Após navegar cinco mil milhas, o veleiro comandado por Aleixo Belov atracou em Durban, na África do Sul. Foram 42 dias seguidos em alto mar, enfrentando sol, chuvas, tempestades e altos ventos. Dias intensos e de pura água. “Mudamos de rota várias vezes, por causa dos ciclones. Quando chegamos, tivemos ainda o desafio de atracar o Fraternidade na marina, já que o espaço é pequeno e os barcos daqui são menores, se comparados ao nosso”, detalhou Belov.
O ucraniano, radicado na Bahia, conta que o próximo destino é Cape Town, mais conhecida como Cidade do Cabo e também localizada na África do Sul. “Meu sonho mesmo é chegar em casa, em Salvador, deitar e só acordar três dias depois”, brincou o navegador. Aleixo Belov está fazendo o trajeto de retorno ao Brasil, após atingir a meta de velejar nas águas do Alasca.
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Estudo mostra que novo método elimina tecido do coral-sol sem risco de regeneração. Tecnologia pode facilitar controle em marinas, cascos e áreas protegidas
Um veleiro que navegava entre Salvador e Fortaleza encalhou na Praia dos Artistas, no bairro Coroa do Meio, em Aracaju, na tarde da última quarta-feira, 16. A causa do encalhe foi uma pane no motor da embarcação, que estava sendo comandada pelo alemão Maximiliano Wubbe, de 38 anos. Ele estava sozinho dentro do barco no momento do ocorrido e não sofreu nenhum dano.
De acordo com o cabo Felipe Silva, do Corpo de Bombeiros, quando as equipes foram acionadas o barco já estava encalhado e o velejador estava em terra. Segundo o cabo, alguns civis que estavam no local ajudaram o alemão a sair da embarcação. “A intenção dele era realmente parar aqui, mas como o motor teve uma pane e ele estava sem velas, perdeu o controle do barco e a própria maré por sorte trouxe ele para a beira da praia”, explicou Silva. A Marinha foi acionada e tomará as providências sobre a retirada do barco do local.
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O estaleiro italiano Tankoa Yachts divulgou os primeiros detalhes do seu mais novo projeto de embarcação, S533 Saetta. Projetado por Francesco Paszkowski, o modelo de 53 metros contará com configuração tripla de motor, que promete bom desempenho e conforto, aliada, ainda, ao exterior agressivo e aerodinâmico do modelo, que incorpora grandes extensões de vidro para garantir um interior iluminado.
O modelo contará com vasto espaço de relaxamento ao ar livre, com deque à popa, incorporando uma área de estar em forma de C, ampla área de banhos de sol, solários no convés superior e área de jantar com acomodações para 10 pessoas. Outros modelos atualmente em desenvolvimento na fábrica italiano incluem o Projeto Elettra, de 49,9 metros, que deve ir para a água em 2019.
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A Flexboat está com um novo painel eletrônico para equipar as embarcações da geração II de infláveis da marca no Brasil e nos Estados Unidos. O painel é micro processado, com módulo de potência ligado através de cabo de rede e 100% à prova d’água. Possui alarme de bateria com baixa potência e água no interior da embarcação, vem com a função foggy para dias de neblina intensa, além de ter, também, alarme de combustível baixo.
Os ícones substituem os textos nos botões e mudam de cor quando estão ligados e desligados. A função dia e noite aciona um dimmer com 5 níveis de luminosidade para não atrapalhar o piloto quando pilotando à noite. O novo painel Flexboat estará disponível para todas as embarcações a partir do segundo semestre de 2018.
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O estaleiro holandês Amels acaba de revelar a terceira unidade da linha 242 Limited Editions, em Vlissingen, na Holanda. Com casco em cor areia, o modelo se destaca de seus antecessores Plvs Vltra e New Secret pela cor externa – estas duas possuem casco branco – e personalizações de cada proprietários, embora todos os três projetos compartilhem as mesmas equipes de design Tim Heywood (exterior) e Winch (interiores). O projeto será equipado antes de passar por testes de mar e ser entregue ao seu proprietário.
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De 12 a 15 de julho, Ilhabela receberá mais uma edição do Boutique Boat Show, que promete agitar as águas do Saco da Capela — o mais tradicional reduto de barcos da ilha. Organizado pela mesma equipe que realiza os Boat Shows do Rio e de São Paulo, o Ilhabela Boutique Boat Show tem patrocínio da prefeitura local e reunirá grandes lançamentos e destaques do mercado náutico na ilha mais charmosa do país.
Além de poder conferir de perto — e por dentro! — as embarcações expostas, os clientes poderão agendar teste drive dos modelos para navegar pelo lindo canal da ilha. O evento integrará, ainda, entretenimento náutico com música e boa gastronomia, para unir ao ambiente aconchegante que Ilhabela oferece. Tudo na mais perfeita harmonia para que o visitante e sua família tenham agradáveis momentos de lazer e diversão. Serão inúmeras atrações diariamente para oferecer muito mais do que uma exposição, um grande palco de entretenimento com excelentes oportunidades de negócios.
O ambiente agradável e a entrada gratuita (mas com direito a crachá personalizado), somados à chance de conhecer grandes embarcações do mercado brasileiro, são alguns dos fatores que atraem os visitantes ao evento. Mas não só. É que os expositores aproveitam a feira para oferecer opções especiais de pagamento aos clientes e, muitas vezes, com pacotes de benefícios extras, como brindes e equipamentos para os barcos. E, assim, o Ilhabela Boutique Boat Show se firma, definitivamente, como parte importante do calendário de eventos de um dos mais belos recantos do Brasil.
