O diretor de marketing da divisão de barcos a vela do estaleiro francês Jeanneau anunciou um conceito inovador de barco durante um evento em Cannes. O projeto ‘Sun Loft’ é um chamado monocat – variante de um barco de múltiplos cascos. O modelo começa como uma construção monocasco, enquanto a parte traseira é projetada como um catamarã com dois cascos. Este tipo de barco é mais estreito do que outros multicascos e pode combinar as vantagens de mono e multicascos.
Para o projeto, a Jeanneau contará com o trabalho de Philippe Briand, que já projetou numerosos barcos para o estaleiro francês desde 1977. Os 45 modelos criados por sua empresa de design incluem os primeiros modelos Sun Fast, a maioria dos veleiros da família Sun Odyssey desde 2012 e os grandes iates à vela até o atual Jeanneau 64.
O estaleiro ainda não publicou detalhes sobre o novo conceito de barco. O conceito Sun Loft será apresentado pela primeira vez ao público durante o International Multihull Boat Show, em La Grande-Motte. Jean-Paul Chapeleau, gerente geral Jeanneau-Prestige, apresentará o barco junto com o desenvolvedor Philippe Briand, no dia 25 de abril.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Foram quatro belos dias de regata. Sol, vento constante, mais de 30 veleiros na raia e várias atrações em terra. Teve show ao vivo, sorteio de jantares, quick massage, as canoas de cerveja e, na raia, disputas acirradas, principalmente nas classes C30 e HPE25, em que os líderes se alternaram regata a regata e os campeões conquistaram a vitória por poucos pontos de diferença.
Na HPE25, por exemplo, o Ginga, de Breno Chvaicer, ganhou a etapa por apenas um ponto em relação ao Conquest/Ecom de Marco Hidalgo, que, inclusive, quebrou o gurupés na largada da primeira regata de hoje. e diminuiu as chances de vencer a etapa, embora, mesmo avariado, tenha conseguido chegar em segundo na outra regata do dia. Em terceiro, na classe HPE25, com 24 pontos, ficou o Mussulo/Angola Cables.
A disputa foi acirrada também na C30, classe em que o Caballo Loco venceu, com 13 pontos acumulados nas oito regatas da etapa. A mesma pontuação teve o Kaikias/Maserati, de Eduardo Mangabeira, que terminou em segundo lugar. O Caiçara, de Marcos de Oliveira Cesar, com 15 pontos, foi o terceiro colocado.
Quem se destacou na IRC foi o ASBAR II Total Balance, de Sérgio Klepacz, que acumulou 11 pontos na etapa (já com o descarte). Os veleiros que vieram em segundo e terceiro, Rudá, de Mario Martinez, com 13 pontos e o Inaê 40, de Bayard Umbuzeiro Filho, com 19, também já considerado o descarte da pior colocação.
O Zeus, de Paulo F. M. Moura, acumulando 8 pontos em seis regatas disputadas, ficou em primeiro na RGS. seguido, respectivamente do Sextante, de Thomas Shaw e do Triton, de Christian Stauch, em segundo e terceiro, com 9 e 13 pontos.
Nos Clássicos, o Kamaiurá, de Francisco Miranda, foi o campeão, com 5 pontos acumulados nas quatro regatas disputadas. O Vendetta, de Marco D’Ipollito, com 8 pontos, terminou a etapa em segundo, com o Atrevida, de Alexandre Ferrari, em terceiro.
A Copa Suzuki – Circuito Ilhabela de Vela de Oceano prossegue em junho, nos dias 1,2, 8 e 9.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Os motores Lehr 4T de 2,5 e 5 hp movidos a gás propano serão um dos destaques do Rio Boat Show 2019. Indicados para equipar botes de apoio para pesca, veleiros, lanchas, etc, estes motores são movidos a gás atóxico, não contaminam o solo ou a água, e podem ser até cinco vezes mais eficiente do que os combustíveis tradicionais, segundo a marca, resultando em um consumo menor e melhor performance da embarcação. Entre os principais diferenciais estão, também, a manutenção simplificada e a tecnologia americana, além do fácil transporte, até mesmo dentro do carro.
O maior salão náutico outdoor da América Latina acontecerá de 27 de abril a 5 de maio de 2019, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques, entre lanchas, veleiros, jets, infláveis, caiaques, motores e os mais diversos equipamentos e acessórios do mundo náutico, em um só lugar.
