O team AkzoNobel se aproxima de Itajaí (SC) para completar a sétima etapa da Volvo Ocean Race 2017-18 na manhã desta quinta-feira (5). A equipe holandesa, que conta com a brasileira Martine Grael, será a terceira colocada na perna de 7.600 milhas náuticas entre Auckland (Nova Zelândia) e a cidade catarinense. Os dois primeiros colocados foram Team Brunel e Dongfeng Race Team.
A equipe de Martine Grael se aproxima do terceiro pódio consecutivo, após uma vitória em Auckland e um terceiro lugar em Hong Kong. A atleta é a primeira brasileira a correr a Volvo Ocean Race. Martine participou de todas as sete etapas até agora do campeonato.
A cidade de Itajaí (SC) se prepara para receber a campeã olímpica da Rio 2016. Mesmo ainda não inaugurada, a Vila da Regata será aberta ao público uma hora antes da chegada do veleiro AkzoNobel.
Já em Santa Catarina, Torben Grael e Andrea Grael, pais de Martine, estão ansiosos com a chegada da atleta. Os dois estarão a bordo do Itajaí Sailing Team para recepcionar ainda na água a filha. O barco é usado por atletas da cidade para competir regatas importantes do calendário brasileiro de vela oceânica.
”O vento diminuiu um pouco e nós estamos ansiosos”, disse Torben Grael. ”Acompanhamos a largada em Auckland. Foi uma perna difícil e os percalços que aconteceram foram bastante duros. Mas ocorreram alguns acidentes, ficamos muito apreensivos com ela nos mares do sul. Mas passou tudo bem. Estamos esperando ela chegar para dar um abraço”.
Torben Grael acompanha de perto as ações da filha na regata Volvo Ocean Race. O velejador tem história na competição, após liderar o inédito barco Brasil 1 na edição 2005-06 e ser campeão como comandante do Ericsson 4 (Suécia), em 2008-09.
”Ela (Martine) me incentivou quando eu fui fazer a segunda volta ao mundo, quando a gente ganhou com o Ericsson. Agora, ela está fazendo a primeira pela AkzoNobel. Os resultados estão muito bons, pegou o terceiro pódio de etapa seguida, parece que a coisa vem ficando mais serena e o ambiente melhorando o que ajuda muito”.
Outros dois barcos devem chegar depois do AkzoNobel. O Turn the Tide on Plastic é esperado no sábado (7) e o MAPFRE no dia seguinte. Ambas as equipas tiveram problemas com os mastros e spreaders nesta etapa. O MAPFRE chegou a parar no Cabo Horn.
Duas equipes se retiraram da sétima etapa. O Vestas 11th Hour Racing quebrou o mastro e agora corre contra o tempo para voltar na próxima perna. Já o SHK / Scallywag saiu após a tragédia envolvendo seu tripulante John Fisher, que se perdeu no mar.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O estaleiro argentino Segue Yachts acaba de apresentar seu mais novo projeto, a Segue 90 Sport Fly. Assinado por Corgo Design, o modelo de 26,45 m de comprimento tem 5,95 m de boca (largura) e 70 m² de área externa. Seu layout inclui área de estar e solário na proa, sofás e solário no flybridge e praça de popa com área para refeições. Internamente, o modelo contará com quatro camarotes e acomodações para quatro tripulantes.
A Segue é representada no Brasil pela carioca Yacht Center Group e será uma das marcas participantes do próximo Rio Boat Show, que acontece de 14 a 22 de abril, na Marina da Glória.
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Depois de três dias de competição e muita camaradagem entre grandes nomes do Snipe, chegou ao fim neste sábado (31) o Sul-americano da Classe Snipe 2018. O campeonato reuniu no Clube dos Jangadeiros, em Porto Alegre, mais de 100 atletas da Argentina, Brasil, Cuba, Chile, Guatemala, Peru, Porto Rico e Uruguai. Para o último dia, estavam previstas mais duas regatas que foram canceladas pela inconstância do vento, somando um total de oito regatas disputadas.
O carioca Bruno Bethlem está conquistando o seu segundo título no Sul-americano, o primeiro foi em 2000. No seu longo currículo de vitórias, constam dois títulos mundiais (2009/ 2013), nove brasileiros e Medalha de Ouro nos Jogos Pan-Americanos em 2003. “Foi uma semana bastante difícil, com vento fraco e inconstante. A gente fez uma boa preparação e chegamos bem tranquilos. Estávamos há um bom tempo sem vencer no Snipe depois que eu voltei das Olímpiadas, então teve um sabor especial”, diz Bethlem.
O título de vice-campeão ficou com uma nova dupla formada no Jangadeiros por Rodrigo Linck Duarte, o Leiteiro, e Lucas Mazim, com uma diferença de sete pontos do 1º lugar. Velejador com duas Olimpíadas no currículo, Atenas (2004) e Pequim (2008), duas vezes campeão brasileiro e vice-campeão mundial, entre outros títulos, Leiteiro comenta a conquista: “Eu e o Lucas (campeão brasileiro em 2017/2018) estamos muito felizes com o resultado. Foi a primeira vez que velejamos juntos e já deu para ver que a gente se acertou bem. Vamos ver se seguimos tendo bons resultados em outros campeonatos e quem sabe vamos competir no Hemisfério, em Buenos Aires”.
Rodrigo Linck Duarte e Lucas Mazim, do Jangadeiros, são os vice-campeões do Sul-americano de Snipe 2018
Jangadeiros também é vice-campeão na categoria Júnior com Philipp Rump e Luis Eduardo Pejnovic. Entrega foi feita pelo atleta do Jangadeiros, Gabriel Kieling, bicampeão no Sul-americano
No Feminino, o título é das gêmeas Amanda e Geórgia Rodrigues, também do Jangadeiros, atuais campeãs brasileiras do Snipe na categoria
O pódio com os três primeiros lugares do Sul-americano de Snipe 2018
O pódio da categoria Júnior: 1° lugar é da dupla atual campeã brasileira na categoria, Felipe Rondina e Christian Shaw, do Iate Clube de Brasília. Os vices-campeões são Philipp Rump e Luis Eduardo Pejnovic, do Jangadeiros, e o 3° lugar foi conquistado por Matheus Oliveira e Rafael Carpallo, da Escola de Vela de Ilhabela.
Fotos: Cláudio Bergman
O 3° lugar do pódio ficou com o argentino René Hormazabal e Sidney Bloch, da Escola de Vela de Ilhabela. “Foi um campeonato muito difícil para a gente, de alto nível. Chegamos sem expectativas e fizemos uma média boa nos primeiros dias e acabamos com um ótimo resultado”,comenta René.
Em 4º lugar no Open ficou Alexandre Paradeda e Ana Júlia Tenório, dupla campeã no Misto que representou a Escola de Vela de Ilhabela e garantiu para o Brasil vaga nos Jogos Pan-Americanos de 2019, em Lima. O 5º lugar é do Uruguai, conquistado pelo multicampeão Ricardo Fabini e a sua dupla Florencia Panizari. Relembrando os títulos: Fabini foi campeão mundial em 1989, do Hemisfério Ocidental em 1991, três vezes campeão no Sul-americano e Medalha de Prata no Pan-Americano.
Na categoria Júnior, o 1° lugar é da dupla atual campeã brasileira na categoria, Felipe Rondina e Christian Shaw, do Iate Clube de Brasília. Os vices-campeões são Philipp Rump e Luis Eduardo Pejnovic, do Jangadeiros, e o 3° lugar foi conquistado por Matheus Oliveira e Rafael Carpallo, da Escola de Vela de Ilhabela.
No Feminino, o título são das gêmeas Amanda e Geórgia Rodrigues, também do Jangadeiros, campeãs brasileiras do Snipe na categoria.
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O Brasil está participando do 49º Troféu Princesa Sofia, que teve abertura na última sexta-feira (30 de março), em Palma, na Espanha, com uma delegação renovada e jovem. Ao todo, 16 velejadores estão representando o país na tradicional competição espanhola, que este ano será a maior da história, com cerca de 1 200 atletas inscritos. A Equipe Brasileira conta com nomes consagrados como Jorge Zarif, 4º colocado nos Jogos Rio 2016 na classe Finn; e revelações como Gabriel Bastos Pereira, campeão da última Copa Brasil na RS:X masculina.
“Esse momento representa muito para mim. É a oportunidade de mostrar resultado. É o sonho de todo velejador estar viajando com a Equipe Brasileira de Vela. Estou muito feliz e espero poder ter o melhor desempenho possível”, afirma Gabriel, de 23 anos, que durante os Jogos Rio 2016 fez parte do programa Vivência Olímpica, de desenvolvimento de atletas do COB.
Para a jovem delegação do Brasil, o Troféu Princesa Sofia é uma grande oportunidade de desenvolvimento. Além disso, o evento será classificatório para a próxima etapa da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internacional de Vela). Só irão para a regata de Hyères, na França, em abril, os velejadores brasileiros que terminarem no top 20 de sua respectiva classe. As regatas de medalha em Palma estão marcadas para o próximo dia 7.
Confira a relação completa de atletas do Brasil na competição:
Laser – Bruno Fontes;
Laser – João Pedro Souto de Oliveira;
470 Masculino – Geison Mendes/ Gustavo Thiesen;
470 Masculino – Pedro Correa/ Rodolfo Streibel;
49er – Carlos Robles/ Marco Grael;
Finn – Jorge Zarif;
Finn – Antonio Moreira;
Nacra17 – João Bulhões/ Gabriela Nicolino;
Nacra 17 –Samuel Albrecht/ Bruna Martinelli;
RS:X Masculino – Gabriel Pereira;
RS:X Masculino – Brenno Francioli.
Na classe Nacra 17, o Troféu Princesa Sofia vai definir a vaga de titular da Equipe Brasileira de Vela. A dupla que tiver o melhor resultado conquista o posto.
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Elogiado pelas inovações que vem introduzindo em seus barcos, o estaleiro pernambucano NX Boats vem conquistando um número crescente de apaixonados por lanchas, com vendas distribuídas por boa parte do país, e não apenas no Nordeste. Para isso, investiu na contratação de um escritório especializado na projeção de barcos modernos, o Rinaldi Yacht Design, que criou uma identidade visual para as lanchas do estaleiro, que tem sede em Jaboatão dos Guararapes, na região de Recife. Além disso, montou uma equipe de produção com profissionais experientes e criou uma rede de 17 pontos de revenda espalhada pelo Brasil. Sem contar a presença nos boat shows de São Paulo e Rio, o que ajuda a tornar seus barcos conhecidos em todo o país.
