O estaleiro polonês Sunreef Yachts lançará novos catamarãs da sua linha de vela em 2018 e já conta com duas unidades do modelo de 80 pés encomendadas.
Sunreef 80 pode ter até cinco camarotes para convidados, incluindo uma suíte master situada a estibordo. As acomodações para a tripulação permitem uma equipe de até cinco pessoas, dependendo do layout selecionado.
O modelo conta com salão espaçoso no convés principal e diversos itens de relaxamento, como jacuzzi, solários, bar, churrasqueira, etc. O design interior, também desenvolvido pela equipe da Sunreef Yachts, prioriza o espaço e a iluminação, tem uso generoso de teca, e muitas possibilidades de personalização. Sunreef 80 tem duas opções de motorização – a maior delas com 560 hp de potência.
Outros projetos em desenvolvimento na fábrica da marca incluem o Sunreef 80 Carbon, com design semelhante, mas construído em de fibra de carbono para um peso geral mais leve e melhor desempenho.
A flotilha da Volvo Ocean Race contornou, nesta quinta-feira (26), a ilha de Porto Santo – marca virtual obrigatória para os barcos passarem. A briga pela vitória na etapa de abertura da Volta ao Mundo segue viva, mesmo com o Vestas 11th Hour Racing dominando a prova de 1.450 milhas náuticas de ponta a ponta.
A equipe da Dinamarca foi a primeira a passar pelo waypoint, mantendo team AkzoNobel – da brasileira Martine Grael – e MAPFRE mais atrás. Os dois brigam pela segunda posição, mas ainda têm chances de pegar o Vestas 11th Hour Racing.
A previsão é que os veleiros acelerem com vento de popa rumo à capital portuguesa num verdadeiro teste de velocidade. Eles devem chegar na madrugada deste sábado (28). “Nós vamos pegar novamente o vento de popa até Lisboa”, disse Simon Fischer, navegador do Vestas 11th Hour Racing.
A equipe teve um susto durante a noite, quando uma mangueira saiu de um tanque de lastro de água de 800 litros que deveria ter ajudado a estabilizar o barco. A parte interior do veleiro ficou parcialmente inundada. “Quando me sentei na estação de navegação, eu vi um pouco de água na parte de trás do barco. A mangueira de lastro de água soltou. Isso explica nossa performance”.
Um pouco mais atrás aparece o Dongfeng Race Team, que tenta se deslocar do segundo pelotão.
“Agora vamos navegar contra o vento, então quanto mais você estiver ao norte, mais você estará andando na frente deles”, disse o navegador Pascal Bidégorry. “Por isso que puxamos o ritmo durante a noite”.
Os destroços de um navio centenário encontrados na Praia do Embaré, em Santos, no litoral de São Paulo, podem se tratar do veleiro inglês Kestrel, que afundou nessa região em fevereiro de 1895.
De acordo com uma publicação da época, o encalhe do Krestel ocorreu pela ausência de um capitão a bordo. Uma ventania levou a embarcação à praia e um rebocador que navegava pela barra da cidade ainda tentou fazer o resgate, sem sucesso. “Era um veleiro de três mastros, que se assemelha aos destroços localizados”, relatou o arqueólogo Manoel Gonzalez.
Análises revelaram que a embarcação está toda enterrada e que, dentro dela, há um objeto de metal do tamanho de um carro popular. Uma equipe de arqueólogos aguarda liberação para poder realizar a escavação do local.
Segundo a prefeitura, os destroços – formados de pedaços de madeira e metal – têm pouco mais de 50 metros de comprimento e 12 metros de largura, aproximadamente. A equipe que estuda a descoberta constatou que trata-se de uma embarcação de mais de 100 anos, por conta do material encontrado.
Arqueólogos e historiadores de Portugal foram acionados para auxiliarem nas investigações. Gonzalez lidera um grupo de seis pesquisadores eaguarda autorização da Marinha do Brasil para realizar uma escavação prévia de trechos da área, para complementar a análise e encontrar outras pistas, como eventuais cargas que ele transportava. “Por enquanto, é um fragmento sem vida. Tendo todas as informações encontradas, ajuda a criar uma vida para ele”.
A Marinha do Brasil ainda analisa os documentos protocolados pelo arqueólogo sobre a descoberta. Apenas a autoridade marítima pode autorizar a escavação do sítio arqueológico, que é monitorado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e pelo Ministério Público, na esfera Estadual e Federal.
A intenção dos pesquisadores é escavar toda a área e retirar por completo o navio. “É uma operação que deve ser feita para preservá-lo, além de garantir a segurança dos banhistas. Depois, ele pode ser exposto”, fala. Estima-se que o trabalho custe R$ 1 milhão, e o grupo ainda estuda uma maneira de viabilizá-lo.
Após o sucesso nas exibições dos grandes salões náuticos europeus desta temporada, a Azimut Yachts levará parte de sua frota para o Fort Lauderdale Boat Show 2017 que acontece de 1 a 5 de novembro nos Estados Unidos. Dezoito embarcações de 40 a 95 pés das linhas Flybridge, Verve, Magellano, Atlantis, S e Grande estarão à disposição do público para visitação. Entre elas, destaque para a grande novidade da marca ao mercado norte-americano, a Azimut S7.
“É sempre um prazer recepcionar nossos clientes em eventos internacionais e apresentar a eles as novidades da Azimut Yachts. Com certeza, eles se encantarão com a nova Azimut S7, que assim como a Azimut 74 apresentada recentemente ao mercado brasileiro, usa fibra de carbono em sua estrutura. Traz espaços amplos tanto no seu exterior e interior além da sofisticação e acabamentos impecáveis característicos da marca”, diz o CEO da Azimut Yachts Davide Breviglieri.
“Entre os modelos mais vendidos pela Azimut Yachts escolhidos para este boat show estão duas joias produzidas na filial brasileira. Uma delas é a Verve 40 sucesso em vendas no mercado norte-americano e que deverá chegar em breve aos Emirados Árabes. Temos também negociações em andamento com clientes brasileiros. Outro modelo é a Azimut Grande 30 Metri que deverá ser finalizada e entregue a primeira unidade no início de 2018”, comenta o diretor comercial da Azimut Yachts Francesco Caputo.