Serão nove dias de interação entre clientes, fabricantes, distribuidores e revendedores do setor. Com barcos na água e a bela Baía de Guanabara como cenário, os visitantes contarão com diversas atrações, como o Espaço dos Desejos, pensado para os amantes do mercado de luxo, com itens selecionados e exclusivos de encher os olhos.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2019
Quando? De 27 de abril a 5 de maio Onde? Marina da Glória Horário?27/04 (primeiro dia) – Das 12h às 22h Dias de semana – Das 15h às 22h Fim de semana – Das 12h às 22h 05/05 (último dia) – Das 12h às 21h
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Anteriormente conhecido como Projeto Aster, o superiate de 50 metros Masa foi para a água na semana passada no estaleiro Heesen. O oitavo iate da gama 5000 Aluminium Class permanecerá na marina do estaleiro para finalização. Masa – que significa meu diamante – irá para Hellevoetsluis, na Holanda, para sua viagem inaugural e testes no mar antes de ser entregue a seus proprietários em junho de 2019.
O design exterior é assinado por Frank Laupman, da Omega Architects, enquanto Cristiano Gatto criou o interior de Masa. O layout do superiate inclui cinco suítes no convés inferior e suíte principal dianteira no convés principal.
Até 12 pessoas e nove tripulantes podem ser acomodados a bordo e desfrutar de três salões, três salas de jantar, um bar e uma jacuzzi ao ar livre no convés superior. Masa será equipado motores a diesel MTU 16V 4000.
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A 46ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela terá novidades em sua regata de abertura, marcada para 14 de julho, em Ilhabela (SP). A prova Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil volta a ter o percurso original. A regata é a mais longa da competição e os barcos vão contornar o arquipélago do litoral norte de São Paulo, um dos mais preservados do país.
No mesmo dia, só que para os barcos menores, saem no mesmo horário a Ilha de Toque-Toque por Boreste e a Renato Frankenthal. As largadas e chegadas são em frente ao píer da Vila. O percurso original da Alcatrazes tem o recorde do veleiro ESPN Brasil batido em 1998. O tempo foi de 9h34min53s.
”Voltando ao formato original, a regata ficará ainda mais difícil, pois novamente com o percurso completo, navegando mais horas à noite, e dentro do canal, onde o vento costuma rondar bastante e até mesmo parar em alguns locais, e, a correnteza, que, de aliada, pode se tornar adversária dos velejadores, são fatores que tornarão a prova deste ano um verdadeiro jogo de xadrez”, disse Marcos Ferrari, que comandou o ESPN Brasil, um Farr 42. A regata terá 65 milhas náuticas, 10 a mais do que a versão de 2018.
Em 2018, a Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil foi histórica com a marca do Crioula. A equipe, a bordo de um Soto 40, fez o percurso em 6 horas, 1 minuto e 42 segundos e bateu o recorde no percurso não chegando na vila com 55 milhas.
”Acho muito difícil [quebrar esse recorde] e pra falar a verdade nem me passa pela cabeça fazer isso novamente com o Crioula. Precisaríamos de uma condição perfeita”, disse o velejador olímpico Samuel Albrecht, que foi o tático do Crioula na quebra do recorde anterior.
Além dos títulos Sul-Americano, Ilhabela Cup e da própria competição (classes IRC e ORC), os gaúchos bateram a marca histórica da regata Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil.
”A largada e a chegada no canal vão exigir mais das tripulações. O show está garantido com tudo acontecendo na frente da vila”, disse CucaSodré, presidente da comissão de regatas.
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“Teremos um atracadouro flutuante com maior dimensão e estrutura diferenciada, voltada ao atendimento da grande demanda de barcos, lanchas e praticantes de esportes náuticos nesta região”. A declaração é do coordenador de infraestrutura de Programa de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur/SE), Felipe de Brito Conceição, a respeito das obras da Orla Pôr do Sol Cleomar Brandi, localizada na região do Mosqueiro, em Aracaju. Após diversas reuniões com secretarias municipais, Capitania dos Portos, representantes das associações locais e a comunidade, ficou definido quanto à necessidade de o atracadouro ser construído nestes moldes.
