O estaleiro Evolve Boats acaba de entregar a segunda unidade da Evolve 350 HT, em Florianópolis. A embarcação, que teve sua primeira unidade lançada no início do ano, é do cliente Alexsandro Santana e vai navegar nas águas da Bahia. O novo modelo tem 10,67 m de comprimento e 3,44 m de largura, podendo receber até 13 pessoas durante o dia ou até meia dúzia em pernoite, com opção de fechamento do camarote de proa. A motorização fica por conta de dois motores de centro-rabeta de 250 a 430 hp cada.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
No último mês, a Fibrafort reconheceu suas melhores concessionárias com o Prêmio Concessionária Premium edição 2016/17, que destaca as revendas que tiveram o melhor índice de satisfação de clientes e melhor desempenho em vendas da marca no país. Foram premiadas a Náutica Paraná, de Londrina (PR), a Sport Náutica, de Foz do Iguaçu (PR), a Mega Jet, de Florianópolis (SC), e a Moto Oeste, de Adamantina (SP).
Para o prêmio, as concessionárias são avaliadas não apenas pelos resultados de vendas, mas também pela forma como conduzem o relacionamento com os clientes, considerando o atendimento pré e o pós-vendas, incluindo a infraestrutura física. Estes critérios são acompanhados ao longo do ano por meio de relatórios operacionais e de pesquisas de satisfação dos clientes, que servem de base para melhorias contínuas em toda a rede Fibrafort.
“A definição das concessionárias premium foi um processo que levou em consideração diversos fatores, como o alinhamento com os valores e condutas da marca, engajamento em vendas e pós vendas e claro indicadores de faturamento e satisfação do cliente”, afirma Marcio Ferreira, presidente da Fibrafort.
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O mercado náutico perdeu neste sábado, 29, uma de suas mais emblemáticas, carismáticas e importantes figuras, o empresário Gilberto Cavalcanti (no centro na foto), grande incentivador de corridas de barcos na Baía de Guanabara e responsável, por exemplo, por gerir com maestria a Nivesa, no fim dos anos 1960, empresa do grupo Mesbla Náutica, formando grandes profissionais para o mercado náutico brasileiro.
Ao lado dos também carismáticos filhos Guto e Kadu Cavalcanti, Gilberto tornou-se um dos principais representante dos motores BRP, no passado, e, mais recentemente, virou referência nacional por ser o maior revendedor de lanchas da marca Schaefer Yachts, com a empresa Kadu Marine.
“Convivemos juntos por mais de meio século. Gilberto tinha uma generosidade impressionante e uma postura ética fora do comum. Uma pessoa simples, com caráter excepcional, muito querido por todos, carisma ímpar e, mais do que tudo, um grande amigo e braço direito. Como profissional, foi um grande formador de pessoas e equipes”, enaltece Henrique de Botton, um dos fundadores da Mesbla Náutica. “Além de grande amigo, Gilberto foi um mestre na formação dos filhos e, mais do que isso, um ícone na construção do mercado náutico brasileiro”, relembra Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica.
O Grupo Náutica expressa sinceros sentimentos à família Cavalcanti. O velório acontece na Capela E, a partir das 13h30, e o sepultamento será neste sábado, às 16h30, no Cemitério São Francisco Xavier, no Caju, no Rio.
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Arrow460-Granturismo. Este é o nome da bonita lancha da Mercedes-Benz de 14 metros de comprimento com capacidade para até dez pessoas. O modelo é equipado com motores a diesel, tem design arrebatador e apresenta vários detalhes de luxo e conforto.
O tamanho do barco possibilita um impressionante interior, com banheiro, adega de vinhos e máquina de sorvetes, além de um sistema de áudio de alta qualidade e assentos de couro e detalhes em madeira de eucalipto.
A Mercedes lançou apenas dez exemplares do modelo de luxo, destinados a dez compradores que, obrigatoriamente, devem ser de países diferentes. Assim, segundo a montadora, o modelo, cujo preço inicial é de US$ 1,7 milhão, circulará pelo mundo inteiro.
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Por mais conforto e bem-estar que um barco ofereça, dormir a bordo nem sempre é garantia de sono tranquilo. Além do balanço da água, os camarotes e suas respectivas camas (sobretudo em lanchas menores que 30 pés de comprimento) ocupam espaços reduzidos, quase sempre na proa, onde o movimento do casco é mais acentuado, e servem muito mais para um cochilo do que propriamente como acomodação dos sonhos para pernoites.