Confira as embarcações da Azimut Yachts no FLIBS 2017
Todos os modelos da Azimut Yachts estarão disponíveis para visitas a bordo, para que o público possa ver em primeira mão o refinamento dos detalhes e acabamentos. Os clientes da Azimut Yachts também poderão desfrutar de uma nova área de lounge com serviços especiais.
A Marina JetHouse e o JetBc promoveram a primeira edição do Oktoberjet, um passeio de moto aquática realizado no último sábado (21), simultaneamente à Oktoberfest de Blumenau, Santa Catarina. O encontro reuniu 60 motos aquáticas, com jeteiros de todo o Brasil. Na parte técnica, dois barcos de apoio e mais de 35 pessoas em terra deram todo o suporte e socorro, caso necessário.
Os participantes saíram da marina, seguindo pela orla de Balneário Camboriú até a cidade de Blumenau. Foram percorridos 168 km, ida e volta – uma parte pelo mar, até a entrada do Rio Itajaí Açu, divisa dos municípios de Itajaí e Navegantes, e a maior parte rio Itajaí Açu.
No caminho, os participantes puderam apreciar por outro ângulo os portos de Itajaí e Navegantes, as cidades de Ilhota e Gaspar, e a tradicional Ponte dos Arcos e a “Prainha” de Blumenau. O ponto de parada foi o restaurante Thapyokas, que serve comidas típicas alemãs, ao lado do Museu da Cerveja Blumenau.
Na cidade, os participantes foram recebidos pelo grupo do Jet Rio Blumenau, que se encarregou do abastecimento e acomodação dos jets no pier, construído, exclusivamente, para receber o evento.
Os organizadores do Oktobetjet, Vilmar Schackow Júnior, Maurício Morato Corrêa e Marcelo Paveglio, estão satisfeitos e felizes com o passeio, pois os objetivos foram alcançados. “Tivemos a socialização com os amigos e a divulgação desta rota lindíssima de Balneário Camboriú a Blumenau, pouco explorada e conhecida, precisando de um maior cuidado por parte das autoridades locais. O acesso ainda se encontra bem difícil, sem infra-estrutura”, afirmou Vilmar Júnior.
O estaleiro NX Boats acaba de entregar a nova NX 380 HT Horizon, lançada no São Paulo Boat Show 2017, na Marina Piratas, em Angra dos Reis.
Maior modelo e primeira lancha cabinada da marca com teto solar elétrico, a NX 380 é assinada pelo engenheiro argentino Ricardo Rinaldo.Tem capacidade para 18 pessoas em passeios diurnos e seis em pernoite – acomodados em duas camas e no sofá reversível da cabine, que possui pé-direito de 2,13 metros.
Conta com cozinha completa, com micro-ondas, frigobar, cooktop e ar-condicionado, além de móveis planejados e espaço gourmet com churrasqueira embutida. O barco vem, ainda, com banheiro fechado com box, generosa plataforma de popa com espaço gourmet integrado e hardtop que protege todo o cockpit (inclusive quem está mais à popa), contando também com teto solar com 1,50 metros de abertura.
Apesar de sustentar a liderança da primeira etapa da Volvo Ocean Race por quase três dias, o 11th Hour Racing ainda não tem folga para os adversários pela ponta. O MAPFRE e o team AkzoNobel, da brasileira Martine Grael, têm reais chances de ultrapassar.
E a meteorologia indica que esse ataque à liderança do 11th Hour Racing deve ser feito até a quinta-feira (26), quando os barcos deverão contornar a Ilha de Porto Santo, ao norte da Ilha da Madeira. Os ventos até o chamado ‘gate’ – termo usado na vela para indicar uma linha obrigatória de passagem – devem variar muito, mas após isso prometem soprar mais forte na direção do destino final, que é a capital portuguesa. Antes de largar, Martine Grael disse que o sprint final seria de vento em popa, ou seja, com muita velocidade até a linha de chegada.
Nas últimas 24 horas, a intensidade mudou de muito fraca para média. A organização adicionou mais um gate ao norte do arquipélago para aumentar ainda mais a emoção da primeira etapa da Volvo Ocean Race.
“Desde que deixamos Gibraltar tem mudado muito. É um pouco frustrante ver os adversários tirando algumas milhas de nós, mas espero que possamos acelerar”, disse o comandante do 11th Hour Racing, Charlie Enright.
Enquanto MAPFRE e AkzoNobel tentam achar o melhor ângulo para assumir a ponta, Team Sun Hung Kai/Scallywag, Dongfeng Race Team, Team Brunel e Turn the Tide on Plastic estão praticamente alinhados.
“As últimas duas noites foram bastante contrastantes. Na anterior, tivemos 30 nós e muita água espirrando a abordo, enquanto na noite passada pegamos de dois a três nós apenas tentando manter as velas cheias”, explicou o campeão olímpico e da America’s Cup, Peter Burling. Ele corre no Team Brunel.
O time do Sun Hung Kai / Scallywag teve um problema na noite passada com uma peça que quebrou. Apesar do susto e do contratempo, o barco de Hong Kong segue firme no segundo pelotão.
Esqueça os hotéis cinco estrelas, os resorts luxuosos com praias particulares e os bangalôs idílicos suspensos sobre as águas. Para quem ama o mar, nada se compara aos hotéis que, além de flutuar, oferecem aos clientes — atenção para o detalhe — a opção de fazer as refeições e até de se hospedar em restaurantes e suítes debaixo d’água. Sim, no fundo do mar! Você acorda, abre a cortina e dá de cara com um lindo cardume de peixinhos coloridos. Ou com uma tartaruga solitária.
