Vem aí a tradicional Regata Ilha de Caras Revista Náutica 2018, que vai acontecer no dia 24 de fevereiro de 2018. Comemorando sua 19ª edição, a regata é considerada um dos principais eventos da vela brasileira. A charmosa competição, que marca o Verão de Angra do Reis, reuniu em 2017 cerca de 87 veleiros e 600 tripulantes que singraram as águas da Baía de Ilha Grande, fazendo uma grande festa náutica.
Além da competição, os participantes desfrutam da tradicional feijoada na Ilha de Caras, em um almoço comemorativo, selando o sucesso da parceria entre a Revista Náutica e a Revista Caras. Entre as classes convidadas para a regata, estão: ORC , IRC, BRA RGS, APS, CRUZEIRO, MULTICASCO e FEMININO. Participe!
As inscrições vão até o dia 16 de fevereiro. O valor é de R$ 150, por tripulante, até o dia 31 de janeiro e de R$ 170, por tripulante, após esta data. Inscreva-se já CLICANDO AQUI!
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
A quarta etapa da Volvo Ocean Race 2017-18 está foi uma das mais complicadas para as equipes na passagem pelos Doldrums, área de pouco vento entre os hemisférios.
Os sete barcos, que sobem para Hong Kong desde Melbourne, já deixaram essa região e cruzaram a Linha do Equador, depois de sofrerem os efeitos de muito calor e falta de vento, tradicionais por lá.
Agora um pouco mais rápidos, os barcos se espalham no Pacífico Norte. A flotilha nesta sexta-feira (12) está na altura da Micronésia e a previsão de chegada em Hong Kong passou para 19 de janeiro. Justamente por causa dos efeitos das calmarias dos Doldrums.
A liderança da quarta etapa esteve nas mãos de praticamente todas as equipes. Agora os próximos anfitriões estão em primeiro, o Sun Hung Kai / Scallywag. O barco adotou uma estratégia mais a leste dos demais seis concorrentes. A etapa já teve outros líderes, incluindo o team AkzoNobel, da brasileira Martine Grael, e o Dongfeng Race Team, que esteve a frente por mais tempo até agora!
“As condições foram bem difíceis. O vento mediu de quatro a 11 nós e mudamos todo o peso do barco de lado. Quando terminamos, mudou tudo e tornamos a levar tudo pra o outro lado. É um verdadeiro baile”, disse Carolijn Brouwer, do Dongfeng. “Estamos lá atrás, mas na realidade pode mudar. Fomos mais a norte e o primeiro a acelerar nos ventos alísios terá boa vantagem”.
A quarta etapa novamente cruzou a Linha do Equador e como manda a tradição, os velejadores que nunca passaram por esse trecho são batizados pelo Rei Netuno. Dessa vez foram Sam Newton, do Brunel, Hannah Diamond, do Vestas 11th Hour Racing, Bleddyn Mon e Bernardo Freitas, do Turn the Tide on Plastic e Trystan Seal, do Scallywag.
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O mercado dos megaiates vem crescendo e, em 2017, alguns conceitos impressionaram por seu design, layout, conforto a bordo, entre outras características. Confira a seguir 10 destes modelos que podem proporcionar incríveis experiências a bordo:
Bolide
A italiana Tankoa Yachts uniu-se à Exclusiva Design, para trabalhar em um modelo de 72 metros denominado Bolide. Inspirado pelo movimento do futurismo do século XX, a embarcação possui alta tecnologia com seu próprio sistema Wi-Fi integrado. Também vale a pena mencionar a suíte-master, que se estende por dois conveses e inclui um salão, academia, spa e um quarto principal com clarabóia. Este barco é alimentado por motores CAT gêmeos, que o impulsionam pelas águas a 18 nós ou permitem navegar em 12,5 nós, segundo seus idealizadores.
Gotham
Revelado pelo estaleiro holandês Icon Yachts, este conceito de megaiate é inspirado no Batman, com um design inteligente e todo o conforto interno e externo. Além do exterior impressionante, o interior também chama atenção pelos materiais, tecidos luxuosos e paleta de cores aconchegante. As madeiras escuras e as sombras do ônix, que contrastam com o bege e o branco, são alguns dos destaques.
AUREA
A renomada empresa italiana de design Pininfarina anunciou sua primeira colaboração com os construtores de iate Rossinavi e este é o grande resultado: o megaiate AUREA, inspirado no estilo de vida luxuoso, com três pavimentos ao ar livre e amplo clube de praia.
NYX
O estúdio de design com sede em Londres, Squared MK, é responsável pelo conceito NYX, um superyacht de 75 metros capaz de acomodar até 14 pessoas a bordo. A embarcação vem com um terraço privado para o seu proprietário, com varanda, jacuzzi, um terraço dobrável e um bar, tudo pronto para fazer qualquer dia a bordo inesquecível.
MESD 100
O superiate MESD 100, do designer norueguês Marius Skjolde, é ainda mais incrível do que você pode ver nesta imagem. Projetado para mostrar um perfil elegante, o modelo consegue combinar interiores confortáveis com generosas áreas de entretenimento ao ar livre. Devemos também mencionar a piscina de 7 metros e o seu clube de praia, que inclui um bar, lounges com vista para o mar, bem como uma academia totalmente equipada. O terraço pode ser usado de muitas maneiras, mas o relaxamento a bordo é uma prioridade.
Zephyr
Criado pelo renomado designer italiano Federico Fiorentino para Rossinavi, o projeto Zephyr é inspirado nos projetos automotivos da década de 1960. Tem motores de 16V 4000 MTU que permitem alcançar uma velocidade máxima de 32 nós, embora com sua velocidade de cruzeiro de 12 nós promete uma faixa transatlântica de 3 540 milhas náuticas, segundo o fabricante. Uma das melhores características deste iate é a área de praia de 990 metros quadrados que cobre todo o convés, com um terraço elevado de 300 pés quadrados e uma piscina de 18 pés com bordas transparentes e vistas excepcionais incluídas.
Wally 93
Apresentado no início de 2017, o Wally 93 promete ser uma embarcação ideal para entusiastas da vela graças à sua construção ultraleve. O Wally 93 Racer – projetado por Judel Vrolijk – estreará no verão deste ano em uma das mais prestigiadas regatas do mundo, a Maxi Yacht Rolex Cup.
