidade pode ser considerado um curso intensivo de oceano, pois os alunos aprendem inúmeras situações de velejada em um curto espaço.
A escola BL3, por exemplo, que vai disputar o evento com dois barcos nesta temporada, a cada ano oferece aos alunos essa experiência no mar do litoral norte de São Paulo.
”A quantidade de coisas que ocorre em uma tarde de regata se equivale a anos de uma velejada em cruzeiro, ou seja, os participantes vivenciam uma série de situações como manobras, trocas de velas, regras de segurança numa prova. Aí quando o aluno vai para o cruzeiro dá mais conta”, contou Pedro Rodrigues, da BL3, que vai com os barcos Urca e Mangalô.
Uma das opções que a cada ano é mais utilizada é o aluguel de barcos. Em 2018, por exemplo, os argentinos do Gualicho del Sur buscaram um HPE-25 para correr as regatas de julho. No ano anterior, o Mad Max fez a mesma coisa e saiu campeão da HPE-30.
”O brasileiro não tem muito essa cultura de alugar o barco. Tem um carinho para com a embarcação, é como se fosse um filho. Na Europa é muito diferente, se você quer correr um campeonato tem como encontrar várias opções. Isso que a gente quer aqui! Quanto mais barco tiver para alugar no Brasil, mais fácil para o estrangeiro vir”, explicou Cuca Sodré, um dos organizadores da Semana Internacional de Vela de Ilhabela.
Cotistas
Os velejadores podem comprar vagas em barcos para o evento e juntar um grupo de amigos para comprar uma embarcação.
Há também a opção de fazer em cotas, o que pode facilitar a vida de quem quem vivenciar experiência da maior regata do País. Na linguagem moderna é a tal propriedade compartilhada. Neste caso, os cotistas agendam os dias para utilizar visando o laser ou até mesmo as regatas.
O Atobá, que é um barco de propriedade compartilhada, terá um comandante que adquiriu uma das cotas durante a Semana Internacional de Vela de Ilhabela.
”É a otimização de recursos também na vela. Podemos dizer que isso é uma tendência mundial, hoje a propriedade compartilhada está em carros de luxo, lanchas, casas de veraneio e agora na modalidade vela”, explicou Hillpert Zamith, idealizador do barco compartilhado em cotas.
Bolsa tripulante
Todos os anos, a organização da Semana Internacional de Vela de Ilhabela abre a Bolsa Tripulante. Por meio do site oficial do evento, velejadores amadores que não tem barco próprio podem concorrer a uma vaga para disputar as regatas.
Os candidatos informam os dados pessoais e detalhes pertinentes ao mundo náutico como experiência, peso e função a bordo. Os comandantes dos times analisam a lista e podem escolher o tripulante.
”Meu objetivo é ter experiência em outros barcos, pois já corri a Semana de Vela com aluno de uma escola de vela. A competição é muito boa e tive a oportunidade de participar de todas as funções a bordo!”, contou Adriano Ferri, que está na lista do bolsa tripulante.
Inscrições
O evento entrou no segundo lote de inscrições. Até o dia 30 de junho, o velejador integrante de barco que não necessita usar poitas ou a marina do YCI desembolsará R$ 140.
Já os que utilizarem as poitas do Yacht Club de Ilhabela (YCI) pagam R$ 300 e os que necessitarem de vagas na marina do clube R$ 420. Os valores são por tripulante. As inscrições seguem abertas pelo site.
O desconto de 30% da classe RGS vale apenas para os veleiros afiliados à ABVO – Associação Brasileira de Veleiros de Oceano. Caso contrário, os valores vigentes serão os da tabela ORC, IRC, C30, HPE 30, Multicasco e HPE 25.
Para as categorias dos barcos Clássicos e Bico de Proa, o desconto de 30% na inscrição está mantido. A medida atende a um pedido da própria ABVO. A Semana Internacional de Vela de Ilhabela reforça a importância da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano como fomentadora da modalidade no País.
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Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Nosso #tbt de hoje é especial para os amantes da vela de cruzeiro. O icônico Brasília 32, projetado por Gilberto Saeger, foi o primeiro veleiro oceânico brasileiro de fibra de vidro a ser construído em série nos anos 1970. No fim da década de 1980, 300 unidades do barco já haviam sido vendidas pela Brasília Náutica, inaugurando a nova era da vela de cruzeiro no país.
Suas linhas podem até ser ultrapassadas para o design de hoje, mas a laminação maciça sempre fez dele um veleiro seguro. Não tinha luxo algum no acabamento interno, mas oferecia conforto para até cinco pessoas pernoitarem em uma cabine com 1,84 m de altura. Seu casco tinha 9,60 m de comprimento e 3,15 m de boca. Ainda hoje é um dos barcos antigos com maior liquidez no mercado de veleiros usados para cruzeiros. Quem tem ou já teve um sabe o valor de um Brasília 32.
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Como parte da extensa programação divulgada pela Prefeitura de Ilhabela, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, da Semana do Meio Ambiente 2019, o arquipélago também recebeu o Ocean Cleanup Day (Mutirão de Limpeza dos Mares), em diversas praias, recentemente.
A ação, que contou com a participação de diversas empresas de mergulho de Ilhabela e São Sebastião (SP), além de instituições ambientais, como o Instituto Argonautas, a Operação Praia Limpa e Sea Shepherd Conservation Society, recolheu 310kg de lixo das praias ilhéus.
