Novo parceiro

Por: Redação -
26/11/2014

A Nova Marine, empresa que acaba de nascer, é mais um parceiro do estaleiro paulista Intermarine, especializado em embarcações de luxo. Com a direção de Alessandro Begliomini, atuante no mercado de embarcações há mais de 10 anos, a empresa vai oferecer embarcações novas da Intermarine, além de atuar nos serviços de pós-venda e assistência técnica.

A representante tem sede na Avenida Nações Unidas, na capital paulista, e outros três escritórios no Estado, Iate Clube de Santos (Guarujá), Marina Voga (Ubatuba) e Praia de Tabatinga (Caraguatatuba).

Para conhecer acesse: novamarine.com.br

Foto: Divulgação/Intermarine

 

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    Só para mulheres

    Por: Redação -
    25/11/2014

    Os preceitos religiosos islâmicos são bastante restritivos em relação ao contato entre homens e mulheres que não sejam parentes ou casados, por isso, uma empresa europeia, a Ventura Yachts, vai lançar um pacote de charters exclusivo para mulheres.

    A grande novidade nesses charters é que toda a tripulação também é composta por mulheres evitando, assim, restrições de circulação a bordo. “Nós estamos lançando este novo serviço após percebermos uma grande demanda no Qatar. A maioria das mulheres do país preferem charters sem a presença de homens e estamos oferecendo barcos com tripulações femininas para que as mulheres possam ter a experiência do charter tripulado com o maior conforto possível”, declarou Michael Newton-Woof, diretor da Ventura Yachts.

    O Pink Lady Charters terá sete barcos para aluguel entre 35 e 45 pés.

    A Ventura Yachts é a maior representante Ferretti na Espanha e no Reino Unido e também tem serviço de charter nesses países.

    Foto: Shutterstock

     

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      45 Atomic

      Por: Redação -

      A Sunrise Yachts, estaleiro da Turquia que constrói superiates, entregou o segundo casco do seu modelo de 45 metros (147 pés) e o 45 Atomic surpreendeu os visitantes do Fort Lauderdale Boat Show que viram um iate totalmente diferente do Africa, primeiro casco da linha entregue há cinco anos.

      O proprietário americano recebeu um iate de três deques com espaço interno e pé-direito generoso. O design interior é foi totalmente reformulado e está muito mais moderno. Os camarotes acomodam até 10 pessoas e há espaço para até 9 tripulantes.

      Segundo o estaleiro, o 45 Atomic é um iate com navegação estável e consumo de combustível eficiente. O superiate foi equipado com dois motores MTU de 1057 hp cada, chegando a velocidade máxima de 16 nós.

      Fotos: Sunrise Yachts

       

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        Jet Tour Chapecó

        Por: Redação -

        O Rio Uruguai, na divisa de Santa Catarina com o Rio Grande do Sul, terá atrações especiais para motos aquáticas neste fim de semana. O Jet Tour Sea-Doo, passeio em grupo e monitorado, está marcado para este domingo e promete belos visuais pela região de Chapecó (SC). A base das atividades será o residencial Casas da Montanha, onde no sábado haverá test drive com os jets da Sea-Doo.

        “O Rio Uruguai é ponto de encontro dos jets e recebe pela primeira vez o Jet Tour Sea-Doo. As expectativas são bastante positivas”, comentou Leonardo Neto, da Montreal Powersports, concessionária dos produtos BRP (o que inclui as máquinas da Sea-Doo) e organizadora local do evento. “O lugar é muito bonito, com águas limpas e tranquilas e bastante mata fechada nas margens. O passeio terá até duas horas de duração e a previsão para o final de semana é que continue fazendo sol e calor”, continuou.

        Os participantes contarão com a estrutura de ponta dos eventos da Sea-Doo, que preza pela segurança e possui monitores treinados. “Na base do evento, haverá tendas com as bandeiras e os produtos da BRP, além de um churrasco aguardando o pessoal no retorno do passeio”, concluiu Neto. As inscrições para as atividades devem ser feitas com a equipe da Montreal Powersports no telefone 49/3323-0084.

        A organização do Jet Tour Sea-Doo exige o uso dos equipamentos de segurança e a apresentação da habilitação náutica por parte dos pilotos.

        Foto: Divulgação

        Informações: assessoria de imprensa

         

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          Aos 75 anos

          Por: Redação -

          Mais de 45 anos depois de sua circunavegação histórica, sem escalas, em solitário e em uma época que não existiam tecnologias como o gps, o lendário fundador da Clipper Race, Sir Robin Knox-Johnston, de 75 anos, continua a inspirar aventureiros de todo o mundo.

          Depois da conquista do pódio na regata transatlântica Route du Rhum este fim de semana, Sir Robin foi recebido como herói em Guadalupe e mensagens de felicitações e de apoio de velejadores e companheiros de aventura têm inundado as redes sociais em de todo o mundo.

          Sir Robin, o participante mais velho no desafio de 3.542 milhas da Route du Rhum, chegou em Guadalupe no último sábado em terceiro lugar na Classe Rhum, depois de 20 dias, 7 horas, 52 minutos e 22 segundos no mar.

          Abaixo algumas palavras de Sir Robin:

          Desde o momento que eu anunciei que iria participar da Route du Rhum tenho estado muito emocionado e agradecido por todo o apoio que venho recebendo de pessoas em todo o mundo.

          A verdade é que sempre me inspirou ver os milhares de membros da tripulação da Clipper Race ao longo destes quase vinte anos. Como eu sempre estive muito envolvido com a competição sentia certa inveja todas as vezes que acenava para os times que partiam, querendo muito estar com eles nestas aventuras. Quando participei da Sidney Hobart em dezembro do ano passado, tive certeza que eu tinha que voltar a competir novamente. Então, de verdade, queria agradecer a todo o time da Clipper Race por me inspirar a voltar a competir.

          Eu curti muito a Route du Rum. Embora tenha sido muito difícil e altamente competitiva, eu me senti ótimo por voltar ao mar, onde me sinto em casa. As pessoas ficavam falando da minha idade durante o percurso, mas francamente, isso é irrelevante quando você se sente jovem e saudável. Eu não tenho planos de me aposentar e parar de competir, isso eu tenho certeza.”

          Sir Robin Knox-Johnston criou a Clipper Race em 1995 e a edição 2015-16 será a décima da competição bienal que foi responsável por inserir mais de 3000 velejadores novatos em corridas de oceano.

          Foto: Divulgação

           

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            Copa Brasil de Vela

            Por: Redação -

            Faltando pouco menos de um mês para o início da Copa Brasil de Vela, os melhores velejadores do mundo que estão em busca de uma vaga nos Jogos Olímpicos Rio 2016, já começam a se preparar. O evento, que terá como sede a praia de São Francisco, em Niterói, será realizado de 13 a 20 de dezembro e valerá também como Campeonato Brasileiro das classes 470, 49er e 49er FX.