De acordo com informações do programa que agrega as ações da Secretaria de Estado do Turismo (SETUR), cerca de 80% do serviço já foi concluído, faltando apenas a implantação do circuito de TV, reforma da obra de arte do canteiro central, em estrutura metálica, e o término do aditivo da obra que contempla a construção do atracadouro flutuante. A reforma é executada pelo governo do Estado, com recursos oriundos do Prodetur, viabilizado por uma linha de crédito entre o governo e o Banco Interamericano de Desenvolvimento no Brasil (BID).
O técnico do Prodetur/SE acrescenta ainda que, em conjunto com os agentes da ação, a pasta buscou um novo formato de atracadouro. “Pretendemos promover uma maior capacidade de atendimento aos usuários”, completa. O novo atracadouro terá uma dimensão de 26 metros de comprimento e 3,20 metros de largura, com acessibilidade, e ainda possibilitando uma melhor organização no embarque e desembarque. “Além disso, será possível melhorar o tráfego náutico permitindo mais segurança ao público que utiliza o espaço”, destaca Felipe de Brito.
Para o capitão dos Portos de Sergipe, Capitão de Fragata Alessandro Black, o píer flutuante impulsionará o turismo náutico da região. “A intervenção executada na Orla Pôr do Sol gerou uma grande expectativa, tanto no público que frequenta o local, quanto na comunidade que espera ansiosa sua conclusão. No entanto, o grande diferencial desta reforma será o píer flutuante, que deve gerar mais segurança aos usuários, e fortalecer o turismo local”, afirma.
Segundo o secretário do Turismo, Manelito Franco Neto, o Governo do Estado, buscando fortalecer os atrativos turísticos durante os festejos juninos, pretende entregar a nova Orla Pôr do Sol na época de alta estação, que representa o período de férias. “Assim, daremos mais uma opção para aqueles que visitarão nosso estado no período junino”, reforça.
Além da construção do atracadouro flutuante, o projeto de reforma da Orla Pôr do Sol contemplou o reparo total do píer existente, melhorias na iluminação pública, reforma no calçadão da orla, instalação de novos banheiros públicos (masculino e feminino), instalação de sistema de segurança, recuperação estrutural do quiosque do pescado e de todo o muro de gabião, instalação de chuveirões (2 núcleos com 2 chuveiros cada).
As intervenções abrangem uma área total de 9.265,50 metros quadrados, em 500 metros de extensão. A inauguração da nova Orla Pôr do Sol também pretende contemplar a reurbanização do espaço, com a inserção de desenhos artísticos pintados no piso e em paredes em sua extensão.
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Se o Aloha Spirit já tinha grande importância para as disputas aquáticas no Brasil, ganhou ainda mais destaque com o evento valendo pelo ranking mundial de stand up paddle, o SUP. Assim como aconteceu na final de 2018, em Cabo Frio/RJ, o Festival contará pontos para o ranking da Paddle League, uma das entidades que comandam a modalidade e define os campeões mundiais.
Um dos três maiores festivais de esportes aquáticos do Mundo, o Aloha Spirit tem início nos próximos dias 12 a 14, na Praia do Perequê, em Ilhabela, litoral norte de SP, reunindo atletas de diversos esportes. No SUP, a expectativa é grande, pelos pontos mundiais, com a participação de atletas estrangeiros. A pontuação no mundial também será válida para a etapa de Cabo Frio/RJ, nos dias 22 a 24 de novembro, na Praia do Forte, a grande final, também somando para o ranking da App World Tour.
Entre os destaques confirmados em Ilhabela, estará a campeã mundial, Fiona Wylde, dos Estados Unidos. A atleta do Oregon se classifica como “waterwoman” e chega como favorita nas provas de longa distância e técnica. O Brasil compete bem representado por Lena Ribeiro, atual campeã do Aloha Spirit e que vem de duas medalhas de ouro nos Jogos Sul-Americanos de Praia, na Argentina, tanto na longa distância, quanto na prova técnica.
“Também virão meninas da Argentina, do Peru. Por ser um evento internacional, logicamente o nível aumenta”, afirma Lena, que também vem de vitórias no Brasileiro de SUP, na Bahia. Outro grande nome é Aline Adisaka, que também voltou com ouro dos Jogos Sul-Americanos de Praia, na prova de velocidade, e que tem grande experiência em provas internacionais.