Dynamiq GTT 115
Projetado pela Porsche, o Dynamiq GTT 115 é capaz de navegar a 21 nós, segundo a empresa, sem esquecer detalhes incríveis por dentro e por fora. Com o seu DNA Porsche, este megaiate possui detalhes de fibra de carbono, ebony Macassar e mármore Sahara Noir em todos os seus interiores. Dois motores diesel MAN V12 1 650 hp prometem um alcance máximo de 3 400 milhas náuticas.
Nature
Este conceito de iate futurista Nature, de 120 metros de comprimento, foi pensado pelo Sinot Yacht Design para proporcionar luxo e conforto em mar aberto sem deixar de lado a preocupação com o meio ambiente. Com um jardim exuberante e plataformas de observação, além de sua tecnologia de controle de clima de última geração, o modelo inclui oito camarotes e suíte para o proprietário, além de muitas outras características personalizadas, como um spa, uma bela academia e uma piscina.
Se77antasette
Se77antasette foi projetado pelo estaleiro italiano Benetti. Destaca-se pelo seu design inovador e revolucionário, inspirado no ambiente natural marinho. Com espaços adaptáveis, varandas abertas e terraços, além de sua plataforma de observação que promete vistas de 360 graus sobre o horizonte, esta embarcação tem muito a oferecer. Também inclui um sistema de propulsão diesel-elétrico que respeita o meio ambiente, com cinco geradores de velocidade variável e um único motor CAT C18.
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A etapa entre Melbourne e Hong Kong da Volvo Ocean Race segue cada vez mais equilibrada. Faltando uma semana para o término da quarta perna, os sete barcos seguem com chances de vitória. Nesta quinta-feira (11), três equipes se destacaram ao deixar a calmaria dos Doldrums, área de ventos fracos e inconstantes próxima à Linha do Equador.
Vestas 11th Hour Racing, Dongfeng Race Team e team AkzoNobel – que tem a brasileira Martine Grael – foram os primeiros a sair do Doldrums e pegar rajadas mais rápidas. O calor de quase 50 graus e a falta de ventos foram cruéis com os atletas desde o início da semana.
“Foram 24 horas incríveis”, disse o velejador norte-americano Mark Towill, integrante do Vestas 11th Hour Racing. “Foi muito quente e muito complicado, mas nos colocamos em uma boa posição e estamos felizes. Foi um esforço incrível por parte do time. Estamos ansiosos para outra noite emocionante e para alcançar os ventos alísios com uma brisa estável”.
O Vestas 11th Hour Racing é o líder no relatório enviado na tarde desta quinta-feira, mas a diferença é inferior a uma milha náutica. Literalmente empate técnico triplo!
“Ontem (na quarta) à noite tivemos muito trabalho a bordo, nas melhores condições dos Doldrums com chuvas que exigiram uma mudança constante de velas e manobras”, disse o navegador espanhol Joan Villa, integrante do MAPFRE. O barco espanhol está em quarto por enquanto.
A previsão de chegada em Hong Kong será em 17 de janeiro. Ao todo a quarta etapa tem quase 6 mil milhas náuticas.
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O estaleiro Inace divulgou novas imagens de seu projeto em parceria com o designer Fernando de Almeida. Com 35 metros de comprimento, o FHI 115 possui uma proa quase vertical, garantindo um volume interior especialmente elevado para o seu comprimento. Pode acomodar até 10 convidados em pernoite em cinco suítes, incluindo uma suíte máster localizada no convés principal, além de seis tripulantes.
Fotos: Divulgação
Entre as principais características da embarcação, está uma plataforma hidráulica, que permite um fácil acesso à água, um salão de plano aberto com dois sofás e mesa de jantar com oito lugares. O convés superior pode armazenar um barco de apoio de 6,2 metros, enquanto uma porta deslizante leva para o skylounge com sua grande televisão – ideal para promover noites de filmes a bordo. Uma outra área completa o layout do iate com solário, poltronas, e espreguiçadeiras.
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No próximo dia 27, o Yacht Club Ilhabela comemorará seus 62 anos. Além de marcar o seu aniversário de fundação com uma festa, o clube vai também vai inaugurar oficialmente o píer da Subsede de São Sebastião, com o descerramento de uma placa comemorativa, em cerimônia às 11h30, na subsede. Logo depois, às 12h30, será entregue oficialmente a nova torre da estação radiocosteira Delta 24.
À noite, acontece a festa, que terá gastronomia da Bendita Cozinha, decoração de Mara Perez e show da Banda Tom Cats, além do som do Dj Donato. Os ingressos estão sendo vendidos exclusivamente na secretaria social do clube. Associados e convidados adultos pagam R$ 190. Jovens entre 12 e 16 anos, R$ 80, e crianças abaixo de 12 anos não pagam. Além do jantar, água, cerveja e refrigerantes estão incluídos no convite.
Para mais informações, entrar em contato pelo telefone (12) 3896-2300 ou por e-mail [email protected].
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Bradenton fica a cerca de 250 km de Cabo Canaveral, onde está o Kennedy Space Center, base de lançamento de veículos espaciais da Nasa. É natural, portanto, que o Sea Phantom (Fantasma do Mar, em tradução livre) lembre um ônibus espacial. ”É algo entre um barco e um avião”, explica David L. Borman, presidente da Ocean Aeronautics and Technologies, empresa com sede na pequenina cidade da Flórida que fabrica a novidade. De fato, Borman afirma ter se inspirado em projetos da Nasa para desenvolver sua criação, que, tecnicamente, pode ser descrita como uma embarcação de elevação, a qual tem a capacidade de esquivar-se do arrasto natural da água e das marolas, justamente por causa de suas “asas”, à medida que o Sea Phantom “decola” até planar, alcançando a velocidade máxima de 100 nós(!).
Na visão do designer, esta “aeronave do mar” é uma alternativa às filas nos aeroportos, aos congestionamentos nas estradas e, também, aos navios de cruzeiro, que, embora transportem muita gente, não são velozes. O maior modelo da flotilha do Sea Phantom, que começa em 38 pés, mede 90 pés de comprimento e transporta 50 passageiros, fora a tripulação, com autonomia de mil milhas — mais ou menos, quatro vezes a distância entre Santos e o Rio de Janeiro — impulsionado por quatro motores de 800 hp. Se a ideia pegar, os caminhos marítimos ficarão mais curtos. E empolgantes!