            Nomes como Martine Grael e Kahena Kunze, eleitas melhores velejadoras do ano pela federação internacional (Isaf), Jorge Zarif, vencedor do Prêmio Brasil Olímpico de 2013, Robert Scheidt e sua esposa, a lituana Gintare Scheidt, e a holandesa Marit Bowmeester, prata em Londres 2012 na Laser Radial, já confirmaram a sua presença.

            “A Copa Brasil e o Evento Teste são as duas principais competições realizadas na raia dos Jogos 2016 durante o ano. Então esta segunda edição do evento será essencial para medirmos forças com os adversários estrangeiros, que virão em número mais expressivo do que na primeira edição, e também fazer uma avaliação do desempenho dos atletas brasileiros nas cinco raias olímpicas”, disse Daniel Santiago, Diretor Executivo da CBVela.

            Assim como na primeira edição estarão na água as 10 classes olímpicas: Laser, Laser Radial, Nacra 17, 49er, 49er FX, Finn, RS:X masculino e feminino e 470 masculino e feminino. Os dias 13, 14 e 15 serão dedicados à medição e inscrição e no dia 16 serão disputadas as primeiras regatas. Serão usadas as cinco raias olímpicas: Ponte, Escola Naval, Pão de Açúcar (dentro da baía de Guanabara) e Niterói e Copacabana (fora da baía). No dia 20, sábado, todas as classes terão a regata da medalha (medal race), em que participam apenas os 10 primeiros colocados. Estas regatas serão realizadas próximas à praia, bem pertinho do público, e contarão com a narração em tempo real, para que aqueles que estejam na areia possam entender um pouco mais sobre o esporte e torcer para o seu velejador favorito.

            Seguindo o modelo de sucesso da primeira edição, toda a estrutura do evento será montada nas areias da praia de São Francisco, em Niterói, o que possibilita uma maior interação do público com os velejadores.

            Desta vez a área do evento será ainda maior, ocupando quase metade da praia, e contará com um espaço para convivência dos atletas, sala para os juízes, sala de imprensa e espaço de guardaria para todos os barcos. A premiação de todas as classes também será feita bem pertinho do público.

            “A Copa Brasil de Vela é o principal evento organizado pela Confederação, que tem o objetivo de torná-lo o maior evento de monotipos da vela brasileira e sul-americana. A ideia é que já em 2015 a Copa seja válida como Campeonato Brasileiro de Classes Olímpicas. A partir de 2016 o evento deverá ser realizado em outros estados, de forma que a cada ano tenha uma sede diferente”, disse Ricardo Baggio, gerente de eventos da CBVela.

            Foto: Kyra Mirsky/CBVela

            Informações: assessoria de imprensa

             

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              Viajando para aprender

              Por: Redação -

              Esse mês fui conhecer a “capital náutica do mundo” ou melhor dizendo, Fort Lauderdale, nos Estados Unidos. Realmente a cidade respira o ambiente náutico. Desde os restaurantes com decorações temáticas ligadas ao mar, até o corre-corre de marinheiros falando sobre soluções encontradas para seus barcos.

              Tenho que agradecer ao mais que navegador brasileiro Fernando Passow quem me recebeu muito bem e me apresentou um mundo de possibilidades sobre o universo náutico.

              Bater um papo com Passow já se trata de uma verdadeira aula sobre cruzar oceanos. Não tem coisa que cruzeirista mais gosta de fazer do que tomar uma gelada e contar histórias e olha, vou defender a categoria, não são estórias de pescador, são histórias de navegador. Quem já viveu no mar a bordo sabe bem o que estou dizendo, a primeira coisa a fazer quando se joga a âncora é buscar o ponto de encontro da comunidade cruzeirista local, pedir uma cerveja e começar a fazer amigos.

              Passow tem dois Atlânticos em sua rota de vida como velejador e em um deles uma experiência que nenhum marujo quer passar, mas se passa, tem orgulho de dizer que passou. Fernando topou com seu veleiro em um cargueiro quando chegava às Bahamas. Nando, como é conhecido entre os amigos da vela, teve que, literalmente, abandonar o barco e começar tudo de novo e olha que mesmo assim, antes de sair de sua embarcação, tentou sangrar o motor, tratar o barco com fibra de vidro… Tudo pra tentar salvar, mas acabou ele sendo salvo pelo próprio cargueiro. Começou de novo.

              Bem, começar de novo é algo que para quem vive no mar e do mar é bastante comum. Saber dar um passo para trás, sacrificar alguns confortos e nunca desistir do sonho. Já dizia Amyr Klink, o pior naufrágio é aquele que não sai do porto. Então continuemos. Marinheiro que é marinheiro tem que seguir em frente, sempre…

              Em Fort Lauderdale, conheci a maior marina dos Estados Unidos, a Lauderdale Marine Center. São centenas de barcos de todos os tipos passando por manutenção, reforma, limpeza. A grandiosidade do local impressiona e a vontade, para quem gosta, é de visitar cada um daqueles iates. Vi barcos de pesca esportiva, barcos de alto desempenho, iates, veleiros, lanchas, catamarãs, traineiras, canoas e superiates extraordinários. Uma estrutura enorme que garante segurança e confiança para quem escolhe deixar o barco lá.

              Conheci alguns marinheiros que trabalham a bordo, inclusive mulheres. Eles geralmente são capitães, engenheiros, elas, colocam ordem na casa! São supervisoras gerais da tripulação. Mais uma forma diferente, uma nova possibilidade, para quem quer ter a experiência da vida a bordo. Nesse caso, com muito mais luxo e conforto, pois tratam-se de verdadeiros apartamentos flutuantes. Porém o que vale é o contato com o mar, a vida de viajante e o trabalho náutico, que para quem gosta já é bastante prazeroso.

              Passow vive em Fort Lauderdale com seu cachorro Mak a bordo do Free Spirit, um veleiro fabricado em Hong Kong em 1979. A vida é tranquila, viver a bordo não tem imposto e Fort Lauderdale é uma cidade sem preconceito. Visitei o Free Spirit, e vi que é bastante organizado para um homem solteiro. A vida a bordo nos ensina a ser econômicos e a viver em pequenos espaços. Aliás, em tempos de seca em São Paulo eu indicaria uma temporada a bordo para aprender rapidinho como viver com pouca água e com pouco de tudo. Numa próxima falo sobre isso. Marinheiro que é marinheiro tem que seguir em frente. Hoje estou aqui amanhã não sei.

              Fotos: Arquivo Pessoal

               

              Marcela Rocha é instrutora de mergulho, jornalista, locutora de rádio, velejadora nas horas vagas e, acima de tudo, muito feminina

               

               

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                Empate técnico

                Por: Redação -
                24/11/2014

                As sete equipes da Volvo Ocean Race estão acelerando pelo Oceano Índico rumo aos Emirados Árabes Unidos numa das etapas mais equilibradas da história da regata de Volta ao Mundo. A segunda perna, que começou na quarta-feira (19), não tem nenhum barco despontando na frente. A cada atualização de posição, os números apontam para uma Volvo Ocean Race no melhor estilo das eleições brasileiras: empate técnico. Às 15h (horário de Brasília) desta segunda-feira (24), por exemplo, a diferença do líder Team Brunel (Holanda) para o Mapfre (Espanha) era de menos de um quilômetro. Sem contar os que estão atrás, na margem de erro, podendo assumir a ponta a qualquer momento. Isso é só o começo, já que a perna terá quase um mês de duração até chegar aos Emirados Árabes Unidos.