Ou até com um curioso tubarão. Pode parecer cena de filme de ficção científica, mas hoje em dia qualquer um que quiser, e puder pagar pela mordomia, tem a opção de fazer suas próprias cenas de cinema, conciliando hospedagem, aventura e fantasia. Não se tratam de apenas de quartos e restaurantes com piso de vidro, comuns em lugares como Bora Bora, Maldivas ou Ilhas Maurício. São instalações que ficam abaixo da linha do mar mesmo, nas quais, entre uma soneca e outra, é possível apreciar, por exemplo, o balé das arraias gigantes, entre outros animais marinhos. Conheça na edição do mês de Náutica, disponível nas principais bancas e livrarias do país, na loja online e, também, na versão digital.
Flexível, o assento portátil Select Comfort (comfortseat.nl) promete qualidade e conforto, além de design inovador e beleza, podendo ser usado para relaxar em diversos ambientes
— até no barco. Leve (pesa apenas 3 kg) e com tamanho adequado para acomodar uma pessoa, a peça pode ser levada para qualquer lugar.
Entre 25 a 27 de outubro, o Veleiro ECO vai receber cerca de 100 estudantes por dia. Eles devem conhecer a embarcação e assistir a filmes com o intuito de despertar a conscientização ambiental.
A visitação que vai durar de 40 minutos a 1 hora é destinada, preferencialmente, para crianças entre seis a nove anos de idade. No encontro, serão abordados temas como a importância dos mares, poluição marinha – o que cada um pode fazer para reduzir o impacto, além de explicações sobre as pesquisas que serão feitas a bordo do Veleiro Eco.
A visitação integra a programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que ocorre de 23 a 29 de outubro em todo o Brasil, e tem como objetivo aproximar a ciência e tecnologia da população, promovendo eventos que visam a divulgação da atividade científica do país.
Ciência e tecnologia que são o fundamento do Veleiro ECO, construído com equipamentos de última geração e que tem por intuito a pesquisa científica oceanográfica. Desta forma, a embarcação integra a programação da SNCT que terá atividades também na Universidade Federal de Santa Catarina, como o Congresso Latino Americano de Ciências do Mar.
A visita ao Veleiro ECO ocorre no Estaleiro Docas da Ribeira, localizado na Rua Cel. Emídio Amorim, nº 145, em Biguaçu.
O velejador Leonardo Almeida sagrou-se, neste fim de semana, hexacampeão do Campeonato Pernambucano de Dingue 2017. À frente da embarcação Kamikaze, o atleta do Time Cabanga finalizou a última etapa do estadual, mais uma vez, no primeiro lugar. Na disputa, Leonardo Almeida, que está na classe desde o ano 2000, teve Sophia Hutzler como proeira.
O segundo lugar do campeonato ficou com o barco Black com René Hutzler e Alan Durand. A terceira colocação ficou com Caso Sério, de Hans e Karina Huzler, ambos do Cabanga.
Leonardo Almeida é absoluto quando se trata do Estadual de Dingue. O primeiro título veio em 2001, ao lado de Tatiana Farias. No ano seguinte, foi campeão junto com Cássia Martinelli, seguido por mais um ouro em 2003, desta vez com Daniela Barros. O pernambucano voltou a subir no lugar mais alto do pódio em 2014 e 2015, com a parceira Suzana Ferreira. No ano passado, desta vez com Miguel Andrade, ele também foi campeão pernambucano.
Vale ressaltar que o velejador é o atual campeão brasileiro de Dingue e possui um título regional, conquistado no 1º Campeonato Norte Nordeste da classe, ainda em 2001. A experiência deve ajudar na campanha do Nacional 2017, que será realizado entre os dias 5 e 9 de novembro, em São Paulo.
“Apesar de ser muito bom conquistar o hepta, eu e os demais velejadores sabemos que o Brasileiro não vai ser fácil, mas estamos nos preparando e treinando há um bom tempo. Temos a convicção de que vamos chegar bastante competitivos para levar o nome do clube às melhores posições possíveis”, comemorou o veterano.
Na classe Day Sailer, o grande campeão foi a embarcação Seu Alcir, comandada por Pedro Lima e Bruno Dourado. Ao longo do Campeonato, a dupla veio numa crescente durante todas as etapas e acabou se isolando na liderança geral até a definição do título.
Quando alguém precisa tirar o resto do combustível do fundo do tanque, é sempre um problema: ou você vai derramar boa parte no casco durante a operação ou vai beber gasolina se usar uma mangueira para tirar o líquido via sucção.
Para resolver os dois problemas, a marca nacional Guarany (www.guaranyind.com.br) — a mesma das tradicionais bombas pulverizadoras Fritz — criou o Multi Extrator, um prático transferidor de líquidos manual que faz o serviço sem que você suje as mãos (ou a boca!). O equipamento, composto por bomba, recipiente plástico de alta resistência, duas mangueiras e algumas válvulas, funciona com qualquer tipo de líquido: água, combustíveis e até óleos.
Por meio de uma bomba, que gera vácuo (ou comprime o ar) ao ser acionada manualmente, o líquido é sugado para dentro do compartimento plástico, que armazena até seis litros — o suficiente, por exemplo, para tirar o óleo do cárter da maioria dos motores quatro tempos a gasolina. Após retirar o líquido, é possível transferi-lo para um lugar apropriado para descarte ou, se for o caso, reuso. Um prático suporte para o apoio do pé auxilia o manuseio da bomba e um botão indica se queremos sugar ou expulsar o líquido armazenado. As mangueiras (uma mais fina, de náilon, com 1 m de comprimento, e outra, com 1,60 m) são feitas de material resistente e que não dobram com facilidade, o que permite a vazão de líquidos sem interrupção.