A iniciativa, sugerida por um munícipe e apoiada pela Prefeitura, foi realizada no Dia Mundial dos Oceanos, e também reuniu pescadores das duas cidades e voluntários.
As empresas de mergulho (Colonial Diver, Alpha Mergulho, Oceano Sub, Narwhal, Ilha Diver, Mar e Vida, Mako e Máfia do Mergulho) se uniram em prol de um único objetivo, coordenadas por um representante da Professional Association of Diving Instructors (Padi), organização de treinamento de mergulho que regulamenta a funcionalidade das empresas.
“Essa é mais uma das ações em que podemos ver que a Prefeitura pode e consegue trabalhar em parceria com a sociedade civil organizada”, destacou Mariana Ferraz, da Secretaria de Meio Ambiente.
De acordo com a pasta responsável, as operadoras de mergulho conseguiram mobilizar clientes para realizar da ação e com isso, fomentaram o turismo ambiental na baixa temporada, já que a atividade promoveu a limpeza das praias, entre elas: Vila, Julião, Grande, Arrozal, Ilha das Cabras, Portinho, Curral, Feiticeira e Caveira.
Ao final das ações, o Perequê foi palco para uma confraternização entre os participantes, na qual a secretária de Meio Ambiente, Maria Salete Magalhães esteve presente.
“O evento foi extremamente importante, pois o lixo prejudica muito os animais marinhos. Infelizmente eles não sabem diferenciar lixo de comida e se alimentam de tudo que encontram e, quando eles comem esses resíduos, acabam morrendo asfixiados ou morrem de fome pois ficam impossibilitados de se alimentar”, finalizou Mariana.
Foram encontrados, além de grande material plástico, pneus, itens de pesca, vidros e outros.
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A Yamaha marcará presença em mais uma edição do São Paulo Boat Show. A empresa esteve presente na última edição do salão náutico paulista apresentando o motor de popa 4 tempos VMax 115 SHO. Segundo a empresa, ele é o mais rápido desenvolvido pela marca nesta faixa de potência e apresenta tecnologia inédita em sua classe, sistemas de admissão e exaustão de alto fluxo que garantem maior performance e sensor de detonação que prolonga a vida útil do motor. São 4 cilindros em linha com 1.8 litros, cabeçote de alta eficiência com 16 válvulas, 176 kg e rabeta de 20’.
O novo motor atinge sua potência máxima a 5 500 RPM, podendo chegar até 6 300 RPM. Sua relação de transmissão de 2,15:1 oferece arrancadas mais rápidas. Com ampla gama de hélices 16”, 17”, 19” e 21”, em aço inox, ou 22”, em aço inox polido, pode ser aplicado em diversos tipos e tamanhos de embarcações, lanchas de alumínio ou fibra de vidro e bass boats. O motor acompanha comando lateral embutido modelo 6X3, um mostrador analógico redondo de pressão de água e oferece opção entre dois mostradores redondos série 6Y8 (já inclusos no valor do motor) ou painel digital colorido de 4,3’ série 6YC (opcional).
Desenvolvido para que o usurário desfrute do motor por mais tempo, seus componentes internos recebem tratamentos para prevenir corrosão, o padrão de pintura e acabamento consagrado da linha Vmax também possui 5 camadas para proteção aos efeitos UV e capô acústico desenvolvido em peça única, o que significa maior resistência a pequenos impactos e conforto em sua navegação.
O São Paulo Boat Show 2019 acontecerá de 19 a 24 de setembro, no São Paulo Expo, reunindo os mais recentes lançamentos e destaques do setor em um só lugar!
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O Airbhnb, plataforma online para o aluguel de residências, divulgou uma nova opção de luxo, em que é possível alugar até mesmo ilhas privadas. O novo catálogo, que surgiu após a empresa comprar a Luxury Retreats, uma companhia para hospedagens luxuosas, inclui 2 mil opções inéditas.
O preço mais barato por uma semana de hospedagem em uma residência de luxo sai por US$ 14 mil (quase R$ 54 mil, na atual cotação). Mas, esse valor pode chegar a US$ 1 milhão (R$ 3,84 milhão): quem desembolsar essa quantia terá direito a passar sete dias em uma ilha na Polinésia Francesa, incluindo a presença de um capitão de barco, um médico e um coordenador de atividades recreativas.
Em janeiro deste ano, a consultoria Coherent Market Insights estimou que o mercado de viagens de luxo gera ao menos US$ 200 bilhões todos os anos (o equivalente a R$ 769 bilhões). Apesar disso, o Airbnb, que surgiu para poupar o bolso de muito viajantes menos abastados, não abandonou ainda a sua clientela cativa e ainda fornece serviços de US$ 20 por noite (equivalente a R$ 76,9).
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A Semana Internacional de Vela de Ilhabela 2019 confirmou a inscrição de uma das equipes mais vitoriosas da vela oceânica nacional, o Pajero. O barco é comandado por Eduardo Souza Ramos e conta com atletas de ponta como o atleta olímpico com três participações na Volta ao Mundo, André ‘Bochecha’ na função de tático. O time disputará o título da competição na classe ORC a bordo de seu S40. As regatas serão disputadas de 13 a 20 de julho em Ilhabela (SP).
Porta-bandeira do Brasil na olimpíada de Los Angeles 1984, Eduardo Souza Ramos projeta uma disputa novamente acirrada na Semana Internacional de Vela de Ilhabela. No ano passado, a equipe do Pajero perdeu o título para os gaúchos do Crioula, que venceram na classe ORC e bateram recorde da Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil, prova que abriu o calendário de regatas do evento.