                Na prática, a flotilha está dividida em duas: Abu Dhabi e Team Vestas Wind estão mais a Noroeste. Já Team Brunel, Mapfre, Dongfeng e Team Alvimedica rumam a Nordeste. As meninas do Team SCA ainda estão indecisas!

                “Queremos a recuperação”, disse Iker Martínez, comandante do barco espanhol. “Nosso objetivo é pegar pódio após a primeira etapa ruim”. De fato, o Mapfre, que também tem o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca a bordo, está mostrando reação, ficando sempre entre os primeiros.

                O espanhol Xabi Fernández descreveu a ação deles no Índico: “Passamos todo o dia e toda a noite olhando para os adversários e para a nossa navegação. Parece uma regata local, de curta duração. É muita pressão, pois não podemos cometer erros. Estamos a 100%”.

                A segunda etapa, entre a Cidade do Cabo e Abu Dhabi, tem ao todo 5.125 milhas náuticas ou 9.500 quilômetros de distância e pode durar até um mês.

                Foto: Francisco Vignale/Mapfre

                 

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                  FS Concept Store

                  Por: Redação -

                  Localizada na principal avenida da cidade, Dr. João Colin (único meio de acessar as marinas de Joinville), a nova loja-conceito da FS Yachts tem showroom de 1.000 m² com toda a linha do estaleiro catarinense.

                  A FS Concept Store Joinville é um espaço de interação onde o cliente pode ver a linha completa da FS Yachts que fabrica lanchas entre 18 e 30 pés. Na loja, também é possível marcar test-drive na baía de Babitonga.

                  A loja também tem boutique com muitos acessórios náuticos como coletes, boias, pranchas de wakeboard e uma linha customizada de camisas, bonés e chinelos da marca FS Yachts.

                  Fotos: Divulgação

                   

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                    Mais uma estrela brasileira se rende aos prazeres do mar e da navegação. Rodrigo Minotauro, lutador de MMA, empresário, e um dos maiores representantes das artes marciais brasileiras, acaba de adquirir uma lancha de 40 pés da francesa Beneteau.

                    A Beneteau GT 40 é fabricada no estaleiro brasileiro da Beneteau e a versão nacional ganhou churrasqueira na plataforma de popa estendida e espaço gourmet com máquina de gelo para os verões quentes do país. É uma bela lancha cabinada com design esportivo e bastante conforto a bordo.

                    A lancha já foi batizada, Team Nogueira TV, e navegará nas águas de Angra dos Reis.

                    Foto: Beneteau Brasil

                     

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                      O verão vem aí

                      As manhãs ainda frias da primavera em São Paulo podem nos fazer esquecer que o verão está chegando trazendo dias quentes e muito convidativos para um passeio de barco. Mas assim como automóveis, lanchas, veleiros e jets precisam de manutenção adequada para evitar problemas e constrangimentos com a família na saída com o barco. O primeiro item que merece toda nossa atenção é o motor. Revisões executadas por profissionais gabaritados, seguindo a periodicidade no manual do fabricante, são imprescindíveis, pois além da troca de óleos lubrificantes, filtros, correias e rotor da bomba d´água há uma série de itens que o mecânico experiente detecta como, por exemplo, uma mangueira rachada. Combustível velho deve ser descartado, usando os reservatórios que as marinas e iates clubes reservam para isto. Uma inspeção detalhada na parte hidráulica, incluindo as válvulas e abraçadeiras abaixo da linha d´água, é outro item que merece nossa atenção. A parte elétrica, desde as luzes de navegação, bombas de porão e equipamentos eletrônicos, também merece uma revisão criteriosa, de preferência com o apoio de um eletricista náutico. Se não conseguir um profissional da sua confiança com esta qualificação, verifique você mesmo todas as luzes de navegação e os equipamentos de bordo, lembrando que muitos reparos, como a troca de fusíveis, lâmpadas e até mesmo bombas de porão e seus dispositivos automáticos de acionamento, não exigem conhecimento aprimorado e podem ser feitos por você. Verifique o estado da âncora, corrente, manilhas, amarra e os cabos em geral. Preste especial atenção ao material de salvatagem, desde os coletes, retinida da boia circular (que costuma apodrecer já que o polietileno usado no cabo deste dispositivo não resiste aos raios ultravioletas do sol por muito tempo) até os pirotécnicos de sinalização. O estado da embalagem e a data de validade são itens vitais, que devem ser respeitados a risca nos pirotécnicos. O mesmo vale para os extintores. Finalmente, verifique a validade da sua habilitação e também se os documentos do barco estão em ordem, lembrando que o seguro obrigatório deve ser renovado todo ano. Pode estar certo que, se for inspecionado pela Marinha, estes serão os primeiros itens que os militares conferirão a bordo. Não se esqueça que a ausência de álcool no sangue do condutor também pode ser verificada pela Marinha, que dispõe de muitos bafômetros em suas lanchas, da mesma maneira que isso é feito com condutores de automóveis.

                      Fazendo isto, dificilmente terá problemas com seu barco, adquirido para proporcionar navegações agradáveis, tanto no mar quanto em água doce. Afinal, você é o capitão.

                      Foto: Shutterstock

                       

                      Marcio Dottori é diretor técnico da Revista Náutica há mais de 20 anos e o mais respeitado especialista em barcos do Brasil

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                        Em um belo dia de sol e com vento sul com 10-14 nós de intensidade (entre 20 e 25 km/h, aproximadamente), o Iate Clube de Santa Catarina sediou neste domingo o segundo e último dia da oitava etapa da Copa Veleiros de Monotipos, que apontou também os campeões estaduais de Laser e Optimist, na Sede Oceânica, em Jurerê.

                        As disputas contaram com um bom número de competidores. Além da Laser e Optimist, o evento contou ainda com regatas de Snipe. Na Optimist, os campeões da Estreante e Veterano foram definidos após a soma de duas etapas: a primeira realizada em Itajaí (setembro) e a segunda no Iate Clube de Santa Catarina.

                        Na Optimist Estreante, Samer Kayali e Thiago Canto protagonizaram um duelo equilibrado. Thiago chegou ao último dia de regatas com dois pontos de vantagem, mas em um dia perfeito Samer venceu as duas regatas e acabou tirando a diferença, confirmando o título da classe com apenas um ponto de frente para o adversário. Daniel Maciel completou o pódio do estadual em 3º.

