A Azimut Yachts irá exibir pela primeira vez no Rio Boat Show a Azimut 74. Desenhada por Sthefano Righini, a embarcação conta com grande superestrutura feita com a leve e resistente fibra de carbono, o que favorece a performance e a estabilidade deste quase iate, de 22,64 m de comprimento. Targa e hardtop também são laminados com carbono.
Um de seus destaques é o flybridge, que chama atenção pelo tamanho, com 40 m² de área útil. O nível mais alto da Azimut 74 conta com móvel gourmet e churrasqueira elétrica, bancada, pia e geladeira, além do icemaker — sem esquecer da praça de popa, outra gostosa área de convívio deste barco. Na cabine, há muito mais atrativos, como um enorme salão, iluminado por fartas janelas de vidro laminado, onde salta aos olhos a decoração de Carlo Galeassi. A cozinha fica a bombordo, no meio do salão.
O modelo conta com uma suíte principal, com grandes janelas de vidro nos dois bordos, além de três suítes para hóspedes no convés inferior – uma na proa e duas entre a proa e o camarote principal à meia-nau. Todas servidas por bons armários e banheiros ainda melhores. Já as acomodações para os dois tripulantes ficam na popa, entre a plataforma e a sala de máquinas. A motorização fica por conta se dois MAN V12, de 1 400 hp cada, a diesel).
O Rio Boat Show acontece de 14 a 22 de abril, chegando em sua 21ª edição em 2018 consolidado como o maior salão náutico outdoor da América Latina. Serão nove dias de evento com reunindo fabricantes, distribuidores e revendedores do setor na Marina da Glória. Com barcos na água e a encantadora vista da Baía de Guanabara, os visitantes contarão com diversas atrações.
Os ingressos já estão a venda e podem ser comprados no site oficial do evento pelo valor de R$ 70, com validade para um dia de salão. A compra pode ser efetuada por boleto bancário e pelos cartões de crédito Visa ou Mastercard – a opção de compra com o American Express estará disponível na bilheteria do evento. Pontos de venda em todo o Rio de Janeiro também estão disponibilizando ingressos.
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RIO BOAT SHOW 2018
Quando? De 14 a 22 de abril Onde? Marina da Glória Horário?14/04 (primeiro dia) – Das 13h às 22h Dias de semana – Das 15h às 22h Fim de semana – Das 12h às 22h 22/04 (último dia) – Das 12h às 21h
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Lars Grael será o grande homenageado da noite na cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico, marcada para a próxima quarta-feira, dia 28 de março, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. O velejador, dono de duas medalhas olímpicas e dos títulos mundiais das classes Snipe e Star, receberá o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, que celebra grandes nomes que representem os valores positivos do esporte.
“Fico extremamente emocionado e lisonjeado com a homenagem, porque é a maior honraria do esporte olímpico brasileiro e leva o nome do primeiro grande herói do esporte olímpico brasileiro, a quem tive o prazer de conhecer e ter como amigo. Essa associação com o Adhemar Ferreira da Silva vem desde a minha infância. É uma pessoa que aprendi a respeitar e admirar. Ser homenageado justo em um momento de transição, de mudança do sistema de governança do esporte brasileiro, carrega um simbolismo muito grande”, afirma o velejador paulista, de 54 anos.
Lars é o segundo representante da vela a ser agraciado com o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, junto com o irmão Torben, homenageado em 2013. Em Jogos Olímpicos, foi na classe Tornado que conquistou as suas duas medalhas: bronze em Seul-1988 e em Atlanta-1996. Esteve presente como atleta também em Los Angeles-1984 e Barcelona-1992, ficando em sétimo e oitavo lugares, respectivamente; e foi coordenador técnico da equipe de vela nos Jogos de Sydney-2000 e Atenas-2004.
Outros títulos importantes de sua carreira foram o Campeonato Mundial da classe Snipe, em 1983, em Portugal, ao lado de Torben; e o Mundial de Star em 2015, na Argentina, ao lado do proeiro Samuel Gonçalves. Seu vasto currículo de troféus traz ainda 10 títulos continentais e 29 títulos nacionais, além de vários outros resultados de expressão obtidos desde a estreia em 1972.
“É um orgulho muito grande representar toda uma quantidade de velejadores, do meu esporte, que deu ao Brasil tantas medalhas olímpicas para o Brasil. Nessas horas eu paro para pensar nos quatro Jogos Olímpicos que participei como atleta, nas duas medalhas olímpicas que conquistei e nas duas vezes que fui como coordenador técnico da equipe de vela. Esse prêmio representa tudo que venho fazendo em favor do Movimento Olímpico como um todo. Só tenho a agradecer”, celebrou.
Lars vem de uma família de velejadores. Seu irmão Torben é o maior medalhista olímpico da história do Brasil ao lado de Robert Scheidt. Seus tios Axel e Erik Schmidt foram os primeiros brasileiros a conquistarem um título mundial de iatismo. A tradição veio do avô dinamarquês, Preben Schmidt, e chegou aos meninos por meio da mãe, Ingrid.
Em 1998, Lars sofreu um trágico acidente quando velejava em Vitória, Espírito Santo, que resultou na amputação de sua perna direita. Com o apoio da família e graças à sua postura de superação, reconstruiu a jornada esportiva, em cargos de gestão e como palestrante. Ocupou em 2001 a Secretaria Nacional de Esporte. Entre 2003 e 2006, foi secretário de Juventude, Esporte e Lazer de São Paulo. Continua atuando na política esportiva, através do Conselho Nacional do Esporte e da Comissão Nacional de Atletas, da qual é vice-presidente. Nesta comissão, em que foi presidente até junho de 2017, teve papel decisivo para a elaboração dos projetos que ajudaram a criar a Bolsa Atleta e a Lei de Incentivo ao Esporte.
Além disso, a fim de retribuir à sociedade tudo o que recebeu com o esporte, criou o Projeto Grael (Instituto Rumo Náutico), ao lado dos irmãos Axel e Torben, em Niterói (RJ), oferecendo assistência e desenvolvimento social para crianças e adolescentes por meio do esporte.
Criado em 2001, o Troféu Adhemar Ferreira da Silva tem como objetivo homenagear atletas e ex-atletas que representem os valores que marcaram a carreira e a vida de Adhemar, bicampeão olímpico no salto triplo, tais como ética, eficiência técnica e física, esportividade, respeito ao próximo, companheirismo e espírito coletivo.
Relação completa de homenageados com o Troféu Adhemar Ferreira da Silva:
2001 – Nelson Prudêncio – Atletismo
2002 – João Gonçalves Filho – Natação e Polo Aquático
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Atracado no cais do Porto de Santos, pronto para um teste de pouco mais de sete horas nas águas da região, o submarino S33 Tapajó — um dos cinco que integram a Força de Submarinos da Marinha do Brasil — expõe sua silhueta escura e impressiona ao primeiro olhar. Afinal, um submarino é um navio completamente diferente dos outros. Sim, navio. Só que, enquanto os convencionais navegam na superfície, submarinos se deslocam debaixo d’água. E é lá que ficam o tempo todo. Subir, só para trocar o ar de bordo, o que, inclusive, pode ser feito sem a necessidade de emergir totalmente. Além disso, navios convencionais têm uma grande superestrutura, montada num casco igualmente volumoso.
Já os submarinos são feitos para não chamar a atenção. O casco, esguio e baixo, assemelha-se a um grande charuto negro. Periscópios, antenas, algumas aletas e sensores, além da torre (chamada de vela e que abriga uma das duas escotilhas da embarcação), eram os únicos itens do grande barco de aço fora d’água. Não era para chamar a atenção, mas chama. Assim, era impossível desviar os olhos daquele enorme corpo metálico escuro.
Um submarino lembra muito a silhueta afilada de um peixe ou de uma baleia cachalote. Tal como algumas espécies de peixes, nosso S33 Tapajó pode passar dos 200 m de profundidade, num ambiente onde a pressão é mais de 20 vezes maior que a existente no nível do mar — some-se a isso o fato de que, distante duas centenas de metros da superfície, cada cm² do casco recebe uma força de 21 kgf!
