A Universidade de Plymouth está desenvolvendo, juntamente com a especialista em equipamentos autônomos MSubs e o escritório Shuttleworth Design, no Reino Unido, o projeto MARS (The Mayflower Autonomous Research Ship), com o objetivo de projetar, construir e navegar a primeira embarcação de tamanho tradicional não tripulada pelo Oceano Atlântico para pesquisas.
Com mais de 100 pés de comprimento, MARS usará apenas energia renovável – vento e luz do sol – como propulsão e terá, ainda, uma variedade de drones a bordo para realizar experimentos durante a viagem. A travessia da embarcação pelo Atlântico está prevista para 2020, após um ano de testes, e irá marcar o 400º aniversário das navegações originais Mayflower de Plymout da Inglaterra para o continente norte-americano.
Fabricado pela americana INNE Space Productions e com motores de alta potência – o mais poderoso deles possui 300 cv e pesa 612 kg –, o Seabreacher equivale a um carro esportivo com o diferencial de ser aquático, podendo até mesmo submergir por curtos período de tempo e com estabilidade concedida pelas barbatanas de formas verticais.
Produzidos à mão, um a um, os “tubarões a motor” são construídos e personalizados de acordo com a preferência do cliente e já passou das 100 unidades entregues desde o seu lançamento, em 2013. Custam em torno dos R$ 240 mil.
Veja o vídeo de demonstração do Seabreacher:
Foto: Divulgação
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Na última sexta-feira, 11 de dezembro, a Acatmar (Associação Náutica Catarinense para o Brasil) marcou presença na Praia de Palmas, em Governador Celso Ramos (SC), para a cerimônia de hasteamento da Bandeira Azul para a temporada 2015/2016.
A certificação internacional é concedida pela Foundation for Environmental Education (FEE – Fundação para Educação Ambiental) e Instituto Ambientes em Rede, que avaliam cerca de 30 pontos relacionados à infraestrutura, segurança, qualidade da água e preservação e educação ambiental. A conquista do certificado atesta as boas práticas na praia. O local recebeu em outubro uma das edições do Projeto Limpeza dos Mares, promovido pela Acatmar.
Em Santa Catarina, além da Praia de Palmas, foi certificada a Lagoa do Peri, em Florianópolis, para a temporada 2015/2016.
O estaleiro australiano Nauti-Craft apresentou um novo sistema de suspensão náutica que foi instalado no protótipo Nauti-Craft 2Play. O sistema hidráulico é separado do convés e transforma a lancha em um catamarã com maior controle e estabilidade para o piloto. Embora estes sistemas hidráulicos não sejam uma novidade, o sistema patenteado da Nauti-Craft é o primeiro que não precisa de energia para funcionar, por isso não só promete aumentar o conforto dos passageiros como, também, contribuir para a economia de combustível. O sistema foi desenvolvido pela mesma equipe que criou a suspensão Kinetic encontrado em veículos off-road.
Foto: Divulgação
No vídeo abaixo é possível ver um pouco do que esse sistema é capaz:
O Festival ASAI de Surfe 2015 acontece neste sábado, 19, a partir das 8 horas, na Praia da Ilhota, em Itapema (SC). O campeonato, que irá contar com provas nas categorias surf, bodyboard open e SUP wave e race, é organizado pela Associação de Surf Amigos de Itapema (ASAI) e conta com o apoio do Plaza Itapema Resort e SPA que busca incentivar a prática do esporte na região além da conscientização ambiental.
O último campeonato do ano contará com a presença do tricampeão mundial do ISA World Bodyboarding Championship, o catarinense Eder Luciano. “Desde os meus doze anos eu surfo na praia em frente ao Plaza e se tornou um dos meus locais favoritos para treinar. Tem ondas muito boas que já tornaram o lugar conhecido por surfistas de diversos lugares e será um grande prazer estar com a galera durante o Festival ASAI. É através de competições como essa que farão do surfe o esporte da cidade”, comenta Eder Luciano.
As inscrições poderão ser feitas no local e têm valor único de R$ 30 mais um brinquedo para ser doado para uma das instituições de caridade da cidade.
A III Copa Brasil de Vela se tornou o maior evento de vela olímpica na história do Brasil. Última grande competição na Baía de Guanabara antes dos Jogos Rio 2016, o evento organizado pela Confederação Brasileira de Vela (CBVela) bateu recorde de participantes. Com sede na Praia de São Francisco, em Niterói (RJ), o campeonato conta com a participação de 341 atletas, totalizando 250 barcos de 41 países. A Copa Brasil prossegue até o dia 20 com regatas previstas a partir das 13h (de Brasília).
“Esperávamos a presença de muitos competidores. O número de atletas vem aumentando a cada edição e isso fica potencializado pela proximidade com os Jogos Olímpicos. É bom ter os grandes nomes da vela na competição”, afirmou o coordenador técnico da CBVela, Torben Grael, dono de cinco medalhas olímpicas, sendo duas de ouro.
Em sua terceira edição, a Copa Brasil superou o número de inscritos de suas versões antigas, como a Semana Brasileira de Vela, e também os dois eventos-teste dos Jogos Olímpicos. No Aquece Rio 2014, foram 309 atletas, com 217 barcos. Já na edição deste ano estiveram presentes 326 velejadores, totalizando 230 barcos.
“Chamam a atenção os números, a confederação está de parabéns por essa ideia de realizar esses eventos tentando atrair uma grande quantidade de barcos. Os Jogos Olímpicos são um grande atrativo e os estrangeiros querem aproveitar todas as oportunidades. O Brasil soube aproveitar o fato de ser a sede olímpica para atrair mais competidores”, disse Fernanda Oliveira, primeira mulher brasileira, ao lado de Isabel Swan, a conquistar uma medalha olímpica para o país na vela.
Entre os estrangeiros presentes na Copa Brasil estão o britânico Giles Scott, tricampeão mundial da classe Finn; os franceses Billy Besson e Marie Riou, tricampeões mundiais na Nacra 17; o australianos Mathew Belcher, campeão olímpico em Londres-2012 na 470 masculina, que agora compete ao lado de Will Ryan; a francesa Charline Picon, campeã mundial em 2014 na RS:X feminina; entre outros grande nomes.
Resultados
Na Laser, Robert Scheidt está em quarto lugar, com 38 pontos perdidos. A liderança é do australiano Matthew Wern, com 29 pontos perdidos. Na Laser Radial, Fernanda Decnop está em sétimo, com 42 pontos perdidos. O primeiro lugar está com a belga Evi van Acker, com 13 pontos perdidos. Na Finn, Jorge Zarif ocupa a sétima posição, com 26 pontos perdidos. Giles Scott lidera com nove pontos perdidos.