Além do SUP, o Aloha Spirit terá disputas no va’a, também conhecido como canoa havaiana ou polinésia, em equipes, duplas e individual, surfski, paddleboard, waterman e natação em águas abertas. Ainda estarão em ação a apneia estática, e a estreia da beach run, uma corrida de montanha. Fora das competições, o evento contará com uma vasta programação, incluindo festival de cinema, aulas de yoga, slackline, espaço kids, shows musicais, feira de artesanato e de produtos esportivos.
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A empresa especialista em estabilização marinha Seakeeper foi premiada no Edison Awards pelo Seakeeper 2 em cerimônia em Nova Iorque na semana passada. Edison Awards honra a excelência em desenvolvimento de novos produtos e serviços, marketing, design centrado no ser humano e inovação. O Seakeeper 2 foi escolhido como finalista na categoria de Tecnologia de Transporte e ficou em 1º lugar.
Os produtos foram julgados de acordo com seu conceito, valor, entrega e impacto, e os finalistas foram escolhidos por um comitê de direção e um pequeno grupo de especialistas do setor. Os finalistas foram então submetidos a um painel de mais de 3 mil juízes composto por executivos de alto escalão e acadêmicos.
“Fomos incansáveis para tornar o barco mais acessível e agradável para todos, e a introdução do nosso menor produto, o Seakeeper 2, é um grande passo para concretizar essa missão”, disse o CEO da Seakeeper, Andrew Semprevivo.
O prêmio foi entregue no evento anual do Edison Awards na Academia de Ciências de Nova York, nos Estados Unidos.
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A francesa Beneteau marcará presença durante o Rio Boat Show 2019 por meio de sua representante no Brasil, a Marina Porto Yachts. A empresa irá demonstrar por vídeos e catálogos os mais de 200 modelos de barcos a vela e a motor produzidos pelo estaleiro, que ultrapassa os 130 de atuação no mercado.
O maior salão náutico outdoor da América Latina acontecerá de 27 de abril a 5 de maio de 2019, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques, entre lanchas, veleiros, jets, infláveis, caiaques, motores e os mais diversos equipamentos e acessórios do mundo náutico, em um só lugar.
Serão nove dias de interação entre clientes, fabricantes, distribuidores e revendedores do setor. Com barcos na água e a bela Baía de Guanabara como cenário, os visitantes contarão com diversas atrações, como o Espaço dos Desejos, pensado para os amantes do mercado de luxo, com itens selecionados e exclusivos de encher os olhos.
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RIO BOAT SHOW 2019
Quando? De 27 de abril a 5 de maio Onde? Marina da Glória Horário?27/04 (primeiro dia) – Das 12h às 22h Dias de semana – Das 15h às 22h Fim de semana – Das 12h às 22h 05/05 (último dia) – Das 12h às 21h
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O estaleiro cearense Inace irá participar da 22ª edição do Rio Boat Show. Especializado na construção de iates de luxo e navios patrulha, além de fornecedor de embarcações offshore, a marca tem quase 900 embarcações entregues em mais de quatro décadas, aliando tradição e inovação constante na construção naval.
No mercado desde 1968, fundado pelo economista Gil Bezerra, a Inace, iniciou no Ceará a construção em larga escala de embarcações de aço soldado eletricamente, novidade na região. Passou por sua primeira expansão na década de 1980 e, desde então, veio aumentando sua produção de embarcações, não somente em número, mas também em tipo.
O maior salão náutico outdoor da América Latina acontecerá de 27 de abril a 5 de maio de 2019, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques, entre lanchas, veleiros, jets, infláveis, caiaques, motores e os mais diversos equipamentos e acessórios do mundo náutico, em um só lugar.
Serão nove dias de interação entre clientes, fabricantes, distribuidores e revendedores do setor. Com barcos na água e a bela Baía de Guanabara como cenário, os visitantes contarão com diversas atrações, como o Espaço dos Desejos, pensado para os amantes do mercado de luxo, com itens selecionados e exclusivos de encher os olhos.
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O estaleiro turco Numarine apresentou o futuro carro-chefe da sua linha Explorer, o 45XP. O primeiro casco da série de 45 metros está pronto para ser construído pela marca, seguindo os modelos 26XP e 32XP da mesma gama. Segundo a empresa, o 45XP terá o mesmo DNA de seus irmãos, combinando cruzeiros de longa distância com estética, alcance estendido e capacidade de navegar por águas difíceis.