No nosso teste, usamos o equipamento em um tanque de gasolina de uma lancha com motor de popa. O diâmetro das duas mangueiras que compõem o conjunto é pequeno, o que dificulta a retirada de gasolina e óleo diesel, mas, por outro lado, facilita a extração em lugares de difícil acesso, como o fundo do cárter dos motores. Seguindo as instruções do fabricante, realizamos 25 movimentos rápidos de sobe e desce na bomba, para criar a força de sucção, e mergulhamos a ponta da mangueira fina até a parte mais funda do tanque de combustível. Após isso, pressionamos a válvula de descarga. Lentamente, a gasolina foi sendo sugada automaticamente para dentro do recipiente. Depois, fizemos o mesmo processo de sucção, mas com a mangueira de diâmetro maior: o tempo para coleta da gasolina foi menor, comparado ao da mangueira mais estreita.
Em seguida, fizemos o inverso: transferimos a gasolina do Multi Extrator para um compartimento portátil de 25 litros. Invertemos a posição das válvulas na bomba, bombeamos as 25 vezes e acionamos a válvula de descarga. Neste caso, a operação de descarte foi bem mais rápida do que a de sucção, principalmente porque deixamos o equipamento em um nível acima do tanque de gasolina, para ajudar no processo.
Além de eficiente e indicado para todos os donos de barcos e marinas, o transferidor de líquidos nacional da Guarany chama a atenção pelo bom acabamento das peças que compõem o conjunto e pelo preço: apenas R$ 260.
Apresentado no Cannes Yachting Festival 2017, este luxuoso catamarã de 24 metros vem para completar a gama Seventy do estaleiro francês Lagoon. Seventy 8 foi desenhado pelos arquitetos navais da VPLP, Patrick Le Quément e Nauta Desgin, e oferece possibilidades de personalização que atendem aos marinheiros mais exigentes.
Pode vir com três camarotes, cozinha traseira e beach club; quatro camarotes, cozinha dianteira e beach club; ou cinco cabines com cozinha dianteira. Grandes janelas com vigias integradas nos camarotes proporcionam vasta entrada de luz natural e permitem desfrutar de uma bela vista do exterior. A opção de posicionamento da cozinha permite a transformação da parte da popa do casco em um cinema ou sala de massagens, de reunião, ou até mesmo salão de jogos.
Independente do resto da embarcação, a área do proprietário também pode ser personalizada com um grande sofá ou um beach club privativo. O local possui amplas janelas com vista panorâmica. A praça de popa é equipada com sofá e mesa de jantar, e o flybridge possui jacuzzi, mesa para refeições e hardtop com teto solar elétrico. O Seventy 8 pode ser equipado com um motor Volvo D11 de 510 hp.
Feito na Califórnia, o bracelete Kingii é uma espécie de airbag subaquático, para ser usado no caso de ser preciso ir à tona imediatamente durante um mergulho ou a prática de esportes aquáticos. Para usar esse recurso, basta puxar uma alavanca até que a cápsula de CO2 interna seja perfurada e a bolsa comece a inflar — depois, para um novo uso, é só esvaziar o balão e substituir a cápsula. O equipamento vem, ainda, com um apito, e tem capacidade de flutuação de até 130 kg. Está disponível em kingii.com, a partir de 90 euros, mais taxas.
Os barcos Vestas 11th Hour Racing e team AkzoNobel – da brasileira Martine Grael – lideram a primeira etapa da Volvo Ocean Race. As equipes foram as primeiras a passar pelo Estreito de Gibraltar em pouco mais de 24 horas de prova. Ao todo, os times devem percorrer 1 450 milhas náuticas de Alicante, na Espanha, até Portugal. Os veleiros devem demorar no máximo oito dias para atracar em Lisboa, capital portuguesa.
”Nós pegamos um caminho mais próximo à costa e percebemos que estávamos a liderança quando a flotilha se convergiu”, explicou o comandante Charles Enright. “Por enquanto, o único barco à vista é o AkzoNobel. Estamos bem acertados, mas não quer dizer que vamos ganhar após passar em primeiro em Gibraltar”.
A surpresa fica por conta do team AkzoNobel, que viveu uma turbulência antes da largada com a mudança do comandante e a saída dos nomes mais experientes do grupo, inclusive do brasileiro Joca Signorini. O time de Simeon Tienpont foi definido apenas uma hora antes da largada.
Foto: Ainhoa Sanchez
Antes de sair de Alicante para a Leg 1, a campeã olímpica Martine Grael disse que a regata seria bastante rápida por causa da condições de vento previstas para o percurso pelo Mediterrâneo e Atlântico Norte.
”Vamos pegar ventos favoráveis”, contou Martine Grael. ”Será uma boa perna de popa (vento a favor). Vamos até pertinho da Ilha da Madeira e chegando lá o vento vai rondar e volta a ser de popa até Lisboa novamente”.
Com melhor desempenho no começo da prova, no domingo (22), os chineses do Dongfeng Race Team perderam a liderança e viram o pelotão desgarrar. “Na noite passada, perdemos muito”, disse Chen JinHao (Horace). “Pascal e Charles estavam trabalhando a noite toda para que possamos ser mais rápidos. Foi uma noite ruim. Mas podemos voltar ao grupo!”
O estaleiro gaúcho Cimitarra Yachts acaba de colocar na água, no Guarujá, sua lancha de 54 pés com flybridge da nova linha, lançada durante o recente São Paulo Boat Show.
Com 16,50 metros de comprimento, o modelo conta com salão personalizável, duas suítes, camarote à meia-nau e sala multifuncional, além de acesso à cabine ampliado com o cockpit, como em todos os barcos da linha. O comando flutuante proporciona pé-direito duplo no convés inferior.
O design externo recebeu linhas mais marcantes, com o aumento da janela lateral, que foi integrada ao comprimento longitudinal do casco, conferindo mais expressividade à embarcação. A Cimitarra 540 pode ser equipada com dois motores de centro-rabeta de 800 a 1200 hp ou IPS 600.
Esta é a caixa térmica mais completa do mundo. Tem porta-copos, tábua de corte (e faca!), abridor de garrafa e até um liquidificador embutido (com bateria recarregável de 20 V). Ainda traz alto-falante com conexão bluetooth, entrada usb impermeável para carregar o celular, iluminação de led no interior e porta-objetos. E ainda pode ser facilmente levado de um lado para outro, graças ao puxador ajustável de alumínio e às rodinhas emborrachadas.
