Oceano 42

Por: Redação -
17/11/2014

O grupo italiano Overmarine, responsável pelo estaleiro Mangusta, acaba de anunciar a venda da primeira unidade do iate Mangusta Oceano 42 lançado em 2013 durante o Monaco Yacht Show.

O iate de 137 pés foi desenhado por Alberto Mancini e faz parte da linha de iate para grandes travessias do estaleiro. Por enquanto, apenas dois modelos integram a linha oceano, a 42 e a 46 metros. O Mangusta Oceano 42 tem acomodações para 12 pessoas em pernoite e sete tripulantes. O iate tem casco de alumínio, áreas externas amplas e interior luxuoso.

O preço da embarcação não foi revelado.

Foto: Divulgação

 

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    Troféu Cayru

    Por: Redação -

    Está chegando a hora para uma das maiores competições da Classe Oceano no Rio Grande do Sul, o 24º Troféu Cayru. A regata vai reunir as classes ORC Internacionais, RGS, RGS Cruiser, J24, M19, HPE25 e começa no sábado, dia 22 de novembro, com as regatas de percurso longo. A competição tem largada em frente ao acesso ao Clube dos Jangadeiros, segue com a tradicional Volta à Ilha das Pombas e tem chegada prevista na Ponta Grossa. O percurso da regata para as classes ORC e RGS é estimado em 36,2 milhas, de acordo com a comissão de regatas.

    No domingo, último dia do campeonato, os veleiros seguem o percurso em barla sota, que será realizado na raia da Pedra Redonda. O dia é marcado também pela realização da Regata Solitário, para os velejadores que competem sozinho, e a Regata Velejaço, destinada para os Cruzeiristas.

    Uma das novidades desta edição é a volta da classe ORC Internacional, que teve a sua última disputa realizada em 2010, já que nos anos seguintes a competição foi realizada apenas para a classe RGS. O campeão da edição passada foi o Caco Moré, com o seu barco Abaquar. Participam da competição velejadores dos clubes Jangadeiros, Veleiros do Sul, Sava Clube e do Iate Clube Guaíba.

    Foto: Claudio Bergman/Divulgação

    Informações: assessoria de imprensa

     

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      Volta à Ilha

      Por: Redação -

      Os desafios oferecidos pela Volta à Ilha – Sir Peter Blake fazem da regata a mais esperada entre os velejadores de oceano que disputam o ano inteiro a Copa Suzuki Jimny, válida pelo Circuito Ilhabela. Neste ano, a prova que proporciona a rara oportunidade de se contemplar a exuberância da ilha em 360 graus está prevista para o sábado, dia 29 de novembro, abertura da quarta e decisiva etapa da competição, que será complementada no dia seguinte (30) e no primeiro final de semana de dezembro (6 e 7).

      A regata homenageia o neozelandês Sir Peter Blake, bicampeão da America’s Cup e recordista da Whitbread Volta ao Mundo, entre outras conquistas, e por justa razão exige perícia dos velejadores quase sempre testados em várias condições de vento e de correnteza. “Tudo pode acontecer, desde a linha de largada, que depende da direção do vento para ser montada, até a chegada. Contravento, popa, vento forte, vento fraco, buraco de vento são situações a serem enfrentadas e superadas em uma velejada de 360 graus em volta da Ilha”, alerta Carlos Sodré, o Cuca, diretor da Comissão de Regatas (CR).

      A prova pode ser disputada no sentido horário (boreste), se o vento estiver de leste, direção predominante na região, com largada na Ponta das Canas (norte de Ilhabela) e chegada na Ponta da Sela, com percurso em torno de 40 milhas (74 km). Se houver entrada de frente fria e o vento estiver na direção sul, a opção da CR é pelo sentido anti-horário (bombordo), com largada em frente ao Yacht Club de Ilhabela e chegada na Ponta das Canas, aumentando a rota para cerca de 50 milhas (92 km). É a única prova da Copa Suzuki Jimny em mar aberto, a exemplo da Alcatrazes na Ilhabela Sailing Week.

      Em 2013, o Fita Azul, primeiro a cruzar a linha de chegada, foi o Lexus Chroma, com 8h31m48, apenas 54 segundos à frente do Caballo Loco, vencedor da classe C30 no tempo corrigido. Na primeira edição, em 2000, Peter Blake estava de passagem por Ilhabela, participou da prova com seu veleiro de alumínio Polar Seamaster e entregou os prêmios aos vencedores no Yacht Club de Ilhabela (YCI), junto com o então comodoro Ivan Lopes. No ano seguinte foi assassinado por piratas no Amapá, enquanto desenvolvia projeto ecológico na Amazônia. A partir de 2002 a regata passou a homenagear um dos maiores navegadores do mundo.

      A 14ª Regata Volta à Ilhabela Sir Peter Blake reunirá veleiros das classes: ORC, IRC, C30, BRA-RGS A e B, e RGS Cruiser. Os barcos das classes HPE e BRA-RGS C, correrão regata de percurso médio ou barla-sota (entre boias) no Canal de São Sebastião ou imediações do farol da Ponta das Canas, conforme decisão da CR. As três etapas anteriores da temporada foram disputadas nos meses de março, junho e setembro.

      Resultados acumulados após três etapas, considerando-se os descartes:

      C30
      1º – CA Technologies (Marcelo Massa) – 12 pp
      2º – Caballo Loco (Mauro Dottori) – 18 pp
      3º – Caiçara Porsche (Marcos de Oliveira Cesar) – 26 pp

      HPE
      1º – Ginga (Breno Chvaicer) – 15 pp
      2º – Fit to Fly (Eduardo Mangabeira) – 35 pp
      3º – Suzuki Bond Girl (Rique Wanderley) – 39 pp

      RGS A
      1º – BL3 Urca (Pedro Rodrigues) – 12 pp
      2º – Montecristo (Julio Cechetto) – 17 pp
      3º – Fram (Felipe Aidar) – 20 pp

      RGS B
      1º – Asbar II (Sergio Klepacz) – 8 pp
      2º – Kanibal (Martin Bonato) – 18 pp
      3º – Helios (Marcos Gama Lobo) – 20 pp

      RGS C
      1º – Zeppa (Diego Zaragoza) – 18 pp
      2º – Rainha (Leonardo Pacheco) – 23 pp
      3º – Sextante (Thomas Shaw) – 28 pp

      RGS Cruiser
      1º – BL3 Wind Náutica (Clauberto Andrade) – 8 pp
      2º – Jambock (Marco Aleixo) – 11 pp
      3º – Cocoon (Luiz Caggiano) – 20 pp

      IRC
      1º – Rudá (Mario Martinez) – 4 pp
      2º – Orson (Carlos E. S. Silva) – 7 pp
      3º – Mussulo III (José Guilherme Caldas) – 12 pp

      Foto: Marcos Méndez/SailStation

      Informações: assessoria de imprensa

       

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        O Negociador

        Por: Redação -

        Dois beduínos árabes, viajando em um único camelo pelo deserto, chegaram a um oásis onde três irmãos brigavam para dividir 35 camelos deixados pelo falecido pai, de modo que o primeiro ficasse com a metade, o segundo com um terço e o caçula com um nono. A discórdia se estabelecera pela impossibilidade de se retirar da disputa a metade de 35 que seria 17,5 camelos, bem como um terço e um nono. Um dos beduínos então pediu licença para tentar resolver o problema.

        O árabe então misturou seu próprio camelo com os 35, ficando agora um total de 36. Deu metade para o primeiro que, recebeu 18 camelos ao invés de 17,5 e retirou-se muito satisfeito. Deu um terço para o segundo, que ficou com 12 camelos e também saiu ganhando. Finalmente deu um nono para o caçula que com 4 camelos ficou muito contente. Os três se retiraram com seus 34 camelos (18+12+4) sobrando 2, um para o inteligente árabe e o outro para o companheiro de viagem.