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A Secretaria de Esportes de São Sebastião deu início na última terça-feira, 9 de janeiro, ao projeto de vivências de esportes náuticos (Stand Up Paddle, Vela e Caiaque) na Prainha, na Rua da Praia, no Centro, próximo aos canhões. A ideia é proporcionar à população e aos turistas, a oferta e a prática orientada das modalidades.
O atendimento será realizado de terça à sexta-feira, das 14h às 18h, e aos sábados e domingos, das 8h às 20h, até o dia 18 de fevereiro. Os professores responsáveis são: Alberto Lourenço Jr., Neemias Borges e Rafael Mendes.
Foto: Luciano Vieira
Segundo o secretário de esportes, Ricardo Rosa, trata-se de uma oportunidade de oferecer às pessoas contato com modalidades esportivas que têm grande identidade com a nossa região, mas que nem todos conhecem ou tiveram oportunidade de praticar. “Assim também temos a oportunidade de divulgar às escolas de esportes oferecidas através da Secretaria”, disse.
Os professores envolvidos estarão juntos nos horários durante a semana, e os mesmos estarão presentes também aos finais de semana. As inscrições podem ser feitas no local. Eventualmente, as atividades podem ser itinerantes nas praias da Região Central e Costa Norte.
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O compromisso da Mercury Marine com a sustentabilidade ganhou a certificação de Green Masters do Wisconsin Sustainable Business Council pelo sétimo ano consecutivo. Tal feito coloca a empresa entre as maiores das, aproximadamente, 200 empresas participantes. Em 2017, a Mercury recebeu uma pontuação de sustentabilidade de 643 pontos, bem acima da marca necessária necessária para manter seu status de Green Master.
O Programa Green Masters mede as empresas em uma ampla gama de questões de sustentabilidade, desde conservação de energia e água até gestão de resíduos, divulgação e educação da comunidade.
Os membros do comitê de sustentabilidade da Mercury Marine (Foto: Divulgação)
“Enfatizamos a sustentabilidade em tudo o que fazemos, de nossos processos até o nosso pessoal, e assumimos um compromisso de todos os 6 200 funcionários globais para atender e superar nossos objetivos”, diz Scott Louks, gerente de gerenciamento de projetos e sustentabilidade da Mercury Marine. “Temos planos robustos para o futuro e estou confiante de que continuaremos a liderar no setor marítimo e efetuaremos um crescimento significativo na sustentabilidade”.
Mercury Marine lançou recentemente o Relatório de Sustentabilidade 2017, que detalha o progresso da empresa em direção aos seus principais pilares de energia, meio ambiente, produtos e pessoal. O relatório destaca produtos eficientes em termos de combustível e marcos de conservação de energia e água, e apresenta um novo telhado de painel solar na sede da Mercury EMEA. Além disso, o relatório mostra que, em cada uma das principais categorias de sua iniciativa de sustentabilidade, a empresa atingiu ou excedeu seus objetivos.
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Disponível em quatro tamanhos, as plataformas multifuncionais infláveis da NautiBuoy (www.nautibuoymarine.com) são estáveis, simples de manusear e de tirar da água. Podem ser usadas, por exemplo, como deque de atracagem para jets, base flutuante para limpeza do casco ou, ainda, como praia particular (pode ter até porta-copos!), havendo até a possibilidade de acoplamento ao barco.
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A Williams Jet Tenders acaba de adicionar um novo modelo à sua gama Sportjet, apenas alguns meses após a apresentação de dois modelos no Cannes Yachting Festival 2017. Medindo 4,35 metros e acomodando até sete pessoas, o novo Sportjet 435 oferece uma variedade de atributos, como acessórios para rebocar um wakeboard e um arranjo customizável.
“Um RIB tem um alto grau de proteção contra impactos quando se aproxima do iate principal, além de ter o potencial de um barco mais leve em virtude de ter tubos infláveis, o que facilita, também, em garagens mais apertadas, podendo reduzir as dimensões globais do concurso por deflacionamento dos tubos”, explica Matthew Hornsby, diretor de vendas da Williams Jet Tenders.
Haverá duas opções de motor disponíveis com o novo Sportjet 435. Uma versão de 90 hp, Rotax Ace 903, ou 150 hp, que incluirá o motor Rotax Ace 1503. “Estamos muito entusiasmados em revelar detalhes do Sportjet 435 – o sexto modelo na gama Sportjet”, diz Hornsby. “O 435 foi criado para ampliar nossa linha já existente de modelos menores, oferecendo mais espaço com capacidade para até sete passageiros, sem comprometer o estilo ou a velocidade”.
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Navagio é a palavra grega que corresponde a naufrágio. É, também, uma das principais atrações da Ilha de Zakynthos, na Grécia. A Praia do Naufrágio ganhou esse nome graças a um velho navio que aportou em suas areias e só foi descoberto há cerca de 30 anos. Isso porque esta bela faixa de areia fica na costa oeste da Grécia — longe, portanto, de destinos mais badalados no país, como Santorini, Mykonos e Creta. Reza a lenda que a embarcação vinha da Turquia levando contrabando a bordo. Atarantado pela perseguição da patrulha marítima grega, o comandante tentou se desvencilhar e navegou perto demais da costa, onde, alvejado por uma forte tempestade, o navio foi a pique.
Se, na época, Navagio não era sequer conhecida, hoje, basta fazer uma busca na internet para constatar que se trata da mais bela praia do planeta (pelo menos, é o que muitos dizem…). Cercada por falésias de calcário, Navagio só pode ser acessada por barco (mesmo para quem está hospedado em Zakynthos), a partir de portos na própria ilha. O passeio vale não só pela visita ao velho navio sucateado mas, também, pelas cavernas repletas de água azul-turquesa que banham esta parte da Grécia. Um passeio para voltar no tempo, muito além dos anos 1980, quando Poseidon, o rei dos mares na mitologia grega, recebia dos navegantes clamorosos pedidos de proteção nas viagens.