E ainda tem capacidade superior a 50 litros. Custa cerca de US$ 450, pelo coolest.com.
No próximo sábado (28), paralelo ao FITS (Fórum Interamericano de Turismo Sustentável) acontecerá a primeira volta a nado ao Arquipélago de Alcatrazes. O empresário Ricardo Augusto, que foi o primeiro e único homem a nadar os 40k de Camburi a Alcatrazes, convidou cinco amigo nadadores de expressão nacional para este desafio inédito.
Igor de Souza, Harry Finger, Marcelo Salavee, Jacques Abram e Gilberto Bucholtz vão nadar em torno de 15 km e dar a volta completa na ilha principal, com o objetivo de chamar a atenção das pessoas que vão poder visitar Alcatrazes no inicio do ano que vem.
“Não tem como estar em um lugar como Alcatrazes e não refletir sobre a importância da preservação de locais como este, vamos nadar e com isso mostrar às pessoas que temos que preservar estes ambientes a qualquer custo para as próximas gerações”, afirmou Ricardo Augusto.
Hoje o local é a segunda unidade de proteção marinha mais importante do Brasil, oficialmente chamado de Refúgio da Vida Silvestre Arquipélago dos Alcatrazes, sob a gestão do Instituto Chico Mendes e Governo Federal.
A Marina Canoa Barra do Una, em parceria com a prefeitura de São Sebastião e o Senai, está promovendo uma série de cursos náuticos para capacitação de mão de obra. Entre os dias 18 e 20 deste mês, aconteceu o curso de Mecânica Preventiva para manutenção de motos aquáticas, que reuniu 16 participantes. Os próximos cursos serão de auxiliar mecânico de motor diesel marinizado e auxiliar mecânico de motores de popa de 2 e 4 tempos.
Fotos: Divulgação
Os cursos estão sendo realizados na Marina Canoa, em Barra do Una (Avenida Magno dos Passos Bittencourt, 326), e atendendo a quem reside em São Sebastião na área que abrange o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Boiçucanga, na Costa Sul; estar desempregado; ter 16 anos ou mais e formação até 4ª série/5° ano.
O holandês Simeon Tienpont retorna ao posto de comandante do team AkzoNobel para a primeira etapa da Volvo Ocean Race entre Alicante e Lisboa. Neste domingo (22), a comissão de regata da Volta ao Mundo aprovou a nova tripulação para a perna de 1 450 milhas náuticas. Dos brasileiros previamente escalados, apenas Martine Grael ficou. Joca Signorini está fora. A formação atendeu aos requerimentos de segurança, idade e gênero exigidos no Aviso de Regata.
Team Akzonobel para primeira etapa
Simeon Tienpont – comandante
Ross Monson – navegador
Brad Farrand
Antonio Fontes
Martine Grael
Luke Molloy
Emily Nagel
Nicolai Sehested
A equipe continuou se preparando mesmo após o afastamento de Simeon Tienpont. O velejador foi substituído pelo comandante Brad Jackson no fim de semana passado. Na sexta-feira (20), Tienpont ganhou na justiça o direito de retornar ao time, mas apenas horas antes da largada deste domingo enviou a lista atualizada da tripulação.
Em um comunicado divulgado pela equipe, Tienpont comentou: “Foi obviamente um período muito difícil para todos os envolvidos desde que chegamos aqui em Alicante há 10 dias. Cheguei agora a um acordo com a AkzoNobel e todas as partes agora vão deixar a situação no passado e focar na campanha da Volvo Ocean Race 2017-18.
“Gostaria de agradecer Brad Jackson por ter liderado esse desafio de manter a equipe AkzoNobel se preparando para a regara. Agradeço também ao Joca Signorini e ao Jules Salter por suas contribuições na campanha, além do Roma Kirby. Agradecemos ao dono da equipe Sun Hung Kai Scallywag, Seng Huang Lee, e ao comandante David Witt por nos ter emprestado Antonio Fontes para a primeira etapa. Pessoalmente, estou aliviado por estar de volta com a minha equipe e ansioso por começar a campanha Volvo Ocean Race”.
A churrasqueira portátil Cuisinart pode ser colocada em praticamente qualquer lugar e é uma boa opção para usar a bordo. Mesmo compacta, a grelha tem o tamanho ideal para assar para todos os passageiros. Isso porque, segundo o fabricante, tem sistema de aquecimento rápido e consome menos gás que uma grelha de tamanho maior. Custa cerca de US$ 120, mais taxas, no site www.cuisinart.com.
As sete equipes que disputam a Volvo Ocean Race já definiram os atletas que estarão a bordo para a primeira etapa, entre Alicante, na Espanha, e Lisboa, em Portugal, na manhã deste domingo (22). Os brasileiros Joca Signorini e a campeã olímpica Martine Grael estão confirmados na prova, que terá 1 450 milhas náuticas ou 2 650 quilômetros. Outros nomes de peso da vela mundial como os neozelandeses Peter Burling e Blair Tuke – ganhadores da America’s Cup e Rio 2016 – e os espanhóis Xabi Fernandéz e Tamara Echegoyen – ouro em Atenas 2004 e Londres 2012 – também fazem parte da lista.
O brasileiro Joca Signorini inicia sua quarta Volvo Ocean Race como atleta profissional. Campeão da regata em 2008-09, o velejador acredita que essa edição é uma das mais fortes tecnicamente da história.
”A regata de volta ao mundo sempre esteve entre os principais eventos da modalidade e, claro, com os melhores velejadores sempre presentes. Mas agora a qualidade técnica deles é incrível. São medalhistas olímpicos, vencedores da America’s Cup e da própria Volvo Ocean Race. Isso só enriquece a competição. O importante é disputar regatas contra os melhores”, disse o carioca integrante do team AkzoNobel.