Além disso, o segredo de uma boa noite de sono a bordo depende de dois fatores. Primeiro, o tamanho, a adequação e a posição da cama no camarote. Segundo, um detalhe que a maioria dos compradores quase nunca confere na hora de comprar um barco: a qualidade do colchão que equipa as camas — ou, no mínimo, se é um colchão de fato ou mero bloco de espuma revestido, feito um colchonete (como, infelizmente, ocorre em muitos casos).
O problema é que no Brasil não há empresas especializadas na produção de colchões para barcos, o que obriga os estaleiros a confeccionarem eles próprios os estofamentos das camas — o que fazem a partir de blocos de espuma recortados sob medida. Além disso, não há um tamanho padrão para camas de barcos. Quase sempre elas são colocadas “onde cabem”, sem nenhum estudo mais detalhado. Daí, muitas vezes, terem formatos nada convencionais.
A NÁUTICA de abril traz uma matéria completa sobre camas de barcos. Não perca e garanta já e o seu exemplar nas principais bancas e livrarias de todo o país.
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O estaleiro brasileiro Triton Group, após a participação no Rio Boat Show 2017, neste mês de abril, reforça a sua posição no mercado náutico nacional, graças ao expressivo número de visitantes que recebeu em seu estande (cerca de 5 mil pessoas). Durante o período algumas vendas foram efetivas e outras negociações seguem em processo de fechamento após o evento. Entre as lanchas expostas, a Armatti Yachts foi um dos destaques. Na ocasião, foram apresentados mais dois novos modelos dessa linha: as lanchas superesportivas Armatti 360 Coupe e Armatti 480 Sport Fly.
“Em pouco mais de seis meses dos primeiros lançamentos da Armatti Yachts no mercado, temos sentido ótima aceitação do público. No Rio Boat Show, tanto a Armatti 480 Sport Fly quanto a Armatti 360 Coupe – lançamentos – foram muito elogiadas não apenas pelo design superesportivo, mas também pela qualidade do processo construtivo, acabamento e possibilidades de configurações. São lanchas muito confortáveis e têm um excelente aproveitamento de espaços nas áreas interna e externa”, ressalta um dos diretores do Triton Group, Allan Cechelero.
“Além disso, uma das características que chamou a atenção na Armatti 360 Coupe foi a pintura fosca do casco. Algo bastante exclusivo, moderno e inovador, diferente do que geralmente é visto no mercado”, complementa.
A linha Triton Yachts também mantém o sucesso entre os navegadores. Com características mais clássicas, foram destaque os lançamentos Triton 230 Open, versão indicada para quem deseja comprar a sua primeira embarcação, e a Triton 340. Também estiveram expostos os modelos de 25 e 36 pés com hardtop.
Os amantes da pesca oceânica também puderam conferir as embarcações da consagrada Fishing Raptor. As lanchas produzidas pela marca, além de possibilitarem a prática do esporte, graças à sua estrutura para navegação a longas distâncias, também podem ser utilizadas para os momentos de lazer. As opções apresentadas ao mercado durante o Rio Boat Show foram os modelos Fishing 375 Solarium, Fishing 340 WA e a Fishing 265CC.
“Por atendermos a um público bastante diversificado e pela qualidade das nossas embarcações conseguimos realizar a venda de embarcações e iniciamos algumas negociações durante o evento que deverão ser fechadas em breve. Devemos ter bons resultados nas próximas semanas”, avalia o executivo.
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A nova Riva, 100′ Corsaro teve estreia mundial durante a quarta edição do Ferretti Group Open Days, em Hong Kong. Este é um novo e empolgante capítulo na história da marca que celebra o 175º aniversário da sua fundação este ano: pela primeira vez, um modelo Riva teve estreia na Ásia.
Mais de cem convidados internacionais de Hong Kong, toda a região da Ásia-Pacífico e da Europa estiveram presentes para admirar o primeiro exemplar de um modelo que já conta com sete embarcações vendidas.
Descendente de modelos lendários, a nova embarcação une conforto, desempenho, estilo e segurança. O seu tamanho majestoso é complementado – de forma equilibrada – por um olhar esportivo com contorno elegante, cores metálicas em tons escuros e amplas extensões de vidro.
“A estreia mundial da 100′ Corsaro em Hong Kong nos enche de orgulho e satisfação”, disse Alberto Galassi, CEO do Grupo Ferretti. “Esta estreia expressa plenamente o nosso desejo de enfrentar novos desafios e alcançar novos marcos, no precioso espírito que herdamos do inimitável gênio que foi Carlo Riva”, finalizou Galassi.
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Entre os dias 1º e 5 de maio, a Flexboat participa da Agrishow, uma das principais feiras de tecnologia agrícola do mundo, apresentando sua linha de embarcações infláveis, que podem ser utilizadas para lazer ou trabalho.