Quando? 12/07 – das 15h às 20h
13 e 14/07 – das 14h às 20h
15/07 – das 14 às 19h
Onde?
Escola de Vela de Ilhabela
Av. Santos Dumont, 812 – Vila, Ilhabela, São Paulo
Latitude: 23º 47′.157’S
Longitude: 45º 21.701’W
Canal: 65 VHF
Quanto?
Entrada gratuita
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Neste fim de semana, nos dias 19 e 20, o Yacht Club Paulista recebe a 4ª edição do Classic Boat Festival. Os visitantes terão a oportunidade de contemplar lanchas que marcaram a história náutica do país. A paixão pelas embarcações motivou, em 2015, o primeiro Classic Boat Festival, exposição de barcos clássicos que celebram a elegância e o charme das décadas de 1950, 60 e 70, quando a Represa de Guarapiranga e a motonáutica do YCP compunham o cenário esportivo e social da náutica paulistana e brasileira.
O Festival chega à quarta edição, seduzindo a cada ano mais entusiastas e colecionadores. Neste ano, os amantes da velocidade poderão conferir os lendários modelos crackerbox, runabout e skiboat. A programação dos dias 19 e 20 de maio incluem baterias de corrida entre lanchas na tradicional raia triangular a ser montada em frente ao YCP, além de demonstrações de esqui aquático, wakeboard e o desfile de barcos clássicos.
A cerimônia de abertura será comandada pela Marinha do Brasil, com o hasteamento da bandeira nacional. Em meio às atividades, está prevista a partida dos barcos da segunda etapa da Copa Vela YCP, no início das tardes de sábado e domingo. Para oferecer mais conforto e segurança aos visitantes, a prefeitura regional do M’Boi Mirim recapeou a Estrada do Itupu, acesso ao Yacht Club Paulista.
O evento acontecerá das 9h às 17h, com entrada franca e estacionamento pago. Para alimentação, além da tradicional lanchonete, haverá barracas temáticas no estilo retrô. Para reforçar o ambiente dos Anos Dourados, carros antigos estarão expostos junto à sede social do YCP, com as participações dos Clubes MG, Alfa Romeo e Pickups do Brasil.
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Nesta quinta-feira, 17, o Shopping JK Iguatemi, em São Paulo, irá receber a palestra e exposição de fotos “Antártica, o fim do mundo é só o começo”. A partir das 19h, Charlie Flesch contará como seus dois maiores sonhos de infância – conhecer a Antártica e navegar pelo mundo – o levaram a capitanear seu próprio veleiro de expedição para o continente gelado. O evento tem entrada gratuita e é aberto a todos que quiserem participar, sem a necessidade de reserva antecipada. A exposição de fotos de Heitor Cavalheiro ficará aberta até o domingo, dia 20. Para saber mais sobre Charlie Flesch e as expedições à Antártica, acesse www.homozarpiens.com.
Serviço
Local: JK Iguatemi São Paulo
Horário: 19:00
Entrada Franca
Palestra: Charlie Flesch
Fotos: Heitor Cavalheiro
Exposição: 17 a 20 de maio de 2018
End: Av. Presidente Jucelino Kubitschek, 2041
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A Regata-Recife Fernando de Noronha terá novidades em 2018. Neste ano, a Refeno passou por mudanças no visual. A primeira delas foi o lançamento da nova logomarca para comemorar a marca histórica de 30 edições. O responsável pela criação da foi o velejador Carlos Marrocos.
Satisfeito com o resultado, Bacs, como é conhecido Carlos Marrocos, tentou colocar a visão e a emoção do velejador que participa da Refeno. E ele tem história para contar da regata por já ter disputado 28 edições.
“Tentei colocar o aspecto do velejador na logomarca. Sei o que o velejador sente e passa na Refeno. Disputei a regata 28 vezes. E, por isso, para mim foi muito bacana criar e tentar mostrar a nossa vivência. Tentei mostrar a representatividade da Refeno e do que é Noronha”, explicou Carlos Marrocos.
A nova logo é composta com a formação de três elementos gráficos que, reunidos, dão forma ao conceito da Refeno: ecologia, dinamismo e emoção. O Morro Dois Irmãos e o mar foram os escolhidos para representar Fernando de Noronha com suas marcas registradas. E há também dois traços na logo que fazem alusão ao impulsor do veleiro.
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O estaleiro holandês Oceanco apresentou em Fort Lauderdale uma versão do Projeto Lumen, de 92 metros, coberta com diamantes. Desenhado por Adriel Rollins, o modelo recebeu acabamento Sun King, com diamantes reais para criar um efeito cintilante e luminescente.
A Oceanco escolheu o Projeto Lumen para receber este acabamento especial devido ao foco na luz, com uso extensivo de metais reflexivos, LEDs e materiais transparentes, incluindo um elevador de vidro tubular e uma escada flutuante.
Fotos: Divulgação
O layout do modelo inclui acomodações para até 36 convidados e o design inclui um heliponto, uma jacuzzi com solário e uma ampla piscina e spa no convés traseiro. “Eu queria que o estilo exterior funcionasse em conjunto com a forma do casco, em vez de parecer empilhados no casco, relatou Rollins.
Outros projetos atualmente em desenvolvimento na fábrica da marca incluem um megaiate de 109 metros.
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A italiana Benetti entregou o terceiro casco da série Mediterraneo 116 ao proprietário após seu lançamento, em março. Com 35,5 metros de comprimento, o modelo tem um casco de deslocamento de fibra de vidro e uma superestrutura de fibra de carbono, com design exterior esportivo assinado pelo designer italiano Giorgio M. Cassetta.
