Depois deste trailer anfíbio, montar barraca na beira de um lago será coisa do passado

Por: Redação -
02/01/2018

Se a ideia de acampar perto d’água já era boa, imagine poder fazer camping dentro dela. É isso que a empresa alemã Folks propõe com o trailer anfíbio Sealander, pensado para quem quer navegar mesmo sem ter um barco. Além do quê, não é preciso pagar marina nem nada: o trailer, que tem 4 m de comprimento e pesa 550 kg, pode ser facilmente rebocado por um automóvel. E colocá-lo para flutuar é muito fácil. Basta ir de ré em direção à água e, quando o pneu da “embarcação” estiver submerso pela metade, é só soltar o encaixe do reboque, armar a escadinha de acesso e subir a bordo.

Projetado para os lagos europeus, o Sealander é equipado com um motorzinho elétrico e navega tranquilamente em águas abrigadas (até porque é insubmersível). O trailer acomoda até seis pessoas em sofás que, quando unidos, transformam-se numa cama. Isso significa que o dono pode, no mínimo, tirar um bom cochilo a bordo. Sem falar que na cabine há, também, uma mesa removível para refeições e teto solar (o modelo mais bem equipado vem com minicozinha e banheiro…). Ou seja, o Sealander é melhor que uma barraca — só vai ficar faltando, mesmo, a fogueirinha. Ah! E para acampar na água, de fato, é só escolher um local e jogar a âncora.

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    Por: Redação -
    01/01/2018

    É sabido que os barcos dominam a água, e os aviões, o ar. Mas o projetista francês Octuri Yelken, funcionário da Airbus, teve a ideia de unir as duas coisas e, pelo menos no papel — e também na sua imaginação —, criar o Flying Yacht ou Iate Voador. Funcionaria mais ou menos assim: ao pousar na água, feito qualquer hidroavião, suas asas se transformariam em velas e ele sairia navegando, sendo que o inverso ocorreria quando fosse decolar — neste caso, com a ajuda de poderosos motores. E mais: como seria um iate, nada teria de modesto, com 46 metros de comprimento. É claro que tudo não passa de um mero projeto conceitual, sem a menor intenção de vir a ser fabricado. Mas ele não deixa de ser uma boa ideia, não é mesmo?

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      Conheça o inusitado catamarã Rén, que pode receber até 100 convidados

      31/12/2017

      Resultado de uma colaboração entre Karel Nguyen e Guido de Groot, o novo catamarã Rén traz design que chama a atenção e bastante versatilidade. Projetado para um bilionário chinês, o modelo pode servir para passeios em grandes grupos, família e até mesmo um pouco de exploração. Com casco Swath, o iate promete velocidade e tem motorização elétrica a diesel alimentada por quatro geradores. Rén pode receber até 100 convidados e acomodar até 36, em pernoite. O modelo pode ser utilizado, também, em pesquisas, e conta com áreas apropriadas para isto no convés inferior, com cabines extrax, laboratórios, escritório e armazenamento refrigerado.

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        7 regras para seguir em um passeio de barco e não dar vexame a bordo

        Por: Redação -

        Nem todo mundo está acostumado a passear de barco e, quando surge um convite, vêm, também, as dúvidas de como se comportar. Por isso, NÁUTICA selecionou 7 regrinhas básicas para seguir e não dar vexame. Confira:

        Tire os sapatos
        Barcos são como casas de japoneses: todo mundo deve entrar descalço. É uma questão de limpeza, porque barcos são brancos e esta cor não combina com solas de sapatos. Atenção especialmente às mulheres: salto alto no convés, nem pensar.

        Não leve amigos junto
        Barcos têm espaço limitado e o número de ocupantes não pode ultrapassar o máximo permitido, por conta da segurança. Imagine, então, se ele já estiver cheio e o último convidado a chegar for você e junto com um grupo de amigos?

        Pergunte sobre o banheiro
        Banheiros de barcos têm truques nas descargas do vaso. Assim, antes de passar pelo constrangimento de pedir ajuda, pergunte como ele funciona. É bem melhor antes do que depois.

        Economize água
        Barcos têm tanques pequenos, por isso é fundamental não desperdiçar água. Exagerar no chuveirinho na plataforma de popa ou tomar longos banhos na cabine são coisas que não se devem fazer nem em casa. Que dirá em um barco.

        Não exagere na bagagem
        Como já se sabe, barcos têm espaços reduzidos. Por isso, não leve para bordo nada além do necessário. E, ainda assim, acondicionado em bolsas macias, para poder guardar em qualquer cantinho a bordo.

        Não faça o que não sabe
        Na ânsia de querer ajudar na navegação, passageiros leigos muitas vezes acabam criando situações de risco a bordo. Portanto, só se meta a fazer o que sabe. Se não souber, pergunte ao comandante, a única pessoa a ser ouvida a bordo.

        Ajude nas tarefas
        A bordo, sempre há alguma coisa a fazer para ajudar na navegação — seja soltar um cabo ou prender uma defensa. Assim, na medida do possível, tente ajudar. Ou, pelo menos, se ofereça, caso necessário.