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O Yacht Clube da Bahia será sede de mais duas das principais competições da vela nacional. O 46º Campeonato Brasileiro da Classe Optimist acontece até o próximo dia 15 e deve receber mais de 180 velejadores de todo o Brasil. Há, também, a confirmação de participação de seis atletas franceses, como parte do termo de cooperação firmado em novembro de 2017 entre o Yacht Clube da Bahia e a Liga de Vela da Normandia, um dos cinco centros de formação olímpica da vela francesa.
Na sequência, no dia 16 de janeiro, será iniciado o Campeonato Brasileiro da Classe Laser, que irá até o dia 21. Cerca de 12 velejadores deverão participar, inclusive, o velejador Bruno Fontes, representante do Brasil em diversas olimpíadas.
Vale lembrar que no último mês de dezembro, aconteceu o Campeonato Norte e Nordeste da Classe Optimist, de 19 a 23. Participaram desta competição 119 velejadores de oito estados, com idades entre 7 e 15 anos, uma vez que a classe Optimist é a categoria de base da vela de competição.
Neste extenso período, a Baía de Todos-os-Santos estará povoada por velas e velejadores de alto nível, com intercâmbio de velejadores de diversos lugares. Para receber toda esta movimentação, o YCB montou a “Vila da Regata”, com toda a estrutura necessária para os campeonatos, como secretaria, sala de protestos, lojas náuticas, restaurante e palco, onde estarão sendo exibidas as imagens das competições.
Nos dias 12 e 19, às 19h, o clube também irá realizar o Yacht Sunset com shows da Eletrotimba em homenagem aos campeonatos. O clima da “Vila” já está muito animado. O Yacht Clube da Bahia será centro da vela nacional neste verão.
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Assim como acontece no universo automotivo, prevenir desgastes dos itens náuticos, como é o caso dos estofamentos, evita a necessidade constante de reparos com alto custo e a desvalorização do barco, segundo especialistas. Combater manchas, desbotamento, mofos e ácaros e reduzir o envelhecimento de estofados são algumas das vantagens da impermeabilização e higienização de tecidos e couro. Dessa forma, ao complexo náutico catarinense Marina Itajaí anuncia acordo com a empresa CleanNew. Clientes da marina têm até 20% de desconto em serviços de limpeza e blindagem de estofamentos.
“O convênio é uma forma de conscientizar nossos clientes sobre a importância de realizar manutenções preventivas e, dessa forma, evitar altos custos com reparos. Também é uma maneira trazer diferenciais ao nosso público em serviços. O procedimento de impermeabilização, por exemplo, evita o envelhecimento de itens náuticos e valoriza a embarcação em longo prazo”, comenta Carlos Oliveira, diretor náutico da Marina Itajaí.
Os serviços de higienização de estofados e colchões, blindagem de tecidos e hidratação do couro das embarcações podem ser realizados tanto em vagas molhadas quanto no pátio da Marina Itajaí, que tem capacidade para atender até 11 barcos de 85 pés de forma simultânea, mediante agendamento pelo e-mail [email protected].
Como conservar estofados por mais tempo
No dia-a-dia, alguns cuidados podem ser úteis para quem deseja conservar a aparência nova do tecido. É o caso do posicionamento do estofado para evitar o excesso de exposição à luz do sol que ocasiona o desbotamento. Outra dica é evitar que os animais fiquem sobre o sofá durante muito tempo para prevenir odores e a proliferação de germes e bactérias.
A impermeabilização aumenta em até três vezes a vida útil do estofado. “O processo de blindagem pode ser feito em todo o tipo de estofado desde tapetes e carpet até almofadas, poltronas, posto de comando, revestimentos e outros itens que possam existir no interior da embarcação e mantém as características originais do tecido, sem alterar sua textura e cor. Esse procedimento evita manchas provocadas por líquidos, retarda o desbotamento, elimina e combate a proliferação dos ácaros, evita o amarelamento, além de combater mofos e fungos”, explica o diretor da CleanNew de Balneário Camboriú, Jhonatha Welton.
Já na hora da limpeza o mais indicado é estar atento ao produto químico e ao equipamento adequado para não causar danos ao tecido.“O processo de lavagem do estofado deve ser feito com cuidado para não desfiar ou prejudicar tecidos, e nem interferir na saúde da família. Uma dica é retirar o acúmulo de partículas com aspirador de pó e realizar a limpeza do local com uma escova de cerdas finas”, comenta Welton.
“Além disso, a higienização de embarcações é um processo delicado porque pode envolver vários tipos de tecidos, texturas e superfícies. Por este motivo, o mais indicado é procurar profissionais habilitados e que saberão quais são os produtos corretos para serem aplicados em cada detalhe da embarcação. A escolha por materiais abrasivos, por exemplo, pode ocasionar riscos e danos ao item”, conclui.
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Embarcações autônomas estão se tornando cada vez mais uma realidade. O fabricante ASV, com sede no Reino Unido, apresentou recentemente seu mais novo modelo autônomo, o C-Worker 5.
Segundo a empresa, a embarcação de 5 m de comprimento é capaz de operar em 7 nós por cinco dias antes de ter que reabastecer. Projetado para funcionar como barco autônomo e como multiplicador de força, ele também pode operar junto com as embarcações de pesquisa tradicionais para aumentar a eficiência do trabalho.
Em julho, o C-Worker 5 participou da pesquisa hidrográfica ao lado de uma empresa chamada TerraSond. Sarah Dyer, coordenadora de vendas e marketing explica: “TerraSond está usando nosso C-Worker 5 como um multiplicador de força. O que isso significa é que eles estão utilizando sua embarcação de pesquisa normal, juntamente com o C-Worker 5. Isso duplica a cobertura da pesquisa porque você tem dois barcos em vez de apenas um. Os dois estão executando linhas paralelas. O C-Worker 5 está sendo controlado pela embarcação principal”.
“Os regulamentos em torno do uso de navios não tripulados podem ser vistos como um desafio, no entanto, há muito trabalho a ser feito nesta área. Em março deste ano, a MIA (UK Marine Industries Alliance) lançou o Código de Conduta dos Sistemas Autônomos Marítimos. Um guia aprovado pela indústria, sobre como as operações devem ser realizadas no mar”, explicou Dyer sobre os desafios que envolvem o trabalho com embarcações autônomas.