Atualmente, o estaleiro produz quatro lanchas, sendo duas de proa aberta, de 25 e 27 pés, e outras duas cabinadas, de 28 e 38 pés. Essa aqui, a NX 380 HT Horizon — com capota rígida, grandes janelas laterais e teto solar elétrico, o que explica HT, de hard top, em seu nome, oferece pernoite para até seis pessoas em um camarote fechado de meia-nau, outro aberto de proa (que opcionalmente pode ser fechado) e um sofá reversível em cama na sala. Esta 38 pés forma um bom conjunto com um par de motores de centro-rabeta V8, a gasolina, da Volvo, de 350 hp cada.
Confira tudo sobre o modelo na edição do mês de Náutica, disponível nas principais bancas e livrarias do país, na loja online e, também, na versão digital.
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O Campeonato Sul-brasileiro da classe Hobie Cat 16 encerrou neste domingo (1º), no Veleiros do Sul, sem a disputa das regatas finais devido à falta de vento em Porto Alegre. O título do SulCat ficou com Felipe Frey e Geisa Frey e, em segundo lugar, José Jesus e Marina Silva, as duas tripulações de São Paulo. Na terceira colocação ficaram os gaúchos João Kraemer e Lawson Beltrame.
No penúltimo dia houve a polarização entre as duplas paulistas pela liderança do campeonato. Felipe e Geisa terminaram com apenas um ponto de vantagem sobre os vice-campeões. Felipe Frey é o atual campeão brasileiro de HC 16, título conquistado também Porto Alegre em novembro do ano passado.
O Sul-brasileiro teve seis regatas das nove previstas. No sábado apesar da chuva forte teve condições de vento para a realização das provas. Já neste domingo a primeira largada estava prevista para às 11 horas, mas a instabilidade do tempo com garoa intermitente e falta de vento não partiu a disputa final. Participaram 19 tripulações do Rio Grande do Sul e São Paulo. O capitão da flotilha de Hobie Cat, Guilherme Borges disse que o campeonato foi bom em todos os sentidos e algumas duplas confirmaram o favoritismo na disputa pelo título. “Nós competimos, mas também confraternizamos bastante, algo que faz parte do espírito da classe”.
A premiação foi realizada no final da tarde de domingo com a presença da Comodoria, associados e velejadores da flotilha de HC. O Comodoro Eduardo Ribas abriu a cerimônia e falou sobre o campeonato e agradeceu a “família Hobie Cat” e equipe de funcionários do Clube pela realização do SulCat 2018. Antes da entrega de prêmios, as crianças dos pais catistas ganharam ovos de Páscoa e diplomas de membros da flotilha Gaúcha de Hobie Cat, pois algumas já velejam na classe.
Prêmio especial Fayr Play – por ter prestado socorro a outra dupla durante a regata
André Huyer e Paula Letícia (VDS
Estreante – Timoneiro que nuca disputou o SulCat
Cleiton Fronckowiak e Carolina Gralt (SAVA)
Duplo Gran-Master 100 – Timoneiro com 55 anos ou mais e idade mínima do proeiro que some 100 anos
Marcelo Vera e Maria Inês Vera (VDS)
Gran-Master – Timoneiro com 55 anos ou mais, proeiro idade livre
Cláudio Roberto (Mika) e Daniele Capiotti (CDJ)
Master – Timoneiro com 45 anos ou mais, proeiro idade livre
José Roberto Jesus e Marina Silva (GVI)
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A etapa da Volvo Ocean Race mais difícil de sua história foi concluída nesta terça-feira (3), em Itajaí (SC). Depois de percorrem 7 600 milhas náuticas desde Auckland, na Nova Zelândia, os barcos Team Brunel (Holanda) e Dongfeng Race Team (China) chegaram praticamente empatados ao litoral de Santa Catarina no fim da manhã, com termômetros marcando 32 graus.
O Team Brunel segurou o ataque do adversário e completou a prova em 16 dias, 13 horas e 45 minutos, diferença de apenas 15 minutos para o vice-campeão, o Dongfeng Race Team. Nem mesmo a falta de ventos na aproximação a Itajaí mudou o resultado
”Foi uma etapa dura do começo ao fim, uma prova que exigiu bastante do nosso psicológico e do nosso corpo”, disse o comandante holandês Bouwe Bekking. ”Foi incrível vencer, mas não estamos felizes em virtude da perda de John Fisher (SHK/Scallywag). Foi um soco no queixo”.
Os vencedores foram recebidos na Vila da Regata de Itajaí pelas autoridades e pelo público. O barco do Itajaí Sailing Team acompanhou de perto as equipes vencedoras. Não houve estouro de champagne tradicional e muito menos a banda da cidade em respeito à memória do britânico John Fisher, que está perdido no mar.
A sétima etapa foi considerada a mais difícil para a maioria dos atletas já em terra. Os ventos fortes do começo ao fim, ondas gigantes, neve e as quebras de equipamento fizeram com que os mares do sul e a rondagem do Cabo Horn se transformassem em um tormento!
A força do ‘Furious Fifties’ (ventos da latitude 50) atingiram em mais de 35 nós os velejadores, que beiraram em quase todo percurso os limites de gelo. A bonificação para os barcos foi dobrada. O Team Brunel levou 16 pontos pra casa (incluindo um pelo Cabo Horn) e o Dongfeng Race Team 12.
O francês Charles Caudrelier e sua equipe chinesa devem assumir a liderança da classificação geral com o pódio. “Foi um resultado fantástico pra gente. E se o Turn The Tide on Plastic segurar o MAPFRE em quinto lugar pode ficar ainda melhor”.
”Foi a etapa mais difícil que corri, fisicamente e mentalmente. A força dos ventos e o percurso complicado, com muita neve, frio e ondas gigantes foram difíceis de encarar”, disse a holandesa Carolijn Brouwer, do Dongfeng. ”A melhor coisa seria abraçar meu filho e minha família. Mas como fizemos a etapa em 16 dias, muito rápido, não deu tempo deles chegarem a Itajaí”.
O team AkzoNobel, da brasileira Martine Grael, estão um dia e meio da chegada e devem cruzar a linha ainda até a quinta-feira (5).
O barco de John Fisher, o Sun Hung Kai/Scallywag, conseguiu chegar ao Chile depois de uma semana da tragédia nos mares do sul. A equipe deve decidir os próximos rumos em breve.
Ainda sobre o fato, a MRCC – Maritime Rescue Coordination Centre Chile – confirmou que as buscas pelo velejador foram suspensas.
O Vestas 11th Hour Racing permanece nas Ilhas Falkland (Malvinas) estudando a logística para chegar a tempo em Itajaí antes da largada da oitava etapa. A equipe perdeu o mastro.
A Volvo Ocean Race desembarcou pela terceira vez consecutiva em Itajaí trazendo dos mares do sul os melhores atletas do mundo. Já virou uma tradição o País sediar a prova, sendo o único representante da América do Sul no trajeto ao redor do globo. A regata de Volta ao Mundo já parou outras oito vezes no Brasil e as cidades do Rio de Janeiro (RJ) e São Sebastião (SP) reservam histórias imperdíveis do evento.
1973-74: Sydney (Austrália) até Rio de Janeiro (RJ)
Vencedor: Great Britain II (Reino Unido)
1977-78: Auckland (Nova Zelândia) até Rio de Janeiro (RJ)
Vencedor no corrigido: Gauloise II (França).
Fita-Azul: Great Britain II (Reino Unido)
1997-98: Auckland (Nova Zelândia) até São Sebastião (SP)
Vencedor: EF Language (Suécia)
2001-02: Auckland (Nova Zelândia) até Rio de Janeiro (RJ)
Vencedor:illbruck Challenge (Alemanha)
2005-06: Wellington (Nova Zelândia) até Rio de Janeiro (RJ)
Vencedor: ABN AMRO ONE (Holanda)
2008-09: Qindao (China) até Rio de Janeiro (RJ)
Vencedor: Ericson 3 (Suécia)
2011-12: Auckland (Nova Zelândia) até Itajaí (SC)
Vencedor: PUMA (EUA)
2014-15: Auckland (Nova Zelândia) até Itajaí (SC)
Vencedor: Abu Dhabi (EAU)
2017-18: Auckland (Nova Zelândia) até Itajaí (SC)
Vencedor: Team Brunel (Holanda)
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Para esquentar no frio e refrescar no calor; proteger da chuva, do vento e dos raios solares; com estrutura de alumínio ou de inox; de fechamento total ou parcial… Não tem jeito, no Brasil brasileiro, do sol intenso e das chuvas repentinas, quem tem uma lancha aberta ou com flybridge vai, em algum momento, precisar de uma capota. No mar, nossa pele costuma ser bombardeada por uma quantidade muito grande de luz ultravioleta, dos tipos UVA e UVB, que causam o envelhecimento precoce da pele e suscitam queimaduras, podendo provocar até câncer de pele. Tem também aquelas chuvinhas chatas. Daí a necessidade de uma boa cobertura, que deixa o passeio mais agradável e seguro.
O problema é que esse tipo de cobertura quase sempre é oferecido apenas como item opcional pelos estaleiros, exigindo um investimento extra. Mas, qual modelo escolher? Sob medida ou encomenda? Diante das muitas opções do mercado, qualquer um acaba confuso e indeciso na hora da compra. Para facilitar a sua escolha, e reunir as melhores dicas de manutenção, entrevistamos um dos maiores especialistas no assunto: Roberto Bailly, velejador e proprietário da Bailly Capotaria Náutica, profissional com mais de 30 anos de experiência no setor. O resultado você confere a seguir:
Como calcular o tamanho da capota?
Depende da lancha e do projeto. Muitas vezes, o barco tem um espaço grande para ser coberto, ou o proprietário prefere cobrir toda a área. Outras vezes, a lancha tem um local específico (o solário, por exemplo) em que não é desejável uma sombra permanente. Assim, o tamanho é bastante variável.
Qual a altura ideal de uma capota?
Normalmente, é o projeto que vai determinar. No caso de uma embarcação em que o piloto e/ou seus convidados fiquem de pé embaixo da capota, a altura ideal é a que possibilite que ninguém bata a cabeça. No caso de grandes barcos, a capota pode ser bem ampla e alta, o que dá mais conforto. Já uma capota muito alta em um bote pequeno não vai ter área suficiente para oferecer boa proteção. Neste caso, se a cobertura for mais baixa vai proporcionar maior e melhor proteção.
Como escolher o melhor tecido?
Há décadas, o material mais usado para a confecção de capotas é a lona acrílica, com proteção solar, bloqueando os raios ultravioleta. Trata-se de um tecido repelente à água — mas não impermeável —, o que torna o ambiente sob a capota menos abafado. Por ser permeável, permite a passagem do vapor por entre as suas tramas, evitando o efeito estufa. Além disso, tem variadas opções de cores e não desbotam, oferecendo uma combinação perfeita com a decoração do barco. Cerca de 90% dos barcos do mundo usam a lona acrílica na capota. Outra opção de tecido, esta mais econômica, é a lona de poliéster. Porém, este tipo de material é mais usado nas capas de cobertura, que exigem melhor resistência à abrasão. O tempo útil de uma capota varia bastante, dependendo das condições climáticas e dos cuidados dispensados a ela. Uma lona acrílica pode durar até dez anos, contra cerca de três anos do poliéster. Além disso, a qualidade do tecido da lona interfere no conforto. Uma capota feita de lona plástica, por exemplo, deixaria o ambiente quente e abafado.