Embora poucos detalhes tenham sido divulgados, o modelo contará com suíte do proprietário com terraço privativo que inclui uma piscina e cascata, e acomodações dos hóspedes e da equipe localizados no convés inferior. Outras características incluem área de jantar para 10 pessoas e uma piscina no convés superior. O estaleiro garantiu que o modelo será equipado para proporcionar maior conforto e comodidade em longos períodos no mar. Será equipado com um par de motores CAT C32 970 KW.
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A SSL Nations Gold Cup foi apresentada em novembro de 2018 na cidade francesa de Lorient. A exemplo da SSL Finals, em Nassau, nas Bahamas, a Star Sailors League traz mais um evento inovador no cenário internacional da vela. O objetivo da SSL Gold Cup é coroar a melhor nação náutica, assim como a Copa do Mundo de Futebol consagra o país da melhor seleção do mundo.
No Yacht Racing Forum de 2018, o diretor Esportivo da SSL Gold Cup, o velejador polonês Mateusz Kusznierewicz, campeão olímpico da classe Finn, anunciou que a primeira disputa entre nações será em outubro de 2021, na Suíça. A apresentação oficial dos primeiros 20 capitães de cada país será feita em 15 de abril no Museu Olímpico de Lausanne (SUI).
O evento final da primeira edição da SSL Gold Cup, no Lago de Neuchatel, distribuirá US$ 1 milhão em premiações. A organização espera que cada país consiga arrecadar cerca de US$ 100 mil (R$ 400 mil) para custos de transporte e hospedagem. As regatas serão disputadas por modelos SSL 47 (15m) e cada barco levará entre 8 e 10 tripulantes. Diferentemente da America’s Cup e da Volvo Ocean Race, a SSL Gold Cup terá equipes formadas exclusivamente por velejadores nascidos no mesmo país.
O processo de seleção está em andamento desde novembro de 2018. A Star Sailors League criou uma lista de velejadores a partir da qual será indicado o capitão de cada país. Além do tradicional ranking de timoneiros e proeiros da SSL, referência para a definição das 25 duplas da Classe Star que correm anualmente em dezembro, desde 2013, a SSL Finals em Nassau, haverá outro ranking para atletas das demais classes da vela em geral.
Pela tradição na vela mundial e resultados nas seis edições da SSL Finals, o Brasil deverá montar um time de ponta para a SSL Gold Cup. Robert Scheidt e Bruno Prada venceram a primeira edição. Jorge Zarif e Pedro Trouche são os atuais campeões, além de Henry Boening, com três pódios, e das presenças sempre marcantes de Torben e Lars Grael, Samuel Gonçalves, Guilherme de Almeida e Arthur Lopes.
Para oferecer oportunidade aos principais velejadores de cada país, independentemente de seus recursos financeiros, metade de cada equipe será formada com base no Ranking SSL e a outra metade será indicada pelo capitão do país, que poderá ou não ser o timoneiro. A tripulação poderá ter ainda, um responsável que não esteja obrigatoriamente a bordo nas regatas, totalizando 11 integrantes.
As 144 nações filiadas à World Sailing – Federação Internacional de Vela – poderão ser representadas, porém, nesta primeira edição haverá o limite de 40 países. As regatas de classificação serão disputadas em grupos de quatro barcos, até a definição das oito tripulações que seguirão às quartas de final. As nações tradicionais na vela terão o direito de treinar dez dias por ano no Centro de Treinamento da SSL na Suíça, sem custos. Os países emergentes na modalidade poderão treinar até 30 dias por ano.
Os campeões da SSL Finals
2013 – Robert Scheidt e Bruno Prada (BRA)
2014 – Mark Mendelblat e Brian Fatih (EUA)
2015 – George Szabo (EUA) e Eduardo Natucci (ITA)
2016 – Mark Mendelblat e Brian Fatih (EUA)
2017 – Paul Goodison (GBR) e Frthjof Kleen (ALE)
2018 – Jorge Zarif e Pedro Troucher (BRA)
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Duas grandes competições e dois ouros para Martine Grael e Kahena Kunze em 2019. As campeãs olímpicas conquistaram neste sábado (6) o título da classe 49er FX no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca, na Espanha. Foi a segunda vez que a dupla subiu no topo do pódio da tradicional competição espanhola, repetindo o feito de 2014. E é o segundo título nesta temporada, na sequência do primeiro lugar na etapa de Miami da Copa do Mundo da World Sailing, em janeiro.