O evento, que acontece em Ribeirão Preto, interior de SP, de segunda a sexta, das 8h às 18h, ocupará uma área de 440 mil m² e deverá atrair mais de 152 mil visitantes, um público altamente qualificado e, formado em sua maioria, por produtores rurais, empresários, investidores e demais setores do segmento de agribusiness de todo o território nacional e do exterior.
A Flexboat estará no stand F6A1 e convida a todos os participantes do evento a visitarem seu estande e descobrir o Flexboat ideal. Com 27 anos de mercado e exportando para mais de 13 países, a marca tornou-se sinônimo de barco inflável durável, com qualidade premium e produção artesanal, tem em um de seus destaques a fabricação dos tubos (flutuadores) feitos de tecido Hypalon Orca importado da França e com certificados internacionais de qualidade e durabilidade.
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O 1º Campeonato Sudeste Brasileiro da classe Snipe, será realizado no Yacht Club Paulista, na Guarapiranga, entre os dias 29 de abril e 1º de maio. A equipe vencedora receberá o troféu transitório Bibi Juetz, homenagem à mais longeva velejadora de Snipe da história do Brasil. A velejadora estará presente para entregar o troféu e já confirmou sua presença.
Campeã Mundial Masters (1998 com Felipe Vasconcellos), atualmente com mais de 80 anos de idade, Bibi é uma lenda do Snipe. Ela começou a velejar com 7 anos com seu pai, num 20 metros. Em 1948 no Rio de Janeiro ela conheceu e velejou pela primeira vez de Snipe. Aos 75 anos de idade ela deu esta entrevista durante o Campeonato Mundial de Snipe Master em Trieste, realizado em 2009.
O Sudeste Brasileiro de Snipe ocorrerá na mesma raia que será o palco do Campeonato Brasileiro da Classe em 2019. A previsão é de 50 barcos na raia, que terá o comando de juízes que participaram do comitê da Rio 2016. As inscrições podem ser feitas aqui.
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Pode soar exagero (e até uma heresia) dizer que 2017 é o ano de ouro da vela. Principalmente para nós, brasileiros, que faturamos uma medalha dourada na Rio-2016, com as meninas da 49er FX, a dupla Martine Grael e Kahena Kunze. Mas evocamos esta licença poética porque a temporada — que, aliás, já está em andamento — promete, e muito! Trata-se de uma das mais interessantes da vela oceânica das últimas décadas, devido à realização de, pelo menos, quatro grandes provas mundiais. Sem falar que há, ainda, as tradicionais semanas de vela. Assim, o calendário torna-se especial, tanto para os fãs quanto para os atletas profissionais. E tudo graças a um capricho matemático raro do calendário. Confira a matéria completa na edição do mês de NÁUTICA, nas principais bancas e livrarias do país.
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Os Jeteiros/RS e a Jetski Trip Pelotas realizaram a primeira travessia de jet do Mercosul, entre o Brasil e o Uruguai. 25 jets sairam na última sexta-feira, 21, do Clube de Caça e Pesca de Pelotas, às 6h30 da manhã, chegando em Rio Brando, no Uruguai às 15h12.
Foram percorridos 207 km por água, com gasto de cerca de 3 000 litros de gasolina. A turma fez duas paradas em solo para alimentação, hidratação e abastecimento. “Pegamos condições distintas em vários momentos da ‘trip’, que oscilou de um canal São Gonçalo liso a uma Lagoa Mirim instável, com pontos de onda de até 1m e ventos sudoeste que variaram de 10 a 14 km”, relatou o presidente do grupo Jeteiros/RS, Everson. “Tivemos um excelente posicionamento de todos os participantes durante todo o trajeto, não correndo riscos de alguém se perder”, complementou.
Ao chegar na boca do Rio Jaguarão, os participantes foram recebidos pelo prefeito de Jaguarão e pelo secretário de esportes de Rio Branco, que estavam em uma lancha que os levou até a ponte de divisa entre os dois países. Lá, o grupo contou com a presença de público dos dois países e, depois, participou de um churrasco típico uruguaio de confraternização.
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A Real Powerboats aproveitou a 20ª edição do Rio Boat Show para divulgar seu mais novo projeto. Trata-se de uma lancha de 38,5 pés com hardtop que permitirá que o piloto navegue em pé, com o teto fechado, sem deixar a desejar na visibilidade em dias de chuva, segundo a marca. Além disso, em dias de calor, um aerofólio proporcionará ventilação no cockpit.
A Real 385 HT poderá acomodar 16 passageiros durante o dia e cinco em pernoite, nos dois camarotes fechados e dinete, com mesa regulável, que pode se transformar em outra cama. A cabine contará, ainda, com banheiro com box fechado. Como em outros modelos da marca, o casco terá o exclusivo Hydrolift System, que permite uma navegação macia e suave, com a preocupação em economia de combustível, sem perda de performance.