Qual o melhor tipo de costura? A linha faz diferença?
A lona acrílica tem uma durabilidade incrível, podendo resistir firme e forte por até dez anos, mesmo exposta ao sol. Porém, o fio de costura não acompanha essa duração. Se a costura é feita com uma linha fraca, a capota vai se desfazer, pode apostar, antes mesmo de a lona estar danificada. A linha de teflon é a mais resistente, pois não acaba nunca nem degrada sob o sol. Quer dizer, não vai ser necessário recosturar a capota a toda hora. Enquanto isso, uma boa linha de poliéster não dura mais que dois anos, no máximo, quando exposta ao sol.
Não tem jeito. Quem tem um barco vai, em algum momento, precisar instalar uma capota
Qual a melhor cor para uma capota?
Esqueça o branco, pois esta cor não protege direito, por causa dos raios de sol refletidos da água para o convés. A capota branca reflete esses raios novamente, direcionando-os para cima de quem está no barco. Já uma capota com cor escura oferece, além de conforto visual, aquela sensação de sombra, protegendo melhor contra o sol. As cores mais escuras esquentam um pouco mais, principalmente se a capota for toda fechada. Em compensação, proporcionam maior conforto visual e melhor efeito de sombra.
Quais os modelos de capota mais usados?
A mais comum é a bímini, que não impede a boa circulação do ar e é rebatível, o que é bom para não prejudicar o desempenho durante a navegação. O toldo é o mais básico, usado em veleiros, quando ancorados, para cobrir o cockpit ou apenas a proa, permitindo que a gaiuta fique aberta. Já a capota T-top (estrutura fixa em forma de T) é ideal para lanchas de pesca, pois permite ao pescador dar a volta no barco, passando por fora de sua estrutura, facilitando, consequentemente, a pescaria.
Qual é o melhor material para as ferragens?
As estruturas de alumínio são leves, fortes e duráveis, e ainda custam menos que o inox. Mas, se em seu barco houver outras peças de inox, uma estrutura do mesmo material vai combinar melhor e vai oferecer um padrão mais luxuoso ao conjunto. No caso do alumínio, o fabricante deve usar uma liga especial, anodizada, com uma barreira endurecida na camada superficial, evitando, assim, arranhões e corrosão. No caso do inox, o indicado para a estrutura da capota é o tipo 316, que oxida menos. Para isso, porém, ele precisa ser limpo periodicamente com produtos específicos.
Como saber se as ferragens têm a liga ideal?
Nesse caso, é necessário confiar no fornecedor. É uma relação de confiança. Na Bailly, por exemplo, o material vem todo etiquetado, com informação sobre a liga do fornecedor. Além disso, são feitos testes de molibdênio, com a aplicação de um líquido reagente sobre o inox, para determinar o nível da substância.
Qual é a espessura ideal do tubo da capota?
Depende do tamanho da capota. Se você colocar um tubo muito grosso em uma capota muito pequena, a cobertura vai ficar pesada, sem necessidade. Por outro lado, se você colocar um tubo muito fino em uma capota muito grande, a estrutura ficará fraca. Então, é necessário levar em conta o tamanho da capota.
É melhor reformar a capota antiga ou trocar por uma nova?
Na maioria dos casos, a reforma é possível. Porém, vale a pena trocar a capota quando o tecido estiver danificado ou se ela estiver com estrutura danificada, amassada, condição em que não é possível fazer nada. A vida útil de uma capota depende muito do uso que ela tem e da manutenção, mas existem capotas que duram dez anos em perfeitas condições.
Quando o barco volta do mar, deve-se enxaguar a capota com água doce, para remover o sal, coisa que nem todo mundo faz
Como lavar e prolongar a vida útil da capota?
Para garantir que a capota se mantenha em bom estado, é preciso tomar alguns cuidados na manutenção, como não guardar o toldo quando estiver molhado — sempre que possível, seque-o antes de recolher. A limpeza pode ser feita a seco ou com detergente neutro. Se usar uma escova, ela deve ter cerdas macias e os movimentos devem ser feitos somente no sentido do fio, e nunca devem ser circulares. Se a capota fica mais exposta à sujeira, o intervalo entre uma lavagem e outra diminui. Além disso, cada vez que o barco voltar do mar, deve-se enxaguar a capota com água doce para remover o sal, coisa que nem todo mundo faz. Evitar exposição desnecessária ao sol, lubrificar com silicone os acessórios — botão, zíper — e nunca cobrir a lancha com lona com a capota aberta são outros cuidados básicos. Ah, e se os passarinhos fizerem as suas necessidades sobre a lona, trate de removê-las rapidamente, pois as fezes são muito abrasivas e podem danificar a capota. Quanto ao mofo, o ideal é evitar que o mal chegue. Para isso, basta evitar a sujeira e a umidade, mantendo a capota limpa e seca. No caso de o problema surgir, pode-se usar uma solução de água, cloro e detergente neutro, aplicada com escova de cerdas macias.
É recomendado impermeabilizar?
Sim. A Bailly, por exemplo, faz impermeabilização durante a fabricação, mas, por ser um processo complicado, recorre a uma lavanderia de terceiros. A impermeabilização que vem de fábrica na capota é feita com um material que polimeriza a quente, chamado fluorcarbono. Antes de aplicá-lo, deve-se lavar a capota com uma solução ácida. Depois de aplicado o produto, é feita a secagem, a 80 graus. Esse procedimento tem de ser feito por um profissional. Não dá para o próprio dono fazer.
É melhor navegar com capota aberta ou fechada?
Aqui o que vale é o bom senso. A capota não foi desenhada para ser usada com a lancha em movimento, pois a pressão provocada pelos ventos pode causar danos. Mas, com velocidade baixa, tudo bem. Já em se tratando de uma travessia rápida, contra o vento, é preferível recolher a capota, sob pena de danificá-la e até machucar alguém a bordo. Já na hora de guardar o barco, o ideal é manter a capota fechada, evitando a exposição ao sol, se a lancha estiver em local aberto, e a produção de mofo, caso o barco esteja com capa. Além disso, o peso da capa sobre a capota pode acabar danificando-a.
Quanto mais esticada, melhor?
Durante o uso, deve-se deixar a capota bem esticada. Assim, evita-se que ela paneje e que acumule água — se chover, a água vai escorrer com facilidade. Se a capota estiver mal ajustada, vai acumular água e vai ficar batendo no vento. Já na hora de guardar o barco, a estratégia de fechar ou manter a capota aberta depende do modelo da embarcação. Quando a lancha tem targa, a capota é projetada para ela rebater ali. Então, quando fechada, já fica apoiada na targa. Quando a lancha não tem targa, a capota vai rebater atrás ou em cima do banco. Ou seja, a decisão de fechar ou manter aberta não depende da capota e sim do modelo da lancha. O fechamento total é recomendado quando se tem uma lancha para pernoite ou do tipo daycruiser, com cozinha no cockpit, ou mesmo para o caso de pegar chuva no passeio. Funciona como uma proteção extra. O fechamento é feito na própria lona da capota, com janelas transparentes — de plástico —, para que se possa enxergar o lado de fora.
Quanto custa uma capota?
O preço médio gira em torno de R$ 1,5 mil, mas a variação de preço é muito grande. Uma capota básica, simples, pode custar apenas cerca de R$ 400, contra até R$ 50 mil de uma megacapota luxuosa, com acionamento hidráulico e acabamento refinado.
Para limpar
A Nautispecial, especializada em produtos de limpeza para barcos, conta em sua linha com um impermeabilizante, que promete aumentar a vida útil da capota. Além disso, tem um detergente neutro, o Lava Lanchas sem cera, que também pode ser aplicado na capota. Como é 100% neutro, não tira a impermeabilização natural da capota. Tem ainda o Limpa Inox, que protege o aço e dá brilho, e o Silicone Náutico Spray, que evita que o sal se deposite no zíper, engripando e travando.
A capota não foi desenhada para ser usada com o barco em velocidade alta, pois a pressão do vento pode causar danos. Em passeios curtos e em baixa velocidade, tudo bem
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Os ventos favoráveis auxiliaram os participantes da Volvo Ocean Race para uma chegada antecipada a Itajaí (SC), após quase duas semanas de travessia desde Auckland, na Nova Zelândia. Embora a Vila da Regata brasileira só abra de maneira oficial na quinta-feira (5/4), a organização do Itajaí Stopover prepara um receptivo especial aos velejadores entre a tarde e a noite desta terça-feira (3/4), previsão de chegada dos primeiros barcos.
A comunidade local poderá participar da festa de recepção. Será liberado um acesso exclusivo pelo gradil lateral esquerdo da Vila da Regata, já que o Centreventos ainda não estará aberto. “A notícia é ótima e vamos ter que antecipar um pouco a recepção aos velejadores, mas mesmo assim, garantimos que será um espetáculo empolgante, que irá emocionar a todos. Contamos com a participação de toda a comunidade”, afirma o presidente do Itajaí Stopover, Evandro Neiva.
Além da recepção aos heróis dos mares do mundo e atividades esportivas, esta edição da Volvo Ocean Race percorre o planeta para transmitir a mensagem de sustentabilidade em prol dos oceanos. Após a abertura da Vila da Regata, entre 5 e 22 de abril, mais de 20 ações serão realizadas na Vila da Regata em Itajaí (SC) com a adesão a campanha global “Clean Seas: Turn the Tide on Plastic”, em português: “Mares limpos: o mar não está para plástico”, da ONU Meio Ambiente.
A Volvo Ocean Race promove iniciativas e atrações que visam impactar positivamente a comunidade por onde passa. O Itajaí Stopover contará com diversas estações educacionais que utilizarão tecnologia e práticas interativas. Diariamente serão realizadas visitas guiadas com quase 10 mil estudantes da região. Para quem busca diversão e entretenimento, a Vila da Regata brasileira terá uma programação especial. Ao todo, mais de 50 atrações musicais e teatrais irão animar o público em dois palcos. E a gastronomia promete encher a festa de sabor, com a oferta de mais de 40 opções de pratos e tendo a típica festa de Outubro, Marejada, como foco principal, completando o cardápio com variedades de pescado e derivados da cultura portuguesa. Com expectativa de trazer um impacto econômico de R$ 82 milhões e gerar mais de 2 mil empregos, a Volvo Ocean Race Itajaí contará ainda com uma feira multissetorial e o World Business Show que terá diversos expositores.
