Conheça 4 regiões da Nova Zelândia e entenda o amor do povo pelos mares

Por: Redação -
31/12/2021

Mais do que um esporte, a vela faz parte da história da Nova Zelândia, que sediou sede da 36ª America’s Cup, e o mar, parte da rotina dos kiwis

 

A Nova Zelândia é uma nação oceânica e os neozelandeses, ou kiwis, se consideram um povo do mar. As ilhas do país têm uma costa de mais de 15 mil quilômetros e os mares representam recursos econômicos, alimentares e espirituais para o povo. Foi pelo mar que os ancestrais maori chegaram a Aotearoa – como eles chamam o país – e até hoje o espírito velejador está presente entre os neozelandeses. Ao conhecer alguns lugares fica fácil entender o porquê. Conheça alguns deles e sinta despertar a vontade de explorar os oceanos!

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Auckland

Conhecida como cidade das velas, não foi à toa que Auckland foi escolhida para sediar a America’s Cup. A região tem mais barcos per capita do que qualquer outro lugar do mundo, de acordo com o Turismo na Nova Zelândia, sem mencionar as diversas marinas. Os visitantes se impressionam ao encontrar um paraíso marítimo como o Golfo de Hauraki, na fronteira leste, tão perto de uma grande cidade. Do outro lado, a costa oeste acidentada é o local ideal para surfar e fazer kite-boarding.

 

A Explore Group – Auckland Harbour Sailing é uma atração tanto para quem quer se aventurar na navegação ou apenas relaxar em meio ao ar fresco do mar. O visitante ainda pode embarcar no Porto Waitemata e saborear uma refeição completa, enquanto desfruta do horizonte icônico da cidade no Auckland Harbour Dinner Cruise.

Bay of Islands

Composta por um grupo de 144 ilhas na Ilha Norte, a Baía das Ilhas (Bay of Islands) é considerada um dos melhores pontos de cruzeiro do mundo e todos os anos reúne iates na corrida inshore mais popular do país, o Clássico Costeiro de 120 milhas. Quem visita a região encontra praias isoladas de areia branca por toda parte e ampla oferta de frutos do mar.

 

Uma das atrações da região é o Sundowner Evening Cruise, cruzeiro noturno perfeito para terminar o dia, sentindo a deliciosa brisa marítima. Já o Island Hopper Sailing Cruise, é uma opção para que não quer perder a oportunidade de velejar em águas calmas e intocadas, em meio à rica vida marinha e um santuário de aves.

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Bay of Plenty

A região, que fica na Ilha Norte, é famosa por seu belo litoral e pela rica vida marinha, como já revela seu nome: Baía da Abundância. No local, é possível encontrar opções de cruzeiros para todos os gostos e bolsos. A região também abriga a cidade natal do velejador campeão olímpico Peter Burling, Tauranga. Foi ali que ele começou a praticar vela e agora faz parte da equipe Emirates Team New Zealand, que disputa o campeonato mundial.

 

Na cidade, os visitantes podem fazer o Dolphin & Wildlife Cruise, cruzeiro para explorar a vida selvagem e experiência perfeita para toda a família. Partindo da cidade Whakatane, a Whale Island (Moutohora) Snorkelling Sailing Trip oferece viagens de mergulho ao redor das ilhas de Moutohoroa e Rurimas, que são reservas naturais e cujas águas são ideais para uso do snorkel.

Wellington

A capital do país tem um porto que abriga 13 iate clubes e tem numerosas baías, perfeitas para bote e vela. O vento constante na cidade atrai os marinheiros, em especial para o estreito de Cook, que divide as ilhas norte e sul. O Kapiti Explorer é um barco que foi construído para viajar para a Ilha Kapiti e é guiado por locais experientes. Na trajetória, os visitantes se deparam com uma floresta deslumbrante e uma reserva de aves nativas.

 

Para uma experiência de luxo, o Megisti Sailing Charters é imperdível. Trata-se de um catamarã de 12,6 metros, que durante uma hora navega nas águas límpidas, nas quais é possível avistar golfinhos, baleias, focas e até pinguins azuis.

 

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    O São Paulo Boat Show 2026 foi a estreia oficial da Tank Boats. O estaleiro levou para o salão seu primeiro modelo, a T36, uma lancha de 36 pés que combina conforto e desempenho.