                        Já na Optimist Veterano, a disputa foi entre Guilherme Berenhauser e Rafael Servaes. Rafael venceu a primeira regata do dia e foi 3º na outra, mas viu Guilherme manter a boa média de resultados (um 2º e um 6º), sem conseguir tirar a vantagem do líder. Com isso, Guilherme comemorou o título da classe com quatro pontos de vantagem. Em terceiro ficou Luca Miguel.

                        Além dos campeões na Optimist, a oitava etapa da Copa Veleiros de Monotipos definiu também os títulos estaduais de Laser Standard, Radial e 4.7. Na Laser Standard, Alex Veere teve bons motivos para comemorar seu aniversário neste domingo. Com vitórias nas duas regatas do dia, o velejador confirmou o título da temporada. Guilherme Pereira terminou em 2º e Bruno Fontes em 3º.

                        A Laser Radial proporcionou algumas das disputas mais emocionantes do dia. Atrás nas disputas, Maria Cristina Boabaid teve um ótimo domingo, vencendo as duas regatas do dia e assumindo a ponta na Laser Radial, com apenas um ponto de diferença sobre Henrique Back, vice-campeão, e dois de diferença para Larrisa Juk – terceira colocada.

                        Fechando os campeões estaduais, Daniel Martins venceu as duas regatas desse domingo na 4.7 e foi o grande vencedor do evento. Eduardo Silva ficou em segundo e Julietty Tesch terminou em 3º.

                        Encerrando as disputas do final de semana, a dupla Felipe Linhares/Eduardo Beirão velejou muito bem durante todo o fim de semana, vencendo as cinco regatas programadas para a oitava etapa da Copa Veleiros de Monotipos. Os resultados garantiram o título da classe Snipe para a parceria. Michel Durieux/Dionison Durieux foram os vice-campões e Alex Juk/Piero Furlan terminaram na terceira colocação.

                        Campeões estaduais 2014:

                        Samer Kayali – Optimist Estreante
                        Guilherme Berenhauser – Optimist Veterano
                        Alex Veeren – Laser Standard
                        Tina Boabaid – Laser Radial
                        Daniel Martins – Laser 4.7

                        Foto: Gabriel Heusi

                         

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                          O britânico fundador da Clipper Race, Sir Robin Knox-Johnston, terminou a regata transatlântica Route du Rhum em terceiro lugar em sua classe, a Open 60.

                          Sir Robin cruzou a linha de chegada em seu Open 60 Grey Power as 04h58 do horário local (Guadaloupe), após 20 dias, 7 horas, 52 minutos e 22 segundos no mar. Ele conseguiu segurar o rival Wilfrid Clerton, que ficou com o quarto lugar.

                          O primeiro homem a dar a volta ao mundo em solitário e sem escalas em 1968/69 disse que estava feliz em terminar a competição de 3.542 milhas após a intensa disputa pelo pódio.

                          Desde que a competição começou em Saint Malo, na França, em 2 de novembro, Sir Robin vem ganhando posições. Na última semana ele lutou pelo pódio com outros três competidores, enfrentando ventos fracos e instáveis e rajadas de chuva.

                          Sir Robin Knox-Johnston tem 75 anos e é o velejador mais velho da competição. Ao fim da jornada disse que foi muito gratificante chegar em terceiro lugar, contra grandes concorrentes internacionais. Na outra vez que participou da regata, há 32 anos, ele terminou na décima quarta posição.

                          Veja o vídeo da chegada:

                          Foto: Divulgação

                           

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                            22/11/2014

                            A maior pergunta sobre a próxima edição da America’s Cup, que acontecerá em 2017, é: qual afinal será a sede das finais do troféu mais antigo do mundo em disputa? Dois cenários disputam o posto, Bermuda, que seria uma sede inédita para a competição, e San Diego, que já sediou três edições da regata (1988,1992 e 1995).

                            A dúvida será sanada no próximo dia 2 de dezembro, uma terça-feira, durante coletiva de imprensa na cidade americana de Nova Iorque. A organização está cumprindo o prazo prometido para o anúncio que era até o final de 2014.

                            A 35ª edição da America’s Cup já recebeu inscrições de cinco equipes desafiantes: Artemis Racing, Ben Ainslie Racing, Emirates Team New Zealand, Luna Rossa Challenge e Team France. Os cinco sindicatos, como são chamadas as equipes que participam da competição, irão tentar tirar o título do Oracle Team USA, de James Spithill, que conquistou o troféu em uma virada histórica em cima do Emirates Team New Zealand que volta para a competição em busca de revanche.

                            Foto: Divulgação/America’s Cup

                             

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                              21/11/2014

                              Neste fim de semana as atenções da vela catarinense estarão voltadas para as disputas do Campeonato Estadual de Laser e Optimist. A oitava etapa da Copa Veleiros de Monotipos, acontece no Sede Oceânica do Iate Clube de Santa Catarina, e define os campeões estaduais das duas classes na temporada 2014.

                              As disputas de Optimist acontecem em duas etapas para a definição dos campeões. A primeira delas ocorreu em Itajaí, no mês de setembro, abrindo a corrida pelo título nas categorias Estreante e Veterano.

                              Além disso, a Laser também definirá os campeões estaduais de Standard, Radial e 4.7, mas com os vencedores sendo definidos em etapa única.

                              O evento reúne ainda disputas nas classes Snipe, 420, 470, Dingue, Byte, Prancha a Vela, Hobie Cat, Tornado e A-Cat. No total, serão dois dias de competições em Jurerê. No sábado, 22, estão previstas as disputas de três regatas com previsão de início às 12h. Já no domingo, 23, mas duas regatas devem ser realizadas, com sinalização de partida no mesmo horário.

                              A Copa Veleiros de Monotipos é um dos campeonatos mais tradicionais da vela catarinense e acontece ao longo do ano com realização do Iate Clube de Santa Catarina.

                              Foto: Divulgação

                               

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                                Mundial de Soling

                                Por: Redação -

                                A flotilha de Soling do Veleiros do Sul embarca para o Uruguai onde representa mais uma vez o país no Campeonato Mundial da classe Soling. A disputa ocorre no Yacht Club Punta Del Este e reúne 27 equipes de cinco países.

                                Os gaúchos têm forte representatividade na classe Soling possuindo tripulações que já conquistaram título mundial (com George Nehm), vice (Cícero Hartmann) e terceiro lugar (Nelson Ilha e Cícero Hartmann). O evento terá nove tripulações contando com o maior número de barcos já inscritos em um mundial da classe.

                                Pelo VDS correm José Horácio Ortega, Philipp Grotchmann, Matheus Lamb (Vento e Alma); Marcelo Chade, Manfredo Floricke e Pedro Ilha, Guilherme Roth, Roger Lamb, Carlos Alberto Trein (Coringa); Kadu Bergenthal, Eduardo Cavalli (El Demolidor) e Renan Oliveira, George Nehm, Frederico Sidou e Lucio Pinto Ribeiro (Bossa Nova); Nelson Ilha, Carlo de Leo e Gustavo Ilha (Equilibrium); Cícero Hartmann, Flávio Quevedo e André Renard (Don’t let me Down).