Programação diária Volvo Ocean Race Itajaí:
Quinta-Feira (5/4)
– 19h – Cerimônia de abertura oficial da Vila da Regata
– 19h30min às 21h – Louise Lucena e banda no Palco Principal
– 21h30min à 0h – João Coiote no Palco Principal
Sexta-Feira (6/4)
– Das 14h às 18h – “Encontro De Jovens Pelos Oceanos”. Local: Auditório Da Vila Da Regata
– 19h – Espetáculo: “Mulheres que acordam despencadas” com atriz Elizabeth Savalla na Vila da Regata
– 19h30min às 21h – Alessandra Cipriane Trio Acústico no Palco Principal
– 21h30min à 0h – Carol Hends no Palco Principal
Sábado (7/4)
– 12h30min às 14h30min – Mari Monteiro & Banda6 no Palco Principal
– 15h às 17h – Ricardo Pauletti Trio no Palco Principal
– 16h às 17h – Union Dance Company no Palco Pódium
– 19h – Espetáculo: “Mulheres que acordam despencadas” com atriz Elizabeth Savalla na Vila da Regata
– 19h30min às 21h – Bateria Pura Kdência no Palco Principal
– 21h30min à 0h – Grupo Desafio no Palco Principal
Domingo (8/4)
– Estimativa de chegada dos primeiros barcos
– 12h30min às 14h30min – Susi Brito E Banda No Palco Principal
– 15h às 17h – Fábio Campos Trio No Palco Principal
– 16h às 17h – CIA de Dança Eduxi No Palco Premium
– 19h30min às 21h – Srta. V Forró Catarina No Palco Principal
– 21h30min à 0h – Sambatop No Palco Principal
Segunda-Feira (9/4)
– Das 14h às 17h – Distribuição De Sementes Na Vila Da Regata
– Das 14h às 17h – Visitação Das Escolas – Visita Guiada
– 14h30min – Vem Ver Nosso Boi Brincar (Teatro) No Auditório Da Vila Da Regata
– Das 19h às 21h – Carlos Cória No Palco Principal
Terça-Feira (10/4)
– Das 14h às 17h – Distribuição De Sementes Na Vila Da Regata
– 14h – Visita ao Parque do Atalaia
– 14h às 17h – Visitação das Escolas – Visita Guiada
– 14h30min – Espetáculo Bolsa Amarela (Teatro) No Auditório Da Vila Da Regata
– Das 19h às 21h – Vintage Cult No Palco Principal
Quarta-feira (11/4)
– Das 14h às 17h – Distribuição de sementes na Vila da Regata
– Das 14h às 17h – Visitação das Escolas – Visita Guiada
– 14h30min – “Diferente: Narrativa De Histórias” (Teatro) no Auditório da Vila da Regata
– Das 19h às 21h – Chico Preto no Palco Principal
– Das 21h30min à 0h – Dazaranha no Palco Principal
Quinta-feira (12/4)
– Das 14h às 17h – Distribuição de sementes na Vila da Regata
– 14h – Visita ao Parque do Atalaia
– Das 14h às 17h – Visitação das Escolas – Visita Guiada
– 14h30min – Água Mole Em Pedra Dura (Teatro) – no Auditório da Vila da Regata – Das – 19h às 21h – Daniel Montero Trio no Palco Principal
– Das 20h às 21h30min – Noite De Corais no Auditório da Vila da Regata
– Das 21h30min à 0h – Giana Cervi e Banda no Palco Principal
Sexta-feira (13/4)
– Das 14h às 17h – Distribuição de sementes na Vila da Regata
– Das 14h às 17h – Visitação das Escolas – Visita Guiada
– 14h30min – Meu Pai É Um Homem Pássaro (Teatro) – no Auditório da Vila da Regata
– Das 19h às 21h – Banda Terravista no Palco Principal
– Das 21h30min à 0h – Nego Joe no Palco Principal
Sábado (14/4)
– Das 12h30min às 14h30min – Quintal Da Su: Familía Oliveira no Palco Principal
– Das 14h às 17h – Distribuição de sementes na Vila da Regata
– Das 17h às 19h – Bebê Kramer – Convida Choro Na Rua no Palco Principal
– Das 16h às 17h – Espetáculo De Dança “O Outro” no Palco Pódium
– Das 19h30 às 21h – Oktoberfest Na Volvo No Palco Principal
– Das 21h30 à 0h – Grupo Destak no Palco Principal
Domingo (15/4)
– Chegada do Veleiro Eco à Vila da Regata
– Das 9h às 15h – Limpeza da praia do Atalaia e campeonato de surfe com pranchas feitas com garrafas pet
– Das 14h às 17h – Distribuição de sementes na Vila da Regata
– 12h30 às 14h30min – Fino Tom no Palco Principal
– 15h às 16h30 – Giovanni Sagaz Quarteto no Palco Principal
– 16h às 17h – Queen B – Grupo Tríade no Palco Pódium
– 17h às 19h – Roda De Samba no Palco Principal
– 19h30 às 21h – Samba De Bárbara no Palco Principal
– 21h30 à 0h – Me Gusta no Palco Principal
Segunda-feira (16/4)
– Das 14h às 17h – Distribuição de sementes na Vila da Regata
– Das 14h às 17h – Visitação das Escolas – Visita Guiada
– 14h30min – Meu Pai É Um Homem Pássaro (Teatro) no Auditório da Vila da Regata
– Visita ao Veleiro Eco à Vila da Regata
– Das 19h às 21h – Atalaia Reggae Trio no Palco Principal
Terça-feira (17/4)
– Das 14h às 17h – Distribuição de sementes na Vila da Regata
– Das 14h às 17h – Visitação das Escolas – Visita Guiada
– 14h – Visita ao Parque do Atalaia
– 14h30min – João Pescador (Teatro) no Auditório da Vila da Regata
– Visita ao Veleiro Eco a Vila da Regata
– Das 19h às 21h – Reijow E Banda no Palco Principal
Quarta-feira (18/4)
– Das 12h às 19h – Seminário Técnico Científico “O futuro dos oceanos: Combate ao lixo no mar”. Local: Auditório da Vila da Regata
– Das 14h às 17h – Visitação das Escolas – Visita Guiada
– Das 14h às 17h – Distribuição de sementes na Vila da Regata
– Visita ao Veleiro Eco a Vila da Regata
– Treino Oficial
– Das 19h às 21h – Yellow Box no Palco Principal
– Das 21h30min à 0h – Banda Billbird no Palco Principal
Quinta-feira (19/4)
– Das 14h às 17h – Distribuição de sementes na Vila da Regata
– Das 14h às 17h – Visitação das Escolas – Visita Guiada
– 14h – Visita ao Parque do Atalaia
– 14h30min – Tudojunto (Teatro) no Auditório da Vila da Regata
– Das 20h às 21h30min – Noite De Corais no Auditório da Vila da Regata
– Visita ao Veleiro Eco à Vila da Regata
– Pró-AM Race 1 & 2 (regatas festivas / não contam pontos)
– Das 19h às 21h – Trio Nó De Oito E Larissa Marinonio no Palco Principal
– Das 21h30min à 0h – The HeadcutterS no Palco Principal
Sexta-feira (20/4)
– Das 12h às 14h – In-Port Race (Banda Siri Na Lata) no Palco Pódium
– Das 18h às 20h – Nego Joe no Palco Pódium
– Das 14h às 17h – Distribuição de sementes na Vila da Regata
– Das 14h às 17h – Visitação das Escolas – Visita Guiada
– 14h30min – Vem Ver Nosso Boi Brincar (Teatro) no Auditório da Vila da Regata
– Visita ao Veleiro Eco à Vila da Regata
– Jantar de premiação dos vencedores da etapa Auckland/Itajaí
– Das 19h30min às 21h – Victor Praun E Banda no Palco Principal
– 21h30min à 0h – Maloka Nunes E Banda no Palco Principal
Sábado (21/4)
– Das 9h às 17h – Volvo Academy
– Visita aos barcos
– 12h30min às 14h30min – Natália Pereira Quinteto no Palco Principal
– 16h às 17h – Grupo de Dança Millenium – Palco Pódium
– 17h às 19h – Nós Iii Rústico E Acústico no Palco Principal
– 19h30min às 21h – Mbp Trio- no Palco Principal
– 21h30min à 0h – Banda Gt 80 no Palco Principal
Domingo (22/4)
– Largada para Newport/EUA
– 12h – Cerimônia (Banda Siri Na Lata) no Palco Principal
– 12h30min às 14h30min – Elisa Cordeiro E Trio no Palco Principal
– 15h às 18h – Roda De Samba no Palco Principal
– Das 16h às 17h – Cia Backsdance Family – Dança, Amor Em Movimento no Palco Pódium
Ações sustentáveis realizadas diariamente:
– Campanha global “Clean Seas: Turn the Tide on Plastic” – ONU Meio Ambiente.
– Copos reutilizáveis. Local: guichê de retirada das bebidas
– Pratos biodegradáveis. Local: restaurantes – Seleção do lixo pela Cooperfoz. Local: ao lado do Planetário
Manutenção dos barcos: rotina das tripulações, manutenção e reparo dos veleiros e interação com 12 displays com peças de barco; Experiência com os barcos: barco de tamanho real que foi cortado ao meio. Possui sons reais da rotina na corrida; Pavilhão Volvo: telão e área interativa para conhecer mais sobre os detalhes técnicos dos barcos; O Globo: cúpula para projeções em 3D de temas relacionados à sustentabilidade; Planetário: transmissão de filmes interativos selecionados pela Secretaria de Educação de Itajaí; Chute a gol: parceria entre o Clube Náutico Marcílio Dias e a Fundação de Esportes. O jogo irá envolver pontaria e mobilidade. Vila de trânsito: ação da Secretaria de Segurança, conta com triciclos, pista sinalizada como uma via e é possível tirar ‘carteira de habilitação’ para criar consciência de trânsito; Pavilhão Dongfeng: novidade na edição, conta com óculos de realidade virtual e fones de ouvido para participar de jogos como a montagem de um quebra-cabeça 3D ou a realização de manobras com guindastes. Turn the Tide on Plastics Team Base: terá exposições “A Gut Full” (quantidade de plástico ingerida por pássaros marinhos), “Recycle” (objetos transformados) e a “Successful” (opções sustentáveis para materiais); Desafio Musto Grinding: corrida “de braço” com a máquina que é utilizada para mover as velas dos veleiros; Zona de Exploração do Time Vestas: displays focados na água e no vento com óculos de realidade virtual; Hortinha dos Pequenos Heróis: Itajaí Shopping ensinará a plantar uma muda de plantinha em garrafa pet; Oficina de Sustentabilidade da Famai: aula interativa sobre cuidados com o meio ambiente, a fauna e a flora. Atividades esportivas: Fundação Municipal de Esportes e o Clube Náutico Marcílio Dias terão um stand para prática de futebol de mesa, pebolim, tênis de mesa, entre outras práticas; Gastronomia:Cardápio Volvo Ocean Race Itajaí
Bacalhau às Natas
Bacon Burguer
Batata Frita
Batata Recheada
Batata Recheada Premium
Bolinho de Bacalhau
Brownie
Brusqueta
Burguer Vegetariano
Caixa com mix de salgados e doces (6 opções de sabores);
Caldinho de Feijão
Camarão à milanesa com fritas
Camarão Soltinho
Ceviche
Cheddar Burguer
Cheeseburguer
Duplo Burguer
Escondidinho de Carne Seca
Esfiha
Feijoadinha
Frango à milanesa com fritas
Hot Dog
Isca de Peixe
Lasanha
Lasanha Premium
Palha Italiana
Peixe com fritas (Fish and Chips)
Pizza Brotinho
Poke Tradicional
Poke sem Arroz
Porções (4 opções de sabores)
Risoto Camarão e Lulas
Risoto de Linguiça Blumenau
Sardinha na brasa com pirão de camarão
Sunomono
Temaki
Horário de funcionamento da Vila da Regata:
Abertura: 5 de abril de 2019 às 19h
Dias de semana: das 12h às 24h
Fim de semana: das 10h às 24h
Ações / estações da Volvo Ocean Race: da abertura dos portões até às 23h
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A regata internacional Velas Latinoamérica 2018 teve início no Rio de Janeiro na última semana e reuniu, no Cais do Píer Mauá, sete veleiros de marinhas oficiais de muitos países da América Latina, incluindo o brasileiro Cisne Branco. Os veleiros partiram rumo ao Uruguai no domingo, 1º de abril, e percorrerão mais de 12 mil milhas náuticas durante 157 dias. Curaçao será um dos destinos de parada da etapa, entre 15 e 18 de julho.