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O veleiro holandês Rainbow Warrior chega ao Rio de Janeiro nesta quinta-feira, 27 de abril, vindo de Montevidéu, no Uruguai. O modelo, construído pelo estaleiro Fassmer para o Greenpeace Internacional, é a terceira geração Rainbow Warrior e ficará atracado no Pier Mauá para visitação pública nos dias 29 e 30 de abril e 1º, 4, 5 e 6 de maio, sempre das 10h às 16h. A entrada é gratuita. Quem for conhecer o navio, poderá entrar na ponte de comando, ter contato com a tripulação, conversar com o capitão Peter Wilcox, e conhecer de perto o dia a dia e funcionamento do mais famoso navio da Organização.
O navio-veleiro tem 57,92 m de comprimento e conta com uma gama completa de equipamentos de segurança e ferramentas para ações de campanhas, como quatro embarcações infláveis, heliponto e uma plataforma de comunicações. O barco foi construído principalmente para navegação usando energia eólica em lugar de combustíveis fósseis, com a opção de alterar para um motor de potência de propulsão a diesel-elétrica quando as condições climáticas forem inadequadas para uso do vento. A forma do casco foi projetada para maximizar a eficiência energética.
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Depois de alguns problemas relativos à demora na operação de eclusagem para barcos de lazer, o Fórum Náutico Paulista, através da Câmara de Turismo, que tem a participação de Náutica e também do Departamento Hidroviário de São Paulo, além da Associação Brasileira de Velejadores de Cruzeiro (ABVC), da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação de São Paulo e da Aprecesp (Associação das Prefeituras das Cidades Estância de São Paulo), junto com vários profissionais do setor náutico, interferiu para tornar a vida dos navegantes no Tietê mais fácil.
Agora, foi determinado que embarcações de lazer têm prioridade e acesso rápido a eclusagem. Clicando aqui, os usuários podem acessar as normas que orientam os navegantes na hidrovia Tietê-Paraná, bem como nas respectivas eclusas, o que possibilita aos navegantes sair de Anhembi em São Paulo e ir de barco até São Simão em Goiás. O contato rápido do navegador com o Departamento Hidroviário pode ser feito através do número (11) 99901-1262. A Capitania Fluvial do Tietê-Paraná também disponibiliza informações ao navegante na região.
“Teremos o 1º Fórum de Turismo da Hidrovia Tietê-Paraná no dia 11 de maio, em Barra Bonita e, nos dias 12 e 13 de maio, o 1º Simpósio do Navegador da Hidrovia Tietê-Paraná. Em ambos faremos a criação do CONTUR da Hidrovia Tietê-Paraná, o qual irei presidir junto com a Dra Rosa, Presidente da Soamar Barra Bonita”, relatou Paulo Fax, representante da ABVC – Associação Brasileira de Velejadores de Cruzeiro.
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Acontece até esta quinta-feira, 27 de abril, pela primeira vez no OneOcean Port Vell, em Barcelona, a 29ª edição do MYBA Charter Show. Uma das mais importantes exposições internacionais de charter e superiantes, o evento está reunindo alguns modelos como Axioma, Indian Empress, Cheetah Moon, Nassima, Double Down e Odessa. Confira algumas fotos do MYBA Charter Show, que começou no dia 24.
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Tudo aconteceu como num piscar de olhos na vida dos cariocas Pedro Nóbrega e Rafaela Oliveira. Eles juntaram os trapinhos apenas dois meses depois de se conhecerem, em São Luís — muito longe da capital fluminense, embora ambos sejam engenheiros ambientais formados na mesma instituição, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, porém em turmas diferentes —, quando ele trabalhava no escritório de uma grande mineradora e ela, numa empresa que prestava serviço para essa companhia.
Lá se vão sete anos desde o início dessa história e, de lá para cá, as águas rolaram para valer: os dois trocaram de emprego mais de uma vez, abriram uma empresa de consultoria ambiental e, da feliz união, nasceu Maria, hoje com 4 anos. O que também marcou a intensa relação do casal é que, mesmo sem nunca terem velejado uma vez sequer na vida, eles passaram a viver a bordo de um veleiro, o Harpia, um Aladin 30, em Paraty.
E gostaram tanto da experiência que deixaram tudo para trás, mudaram de “casa” e, agora, habitam um veleiro seis pés maior e com muito mais conforto na cabine, o Delta 36 Alegria. “A gente tem uma ideia, corre atrás e tenta concretizar”, resume Rafaela. Confira a história completa da família na edição do mês de NÁUTICA, que ainda está nas principais bancas e livrarias do país.