Na Nacra 17, João Bulhões e Gabriela Nicolino subiram para quinta posição, com 32 pontos perdidos, enquanto Samuel Albrecht e Isabel Swan estão em sexto, com 36. Mesmo assim, a segunda dupla, pelo resultado obtido no Sul-Americano, na semana passada, segue em vantagem na disputa pela vaga olímpica. Quem lidera são os austríacos Thomas Zajal e Tanja Frank, com 20 pontos perdidos.
Na 49erFX, Martine Grael e Kahena Kunze estão em sétimo, com 24 pontos perdidos. A liderança é das espanholas Tamara Echegoyen e Berta Betanzos, com 12 pontos perdidos. Na 49er, Marco Grael e Gabriel Borges terminaram o dia em sétimo, com 25 pontos perdidos. Os australianos Nathan Outteridge e Lain Jensen estão na frente, com 17 pontos perdidos.
Na 470 masculina, a disputa pela vaga olímpica brasileira segue acirrada. Geison Mendes e Gustavo Thiesen mantiveram a diferença de quatro pontos para Henrique Haddad e Bruno Bethlem. A primeira dupla está em 12º, com 42 pontos perdidos, enquanto os adversários estão em 13º, com 48. O primeiro lugar é dos franceses Bouvet Sofian e Jeremie Mion, com 12 pontos perdidos.
Na 470 feminina, Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan estão em 10º, com 32 pontos perdidos. A liderança é das francesas Camille Lecointre e Helene DeFrance, com 10. Na RS:X feminina, Patricia Freitas está em oitavo, com 35 pontos perdidos. A polonesa Zofia Klepacka lidera com 17. Na versão masculina, Ricardo Winicki, o Bimba, é o 14º, com 69 pontos perdidos. O líder é o holandês Dorian Van Rijsselberge, com 23.
Inspirado no Spitfire, um avião de combate de alta performance britânica da II Guerra Mundial, o Aeroboat tem 48 pés e vem equipado com um motor V12 Rolls-Royce Merlin, com capacidade de levar a embarcação aos 75 nós. Claro que a construção leve, em fibra de carbono, kevlar e folheados de madeira também contribuem para tal desempenho. Seu cockpit pode ser projetado conforme as necessidades do proprietário, com capacidade de quatro a sete pessoas. Com arquitetura naval por Laurent Giles, esta embarcação será construída pela Green Marine e será limitada a 10 unidades.
Aos 28 anos, o wakeboarder Robert Hoffmann, filho caçula de Ingo Hoffmann, ex-piloto de corridas de automóvel, teve morte confirmada nesta quarta-feira, em São Paulo. Robert lutava contra um câncer no cérebro desde 2010, quando foi detectado e tratado. Recentemente, o tumor voltou, o que levou Robert de volta aos tratamentos mais intensivos no Hospital São José, em São Paulo.
Em 2011, Robert foi o principal personagem de uma reportagem de capa de NÁUTICA, na qual analisou as marolas geradas por cinco lanchas de wakeboard em um grande comparativo técnico.
O velório acontece no cemitério e crematório Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, nesta sexta-feira, a partir das 10 h. A cremação será no mesmo local, às 14 h.
A equipe NÁUTICA expressa sinceros sentimentos à família.
A Dinamarca se tornou o primeiro país a anunciar uma oferta para o Campeonato Mundial ISA StandUp Paddle & Paddleboard de 2017. Se for bem sucedido, ele será o primeiro país europeu a sediar a competição, que já aconteceu no México, na Nicarágua e no Peru, tendo como opções para 2016 Fiji, México, Argentina e China.
Copencold Hawaii, como foi nomeado, será uma colaboração entre Copenhagen e a fria Hawaii, em Thisted Municipality, cada lugar com suas modalidades. Com duração de 12 dias, a competição estima receber entre 280 e 300 atletas de 50 países competindo entre os dois locais.
A ideia tem o apoio do bicampeão mundial do ISA StandUp Paddle, o dinamarquês Casper Steinfath, além do munícipio Thisted Municipality e do Wonderful Copenhagen. “Queremos aumentar a conscientização sobre o esporte na Dinamarca e no resto da Europa e mostrar que o SUP é um esporte global”, disse Steinfath. O evento vem poucos dias depois do Sport Event Denmarke Wonderful Copenhagen e a colaboração com garantias financeiras do governo têm sido uma marca das propostas da Dinamarca para eventos internacionais.
O país já sediou com sucesso muitos grandes eventos esportivos na última década, dentro e fora da água, incluindo os 2011 World Road Cycling Championships, 2014 World Half Marathon, 2014 Men’s Handball European Championships, e 2014 World Badminton Championships. No ano passado, a cidade de Aarhus, o anfitrião de muitos campeonatos mundiais e europeus da classe de vela, ganhou o direito de sediar a 2018 ISAF Sailing World Championships.
O direito de sediar o Campeonato Mundial de SUP é decidido pela International Surfing Association. O prazo para a apresentação de propostas para a edição de 2017 é no fim de janeiro de 2016, com a decisão tomada até o final de abril.
Em mais um dia de ventos fracos e instáveis, Robert Scheidt repetiu o desempenho da estreia da Copa Brasil de Vela, e subiu para a quarta posição na classificação geral. Scheidt fez um 3º e um 17º lugares nas duas regatas desta quarta-feira (16), disputada dentro da Baía de Guanabara. A liderança segue nas mãos do australiano Mathew Wearn.
Como na terça-feira, as regatas começaram depois das 15h30. “A primeira prova foi de recuperação. Não larguei muito bem, mas fui subindo posições ao longo da disputa, até terminar com o terceiro lugar. Já na segunda prova, o vento diminuiu bastante. Eu arrisquei muito, optei pelo lado esquerdo da raia, como na primeira regata, mas o vento virou para o lado direito e acabei perdendo muitas posições”, explicou Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star.
As condições climáticas desfavoráveis nas raias olímpicas acirraram ainda mais a disputa, com os primeiros colocados muito próximos uns dos outros na classificação. “Todos estão oscilando bastante, será uma competição de pontuação elevada”, apostou o brasileiro, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. “Mas preciso velejar melhor nos próximos dias e diminuir a minha pontuação para chegar com chances de pódio à medal race, pois ainda temos o descarte do pior resultado.”
Encarada como último grande teste olímpico deste ano, a Copa Brasil de Vela conta com todos os candidatos ao pódio dos Jogos do Rio 2016. Para a classe Laser estão previstas mais seis regatas até sábado (19). No domingo, os dez primeiros colocados seguem para a medal race, valendo pontos dobrados.
Em jantar especial realizado em sua fábrica na Grande São Paulo, o estaleiro paulista Intermarine lançou seu mais novo produto: a revolucionária Intermarine 62. Apostando em novidades nunca antes vistas em embarcações deste porte, como o beach club na popa, vai ser difícil não se encantar com a lancha. Assista este e outros detalhes do barco apresentados por ninguém menos que o próprio designer da Intermarine, e um dos mais famosos designers náuticos do mundo, Luiz de Basto.
