O megaiate de 110 metros construído pelo estaleiro holandês Oceanco está passando por testes de mar. Jubilee, como foi nomeado, é assinado por Lobanov Design e tem design exterior que impressiona graças às linhas horizontais e à incorporação de vidro na superestrutura, criando a ilusão do modelo ter o dobro de conveses.
Jubilee conta com heliponto, ampla área com piscina e clube de praia. Seu interior, projetado por Sam Sorgiovanni, oferece acomodações para até 30 convidados, em 15 camarotes, incluindo o convés privado do proprietário.
Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias
Depois de 10 dias atracado no Rio de Janeiro, o navio-veleiro do Greenpeace, o Rainbow Warrior III, partiu ao meio-dia deste domingo (7), navegando lentamente pela Baía da Guanabara, com o sol entre nuvens, para sumir atrás do Museu do Amanhã. A embarcação segue em direção à África do Sul, para logo depois rumar para a Espanha, em mais uma missão de campanha.
Ao longo desses dias, 10 393 pessoas visitaram o barco e conheceram um pouco mais sobre o “Guerreiro do Arco-Íris”. Deles, 747 visitantes se tornaram voluntários do Greenpeace logo após deixar o convés.
Desde a sua construção, esta foi a segunda vez que o Rainbow Warrior III veio ao Brasil. Na primeira, em 2012, ele fez um longo tour por várias cidades brasileiras; desta vez, a passagem foi mais curta, com o objetivo de celebrar os 25 anos do Greenpeace no Brasil e dar seu apoio à campanha pela defesa dos Corais da Amazônia.
O capitão Peter Wilcox agradeceu muito a visita de todos e o empenho e envolvimento dos nossos voluntários. “Abrimos o barco para visitação em vários lugares do mundo, mas Argentina e Brasil se destacam pelo entusiasmo e dedicação com que recebem a todos – nós da tripulação e os visitantes. Espero voltar em breve, pois gosto muito de vir ao Brasil”, afirmou.
Capitão Peter Willcox e a tripulação do Rainbow Warrior se despedem do Brasil (Foto: Marizilda Cruppe/Greenpeace)
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O estaleiro gaúcho Tethys Yachts divulgou na última sexta-feira, 5 de maio, um novo vídeo da sua primeira embarcação, a Tethys 540 Fly. Na produção, a empresa mostra, além do desempenho, os detalhes internos da lancha, bem como as áreas oferecidas, tanto interna quanto externamente.
A Tethys 540 Fly, lançada no início do ano, tem duplo comando e três camarotes ( uma suíte na proa e dois camarotes a meia-nau, um com duas camas de solteiro a bombordo e outro com cama de casal a boreste, ambos servidos por um banheiro com box fechado para banho). O modelo já sai de fábrica com com plataforma de popa submersível com capacidade útil de 800 kg, usa motorização Volvo IPS com joystick e o vem com terceiro comando na popa.
Entre a suíte de proa e os camarotes a meia-nau, há uma pequena sala onde fica a cozinha interna, que pode ser transformada até no quarto camarote ou mesmo no terceiro banheiro. A cozinha principal da Tethys 540 fica no salão.
Amplas janelas laterais em forma de arco proporcionam boa iluminação natural no salão. O flybridge é amplo e vem com estrutura rígida para o teto central retrátil que, por sua vez, é flexível, podendo ser recolhido. Em relação a motorização, a Tethys 540 Fly é igualmente versátil, já que pode ser equipada tanto com uma parelha de propulsores IPS 600 (2 x 435 hp), como os D8-IPS 700 (2 x 550 hp) ou mesmo os D8-IPS 800 (2 x 600 hp), todos da Volvo.
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Comemorações na água e em terra firme marcaram o fim de semana dedicado aos 85 anos do Yacht Club Paulista, um dos mais tradicionais clubes náuticos do país. A vocação para a vela foi demonstrada na 5ª Etapa da Copa Paulista, com 50 barcos competindo sábado e domingo (6 e 7/5) em três regatas na Represa Guarapiranga.
Principalmente os velejadores de Snipe, vêm de uma maratona de regatas devido ao inédito Sudeste Brasileiro organizado há uma semana pelo próprio YCP. As duplas da classe, porém, não esmoreceram e voltaram a compor na raia a flotilha mais numerosa da Copa Paulista ao lado da classe Laser.
“Ainda estamos de ressaca do Sudeste de Snipe”, referiu-se o velejador Luis Carlos de Borba, em relação aos três dias intensos do campeonato recém-disputado na Guarapiranga, até 1º de Maio. “Retornei à classe Snipe há apenas um ano, motivado pela Copa YCP. Além de orientar meu proeiro Leo Lorenzi (13 anos), estou aprendendo de novo e voltando a conquistar o respeito na água”, brincou Borbinha.
Para Eloah Hackerott, proeira do marido Alberto e uma das Divas da Snipe do YCP, foi preciso coragem para retornar à raia apenas cinco dias após o Sudeste Brasileiro. “Os hematomas ainda estão estampados na pele. São três finais de semana seguidos na água, mas estou me sentindo cada vez mais forte como velejadora e como mulher. Meu marido não alivia e muitas vezes deixa para que eu faça força na escora”, denunciou sorridente, a advogada tributária.
Alguns dos ganhadores da quinta etapa também lideram suas classes nos resultados acumulados como, Arno Buchli Jr. (ASBAC) na Day Sailer e André Vasconcelos (CCSP) na Optimist. Também venceram no fim de semana: Felipe Echenique (YCSA) na Laser, Ricardo Santos (YCSA) na Finn, Plínio Pereira (Pera Náutica) na Hobie Cat 14, Drausio Morganti e Joeli Bagetti (Pera Náutica) na Hobie Cat 16, Enrico e Frederico Francavilla (YCSA) na Snipe, além de Fábio Prada e Cristiano Rushmann (YCP) na classe Star.