Seus interiores foram desenvolvidos pelo departamento de estilo de interiores de Benetti em parceria com os arquitetos da Radyca, escolhidos pelo proprietário mexicano de Botti – como foi nomeado o iate -, que ajudaram na escolha dos móveis e tecidos. O interior é luminoso e confortável e apresenta espaços amplos combinados com um design elegante e fluido.
Botti comoda 10 pessoas em cinco generosos camarotes, com uma tripulação de sete pessoas também acomodadas a bordo. As suítes de hóspedes estão localizadas no convés inferior: dois camarotes VIP com camas de casal e dois camarotes de hóspedes com camas de solteiro. Sua área de proa é dominada pela suíte master, que tem duas grandes superfícies envidraçadas. Com piso de madeira no quarto e mármore no banheiro, a suíte do proprietário também está equipada com closet e área com sofá e TV.
Com design pensado para promover a convivência entre os hóspedes, o deque principal do iate possui lounge confortável, área para refeições e bar americano. Vem também com Sky Lounge com sofá, TV de 75 polegadas e mesa de jogos, bem como jacuzzi e espaço para descanso totalmente personalizado.
Botti é alimentado por dois motores a diesel de 1 400 hp e vem com estabilizadores elétricos.
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O Condomínio Green Coast reuniu 10 embarcações no último sábado, 12, com show ao vivo e jantar italiano no residencial que fica localizado em Angra dos Reis. O encontro comemorou o aniversário de um dos participantes do evento e serviu como teste do arraiá do condomínio, marcado para 2 de junho, e realizado em parceria com a Real Power Boats. Confira algumas fotos da reunião:
Fotos: Divulgação
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A nova Riva 110 Dolcevita teve sua estreia mundial no Yacht Club de Mônaco, durante o Grand Prix Historique. De 11 a 13 de maio, proprietários de iates e entusiastas de carros antigos, fascinados pela impressionante combinação de lendas de quatro rodas e a nova obra-prima do mar, tiveram a chance de admirar o novo carro-chefe da frota Riva – que já é um grande sucesso comercial – no Yacht Club de Mônaco, em evento memorável inspirado no tema “Dolce Vita”.
“’Dolcevita’ indica um período e um estilo que só poderiam ser associados a um iate de beleza incomparável, cujo apelo ressoará no mundo dos iates pelas próximas décadas”, comentou Alberto Galassi, CEO do Grupo Ferretti. “Escolhemos Monte Carlo para a sua estreia porque este é um dos locais mais ‘Dolcevita’ do mundo, e o Grand Prix Historique, que é um evento onde as lendas se encontram. ‘Dolcevita’ evoca um mundo de sonhos que a Riva 110, personifica com perfeição”, finalizou.
O novo modelo combina design, funcionalidade, tecnologia e experiência marítima. Com perfil esportivo e design que inclui janelas de vidro com vigias integradas, a nova Riva é resultado de mais uma colaboração entre a Officina Italiana Design e o Grupo Ferretti.
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O renomado estaleiro italiano Sanlorenzo está comemorando 60 anos em 2018 e reuniu clientes, amigos e funcionários em seu estaleiro em La Spezia para um fim de semana de festa durante o Elite Days 2018. O evento recebeu cerca de 750 pessoas durante dois dias, que se transformaram em uma experiência completa, com apresentação do novo projeto 460EXP, em construção, e teste de vários modelos recém-construídos da Sanlorenzo, além de exposição de 60 anos que destacou alguns dos melhores momentos do estaleiro ao longo do tempo.
Um dos destaques do fim de semana foi o lançamento de um dos maiores modelos da Sanlorenzo até hoje, o primeiro 500EXP. Quando o sol se pôs sobre La Spezia, a cerimônia foi organizada pelo estaleiro na presença dos proprietários do iate, familiares e amigos. A noite terminou com um jantar no galpão principal do estaleiro. Durante a noite, o Presidente e CEO, Massimo Perotti, destacou algumas das principais conquistas da empresa e agradeceu à sua força de trabalho pelo seu serviço dedicado e leal.
A Sanlorenzo também aproveitou a ocasião para apresentar seu novo modelo SL102 Asymmetric, que já está em construção. O SL102 será o primeiro iate da linha e terá layout exclusivo caracterizado por um único convés lateral principal no lado de estibordo, permitindo que os projetistas estendam o interior do convés principal até os limites do casco e da superestrutura.
Fotos: Reprodução
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A Wider Yachts acaba de lançar seu mais novo modelo, o Wider 165, anunciado pela primeira vez no início de 2014. Com 50 m de comprimento, Cecilia foi lançado e batizado na presença de funcionários do estaleiro e colaboradores do projeto no galpão da marca em Ancona, na Itália.
Como o segundo projeto do estaleiro até hoje, após o sucesso do Wider 150, de 47 metros, que foi lançado em novembro de 2015, Cecilia também conta com um avançado sistema de propulsão híbrido diesel-elétrico. Um sofisticado sistema de gerenciamento de energia permite que os sistemas do barco funcionem com energia mais limpa quando necessário.
A embarcação tem design assinado por Fulvio De Simoni com Idealtalia, com layout interior projetado em conjunto com a equipe do proprietário. Alguns dos destaques a bordo incluem uma pista de aterrissagem de helicóptero na proa, academia privativa com terraço e amplo clube de praia Wider, pelo qual a marca é conhecida.
