Tethys 37 HT: como será a sexta lancha do estaleiro gaúcho Tethys Yachts

07/04/2020

O estaleiro gaúcho Tethys Yachts ainda não completou o quinto ano de vida, mas já tem seis modelos de lancha em sua linha de montagem e conquistou uma legião de admiradores. A reputação de construir barcos de acabamento cuidadoso, com o uso de materiais de qualidade e dedicação a cada detalhe do projeto, faz com que cada lançamento do estaleiro seja acompanhado com expectativa.

O próximo deles será este aqui: a lancha Tethys 37 HT, que, pelas imagens em 3D, já chega despertando aquela primeira boa impressão e provocando grandes expectativas no mercado náutico.

A Tethys 37 HT nasceu bonita (repare no design, esportivo e arrojado) e, quando for lançada, apresentará muitos pontos altos, além do hard top com teto solar. Terá cabine dois camarotes (um na proa e outro à meia-nau) com acomodação para quatro pessoas, com cozinha integrada e banheiro fechado de bom tamanho. Além disso, levará até 11 pessoas em passeios diurnos, graças ao aproveitamento máximo da área.

Feito para o sol e muito adequado para reunir a família, o cockpit terá dois sofás em L, uma chaise, posto de comando com banco duplo para piloto e copiloto e uma segunda cozinha. Na proa, solário duplo conta com cabeceira rebatível.

Na popa, destaque para o chamado espaço gourmet, com churrasqueira a carvão. Repare que entre a praça de popa e o salão haverá uma porta de vidro, que quando aberta integrará os dois ambientes, além de um enorme teto solar e de janelas laterais iluminando todo o ambiente com luz natural.

O grande diferencial deste tipo de embarcação é justamente esse: promover o ganho de área interna, sem perder o espaço aberto no cockpit. Interessante também será a plataforma de popa da Tethys 37 HT, que aumentará ainda mais a área útil do cockpit, facilitando assim o contato com o mar e os mergulhos.

Como explica Alexsandro Ferreira, diretor do estaleiro, a nova Tethys 37 HT oferecerá inúmeras possibilidades de customização, para que fique exatamente como seu proprietário sempre desejou. Além disso, cada etapa da produção será acompanhada atentamente.

“Todos os detalhes são importantes para a construção das nossas embarcações. Por isso, construímos nossos barcos artesanalmente, primando sempre pela qualidade e segurança. Prova disso, é que somos membro American Boat and Yacht Council, que atualiza os padrões de segurança para construção e reparos de barcos há 50 anos”, destaca.

O estaleiro Tethys Yachts fica em Venâncio Aires, cidade gaúcha distante 130 quilômetros de Porto Alegre, e começou suas atividades em 2016 com a lancha Tethys 540 Fly, que rapidamente tornou-se um sucesso.

Depois vieram a Tethys 540 HT, a Tethys 41 (versões Targa e HT), a Tethys 31 Targa e, agora, a Tethys 37 HT, que — assim como os demais modelos da marca — virá completa de série, incluindo gerador Onan 7,5kwa, aquecedor de água, ar-condicionado (2 x 16.000 BTU) e plataforma submergível. Motorização: de 300 hp a 350 hp, gasolina, e 320 hp diesel.

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    Arqueólogos encontram barcos usados em rituais funerários vikings

    Em um antigo assentamento viking em Vinjeora, na Noruega, arqueólogos encontraram dois barcos soterrados. Ao examinar as embarcações, a surpresa: elas eram usadas em rituais funerários e enterradas junto com os mortos. A descoberta só foi possível graças a um georadar (radar de penetração no solo) de alta resolução.

    Pouco que se sabe sobre os necrotérios vikings. Uma das poucas certezas era que as pessoas eram veladas em barcos. Agora, descobriu-se que algumas poderiam também ser enterradas junto com as embarcações. A revelação aponta uma diversidade nas práticas funerárias vikings.

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    Segundo os arqueólogos do Instituto Norueguês de Pesquisa do Patrimônio Cultural, as embarcações estavam enterradas uma abaixo do outra e ambas tinham entre 10 e 15 metros. Em uma delas, os arqueólogos identificaram um homem que teria morrido no século 8. Logo acima dele, uma mulher foi enterrada com artefatos raros, como um broche dourado em forma de cruz. Para Raymond Sauvage, da Universidade Norueguesa, os dois foram enterrados juntos porque tinham algum grau de parentesco.

    Ao mesmo tempo, outros dois navios vikings foram encontrados em Uppsala, na Suécia. Em uma das embarcações, que estava muito bem preservada, o homem foi sepultado junto de um cavalo e de um cachorro. De acordo com os arqueólogos, era comum que homens e mulheres vikings fossem enterrados dessa forma.

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      Cada vez mais desejadas, por iluminar o ambiente e compor um espaço interno agradável, grandes janelas equipam diversas lanchas. Poucas como essa aqui: a nova Galeon 680 Fly, certamente uma das que mais abusam do uso de vidros no mundo.

       

      Construída pelo estaleiro polonês Galeon Yachts, essa 68 pés tem uma infinidade de truques para que seus ocupantes não percam o contato com o mar, do posto de comando com teto solar a enorme quantidade de janelas que iluminam e se abrem, emoldurando o salão e o convés inferior, permitindo a entrada de luz natural e uma vista excepcional, dependendo do lugar em que se esteja navegando, naturalmente.

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      Talvez você nunca tenha ouvido falar da Galeon Yachts, mas é um estaleiro tradicional na Europa, com 35 anos de operação, e conhecido por ser um dos primeiros estaleiros no mundo a produzir em série lanchas com o conceito das varandas laterais no casco, hoje sucesso no mundo inteiro.

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        Dois britânicos e um cão: a ousada travessia a bordo de uma balsa salva-vidas gigante rumo ao Ártico

        06/04/2020

        Considerado o último recurso de um marinheiro em situações de naufrágio, um barco salva-vidas pode ter outras funções além daquela para a qual foi criado. Pelo menos foi no que apostaram os britânicos Guylee Simmonds e David Schnabel, que em 2018 compraram um bote gigante (com capacidade para 100 pessoas) que servia a uma balsa de passageiros e veículos (ferryboat) na Escócia e o transformaram em um barco utilitário, com o qual realizaram uma aventura épica entre a costa da Inglaterra e o Círculo Polar Ártico. Junto, foi o cachorro de Guylee, um retriever chamado Shackleton.

        Estudantes de arquitetura na Universidade de Cardiff, no País de Gales, ambos com 28 anos de idade, os dois compartilhavam desde a adolescência o sonho de protagonizar uma expedição marítima do mesmo grau de grandeza do nosso Amyr Klink. A rota já estava traçada: navegar os 5 000 quilômetros de paisagem selvagem e isolada que separam a costa de Sussex (condado histórico da Inglaterra) de Tromsø, a maior cidade do Ártico, no extremo norte da Noruega, famosa pelos fiordes.

        Para tornar o sonho realidade, eles procuravam por um barco quando ficaram sabendo que a empresa Caledonian MacBrayne (CalMac), principal operadora de ferries na Escócia, havia desativado toda uma frota de botes salva-vidas, que seria substituída por infláveis. Na hora, Guylee Simmonds percebeu que havia encontrado a embarcação adequada. “Esses botes foram projetados para enfrentar as piores condições, como salva-vidas de balsas, mas nunca conseguiram realmente atingir seu potencial. Por que não testar a sua capacidade?”, explicou o estudante de arquitetura, que não hesitou em pagar € 7 000 por um bote de 10,7 metros de comprimento (35 pés).

        A conversão do bote em um barco de cruzeiro, ou em um utilitário, consumiu 15 meses. Batizada com o nome Stødig (um adjetivo norueguês que significa estável e confiável), a embarcação ganhou dois camarotes na proa e outro na popa, uma cozinha, mesa de jantar, banheiro e muitos paióis. “Projetamos de dentro para fora, adotando os princípios pelos quais projetaríamos edifícios”, conta Guylee. Um detalhe recebeu atenção especial no projeto: uma proteção no cockpit, para que os dois aventureiros pudessem degustar churrascos e peixe durante a travessia e, acima de tudo, sentar para tomar uma cerveja, como bons britânicos que são.

        O Stødig zarpou do porto de Newhavem, na Inglaterra, em maio de 2019. A partir dali, contornou a costa da Bélgica, depois a da Holanda; passando as Ilhas Frísias, na Alemanha, atravessou o canal de Kiel e seguiu rumo ao Báltico, contornando ainda a costa da Dinamarca e da Suécia, antes de cruzar o estreito de Skagerrak rumo a Bergen, a segunda maior cidade da Noruega.

        A viagem começou a ganhar ares de ventura quando o barco pegou a rota da balsa Hurtigruten, uma famosa linha marítima entre as cidades de Bergen e Kirkenes, em que enfrentou surpreendentes ondas de quatros metros. De Kirkenes, apontou a proa para Tromsø, porta de entrada norueguesa no Círculo Polar Ártico. Ao todo, o Stødig cruzou oito países, em uma jornada que se estendeu por cinco meses, com contando toda a temporada de inverno que passou explorando o Círculo Polar.

        O objetivo da expedição era justamente este: explorar a paisagem selvagem e isolada, demonstrando a capacidade de viver a bordo de um barco projetado para ter autossuficiência em um ambiente tão extremo. Tudo devidamente documentado e compartilhado nas redes sociais por meio de fotografias e vídeos.