Seguindo mais uma vez as seções já de sucesso na revista, TV Náutica estreia hoje a playlist especial para Novos Barcos. Nela você vai ter sempre, em primeira mão, as maiores novidades do mercado náutico também em vídeo.
O vice-almirante Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Junior, nascido no Rio de Janeiro, em 3 de agosto de 1958, é o novo comandante da esquadra brasileira. Com mais de 40 anos de serviço, o vice-almirante Bento iniciou suas atividades na Marinha em 1973, na mesma turma de Marcio Dottori, diretor técnico da Revista NÁUTICA. Especializado em submarinos, comandou dois navios submersíveis da esquadra, o Tamoio e o Tonelero. Além disto, o vice-almirante Bento, com pós-graduação em ciências políticas pela Universidade Nacional de Brasília, MBA em gestão internacional da COPPEAD da Universidade Federal do Rio de Janeiro e MBA em gestão pública da Fundação Getúlio Vargas, teve várias funções de destaque em mais de quatro décadas de carreira. Entre elas a de assessor parlamentar para defender os interesses da Marinha no Congresso Nacional e Diretor-Geral da Secretaria da Junta Interamericana de Defesa em Washington (EUA).
Dezembro é mês de calor, férias, festas. Aproveitando o clima desta época, o Iate Clube de Santos convida para um dia de pescaria e muita diversão no tradicional Torneio Píer Pesca. O evento, patrocinado pela Grow e pela Shefa, acontecerá na sede do iate clube em Angra dos Reis, no dia 30 de dezembro, a partir das 9h30. As inscrições – gratuitas – deverão ser feitas no local, no dia do torneio e restringe a participação a sócios do clube e seus convidados.
O estaleiro paulistano Dumar anunciou a expansão de suas instalações industriais. Situado no bairro da Lapa, o novo galpão de 800 metros quadrados será destinado à montagem de sua linha de lanchas para pesca e passeio, que atualmente compreende cascos medindo de 17 a 27,5 pés.
O proprietário do estaleiro, Carlos Eduardo Leandro Ribeiro, o Carlão, comenta sobre a decisão na atual situação econômica adversa. “Mar calmo não faz marinheiro bom. Decidimos ampliar e reorganizar a nossa fábrica para podermos desenvolver novos modelos e estarmos preparados para quando o Brasil sair da crise”, disse.
Nos deixou nesta quarta-feira, 16, o professor náutico Hilvir Cantanhede, vítima de um câncer, com o qual lutava há 15 anos. Nascido em 25 de novembro de 1925, em Alagoas, o professor Hilvir foi pioneiro no ensino náutico com a Unimar, escola com a qual preparou, em São Paulo, mais de 40 mil alunos para os cursos de arrais e mestre amador, durante mais de 20 anos. Exímio velejador e sócio do São Paulo Yacht Club (SPYC), o professor Hilvir, através da sua editora, a Edições Marítimas, publicou vários livros, entre eles o Navegue Tranquilo e o ABC da Vela.
Além de muito dedicado aos cursos náuticos regulares, incluindo também navegação eletrônica, foi o professor Hilvir quem iniciou a distribuição gratuita do livreto intitulado Tábuas de Marés, em São Paulo e foi, ainda, o primeiro empresário a comercializar cartas náuticas fracionadas, feitas para caberem na mesa de navegação dos barcos de lazer. “Aprendi a velejar com o professor Hilvir Cantanhede na represa de Guarapiranga, em São Paulo, quando tinha 13 anos. Seus ensinamentos precisos nesta arte milenar me ajudaram até mesmo durante minha travessia de veleiro do Brasil para a África, em 1998”, revela Marcio Dottori, diretor técnico de Náutica.
A equipe NÁUTICA expressa sinceros sentimentos à família.
A Bugatti, fabricante de carros super esportivos, e a Palmer Johnson, construtora de iates milionários, lançaram juntas uma nova linha de iates de luxo que nomearam de Niniette. Formado por iates esportivos de 42 a 88 pés, o novo projeto será produzido em fibra de carbono e apresentará distintos elementos de design da Bugatti com materiais avançados.
Tal como acontece com os carros esportivos, a equipe de design da Bugatti seguiu a sua própria abordagem com elementos de seus carros famosos como o Type 57 C Atlante e o Type 41 Royale. O design é caracterizado por superfícies e linhas que criaram um equilíbrio perfeito entre elegância e a esportividade. O desenho do casco Niniette é baseado na série de SuperSport revolucionário da Palmer Johnson, e foi concebido para alcançar uma velocidade máxima de 38 nós.
O modelo central na nova série é o de 63 pés, PJ63 Niniette, possui um salão de 63 m² no convés, uma acomodações para até 4 pessoas e uma cabine de tripulação. Clientes podem personalizar o interior para atender o seu estilo e suas necessidades. O modelo de 42 pés PJ42 Niniette e o de 88 pés PJ88 Niniette, também estão disponíveis. O tempo de produção para todos os três modelos é de cerca de 12 meses e os valores variam de acordo com o tamanho do iate. O PJ42 Niniette, o menor modelo, custará € 2 milhões (cerca de R$ 8 milhões). Já o PJ63 Niniette tem seu preço inicial estimulado em € 3,25 milhões (cerca de R$ 13 milhões). Ainda não se sabe por quanto sairá o modelo PJ88 Ninette, maior da linha.
Veja algumas imagens do projeto:
Foto: Divulgação
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O estaleiro CRN, fabricante de iates, em Ancona, na Itália, divulgou novas imagens do seu iate de 55 metros (180 pés), Atlante. Este é o casco de número 134 do estaleiro italiano e sua aparência remete a um navio militar graças ao uso das cores chumbo e preto em seu design. O design do Atlante foi desenvolvido pela equipe técnica da CRN em colaboração com o Studio Nuvolari Lenard, que trabalhou no perfil exterior do mega iate, e do Studio Gilles & Boissier, design de interiores.
Com 11 metros de largura, este iate possui forte identidade estilística e um tema de design militar, com formas quadradas, linhas nítidas e soluções inovadoras. Possui quatro pavimentos, uma suíte privativa, quatro cabines vips com capacidade para 12 pessoas, além de acomodações para uma tripulação de 13 pessoas. A embarcação oferece espaços abertos integrados com soluções criativas, tais como compartimentos e nichos que são esteticamente integrados no design geral do iate, para esconder o equipamento de amarração e segurança.
A solução da popa fechada é inovadora e fornece acesso ao mar através de duas escotilhas laterais. Estas abrem mecanicamente para cima com propostas de serem rebaixadas até a água, através de dois guindastes instalados no teto. O sistema de entretenimento de bordo está completamente integrado e controlado através de iPads e iPhones. O sistema de automação foi desenvolvido em parceria com Videoworks. O mega iate é equipado com dois motores Caterpillar 3512C que desenvolvem 1230 kW a 1800 RPM e impulsiona a embarcação a uma velocidade máxima de 15 nós e uma velocidade de cruzeiro de 14 nós.