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Depois do recente acordo firmado entre a Marina Itajaí e o Veleiros do Sul, associados do clube de vela gaúcho poderão usufruir de espaço mensal para guarda de suas embarcações para aproveitarem dias de lazer e navegação no litoral catarinense. Até quatro vagas molhadas simultâneas poderão ser utilizadas mediante reserva, de acordo com a disponibilidade do complexo náutico de Santa Catarina.
“Para os nossos associados que navegam pela costa brasileira, a cidade de Itajaí é estratégica para uma parada. Trata-se de uma região com uma geografia belíssima e possui uma infraestrutura náutica altamente desenvolvida, tanto para a guarda e movimentação de embarcações para prestações de serviços, por meio da Marina Itajaí, quanto pela qualidade da mão de obra local de manutenção e reparos nos barcos. Além disso, a cidade tem se consolidado como destino náutico tanto pela parada da regata internacional, a Volvo Ocean Race, como pela proximidade de balados balneários do estado”, comenta o Comodoro do Veleiros do Sul Eduardo Ribas.
Além das vagas disponíveis ao clube do Rio Grande do Sul, os associados também têm o benefício de ter acesso ao tarifário de clientes para a movimentação de barcos para reparos e manutenções. A Marina Itajaí conta com amplo pátio capaz de abrigar até 11 embarcações de 80 pés para a realização de serviços simultâneos e equipamentos modernos para movimentação de barcos de até 75 toneladas.
“Seguimos em busca de parcerias para estimular ainda mais os roteiros náuticos e turísticos do litoral catarinenses aos navegadores do Brasil e do exterior. Iniciamos a parceria com iates clubes de Santa Catarina e do Paraná e agora anunciamos o convênio com o tradicional clube de vela de Porto Alegre. Trata-se de um público que tem procurado a Marina Itajaí pela sua localização estratégica no litoral norte catarinense e infraestrutura náutica. Portanto, será uma facilidade para que esses navegadores conheçam os atrativos naturais e turísticos desta região e que usufruam da marina, desde o seu pátio para a realização de serviços, até a área de lazer”, explica a gerente comercial da Marina Itajaí Natasha Secchi.
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O estaleiro polonês Conrad anunciou o lançamento de sua maior embarcação até o momento: o superiate Viatoris, de 40 metros. Após o período de desenvolvimento e a construção que levou dois anos, o Conrad C133 é também o maior iate a motor de luxo já construído na Polônia.
Com arquitetura naval do estúdio holandês Diana Yacht Design e estilo exterior da Reymond Langton Design, os interiores do modelo são da equipe de design da Conrad Shipyard, que trabalhou em estreita cooperação com o proprietário, que é um iatista experiente e um cliente fiel do estaleiro.
Construído com um casco de aço e uma superestrutura de alumínio, o superiate foi construído para atender às especificações do MCA e do Lloyds Register. O resultado é um iate de luxo que pode atravessar o Atlântico com segurança, eficiência e conforto, enquanto é operado por uma tripulação relativamente pequena e tem um alcance de 4 000 milhas náuticas a 10,5 nós, segundo informações preliminares do estaleiro.
Após os testes no mar,Viatoris será entregue ao proprietário antes da temporada de verão e fará sua estreia no Mônaco Yacht Show 2018.
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O Condomínio Green Coast e a Real Power Boats estão promovendo a segunda edição do arraiá náutico que promete agitar a Baía da Ribeira, em Angra dos Reis, por mais um ano consecutivo. A festa acontecerá no dia 2 de junho, um sábado, e reunirá 27 embarcações.
“Somos um condomínio e entendemos que podemos utilizar nossas embarcações de maneira não tão convencional. Queremos mostrar aos navegadores que existe como ampliar o uso das nossas lanchas, que hoje são mais empregadas em ir à praia e comer churrasco”, afirmou a organização do evento.
Cada lancha levará um prato típico, que será disponibilizado nas mesas de buffet ao longo da passarela, promovendo a interação entre os barcos. O evento contará, ainda, com DJ e sanfoneiro ao vivo. Como aconteceu em 2017, cada família ficará em seu próprio barco durante a festa e pernoitará no local.
Neste sábado, 12, haverá um evento teste com 10 lanchas, show ao vivo e jantar italiano.
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Em dias muito quentes, a cabine de um barco pode ferver, virando uma sauna. E torna-se inabitável, o que acaba com as vantagens de se ter um barco cabinado. A solução é ter um eficiente sistema de ventilação ou — muito melhor do que isso — um ar refrigerado. Além de deixar o ar muito mais agradável, este equipamento é, também, a melhor maneira de desumidificar o interior da cabine. Mas, qual o melhor? Como instalar? Como aumentar a eficiência do equipamento sem prejudicar o barco? Trazemos dez perguntas e respostas podem ser muito úteis. Veja na edição de Náutica que está disponível nas principais bancas e livrarias do país, na loja online e, também, na versão digital.
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A Triton Yachts, produzida pelo estaleiro Way Brasil com mais de 30 anos no mercado, oferece aos interessados em comprar seu primeiro barco ou trocar de embarcação uma oportunidade especial. Até o dia 30 de maio, todos os modelos de lanchas produzidos pelo estaleiro – de 6 a mais de 15 metros de comprimento – estarão com preços especiais. Entre eles, destaque para os lançamentos da marca apresentados durante o Rio Boat Show: a Triton 300 Sport e a Triton 520 Fly.
A partir de R$ 140 mil – dependendo das configurações escolhidas – será possível contar com uma embarcação com alta qualidade construtiva, máximo aproveitamento de espaços, tecnologia e modernos equipamentos de navegação, conforto em todos os ambientes além de áreas voltadas ao lazer e relaxamento.