”As disputas sempre são acirradas, independente do lugar que você termine, sempre está competindo diretamente com vários outros barcos dentro de uma flotilha. Esta é uma das características deste esporte”, disse Eduardo Souza Ramos.
A última conquista do Pajero na Semana Internacional de Vela de Ilhabela foi em 2017. Eduardo Souza Ramos aposta na tripulação experiente e no potencial do veleiro de 40 pés projetado por Javier Soto, com 12.30 metros de comprimento.
”A nossa equipe tem uma certa estabilidade há muitos anos, como o André ‘Bochecha’ Fonseca, Sergio Rocha, Juninho Jesus e outros, com quem tenho prazer de navegar e só agradeço por me permitiram continuar velejando”, completou Eduardo Souza Ramos.
Premiação aos amadores
Em 2019, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela inova ao oferecer uma premiação especial aos barcos considerados amadores na classificação geral das classes ORC e IRC. Os três primeiros times de cada categoria receberão medalhas e troféus da competição.
Para ser um time amador, os velejadores a bordo precisam apresentar certificado emitido pela World Sailing, entidade que rege a vela mundial, válido até o último dia do evento. Apenas um integrante da equipe poderá ser profissional.
A medida tem o objetivo de trazer ainda mais velejadores para o principal de vela oceânica na América do Sul. Na edição passada, mais de 900 atletas entre profissionais e amadores participaram das regatas.
”Acho correto premiar uma equipe amadora, mas não para distribuir mais prêmios, e sim para, talvez, incentivar a mais barcos que quiçá só sejam utilizados para lazer, a virem participar deste lindo evento. No passado, a flotilha tinha muito menos divisões, com mais barcos que lá estavam pelo prazer da festa e não pelos prêmios”, explicou Eduardo Souza Ramos, que é talvez o atleta que mais participou das regatas em Ilhabela.
”Como participei, acredito eu, da primeira em 1973 e de tantas outras, tendo tido a sorte de estar no pódio várias vezes, velejar a Semana de Vela é repetir o prazer de tantos momentos lindos que lá já vivi”.
O nome do barco é KHRISNA PAJERO. KHRISNA foi nome dado aos barcos de monotipo durante a carreira olímpica de Eduardo Souza Ramos.
A organização confirmou o Desfile de Abertura, que será no domingo (14), horas antes da primeira prova. A Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil abre o calendário, que conta com regatas de percurso longo, médio e barla-sota (entre boias). No domingo também, só que para os barcos menores, ocorrem as provas Ilha de Toque-Toque por Boreste e a Renato Frankenthal.
A competição contará também com a Regata Vela do Amanhã para crianças e adolescentes da Escola de vela Lars Grael e de outros projetos da região. A prova será na segunda-feira, 15 de julho.
O evento conta com velejadores de vários estados do Brasil e até do exterior. Atletas profissionais, medalhistas olímpicos, amadores e cruzeiristas participam das provas em Ilhabela.
Inscrições
O evento entrou no segundo lote de inscrições. Até o dia 30 de junho, o velejador integrante de barco que não necessita usar poitas ou a marina do YCI desembolsará R$ 140. Já os que utilizarem as poitas do Yacht Club de Ilhabela (YCI) pagam R$ 300 e os que necessitarem de vagas na marina do clube R$ 420. Os valores são por tripulante.
O desconto de 30% da classe RGS vale apenas para os veleiros afiliados à ABVO – Associação Brasileira de Veleiros de Oceano. Caso contrário, os valores vigentes serão os da tabela ORC, IRC, C30, HPE 30, Multicasco e HPE 25. Para as categorias dos barcos Clássicos e Bico de Proa, o desconto de 30% na inscrição está mantido. A medida atende a um pedido da própria ABVO.
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Natural de Dois Córregos, no interior de São Paulo, o jornalista Carlos Nascimento — âncora do SBT Brasil — tem uma boa notícia: em breve será inaugurado nas águas do Tietê, o rio que corta a sua cidade, um iate de 141 pés (!), ou 47 metros de comprimento. Ostentação, excentricidade, mania de grandeza? Nada disso, até porque ele é uma pessoa de uma simplicidade enorme. Mas seu projeto é, sim, ambicioso.
Em fase de acabamento no estaleiro de Igaraçu do Tietê, o NM Homero Krähenbühl (este será o nome gravado no casco) será uma espécie de centro de convenções flutuante, que vai navegar na hidrovia Tietê Paraná, entre Barra Bonita e Bariri. Para isso, será equipado com dois restaurantes, três bares e um grande auditório, além de ambientes de convívio na proa e na popa e de um imenso flybridge, devidamente coberto.
“O objetivo é receber comitivas para participar de eventos flutuantes, explorando as belezas da natureza do Tietê”, afirma Nascimento. “Os encontros poderão ocorrer com o iate singrando as águas do rio, com toda a infraestrutura, como se os convidados estivessem em um hotel”, completa.