Realizada em parceria com Yacht Club Santo Amaro (YCSA), Clube de Campo São Paulo (CCSP) e Iate Clube de Santos (ICS), esta etapa da Copa Paulista teve sede no YCP e voltará à Guarapiranga nos dias 10 e 11 de junho para a sexta de 12 etapas programadas para a temporada. O campeonato tem realização da Fevesp – Federação de Vela do Estado de São Paulo.
Na noite de sábado o comodoro do YCP, José Agostini Roxo, recebeu cerca de 150 convidados na sede social para a comemorar a data. “É gratificante constatar o empenho de associados e diretores na construção de uma vitoriosa história de 85 anos. Nossos campeões mundiais são exemplos de dedicação ao esporte, mas também tenho orgulho da eficiência do clube em formar cidadãos”, discursou Roxo.
Presentes à cerimônia, o vice-almirante Antônio Carlos Guerreiro, comandante do 8º Distrito Naval, e o presidente vitalício do Conselho Deliberativo do YCP, Jorge Prada, pai do tetracampeão mundial e medalhista olímpico, Bruno Prada, enalteceram a relevância do clube nos âmbitos esportivo e social. Também foram homenageados os fundadores do YCP, Eurico Sodré e Alaíde Borba.
Comodoro Roxo e convidados (Douglas Moreira / Fisheye Images)
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A 44ª edição da Semana de Vela de Ilhabela será disputada de 7 a 15 de julho no litoral norte de São Paulo, e as inscrições poderão ser feitas a partir desta quarta-feira, 10, com valores promocionais, que vão aumentando a medida em que o evento se aproxima. Apontada como uma das mais importantes do mundo por reunir centenas de velejadores, medalhistas olímpicos e barcos de vários tamanhos e classes, a regata é um grande encontro anual da modalidade.
Os resultados esportivos se misturam com a tradicional festa após as provas no Yacht Club de Ilhabela (YCI) e também no Race Village, que será montado pela prefeitura local no centro da cidade. O objetivo da comissão organizadora da regata – com experiência em mega-eventos internacionais – é fazer uma interação entre atletas, comunidade de Ilhabela e os fãs da modalidade.
”As grandes regatas internacionais e semanas de vela como Volta ao Mundo, America’s Cup e Copa del Rey colocam o público dentro do evento, dando chance para os fãs se aproximarem dos seus ídolos, dos barcos e de tudo que ocorre. Em julho, quem estiver em Ilhabela vai vivenciar a Semana de Vela. O envolvimento do poder público local será fundamental nessa experiência”, explicou Carlos Eduardo Souza e Silva, diretor de vela do Yacht Club de Ilhabela.
Nomes de peso do esporte como os campeões olímpicos Torben Grael e Robert Scheidt, se juntam nas regatas à árbitros internacionais da Rio 2016, por exemplo. Sem contar quem coloca a mão na massa com experiência em outras regatas internacionais. ”A Semana de Vela de Ilhabela segue entre as mais importantes do mundo. Ao lado de eventos como a Heineken Regatta no Caribe, Copa do Rey, na Espanha, que aliam técnica com o prazer de velejar. O que faz o sucesso de um evento é o equilíbrio entre estes fatores”, disse o árbitro internacional de vela, Nelson Ilha, com participação em seis olimpíadas.
A Semana de Vela de Ilhabela proporciona uma infinidade de situações com diversos tipos de percurso, condições de vento, corrente e dar chance para os amadores medirem esforços com profissionais e olímpicos. Na edição passada, 136 barcos de 13 classes diferentes estiveram presentes, entre eles equipes do Uruguai, Argentina e Chile.
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A tripulação do veleiro-escola Fraternidade continua desbravando o Oceano Pacífico. Desta vez, a equipe comandada pelo navegador Aleixo Belov atracou nas Ilhas Marquesas, na Polinésia Francesa. O objetivo é conhecer a cultura, culinária, costumes e tradições do povo que habita o arquipélago constituído por um grupo de ilhas montanhosas de origem vulcânica. O próximo destino será o Havaí e, na sequência, o lugar mais aguardado e final da viagem: o Alasca. Ucraniano radicado na Bahia, Aleixo Belov tem 74 anos e coleciona os títulos de navegador, engenheiro, empresário e escritor. Na década de 80 ficou conhecido como ‘navegador solitário’, por ser o primeiro brasileiro a dar a volta ao mundo sozinho.
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Um dos botes de alumínio mais vendidos do estaleiro paulista Levefort, o Squalus, foi renovado e ficou melhor ainda para pescadores de águas abrigadas, como rios e pequenas represas. A nova versão, chamada Edição 30 anos, disponível com cinco e seis metros de comprimento, tem os bancos e o piso revestido com eva cinza claro (material durável que não esquenta sob o sol) e vem com lugar para o pescador deixar as iscas artificiais usadas durante a pescaria e até mesmo suporte para o telefone celular. Na proa, o Squalus ganhou caixa para bateria do motor elétrico, propulsor que também pode ser usado na popa, já que agora há um suporte exclusivo para este motor auxiliar também na parte traseira do barco. Os novos barcos da série Squalus custam, sem motor e carreta, a partir de R$ 7 500 no modelo de 5 metros de comprimento, Squalus 500.
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Para comemorar os 20 anos de parceria com o estaleiro Real Powerboats, a Bailly Capotaria Náutica está oferecendo 10% de desconto em qualquer produto Bailly para a linha de lanchas Real. A lancha deve ter no máximo 20 anos de idade e estar com suas características originais. A oferta vai até o dia 20 de junho.