A III Copa Brasil de Vela começou nesta terça-feira, 15, na Baía de Guanabara, com intensa disputa pelas vagas restantes do Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Com sede na Praia de São Francisco, em Niterói (RJ), a competição completará a Equipe Brasileira de Vela que disputará a Olimpíada. Na 470 masculina, Geison Mendes e Gustavo Thiesen largaram na frente na briga pela vaga. Na Nacra 17, Samuel Albrecht e Isabel Swan aumentaram a vantagem sobre os adversários. O campeonato prossegue nesta quarta-feira, 16, com regatas previstas a partir das 13h (de Brasília).
Na 470 masculina, Geison e Gustavo terminaram o dia na 10ª colocação, com 21 pontos perdidos, enquanto Henrique Haddad e Bruno Bethlem ficaram em 13º, com 25 pontos perdidos. Ficará com a vaga na Rio 2016 a dupla que terminar a Copa Brasil na frente. A liderança pertence aos australianos Mathew Belleier e Will Ryan, com quatro pontos perdidos.
“Treinamos muito na Baía de Guanabara e estamos preparados para essa disputa pela vaga olímpica. Foi importante sair na frente, principalmente com uma recuperação na segunda regata. Mostramos nosso poder de reação. Quando saímos no início do dia, estava 0 a 0, agora estamos quatro pontos na frente”, disse Geison.
Na Nacra 17, Samuel e Isabel, que ficaram em 6º no Sul-Americano, na semana passada, mantiveram a ponta na disputa olímpica. Eles fecharam o dia na 11ª colocação, com 29 pontos perdidos. A dupla brasileira mais próxima é João Bulhões e Gabriela Nicolino, que estão em 16º, com 42 pontos perdidos. A vaga na Rio 2016 ficará com quem obtiver o melhor resultado na soma das posições das duas competições. Em caso de empate, prevalecerá o desempenho na Copa Brasil. A liderança é dos neozelandeses Gemma Jones e Jason Saunders, com 12 pontos perdidos.
Nas demais classes o Brasil já tem os seus representantes definidos nos Jogos Olímpicos. Na 49er, Marco Grael e Gabriel Borges estão em terceiro, com nove pontos perdidos. O primeiro lugar está com os espanhóis Diego Botin e Iago L. Marra, com seis pontos perdidos. Na Laser, Robert Scheidt é o quinto, com 18 pontos perdidos. O líder é o americano Matthew Weam, com três pontos perdidos.
Na 470 feminina, Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan estão em 12º, com 20 pontos perdidos. A liderança é das britânicas Hanna Mills e Saskia Clark, com três pontos perdidos. Na Finn, Jorge Zarif é o sexto colocado, com 14 pontos perdidos. O líder é esloveno Vasilij Zbogar, com quatro pontos perdidos.
Na RS:X masculina, Ricardo Winicki, o Bimba, é o 12º colocado, com 39 pontos perdidos. O primeiro lugar está com o holandês Dorian Van Rijsselberge, com 13 pontos perdidos. Na versão feminina da classe, Patricia Freitas está em oitavo, com 28 pontos perdidos. A liderança é da espanhola Marina Alabau, com nove pontos perdidos.
Na Laser Radial, Fernanda Decnop ocupa a 14ª colocação, com 27 pontos perdidos. Em primeiro está a belga Evi van Acker, com seis pontos perdidos. Na 49erFX, Martine Grael e Kahena Kunze estão em 14º, com 15 pontos perdidos. A liderança é das holandesas Annemiek Bekkering e Annette Duelz, com 1 pontos perdido.
O Rio São Francisco foi palco para um passeio de jets no último novembro, graças à cheia no trecho entre Três Marias e Pirapora, em Minas Gerais, situação atípica nos últimos meses, por causa da estiagem na região Sudeste. Organizado por um grupo de proprietários de motos aquáticas Sea-Doo, a aventura contou com 56 participantes, em 48 motos aquáticas, percorrendo 350 quilômetros pelo rio. O roteiro passou por cachoeiras e belas paisagens entre os dias 27 e 29 do mês passado.
O grupo se encontrou em um sítio em Três Marias, com um café da manhã reforçado, com previsão de chegada em Pirapora no fim da tarde. Lá, os participantes ficaram hospedados até o dia do retorno para Três Marias. A programação incluiu, ainda, jantar e churrasco de confraternização, além de estrutura de apoio, como veículo de suporte na terra, equipe de segurança e reabastecimento das motos aquáticas para o retorno.
“O rio está cheio por conta da liberação de água para a Represa de Sobradinho e nós não podíamos perder a oportunidade de realizar mais uma aventura no Velho Chico”, explicou Julio Cabizuca, da GP Mini, organizadora do evento e concessionária dos produtos BRP em Belo Horizonte (MG) – o que inclui as motos aquáticas Sea-Doo, os veículos Can-Am e os motores de popa Evinrude.
“O rio é largo e possui paisagens muito bonitas, como grandes ilhas, que parecem bifurcações no caminho. Passamos por 22 corredeiras que exigem um pouco mais de habilidade dos pilotos, mas basta seguir as instruções. Outro ponto emocionante foi a passagem por uma cachoeira que tem desnível de um metro e o lugar certo para atravessar”, complementou.
O Grupo Azimut-Benetti, prestigiado fabricante de iates italiano há mais de 45 anos de história e com unidade de produção no mercado brasileiro desde 2010, triunfou mais uma vez. Ficou em primeiro lugar pela 16ª vez no The Global Order Book 2016 – no topo do ranking dos 20 maiores fabricantes de megaiates – para o ano de 2016, à frente dos players industriais mais importantes da Itália, Alemanha, Grã-Bretanha e das Américas.
O Grupo Azimut Benetti, com 6 unidades industriais, oferece a mais ampla gama de produtos, e recentemente expandiu para a área de giga iates, com mais de 100 metros, em construção no estaleiro Benetti em Livorno, Itália.
O sucesso de longa data é resultado do desenvolvimento meticuloso e constante e da melhoria de seus produtos e seu processo de produção, algo que o Presidente do Grupo Azimut-Benetti, Paolo Vitelli, define como um pilar essencial para o crescimento da empresa. Projetos de primeira classe juntamente com estaleiros industrialmente e financeiramente viáveis são os fatores-chave para a obtenção deste resultado.
A premiação concedida pelo Global Order Book é uma homenagem à excelência italiana, uma vez que retrata a Itália como principal fabricante mundial de mega iates do mundo.