        Hoje em dia, com um mercado cada vez mais restrito e disputado, a cooperação e a habilidade em negociar tem sido posta a prova diariamente. Em qualquer ramo vemos que a cooperação virou uma característica de nossa época, pois diariamente somos obrigados a negociar. Negociar com clientes, construtores, fornecedores, funcionários, e até mesmo com a família. Entretanto, um interessante aspecto a ser estudado é como entramos em uma negociação, pois podemos participar dela como puramente negociantes ou como negociadores.

        Mas qual a diferença?

        É de vital importância entender a diferença entre os dois modos. O negociante ao entrar em um negócio só tem um objetivo: ganhar a qualquer custo. O objetivo do negociador é outro. Ele tem o interesse de solucionar uma situação ou mesmo um futuro impasse.

        O negociante não faz concessões, está pensando apenas no presente, é sempre unilateral. Não considera as possibilidades a médio e longo prazo. Assim, por exemplo, um gerente que só sabe agir como negociante, no futuro, não terá mais colaboradores. Da mesma forma, um vendedor não terá nada mais que apenas pedidos por algum tempo, e consequentemente, sua empresa irá correr o risco de não sobreviver.

        O negociador, ao contrário, ouve, pondera, procura entender a posição dos outros e aceita fazer concessões que possam levar a uma solução mais duradoura, o que mais importa para ele é que todos saiam ganhando alguma parte do negócio.

        Entretanto não podemos negar que as pessoas têm muito mais tendência a agir como negociantes do que como negociadores. A ideia de que se pode levar vantagem em tudo, e o tempo todo, é um terrível engano, afinal, ninguém pode ganhar para sempre a custa do prejuízo dos outros, até porque, no decorrer do tempo, acabará perdendo muito mais.

        Sem dúvida há momentos que temos que raciocinar como negociantes, mas há horas que precisamos agir como negociadores, porque o que está em jogo não é apenas o presente, mas o futuro também.

         

        Jorge Nasseh é especialista em construção e composites e costuma viajar os quarto cantos do mundo em busca de novidades no meio náutico

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          Aventura na selva

          Por: Redação -

          Na última sexta-feira (14), os empresários Cristiano Daibes, Fabio Daibes, Kleber Meneses, Marcelo Pinho, Nader Morhy, Paulo Mendes e Sergio Leão partiram para um desafio inédito no Brasil: enfrentar as mais de 1000 milhas de rios entre Manaus e Belém, a bordo de seus jets, com paradas apenas para pernoite. A roteiro deste passeio-aventura começou na capital amazonense, Manaus, passará por Itacoatiara, Parintins, Santarém, Alter do Chão, Almeirim, Breves e, depois de quase 15 dias de travessia, finalmente chegará em Belém, na capital do Pará, onde os pilotos serão recebidos com festa por seus familiares. A reportagem completa você confere nas próximas edições de NÁUTICA.

          Foto: Divulgação

           

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            Desafio Solar Brasil

            Por: Redação -

            Deu Santa Catarina no Desafio Solar Brasil 2014. A equipe Vento Sul, de Florianópolis, venceu a competição nacional de barcos elétricos, que foi realizada em Búzios, neste fim de semana. Esta foi a quinta vitória dos estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) na categoria monocasco.  Como prêmio, eles vão disputar o campeonato mundial Solar1 Monte Carlo 2015, em julho do ano que vem, em Mônaco.

            “A sensação é de dever cumprido. Valeu a pena cada noite perdida”, resumiu Lucas Kurth, que foi piloto da equipe. “Agora, temos a responsabilidade de representar o Brasil no mundial. Vamos trabalhar ainda mais para conseguir trazer o título para casa”, completou.

            A Vento Sul completou o circuito de oito provas em pouco mais de cinco horas. Vencia a competição que cumprisse as etapas em menor tempo.

            Na categoria catamarã, Santa Catarina também levou a melhor. A turma da Babitonga, da UFSC de Joinvile, ficou no lugar mais alto do pódio. “É uma felicidade e um orgulho muito grande vencer essa competição. Trabalhamos na nossa embarcação por três anos e esse é um reconhecimento do nosso esforço”, festejou Rafael Ziantonio, que pilotou o barco da equipe.

            O Desafio Solar deste ano inovou ao colocar alunos do ensino médio de escolas públicas de Búzios para participar do evento. Cada equipe contou com a ajuda de dois estudantes locais. Ao fim da competição, os alunos ganharam de presente um barco para formar a primeira equipe de Búzios, que se chamará Bardot.

            O Desafio Solar Brasil 2014 foi aberto oficialmente na quinta-feira (13). Até domingo, dia 16, cerca de 350 estudantes, em 23 equipes, de sete estados brasileiros, disputaram o rali de barcos movidos à energia solar. O evento foi promovido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pela Ampla, com o apoio da Prefeitura de Búzios.

            A competição integra o projeto Cidade Inteligente Búzios, que é uma aposta estratégica do Grupo Enel, por meio da distribuidora Ampla, em pesquisa e desenvolvimento de redes inteligentes de distribuição de energia.

            “Ficamos muito felizes em apoiar por mais um ano a realização deste campeonato. Para nós, da Ampla, é um orgulho promover este evento que une educação e tecnologia na busca por uma fonte de energia limpa e renovável”, afirma Weules Correia, coordenador do Cidade Inteligente Búzios.

            CLASSIFICAÇÃO

            Categoria Monocasco

            1º lugar – Vento Sul (SC)
            2º Henrique Lage (RJ)
            3º lugar – Zenite (SC)

            Categoria catamarã

            1º lugar – Babitonga (SC)
            2º lugar – Henrique Lage (RJ)
            3º lugar – Hurakan (SC)

            Foto: Marco Antônio Teixeira/Divulgação

            Informações: assessoria de imprensa

             

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              Atapuz/Recife

              Por: Redação -

              A embarcação Bolero II conquistou, neste domingo (16), o troféu Fita Azul da tradicional regata João Batista de Queiroz – Atapuz/Recife, que neste ano, chegou à sua 32ª edição. O Bolero completou as 25 milhas com o tempo de 3h57m31. Ao todo, 16 embarcações participaram da competição considerada uma das regatas mais tradicionais de Pernambuco e também válida pela décima etapa do Campeonato Pernambucano de Veleiros de Oceano 2014.

              A briga pela segunda posição foi bastante acirrada, com dois barcos chegando com uma diferença de apenas 17 segundos. Melhor para o Suva IV que garantiu a segunda colocação geral com o tempo de 3h58m55. O Centauro ficou com o terceiro melhor tempo, 3h59m12. O Carcará ficou com a quarta posição, registrando o tempo de 4h01m20s.

              Após a chegada nas imediações do Pernambuco Iate Clube (PIC), na orla de Brasília Teimosa, próximo ao Parque das Esculturas, as tripulações das embarcações ancoradas puderam aproveitar um belo domingo de sol em um dos maiores cartões postais do Recife.

              “O evento foi considerado um sucesso. A Comissão de Regata não encontrou imprevistos e conseguiu realizar a largada pontualmente às 11h, assim como constava o aviso de regata. Todos os participantes estão de parabéns”, comentou Carlos Marrocos (Bacs), organizador do evento.

              Uma curiosidade da regata é a premiação, que só é realizada no ano seguinte. “Ele criou essa regra para forçar que os campeões de cada ano estivessem presente na edição do ano seguinte. Assim, além de ir para receber o prêmio, o campeão do ano anterior disputaria a prova para defender o título mais uma vez”, explicou Bacs.