A ASV acrescenta que há uma variedade de operações que são realizadas (ou podem ser realizadas) por um barco não tripulado. Do lado militar, pode incluir varredura, caça e eliminação de minas, além de segurança e vigilância portuária, entre outros; já comercialmente, pode incluir posicionamento submarino, pesquisa hidrográfica, coleta de dados oceanográficos, científicos e inspeção de ativos submarinos.
A ASV foi iniciada pelo diretor-gerente, Dan Hook, que a partir da paixão pela tecnologia não tripulada, viu que a área tinha o potencial de melhorar o funcionamento do setor no mar para melhor.
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As famílias dos baianos Rodrigo Dantas, Daniel Guerra e do gaúcho Daniel Dantas seguem tentando provar que os rapazes foram vítimas de uma quadrilha de tráfico internacional de drogas. Após encontrar um anúncio que procurava velejadores para compor a tripulação do veleiro que tinha acabado de ser reformado em um estaleiro em Salvador (era uma oferta de trabalho de uma empresa internacional de recrutamento de mão-de-obra), Rodrigo Dantas, que veleja desde os 12 anos e sonhava ser capitão internacional e precisava de milhas náuticas velejadas para alcançar a graduação, decidiu atravessar oceano Atlântico para entregar um veleiro na Ilha de Açores, em Portugal.
Rodrigo e outro velejador baiano, Daniel Guerra, foram contratados pela mesma empresa a Yatch Delivery Company, com sede na Holanda. Em Natal, o gaúcho Daniel Dantas se juntou à equipe. Antes de sair do Brasil em agosto, o veleiro passou por inspeções da Polícia Federal em Salvador e em Natal.
O barco foi liberado sem que nenhuma irregularidade fosse encontrada, mas na Ilha de Mindelo, em Cabo Verde, na África, o veleiro foi mais uma vez inspecionado e mais de uma tonelada de cocaína foi encontrada escondida em um piso de concreto e cimento na embarcação. O barco pertence a um inglês, conhecido como Geoge Fox, que só foi apresentado à tripulação na véspera da viagem.
Fotos: Reprodução
Rodrigo ficou durante quatro meses em liberdade condicional em Cabo Verde, mas foi preso novamente junto com os outros velejadores. Segundo João Dantas, o pai do jovem, ele já vivia lá há quatro meses, cumprindo todas as determinações da lei, se apresentando regularmente para assinatura na polícia judiciária.
Durante todo esse tempo, o pai luta para provar que o filho não tem envolvimento com o crime. “Impossível fazer uma obra daquele porte para colocar 1 100kg de cocaína em um barco, depois de Rodrigo fazer o acesso ao barco. Impossível”, completa João. “Ele foi vítima do tráfico internacional de drogas e a gente tem todas as provas. A gente tem todas as condições de provar que ele não está envolvido. Nem ele, nem os outros brasileiros”, diz a mãe de Rodrigo, Aniete Dantas.
Ainda segundo os parentes dos jovens, o dono do barco, George Fox, está sendo procurado pela Interpol. O caso está sendo acompanhado pela Polícia Federal, mas ainda não há previsão para a transferência dos brasileiros.
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Quatro novos flutuantes para embarque e desembarque foram instalados em Ilhabela para esta temporada de verão. Os equipamentos foram montados em duas praias: três na Vila e um no Saco da Capela.
“Os novos flutuantes foram instalados para dar uma infraestrutura de apoio ao turismo náutico e vai auxiliar não apenas as embarcações de recreio, como as empresas de turismo que vendem passeios que partem da Vila, além das companhias de cruzeiros como novos terminais de embarque e desembarque”, explicou o secretário de Desenvolvimento Econômico e do Turismo, Ricardo Fazzini.
Com 55 escalas de navios confirmadas para esta temporada, os novos terminais independentes para cada companhia facilitam o embarque e desembarque de passageiros, além de ser um ponto a favor para receber mais companhias de cruzeiros nas próximas temporadas.
O Prefeito de Ilhabela, Márcio Tenório, esteve na última terça-feira, 2, nas proximidades do píer da Vila, fazendo vistoria da instalação. “Nossa demanda de embarcações aumentou, e com esses novos flutuantes vamos conseguir atender todos com mais segurança e conforto”, disse o prefeito.
A temporada de cruzeiros em Ilhabela vai até o mês de março, e pela cidade devem passar cerca de 147 mil turistas vindos dos navios.
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O modelo Catalina 30 é o mais novo integrante da família do estaleiro norte-americano Chris-Craft. O modelo de console central combina proteção contra o vento com estilo elegante, além de trazer a qualidade e o conforto por excelência da marca, oferecendo uma cabine com vigia voltada para frente que permite melhor visibilidade.
Fotos: Divulgação
A embarcação de 9,3 m de comprimento conta com áreas de estar, espaçosas passagens laterais, porta no casco a estibordo – o que facilita o acesso à água e aos pontões quando o barco está atracado -, além de fácil acesso aos motores e à plataforma de popa. O console central conta com banco para piloto e co-piloto e amplo painel de comando. A motorização fica por conta de dois motores de popa com potência máxima de 600 hp. Catalina 30 pode levar até 12 pessoas.
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O estaleiro holandês Heesen Yachts apresentou seu mais novo projeto de megaiate. Com 164 metros de comprimento, o modelo foi batizado de Project Maia e tem assinatura exterior do designer francês Clifford Denn e interior pela empresa britânica de design Reymond Langton.
Os amplos espaços ao ar livre da embarcação foram espalhados por três conveses que atrairão os convidados para o exterior, especialmente para o seu grande clube de praia a nível da água que oferece um bar e uma sauna adjacente. O deque superior conta com um jacuzzi e uma área de estar. Cinco suítes acomodam confortavelmente 10 convidados, incluindo os proprietários em uma suíte principal. As outras quatro, ficam no convés inferior.
Project Maia apresenta um casco de deslocamento de aço tradicional Heesen e será equipado com dois motores MTU 8V 4000 M63. A entrega do modelo está prevista para após as provas marítimas de junho de 2018 que acontecem no Mar do Norte.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
A Marina da Glória, no Rio de Janeiro, ganhou um novo restaurante no último mês de dezembro. Trata-se do Bota, o primeiro restaurante do chef Joca Mesquita como sócio. Há dez anos trabalhando como consultor de restaurantes e bares na conceituada Aguce Gastronomia, o chef foi buscar inspiração na culinária italiana mediterrânea, já que está à beira-mar, mas também não abriu mão dos produtos sazonais brasileiros. Ao passear pelo cardápio, são claros os princípios que regem sua cozinha: agricultura familiar, sazonalidade, alimentos orgânicos, artesanal e slow food.
