Maurício Guitarrari encontrou na Sessa F42 o conforto de uma casinha. E não quer outra vida

Por: Redação -
02/07/2019

Em 15 anos de mar, o paulista Maurício Guitarrari, 44 anos, está em sua quarta lancha. Sua Sessa F42, a Eivissa, sua primeira lancha com flybridge, tem como base a Marina do Forte, em Bertioga. Veja o relato abaixo.

“Sabe aquela história de que, para uma barra de ferro, um ímã é simplesmente irresistível? A aproximação pode ser lenta, mas, à medida que a distância diminui, a atração aumenta até o ponto do contato. Foi esse tipo de atração que me levou à compra de uma Sessa F42, a minha primeira lancha com flybridge. Explico: em 15 anos de mar, eu estava em minha terceira lancha, uma Sessa C40 (antes, por cinco anos, eu tive uma Phantom 290, da Schaefer, que troquei por uma Phantom 345, com a qual naveguei por sete anos).

Assim, nada mais natural que o próximo passo fosse uma embarcação com um convés a mais, lá no alto. Afinal, as 40 pés representam o último degrau na escada que separa as simples lanchas de passeio de uma com fly. Para quem precisa de espaço, como eu, que vi a família crescer nos últimos anos com a chegada das crianças, faz toda a diferença. E ainda permite ao comandante uma visão privilegiada de sua navegação.

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Comprei a Sessa F42 em 2013. Busquei uma casinha mesmo, para navegar ao lado da minha mulher e duas crianças, além de amigos. Essa 42 pés leva 12 pessoas, sendo que quatro podem dormir a bordo, com bastante conforto, diga-se de passagem, em uma cabine que reúne dois camarotes e dois banheiros, sendo uma suíte na proa, além de recursos que o estaleiro acrescentou para conquistar os brasileiros, como a plataforma de popa maior (e com churrasqueira integrada) e uma mesa grande no cockpit, itens que a original italiana não tem.

A única coisa que não me agrada é a porta que separa o salão da praça de popa. Nas novas F42, essa porta abre inteira, integrando os dois ambientes. Já na minha lancha, a porta abre apenas parcialmente, por ser fixa e correr só para um lado. Devido ao tamanho do barco, e por questão de segurança, optei por contratar um marinheiro profissional. Navegamos bastante. Geralmente, pela região do Guarujá. Mas muitas vezes vou a Ilhabela e, ao menos uma vez por ano, estico até Angra, ocasiões em que dormimos a bordo. Estou muito feliz”.

 

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