              João Batista de Queiroz foi velejador e sócio do Cabanga Iate Clube de Pernambuco. Amante da vela, criou a regata depois que adquiriu uma casa em Atapuz. “Ele começou a reunir amigos para fazer uma prova de Atapuz até Recife. Ano após ano a competição ganhava corpo e mesmo depois de sua morte, com a autorização do filho, continuamos a realizar essa importante regata para vela pernambucana”, detalhou Bacs.

              Foto: Cabanga/Divulgação

              Informações: assessoria de imprensa

               

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                95RPH

                Por: Redação -
                16/11/2014

                Apesar do seu recente lançamento, em maio deste ano, a Azimut Grande 95RPH já recebeu dois prêmios de prestígio nos Estados Unidos e na China. Nomeada Best Yacht of the Year 2014 pela revista Robb Report China, a lancha ganhou a “Best of the Best” – classificação que identifica os produtos mais extraordinários no setor de luxo. Com isso, se une às fileiras das marcas mundialmente famosas como a Ferrari, Piaget, Ducati, e muitas outras. A cerimônia de premiação está marcada para 27 de novembro, em Xangai.

                A nova embarcação de 29 metros do estaleiro italiano impressionou o júri com a sua elegância e estilo, os seus interiores acolhedores, e seu flybridge incrivelmente espaçoso (mais de 60 m²); tanto que que a premiou como a “Best in Class” entre os outros barcos em sua categoria. Da mesma forma, o desempenho superior do barco impressionou o júri no Prêmio AIM Marine Group Editor’s Choice.

                Realizada em conjunto com a Fort Lauderdale Boat Show 2014, o Editors ‘Choice Awards é patrocinado pelo AIM (Active Interest Media) Marine Group.

                Na cerimônia oficial em 29 de outubro, em Fort Lauderdale, a Azimut Grande 95RPH foi premiada como Best Motoryacht na categoria 90-100 pés. O júri reconheceu o modelo Azimut por seu design, inovação, tecnologia e criatividade: “As áreas ao ar livre a bordo da Azimut Grande 95 RPH são soberbas, tem linhas extremamente limpas em comparação com iates de sua classe e um casco de fácil condução “.

                Foto: Divulgação

                Informações: assessoria de imprensa

                 

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                  Desafio Solar Brasil

                  Por: Redação -

                  O mau tempo no Rio de Janeiro não impediu que as embarcações elétricas do Desafio Solar 2014 completassem o circuito de provas da competição. Por causa do dia encoberto e da chuva que caiu na cidade de Búzios, os estudantes das 23 equipes participantes tiveram que mudar a estratégia. Reduzir a velocidade no trajeto foi o truque usado para manter a eficiência do barco e economizar a bateria, que é alimentada pela luz do sol. As equipes catarinenses Babitonga (Joinvile) e Vento Sul (Florianópolis) fizeram bem o dever de casa e venceram as primeiras disputas.

                  Na sexta-feira, a primeira prova durou três horas. Babitonga levou a melhor na categoria catamarã. Já a Vento Sul ficou em primeiro lugar com o monocasco. A equipe vencedora receberá como prêmio a classificação para disputar o campeonato mundial de barcos elétricos, o Solar1 Monte Carlo 2015, que será realizado em Mônaco, de 9 a 11 de Julho do próximo ano.

                  Neste sábado, os estudantes cumpriram mais duas etapas de provas. A chuva aumenta o desafio. “O sol é o que alimenta a embarcação. Sem ele, precisamos recorrer ao máximo à bateria. Nessas horas, é essencial dosar o seu uso, pois não sabemos quando o sol vai aparecer de novo. Reduzir a velocidade é uma das estratégias usadas”, explica o professor Alexandre Alho, chefe da equipe Solar Brasil, do Rio de Janeiro.

                  O Desafio Solar Brasil 2014 foi aberto oficialmente na quinta-feira, dia 13, e termina hoje. 350 estudantes, em 23 equipes, de sete estados brasileiros, disputam o rali de barcos movidos à energia solar, na orla Bardot, em Búzios (RJ). O evento é promovido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pela Ampla, com o apoio da Prefeitura de Búzios. Também conta com incentivo da Secretaria  de Estado de Esporte e Lazer do Rio de Janeiro, produção da Media Mundi Brasil e chancela da Confederação Brasileira de Vela.

                  A competição integra o projeto Cidade Inteligente Búzios, que é uma aposta estratégica do Grupo Enel, por meio da distribuidora Ampla, em pesquisa e desenvolvimento de redes inteligentes de distribuição de energia.

                  Foto: Divulgação

                  Informações: assessoria de imprensa

                   

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                    Intergaláctico

                    Por: Redação -
                    15/11/2014

                    O 2º Campeonato Intergaláctico de 49er e 49erFX que reuniu a nata da vela olímpica mundial do monotipo mais veloz e radical dos jogos chegou ao fim com uma regata diferente. A terceira e última prova desta sexta-feira contava pontos dobrados e trazia as tripulações em posição invertida: as timoneiras na proa e as proeiras no timão.

                    Sendo assim, a única dupla brasileira na 49erFX, as melhores velejadoras do ano da Isaf e líderes do ranking mundial, Martine Grael e Kahena Kunze mostraram que qualidade independe da posição. “Foi legal trocar de lugar. Sabíamos que ia rolar esta regata e dei uma treinada. No final, foi importante para garantir o terceiro lugar, pois ficamos empatadas com as inglesas em número de pontos e a vitória fez a diferença”, comentou a hoje comandante e normalmente proeira, Kahena Kunze.

                    As dinamarquesas Jena Mai Hansen e Katja Salskou-Iversen, se consagraram campeãs e deram um passo a mais na briga interna com suas compatriotas pela representação de seu país no Rio 2016. As vice-campeãs foram as amigas, porém eternas rivais da dupla brasileira, Alexandra Maloney e Melly Meech, da Nova Zelândia, campeãs mundiais em 2013 e principais velejadoras da classe no país, que é um dos berços deste tipo de barco: os esquifes.

                    Entre os homens, outra dupla que foi indicada para o prêmio de melhores velejadores do ano de 2014, mas não levou, perdendo para James Spithill, demonstraram que conhecem bem as funções um do outro. Além de vencerem a última regata, onde houve a troca de posições, os dois ganharam ainda a segunda prova do dia (com Burling no timão, como de costume) e tiraram um segundo lugar na primeira disputa desta sexta-feira.

                    Assim, com apenas 19 pontos perdidos, ficaram novamente em primeiro no pódio, posição que ocuparam em todos os eventos que disputaram, desde a prata em Londres 2012, com uma acachapante vantagem de 40 pontos sobre os vice-campeões: John Pink e Hollingworth Bithell, da Grã-Bretanha. E para apimentar a briga interna pela vaga inglesa nas águas da Guanabara em 2016, outros britânicos, Dylan Fletcher e Alain Sign foram os terceiros.

                    Entre os brasileiros, Dante Biachi e Thomas Low-Beer terminaram o Intergaláctico de 49er em nono lugar e Marco Grael e Gabriel Borges, que chegaram a vencer uma das regatas, ficaram em 14º geral.

                    Foto: Fred Hoffmann

                    Informações: assessoria de imprensa

                     

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                      In-Port Race

                      Por: Redação -

                      A Volvo Ocean Race 2014-15 tem, por enquanto, um único protagonista: o Abu Dhabi Ocean Race. O barco dos Emirados Árabes Unidos lidera a classificação geral da Volta ao Mundo e também o campeonato paralelo das regatas locais, chamadas de In-port Races. Neste sábado (15), o Azzam, como é batizada a embarcação, venceu a prova na Cidade do Cabo, na África do Sul, na frente do Team Brunel, da Holanda.