“Devido à quantidade de pessoas interessadas em conhecer os modelos de barcos da Triton Yachts durante a 21ª edição Rio Boat Show, decidimos prorrogar os preços especiais para a compra de embarcações oferecidas no evento. Na ocasião, cerca de 3 mil pessoas passaram pelo estande da marca e visitaram os modelos expostos. Também conferiram de perto as duas novidades da Triton Yachts para este ano, os modelos de 30 e 52 pés. A aceitação do público foi tão grande que já foram vendidas as primeiras unidades da Triton 300 Sport e da Triton 520 Fly. Outras negociações foram iniciadas e estão em andamento”, conta um dos diretores da Triton Yachts Allan Cechelero.
Interessados poderão entrar em contato com a rede de parceiros da marca no Pará, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. Ou através do site da marca.
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O novo motor de popa do fabricante japonês Suzuki aproveita a construção compacta do DF90A que, graças à revisão do sistema de gestão eletrônica, permitiu o crescimento de potência sem necessidade de aumento de capacidade. Pesando 157 kg, o novo DF100B vem para atender a demanda de quem procura motores compactos e potentes, principalmente no caso de barcos de recreio de tamanho intermediário.
O DF100B possui revisão do sistema de gestão do bloco de quatro cilindros em linha e 1 502 cc comum ao DF90A, que permitiu o aumento de potência para 100 hp, mantendo o peso reduzido de 157 kg, além de instalação do sistema de detecção de água que protege o motor da presença de água no sistema de alimentação, graças à utilização de um filtro de combustível com essa característica. O motor é produzido na fábrica japonesa de Toyokawa e está disponível nas cores preto ou branco.
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A CRN acaba de entregar seu novo superiate de 50 metros, Latona. Após sua estréia em fevereiro, a mais recente embarcação da marca já partiu do estaleiro e, em breve, cruzará o Mar Mediterrâneo. Este iate privado, que trouxe à realidade os desejos de um proprietário altamente exigente e determinado, é o resultado da colaboração entre os departamentos de Engenharia e Interiores e Design da CRN e a empresa de design Zuccon International Project.
Com cinco deques largos e 50 m de comprimento, Latona se destaca com um equilíbrio perfeito entre as linhas elegantes do casco, a curva aerodinâmica e os amplos volumes internos. A bordo, uma série de soluções de design inovadoras implementadas pelo estaleiro possibilita ao proprietário e seus convidados desfrutarem plenamente do contato constante com o mar.
O iate conta com amplas janelas altas no teto, varanda que pode ser desfrutada mesmo quando em cruzeiro e um terraço que pode ser aberto quando o barco está ancorado. Além disso, possui espaço para barco de apoio que pode ser convertido em área ao ar livre que se integra perfeitamente no clube de praia, para que os hóspedes possam desfrutar de momentos de convívio no interior e no exterior.
M / Y Latona será apresentado como uma estreia mundial no Monaco Yacht Show 2018.
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Embarcando em viagem nostálgica, os visitantes do Yacht Club Paulista (YCP) terão a oportunidade de contemplar lanchas e veleiros que marcaram a história náutica do país. A paixão pelas embarcações motivou, em 2015, o primeiro Classic Boat Festival, exposição de barcos clássicos que celebram a elegância e o charme das décadas de 1950, 60 e 70, quando a Represa de Guarapiranga e a motonáutica do YCP compunham o cenário esportivo e social da náutica paulistana e brasileira.
O Festival chega à quarta edição, seduzindo a cada ano mais entusiastas e colecionadores. Neste ano, os amantes da velocidade poderão conferir os lendários modelos crackerbox, runabout e skiboat. A programação dos dias 19 e 20 de maio incluem baterias de corrida entre lanchas na tradicional raia triangular a ser montada em frente ao YCP, além de demonstrações de esqui aquático, wakeboard e o desfile de barcos clássicos.
“Queremos resgatar os anos dourados das embarcações na Guarapiranga com o glamour da época em que grandes pilotos como Émerson e Wilsinho Fittipaldi corriam com seus carros no Autódromo de Interlagos e também tinham seus barcos na represa. Vamos expor lanchas históricas como Riva e Chris Craft. Contamos com os apoios de Farinha 101 do Moinho Santa Clara e Vintage Boat, além das colaborações de Park Land e Esquimar”, destaca o organizador do Classic Boat Festiva, Sérgio Canineo.
A cerimônia de abertura será comandada pela Marinha do Brasil, com o hasteamento da bandeira nacional. Em meio às atividades, está prevista a partida dos barcos da segunda etapa da Copa Vela YCP, no início das tardes de sábado e domingo. Para oferecer mais conforto e segurança aos visitantes, a prefeitura regional do M’Boi Mirim recapeou a Estrada do Itupu, acesso ao Yacht Club Paulista.
No fim de semana seguinte ao evento das lanchas, será a vez dos veleiros clássicos contarem a história vitoriosa da vela brasileira, com a segunda edição do Classic Sailing Festival, em 26 e 27 de maio. Barcos antigos e restaurados estarão expostos no YCP e correrão uma regata comemorativa aos grandes velejadores. São esperados medalhistas olímpicos, campeões mundiais e outros expoentes da vela como, Lars Grael, Bruno Prada, Jorginho Zarif, Eduardo Souza Ramos, Amyr Klink e Alex Welter.