Com a largura de um Boeing, mas sem nenhuma janelinha, o navio Tapajó é um dos cinco submarinos da Marinha do Brasil, a maior frota da América do Sul
Para suportar a pressão, o casco cilíndrico de 61,2 m de comprimento por 6,2 m de boca tem 1 polegada de espessura de puro aço. O convés e boa parte da vela são feitos de fibra (também pintada de preto), material que, além de deixar o navio mais leve, contribui substancialmente para melhorar suas características hidrodinâmicas, evitando, assim, a produção de ruídos que poderiam ocasionar a detecção desta embarcação — a qual, não podemos esquecer, é de ataque. Até porque, salvo eventuais pesquisas científicas, não haveria outra razão, que não o combate, para um navio navegar sob a água. Até por isso, também, submarinos têm propulsão diesel-elétrica, já que um motor barulhento denunciaria sua presença ao inimigo.
Incorporado à Marinha no fim dos anos 1990, o Tapajó, um dos quatro submarinos brasileiros da classe Tupi, desloca 1 400 toneladas na superfície e 1 550 submerso, podendo alcançar mais de 20 nós sob a água (e só 11 nós na tona). A tripulação do Tapajó tem nove oficiais e 35 praças, e a autonomia é para incríveis 50 dias de operação! Inclusive, consta no diário de bordo uma viagem de 25 dias submerso, entre o Brasil e a África do Sul, na qual foi mantida a profundidade de 13 m. Já imaginou passar quase um mês submerso enclausurado e, ainda, sem poder ver a luz do sol? Submarinos não têm janelinhas. São hermeticamente lacrados, como cofres, e a única maneira de ver alguma coisa é através do periscópio. Em dia de mau tempo, a pilotagem é feita por instrumentos, como num avião. O que é, de fato, um tanto decepcionante.
A primeira lição é como entrar em um submarino, descendo por um tubo de 10 m de altura. Um gordinho entalaria. Um medroso, nem tentaria
Entrar em um submarino (ou seja, se enfiar por uma escotilha lá em cima e descer, degrau por degrau, através de um tubo metálico estreito) é tarefa que exige algum preparo físico e, também, confiança. Assim que descemos pela escotilha da proa do Tapajó (existe apenas mais uma, na vela), recebemos instruções de como proceder em caso de abandonar o navio, em virtude de alguma avaria, estando submersos. Vestimentas especiais, como máscaras para respirarmos ar comprimido engarrafado (com duração máxima de seis dias), em caso de contaminação do ar ambiente, devido, por exemplo, a vazamento do líquido ácido das baterias. Uma situação como essa pode ocorrer, caso o Tapajó incline mais de 45 graus em qualquer direção. Não por acaso, a Marinha mantém um navio de resgate de submarinos, o único em operação na América do Sul.
A bordo, não existe desperdício de espaço. A começar pelos corredores, estreitos e com paredes recheadas de válvulas, manômetros e tubos salientes. Um submarino não se preocupa com a estética, mas sim com a eficiência. Dois adultos têm de “se virar” ao cruzar um com o outro, pois não há como duas pessoas se movimentarem lado a lado. As camas (algumas delas quádruplas, montadas na vertical) têm a privacidade garantida apenas por uma cortina — exceto nos pequenos camarotes do comandante e do imediato. Há apenas um banheiro para os oficiais e outro para os praças e, em submarinos da Marinha, dada a economia de água doce, é permitido deixar o rosto com a barba por fazer.
Em mar aberto e sentindo o movimento das ondas, a missão é manter o submarino operando e observar tudo ao redor. A presença de qualquer embarcação é marcada em um papel quadriculado.
Ao soar do alarme, o submarino mergulha, como nos filmes
E, assim, a navegação foi feita sempre desviando de barcos em prováveis rumos de colisão. O sonar também é usado e, enquanto uns navegam, outros tripulantes preparam o navio para a parte mais interessante, o mergulho. E aqui cabe outra curiosidade: submarinos não afundam, eles mergulham! Afundar, tecnicamente, significaria uma tragédia. Os motores a diesel impulsionam os geradores para carregar as baterias ao máximo, e os compressores trabalham de forma a manter os reservatórios cheios. Afinal, logo mais, a energia das baterias seria usada na navegação submersa. E, para fazer o navio mergulhar, é preciso alagar os tanques de lastro, expulsando, depois, a água destas câmaras para alterar a densidade do Tapajó e, assim, poder voltar à superfície. A operação deve ser bem controlada para manter o submarino em um ângulo ideal de descida, pois, se a velocidade de mergulho ultrapassar o valor programado, o submarino pode tocar o fundo do mar antes de conseguir estabilizar o Tapajó.
Como um submarino não nuclear, o Tapajó usa propulsão diesel-elétrica, com quatro motores MTU de 12 cilindros em V e 600 hp cada, acoplados a quatro geradores de 405 kW. Para efeito de comparação, o gerador de uma lancha na faixa dos 40 pés usa, em média, um de 9 kW. Os geradores alimentam um banco imenso de baterias de chumbo ácido (as mesmas usadas nos automóveis), capaz de fornecer 960 V. Estas baterias são substituídas a cada seis anos, período em que os submarinos desta classe passam por uma manutenção apurada.
Sobram tubos e válvulas por todos os lados. Além de desempenhar mais de uma função a bordo, para economizar tripulantes, o submarinista precisa conhecer cada detalhe do navio
Navegando, com as duas escotilhas fechadas, longe do continente, o comandante deu uma última olhada no periscópio, 360 graus ao nosso redor, para certificar-se de que não havia outra embarcação por perto. Neste momento, com os motores a diesel desligados, navegávamos silenciosamente, usando os propulsores elétricos. A operação é complexa. Até a água dos escapamentos dos quatro motores a diesel precisa ser drenada, para evitar que o líquido salgado, depois, volte, adentrando aos cilindros. O momento do mergulho é sempre uma situação delicada, pois tudo deve estar funcionando para evitar o aborto da imersão. Um som forte, avisando que o mergulho está iminente, foi soado. A partir dali, o navio inclinou a proa e, lentamente, observamos a profundidade aumentar no manômetro. O ar saiu dos tanques de lastro e a água ocupou seu lugar, tornando nosso navio mais denso. Ao menor sinal de entrada de água, teríamos de voltar imediatamente à superfície. No entanto, tudo transcorreu normalmente e, logo, atingimos a profundidade de 13 m.
Navegávamos bem devagar, a 3 ou 4 nós, velocidade na qual o sonar tem alta capacidade de detecção de alvos. Todos os grandes navios ao nosso redor foram devidamente catalogados, com nome, rumo e velocidade. Parecíamos estar numa guerra, de fato. Depois de um período submerso, a tripulação injetou ar para tirar a água dos tanques de lastro, voltando suavemente à superfície, de volta ao porto. Nas proximidades do canal balizado, começamos a ser assediados por muitas lanchas, navegando ao redor.
Acompanhei de perto a manobra de parar o Tapajó no mesmo local da partida. Como este submarino, a exemplo de tantos outros, tem um hélice e lemes posicionados à frente (e não atrás) do propulsor, a manobra, principalmente em baixa velocidade, é muito difícil. Por prudência, o comandante solicitou o apoio de dois rebocadores.
O Tapajó pode ultrapassar os 200 metros de profundidade
E, a uma grande distância, maior que 10 m, os marinheiros, tanto dos rebocadores quanto do Tapajó, conseguiram lançar as retinidas de maneira certeira. Estas retinidas são cabos finos que, presos às espias (cabos usados nas amarrações de navios), possibilitam puxar estes cabos grossos até os respectivos cabeços, que são os pontos de amarração (os quais, em nossos barcos, seriam os cunhos). Detalhe: estes cabeços no Tapajó, ao contrário dos cabeços dos navios, ficam embutidos, para não causar nenhum tipo de turbulência e não denunciar a presença do submarino e sua consequente detecção pelo inimigo. Navegar de maneira invisível é um item levado muito a sério. Até os uniformes da tripulação são escuros e, mesmo navegando à noite, raras vezes o radar é ligado, evitando, assim, mostrar a posição do Tapajó para outros navios.
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O team AkzoNobel assumiu provisoriamente a liderança da sétima etapa da Volvo Ocean Race 2017-18. Nesta quarta-feira (21), a equipe da brasileira Martine Grael conseguiu ultrapassar o Vestas 11th Hour Racing na descida para os mares do sul.
A regata está em seu quarto dia e tem ao todo 7.600 milhas náuticas de Auckland, Nova Zelândia, para Itajaí (SC), no Brasil. Já foram percorridas quase 2 mil milhas náuticas desde a largada, no último sábado (17).
O vento de nordeste de 20 a 30 nós garante condições de navegação rápidas e velocidades similares os Volvo 65s. A rota mais curta e, portanto, tecnicamente mais rápida, irá beirar a zona de exclusão de gelo, marcada pela direção da regata para manter as equipes longe dos icebergs do sul.
