Após passagem de submarino nuclear dos EUA, Marinha faz monitoramento radiológico no RJ
Submarinos com reatores nucleares dispensam a necessidade de reabastecimento, o que confere mais tempo à embarcação debaixo d’água. A tecnologia, presente no USS Hampton, contudo, pode ser desastrosa às pessoas e ao meio ambiente em caso de falhas. Por isso, a Marinha do Brasil realizou um monitoramento radiológico após a embarcação dos Estados Unidos passar pelo país.
Marinha do Brasil realiza exposição no maior aquário de água doce do mundo
Passeio guiado de jet: conheça o novo modal de negócios e turismo aprovado pela Marinha
Inscreva-se no Canal Náutica no Youtube
A ação aconteceu na área da Base de Submarinos da Ilha da Madeira, em Itaguaí, no Rio de Janeiro, durante a visita do submarino norte-americano.
O monitoramento coletou amostras de água e sedimentos, para, a partir da análise de técnicos do Instituto de Radioproteção e Dosimetria (IRD), garantir que a embarcação não tenha deixado nenhum rastro proveniente de um possível vazamento radioativo.


O superintendente de relações institucionais e comunicação social da Secretaria Naval de Segurança Nuclear e Qualidade da Marinha, vice-almirante Antônio Capistrano de Freitas Filho, explica que “a tecnologia nuclear é um setor estratégico para a defesa nacional e o seu desenvolvimento é um compromisso da Marinha. Porém, é uma atividade que envolve riscos, que precisam ser tratados da maneira adequada”.
Esse monitoramento faz parte de um protocolo de segurança nuclear, que contribui para prevenir a contaminação radiológica proveniente de navios– completou
A visita do USS Hampton às águas brasileiras aconteceu após sua participação no exercício multinacional Unitas LXV, no qual o Brasil também esteve presente com a Fragata Liberal, em setembro deste ano, no mar do Chile.
Em maio, a Marinha do Brasil realizou outro monitoramento radiológico no litoral brasileiro, durante a visita do porta-aviões norte-americano USS George Washington à Baía de Guanabara (RJ).
O monitoramento incluiu medições do ar, da água, de sedimentos marinhos e a análise dos tripulantes e materiais descartados, após o exercício conjunto “Southern Seas”.
Náutica Responde
Faça uma pergunta para a Náutica
Relacionadas
Estaleiro apresentará modelos dos 19 aos 35 pés no salão náutico que acontece de 24 a 29 de setembro, no São Paulo Expo
"A Náutica Por Elas: Eventos, Estaleiros, Marinas e Planejamento Estratégico" foi o assunto do sétimo painel do 2º Fórum Náutico Internacional da ANB
Aulas gratuitas acontecem no Yacht Club Paulista, às sextas-feiras. Saiba como se inscrever!
Painel do evento reuniu representantes do poder público e pesquisadores para discutir governança territorial, preservação ambiental e potencial econômico do turismo de praia
Ação visa arrecadar fundos para o Center for Whale Research, organização que há 50 anos se dedica ao estudo e à conservação da espécie