Campeã olímpica na Rio 2016, a atleta Martine Grael fará sua estreia na Volvo Ocean Race, também a bordo do team AkzoNobel. Na prática, a velejadora terá sua primeira grande experiência em provas de oceano, já que dedicou sua carreira até agora à regatas com distâncias curtas, como as provas olímpicas.
”Será a primeira vez que vou passar mais dias velejando de fato e, logo de cara, vou pegar uma semana. Nas regatas-treino, eu fiquei no máximo três noites seguidas competindo. O bom dessa primeira etapa é que vamos pegar vento de popa até Portugal. Nos treinos enfrentamos muito contravento”.
A Leg 1 entre Alicante, na Espanha, e Lisboa, Portugal, obrigará os barcos a passar pela ilha de Porto Santo antes de sprint final rumo à capital portuguesa.
A regata promete ser bastante complicada do ponto de vista técnico, mesmo sendo uma das mais curtas da regata.
O português Bernardo Freitas, integrante do Turn the Tide on Plastic, acredita que sua equipe não terá vantagem por conhecer o lugar. O veleiro comandando pela britânica Dee Cafari é de bandeira portuguesa. ”É a terceira vez que a Volvo Ocean Race chega em Lisboa e os velejadores são do mais alto nível. Talvez a nossa única vantagem seja na aproximação à linha de chegada por conhecer o regime de ventos local”.
Saiba quem estará na regata
Dongfeng Race Team:
Charles Caudrelier (skipper)
Pascal Bidégorry
Stuart Bannatyne
Jérémie Beyou
Daryl Wislang
Marie Riou
Carolijn Brouwer
Jackson Bouttell
Chen Jinhao (Horace)
Richard Edwards (OBR)
team AkzoNobel:
Brad Jackson (skipper)
Jules Salter
Joca Signorini
Nicolai Sehested
Emily Nagel
Martine Grael
Luke Molloy
Rome Kirby
Brad Farrand
Konrad Frost (OBR)
Team Brunel:
Bouwe Bekking (skipper)
Carlo Huisman
Alberto Bolzan
Kyle Langford
Andrew Cape
Maciel Cicchetti
Peter Burling
Annie Lush
Abby Ehler
Martin Keruzoré (OBR)
Team Sun Hung Kai/Scallywag:
David Witt (skipper)
Alex Gough
Annemieke Bes
Ben Piggott
John Fisher
Luke Parkinson
Steve Hayles
Tom Clout
Jeremie Lecaudey (OBR)
Turn the Tide on Plastic
Dee Caffari (skipper)
Nico Lunven
Martin Strömberg
Liz Wardley
Annalise Murphy
Francesca Clapcich
Bianca Cook
Lucas Chapman
Bleddyn Mon
Bernardo Freitas
Jen Edney (OBR)
Vestas 11th Hour Racing
Charlie Enright (skipper)
Simon Fisher
Mark Towill
Phil Harmer
Nick Dana
Tom Johnson
Tony Mutter
Stacey Jackson
Jena Hansen
James Blake (OBR)
MAPFRE:
Xabi Fernández (skipper)
Joan Vila
Pablo Arrarte
Rob Greenhalgh
Antonio “Ñeti” Cuervas-Mons
Blair Tuke
Willy Altadill
Sophie Ciszek
Támara Echegoyen
Ugo Fonollá (OBR)
Nos dias 1º e 2 de dezembro, o município de Santa Cruz Cabrália, no sul da Bahia, irá receber o Torneio de Pesca de Santo André (que recebe o nome de um de seus vilarejos). A competição é organizada pelo Yacht Clube da Bahia (YCB), que espera receber 15 equipes para participar da disputa.
Realizado desde 2010, o torneio envolve cerca de 150 pessoas, entre pescadores e equipe técnica, e integra o Campeonato Baiano de Pesca, realizado anualmente pelo Clube de Salvador. A equipe campeã poderá participar do Offshore World Championship, um dos principais torneios de pesca do mundo.
“Estamos dando total apoio ao torneio de pesca deste ano. Sabemos da vocação náutica da nossa costa e não poderíamos deixar de valorizar e divulgar o quanto Santo André é propício para esse tipo de atividade”, afirma Agnelo Santos, prefeito de Santa Cruz Cabrália.
Com o objetivo de contribuir com dados de institutos que controlam a vida marinha mundialmente, como a Billfish Foundation, este ano, a diretoria responsável pela competição vai implantar o sistema de Tags. Trata-se de uma etiqueta numerada com uma ficha correspondente. Esta ficha é preenchida pela equipe com as informações do peixe, inclusive localização, e enviada à instituição.
“Ao fisgar um peixe, os pescadores deverão colocar o tag no animal. Assim, conseguimos reunir informações para estudar a migração, o comportamento e o crescimento estimado, entre outros aspectos”, explica o diretor de pesca do YCB, Xande Cunha Guedes.
Cada vez mais rigoroso no assunto preservação, o Torneio de Pesca de Santo André não permite o embarque dos peixes. Toda a pontuação baseia-se em filmagens realizadas pelas equipes, que devem liberar os animais com vida.
As inscrições para participar da disputa podem ser realizadas na secretaria do Yacht Clube.
A Azimut Yachts participará do Fort Lauderdale International Boat Show, que acontece entre os dias 1º e 5 de novembro, com 18 embarcações. Entre eles estará a Azimut S7, fazendo sua estreia nos Estados Unidos.
A Azimut S7 tem 21 metros de comprimento e é ideal para quem quer desempenho sem sacrificar o design contemporâneo e sofisticado. O uso de fibra de carbono na superestrutura e na plataforma permitiu o aumento do volume do barco aliado ao desempenho. Rápida, silenciosa e com boa manobrabilidade, segundo a marca, a embarcação possui quatro camarotes e uma garagem que pode levar até dois brinquedos aquáticos.
O modelo conta com duas versões: Sportfly (que estará no salão náutico) e Coupé. Ele é resultado do trabalho conjunto do designer Stefano Righini, responsável pelas linhas exteriores, e Francesco Guida, que desenhou o interior da embarcação, trabalhando pela primeira vez com a marca italiana.