                                Conforme o capitão da flotilha Kadu Bergenthal, a expectativa da flotilha é grande. “Conheçemos bem a raia, temos um bom retrospecto lá e o vento nordeste há de colaborar com o nosso desempenho, nossa meta é estar no top 10”, diz o velejador que observa o bom nível da competição que contará com quatro campeões mundiais na raia, entre eles o alemão Roman Koch e o canadense Peter Hall.

                                Ainda sobre o desempenho das equipes do Veleiros do Sul, Kadu salienta que a maior marca da flotilha é a competitividade. “Vamos bem preparados e agregaremos ao campeonato nossa maior característica, que é o equilíbrio técnico, basta observar os nossos campeonatos, nunca temos favoritos”, pondera. As equipes do VDS hoje para Punta del Este.

                                Foto: Ricardo Pedebos/ Divulgação VDS

                                 

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                                  Por: Redação -

                                  Recentemente realizamos uma ação de Limpeza dos Mares em Santa Catarina em três pontos de pesca e de grande fluxo turístico em Florianópolis. A triste surpresa foi ver que lugares tão lindos estão sendo utilizados de forma errônea pelos navegadores que vão a estes locais para se divertir, tirar seu sustento ou apenas apreciar a paisagem e deixam o lixo de presente para a natureza.

                                  Na Ilha do Arvoredo — uma das únicas Reservas Biológicas do país onde apenas um dos lados é liberado para a navegação e mergulho contemplativo — recolhemos mais de duas toneladas de lixo do fundo do mar em apenas um dia. Para nossa surpresa a maior parte eram restos de rede de pesca, conhecidas como “redes fantasmas”. Esse tipo de lixo no mar mata vidas marinhas que inocentemente acabam ficando presas. Nesses restos de rede, encontramos lagostas, garoupas e outras espécies — umas ainda com vida, outras somente no esqueleto — o que nos fez refletir sobre quanto tempo mais teremos para apreciar estas espécies embelezando a Reserva. A ilha do Arvoredo, localizada em Santa Catarina a oeste da baía de Zimbros em Bombinhas, é um dos únicos pontos de mergulho contemplativo da região e hoje várias escolas de mergulho dependem do local para a sobrevivência.

                                  Já a Ilha do Francês, uma pequena ilhota situada na altura da ponta sul da Praia de Canavieiras em Florianópolis, foi nosso segundo ponto para a Limpeza dos Mares. A ilha é particular, fica mais próxima da costa e é visitada por muitos proprietários de embarcações, já que possui uma baía abrigada e é um local ideal para aproveitar com amigos e familiares. Neste ponto a surpresa já foi um pouco mais agradável: a quantidade de lixo retirado foi bem menor, cerca de 500 quilos. Dentre os objetos, uma tv de 29 polegadas e uma cadeira de praia que provavelmente caiu de alguma embarcação. O fundo do mar estava limpo — com poucas surpresas desagradáveis — e a maior quantidade de lixo estava localizada na encosta da ilha.

                                  No município de Governador Celso Ramos, no reduto dos lancheiros considerado o point náutico da Grande Florianópolis, a Praia do Tinguá, o lixo mostrou a falta de consciência dos frequentadores. Retiramos cerca de uma tonelada de lixo e a maior parte era composta por latas de bebidas e garrafas pet.

                                  Nas três edições da ação, retiramos aproximadamente quatro toneladas de material, mostrando o quanto ainda devemos trabalhar para que todos entendam que lugar de lixo é no lixo, que devemos preservar para que nossos filhos e netos possam usufruir as nossas belezas naturais e que os verdadeiros amantes do mar não gostam de navegar em águas sujas. Se quisermos continuar batalhando por um país com mais possibilidades náuticas temos que primeiro dar o exemplo e fazer com que sejamos os principais fiscalizadores destes ambientes. Só assim poderemos cobrar das autoridades mais condições para que todos venham a ganhar e se beneficiar com um turismo de qualidade, com real possibilidade crescimento para toda a cadeia produtiva do setor.

                                   

                                  Mané Ferrari é presidente da Acatmar e empresário do setor náutico

                                  Náutica Responde

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                                    Phantom 30 3

                                    Por: Redação -
                                    20/11/2014

                                    Neste fim de semana, Brasília recebe o lançamento oficial do barco Phantom 30 3, do estaleiro catarinense Schaefer Yatchs. O evento ocorre no sábado (22) e no domingo (23), no píer do Brisas do Lago, localizado às margens do Lago Paranoá, das 11h às 17h. Além de conhecer a embarcação e conferir a infraestrutura do Brisas do Lago, o público poderá participar de passeios pelo lago, um dos cartões postais da Capital Federal. Os passeios, gratuitos, serão realizados a cada trinta minutos.

                                    O Lago Paranoá é um dos principais locais de diversão dos brasilienses. Informações do Governo do Distrito Federal apontam que Brasília tem a terceira maior frota náutica recreativa do país.

                                    A versão 2015 da embarcação que é um dos cascos mais famosos da Schaefer, apresentada em Brasília, traz mudanças que garantem mais conforto, design moderno e desempenho com alto padrão de qualidade. “O barco ganhou ar-condicionado, gerador e nova motorização. Trata-se de bem móvel com melhor valor de revenda que existe”, afirma Márcio Schaefer, presidente do estaleiro. A principal mudança é o desenho das entradas de ar e das janelas, que deixou o barco mais imponente.

                                    Foto: Divulgação

                                     

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                                      Segunda perna

                                      Por: Redação -

                                      Os sete veleiros que competem na Volvo Ocean Race 2014-15 partiram ontem, quarta-feira, de Cape Town na África do Sul para completar a segunda perna da regata e devem chegar em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, em cerca de 20 dias, mas com previsão de tempo ruim no caminho a perna de 6.125 milhas náuticas pode durar até 27 dias.

                                      Os organizadores traçaram zonas de exclusão para manter a segurança dos 66 velejadores no Oceano Índico. Além de evitar algumas regiões que podem ser atingidas por ciclones, os skippers devem desviar, também, de zonas de risco de pirataria.

                                      A largada da perna ontem já deu uma prévia do que vem pela frente. A velejada nas proximidades de Cape Town teve ventos com rajadas de 35 nós e a maioria das equipes optou por manter os veleiros em uma rota mais conservadora para evitar as quebras logo no início de uma das pernas mais desafiadoras da competição.

                                      Neste momento, segundo o site oficial que acompanha os veleiros, o Team Alvimedica lidera a perna com o Mapfre, equipe do brasileiro Bochecha, logo atrás. Dongfeng é o terceiro.