Em ambos finais de semana o Classic Festival estará à disposição dos visitantes das 9h às 17h, com entrada franca e estacionamento pago. Para alimentação, além da tradicional lanchonete, haverá barracas temáticas no estilo retrô. Para reforçar o ambiente dos Anos Dourados, carros antigos estarão expostos junto à sede social do YCP, com as participações dos Clubes MG, Alfa Romeo e Pickups do Brasil.
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Estudo mostra que novo método elimina tecido do coral-sol sem risco de regeneração. Tecnologia pode facilitar controle em marinas, cascos e áreas protegidas
Durante as viagens e atividades esportivas, os eletrônicos portáteis costumam ser fonte de constante preocupação: e se entrar água, areia ou terra? A Maxprint traz mais tranquilidade e liberdade para o consumidor ao lançar no mercado a Caixa de Som Bluetooth H20 Max.
Totalmente blindada e com certificação de proteção contra água e poeira IP67, a novidade pode ser submersa a até 1m de profundidade por até 30 minutos, sem sofrer danos. Além disso, conta com clipe metálico que permite fixá-la em bicicletas, motos, mochilas ou na roupa.
A novidade tem potência de 10W RMS e utiliza Bluetooth na versão 4.2. Também conta com entrada auxiliar para conexão de dispositivos externos via cabo. Outro atrativo do lançamento é o design exclusivo e inovador, com tamanho compacto e acabamento emborrachado para máxima proteção. Com ampla duração para o máximo lazer, a bateria interna recarregável garante até 4 horas de reprodução, dependendo do uso. A Caixa de Som Bluetooth H20 Max tem o preço sugerido de R$ 159.
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As águas da Represa de Guarapiranga, em São Paulo, foram palco do primeiro encontro de pontoons boats do Brasil – um tipo de barco com convés espaçoso e três cascos de alumínio, muito popular nos Estados Unidos.
Promovido pelo estaleiro paulista VCat Boats, único construtor em série especializado neste tipo de embarcação, o encontro reuniu, no último fim de semana, proprietários de quatro pontoons boats da marca, que navegaram tranquilamente pela represa durante todo o dia, com direito a curtir um lindo pôr do sol da capital paulista.
Na água, três modelos diferentes da marca: o mini pontoon Tico, de 10 pés, ideal para pescarias com até quatro pessoas em lagos, rios e represas, dois modelos Aurora 650, de 21,5 pés, com targa e capacidade para até 14 pessoas, e o pontoon Aurora 750, de 24,5 pés, com duplo deque (uma espécie de flybridge, que aumenta ainda mais o espaço a bordo), usado pela empresa VivantSP em passeios com grupos de pessoas na própria represa.
“O pontoon VCat é um tipo de barco que tem tudo a ver com os brasileiros. É mais espaçoso e confortável do que qualquer lancha de fibra do mesmo tamanho, além de ser prático e navegar bem”, afirma Benedito Prado Neto, fundador do estaleiro VCat Boats. “O pontoon veio para ficar. Nos Estados Unidos, por exemplo, é o barco que lidera as pesquisas de vendas entre os modelos equipados com motor de popa”, completa Neto.
O encontro, primeiro a reunir especialmente este tipo de barco em nossas águas, marcou também o expressivo número de 50 unidades entregues pelo estaleiro. “Desenvolvemos máquinas específicas para a construções dos pontoons VCat, que não usam madeira na estrutura, tornando-os ainda mais resistentes, seguros e duráveis, com qualidade semelhante aos feitos nos Estados Unidos”, explica Neto.
Fotos: @mrsanfilmes
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A 30ª edição da Regata Recife-Fernando de Noronha tem tudo para ser sucesso absoluto, assim como nos últimos anos. A prova disso é o número de embarcações inscritas nos primeiros dias. Até o momento, 35 barcos de dez estados brasileiros e um estrangeiro garantiram presença na Refeno 2018, com partida marcada para o dia 29 de setembro.
Pernambuco é o líder de inscritos com nove embarcações até agora. O Nordeste ainda conta com veleiros da Bahia, Ceará, Alagoas e Maranhão. Representando o Sudeste, São Paulo conta com sete veleiros e o Rio de Janeiro com seis, além do Espírito Santo com uma. Já o Sul, tem o Rio Grande do Sul com duas e Santa Catarina com uma.
O primeiro estrangeiro a se inscrever na Regata Recife-Fernando de Noronha 2018 foi o Mago del Sur, de Antígua e Barbuda. O barco da classe Aço é comandado por Ezequiel Sundblad.
Até o dia 31 de maio, as inscrições custam R$ 650 por pessoa. Do dia 1º de junho a 15 de julho o valor sobe para R$ 750. E de 16 de julho a 15 de setembro cada velejador pagará R$ 850.
A partida da 30ª Refeno está marcada para o Marco Zero do Recife, no dia 29 de setembro, com chegada no Mirante do Boldró, em Fernando de Noronha. O percurso total da travessia é de 292 milhas náuticas, o equivalente a 545 quilômetros.
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Ter um bote de apoio, mais do que um conforto, é uma necessidade para quem tem uma lancha ou um veleiro a partir de 26 pés. Afinal, a partir desse tamanho, os barcos dificilmente podem chegar perto da praia ou de lugares com pouca profundidade, por conta do calado. No caso das lanchas, e considerando uma praia bem mansa e muito íngreme, pode-se até chegar perto da areia, levantando ao máximo a rabeta do motor. Porém, essa é uma situação difícil de ser encontrada na prática. Daí a necessidade de se ter uma embarcação menor para fazer o desembarque.