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          Conheça a geração 2018 de jets da Sea-Doo na edição do mês de Náutica

          Por: Redação -

          De tempos em tempos, a BRP, fabricante das motos aquáticas Sea-Doo, lança uma linha de jet que marca época. Com recursos até então inéditos, como suspensão e freio, a linha 2009 é o melhor exemplo, como já foram, no passado, os jets com assento. A empresa canadense acaba de produzir outro desses fenômenos. Apresentada durante o São Paulo Boat Show 2017, em lançamento mundial, a nova geração de jets Sea-Doo, que está comemorando 50 anos de vida, promete uma nova revolução, trazendo recursos que, até então, só mesmo as lanchas possuíam, como um novíssimo casco que promete estabilidade constante, seja parado ou em alta velocidade, ainda que em águas turbulentas, além de um moderno sistema de som (criado pela própria marca) e muitos acessórios úteis. Veja na edição do mês de Náutica, disponível nas principais bancas e livrarias do país, na loja online e, também, na versão digital.

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            A sonda Lowrance Hook 3x DSI traz recursos cobiçados e inéditos

            30/12/2017

            Ler o fundo abaixo do barco sempre foi o sonho de todo navegador, principalmente os pescadores. Pudera, saber o que existe entre o fundo das águas e o fundo do barco é essencial para o sucesso de uma pescaria ou uma ancoragem em um ponto desconhecido. Não há limite, em termos de custo, para um bom sonar. A novidade é que — antes de uso exclusivo das forças armadas, como recurso ligado à defesa — esse equipamento agora está disponível aos pequenos barcos, e por um preço bem camarada: cerca de R$ 1 500. É claro que, por bem menos, você pode comprar uma pequena sonda colorida convencional. Mas nada que se compare aos recursos de varredura do fundo da Lowrance Hook 3x DSI.

            Você pode conferir tudo sobre o modelo na edição do mês de Náutica, disponível nas principais bancas e livrarias do país, na loja online e, também, na versão digital.

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              Conheça o projeto de megaiate encomendado por Donald Trump

              Por: Redação -
              29/12/2017

              A ideia era construir “o maior e mais belo iate do mundo”, mas que acabou não saindo do papel. Na década de 1990, o atual presidente dos EUA, Donald Trump, escolheu uma empresa de yacht design espanhola, a Oliver Desing, para encomendar a imponente embarcação. O projeto do megaiate de 420 pés (128 metros), custou US$ 170 mil mas foi cancelado sem explicações detalhadas. O layout do modelo incluia quatro conveses, um heliponto, luxuosas suítes em dois andares, salões sofisticados, piscina, banheiras de hidromassagem, espaço decorado com palmeiras – podendo ter outros usos. Confira algumas imagens:

               

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                Muitas vezes confundida com a entrega técnica, a ativação de motores de barco é importante para que o funcionamento da máquina se dê dentro das especificações do fabricante, atingindo o desempenho esperado tanto em termos de potência quanto de consumo de combustível e durabilidade. Entenda como funciona esse processo em cinco perguntas e respostas na edição do mês de Náutica, disponível nas principais bancas e livrarias do país, na loja online e, também, na versão digital.

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                  Por: Redação -
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                  Quando decidiu construir este barco, a ideia do fabricante inglês Chris Phillips era emular ao máximo a experiência que se tem ao pilotar um típico carrão das pistas, mas sobre as águas. E ele conseguiu. O brinquedinho, que deixou orgulhosos até os fãs de Batman, é construído no Reino Unido e vendido pela empresa como o “primeiro hidroplano de luxo”.

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                  Batizado de Alpha-Centauri (em homenagem a uma das mais brilhantes estrelas do céu), a lancha com casco preto tem 27 pés, pesa pouco mais de 1,5 tonelada e pode ser uma alternativa excêntrica ao tradicional bote de apoio para superiates. O Alpha-Centauri é capaz de carregar no compartimento dos motores até 2 000 hp e seu propulsor é acoplado a um hidrojato, para deixar a pilotagem emocionante e incrementar ainda mais a velocidade.

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                  Graças a isso, a tal lancha passa dos 60 nós, promete o criador. No interior, há quatro assentos similares aos dos superesportivos, painel digital, eletrônicos, um belo sistema de som e até acelerador acionado pelo pé, como nos carros. O fabricante está à procura de representantes no Brasil, o que pode baratear o preço da brincadeira, que parte de mais R$ 500 mil. Quem se habilita?

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                    Barco de Martine Grael completa terceira etapa da Volvo Ocean Race

                    Por: Redação -

                    O team AkzoNobel, barco holandês que tem a brasileira Martine Grael entre os tripulantes, concluiu a terceira etapa da Volvo Ocean Race na noite desta quarta-feira (27), manhã do dia seguinte em Melbourne, na Austrália. A equipe da campeã olímpica ficou na sétima e última posição da perna após fazer o percurso de 6.500 milhas náuticas em 17 dias, 11 horas e 24 minutos.

                    O resultado não foi o esperado pela tripulação, que teve problemas durante a primeira semana da regata entre a Cidade do Cabo, na África do Sul, e a australiana Melbourne. A quebra da trilha do mastro e de uma vela importante para ventos fortes tirou a chance do barco brigar pelas primeiras posições. A etapa foi vencida pelo barco espanhol MAPFRE, com mais de três dias de vantagem para o AkzoNobel.

                    ”Apesar do mau resultado, eu me sinto feliz por passar por uma perna do oceano do sul. Chegou todo mundo inteiro e o barco ainda está com mastro. Ainda assim não foi tão mal”, disse a brasileira Martine Grael.

                    O problema no team AkzoNobel ocorreu na quinta-feira (14) quando o barco ocupava a quarta colocação da etapa, umas das mais complicadas por causa dos fortes ventos, frio e ondas grandes. Para piorar ainda a situação, a chegada à baía Port Phillip de Melbourne foi bastante complicada pela falta de ventos.