A parceria entre as duas empresas teve início em 1997, quando, visando a qualidade e melhor adaptação da capotaria as embarcações, o próprio Paulo Renha participava de cada projeto. Segundo a Bailly, o sucesso desta junção se deve ao conhecimento dos reais objetivos e necessidades do cliente, das melhores matérias-primas e processos empregados; à habilidade em lidar com as diversas situações do dia-a-dia, cumprir prazos, manter a qualidade em todos os seus aspectos e fazer acontecer.
A Real Power Boats ocupa uma área própria de 38 mil metros quadrados no Distrito Industrial de Queimados, no Rio de Janeiro, e conta com uma linha de embarcações entre 15 e 52 pés de acordo com as normas da ABNT. A Bailly Capotaria, situada em Niterói, conta com 21 especialistas para desenvolver, produzir e comercializar capas de cobertura e capotas para embarcações; oferecendo proteção aos barcos e conforto a seus usuários.
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NÁUTICA listou algumas curiosidades do Canal de Bertioga, que cruza o Guarujá, no litoral de São Paulo. Confira:
Passeio rápido
Ao contrário do que se pensa, o canal de Bertioga é curto: são pouco mais de 13 milhas náuticas que podem ser vencidas em cerca de uma hora de navegação. Mas em alguns pontos ele é bem largo — chegando a 200 metros de uma margem à outra.
Trecho traiçoeiro
O largo Candinho é o trecho mais traiçoeiro do canal. O motivo é a pouca profundidade, principalmente nas margens. O ideal para passar por esse trecho é mirar duas boias — uma verde e uma vermelha, bem no meio do canal, e atravessar entre elas.
É bom conferir
As cartas náuticas eletrônicas da região são pouco confiáveis e costumam mostrar marcações que beiram o absurdo. Para se ter uma ideia elas chegam a mostrar porções de terra firme como trechos de água navegáveis.
Meio doce, meio salgada
Suas as águas são salobras por causa da invasão do mar pelos dois lados: Santos e Bertioga. A água doce vem de riachos que desaguam no canal e corre entre manguezais bem preservados.
Crédito ao vizinho
Apesar de banhar toda a cidade do Guarujá pelo lado oposto ao do mar, o canal leva o nome da cidade vizinha, por um motivo: Bertioga é considerada o início do litoral norte e é onde ele desagua.
Tem um rio no meio
O canal emenda com as águas do rio Itapanhaú, que vem da serra e passa por baixo da ponte da Rio-Santos. O rio tem um bom trecho de água navegável, depois ele estreita demais, e tem algumas marinas onde se pode pernoitar.
O segredo da Barra
A barra do canal é tranquila e praticamente à prova de arrebentações nas ondulações a não ser em condições extremas de mau tempo. Mas é preciso ter atenção
para entrar e sair.
Comer bem
O canal é conhecido pelas belas paisagens, mansões à beira d’água, muitas marinas e restaurantes que ficam à beira das margens, como o Dalmo, uma espécie de símbolo do canal, onde existe até um heliponto, para quem quiser chegar pelo ar e não pela água.
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Imagine um barco com formato e tamanho de uma casa, com, inclusive, um quarto dentro, além de sofá, grandes janelas, cozinha, varanda, banheiro de verdade e ar-condicionado. E mais: como se trata de um barco, ele, obviamente, navega. Ainda que lentamente. Ou seja, o seu “quarto” vai mudando de paisagem, tornando o fim de semana ainda mais gostoso. Eis uma novidade em nossas águas: o houseboat VCat 650 HB, construído em São Paulo pelo estaleiro VCat Boats, especialista em pontoon boats.
Invenção americana, os houseboats, como o próprio nome diz, são barcos com jeito de casa, paredes altas, cômodos de verdade, muito espaço e conforto de sobra. Bem diferente de uma lancha convencional, um houseboat tem como ponto forte a cabine, que ocupa quase a área total do convés. Mesmo quem já tem uma lancha costuma se encantar com uma casa-barco (ou vice-versa).
Criado a partir de um casco trimarã (formado por três tubulões de alumínio soldados), o VCat 650 HB foi projetado para navegar em águas abrigadas, como rios e represas, com até seis pessoas durante o dia ou três em pernoite. Para entrar a bordo, há duas opções. Pela proa, onde há uma porta de alumínio de padrão residencial, atrás do posto de comando e um sofá em L, ou pela pequena plataforma de popa, onde há outra porta idêntica.
A cabine é muito bem distribuída e completa: tem cozinha, banheiro fechado e um quarto-sala. Ao todo, são 6,5 m de comprimento, 2,5 m de boca e nada menos que 16 m² de área útil. A sensação a bordo é a de uma pequena casa. Há amplas janelas nos dois bordos, ambas com tela mosquiteiro, além de janelas na frente e atrás. A visão panorâmica dos arredores é outro ponto alto.
Náutica testou o modelo e você pode conferir tudo sobre ele na edição do mês, que ainda está nas principais bancas e livrarias do país.
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Acontece neste fim de semana, dias 6 e 7, a quinta etapa da Copa Paulista 2017, com sede no Yacht Club Paulista e apoio do Yacht Club de Santo Amaro. As regatas serão realizadas nas raias 2 e 3 da Guarapiranga para as classes Tornado, Nacra 17 ou 20, A-Class, Super Cat 17, HC21, HC16, HC14, TomCat Race (Multicascos); HPE 25, O590, FD, Star, Lightning, Finn, Snipe, MT19, Flash 16.5, Day Sailer, Poli 19, Olímpico, 49er, 29er, 470, 420, Laser (Std, Radial e 4.7) (Monocascos); e Optimist e Dingue. As próximas etapas acontecerão de junho a dezembro, quando, no dia 2, será a etapa final. Para se inscrever, basta clicar aqui.