“Ter uma unidade de produção em território brasileiro do maior produtor de iates de alto padrão do mundo, a Azimut do Brasil, traz ao país uma oportunidade de agregar à expertise e a tradição náutica italiana ao setor nacional contribuindo ao seu desenvolvimento, além de, através do sucesso notável de nossos produtos, atender as expectativas de nossos clientes brasileiros com produtos de renome mundial”, afirma o CEO da Azimut do Brasil Davide Breviglieri.
O ranking realizado anualmente pela Show Boats International, renomada revista dos Estados Unidos, é o ponto de referência mais confiável para a indústria náutica mundial.
Chegou a hora de conhecer a equipe brasileira de vela que disputará os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. A partir desta terça-feira, 15, na Baía de Guanabara, será realizada a III Copa Brasil de Vela, competição que apresentará as disputas finais das classes 470 masculina e Nacra 17, as únicas com vaga em aberto no Brasil. Com sede na Praia de São Francisco, em Niterói (RJ), o campeonato reunirá os principais nomes da vela nacional, bem como grandes adversários estrangeiros, que também buscam vagas na Rio 2016 por meio das seletivas dos seus países.
“A realização da III Copa Brasil vem coroar um trabalho de três anos. Trata-se do último grande evento da vela no Rio antes dos Jogos Olímpicos e, após a competição, teremos definida a equipe que representará o Brasil na Olimpíada. A importância do evento também fica evidenciada pela presença maciça de grandes nomes do cenário internacional”, disse o presidente da Confederação Brasileira de Vela (CBVela), Marco Aurélio de Sá Ribeiro.
Na competição, o Brasil terá a presença dos 11 velejadores que já garantiram a classificação olímpica. São eles Robert Scheidt, na classe Laser; Fernanda Decnop, na Laser Radial; Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan, na 470 feminina; Martine Grael e Kahena Kunze, na 49erFX; Marco Grael e Gabriel Borges, na 49er; Jorge Zarif, na Finn; Patricia Freitas, na RS:X feminina; Ricardo Winicki, o Bimba, na RS:X masculina.
Na 470 masculina, disputam a vaga nos Jogos as duplas Henrique Haddad e Bruno Bethlem contra Geison Mendes e Gustavo Thiesen. Quem terminar na frente na Copa Brasil garante a classificação. Na Nacra 17, ganha o direito de estar na Rio 2016 quem obtiver o melhor resultado na soma das posições no Sul-Americano, realizado na última semana, e na Copa Brasil. Em caso de empate, prevalecerá o desempenho na Copa Brasil. Samuel Albrecht e Isabel Swan largaram na frente nessa disputa.
Para definir os representantes nos Jogos Olímpicos, a CBVela adotou o critério de avaliação do desempenho nas principais competições nacionais e internacionais em 2013,2014 e 2015. Por meio de análises dos resultados, o Conselho Técnico da Vela (CTV) define o representante.
Até esta segunda-feira (dia 14), a Copa Brasil já contava com 204 velejadores inscritos, totalizando 144 de barcos de 27 países. Entre os estrangeiros, destaques para nomes como o holandês Dorian Van Rijsselberge (RS:X), o cipriota Pavlos Kontides (Laser), a lituana Gintare Scheidt (Laser Radial), os franceses Billy Besson e Marie Riou (Nacra 17), entre outros. O número tende a aumentar pois as inscrições terminam às 10h desta terça-feira.
I COPA BRASIL DE VELA JOVEM
Durante a realização da Copa Brasil, a CBVela organizará a primeira edição da Copa Brasil de Vela Jovem, que busca a revelação de novos talentos e evidencia o trabalho da entidade com as categorias de base. A competição está aberta para disputa nas classes RS:X masculina e feminina, Laser Radial masculina e feminina, 420 masculina e feminina, 29er masculina e feminina e Hobie Cat 16.
A III Copa Brasil de Vela é organizada pela CBVela e conta com patrocínio da Prefeitura de Niterói, Bradesco e Governo do Estado do Rio de Janeiro.
TV Náutica estreia hoje o especial Marinas do Brasil. Esta seção vem trazer os melhores lugares do litoral brasileiro para deixar seu barco, além de demais serviços que uma marina pode e deve oferecer.
A primeira apresentada é a Marina Porto do Rio, em Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo. Com duas unidades localizadas entre os municípios de Caraguatatuba e São Sebastião, um ponto forte desta marina é estar acessível aos principais pontos de navegação da região do litoral norte, como Ubatuba, Ilhabela, Bertioga e etc. Além de cuidar dos barcos e da função de subir e descer as embarcações, a Porto do Rio também é uma revenda exclusiva do estaleiro catarinense Fibrafort, e tem uma loja física em uma de suas unidades. Outra parceria do grupo é realizar a venda e pós-venda de motores Mercury.
Assista ao vídeo e conheça tudo sobre a Marina Porto do Rio:
A Jeanneau encerra o ano de 2015 com mais um prêmio para a linha Leader, que confirma ainda mais o sucesso da sua gama. Modelo 2016, a Leader 46 ganhou o Nautic Design Awards 2015, na categoria Cruiser. Organizado pela Nautic Paris Boat Show, em parceria com as revistas Moteur Boat, Neptuno e Sport & Style, o prêmio reconhece os mais belos desenhos de barcos a motor a partir de uma pré-seleção. Primeiro, houve uma votação online pelo público, seguida por nova votação do público e de um júri, liderado pelo renomado arquiteto e urbanista Odile Decq e composto por jornalistas e designers, como Philippe Starck.
Projetada por J&J Design e Garroni Design, a nova 46 pés carrega o DNA da linha, combinando esportividade com estilo contemporâneo e é ideal para cruzeiros em família. O modelo está disponível com propulsão IPS ou com transmissão por coluna, oferecendo bom desempenho e estabilidade, segundo a marca. Seu layout exterior traz espaços separados, com área gourmet e local de relaxamento na praça de popa, ampla plataforma de banho (plataforma hidráulica opcional), além de solário com encosto rebatível para um casal na proa. A porta que separa a área externa do salão principal, quando aberta, promove a perfeita interação dos ambientes e aumenta o espaço de circulação. Internamente, a embarcação conta com áreas para refeições e acomodações para pernoite – a suíte do proprietário e o camarote para hóspedes, tendo, também, uma versão com três camarotes.
A Azamara Club Cruises, companhia boutique do grupo Royal Caribbean, conhecida por privilegiar a imersão nos destinos visitados, acaba de anunciar seus roteiros de 2018. A empresa vai oferecer 69 saídas em 228 portos – incluindo 30 novas escalas – em um total de 64 países. A companhia voltará a navegar na Austrália e Nova Zelândia, além de atracar em portos menores onde os grandes navios não têm acesso.
A companhia também irá introduzir o cruzeiro inédito de volta ao mundo, que levará os hóspedes para uma viagem ao redor do mundo em 102 dias, visitando 61 portos em 29 países, com início no dia 8 de abril de 2018 em Sydney, Austrália, e com término no dia 17 de junho em Londres, Inglaterra.