                    ”Os últimos dias antes da chegada foram bem longos e hoje especificamente demorou muitíssimo para chegar. Fizemos muitas manobras na baía de Melbourne”, contou a campeã olímpica Martine Grael.

                    “Felizmente, o resto do barco está em boa forma”, disse o comandante Simeon Tienpont. “O equipamento está nas mãos da equipe do estaleiro. Temos pequenos ajustes e vamos descansar bem. No caminho percebemos que não iríamos mais recuperar posições e fizemos rodízios para descansar a equipe”.

                    O experiente velejador australiano Chris Nicolson tentou tirar proveito do resultado ruim, que coloca o team AkzoNobel em penúltimo lugar na classificação geral. “Essa etapa ensina que o menor erro pode se transformar numa bola de neve. Vamos aprender com isso para o futuro próximo”.

                    Agora, o AkzoNobel precisa correr contra o tempo para arrumar as peças quebradas durante a etapa e se preparar para a próxima perna. Sem contar o tempo menor para descanso da tripulação, exausta por causa da dificuldade da travessia pelos mares do sul. A quarta etapa tem largada marcada para 2 de janeiro, próxima terça-feira, e será de 6 mil quilômetros até Hong Kong.

                    Resultado da terceira etapa da Volvo Ocean Race

                    1º. MAPFRE – 14 dias, 4 horas e 7 minutos

                    2º. Dongfeng Race Team – 14 dias, 8 horas e 10 minutos

                    3º. Vestas 11th Hour Racing – 14 dias, 9 horas e 52 minutos

                    4º. Team Brunel – 14 dias, 11 horas e 36 minutos

                    5º. Sun Hung Kai / Scallywag – 15 dias, 13 horas e 6 minutos

                    6º. Turn the Tide on Plastic – 15 dias, 15 horas e 52 minutos

                    7º. team AkzoNobel – 17 dias, 11 horas e 24 minutos

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                      Os cruzeiristas de primeira viagem que só navegam nas férias, no Caribe, mas planejam uma volta ao mundo

                      Por: Redação -

                      F azer um cruzeiro em águas internacionais (com a possibilidade de dar uma volta ao mundo) é coisa apenas para velejadores experientes, certo? Não acredite nisso. A bordo de um bom veleiro de cruzeiro — leia-se: um barco prático e resistente, sem abrir mão do desempenho, ainda que pequeno e básico — qualquer mortal (desde que esteja habilitado e saiba velejar, ou se disponha a começar o aprendizado do zero) pode ficar ziguezagueando por aí, sem pressa de chegar a lugar algum. Mas, e quando o velejador não tem coragem suficiente para trocar a casa por um barco e, com ele, sair para conhecer os mares do mundo, ou apenas cruzeirar pela costa brasileira?
                      Sem problema. Não é preciso romper com todas as rotinas em terra firme para virar cruzeirista.

                      Que o digam Luciano Westphal, de 39 anos, e Andréa Rubens, 34, que há dois anos fazem uma espécie de jornada dupla: durante a maior parte do ano, dão expediente nas empresas em que trabalham — ele, como especialista em manutenção de embarcações, no Guarujá; ela, como professora de educação física em Bertioga, no litoral de São Paulo. Quando chegam as férias, voam para Miami, nos Estados Unidos, de onde costumam sair para navegar apenas pelo Mar do Caribe, como qualquer outro cruzeirista. Com a diferença de que, depois da aventura, voltam para casa e o trabalho. “Por enquanto, só podemos velejar nessa toada. Mas ainda vamos dar uma volta ao mundo, dentro de três ou quatro anos”, promete Luciano, que aprendeu a velejar ainda adolescente, com o pai, a bordo do trimarã da família. “Ficamos com esse veleiro durante uns 15 anos. Mas aí o meu pai resolveu se mudar para os Estados Unidos e vendeu o veleiro. Desde então, passei a sonhar em ter o meu próprio barco”, lembra ele.

                      Conheça toda a história do casal na edição do mês de Náutica, disponível nas principais bancas e livrarias do país, na loja online e, também, na versão digital.

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                        Um dos maiores veleiros do mundo está sendo construído na Turquia. Veja

                        27/12/2017

                        Desenhado por Ken Freivokh e Dykstra Naval Architects, este veleiro de 141 metros será um dos maiores veleiros do mundo quando concluído. Dream Symphony, como foi nomeado, está utilizando, principalmente, iroko – uma madeira altamente resistente – na sua fabricação e contará com quatro mastros e uma área vélica total de 5 000 m², além de dois conveses, com uma clara divisão entre as áreas do proprietário e convidados e da tripulação. O modelo poderá acomodar 18 convidados e 32 tripulantes.

                        A embarcação está sendo construída na Turquia, no estaleiro Dream Ship Victory.