                                      Foto: Divulgação

                                       

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                                        Por: Redação -
                                        19/11/2014

                                        Este é o restaurante do hotel Grand Hotel Timeo que fica na Sicília, Itália. A vista impressionante já foi parada para grandes personalidades como Audrey Hepburn e Sophia Loren. O que chama mais atenção é o imponente vulcão Etna que toma conta da paisagem. O vulcão, ainda ativo, é o mais alto da Europa chegando a mais de 3.000 metros de altura. O Etna é também a mais alta montanha da Itália. O vulcão está em constante atividade, mas suas erupções não preocupam a população que mora, navega e recebe inúmeros turistas na região.

                                        O “The Literary Terrace” tem restaurante com comidas e bebidas típicas da região e bar. O local também é bastante requisitado para eventos como casamentos. São três ambientes, dois restaurantes e um bar. Os hospedes do hotel ainda podem ser atendidos pelo restaurante lá em baixo, na beira da praia.

                                        Foto: Divulgação/Grand Hotel Timeo

                                         

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                                          Jet Tour Paraná

                                          Por: Redação -

                                          Os fãs dos jets têm programação agitada na cidade de Porto Rico, no Paraná. O Jet Tour Sea-Doo deste domingo navega pelas águas calmas e fartas do Rio Paraná, ideais para acelerar com segurança. O passeio é direcionado a proprietários de motos aquáticas habilitados e conta com monitores e estrutura de ponta oferecidos pela Sea-Doo. O ponto de encontro do passeio será a rampa da Marina Águia, mesmo local do test drive com os produtos da marca canadense, marcado para sábado das 11h às 17h.

                                          “As expectativas são ótimas, ainda mais pelo clima quente que está fazendo na região. O interesse pelo passeio e pelo test drive é grande, muita gente quer adquirir um jet para o verão ou irá colocar a sua nova embarcação na água pela primeira vez”, comentou Saul Rodrigues, da Rio Náutica, concessionária dos produtos BRP na região – que inclui a linha Sea-Doo. “Convidamos bastante gente e o passeio deve reunir cerca de 40 embarcações”, continuou.

                                          O Jet Tour Sea-Doo deve ter 2h30 de duração. “Vamos subir o Rio Paraná e explorar algumas das diversas ilhotas do local. O rio é bastante calmo e possui grande volume de água, o que permite passeios seguros e muito interessantes para aproveitar as qualidades das motos aquáticas. Será um final de semana bastante divertido”, concluiu.

                                          As inscrições devem ser feitas com a equipe da Rio Náutica no telefone 44/3262-6365. A organização do Jet Tour Sea-Doo exige o uso dos equipamentos de segurança e a apresentação da habilitação náutica por parte dos pilotos. A Sea-Doo patrocina a campanha Navegue Seguro, da Marinha do Brasil, a qual trabalha a conscientização sobre o uso responsável das motos aquáticas.

                                          Foto: Divulgação

                                           

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                                            O Rio Boat Show 2015, que acontece entre os dias 26 e 31 março no moderno complexo do Riocentro, foi lançado na semana passada durante um almoço no Rio de Janeiro e os maiores estaleiros nacionais e estrangeiros já garantiram seu espaço no maior salão náutico da América Latina.

                                            Agora também é possível acompanhar todas as novidades do Rio Boat Show 2015 através do aplicativo que está disponível para smartphones com sistema iOS (Apple) e Android.

                                            Para baixar basta entrar na Apple Store ou Google Play e procurar por Boat Show Eventos. Ou utilize o QR Code da foto acima para ir direto para o link. O aplicativo é gratuito e traz todas as informações do salão como planta, localização e últimas notícias.

                                             

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                                              Por: Redação -

                                              32 títulos entre primeiros e segundos lugares, essa é a impressionante marca dos irmãos Brito — como são nacionalmente conhecidos Valdir e Umberto Brito. Valdir Brito Jr, soma 19 troféus enquanto seu irmão gêmeo, outros 13 títulos. Ir a Lake Havasu, nos Estados Unidos, e competir nas Worlds Finals com os melhores do mundo não é tarefa para qualquer piloto, como diz o ditado “só os bons sobrevivem” e no mundo disputado do jet não é diferente. Em 2014 o Brasil mais uma vez esteve muito bem representado nas águas de Lake Havasu onde acontece as World Finals (finais mundiais) — evento anual onde centenas de pilotos buscam o título de campeão mundial. Valdir Brito Jr e Umberto Brito, foram, e diga-se de passagem pela primeira vez, e trazem na bagagem o título de Vice-Campeão na categoria Amatuer Turbo Stock, 3º lugar na Novice Turbo Limited conquistados por Valdir e um esplêndido 3º lugar na Novice Runabout Stock conquistado por Umberto.

                                              Nada acontece por acaso, ninguém vai ao maior campeonato de jet do mundo sem experiência, ou porque “caiu de paraquedas” no esporte. Essa trajetória vitóriosa, começou aos 7 anos de idade, quando seu pai, o empresário e um dos primeiros brasileiros a ter um jet começou a incentivar seus filhos com disputas de quem era o mais veloz. “Nosso pai sempre gostou de competições e deu o primeiro empurrão. No ano de 1999 participamos de um endurance de 4 horas de duração no campeonato brasileiro em Boa Esperança que era em dupla, e em nossa primeira corrida nós vencemos com mais de 12 minutos de vantagem para o 2º colocado.”

                                              As vitórias são sempre conquistadas pela equipe, no caso, a JETCO, que é formada pelos pilotos já citados e 3 mecânicos Valter, Luisão e Mauricio, que infelizmente não estiveram presentes nos títulos do mundial esse ano. Em Havasu, o jet foi preparado pela R&D com o apoio de Fabinho da FRacing. Na verdade os irmãos Brito devem o resultado a Bill Chaplin, preparador da equipe nos Estados Unidos, que é um dos grandes nomes em corridas. O jet pilotado era um Yamaha FZR SCHO 2014 que atingia a incrível marca de 84 mph sendo Stock estado com aproximadamente 350 hp. Mas a vida não é feita só de competições, tanto Umberto quanto Valdir são formados em Propaganda e Marketing exercendo a profissão na concessionária JETCO/Yamaha. Para 2015 a projeção é voltar aos Estados Unidos, dessa vez buscando o almejado título de campeão mundial.

                                              Mas como uma equipe é composta por várias pessoas, e já citamos aqui o Fabinho da FRacing e o Bill Chaplin, não podemos esquecer do amigo Abraham, ajudando sempre em toda a parte funcional e de logística, além de ser o holder.

                                              Eu estive lá, acompanhei os quase 10 dias de competições, e vi o empenho da equipe quanto a horários, briefing, treinos e disputas boia – a – boia.

                                              Certamente campeões não se fabricam, acredito ser um dom, aquele olhar que define o vencedor do simples e mero competidor. O Brasil é um celeiro desses campeões, passando por Lorenzo Zaluski, Deniso Casarini, Paulo Zamprogna, Rê Maynard chegando aquele que na minha opinião é o melhor, Celio Vinicius. Certamente o piloto de Goiás abriu as portas e colocou o Brasil no lugar de destaque que nos é merecido.