Confira a programação deste fim de semana: Sábado:
11:00 às 11:15 – Premiação da etapa anterior no YCP, exibição de fotos e vídeos das
regatas, sorteio de brindes, avisos da CR e indicação de alterações nas Instruções de Regatas;
• 11:15 às 12:30 – Brunch completo: Incluso na Inscrição
• 14:00 – “Copinha” dos Optimists e Dingues (entre raias 1 e 2);
• 14:00 – Regatas do Dia para as Demais Classes Convidadas (raias 2 e 3); Domingo:
• 13:00 – “Copinha” dos Optimists e Dingues (entre raias 1 e 2);
• 13:00 – Regatas do Dia para as Demais Classes Convidadas (raias 2 e 3)
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Fazer exercícios ao ar livre traz benefícios para o corpo e a mente. Para atrair e incentivar estas atividades saudáveis no mar, a Brunswick apresenta ao mercado náutico duas novas embarcações para vivenciar esta experiência, permitindo que os jovens apaixonados por adrenalina procurem nos esportes náuticos os momentos para curtir e se exercitar, seja em represas, rios, lagoas ou na imensidão do mar.
Fabricadas pela americana Brunswick, a Hey Day WT 1 e a Hey Day WT 2, da marca Bayliner, acabam de chegar ao país. Os barcos possuem design esportivo e atratividades de sobra para mexer com os amantes dos esportes radicais e aventuras náuticas como os praticantes de wakesurf e wakeboard.
Fotos: Divulgação
A Hey Day WT2 com pouco mais de 23 pés e design arrojado, possui configuração única que oferece mais espaço e conforto aos tripulantes. Seu posto de comando lateral abre lugar para um espaçoso “lounge” de convivência na proa e assentos adicionais para acomodar confortavelmente até 12 pessoas. O solário de popa permite observar a prática de esportes assim como sentir o panorama enquanto navega.
Já a Hey Day WT1 com pouco menos de 20 pés foi projetada para o máximo desempenho e se encaixa facilmente na maioria das garagens. Casco projetado especificamente para lançar um despertar maciço para wakesurf e wakeboard. Seu posto de comando exclusivo coloca o piloto no centro da atividade social, enquanto dá ao barco algumas opções de assentos exclusivamente flexíveis. Tudo combina para momentos inesquecíveis com os amigos.
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Lembra um Kinder-ovo, um ovinho de Páscoa ou apenas uma bolinha mesmo. Mas para o criador do Sea Jet Capsule, o designer italiano Pierpaolo Lazzarini, o que você vê acima é um “novo conceito de mobilidade na água”. Ou seja, um barco de verdade — uma “lancha em forma de capsula”, com 18 pés de comprimento, movida a hidrojato, com versões para cinco ou sete pessoas. Para o seu criador, o Sea Jet Capsule tem tudo o que uma lancha tem. Até solário no teto! — sim, o que você vê em cima do ovinho é um solário. E com uma vantagem, de fato, imbatível: num mercado onde todas as lanchas tendem a ter a mesma cara, nenhum outro barco tem esse formato. Ah, isso não tem mesmo…
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O iate de 262 pés La Belle foi desenhado especialmente para mulheres. Pintado de branco e ornamentado por desenhos em dourado, tem materiais como cristal, ouro, peles e flores incorporados em sua decoração. Definitivamente não é uma embarcação para mulheres tímidas ou discretas, pois ideia parece ser mesmo chamar a atenção. Exemplo disso são os lustres de cristal Swarovski espalhados pelos ambientes e o uso exagerado da cor dourada nas paredes e móveis.
A criação é da designer Lídia Bersani, especialista em decoração de casas e apartamentos de luxo e seu trabalho pode ser encontrado em residências do mundo inteiro e o La Belle é seu primeiro projeto náutico. Com acomodação para até 12 pessoas, a embarcação é descrita como “romântica e acolhedora”, e conta com espaços como spa, sala de cinema, biblioteca e heliporto.
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A segunda unidade do modelo Mangusta Oceano 42 foi lançada nas novas instalações da Overmarine, na Toscana (Itália), um ano depois do Namaste (primeiro casco do modelo) ir para a água. Projetado pelo italiano Alberto Mancini, a linha Oceano oferece aos clientes uma experiência focada na vida ao ar livre, no desempenho e no conforto, com várias soluções inovadoras a bordo. Mediterrâneo, como se chama a nova embarcação, conta com vasta iluminação natural nos espaços interiores, graças às claraboias e amplas janelas laterais.
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A dupla da Escola de Vela de Ilhabela (EVI) Hormazabal e Block conquistou o troféu transitório Bibi Juetz no primeiro Campeonato Sudeste Brasileiro da Classe Snipe nesta segunda-feira, 1º de maio, na Represa de Guarapiranga, em São Paulo. A disputa nas duas últimas regatas foi acirrada com os vice-campeões Paradeda e Kielling, do Jangadeiros (RS). Pai e filho, Enrico e Frederico Francavilla (YCSA) ficaram com a medalha de bronze após seis regatas (um descarte), organizadas pelo Yacht Club Paulista (YCP), que recebeu cerca de 50 embarcações no fim de semana prolongado, na primeira edição do Campeonato Sudeste Brasileiro da Classe Snipe.