                         

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                          Náutica de dezembro mostra travessia de lancha entre Recife e Aracaju

                          Por: Redação -

                          Tudo começou quando os irmãos e sócios Alfredo Mendonça, José Olino e Aloisio Junior, empresários em Aracaju, resolveram comprar uma lancha que lhes permitisse fazer pequenos cruzeiros pelo litoral. Viram que o ideal seria um modelo com cabine e com teto solar. No primeiro cruzeiro com sua primeira lancha, uma 39 pés do estaleiro pernambucano Royal Mariner, o grupo decidiu navegar de Recife a Aracaju, um batismo de 270 milhas (ou 500 km!), como conta Aloísio Junior. A viagem teve início na praia Maria Farinha, a cerca de 20 milhas ao norte de Recife. Junto com a tripulação de Aloisio embarcou o Sirineu, um experiente marinheiro da região, para servir de guia no percurso de Maria Farinha a Recife e, dali, até a Ilha de Santo Aleixo e a praia dos Carneiros, o mais recente paraíso descoberto pelo turismo na região, ao sul da badalada Porto de Galinhas. Outro convidado foi o amigo Sérgio Burle, com experiência nesse litoral, que ficou responsável pelas rotas. É claro que no trajeto há muitos lugares para parar, de inúmeras belezas naturais. Mas, em uma travessia de 270 milhas, em vez de parar de praia em praia, é preferível priorizar alguns pontos.

                          Saiba tudo sobre esta travessia na edição do mês de Náutica, disponível nas principais bancas e livrarias do país, na loja online e, também, na versão digital.

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                            Réplica da Arca de Noé é atração turística nos Estados Unidos

                            26/12/2017

                            O parque temático religioso Ark Encounter, localizado na cidade americana de Williamstown, tem como carro-chefe uma réplica da Arca de Noé. A embarcação bíblica virou atração para os visitantes após seis anos de construção. A arca demandou quase 8 mil metros cúbicos de madeira e foi construída de acordo com as dimensões dadas na Bíblia, com 510 pés de comprimento, 85 pés de largura, e 51 metros de altura. No interior, há três pisos explicando a história contada no Gênesis. Há 100 modelos de animais, incluindo dinossauros. Os ingressos para visitar o local variam entre US$ 28 e US$ 175, dependendo do tipo de passaporte.

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                              Malibu 16 Sport, da Levefort, une muito bem pesca e passeio. Confira

                              Era uma vez uma lancha chamada Marajó 16. Construída nos anos 1980 pelo estaleiro Levefort, especializado em cascos de alumínio, era a preferida de quem procurava uma lanchinha para pescar em rios e águas abrigadas — mas também era usada para passeios, levando até sete pessoas no casco de 4,9 metros de comprimento, ou 16 pés. Além de ter um preço acessível, era muito versátil, sendo usada para passear, esquiar, pescar, mergulhar e até em atividades profissionais. Também podia ser impulsionada por motores de popa de baixa potência. Até mesmo um 25 hp dava conta do recado, o que tornava o seu custo final muito atraente. Com o passar dos anos, essa série serviu de base para o estaleiro lançar outras lanchas semelhantes. Surgiu assim a linha Malibu, que, junto com as lanchas da série Marfim, levaram a Levefort a superar a marca das 50 mil unidades produzidas, um número e tanto para a realidade brasileira.

                              Outras lanchas, de outros estaleiros, mas feitas de fibra de vidro, foram objetos de desejo nos anos seguintes. Uma delas foi a Bayliner 16, produzida em Manaus nos anos 1990, sob licença do grande estaleiro americano de mesmo nome. Embora lançados em períodos diferentes, estes dois barcos fazem parte da história náutica brasileira. Por isso, ainda hoje, uma de alumínio outra de fibra, servem de inspiração para muitos projetistas quando se trata de uma lancha na faixa dos cinco metros de comprimento. Não por acaso, o Fórum Náutico Paulista, formado por integrantes do governo e da iniciativa privada, como NÁUTICA, unidos em prol do desenvolvimento do setor náutico no estado, tomou como referência a Bayliner 16 para lançar as bases do programa Meu Primeiro Barco em São Paulo (MPB/SP), para atrair novos navegadores, tendo como apelo principal o preço atraente, como esta Malibu 16 Sport, a primeira de outras que farão parte programa.

                              Tudo sobre o modelo está na edição do mês de Náutica, disponível nas principais bancas e livrarias do país, na loja online e, também, na versão digital.

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                                Coral 27 A: uma lancha que une os benefícios de uma proa aberta com cabine

                                25/12/2017

                                Lancha de proa aberta e cabine ao mesmo tempo, a Coral 27A faz parte da segunda geração de um projeto que conquistou o consumidor — especialmente nas águas de Angra dos Reis e na região de Cabo Frio, no Rio — com sua proposta de máximo aproveitamento da área externa. É a chamada lancha feita para o sol, com espaço no cockpit para uma dúzia de pessoas, em sofás e espreguiçadeiras, e boa área de circulação. Fruto de um projeto moderno, ela vem remodelada e justifica a fama conquistada pela antecessora: continua sendo um verdadeiro cheque ao portador no mercado de usados.

                                O estaleiro Lanchas Coral já é bem conhecido. Suas lanchas, de 16 a 50 pés, caracterizam-se pelo arranjo desenhado para as condições tropicais brasileiras, com aproveitamento máximo do cockpit, mas sem abrir mão do banheiro e de uma pequena cabine, que ficam “camufladas”, principalmente nos barcos de médio porte da linha, de 24 a 36 pés.
                                Para acessar o banheiro, a boreste, e a pequena cabine, a bombordo, basta levantar os bancos de proa, que são do tipo espreguiçadeira. Porém, na Coral 27A que testamos, versão de entrada, o proprietário optou por não instalar o vaso sanitário nem a cama de solteiro, aproveitando esses espaços como dois grandes paióis, o que reduziu o custo da lancha em cerca de R$ 10 mil. Com essa configuração, já pronta para navegar, ela custa R$ 210 mil, preço sem concorrência direta no segmento.