A quem se surpreende com sua iniciativa, Nascimento — que percorreu diversos países para conhecer o funcionamento das eclusas, cujos desníveis seu barco terá de vencer na hidrovia Tietê-Paraná — responde com seu jeito típico de homem do interior: “Eu sou do rio. Meus primeiros salários foram usados para comprar um bote piracicabano, em 1971. Antes de construir um barco, minha causa sempre foi a navegação fluvial. Meu avô, Júlio Chrisóstomo do Nascimento, dedicou a vida ao rio Piracicaba”, relembra Nascimento, cuja família tem uma empresa de navegação fluvial, chamada Transtietê Navegação e Transporte, que incorporará o NM Homero Krähenbühl à sua frota. A previsão é que a embarcação, que terá o interior elegante com muita madeira, ficará pronta até o fim deste ano.
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Em 29 de janeiro de 2014, o casco de um pequeno barco foi dar numa esquecida praia das Ilhas Marshall, nos confins do Oceano Pacífico. Dentro dele havia um homem combalido e praticamente nu, mas com uma extraordinária história para contar: a de como sobrevivera 13 meses sem água nem comida no mar, depois que o motor de seu barco quebrou, condenando-o a atravessar, à deriva, o maior dos oceanos. Um feito inacreditável, não fosse ser pura verdade.
Este e outros 199 casos, nas quais o mar é o principal protagonista, compõe a coletânea de façanhas, dramas, aventuras, mistérios e odisseias marítimas nos oceanos que dão forma ao livro Histórias do Mar, que terá lançamento nesta quinta-feira, 27 de junho, às 19h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, e pré-venda aberta no site www.historiasdomar.com.
Escrito em tom de reportagem pelo jornalista Jorge de Souza, ex-editor das revistas Náutica e Viagem e Turismo, entre outras, dono de um blog sobre o tema no portal de internet UOL e um especialista em contar histórias complexas com linguagem simples e agradável, o novo livro é fruto de anos de pesquisas sobre o período mais intenso da navegação humana, os últimos cinco séculos.
Algumas histórias são curtíssimas e curiosas; outras bem maiores, mas igualmente extraordinárias. Todas, porém, têm em comum o fato de serem verídicas, embora, em alguns casos, de tão surpreendentes, mais pareçam obras de ficção.
Como o francês que atravessou o oceano Atlântico à nado, o tubarão que ajudou a desvendar um assassinato, a passageira que passou 15 anos a bordo do mesmo transatlântico, o passageiro que assumiu o controle do navio e evitou que ele afundasse, o velejador que tentou vencer uma regata de volta ao mundo sem sair de onde estava, o aventureiro que cruzou oceanos com um automóvel em vez de um barco, o navio que passou 38 anos navegando sem ninguém a bordo e o cargueiro que foi engolido por uma onda e não deixou nenhum vestígio.
Histórias do Mar é para quem quer se emocionar com 200 casos incríveis que os mares do planeta ajudaram a escrever. E que, agora, foram reunidos num só livro por um ávido pesquisador do assunto. O livro publicado pela Editora Agência 2, tem 340 páginas e custa R$ 49,00 ou R$ 24,90 na versão eletrônica.
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No topo de uma falésia, com vistas espectaculares da encantadora ilha rochosa de Es Vedrà, em Sant Josep de sa Talaia, Ibiza, encontra-se o primeiro lounge do mundo assinado por arquitetos e designers da Pershing, o Pershing Yacht Terrace. O bar fica no meio do luxuoso 7Pines Resort de luxo no arquipélago espanhol. Com 186 suítes, um spa de 1.500 m² e 13 piscinas privativas, oferece a cada hóspede uma experiência exclusiva e inigualável de Ibiza.
Inaugurado em junho de 2018, o Pershing Yacht Terrace foi criado para refletir o estilo e os valores que tornam a linha única. O Pershing e o 7Pines juntaram-se para fundir diversão e requinte neste espaço, que é o local ideal para se refrescar durante o dia e apreciar o pôr-do-sol à noite. Completando o leque de serviços do 7Pines encontra-se o de locação de iates, permitindo aos hóspedes experimentar as emoções de navegar ou os encantos de um jantar romântico a bordo de um Pershing 74, Pershing 5X ou Pershing 9X.
O Pershing Yacht Terrace tem um design atraente e exclusivo, com superfícies e linhas delicadas que lembram as características distintas dos modelos Pershing. Destacando-se, acima de tudo, uma asa lateral da marca registrada Pershing emoldurando a frente do bar: feita de fibra de carbono com janelas integradas, este detalhe exclusivo corre ao longo do bar e está mergulhada no estilo dinâmico, elegante, leve e fluido. As cores do salão são inspiradas nas clássicas cores Pershing: o cinza é complementado por tons de bege, marrom e preto em combinações refinadas.
O Pershing Yacht Terrace conta com um menu de drinks com uma combinação de clássicos atemporais e criações originais que foram especialmente desenvolvidas para oferecer uma mistura equilibrada de inovação e tradição, incorporando na perfeição o espírito da marca. A atmosfera no lounge é ainda mais fascinante por um programa especial de música ao vivo.
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Quando o oficial naval e empreendedor Victor Vescovo pilotou com êxito seu veículo de submersão profunda, o DSV Limiting Factor, para o fundo da Fossa das Marinas, o local mais profundo dos oceanos, no Pacífico, no início deste ano, o mergulho de 10,928m se estabeleceu como o novo recorde mundial, deixando o time da OMEGA orgulhoso.
Quem embarcou junto neste passeio foi o relógio Seamaster Planet Ocean Ultra Deep Professional. Na verdade, três deles: dois no braço robótico do submersível e um outro em uma unidade de coleta de dados chamada de Lander. Todos os três participaram do processo completo e voltaram intactos à superfície.