Além disso, os hóspedes da Azamara poderão apreciar os principais eventos globais de 2018 com roteiros selecionados como:
Viagem para a Copa do Mundo: Roteiro para St. Petersburg, Rússia, para assistir a Copa do Mundo de 2018 da FIFA, um dos eventos esportivos mais emocionantes do mundo;
Viagem para o British Open: Roteiro para amantes do Golf assistirem o British Open, em julho em Southampton, Inglaterra;
Viagem para o Grand Prix de Mônaco & Festival de Cannes: Roteiro de oito noites de Roma, Itália para Barcelona, Espanha, com saída em 29 de maio, para o Festival de Cannes e o Grand Prix de Mônaco.
A bordo dos navios da Azamara, Azamara Journey e Azamara Quest, os hóspedes recebem um serviço excepcional e personalizado, desfrutando da alta gastronomia e vinhos selecionados de todo o mundo, além de amenities como taxas inclusas, bebidas, como água, refrigerante, cafés especiais e chás, cervejas internacionais, lavanderia self-service, serviço de mordomo para hóspedes de suítes e transfer de portos para centros da cidade. O Azamara Journey será revitalizado em janeiro 2016 nas Bahamas, e o Azamara Quest em abril 2016 em Cingapura.
A BRP aquece os negócios no mercado brasileiro com o novo Centro de Distribuição de produtos, localizado na cidade de Joinville, em Santa Catarina. Com importação via Porto Itapoá, a nova operação reduziu a poucos dias o processo de logística e distribuição das motos aquáticas Sea-Doo, dos veículos Can-Am e dos motores de popa Evinrude – marcas assinadas pelo grupo canadense.
“O novo Centro de Distribuição em Santa Catarina é uma mudança muito significativa nos negócios no Brasil, já que melhora o atendimento da rede como um todo”, resumiu Ednei Silva, controller e gerente financeiro da BRP em solo nacional. “Os concessionários já podem planejar de forma muito mais eficiente os seus estoques. A entrega para o Estado de São Paulo, por exemplo, será feita em dois dias”, continuou.
O antigo Centro de Distribuição, situado em Manaus, Amazonas, impunha um prazo muito maior na distribuição dos produtos. Os concessionários da região Sudeste eram atendidos em 20 dias após o pedido e os da região Sul, em cerca de um mês. “Em 2013, começamos a estudar novas alternativas para estarmos mais próximos dos concessionários, ainda mais porque 80% deles estão nas regiões Sul e Sudeste. Fomos muito bem recebidos pelo Estado de Santa Catarina, que tem ótima estrutura para importação e localização estratégica.”
O atual Centro de Distribuição em Joinville está localizado em um condomínio empresarial e possui cinco mil metros quadrados, com possibilidade de expansão. “O local está em funcionamento desde o início de novembro, o que nos traz todas as condições de realizar importações em grande escala”, acrescentou Silva.
A BRP conta com o know-how de empresas parceiras, atuantes em seus negócios no exterior, para garantir a excelência do processo no Brasil. Além da importação, com os serviços de transportes internacionais e trâmites aduaneiros, a DB Schenker é responsável pela distribuição dos produtos em todo o território nacional, partindo do Centro de Distribuição em Joinville.
“Fazemos toda a gestão da operação, o que inclui planejamento de cargas, transporte dos produtos por veículos apropriados, emissão dos documentos de transporte adequados e acompanhamento das entregas até o destino final, no prazo desejado”, explicou Ricardo Silveira, diretor de logística da DB Schenker. “As primeiras entregas já foram realizadas e o feedback dos concessionários sobre o trabalho tem sido muito satisfatório”, acrescentou.
Já na parte de gestão do estoque no Centro de Distribuição em Joinville, a BRP conta com a Katoen Natie. “Fizemos a análise de opções de armazéns em Santa Catarina até chegarmos em Joinville, com importação dos containers pelo Porto Itapoá como a melhor opção. Em seguida, cumprimos um cronograma em conjunto com a BRP para assegurar o sucesso do início das operações. Dentro desse cronograma, os principais focos foram a adequação do armazém, a aquisição de empilhadeiras e a seleção e treinamento da equipe”, relatou Filip Lemense, gerente de projetos da Katoen Natie.
“Somos parceiros da BRP desde 1994 na Europa, a Katoen Natie está muito satisfeita em estender a parceria no Brasil. A iniciativa significou a abertura de uma nova filial da Katoen Natie em Santa Catarina, o que também foi estratégico para o futuro crescimento da empresa no Sul do país”, concluiu Lemense.
Nesta semana, seguimos com nossa lista de sobreviventes, agora, com algumas ocorrências durante a Segunda Guerra. Sabemos, porém, que centenas de outras devem ter ocorrido, mas seus participantes não lograram exito e infelizmente não temos seus relatos salvos ou registrados.
20 dias: Sessenta e sete marinheiros britânicos miraculosamente sobreviveram por 20 dias, durante a Segunda Grande Guerra, quando seu navio foi torpedeado por um submarino alemão. Eles derivaram por 1 200 milhas em quatro barcos salva-vidas com apenas biscoitos, uvas passas e peixe cru pescado com as mãos. Com apenas três mortos, vieram dar na costa de Antigua, em fevereiro de 1943. Porém, para que esta conta feche, a corrente deveria manter a velocidade de 2,5 nós durante todo o tempo, o que é muito pouco provável. Outro náufrago, Steven Callahan precisou de 76 dias para derivar 1 800 milhas nesta mesma região. O mais provável é que a posição do naufrágio do navio não tenha sido bem determinada, quer seja pelos recursos da época, quer seja por esta informação não ser de conhecimento geral da tripulação, ainda mais durante a guerra. A maior virtude foi o número de sobreviventes e as pouquíssimas perdas. Coisas da disciplina britânica, já registrada em outras ocasiões, como na fantástica história do Endurance.
20 dias: O piloto militar Eddie Rickenbacker e sua tripulação faziam um voo do Havai para uma base no Pacífico Sul quando seu avião caiu no oceano. Os oito tripulantes sobreviveram por 20 dias em três balsas infláveis com apenas algumas barras de chocolate, um punhado de laranjas e uma linha com anzol. Durante o tempo à deriva, perderam apenas um membro do grupo devido à fome.
Os mais impressionantes sobreviventes dos “tempos modernos”
38 dias: Dougal Robertson
Com a esposa, três filhos (um de 18 e gêmeos de 12 anos) e ainda um carona, perderam seu barco – Lucette – após colidirem com um grupo de baleias, quando estavam próximos às Galápagos. Conseguiram lançar sua balsa e um pequeno barco de apoio, no pouco tempo que tiveram para abandonar seu barco de madeira. Após a deterioração da balsa, acomodaram-se apenas no bote Ednamair, com uma armação de fortuna, e rumaram de volta para a América do Sul, utilizando conhecimentos bastante apurados de navegação.