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Produzido em alumínio, o novo superiate de 163 pés da Heesen Yachts chamado de Home é o primeiro iate de deslocamento rápido com propulsão híbrida da marca, aliando eficiência com a baixa queima de combustível. Possui duas opções de motorização: diesel mecânica e diesel elétrica. Estas opções podem ser usadas separadamente ou em conjunto, dando aos proprietários maior eficiência.
O modelo possui linhas exteriores contemporâneas, superestrutura dramática com uma escada de popa larga que conduz à plataforma do convés principal. Seu interior foi projetado pelo designer italiano Cristiano Gatto. A configuração interior inclui suíte do proprietário com janelas do chão ao teto, além de cinco camarotes de hóspedes no convés inferior, acomodando um total de 12 pessoas.
O superiate possui, ainda, spa, academia, jacuzzi, mesa de jantar para 12 pessoas e espreguiçadeiras. Um destaque deste novo iate híbrido é o seu skylounge, que possui janelas do chão ao teto com vista para a água. Pode ser equipado com dois motores MTU 12V de 805 hp. Home será entregue aos seus proprietários em junho, após testes no mar, e apenas a tempo para a temporada de cruzeiro do verão europeu.
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O estaleiro holandês Amels acaba de colocar mais uma unidade do Amels 180 na água. Lili, como foi nomeado, foi lançado esta semana em Vlissingen e se destaca dos demais Amels 180 já entregues por seu esquema de cores e alto nível de personalização.
Pensado pela Amels em parceria com Tim Heywood, Lili conta com 175 m² de espaço total ao ar livre, o que permitiu a instalação de uma piscina de 4 m de comprimento, e teve suíte do proprietário colocada em uma localização especial, o que possibilitou incluir uma ampla suíte VIP com varanda no convés principal.
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Pensando em criar uma embarcação com hardtop, mas que tivesse uma proa diferenciada, com um solário generoso, a mineira Ventura Marine projetou a nova 420 HT. A lancha de 12,60 m de comprimento tem design moderno e passa a ser o maior modelo com hardtop do estaleiro — a pioneira foi a V350 HT. Outro destaque na área externa do modelo é a popa, onde a praça conta com um belo conjunto de sofá e mesa, enquanto a plataforma abriga um espaço gourmet. A Ventura 420 HT poderá acomodar 12 passageiros de dia e seis em pernoite. A motorização ficará por conta de dois propulsores de 300 a 380 hp, a diesel ou gasolina. O lançamento está previsto para o fim deste ano.
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O Cabanga Iate Clube de Pernambuco iniciou, nesta segunda-feira, 24, as inscrições para a 29ª edição da Regata Internacional Recife-Fernando de Noronha, marcada para o dia 30 de setembro.
Os velejadores terão até o dia 28 de setembro para confirmar participação através do site www.refeno.com.br. Estão aptas para participar da Refeno as embarcações das classes ORC, RGS, Mocra, Multicasco, Catamarã, Multicasco Trimarã, Aço, Bico-de-Proa, Aberta e Turismo.
Como acontece todos os anos, as embarcações irão percorrer um total de 298 milhas náuticas, o que equivale a 545 quilômetros de distância entre o local de partida, Marco Zero do Recife, e o de chegada, Mirante do Boldró, no Arquipélago de Fernando de Noronha.
Em 2016, o barco gaúcho Camiranga, comandado pelo Samuel Albrecht, faturou o troféu Fita Azul pela terceira vez consecutiva. A embarcação ainda quebrou o recorde entre os monocascos, concluindo a travessia em 19h56min40s.
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A tradicional regata Taça dos Lagos comemora 78 anos em 2017 e, no dia 13 de maio, o YCSA, na Represa Guarapiranga, será palco da competição mais uma vez. Crescendo a cada ano, com a adesão de novos barcos e tripulações, o evento promete realizar um verdadeiro espetáculo da vela na represa. No ano passado, 114 barcos fizeram a festa e quebraram um novo recorde. Em 2015, foram 109 barcos e, em 2014, 88. Diversas classes entre Optimist e os mini oceanos como HPE e Fast230 confraternizam e há, também, o troféu Ernesto Reibel, entregue ao melhor clube, que dá um toque de elegância à regata, que também corre por uma causa nobre: a taxa de inscrição é de 2 kg de alimentos que serão entregues para instituições de caridade.