Os pratos trazem receitas que combinam legumes da estação, frutos do mar, frutas, especiarias, entre outros insumos que fazem a diferença no paladar. Os ingredientes brasileiros se destacam, a exemplo do tucupi, muitas panc (plantas alimentícias não convencionais), fubá, paçoca feita na casa, pé de moleque, e outros ingredientes pouco explorados nas cozinhas cariocas.
Fotos: Bruno de Lima, Carolina Demper e Rodrigo Soares
A casa tem capacidade para 160 pessoas e traduz o verdadeiro estilo de vida à beira-mar, com um deque que se debruça sobre a marina, além do principal píer do cais, conhecido como Píer Nobre, exclusivo para os clientes do restaurante aportarem suas lanchas. O projeto arquitetônico e a decoração levam a assinatura da arquiteta Ana Claudia Moreno, que buscou transmitir esse clima náutico nos detalhes do Bota, que é um dos restaurantes com a chancela Veuve Clicquot no Rio de Janeiro.
Na frente, o gramado é destino para os que querem apreciar a vista e degustar as delícias do cardápio. Nos finais de semana, uma paeleira será instalada nessa parte exterior para o chef cozinhar na frente do cliente receitas de massas e arrozes que mudarão a cada mês.
O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20
O Grupo italiano Azimut-Benetti é considerado pelo 18º ano consecutivo líder na fabricação de iates acima de 24 metros. A empresa ficou em primeiro lugar na premiação, que é feita segundo levantamento realizado pelo Global Order Book e publicada anualmente pela revista Show Boats International.
Atualmente possuem 77 projetos em construção divididos entre as seis fábricas do grupo – entre elas está a unidade brasileira que é também a única fora da Itália. No período de 2016/2017 o Grupo teve um valor de produção de € 710 milhões.
“Para nós, o estilo italiano não é apenas uma questão de gosto, mas uma forma de trabalho”, diz a vice-presidente do Grupo Giovanna Vitelli. “Estamos orgulhosos de ter alcançado um marco tão prestigiado pela 18a vez. É um reflexo do espírito empreendedor italiano bem sucedido e que é apreciado em todo o mundo”, complementa a executiva.
Paolo Vitelli, presidente do Grupo e fundador, acrescenta: “Esse sucesso duradouro é o resultado da consistência e da continuidade alimentados pelo trabalho em andamento para desenvolver e melhorar produtos e processos de produção, por excelência do projeto e pela solidez industrial e financeira de nossos estaleiros”.
Somente na fábrica brasileira, filial, já foram produzidos mais de 140 iates de luxo para o mercado nacional e internacional.
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A quarta etapa da Volvo Ocean Race 2017-18 é marcada pelo equilíbrio entre os barcos que navegam rumo a Hong Kong. O placar desta segunda-feira (8) indica pequena vantagem do novo líder, o Vestas 11th Hour Racing, para o sexto colocado, o Team Brunel, que é de menos de 10 milhas náuticas.
Os barcos Turn the Tide on Plastic, team AkzoNobel, MAPFRE e Dongfeng Race Team seguem no bloco principal na altura das ilhas Salomão, ainda na Oceania. A alternância de posições deve continuar nos próximos dias, já que os barcos se aproximam da zona de calmaria dos Doldrums. A chave para o sucesso está na rapidez das equipes em se livrar dessa área de ventos inconstantes.
“Nós ainda não atravessamos os Doldrums, então há muito por vir, muitas oportunidades não só para nós, mas também para os outros barcos”, disse o comandante do MAPFRE, Xabi Fernández.
O MAPFRE que lidera a classificação geral chegou a assumir a liderança, que estava quase desde o início da etapa, em 2 de janeiro, nas mãos do Dongfeng Race Team. Mas nenhum nem o outro está na ponta nesse momento rumo ao norte.
“Estivemos nesta situação antes, na segunda e na terceira etapa, ficamos atrás do Dongfeng e tentamos pegá-los o tempo todo, e agora está acontecendo novamente, sabemos que eles são uma equipe muito forte, eles já mostraram isso”, comentou o medalhista olímpico espanhol.
As próximas 36 horas podem determinar o pódio da etapa, apesar do fato de que ainda há mais de 3 mil milhas para o fim. A perna entre Melbourne e Hong Kong tem quase 6 mil milhas náuticas e é disputada pela primeira vez na história da Volvo Ocean Race. A previsão de chegada aponta entre 16 e 17 de janeiro.
“Todos nós tivemos a oportunidade de liderar! Você só precisa da tática e da nuvem certa”, contou o velejador do Vestas 11th Hour Racing, Tom Johnson.
O Team Brunel, sexto colocado no momento, passou por um susto nesta madrugada. “O vento mudou instantaneamente e, antes de sabermos, estávamos em uma situação ruim”, revelou o comandante Bouwe Bekking. “Uma grande onda nos atingiu tão perto que as faíscas voaram pelo mastro. O Roma [Kirby], que estava no leme do barco, deitou no convés apenas por causa do impacto do ruído brutal”.
Nenhum dos atletas ficou ferido e, milagrosamente, os componentes eletrônicos de seu barco também permaneceram intactos.
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O barco chinês Dongfeng Race Team foi o primeiro a contornar a ilha de Santa Ana, que fica no arquipélago de Salomão, ponto mais a leste da quarta etapa da Volvo Ocean Race. Neste domingo (7), o time comandado pelo francês Charles Caudrelier abriu pequena vantagem para os adversários MAPFRE, team AkzoNobel e Vestas 11th Hour Racing. A diferença entre eles segue pequena no trajeto entre a australiana Melbourne e Hong Kong.
A regata está cada vez mais difícil com os ventos variando de fraca para forte intensidade nas águas da Oceania. Atenção redobrada também para os corais e recifes dessa região. Antes de continuar para norte aproveitando os ventos fracos dos Doldrums, os barcos são obrigados a passar pelo chamado way point de Santa Ana. As próximas 48 horas vão ser um grande desafio.
