Monociclo subaquático permite nadar e pedalar em baixo d’água ao mesmo tempo
Criado pela empresa francesa Seabike, o dispositivo promete uma velocidade "sobre-humana"; confira


Tem algumas invenções que você olha e pensa: “como isso não foi feito antes?” É este o caso da empresa francesa Seabike, que desenvolveu um monociclo subaquático, em que você pedala dentro d’água, nada numa velocidade razoável e com o mínimo de esforço.
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Com este aparelho — também chamado de Seabike — , é possível usar a força das próprias pernas para acelerar. Basta prender o dispositivo na cintura, que a haste se adapta ao comprimento do seu corpo e você ganha um “pedalinho” em baixo d’água. Veja com seus próprios olhos!
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Este empurrador, que é impulsionado por uma manivela, aciona uma espécie de hélice de 15 polegadas (38 centímetros) na extremidade do monociclo subaquático. Assim, uma vez na água, seus pés só precisam encontrar os pedais e está feito: você está nadando e pedalando ao mesmo tempo.


Os hélices também funcionam nos dois sentidos, caso alguém queira comandar o Seabike de ponta-cabeça — isso é, dirigir o dispositivo com os braços — , que, convenhamos, não tem a mesma graça. Além disso, ele também pode ser usado em mergulhos autônomos — do tipo em que se usa cilindros de ar comprimido.
Se a moda pega…
Não se preocupe com a velocidade do hélice. Segundo a marca, ela gira devagar o suficiente para pedalar num ritmo tranquilo e velocidade agradável. O monociclo subaquático também é flutuante — que facilita recuperá-lo caso ele se solte no mar — e fácil de transportar.


E por incrível que pareça, este monociclo subaquático não é totalmente uma novidade, visto que está no mercado há mais de um ano. Com duas variações — básica e Pro — , o Seabike custa a partir de 290 euros ( R$ 1,6 mil em conversão realizada em maio de 2025).
O modelo mais básico vem com bolsa e cinto ergonômico, que prende o aparelho na cintura. Já a versão Pro custa 370 euros (aproximadamente R$ 2 mil), e possuiu um hélice de liberação rápida, que pode ser facilmente removida e desmontada.
Por Áleff Willian, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
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