Além da flotilha dos clubes náuticos da Represa Guarapiranga, local do evento, a competição reuniu barcos de outras localidades, como Santos e Rio de Janeiro. O Sudeste Brasileiro foi criado para suprir a necessidade dos “snipistas” desta região do País, em ter seu próprio campeonato, afirma o coordenador da Snipe São Paulo, Alonso Lopez. “Há alguns anos São Paulo participava de um outro regional, o Sul-Brasileiro, destinado mais especificamente aos três estados do Sul. A intenção da classe agora, é ter uma competição que envolva São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo”.
A lendária velejadora de Snipe, Bibi Juetz, pioneira da classe e associada do YCP nas décadas de 50, 60, 70 e 80, autorizou a Classe Snipe São Paulo a estampar seu nome no troféu transitório do Campeonato Sudeste Brasileiro, que adotará rodízio entre as cidades-sede: São Paulo, Santos, Ilhabela e Vitória (ES).
Campeã Mundial Masters em 1998 com Felipe Vasconcellos, Bibi começou a velejar aos sete anos com seu pai, em um 20 Metros. Em 1948 no Rio de Janeiro, velejou pela primeira vez de Snipe. Aos 83 anos, além de dar nome ao troféu, Bibi contemplará os participantes do inédito Sudeste Brasileiro com sua presença no Yacht Club Paulista.
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No último sábado, 29, Florianópolis foi palco para o segundo encontro de jets dos três estados do sul do Brasil, organizado por Júlio Gil, o “Homem Jet”. Grupos do Ilhas Jet, de Porto Alegre (RS), Jet Ventura, de Osório (RS), Floripa Jet (SC) e Jet Adventure (PR) saíram de Canasvieras às 10h30, passando por Cachoeira do Bom Jesus, Ponta das Canas, Lagoinha, Brava, Ingleses, Costão do Santinho, Moçambique, Canal da Barra da Lagoa e Lagoa da Conceição, onde os participantes almoçaram. O passeio contou, ainda, com apresentação de flyboard pela Pronautica. Foram mais de 60 jets e 150 pessoas. O retorno ao Condomínio Tropical, em Canasvieras, foi à tarde, seguido de churrasco patrocinado pela Mega Jet e Sanáutica.
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Num marco histórico para o esporte olímpico brasileiro, a Confederação Brasileira de Vela (CBVela) adotou uma nova regra em seu estatuto, ampliando a participação democrática da comunidade náutica. A partir de agora, velejadores, técnicos, oficiais de regata e medalhistas olímpicos passam a ter direito a voto na eleição para presidente da entidade. A decisão foi tomada pela Assembleia Geral da CBVela, em reunião no último sábado, dia 29, no Iate Clube de Brasília.
“É um dia histórico para a vela do Brasil. A proposta de alteração do estatuto já vinha sendo discutida internamente há pelo menos um ano. O objetivo é ampliar a participação de quem faz o esporte no dia a dia, sobretudo os atletas. É democratizar o processo eleitoral. É inovar, adotando uma regra inédita no esporte nacional. Com sabedoria e visão de futuro, a Assembleia entendeu que agora era a hora de dar esse passo”, afirmou o presidente da CBVela Marco Aurélio de Sá Ribeiro.
Com essa decisão, a CBVela se torna a primeira entidade do esporte olímpico brasileiro a contar com voto direto dos atletas na eleição presidencial. O próximo pleito da Confederação será no segundo semestre de 2020, ao fim do ciclo olímpico dos Jogos de Tóquio. Para definir os critérios de elegibilidade de quem pode votar e quem pode ser candidato, será formada uma comissão eleitoral, com representação garantida dos atletas. O regulamento da votação será amplamente divulgado no mínimo 180 dias antes do pleito, informando as normas, os prazos e o formato da eleição para presidente.
A Assembleia Geral ainda aprovou a introdução no estatuto do Conselho Estratégico da CBVela, que será responsável pelas decisões de maior âmbito e estratégicas para a modalidade. O Conselho, que ainda será formado, vai ser composto por pessoas de reconhecida e relevante contribuição para o esporte brasileiro, e destaque profissional na sua área de atuação.
Também consta agora formalmente no estatuto a regulamentação do Conselho Técnico da Vela (CTV), órgão que já era atuante no ciclo dos Jogos Rio 2016, reunindo alguns dos principais nomes da vela brasileira. Sua função é assessorar a diretoria da CBVela no que se refere à área técnica da modalidade, desde o planejamento até a tomada de decisões. O CTV é formado por representantes de atletas, técnicos, oficiais de regata, federações estaduais, Vela Jovem, CBVela e Comitê Olímpico do Brasil (COB).
Para completar, outra alteração estatutária aprovada pela Assembleia foi a separação do mandato do Conselho Fiscal do mandato do presidente. O Conselho passará a ser eleito dois anos após o pleito presidencial, garantindo maior autonomia para a fiscalização da entidade.
Vale destacar que a CBVela já previa no seu estatuto original boas práticas de governança, como a limitação de no máximo uma reeleição para presidente e vice-presidente. Em 2016, a entidade tornou-se a primeira confederação esportiva do Brasil a contar com uma consultoria para investir na excelência administrativa, em parceria pioneira com a Fundação Dom Cabral. Além disso, desenvolveu e implementou seu planejamento estratégico a fim de estabelecer as diretrizes e metas da gestão.
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De acordo com o decreto 62.228/2016, do governador Geraldo Alckmin, o vice-governador de São Paulo, Marcio França, que também acumula o cargo de Secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação de São Paulo, designou o primeiro presidente do Fórum Náutico Paulista, grupo de trabalho composto de membros do governo paulista e da sociedade civil, incluindo Náutica e Boat Show, que atua em prol do desenvolvimento do setor náutico de lazer no estado. Assim, a partir de quarta-feira, 26 de abril, Marco Antonio Castello Branco, que exercia a função de coordenador do Fórum Náutico Paulista, foi nomeado presidente do grupo. O Fórum Náutico Paulista existe desde 2013 e tem a participação, além de várias Secretarias de São Paulo, também da Acobar, do Sebrae e de representantes de boa parte das marinas paulistas. Junto com Marco Antonio Castello Branco foram empossados outros membros do governo estadual na administração do Fórum Náutico Paulista, todos com mandato de dois anos.