                                Confira tudo sobre o modelo na edição do mês de Náutica, disponível nas principais bancas e livrarias do país, na loja online e, também, na versão digital.

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                                  Capitania dos Portos de Segipe promove 1º Simpósio Sobre Atividades Marítimas

                                  Por: Redação -
                                  21/12/2017

                                  A Capitania dos Portos de Sergipe (CPSE) realizou nos dias 18 e 19 o 1º Simpósio Sobre as Atividades Marítimas no Estado de Sergipe, cujo objetivo foi disseminar o cenário atual das atividades marítimas desenvolvidas no estado, bem como apresentar as perspectivas futuras nesta área.

                                  Participaram do evento instituições públicas e privadas que atuam em atividades marítimas no estado convidadas a proferir palestras a fim de enriquecer o debate com a sua experiência nas operações desenvolvidas em Sergipe.

                                  No encerramento dos trabalhos, foi realizado o lançamento da Operação Verão 2017/2018, que ocorrerá entre 22/12/2017 e 19/02/2018. A Operação Verão é uma campanha voltada para a intensificação de ações de conscientização e de fiscalização do tráfego aquaviário nas áreas de maior concentração de embarcações, sobretudo as de esporte e recreio e de turismo náutico, por ocasião de férias e feriados prolongados. Com o conceito “Segurança da Navegação: quem valoriza a vida, respeita”, a mensagem chega ao público com uma linguagem reflexiva, retratada em imagens de situações de risco, acidentes e suas possíveis consequências.

                                   

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                                    NX Boats é uma das marcas confirmadas no Rio Boat Show 2018

                                    Por: Redação -

                                    A pernambucana NX Boats confirmou participação no Rio Boat Show 2018, que acontece entre os dias 14 e 22 de abril, na Marina da Glória. A empresa, que produz atualmente quatro modelos, de 25 a 38 pés, deverá apresentar uma nova lancha cabinada de 26 pés no salão náutico carioca.

                                    O Rio Boat Show chega em sua 21ª edição em 2018 consolidado como o maior salão náutico outdoor da América Latina. Serão nove dias de evento com reunindo fabricantes, distribuidores e revendedores do setor em um só lugar. Com barcos na água e a encantadora vista da Baía de Guanabara, os visitantes contarão com diversas atrações. Fique de olho no portal de Náutica e acompanhe todas as novidades do Rio Boat Show 2018!

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                                      Aprenda como lubrificar o motor de popa da sua embarcação na edição do mês de Náutica

                                      Por: Redação -

                                      Lubrificar um motor de popa é algo simples, que não exige esforço, muito menos mecânico, apenas um pouco de disposição. E se ela for bem-feita (ou seja, a cada dois meses), aumenta consideravelmente a vida útil do motor e diminui o risco de travamentos do movimento do cavalete de sustentação e do cabo de aço da alavanca do acelerador, o que já justifica a mão de obra. Há dois tipos de graxas para lubrificar: a tradicional, de cor escura, usada na maioria das mecânicas, e a de cor branca, à prova d’água, menos comum que a outra. As duas, porém, oferecem resultados satisfatórios.

                                      No entanto, a graxa à prova d’água precisa de mais cuidados, já que ela, com o tempo, junta um pouco de sal no local em que foi aplicada, além de ser um pouco mais cara. Sua única vantagem em relação à escura é que dura um pouco mais. Porém, com uma ou outra, o procedimento de lubrificação será sempre o mesmo. E o melhor: não leva mais do que meia hora e você mesmo pode fazer. Você pode conferir passo a passo de como lubrificar o motor de popa do seu barco na edição do mês de Náutica, disponível nas principais bancas e livrarias do país, na loja online e, também, na versão digital.

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                                        Motores Mercury serão exibidos no Rio Boat Show 2018

                                        Por: Redação -

                                        A marca americana Mercury Marine confirmou participação no Rio Boat Show 2018 com seus motores. Fazem parte da linha de produtos da empresa os Optimax Pro XS (para quem busca velocidade), os Verado (com baixo nível de ruído e vibração) e a linha Sea Pro (de 90, 115 e 150 hp, para os barcos de serviço). A Mercury conta, ainda, com o motor de popa a diesel Racing DSI, de 175 hp (o mais potente do mundo com este combustível).

                                        O Rio Boat Show chega em sua 21ª edição em 2018 consolidado como o maior salão náutico outdoor da América Latina. Serão nove dias de evento com reunindo fabricantes, distribuidores e revendedores do setor em um só lugar. Com barcos na água e a encantadora vista da Baía de Guanabara, os visitantes contarão com diversas atrações. Fique de olho no portal de Náutica e acompanhe todas as novidades do Rio Boat Show 2018!

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                                          Triton Yachts marca presença no 1º Seminário de Tecnologia Náutica

                                          Por: Redação -

                                          Representando a Triton Yachts, o empresário José Marina Cechelero Jr, participou na semana passada do 1º Seminário de Tecnologia Náutica realizado pela Sociedade Brasileira de Engenharia Naval – SOBENA, no Rio de Janeiro. Com mais de 30 anos no mercado náutico a frente do estaleiro Way Brasil – produtor da consagrada marca de lanchas Triton Yachts com modelos de 20 a 50 pés – pode propagar conhecimentos voltados à tecnologia construtiva aplicada no setor náutico e, especialmente, reforçar a importância da formação de mão de obra qualificada para o desenvolvimento do setor no país.

