O fim de semana (dias 11 e 12) de abertura do XVII Circuito Ilhabela pode ser considerado perfeito para a vela oceânica. O sol e o vento ofereceram às tripulações os ingredientes indispensáveis para que a emoção fosse completa nas raias da Capital Nacional da Vela. A C30 mostrou mais uma vez porque é uma das classes mais competitivas de oceano, com duelos repletos de adrenalina nas cinco regatas disputadas nos dois primeiros dias da chamada Copa Suzuki. As classes C30, HPE 25, RGS e IRC reuniram 27 embarcações.
Caballo Loco e Caiçara monopolizaram a briga pela primeira colocação em cada prova, em disputa acirrada no melhor estilo match race (disputa entre apenas dois barcos). O mesmo aconteceu entre +Ralizado eCycle e Barracuda na luta pelo terceiro lugar. Após três vitórias, o Caballo Loco lidera a C30 com cinco pontos perdidos, apenas um de vantagem sobre o atual bicampeão Caiçara, que venceu duas regatas. O +Realizado está em terceiro lugar, seguido por Barracuda. A etapa de abertura da temporada será concluída no próximo fim de semana (18 e 19/3), com sede no Yacht Club de Ilhabela (YCI).
A tripulação do Caballo Loco soube aproveitar em Ilhabela a competência demonstrada na conquista do vice-campeonato no Circuito Ilha de Santa Catarina, há um mês em Florianópolis, onde se adaptou ao novo jogo de velas. “Largamos bem na maioria das regatas, o que é fundamental em uma classe tão equilibrada. Na última regata de domingo, o duelo com o Caiçara foi sensacional depois que o vento leste diminui de 12 para 8 nós. Ficamos lado a lado e cruzamos a linha apenas alguns segundos à frente deles”, relatou o comandante do Caballo Loco, Mauro Dottori.
Na véspera, o vento sul com rajadas de 15 nós (27km/h) permitiu que a Comissão de Regatas (CR), dirigida por Cuca Sodré, montasse os percursos no Canal de São Sebastião. “Na prova que fechou o sábado, conseguimos nos aproximar do baixio, mais para o lado do continente, antes dos adversários. Depois da segunda boia, com muitas rondadas de vento, o Caiçara encostou e tivemos uma chegada mais uma vez muito apertada”, relatou Dottori.
Além das velas novas de Caballo Loco, Caiçara e +Realizado eCycle, uma novidade adotada pela CR tornou as regatas da classe C30 ainda mais disputadas. “O gate introduzido no meio da raia nas pernas de popa trouxeram mais competitividade, amenizando eventuais vícios da raia que podem interferir na regata. Foi mais um fim de semana de pura emoção”, resumiu Dottori, comandante e timoneiro do líder Caballo Loco. A etapa de abertura da temporada 2017 será concluída no próximo fim de semana (18 e 19/3), com sede no Yacht Club de Ilhabela (YCI).
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Um dos itens fundamentais no garageamento de embarcações é a segurança. Por isso, a Marina Itajaí incluiu o acompanhamento visual à distância de operações mais críticas, como a identificação de embarcações se aproximando da baía e remoção de barcos nesta que é uma das maiores marinas do país.
Desde o primeiro mês em atividade, a empresa considerou como prioridade a excelência do sistema de segurança (já que a segurança das embarcações é um dos principais quesitos) e iniciou a operação. “São barcos de diversos valores que precisam ser resguardados para que os nossos clientes possam ficar tranquilos sabendo que seu patrimônio está seguro”, afirma o gerente geral da Marina Itajaí, Wolfgang Roedel.
A Marina Itajaí é uma das únicas no Brasil localizadas em um centro urbano. Além de comportar embarcações de até 120 pés, agrega centro comercial com lojas náuticas, academia e até cinema. Isso aumenta muito o fluxo de pessoas e, consequentemente, a necessidade de videomonitoramento, segundo a administração do complexo náutico, que comporta até 900 embarcações e 600 carros no estacionamento.
Divulgação
Além da responsabilidade e compromisso em proteger o patrimônio dos clientes, o projeto de segurança ainda exigia câmeras de qualidade e resistência para suportar as intempéries climáticas da cidade, como calor, maresia e chuva. O clima litorâneo, com altas temperaturas e umidade elevada, exige equipamentos de segurança de alto desempenho e durabilidade.
“O ambiente traz bastantes desafios. A marina está à beira do oceano e com maresia, vento e chuva forte. Outros equipamentos já teriam sucumbido. Com certeza a qualidade das câmeras, a robustez das caixas, com grau de proteção IK10 e controle de temperatura que suportam de -40ºC a 50 ºC fazem total diferença em um projeto de surveillance como esse da Marina Itajaí”, explica Eder Warmling, diretor comercial da Traders Service, responsável pelo projeto.
O projeto da Marina Itajaí foi separado em três etapas, que serão colocadas em prática à medida com que o empreendimento necessite. Ao final, serão cerca de 90 câmeras instaladas em todo o complexo náutico que cerca o estacionamento das embarcações. Outro plano é liberar as imagens online para que todos os clientes possam acompanhar em tempo real seus respectivos barcos.
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Com caras novas e nomes consagrados, a Equipe Brasileira de Vela está formada para a temporada 2017, a primeira do ciclo olímpico dos Jogos de Tóquio 2020. A definição veio neste sábado, dia 11, último dia de regatas da IV Copa Brasil de Vela, com a decisão dos campeões de cada classe olímpica, nas raias do Guaíba, em Porto Alegre.
São eles: Carlos Robles e Marco Grael (49er), Jorge Zarif (Finn), Fernanda Oliveira e Ana Barbachan (470 feminino), Geison Mendes e Gustavo Thiesen (470 masculino), Patrícia Freitas (RS:X feminino), Albert de Carvalho (RS:X masculino), João Pedro Oliveira (Laser), Gabriella Kidd (Laser Radial) e Isabel Swan e Samuel Albrecht (Nacra 17). As campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze, que participaram esta semana da competição de 49er, serão a dupla da classe 49er FX. O primeiro grande compromisso internacional do calendário é o Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca (Espanha), a partir do próximo dia 24.
“É apenas o começo do ciclo olímpico, mas creio que temos muito potencial como dupla”, afirmou Carlos Robles, que nasceu na Espanha mas é filho de mãe brasileira e tem dupla cidadania. “O Marco tem mais experiência que eu, já disputou os Jogos Olímpicos do Rio. Nós fazemos uma boa parceria. Fora da água, somos amigos e temos o mesmo objetivo: sermos os melhores velejadores que pudermos ser”.
A disputa na 49er teve alto nível técnico. Carlos Robles e Marco Grael foram os vencedores com 13 pontos perdidos. Maior medalhista olímpico do esporte brasileiro, Robert Scheidt ficou com a medalha de prata, ao lado de Gabriel Borges (16 p.p.), mostrando evolução e competitividade na primeira disputa na sua nova classe no Brasil. Martine Grael e Kahena Kunze, velejando entre os homens, acabaram em terceiro lugar (29 p.p.).
Fotos: Gustavo Roth/Agência Preview/CBVela
Em relação aos Jogos Rio 2016, as novidades na Equipe Brasileira são a presença de João Pedro Oliveira na Laser, Gabriella Kidd na Laser Radial e Geison Mendes e Gustavo Thiesen na 470 masculino, além de Albert de Carvalho, que venceu no RS:X masculino na ausência de Ricardo Winicki, o Bimba, velejador que dominou a classe no país nas últimas duas décadas.
Em contrapartida, atletas que ficaram no top 10 nos Jogos Rio 2016 ratificaram nas águas do Guaíba o predomínio técnico em suas classes, com o título da Copa Brasil. Foram os casos de Jorge Zarif (quarto colocado nos Jogos Rio 2016), Patrícia Freitas (oitava nos Jogos Olímpicos), Fernanda Oliveira e Ana Barbachan (oitavo lugar nos Jogos) e Isabel Swan e Samuel Albrecht (décimo).