                                              Hoje seu legado fica para a geração mais jovem como os Britos e também para o goiano David Prado.

                                              Questionados sobre o significado de correr em Havasu, a resposta foi taxativa “…Muito importante, porque já temos vários títulos aqui no Brasil, mas sempre tínhamos a dúvida de como era competir contra os melhores do mundo e como estaria o nosso nível, então pudemos ter certeza que somos competitivos e estamos entre os 3 melhores do mundo…”.

                                              Me sinto uma parte dessa equipe, pelos momentos que passamos juntos em Lake Havasu, e certamente espero encontrá-los no V PSA que acontece nos dias 29 e 30 de novembro ou quem sabe nas próximas etapas do Campeonato Brasileiro de Jet.

                                               

                                              Ricardo Fuchs é fotógrafo da JetSkiNworld & Photojetski e viaja o mundo atrás das impressionantes imagens das competições de jets

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                                                A tradicional regata Preben Schmidt, que está em sua 19ª edição, acontece no próximo dia 13 de dezembro e encerra o calendário da vela oceânica fluminense. Realizada pelo Rio Yacht Club, a regata marca, também, as festividades de 100 anos de fundação do tradicional clube de Niterói, berço de grandes campeões da vela nacional, a família Grael.

                                                O evento também será válido como última etapa da Copa Brasil de Vela de Oceano (ranking da ABVO) para Veleiros Clássicos (ABVClass). Estão convidadas as classes Clássicos e Antigos, Bico de Proa e Monotipos Clássicos de Madeira (Sharpie 12M; Hagen, Sharpie; Carioca; Guanabara; Lightning; Snipe e Pinguim construídos exclusivamente em madeira), BRA RGS, ORC e IRC. As inscrições custam R$ 25 por tripulante e devem ser feitas na secretaria do clube até o dia 8/12. Após esta data o valor sobe para R$ 50 por tripulante. Haverá uma feijoada de confraternização no clube após a regata.

                                                Preben Schmidt, foi um dos percursores da vela no Brasil, sendo o principal responsável pela tradição da família Schmidt Grael na vela.

                                                Foto: Fred Hoffmann

                                                 

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                                                  18/11/2014

                                                  O empresário Leandro “Mané” Ferrari foi reeleito presidente da Associação Náutica Catarinense para o Brasil (Acatmar) e vai comandar a entidade pelos próximos dois anos. Mané Ferrari, como é conhecido, foi um dos fundadores da Acatmar em 17 de novembro de 2008, em parceria com outros 11 proprietários de marinas. Hoje a entidade possui 286 associados em todo o país.

                                                  Na nova gestão, pretende dar continuidade a ações já desenvolvidas pela entidade, como o Projeto Limpeza dos Mares Acatmar e a legalização das marinas em Santa Catarina. “O objetivo é focar o desenvolvimento da economia do mar, visando o crescimento de toda a cadeia produtiva do setor”, destaca. O trabalho da Acatmar também será de maior aproximação da iniciativa privada com o poder público no intuito de discutir temas como o excesso de leis ambientais no país e os marcos legais para o setor náutico.

                                                  Nova diretoria

                                                  Presidente: Leandro “Mané” Ferrari
                                                  Vice Presidente: Luiz Alberto Martins

                                                  1˚ Secretário: Rudney de O. Kupka
                                                  2˚ Secretário: Alex Juk

                                                  1˚ Tesoureiro: Farid Costa Othman
                                                  2˚ Tesoureiro: Carlos Tadeu Ventre

                                                  Conselho Fiscal

                                                  Membro efetivo: Luiz Lunardelli
                                                  Membro efetivo: Michele Castilho Henrique
                                                  Membro efetivo: Adriano Roberto Weickert
                                                  Membro suplente: Marcelo “Tchello” Brandão
                                                  Membro suplente: Bernardo Robaskewicz
                                                  Membro suplente: Ernando Fagundes

                                                  Os novos diretores que serão nomeados pelo Presidente tomarão posse na próxima semana. Na mesma data foi comemorado os 6 anos da associação com um jantar para os associados na Marina 3 Mares em Biguaçu.

                                                  Confira as fotos do evento:

                                                  Fotos: Divulgação

                                                  Informações: assessoria de imprensa

                                                   

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                                                    A IMAX Corporation, empresa responsável por cinemas com tecnologia 4K de alta definição, em todo mundo, vai construir, pela primeira vez, um cinema dentro de um iate. Batizada de Nemo Room (Sala do Nemo), uma referência ao famoso filme de animação Procurando Nemo, que conta a história de um peixinho perdido no mar, essa será a primeira experiência da empresa na área náutica.

                                                    O projeto está sendo desenvolvido a pedido da Yacht Intelligence — empresa especializada em sistemas de automação e entretenimento para embarcações. Ken Freivokh, renomado yacht designer, estava projetando um iate de 150 metros quando foi apresentado ao projeto de cinema de alta definição para embarcações e como sabia que seu cliente é um fã de novas tecnologias, logo começou a trabalhar neste conceito único para um barco.

                                                    “Com parâmetros rigorosos para a instalação de um IMAX e requisitos tecnológicos incrivelmente específicos, nosso primeiro desafio foi provar que seria possível a criação de um cinema privado desta magnitude em um superiate”, comentou Alan Bernardi, da Yacht Intelligence. A equipe de projetistas está trabalhando duro para que o conceito de imersão que a IMAX propõe em suas salas de cinema seja levado com fidelidade para o superiate.

                                                    Tanto a IMAX quanto a Yacht Intelligence garantem que é possível instalar o sistema em qualquer iate com 100 pés ou mais, mas alertam que é preciso começar o trabalho na fase inicial de concepção das embarcações.

                                                    Foto: Divulgação/IMAX

                                                     

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                                                      Por: Redação -

                                                      Os sete barcos da Volvo Ocean Race partem, nesta quarta-feira (19), para a segunda etapa da Volta ao Mundo. O caminho da Cidade do Cabo, na África do Sul, até Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, promete ser bastante diversificado com a previsão de ciclones no começo da prova e, mais para o final, falta de vento no escaldante Golfo Pérsico. Serão mais de 11 mil quilômetros e os barcos devem demorar até 30 dias para chegar ao destino.

                                                      A boa notícia é que a organização do evento não teme ação de piratas, atividade que já assustou as autoridades na costa leste africana, mas que perdeu força, segundo especialistas em segurança. Mesmo assim, os veleiros vão ter zonas de exclusão para evitar na região.

                                                      A segunda perna marca também a tentativa de recuperação da equipe Mapfre, que tem o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, como destaque. “Será uma etapa difícil, principalmente no primeiro dia, com as tempestades. Vamos sair com ventos variando entre 25 e 30 nós e tentaremos nos afastar da costa rapidamente. Os primeiros oito dias serão de muito frio e vento. Depois, mais ao norte, o calor aparece e o vento fica um pouco mais calmo”, explicou o brasileiro. “Será uma etapa longa, talvez poderá chegar a um mês de travessia”.