Além de Martine e Kahena, a Equipe Brasileira de Vela terminou no top 10 em outras três classes. Na 470 feminina, a medalhista olímpica Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan ficaram em sexto lugar (89 pontos perdidos). Na Finn, Jorge Zarif terminou em décimo (104 p.p.). Na RS:X feminina, a pernambucana Bruna Martinelli também ficou em décimo (155 p.p.).
Para Martine e Kahena, o ouro veio sem que fosse preciso entrar na água neste sábado. Com vento forte e o mar muito mexido na raia, a regata da medalha da classe 49er FX foi cancelada. As brasileiras terminaram com 64 pontos perdidos, depois de terem vencido quatro das 15 provas disputadas na fase de classificação. Ficaram bem à frente das adversárias mais próximas, as neozelandesas Alexandra Maloney e Molly Meech (81 p.p.) e as Charlotte Dobson e Saskia Tidey (82 p.p.).
Nas demais classes com velejadores brasileiros, houve regata da medalha neste sábado. Fernanda Oliveira e Ana Barbachan terminaram a prova decisiva da 470 feminina em nono lugar, mesma colocação de Bruna Martinelli neste sábado, na RS:X feminina. Na Finn, Jorge Zarif ficou na sexta posição na regata final.
O Troféu Princesa Sofia abre o calendário europeu de competições de classes olímpicas e teve a participação de 22 velejadores brasileiros. O próximo grande compromisso do calendário é a etapa de Gênova (Itália) da Copa do Mundo da World Sailing, a partir do próximo dia 14.
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A Essor Seguros está patrocinando o Simpósio de Segurança do Navegador Amador, que, nos dias 10 a 14 de abril, terá a sua XVI edição. A companhia apoia o evento junto à Brancante Seguros, sua parceira no Seguro Embarcação, lançado no ano passado para proteger veículos náuticos de recreação.
Criado em 2000, o Simpósio é uma iniciativa da Marinha do Brasil para difundir orientações de segurança junto a amadores e conta com a coordenação da Brancante Seguros. O público do evento é composto por donos de embarcações como lanchas e veleiros.
O encontro acontecerá no Colégio Naval, em Angra dos Reis, pela terceira vez consecutiva, depois de já ter passado pelo Rio de Janeiro, Santos, Brasília, Salvador e São Sebastião. A cidade concentra um grande volume de embarcações de esporte e recreio, como veleiros e lanchas.
As palestras e atividades serão voltadas à salvaguarda da vida humana no mar e em águas interiores, incluindo demonstrações e eventos práticos no chamado “Dia de Mar”, além de provas para as categorias de Arrais, Mestre e Capitão Amadores. Um dia também será reservado para treinamento em moto aquática para os alunos do Colégio Naval.
A Essor Seguros iniciou suas operações no Brasil no final de 2012, com o propósito de atender a demanda no mercado de seguros por produtos diferenciados e inovadores, capazes de impulsionar o setor. A companhia foi criada para ser uma empresa de atuação nacional e investimentos focados no mercado brasileiro. Integra o Grupo SCOR Re, de origem francesa, uma das maiores resseguradoras do mundo, de atuação global.
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Um tubarão foi flagrado no mar de Bertioga, no litoral de São Paulo, e causou preocupação entre moradores e turistas que frequentam o local. Segundo informações da Prefeitura, divulgadas na última quarta-feira (3), o registro é real e o animal acabou se aproximando para se alimentar de cardumes que estavam concentrados na região.
As imagens mostram a barbatana do animal nas proximidades do Cantão do Indaiá. Ainda de acordo com a Prefeitura da cidade, não é possível determinar a espécie, mas, na região, já foram registradas algumas ocorrências de tubarões da espécie tigre e também martelo. Não há registro de ataques recentes na cidade.