                      “Foi realmente um bom trabalho da nossa tripulação. Fizemos o que tínhamos programado e deu certo. Parabéns ao nosso navegador Simon Fisher, que controlou bem a regata. Apesar das vitórias, nós temos muito mais pela frente”, disse o comandante do Abu Dhabi, Ian Walker. A regata sul-africana teve ventos variando de 12 a 20 nós.

                      Além do Abu Dhabi, o pódio da In-port Race da Cidade do Cabo teve Team Brunel, em segundo, e o Team SCA, em terceiro. O barco do brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, o MAPFRE, ficou em sétimo lugar. O atleta fez a função de timoneiro na regata local, já que a equipe espanhola velejou com um integrante a menos.

                      Resultado final da In-port Race da Cidade do Cabo:
                      1º – Abu Dhabi Ocean Racing
                      2º – Team Brunel
                      3º – Team SCA
                      4º – Dongfeng Race Team
                      5º – Team Vestas Wind
                      6º – Team Alvimedica
                      7º – Mapfre

                      Classificação geral:
                      1º – Abu Dhabi Ocean Racing – 3 pontos
                      2º – Team Brunel – 6 pontos
                      3º – Team Alvimedica – 7 pontos
                      4º – Team SCA – 9 pontos
                      5º – Dongfeng Race Team – 9 pontos
                      6º – Mapfre – 10 pontos
                      7º – Team Vestas Wind – 12 pontos

                      Os barcos da Volvo Ocean Race agora se preparam para o principal desafio: a largada da segunda etapa entre a Cidade do Cabo e Abu Dhabi, marcada para a próxima quarta-feira (19). O percurso terá um pouco mais de 11 mil quilômetros e deverá durar, no mínimo, 20 dias. O barco Abu Dhabi foi o vencedor também da primeira perna da Espanha até a África do Sul.

                      Foto: Ainhoa Sanchez/Volvo Ocean Race

                      Informações: assessoria de imprensa

                       

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                        Por: Redação -
                        14/11/2014

                        Lançada em um disputado coquetel em São Paulo, no último dia 5, o novo iate nacional, a Intermarine 80, é apresentada, agora, através de imagens 3D, para o público.

                        Com 24,35 metros de comprimento total, tem design moderno, amplas áreas externas e internas e, segundo o estaleiro, alto desempenho para seu porte.

                        A Intermarine 80 é o segundo iate do tradicional estaleiro paulista que já tem uma 95 pés em fase avançada de construção.

                        Além de belo design externo, a Intermarine 80 terá interior com acabamento sofisticado e cabine com quatro suítes.

                        A lancha será equipada com dois motores MAN de 1550 ou 1650 hp e deverá atingir até 35,5 nós de velocidade máxima e 31 nós de cruzeiro. Para garantir um conforto ao navegar, a Intermarine 80 possuirá um sistema de estabilização por aletas, que reduz drasticamente o balanço do barco tanto ancorado como em movimento.

                        Confira as imagens em 3D do novo iate Intermarine 80:

                        Imagens: Divulgação

                         

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                          Por: Redação -

                          O Jet Tour Sea-Doo deste domingo navega pelas águas dos Lagos do Iguaçu, em São Jorge d`Oeste, no Paraná. O passeio é aberto a proprietários de jets de todas as marcas e promete mostrar as belas paisagens na cidade, ponto de encontro para atividades náuticas no sudeste do Estado. A base do evento será a marina do Condomínio Águas Claras, onde no sábado haverá test drive com as motos aquáticas da Sea-Doo.

                          “O final de semana será movimentado por conta dos feriados e a previsão é de tempo bom. As expectativas são ótimas para o evento”, comentou Tiago Canzian, da Moto Náutica Center, concessionária dos produtos BRP em Francisco Beltrão, Paraná – o que inclui a linha Sea-Doo.

                          “A marina oferece estrutura de ponta para as atividades, que incluem ainda o Desafio Spark e apresentação de flyboard”, completa Tiago. O Desafio é uma competição nova e divertida entre pilotos habilitados que mostra na prática as qualidades do Spark.
                          Além de muita água, os participantes poderão avistar as belezas dos Lagos do Iguaçu. “O local é muito bonito, com águas limpas e tranquilas e belas casas nas margens. Teremos um barco de apoio abrindo o caminho no passeio, para garantir a segurança do grupo”, concluiu Canzian.

                          As inscrições devem ser feitas na Moto Náutica Center, telefone 46/3523-3060. A organização do Jet Tour Sea-Doo exige o uso dos equipamentos de segurança e a apresentação da habilitação náutica por parte dos pilotos. A Sea-Doo patrocina a campanha Navegue Seguro, da Marinha do Brasil, a qual trabalha a conscientização sobre o uso responsável das motos aquáticas.

                          Foto: Divulgação

                          Informações: assessoria de imprensa

                           

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                            Nova loja

                            Por: Redação -

                            A loja Vip Náutica, representante oficial da Schaefer Yachts em São Paulo, acaba de inaugurar sua nova loja no Guarujá, litoral Sul de São Paulo. Com uma loja instalada na capital, a Vip Náutica leva, agora, as cobiçadas lanchas Schaefer para mais perto da água. Instalada dentro da Marina Astúrias, a nova unidade tem show room permanente dos produtos e os clientes podem testar e navegar nas embarcações em exposição.

                            A Marina Asturias fica à Rua Francesca Sapochetti Castrucci, 805, Guarujá.

                            Veja as fotos da inauguração:

                            Fotos: Divulgação

                             

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                              Finais

                              Por: Redação -

                              O Campeonato Intergaláctico de 49er e 49erFX, no Iate Clube do Rio de Janeiro, chegou ao seu penúltimo dia com alguns dos principais velejadores olímpicos da classe nas primeiras posições tanto no masculino, quanto no feminino. Amanhã as três últimas provas serão disputadas, sendo que a última, a grande final, contará pontuação dobrada e terá a chegada em frente à varanda do clube, entre os dois faróis da piscina de barcos do iate. Uma atração a mais para aqueles que apreciam os velozes e radicais 49ers.

                              O dia começou com os 49erFX correndo a primeira regata, às 11h30, em um vento terral de Nordeste muito fraco. E na clássica merreca da baía de Guanabara quem se deu melhor foi o barco brasileiro de Martine Grael e Kahena Kunze que voltaram a vencer regatas depois do recente título de melhores velejadoras do mundo da Federação Internacional de Vela (Isaf).

                              Na segunda prova do dia, já com o vento sul crescendo, elas ficaram com a 5ª posição e na terceira regata voltaram a vencer para terminar a quinta-feira na 6ª colocação geral, com 45 pontos perdidos, e manter vivas as chances de pódio amanhã. As líderes são as espanholas Tamara Echegoyen e Berta Betanzoz, com 27 pontos. Seguidas de Jena Mai Hansen e Katja Salskou-Iversen, da Dinamarca, com 35 pontos e Alexandra Maloney e Melly Meech, da Nova Zelândia, com 36 pontos.

                              Entre os homens, o irmão de Martine, Marco Grael e seu proeiro Gabriel Borges também tiveram o prazer de vencer hoje. E de forma diferente. Eles vinham com a segunda posição garantida, quando os líderes do campeonato e lendas da classe, Peter Burling e Blair Tuke (NZL), simplesmente capotaram a poucos metros da linha de chegada cedendo a vitória de modo inusitado.