O 15º Encontro Nacional da Associação Brasileira de Velejadores de Cruzeiro (ABVC) acontece entre os dias 2 e 4 de novembro, no Bracuhy, em Angra dos Reis, e quem quiser participar pode se inscrever com desconto promocional até esta segunda-feira (23).
Os valores são de R$ 260 para associado, R$ 350 para não associado, R$ 150 até 18 anos e isento para crianças até 10 anos. Após o dia 23 de outubro, as inscrições passam a custar R$ 350 para associado, R$ 440 para não associado, R$ 150 até 18 anos e isento para crianças até 10 anos.
Serão três dias de palestras, oficinas, clínicas, além de atividades recreativas, brechó náutico, exposição de produtos, sorteio de brindes e muito mais! Os participantes terão direito, ainda, aos jantares de confraternização todas as noites. Mais informações e inscrições no site www.abvc.com.br.
Elas são pequenas, silenciosas, ficam escondidas no fundo do casco e, por isso, muitas vezes acabam negligenciadas pelos donos dos barcos. Mas poucos equipamentos de segurança são tão fundamentais num barco – qualquer barco! – quanto as bombas de porão. Elas podem ser a diferença entre um passeio tranquilo e o completo desatre. Estatísticas mostram que boa parte dos naufrágios de barcos de passeios poderiam ter sido evitados apenas se o sistema de bombeamento de água do porão tivesse funcionado. Ou seja, é sempre bom conhecer um pouco mais sobre o assunto. Como nestas perguntas bem frequentes.
Qual o melhor lugar para instalar a bomba de porão?
Depende do tipo de casco. Como regra geral, ela deve ser instalada nos pontos onde a água tende a se acumular. Nas lanchas, isso ocorre próximo à popa e, em veleiros, mais à meia-nau. Também é preciso observar se a posição das cavernas do casco não criam compartimentos que represam a água. Neste caso, o ideal é ter uma bomba em cada local. Mas jamais coloque a bomba debaixo do motor ou em local onde seja difícil inspecioná-la.
É melhor ter uma bomba maior ou duas menores?
Bombas de porão são equipamentos elétricos que trabalham submersos e, assim sendo, unem duas coisas que, a princípio, deveriam estar separadas: água e eletricidade. Portanto, a melhor maneira de aumentar a confiabilidade é ter uma redundância de equipamentos. Assim, se uma pifar ou entrar em curto, a outra continuará funcionando. Todo barco deveria ter, no mínimo, duas. E uma manual, de reserva, para o caso de emergência ou panes elétricas.
É melhor ligar a bomba na chave geral do barco ou diretamente na bateria?
Na chave geral, não! A bomba precisa operar mesmo que todos os demais equipamentos estejam desligados. A melhor solução é ligá-la diretamente na bateria e com um sistema de proteção contra curto-circuitos. Verifique sempre a junção dos fios da bomba com a fiação do barco. Esta emenda é um ponto fraco, por causa da tendência a corrosão. Garanta que esta junção fique fora d´água.
A vazão que a bomba se propõe na embalagem vale para qualquer situação?
Não. A maioria dos fabricantes se baseia na vazão que a bomba teria somente circulando a água, sem estar conectada a uma mangueira. Na prática, a vazão é sempre bem menor. Por isso, use mangueiras com diâmetro recomendado pelo fabricante e diminua ao máximo o comprimento e o número de curvas. Quanto mais suave for o caminho da água, melhor para a bomba.
Manter o porão limpo ajuda?
Sim. Lembre-se que a água que a bomba sugará passou por boa parte do porão e, portanto, carregou sujeiras pelo caminho. Um pedaço de estopa pode entupir a entrada da bomba. Detritos também podem impedir a flutuação e o correto funcionamento da chave do automático dela.
Quais os principais cuidados para manter a bomba em bom estado?
O mais importante é inspecioná-la antes de cada saída e após a limpeza do porão. Veja se ela está com a grelha de sucção desobstruída e se não há nada solto no porão. Se possível, movimente manualmente a chave do automático para ver se a bomba liga e confira o estado das fiações. Aproveite quando for lavar o porão para testar todo o sistema. Atenção: barcos que ficam em vagas molhadas estão sujeitos, também, à obstrução na saída da bomba no casco, por causa das cracas.
Usar válvulas de retenção na saída da bomba ajuda a melhorar seu desempenho?
Não. Na verdade, até piora. Alguns fabricantes usam este expediente para evitar que a água que ficou na mangueira retorne ao porão, quando a bomba é desligada. Mas isso não compensa a diminuição da vazão provocada pela válvula. Outro problema é que passa a haver mais um elemento sujeito a falhas no sistema. Se a válvula ficar travada na posição fechada, impedirá o funcionamento da bomba. Esqueça, portanto, a retenção e concentre-se, sempre, em ficar checando a bomba.
Este assento flutuante da Lazy Bunz é perfeito para curtir as águas com tranquilidade e relaxar nas pausas da navegação. Projetado para permitir o conforto de sentar-se com as pernas naturalmente para baixo d’água, pode ser regulado para que o usuário fique deitado. Está disponível nas cores amarelo e branco e custa, aproximadamente, US$ 45 no site lazybunz.com.
Neste sábado (21), a partir das 7h30, o projeto Limpeza dos Mares, realizado pela Acatmar, chega à sua 4ª temporada com ação na Baía dos Golfinhos e Praia dos Magalhães, em Governador Celso Ramos. A ação, que já retirou mais de 27 toneladas de resíduos dos fundos das águas da Grande Florianópolis, contará com mergulhadores profissionais e voluntários.
A iniciativa começou em 2014, nos pontos onde havia concentração de lanchas de passeio, barcos pesqueiros e praias. Com o objetivo de desenvolver a atividade náutica em todo o litoral catarinense, a Acatmar estendeu as ações para rios, lagoas e represas. Desde o início a proposta uniu poder público, voluntários e setor náutico. A ação também conta com palestras em escolas e exposições com produtos retirados do fundo do mar.