        “O Stødig foi para nós um lar tão seguro quanto em qualquer outro em que vivemos anteriormente”, garantiu Guylee Simmonds ao desembarcar na Inglaterra. A próxima expedição a bordo desse utilitário dos mares? “Agora, em 2020, estamos ansiosos para ir mais ao norte, o último trecho da costa norueguesa e o mais remoto do país, que não alcançamos nessa viagem”, revela.

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          SEC Boats inicia exportação de barcos para os Estados Unidos

          O estaleiro catarinense SEC Boats iniciará a exportação de barcos para os Estados Unidos. A empresa informou que o MIC (Manufacturing Identification Code) já foi emitido pela US Coast Guard e as embarcações irão nesta quarta-feira (8) para Orlando, na Flórida.

          Serão seis unidades do modelo Redfish 167 agora em abril e 18 unidades por mês a partir de maio. Com mais de 5 m de comprimento, esta é uma lancha pensada para pesca e passeio, com segurança e conforto na navegação. Tem capacidade para até seis pessoas e convés desenvolvido dentro das normas brasileiras ABNT.

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          O estaleiro está, ainda, em negociações para produção de três unidades do CatFish 35 para exportação. O modelo foi projetado tanto para os apaixonados por pescarias no litoral do Brasil quanto para o exigente mercado externo, de acordo com a empresa, atendendo às mais rígidas normas e necessidades do mercado americano. Com capacidade para navegação costeira ou mar aberto, promete proporcionar segurança e conforto na navegação, podendo ser equipado com o que há de melhor em acessórios, elevando assim o nível de conforto a bordo.

          Com 11 metros de comprimento, o modelo poderá levar até 11 passageiros, além do piloto. Itens de série incluem compartimento na proa para acomodação de carga, mesa de trabalho de iscas na popa, 14 suportes de varas de pesca nos bordos, porta varas no T-top para quatro varas, entre outros, além de itens opcionais. A motorização fica por conta de dois de popa de 150 hp a quatro motores de 400 hp cada.

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            Iate presidencial das Filipinas será convertido em hospital flutuante para combate ao COVID-19

            Por: Redação -

            A Marinha das Filipinas está se preparando para converter o iate presidencial do país, BRP Ang Pangulowas, em um hospital flutuante para pacientes com coronavírus. A medida foi ordenada pelo presidente Rodrigo Duterte e permitirá que o iate acomode um total de 28 pacientes suspeitos de coronavírus e cinco médicos. A tripulação também permanecerá a bordo.

            Um comunicado divulgado no sábado disse que a Marinha “havia planejado um plano viável de converter o iate presidencial em uma instalação de quarentena flutuante dedicada a pacientes com coronavírus”.

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            A conversão contará com três compartimentos para os pacientes instalados dentro do iate, enquanto diferentes pontos de entrada serão dedicados à equipe médica e aos pacientes. Uma distância de três metros será mantida entre os pacientes o tempo todo, acrescentou o comunicado.

            Obtido pelas Filipinas como parte das reparações do Japão no pós-guerra, o BRP Ang Pangulowas foi convertido em um iate presidencial no final dos anos 50. Rostos famosos que se acredita terem passado algum tempo a bordo incluem as dançarinas Margot Fonteyn e Rudolf Nureyev e a atriz Brooke Shields. O iate de 77 metros ainda está em serviço, mas Duterte já havia sugerido planos de desativação do Ang Pangulo.

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              No Canal da Joatinga, no Rio, os barcos enfrentam uma barra pra lá de traiçoeira. Se vacilar, vira!

              Fotos Victor Aune, da Aune Filmes

              Vai virar, vai virar!”, gritam alguns pescadores, posicionados em cima do quebra-mar da Barra, na zona oeste do Rio de Janeiro, alertando o comandante de uma lancha de 21 pés — que tentava alcançar o mar, vindo do Canal da Joatinga — para o risco iminente de capotamento, por insistir em cruzar a barra a qualquer preço.

              Colhida por ondas de dois metros de altura, que explodiam contra o casco e lambiam o convés, num vaivém constante, a embarcação girava na arrebentação em torno do próprio eixo, em piruetas de 360º. A essa altura, a água já havia invadido o cockpit deixando todos os tripulantes molhados e amedrontados.

              Se as ondas empurrassem a lancha para a direita, o choque contra o quebra-mar seria inevitável. Felizmente, depois de resistir à borrasca por 15 minutos, o tal comandante conseguiu apontar a proa em direção às ondas, acelerar firme e romper a barreira de água salgada. Uma barreira que desafia os donos de barcos diariamente na embocadura do Canal da Joatinga, também conhecido como Canal de Marapendi, Canal da Barra ou simplesmente “barra do medo”.

              Localizada na altura do Posto 1 da Barra da Tijuca, essa embocadura é um lugar muito bonito. O perigo, porém, rivaliza com as belezas. “Já testemunhei muitos acidentes aqui, envolvendo lanchas e jets”, conta Victor Aune, que há 30 anos mora em uma casa debruçada sobre o canal, praticamente sobre a barra. “O verão é a época mais perigosa, porque o mar está muito calmo boa parte do tempo, com muito sol, e de repente entra uma tempestade e fica o caos”, explica esse, digamos, sentinela do lugar. “Mas a passagem exige cuidados o ano inteiro”, alerta.

              O canal é muito dinâmico. Quando chove, aumenta o fluxo de água de dentro para fora do canal. Já quando a lua está cheia, aumenta o fluxo do mar para o canal. Com isso, os bancos de areia mudam muito de lugar

              O aviso vale para a hora de entrar no canal, vindo do mar, mas sobretudo para a saída, que é quando efetivamente o bicho pega. “Na maré baixa, quando o canal está vazando, a água que sai mede forças com o mar, que está entrando; então, mesmo num dia calmo, tem ondas; e esse fluxo é perigoso, pois enquanto você está esperando na boca para sair, o canal está te empurrando para fora”, explica Victor, dono de uma lancha de 22 pés, que transita frequentemente pelo canal.

              Entre os acidentes mais graves que testemunhou, Victor lembra de um choque entre dois barcos, que aconteceu no fim do ano passado, ambos pertencentes a uma empresa de mergulho. “Essa empresa já ficou conhecida por protagonizar acidentes no canal, por tentar sair de qualquer jeito, a qualquer momento. Vira e mexe eles afundam um barco”, denuncia.

              No acidente do ano passado, os mergulhadores saíram a bordo de dois barcos, um atrás do outro. Chegando na barra, enquanto o de trás acelerava, o da frente viu uma onda e reduziu a velocidade bruscamente. O barco de trás bateu no da frente. Como o que está ruim pode sempre piorar, com o choque a âncora do barco de trás caiu na água e o barco ficou fundeado no meio da arrebentação. “Então, uma pessoa tentou tirar a âncora e teve o braço esmagado entre o cabo e o casco.

              Logo depois, o piloto tentou dar um giro e o cabo enroscou no hélice, e o motor parou. Ficaram seis pessoas dentro da arrebentação, uma delas com o braço esmagado. Aí o canal fez o trabalho dele: jogou o barco contra as pedras. Deu perda total. E o barco não tinha seguro. Era uma lancha de 37 pés!”, testemunhou Victor. Outra vítima recente da arrebentação na barra foi um pescador amador, cujo barco ficou sem motor (deu pane) na saída do canal. A lancha dele foi jogada contra as pedras do quebra-mar. Foram necessários dois caminhões, equipados com braços mecânicos, para tirá-la de lá.

              Em certos momentos, o canal parece um lago, de tão tranquilo. Em muitos outros, a beleza rivaliza com o perigo. Donos das lanchas e dos jets que trafegam por ali precisam aprender a esperar a hora certa de entrar e sair

              O quebra-mar foi colocado na “barra do medo” nos anos 1950. Mas esse molhe não é suficiente para rechaçar o ímpeto das ondas, impedindo a sua entrada no canal. A solução para isso seria alongá-lo de 60 metros para 180 metros. Até existe um projeto nesse sentido, mas nunca foi tirado do papel. Enquanto a prefeitura não toca a obra, os donos das lanchas e dos jets que trafegam por ali precisam aprender a esperar a hora certa de entrar e sair.

              “Em certos momentos, isso aqui parece um lago, de tão tranquilo. Se você conversar com as pessoas que moram aqui, e têm barco, todas elas vão dizer que entram e saem numa boa. Por experiência, sabemos quando dá para sair, quando é perigoso e quando é mais prudente e inteligente esperar. Mas aí vêm os apressadinhos, ou desatentos, e fazem bobagem”, alerta esse privilegiado observador.

              O problema, segundo ele, é que, nos últimos anos, o canal ganhou alguns clubes, marinas e até um restaurante que alugam jets e lanchas e organizam passeios para as Ilhas Tijucas, que ficam a cinco minutos do canal. Além disso, a prefeitura construiu dois píeres públicos. Com isso, aumentou muito o fluxo de barcos. “Poucos anos atrás, não havia mais do que 50 jets por aqui. Hoje, existem 500! Muita gente nova num lugar relativamente perigoso, se não for respeitado. Essa necessidade de sair a qualquer custo aumenta o risco de acidentes”, avalia o sentinela da barra.

              Um problema adicional é a formação de bancos de areia. O canal é muito dinâmico: maré sobe, maré desce; maré sobe, maré desce. Quando chove, aumenta o fluxo de água de dentro para fora do canal. Já quando a lua está cheia, aumenta o fluxo do mar para o canal. Com isso, os bancos de areia mudam muito de lugar, a ponto de, muitas vezes, restar apenas 30 centímetros de água na saída do canal. Nessas condições, teoricamente não dá para passar. A não ser que o barco venha acelerado, bata no banco de areia e salte. “O problema dos bancos de areia é que a onda que tinha um metro de altura começa a ficar com dois metros”, adverte Victor.