                              Com isso, os neozelandeses ficaram em 15º na prova (que já virou o seu descarte de pior resultado) e, mesmo sem vencer no dia (tiveram um 4º e um 2º), continuam na frente com 15 pontos perdidos contra 37 pontos dos vice-líderes norte-americanos Brad Funk e Trevor Burd. E Funk ainda declarou: “o Rio de Janeiro agora é meu lugar predileto para velejar em todo o mundo. O clima da cidade, os bons ventos, as pessoas, tudo contribui. Estou adorando”.

                              Em terceiro geral estão John Pink e Hollingworth Bithell, da Inglaterra, com 41 pontos. E os franceses Manu Dyen e Stephane Cristidis que vinham brigando pela posição acabaram caindo na súmula devido a um acidente também na linha de chegada. Uma colisão com o barco espanhol dos irmãos Carlos e Anton Paz acabou acertando a perna do proeiro gaulês e o obrigando a receber atendimento médico no clube. Por sorte, nada mais grave ocorreu, e ele apenas deverá ficar em terra amanhã.

                              Foto: Fred Hoffmann

                              Informações: assessoria de imprensa

                               

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                                Volta ao Mundo na rede

                                Por: Redação -

                                Nem só de brisa vivem os velejadores, eles vivem, também, de trabalho duro dentro e fora dos veleiros que muitas vezes se tornam seus lares. Este foi o caso de Silvio Ramos que, em 2008, deixou a terra firme para dar a volta ao mundo a bordo do veleiro Matajusi que além e casa serviu, também, como escritório para Silvio que é gerente geral de uma multinacional e continuou trabalhando durante a viagem. Uma parte da história da viagem do Matajusi, que durou quatro anos, foi contada na edição 297 de NÁUTICA, e, agora, também em forma de livro digital para a rede social mais popular do mundo, o Facebook. O trabalho árduo de contar a história do projeto Matajusi começou antes mesmo da viagem e foi sendo concluído conforme a volta ao mundo ia se concretizando.

                                A iniciativa é inédita e Silvio resolveu publicar o livro divido por volumes. Cada volume do livro é uma página do facebook. O volume 1, “O Projeto Matajusi”, já está sendo publicado. Cada postagem da página corresponde a um capítulo do Volume e o escritor utiliza as áreas dos comentários para postar fotos e mais informações pertinentes ao capítulo.

                                O livro Volume 1 está no desde o fim de outubro e já foi lido por mais de mil pessoas. Para acessar basta clicar no link: facebook.com/matajusi.livro.volume1. Boa leitura!

                                Foto: Divulgação/Matajusi

                                 

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                                  Por: Redação -
                                  13/11/2014

                                  O Gamma 20 é chamado de minisuperiate por realmente se parecer com um grande iate de luxo em miniatura. Com casco de aço e muito espaço a bordo, o Gamma 20 foi a escolha do tenor italiano Andrea Bocelli. O Gamma 20 é um dos modelos do estaleiro italiano Gamma Yachts, o barco foi desenvolvido pelo famoso escritório de design e engenharia naval Vripack da Holanda.

                                  O Gamma 20 também é chamado de minisuperiate por incorporar acabamentos vistos somente em grandes embarcações. Andrea Bocelli, que esperou 10 meses pelo barco, ainda pediu um piano no salão principal e um pintou o casco de azul metálico.

                                  O Gamma 20 tem 170 m² de espaço útil, acomodações para até 9 pessoas em pernoite e plataforma de popa hidráulica.

                                  Fotos: Divulgação/Gamma Yachts

                                   

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                                    A bordo do Don, um veleiro de alumínio de 34 pés, a velejadora Izabel Pimentel partiu, em agosto de 2012, da cidade francesa de Sète para sua volta ao mundo em solitário. Com diversas interrupções e um susto no meio do Pacífico quando completava a travessia Brasil-Brasil, Izabel está definitivamente de volta ao mar.

                                    Ela parte hoje de Cascais, em Portugal, rumo à cidade de Sète, completando, assim, sua volta ao mundo. Izabel é a primeira brasileira e a primeira mulher da América Latina a completar uma volta ao mundo sozinha a bordo de um veleiro. Antes de chegar à Portugal, a velejadora atravessou um furacão no Atlântico Norte com ondas que chegaram a 14 metros de altura.

                                    Na passagem por Portugal Izabel ainda recebeu uma homenagem especial, a medalha da Confraria Marítima de Portugal. Agora ela volta a navegar sozinha para marcar, de vez, seu nome na história da vela mundial.

                                    Fotos: Divulgação/Izabel Pimentel

                                     

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                                      Especialistas em segurança marítima deram o sinal verde para a organização da Volvo Ocean Race e diminuíram o risco de ações piratas no Oceano Índico durante a segunda etapa da regata, que será disputada entre a Cidade do Cabo, na África do Sul, e Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.

                                      A decisão é totalmente diferente da edição anterior, quando os barcos foram obrigados a parar num cargueiro para cruzar uma zona de perigo, ou seja, não navegaram todo o caminho. Os relatórios atuais indicam que os ataques piratas ocorrem com menor intensidade e fora do percurso.

                                      O CEO da Volvo Ocean Race, Knut Frostad, e o diretor da regata, Jack Lloyd, estão trabalhando com especialistas em segurança marítima diariamente. “Se alguma situação mudar em relação aos riscos de ações de piratas na próxima etapa, nós podemos mudar os planos. A segurança dos velejadores é essencial”, disse Knut Frostad.

                                      A medida dá mais opções às equipes, que terão menos zonas de exclusão do que a edição anterior. “Vamos, inclusive, liberar a atualização constante do posicionamento dos barcos e a posição correta. Certamente, a perna de número dois será tão emocionante quanto a primeira”, reforçou o representante máximo da Volvo Ocean Race.

                                      Na teoria, a etapa entre a Cidade do Cabo e Abu Dhabi deve durar menos tempo do que a anterior. Porém, as condições climáticas podem influenciar na chegada dos barcos. Serão 20 dias de travessia, no mínimo!

                                      A flotilha deixa a África do Sul nesta quarta-feira (19) para o percurso de 6.125 milhas náuticas ou 11.343 quilômetros. O vencedor da primeira etapa foi o Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), seguido por Dongfeng (China) e Team Brunel (Holanda).

                                      A empresa de segurança responsável pelas operações é a Dryad Maritime. Os especialistas disseram que, desde 2011, o nível de pirataria mudou sensivelmente na região. De fato, na rota estipulada para a segunda etapa, não houve relatos de atividade de pirataria em 2014. No entanto, todo cuidado é pouco.

                                      “É impossível, é claro, eliminar o risco por completo. Nunca seremos complacentes com isso”, disse Ian Millen, diretor de operações da Dryad Maritime.

                                      Alguns fatores reduziram os níveis de pirataria em todo o mundo, incluindo aumento do suporte de segurança na água, mais guardas armados a bordo de navios e o cumprimento dos proprietários de embarcações às medidas de segurança.

                                      Foto: Charlie Shoemaker/Volvo Ocean Race

                                      Informações: assessoria de imprensa

                                       

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                                        Por: Redação -

                                        A Azimut Yachts, estaleiro italiano com fábrica no Brasil, participa do Qatar International Boat Show, que termina hoje, com cinco lanchas em exposição, entre elas está a nova Azimut 50 Flybridge. A região vem se mostrando um mercado em crescimento para a marca que chegou a dobrar as vendas no Oriente Médio.

                                        Além da 50 Flybridge estão no salão do Qatar as lanchas Azimut 55S, Azimut 72S, Azimut 60 Flybridge e Azimut 64 Flybridge.