Produzir um relógio para mergulho professional é um grande desafio para uma marca suíça mas criar um relógio adequado para a expedição “The Five Deeps” exigiu um nível totalmente diferente em termos de tecnologia, além de uma equipe altamente especializada, com diversos tipos de habilidade em engenharia.
O relógio Seamaster Planet Ocean Ultra Deep Professional certamente eleva a tecnologia em relógios de mergulho a um novo patamar. Projetado para resistir a enormes pressões submarinas, ele ainda surpreende pela sua espessura superfina, com menos de 28mm.
O corpo do bezel, a caixa e a coroa foram produzidos com cortes usinados do casco de titânio forjado grau 5 da Limiting Factor’s (certificação DNV-GL) e Liquidmetal® usado para garantir uma montagem firme porém flexível da caixa: um processo superinovador de aquecimento permitiu reduzir a espessura da safira.
Embora o objetivo da OMEGA fosse criar uma relógio para um propósito muito específico – e extremo – a marca se certificou de usar materiais e tecnologias que pudessem ser comercializados.
Aventureiros de plantão podem ter certeza que a tecnologia Ultra Deep, recorde da OMEGA, deve surgir novamente em um futuro próximo.
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A ABVC – Associação Brasileira de Velejadores de Cruzeiro realizou, no último fim de semana prolongado de feriado, o seu encontro anual, desta vez na Marina Bracuhy, em Angra dos Reis.
Participaram mais de 50 associados, e muitos deles foram até lá com seus próprios barcos, já que a marina disponibilizou vagas gratuitas para os visitantes.
O encontro teve dois jantares de confraternização, clínica de Optmist para as crianças e uma série de palestras, que ocuparam os três dias do evento.
Entre os palestrantes, a velejadora Christina Amaral, que acabou de retornar de uma temporada no Cabo Horn, o velejador Adriano Plotzki, criador do canal naútico #Sal, o meteorologista e navegador Luciano Guerra, que criou um roteiro diferente para navegar entre o Caribe e o Brasil, e o jornalista Jorge de Souza, ex-editor da revista Náutica, que está lançando o livro Histórias do Mar – 200 Casos Verídicos de Façanhas, Dramas e Odisseias nos Oceanos.
O encontro também serviu para a ABVC apresentar o seu Cruzeiro Costa Leste, que levará uma dúzia de barcos de associados do Rio de Janeiro a Salvador, durante todo o mês de julho.
Confira as fotos do evento:
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Alguns mineiros, que estavam cavando amonite, pedra preciosa multicolorida nas proximidades da cidade de Lethbridge, no Canadá, descobriram um fóssil de 70 milhões de anos.
A serpente marinha pré-histórica, conhecida como mosassauro, dominou os oceanos há 70 milhões de anos, quando a maior parte do planeta ainda era coberta por água, afirma Dan Spivak, diretor do Museu de Paleontologia Royal Tyrrell.
O mosassauro não era bem um dinossauro, mas sim um “monstro do mar” e habitava no mar de Bearspaw, no sul de Alberta no Canadá, conforme CBC News.
“Com base no que vimos de outras espécies de animais, esse é um grande réptilmarinho”, disse Spivak, destacando a semelhança a um dragão de quase sete metros de comprimento.
“Não há qualquer espécie viva comparável com ele no planeta”, observou Spivak, ressaltando que a espécie faz parte de um grupo de animais totalmente extinto e sem análogos.
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Uma empresa francesa desenvolveu o que eles estão reivindicando serem os primeiros RIBs com hidrofólio do mundo. O sistema permite que o casco levante da água com a consequente redução da resistência. Segundo a Seair, os construtores do RIB, pode-se ter um terço de economia de combustível para a mesma velocidade de um RIB de 5,5 metros equipado com hidrofólios, comparado a um RIB normal do mesmo tamanho.
A Seair desenvolveu um sistema de alumínio que pode ser levantado e abaixado com o toque de um botão. As lâminas emergem do casco em um ângulo de modo que, quando retraídas, encaixem-se ao redor do casco e do tubo, permitindo que o RIB atue como uma embarcação normal.
Os dois hidrofólios principais, que geram a maior parte da elevação, são montadas sob o console do barco, e há um de balanceamento na popa. Por causa do calado variável, um motor de popa longo é usado para propulsão, mas o barco é como um RIB convencional. Para um modelo de 5,5 metros, pode-se usar um motor de popa de 115 hp. Para o RIB maior de 7,65 metros, pode-se usar um motor de até 250 hp.
As lâminas são construídas a partir de um laminado de fibra de carbono usando o que a Seair afirma ser um sistema único de layout automatizado que é baseado em técnicas de impressão 3D para produzir molduras de alta qualidade para as lâminas.
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A Wally Yachst confirmou o recebimento de três pedidos para o seu novo 48 Wallytender. A empresa foi adquirida pelo Grupo Ferretti em janeiro deste ano, após vários meses de negociações, e terá um investimento de 84 milhões na marca nos próximos quatro anos.
As unidades do 48 Wallytender estão atualmente em construção na fábrica do Grupo Ferretti em Forlì e farão sua estréia internacional no Festival de Cannes 2019, de 10 a 15 de setembro.