              O verão é a época mais perigosa, porque o mar está muito calmo boa parte do tempo, com muito sol, e de repente entra uma tempestade e vira o caos

              A dificuldade é tanta que mesmo a Marinha evita passar pela barra: a Capitania dos Portos do Rio fiscaliza o Joatinga/Marapendi regularmente, mas prefere manter botes do lado do mar e jets dentro do canal. Para não errar na hora de entrar no canal, segundo Victor, o truque é contar a série de ondas. “Se não contar direito e acabar no meio de uma vaga, você não pode passá-la, sob o risco de a lancha embicar. Como é raso, o bico bate no fundo e o motor passa por cima da cabeça das pessoas. Já houve alguns acidentes fatais aqui por causa disso”, adverte.

              Já na hora de trocar o canal pelo mar o segredo é acompanhar as marés. “Se a maré estiver baixa e a ondulação, alta, não dá para sair. A ondulação deve estar, no máximo, com 1,5 metro. Acima disso, não há chance de sair. Já se a ondulação estiver com 1,5 metro e a maré, alta, dá para sair”, ensina Victor. Lembrando que a maré muda duas vezes por dia. De manhã, ela atrasa uma hora por dia e varia de 12 em 12 horas. Então, de manhã pode começar vazando, no meio do dia estar enchendo e à noite voltando a vazar. Conforme a lua vai mudando, isso se inverte. “Assim, no início do mês a gente tem vazante durante o dia e no fim do mês vazante durante a noite”, ele explica.

              A entrada do canal, entre o quebra-mar e o costão de pedras, tem apenas pouco mais de 50 metros. Quando o mar está agitado, o espaço para cruzá-la fica ainda mais restrito

              O Canal da Joatinga (não confundir com a Ponta da Juatinga, o nosso “cabo das tormentas”, em Paraty, no meio do caminho entre Ubatuba e Angra dos Reis) é bem extenso. Vai da Barra da Tijuca até Angra. Mas boa parte dele não é navegável. Só recebe o tráfego dos barcos num trecho de cerca de 20 quilômetros, até a altura do Recreio dos Bandeirantes.

              Calado não é problema. Assim, seria possível a navegação de barcos de até 70 pés. Porém, existe uma ponte que limita a passagem, no quilômetro dois do canal, por ser muito baixa: tem 1,50 metro de altura. “Mesmo com a minha lancha, uma 22 pés, tenho de desmontar o cockpit para passar sob ela”, conta Victor. “Em compensação, se não fosse por esse detalhe, teríamos barcos enormes sofrendo na entrada ou na saída do canal”, conforta.

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                A North Sails do Brasil, parceira da Semana Internacional de Vela de Ilhabela, solicitou à prefeitura municipal de Ilhabela um alvará especial para produzir máscaras faciais de combate ao COVID-19 nas instalações para fornecer à população local.

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                No projeto proposto, a North Sails fornecerá know-how vindo das fábricas North Sails da Itália e França (que já produzem máscaras desde o inicio da pandemia), mão de obra e maquinário.

                A prefeitura fornecerá tecido, elásticos e linhas de costura.

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                  Durante a última semana, virou polêmica a notícia de que donos de iates mundo afora decidiram passar a quarentena “al mare”, em meio à pandemia de Covid-19. O empresário David Geffen, fundador do gigante estúdio DreamWorks, postou uma foto de seu megaiate (o Rising Sun, de 452 pés, que já recebeu hóspedes como Barack Obama e Jeff Bezos, criador da Amazon) singrando o mar das Ilhas Granadinas, no Caribe, com a seguinte legenda: “Evitando o vírus. Fiquem seguros.”

                  Megaiate Rising Sun, de 452 pés

                  Imediatamente, Geffen recebeu uma enxurrada de críticas pelas redes sociais, com as pessoas chamando seu post de “vergonhoso” e seu autor de “insensível” e “sem noção”, entre outros adjetivos menos carinhosos. Não deu outra: ele excluiu sua conta da rede social em questão.

                  A dúvida que fica é: se para conter o surto de coronavírus é legítimo se isolar em uma casa de campo ou de praia, independentemente se é uma mansão ou uma casa padrão de condomínio à beira-mar, porque não fazer isso em um barco, atracado em um píer e longe das aglomerações de pessoas? O comparativo não vale apenas para os afortunados. Vale para todos. De donos de barcos de 30 pés a megaiates de incontáveis metros.

                  Leia também: Vitamina D, abundante nos passeios de barcos, pode ter papel importante na prevenção e combate ao coronavírus

                  O distanciamento social é a ferramenta mais eficaz para evitar a propagação do novo coronavírus, segundo autoridades sanitárias de todo o mundo. E o mar é um dos lugares mais adequados para isso. Não há lugar mais protegido do que nas acomodações de um barco, um tipo de isolamento natural, cujo destino, inclusive, seu comandante pode alterar, caso sinta a aproximação de vizinhos ou se surgir algum risco de o vírus chegar perto. Pela característica do ambiente e pela pequena densidade de pessoas, o mar é praticamente imune ao avanço do novo coronavírus. Ou seja, se ficar recolhido em casa ou em um barco, estaremos obedecendo a regras do mesmo jeito.

                  Leia também: Marinas do grupo BR Marinas funcionam sem restrições, apenas com operação reduzida

                  Logo após o anúncio de David Geffen, outros amantes dos mares decidiram seguir seus conselhos e se abrigar em suas embarcações, para evitar a pandemia. A lista dos que optaram passar a quarentena no mar inclui personalidades da moda, da tecnologia e do esporte.

                  O empresário Tommy Hilfiger, da grife homônima, passa a quarentena em St. Vincent, no Caribe, a bordo do superiate Flag, de 205 pés. Também no Caribe, o russo Roman Abramovich, dono do clube Chelsea, da Inglaterra, isolou-se no megaiate Eclipse, de intermináveis 535 pés, que atualmente se encontra nas águas de St. Barts. Ainda nas águas caribenhas, o co-fundador do Google, Sergey Brin, flutua a bordo Dragon Fly, de 240 pés e muitas suítes.

                  Superiate Dragon Fly, de 240 pés, do co-fundador do Google, Sergey Brin

                  Por sua vez,  o banqueiro e empresário Ron Perelman recolheu-se a bordo do megaiate C2, de 281 pés, que está ancorado o Golfo do México, enquanto Andrey Guryev, vice-presidente do sindicato dos químicos da Rússia, navega por Antígua a bordo do seu Alfa Nero, de 269 pés, cuja popa lembra a de um pequeno transatlântico: tem quase 300 m², ou cerca de um quarto do comprimento do próprio barco, que é de 82 metros.

                  Leia também: Tradicional iate clube Veleiros do Sul anuncia medidas para associados terem acesso aos barcos

                  No Brasil, não são poucos os que optaram por passar a quarentena isolados em seus próprios barcos, evitando contato com o coronavírus, mas sem esquecer de levar à risca as recomendações de higiene a bordo, como determinam as autoridades de saúde.

                  É o caso do empresário Pedro Dias, que ao lado da noiva, Marcelle Macario, decidiu trocar o apartamento em São Paulo pelo aconchego daquela que ele chama de sua segunda casa, uma lancha de 36 pés, atracada na Porto Marina Astúrias, em Guarujá, no litoral paulista. Junto, foi a mascote do casal: a cadelinha Laninha. “Em São Paulo, eu moro com a minha mãe, que tem 60 anos, e um andar acima mora o meu avô, de 84 anos. Então, achei mais seguro ficar no barco, uma Intermarine Oceanic 36, que apesar de não ser tão grande, oferece um mínimo de conforto para o casal. “Tranquilamente, podemos passar aqui mais uns 30 ou 40 dias a bordo. E muito feliz”, conta Pedro.

                  O casal Pedro Dias e Marcelle Macario e a mascote Laninha

                  Outro que seguiu esse roteiro (incluindo também uma cachorrinha na tripulação, a Tiffany) foi o empresários Paulo Amato, que, ao lado da namorada, Gabriele Morais, está a bordo de uma lancha Ferretti 55, que também tem como base a Marina Astúrias, em Guarujá. “Estamos embarcados desde o dia 19 de março. Optamos por ficar na lancha por ser o local onde ficamos mais isolados de tudo e todos, especialmente dos meus pais, que estão na faixa dos 80 anos. Além disso, na marina, há uma área tranquila para fazer caminhadas. Juntando todos esses fatores, acho que fizemos a melhor opção”, explica Paulo, que, durante esse período, dispensou o marinheiro das tarefas a bordo.

                  O casal Paulo Amato e Gabriele Morais e a mascote Tiffany, durante viagem no começo de 2020, antes da pandemia do coronavírus

                  Leia também: Barcos de esporte e recreio não estão proibidos de navegar em qualquer ponto da costa ou em águas interiores

                  Em Santa Catarina, um dos navegadores que adotaram a vida a bordo como receita para os dias de isolamento é Antônio Greshi, que ao lado da mulher, Gisele, está há dois meses bordo de um iate de 83 pés, baseado na Marina Itajaí. “Eu estava fazendo a manutenção da rotina do meu barco, chamado Cristina X, quando veio a proibição da abertura do comércio. Por conta disso, resolvemos ficar na marina mesmo, onde nos sentimos seguros em relação à pandemia, porque não há circulação de pessoas aqui, seja no píer ou na marina. E a bordo nos sentimos em casa”, explica Antônio, para quem a rotina a bordo é praticamente a mesma de quando está em terra.