“Foi um bom resultado. Nos próximos dias já vou embarcar para Palma de Mallorca, que é o primeiro campeonato internacional na Europa este ano. A Copa Brasil serviu como preparação, para tentar melhorar”, disse Jorge Zarif.
De acordo com o regulamento estabelecido pelo Conselho Técnico de Vela (CTV), os atletas vencedores da IV Copa Brasil de Vela passam a integrar o plano de investimento da Confederação Brasileira de Vela (CBVela) para participação nas principais competições internacionais deste ano. Além deles, os velejadores sub-23 mais bem classificados nas suas respectivas classes receberão suporte. Todos serão constantemente analisados no Programa de Desenvolvimento Individual de Atletas durante o ciclo olímpico, até os Jogos de Tóquio 2020. A competição em Porto Alegre também valeu pontos para o ranking mundial da Federação Internacional de Vela (World Sailing).
“Tivemos uma grande competição ao longo dessa semana, demonstrando mais uma vez a qualidade dos velejadores brasileiros. É com satisfação que vemos o surgimento de novos nomes e também a confirmação de atletas com experiência e conquistas internacionais. Os velejadores estão todos de parabéns. E só temos a agradecer ao Bradesco, patrocinador da CBVela; à Federação de Vela do Estado do Rio Grande do Sul, ao Clube dos Jangadeiros e ao Veleiros do Sul, nossos parceiros na organização do evento”, afirmou Marco Aurélio de Sá Ribeiro, presidente da CBVela.
A principal novidade da Copa Brasil foi a estreia do kitesurfe como nova classe da vela. Na categoria Foil, o campeão foi Roberto Veiga, com 12 pontos perdidos. Na Tubular, o vencedor foi Eduardo Fernandes, com 45 p.p. O evento foi válido também como 1ª Etapa do Brasileiro de Hidrofoil.
Paralelamente à Copa Brasil, foi disputada a II Copa Brasil de Vela Jovem. Na classe 420, os vencedores foram André Fiuza e Pedro Zonta, com 15 pontos perdidos; na 29er, Lorenzo Bernd e Philipp Rump venceram uma disputa muito equilibrada, com 13 p.p.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Triton Group divulgou esta semana novas imagens da Armatti 480 Sport Fly, que será lançada no Rio Boat Show 2017.
Com mais de 14 m de comprimento, o modelo une conforto com esportividade. Além da navegabilidade proporcionada pelo formato do casco e seu processo construtivo, um dos destaques do modelo é o aproveitamento de áreas, tanto internas quanto externas. A Armatti 480 Sport Fly tem capacidade para receber 14 passageiros de dia e seis em pernoite. Sua motorização, dependendo da escolha do cliente, poderá ser de dois motores de 370HP ou IPS 600.
A histórica 20ª edição do Rio Boat Show, maior salão náutico outdoor da América Latina, acontecerá entre os dias 5 e 11 de abril de 2017, na charmosa Marina da Glória. Serão sete dias de evento, reunindo fabricantes, distribuidores e revendedores do setor em um só lugar. Com barcos na água e a encantadora vista da Baía de Guanabara, os visitantes poderão, ainda, agendar avaliações das embarcações e, assim, decidir melhor sua compra. Os ingressos já estão disponíveis no site oficial do evento.
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Um dos pontos altos da festa da 18ª Regata Ilha de Caras – Revista Náutica foi os sorteios de brindes para os participantes. Entre os produtos que fizeram a alegria dos presentes, estavam toalhas de banho e de rosto da Náutica, além de tela náutica e cosméticos variados oferecidos pela Revista Pense Leve.
A Nautispecial, especializada na limpeza e conservação de barcos, ofereceu kits com bucha náutica antiaderente, desengordurante (ideal para limpeza da cozinha do barco) e multiuso náutico Eco Sea, lava louças ecológico, entre outros produtos de sua linha biodegradável.
Os participantes concorreram, ainda, a um GPS Raymarine A50D Chartplotter/Fishfinder, disponibilizado pela Marine Express, representante da marca no Brasil. Entre os itens de uso pessoal e vestuário, os velejadores ganharam óculos polarizados JF Sun, cintos e camisetas da marca Mogadicho, camisetas Tropical, toalhas cangas Menina Sereia e pingentes Magia das Jóias. A Sea Sub, há 30 anos no mercado de acessórios esportivos, cedeu lycras e sapatilhas antiderrapantes para os sorteios.
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Maior regata festiva do país, a 18ª Regata Ilha de Caras Revista Náutica, agitou as águas de Angra dos Reis neste sábado, 11, reunindo mais de 600 tripulantes, em quase 90 veleiros, no percurso entre a Ilha de Caras, também conhecida como Ilha dos Coqueiros, e a Ilha da Gipóia.
Como já é tradição, a competição, que foi um sucesso, reuniu todos os participantes em uma feijoada pós-regata, no sábado, 11, e churrasco na premiação de domingo, 12. O evento contou, também, com concursos e sorteios de brindes.
Confira um álbum de fotos especial deste grande evento da vela brasileira:
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O domingo (12) também foi de festa para os veleiros campeões e vice-campeões das classes participantes da 18ª Regata Ilha de Caras-Revista Náutica. Todos os velejadores se reuniram na Ilha de Caras para um almoço promovido pela organização do evento.
Entre as tripulações, compareceram ao almoço na Ilha de Caras as turmas dos veleiros Almar, Trilegal 1, Moya, Orion, Cação, Nativo, Farândola, Capim Canela III, Rudá, Maximus e Lexus Chroma, além de convidados especiais.
Após uma feijoada dos deuses, promovida no sábado, o almoço dominical foi à base de um delicioso churrasco, para gaúcho nenhum torcer o nariz, servido pela TchêBoi, empresa especializada em preparar carnes assadas em domicílio. Como não poderia deixar de ser, o almoço fez sucesso entre os presentes, fechando com chave de ouro mais uma edição do regata mais charmosa do Brasil e deixando um gostinho de quero mais para o próximo ano.
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A tradicional Regata Ilha de Caras – Revista Náutica chegou à sua 18ª edição neste sábado, 11, e como já é de costume, elegeu a Musa da Regata entre as participantes do evento. Em 2017, o título ficou com a mineira Simone Nogueira Dias, de 26 anos. Simone, que é de Belo Horizonte, veio com alguns amigos do Iate Clube Lagoa dos Ingleses – no veleiro Volta por cima, que já participou outras vezes da regata – especialmente para participar do evento.
Ela conta que veleja com os amigos, em Minas, e decidiu comparecer pela primeira vez na regata mais charmosa do Brasil para conhecer melhor o universo da vela, aprender mais sobre a modalidade e, claro, pela diversão. E Simone fez bonito! Inscrita pelos amigos, ela ganhou o concurso, que lhe deu o direito de participar da festa de premiação da regata no domingo, 12.
“Fiquei super feliz de ganhar, em meio a tantas mulheres lindas. Achei o concurso uma brincadeira gostosa e bem humorada, com todos interagindo e se divertindo, mulheres de várias idades participando… Bom para valorizar as mulheres da vela!”, afirmou a mineira, que achou o evento muito organizado, em um lugar lindo. Em suas palavras, sensacional! “Foi minha primeira vez no evento e, com certeza, espero voltar nas próximas”, finalizou.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A 18ª Regata Ilha de Caras-Revista Náutica, a mais charmosa e festiva do Brasil, aconteceu neste sábado, 11, em Angra dos Reis, e reuniu mais de 600 tripulantes, em 87 veleiros, nas classes Multicasco, Cruzeiro, APS, RGS, IRC e ORC. Confira a classificação e o tempo corrigido de cada uma delas.
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A Regata Ilha de Caras Revista Náutica chegou à sua 18ª edição, neste sábado, 11, e reuniu mais de 600 velejadores na tradicional feijoada náutica, promovida após a competição.
Por volta das 15h, os participantes já tinham começado a chegar no restaurante Canto das Canoas, na Ilha da Gipóia, em Angra dos Reis, para a festa, que contou com uma farta feijoada, regada a muita cerveja Therezópolis e animação!