“Essas vendas confirmam a visão do Grupo Ferretti em adquirir uma das marcas de iate mais renomadas e inovadoras do mundo”, afirma Stefano de Vivo, diretor de operações do Grupo Ferretti e diretor executivo da Wally. “Em termos de pesquisa e desenvolvimento, engenharia e produção, o Grupo Ferretti está em condições de desenvolver ainda mais o potencial único da Wally.”
O conceito original do Wallytender abriu um novo mercado como um veículo autônomo, ideal para cruzeiros diurnos ou noturnos e não apenas como um barco de apoio. O novo modelo mantém as soluções elegantes que definem a filosofia Wally de combinar forma e função, mas introduz novos recursos inovadores para aprimorar a experiência de navegação.
“Desde que entramos no mercado em 2001, o Wallytender tem sido um símbolo da pura alegria de navegar ao ar livre”, diz Luca Bassani, fundador da Wally. “O novo 48 Wallytender é uma prova positiva de que o nosso DNA de design muito especial continua a prosperar sob a propriedade de Ferretti.”
O 48 Wallytender conta com decks retráteis como padrão para aumentar sua área, uma evolução da inovação introduzida pela Wally em 2002 no 118 Wallypower. Para aproveitar ao máximo a experiência na água, o assento de popa pode ser configurado para a frente ou para a mesa de jantar. Um sistema de ancoragem especial está escondido atrás de uma escotilha de encaixe na proa e pode ser operado com o toque de um botão.
O pára-choque é um recurso de marca registrada da Wallytenders e oferece uma solução prática de encaixe em vez de pára-choques volumosos. O pacote de propulsão padrão compreende os motores Volvo IPS 650 equipado com controles de joystick para fácil acoplamento.
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Modelos do estaleiro espanhol no salão variam de 32 a 50 pés e destacam design robusto com motores de popa ocultos. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A competição aberta para todas as idades ocorre de 6 a 9 de julho e terá 11 categorias, que são usadas em regatas olímpicas, pan-americanas e da vela de base.
As classes convidadas são: Optimist, Laser (4.7, Radial e Standard), Snipe (Geral e Junior), Hobbie Cat 16, 420, Dingue (Geral e Estreante), Open Bic, 29er, Windsurf Slalom, Star e Kitsurf.
A organização espera receber mais de 300 velejadores para os quatro dias de competição.
O campeonato será na Escola de Vela Lars Grael, que fica no Campo de Aviação, e é aberta a velejadores a partir dos 8 anos de idade.
As provas da Semana de Monotipos serão disputadas no canal de São Sebastião e separadas em 6 raias.
As divisões de classes por raias serão informadas na Instrução de Regatas.
”Para nós da ilha e apaixonados por este esporte, é difícil imaginar julho sem a Semana Internacional de Vela de Ilhabela! Faz parte da nossa história, além de reunir embarcações de diversos estados brasileiros e países vizinhos”, disse Beto de Jesus, secretário de esportes de Ilhabela.
”Para a vela de monotipos em especial, os projetos sociais se tornaram ponto de encontro. As inscrições são gratuitas, uma forma de incentivo para que os pequenos futuros velejadores possam interagir e fazer parte desta grande festa da vela brasileira”.
O campeonato também terá equipes estrangeiras, assim como a Semana Internacional de Vela de Ilhabela. ”Na classe Snipe teremos participação de vários países que vem para treinar, pois em outubro acontecerá o mundial da classe”, disse Cuca Sodré, presidente da Comissão de Regatas.
”Estão confirmados Cuba, Argentina, Uruguai e Chile”.
Os velejadores que disputam a Semana de Monotipos também podem participar da Semana Internacional de Vela de Ilhabela 2019.
A novidade para esta temporada é a a regata Vela do Amanhã. A prova com as 60 crianças e adolescentes que fazem parte dos projetos da ilha será na segunda-feira, 15 de julho, um dia após a realização da Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil e as outras regatas de abertura do evento.
A data foi escolhida justamente por ser o dia de folga dos velejadores que vão enfrentar os trajetos mais longos do calendário da competição.
Todos os barcos inscritos na Semana Internacional de Vela de Ilhabela 2019 podem participar da regata Vela do Amanhã.
Em paralelo com a Semana de Monotipos, também ocorre o Brasileiro do 7º Distrito da classe Star. A competição reúne os principais nomes da categoria, que acaba de coroar o medalhista olímpico Bruno Prada como pentacampeão mundial. O atleta velejou ao lado do polonês Mateusz Kusznierewicz na competição, disputada em Porto Cervo, na Itália.
Outros nomes da Star estão na lista da Semana de Monotipos como o bronze no mundial, Henry Boening, Arthur Lopes e Marcelo Bellotti.
”A classe Star é classe mais tradicional entre os monotipos em atividade no Brasil. E hoje, conta com o recente título (quinto com 3 timoneiros diferentes) do Bruno Prada. Recordista em títulos mundiais na classe. Com sempre será uma competição muito disputada, com alguns barcos campeões sul-americanos como o Marcelo Fuchs, Alessandro Pascolato, Marcelo Bellotti, Maurício Bueno, além do Henry Boening. Teremos também duas tripulações argentinas”, disse Arthur Lopes, representante da classe.
Inscrições
O evento entrou no segundo lote de inscrições. Até o dia 30 de junho, o velejador integrante de barco que não necessita usar poitas ou a marina do YCI desembolsará R$ 140. Já os que utilizarem as poitas do Yacht Club de Ilhabela (YCI) pagam R$ 300 e os que necessitarem de vagas na marina do clube R$ 420. Os valores são por tripulante.