O destino de colonização holandesa foi representado por uma delegação composta por Lourdes Ezechiels, Renard Hurtado e Jiwan Gonesh, da Curaçao Sail Foundation, entidade que cuida da memória do patrimônio náutico na ilha e responsável pela etapa local do Velas Latinoamerica 2018, além destes, Jurjen Evertz, representante da Real Marinha Holandesa, acompanhou o grupo.
“A visita ao Rio de Janeiro foi espetacular. Prestigiar esse momento histórico e intercambiar nossa experiência na organização do evento por Curaçao foi muito enriquecedor. Em julho, receberemos todos esses veleiros, além de outros que serão incorporados durante o trajeto latinoamericano”, contextualiza Lourdes Ezechiels, presidente da Curaçao Sail Foudation. A delegação visitou jornais, manteve reuniões com empresas do segmento e participou da VI Conferência de Grandes Veleiros da Associação Brasileira de Vela (Abravela).
“Promover a etapa Curaçao no percurso Velas Latinoamerica é muito importante para nós, pois todos que pararem na ilha poderão conhecer melhor toda nossa potencialidade desde o turismo de sol e praia, o turismo cultural, mergulho, ecoturismo, gastronomia, negócios etc”, finaliza Andre Rojer, Gerente de Marketing do Curaçao Tourist Board para América do Sul.
Calendário do “Velas Latinoamerica 2018”
Montevideo: 10 a15 Abril Buenos Aires: 17 a 23 de abril Ushuaia: 04 07 de maio Cabo de Hornos: 08 de maio Punta Arenas: 11 a 15 de maio Talcahuano: 23 a 26 de maio Valparaíso: 28 a 03 de junho Antofagasta: 08 a 11 de junho Callao: 17 a 22 de junho Guaiaquil: 28 de junho a 02 de julho Balboa: 07 a 10 de julho Curaçao: 15 a 18 de julho Cartagena das Índias: 21 a 26 de julho La Guaira: 31 de julho a 04 de agosto Santo Domingo: 08 a 12 de agosto Cozumel: 21 a 23 de agosto Veracruz: 27 de agosto a 02 de setembro
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Mais uma vez a Intech Boating marca presença no Rio Boat Show, expondo três embarcações da linha Sessa Marine, que também estarão disponíveis para teste drive: a Fly 42, a Cruiser 40 (foto em destaque) e a Cruiser 36, que terá uma oferta especial durante o evento.
“O Rio Boat Show já faz parte da nossa agenda desde 2011, quando firmamos a parceria com a Sessa Marine, ele é um evento fundamental para encontrarmos nossos clientes e apresentarmos nossos produtos e novidades. A possibilidade da realização de teste drive é um diferencial muito importante, os visitantes podem avaliar não só o design e acabamento das embarcações, mas também como elas se comportam na prática, atestando a importância em navegar em um barco bem equilibrado”, afirma José A. Galizio Neto, presidente da Intech Boating.
A Intech Boating também aproveita o evento para comemorar o sucesso do seu programa de relacionamento PIT STOP Sessa. O programa, que já atendeu 65% das embarcações Sessa Marine em atividade no Brasil, já tem o próximo destino definido: Mangaratiba/Parati/Angra dos Reis. As visitas devem acontecer logo após o Rio Boat Show, durante o mês de maio.
Sessa Fly 42
Sessa C36
O Rio Boat Show acontece de 14 a 22 de abril, chegando em sua 21ª edição em 2018 consolidado como o maior salão náutico outdoor da América Latina. Serão nove dias de evento com reunindo fabricantes, distribuidores e revendedores do setor na Marina da Glória. Com barcos na água e a encantadora vista da Baía de Guanabara, os visitantes contarão com diversas atrações.
Os ingressos já estão a venda e podem ser comprados no site oficial do evento pelo valor de R$ 70, com validade para um dia de salão. A compra pode ser efetuada por boleto bancário e pelos cartões de crédito Visa ou Mastercard – a opção de compra com o American Express estará disponível na bilheteria do evento. Pontos de venda em todo o Rio de Janeiro também estão disponibilizando ingressos.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2018
Quando? De 14 a 22 de abril Onde? Marina da Glória Horário?14/04 (primeiro dia) – Das 13h às 22h Dias de semana – Das 15h às 22h Fim de semana – Das 12h às 22h 22/04 (último dia) – Das 12h às 21h
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Os vencedores de sétima etapa da Volvo Ocean Race 2017-18 serão definidos nesta terça-feira (3) em chegada emocionante na cidade de Itajaí (SC), destino final da perna de 7 600 milhas náuticas de regata. A previsão – pode variar de acordo com o vento – é de termino nas primeiras horas da manhã.
Dois barcos brigam pela vitória e pela chance de levar pontuação dobrada pra casa. Team Brunel e Dongfeng Race Team protagonizam uma disputa equilibrada desde a subida pelo Atlântico Sul.
As milhas finais prometem muita adrenalina, principalmente pela previsão de ventos fracos na aproximação à costa catarinense.
Na tarde desta segunda-feira (2), a diferença entre holandeses e chineses era de apenas 4 milhas náuticas. Brunel e Dongfeng navegam na altura de Pelotas (RS) ainda com ventos de média intensidade.
”A boa notícia é que estamos ganhando milhas até a chegada rapidamente”, disse o holandês Bouwe Bekking, comandante do Team Brunel. ”Nas últimas horas andamos a 24 nós, mas o Dongfeng está na nossa cola. Não existe mais vantagem e teremos uma batalha até a chegada”.
Com as temperatura aumentando – as equipes ficaram semanas sofrendo com o frio dos mares do sul – o clima fica melhor a bordo. ”A temperatura da água subiu de 9 para 20 graus e do ar de 3 para 18 graus em menos de 48 horas. Saímos da pressão e agora podemos relaxar, mas temos que tentar passar o Brunel”, disse Charles Caudrelier, do Dongfeng. ”Todas as equipes tiveram seus problemas e agora todos querem apenas chegar”.
Já o team AkzoNobel, da brasileira Martine Grael, conserva a terceira colocação, só que mais de 230 milhas náuticas atrás dos dois primeiros. O barco está na linha de Buenos Aires, Argentina, e deve chegar até o início da quarta-feira (4).
”Essa etapa foi uma das mais difíceis. Passamos por momentos difíceis e de muita pressão para não dar nada errado. Foi uma etapa incrível, bonita, mas ao mesmo tempo triste”, disse a brasileira Martine Grael.
Em quarto lugar está o Turn the Tide on Plastic, seguido de perto pelo MAPFRE. As duas equipes devem cruzar a linha de chegada apenas no dia 6 de abril.
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A italiana Azimut Yachts apresentará quatro embarcações produzidas na fábrica brasileira da marca no Rio Boat Show. A novíssima Azimut 74 será apresentada pela primeira vez ao público carioca. A embarcação de mais de 22 metros de comprimento lançada recentemente no mercado traz uma inovação à indústria náutica brasileira por possuir fibra de carbono em grande parte da sua superestrutura. O material, também utilizado em foguetes e carros de corrida, promove melhores acabamento, desempenho, leveza e mais estabilidade.
Outro destaque da marca será o iate de mais de 25 metros de comprimento, a Azimut 83, que também será aberto aos clientes e interessados para visitação no evento. A Azimut 56 e o modelo da linha esportiva Verve 40 (foto em destaque) também serão apresentados de 14 a 22 de abril, no estande da marca, na Marina da Glória.
O Rio Boat Show acontece de 14 a 22 de abril, chegando em sua 21ª edição em 2018 consolidado como o maior salão náutico outdoor da América Latina. Serão nove dias de evento com reunindo fabricantes, distribuidores e revendedores do setor na Marina da Glória. Com barcos na água e a encantadora vista da Baía de Guanabara, os visitantes contarão com diversas atrações.
Os ingressos já estão a venda e podem ser comprados no site oficial do evento pelo valor de R$ 70, com validade para um dia de salão. A compra pode ser efetuada por boleto bancário e pelos cartões de crédito Visa ou Mastercard – a opção de compra com o American Express estará disponível na bilheteria do evento. Pontos de venda em todo o Rio de Janeiro também estão disponibilizando ingressos.
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Quando? De 14 a 22 de abril Onde? Marina da Glória Horário?14/04 (primeiro dia) – Das 13h às 22h Dias de semana – Das 15h às 22h Fim de semana – Das 12h às 22h 22/04 (último dia) – Das 12h às 21h
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O estaleiro italiano Rosetti Yachts apresentou dois novos projetos de iates durante o Palm Beach International Boat Show 2018. Trata-se de uma embarcação de expedição de 48 metros de comprimento e um megaiate de 85, com propulsão Rolls-Royce, ambos assinados por Tommaso Spadolini.
O modelo de 48 metros possui deque traseiro no convés principal, com quase 18 metros, que permite que o proprietário tenha muitas facilidades: lounge, clube de praia com piscina infinita ou heliponto. No seu interior, a suíte do proprietário pode ficar no convés superior, com área privativa na popa, ou no convés principal, ocupando toda a boca (largura) da embarcação e com dois banheiros. Nesta segunda versão, o andar superior é transformado em skylounge com sala de jantar. Esta embarcação pode acomodar, ainda, oito convidados, em quatro suítes no convés inferior. Contará com duas opções de motorização: dois MTU 12V 2000 M72 ou dois CAT C32 970.