Toda a estrutura do local foi montada para a maior comodidade dos velejadores e total aproveitamento da festa. Os participantes se serviam no buffet e se acomodavam nas mesas dispostas pelo salão do restaurante e na areia. Um palco foi montado para as apresentações do evento.
Após o almoço, tiveram início os concursos de comandante mais elegante, comandante mais experiente, tripulante mais jovem e, claro, como não poderia faltar, de musa da regata. Repetindo os eventos anteriores, a Regata Ilha de Caras Revista Náutica foi um sucesso e espera as tripulações participantes no ano que vem!
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Comandado por Luís Gustavo de Crescenzo, o veleiro Lexus Chroma se consagrou como campeão da classe ORC na 18ª Regata Ilha de Caras Revista Náutica.
Foto: Otto Aquino
Segundo Crescenzo, ele e sua tripulação estavam preparados para um dia sem vento e foram surpreendidos pelos bons ventos para a competição, saindo bem na largada, apesar de um pequeno incidente com outro veleiro participante.
Foto: Mozart Latorre
“Nós viemos como fita-azul até a última monta de boia e perdemos este status nos últimos 500 m, mas foi uma regata maravilhosa, com vento maravilhoso, alto nível técnico… Foi muito boa a regata, nós estamos bem satisfeitos!”, afirmou o comandante.
Foto: Mozart Latorre
Parabéns ao comandante Luís Gustavo de Crescenzo e toda a sua tripulação pela competição!
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Após um dia inteiro de confraternização entre os velejadores durante a feijoada náutica, convidados vips da 18ª Regata Ilha de Caras-Revista Náutica se reuniram na noite de sábado (11), na Ilha de Caras, recepcionados por Ernani Paciornik e Denise Godoy, do Grupo Náutica, para um jantar especialmente servido pelo badalado restaurante Reis e Magos, abrigado no Saco do Céu, em Ilha Grande. No cardápio, a famosa paella de frutos do mar, um dos pratos principais do restaurante, preparada pelo próprio Miguel Benet, um dos proprietários da casa, ao lado do irmão, João Benet.
Felipe Sisson, Beatriz Durães, Denise Godoy, Nelson Kaufman, Ernani Paciornik, Andrea Lima Duarte, Mauricio e Valeria Giamellaro durante jantar especial na Ilha de Caras Mauricio e Valeria Giamellaro, da Heineken
Christina Frediani, Luís Gustavo de Crescenzo, Carla Rabelo, Julia Almeida, Ernani Paciornik, Anderson Suzuki, Northon Blair, Matheus Blair, Otacilio do Nascimento e Fernando Saliba Patrícia e Mauricio Barreto, da Yacht Center Group, Wellington Rocha, da Revista Náutica, Paulo Thadeu e Priscila Figueira Mendes, da Real Power Boats Bruno Paggiaro Mazon, Thiago Mazon, Andreza Paggiaro Mazon e Carlos Paggiaro, da Levefort Vasco Trindade, da Princess Yachts, Marcio Dottori, diretor técnico de Náutica, e Francesco Caputo, da Azimut YachtsFotos Mozart Latorre
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A 18ª Regata Ilha de Caras-Revista Náutica, mais charmosa e festiva do país, premiou, na manhã de domingo (12), na Ilha de Caras, as tripulações campeãs e vice-campeãs. O veleiro Lexus Chroma confirmou o favoritismo e sagrou-se o grande campeão da classe ORC, a mais disputada da regata. O fita-azul da competição, o veleiro Sessentão, e o veleiro Reis Magos, vice-campeão da classe APS, não puderam comparecer na festa de encerramento. Conheça, abaixo, os campeões de cada classe.
A tripulação do grande campeão da classe ORC, o veleiro Lexus Chroma, recebe as medalhas da Regata Ilha de Caras-Revista Náutica das mãos do comandante da Capitania dos Portos de Angra dos Reis, Manoel Antônio da Cruz.
Veleiro Farândola, campeão na classe RGS, na Regata Ilha de Caras-Revista Náutica 2017
Veleiro Nativo, vice-campeão na classe RGS, na Regata Ilha de Caras-Revista Náutica 2017.
Veleiro Rudá, campeão na classe IRC, na Regata Ilha de Caras-Revista Náutica 2017.
Veleiro Almar, vice-campeão na classe Multicasco, na Regata Ilha de Caras-Revista Náutica 2017.
Veleiro Moya, vice-campeão na classe Cruzeiro, na Regata Ilha de Caras-Revista Náutica 2017.
Veleiro Trilegal I, campeão na classe Multicasco, na Regata Ilha de Caras-Revista Náutica 2017.
Veleiro Cação, campeão na classe APS, na Regata Ilha de Caras-Revista Náutica 2017.
Veleiro Orion, campeão na classe Cruzeiro, na Regata Ilha de Caras-Revista Náutica 2017
Veleiro Maximus, vice-campeão na classe ORC, na Regata Ilha de Caras-Revista Náutica 2017.
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Maior regata festiva do país, a 18 edição da Regata Ilha de Caras-Revista Náutica reuniu perto de 90 veleiros, de todos os tipos e tamanhos, que singraram as lindas águas da Baía de Ilha Grande, em um dia de ventos fortes e sol abundante.
A emocionante disputa pela fita-azul entre os veleiros Sessentão e Lexus Chroma, o grande vencedor da classe ORC
A regata, que reuniu famílias inteiras, amigos, vizinhos, crianças, bebês e até cachorrinhos, largou em frente à famosa Ilha de Caras, também conhecida como Ilha dos Coqueiros, contornou a Ilha de Sabacu por bombordo, depois a Ilha da Cavala também por bombordo, contornou Ilha Sabacu novamente por bombordo e, enfim, chegou à Ilha da Gipoia.
Luís Gustavo de Crescenzo, comandante do veleiro Lexus Chroma
O veleiro Lexus Chroma, comandado por Luís Gustavo de Crescenzo, venceu na classe ORC. Mas, na verdade, todos saíram vencedores, já que o objetivo principal da regata é promover a confraternização entre os amantes da vela.
O restaurante Canto das Canoas, que ofereceu a tradicional feijoada náutica
Além da competição, que aconteceu nas águas claras de Angra, uma já tradicional feijoada, que este ano aconteceu no restaurante Canto das Canoas, na Ilha da Gipoia, um dos mais badalados restaurantes náuticos da região, fez parte do ritual do evento, um dos principais da vela brasileira, coroando uma parceria de extremo sucesso entre a Revista Náutica e a Revista Caras, além dos grandes parceiros que fizeram a regata deste ano acontecer, como Lexus, cerveja Therezopolis, píeres Metalu Brasil, Grupo Náutica e Rio Boat Show.
A regata corou uma parceria de extremo sucesso entre a Revista Náutica e a Revista Caras, além dos grandes parceiros que fizeram a regata deste ano acontecer, como Lexus, cerveja Therezopolis, píeres Metalu Brasil, Grupo Náutica e Rio Boat Show
Os principais ganhadores em suas categorias – e também os eleitos pelo público presente em concursos realizados durante a feijoada – estarão neste domingo (12) na Ilha de Caras, onde será servido um almoço comemorativo e a entrega das medalhas.
Conheça os vencedores em casa classe e que estarão com suas tripulações na Ilha de Caras, a mais famosa do país, neste domingo:
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Chegou o grande dia! Neste sábado, 11, Angra dos Reis será palco para um dos maiores eventos da vela nacional. A Regata Ilha de Caras Revista Náutica acontece a partir das 13h, com largada em frente à Ilha de Caras – Ilha dos Coqueiros.
Participarão da competição as classes ORC, IRC, BRA RGS, APS, FEMININO, MULTICASCO e CRUZEIRO. Após a competição, às 15h, os participantes serão recebidos para a tradicional festa de confraternização no restaurante Canto das Canoas, na Ilha da Gipóia.
O evento contará, ainda, com concursos para eleger o comandante mais elegante, o mais experiente, o tripulante mais jovem e a musa da regata, além de sorteios.
A premiação dos vencedores da regata será no domingo, 12, na Ilha de Caras, com acesso restrito aos premiados.