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A Toscana, na Itália, irá sediar de 10 a 14 de maio, o primeiro evento náutico de 2017: o Versilia Yachting Rendez-Vous. A cidade de Viareggio será palco para uma mostra de embarcações de médio e grande porte no melhor estilo made in Italy, envolvendo também design, arte, gastronomia e moda. Entre os participantes estará o Grupo Azimut-Benetti, com 11 modelos das coleções Flybridge, S, Grande e Magellano. Para conhecer as tendências e novidades do grupo ao mercado náutico internacional já está confirmada a participação de clientes brasileiros e latino-americanos que serão acompanhados pelo CEO e diretor comercial da Azimut do Brasil Davide Breviglieri e Francesco Caputo.
“Este evento é uma excelente oportunidade para aproximar mais os clientes latino-americanos da marca, que tem sua matriz na Itália e possui mais de 40 anos de tradição. A expertise do Grupo Azimut-Benetti é reconhecida mundialmente. Cada vez mais conquista admiradores devido ao alto padrão construtivo, inovações, modernas tecnologias e design exclusivo das suas embarcações assinadas por grandes designers. Com certeza, aos clientes que já visitaram a fábrica no Brasil, poder conhecer de perto um local tão representativo e tradicional quando se fala em cultura náutica será uma experiência memorável. Além disso, poderão comprovar que no Brasil seguimos os mesmos padrões de excelência da matriz em todos os processos”, diz o CEO da Azimut Yachts no Brasil Davide Breviglieri.
Entre as embarcações expostas pela Azimut Yachts, os visitantes terão a oportunidade de conhecer de perto o modelo Azimut Grande 30 Metri que já está com a primeira unidade em fabricação no Brasil e deverá ser entregue em fevereiro de 2018. É a maior embarcação produzida na unidade brasileira. O iate tem 30 metros de comprimento, mais de 110 toneladas, 3 pavimentos, 5 suítes, e flybrigde de cerca de 65 m².
A Azimut 83, que também é produzida em território nacional e que foi destaque recentemente no Rio Boat Show 2017, é mais um grande iate que estará exposto no evento. Conforto, design e tecnologia são algumas das características distribuídas em mais de 25 metros de comprimento. Para viver o máximo de experiências a bordo o flybrigde conta com jacuzzi, amplos solários e área para refeições. Nos pavimentos inferiores, destaque para a sala de jantar e estar com grandes janelas permitindo uma vista privilegiada e possibilitando o uso de iluminação natural. A cozinha é totalmente equipada com modernos eletrodomésticos e espaços para armazenamento. Conta ainda com 4 suítes que podem acomodar até 8 pessoas para pernoite.
Em termos de embarcações internacionais, o destaque será a preview da Azimut Grande 35 Metri antes de ser apresentada oficialmente ao mercado náutico mundial. Em sua apresentação no Yachts Miami Beach 2017, no início do ano, quando estava apenas na fase de projeto, foi divulgada a encomenda da quinta unidade. Em sua estrutura concentra dois clubes de praia (um da popa e outro na proa), ampla garagem que pode guardar um bote ou pequena embarcação e uma moto aquática. É possível ainda acrescentar um terceiro deck para utilizar como área para banhos de sol isolada e outras soluções inovadoras como uma suíte principal com maior terraço disponível no mercado.
Além das três embarcações, serão expostos outros oito modelos das linhas Atlantis, Flybridge e Magellano. Veja a lista completa abaixo:
Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias
A vela brasileira conquistou mais um resultado de top 5 para encerrar uma campanha de resultados positivos na Copa do Mundo de Hyères, na França. Na regata de medalha disputada neste domingo, dia 30, Jorge Zarif terminou na quarta colocação na classe Finn, fechando a competição em quinto lugar no geral, com 78 pontos perdidos.
“A regata começou bem para mim, montei em primeiro lugar na primeira boia. Mas no segundo contravento o francês (Jonathan Lobert), que também estava brigando pela medalha de bronze, tomou a frente”, disse Zarif. O ouro na Finn foi para o turco Alican Kaynar (52 p.p.).
Ao todo, a Equipe Brasileira de Vela conseguiu colocar três tripulações no top 5 em Hyères, um dos eventos mais importantes do calendário da World Sailing (Federação Internacional de Vela).
Na classe 49er FX, as campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze lideraram a classificação de ponta a ponta e conquistaram o título da competição no sábado. A dupla está com 100% de aproveitamento em 2017: duas participações em etapas da Copa do Mundo (Miami e Hyères) e dois ouros conquistados.
“Por enquanto este é um ano muito bom para a gente, apesar de termos vindo com pouco treino para cá. Estamos muito felizes, nossos técnicos também. Agora é treinar para o Campeonato Mundial, que vai ser a competição mais difícil do ano”, afirmou Martine.
Na RS:X feminina, Patrícia Freitas venceu a regata de medalha de sábado e terminou a Copa do Mundo de Hyères na quinta colocação.
A próxima grande competição de classes olímpicas no calendário é a etapa final da Copa do Mundo, marcada para Santander (Espanha), em junho.