O desconto de 30% da classe RGS vale apenas para os veleiros afiliados à ABVO – Associação Brasileira de Veleiros de Oceano. Caso contrário, os valores vigentes serão os da tabela ORC, IRC, C30, HPE 30, Multicasco e HPE 25. Para as categorias dos barcos Clássicos e Bico de Proa, o desconto de 30% na inscrição está mantido. A medida atende a um pedido da própria ABVO.
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Em um feriado de Corpus Christi e final de semana com ventos médios a fracos e maré alta, foi realizada a 22ª edição do Circuito Oceânico de Niterói, evento aberto aos Veleiros de Oceano realizado pelo Clube Naval de Charitas, em Niterói (RJ). A competição contou pontos para o ranking da Federação Estadual de Vela do Rio de Janeiro e também a Copa Brasil da ABVO, Associação Brasileira de Veleiros de Oceano, que definirá os melhores do ano em cada classe e o barco do ano.
Na classe IRC o barco campeão foi o Mahalo, do Rio Yacht Club, de São Francisco, em Niterói (RJ), foi o campeão vencendo todas as quatro regatas. O barco foi comandado por Colin Gomm e teve como timoneiro e auxílio Lars Grael e Clínio de Freitas. Lars tem duas medalhas olímpicas, uma delas com Clínio em Seul 1988, outra com Kiki Pelicano em Atlanta em 1996.
“O evento foi muito bem organizado pelo Clube Naval Charitas. Foram 4 regatas de percurso dentro e fora da Baía de Guanabara sendo a mais longa a regata de Maricás, de aproximadamente 30 milhas. Houve predominância de ventos médios a fracos com maré forte o que tornava as regatas muito técnicas. O barco Mahalo manteve a mesma base da tripulação que velejamos em Búzios portanto houve bom entrosamento na equipe. Conseguimos velejar em ótimo nivel e vencemos todas a regatas na classe IRC, mas este resultado não significa facilidade porque a flotilha estava bastante competitiva
Pessoalmente é muito satisfatório velejar em barco competitivo junto com grandes amigos e também com minha esposa (Lourdes) e filho (Douglas) fazendo parte da tripulação”, afirmou Colin que esteve com a tripulação no Brasileiro ABVO em Búzios onde o barco foi o vice-campeão na classe.
Em segundo lugar ficou o veleiro Esculacho seguido Loyality 06, barco natural do Rio Grande do Sul. O Esculacho levou o título na classe IRC B.
Na classe ORC o vencedor no geral foi o Maximus, veleiro do Clube Naval de Charitas que levantou o tricampeonato comandado por Ralph Rosa. O Maximus venceu duas das quatro regatas chegando em segundo na derradeira. O barco vice-campeão foi o Ventaneiro III seguido pelo Fire & Forget.
“Sou sócio-fundador do clube, fui diretor de Náutica, comandante e trouxe há 30 anos o primeiro barco para cá vindo do Iate Clube Brasileiro. Campeonato foi muito bom, ventos variados, regatas com muitas ondas, mas no geral o pessoal gostou do campeonato,rever os amigos, treinar bem nossas tripulações. Temos o barco há seis anos e ganhamos pela terceira vez com barcos diferentes. Para mim algo muito especial é o Comandante Ermel que criou o Circuito Oceânico e segue na organização e hoje é homenageado com uma das regatas do evento, além dele outra regata em homenagem é do Comandante Érico e por sorte vencemos essas duas e ficamos muito felizes”, disse Ralph que leva o Maximus não só para competições locais, mas nacionais em Santa Catarina, Búzios, e outras cidades.
Na categoria ORC B o título ficou com o barco de Vitória, no Espírito Santo, o +Bravíssimo, tirando o troféu do Maestrale. do Iate Clube do Rio de Janeiro, na última regata.
Comandante, Luciano Secchin destacou a conquista: “Viemos ano passado e depois do Brasileiro ABVO em Búzios onde quebramos o mastro viemos para cá como preparação para próximos eventos. Não começamos bem, mas hoje tivemos uma regata muito boa e o barco do Comodoro Casaes (Maestrale) não foi muito bem e vencemos no detalhe”.
O Circuito Oceânico de Niterói teve a chancela da ABVO, Associação Brasileira de Veleiros de Oceano, da Confederação Brasileira de Vela, a CBVela, além da FEVERJ, Federação Estadual de Vela do Rio de Janeiro. O evento tem a organização do Clube Naval de Charitas.
Resultados Finais Circuito Oceânico Niterói:
IRC Geral
1 – Mahalo – 4 pontos
2 – Esculacho – 8 pontos
3 – Loyality 06 – 16 pontos
4 – Saravah – 19 pontos
5 – Dona Bola – 20 pontos
6 – Carro Chefe – 28 pontos
ORC Geral
1 – Maximus – 7 pontos
2 – Ventaneiro 3 – 8 pontos
3 – Fire & Forget – 19 pontos
4 – +Bravíssimo – 19 pontos
5 – Maestrale – 20 pontos
6 – Miragem – 26 pontos
7 – Bicho Grilo – 27 pontos
8 – Vesper IV – 27 pontos
9 – Santa Fé V – 29 pontos
10 – Troyan – 41 pontos
IRC B
1 – Esculacho
2 – Dona Bola
3 – CarroChefe
ORC B
1 – +Bravíssimo
2 – Maestrale
3 – Bicho Grilo
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A Porto do Rio, em Caraguatatuba, reuniu amigos e clientes em uma animada festa junina do dia 1º de junho. Comidas típicas e muita música fizeram a alegria dos presentes, que contaram, ainda, com a tradicional fogueira das festividades de São João. Estiveram presentes a banda regional os Cabras Zoró e a cantora sertaneja Sabrina Cella.