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Imagine um barco com formato e tamanho de uma casa, com, inclusive, um quarto dentro, além de sofá, grandes janelas, cozinha, varanda, banheiro de verdade e ar-condicionado. E mais: como se trata de um barco, ele, obviamente, navega. Ainda que lentamente. Ou seja, o seu “quarto” vai mudando de paisagem, tornando o fim de semana ainda mais gostoso. Eis uma novidade em nossas águas: o houseboat VCat 650 HB, construído em São Paulo pelo estaleiro VCat Boats (www.vcat.com.br), especialista em pontoon boats.
Invenção americana, os houseboats, como o próprio nome diz, são barcos com jeito de casa, paredes altas, cômodos de verdade, muito espaço e conforto de sobra. Bem diferente de uma lancha convencional, um houseboat tem como ponto forte a cabine, que ocupa quase a área total do convés. Mesmo quem já tem uma lancha costuma se encantar com uma casa-barco (ou vice-versa).
Criado a partir de um casco trimarã (formado por três tubulões de alumínio soldados), o VCat 650 HB foi projetado para navegar em águas abrigadas, como rios e represas, com até seis pessoas durante o dia ou três em pernoite. Para entrar a bordo, há duas opções. Pela proa, onde há uma porta de alumínio de padrão residencial, atrás do posto de comando e um sofá em L, ou pela pequena plataforma de popa, onde há outra porta idêntica. A cabine é muito bem distribuída e completa: tem cozinha, banheiro fechado e um quarto-sala. Ao todo, são 6,5 m de comprimento, 2,5 m de boca e nada menos que 16 m² de área útil. A sensação a bordo é a de uma pequena casa. Há amplas janelas nos dois bordos, ambas com tela mosquiteiro, além de janelas na frente e atrás. A visão panorâmica dos arredores é outro ponto alto.
O banheiro é maior do que em muita lancha de 30 pés. É fechado, tem pia, sanitário, chuveiro fixo e pode até ter boxe para banho. A eficiência no uso da água a bordo como proposta ambiental é outro tema interessante deste barco-casa. O esgoto do vaso, que usa apenas 2 litros de água na descarga, não vai para a água! Ele é drenado diretamente para um tanque no casco de bombordo, devendo ser sugado depois na marina — ao contrário da maioria dos barcos nacionais, que despeja dejetos diretamente na água.
A cozinha tem bancada, pia, espaço para um fogão e um bom armário, que abriga duas baterias. Ao lado da cozinha, o proprietário optou por instalar outro armário com uma pequena mesa dobrável, para refeições rápidas. Em uma espécie de saleta, há um sofá com 2 m de comprimento, ótimo para ser usado como cama extra. Outras duas camas de solteiro sobrepostas completam as acomodações.
Projetado para ter um gerador (opcional) a bordo, o VCat 650 HB vem de fábrica com uma rede elétrica interna de 127 VCA (tensão corrente alternada), assim como em uma residência, além do tradicional circuito 12 VCC (tensão corrente contínua), que alimenta luminárias, luzes de navegação e os instrumentos do motor e de navegação, incluindo o vhf. Para garantir o conforto térmico nos passeios e, em especial, durante as noites a bordo, o núcleo do teto e das paredes é recheado com 5 cm de isopor, o que torna a temperatura no interior sempre bem agradável. E se, mesmo assim, o interior esquentar, basta ligar o ar-condicionado, oferecido como opcional pelo estaleiro.
O 650 HB pode ser equipado com um motor de popa de 75 a 115 hp. No modelo que avaliamos, o primeiro da série, a propulsão escolhida pelo proprietário foi um Mercury Optimax, de 90 hp. Durante a navegação, com três pessoas a bordo e tanque de combustível de 130 litros pela metade, a velocidade chegou a 14,3 nós, com um consumo de 26,6 litros por hora e autonomia de 63 milhas. Já um pouco mais lento, navegando a 12,9 nós, o consumo foi um pouco menor: 19,8 litros por hora, com autonomia de 76 milhas. Para haver economia plena, deve-se navegar a 5,4 nós. Nesta velocidade, o que é ideal para a proposta desta casa-barco, o consumo foi de apenas 5 litros/hora, com uma autonomia de 126 milhas. Por ser um barco para se navegar lentamente, as manobras costumam ser tranquilas. Atracar ou fazer curvas não envolvem segredos. Apenas ventos de través fazem o piloto redobrar a atenção, já que a altura das paredes do barco pode influenciar nas manobras.
Para ficar ainda mais completo, o estaleiro pretende instalar, ainda nesta unidade, espelhos retrovisores, o que vai aumentar a segurança e melhorar a visibilidade lateral durante a navegação. Além disso, modificações no sistema de direção, na especificação da potência da motorização (já que o regime deste barco é mais de deslocamento, como nos veleiros e nas traineiras, do que planante, como nas lanchas) e a redução do pé-direito de 2,70 m para cerca de 2 m estão nos planos do estaleiro para as próximas unidades.
Com a montagem básica para navegar, o VCat 650 HB custa cerca de R$ 134 mil, com carreta de encalhe e um motor de popa de 90 hp. Já o barco (ou a casa, como preferir) apenas custa por volta de R$ 90 mil — bem menos que um apartamento na praia e, ainda, com a vantagem de você escolher a margem que mais gostar.
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Esta semana, a equipe NÁUTICA navegou no houseboat Vcat 650 HB, um barco com jeito de casa, com paredes altas, ar condicionado, banheiro de verdade, muito espaço e o melhor: você pode levá-lo onde quiser. Confira mais sobre esta prática embarcação no vídeo de Marcio Dottori – a nossa análise completa você confere em breve na Revista Náutica.
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Nesta quinta-feira, 9, quarto dia de competições da 90ª Bacardi Cup, em Miami, os brasileiros Lars Grael e Samuel Goncalves levaram a melhor, vencendo a única regata do dia de evento.
A regata da classe Star começou por volta das 16h de Miami (18h no Brasil), com as duplas Grael/Gonçavels (BRA), Szabo/Natucci e Della Torre/Sacrpatti (ARG), e Rohart/Ponsot (FRA) disputando.
Com duas pernas na ida, a disputa ficou acirrada entre os competidores. Na perna final, a equipe brasileira garantiu a liderança ao manter a velocidade do barco, enquanto Szabo e Natucci tentaram recuperar o tempo com diferentes estratégias, mas sem sucesso.
“Seria uma corrida de loteria, mas felizmente não foi… foi leve, mas justa”, comentou Lars Grael. Mais de 150 embarcações participam do evento.
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É oficial: a nova estrela das nossas águas, o iate Intermarine 95, que acabou de ser lançado pelo estaleiro paulista Intermarine, fará sua estreia durante o Rio Boat Show 2017, que acontecerá na Marina da Glória, entre os dia 5 e 11 de abril.
Com quase 30 metros de comprimento e 330 metros quadrados de área útil, a Intermarine 95 foi desenvolvida de acordo com a RINA (Registro Navale Italiano) Classe A, entidade classificadora que determina normas rígidas de projeto e de construção internacionais. “Estou muito orgulhosa de entregarmos o maior barco já construído em toda a nossa história”, comemora a presidente Roberta Ramalho.
Para conceber o projeto da Intermarine 95, o estaleiro uniu sua própria experiência a criatividade do escritório do especialista em embarcações de luxo em Miami, Luiz de Basto Designs, e também agregou a expertise da Vectorworks Naval Engineering, conceituada consultoria em engenharia naval localizada em Titusville, Flórida.
Todas as grandes peças em fibra de vidro foram laminadas por infusão: casco, convés, casaria, hardtop, cavernas, longarinas, anteparas, tampas e portas. Esse processo garante a redução do peso, maior desempenho, menor consumo de combustível, maior rigidez estrutural e um ambiente mais limpo para o colaborador durante a laminação das peças.
Concebida para ser silenciosa, a embarcação oferece um avançado sistema de isolamento acústico dividido em três partes. Para oferecer mais conforto, o piso do salão tem um sistema de isolamento próprio, independente da casa de máquinas.