“Ainda está tudo muito próximo – nós temos o Dongfeng e o MAPFRE aproximando muito rapidamente, e podemos ver a luz de Brunel a barlavento”, explicou o navegador do Akzonobel, Jules Salter.
”Estamos todos andando a 23 nós, por isso estamos apenas a 10 ou 15 minutos de distância uns do outros. O estado do mar e o vento estão mudando constantemente”.
O próximo desafio a ser enfrentado pelas equipes serão ventos de 40 nós. “Definitivamente há mais vento lá na frente”, acrescentou Jules Salter. “Nós também teremos que começar a fazer algumas manobras de bordo e vai ser bastante complicado com aqueles ventos e enormes ondas. O mais difícil ainda está por vir”.
A tempestade iminente também está na mente de Charles Caudrelier, skipper do Dongfeng Race Team. “Haverá cinco dias difíceis para chegar ao Cabo Horn. Cinco longos dias nessas condições, quando estamos perto do limite de gelo, na zona mais fria, com muitas manobras – realmente vai ser muito duro. Nós vamos ter que cuidar do barco e dos tripulantes, porque o mar estará muito grande”.
Os barcos devem contornar o Cabo Horn entre 28 e 30 de março. O primeiro que conseguir esse feito leva pontuação extra. A regata também vale pontos em dobro.
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O Clube dos Jangadeiros dominou os resultados da Copa Cidade de Porto Alegre de Vela, realizada no último fim de semana (17 e 18). Com as velas coloridas pintando uma paisagem que pôde ser vista da orla, o barco San Chico 3 , de Francisco Freitas, conquistou o prêmio Barco Fita Azul, o principal da prova, após uma recuperação empolgante em que largou atrás, mas ultrapassou todos os adversários. Na Orc Internacional , a principal entre os grandes barcos da classe Oceano, Ayrton Schneider, comandante do Hobart, confirmou ser o maior vencedor da competição, conquistando seu quinto título.
Antes das regatas, o velejador e cirurgião Ayrton Schneider tinha a expectativa de um feito. Campeão em 2008, 2009, 2010 e 2013, venceu novamente, confirmando ser o maior vencedor da Copa na importante classe ORC Internacional – ele também ganhou o Prêmio Rotativo. Dez anos depois de começar a disputar regatas, ele se considera quase um velejador por acidente. “Eu não era um cara de regatas. Foi meu filho (Artur, 22 anos) que começou a pressionar para disputar”.
Neste domingo, Schneider deu uma prova do quanto o filho estava certo. Depois de terminar as regatas de sábado na liderança, viu o primeiro lugar em risco, mas conseguiu se recuperar. “Fomos passar só na última prova”. Os cinco títulos consagram um velejador disciplinado e que, apesar da profissão, não descuida de corrigir defeitos e treinar. Médico nos hospitais da PUC e da Ulbra, costuma tirar as tardes de sexta-feira para velejar. “Não marco cirurgia à tarde. Saio às 3 e meia e volto às 7 e meia, não importa o tempo”.
Ser campeão não é apenas largar na frente, mas saber se recuperar e neste quesito o comandante Francisco Freitas e a tripulação do San Chico 3 tiveram um desempenho empolgante. O barco encalhou na largada, provocando tensão em quem estava a bordo. Foram 12 minutos de tentativas até a embarcação finalmente sair do lugar. “Tivemos vontade de retornar, mas decidimos seguir e foi uma corrida de recuperação”, explicou Freitas. Estar muito atrás dos demais não impediu que, com um vento de sete nós, fossem atrás dos adversários. “Fomos contando quem ultrapassávamos: 1, 2, 3… Acabamos mais de cinco minutos à frente dos demais”.
Hobart recebe o prêmio na 24ª Copa Cidade de Porto Alegre
Com a regata de recuperação, além do prêmio Barco Fita Azul, o San Chico 3 também terminou em terceiro lugar na classe ORC. O próximo desafio do comandante e tripulação é a tradicional Búzios Sailing Week, que será disputada entre os dias 29 e 31 no famoso balneário da Região dos Lagos, no Rio de Janeiro.
Além do San Chico 3, outros barcos do Jangadeiros conquistaram títulos neste domingo: o C’est La Vie, do comandante Nelson Fontoura, foi o campeão na Cruzeiro 23; o Stromboli, de Pedro Chiesa, na Cruzeiro 30; o Manatee, comandado por Roberto Bins Ely, na Cruzeiro 35; e o Tibirro, de Rubens Girardi, na Multicasco.
Na RGS, outra classe importante entre os veleiros de Oceano, o barco Drakkar, do comandante Leonardo Santanna, foi o grande vencedor. Santanna também ficou em primeiro no Prêmio Rotativo, cujo troféu troca de mãos a cada ano.Outras duas embarcações do Jangadeiros também brilharam nas provas: o Caulimaran, comandado por Emilio Strassbuger, foi vice-campeão, enquanto o Conquista III, do comandante Rodrigo Baldino, ficou em terceiro. “Fiquei muito feliz”, disse Santanna, ao lado de Gustavo Cestari, um dos tripulantes. Os dois são amigos de infância e competiram junto com Eduardo Dipp, Guilherme Lengler e Vitor Paim. “É uma equipe unida e que navega e se diverte. Se o clima esquentar na água, o desentendimento fica no trapiche”. Ele também citou o apoio do pai, Danilo Santanna, que não só cede o barco para a equipe como o adaptou para competições.
Marcelo Bernd, do Clube dos Jangadeiros, foi o primeiro campeão do final de semana, conquistando a XI Regata em Solitário. Pilotando o barco Boa Vida IV, um Wind 44, um dos veleiros mais modernos da atualidade, Bernd, que também é campeão estadual de Kite Hydrofoil e disputou na classe Força Livre, superou outros 15 competidores para ficar com o título.
San Chico recebe o prêmio na 24ª Copa Cidade de Porto Alegre
“Foi a Regata em Solitário mais disputada da história”, disse Bernd. “Já participo desde 2005. Esta edição foi a mais numerosa e com competidores de alto nível técnico. O vento fraco facilitou para os barcos pequenos e mais leves. Consegui me manter perto deles até a montagem da boia em frente ao Parque Marinha do Brasil e, na volta, aos poucos consegui recuperar bem e passar dois fortes competidores que estavam na frente”.
O Jangadeiros também foi o vencedor na Regata Dupla Mista, com o barco Pazzo per Te, de Josiene e Fabrício Paim.
No Velejaço, que encerrou a Copa Cidade de Porto Alegre, o barco Yuca, de Flavio Hanke, levou o primeiro lugar e também ficou com o título na categoria Cruzeiro 23. Felipe Carvalho e a tripulação do Marina 4 ficaram com o título no Cruzeiro 35. Já na Delta 36, o vencedor foi João Pedro Wolff, com o barco Lampejo. Rubens Girardi, com seu Tibirro, foi o campeão na Multicasco.
Realizada no Clube dos Jangadeiros, a 24ª Copa Cidade faz parte das comemorações do aniversário de 246 anos de Porto Alegre, reunindo mais de 50 barcos de grande porte no Guaíba.
Drakkar recebe o prêmio na 24ª Copa Cidade de Porto Alegre
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Marinha do Brasil receberá, entre os dias 25 de março e 1º de abril, no Porto do Rio de Janeiro, a etapa brasileira do evento Velas Latinoamérica 2018. O evento reunirá navios veleiros estrangeiros e o navio veleiro Cisne Branco, que estarão atracados entre os armazéns 1 e 7 do Cais do Píer Mauá. O público poderá visitar gratuitamente os grandes veleiros todos os dias, das 13h às 17h30.
Os veleiros participante são Fragata Libertad (Argentina), Dr Bernardo Houssay (Argentina), Esmeralda (Chile), Guayas (Equador), Juan Sebastián de Elcano (Espanha), Gloria (Colômbia), Unión (Peru), Capitán Miranda (Uruguai), Cuauhtémoc (México), Simón Bolivar (Venezuela), Sagres (Portugal), além do brasileiro Cisne Branco.