                                          “O mercado náutico é bastante jovem no país e apesar de grande potencial, com sua extensa costa e vias navegáveis interiores, tem o desafio de promover qualificação de mão de obra na área para potencializar o seu desenvolvimento, por meio dos profissionais técnicos, do apoio de universidades, de instituições, e do governo”, comentou o engenheiro e projetista náutico José Maria Cechelero Jr, diretor-presidente da Triton Yachts.

                                          “Como exemplo, o sucesso e a solidez da Triton Yachts no mercado são também justificados pela qualificação de nossa equipe. Faço questão de acompanhar de perto esse desenvolvimento profissional porque a difusão do conhecimento faz parte da nossa identidade. Isso, certamente, reflete na qualidade construtiva de nossas lanchas”, explicou o profissional se referindo à importância da realização de treinamentos e iniciativas que visem à qualificação náutica.

                                          ”O perfeito equilíbrio entre experiência técnica e atenção às exigências dos clientes são primordiais para um estaleiro. Ou seja, trazer segurança, conforto, navegabilidade e design em um único produto além de identificar, constantemente, os pontos fortes e o que pode ser melhorado dentro do processo construtivo”, complementou José Maria Cechelero Jr.

                                          A Triton Yachts registrou um aumento da procura por embarcações nos últimos meses e tem expectativa de crescimento em vendas durante a temporada de verão de cerca de 20% se comparado com a temporada anterior.

                                          Com o objetivo de dar suporte tecnológico e acadêmico ao mercado náutico de lazer, a SOBENA realizou no maior centro de ensino e pesquisa de engenharia da América Latina a 1ª edição do Seminário de Tecnologia Náutica. O evento aconteceu no último dia 12 de dezembro no auditório da COPPE na Universidade Federal do Rio de Janeiro e reuniu renomados profissionais de engenharia além de estudantes e representantes de empresas ligadas ao setor.

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                                            Surf Praia e Stand Up Para Todos termina 2017 com sucesso de público

                                            Por: Redação -

                                            A temporada 2017 do Oi Surf Praia e do O-I Glass Is Life Stand Up Para Todos terminou no último fim de semana na cidade de Itanhaém, litoral sul de São Paulo. As aulas de encerramento ocorreram de 15 a 17 de dezembro, na Praia do Sonho, com ondas de meio metro e temperaturas elevadas. A participação especial ficou por conta de Gustavo Ribeiro, que foi um dos professores. Ele foi vencedor Pro / Am do Circuito Guarujaense deste ano.

                                            Mais de mil pessoas foram atendidas nas seis etapas, incluindo crianças e adolescentes. Foram realizadas sete aulas por dia em cada etapa do ano. Os alunos aprenderam técnicas fundamentais para a prática das modalidades,  como noções de remada, posicionamento na prancha e equipamento (cordinha, prancha, parafina).

                                            Fotos: Divulgação

                                            ”O evento foi um sucesso em todas as etapas e esperamos que cresça ainda mais na próxima temporada. Vejo uma consolidação do surfe como modalidade e um crescimento muito maior do SUP, que pode ser praticado em mais locais”, diz Milton Pereira, diretor de produção do Oi Surf Praia e do O-I Glass Is Life Stand Up Para Todos.

                                            Em 2017, as aulas foram ministradas em outras cidades do litoral paulista como Praia Grande, São Vicente, Bertioga, São Sebastião e Ubatuba.

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                                              Por: Redação -
                                              20/12/2017

                                              Na tarde da última sexta-feira (15), a equipe do estaleiro Fibrafort em conjunto com a revenda Mega Jet realizou a entrega da 40ª unidade da F4OO Gran Coupé, embarcação da linha Yachts. O barco foi entregue na marina Itajaí, em Santa Catarina, ao proprietário Giovani Silveira e sua família. E teve até tapete vermelho, laço e brinde de champanhe!

                                              Após a entrega, o cliente que já havia navegado no modelo atribuiu a escolha a uma decisão da família e principalmente a confiança que possui na marca e na concessionária. “Na verdade a palavra chave da compra do barco se chama confiança, quando você acredita em alguém e quando uma empresa tem credibilidade, isso faz toda diferença. E a decisão final é da família e a F400 se encaixa no nosso perfil, perfil família, perfil do que a gente gosta de fazer, pois a gente gosta de viver no barco e viver no mar”, finalizou o proprietário que estava acompanhado dos amigos para passar um final de semana a bordo do novo barco.

                                              A F400 Gran Coupé se consagrou um sucesso nacional e com unidades vendidas também fora do Brasil. “É gratificante entregar um presente que é um sonho para uma família. Finalizamos o ano de 2017 satisfeitos com os resultados da linha Yachts” afirma o diretor de operações Danilo Fontana, que participou da entrega.

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                                                Terceira perna da Volvo Ocean Race deve ser concluída neste domingo na Austrália

                                                Por: Redação -

                                                A disputa pela liderança da terceira etapa da Volvo Ocean Race segue bastante acirrada entre os espanhóis do MAPFRE e os chineses do Dongfeng Race Team. Os barcos se revezam na ponta da perna entre a Cidade do Cabo, na África do Sul, até Melbourne, na Austrália. A prova está em sua reta final nos mares do sul.

                                                A atualização de posições da tarde desta quarta-feira (20) indicou provável chegada na tarde de domingo (24), véspera de Natal. ”Claro que é bom estar na liderança, mas sabemos que eles [Dongfeng] vão pressionar muito”, disse o espanhol Xabi Fernández, comandante do MAPFRE.