                                         

                                         

                                        Fotos: Divulgação/Azimut

                                         

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                                          49er

                                          Por: Redação -

                                          Uma flotilha de 41 barcos, 23 masculinos (49er) e 18 femininos (49erFX) que reúne a elite do mais rápido e radical monotipo olímpico do mundo está desde a semana passada reunida no Iate Clube do Rio de Janeiro em dois grandes eventos da classe.

                                          Primeiro, foi o Campeonato Sul-Americano e, desde esta segunda até sexta-feira, temos o Campeonato Intergaláctico de 49er e 49erFX. As regatas mostram que as raias olímpicas do Rio de Janeiro, ao contrário do que foi dito quando o COI escolheu a cidade, estão entre as melhores do mundo. E quem diz isso são os muitos atletas estrangeiros que estão surpresos com os bons ventos na cidade maravilhosa.

                                          Ontem, então, os sorrisos foram numerosos. A Comissão de Regatas decidiu fazer as provas na raia “Niterói”, fora da baía de Guanabara, de frente para as praias oceânicas da cidade que batiza a área de competição, uma das cinco previstas para o Rio 2016. E os ventos fortes fizeram a sua parte, dando outra dimensão às regatas. Colisões, capotagens e muita velocidade e adrenalina alegraram os velejadores de todo o mundo.

                                          Nos ventos de sueste, de 15 a 20 nós, uma grande colisão no portão de sotavento, que deixou um buraco no barco do Brasil, na segunda regata, levou a um protesto envolvendo os locais Marco Grael e Gabriel Borges e Jonas Warrer e Anders Thomsen, da Dinamarca. Mas, para alguns, a velejada foi quase perfeita. “O dia estava lindo, a vista da cidade de fora da baía é realmente maravilhosa e o vento foi ótimo”, disse um sorridente Peter Burling, que, junto com o parceiro Blair Tuke são lendas vivas na classe 49er.

                                          Eles simplesmente foram os primeiros em todos os eventos que participaram depois da medalha de prata em Londres 2012 até hoje. Bem, o dueto kiwi ganhou, nada menos do que cinco das seis regatas corridas no Intergaláctico no Rio.

                                          Os atores principais do evento, Peter Burling e Blair Tuke (NZL), agora tem cinco pontos após seis provas e um descarte (um quarto, hoje). Em segundo lugar está um par de britânicos, John Pink e Hollingworth Bithell, com 17 pontos. Os norte-americanos Brad Funk e Trevor Burd, aparecem na terceira linha da súmula com 22 pontos.

                                          Entre as meninas, as estrelas locais Martine Grael e Kahena Kunze, eleitas as melhores velejadoras do ano pela Isaf em 2014 e líderes do ranking mundial, conquistaram posições intermediárias e ocupam o nono lugar geral depois de seis regatas. Os cinco primeiros lugares trazem duplas que estão entre as dez melhores do mundo, em mais uma demonstração do alto nível das disputas no Rio.

                                          Na parte superior da tabela, Alexandra Maloney e Melly Meech, da Nova Zelândia, tem 15 pontos. As espanholas Tamara Echegoyen e Berta Betanzoz, estão logo atrás com 16 pontos. As dinamarquesas Jena Mai Hansen e Katja Salskou-Iversen, com 20 pontos, são as terceiras.

                                          O Intergaláctico de 49er e 49erFX prossegue até sexta feira no ICRJ. Hoje o torneio continua com mais três regatas.

                                          Foto: Fred Hoffmann

                                          Informações: assessoria de imprensa

                                           

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                                            Bandeira Azul

                                            Por: Redação -

                                            A renovação da certificação Bandeira Azul da Marinas Nacionais foi confirmada em reunião realizada pelo Júri Internacional do Programa Bandeira Azul, em Copenhagen, na Dinamarca.

                                            A revalidação da Bandeira Azul foi o fruto da compreensão da importância da preservação dos recursos naturais adotada por todos os usuários e colaboradores da Marinas Nacionais. O Júri Internacional do Programa também aprovou as candidaturas da Praia do Tombo (Guarujá, SP), da Prainha (Rio de Janeiro, RJ) e da Marina Costabella (Angra dos Reis, RJ).

                                            Ao participar do Programa Bandeira Azul, as praias e marinas comprometem-se com o cumprimento de critérios distribuídos em quatro categorias (educação ambiental, segurança e equipamentos, qualidade da água e gestão ambiental).

                                            A coordenadora do Programa Bandeira Azul no Brasil, Leana Bernardi, elogiou o trabalho realizado pela Marinas Nacionais.  “É sempre gratificante reavaliar os candidatos e constatar os esforços realizados por todos para a manutenção da certificação. Aprendemos com todos os candidatos novos modelos e soluções diversas para as dificuldades que se apresentam durante o ano e a Marinas Nacionais é sempre um belíssimo exemplo de gestão e pode ser considerada modelo para outras marinas no Brasil.”

                                            Para ser certificada, a praia ou marina deve passar por três instâncias de avaliação, inicialmente pelo Operador Nacional do Programa (no Brasil é o Instituto Ambiental Ratones), em seguida pelo Júri Nacional e finalmente pelo Júri Internacional.

                                            O trabalho para manter a Bandeira Azul é permanente e cheio de desafios, pois depende da colaboração de todos os usuários da marina, entre colaboradores, marinheiros, clientes e prestadores de serviços.

                                            A temporada 2014/15 começou, oficialmente, em 1º de novembro e as bandeiras devem ser hasteadas em uma cerimônia especial no dia 29 deste mês de novembro.

                                            O Júri Internacional é composto pela Foundation for Environmental Education (FEE), World Conservation Union (IUCN), European Union for Coastal Conservation (EUCC), United Nations Environmental Program (UNEP), World Tourism Organization (WTO), World Health Organization (WHO), International Life Saving (ILS), International Council of Marine Industry (ICOMIA) e Reef Check Program.

                                            Foto: Divulgação

                                            Informações: assessoria de imprensa

                                             

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                                              Greenhalgh’s

                                              Por: Redação -
                                              12/11/2014

                                              A novidade para a segunda etapa da Volvo Ocean Race é a contratação do navegador inglês Rob Greenhalgh para o barco espanhol Mapfre. O atleta, campeão da edição 2005-06 com o ABN AMRO One, terá uma situação diferente logo na perna entre a África do Sul e os Emirados Árabes Unidos. O britânico irá enfrentar sua irmã Libby Greenhalgh, que faz a mesma função dele a bordo da equipe feminina do Team SCA. “Estou muito feliz de competir contra meu irmão”, afirmou Libby Greenhalgh. “Ele me aconselhou muitas vezes quando assumi a função no Team SCA. E agora eu também dou dicas pra ele. Porém, eu quero ganhar”.

                                              O irmão de Libby largou todos os seus compromissos para se juntar aos espanhóis e ao brasileiro André ‘Bochecha’ Fosenca no Mapfre. “Estou ansioso para este novo desafio. A Volvo Ocean Race em seu novo formato, com barcos de design único, é muito interessante”, disse Rob.

                                              Os Greenhalgh’s são os primeiros irmãos a participar da regata desde Edwin Visser e Tanja Visser, na edição 1989-90, a bordo do Equity & Law e Maiden, respectivamente, ambos de bandeira holandesa.

                                              A entrada de Rob Greenhalgh no barco espanhol Mapfre é uma tentativa dos ibéricos de reverter o resultado negativo da primeira perna. Eles acabaram em sétimo e último lugar na perna.

                                              “Buscamos um navegador muito experiente. O Rob tem condições de nos ajudar, pois tem história na regata. Além disso, ele pode fazer a função de chefe de turno e é fisicamente muito forte”, disse o comandante Iker Martínez.

                                              Além do título de 2005-06 com o ABN AMRO One, Rob Greenhalgh correu a Volvo Ocean Race em 2008-09 com o Puma e a edição 2011-12 com o Abu Dhabi Ocean Racing.