Cisne Branco
Unión
Simón Bolivar
Sagres
Capitán Miranda
Fragata Libertad
Juan Sebastián de Elcano
Guayas
Gloria
Esmeralda
Cuauhtémoc
Dr Bernardo Houssay
Com 76 metros de comprimento e 31 velas, o Cisne Branco foi construído em Amsterdã, na Holanda, para a comemoração dos 500 anos do Brasil. A embarcação representa a Marinha em grandes eventos náuticos e contribui na formação de marinheiros. Apesar de ter sistema de tecnologia avançada, o modelo faz as manobras de convés e vela exatamente como ocorriam no século 19.
Após a passagem pelo Brasil, que abre o itinerário do Velas Latinoamérica 2018, o evento percorrerá Punta del Este, Montevidéu, Buenos Aires, Ushuaia, Cabo de Hornos, Punta Arenas, Talcahuano, Valparaíso, Antofagasta, Callao, Guayaquil, Balboa, Curaçao, Cartagena de Indias, La Guaira, Santo Domingo, Cozumel e Veracruz, em setembro, quando será finalizado.
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A Triton Yachts divulgou as primeiras imagens da Triton 300 Sport que está em fase de finalização para estreia no Rio Boat Show 2018. O modelo conta com design mais moderno e esportivo comparando-se à embarcação de mesmo tamanho já lançada pela marca, a Triton 300 Classic. Acompanhando as mudanças do design exterior da lancha estão os estofamentos que também trarão um estilo diferenciado. Desempenho, otimização dos espaços externos e internos, podendo acomodar até 10 pessoas durante o dia e 4 para pernoite, são algumas das características prometidas pela marca no lançamento.
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As temperaturas já começam a cair durante a sétima etapa da Volvo Ocean Race, percurso entre Auckland, na Nova Zelândia, e Itajaí (SC), no Brasil. As sete equipes que partiram no fim de semana da Oceania descem a todo vapor para o sul. A partir daí a situação deve ficar cada vez mais complicada, com termômetros beirando zero e ventos fortes!
“Já está muito molhado”, disse a brasileira Martine Grael, do team AkzoNobel. “Vai ficar muito mais frio também. Vamos ver como lidar com uma semana inteira molhada. Não vai ser fácil, mas estou ansiosa para entrar na ‘avenida’ que nos leva até a América do Sul”.
Segundo o Race Control, os termômetros já batem 10 graus na descida pelos mares da Oceania.
A equipe do AkzoNobel estava em segundo lugar na atualização da tarde desta terça-feira (20). O Vestas 11th Hour Racing lidera a prova de 7.600 milhas náuticas náuticas, mas os outros barcos estão tão rápidos quanto, velejando as últimas 24 horas mais de 500 milhas náuticas.
À medida que os barcos se aproximam das zonas de alta pressão, a direção do vento e o estado do mar ficam fora de alinhamento, de modo que o melhor timoneiro vai levar vantagem.
“Nós notamos que está começando a esfriar, especialmente a água”, disse Carolijn Brouwer, do Dongfeng Race Team. “Estamos indo direto para o sul de maneira bastante rápida – cerca de 20 nós. Há muito para avançar – isso é apenas um aquecimento, ou um resfriamento”.
A etapa é marcada por muito frio e passagem próxima à zona de exclusão do gelo. O vencedor pelos mares do sul ganhará pontuação dobrada quando cruzar a linha de chegada em Itajaí (SC).
“Essa perna provavelmente é a coisa mais gratificante e mais estressante que nós vamos pegar. É uma pressão geral. Sobre os patrocinadores, sobre mim, sobre relacionamentos … É muito difícil”, disse Dave Witt, líder do Sun Hung Kai / Scallywag, que está na lanterninha por enquanto da etapa.
Com a zona de exclusão de gelo situada abaixo de 50 graus sul, as equipes estão efetivamente reduzindo a distância que terão para navegar. Eles enfrentarão então uma semana desafiadora de tempo pesado com ventos entre 30 e 40 nós.
Os barcos devem chegar até 6 de abril ao Brasil.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O Grupo Ferretti acaba de divulgar os detalhes de seu próximo iate Custom Line 106, que deve ser lançado ainda este ano. Na sequência do recente Custom Line 120, este modelo de 32,3 metros é resultado da parceria entre o Departamento de Engenharia da Ferretti e o estúdio Francesco Paszkowski Design.
“O Custom Line 106 marca mais um passo a frente para formar uma gama abrangente para os proprietários que querem espaços consideráveis, soluções tecnológicas de vanguarda, estilo e conforto”, afirmou Alberto Galassi, CEO do Grupo Ferretti.
O Custom Line 106 traz 220 m² de espaço interior e oferece espaço de armazenamento para jet. Outras áreas importantes incluem um terraço de 53 m² com hardtop integrado. “Como é fácil de ver no layout, nos esforçamos para quebrar as fronteiras entre o exterior e o interior”, disse Francesco Paszkowski. “As novas soluções técnicas e todos os aspectos das linhas externas e internas estão intimamente interligados, pois são partes de um único arranjo arquitetônico, com perfeito equilíbrio entre as formas e funções”, finalizou.
A embarcação conta com acomodações para até 12 pessoas, divididas em cinco camarotes, incluindo uma suíte master no convés principal que mede 6,5 m de largura (boca) e vem com uma varanda dobrável opcional. No convés inferior, dois camarotes VIP e dois duplos com camas Pullman completam o layout para hóspedes. A decoração interior visa equilibrar a formalidade com contrastes de cores distintas, enquanto o sistema de entretenimento pode ser controlado via iPad.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Enquanto os sete veleiros participantes da Volvo Ocean Race, a maior regata da volta ao mundo, enfrentam percurso de 7,6 mil milhas náuticas de Auckland, na Nova Zelândia, até o Brasil, a cidade que receberá o evento entre 5 e 22 de abril já inicia os preparativos para a montagem oficial da estrutura. Começaram a ser instalados em Itajaí, no Litoral-Norte de Santa Catarina, o pavilhão gastronômico e cultural e a base do centro de eventos e área comercial do Itajaí Stopover, local que será a sede oficial da “fórmula 1 dos mares” em abril.
Nos próximos dias, chegarão os 129 contêineres que trarão os materiais e estrutura oficial da Volvo Ocean Race mundial, de Hong Kong até o litoral brasileiro, com os jogos educacionais, áreas de entretenimento, acolhimento e manutenção das embarcações. Além disso, serão finalizadas as instalações hidráulicas e elétricas da Vila da Regata. Itajaí (SC) representa o Brasil nesta etapa do evento e é a única parada da América Latina. A expectativa é que a Volvo Ocean Race atraia mais de 400 mil pessoas e movimente R$ 82 milhões para o país. Mais do que uma competição esportiva, a “fórmula 1 dos mares” é reconhecida há mais de 50 anos pela sua vocação em conscientização social, educacional e sustentável.
Por onde passa, promove atividades que visam o desenvolvimento das comunidades de maneira simples, através da união de esforços e ações transformadoras. “Limpeza dos rios, aulas especiais em escolas, atividades gratuitas que somam tecnologia, educação e meio ambiente, entre tantas outras iniciativas fazem parte do proposto pela Volvo Ocean Race. Tudo isso deixa uma herança cultural, educacional e social muito grande, alteram o meio como um todo e contribuem positivamente para o desenvolvimento do Brasil”, afirma o presidente do Itajaí Stopover, Evandro Neiva. Além disso, a Volvo Ocean Race no Brasil terá espaço para mais de 80 atrações musicais, artísticas, gastronômicas e de entretenimento.
A previsão é que os primeiros veleiros apareçam no litoral brasileiro a partir de 8 de abril. A maior expectativa é a chegada de Martine Grael, única brasileira a participar desta edição da maior regata à vela do planeta. A medalhista olímpica e campeã mundial, integra a equipe AkzoNobel, é filha do bicampeão olímpico Torben Grael e deve ser recebida pela família na chegada ao Brasil.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O estaleiro italiano Sanlorenzo está se preparando para o lançamento da segunda unidade do seu modelo de iate 52Steel. A embarcação, construída na fábrica da marca em La Spezia, está sendo equipada antes do lançamento oficial, que deverá ocorrer no fim do mês.
Projetado pela Officina Italiana Design, o modelo inclui uma grande piscina com fundo de vidro no convés principal, que ilumina o beach clube, localizado abaixo, e é espaçoso e arejado, com terraço e plataforma de natação. O clube de praia também pode ser usado para armazenar barco de apoio.
A embarcação conta com layout que agrada por promover o bom uso de todos os seus espaços. O iate segue os passos de seu antecessor, Seven Sins, lançado em janeiro de 2017 e utilizado para charter no Mediterrâneo e no Caribe.