Resultados do Brasil em Hyères
49er FX
Martine Grael e Kahena Kunze, medalha de ouro (34 pontos perdidos)
RS:X Feminino
Patrícia Freitas, 5ª colocação (89 pontos perdidos)
Bruna Martinelli, 25ª colocação (196 pontos perdidos)
Finn
Jorge Zarif, 5ª colocação (78 pontos perdidos)
André Mirsky, 34ª colocação (279 pontos perdidos)
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O estaleiro Evolve Boats acaba de entregar a segunda unidade da Evolve 350 HT, em Florianópolis. A embarcação, que teve sua primeira unidade lançada no início do ano, é do cliente Alexsandro Santana e vai navegar nas águas da Bahia. O novo modelo tem 10,67 m de comprimento e 3,44 m de largura, podendo receber até 13 pessoas durante o dia ou até meia dúzia em pernoite, com opção de fechamento do camarote de proa. A motorização fica por conta de dois motores de centro-rabeta de 250 a 430 hp cada.
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No último mês, a Fibrafort reconheceu suas melhores concessionárias com o Prêmio Concessionária Premium edição 2016/17, que destaca as revendas que tiveram o melhor índice de satisfação de clientes e melhor desempenho em vendas da marca no país. Foram premiadas a Náutica Paraná, de Londrina (PR), a Sport Náutica, de Foz do Iguaçu (PR), a Mega Jet, de Florianópolis (SC), e a Moto Oeste, de Adamantina (SP).
Para o prêmio, as concessionárias são avaliadas não apenas pelos resultados de vendas, mas também pela forma como conduzem o relacionamento com os clientes, considerando o atendimento pré e o pós-vendas, incluindo a infraestrutura física. Estes critérios são acompanhados ao longo do ano por meio de relatórios operacionais e de pesquisas de satisfação dos clientes, que servem de base para melhorias contínuas em toda a rede Fibrafort.
“A definição das concessionárias premium foi um processo que levou em consideração diversos fatores, como o alinhamento com os valores e condutas da marca, engajamento em vendas e pós vendas e claro indicadores de faturamento e satisfação do cliente”, afirma Marcio Ferreira, presidente da Fibrafort.
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O mercado náutico perdeu neste sábado, 29, uma de suas mais emblemáticas, carismáticas e importantes figuras, o empresário Gilberto Cavalcanti (no centro na foto), grande incentivador de corridas de barcos na Baía de Guanabara e responsável, por exemplo, por gerir com maestria a Nivesa, no fim dos anos 1960, empresa do grupo Mesbla Náutica, formando grandes profissionais para o mercado náutico brasileiro.
Ao lado dos também carismáticos filhos Guto e Kadu Cavalcanti, Gilberto tornou-se um dos principais representante dos motores BRP, no passado, e, mais recentemente, virou referência nacional por ser o maior revendedor de lanchas da marca Schaefer Yachts, com a empresa Kadu Marine.
“Convivemos juntos por mais de meio século. Gilberto tinha uma generosidade impressionante e uma postura ética fora do comum. Uma pessoa simples, com caráter excepcional, muito querido por todos, carisma ímpar e, mais do que tudo, um grande amigo e braço direito. Como profissional, foi um grande formador de pessoas e equipes”, enaltece Henrique de Botton, um dos fundadores da Mesbla Náutica. “Além de grande amigo, Gilberto foi um mestre na formação dos filhos e, mais do que isso, um ícone na construção do mercado náutico brasileiro”, relembra Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica.
O Grupo Náutica expressa sinceros sentimentos à família Cavalcanti. O velório acontece na Capela E, a partir das 13h30, e o sepultamento será neste sábado, às 16h30, no Cemitério São Francisco Xavier, no Caju, no Rio.
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Arrow460-Granturismo. Este é o nome da bonita lancha da Mercedes-Benz de 14 metros de comprimento com capacidade para até dez pessoas. O modelo é equipado com motores a diesel, tem design arrebatador e apresenta vários detalhes de luxo e conforto.
O tamanho do barco possibilita um impressionante interior, com banheiro, adega de vinhos e máquina de sorvetes, além de um sistema de áudio de alta qualidade e assentos de couro e detalhes em madeira de eucalipto.
A Mercedes lançou apenas dez exemplares do modelo de luxo, destinados a dez compradores que, obrigatoriamente, devem ser de países diferentes. Assim, segundo a montadora, o modelo, cujo preço inicial é de US$ 1,7 milhão, circulará pelo mundo inteiro.
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Por mais conforto e bem-estar que um barco ofereça, dormir a bordo nem sempre é garantia de sono tranquilo. Além do balanço da água, os camarotes e suas respectivas camas (sobretudo em lanchas menores que 30 pés de comprimento) ocupam espaços reduzidos, quase sempre na proa, onde o movimento do casco é mais acentuado, e servem muito mais para um cochilo do que propriamente como acomodação dos sonhos para pernoites.
Além disso, o segredo de uma boa noite de sono a bordo depende de dois fatores. Primeiro, o tamanho, a adequação e a posição da cama no camarote. Segundo, um detalhe que a maioria dos compradores quase nunca confere na hora de comprar um barco: a qualidade do colchão que equipa as camas — ou, no mínimo, se é um colchão de fato ou mero bloco de espuma revestido, feito um colchonete (como, infelizmente, ocorre em muitos casos).
O problema é que no Brasil não há empresas especializadas na produção de colchões para barcos, o que obriga os estaleiros a confeccionarem eles próprios os estofamentos das camas — o que fazem a partir de blocos de espuma recortados sob medida. Além disso, não há um tamanho padrão para camas de barcos. Quase sempre elas são colocadas “onde cabem”, sem nenhum estudo mais detalhado. Daí, muitas vezes, terem formatos nada convencionais.
A NÁUTICA de abril traz uma matéria completa sobre camas de barcos. Não perca e garanta já e o seu exemplar nas principais bancas e livrarias de todo o país.