Por outro lado, ninguém está livre de sofrer um acidente durante a navegação, como bater o casco em uma pedra à flor da água, com consequências drásticas, como o barco rapidamente ir a pique. Assim, tanto para o salvamento como para fazer o transbordo dos passageiros do barco até a praia, e vice-versa, o bote de apoio é imprescindível. No caso de navegação oceânica, podemos ter uma balsa de abandono, em vez do bote inflável para emergências. Mas essa exigência é somente para embarcações que navegam a mais de 20 milhas da costa, como lanchas de pesca oceânica, que precisam ter a popa livre para trabalhar o peixe, além de espaço para os muitos equipamentos de pesca.
O problema, na hora da escolha do bote, é não ficar perdido diante das opções. Bote inflável ou bote de casco rígido: qual o mais indicado? E no caso de casco rígido, qual tipo de material: fibra de vidro ou alumínio? Bem, sabendo que um dos motivos de se ter o bote auxiliar a bordo é o salvamento, condição na qual a embarcação deve ter uma grande reserva de flutuação, eliminamos os botes de alumínio. Pelo menos para essa aplicação. Assim, devemos escolher um bote inflável ou um bote de polietileno com casco duplo, que, como o inflável, tem grande reserva de flutuação. No entanto, entre 2,20 m e 2,40 m não há modelos de polietileno no mercado brasileiro. O mais próximo é o bote de polietileno rotomoldado da Sboats, de Santa Catarina, com 2,10 m de comprimento. Embora bem resistentes e duráveis, os barcos de apoio totalmente rígidos precisam ser usados com cuidado, para não danificar o costado da lancha ou do veleiro, o que não acontece com os infláveis. Portanto, nossa escolha pendeu mesmo para os chamados “borrachudos”.
Entre os infláveis, coloca-se mais uma questão importante na hora da escolha: qual é o melhor tipo de fundo, flexível ou rígido? Os infláveis com fundo flexível são mais leves e podem ser dobrados, o que significa que podem ser guardados em um paiol dentro do barco. Por sua vez, os de fundo rígido levam vantagem na hora da navegação, porém devem ficar pendurados na popa, apoiados na plataforma ou mesmo içados até o flybridge, quando não guardados no convés na proa. Mas isso também pode ser visto como vantagem, pelo fato de o bote auxiliar estar pronto para o uso, o que é importante durante uma emergência.
Para esta avaliação, reunimos os três modelos de infláveis de fundo rígido mais usados nas lanchas e veleiros entre 26 e 36 pés (Flexboat Mini SR, Remar RM 2.40F e Zefir Wind F240) e aplicamos a mesma metodologia para todos. No comando, um adulto de 75 kg. Para empurrar, um motor Yamaha de 4 hp, dois tempos, com o pequeno tanque de gasolina, abastecido com metade da sua capacidade, acoplado ao propulsor. Confira nossa análise na edição de Náutica, disponível nas principais bancas e livrarias do país, na loja online e, também, na versão digital.
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A parada da regata internacional, a Volvo Ocean Race, em Santa Catarina trouxe um impacto positivo ao turismo náutico de Itajaí. A cidade, que já recebeu três vezes a competição de vela, pela primeira vez teve a oportunidade de abrigar embarcações de turistas durante o evento por meio da Marina Itajaí. Localizada ao lado da Vila da Regata, estrutura que recepcionou os competidores, a marina recebeu cerca de 90 embarcações para assistirem à competição, de diversas regiões do Brasil e de outros países como Argentina, Uruguai, França e Austrália. Lanchas, veleiros e iates de até 30 metros de comprimento ocuparam 100% das vagas molhadas disponíveis no período de 17 a 22 de abril. Além dos barcos, cerca de 5 mil pessoas visitaram o complexo náutico durante a regata.
“A chance de acompanhar de perto as atrações da competição, considerada a Fórmula 1 dos Mares, fez com que as vagas molhadas disponíveis para pernoite na Marina Itajaí fossem esgotadas quase um mês antes do início do evento. O maior movimento ocorreu principalmente na última semana do evento, durante a In-Port-Race, a tradicional competição que ocorre nos locais de parada da Volvo Ocean Race, e na largada dos veleiros rumo a New Port nos Estados Unidos. No que se refere ao perfil dos navegadores, a maior demanda foi de velejadores, mas também houve grande procura por lanchas e iates de grande porte de 70 a 95 pés”, explica o diretor náutico da Marina Itajaí Carlos de Oliveira.
“Receber milhares de pessoas do Brasil e do mundo durante Volvo Ocean Race é um reconhecimento à importância da Marina Itajaí para o cenário turístico de Itajaí e de Santa Catarina. Sem dúvida, o legado desta edição será a projeção do turismo náutico já que, por meio da Marina Itajaí, a cidade passa a oferecer toda a infraestrutura e apoio à recepção de turistas pelo mar, o que abre portas para outros eventos náuticos mundiais na cidade”, complementa o diretor.
A Marina Itajaí, ao lado da Vila da Regata, também foi ponto de embarque e desembarque de torcidas, equipes de apoio, jornalistas, navegadores e do Brasil e do exterior.
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A equipe espanhola MAPFRE conseguiu, nesta terça-feira (8), uma vitória histórica na oitava etapa da Volvo Ocean Race 2017-18. O barco, que estava no grupo de trás durante quase todo percurso entre Itajaí (SC) e Newport (Estados Unidos), acelerou nos metros finais e ultrapassou Team Brunel e Dongfeng Race Team.
Os espanhóis fizeram a prova em 15 dias, 17 horas, 49 minutos e 29 segundos. O pódio teve ainda Team Brunel, que ficou 61 segundos atrás, e Vestas 11th Hour Racing.
