4º episódio de “Construção do Veleiro Bravura” revela truques por trás da montagem
Entre segredos e "gambiarras", Angelo Guedes mostra bastidores da produção do barco que será motorizado pela Yanmar


Para cada problema, uma solução. O 4º episódio de “Construção do Veleiro Bravura” chega marcado por correções e aprendizados de Angelo Guedes, que os poucos aprende novos “macetes” para driblar as dificuldades de construir um barco a vela em casa. O novo capítulo rumo à embarcação que será motorizada pela Yanmar estreia nesta terça-feira (26), às 20h, no Canal Náutica do YouTube.
Mudança de planos e instalação da longarina: veja o 3º episódio de “Construção do Veleiro Bravura”
Barco criando forma: confira estreia do 2º episódio de “Construção do Veleiro Bravura”
Inscreva-se no Canal Náutica no YouTube
Desde o último espisódio, o Bravura tem recebido avanços significativos. Angelo trabalha em reforços estruturais, especialmente ao realizar o corte dos vaus que sustentam o convés. Ele também monta e solda as chapas do fundo do casco, além de dar uma atenção especial às emendas, antes desniveladas.
Para tudo isso e muito mais, uma ferramenta é essencial: a serra circular. Entretanto, com tantas serragens, o equipamento começa a dar sinais de que precisa de reparos. Para evitar o pior, Angelo tira da cartola um truque inusitado: o uso da acetona.
Acessível e fácil de ser adquirido, o produto se mostra uma excelente alternativa aos óleos lubrificantes, e impede que a serra circular “embuche” (ou, melhor dizendo, trave). É a velha e boa acetona salvando o dia.


Mas esse não é o único “macete” que Angelo revela no 4º episódio de Construção do Veleiro Bravura. Spoiler: mais uma vez, um item usado para fazer as unhas é utilizado como recurso pelo construtor, agora, visando evitar o mau funcionamento da fresa da serra circular.


O desalinhamento de duas seções do barco, embora tidas como normais por profissionais consultados por Angelo, faz com que ele produza uma famosa “gambiarra” — que deu certo.
Marcado por correções e aprendizados, o 4º episódio do Veleiro Bravura ainda mostra a montagem das longarinas de bote e revela problemas que só um especialista conseguiu arrumar. O profissional, inclusive, corrige Angelo em alguns procedimentos — e ele não desanima.


Me senti mais seguro no que estou fazendo. Eu vi que estou no caminho certo– contou o construtor
Impulsionado pela Yanmar
Não que Angelo Guedes precisasse de um incentivo ainda maior para realizar o seu sonho. Mas, com o apoio da fabricante de motores Yanmar, tudo ficou mais fácil — pelo menos no quesito motorização.


O equipamento que será o “coração” do Veleiro Bravura é o Yanmar 3JH40, tido como o menor motor marítimo diesel common rail interno do mundo em termos de deslocamento, dimensões e peso.
Com 3 cilindros, o motor oferece uma potência de 40mhp, que, segundo a marca, permitirá que novos proprietários de barcos de lazer menores se beneficiem, pela primeira vez, das vantagens de eficiência e desempenho, por conta da tecnologia de injeção de combustível CR gerenciada eletronicamente.


De acordo com a Yanmar, a tecnologia common rail do 3JH40 oferece consumo mínimo de combustível e níveis de ruído e emissão excepcionalmente baixos, que resultam numa operação praticamente sem fumaça e odor.
O 3JH40 de quatro tempos refrigerado a água é a solução ideal para novas construções e aplicações de repotenciação, especialmente para pequenos barcos a motor, saveiros, embarcações comerciais leves e veleiros monocasco — como é o caso do Bravura.
Acompanhe tudo no Canal Náutica do YouTube!
Para não perder nenhum episódio dessa épica jornada, inscreva-se no Canal da Náutica no YouTube e ative o sininho. Assim, você sempre será notificado quando um vídeo estrear — não só da “Construção do Veleiro Bravura”, mas de outras produções NÁUTICA.
A série terá episódios novos toda terça-feira, às 20h (horário de Brasília). Embarque nessa aventura com a gente!
Náutica Responde
Faça uma pergunta para a Náutica
Relacionadas
Jovens de 18 a 29 anos poderão concorrer à formação com cursos teórico e prático pagos pela prefeitura
Embarcação de 35 metros era considerada de luxo e exigia ao menos 20 remadores para navegar
Em seus quase 30 metros estão ambientes que fogem do padrão e uma motorização que pode chegar aos 2800 hp
Bioluminescência chegou a Itararé, em São Vicente, no último sábado (6). Registro mostra o brilho se formando de perto
Mastro do barco construído por ele mesmo, com o qual deu 3 voltas ao mundo, era maior que o teto do casarão tombado onde está exposto; veja como foi o processo




