O tira-teima: um comparativo entre lanchas de comando aberto, hardtop e flybridge
O Loucos Por Barcos chegou ao nono programa da temporada! Nesta quarta-feira, foi ao ar ao vivo um bate papo sobre “Lancha HT ou FLY: qual o melhor tipo de barco para você?” e, pensando nisso, NÁUTICA trouxe um comparativo entre as três opções de configurações nas lanchas: de comando aberto, com hardtop ou com flybridge. Confira:

Comando aberto
-
Por ser aberto, o cockpit é exposto ao sol, ao vento e à chuva;
-
O cockpit é coberto por apenas uma capota baixa;
-
O piloto fica em contato com a área social, os solários, a plataforma de popa e tem controle de todo o barco;
-
Tem apenas um posto de pilotagem;
-
A visão da navegação é ampla e desimpedida;
-
As áreas mais utilizadas ficam no mesmo convés;
-
Lanchas de comando aberto têm centro de gravidade baixo e, por isto, maior estabilidade;
-
Todos a bordo passam a maior parte do tempo no cockpit, mesmo que o barco tenha cabine;
-
Tem bastante espaço para banhos de sol;
-
O piloto tem visão de todos dos lados do barco e acessa rapidamente a popa, dispensando ajuda nas manobras de atracação.
Leia também
» Travessias de lancha: como planejar e navegar com segurança no Loucos Por Barcos desta quarta
» Especial Semana de Vela de Ilhabela 2021: assista ao Loucos Por Barcos desta quarta-feira
» Convivência na água: Loucos Por Barcos reuniu um lancheiro, um velejador e um piloto de jet
Hardtop
-
O cockpit é parcialmente aberto e pode ter um teto solar;
-
O cockpit pode ser fechado e o hardtop é mais alto que uma capota simples;
-
Assim como nas lanchas de comando aberto, o posto de pilotagem é integrado ao resto do barco;
-
Só tem um comando e, por isto, não requer duplicidade de instrumentos;
-
A visão da navegação é limitada pelas molduras do para-brisa e das janelas;
-
Aqui também as áreas mais frequentadas ficam num só convés;
-
O casco tem centro de gravidade mais baixo e tende a balançar menos que as lanchas com flybridge;
-
O cockpit é um meio-termo entre os espaçosos conveses dos modelos de comando aberto e as confortáveis salas das lanchas com flybridge;
-
Há menos espaço para banhos de sol;
-
A visão do lado de fora não é tão boa quanto nas lanchas de comando aberto ou com flybridge, mas o piloto tem acesso rápido à popa.
Flybridge
-
Lá no alto, o flybridge fica mais exposto ao vento, ao frio e à chuva;
-
O flybridge pode ser apenas parcialmente protegido por capota;
-
No fly, o piloto não tem contato nem controle dos demais ambientes a bordo;
-
Permite ter um posto de comando alto, que precisa ser equipado com instrumentos de navegação;
-
Por ser alto e aberto, o flybridge oferece visão mais ampla da navegação;
-
O flybridge requer escada de acesso, que nem sempre é segura para crianças e idosos;
-
No flybridge, a sensação de balanço é maior;
-
O flybridge aumenta o espaço útil e é um ambiente a mais para as pessoas se espalharem a bordo e com mais privacidade;
-
O flybridge também pode ser usado para banhos de sol;
-
Nas atracações, a visão do piloto não é boa à ré e, para chegar à popa, é preciso descer a escada do flybridge;
Não perca nada! Clique aqui para receber notícias do mundo náutico no seu WhatsApp.
Náutica Responde
Faça uma pergunta para a Náutica
Relacionadas
A praia do Gauiúba recebeu 15 esculturas do artista plástico Adelio Sarro, que formarão uma espécie de “museu” debaixo d’água
Registro feito pelo fotógrafo Gianluca Nonnis, que mostra fenômeno natural na região, já soma 4,3 milhões de visualizações
Uso de revestimentos vinílicos adesivos e práticas de economia circular ganham espaço na indústria náutica; JAQ H1 é exemplo da tendência
Vanderlei Becker precisou de cinco anos e muitos sacrifícios para tirar do papel um barco de alumínio de 36 pés
Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo elencou os principais destinos da categoria. Aqui destacamos as opções mais atrativas para nossos leitores. Confira!




