De lancha, homem invade regata e é condenado a pagar mais de R$ 31 mil

Vídeo mostra momento em que ele quase colide com um dos barcos; assista!

Por: Vand Vieira -
25/02/2025
Foto: Reprodução

Faltou pouco para um desastre no Tâmisa quando, a bordo de uma lancha, Scott Keen decidiu interromper uma regata amadora que acontecia no famoso rio de Londres, em julho de 2024.

Agora, meses após o ocorrido, ele finalmente foi julgado e recebeu a pena máxima para esse tipo de caso: uma multa de mil libras, o equivalente a R$ 7,2 mil (na conversão feita em fevereiro de 2025).

Rio Tâmisa
Rio Tâmisa. Foto: Envato/elxeneize

Ao todo, incluindo a multa, custos do processo e indenizações, Keen terá que desembolsar mais de 4,3 mil libras (cerca de R$ 31,2 mil na mesma conversão).

Lancha colocou em risco ao menos quatro remadores

Na ocasião, um cinegrafista amador registrou o momento em que a embarcação do britânico, que vive no condado de Surrey, ignorou os árbitros, cruzou a linha da disputa e passou bem perto de um barco com quatro pessoas.

 

Furioso, Keen ainda gritou que todos ali presentes “não eram donos da água”, além de ofendê-los com xingamentos. Ele só parou de navegar pela área quando a lancha ficou presa à âncora de um barco maior.

 

 

O Tribunal de Magistrados de Staines definiu a situação como “chocante em sua totalidade, apresentando uma clara conduta criminosa que colocou em risco a segurança de outras pessoas, principalmente os jovens participantes da regata.”

 

Keen respondeu a acusações como obstrução de uma corrida de barcos, interferência na integridade de terceiros, uso de linguagem abusiva contra oficiais e voluntários, descumprimento de uma ordem do mestre do porto e irregularidade no registro da embarcação em que estava.


De acordo com informações do site MyLondon, a Agência Ambiental reforçou que as ações do réu representaram uma ameaça a outras pessoas.“Esse incidente foi vergonhoso. Keen demonstrou total desrespeito pela segurança de outros usuários do rio e poderia facilmente ter causado uma tragédia”, declarou Maria Herlihy, gerente de operações da Agência Ambiental.

 

“Esperamos que isso sirva de exemplo. Comportamentos antissociais e perigosos em nossos rios não serão tolerados. Tomaremos medidas rigorosas contra aqueles que desrespeitarem as regras e para navegação no Rio Tâmisa, completou ela.

 

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