                                              Fotos: Divulgação/Volvo Ocean Race

                                              Informações: assessoria de imprensa

                                               

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                                                Nativo

                                                Por: Redação -

                                                Um mês e meio. Foi esse o tempo em que o barco Nativo ficou à deriva, sem sequer um tripulante e em alto mar. Na última terça-feira (11), a embarcação que capotou horas depois da largada da 26ª edição da Regata Recife/Fernando de Noronha (Refeno), na noite do dia 27 de setembro, foi encontrada por pescadores depois de encalhar após uma maré de cinco metros na Ilha de Canelas, na Baía de Maiaú, no município de Bragança, no Pará.

                                                O responsável por identificar o barco foi um professor do Instituto Federal do Pará (IFPA), Cristovam Diniz. Ele foi avisado por pescadores que um avião havia caído no local. Ao notar que se tratava de um barco, Cristovam investigou e encontrou um cartão com o telefone do irmão do comandante da embarcação, Jorge Neves. Ligou e deu a notícia.

                                                “O Nativo está completamente estragado, possuindo apenas o casco central, que está furado”, explicou Jorge. Nele, foram encontrados um pen-drive e uma estação de vento. Jorge Neves avisou que deve ir ao Pará já neste fim de semana.

                                                A embarcação pernambucana Nativo capotou por volta das 23h do dia 27 de setembro nas proximidades da cidade de Cabedelo, na Paraíba. Os seis tripulantes da embarcação Nativo só foram salvos graças a um item de segurança que a partir deste ano passou a ser obrigatório em todas as embarcações que participaram da Refeno – a balsa salva-vidas, acionada depois que um dos cabos de sustentação do barco rompeu.

                                                Os tripulantes passaram a primeira noite em cima do barco emborcado. Quando amanheceu, montaram a balsa salva-vidas. Após quase 35 horas à deriva em alto mar, os seis tripulantes da embarcação pernambucana foram encontrados e resgatados, com saúde, por um navio mercantil de bandeira liberiana que transportava óleo. A embarcação Nativo estava a 26 milhas da costa de Natal, capital do Rio Grande do Norte, local para onde foram levados.

                                                O Cabanga Iate Clube de Pernambuco anunciou durante a coletiva de Imprensa da 26ª Regata Recife/Fernando de Noronha (Refeno) outras mudanças para garantir ainda mais segurança para todas as embarcações e tripulantes que disputarão as próximas edições da Refeno. A principal delas será a antecipação da exigência do uso do Epirb 406Mhz. Até então, essa obrigatoriedade estava prevista apenas para a Refeno de 2016.

                                                O Epirb é um dispositivo eletrônico via satélite que pode ser acionado manualmente ou automaticamente quando entra na água. “Se o barco virar ou capotar, ele automaticamente vai emitir o sinal da posição correta onde está o barco. Esse sinal continuará a ser emitido por mais 48 horas. Após acionado, o mundo inteiro, não só a Refeno, ficará sabendo da posição. É um dispositivo de socorro”, explicou o coordenador geral da Refeno, João Jungmann.

                                                A organização da Refeno também lembrou que mesmo com o Epirb, o veleiro terá, obrigatoriamente, que portar um Spot, onde a sua posição poderá ser acompanhada durante toda a prova tanto pela Comissão de Regata quanto pela Marinha, além de ser um dispositivo que também emite um sinal de socorro via satélite caso necessário.

                                                Vejas as imagens da embarcação encontrada:

                                                Fotos: Divulgação

                                                 

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                                                  A partir de agora, o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) disponibiliza financiamento de embarcações por meio do cartão BNDES. O cartão BNDES é uma ferramenta de financiamento dos investimentos das micro, pequenas e médias empresas. Somente embarcações de até 20 pés e com motores de até 200 hp podem ser compradas através do cartão.

                                                  Os estaleiros que desejam vender seus barcos através do cartão BNDES devem fazer o cadastro no site.

                                                  A Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e Seus Implementos (Acobar) já informa que “está trabalhando para aumentar o tamanho dos barcos e a potência dos motores a serem financiáveis pelo cartão”.

                                                  Foto: Divulgação

                                                   

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                                                    Feirão

                                                    Por: Redação -

                                                    A Jacaré Marina Club, principal marina do estado da Paraíba, completa 15 anos no próximo mês de dezembro e, para comemorar a data especial, irá promover diversos eventos que começam já agora em novembro na Paraíba e tudo começa com o “Feirão 15 anos”.

                                                    Segundo a marina, este será o maior feirão de embarcações já realizado no estado. Do dia 27/11 ao dia 7/12, o cliente interessado poderá conferir na Jacaré Náutica-PB, loja situada na BR 230, altura do km 11, barcos e jets, novos e seminovos, de diversas marcas. Para os que querem vender seu barco, a Jacaré Náutica ainda recebe e expõe a embarcação durante o feirão.

                                                    Diversos estaleiros representados pela Jacaré Náutica estarão presente, como Real PowerBoats, Bayliner, Sea Ray, Fibrafort e Ventura.

                                                    Os interessados devem entrar em contato pelo telefone 83/3228-2460 ou e-mail [email protected].

                                                    Foto: Divulgação

                                                     

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                                                      O Rio Boat Show 2015 foi oficialmente apresentado ontem (11), no Rio, durante um saboroso almoço no restaurante Fogo de Chão, em Botafogo, e contou a presença das principais marcas do mercado brasileiro e internacional, como Intermarine, Azimut, Cimitarra, FS Yachts, Phoenix, Ventura, Fibrafort, Triton, Beneteau, Real Power Boats, Coral, Prestige, Jeanneau, Bayliner, Sea Ray, Schaefer Yachts, Mercury, Volvo, Flexboat, Colunna, Navetron, Kapazi, Smart Pier, Top Boats, Sboats, entre muitos outros, que mostraram-se entusiasmados com a escolha do novo espaço que irá sediar o maior evento náutico da América Latina e confirmaram a participação no evento.

                                                      Por conta da reforma da Marina da Glória, que tradicionalmente abriga o Rio Boat Show, e das obras no entorno do Píer Mauá (que também abrigou o evento durante dois anos), o Boat Show Eventos e a Acobar (Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e Seus Implementos) escolheram o moderno complexo do Riocentro, na Barra, para apresentar os principais lançamentos de barcos do Brasil. O show já tem data para acontecer: de 26 a 31 de março de 2015. “Os moradores e frequentadores da Barra, que exibem um dos melhores indicadores sócio-econômicos do Rio, têm uma vocação nata para o consumo e entretenimento. É uma região que tem a ver com o estilo de vida náutico. A beleza da paisagem e o chamariz do consumo fazem todos querem ir para a Barra”, definiu Ernani Paciornik, presidente do Boat Show Eventos.

                                                      Riocentro

                                                      Sede dos principais eventos nacionais e internacionais do Brasil, o Riocentro é um espaço moderno e versátil, capaz de receber eventos de todos os tipos e tamanhos com conforto e comodidade. O Riocentro ocupa 571 mil m², com jardins, rio e lago. Desse total, 100 mil m² são de área construída (5 pavilhões) destinada aos mais variados eventos: de lançamentos de produtos, festas, shows, feiras e congressos a eventos corporativos. Com pavilhões climatizados, o centro de convenções oferece serviço completo de alimentos e bebidas e uma rede de fornecedores preparados para garantir comodidade e sucesso de todas as etapas dos eventos.