                  Antônio Greshi ao lado da mulher, Gisele, a bordo do Cristina X, atracado na Marina Itajaí, em Santa Catarina

                  Optar por um barco para ser a segunda casa não é um sonho distante. No caso de veleiros, um modelo a partir dos 30 pés já oferece banheiro fechado e, no mínimo, duas camas, o que pode acomodar bem um casal e um filho, por exemplo. Já barcos entre 40 e 50 pés, seja ele a vela ou a motor, oferecem certos privilégios, como dois a três camarotes, cabine com altura com conforto mediano, cozinha completa, um ou dois banheiros mais confortáveis e espaço suficiente sentir-se bem aconchegante. E, claro, quanto maior for o barco, mais conforto oferecerá.

                  Em outras palavras, se é legítimo se isolar em uma casa de campo ou numa casa de praia, longe das aglomerações de pessoas, por que não em um barco?

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                    Estaleiro inglês nomeia novo gerente de vendas para as Américas

                    Por: Redação -

                    O estaleiro inglês Fairline nomeou um novo gerente de vendas para as Américas. Trata-se de Steve Leeson, que conta com uma carreira de mais de três décadas no setor marítimo. Sua carreira começou em 1986, como aprendiz na Fairline, em Oundle, mudando a marca para a América em 2004.

                    Mais recentemente vice-presidente da Sunseeker USA, Leeson leva uma riqueza de conhecimentos e experiência em recrutamento de revendedores, treinamento e vendas no varejo na Europa e nas Américas, além de um forte entendimento da marca Fairline e seus modelos.

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                    “Apesar de todos estarmos enfrentando tempos incertos em escala global, temos o prazer de compartilhar essas notícias positivas”, diz Peter McNulty, COO da Fairline. “Estamos muito felizes em receber Steve de volta à Fairline. Ele traz conhecimento e conexões valiosos para a marca, e esperamos trabalhar juntos para maximizar as oportunidades de desenvolvimento de negócios que as Américas têm a oferecer”.

                    Leeson será responsável pela venda e entrega de barcos no Canadá, América do Norte e América do Sul e trabalhará em conjunto com a rede de revendedores já estabelecida para apoiar suas atividades.

                    Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

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                      Por: Redação -
                      04/04/2020

                      Por Jorge de Souza, do site www.historiasdomar.com

                      Com a cara e a coragem, Vito Dumas foi o primeiro homem a dar a volta ao mundo velejando por uma rota duríssima. E fez isso da maneira mais precária possível

                      Acima de tudo, o velejador argentino Vito Dumas foi um sujeito ousado. Entre 1942 e 1943, ele fez, sozinho, a primeira circum-navegação do planeta pelo paralelo 40 graus Sul, uma faixa oceânica abaixo de todos os continentes (exceto a Antártica) e dominada por temperaturas cruéis, mar sempre grosso e ventos tão violentos que ganharam o apelido (dado por ele próprio, por sinal) de “40 Bramadores” — porque “rugem” dia e noite. Um roteiro, até então, considerado impossível. Mas não para Vito Dumas.

                      Ele gastou 272 dias para cumprir aquela duríssima travessia, sobretudo porque o seu barco, o Lehg, iniciais de “Lucha, Entereza, Hombría e Grandeza” (“Luta, Integridade, Masculinidade e Grandeza”, em português), valores que precisou mesmo ter para completar a viagem, era tão espartano que não tinha sequer motor nem tanque para armazenar água doce. Quando sentia sede, Dumas bebia água da chuva. Quando chovia. O argentino tampouco tinha trajes apropriados para aquele frio intenso e permanente. Para se aquecer, forrava as roupas com folhas de jornal. E, antes disso, só havia feito uma única travessia, já que sua entrada no mundo náutico aconteceu por puro acaso.

                      Dumas era um nadador de longos percursos, quando, em 1931, decidiu atravessar o Canal da Mancha a nado. Mas, vencido pelo cansaço, desistiu antes de chegar à outra margem. Envergonhado, decidiu que não voltaria para a Argentina de cabeça baixa. Comprou, então, um veleiro ali mesmo e, embora nada soubesse sobre barcos e navegação, resolveu retornar velejando, o que significava atravessar nada menos que o Atlântico — o que fez em seguida. Quando chegou a Buenos Aires, Dumas já tinha tomado gosto em definitivo pelo mar e não mais pararia de navegar — mas sempre de maneira bem precária e pouco planejada.

                      Dois anos depois da sua ousada mas bem-sucedida volta ao mundo, Dumas partiu para uma nova jornada em solitário, a bordo do mesmo barco. Desta vez, resolveu ir de Buenos Aires a Nova Iorque. Mas, como insistia em não ter motor no barco (porque dizia que, para um veleiro, bastavam os ventos), não conseguiu penetrar no Rio Hudson, que banha a cidade, por causa da forte correnteza contrária.

                      Ele, no entanto, não se abateu. Ali mesmo, deu meia volta e tomou outro rumo, cruzando nada menos que Atlântico, até os Açores — onde também não conseguiu aportar, por conta da alternância de calmarias e ventos contrários. Do meio do oceano, aproou, então, de volta a América do Sul e foi dar na costa do Ceará, depois de mais de 100 dias no mar.

                      Dumas foi um navegador nato, que, na água, se sentia em casa. Morreu em 1965, aos 65 anos, quando já era um herói na Argentina e uma lenda náutica mundial. Dos quatro livros que escreveu, um deles em especial, Os Quarenta Bramadores, sobre aquela épica travessia nos confins do mundo, inspirou vários navegadores a tentar repetir o seu feito. Mas poucos conseguiram, o que só fez aumentar sua fama, que perdura até hoje.

                      DE ONDE SAIU ESSA HISTÓRIA?

                      HISTÓRIAS DO MAR – 200 CASOS VERÍDICOS DE FAÇANHAS, DRAMAS, AVENTURAS E ODISSEIAS NOS OCEANOS, do ex-editor da revista Náutica, Jorge de Souza, é uma coletânea de fatos extraordinários que aconteceram nos mares do planeta, nos últimos 500 anos. Para comprar o livro, por R$ 49,00 (e recebê-lo em casa, sem custo extra), acesse www.historiasdomar.com, ou clique aqui.

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                        Conheça a lancha que une motor elétrico e hidrofólios para “voar” na água

                        03/04/2020

                        Diferente de tudo, a nova lancha sueca Candela flutua na água com a combinação de um motor elétrico e um par de hidrofólios. O futuro da náutica pode estar vindo de uma velha ideia

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                        Dá para adaptar o slogan criado para o carro a álcool nos anos 1970: barco elétrico, você ainda vai ter um! Segundo os especialistas, os veículos elétricos dominarão o mercado até 2040, e isso inclui as lanchas nossas de cada dia. É só uma questão de tempo para que os motores alternativos se tornem usuais também nas águas. Para todo lado que se olhe surgem evidências dessa moderna (e bem-vinda) realidade.

                        Na corrida pela produção de embarcações cada vez mais “limpas”, ou seja, que não emitem monóxido de carbono, um dos gases responsáveis pelo aquecimento global, o estaleiro sueco surpreendeu ao apresentar uma lancha cujo sistema de propulsão combina um motor de popa 100% elétrico (um Torqeedo Deep Blue, de 50 kW, perto de 70 hp), a dois pares de hidrofólios, aumentando a autonomia de navegação. Com vocês, a Candela Speed ​​Boat, curiosa lancha de 25 pés (7,7 metros de comprimento e 2,40 m de boca) para seis pessoas que — com sua proposta de unir sustentabilidade e eficiência — pode apontar a tendência para as próximas décadas.

                        A fórmula inclui inspiração no design da aviação, um banco de baterias de 230 kg (fabricadas pela BMW e marinizadas em parceria com Torqeedo) que oferecem quase 50 milhas náuticas de alcance (ou 3 horas de autonomia, na velocidade de cruzeiro), além de um casco todo de carbono e, por isso, cerca de 30% mais leve do que uma lancha do mesmo tamanho feita de fibra de vidro e com motorização de popa convencional. O resultado é uma performance impressionante. A velocidade máxima, garante o fabricante, é de 30 nós, com 19 a 23 nós de cruzeiro.

                        O segredo para andar mais está na hidrodinâmica. Durante a aceleração até os 17 nós o casco é como o de qualquer embarcação comum, ou seja, permanece dentro d’água. Já quando a velocidade chega aos 17 nós, as “asas subaquáticas” são liberadas automaticamente e o barco “decola”. Ou seja, os hidrofólios passam a desenvolver uma força de sustentação capaz de elevar o casco para fora d’água, diminuindo o arrasto e, assim, melhorando a aceleração e a velocidade do barco, que flutua sobre a água.

                        “É o único barco elétrico do mundo com velocidade e autonomia comparáveis às de uma lancha com motor convencional, mas com o desempenho em águas agitadas bem melhor. Os hidrofólios em ação proporcionam uma redução de 50% no consumo de energia a bordo”, afirma Gustav Hasselskog, fundador da lancha Candela, que já está sendo feita em série na Europa.

                        100% elétrica, a lancha candela pode chegar a 30 nós! na velocidade de cruzeiro, tem autonomia de 50 milhas

                        Para carregar a bateria (que tem oito anos de garantia), outra surpresa: basta uma tomada doméstica tradicional — algo que qualquer marina simples tem para oferecer. A operação de recarga leva até 12 horas. Ou seja, praticamente a noite toda. “Até hoje, ninguém havia construído um barco elétrico que pudesse, de fato, substituir os barcos movidos por combustíveis fósseis. Até as tentativas mais recentes falharam. Ou são velozes ou oferecem boa autonomia. No caso da Candela, conseguimos unir as duas características”, afirma Gustav. “E mais: a combinação do hidrofólio com o motor elétrico faz uma navegação extremamente silenciosa. É como uma gostosa velejada”, completa.