“Nós vamos ter que estar muito atentos”, disse Simon Fisher, navegador do Vestas 11th Hour Racing, barco que ocupa a quarta colocação provisória. “Esperamos grandes mudanças nas próximas 24 horas”. O MAPFRE, que estava em terceiro, conseguiu passar o AkzoNobel da brasileira Martine Grael.
Agora o ataque será contra o Dongfeng Race Team. “Será um progresso lento, mas tivemos uma boa regata até agora”, disse Rob Greenhalgh a bordo do MAPFRE. “Será uma prova com poucas nuvens para enfrentar”.
A previsão de chegada em Hong Kong continua entre 16 e 17 de janeiro. O MAPFRE lidera o campeonato da Volvo Ocean Race.
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O estilo de pilotagem, seja ele agressivo ou em baixa velocidade, pode afetar diretamente a vida útil do seu barco. Descubra o que fazer e o que evitar.
1 – Quando for navegar muitas horas seguidas, saiba que o melhor horário para sair é antes de o sol nascer, quando o vento normalmente é fraco. E se houver algum problema, você terá o dia inteiro para resolver.
2 – Após muito tempo parados, os cabos de comando do timão e motor podem emperrar. Portanto, antes de sair é preciso lubrificá-los.
3 – No caso de superaquecimento no motor de popa, engate ré e acelere por cerca de meio segundo, para expulsar o que estiver obstruindo a refrigeração. Geralmente dá certo. Outra dica é deixa-lo esfriar em marcha lenta. Se desligar de vez, o cabeçote pode rachar.
4 – Não engate ou desengate o motor de maneira brusca e em direções opostas, porque isso força demais as engrenagens da rabeta.
5 – Se quiser poupar a rabeta do motor, evite acelerar forte nas curvas fechadas.
6 – Se seu barco for a motor, sempre confira o nível do óleo e da água de refrigeração antes de dar a partida, para evitar superaquecimento, um problema bem mais frequente do que se imagina.
7 – Se um motor de centro tiver perda de potência e vibração excessiva, pode ser que o eixo da propulsão tipo pé-de-galinha esteja desalinhado.
8 – Se a rotação do motor subir sem que a velocidade aumente, pode ter algo errado no reversor.
9 – Se o tempo ficar ruim, mantenha o motor do barco ligado e engatado, mesmo que ele esteja parado ou seja um veleiro. Com o motor funcionando, o controle do barco aumenta.
10 – Se o seu motor de popa não atingir a rotação máxima esperada, deve ser porque o passo do hélice está muito longo. Mas, se a rotação ficar acima da prevista, é porque ele está curto.
11 – Converse bastante com os navegadores mais experientes. Além de aprender um pouco mais, você ainda fará novas amizades.
12 – A escolha do tamanho do volante de uma embarcação deve ser baseada no peso dela. Quanto maior for o volante, menor será o esforço nas manobras.
13 – Para navegar, use óculos escuros com lentes polarizadas, porque elas eliminam os reflexos nos para-brisas e na superfície da água e você enxerga bem melhor.
14 – Para não prejudicar a estabilidade do barco, distribua bem o peso a bordo. Quanto menor o barco, mais importante será isso.
15 – Se o seu barco estiver bem carregado e começar a empopar, deve ser por causa do excesso de peso na popa. Abaixe, então, os flapes dos dois bordos, para tentar ´erguer` a popa e manter o barco mais equilibrado.
16 – Ao navegar, não fique de olho só nas informações do painel. Também veja e, principalmente, sinta o mar. Ele sempre tem muito a dizer. Você só precisa saber entender.
17 – As marolas podem ser evitadas ou, ao menos, atenuadas. Basta parar de acelerar bem antes do que estamos habituados. A regra do bom senso determina que, quanto maior o casco, mais cedo se deve diminuir a velocidade.
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Projetado pelo argentino Martin Rico, que estudou design na Universidade de Buenos Aires e criou os projetos do jato pessoal Mercuri e do Urban Sandofi, Seataci Concept surgiu quando o seu designer visitou o St. Regis Resort, em Bora Bora. “Nós mergulhamos em um dos canais, e comecei a imaginar um novo tipo de navio de cruzeiro capaz de navegar em águas rasas com sistema de propulsão ecológica. Primeiro, pensei em um tipo de iate comercial, mas por que não começar com um iate experimental/científico, onde irá reunir cientistas e seus benfeitores?”, disse Rico.
O modelo foi projetado para utilizar um sistema de propulsão biomimético que lembra o movimento da cauda de uma baleia. O conceito prevê uma embarcação superluxuosa no valor de cerca de US$ 100 milhões. Os motores ficariam nas bases submersas e teriam “barbatanas mecânicas” para imitar o movimento desses animais marinhos a fim de navegar oferecendo aos passageiros uma excelente visão direta dos recifes, de corais e da vida marinha.
Acredita-se que esse esquema pode ser, na verdade, mais econômico do que ter motores com hélices tradicionais. Fora isso, o barco causaria menos perturbação em ecossistemas marinhos sensíveis, como recifes corais e outras regiões com muita vida. Em essência, as barbatanas mecânicas não poderiam machucar nenhum peixe ou perturbar a água a ponto de espantar todos os bichos do local.
O Seataci poderá mergulhar através de um sistema de água que irá reduzir uma parte do seu casco. Dois tanques laterais servem para estabilizar o navio. Eles serão conectados a um sistema hidráulico que também servirá como suspensão dinâmica. A tripulação e os passageiros poderão chegar a estas plataformas a qualquer momento durante o cruzeiro e poderão usá-los como galerias para obter uma vista diferente da embarcação.
A parte submersa do iate teria salas com paredes de vidro para que os tripulantes apreciassem a vida marinha a partir de um ângulo diferente. A capacidade de passageiros desse modelo seria de 50 pessoas, mas o criador afirmou que é possível fazer versões maiores ou menores sem grandes problemas.