                                                      O Riocentro oferece 7 mil vagas de estacionamento e está localizado em uma área amplamente atendida pelas opções de transporte público. Com estações muito próximas, o BRT TransCarioca liga o terminal Alvorada, na Barra da Tijuca, ao Aeroporto do Galeão, na Ilha do Governador, e é uma das principais obras viárias da cidade. Empresas como Banco do Brasil, Bradesco, Burger King, Caixa Econômica Federal, FIAT, Forever Living, Huawei, LG, Michellin, Nestlé, Rede Globo, Santander, Senai, TAM e Volkswagen já realizaram eventos no Riocentro.

                                                      Anote na agenda: o Rio Boat Show 2015 acontecerá de 26 a 31 de março, no Riocentro, na Barra da Tijuca.

                                                      Confira a planta atualizada do Rio Boat Show 2015

                                                       

                                                       

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                                                        Por: Redação -

                                                        Os ventos fortes, especialmente na flotilha masculina, onde rajadas de 25 nós sopraram nas últimas regatas, teve seus efeitos sobre o Campeonato Intergaláctico de 49er e 49erFX na raia dos Jogos Olímpicos de 2016 que começou hoje no iate clube do Rio de Janeiro.

                                                        Após o Campeonato Sul-Americano, na última semana, os principais nomes internacionais do mais rápido e mais vistoso dos monocascos olímpicos estavam no Rio de Janeiro para continuar sua adaptação às condições sempre surpreendentes e difíceis das raias na baía de Guanabara. Pelo menos para a maior parte dos velejadores. Porque para os neozelandeses Peter Burling e Blair Tuke, campeões do mundo, líderes do ranking mundial e vitoriosos no Campeonato Sul-Americano de uma maneira incrível – depois de não correrem as três primeiras regatas do torneio e só podendo descartar uma delas venceram -, ganharam as três provas realizadas hoje na raia da Escola Naval e têm uma confortável vantagem sobre seus oponentes.

                                                        Entre a flotilha de 49er, quatro barcos tiveram problemas para terminar as competições nos fortes ventos que sopraram nas duas últimas regatas do dia, especialmente na parte de barlavento da raia. A dupla irlandesa teve que abandonar depois que o proeiro, Matt McGovern, machucou o braço direito. “Foi antes da largada e tentei continuar, mas foi muito difícil para segurar no trapézio e preferi me recuperar o mais rápido possível”, afirmou o velejador que vive em Belfast.

                                                        Para um dos barcos argentinos foi justamente o trapézio que quebrou e para o GBR 98 uma capotada na última regata os mandou de volta para o clube mais cedo. Os brasileiros Rafael Gagliotti e Henrique Wisnieswski preferiram manter o barco inteiro, já que não estão acostumados a navegar no 49er nestas condições.

                                                        Na súmula, após os super kiwis com 3 pontos apenas, estão os britânicos John Pink e Hollingworth Bithell com 11pts, seguidos pelo duo francês Manu Dyen e Stephane Christidis com 18 pontos. O filho de Torben, Marco Grael e seu proeiro Gabriel Borges, em quinto lugar no geral, são os melhores sul-americanos na competição que reúne 24 barcos de 14 países.

                                                        Entre as mulheres, as melhores velejadoras locais também carregam o mesmo sobrenome. Martine Grael e Kahena Kunze, recentemente eleitas as melhores velejadoras do ano pela Federação Internacional de Vela (Isaf), aparecem na oitava posição entre 20 barcos de 12 países. “Embora eu conheça a baía muito bem, para mim foi difícil ler o vento e as correntes hoje”, disse Martine, o atual líder do ranking mundial de 49erFX.

                                                        Como elas saíram mais cedo, as meninas não pegaram os ventos mais fortes, mas navegaram em uma brisa sólida de 15 a18 nós de S/SE. Na tabela, quem vem em primeiro lugar são Jena Mai Hansen e Katja Salskou-Iversen, da Dinamarca, com 7 pontos. Em segundo lugar estão as alemãs Tina Lutz e Susan Bencke, com 12 pontos, e em terceiro estão Charlotte Dodson e Sophie Ainsworth (GBR), com 14 pontos. A campeã do 49erFX no torneio sul-americano, Anemiek Bekkering, que navegou com seu treinador na semana passada, voltou a ter uma mulher na proa e está em oitavo lugar com 27 pontos.

                                                        Hoje, o Intergaláctico de 49er e 49erFX continua com mais três regatas previstas.

                                                        Foto: Fred Hoffmann

                                                        Informações: assessoria de imprensa

                                                         

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                                                          Por: Redação -

                                                          No último sábado, 8, o Iate Clube de Santa Catarina promoveu a 11ª Regata Marejada, válida como sétima etapa da Copa Veleiros de Oceano, com largada na Sede Oceânica, em Jurerê, e chegada em Itajaí. Com boas condições de vento sul, com 20 nós de velejada (aproximadamente 35km/h), as embarcações largaram por volta das 10h30, com as velas balões coloridas proporcionando um grande espetáculo para o público.

                                                          Na categoria C30, o Corta Vento velejou sempre na frente e foi o fita azul da 11ª Regata Marejada, completando o percurso em 3h38m. Já na ORC, o Melody 5 foi o vencedor, com o Absoluto na segunda posição.

                                                          A RGS Cruzeiro foi a classe com maior número de veleiros inscritos e as disputas foram bastante equilibradas. O Y Jurerê Mirim foi o campeão da classe, seguido por Carino e Açores III. Na RGS “B” deu Nemo e na Proa Rasa o Longitude foi o vencedor.

                                                          A competição contou mais uma vez com a recepção da Associação Náutica de Itajaí – ANI – e do Porto de Itajaí. Sendo que a festa de premiação aconteceu durante a tradicional festa da Marejada, com um grande público comparecendo.

                                                          A cidade de Itajaí é bastante conhecida por promover a área náutica. Grandes eventos como a Jacques Vabre e a Volvo Ocean Race deixam um legado muito grande no setor para o município e mais uma vez a cidade catarinense mostrou-se um local excelente para a realização de regatas, fortalecendo a parceria com o Iate Clube de Santa Catarina.

                                                          A oitava e última etapa da Copa Veleiros de Oceano acontece no dia 13 de dezembro, com a tradicional disputa da Volta à Ilha de Santa Catarina, uma das principais competições do calendário náutico do estado.

                                                          Foto: Divulgação/ICSC

                                                          Informações: assessoria de imprensa

                                                           

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                                                            11/11/2014

                                                            Basta olhar para grandes competições como a America’s Cup ou os novos veleiros que tentar bater recorde de travessias para perceber que os hidrofólios estão, definitivamente, em alta. Com a função de manter o casco acimada da superfície da água, eles têm o objetivo de aumentar a velocidade da embarcação por diminuir o atrito do casco com a água. E agora, além dos grandes catamarãs e trimarãs, a onda dos hidrofólios está tentando invadir também o mundo das lanchas.

                                                            Para provar isso, uma empresa da Eslovênia, no Leste Europeu, lançou uma pequena lancha com quatro hidrofólios. A lanchinha tem capacidade para apenas duas pessoas e além dos hidrofólios tem propulsão elétrica. O barco se parece mais com uma mistura de jet com pernas de aranha do que propriamente com uma lancha.

                                                            Segundo os engenheiros responsáveis pelo projeto, garantem que o motor elétrico pode levar a lancha a 21 nós de velocidade, cerca de 40 km/h e tem autonomia de 54 milhas náuticas ou 100 quilômetros e as baterias carregam em apenas duas horas.

                                                            O casco não afunda e pesa cerca de 100 quilos. O fabricante diz que o Quadrofoil, nome do barco, já está em comercialização e a primeira unidade deverá ser entregue em março de 2015. O preço estimado é entre 15 e 22 mil euros.

                                                            Fotos: Divulgação

                                                             

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