A partir de R$ 500 mensais, aproximadamente, é possível guardar um barco de até 25 pés na Marina Itajaí e usufruir da ampla infraestrutura de serviços do complexo náutico catarinense. O desconto é por tempo limitado e tem como objetivo atender à demanda de quem está ingressando no mercado náutico ou que opta por embarcações de menor porte.
A embarcação é guardada em vaga seca, coberta e protegida de intempéries. O investimento inclui ainda 16 movimentações mensais, ou seja, até 8 saídas para a água através de ForkLift, equipamento capaz de levantar barcos de até 12 toneladas, ou de TravelLift (para até 75 toneladas) garantindo a proteção do barco nos deslocamentos. O suporte operacional é das 7h às 19h.
“Independentemente do tamanho do barco, todos têm as mesmas vantagens. Quando o cliente desejar navegar, basta entrar em contato com a nossa central que a equipe de operação deixará o barco preparado na água. Essa comodidade é um grande diferencial ao optar pela vaga na marina, o que otimiza tempo e transtornos para deslocar um barco desse porte em uma carreta, por exemplo, além do combustível. A segurança da operação e manutenção do barco são mais diferenciais”, explica o diretor náutico da Marina Itajaí Carlos Oliveira.
Portaria e segurança 24 horas, posto de combustível com diesel Verana (mais sustentável), amplo estacionamento disponível aos clientes, banheiros, vestiários, internet, acesso ao píer e possibilidade de deixar o barco em vaga molhada por alguns dias são mais vantagens que integram a promoção.
“Em nossos hangares de vagas secas, já registramos mais de 90% de ocupação de barcos de mais de 36 pés. Para embarcações menores, muitos optam por guardarem em garagens de residências ou em estruturas pequenas que, algumas vezes, não oferecem equipamentos adequados e monitoramento constante. Nossa intenção, através desse desconto, é desmistificar a ideia de que é necessário um custo alto para se guardar um barco em uma marina ou que um complexo náutico é adequado apenas para barcos grandes. Pelo contrário, a relação de custo-benefício é bem significativa”, completa o diretor náutico.
Além disso, a Marina Itajaí possibilita uma ampla área em caso de necessidade de serviços, como reparos ou manutenções preventivas. Para se ter uma ideia, o pátio tem capacidade para atender até 11 barcos de 85 pés de forma simultânea.
A cidade espanhola de Alicante sediou, nesta quarta-feira (18), o primeiro encontro promovido pela Volvo Ocean Race e as Nações Unidas para coletar informações importantes visando a preservação dos oceanos. Ao todo serão sete encontros – chamados de Ocean Summit – entre cientistas, representantes governamentais, empresas e entidades esportivas com tema exclusivo sobre a saúde dos mares e a poluição através dos resíduos de plástico. Um dos barcos da Volvo Ocean Race, o Turn the Tide on Plastic (Portugal) leva a mensagem para todo mundo.
Além da mensagem, todos os sete veleiro da edição de 2017-18 enviarão dados dos oceanos a cada 10 segundos, incluindo temperatura, pressão barométrica, velocidade do vento e direção. Essas informações serão repassadas aos cientistas da NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica) e do Centro Europeu de Previsão do Tempo. Isso contribuirá para previsões meteorológicas mais precisas.
Em segundo lugar, durante as quatro etapas mais isoladas da regata, todos os veleiros transportarão bóias equipadas com comunicação via satélite para transmitir informações sobre as águas.
A equipe de Turn the Tide on Plastic, montada pela britânica Dee Caffari, transportará instrumentos a bordo para testar salinidade, CO2 dissolvido, Chlorophyll-a (algas), e pela primeira vez, os microplásticos, diretamente na água do mar em torno deles.
“A Volvo Cars orgulha-se de apoiar o Volvo Ocean Race Science Program e de ajudar a melhorar a nossa compreensão sobre a saúde dos oceanos”, disse Niklas Kilberg, gerente sênior da Volvo Cars para a sustentabilidade. “Este projeto inovador significa que os barcos não estão apenas navegando em uma competição esportiva de alto nível, mas também estão realizando pesquisas científicas”.
“Ao coletar dados das partes mais remotas dos oceanos, eles estarão enviando informações vitais que podem ser usadas para ajudar a melhorar a saúde marinha, o crescente problema da poluição do plástico”.
Foto: Pedro Martinez
Apoio da Espanha
O governo espanhol declarou apoio à campanha da ONU. Como a 14ª maior economia do mundo, a declaração da Espanha é um impulso significativo para a campanha global entidade, que agora conta com 32 estados membros.
“Nos últimos seis anos, estamos desenvolvendo uma nova estratégia marítima espanhola, e um dos principais objetivos é lidar com lixo nos oceanos”, disse Raquel Orts Nebot, diretor-geral de Sustentabilidade do governo local. “Por isso, eu confirmo que a Espanha está se juntando à Campanha da ONU Clean Seas, com o objetivo de apoiar esta iniciativa global e contribuir para o seu impacto em todo o mundo”.
Chefe do meio ambiente da ONU, Erik Solheim, disse: “O envolvimento da Espanha nesta campanha envia uma mensagem importante na região do Mediterrâneo e no mundo. Nossos oceanos são fundamentais para nossa sobrevivência, que devemos fazer tudo o que pudermos para protegê-los “.
O prefeito de Alicante, Gabriel Echávarri, prometeu que não haveria garrafas de plástico em qualquer evento promovido pelo executivo. Ele também anunciou uma campanha de educação sobre plástico em todas as escolas da cidade.
Wendy Schmidt, presidente da The Schmidt Family Foundation e co-fundadora da 11th Hour Racing, disse à Ocean Summit que os oceanos estão “sob ataque”. ”E nos estamos aqui para defender os oceanos”.
Outras cúpulas da Ocean Summit estão programadas no decorrer da Volvo Ocean Race 2017-18, que começa no domingo, 22 de outubro, com a etapa entre Alicante e Lisboa.
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