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Com capacidade para receber embarcações de mais de 50 metros de comprimento, a Marina Itajaí, em Santa Catarina, foi selecionada como mais um ponto, no sul do país, para receber megaiates nacionais e internacionais, através de acordo firmado com a Brazil Yacht Services (BYS). Esta empresa é a primeira no território nacional a implementar a filosofia “One-Stop Shop”, múltiplos serviços relacionados a iates de até 415 pés, de diversas partes do mundo, tanto para proprietários quanto para quem opta por locação. Entre as atividades, a BYS presta suporte e desenvolve roteiros de viagem e, além de adaptá-los de forma personalizada ao perfil do cliente, seleciona as melhores estruturas e locais para receberem as embarcações.
No Brasil, Santa Catarina, através da Marina Itajaí, se torna mais um ponto de apoio nas rotas de turismo oferecidas pela BYS, ao lado de destinos consagrados como Fernando de Noronha (PE), Angra dos Reis (RJ) e Manaus (AM).
“São pouquíssimos os lugares que têm estrutura necessária para receber grandes embarcações no Brasil. A operação para trazer um megaiate de outra parte do mundo, por exemplo, é bastante complexa. Passamos a incluir Santa Catarina nos roteiros da Brasil Yacht Services ao conhecermos a Marina Itajaí e o seu entorno já que oferecemos viagens com passeios terrestres além do próprio cruzeiro em si. Com certeza será um importante incremento dentro das opções de roteiros brasileiros que disponibilizamos aos nossos clientes”, explica um dos sócios da Brazil Yacht Services João Kossmann.
“É uma de nossas prioridades fomentar o turismo náutico catarinense assim como o desenvolvimento do setor como um todo. A atração de megaiates ao estado reflete em desenvolvimento econômico para diversos setores. Estamos localizados em área central do município de Itajaí e em uma região estratégica que está próxima a importantes destinos turísticos. Essas características aliadas à infraestrutura da Marina Itajaí, com certeza, foram fundamentais para a viabilização de um acordo como este, com uma empresa que tem vasta experiência em roteiros náuticos personalizados, que atua com embarcações de diversas localidades do mundo, além de outros serviços” avalia o diretor náutico da Marina Itajaí Carlos Oliveira.
Instalada em Itajaí desde 2015, a Marina Itajaí pode receber desde pequenas embarcações até iates e veleiros com mais de 150 pés. Até 2018 deve passar por nova ampliação e chegar a quase 400 vagas, entre molhadas e secas.
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Conhecer a profundidade das águas é o primeiro fundamento de qualquer navegação. Como regra geral, quanto mais fundo, mais seguro — pedras e bancos de areia estão sempre à espreita. No passado, os velhos navegadores serviam-se de uma corda com uma pedra na ponta para medir a profundidade por onde iam passando. Mesmo hoje, o método funciona.
Mas nada se compara à evolução que as sondas vêm tendo. Elas também são fundamentais para tornar qualquer pescaria mais eficiente, porque, além de mostrar a profundidade e o tipo de fundo, podem, dependendo do modelo, até apontar os cardumes. Sondas são, ainda, muito mais eficientes do que qualquer carta náutica, no que diz respeito à profundidade, porque a cartografia nem sempre é tão precisa quanto se desejaria.
Além disso, cartas náuticas abrangem grandes áreas e não detalham completamente o fundo de todos os locais, até porque alguns estão em constante transformação, por conta de assoreamentos e outros fenômenos naturais — daí, por exemplo, a necessidade de os navios recorrerem aos práticos nas entradas e saídas de portos. Contornar essas dificuldades, contudo, está ficando cada vez mais fácil, graças às sondas, que não param de evoluir.
A princípio, as sondas são aparelhos relativamente simples e não ocupam espaço a bordo dos barcos. Mas a escolha deve ser feita em função do uso e da área onde se costuma navegar. Veja na edição do mês de NÁUTICA o que é preciso saber para escolher o modelo mais apropriado para você e seu barco. Os exemplares estão disponíveis nas principais bancas e livrarias do país.
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A empresa paulista Younique Visual, no mercado de adesivação náutica desde 2011, está com uma novidade: o adesivo espelhado, que promete ter efeito surpreendente na água. A empresa envelopou recentemente o costado de uma Cimitarra 410 HT. Você pode conferir nas fotos abaixo:
Fotos: Divulgação
A marca trabalha com adesivos náuticos importados, que têm o poder de renovar e modernizar embarcações, por dentro e por fora, sem a necessidade de reforma – que exige mais tempo e mais dinheiro. Entre as opções, estão adesivos coloridos, madeiras, mármores, pedras, couro, courvin, fibra de carbono, etc. Os adesivos náuticos não são inflamáveis e podem ser lavados, sendo apropriados para revestimentos do casco, cozinha e banheiros, em qualquer tipo de embarcação.
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O show de barcos ainda não acabou para o Triton Group. A empresa está com lançamento Triton 23, além das embarcações Triton 25, Fishing 24 e Armatti 35 disponíveis na Boat SP, em São Paulo, que está aberta nesta sexta (21) e sábado (22), das 9h às 16h.