                        Segundo o fabricante, a Candela pode navegar em águas com ondas de até meio metro, é insubmergível e se mantém sempre na posição horizontal, mesmo em curvas mais fechadas, por conta de sensores instalados no casco, que calculam todos os movimentos do conjunto e, automaticamente, controlam a posição dos hidrofólios — tecnologia que remonta a 1919, quando foi criada por um italiano chamado Enrico Forlanini.

                        Impulsionada pelo motor de popa elétrico, de cerca de 70 hp, ela tem autonomia de 50 milhas com uma carga de baterias

                        O conceito é bem simples: abaixo de um casco normal o barco tem um par de hidrofólios, que nada mais são do que asas aquáticas. Usando a boa e velha aerodinâmica molhada, ou hidrodinâmica, a água passa em velocidade e gera sustentação, empurrando o barco para cima. Em algum momento a gravidade equilibra a força ascensional, e o barco para de subir. Com isso o arrasto hidrodinâmico deixa de existir, o casco só enfrenta a resistência do ar.

                        No caso da Candela, os hidrofólios são retráteis e acionados eletronicamente. As decolagens e pousos acontecem ao toque de um botão no painel digital. O pulo do gato aqui está em associar os hidrofólios a um sistema inteligentíssimo de controle e a um motor elétrico, que quase não emite ruído nem polui a água. Uma velha ideia nova.

                        Diferentemente das pequenas lanchas convencionais atuais, toda a parte eletrônica da Candela foi criada do zero. O resultado é uma experiência totalmente integrada, gerenciada por meio de um aplicativo próprio para smartphone ou na tela de 12 polegadas no painel da lancha.

                        Mesmo distante da lancha, por exemplo, é possível saber, em tempo real, o status da carga das baterias, os dados do seu último passeio e muito mais. Mas, tudo tem um preço. E, por enquanto, bem alto. A partir de 245 mil euros (lá fora), ou pouco mais de 1 milhão de reais se for importada.

                         

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                          Revitalizações no litoral Sul paulista têm como objetivo fortalecer o turismo náutico na região

                          A cidade de Ilha Comprida, no litoral Sul paulista, está realizando obras com o objetivo de fortalecer o turismo, gerar renda, novos empregos e oportunidades profissionais.

                          Uma delas, a requalificação do Porto da Balsa, no Mar Pequeno, contará com Museu do Mar, mirante com oito metros de altura, centro de apoio ao turista com duas lanchonetes, espaço do artesão, área de embarque do catamarã, atracadouro para embarcações de porte, deck para observação do Mar Pequeno e centro de instrução náutica.

                          As obras começaram em dezembro do ano passado e têm 360 dias para conclusão. Orçado em R$3.2 milhões, a requalificação foi aprovada pelo COMTUR e é realizada com recursos do DADETUR, órgão da Secretaria de Estado de Turismo.

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                          Outra obra de porte em andamento é o Centro de Eventos da Ilha. Dividido em dois blocos, o local terá capacidade para duas mil pessoas e será utilizado, entre outros eventos, para encontros náuticos na cidade.

                          Na última semana, as obras atingiram 15% do andamento. O prazo para conclusão é 360 dias, a contar da data de início: agosto de 2019. O projeto foi aprovado pelo COMTUR. Orçado em cerca de R$ 4 milhões, a obra conta com recursos DADE 2017 e contrapartida do município.

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                            Por: Redação -

                            Marinha alerta que um sistema de baixa está avançando pelo sul do país. Com algumas marinas fechadas com barcos na água, é importante a supervisão, pois é previsto mar grosso próximo à costa e ressaca na sequência, entre os dias 3 e 5.

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                            Vento duro a partir de 021300 HMG – SW/S Força 8/9;
                            Mar muito grosso a partir de 021300 HMG com ondas NW/SW entre 3.0 a 5.0 metros com ressaca.

                            Área Charlie
                            Vento forte a partir de 030000 HMG – NW/SW Força 7;
                            Mar muito grosso a partir de 031200 HMG com ondas SW/SE entre 3.0 a 5.0 metros.

                            Área Delta
                            Vento forte a partir de 030000 HMG – Força 7;
                            Mar muito grosso a partir de 040000 HMG com ondas de 3.5 a 5.0 metros.

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                              Por: Redação -

                              O lazer e o turismo náutico estão cada vez mais desenvolvidos no mercado brasileiro. As incontáveis belezas naturais pelas águas e o clima agradável para navegar o ano todo têm inspirado milhares de pessoas a entrarem no mundo náutico ou a fazerem um upgrade de suas embarcações. Segundo informações do setor, mais de 820 mil barcos de lazer circulam pelo Brasil o qual, inclusive, tem o 16º maior litoral nacional do mundo com quase 7,5 mil quilômetros de costa, sem falar dos mais de 41 mil quilômetros de vias navegáveis interiores.

                              Porém, para quem tem o sonho de comprar uma embarcação ou para quem deseja trocar por um novo modelo, segundo executivos da Triton Yachts, um dos maiores estaleiros brasileiros, é importante que a escolha seja consciente. Por isso, a dica é aproveitar este período, em que muitos estão em suas casas, para avaliar a lancha ideal e que atenda o perfil do futuro dono.

                              “Temos uma ampla gama de lanchas de lazer de altíssima qualidade com investimentos que variam de R$ 160 mil a mais de R$ 2,5 milhões, aproximadamente, dependendo das configurações. Sabemos que se trata de um bem de alto valor e, também, um sonho para experiências únicas, confortáveis e privativas pelas águas. Por isso, é importante que seja uma compra consciente e que todas as escolhas atendam às necessidades do cliente, tanto no que se refere ao modelo escolhido e usabilidade da embarcação quanto os acessórios e equipamentos de sua preferência”, explica o diretor da Triton Yachts Allan Cechelero.

                              “Trabalhamos com sonhos de muitas pessoas que desejam ter um barco para navegarem e aproveitarem momentos muito especiais com amigos e familiares. É importante, para quem deseja investir, reservar um período para conhecer as opções adequadas ao seu perfil e conversar com consultores especializados, especialmente que tenham suporte do fabricante, para auxiliar no momento da compra”, complementa.

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                              A Triton Yachts disponibiliza profissionais direto de fábrica e parceiros que realizam amplo suporte e atendimento on-line ou por telefone. Atendimentos podem ser solicitados pelo site do estaleiro.

                              Modelos sem, com uma ou mais cabines; barcos com “hard top” (teto solar) ou flybridge (convés superior); tempo médio de permanência na lancha; número estimado de pessoas a receber na embarcação; eletrodomésticos e equipamentos de navegação; itens de decoração e acabamentos; personalização, e motorização. Essas são algumas das muitas características que podem ser orientadas e discutidas garantindo que o barco possa ser aproveitado ao máximo.

                              Além disso, é fundamental contar com a expertise de fabricantes renomados e com solidez no mercado. A Triton Yachts, com mais de 35 anos de história, é uma das mais consagradas marcas de embarcações de lazer a motor do país. Com fábrica na região metropolitana de Curitiba, PR, atende o mercado brasileiro e internacional. Possui opções de modelos variados e de alta qualidade de 20 a 52 pés e lança novidades ano a ano. É presidida pelo renomado engenheiro José Maria Cechelero e com uma equipe igualmente qualificada, que segue o mesmo padrão de excelência, atenção e atendimento.

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                                Por: Redação -

                                O estaleiro catarinense Evolve Boats, que está comemorando 10 anos de atividades, anunciou que exportará a primeira unidade do seu modelo Evolve 360 HT para a cidade de Pensacola, que fica no estado da Flórida, nos Estados Unidos.

                                Com fábrica em Palhoça, região metropolitana de Florianópolis, a Evolve Boats já entregou em nossas águas mais de 30 unidades da Evolve 360 HT, que é o maior modelo da linha e foi totalmente desenvolvido e projetado pelo estaleiro.

                                Não é a primeira investida da Evolve Boats nos Estados Unidos. Anos atrás, as lanchas do estaleiro catarinense, que tem o empresário Ricardo Wilges à frente, foram expostas no boat show de Fort Lauderdale, no sul da Flórida, considerado o evento mais importante do calendário global de feiras de barcos.

                                NÁUTICA avaliou recentemente o carro-chefe do estaleiro. Lançada no início de 2017 e apresentada pela primeira vez no São Paulo Boat Show 2018, rapidamente a lancha caiu no gosto do brasileiro. A Evolve 360 HT é uma lancha que impressiona pelo espaço interno Veja abaixo:

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                                  Por: Redação -
                                  02/04/2020

                                  O estaleiro catarinense Schaefer Yachts divulgou comunicado do presidente da empresa, Marcio Schaefer, sobre o posicionamento da marca nesse momento delicado que o país – e o mundo – passam com o coronavírus. A empresa anunciou que está tomando as devidas precauções para preservar a integridade de seus funcionários e familiares, sem deixar de lado seu compromisso com seus clientes.

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                                  Confira o comunicado na íntegra:

                                  Após o anúncio da OMS sobre a pandemia do vírus COVID-19, a Schaefer Yachts vem tomando uma série de precauções para preservar a integridade de seus funcionários e familiares.

                                  A Schaefer Yachts reforça seu compromisso de garantir a disponibilidade de seus serviços para seus clientes. Conforme recomendação do governo de Santa Catarina, reduzimos o expediente da fábrica, monitorando de perto a situação do coronavírus, seguindo os protocolos de saúde da OMS e das autoridades locais, e mantivemos setores administrativos, assistência técnica e comercial atendendo normalmente à distância.