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Barcos foram feitos para navegar, certo? Este aqui, criado pelo sueco Ocke Mannerfelt, vai muito além. Com a proa afiada feito uma flecha e equipada com asas aerodinâmicas, esta lancha mantém o casco muito próximo à superfície da água, reduzindo assim o arrasto ao mínimo e proporcionando velocidades acima de 65 nós! O problema é que, quando encara uma onda com o acelerador no máximo (algo que casco convencional algum enfrentaria sem empinar a proa para o céu), ela praticamente levanta voo, permanecendo alguns segundos no ar. Apenas o hélice do motor permanece em contato com a água — ou nem isso…
Não por acaso, esse tipo de lancha foi batizada pelos europeus de “Bat Boat”, ou barco morcego, numa alusão ao super-herói dos quadrinhos, que usa a capa para flutuar. O segredo para não voar completamente são justamente as asas, invertidas em relação às aeronaves, explorando um princípio da aerodinâmica chamado efeito-solo, o que força o barco a manter o casco sempre (ou quase sempre) na água.
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Chamada de “Beverly Hills da Flórida”, em referência ao reduto dos endinheirados na Califórnia, e eleita por um site imobiliário como “cidade mais preguiçosa dos EUA” (no sentido de que é “o” lugar para curtir a vida), Boca Raton, balneário ao norte de Miami, é um convite ao dolce far niente o ano todo. Mas tem um dia em que a curtição vai além, principalmente para donos de barcos. É quando as águas calmas do Lake Boca são preenchidas por centenas deles, num evento batizado de Boca Bash (algo como “festança de Boca”). Não precisa de convite e você leva quem quiser. A “regra” é forrar a geladeira do baco, preparar uma playlist para garantir a animação a bordo e caprichar no protetor solar — trajes sumários são o dress code nesta porção especialmente ensolarada da Flórida. Deu vontade? Pois saiba que o Brasil também é palco de grandes agitos náuticos. Fique por dentro de todos eles aqui no portal de Náutica.
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O novo Triton 1000/7 da empresa americana Triton Submarines, localizada em Vero Beach, na Flórida (EUA), permite uma experiência submarina compartilhada com mais pessoas. Conforme indicado pelo número do modelo, ele acomoda sete ocupantes e pode atingir uma profundidade de 1 000 pés (cerca de 304 metros).
Fotos: Divulgação
Ele foi projetado para ser operado a partir de navios de cruzeiro, bem como em superyachts com garagem suficientemente espaçosa. O 1000/7 tem 12,5 metros de comprimento e 8,2 metros de altura. Sua bateria dura 18 horas quando totalmente carregada e propulsores de potência permitem uma velocidade de 3,5 nós.
O preço é de US $ 4,9 milhões e o prazo de entrega é de 2 anos.
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Sair de barco com a família nos finais de semana é uma delícia, disso ninguém tem dúvidas. Mas, quando se tem crianças a bordo, é necessário ficar atento a mais detalhes para que todos consigam aproveitar o passeio. Por isso, NÁUTICA listou sete conselhos simples, mas que podem salvar o seu passeio com as crianças. Veja:
Planeje passeios curtos
Os passeios devem ser de curta distância e duração, para ninguém se entediar com muito tempo no mar. Além de ter, também, paradas frequentes em locais com sombra e água tranquila, o que toda criança gosta.
Cantinho para descansar
Dependendo de quanto tempo durar o passeio, é bem provável que, depois de brincar um tempão na água — o que cansa bastante —, as crianças queiram tirar um cochilo. Por isso, prepara um cantinho para os pequenos.
Redobre a segurança
Peque sempre pelo excesso. Obrigue-as a vestir coletes, ficar longe do painel da lancha e dos cabos dos veleiros, sentar enquanto o barco estiver em movimento e impedir que elas fiquem nas bordas e na proa.
Cuide da saúde deles
Não vacile quanto a exposição ao sol. Além disso, faça a criança beber bastante água, usar filtro solar e prefira sempre comidas leves (nada de salgadinhos), como frutas e sanduíches, desde que bem refrigerados.
Seja firme nas ordens
Se você for o comandante, imponha disciplina a bordo de forma bastante clara e autoritária. Isso irá impressionar as crianças e fará com que o respeitem. Só assim você poderá controlar, por exemplo, a hora que as crianças podem pular na água.
Primeiros socorros
Como ninguém está livre de surpresas, não custa saber como tratar os problemas infantis mais corriqueiros. Para isso, é fundamental uma boa caixa de primeiros socorros, com medicamentos para dor, febre, enjoo, alergia e material para curativos.
Crie atrações
Na água, é fácil divertir uma criança. Mesmo assim, leve sempre outra criança a bordo, para fazer companhia nas brincadeiras. E nunca esqueça de levar brinquedos, sendo alguns específicos para a água. É importante também entretê-los durante a navegação.
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A quarta etapa da Volvo Ocean Race 2017-18 teve início na madrugada desta terça-feira (2) e os sete barcos da disputa, incluindo o da brasileira Martine Grael, seguem bem próximos.
A perna da australiana Melbourne até Hong Kong terá 5.600 milhas náuticas e deve durar aproximadamente 15 dias. Líder da classificação geral da regata de Volta ao Mundo, os espanhóis do MAPFRE foram os primeiros na Port Phillip Bay, mas os outros times seguem colados.
“A perna será muito difícil e haverá muitas opções em aberto”, disse o comandante do MAPFRE, Xabi Fernández.
“Vamos dar tudo desde o início. O barco e a equipe estão em ótima forma, conseguimos ter um bom descanso e estamos prontos”.
Nas primeiras horas de prova, o Vestas 11th Hour Racing também chegou a liderar. O Dongfeng Race Team pagou uma penalidade após a largada, mas se recuperou. A flotilha enfrentou condições difíceis na saída da baía de Melbourne, com um forte vento de sul contra a maré.
A etapa entre Melbourne e Hong Kong é a chance do team AkzoNobel, que tem a brasileira Martine Grael, ganhar posições. A equipe ocupa a sexta colocação no geral e na última etapa ficou na última posição por problemas no barco.
”Eu não sei o que esperar de resultado, só sei que a tripulação nunca esteve mais pronta para ir pra água. Está todo mundo com vontade de tirar um resultado bom. Tem uma energia positiva na equipe. Acho que vai dar boas coisas”, disse Martine Grael.
As outras três etapas foram vencidas por Vestas 11th Hour Racing (Leg 1) e MAPFRE (Leg 2 e Leg 3).
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