Estreia durante o Rio Boat Show 2017, a Triton 230 nasceu para suprir uma demanda de mercado de embarcações pequenas para entrada no mundo náutico e preenche uma lacuna entre as lanchas de 20 e 25 pés do estaleiro, que atualizou o design e incluiu motorização de centro-rabeta para esta novidade.
Suas principais características, segundo a marca, é ser um barco de entrada com bom aproveitamento de espaço – tem, inclusive, um generoso solário de popa, além de sofás para acomodar os passageiros. Mesmo sendo um barco pequeno, conta com banheiro, proporcionando um conforto a mais nos passeios.
A Boat SP fica à avenida Jornalista Roberto Marinho, número 1 900. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (11) 4304-6512.
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O novo estaleiro Okean Yachts acabou de lançar seu primeiro barco, um fast trawler de 50 pés, no Rio Boat Show, e já está com um 80 pés a caminho, com lançamento previsto para o fim do ano.
Assim como o Okean One, Okean 80 foi projetado por Paolo Ferragni e chama atenção pelo design e conceito inovador. Com deck sobre o mar, criado através de aberturas laterais no costado e portas amplas na lateral do living, resulta em uma embarcação onde o salão e a popa são integrados com as laterais, criando um ambiente com grande visibilidade do mar e amplo espaço útil. O casco duo mode possibilita navegar em deslocamento a baixas velocidades com baixo consumo ou acelerar a velocidade de planeio como uma lancha, criando grande versatilidade e conforto durante a travessia.
O modelo já começou a ser produzido na fábrica da marca. Confira algumas imagens da laminação por infusão, que durou 45 minutos e utilizou 3 500 l de resina éster vinílica.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Neste sábado, 22, a Ponta do Poço Marina Clube, em Pontal do Paraná (PR), recebe três modelos de iates das linhas de passeio e pesca oceânica do Triton Group, durante o tradicional campeonato de pesca. O público que participar da disputa e também visitar o local poderá conhecer em detalhes as embarcações Fishing 340 WA, a Triton 340 e a novíssima Armatti 360 Coupe.
Fishing 34 WA (Foto: Mozart Latorre)
“A adesão do público paranaense pelas lanchas de pesca oceânica da Fishing Raptor é muito grande. Não há dúvidas de que o grande atrativo é aliar a estrutura das embarcações Fishing capazes de navegar a longas distâncias à comodidade de se ter uma embarcação que possa ser utilizada também para passeios. O conforto e o aproveitamento dos espaços para pernoite e lazer a bordo são algumas das características que conquistam os navegadores que optam por uma lancha da marca”, explica um dos diretores do Triton Group Allan Cechelero. “Além da Fishing 340 WA poderão ser visitados outros grandes sucessos do Triton Group, como a recém-lançada Armatti 360 Coupe e a Triton 340”, complementa.
Armatti 360 Coupé (Foto: Divulgação)
As embarcações produzidas pelo Triton Group também chamam a atenção dos amantes do universo náutico pelo design, que vai do estilo clássico ao superesportivo. Os modernos equipamentos de navegação, o desempenho e as opções de customização de motorização além de itens da área interna e externa da embarcação são mais atrativos além do processo construtivo de alta qualidade.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A Diretoria de Portos e Costas, por meio de Portaria publicada no Diário Oficial da União de 13 de abril, atualizou algumas regras relacionadas às atividades com equipamentos de entretenimento aquático contidas nas Normas da Autoridade Marítima para Amadores, Embarcações de Esporte e/ou Recreio e para Cadastramento e Funcionamento das Marinas, Clubes e Entidades Desportivas Náuticas (NORMAM-03/DPC). Dentre as alterações promovidas estão as novas regras para dispositivos flutuantes rebocados, tipo “banana boat” e “disc boat”.
A partir de agora é proibido o transporte de crianças menores de sete anos nesses dispositivos. Crianças com idade igual ou maior do que sete anos e inferior a doze anos só poderão ser conduzidas acompanhadas ou autorizadas pelos pais ou responsáveis, sendo de inteira responsabilidade do condutor e/ou do proprietário da embarcação obter a anuência dos pais ou responsáveis pelo menor.
No caso do “banana boat”, a criança deverá ter condições de manter-se firme no dispositivo, apoiando seus pés no local apropriado e as mãos segurando na alça frontal do assento. No “disc boat”, elas deverão manter-se com as mãos apoiadas nas alças laterais. Recomenda-se, também, que as crianças estejam posicionadas entre dois adultos, de modo a manterem-se mais seguras e equilibradas. O número de passageiros está limitado a cinco pessoas por dispositivo.