                                  Entendemos a grande responsabilidade social que empreendemos na economia da região, e não pouparemos esforços para encontrar a melhor solução para gerenciar esta crise. Seguimos ativamente em contato com nossos parceiros de negócio para manter a continuidade completa dos serviços em nossa cadeia de suprimentos.

                                  O tempo é precioso, o tempo é tudo. Com tempo e força neste momento difícil, temos a certeza de que muito em breve superaremos esta crise juntos, e juntos traremos de volta desenvolvimento e prosperidade para nosso país.

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                                    Capitania dos Portos do Paraná aumentou em 24% as abordagens de embarcações na Operação Verão 2020

                                    Por: Redação -

                                    A Capitania dos Portos do Paraná (CPPR) encerrou a “Operação Verão 2019/2020 – Mares Seguros e Limpos” realizando 3 811 ações de inspeção naval em embarcações, com um aumento de 24,6% em relação à operação 2018/2019, quando foram registradas 3 058 abordagens. Essa intensificação no litoral e na região leste paranaenses nas áreas de maior concentração de embarcações contribuiu ainda para que, pelo segundo ano consecutivo, não houvesse mortes em decorrência de acidentes náuticos entre 20 de dezembro de 2019 e o último dia 18 de março.

                                    O balanço das atividades mostrou, ainda, que foram emitidas 164 notificações aos condutores e proprietários, 10 embarcações foram retiradas de tráfego temporariamente por comprometer a segurança da navegação e duas foram apreendidas. No período, aconteceram oito fatos da navegação ou acidentes.

                                    O Capitão dos Portos do Paraná, Capitão de Mar e Guerra Rogerio Antunes Machado, destacou o trabalho realizado pelas equipes de Inspeção Naval da CPPR com o objetivo de orientar os condutores a fim de minimizar a possibilidade de acidentes.

                                    “Desde o início da Operação Verão, priorizamos o esclarecimento das normas de segurança da navegação para garantir salvaguarda da vida humana, mas sem deixar de aplicar medidas rígidas contra as irregularidades constatadas. Fico orgulhoso de que o trabalho da minha tripulação junto à comunidade náutica da sociedade paranaense tenha surtido efeito positivo com a preservação da vida das pessoas. Todo o trabalho que a Marinha do Brasil desenvolve em todo o país com as Ações de Fiscalização do Tráfego Aquaviário é para evitar que os momentos de lazer e diversão com a navegação em rios e mares durante o período de descanso, férias e carnaval no verão tornem-se momentos de susto e dor. Encerrar o trabalho de fiscalização intensa com este resultado nos dá a sensação de missão cumprida”, comentou.

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                                    As equipes de Inspeção Naval atuam para fiscalizar documentos de registro da embarcação, habilitação do condutor e verificar a existência e condições de uso de itens de salvatagem e segurança, como coletes salva-vidas, boias, extintores, etc. Ao todo, a área de jurisdição da CPPR abrange 89 municípios do Paraná e o trabalho é realizado com mais intensidade nos pontos de maior tráfego aquaviário no litoral: Baía de Paranaguá (Rio Itiberê, Canal da Galheta e Ilha do Mel), Pontal do Paraná (Canal do DNOS e Terminal de Embarque de Passageiros); Baía de Guaratuba, Guaraqueçaba e Antonina. Foram realizadas ainda ações de fiscalização em represas e alagados nas regiões do primeiro e do segundo planalto do Paraná: Curitiba (Capivari e Passaúna); Rio Iguaçu; São Mateus do Sul; Ponta Grossa (Alagados do Rio Pintangui); e Norte Pioneiro (Represa de Xavantes).

                                    A Capitania dos Portos do Paraná (CPPR) incentiva todo o cidadão a auxiliar na fiscalização do tráfego aquaviário, mesmo após a conclusão da Operação Verão. Ao verificar irregularidades com embarcações, como manobras perigosas; falta de itens de segurança; condutores alcoolizados; e problemas com coletes salva-vidas ou na habilitação dos condutores solicita-se que a CPPR seja acionada de imediato através do Disque-Segurança da Navegação no (41) 3721-1542. As informações podem ser encaminhadas ainda por e-mail no [email protected]. Mais informações também estão no site da Capitania. Pedidos de busca e salvamento podem ser feitos ainda pelo número 185.

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                                      Pioneira na construção de grandes barcos de lazer no Brasil, MCP Yachts completa 40 anos

                                      São muitas conquistas a comemorar. Na travessia do estaleiro, com dezenas de iates construídos, façanhas como a entrega de um modelo de 142 pés

                                      Essa é a história da MCP Yachts, que em 2020 completa 40 anos de atividades. É a história de um estaleiro cujo fundador, Manoel Chaves, formou-se em engenharia naval pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, no fim da década de 1970, viu que havia espaço no país para a construção de grandes barcos movidos a motor, e ocupou este espaço. Era o período pós “milagre brasileiro” e os anos pela frente prometiam ser difíceis e amargos. A missão não era fácil e o cenário não ajudava. Ainda assim, Manoel Chaves decidiu ir em frente, confiando em sua inclinação natural para o mar, velejador que era. Aposta mais que certeira.

                                      Quatro décadas depois, a MCP Yachts (com sede no Complexo Industrial Naval do Guarujá) já lapidou algumas dezenas de barcos a motor, de 76 a 142 pés. Não são barcos quaisquer, mas verdadeiras joias náuticas, construídas sob encomenda por pessoas exigentes, e que navegam pelos setes mares.

                                      Mais que um aniversário redondo, são muitas conquistas a comemorar! “Apesar de jovem, eu já acumulava certo conhecimento na construção de barcos quando abri a empresa, em fevereiro de 1980”, lembra Manoel Chaves. “De 1978 até o fim de 1979, por exemplo, eu era o gerente de projetos do estaleiro Ebrasa, em Itajaí, que fazia barcos de serviço, e fui o responsável por muitos projetos, como a série AVIN (Aviso e Instrução)”, recorda o comandante da MCP Yachts, referindo-se a três barcos de 28 metros de comprimento. Ainda hoje essas embarcações são usadas para treinamento de todos os oficiais da Escola Naval da Marinha Brasileira.

                                      A primeira encomenda de um motoriate chegou em 1978. “A pedido do artista e ecologista Sepp Baendereck, projetei a transformação de um navio caça-minas, de 138 pés, na época chamado Juruena, em um iate”, lembra Manoel Chaves, revelando parte de sua experiência antes de entrar em cena como empresário, à frente da MCP — sigla de Motores de Combustão Principal, que, com a projeção internacional do estaleiro, foi transformada informalmente em Manoel Chaves Projects, embora o nome seja apenas MCP Yachts.

                                      “Inicialmente, apenas prestávamos serviços de Inspeção e Engenharia Naval para navios, no Porto de Santos. Mas logo passamos a focar exclusivamente na produção de barcos, com projetos assinados por mim mesmo”, ele explica.

                                      O ponto de partida para isso foi uma parceria com a General Eletric, para quem construiu, em série, nada menos que oito iates de 92 pés, a maioria deles ainda hoje em atividade em nossas águas (entre eles, o Ausonia, o St. Germain , o Apolimar e o Raffaella I) e até na Europa (o Algarve). “A GE tinha uma fábrica de locomotivas em Sumaré, perto de Campinas, no interior de São Paulo, que ficou ociosa devido à falta de encomendas. Meu amigo Judimar Piccoli realizou as vendas e me contratou para fazer o projeto de um iate, que desenvolvi a partir de um modelo italiano, da Benetti, cuja autorização para uso do nome Bennetti foi assinada em um guardanapo de papel pelo próprio Ricardo Bennetti, um dos donos da Fratelli Bennetti, que estava pedindo falência”, lembra Manoel Chaves, rindo.

                                      O mais incrível é que todos desenhos desse iate foram desenvolvidos com base apenas em fotografias, tiradas pelo próprio Manoel, na Itália. “Para se ter uma ideia da loucura que foi isso, basta lembrar que, na época, a maior lancha fabricada no Brasil pela Carbrasmar tinha apenas 61 pés”, compara o comandante da MCP. “Imagina a dificuldade para transportar os iates do interior de São Paulo até o mar, naquela época. Grandes aventuras”, lembra Manoel.

                                      Desde então, muitos projetos saíram da prancheta de Manoel Chaves, tornando a MCP reconhecida mundialmente. E ainda tem muita água pela proa. As ferramentas é que mudaram, com a revolução da comunicação na era digital e as consequentes inovações no processo de projetar.

                                      Iluminando sua trajetória com uma lanterna de popa, Manoel Chaves conta que assinou mais de 250 projetos nesses 40 anos — entre iates, barcos comerciais, de pesca e militares, que navegam pelos sete mares —, e faz uma lista das principais embarcações de lazer que ostentam o logotipo da MCP no casco.

                                      Em 1986, ano do Plano Cruzado, a MCP foi contratada pelo empresário Vidal dos Santos Rodrigues, grande amigo do comandante do estaleiro, para um projeto audacioso: a construção do MY Santa Maria, de 37 metros de comprimento (120 pés), maior iate de alumínio feito no Hemisfério Sul até aquele momento. O barco levou cinco anos para ficar pronto, devido as várias crises econômicas pelas quais o país passou. Lançado ao mar em 1991, virou objeto de culto, não apenas por aqui como no exterior.