Rosetti Yachts 48 metros
Rosetti Yachts 48 metros
Rosetti Yachts 48 metros
Rosetti Yachts 48 metros
Rosetti Yachts 85 metros
Rosetti Yachts 85 metros
Rosetti Yachts 85 metros
Rosetti Yachts 85 metros
Rosetti Yachts 85 metros
Rosetti Yachts 85 metros
Rosetti Yachts 85 metros
Com cinco conveses, o megaiate de 85 metros oferece academia com vista panorâmica do exterior, spa, sauna seca e a vapor, ampla garagem e aberturas laterais. Outro destaque desta embarcação é a suíte do proprietário, no convés superior, que conta com 123 m² e dois banheiros. Esta suíte foi projetada com acesso independente à piscina privativa, que fica à popa do convés principal. Quatro camarotes de hóspedes e um VIP, localizados no convés principal, contam com amplas janelas, que promovem vasta entrada de luz natural. Destinado a longos cruzeiros, o modelo conta, ainda, com clube de praia, cozinha, geladeiras, freezers, lavanderia e muito mais! O sistema de propulsão diesel-elétrico inclui quatro motores MTU 16V 4000 M43S de 2140 kW acoplados a dois propulsores Rolls-Royce Azipull para hidrodinâmica otimizada e redução de vibração e ruído.
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A Búzios Sailing Week chegou ao fim neste sábado, 31 de março. Com três vitórias em cinco regatas, o time do Clube dos Jangadeiros, comandado por Francisco Freitas, conquistou o tetracampeonato do evento. Acostumados a velejar no San Chico, eles mostraram que o entrosamento se mantém a bordo de qualquer barco.
“Para mim foi um desafio ter vindo para Búzios. Mesmo tendo uma equipe experiente, que veleja junto há muito tempo, o FelciUno é bem diferente do que estamos acostumados. Ele tem balão assimétrico, plana bastante em ângulos mais orçados e é um pouco diferente a velejada mais de popa rasa. Não sabia se conseguiríamos nos adaptar de um dia para o outro, mas o barco é muito fácil de velejar e conseguimos nos adaptar rápido. Esta equipe muito guerreira e ajuda muito”, disse o comandante Xico. “A última regata da série foi a mais divertida. Tivemos dois traveses em que chegamos a velejar a 12,5 nós, em rajadas de cerca de 16 nós e o barco esteve sempre sob controle”, completou o comandante.
RESULTADO FINAL DA BÚZIOS SAILING WEEK:
1. FelciUno, Francisco Freitas, 6 pontos perdidos
2. Miragem, Paulo Freire, 12 pp
3. Bravíssimo, Luciano Secchin, 13 pp
4. Santa Fé, N. Thomé, 14 pp
5. Maestrale, Adalberto Casaes, 17 pp
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Fundado em 2008, o estaleiro Royal Mariner, com sede em Jaboatão dos Guararapes, na região metropolitana de Recife, está completando 10 anos, período em que — ignorando a crise — construiu algumas dezenas de lanchas, de 21 a 46 pés, de seis modelos diferentes. Para isso, se vale de uma estratégia fundamental: a produção verticalizada, para melhor controle de qualidade, sendo que a serralheria, a tapeçaria e a capotaria são todas feitas no estaleiro, além da laminação. São barcos que agradam, principalmente, pelo design e pelo arranjo.
A Royal Mariner 300 é uma das joias da coroa. Lançada no São Paulo Boat Show de 2017, e com 10 unidades vendidas, ela deriva da paulista Máxima 280, cujas fôrmas foram adquiridas pela Royal Mariner. Com 30 pés de comprimento, destaca-se pelo espaço generoso tanto na cabine, com pernoite (com folga) para quatro pessoas, quanto no cockpit, onde cabem até nove pessoas sentadas. Seu casco é estável e relativamente macio em águas agitadas e seu arranjo na parte mais usada do barco, prático para passeios. Confira tudo sobre o modelo na edição do mês de Náutica, disponível nas principais bancas e livrarias do país, na loja online e, também, na versão digital.
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O Team Brunel se defende nas milhas finais da sétima etapa da Volvo Ocean Race 2017-18 contra o ataque do Dongfeng Race Team. As duas equipes se aproximam rapidamente da chegada em Itajaí (SC) e pelos últimos relatórios da organização, o vencedor será definido na chegada à cidade. Faltam menos de 1 000 milhas náuticas para o fim da prova de 7 600.
“Todo mundo está realmente disposto a terminar a prova, especialmente depois de ouvir sobre alguns dos danos que os outros barcos sofreram”, disse Abby Ehler, do Team Brunel.
“Tivemos um pequeno problema com o nosso leme, que já consertamos, mas ainda há um longo caminho pela frente. Seria incrível ganhar esta perna. Ainda não tivemos uma performance excelente na competição, então ganhar seria excepcional. Dedos cruzados nada pode dar errado com o barco agora”.
A disputa entre holandeses e chineses segue intensa no través da Argentina. A previsão de chegada varia agora entre 3 e 4 de abril. Já o team AkzoNobel, da brasileira Martine Grael, segue em terceiro lugar, 70 milhas náuticas atrás dos líderes.
A sétima etapa da Volvo Ocean Race 2017-18 já teve duas desistências (Vestas 11th Hour Racing e SHK | Scallywag). Outros dois times estão com problemas no mastro e navegam mais lentos: MAPFRE e Turn the Tide on Plastic. A prova, que passou quase que toda pelos mares do sul, terá pontuação dobrada. Outro ponto extra foi cedido ao Team Brunel, primeiro barco a contornar o Cabo Horn.
“Os caras mais experientes a bordo estão dizendo para pegar leve no barco”, disse Brad Farrand, do AkzoNobel. “Temos andado com um pouco mais de cuidado”.
Dois dias depois de ter que parar perto do Cabo Horn por 13 horas para fazer reparos na vela grande rasgada e no mastro danificado, os líderes do campeonato, o MAPFRE, finalmente voltam a ter um jogo completo de velas.
“Tivemos muita sorte com o clima, principalmente na direção do vento, mas agora está ficando mais leve, então esperamos poder navegar com a vela grande inteira”, disse o capitão do MAPFRE, Antonio “Neti” Cuervas-Mons. “Parece muito bom, os caras fizeram um ótimo trabalho consertando”.
Enquanto isso, o Vestas 11th Hour Racing está trabalhando opções de logística para levar seu barco das Ilhas Falkland para o Itajaí a tempo da largada da oitava etapa.
E a equipe SHK / Scallywag continua sua longa navegação para a costa chilena após a trágica perda de John Fisher. A chegada é esperada no início da próxima semana.
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O barco Vestas 11th Hour Racing quebrou o mastro na manhã desta sexta-feira (30) durante a sétima etapa da Volvo Ocean Race 2017-18. As primeiras informações indicam que toda a tripulação do veleiro dinamarquês/norte-americano está em segurança.
O time informou à Direção de Prova (Race Control) que o fato ocorreu às 10h59 (Horário de Brasília). A equipe foi forçada cortar parte do mastro para evitar danos ao casco.
O barco estava a aproximadamente 100 milhas náuticas das Ilhas Falkland. O Vestas 11th Hour Racing está a caminho da ilha a motor.
Na hora da desmastreação, o Vestas 11th Hour Racing velejava entre 25 a 30 nós direção norte com ondas de 3 metros. Outros barcos da regata estão próximos e se prontificaram em prestar assistência caso necessário.
A MRCC – Maritime Rescue Coordination Centre – foi avisada da situação, mas os tripulantes avisaram que não havia necessidade de apoio para seguir viagem até Falkland.
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Barra de São Miguel, em Alagoas, deve ganhar uma nova marina ainda este ano. Com previsão de inauguração em novembro, o local contará com 50 vagas secas para embarcações de até 40 pés, e 40 vagas molhadas para barcos com calado de 2,5 m na maré seca. A descida das embarcações será feita por uma rampa de concreto.
A estrutura do empreendimento contará, ainda, com posto, pátio de serviços e heliponto, e a Stella Marina, como será chamada, está sendo construída nos moldes do programa Bandeira Azul, certificação concedida a locais que promovem informação e educação ambiental, gestão ambiental, segurança e serviços, e qualidade da água.
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Líder isolado da sétima etapa da Volvo Ocean Race 2017-18, o Team Brunel conquistou um ponto extra no campeonato ao contornar o Cabo Horn em primeiro lugar. A equipe holandesa passou pelo ponto mais icônico dos mares do mundo na manhã desta quinta-feira (29), mais precisamente às 10h01 (Horário de Brasília).
O Team Brunel mantém vantagem de quase 40 milhas náuticas para o segundo colocado na regata, o Vestas 11th Hour Racing. A perna da Nova Zelândia ao Brasil tem ao todo 7.600 milhas náuticas e deve ser concluída até a quinta-feira (5) na cidade catarinense de Itajaí, que receberá a Volvo Ocean Race pela terceira vez consecutiva.
“A tripulação está muito, muito cansada”, disse Bouwe Bekking, comandante do Team Brunel. Não havia clima para comemoração a bordo em virtude de John Fischer (SHK / Scallywag), velejador que se perdeu no mar no início da semana. ”Não estamos felizes! A perda de John foi muito profunda e afetou as pessoas. Eu penso nele várias vezes a cada hora”.
E o holandês não está sozinho nesse pensamento! Os velejadores de todas as equipes da Volvo Ocean Race não digeriram a perda do atleta britânico.
”É o momento para mostrar nosso respeito”, disse o navegador Simon Fisher, do Vestas 11th Hour Racing. “O Cabo Horn é o mais difícil de dobrar. O vento sopra 35-40 nós e todos a bordo querem chegar logo.
O barco Sun Hung Kai Team / Scallywag, ainda em luto pela perda de seu atleta, continua se movendo em direção à costa oeste do Chile e deve chegar à terra no início da próxima semana.
Cabo Horn
O Vestas 11th Hour Racing contornou o Cabo Horn duas horas depois do líder Team Brunel. Na sequência passaram Dongfeng Race Team, Team AkzoNobel e Turn The Tide on Plastic.
O famoso Cabo Horn marca a passagem para o Oceano Atlântico e significa o fim do Pacífico para a flotilha da Volvo Ocean Race.
”É claro que a passagem pelo Cabo Horn é muito boa, e geralmente todo mundo ficaria muito feliz”, disse Charles Caudrelier, do Dongfeng Race Team. “Mas desta vez não podemos esquecer o que aconteceu com John Fisher no Scallywag, então não podemos ser felizes como uma passagem normal”.
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As águas de Búzios, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, ficarão agitadas neste fim de semana com o Campeonato Brasileiro de Windsurf 2018, organizado pela prefeitura da cidade. De 30 de março a 1º de abril, diversos atletas se reunirão no Búzios Vela Clube, na praia de Manguinhos, para as disputas nas modalidades Raceboard, Fórmula Windsurf, Fórmula Experience, Bic Techno 293, RS: One e Foil Windsurf.