    Recém-chegada ao mercado, a Tank Boats foi inaugurada em abril, e escolheu o evento para o lançamento de sua embarcação primogênita, do tipo center console, com referências internacionais.
    É um barco que traz muitas referências internacionais, principalmente no acabamento, que é extremamente fino e difícil de encontrar em embarcações nacionais. Também temos muita tecnologia embarcada, com uma interface própria da Tank Boats - destacou Fábio Bisolatto, fundador da Tank Boats
    [caption id="attachment_210486" align="alignnone" width="920"] Fábio Bisolatto. Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica[/caption] Segundo Inara Bisolatto, gerente de marketing da marca, a T36 pode ser configurada tanto para pescadores quanto para quem busca passeios, lazer e uso familiar.   A lancha  tem casco construído por infusão a vácuo, motorização de popa e uma cabine considerada pelo estaleiro uma das maiores da categoria. Na unidade exposta no salão, a motorização é composta por três motores Mercury de 425 hp, totalizando 1.275 hp. [caption id="attachment_210485" align="alignnone" width="920"] Motores da T36. Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica[/caption]

    Barco conta com ‘caixa-preta’

    De acordo com Victor Tadano, um dos sócios da Tank Boats, a empresa desenvolveu uma interface própria para centralizar informações que normalmente ficam espalhadas entre diferentes equipamentos e telas da embarcação.   A T36 exposta possui sete telas, mas a proposta do sistema é permitir que as informações consideradas essenciais sejam acompanhadas de maneira centralizada. [caption id="attachment_210484" align="alignnone" width="920"] Center console da T36. Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica[/caption] O executivo ainda destacou que o software armazena dados sobre o funcionamento da embarcação e acompanha parâmetros dos sistemas ao longo do tempo. Assim, a partir desses registros, é possível identificar desvios em relação ao padrão de funcionamento e indicar possíveis problemas.   Alterações de rotação, temperatura ou consumo do motor podem gerar alertas antes que uma falha efetivamente aconteça.
    Temos muita tecnologia e muitas telas no barco, mas não adianta ter sete telas e não conseguir acompanhar todas. Por isso, é importante ter, em pelo menos uma delas, as informações essenciais da embarcação. Não é apenas uma tela: é um sistema que armazena os dados, como uma espécie de caixa-preta que trouxemos para dentro do barco para ajudar no gerenciamento - afirmou Tadano
    [caption id="attachment_210483" align="alignnone" width="920"] T 36. Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica[/caption]

    Manual de instruções

    Fábio Bisolatto e Victor Tadano explicaram que o proprietário receberá, junto com a embarcação, um manual de instruções, projeto elétrico e projeto hidráulico, além das especificações e códigos dos componentes utilizados.   Segundo eles, os itens empregados durante a fabricação são rastreados para facilitar futuras manutenções e substituições.   A empresa também afirma possuir um documento de ensaios de 51 páginas, com os testes realizados durante a fabricação e a entrega da embarcação. [caption id="attachment_210480" align="alignnone" width="920"] T36. Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica[/caption] [caption id="attachment_210479" align="alignnone" width="920"] Canine da T36. Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica[/caption]

    Fundo de investimentos

    O estaleiro foi aberto em abril de 2026. Os sócios afirmam que a marca conta com o respaldo de um fundo de investimento e que os recursos previstos permitem sustentar a operação pelos próximos três anos durante a ampliação da linha de produtos, independentemente das vendas. [caption id="attachment_210478" align="alignnone" width="920"] Center console da T36. Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica[/caption]

    Estreia no São Paulo Boat Show

    O São Paulo Boat Show foi palco da estreia oficial da Tank Boats diante do público, e a empresa montou um estande de aproximadamente 370 m² para apresentar a marca.   Para Inara, a recepção superou as expectativas e a Tank Boats já havia fechado vendas antes mesmo da metade do evento. [caption id="attachment_210481" align="alignnone" width="920"] T36. Foto: Victor Santos / Revista Náutica[/caption]

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    Anote aí!

    SÃO PAULO BOAT SHOW 2026 Quando: de 24 a 29 de setembro de 2026 Onde: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP) Horário: das 13h às 22h; no primeiro dia, abertura às 15h; no último dia, encerramento às 21h Mais informações: no site do evento Ingressos: site oficial de vendas  

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