Neste período, se alimentaram de algumas aves, peixes voadores e de várias tartarugas, o que lhes salvou a vida. A pouca água que salvaram do naufrágio logo acabou e eles puderam suprir esta necessidade com as chuvas. Após 38 dias de um misto de deriva e navegação, foram salvos por um atuneiro japonês, que após quatro dias de viagem os desembarcou em Balboa. Depois de recobrarem o mínimo de saúde, embarcaram em um navio de volta à Inglaterra. O Sr. Robertson era Capitão de Longo Curso aposentado e, mesmo com uma navegação sem aparelhos, bússola ou sextante, seria capaz de levar sua família para o litoral da América Central em mais dez dias de navegação, se nada mais de errado acontecesse.
OBS: Ele é autor de um livro extremamente valioso para quem pretende navegar em mar aberto. Sua leitura preparou, e até mesmo salvou, muitos de seus leitores-navegadores. Infelizmente, nunca foi publicado no Brasil, e apenas uma edição portuguesa foi comercializada por aqui, cerca de vinte anos atras, com o título Sobrevivendo ao Mar Cruel.
40 dias: Tami Oldham Ashcraft
Ela, com 23 anos, e seu noivo, Richard Sharp, realizavam o transporte de um barco entre o Tahiti e San Diego, quando à meia distancia de seu destino foram apanhados por um furacão categoria quatro.
Devido às péssimas condições de tempo, seu barco acabou emborcando, fazendo-a desmaiar. Quando voltou a consciência, descobriu que o barco havia adriçado sozinho e, também, que seu companheiro havia desaparecido, devido ao rompimento de sua linha de vida.
Ela conseguiu montar uma vela de fortuna e navegou para o Havai, distante mais de 1 500 milhas de distância, completando sua jornada cerca de 40 dias depois do acidente.
OBS: Tragédia pura e sobrevivência através de uma armação de fortuna, demonstrando organização e preparo da sobrevivente.
50 dias: Os garotos de Fiji
Quando Samu Perez (15), Filo-Filo (15) and Edward Nasau (14) decidiram remar do Atol de Atafu para casa, em um pequeno bote de metal, num dia 5 de outubro, eles não tinham ideia do que poderia acontecer.
Arrastados por uma forte correnteza, desapareceram no oceano e, após buscas numa área de mil quilômetros quadrados, foram dados como mortos, tendo reunido mais de quinhentos parentes a amigos em um serviço funeral.
Durante os cerca de cinquenta dias à deriva, comeram peixe cru e gaivotas, beberam água de chuva e do orvalho que se acumulava na tolda da pequena embarcação. A poucos dias de seu resgate, passaram a beber água do mar, pois nada mais havia para aplacar a sede dos três.
No final de novembro foram avistados e resgatados por um atuneiro nas proximidades de Fiji, haviam derivado mais de oitocentas milhas. Sem conseguir se sustentar sobre as pernas, foram levados a um hospital, onde foram tratados de desidratação, anemia profunda e seríssimas queimaduras de sol, antes de retornarem às suas famílias.
76 Dias: Steven Callahan
Steven Callahan, um experiente navegador, arquiteto naval e hábil inventor, partiu a bordo do veleiro que havia projetado e construído, o Napoleon Sollo, de apenas 23 pés, das Ilhas Canárias rumo às Bahamas. Uma semana após sua partida, numa noite de ventos fortes, seu barco atingiu algo, possivelmente uma baleia ou contentor, e naufragou em poucos minutos. Ele conseguiu, ainda, reunir alguns suprimentos, antes que o barco desaparecesse da superfície, como um saco de dormir, dois destiladores portáteis, um arpão de elástico, uma faca, alguma água e uma cópia do livro Sea Survival, de Dougal Robertson.
Sabendo que ninguém daria falta dele por algumas semanas, passou a se dedicar à sobrevivência. Por 76 dias, ele seguiu por 1 800 milhas na deriva, ao sabor dos ventos e das correntes através do Atlântico. Pescou doze dourados, doze cangulos, quatro peixes-voadores, capturou três aves e alguns quilos de cracas, além de caranguejos e outros pequenos seres coletados em algas do tipo sargaço. Sobreviveu com não mais do que meio litro de água destilada por dia, devido à pouca chuva desta região do oceano.
Sua balsa começou a afundar após 33 dias de utilização e a luta para mantê-la flutuando foi diária e muito penosa. Seu resgate se deu ao acaso, quando um barco de pesca de Guadeloupe se deparou com ele. Após uma rápida recuperação em um hospital local, partiu de carona num outro veleiro, a fim de retirar sua correspondência, que o aguardava nas Ilhas Virgens.
OBS: Seu livro, A Deriva, é referência de procedimentos de sobrevivência.
76 dias: Willlian (60) e Simone Butler (52)
Sobreviveram ao Pacífico, em 1989, após serem atacados por Baleias Piloto e verem seu veleiro de 40 pés, o Sibanay mergulhar nas profundezas do oceano. Ao lançarem a balsa, acabaram por furá-la e, à custa de muito trabalho e engenhosidade, conseguiram tampar os três buracos sofridos pela mesma, logo no primeiro instante, além de várias mordidas de tubarões sofridas nos dias que se seguiram. Eles derivaram por 1 200 milhas a partir do litoral da Costa Rica.
No tempo que tiveram para abandonar o veleiro, embarcaram alguns equipamentos que foram de primordial importância, como um dessalinizador portátil, que permitiu que produzissem água potável a partir da água salgada. Com o equipamento de pesca, e alguma habilidade, capturaram cerca de 250 Kg de peixes, permitindo sua sobrevivência.
OBS: Bom preparo e equipamento de qualidade os fizeram sobreviver.
89 dias: O Naufrágio do Essex
Em 1820, um grande cachalote pôs a pique um navio baleeiro norte-americano, o Essex, nas proximidades das Galápagos, lançando sua tripulação em três pequenas baleeiras, armadas com pequenas velas de fortuna. Com estes barcos, circularam pelo Pacífico tentando chegar ao litoral da América do Sul, pois temiam que os nativos da Polinésia os devorassem (uma meia-verdade), um dos barcos desapareceu nesta luta contra ventos e correntes. Parte da tripulação sobrevivente morreu de fome e sede, e alguns poucos acabaram sendo devorados ou mesmo sacrificados para servir de alimento para seus próprios companheiros de infortúnio. Uma história mais do que trágica, e que trouxe fatos chocantes à sociedade da época e ainda a atual. Herman Melville se inspirou no ataque para escrever Moby Dick, poupando seus leitores dos fatos que se seguiram.