                                      Equipado com dois motores MTU e propulsão Water Jet da Kamewa, com os quais alcançou na prova de mar 24 nós de velocidade máxima, o MY Santa Maria partiu para a Europa em 1993, na condição de primeiro iate de alumínio construído no Brasil a atravessar o Atlântico, o que depois se tornaria rotina para barcos da MCP. No velho continente, participou de dois salões náuticos importantes: o Mega Iate Boat Show de Nice, na França, e o San Remo Charter Boat Show, na Itália.

                                      De volta ao Brasil, baseado em Angra dos Reis, ainda hoje o MY Santa Maria encanta os olhos daqueles que o veem passar. “Sua tecnologia recebeu um certificado de qualidade estrutural do American Bureau of Shipping, classificador internacional, com sede nos Estados Unidos”, destaca Manoel Chaves.

                                      Próximo destaque da lista de iates by MCP: o Raffaella II, de intermináveis 142 pés (ou quase 43 metros de comprimento), até hoje o maior já construído na América do Sul. Tal qual uma mansão flutuante, tem cinco suítes, sendo a principal delas com dois banheiros e banheira de hidromassagem, e levou dois anos e meio para ser construído. Detalhe: o projeto consumiu 900 plantas de seus compartimentos e envolveu 250 funcionários, até chegar ao resultado final. “Para meu orgulho, o barco foi totalmente produzido no país”, diz Manoel Chaves.

                                      Também marcaram época pela inovação os iates da série TransOcean projetados por ele para ser construídos com casco de aço, como o Trindade, de 95 pés, e o Serena (atual Anua Nua II), de 89 pés.

                                      Outros barcos icônicos do estaleiro foram os da série GFT (Global Fast Trawler), com casco semideslocante, de alumínio, e muita autonomia para travessias mares afora. Foram produzidos cinco modelos GFTs, de 85, 92, 93, 98 e 100 pés, incluindo o Âmbar, GFT 85, que teve como proprietária a apresentadora Ana Maria Braga, no começo dos anos 2000. Vários GFTs de 98 pés e GFTs Europa de 100 pés foram exportados. Alguns já atravessaram seis vezes o Atlântico.

                                      Depois, vieram os barcos da série Classic, de 76 pés, com cinco unidades na água, seguidos por dois motoriates da série 106 LE (Limited Edition): o Mars e o Paradiso, ambos de 32 metros de comprimento. Sem esquecer do THD 925, cujo primeiro exemplar, o iate Ragnar, de 28 metros de comprimento e autonomia de 3 mil milhas, foi apresentado no Rio Boat Show 2019.

                                      Há um ano, a atuação internacional rendeu ao estaleiro paulista uma parceria com o estúdio de design de iates holandês Vripack — de extensa experiência em arquitetura e engenharia naval, com mais de 7 mil projetos consolidados —, com quem a MCP Yachts passa a atuar em conjunto, abrindo um leque de novas possibilidades. “Nosso primeiro projeto a quatro mãos é um motoriates transoceânico de 40 metros, batizado de Seaview. E estamos trabalhando em uma série, com embarcações de 34 metros, com a marca MCP-Vripack. Já temos reservadas janelas para fabricação de dois cascos para este ano”, revela Manoel Chaves. “Serão nossos cascos de nº 93 e 94”, cataloga.

                                      Ao mesmo tempo, a MCP Yachts (agora sem o parceiro holandês) está construindo o seu primeiro veleiro: o Global Exp 66, de quatro camarotes com o padrão de conforto dos iates do estaleiro, confeccionado com alumínio naval (liga 5083 H116) certificado internacionalmente pelo Lloyd’s Register, de Londres. Mais leve e resistente, esse tipo de casco tem durabilidade e performance incomparável. “Com ele, procuramos trazer para o mundo da vela o mesmo grau de conforto e segurança que nossos clientes encontram em nossos motoriates”, explica Damien Chaves, filho de Manoel Chaves e seu braço-direito no estaleiro.

                                      Em fevereiro de 1980, quando criou a empresa, o jovem engenheiro naval certamente acreditava no êxito de seu empreendimento. Mas não poderia prever que, 40 anos depois, estaria à frente do estaleiro que gigantes dos mares. “É toda uma história que atravessa o tempo e que nos orgulhamos de continuar”, resume Manoel Chaves, um homem apaixonado pelo mar e pelo que faz, e que por isso chegou tão longe.

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                                        A prefeitura da cidade de Ilha Comprida, no litoral Sul paulista, anunciou que as obras de enrocamento com pedra arrumada para a estabilização da margem do Mar Pequeno junto à Av. 27 de Outubro foram licitadas no último mês de março.

                                        O trecho com intervenção será de 200 metros de extensão na orla do Mar Pequeno, na Av. 27 de Outubro, entre as ruas Julio de Almeida e Copacabana.

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                                        A intervenção terá ação total em área de 3 500 metros quadrados para contenção do mar naquela região e valorização do turismo náutico. A obra contempla também a instalação de uma rampa náutica na área para descida de embarcações.

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                                          Por: Redação -

                                          A Capitania dos Portos do Piauí (CPPI) realizou, entre os dias 23 e 27 de março, campanhas de conscientização e prevenção do novo coronavírus (Covid-19) junto à população piauiense.

                                          As ações foram efetuadas por meio das equipes de Inspeções Navais com distribuição de panfletos educativos aos pescadores, ribeirinhos e proprietários de embarcações. As abordagens têm seguido com as seguintes informações: sintomas; grupos de risco; orientações sobre higiene; uso de máscara; transmissão e proteção, entre outros. Foram fixados banners e cartazes no prédio da CPPI para que sejam constantemente atualizadas as informações aos militares e à Família Naval.

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                                          Creio que da forma como esse trabalho vem sendo conduzido, com as prevenções e informações, conseguiremos sair dessa pandemia mais rápido possível”, disse o Terceiro-Sargento Thais Xavier Araujo.

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                                            Por: Redação -
                                            01/04/2020

                                            A mais nova lancha do estaleiro catarinense SEC Boats, que deverá fazer sua estreia durante o Rio Boat Show 2020, está pronta para ir para a água. Trata-se de um moderno catamarã de 35 pés especialmente pensado para pesca oceânica.

                                            O modelo Cat Fish 35 foi projetado tanto para os apaixonados por pescarias no litoral do Brasil quanto para o exigente mercado externo, de acordo com a empresa, atendendo às mais rígidas normas e necessidades do mercado americano.

                                            Com capacidade para navegação costeira ou mar aberto, o modelo promete proporcionar segurança e conforto na navegação, podendo ser equipado com o que há de melhor em acessórios, elevando assim o nível de conforto a bordo.

                                            Fotos: Divulgação

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                                            Com 11 metros de comprimento, o modelo poderá levar até 11 passageiros, além do piloto. Itens de série incluem compartimento na proa para acomodação de carga, mesa de trabalho de iscas na popa, 14 suportes de varas de pesca nos bordos, porta varas no T-top para quatro varas, entre outros, além de itens opcionais. A motorização fica por conta de dois de popa de 150 hp a quatro motores de 400 hp cada.

                                            A SEC Boats, com fábrica em Palhoça, está no mercado desde 2012 e conta com 11 modelos embarcações, de 16 a 40 pés.

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                                              O estaleiro Gulf Craft, dos Emirados Árabes Unidos, anunciou que seu superiate Majesty 120, de 37 metros, iniciou testes no mar e deve ser entregue no fim de abril. Com os motores MTU de 2600 hp a diesel, os geradores Kohler e outros equipamentos fundamentais da embarcação, o Majesty 120 também passará por testes do sistema elétrico avançado da embarcação que substitui um sistema hidráulico tradicional.

                                              O modelo, que estreou no Monaco Yacht Show do ano passado, apresenta linhas angulares, estilo contemporâneo e teve como inspiração o Majesty 140. O novo superiate é assinado por Cristiano Gatto Design, que também colaborou com a marca no design do Majesty 175 e no interior do Majesty 140.

                                              Fotos: Divulgação

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                                              Majesty tem acomodações para até 10 pessoas em cinco camarotes amplos e pode receber até sete tripulantes. “O superiate de fibra de carbono e GRP é realmente uma obra-prima e um exemplo perfeito de como será o futuro da construção de iates. Tudo, exceto os motores e geradores, é acionado eletricamente – dos estabilizadores das aletas aos propulsores e direção. Nenhum dos sistemas a bordo exige o uso de sistemas hidráulicos, isso leva a um iate muito mais silencioso e com manutenção muito mais eficiente. Ouvimos as demandas do mercado por mais eficiência e mais conforto a bordo e estamos confiantes de que o Majesty 120 não apenas atende a essas demandas, mas também representa uma nova era do Majesty Yachts em todo o mundo”, disse Paul Gray, diretor de operações da Gulf Craft.

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                                                Por: Redação -

                                                Atualizado 18h20.

                                                Na última segunda-feira (30/04), a prefeitura de Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro, emitiu um decreto municipal com medidas para combater a disseminação do novo coronavírus na região.

                                                Entre as determinações, anunciadas no Art. 1, do Decreto Municipal nº 11.611, de 30 de março de 2020, está a suspensão das atividades náuticas de lazer e de turismo em marinas, píer, atracadouros, assim como o trânsito marítimo de embarcações turísticas ou de lazer por toda a extensão municipal da Baía da Ilha Grande, com prazo indeterminado de duração.

                                                Na manhã desta quarta-feira (01/04), em entrevista por telefone à NÁUTICA, o prefeito de Angra dos Reis, Fernando Jordão, voltou atrás na decisão e alterou o Art. 1 do decreto ainda nesta quarta-feira, já que qualquer imposição de medidas restritivas à livre circulação de barcos de esporte e recreio no ambiente marítimo é atribuição exclusiva da Marinha do Brasil, por meio de suas Capitanias, e da União. No fim da tarde desta quarta, o boletim oficial da Prefeitura de Angra dos Reis já estava disponível no site oficial da cidade.