Duas versões de layout interno são oferecidas: Quintessence e Fascination, que se diferenciam no flybridge, deck principal e deck inferior. A Intermarine 95 possui 5 suítes (Quintessence), ou ainda 4 suítes e uma sala multiuso (Fascination). Além dessas duas versões, o proprietário pode também analisar em conjunto com o estaleiro outros formatos de acordo com suas necessidades e interesses.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Um ano depois de ser lançado, o Yacht A chegou em Gibraltar. A embarcação deixou as instalações do grupo German Naval Yards, pelo qual foi construído na Alemanha, há cerca de um mês, para ser entregue ao seu proprietário, o bilionário russo Andrey Melnichenko, no Mediterrâneo.
O maior veleiro do mundo tem cerca de 143 metros de comprimento, ultrapassando facilmente a medida de um campo de futebol – apenas a sua quilha mede 8 metros -, com mastros que se aproximam dos 92 metros de altura.
O modelo tem casco e superestrutura em aço com reforço em fibra de carbono, e foi projetado por Philippe Starck para acomodar 20 convidados e 54 tripulantes. Possui, ainda, oito conveses, além de vir com sala de observação subaquática.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A regata Bacardi Cup acontece até este sábado, dia 11, em Miami, e reúne equipes do mundo todo. A competição, que comemora 90 edições, neste ano, conta, inclusive, com a participação do brasileiro Lars Grael, que venceu a única regata do dia nesta quinta-feira, 9. Neste ano, a Star Sailors League está cobrindo o evento pela primeira vez. E você pode acompanhar online aqui:
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A Iniciativa Pro Mar (IPM), criada em 2014 por Fabian Umbelino, Guilherme Kodja e Odoardo Lantieri, atua em variados aspectos marítimos. No mar, pesquisa, ajuda a conservar e apoia quem navega; em terra, busca conscientizar crianças, jovens e adultos sobre a importância da preservação marítima e a relevância da região no contexto marinho nacional.
Entre os serviços realizados pela ONG, estão educação ambiental para crianças, jovens e adultos através de aulas, palestras e mini-cursos; apoio a pesquisa e pesquisas próprias para ajudar na conservação e manejo de unidades de conservação marinhas; criação de políticas públicas de sustentabilidade marinha, etc.
A organização mantém ações de monitoramento de megafauna marinha e riscos às suas áreas de agregação e rotas migratórias; participa voluntariamente de operações de SAR (busca e salvamento de pessoas) no mar, com embarcação própria; além de manter um programa de estágio voluntário para estudantes universitários, possibilitando o aprendizado e a participação em saídas de campo e eventos de educação ambiental.
Um dos projetos da fundação é o Megafauna Marinha do Brasil, cujo objetivo principal é funcionar como uma conexão entre avistadores e pesquisadores. O projeto conta até mesmo com aplicativo, disponível na Play Store, que mostra as mais variadas espécies encontradas na fauna brasileira, com imagens e características, disponíveis em três idiomas (português, inglês e espanhol), e uma lista de contatos de emergência para, por exemplo, quem encontrar um animal na praia.
A ONG atua, principalmente, no litoral do estado de São Paulo e pode ser uma grande aliada na saída para o mar. Nas redes sociais, a organização emite avisos de mau tempo, mar grosso e ressacas na costa de São Paulo. Vale ficar de olho nos alertas da próxima vez que for navegar!
Atuando de forma voluntária, a IPM é o resultado da combinação de experiência, conhecimento e atuação dos seus fundadores e membros em prol dos oceanos e você pode ajudar a tornar esta atuação ainda mais forte! Quem tiver interesse em colaborar, pode fazer doações mensais pelo crowdfunding do projeto.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O estaleiro holandês Heesen Yachts acaba de revelar o projeto de seu mais recente superiate de 50 metros, Maia. O modelo, que está em construção na fábrica da marca, em Oss, poderá acomodar 10 convidados em cinco camarotes, incluindo uma ampla suíte master no convés principal e quatro camarotes no convés inferior.
O modelo incluirá, ainda, um luxuoso clube de praia completo, com bar e sauna, e motorização dupla MTU, podendo chegar, segundo o fabricante, a uma velocidade máxima de 15 nós e uma gama de 3 800 nm em 12 nós. O projeto é assinado por Clifford Den e Reymond Langton.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
ORC, IRC, BRA RGS, APS, FEMININO, MULTICASCO e CRUZEIRO
11 de março de 2017
REALIZAÇÃO:
REVISTA CARAS / REVISTA NÁUTICA
REGRAS:
A Regata será disputada sob as seguintes Regras:
Regras Internacionais de Regata a Vela da ISAF 2017/2020;
Determinações da CBVELA, FEVERJ, ABVO, BRA-RGS e FARVO;
Regras e Regulamentos Especiais do ORC e IRC (Certificados válidos para o ano de 2017);
Regras das Classes, BRA – RGS e APS (Certificados válidos para o ano de 2017);
Instruções de Regata, incluída as alterações feitas pela Comissão de Regatas;
A Instrução de Regata se sobrepõem sobre o Aviso de Regata.
ELEGIBILIDADE:
2.1. É obrigatório estar corretamente legalizado na Classe escolhida no ato da inscrição.
2.2. Os barcos que foram medidos ou tiverem Certificado de Medição válido para o ano de 2016 (Classes ORC, IRC, RGS e APS), não poderão se inscrever na Classe Cruzeiro.
2.3. É obrigatório estar corretamente legalizado junto a classe escolhida no momento de inscrição, apresentando o devido Certificado de Medição para validar a inscrição no evento.
2.4. Os barcos vencedores e segundo colocados na Classe Cruzeiro, a partir do ano de 2010 não mais poderão se inscrever nesta Classe.
INSCRIÇÕES:
3.1. Os barcos e competidores elegíveis poderão se inscrever por meio do preenchimento correto do formulário de inscrição.
AVISO AOS COMPETIDORES:
Avisos aos competidores serão comunicados verbalmente pela Comissão de Regata pelo rádio VHF, no canal 06 até os 10 minutos antecedentes ao Sinal de Atenção.
ALTERAÇÕES DAS INSTRUÇÕES DE REGATA:
Qualquer alteração das instruções de regata será afixada em até 02 (duas) horas antes da sinalização de início da regata.
CLASSES CONVIDADAS:
6.1 ORC ,IRC, BRA RGS, APS, “CRUZEIRO” e MULTICASCO.
6.2 Pela regra instituída, a partir do ano de 2010 não poderão se inscrever na Classe Cruzeiro (Bico de Proa) os barcos que conquistaram a 1º e 2º colocação a partir do ano de 2010 nesta regata. Desta forma, terão obrigatoriamente que optar por outra classe no momento da inscrição.
6.3 Os barcos inscritos na Classe Cruzeiro (bico de proa) não poderão utilizar, durante a regata, velas fabricadas com material exótico e nem a vela Balão, seja ela simétrica ou assimétrica.
ORDEM DE PARTIDA E BANDEIRAS DE SINALIZAÇÃO DE ATENÇÃO DE CADA CLASSE:
CLASSES
BANDEIRA
ORC, IRC, BRA – RGS , APS e FEMININO
GRUPO 1
CRUZEIRO e MULTICASCO
GRUPO 2
PROGRAMAÇÃO:
DIA
HORA
EVENTO
10
15h às 20h
MARINA BRACUHY
Confirmação da inscrição e distribuição do Kit Navegador que inclui camisetas e pulseiras de identificação que dará acesso à Feijoada para a tripulação após a Regata.
11
8h às 10h
MARINA BRACUHY
Confirmação de inscrição e distribuição do Kit Navegador que inclui pulseiras de identificação que dará acesso à Feijoada para a tripulação após a Regata.
13:00h
INÍCIO DA REGATA
Largada da Regata (em frente à ilha de Caras – Ilha dos Coqueiros).
15:00h
Grande Festa de Confraternização – no Canto das Canoas, Ilha da Gipóia
16:30h
Início dos Concursos (Comandante mais elegante / Comandante mais experiente / Tripulante mais jovem / musa regata).