Além disso, a embarcação rebocadora, quando operada comercialmente, deverá ser conduzida por um aquaviário e dispor de um outro tripulante a bordo, que poderá ser um aquaviário ou amador, para observar a operação. Essas e outras atualizações relacionadas às atividades com equipamentos de entretenimento aquático podem ser vistas no Item 0112 do Capítulo 1 da NORMAM-03/DPC, em www.dpc.mar.mil.br.
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Um dos mais importantes campeonatos no calendário da Vela Jovem Nacional, o Brasil Centro da Classe Optimist terminou no último domingo, 16 de abril, nas águas da Baía de Guanabara. Válida como segunda e última etapa da Seletiva Nacional para a Equipe Brasileira Jovem, a competição definiu os atletas que disputarão os torneios internacionais da Classe em 2017 (a primeira etapa foi o Campeonato Brasileiro de Optimist, realizado em janeiro, em Vitória). O evento, com sede no Iate Clube do Rio de Janeiro, teve como vencedor, entre os veteranos, Lorenzo Balestrin, com 62 pontos perdidos. Na categoria estreante, Pedro Henrique Gambino ficou com o ouro, com um total de 15 pontos perdidos, ambos do Clube dos Jangadeiros.
Ao todo, 135 velejadores veteranos e 29 estreantes participaram do torneio. No último dia de competições, o vento demorou para estabilizar na raia da Baía de Guanabara e, somente após as 14h, foi possível iniciar os procedimentos de largada. Foram realizadas, então, duas regatas de veteranos e uma de estreantes. Contando todos os dias de campeonato, foram 11 regatas da categoria veterano e sete da categoria estreante.
O evento também ficou marcado por uma clínica teórica e prática com treinadores da classe, promovida pela Confederação Brasileira de Vela (CBVela) e pelo ICRJ, sob o comando de Walter Böddener e Bruno Di Bernardi. O objetivo foi instruir sobre as melhores práticas e métodos de treinamento dos velejadores mais jovens. Os encontros aconteceram nos dias 9, 10 e 11, das 18h às 20h, também no Iate Clube do Rio. Já o acompanhamento técnico das regatas, com reuniões de manhã e à tarde, de acordo com a dinâmica das flotilhas, foi realizado com o intuito de avaliar e discutir com os técnicos o desempenho dos atletas durante a competição.
Pedro Henrique Gambino campeão do Brasil Centro de Optimist Estreante
Lorenzo Balestrin campeão do Brasil Centro de Optimist Veterano
Ranking de classificação para os campeonatos internacionais
O ranking de classificação para os campeonatos internacionais é estabelecido a partir das regatas do Campeonato Brasileiro de Optimist e do campeonato regional escolhido como seletiva, que neste ano foi o Brasil Centro de Optimist. Veja como ficou o ranking:
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A Garmin International Inc., uma unidade da Garmin Ltd., anunciou o lançamento de dois novos rádios marítimos que se destacam pela fácil instalação e utilização, o VHF 110i e o VHF 210i AIS. Os sistemas de Identificação Automática (AIS) e de comunicações foram desenhados para reforçar a segurança dos marinheiros, pescadores e pilotos recreativos e tornar a sua permanência no mar mais cômoda e descontraída, disponibilizando-lhes ferramentas de comunicação que asseguram uma maior confiança em alto mar.
Ambos os modelos incluem Chamadas Seletivas Digitais (DSC), um protocolo global que recorre ao canal 70 para transmitir e receber mensagens digitais, e ligam-se através da rede NMEA 2000® a plotters cartográficos compatíveis e MFDs da Garmin. Estão ainda pré-programados com canais marítimos internacionais, incluem um sistema bidirecional de altifalantes para comunicação a bordo e são compatíveis com NMEA 0183.
VHF 210
Os rádios VHF equipados com DSC têm a capacidade de enviar e receber mensagens de emergência digitais, chamadas privadas e chamadas de caráter geral, através da utilização de números de Identificação do Serviço Móvel Marítimo (MMSI) armazenados. Em caso de perigo, as DSC aumentam significativamente as hipóteses de um salvamento mais rápido. Tanto o modelo VHF 110i, como o VHF 210i AIS são de montagem fixa e possuem uma potência de transmissão de 25 W. O rádio VHF 210i AIS integra o Sistema de Identificação Automático (AIS) no plotter cartográfico para melhorar a comunicação, a percepção situacional e prevenir colisões.
Ambos os modelos foram desenhados para complementar os plotters cartográficos GPSMAP®722/922, GPSMAP 1022/1222, GPSMAP 7400 e GPSMAP 8400 e MFD.
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