                                                “Os próximos bordos serão oportunidades para eles passarem, como o último foi para nós. Sabemos que eles são rápidos e precisamos ter muito cuidado”, concluiu o espanhol.

                                                Todos os sete barcos que disputam a terceira etapa da Volvo Ocean Race navegaram próximos à Zona de Exclusão, linha imaginária imposta pela organização para evitar acidentes com icebergs nessa parte dos mares do sul.

                                                O Dongfeng de Charles Caudrelier ainda recuperou brevemente o primeiro lugar na noite passada, quando optaram por um rumo 35 milhas ao norte do limite de exclusão, mas um ângulo melhor na brisa oeste-sul-oeste resultou em velocidades mais rápidas para os espanhóis. O MAPFRE passou mais uma vez para a frente depois das 0100 UTC, e, desde então conseguiu uma vantagem de 10 milhas em relação ao Dongfeng.

                                                Stu Bannatyne, do Dongfeng, disse que a equipe estava preparada para lutar pelo primeiro lugar até à linha de chegada – mas admitiu que não há espaço para o erro.

                                                “Para cruzar a linha em primeiro, vamos ter de navegar 100% eficaz”, disse o velejador do Dongfeng. ”Mas sabemos que estamos há 10 dias competindo e todos estão cansados”.

                                                Apesar de perder algumas milhas para o Vestas 11th Hour Racing, em terceiro lugar, houve boas notícias para o quarto colocado, o Brunel de Bouwe Bekking. A atleta Annie Lush, que no fim de semana foi varrida por um onda, quando estava no deck com o Peter Burling ao leme, levantou-se do seu beliche pela primeira vez desde que machucou as costas. “Finalmente 72 horas depois saí do meu beliche”, disse Lush. “Posso me mover e isto é fantástico”.

                                                Depois de escolher rotas diferentes nos últimos dias, hoje todos os sete barcos estão praticamente alinhados ao longo do paralelo 45, com mais de 450 milhas separando o MAPFRE em primeiro lugar, do team AkzoNobel em sétimo.

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                                                  Por: Redação -

                                                  A Volvo Penta confirmou participação na próxima edição do Rio Boat Show, que vai agitar as águas da Baía de Guanabara entre os dias 14 e 22 de abril de 2018. Na ocasião, a empresa exibirá suas soluções em propulsores, além dos serviços oferecidos aos clientes. O Rio Boat Show chega em sua 21ª edição em 2018 consolidado como o maior salão náutico outdoor da América Latina. Serão nove dias de evento com reunindo fabricantes, distribuidores e revendedores do setor em um só lugar. Com barcos na água e a encantadora vista da Baía de Guanabara, os visitantes contarão com diversas atrações. Fique de olho no portal de Náutica e acompanhe todas as novidades do Rio Boat Show 2018!

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                                                    Por: Redação -

                                                    Uma ilha que não é ilha, e sim uma península artificial, forma um verdadeiro paraíso de veleiros e lanchas, na baía de San Diego, na costa oeste dos Estados Unidos, abrigando milhares deles. Trata-se de Harbor Island, porção de terra cercada de água por todos os lados, exceto um, que a liga ao continente. Construída em 1961, a partir da dragagem do porto, Harbor Island deverá ficar ainda mais atraente para os adeptos do mundo náutico.

                                                    Isso porque está em andamento um plano de revitalização de 230,7 mil m² da península, antes ocupados por locadoras de carros que se mudaram para perto do aeroporto local. Uma das propostas prevê, ao custo de US$ 1,1 bilhão, erguer hotéis (num total de 750 leitos) e providenciar ainda mais vagas (cerca de 300) para barcos em um canal, além de praças, prédios de escritórios e até um centro de pesquisas relacionadas ao mar. E, assim, Harbor Island, estará pronta para outros 55 anos (ou mais) de história.

                                                    Foto: Brent Haywood/Port of San Diego/Divulgação

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                                                      Por: Redação -

                                                      Como toda história boa de ser contada, a do veleiro Bystra também foi soprada pelo acaso. Começou em 1961, quando o curitibano Ralph Hauer, amante do mar e dos barcos clássicos, foi a Buenos Aires encomendar ao arquiteto naval Jorge Ithurbide um projeto de veleiro de oceano. O argentino Ithurbide era tão respeitado no meio náutico que costumava ser procurado por navegadores de várias partes do mundo. Sua especialidade eram as elegantes embarcações de madeira. Naquela ocasião, porém, Ralph encontrou o projetista desapontado com a notícia de que um de seus clientes famosos, um milionário polonês da tradicional família Radziwill, havia desistido de construir um veleiro de 43 pés que o portenho desenhara com tanto gosto. O veleiro tinha até nome: Bystra, que significa “brilhante” em polonês. O brasileiro não pensou duas vezes. Desistiu de encomendar um novo projeto, ficou com o que já estava pronto e manteve o nome. Saiba toda a história da embarcação na edição do mês de Náutica, disponível nas principais bancas e livrarias do país, na loja online e, também, na versão digital.

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                                                        Por: Redação -

                                                        O estaleiro catarinense Intech Boating, fabricante dos modelos Sessa Marine para o Brasil e América do Sul, fecha o ano comemorando o bom resultado alcançado. Com a retomada do mercado náutico nacional e a adoção de medidas internas para otimização da produção e dos recursos foi possível atingir a estabilidade financeira, ultrapassando em 30% a meta de faturamento, melhor resultado dos últimos 3 anos.