17:40h
Início dos Sorteios
18:20h
Divulgação dos Resultados da Regata
18:30h
Distribuição dos Kits aos “Vencedores”
19:00h
Encerramento
12
11:00h
Cerimônia de Premiação na Ilha de “Caras” (Ilha dos Coqueiros), acesso restrito aos premiados das classes conforme descrito no Item 19 deste Aviso de Regata.
ÁREA DE REGATA:
A Área de Regatas será a Baia da Ribeira Angra dos Reis/RJ – Brasil.
MARCAS DE PERCURSOS:
As marcas de percurso, quando não forem marcas fixas, (Ilhas, Lajes, Marcas de sinalização, etc..) serão boias infláveis.
PARTIDA:
11.1 O sistema de partida será conforme a Regra 26 das RRV da ISAF.
11.2 A linha de partida será formada pelo alinhamento do mastro com a bandeira da CR e boia inflável, nas proximidades da Ilha de Caras (Ilha dos Coqueiros).
11.3 O barco da CR poderá manter sua posição no alinhamento de partida usando motor.
11.4 Um barco que não partiu em até 05 (cinco) minutos após o sinal de largada de seu Grupo e esteja abaixo da linha de largada, estará sendo considerado como tendo partido corretamente, liberando a embarcação da CR para se deslocar em direção a linha de chegada.
11.5. Os barcos das Classes não envolvidos com a partida deverão permanecer fora da área de partida.
11.6 O sinal de largada para o Grupo 1, será o sinal de atenção (05 minutos) para o grupo 2.
PERCURSO:
Os percursos serão como a seguir:
GRUPO 1
(ORC – IRC – BRA RGS – APS – Feminino)
Percurso – Largada Ilha dos Coqueiros, contornar a Ilha de Sabacu por BB, contornar Ilha da Cavala por BB, contornar Ilha Sabacu por BB, chegada no canal da Ilha Gipoia.
GRUPO 2
(CRUZEIRO – MULTICASCO)
Percurso – Largada na Ilha dos Coqueiros, contornar Ilha de Sabacu por BB, chegada no canal da Ilha da Gipóia
CARTA DOS PERCURSOS ANEXO I NO FINAL DESSA INSTRUÇÃO DE REGATA.
A CR / BARCO/ CR PELO VHF 06.
LINHA DE CHEGADA:
13.1 A linha de chegada será entre o mastro com a bandeira Azul no barco da CR e boia inflável;
13.2 O barco da CR poderá manter uma posição no alinhamento de chegada usando motor.
14. TEMPO LIMITE:
Os barcos que não chegarem até às 16:00h serão considerados como não tendo chegado (DNF).
PROTESTOS:
15.1 Os protestos deverão ser apresentados por escrito em formulários disponíveis no barco da Comissão de Regatas (CR) em até 30 (trinta) minutos após a chegada deste barco, mediante o pagamento da taxa de R$ 100,00 (cem reais) por protesto apresentado;
15.2 As audiências dos protestos serão feitas na ordem aproximada de entrega, com início tão logo que possível;
15.3 Avisos de Protestos serão comunicados pela Comissão de Regatas (CR) em até 30 minutos após a chegada do último barco, para informar aos competidores a hora, local de audiência e quem são as partes ou testemunhas envolvidas no protesto.
COMUNICAÇÃO:
Os barcos participantes das regatas deverão ser capazes de manter comunicação, durante toda a regata, pelo rádio VHF nos canais:
16 (Emergências);
68 (Estações Costeiras e Iates Clubes);
06 (Comissão de Regatas).
CÁLCULO DE TEMPO CORRIGIDO:
O cálculo do tempo corrigido de cada Classe será efetuado conforme a seguir:
ORC
O tempo de cada barco será corrigido com base no sistema de tempo sobre o tempo (TMF of shore).
IRC
O tempo de cada barco será corrigido com base no sistema de tempo sobre o tempo (TCC).
APS
O tempo de cada barco será corrigido com base no sistema de tempo sobre o tempo (FCT).
BRA RGS
O tempo de cada barco será corrigido com base no sistema de tempo sobre o tempo (TMFAA).
CRUZEIRO e MULTICASCO
O resultado de cada barco será por ordem de chegada no tempo real.
PATROCÍNIO
18.1 Será obrigatório o uso do adesivos do Patrocinador ou Apoiador do Evento na área de até 25% de LOA na proa do barco, em ambos os bordos e na popa, ou opcionalmente a critério dos organizadores, os adesivos poderão ser substituídos por bandeiras para o estai de popa.
18.2 Será obrigatório o uso da camiseta “promocional” durante a regata e para a Festa de Confraternização. A exceção à regra será aos comandantes dos barcos que estiverem concorrendo ao prêmio especial de Comandante mais elegante. O mesmo poderá estar vestido da forma que lhe convier desde que sua roupa não contenha qualquer tipo de alusão aos patrocinadores que não sejam os oficiais da Regata.
18.3 Toda a tripulação dos barcos vencedores que serão premiados, conforme item 19, receberão durante a Festa de Confraternização, no Canto das Canoas – Ilha da Gipóia, um Kit com as camisetas “convite” e pulseiras de identificação, que permitirão seu desembarque na Ilha de Caras no domingo, dia 12 de março de 2017, para a Cerimônia de Premiação.
Obs.: Não será permitido o desembarque na Ilha de Caras de pessoas que não estejam trajando a camiseta “convite” e as pulseiras de identificação.
18.4 As Camisetas “promocionais” e “convites” serão distribuídos conforme o número de tripulantes que constarem da ficha de inscrição, dentro das regras das respectivas classes.
18.5 O não cumprimento dos itens acima acarretará na desclassificação do barco infrator e a não participação nos sorteios.
18.6 Os premiados deverão ser fotografados com a camiseta “convite” da regata para reportagem das Revistas Caras e Náutica.
PREMIAÇÃO:
Os prêmios serão outorgados da seguinte forma:
PRÊMIO “FITA AZUL”
FITA AZUL – Disputa entre os barcos da 1ª Largada
Feminino – Disputa entre as tripulações exclusivamente femininas
que largarem no Grupo 1 (1ª Largada)qualquer classe.
PRÊMIOS PARA OS BARCOS
Classes
Classificação
ORC
1º e 2º Lugar Geral
IRC
1º e 2º Lugar Geral
BRA RGS
1º e 2º Lugar Geral
APS
1º e 2º Lugar Geral
FEMININO
1º e 2º Lugar Geral
CRUZEIRO
1º e 2º Lugar Geral
MULTICASCO
1º e 2º Lugar Geral
19.2 Não haverá acúmulos de prémios nas classes ORC e IRC
19.3 A Cerimônia de Entrega de Prêmios será no dia 12 de março de 2017 às 11:00h na Ilha de Caras (Ilha dos Coqueiros) e só poderão participar os tripulantes dos barcos premiados.
19.4. Em face às limitações físicas e operacionais da Ilha de Caras, somos obrigados a limitar o número de pessoas, por isso o desembarque na Ilha será restrito aos premiados da Regata, tanto no sábado dia 11, como no domingo dia 12 de março de 2017.
PREMIOS ESPECIAIS:
PRÊMIOS PARA OS VELEJADORES
Título
Descrição
Musa da Regata
eleita pelo público entre todas as velejadoras inscritas e presentes.
Comandante mais Elegante
eleito pelo público entre todos os comandantes inscritos e presentes.
Tripulante mais jovem
necessária a inscrição prévia e comprovação no local.
Tripulante mais “antigo”
necessário a inscrição prévia e comprovação no local.
20.1. Logo após a chegada, os barcos deverão se dirigir ao Canto das Canoas – Ilha da Gipóia, onde haverá uma grande Festa de Confraternização aberta a todos os velejadores da regata. Teremos várias atrações surpresas e sorteios de prêmios, assim como a esperada divulgação dos vencedores.
Obs.: Somente será permitida a entrada aos velejadores que estiverem com as camisetas/ pulseiras de identificação.