Cada modalidade será disputada nas categorias Masculinas, Femininas e nas divisões Infantil até 15 anos, Ju-nior (15 a 18 anos), Sênior (21 a 35 anos), Master (36 a 49 anos) e Grand Master (acima de 50 anos). As inscrições podem ser feitas até as 10h da quinta-feira, dia 30, no local da competição, por uma taxa de R$ 250.
Programação:
30 de março 2017 – Sexta-feira
10:50 – Fim das inscrições
11:00 – Reunião de Velejadores
12:00 – Regatas
17:30 – Limite para largada
20:00 – Jantar de confraternização na UNIQ Geribá
31 de março – Sábado
11:00 – Regatas
17:00 – Limite para largada
17:30 – Cervejada Artesanal Trópica no BVC
1 de abril – Domingo
10:00 – Regatas
16:00 – Limite para largada da última Regata
18:00 – Entrega de prêmios e encerramento no Chez Michou
*Alterações na programação serão divulgadas no quadro de avisos.
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André Silva, gerente de pós-vendas da Azimut Yachts do Brasil, faleceu nesta quinta-feira (29) pela manhã, no Guarujá, litoral de São Paulo, durante recuperação após ter passado por cirurgia.
André tinha 44 anos e era apaixonado pelo mundo da navegação. Dedicou anos de sua vida para a náutica e contribuiu para a evolução do setor no Brasil. Depois de ter atuado como capitão de embarcações e técnico, ingressou na Azimut Yachts em 2014. Na empresa, cooperou significativamente para o desenvolvimento do setor de pós-vendas da fábrica no país como técnico, coordenador de área até chegar à gerência.
De acordo com a diretoria da empresa, André era querido por todos na profissão e certamente inspirou e continuará inspirando muitas pessoas pelo exemplo de ser humano. A Azimut Yachts sente profundamente essa partida precoce e presta a mais sincera solidariedade aos seus familiares e a todos os amigos.
O local e horário de velório e sepultamento do corpo de André Silva ainda não foram definidos. O Grupo Náutica lamenta a perda e expressa sentimentos à família e aos amigos de André.
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Pela primeira vez desde a criação do Fórum Náutico Paulista, uma reunião da câmara temática aconteceu fora da capital. O local escolhido foi a cidade de Timburi, que faz parte da região que está sendo popularmente conhecida por Angra Doce. Por ser banhada por um lago de 400 quilômetros quadrados, formado pelo reservatório da Usina Hidrelétrica de Chavantes com águas limpas e belezas naturais, a região possui um grande potencial para o desenvolvimento do turismo náutico de água doce no Estado de São Paulo.
No encontro o presidente do Fórum Náutico Paulista, Marco Antonio Castello Branco, fez uma apresentação onde destacou a necessidade de se instalar na região uma infraestrutura pública e privada para desenvolver e atrair o turismo náutico.
“Nós estamos levando o Fórum onde é necessário. Onde tem água é preciso ter rampa ou marina pública e segurança para atrair cada vez mais pessoas. Turismo não é passeio, turismo é desenvolvimento econômico que gera emprego, renda para a população local e aumento da arrecadação municipal”, disse Castello Branco.
O secretário de Turismo do Estado, Fabrício Cobra Arbex, destacou todo o potencial para o desenvolvimento econômico através do turismo para a região. “Na indústria o homem pode ser substituído pela máquina, no turismo isso não acontece. Em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, iremos realizar um diagnóstico para o desenvolvimento do projeto Agra Doce e gerar mais emprego e renda para a população”, comentou Arbex.
Para o prefeito de Timburi, Paulo Minizzi, as águas que banham o município apontam o caminho para o desenvolvimento da região. “Precisamos aproveitar esse momento para fortalecer o turismo nos municípios da região, atraindo investidores e desenvolvendo nossa infraestrutura”, comentou.
Participaram também da reunião o presidente da UMMES – União dos Municípios da Média Sorocabana e prefeito de Ipaussu, Sérgio Guidio, presidente da Câmara Municipal de Timburi, Silvinho Polo, prefeita de Barão de Antonina, Maria Neres, prefeito de Fartura, Hamilton Bortotti, prefeito de Bernardino de Campos, Odilon Martins, tenente da Capitania Fluvial do Tietê-Paraná, Fabiana Cristina Romão Pereira, capitão de Mar e Guerra da Marinha do Brasil, André Luiz Pereira, secretários dos municípios, presidentes de associações e empresários.
Sobre Angra Doce
O Projeto de Lei nº. 3031/2015 busca instituir a região de Angra Doce como Área Especial de Interesse Turístico, composta por municípios dos Estados de São Paulo e do Paraná.
A iniciativa visa resguardar a riqueza natural da região e ampliar o potencial de Turismo dos rios e represas que banham os municípios.
O reservatório da Usina Hidrelétrica de Chavantes, localizada no Rio Paranapanema, a três quilômetros da foz do Rio Itararé, ocupa uma área de aproximadamente 400 km² que deu origem a um grande lago repleto de belezas naturais, o que permitiu aos municípios do seu entorno aproveitar o potencial para desenvolver entretenimento e lazer, com condições de se tornar um importante destino turístico do país.
A área Angra Doce abrange os municípios de Chavantes, Ourinhos, Canitar, Ipaussu, Timburi, Piraju, Fartura, Bernardino de Campos, Itaporanga e Barão de Antonina, no Estado de São Paulo e as cidades de Ribeirão Claro, Carlópolis, Siqueira Campos, Jacarezinho e Salto do Itararé, no Estado do Paraná.
Sobre o Fórum Náutico Paulista
O Fórum Náutico Paulista apoia, coordena e fomenta as ações voltadas ao desenvolvimento do setor náutico no Estado de São Paulo, integrando instituições públicas e privadas com o objetivo de promover os diversos segmentos relacionados ao esporte, turismo, indústria, comércio e serviços.
Sobre o setor náutico
Atualmente, a Região Sudeste possui 40 estaleiros que geram mais de 100 mil empregos diretos e indiretos. Os quatro estados são responsáveis por aproximadamente 50% da produção da frota náutica. Em 2014, o mercado movimentou US$ 700 milhões, importou 204 embarcações e vendeu 6.100 jets.
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Na segunda-feira, 26 de março, a equipe Sun Hung Kai / Scallywag perdeu John Fisher no mar do Oceano Antártico, a aproximadamente 1 400 milhas náuticas a oeste do Cabo Horn. Apesar de realizar uma extensa busca em condições extremas, ele não foi encontrado.
“Esta é a pior situação que você pode imaginar acontecendo com sua equipe”, disse Tim Newton, da equipe da SHK / Scallywag. “Estamos de coração partido pela família e amigos de John. Eu sei que David perdeu seu melhor amigo. É devastador”, completou.
Newton pediu à equipe que organizasse uma linha do tempo dos eventos para garantir uma informação precisa sobre o incidente. Confira:
Na segunda-feira, 26 de março, a SHK / Scallywag estava competindo na 7ª etapa da Volvo Ocean Race, de Auckland, Nova Zelândia, até Itajaí, no Brasil, a aproximadamente 1 400 milhas náuticas a oeste do Cabo Horn;
As condições meteorológicas foram de 35 a 45 nós, com mares de 4 a 5 metros com fortes ondas reduzindo a visibilidade. Faltavam 15 minutos antes do nascer do sol;
A equipe estava navegando com um único rizo na vela principal. A vela Fractional 0 (FR0) foi içada mas enrolada;
Por volta de 13h00 UTC, o SHK / Scallywag surfou em uma grande onda levando a um acidente;
John Fisher estava no convés, no cockpit. Neste momento, ele estava se movendo para a frente para retirar a capa da code zero e, por isso, soltou seu cinto de segurança como procedimento padrão ao se mover entre as posições;
Na surfada, John foi atingido e derrubado do barco. A tripulação a bordo acredita que John estava inconsciente por causa do golpe antes de cair na água;
Ele estava vestindo uma roupa de sobrevivência com capuz e luvas e um colete salva-vidas;
A bóia JON e a bóia de ferradura foram jogadas da parte de trás do barco para marcar a posição;
Demorou algum tempo para que o barco estivesse sob controle e, a motor, navegasse de volta para perto de onde ocorreu o homem ao mar;
Às 13h42 (UTC), a equipe informou ao Race Control, por e-mail, que havia um homem ao mar e eles estavam retornando à posição do MOB para iniciar um padrão de busca;
Com a contribuição do Centro de Coordenação de Resgate Marítimo e Controle de Corrida em Alicante, uma operação de busca e salvamento foi realizada por várias horas, mas não havia sinal de John, da bóia de ferradura ou da bóia JON;
Com as condições climáticas piorando, uma decisão difícil foi tomada para abandonar a busca e preservar a segurança da tripulação restante.
Segundo Newton, a equipe está perturbada, mas tem foco claro em levar a tripulação e o barco de volta à costa. “Esta situação ainda não acabou para a nossa equipe”, disse ele. “As condições são extremamente desafiadoras, com ventos fortes. Nosso único foco, com a ajuda do Race Control em Alicante, é levar a equipe ao porto com segurança. Uma vez que tenhamos conseguido isso, teremos que garantir que quaisquer lições que possam ser aprendidas com o que aconteceu com John sejam incorporadas pelo restante da frota no futuro”, completou. “Isso seria um tremendo legado para John, que passou muito tempo passando os ensinamentos de sua experiência no mar para os jovens marinheiros de nossa equipe”, finalizou Newton.
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O Grupo Ferretti lançou, no último dia 22, a nova Riva 110 Dolcevita na fábrica da marca em La Spezia, na Itália, onde são produzidos os modelos de 76 e 110 pés. O novo modelo combina design, funcionalidade, tecnologia e experiência marítima. Com perfil esportivo e design que inclui janelas de vidro com vigias integradas, a nova Riva é resultado de mais uma colaboração entre a Officina Italiana Design e o Grupo Ferretti.
“Para o maior modelo Riva, escolhemos o nome de uma época que ainda é dotada de brilho e charme. O Dolce Vita é uma indicação de estilo verdadeiramente italiano, a combinação feliz onde a boa construção e a boa vida se juntam. Este iate de 33 metros não é apenas um presente para os fãs da nossa marca, mas para todos os sonhadores que podem assim redescobrir o esplendor e a emoção de uma nova Dolce Vita”, afirmou Alberto Galassi, diretor executivo do grupo.
Riva 110 Dolcevita fará a sua estreia oficial durante um evento exclusivo a ser realizado em maio, em Montecarlo.
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A embarcação tida como a primeira ecologicamente autossustentável do mundo, Energy Observer, partiu nesta quarta-feira (28) do porto de Marselha, na França, para uma viagem de seis anos por 50 países, fazendo escalas em 101 portos, com o objetivo de promover temas como energias renováveis e mobilidade.