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A sétima etapa da Volvo Ocean Race começou de acordo com a previsão meteorológica da largada em Auckland, na Nova Zelândia. Ventos de até 30 nós na descida pela costa da Oceania e muita ação nas primeiras horas. A regata de 7 600 milhas náuticas deve ser assim – com mais tons de intensidade e frio – até Itajaí (SC), destino final da prova.
Os barcos se revezaram na ponta com destaque para o Vestas 11th Hour Racing, que mantém a liderança na tarde desta segunda-feira (19). A etapa pelos mares do sul deve ser concluída até 6 de abril.
Com a previsão da brisa de leste provocada por um anticiclone, as táticas dos times no início da perna são relativamente simples: mergulhar para o sul o mais rápido possível.
O Vestas 11th Hour Racing volta a correr a Volvo Ocean Race depois de perder duas etapas por causa de um acidente. “É bom poder voltar para a água”, disse o comandante Charlie Enright. “Estamos um pouco atrás dos outros, mas acho que isso era esperado. Nós sabemos que tem muita coisa pela frente! É tudo ou nada”.
Mark Towill, co-skipper do Vestas, acrescentou: “Será uma regata de trabalho árduo e determinação”. A etapa tem pontuação dobrada e quem contornar o Cabo Horn em primeiro ganhará um extra.
“A regata nos próximos três dias deve ser bastante simples”, disse Kevin Escoffier, do Dongfeng. “Nós vamos direto para o sul em direção ao limite de gelo, depois viramos para os pontos de alta pressão. Então, temos uma frente para passar e será uma história completamente diferente depois disso”.
A liderança da Volvo Ocean Race é por enquanto do MAPFRE, seguido por Dongfeng Race Team. O AkzoNobel, da brasileira Martine Grael, está em quarto.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O tradicional estaleiro carioca Real Power Boats apresentará sua mais nova lancha de 45 pés na 21ª edição do Rio Boat Show. Evolução do modelo Real 420, a nova lancha oferece um casco com visual esportivo, um hardtop com teto solar e uma generosa plataforma de popa, com opção de ser submergível. Com 13,71 m de comprimento, pode levar até 13 pessoas em passeios durante o dia ou até cinco pessoas em pernoite.
Na cabine, a Real 450 HT vem com dois camarotes fechados (para um casal cada), um banheiro com box e uma saleta com cozinha e sofá, que pode ser usado para pernoite de mais uma pessoa. O cockpit tem opção de fechamento total, o que aumenta o conforto nesta parte do barco e ainda cria-se uma separação interessante da praça de popa, onde há uma mesa de centro, com sofás ao redor, e uma área gourmet completa. Já o acesso à proa é feito por passagens laterais.
Mas o grande charme da nova Real 450 HT, como seu próprio nome já diz, fica por conta do hardtop (com teto solar com acionamento elétrico), o que garante mais proteção ao cockpit em dias chuvosos. A motorização recomendada pelo estaleiro são dois de 370 a 415 hp cada.
O Rio Boat Show acontece de 14 a 22 de abril, chegando em sua 21ª edição em 2018 consolidado como o maior salão náutico outdoor da América Latina. Serão nove dias de evento com reunindo fabricantes, distribuidores e revendedores do setor na Marina da Glória. Com barcos na água e a encantadora vista da Baía de Guanabara, os visitantes contarão com diversas atrações.
Os ingressos já estão a venda e podem ser comprados no site oficial do evento pelo valor de R$ 70, com validade para um dia de salão. A compra pode ser efetuada por boleto bancário e pelos cartões de crédito Visa ou Mastercard – a opção de compra com o American Express estará disponível na bilheteria do evento. Pontos de venda em todo o Rio de Janeiro também estão disponibilizando ingressos.
Fotos: Divulgação
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RIO BOAT SHOW 2018
Quando? De 14 a 22 de abril Onde? Marina da Glória Horário?14/04 (primeiro dia) – Das 13h às 22h Dias de semana – Das 15h às 22h Fim de semana – Das 12h às 22h 22/04 (último dia) – Das 12h às 21h
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No dia 15 de abril, a Marina Ilhas Jets irá comemorar seu terceiro aniversário em um encontro de jets, no Sul. O passeio saíra às 9h30, da marina, pelo Lago Guaíba, até a Fazenda Ouro Branco, onde será servido um típico churrasco gaúcho aos participantes. A previsão de retorno é às 15h30.
Os valores partem dos R$ 70, para clientes Ilhas Jet; R$ 90 no 1º lote, até o dia 8 de abriel; e R$ 120 no 2º lote, após 8 de abril. A inscrição inclui camisa do evento, churrasco, bebida e participação no sorteio de brindes. O passeio será puxado por Júlio Gil, o Homem Jet. Para mais informações, entre em contato pelo celular (51) 9719-3293 (também disponível por Whatsapp).
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Os frequentadores da bonita represa de Nazaré Paulista, em São Paulo – também conhecida como Atibainha – ganharam mais uma gostosa opção de lazer náutico. Trata-se do aconchegante Bar do Porto, às margens da represa e dentro das instalações da também recém-inaugurada Marina Porto Valente.
O ambiente é acolhedor. As mesas ficam caprichosamente encravadas entre árvores e de frente para a água verdinha da represa. O gostoso cardápio contempla comida caseira, preparada com muito capricho em um fogão à lenha, e fartas porções feitas na hora. O campeão de pedidos é o ceviche.
Aberto aos sábados e domingos, o bar oferece acesso tanto por água quanto por terra. De barco, os clientes podem atracar o barco em píeres. Já de carro, a chegada é bem fácil, feita pela Rodovia Dom Pedro I (km 45). Os clientes são sempre bem recebidos pelo proprietário, o simpático senhor Candinho, personagem muito conhecido na região. De barco ou de carro, o passeio é imperdível.
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A MGN (Marítimo Garagem Náutica) colocou em operação, no último dia 10, um novo travel lift para barcos de até 75 toneladas, no Guarujá.
Localizada na Av. Paulo Eduardo Castrucci, número 346, a garagem náutica conta com uma estrutura coberta de 4 000 m² e uma área de pátio de mais 4 000 m², totalizando uma área operacional de 8 000 m² para receber as embarcações, com a proposta de que o armador faça a manutenção necessária, pequenos reparos ou até mesmo uma reforma geral em sua embarcação, evitando assim custos adicionais de intermediários e reduzindo o período da obra.
A infraestrutura da MGN inclui estacionamento, wi-fi, hangar de 12m de pé-direito livre, quadro de força individual, banheiros para a tripulação e os profissionais envolvidos no projeto, sala do capitão, sala de reuniões para uso do armador e dos seus contratados.
Programa de segurança 24h dotado de sistema de vídeo via internet, com movimento e zoom, que permite ao armador acessar e observar sua embarcação a qualquer momento e em qualquer lugar, também completa as facilidades para quem escolhe o local.
Para chegar de barco, as coordenadas são -24° 0′ 13.65″, -46° 17′ 23.72″; e de helicóptero, -24° 0′ 10.44″, -46° 17′ 20.65″
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O Campeonato Gaúcho de Jet 2018 já tem datas definidas para acontecer. Divida em quatro etapas, a competição organizada pela Associação Riograndense de Jet, comissão de pilotos, patrocinadores e a revenda Nautiway Motoryama acontecerá de abril a novembro, em quatro diferentes cidades do Rio Grande do Sul.
A primeira a receber a competição, em 8 de abril, será São Francisco de Paula; a segunda etapa ocorrerá em Pelotas, no dia 27 de maio; Passo Fundo receberá a terceira etapa em 2 de setembro; e a quarta – e última – etapa será no dia 11 de novembro, em Barra do Ribeiro.
Estão incluídas provas com jets Stand Up (de pé), Runabout (sentados) e confirmada também a categoria Sport com os jets Yamaha Wave Blaster. Também ficou confirmada a categoria Ski Light, onde competirão pilotos iniciantes em jet Stand Up, a porta de entrada no esporte para novos pilotos. Também vai ser realizada a prova Super Course, competição realizada em circuito oval para jets Runabout. Ao todo, a competição contará com nove catergorias: Ski Light, Ski Stock, Ski GP, Aspirados Stock, Turbo Stock, Turbo GP, Super Course Asp, Super Course GP e Sport.
A expectativa é a participação de mais de 50 pilotos, incluindo pessoas de outros estados do Brasil e, também, da Argentina e do Uruguai. A mobilização de pilotos de fora do estado está acontecendo, principalmente, pela certeza das datas e pela tradição de eventos realizados pela Associação Riograndense de Jet.