RESPONSABILIDADE:
A Revista Caras e Revista Náutica, bem como as demais partes envolvidas na organização da Regata Ilha de Caras/Revista Náutica 2017, eximem-se de qualquer responsabilidade por ferimentos, lesões ou avarias que possam ocorrer com pessoas ou coisas em terra ou no mar, como consequência de participarem sob qualquer forma das regatas cobertas por estas instruções. Os competidores, proprietários ou usuários do barco são alertados de que serão pessoalmente responsáveis por todos os acidentes materiais ou físicos que possam ocorrer com seus tripulantes ou barcos. É, portanto, seu dever obter cobertura de seguro necessária para cobrir qualquer e cada risco, incluindo o de responsabilidade civil contra terceiros. Considerando o fato que todos os barcos inscritos devem ser projetados, construídos e equipados para regatas de oceano, será decisão dos proprietários ou usuários dos barcos fazerem-se ao mar ou tomarem parte na regata, de acordo com seu próprio nível de treinamento, força do vento, condições do mar, previsão de tempo, e etc.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A empresária Osmarina Salomão Benvenuti, de 52 anos, mora em Santos, e é, naturalmente, apaixonada pelo mar. Recentemente, comprou uma lancha cabinada da marca Vega, de 35 pés — usada, porém maior e mais confortável que a anterior, uma 26 pés. Batizou-a Dika Brothers, em homenagem aos filhos, Diego e Karen, juntando as sílabas iniciais dos nomes deles. Na companhia dos dois e também do marido, Oswaldo, Osmarina gosta de navegar pelo litoral sul de São Paulo. Na Terça-Feira de Carnaval, dia 28, o programa seria especial. Porque, junto da família, estavam um casal de amigos e seus filhos. Um deles precisa locomover-se com o auxílio de muletas, pois irá se submeter a uma cirurgia óssea. “A gente queria muito levá-lo para passear, porque, por não poder andar, ele fica muito em casa”, conta ela. Por volta das 10 h, estavam todos na Porto Marina Astúrias, onde fica a lancha da família. A ideia era dar umas voltas na região e fundear nas Praias da Enseada e do Sangava, no Guarujá, fazer um churrasco por ali e retornar no fim do dia. Assim foi feito.
A lancha Dika Brothers, atracada na Marina Porto Astúrias, antes do acidente nas águas do Guarujá (Arquivo Pessoal)
No fim da tarde, Wilson Carlos, administrador do barco da família, comandava o Dika Brothers rumo à marina, numa velocidade de cerca de 10 nós, tranquila ao ponto de Osmarina, acomodada na proa — o que, por questão de segurança, não é recomendável durante a navegação —, conseguir gravar com o celular o sol se pondo a bombordo do barco. “Eu estava encantada com o pôr-do-sol e agradecia pelo dia que tivemos no mar”, rememora ela. Tão encantada estava Osmarina, que nem sequer notou quando uma offshore invadiu o quadro da câmera e veio ao encontro do barco onde ela, seus familiares e amigos se encontravam. Só percebeu que havia algo errado quando sentiu uma pancada no casco. “Foi uma coisa tão assustadora… Só sei que fui jogada para o lado e fiquei com um hematoma enorme na coxa”, conta ela.
O casal Osmarina e Oswaldo a bordo da lancha Dika Brothers (Arquivo Pessoal)
Poderia ter sido pior. Segundo Osmarina, ao perceber que a Again, a offshore em questão (uma Ferretti 48 transformada em 53 pés, conduzida pelo engenheiro civil e empresário Aquiles Rosa) guinara a boreste, após atravessar a esteira de um barco próximo, e vinha na direção da Dika Brothers em alta velocidade, Marcelo Coelho, marinheiro que está sendo treinado por Wilson para assumir a embarcação da família e, naquele momento, se encontrava na popa, gritou: “Vai bater! Vai bater!”. “Só deu tempo de eu puxar um pouco o barco para boreste”, narra Wilson, acrescentando que Aquiles tentou fazer o mesmo, porém para o bordo oposto. “Se nós não desviássemos a tempo, a offshore teria rasgado o nosso casco”, acredita. “Ele (Aquiles) ia entrar no meio da lancha e matar todo mundo ali dentro!”, reforça Osmarina.
Ao mesmo tempo que se certificava de que todos a bordo estavam bem, a primeira atitude de Wilson foi aumentar a velocidade da Dika Brothers e rumar para a Praia do Góis, a fim de encalhar a embarcação — a qual, julgava ele, já devia estar fazendo água. Acionou também as três bombas do porão e partiu para uma rápida verificação das condições do barco, junto com Marcelo. Isso explicaria por que, na versão de Aquiles, os ocupantes do Dika Brothers pareciam estar fugindo. “Nós não fugimos. Assim que vi que estava tudo bem com o barco e os ocupantes, fui falar com ele, que estava navegando próximo da gente. Cheguei para ele e falei: ‘Poxa, amigo… Você viu o que fez?’ Totalmente transtornado, ele gritava que eu tinha fechado o barco dele e fugido em seguida”, afirma Wilson. Ele decidiu, então, continuar seguindo para a marina, onde acionaria a Capitania dos Portos a fim de comunicar o ocorrido. Na Porto Astúrias, segundo a versão de Wilson Carlos, Aquiles e Oswaldo, marido de Osmarina, conversaram. “Em momento algum ele disse que pagaria o conserto nem se preocupou em saber se quem estava a bordo tinha sofrido algum ferimento. Só falou que jamais rasparia a lancha dele em uma lanchinha”, diz Wilson.
Wilson Carlos, o piloto da Dika Brothers no momento do acidente (Arquivo Pessoal)
Osmarina confessa que estava nervosa, mas não teria xingado o condutor da Again. Porém, gritava muito e foi retirada do local onde Aquiles e Oswaldo conversavam. “O Aquiles disse que queria pedir perdão ao meu marido e beijou a mão dele. Isso foi constrangedor! Em seguida, falou para o Oswaldo: ‘Vamos conversar, o senhor não me deve nada e eu não tive culpa…”, afirma Osmarina, destacando, também, que em nenhum momento quis saber se quem estava a bordo da Dika Brothers se encontrava em boas condições. “Pouco depois, ele foi embora e não deixou nenhum contato”, prossegue a proprietária da lancha.
A essa altura, ninguém ainda sabia da existência do vídeo. Que acabou viralizando na internet e, no site de NÁUTICA, virou notícia com a devida apuração dos fatos — inclusive com a palavra da Capitania dos Portos de São Paulo, que, após ser procurada pela reportagem, divulgou em nota que abriu inquérito administrativo para apurar causas, circunstâncias e responsabilidades do acidente.
Desde então, a Dika Brothers segue parada em sua vaga na Astúrias, onde foi periciada pela Marinha. A família contratou um perito naval para fazer um levantamento dos estragos provocados pelo acidente na embarcação, que não possui seguro. “Não é só polir. Tem muita coisa para ser feita. O casco está trincado, inclusive por dentro. A pancada foi tão forte, que estourou a direção hidráulica, derrubou o inversor… A avaria foi muito grande”, relata Osmarina. “Como a lancha vai ficar parada por um tempo, tive de entrar nela para retirar alguns pertences. Deu uma tristeza muito grande…”, completa ela, aos prantos.
Além dos danos materiais, tem sido necessário, ainda, lidar com todo o trauma ocasionado pelo abalroamento — que, no final, foi um grande susto, mas poderia ter acabado em tragédia. “Fiquei três dias em choque. Fechava os olhos para tentar dormir e só via aquela lancha vindo na direção do nosso barco, vindo para cima de nós! Agradeço a Deus por estar todo mundo vivo. Nascemos de novo!”, comenta Osmarina. “A gente vai tomar providências e fazer de tudo para que ele (Aquiles Rosa) nunca mais volte para o mar, porque, um dia, ainda pode matar alguém.”
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A emblemática 20ª edição do Rio Boat Show, que acontecerá entre os dias 5 e 11 de abril e terá como palco, mais uma vez, um dos cartões-postais do Rio de Janeiro, a Marina da Glória, recém-reconstruída e modernizada pelo grupo BR Marinas, o maior conglomerado de marinas do Brasil, promete uma série de novas atrações.