OBS: O canibalismo já foi bem mais comum na história distante dos náufragos, porém durante a Segunda Guerra muitos sobreviventes utilizaram partes de seus companheiros como isca para pegar tubarões ou acabaram por comê-los enquanto tentavam sobreviver em suas balsas. O mais recente caso foi o dos “Sobreviventes dos Andes”, acontecimento que comoveu o mundo e a própria Igreja, nos anos 1980.
Na próxima postagem iremos derivar mais longe ainda, passando dos 100 dias de sobrevivência.
Alvaro Otranto é navegador de longas travessias, um dos mais antigos colaboradores da revista Náutica e criador da Moana Livros, primeira livraria na internet especializada em temas de mar e aventura.
Com 13,50 metros de comprimento e bem larga, com 11,90 metros de boca, o italiano Overblue 44 foi projetado para se adequar a todos seus passeios com inovação e conforto. Suas três versões de layout vão do Individual, com 3 camarotes e acomodações para até 4 pessoas, passa pela versão Charter, também com 3 camarotes e acomodações para até 6 pessoas, e o Family, com 2 camarotes, acomodando 4 em pernoite.
O modelo proporciona, ainda, conforto em suas áreas espaçosas tanto no flybridge – que também é personalizável – quanto no deque principal, com grandes janelas, que aumentam a interação com o exterior do barco. Overblue 44 promete bom desempenho e eficiência na navegação, além de baixo custo de manutenção. Com a motorização adequada – 2 x 75 hp – , pode atingir distâncias de até 1 000 milhas em uma velocidade de 14 nós.
Robert Scheidt volta às águas cariocas nesta terça-feira (15), para a disputa da Copa Brasil de Vela. Será o último grande teste do ano para o multicampeão brasileiro, dono de cinco medalhas olímpicas e 14 títulos mundiais. A competição reunirá na Marina da Glória todos os candidatos ao pódio olímpico na classe Laser, antecipando o clima dos Jogos do Rio 2016.
“O nível será altíssimo, exatamente como na Olimpíada. Será a chance de encerrar o ano velejando contra os melhores do mundo nas raias dos Jogos”, destaca Scheidt.
O brasileiro segue na sexta posição do ranking mundial da Laser, após o quarto lugar na etapa final da Copa do Mundo de Vela, em Abu Dhabi, em outubro. No Rio de Janeiro, enfrentará velejadores como o australiano Tom Burton, número um do mundo na modalidade, o cipriota Pavlos Kontides, vice-campeão olímpico (2012) e mundial (2013), o croata Tonci Stipanovic e o alemão Philipp Buhl.
A Copa Brasil de Vela tem uma série de dez regatas programadas para a classe Laser, sempre a partir das 13 horas. No domingo (20), os primeiros colocados seguem para a disputa do pódio na medal race, valendo pontos dobrados. Serão utilizadas as seis raias olímpicas, três do lado de fora da Baía de Guanabara e três do lado de dentro, incluindo a da regata final, mais próxima à praia.
Robert Scheidt também trava uma importante disputa fora d’água. O brasileiro foi indicado pelo Comitê Olímpico Brasileiro, o COB, como candidato a uma das quatro vagas para a Comissão de Atletas do Comitê Olímpico Internacional, o COI. Outros 23 esportistas estão no páreo, entre eles o jogador argentino de basquete Luis Scola, o atirador do Qatar Nasser Al-Attiyah e a recordista mundial e campeã olímpica do salto com vara, a russa Yelena Isinbayeva.
“Fiquei muito honrado por ser escolhido pelo COB como candidato brasileiro a esta importante comissão. Pretendo, com minha experiência de mais de vinte anos de vida olímpica, representar os atletas nas decisões do COI. Quero contribuir para que o movimento olímpico atenda cada vez mais aos anseios dos seus principais protagonistas, os atletas”, diz Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.
A eleição será realizada durante os Jogos do Rio 2016, para substituir os quatro postos hoje pertencentes ao nadador russo Alexander Popov, à jogadora cubana de vôlei Yumilka Ruiz, à esgrimista alemã Claudia Bokel e ao sul-coreano Dae Sung Moon, do taekwondo. Os eleitos terão mandatos de oito anos e trabalharão como porta-vozes dos atletas de todo o mundo.
O verão chegou mais cedo na Baía de Todos os Santos com a realização do 2º Marina Boat Day, no último sábado, 12. O evento reuniu cerca de 150 embarcações, incluindo jets, na Ilha de Matarandiba. Até um helicóptero marcou presença no local. A estimativa dos organizadores é de que em torno de 600 pessoas participaram da festa, que contou com a animação da banda Estaka na Água Elétrico, de Leo Macedo, com a participação especial de Serginho, da banda Adão Negro. Os músicos interpretaram sucessos do axé music, reggae e alguns clássicos do MPB com arranjos especiais.
A festa começou por volta das 11 horas quando as lanchas que chegavam na ilha formaram um grande círculo em volta do palco flutuante, aproveitando o início da enchente da maré. O público se concentrou inicialmente dentro da água, ainda com a maré baixa e mais tarde na praia quando o palco flutuante num grande catamarã se deslocou próximo dos coqueirais e dos lindos manguezais que caracterizam a região.
Durante todo o evento, o público foi orientado a evitar o despejo de latas de cerveja e outros resíduos na Ilha, considerada uma das reservas ecológicas da Baía de Todos os Santos e também conhecida pelas suas manifestações culturais que preservam a tradição das Festas de reis e outras populares. O evento foi encerrado às 17 horas, conforme previsto.
A Escola de Mergulho Brazil Divers, localizada no Rio de Janeiro, completou 25 anos de vida e, agora, conta com um conceito diferente, reunindo grandes nomes mundiais do mergulho amador recreativo, como a Aqua Lung, especializada em equipamentos, e a Padi, certificadores de mergulhadores. A Brazil Divers passa a ser loja exclusiva Aqua Lung, com uma linha completa de equipamentos inéditos, além de começar a venda pela internet para todo o Brasil em 2016. Uma das novidades é a linha de computadores da marca, com linhas modernas que atendem a todo tipo de mergulhador, do básico ao tek.
Em 2015, a escola de mergulho recebeu, ainda, a comanda de Operadora Five Star da Certificadora de Mergulho Padi, onde o mergulhador irá encontrar do curso básico ao profissional, com uma estrutura própria na Barra da Tijuca: piscinas aquecidas, sala de aula, loja especializada com manobrista e estacionamento próprio, além de instrutores altamente qualificados. Como resultado dos acontecimentos, a Brazil Divers implantará seus serviços na Marina Piratas, do grupo BR Marinas, em Angra dos Reis. O local será sede da Operadora Brazil Divers Aqua Lung Partner Center – Padi, que contará com embarcação própria, de 17 metros, para 35 mergulhadores, além de toda a estrutura oferecida pela Marina Piratas. A previsão é de receber mais de 100 pessoas por fim de semana, entre saídas diurnas e noturnas e serviços de recarga de cilindros.
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