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Os barcos já estão disputando a etapa considerada mais complicada da Volvo Ocean Race. A sétima perna entre Auckland, na Nova Zelândia, e Itajaí (SC), no Brasil, tem ao todo 7 600 milhas náuticas e deve ser concluída até 6 de abril.
Milhares de fãs se despediram dos tripulantes das sete equipes na baía de Auckland. Mais de 500 mil pessoas passaram pelo Race Village no Viaduct Basin, na chamada Cidade das Velas.
Líder do campeonato, o espanhol MAPFRE largou melhor e liderou uma volta ao redor do Porto de Waitematā e depois para o Golfo de Hauraki, com o Dongfeng, Team Brunel e Turn the Tide on Plastic por perto a perseguir o barco espanhol. O Brasil é representado também pela campeã olímpica Martine Grael, a bordo do team AkzoNobel.
As dificuldades vão aumentar a cada milha! Ventos fortes, gelo dos mares do sul, ondas gigantes e muito mais dão o tom nessa perna, que vale pontuação dobrada. A passagem pelo mítico Cabo Horn dá um ponto extra ao que rondar primeiro.
”Acho que para todo grande velejador, o Cabo Horn é um grande mito. Fazer esta regata e não passar pelo Cabo Horn com certeza não teria o mesmo gosto. Então, esta perna será muito difícil, por causa das grandes ondas, do sistema de pressão, acho que a natureza tem essa habilidade de nos colocar em um lugar bem pequeno, quando estamos velejando. E acho que será muito bom quando chegarmos no Brasil e aproveitar o calor dos brasileiros”, disse Martine Grael.
Nos primeiros dias, os barcos precisam enfrentam os ventos fortes da Península de Coromandel e depois o Cabo Leste da Nova Zelândia, antes de virar para sul em busca dos sistemas de baixa pressão.
“Estamos em uma das etapas mais difíceis da prova”, disse Peter Burling, do Brunel, um herói na Nova Zelândia por trazido para casa a America’s Cup no passado verão e ter vencido a olimpíada de 2016.
“O maior desafio é a resistência, ter que manter um ritmo muito alto em condições muito difíceis … é muito difícil para nós kiwis sair de casa, mas estamos muito empenhados em começar a etapa”.
A Zona Inicial de Exclusão de Gelo permitirá que as equipes vão para sul até os 59 graus de latitude, bem nos “Furious Fifties”, onde o vento e as ondas circundam o planeta sem obstáculos por terra, permitindo atingem dimensões muito grandes.
Além disso, os barcos vão passar pelo Ponto Nemo, ponto mais remoto do planeta.
“É uma parte do mundo em que por vezes temos que nos esquecer da prova “, comentou o skipper do Dongfeng Race Team, Charles Caudrelier. “É um lugar especial, navegar no Sul – onde o mar é maior, o vento é mais forte, temos que estar muito atentos”.
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Com o objetivo de aprimorar os padrões de segurança e a qualidade na construção de embarcações brasileiras, a ABNT e a ACOBAR, desenvolveram o Programa de Certificação de Embarcações. O programa para obter a certificação será lançado oficialmente no dia 16 de abril, no estande da Acobar no Rio Boat Show 2018.
O Programa de Certificação ACOBAR/ABNT visa aprimorar e evidenciar critérios de construção que elevam a segurança das embarcações de recreio em plástico reforçado em fibra de vidro, uma vez que ela estabelece importantes requisitos que foram aperfeiçoados em função da experiência adquirida durante os processos, como também, segue padrões internacionais de construção e segurança, aumentando a qualidade das embarcações nacionais.
Na prática, o programa evidencia a transparência do estaleiro, a qualidade das embarcações construídas, a otimização dos processos internos e pode ser usado como uma importante ferramenta de marketing, fortalecendo a imagem da empresa.
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O Centro Universitário Belas Artes de São Paulo está com um novo curso em sua grade. Trata-se de uma extensão em Design Náutico, que fornecerá as habilidades necessárias para que os profissionais possam desenvolver o desenho, projeto e reforma de barcos, assim como o gerenciamento das equipes de trabalho e os processos de construção de small crafts (pequenas embarcações). O curso acontecerá de 28 de abril a 8 de dezembro, sempre aos sábados.
Com um conteúdo prático ainda inédito no país,e uma metodologia internacional aplicada pelo estúdio especializado Engel Design, o curso é voltado a todos os interessados em desenvolver competências e habilidades para produção de barcos, concepção e desenvolvimento de projetos de barcos, concepção e desenvolvimento de acessórios, equipamentos, cabines e partes de barcos, produção de peças gráficas de design náutico (manuais e digitais), planejamento e desenvolvimento de projetos de design náutico e empreendedorismo na área de design náutico.
Durante o curso, os participantes construirão um barcoque, ao final, será doado a uma instituição sem fins lucrativos, indicada pelo patrono do curso, que será eleito e homenageado pelos próprios alunos. Ao final das atividades, o aluno também terá produzido um portfólio profissional com imagens pessoais de suas atividades, captadas por profissionais e tratadas em estúdio, para possibilitar o seu marketing profissional e captação de clientes.
O investimento total é de R$ 25 015, 17, que podem ser divididos em até 12 vezes de R$ 2 084,60, ou R$ 20 399,87, à vista. Alunos e formados na Belas Artes possuem 20% de desconto à vista, e 10% para pagamento parcelado(benefícios estendidos a parentes de 1º grau). Para se inscrever, basta clicar aqui.
A equipe Engel, idealizadora do curso, é formada por Eduardo Engel, arquiteto e designer formado pela FAU Mackenzie, diretor da Engel Design, membro do Fórum Náutico Paulista, sócio da Vintage Boats e da Stingray Yachts, Eduardo desenvolve projetos de embarcações há 25 anos; Silvia Engel, Arquiteta formada pela Belas Artes, gestora de projetos (PMP) pela FGV e sócia da Engel Design; e Fernando Laterza, arquiteto e urbanista, professor dos cursos de graduação e pós-graduação do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, com especialização em Gestão Ambiental e mestrado do programa de pós-graduação em habitação do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo).
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Com tudo novo em sua concepção, do casco ao motor, da potência à agilidade, o SX-R reinventa a categoria de jet stand-up, de apenas um lugar, em pé. No passado, a marca japonesa foi quem produziu o primeiro e genuíno jet ski, quando um de seus diretores solicitou ao departamento de desenvolvimento de produtos que criasse um “brinquedo” a motor para ser oferecido de presente aos melhores clientes. O novo modelo, produzido nos EUA, substitui o SX-R 800, e é voltado para o público que está em busca de emoção e muita diversão na água. O jet pode ser usado tanto para o lazer quanto para competição, já que atende aos requisitos relacionados à emissão de poluentes, devido ao seu moderno motor 4 tempos, 4 cilindros de 1 500 cilindradas e 160 hp — substituindo o motor de dois cilindros, 80 hp, dois tempos, usado pelo 800 SX-R.
Visualmente, o SXR 1500 ficou com linhas mais modernas e agressivas. Na proa, o desenho do casco limita a quantidade de spray que normalmente é gerada ao cortar e furar marolas, facilitando a vida do piloto. Na popa, o espaço é maior e apresenta uma pequena inclinação para frente, melhorando automaticamente a distribuição do peso e, consequentemente, a performance e o conforto. Porém, o convés não tem acabamento emborrachado nas laterais, o que pode provocar dolorosas pancadas com os braços e pernas quando se está navegando.
Por ser robusto, o SX-R é mais fácil de pilotar por iniciantes. Já os experientes podem achá-lo limitado nas manobras
Além do dobro da potência do modelo anterior, é fácil identificar que este modelo também é maior e mais volumoso (cerca de 52 cm de comprimento e 3 cm de largura) e conta com 82 quilos a mais de peso total. Não é pouco, pois esses “quilinhos” a mais sacrificam a questão da mobilidade, dentro e fora da água, já que os modelos anteriores (além do único concorrente do mercado, da Yamaha) podem ser carregados por duas pessoas, podendo ser transportados na caçamba de pick-ups sem a necessidade de carretas rodoviárias, por exemplo.