Uma delas será a realização, pela primeira vez nas águas cariocas, do Espaço dos Desejos — exposição de artigos de luxo, como carros, joias e até aeronaves! — já consagrado nas edições do boat show em São Paulo. Outro grande destaque que volta ao salão do Rio é um enorme píer central com capacidade para cerca de 50 barcos. Nele, cada expositor terá aconchegantes estandes flutuantes, assim como acontece no tradicional boat show de Cannes, na França. Além disso, a pedido dos visitantes e dos próprios expositores, o elegante desfile noturno de barcos, que agitou o salão carioca do ano passado, também já foi confirmada para o ano que vem.
Ao todo, serão sete dias de evento, reunindo os principais fabricantes, distribuidores e revendedores do setor em um só lugar. Muitas marcas já garantiram presença, confirmando o sucesso do evento. Com barcos na água e a encantadora vista da Baía de Guanabara, os visitantes poderão, ainda, como de costume no Rio Boat Show, agendar avaliações da maioria das embarcações expostas na água e, assim, decidir melhor sua compra.
Confira as primeiras novidades já confirmadas na edição do mês de Náutica, que ainda está nas bancas e livrarias de todo o país.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A Argonauta e a SOAMAR São Paulo, com o apoio do 8°Distrito Naval, promovem o curso de Meteorologia e Oceanografia entre os dias 3 e 7 de abril, no Centro Cultural da Marinha, na capital. Com aulas das 19h às 22h, o curso visa Mestres, Capitães, Marinheiros, Aspirantes a Prático, etc.
Com o objetivo de fazer da Meteorologia um assunto fácil, onde o condutor possa fazer suas previsões com as ferramentas disponíveis no Meteoromarinha, INPE-CPTEC, etc, a ideia surgiu da necessidade de quem navega entender melhor sobre a Meteorologia e Oceanografia.
Segundo a organização, a intenção de montar um curso sobre o assunto já vinha sendo trabalhada há algum tempo e, para isto, queriam um grande nome no assunto para ministrar as aulas. O escolhido foi o Prof. CMG Paulo Roberto Valgas Lobo, que entre muitas atuações, é autor do livro Meteorologia e Oceanografia – Usuário Navegante.
Para participar, os interessados podem se inscrever antecipadamente entrando em contato com a escola náutica pelo telefone (11) 99466-1340 ou pelo e-mail [email protected]. As vagas são limitadas a 50 participantes, sendo que os 30 primeiros contarão com estacionamento gratuito no local.
O investimento é de R$ 600 e o aluno pode adquirir o livro a ser utilizado nas aulas com desconto no dia do curso. Já para alunos Argonauta e Poddium, associados SOAMAR e ABVC, o valor é de R$ 500.
Local:
Centro Cultural da Marinha em São Paulo
Avenida 9 de Julho, n. 4.597 – Jardim Paulista
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O estaleiro Tankoa Yachts, localizado em Gênova, na Itália, anunciou o lançamento de Vertige, a primeira unidade da sua linha de 50 metros. Desenhado por Francesco Paszkowski, o modelo construído totalmente em alumínio foi vendido em fevereiro de 2015 para um experiente proprietário francês e será entregue em abril deste ano.
A configuração da embarcação inclui suíte do proprietário e suíte VIP no convés principal, quatro camarotes para hóspedes no convés inferior, além de academia, cinema, garagem e plataformas dobráveis. O interior, assinado por Francesco Paszkowski e Margherita Casprini, reflete o desejo do proprietário de um “ambiente moderno e acolhedor”. Segundo o estaleiro, Vertige oferece um alcance de 5 000 milhas náuticas a 12 nós e uma velocidade máxima de 16 nós.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O Sítio Forte, na Ilha Grande, é uma tranquilíssima enseada em forma de meia lua, com meia dúzia de praias emolduradas pela mata e um imponente paredão rochoso ao fundo. Um lugar perfeito para ancorar e descansar, diante de uma paisagem relaxante. A enseada também abriga uma série de prainhas gostosas, algumas delas boas para almoçar ou petiscar. Uma delas é a Maguariqueçaba.
A gostosa praia de Maguariqueçaba, na Ilha Grande (Foto: Jota Barros / Lanchas Ilha Grande)
Pela sua posição geográfica dentro da enseada do Sítio Forte, a praia de Maguariqueçaba, quase tão extensa quanto o próprio nome, costuma ser brindada com o melhor pôr do sol da região. Mas esta não a sua única virtude. Tem, também, algumas pousadinhas, gostosas sombras de amendoeiras, areias macias e um bom restaurante, cujo nome é igual ao da própria praia: o Maguariqueçaba, e tem como carro-chefe o prato camarão no abacaxi, uma criação do simpático proprietário, Paulo de Brito, servido com farta salada, batatas fritas e arroz. No cardápio, há outras boas opções, como o tradicional peixe com banana, moquecas e deliciosas porções. Nossa sugestão: não perca a farta porção de lula à dorê, crocante e sequinha!
Camarão no abacaxi, um dos pratos mais pedidos no restaurante Maguariqueçaba, na Enseada do Sítio Forte, na Ilha Grande (Foto Otto Aquino)
Para quem não tem barco próprio, não tem problema! A agência de passeios Lanchas Ilha Grande (tel. 24/999033870 ou www.lanchasilhagrande.com.br), com sede na Vila do Abraão (a capital da Ilha Grande), faz passeios pela região e leva turistas para conhecer o restaurante, além de oferecer passeios por outras ilhas de Angra.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A Volvo Ocean Race 2017-18 começa em outubro e as equipes confirmadas até o momento se movimentam no mercado para formar suas tripulações. O chinês Dongfeng Race Team foi rápido e trouxe o francês Jérémie Beyou, velejador que terminou recentemente uma volta ao mundo em solitário – Vendée Globe – em terceiro lugar. Além dele, o time de Charles Caudrelier recrutou os neozelandeses Stu Bannatyne e Daryl Wislang, o último integrou o campeão da temporada passada (Abu Dhabi). Atletas da China estão sendo testados e devem formar o grupo nos próximos dias.
“É um desafio muito grande e emocionante. Temos grandes expectativas para um bom resultado nesta regata. Sabemos exatamente o que precisamos fazer bem. O Dongfeng é uma equipe interessante, pois temos atletas de diferentes idades, nacionalidades e origens. Temos velejadores de oceano, de regatas com barcos menores e veteranos de Volvo”, disse Jérémie Beyou.
Stu Bannatyne tem sete participações na Volvo Ocean Race, incluindo tês títulos: New Zealand Endeavour, Illbruck Challenge e Ericsson 4. Seu compatriota Daryl Wislang correu quatro vezes a regata e estava na tripula vencedora da edição passada. A equipe da China segue em Lorient, na França, fazendo testes.
O MAPFRE está a cada dia anunciando integrantes para sua equipe de terra e também para o barco. A última novidade do comandante Xabi Fernandez foi a inclusão do velejador Antonio “Ñeti” Cuervas-Mons. Pela segunda vez seguida no barco espanhol e a quarta na volta ao mundo, o espanhol será proeiro da equipe na regata, que começa em outubro deste ano. . Além da volta ao mundo, Ñeti corre regatas pelo mundo. Seu último feito foi a bordo do Perpetual LOYAL, um monstruoso barco de 100 pés (30,5 metros) que pulverizou o recorde de 628 milhas (1.116 quilômetros) entre Sydney (Austrália) e Hobart (Tasmânia) em 1 dia, 13 horas, 31 minutos e 2 segundos. Nenhum dos 4.800 barcos que participaram desde 1945 da lendária regata nunca foram tão rápidos.
”Isso é navegar em sua pura essência, durante muitos dias seguidos e competindo 24 horas por dia”, comentou Cuervas-Mons pouco antes da sua segunda edição na Volvo Ocean Race.
A Volvo Ocean Race começa em Alicante no dia 22 de outubro e termina em Haia no final de junho de 2018. A regata contará com um total de 12 cidades-sede e levará as equipes para um desafio de 45.000 milhas náuticas ao redor do mundo. Três equipes já anunciaram suas campanhas – Team AkzoNobel (comandado por Simeon Tienpont), Dongfeng Race Team (Charles Caudrelier) e MAPRE (Xabi Fernández).
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