O barco é capaz de produzir seu próprio hidrogênio de combustível a bordo, a partir da água do mar, sem emitir gases de efeito estufa ou partículas finas. O Energy Observer é equipado, ainda, com painéis solares.
Foto: Jean-Paul Pelissier
O modelo é um antigo catamarã usado para corrida, construído em 1983, no Canadá, totalmente transformado em uma embarcação do futuro, impulsionado por propulsão elétrica graças à mistura de energias renováveis e ao sistema de produção de hidrogênio sem carbono.
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A Volvo Ocean Race 2017-18 segue sendo disputada rumo a Itajaí, no Brasil. Os barcos ainda navegam pelos mares do sul e se aproximam do Cabo Horn. O primeiro a contornar o local ganha um ponto de bônus. A previsão é que isso ocorra nesta quinta-feira (28) pela manhã.
O time do Sun Hung Kai / Scallywag não confirmou seus planos para a sequência do campeonato, mas deve utilizar algum porto na costa oeste do Chile para parar. O local é mais próximo nesse momento e conta com uma zona relativamente segura para as condições muito duras que ainda enfrentam. A equipe tenta se recuperar da devastadora perda do britânico John Fisher, na última segunda-feira (26).
As outras seis equipes continuam a avançar em direção ao Cabo Horn, com o Team Brunel de Bouwe Bekking na frente por quatro dias seguidos. A tripulação holandesa tem vantagem de 65 milhas náuticas.
As equipes continuam a enfrentar ventos com mais de 40 nós e mares pesados, enquanto navegam na direção do Cabo Horn, onde o Oceano Pacífico é forçado a atravessar a estreita zona compreendida entre a América do Sul e a Antártida.
O famoso Cabo Horn marca a passagem para o Oceano Atlântico e significa o fim do Pacífico para a flotilha da Volvo Ocean Race.
Atrás do Brunel estão Vestas 11th Hour Racing, MAPFRE (líder do campeonato) e o Dongfeng Race Team. Mais atrás aparecem Turn the Tide on Plastic e o AkzoNobel, da brasileira Martine Grael.
Mensagem dos velejadores ao amigo
A perda de John Fisher, do Scallywag, continua a pesar nas mentes dos velejadores. Vários deles manisfestaram a dor pelo ocorrido.
Dee Caffari, líder do Turn the Tide on Plastic
”Muitas lágrimas foram derramadas entre todos e em particular. Fish era um amigo, um fã e um grande apoiador do nosso projeto. Ele era um velejador talentoso que fazia oque amava, e é isto que nos consola neste momento difícil. Agora, quando olhamos para o céu, infelizmente, vemos outro espírito de um velejar perdido num albatroz olhando por nós aqui. Nossos corações e orações vão para sua família, amigos e ainda mais para a equipe SHK / Scallywag, bem como a restante família da Volvo Ocean Race que perdeu um ente querido”.
Simon Fisher, Navegador do Vestas 11th hour Racing
“Depois da devastadora notícia de ontem corremos para o Cabo Horn com corações pesados. Embora devamos tentar manter nosso foco na regata. Todos os nossos pensamentos e orações estão com John, sua família, seus companheiros de equipe e amigos. O Oceano Antártico tem sido especialmente difícil este ano, tem sido mais implacável”.
Xabi Fernandez, líder do MAPFRE
”Momentos muito tristes aqui no MAPFRE depois que a notícia veio do Scallywag ontem. Eu digo que todos os nossos pensamentos estão com a tripulação do Scallywag e toda a família de John e desejamos o melhor para eles”.
Simeon Tienpoint, líder do team AkzoNobel
”Todos do AkzoNobel a bordo queremos dar nossas condolências à família de John Fisher ou ‘Fish’, como o conhecemos. Mas também queremos dar força aos caras a bordo do Scallywag e a toda a equipe, claro, em terra. Pessoalmente, eu sei, infelizmente, o quão difícil é nesta situação. Eles têm que ficar juntos e esperamos vê-los em segurança em terra muito, muito em breve”.
Kyle Langford, Team Brunel
”Infelizmente, John Fisher foi perdido e isso é absolutamente devastador para todos a bordo e, obviamente, a moral está baixa e todo mundo está realmente sentindo por seus amigos, familiares e todos os companheiros de equipe que ele tem naquele barco. Eu não posso imaginar a dor que eles estão passando. Nossos pensamentos são em primeiro lugar para esses caras – e a regata é realmente secundária neste momento”.
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Com um cenário de sol, calor, águas calmas e praia cheia, o Aloha Spirit Festival 2018 realizou sua primeira etapa entre os dias 23 e 25 de março, na Praia do Perequê, em Ilhabela, no litoral norte paulista.
Provas de canoagem, Stand Up Paddle, Waterman, Apneia, Surfski e Natação, além do Desafio Gibbon de Slackline e do Festival Aloha de Cinema fizeram a alegria dos atletas e do público presente – estima-se que mais de 4 mil pessoas estiveram em Ilhabela durante o evento.
“Este tipo de evento deu continuidade ao fomento no turismo local. Ilhabela possui as condições ideais para a prática das mais variadas modalidades esportivas e o sucesso do Aloha não poderia ser diferente”, disse o prefeito de Ilhabela, Márcio Tenório, que compareceu na abertura e em diversas competições do Aloha Spirit.
A competição, que fez história ao criar no Brasil um novo conceito de esportes aquáticos, tornou-se o maior evento do gênero em toda a América Latina e um dos três principais do mundo (os outros dois são realizados no Havaí e na Califórnia – EUA). Esta edição, além das tradicionais competições esportivas, teve um diferencial para evidenciar ainda mais a comemoração dos dez anos: contou com atrações culturais na praia.
“Nos tornamos o maior do Brasil, da América Latina e um dos três maiores do mundo não só em esportes aquáticos, como também nos de praia. O Aloha criou esse conceito, fomos nós quem pensamos nisso e vimos que era possível! Essa é a história que merece ser contada”, destaca o idealizador e organizador do Aloha Spirit, João Castro.
O 10º Aloha Spirit terá três etapas e a próxima acontecerá em Brasília (DF), de 22 a 24 de junho.
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Após enfrentar fortes tempestades, pegando ventos com mais de 50 nós, o navegador Aleixo Belov atracou em Bali. Antes de desfrutar as belezas paradisíacas da Indonésia, o comandante decidiu fazer uma ponte aérea em Salvador, para resolver questões técnicas relacionadas ao seu barco, o Fraternidade, que teve velas danificadas.
Agora, de volta à Bali, Aleixo e sua tripulação aproveitam as ilhas do local, que possuem belas paisagens naturais; apreciam a gastronomia e estão aproveitando para conhecer os nativos, que são muito acolhedores. O próximo destino do veleiro é Durban, cidade da África do Sul. São mais de cinco mil milhas até lá, o que corresponde a 50 dias de viagem, sem escalas. Belov está fazendo o trajeto de retorno ao Brasil, após atingir a meta de chegar ao Alasca.
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Depois de três dias de competição iniciada no último domingo (25) e um total de seis regatas nas águas do Guaíba, no Clube dos Jangadeiros, em Porto Alegre, finalmente foi decidido nesta (terça-feira, 27) os quatro países que conquistaram vagas para os Jogos Pan-Americanos de Lima, em 2019: Brasil, Argentina, Porto Rico e Uruguai.
Campeão mundial em 2001, doze vezes campeão brasileiro, quatro no Sul-Americano e Medalha de Ouro no Pan-Americano do Rio, em 2007, e Prata em Winnipeg, em 1999, o multicampeão Alexandre Paradeda venceu quatro das seis regatas do campeonato, garantindo ao lado da jovem atleta Ana Júlia Tenório, de 17 anos, a vaga para o Brasil nos Jogos Pan-Americanos de 2019, em Lima.
Ele ficou com uma diferença de nove pontos do segundo lugar na categoria Misto, a campeã mundial Feminino Juliana Duque, em dupla com Rafael Martins, ambos da Bahia. A vaga para a Argentina foi conquistada pelo argentino Luciano Pesci e Bárbara Brotons, classificados em terceiro lugar.
A vaga de Porto Rico, foi defendida pelo campeão mundial Raúl Ríos, de 24 anos, e pela sua proeira Sofia Rivera, 7º lugar no Misto. Raul foi Medalha de Ouro no Pan-Americano de 2015, em Toronto, três vezes campeão norte-americano e campeão nacional nos Estados Unidos em 2013, 2014 e 2015.
O país vizinho Uruguai, também conquistou a sua vaga com o multicampeão, Ricardo Fabini, classificado no misto em 8º lugar ao lado de Florencia Panizari. Fabini foi campeão mundial em 1989, venceu o campeonato do Hemisfério Ocidental de Snipe em 1991, foi campeão sul-americano em três edições e Medalha de Prata no Pan-Americano em 1995.
O top 5 na categoria Misto foi completado com a dupla argentina Luis Soubie e Brenda Quagliotti, 4º lugar, e Mário Sérgio Júnior, da Escola de Vela de Ilha Bela, em dupla com Amanda Rodrigues, do Clube dos Jangadeiros, em 5º.
“Foi um campeonato bem difícil, longo, de vento forte, uma competição dura. Muita gente lutando pela vaga no Pan-Americano, com quatro campeões do mundo, para se ter uma ideia o cubano, bicampeão Pan-americano e mundial não conseguiu a vaga, para ver o nível de dificuldade do evento. Amanhã (quarta-feira), vou seguir correndo com a Ana até sábado no Sul-americano Aberto. E depois, vamos correr juntos todos os campeonatos dentro do Brasil para pegar entrosamento e ter chance de brigar pela vaga na eliminatória do Pan, em novembro”, diz Alexandre Paradeda.
Na categoria Master (timoneiros com idade acima de 45 anos, e com o timoneiro e proeiro atingindo o limite de 80 anos) o grande campeão foi a dupla Fernando Kessler e Rolf Peter Nehm, do Clube dos Jangadeiros.
Nos três dias de competição não faltou emoção e muita disputa entre os 120 atletas de oito países que buscavam as suas vagas para o Pan-Americano. A delegação cubana chegou uma semana antes para se adaptar aos rebeldes ventos gaúchos, que mudam com muita constância. As condições de tempo desde o primeiro dia foi de tempo nublado e chuva, com ventos que variaram muito, chegando ao limite máximo permitido de 23 nós.
Hoje, dia decisivo para as realizadas das duas regatas do dia, a chuva veio acompanhada de uma neblina que praticamente não deixava o presidente da comissão de regatas, Cuca Sodré, enxergar a boia na raia da Baía da Pedra Redonda. Mesmo assim, todos os atletas elogiaram a “beleza” da disputa da segunda regata, com ventos mais regulares e com os barcos em condições mais competitivas.
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