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O estaleiro brasileiro Triton Group, após a participação no Rio Boat Show 2017, neste mês de abril, reforça a sua posição no mercado náutico nacional, graças ao expressivo número de visitantes que recebeu em seu estande (cerca de 5 mil pessoas). Durante o período algumas vendas foram efetivas e outras negociações seguem em processo de fechamento após o evento. Entre as lanchas expostas, a Armatti Yachts foi um dos destaques. Na ocasião, foram apresentados mais dois novos modelos dessa linha: as lanchas superesportivas Armatti 360 Coupe e Armatti 480 Sport Fly.
“Em pouco mais de seis meses dos primeiros lançamentos da Armatti Yachts no mercado, temos sentido ótima aceitação do público. No Rio Boat Show, tanto a Armatti 480 Sport Fly quanto a Armatti 360 Coupe – lançamentos – foram muito elogiadas não apenas pelo design superesportivo, mas também pela qualidade do processo construtivo, acabamento e possibilidades de configurações. São lanchas muito confortáveis e têm um excelente aproveitamento de espaços nas áreas interna e externa”, ressalta um dos diretores do Triton Group, Allan Cechelero.
“Além disso, uma das características que chamou a atenção na Armatti 360 Coupe foi a pintura fosca do casco. Algo bastante exclusivo, moderno e inovador, diferente do que geralmente é visto no mercado”, complementa.
A linha Triton Yachts também mantém o sucesso entre os navegadores. Com características mais clássicas, foram destaque os lançamentos Triton 230 Open, versão indicada para quem deseja comprar a sua primeira embarcação, e a Triton 340. Também estiveram expostos os modelos de 25 e 36 pés com hardtop.
Os amantes da pesca oceânica também puderam conferir as embarcações da consagrada Fishing Raptor. As lanchas produzidas pela marca, além de possibilitarem a prática do esporte, graças à sua estrutura para navegação a longas distâncias, também podem ser utilizadas para os momentos de lazer. As opções apresentadas ao mercado durante o Rio Boat Show foram os modelos Fishing 375 Solarium, Fishing 340 WA e a Fishing 265CC.
“Por atendermos a um público bastante diversificado e pela qualidade das nossas embarcações conseguimos realizar a venda de embarcações e iniciamos algumas negociações durante o evento que deverão ser fechadas em breve. Devemos ter bons resultados nas próximas semanas”, avalia o executivo.
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A nova Riva, 100′ Corsaro teve estreia mundial durante a quarta edição do Ferretti Group Open Days, em Hong Kong. Este é um novo e empolgante capítulo na história da marca que celebra o 175º aniversário da sua fundação este ano: pela primeira vez, um modelo Riva teve estreia na Ásia.
Mais de cem convidados internacionais de Hong Kong, toda a região da Ásia-Pacífico e da Europa estiveram presentes para admirar o primeiro exemplar de um modelo que já conta com sete embarcações vendidas.
Descendente de modelos lendários, a nova embarcação une conforto, desempenho, estilo e segurança. O seu tamanho majestoso é complementado – de forma equilibrada – por um olhar esportivo com contorno elegante, cores metálicas em tons escuros e amplas extensões de vidro.
“A estreia mundial da 100′ Corsaro em Hong Kong nos enche de orgulho e satisfação”, disse Alberto Galassi, CEO do Grupo Ferretti. “Esta estreia expressa plenamente o nosso desejo de enfrentar novos desafios e alcançar novos marcos, no precioso espírito que herdamos do inimitável gênio que foi Carlo Riva”, finalizou Galassi.
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Entre os dias 1º e 5 de maio, a Flexboat participa da Agrishow, uma das principais feiras de tecnologia agrícola do mundo, apresentando sua linha de embarcações infláveis, que podem ser utilizadas para lazer ou trabalho.
O evento, que acontece em Ribeirão Preto, interior de SP, de segunda a sexta, das 8h às 18h, ocupará uma área de 440 mil m² e deverá atrair mais de 152 mil visitantes, um público altamente qualificado e, formado em sua maioria, por produtores rurais, empresários, investidores e demais setores do segmento de agribusiness de todo o território nacional e do exterior.
A Flexboat estará no stand F6A1 e convida a todos os participantes do evento a visitarem seu estande e descobrir o Flexboat ideal. Com 27 anos de mercado e exportando para mais de 13 países, a marca tornou-se sinônimo de barco inflável durável, com qualidade premium e produção artesanal, tem em um de seus destaques a fabricação dos tubos (flutuadores) feitos de tecido Hypalon Orca importado da França e com certificados internacionais de qualidade e durabilidade.
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O 1º Campeonato Sudeste Brasileiro da classe Snipe, será realizado no Yacht Club Paulista, na Guarapiranga, entre os dias 29 de abril e 1º de maio. A equipe vencedora receberá o troféu transitório Bibi Juetz, homenagem à mais longeva velejadora de Snipe da história do Brasil. A velejadora estará presente para entregar o troféu e já confirmou sua presença.
Campeã Mundial Masters (1998 com Felipe Vasconcellos), atualmente com mais de 80 anos de idade, Bibi é uma lenda do Snipe. Ela começou a velejar com 7 anos com seu pai, num 20 metros. Em 1948 no Rio de Janeiro ela conheceu e velejou pela primeira vez de Snipe. Aos 75 anos de idade ela deu esta entrevista durante o Campeonato Mundial de Snipe Master em Trieste, realizado em 2009.
O Sudeste Brasileiro de Snipe ocorrerá na mesma raia que será o palco do Campeonato Brasileiro da Classe em 2019. A previsão é de 50 barcos na raia, que terá o comando de juízes que participaram do comitê da Rio 2016. As inscrições podem ser feitas aqui.
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