                                                      André ‘Bochecha’ Fonseca quer ajudar seu time, o espanhol Mapfre, a recuperar posições. O barco é o lanterninha da Volvo Ocean Race após a sétima posição na primeira etapa. “Vamos ir pouco a pouco. Não é do dia pra noite que tudo será resolvido. Estamos com dois tripulantes novos e vamos aprender e melhorar mais”.

                                                      No papel, o Brasil tem só o André ‘Bochecha’ Fonseca como tripulante na Volvo Ocean Race. Porém, podemos escalar a holandesa Carolijn Brouwer como brazuca também. A atleta do Team SCA, equipe 100% feminina, morou mais de 10 anos no país. A velejadora explica como será a etapa.

                                                      “Será uma etapa totalmente ao contrário da primeira e os velejadores terão muitas oportunidades. O percurso ainda é um pouco desconhecido para muitos. Vamos lutar até o fim por um melhor resultado”, disse Carolijn Brouwer. “Em relação à pirataria, a organização da Volvo Ocean Race fez bem ao colocar zonas de exclusão. Tivemos um briefing detalhado sobre o assunto. Apesar de estar diminuindo, não queremos correr riscos”.

                                                      A competição é liderada pelo Abu Dhabi, vencedor da primeira etapa, seguido por Dongfeng e Team Brunel.

                                                      Fotos: Divulgação

                                                      Informações: assessoria de imprensa

                                                       

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                                                        O Clube Paradesportivo Superação enviará seis atletas para representarem o Estado de São Paulo no Campeonato Brasileiro de Vela Adaptada 2014, que acontece entre os dias 2 e 6 de dezembro, na Baía de Guanabara, Rio de Janeiro.

                                                        Os atletas estarão divididos em três classes distintas, a Sonar – com três tripulantes, a SKUD-18 – com dois tripulantes, sendo um obrigatoriamente do sexo feminino e, a classe 2.4mR – onde o barco é ocupado apenas por um atleta.

                                                        Bruno Landgraf e Marinalva Almeida, da classe SKUD-18, estão em uma forte busca pelo título. Ambos treinaram com regularidade na Represa do Guarapiranga e no local onde acontecerá o campeonato.

                                                        Ivan Quirico representará o clube na classe 2.4mR, onde o barco de um único ocupante exigirá sua total atenção e esforço.

                                                        Os campeões do Paulista de Vela Adaptada 2014, que aconteceu em setembro, estarão presentes na Classe Sonar. Elisabete dos Santos e Robson da Silva estarão sob o comando de Luiz Gouveia nas águas da Guanabara.

                                                        “São Paulo sempre foi um estado revelador de atletas paralímpicos e o berço da vela adaptada. Começou com o projeto Água Viva em 1999, formando atletas velejadores de nível internacional. Todos estão otimistas com os resultados que nossos atletas poderão alcançar neste Brasileiro”, comentou Honório Rocha, presidente do Clube Paradesportivo Superação.

                                                        O Campeonato Brasileiro de Vela Adaptada 2014 é uma realização da Confederação Brasileira de Vela Adaptada, com apoio da Federação de Vela do Rio de Janeiro, e com sede no Clube Naval Charitas, em Niterói/RJ.

                                                        Foto: Divulgação

                                                         

                                                        Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

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                                                          Voando baixo

                                                          Por: Redação -

                                                          Você já imaginou acelerar um barco a mais de 400 km/h, fazer curvas atingindo a mesma força de gravidade de um caça F15 ou ainda pular ondas a mais de 3 metros de altura da água?

                                                          Isto e muito mais você vai conhecer aqui no fantástico mundo da motonáutica que eu, Lebos Chaguri, piloto brasileiro de motonáutica, apresento para vocês, leitores. Os principais campeonatos e categorias do mundo farão parte desta coluna, que vai mostrar o desenvolvimento e tecnologia das embarcações, motores e formas de propulsão.

                                                          Você conhecerá os verdadeiros Powerboats como os hidroplanos onde os mais velozes são movidos a turbina de helicóptero com impressionantes 3000 hp e que atingem velocidade superior a 350 km/h fazendo suas curvas em drift, conhecerá os catamarãs onde os da categoria Fórmula 1 atingem velocidade superior a 220 km/h e fazem de 0 a 160 km/h em menos de 4,5 segundos. Os Dragboats, dragsters da água com “apenas” 8000 hp ultrapassando a barreira dos 400 km/h em 1/4 de milha também estarão aqui. Todos estes integram a classe Inshore, ou seja, barcos que correm em águas abrigadas e calmas com pouco vento e o mínimo de ondas.

                                                          Mostrarei, ainda, os catamarãs e cascos em V de corrida Offshore que competem em mar aberto, onde os mais velozes ultrapassam os 250 km/h e enfrentam qualquer tipo de tempo e onda. Estes “voadores dos mares” geralmente são comandados por um piloto que dirige o barco e um throttleman, uma espécie de navegador que tem a função de comandar a aceleração do motor e inclinação e regulagem do propulsor.

                                                          Vocês conhecerão, também, as famosas provas de Rally Náutico e Endurance como as 24 Horas de Rouen, que acontece na França, uma competição similar a 24 Horas de Le Mans, uma das mais tradicionais corridas automobilísticas do mundo, a Travessia do rio Magdalena que dura uma semana pelas águas da Colômbia e muitas outras competições pra lá de desafiadoras.

                                                          Vou resgatar a história do surgimento das corridas de motonáutica e sua evolução ao longo do tempo, inclusive aqui no Brasil, categoria que (pasmem!) um dia já foi esporte olímpico, disputado apenas nos Jogos Olímpicos de Londres de 1908.

                                                          Então, a partir de agora, aperte os cintos e passe a ter a sensação de pilotar e participar de uma verdadeira equipe de Powerboat. Sejam bem-vindos a bordo!

                                                           

                                                          Lebos Chaguri é piloto e especialista em barcos de corrida

                                                          Náutica Responde

                                                          Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                            O estaleiro carioca Riostar está a pleno vapor, com quatro barcos em construção na sua divisão de projetos especiais, criada para cascos acima de 62 pés. O maior deles é o MY 160, seu primeiro casco de alumínio, com 45,3 metros de comprimento e atributos que o colocam como o maior barco de lazer jamais construído no país. Um desafio que mobiliza há dois anos profissionais como o projetista Fernando de Almeida, que responde pelo estilo — ou, como ele prefere, a parte conceitual — e a arquitetura interna do barco, e o escritório americano Donald Blount, referência mundial em cascos planantes. “Ele será construído em blocos e alguns foram fabricados nos Estados Unidos, no estaleiro Kwichak, especialista em alumínio, que irá assessorar a Riostar”, comenta Roberto Martins, dono do estaleiro.

                                                            Todos os detalhes deste projeto estão na edição de novembro de NÁUTICA, que já chegou às bancas de todo o Brasil.

                                                            Foto: Divulgação

                                                             

                                                            Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

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