No nosso teste, feito nas águas do Guarujá, em São Paulo, por ser maior e mais pesado, o SX-R mostrou-se um jet muito mais “amigável” na hora de pilotar em relação à versão anterior, mas pode ficar limitado para aqueles que buscam manobras mais ousadas. A grande dificuldade enfrentada por boa parte dos entusiastas desse estilo de jet sempre foi a estabilidade e o equilíbrio durante a navegação, principalmente em condições de mar picado. A distribuição do peso e a posição em um pequeno convés são fundamentais para que a diversão seja completa, evitando quedas e a falta de controle, principalmente nas curvas.
As laterais internas não têm acabamento de borracha, o que pode provocar pancadas doloridas
Além de ser bem mais pesado que os outros modelos já vistos, o que mantém o jet mais “dentro” da água, o SX-R conta com uma flutuação mais positiva, facilitando muito a vida dos pilotos inexperientes. Sem contar que proporciona condições para se acelerar todos os incríveis 160 cavalos de potência.
A diferença de performance entre o modelo anterior, 800 SX-R, e novo jet da Kawasaki é brutal. Na prática, se ambos os jets largassem juntos para uma arrancada de 50 metros, o modelo novo chegaria na frente com 19 metros de diferença! Não é à toa que já está sendo criada uma categoria para que esses jets possam competir profissionalmente, evitando injustiças entre os pilotos de outros modelos. Com um tanque de combustível de 23 litros é possível navegar cerca de duas horas seguidas. Essa autonomia não é pequena, como pode parecer: 30 minutos de brincadeira são suficientes para queimar muitas calorias e deixar braços e pernas de qualquer piloto bem cansados.
O moderno motor 4 tempos, 4 cilindros de 1 500 cilindradas e 160 hp que substitui o motor de dois cilindros, 80 hp, dois tempos, usado pelo SX-R 800
Para os que já têm intimidade com esse tipo de jet, uma das novidades são as alhetas laterais (estabilizadores, normalmente só vistos nos modelos de jet sentados), que proporcionam curvas mais fechadas e maior controle. O casco ganhou também duas bueiras no espelho de popa, para facilitar drenar a água durante a lavagem do motor.
Luzes no guidão indicando o nível de combustível e de óleo, chave magnética e um pequeno espaço de armazenamento completam a lista de soluções deste novo Kawasaki, que chega ao mercado por cerca de R$ 80 mil. Enfim, um jet à moda antiga para bolsos bem seletos.
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O retorno às regatas na temporada foi comemorado pelas tripulações no fim de semana anterior (10 e 11/3) com as primeiras regatas da Copa Suzuki na abertura do Circuito Ilhabela de vela oceânica de 2018. A Classe C30 não competia no litoral paulista desde dezembro do ano passado. O tricampeão Caiçara mostrou que não perdeu o ritmo, com o expressivo rendimento de cinco vitórias em cinco regatas.
Apesar da supremacia do Caiçara, os barcos velejaram sempre muito próximos, embolados, garantindo à C30, regatas muito disputadas e emocionantes diante do equilíbrio característico da classe. A previsão é de que o tradicional vento local, o leste, predomine neste fim de semana (17 e 18) a partir do meio-dia, horário previsto para a primeira largada sábado e domingo, com intensidade média, entre 8 e 12 nós.
Os resultados do primeiro fim de semana motivam ainda mais a tripulação do Caiçara. “A vontade de velejar só aumenta, o retorno à raia foi sensacional. Depois das vitórias, a responsabilidade de manter o ritmo fica maior, o que é bom para a tripulação. Acredito que os adversários vão querer partir para cima da gente e precisamos saber lidar com isso. Assim como tivemos uma largada escapada no último fim de semana, tentarão nos botar na rua novamente, de um jeito ou de outro. Faz parte do jogo”, analisa o proeiro do Caiçara, Gabriel De Capitani.
O Caballo Loco, do comandante Mauro Dottori, veleja quase sempre junto ao líder Caiçara, enquanto eCycle +Realizado (José Luiz Apud) e Barracuda (Humberto Diniz), que vêm logo a seguir, travam briga equilibrada pela terceira colocação. Nas demais classes, Fit to Fly lidera a HPE 25, Rudá é o primeiro na IRC e Colin está na frente na RGS. Mais quatro ou cinco regatas, conforme o vento, devem ser disputadas neste fim de semana com sede no Yacht Club Ilhabela.
Calendário 2018 da Classe C30
10, 11 e 17,18
de março
XVIII CIRCUITO ILHABELA
Copa Suzuki – 1ª Etapa
9, 10, 16 e 17
de junho
XVIII CIRCUITO ILHABELA
Copa Suzuki – 2ª Etapa – Warm up
20 a 28 de julho
45ª. SEMANA DE VELA DE ILHABELA
25 e 26 de agosto
1 e 2 de setembro
XVIII CIRCUITO ILHABELA
Copa Suzuki – 3ª Etapa
24 e 25 de novembro
1º e 2 de dezembro
XVIII CIRCUITO ILHABELA
Copa Suzuki – 4ª Etapa e
XVII Regata Volta à Ilhabela
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O estaleiro Rossinavi lançou esta semana, em uma cerimônia em Pisa, na Itália, o superiate Utopia IV. Estiveram presentes profissionais da indústria, membros da equipe do estaleiro e os proprietários da embarcação. Um dos maiores projetos da marca até o momento, Utopia IV tem 63 metros de comprimento e é uma embarcação semi-deslocante, produzida em alumínio e pensada para aliar conforto e desempenho.
Utopia IV passará por testes no mar das águas italianas e, em seguida, será entregue ao proprietário. “Eu estive em muitos barcos e adoro esse projeto, então não preciso dizer que estou ansioso para a data de entrega”, afirmou o americano JR Ridinger.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A francesa Beneteau estará no Rio Boat Show 2018 com uma lancha e um veleiro da marca.
Combinando elegância e praticidade, a GT 42 tem hard top bem desenhado e integrado às linhas do casco. Um dos atrativos dessa lancha são os vidros laterais elétricos, que baixam ao toque de um botão, aumentando a ventilação natural do salão. O modelo tem 12,67 m de comprimento e capacidade para 10 pessoas de dia e quatro em pernoite.
Muito elegante, com linhas que misturam o clássico e o moderno, o veleiro Oceanis 41.1 foi desenhado para velejar rápido, sem abrir mão do conforto. Com 12,43 m de comprimento, pode levar até 12 pessoas de dia e seis em pernoite. É indicado para cruzeiros costeiros curtos.
O Rio Boat Show acontece de 14 a 22 de abril, chegando em sua 21ª edição em 2018 consolidado como o maior salão náutico outdoor da América Latina. Serão nove dias de evento com reunindo fabricantes, distribuidores e revendedores do setor na Marina da Glória. Com barcos na água e a encantadora vista da Baía de Guanabara, os visitantes contarão com diversas atrações.
Os ingressos já estão a venda e podem ser comprados no site oficial do evento pelo valor de R$ 70, com validade para um dia de salão. A compra pode ser efetuada por boleto bancário e pelos cartões de crédito Visa ou Mastercard – a opção de compra com o American Express estará disponível na bilheteria do evento. Pontos de venda em todo o Rio de Janeiro também estão disponibilizando ingressos.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2018
Quando? De 14 a 22 de abril Onde? Marina da Glória Horário?14/04 (primeiro dia) – Das 13h às 22h Dias de semana – Das 15h às 22h Fim de semana – Das 12h às 22h 22/04 (último dia) – Das 12h às 21h
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Fishing Raptor apresentará o projeto da nova Fishing 42 Convertible durante o Rio Boat Show 2018. Com arquitetura naval pelo escritório americano de Donald Blount, o modelo tem 4,70 m de boca e traz interior totalmente renovado, com novos cockpit, proa, guarda-mancebo, pé-direito mais alto no cockpit (com 1,97 m de altura) e cozinha com pé-direito duplo. Vem, ainda, com lançador de âncora, o que deu um charme a mais ao design da lancha, além de novo painel futurista e iluminação indireta. Seu casco é uma evolução do modelo Fishing 40 Convertible e conta, agora, com opção de motorização IPS 600 (antes era apenas pé-de-galinha). O valor parte dos R$ 2,1 milhões, já com IPS 600.
O Rio Boat Show acontece de 14 a 22 de abril, chegando em sua 21ª edição em 2018 consolidado como o maior salão náutico outdoor da América Latina. Serão nove dias de evento com reunindo fabricantes, distribuidores e revendedores do setor na Marina da Glória. Com barcos na água e a encantadora vista da Baía de Guanabara, os visitantes contarão com diversas atrações.