E mesmo no momento em que os líderes estavam a apenas 500 metros da linha de chegada, a MAPFRE ainda seguia a equipe Brunel quando o par emergiu da neblina, à vista dos espectadores no Fort Adams Race Village.
Mas, ao se aproximar da última marca de virada, a MAPFRE pegou um zephyr de vento para passar por Brunel e reivindicar o que apenas momentos antes teria sido visto como uma improvável vitória na perna. A margem após quase 16 dias de corrida foi de apenas 1 minuto e 1 segundo.
“Isso é inacreditável”, admitiu o comandante espanhol Xabi Fernández, pouco depois de cruzar a linha de chegada. “Para sermos honestos não esperávamos vencer essa etapa, então estamos super felizes. Nossas esperanças sempre foram de que haveria uma compressão da flotilha para que pudéssemos pegar alguém…Ontem à noite foi uma loucura quando tudo fechou e todos a bordo fizeram um trabalho incrível”.
Todos os barcos chegaram ainda nesta terça-feira. Dongfeng Race Team, team AkzoNobel, Turn The Tide on Plastic e SHK | Scallywag. Do primeiro ao último a diferença foi de um pouco mais do que 3 horas.
A próxima etapa será a nona e terá o percurso entre Newport (Estados Unidos) e Cardiff (Reino Unido). A perna terá pontuação dobrada. A largada para as 3.300 milhas náuticas transatlânticas será em 20 de maio.
Foto: Jesus Renedo
A vitória da armada espanhola
O resultado entra no hall das maiores viradas da regata de volta ao mundo. O MAPFRE estava em quinto lugar na segunda-feira (7). E faltando 500 metros para o fim da prova em Newport, o barco vermelho espanhol ainda estava atrás do Team Brunel, que liderou quase todo o percurso de 5.700 milhas náuticas. O vento literalmente acabou na chegada ao porto norte-americano. E para piorar, a corrente empurrava os barcos pra fora da costa.
O MAPFRE reassume a liderança do campeonato com a vitória, pois soma 8 pontos. O Dongfeng, que estava um ponto na frente no Brasil, fez quatro. Agora são três pontos de vantagem para os espanhóis.
“Eu já estou focado no futuro e nas próximas etapas. Prometo que o Dongfeng Race Team fará um trabalho fantástico na próxima”, disse Charles Caudrelier, comandante do barco chinês. “É claro que estamos desapontados. Estávamos sonhando com outra vitória aqui. Acho que navegamos muito bem até de manhã cedo e depois não sei o que aconteceu. Estávamos muito devagar a favor do vento e provavelmente havia um pouco de plástico que pegamos no leme”.
Com a vitória nas mãos por praticamente todo o percurso, o Team Brunel, que foi o primeiro a cruzar a Linha do Equador e defendeu os ataques do Dongfeng.
”Estamos decepcionados pelo resultado e felizes com o nosso desempenho. Acho que nas últimas pernas mostramos que estamos evoluindo”.
Em terceiro ficou a equipe da casa, o Vestas 11th Hour Racing. ”Esta perna teve seus altos e baixos”, disse Charlie Enright, líder do Vesta 11th Hour Racing. “Não começamos bem, mas depois, já no fim, usamos o conhecimento local e ficamos no pódio”.
O barco de Martine Grael, o team AkzoNobel, chegou em quinto lugar e perdeu uma sequência de três pódios consecutivos na regata.
Centenas de barcos estavam à espera dos veleiros da Volvo Ocean Race em Newport, um dos berços da vela mundial.
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O Clube dos Jangadeiros, de Porto Alegre, é Ouro na classe 29er, com Vitor e Ian Paim, e na RS:X, com Larissa Schenker. O atleta João Emilio Vasconcellos conquistou o vice campeonato na Laser Radial. Guilherme Plentz levantou a taça do 1° lugar Masculino na RS:X, e a dupla Giovanne Pistorello e Gabriel Simões conquistou o 2° lugar do pódio na 29er. O campeonato definiu a equipe brasileira que disputará o Mundial da Juventude 2018, em Corpus Christi, nos Estados Unidos, de 14 a 21 de julho.
A Copa da Juventude 2018 encerrou nesta sexta-feira (4). Além do pódio, classificou na classe 29er as duplas Lorenzo Bernd e João Luka Moré, em 8º lugar, Gabriel Kern e Diego Falcetta, em 10º, e João Pedro Tatsch e Antônio Albuquerque, em 13º. Na classe Laser Radial, Américo Costa ficou em 6º lugar e Guilherme Pérez, em 8º.
Entre 12 Clubes que disputaram nesta edição, o Jangadeiros recebeu o título de Melhor Clube do Brasil, somando 598 pontos. Foi seguido pelo Iate Clube do Rio de Janeiro, 576 pontos, Yacht Clube da Bahia, 555 pontos, Veleiros do Sul, 352 pontos, e pelo Yacht Club Santo Amaro, 306 pontos.
A competição reuniu 83 velejadores de até 19 anos, de seis estados do país, nas seguintes classes: 29er (Masc. e Fem.); 420 (Masc. e Fem.); Laser Radial (Masc. e Fem.) e RS:X (Masc. e Fem). Na quinta-feira, os atletas contaram com a presença de Torben Grael. O bicampeão olímpico (Atlanta-1996 e Atenas-2004, ambas na classe Star), prestigiou a competição, que foi disputada durante quatro dias na Base Naval de Aratu, em Salvador.
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