                                                        “Nesses 10 anos de atuação, sempre atuamos de forma séria, com pé no chão e focados em oferecer um produto diferenciado e durável, com baixo custo de manutenção e ótimo desempenho.  Conquistar uma década de atuação entre os principais estaleiros do Brasil é uma satisfação enorme, ainda mais suportando um período tão duro para o País. O time mostrou determinação e garra, foram 10 anos pensando todos os dias em como transformar cada embarcação em uma experiência única e especial” declarou José A. Galizio Neto, Fundador e Presidente da Intech Boating.

                                                        2017 também foi marcado pela implantação do programa de pós-venda PIT STOP SESSA. O Pit Stop é um programa de relacionamento com clientes, onde todos os proprietários de embarcações Sessa Marine e Key Largo recebem a visita de uma equipe especializada do estaleiro que faz uma vistoria geral do estado da embarcação, independente do período de garantia de fábrica do barco estar ou não em vigência e do proprietário ser ou não o primeiro dono da embarcação. As revisões não têm nenhum tipo de custo, salvo a necessidade de trocar itens ou equipamentos fora de garantia. O barco vistoriado recebe um certificado e selo exclusivo do estaleiro, atestando que o barco foi verificado, valorizando ainda mais a embarcação.

                                                        O programa, atendendo as expectativas do estaleiro, foi muito bem recebido pelos clientes e pelo mercado e terá continuidade em 2018, reforçando o compromisso da Intech Boating em oferecer um serviço efetivo e próximo aos seus clientes.

                                                        “2017 foi um grande ano para nós, tenho uma equipe competente e comprometida ao meu lado e apostamos juntos na retomada do mercado náutico. Mesmo com um cenário desfavorável, onde nem todos resistiram, nós seguimos firmes, acreditando e investindo no nosso sonho e mantendo nossa posição de confiança e referência no mercado náutico nacional”, complementa Neto.

                                                        Com um perfil de clientes extremamente exigentes, a Intech Boating sempre se diferenciou por oferecer embarcações equilibradas, seguras e com desempenho superior, sem perder de vista o cuidado com a escolha dos materiais e acabamentos, preservando o alto padrão de qualidade, que tem diferenciado a Intech em um mercado altamente competitivo.

                                                        Atualmente, compõe o portfólio de produção da Intech Boating, os modelos Sessa C36, C40, C42 e Fly42, além dos modelos da linha Key Largo, KL27 e KL28 Sole.

                                                        Com presença confirmada no Rio Boat Show de 2018, para o próximo ano estão sendo planejadas inúmeras ações, como a ampliação da rede de vendas para novos mercados na América Latina, ações de relacionamento com os clientes e o desenvolvimento de novos modelos em parceria com a Sessa Itália e com o Estúdio Italiano CentroStileDesign. Já estão na prancheta os novos lançamentos que em breve serão apresentados ao mercado, complementando a linha de produtos no Brasil.

                                                        “A situação complicada do nosso País fez com o mercado náutico reavaliasse suas estratégias, e com a Intech não foi diferente. Repensamos, olhamos para dentro e para fora do nosso negócio e isto nos fez ainda mais fortes, nos fez reafirmar nossas políticas, nossa visão e nossa missão. Confirmamos que não podemos mudar nosso conceito de ofertar ao mercado produtos diferenciados, construídos com carinho, seguros, confortáveis, equilibrados e de design inovador. Com os resultados obtidos em 2017 e acreditando em uma recuperação dos bons rumos de nosso mercado, retomamos nossos planos de desenvolvimento do nosso portfólio e estamos otimistas e preparados para essa nova etapa”, finaliza Neto.

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                                                          19/12/2017

                                                          Com uma estrutura náutica de primeira linha, a ensolarada Salvador, na Bahia, voltou a receber a Transat Jacques Vabre, maior regata transatlântica do mundo, disputada a cada dois anos, com 8 mil quilômetros de percurso, a partir de Le Havre, maior cidade da região da Normandia, na França. Na flotilha da 13ª edição, com 37 barcos, divididos em quatro classes (Class40, Multi 50, Imoca e Ultime), a boa surpresa ficou por conta da participação inédita de um velejador local, Leonardo Chicourel, em dupla com o angolano José Guilherme Caldas. Você pode conferir tudo sobre a competição na edição do mês de Náutica, disponível nas principais bancas e livrarias do país, na loja online e, também, na versão digital.

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                                                            A italiana Azimut anunciou duas estreias mundiais durante o Boot Düsseldorf 2018, que acontece entre os dias 20 e 28 de janeiro na Alemanha. O modelo Atlantis 51 é uma embarcação com DNA de open, com amplo espaço a bordo e estilo assinado pela Neo Design. Com 16,18 m de comprimento total, possui convés principal com uma ampla sala de estar, enquanto o convés inferior conta com três camarotes, sem sacrificar a área de refeições central com mesa dobrável. Pode ser equipado com dois motores Volvo IPS 800.

                                                            A Azimut 55 Fly, por outro lado, destaca-se pelas linhas externas de Stefano Righini, contra interiores quentes, acolhedores e refinados, definidos por linhas suaves e o toque criativo de Achille Salvagni. A decoração é baseada na combinação de cinco materiais diferentes e, também neste modelo, o layout do convés inferior possui três camarotes duplos. O modelo de 16,70 m de comprimento total e pode ser equipado com dois motores de 800 hp.

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