Os ingressos já estão a venda e podem ser comprados no site oficial do evento pelo valor de R$ 70, com validade para um dia de salão. A compra pode ser efetuada por boleto bancário e pelos cartões de crédito Visa ou Mastercard – a opção de compra com o American Express estará disponível na bilheteria do evento. Pontos de venda em todo o Rio de Janeiro também estão disponibilizando ingressos.
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Quando? De 14 a 22 de abril Onde? Marina da Glória Horário?14/04 (primeiro dia) – Das 13h às 22h Dias de semana – Das 15h às 22h Fim de semana – Das 12h às 22h 22/04 (último dia) – Das 12h às 21h
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A italiana Benetti acaba de lançar a terceira unidade de seu iate de 116 pés, que deve ser entregue ao proprietário em abril. Mediterraneo 116 tem 35,5 metros de comprimento, com exteriores projetados pelo arquiteto Giorgio M. Cassetta, enquanto os interiores foram desenvolvidos pela Benetti em parceria com aRadyca. O design fluido e aerodinâmico dos exteriores se reflete no layout dos interiores e na decoração, onde espaços claros e amplos se unem para criar configurações brilhantes e confortáveis.
O convés principal conta com sala com área de jantar e um bar americano para aproveitar as configurações compartilhadas. Ao lado da suíte máster, um espaço com sofá e TV cria uma área privada de descanso e relaxamento. Entre outros itens de layout do modelo, estão área de jantar com capacidade para até 10 pessoas no convés superior, sky lounge com sofá, uma TV de 75 polegadas e uma mesa de jogos, além de jacuzzi e solário na área de proa. Quatro camarotes para hóspedes e as acomodações para a tripulação estão localizados no convés inferior. O novo iate Benetti está equipado com dois MAN V12-1400, de 1.029 kW.
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As belas paisagens do Guaíba terão no sábado (17) e no domingo (18) um grande atrativo: mais de 50 grandes barcos disputarão, partindo do Clube dos Jangadeiros para competir na tradicional Copa Cidade de Porto Alegre, em comemoração aos 246 anos da capital gaúcha. Será uma chance de admirar do continente as velas coloridas dos grandes barcos de Oceano em alguns cartões-postais da cidade. Criadapelo Clube há 24 anos, a competição envolve todos os clubes e marca o início da agenda de competições da classe.
As regatas começam no sábado, às 13h, nas classes ORC Internacional, RGS, J-24, Microtoner 19 e Solitário. Domingo, no mesmo horário, é dia da Regata Média e do grande Velejaço, aberto para os barcos de Cruzeiro, partindo do Jangadeiros, na Zona Sul, e com percurso que passará pela Usina do Gasômetro, podendo ser vistos de perto pelo público.
“É uma justa homenagem que todos prestam à cidade, berço de grandes velejadores”, diz Rodrigo Castro, vice-comodoro esportivo do Jangadeiros. Porto Alegre, afinal, sempre teve uma relação próxima com a vela brasileira e mundial. “É o primeiro evento do ano da vela de Oceano na Capital, por isso há sempre uma grande expectativa”.
Serviço: O que: 24ª Copa da Cidade de Porto Alegre Quando: sábado (17) e domingo (18), a partir das 13h Onde: Partida em frente ao Clube dos Jangadeiros, mas no Cruzeiraço as embarcações poderão ser vistas ao longo da orla, principalmente no Gasômetro. Aviso de regata: http://bit.ly/2Gserrp
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A Yacht Center Group marcará presença na próxima edição do Rio Boat Show com o iate Segue 26 M, que será apresentada pela primeira vez no salão náutico carioca. Um dos maiores modelos do evento, a 26 M une, segundo a marca, agilidade e elegância, combinadas com os mais refinados acabamentos em detalhes que unem materiais nobres como madeiras maciças, laminados naturais e couros argentinos. Com exclusivo casco em V profundo, foi pensado para ser eficiente.
Esta embarcação argentina de 26,20 metros de comprimento é assinada pelo renomado projetista Gino Gandino. A suíte máster à meia-nau é ampla e ocupa os 5,95 metros de boca do modelo, que tem capacidade para 18 pessoas de dia e 9 em pernoite, além de três tripulantes. A motorização fica por conta de dois propulsores de 1400 a 2000 hp (linha eixo direto) ou três IPS 1200.
O Rio Boat Show acontece de 14 a 22 de abril, chegando em sua 21ª edição em 2018 consolidado como o maior salão náutico outdoor da América Latina. Serão nove dias de evento com reunindo fabricantes, distribuidores e revendedores do setor na Marina da Glória. Com barcos na água e a encantadora vista da Baía de Guanabara, os visitantes contarão com diversas atrações.
Os ingressos já estão a venda e podem ser comprados no site oficial do evento pelo valor de R$ 70, com validade para um dia de salão. A compra pode ser efetuada por boleto bancário e pelos cartões de crédito Visa ou Mastercard – a opção de compra com o American Express estará disponível na bilheteria do evento. Pontos de venda em todo o Rio de Janeiro também estão disponibilizando ingressos.
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RIO BOAT SHOW 2018
Quando? De 14 a 22 de abril Onde? Marina da Glória Horário?14/04 (primeiro dia) – Das 13h às 22h Dias de semana – Das 15h às 22h Fim de semana – Das 12h às 22h 22/04 (último dia) – Das 12h às 21h
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Falta um mês para o maior salão náutico outdoor da América Latina. A 21ª edição do Rio Boat Show acontecerá entre os dias 14 e 22 de abril de 2018, na charmosa Marina da Glória. Serão nove dias de evento, reunindo fabricantes, distribuidores e revendedores do setor em um só lugar. Com barcos na água e a encantadora vista da Baía de Guanabara, os visitantes poderão, ainda, agendar avaliações das embarcações e, assim, decidir melhor sua compra.
Os visitantes poderão conferir os mais recentes lançamentos e destaques entre veleiros, iates, lanchas, infláveis, caiaques, motores, além de equipamentos e acessórios, tanto para o barco quanto para os navegadores. Atrações como o luxuoso Espaço dos Desejos e o Desfile de Barcos, que já virou tradição nos salões náuticos cariocas, também animarão o público durante os dias do evento.
Os ingressos já estão a venda e podem ser adquiridos no site oficial do evento pelo valor de R$ 70, com validade para um dia de salão. A compra pode ser efetuada por boleto bancário e pelos cartões de crédito Visa ou Mastercard – a opção de compra com o American Express estará disponível na bilheteria do evento. Pontos de venda em todo o Rio de Janeiro também estão disponibilizando ingressos.
RIO BOAT SHOW 2018
Quando? De 14 a 22 de abril Onde? Marina da Glória Horário?14/04 (primeiro dia) – Das 13h às 22h Dias de semana – Das 15h às 22h Fim de semana – Das 12h às 22h 22/04 (último dia) – Das 12h às 21h
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Prefeitura Municipal de Nazaré realizou nesta quarta-feira (14) na Câmara Municipal, com a presença do prefeito, Candido Murilo, o Mutirão de Regularização das Marinas do Município de Nazaré Paulista. Tal ação contou com a participação da Marinha do Brasil, o Fórum Náutico e Sabesp, além de representes políticos e empresários da região.
Durante a reunião, foram discutidos os problemas eminentes em relação às marinas, como ações de resolução para tais comércios, tendo como objetivo principal sua regularização perante os órgãos competentes, e o fomento do turismo na região do município.
Mario Sergio de Almeida (Fórum Náutico Paulista), Candido Murilo (prefeito de Nazaré Paulista), Tenente Schiavon (Marinha do Brasil) e Carlos Dardis (gerente de Recursos Hídricos da Sabesp)
“A maior parte do interesse turístico presente na região ocorre em virtude da represa Atibainha, que está presente há 46 anos. A represa traz movimentação econômica para o Município de maneira limpa, apesar dos impactos anteriormente causados pela inauguração do reservatório”, afirma Beto Garja, diretor de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Nazaré Paulista. “Desta forma, em conjunto com a Sabesp, foi requerido que todas as marinas, em prol da preservação do espaço, realizassem tal regularização em comodato comercial”, completa.
Em nota, a prefeitura de Nazaré afirmou ainda que é de importante interesse Municipal a regularização de tal atividade perante a Marinha do Brasil e Sabesp para que se possa aperfeiçoar a utilização da represa, em nível de informação para que os incidentes relacionados sejam sanados, e que a represa possa ser utilizada de forma consciente, uma vez que é um recurso e um presente imenso para a nossa região.
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