Confira algumas fotos da comemoração:
Fotos: Divulgação
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A lancha Manhattan Rio, atribuída ao ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e à ex-primeira-dama Adriana Anselmo, irão a leilão no próximo dia 4 de julho. A decisão é do juiz federal Marcelo Bretas, que cuida dos processos relacionados ao braço fluminense da Operação Lava Jato.
A Manhattan Rio está avaliada em R$ 2,950 milhões. Conforme descrição do edital do leilão, a embarcação, fabricada em 1997, tem 23,98 metros, capacidade para um comandante e 23 passageiros, ar condicionado central, forno elétrico, geladeira, cinco TVs de LCD, quatro quartos (duas suítes com camas de casal, uma com banheira, mais duas suítes com duas camas de solteiro cada), sala de estar e sala de jantar.
Cabral está preso desde novembro de 2016 e já foi condenado a quase 200 anos de prisão, acusado de comandar um esquema de propinas no governo do Estado do Rio.
O bem mais caro colocado em leilão por Bretas no próximo dia 4 é a lancha de Eike Batista, batizada como “Spirit of Brazil” e avaliada em R$ 3,5 milhões. No total, o leilão autorizado por Bretas inclui cinco bens do ex-bilionário, avaliados num total de R$ 5,9 milhões – além da lancha e de uma Lamborghini, fazem parte da lista dois jet skis e mais uma lancha.
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Segundo dados recentes da Associação da Câmara de Economia da Croácia, a HGK, as marinas croatas conseguiram aumentar suas receitas para cerca de 857 milhões de coroas suecas (cerca de US$ 130 milhões) no ano passado, um aumento de 2,7% em comparação com o ano anterior. “Nos últimos anos, nosso país se posicionou com sucesso como um dos principais destinos da Europa para o turismo marítimo”, afirmou Ana Klarić, diretora de turismo do HGK, ao jornal local Jutarnji List.
A mais recente marina da região, lançada pelo Adriático Iate Charter, em Medulin, na costa do Mar Adriático do país, foi construída sob um projeto no valor de cerca de US$ 2,3 milhões e tem capacidade de ancoragem para cerca de 85 embarcações.
Criada em 1999 como uma empresa familiar, a Adriatic Yacht Charter tem mais de 70 iates à vela, catamarãs e barcos a motor em quatro bases ao longo da costa croata do Mar Adriático. As bases estão localizadas em Medulin, onde a empresa também está sediada, Pula, Kaštela e Dubrovnik.
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A Semana Internacional de Vela de Ilhabela é oficialmente rota das baleias jubarte que fazem migração das águas frias da Antártida para Abrolhos (BA) visando reprodução. Na temporada de 2019, o número de animais cruzando a raia das regatas de julho já é recorde. Ilhabela (SP) já está inserida na rota e agora é possível ver placas no município identificando as regiões das baleias.
No ano de 2018, por exemplo, foram registradas 42 jubartes entre os dias 21 de junho e 4 de setembro. Este ano, de 27 de maio até 13 de junho já foram avistadas 47 jubartes.
Apesar das baleias subirem mais cedo para o Nordeste, é provável, de acordo com especialistas, que os velejadores das regatas de 13 a 20 de julho devem ter companhia de animais.
Desde 2016, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela recebe visita frequente de baleias, que se juntam a golfinhos na raia das provas. ”Ilhabela está bombando!”, disse o ambientalista e diretor do Yacht Clube de Ilhabela, Julio Cardoso.
”Espero que elas continuem vindo, pois começaram a passar por aqui mais cedo.
Nos últimos dois anos, o comportamento delas tem sido de vir pelo sul, entrar pelo canal de São Sebastião, passar umas horas descansando e depois retornam pelo sul. Ao saírem vão para os lados da Ponta do Boi e seguem no rumo nordeste para a Bahia”.
Júlio Cardoso alerta também para os riscos para os baleias. ”O problema é que elas estão encostando em praias e costões, talvez buscando comida, e acabam se enroscando em redes, cercos ou poitas. Tem muitas armadilhas para elas por aqui”.
A comissão organizadora junto ao Yacht Club de Ilhabela fazem ações ambientais para reduzir a poluição das águas e preservar a vida marinha. Em 2019, o evento adotou a política do impacto zero.
Inscrições
O evento entrou no segundo lote de inscrições. Até o dia 30 de junho, o velejador integrante de barco que não necessita usar poitas ou a marina do YCI desembolsará R$ 140. Já os que utilizarem as poitas do Yacht Club de Ilhabela (YCI) pagam R$ 300 e os que necessitarem de vagas na marina do clube R$ 420. Os valores são por tripulante.
O desconto de 30% da classe RGS passa a valer apenas para os veleiros afiliados à ABVO – Associação Brasileira de Veleiros de Oceano. Caso contrário, os valores vigentes serão os da tabela ORC, IRC, C30, HPE 30 E HPE 25. Para as categorias dos barcos Clássicos e Bico de Proa, o desconto de 30% na inscrição está mantido. A medida atende a um pedido da própria ABVO.
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