                                                “Aos donos de barcos e seus familiares, assim como os marinheiros das embarcações de nossa região, é muito importante tomar todas as precauções de higiene determinadas pelas autoridades de saúde e a recomendação de evitar aglomerações. Os passeios de empresas turísticas e o aluguel particular de lanchas para fins turísticos seguem suspensos, para evitar aglomerações, assim como a entrada de turistas na Ilha Grande. As barcas estão restritas para moradores da localidade enquanto durar a situação de emergência”, afirmou o prefeito Fernando Jordão.

                                                Como publicado neste domingo (29/03), NÁUTICA entende que um barco de esporte e recreio, seja ele uma lancha, um veleiro ou um iate, é considerado a segunda casa de muitos donos de barcos (e, para muitos velejadores, a casa principal), e como tal, um porto seguro para a família, desde que tomadas as precauções de higiene determinadas pelas autoridades de saúde e a recomendação de evitar aglomerações, como não convidar amigos para ir a bordo, realizar festas ou ancorar barcos lado a lado, por exemplo.

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                                                  Por: Redação -

                                                  O uso da tecnologia na prevenção e no combate ao coronavírus vem sendo uma das prioridades da Marinha do Brasil. Pensando nisso, o Centro Tecnológico do Corpo de Fuzileiros Navais (CTecCFN) vem atuando na fabricação de máscaras face shield, que garantem a cobertura completa do rosto, a partir de impressoras 3D. Estão sendo fabricadas cerca de 30 máscaras por dia, que serão doadas aos profissionais da Saúde engajados no combate à pandemia.

                                                  A primeira impressora 3D foi adquirida pelo CTecCFN em 2018, em caráter experimental, para confecção de materiais, sobressalentes e peças para equipamentos em manutenção. “O CTecCFN atua em duas vertentes: a primeira é a manutenção dos meios da Marinha, como blindados, viaturas e equipamentos eletrônicos; a segunda é a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, na qual prospectamos novas tecnologias e desenvolvemos equipamentos para uso futuro do Corpo de Fuzileiros Navais”, explicou o Comandante do CTecCFN, Capitão de Mar e Guerra (FN) Hélio Blacker Espozel, que ressaltou que a primeira impressora 3D trouxe grandes benefícios, como diminuição do tempo de manutenção dos equipamentos e economia de recursos.

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                                                  Em 2019, fruto de uma parceria estabelecida com a Receita Federal, a Unidade recebeu equipamentos industriais e mais duas impressoras 3D, aumentando a capacidade do laboratório de produção. “Com o início da pandemia de Covid-19, decidimos atuar em conjunto com a sociedade civil na elaboração de protótipos de máscaras tipo face shield, para serem encaminhadas aos profissionais de Saúde que estão atuando na linha de frente do combate ao vírus”, ressaltou o Comandante Espozel.

                                                  A Receita Federal se prontificou a participar dessa campanha, com a doação de sete novas impressoras 3D, aumentando a velocidade e a capacidade do Centro na fabricação desses equipamentos de proteção individual. A principal função de uma máscara deste tipo, segundo o Primeiro-Tenente Giullerme Rodrigues de Araújo, é a proteção das áreas vulneráveis do profissional da Saúde contra fluidos corporais. “A ideia é dar conforto e liberdade aos profissionais que atuam diretamente no combate à pandemia, para que possam manipular os pacientes sem medo de serem contaminados”, disse.

                                                  O Comandante Espozel ressaltou a importância deste trabalho conjunto da Marinha do Brasil com a sociedade civil. “Nossa expectativa é que os profissionais da Saúde sintam-se amparados em um momento tão importante como esse”, concluiu.

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                                                      #Minha Sessa: uma história de superação que virou amor entre o paranaense Giorgeo Zanlorenzi e sua Sessa C40

                                                      31/03/2020

                                                      O paranaense Giorgeo Zanlorenzi tem uma história náutica de infância tão traumática que nunca imaginou subir em um barco outra vez. “Em uma pescaria com o meu pai eu enjoei e passei muito mal. Como estávamos em um barco de amigos, não podíamos retornar. Foi uma experiência que marcou minha vida. Pensei que nunca mais entraria em um barco”, relata.

                                                      Com o passar dos anos, ele acabou sendo inserido no meio náutico por causa dos filhos. “Os pais dos melhores amigos da escola dos meus filhos tinham barco e eles começaram a convidar para ir junto. Meus filhos adoraram! Em um fim de semana, eles me convidaram também e eu acabei indo. Achei muito bacana a natureza e o momento em família que o barco proporcionava. Minha mulher também ficou entusiasmada. Foi o start!”, lembra Giorgeo, que comprou seu primeiro barco, uma Sessa C40, a qual nomeou de “Z”, no São Paulo Boat Show de 2018.

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                                                      “Visitei vários expositores no salão náutico. Mas quando conheci a Sessa C40 foi amor à primeira vista! O design, a divisão dos espaços e o acabamento são os principais pontos da lancha. “É uma embarcação completa, sou muito feliz com ela”, afirma.

                                                      Natural de Campo Largo, no Paraná, Giorgeo mantém sua Sessa C40 na Baía de Guaratuba e costuma ir às sextas-feiras para dormir no barco. “A natureza ali é muito linda, te dá uma paz incrível! Gosto do silêncio e o ambiente me relaxa. Gosto muito de navegar com a família até a Ilha do Mel e Santa Catarina”, descreve. “Nunca mais enjoei em um barco!”, comemora.

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                                                        O portal de NÁUTICA realizou, entre janeiro e março deste ano, a enquete: “O que é mais importante em uma lancha com cabine?”. Entre as opções, a altura do camarote, o espaço do banheiro, a cozinha bem equipada, o tamanho da cama, a quantidade de janelas e os itens de decoração. Nada menos que 1 118 pessoas votaram.

                                                        O resultado da pesquisa? Para a grande maioria dos internautas (50%), a altura do camarote é o que mais importa na escolha de uma lancha deste porte. Ter um camarote com bom pé-direito recebeu 555 votos.

                                                        Em segundo lugar, com 21% das opiniões (232 votos), ficou a opção espaço do banheiro. Em terceiro, a cozinha bem equipada, com 10% (113 votos). O tamanho da cama (10% e 110 votos), a quantidade de janelas (7% e 75 votos) e os itens de decoração, com apenas 3% e 33 votos, fecharam a pesquisa.

                                                        Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

                                                         

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                                                          Por: Redação -

                                                          O grupo de marinas no Reino Unido anunciou que as três marinas de Hamble River mantiveram o status Five Anchor Gold após recentes inspeções trienais da The Yacht Harbour Association.

                                                          Port Hamble Marina, Hamble Point Marina e Mercury Yacht Harbour são apenas três das 15 marinas da MDL que possuem a certificação. “Estamos muito satisfeitos e muito orgulhosos por ter confirmado novamente nossas certificações do Five Gold Anchor”, diz Kerry Marriott, chefe de operações da MDL.

                                                          “Os critérios para o prêmio são focados em serviços centrados no cliente e estamos muito satisfeitos por termos sido reconhecidos por todo o trabalho que realizamos para proporcionar a melhor experiência ao cliente”, completou Kerry.

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                                                          Uma forte conscientização ambiental nas marinas foi destacada, com as três marinas pontuando 100% em práticas e gerenciamento de ambiente. As marinas também se saíram particularmente bem nas seções de instalações em terra, com Port Hamble Marina ganhando 93%, Hamble Point alcançando 97% e Mercury Yacht Harbour 94%, mostrando a importância do investimento contínuo da MDL em suas comodidades.

                                                          As marinas foram elogiadas por sua atmosfera e qualidade dos serviços, com o avaliador observando “excelente feedback do cliente sobre o atendimento ao cliente e as atitudes da equipe”. As marinas foram bem classificadas pelos clientes em todas as perguntas da pesquisa.

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                                                            A empresa norueguesa Evoy apresentou seu primeiro motor de popa elétrico de 150 hp. O Evoy Pro tem potência de 90 kW, pico de 150 kW (120/200 hp), e de acordo com a empresa terá o equivalente a um motor de combustão de 150 hp graças ao seu torque magnético. Atualmente, está em fase de protótipo e os testes mostrarão os números finais de desempenho. Ele deverá pesar em torno de 150 kg (330 lb).

                                                            O sistema contará com seus próprios controladores, gerenciamento de bateria e painel eletrônico, com telas de 10 ou 16 polegadas. Clima, rádio, navegação marítima, Bluetooth, WiFi, 4G, monitoramento do sistema, registro de viagens e gerenciamento de carga como padrão. Você poderá optar por sistemas de radar, eco-som e identificação automática (AIS).

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                                                            Os sistemas de propulsão elétrica da Evoy de até 800 hp são projetados e testados para operar num dos ambientes mais difíceis do mundo – a costa norueguesa. Este ano, a Evoy se concentrou no mercado comercial com um sistema de propulsão inboard para barcos de 20 pés a 40 pés.

                                                            O novo motor de popa elétrico foi apoiado financeiramente com NOK 1.8 m, aproximadamente 880 mil reais, da Innovation Norway. O objetivo é finalizá-lo e deixá-lo pronto para o mercado no primeiro trimestre de 2021. Os motores serão inicialmente utilizados pela empresa de cruzeiros norueguesa Hurtigruten para alimentar uma flotilha de infláveis.

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