O professor da Unesp São Vicente e doutor em Zoologia, especializado em tubarões da costa brasileira, Otto Bismarck Fazzano Gadig, analisou as imagens e afirmou que se trata de um tubarão-baleia. “Ali o que a gente consegue ver é nadadeira da cauda do tubarão-baleia para fora da água, que dá a impressão de ser a nadadeira das costas de um outro tipo de tubarão. O tubarão-baleia é um tubarão grande que tem no mundo inteiro, é um animal pacífico, dócil, que come peixes muito pequenos, camarões, não tem nenhum histórico de acidentes, de atacar pessoas, e é um bicho ameaçado de extinção, inclusive”, explicou em vídeo publicado nas redes sociais.
O Gremar esteve em Bertioga para verificar se ainda encontrava o animal marinho próximo à praia, no entanto, sem sucesso. Na ocasião, eles analisaram as imagens, mas não conseguiram determinar a espécie com exatidão. O instituto pode ser acionado pelo telefone (13) 3500 1409 e, em caso de encalhes, conta com atendimento 24 horas pelo (13) 99711 4120.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Dizem que fatos dispensam maiores comentários. Se seguíssemos essa máxima à risca, poderíamos economizar muitos elogios ao Leopard 43 PC (de Power Catamaran). Afinal, esse catamarã a motor, construído na África do Sul pelo conceituado estaleiro Robertson & Caine, veio para o Brasil navegando da Cidade do Cabo a Santos, um percurso de 4 mil milhas.
Repita-se: veio navegando, e não amarrado no convés de um navio. E cruzar o Atlântico, mesmo nas latitudes mais baixas, próximas do Equador (bem mais tranquilas que as latitudes infernais abaixo dos 35 graus Sul) é um feito e tanto. Mas vamos acrescentar alguns detalhes a respeito desse catamarã sul-africano para traçar um retrato mais preciso sobre ele.
Derivado do Leopard 39 — e com um irmão também multicasco de 51 pés —, o Leopard 43 ganhou o prêmio europeu de melhor barco do ano na categoria catamarãs a motor, no ano passado. Em um mercado concorrido, isso não é pouca coisa. Fatos para apoiar a decisão dos juízes não faltam.
A começar pelo recebimento — antes da longa travessia para o Brasil — das certificações europeia (CE) e americana (NMMA). Isso já resolve várias questões de segurança a bordo, caminho que a indústria brasileira começou a seguir recentemente, com a ABNT lançando uma norma náutica brasileira para construção de barcos.
O salão entre os cascos oferece excelente visibilidade para o exterior. Mesa de centro dobrável para até seis pessoas, geladeira e freezer horizontais, bancada da cozinha com várias gavetas e fogão compõem o espaço
Como todo bom catamarã, o Leopard 43 se destaca pela boa oferta de espaço, principalmente no salão, cujo convés liga os dois cascos, sendo que a boca máxima é de generosos 6,72 metros (contra cerca de 4,00 metros de um monocasco do mesmo porte). O fabricante oferece duas opções de arranjo: 1) com o casco de boreste reservado para o proprietário e o de bombordo composto por dois camarotes, servidos por um bom banheiro — como a versão avaliada por NÁUTICA —, com seis lugares para pernoite; 2) com acomodações simétricas nos dois bordos, com quatro camarotes (todos com cama de casal) e dois banheiros, versão preferida pelas companhias de charter.
O preço? Completo, com gerador, eletrônicos para navegação, ar-condicionado e turco elétrico para o caíque, entre outros equipamentos, o Leopard 43 chega ao Brasil por cerca de US$ 1,1 milhão, sendo que já está preparado para ir para água a partir dos US$ 900 mil. Em tempos de alta do dólar, pesa um pouco no bolso.
Há uma abundância de paióis nos conveses, tanto nos do salão quanto nos das praças de popa e proa. O turco de acionamento elétrico (acima) para levar um barco de apoio, fica posicionado na extremidade de ré do cockpit
Como ele é
Gosta de espaço livre? Esse é, sem dúvida, um dos pontos fortes desse catamarã sul-africano. Começa pelas duas plataformas de popa, quase quadradas, de 1,39 m de comprimento por 1,43 m de largura, bem úteis para o embarque. Passa pela praça de popa, convenientemente protegida pelo convés do flybridge, que vem com mesa de centro para as refeições e tem lugar para acondicionar a balsa salva-vidas na parte de trás, de fácil acesso. E se estende à proa, outra área generosa, sendo que nas duas quinas, junto ao guarda-mancebo (bochechas), existem dois bancos, agradáveis para se sentar com o barco parado. Sem contar o salão, entre os cascos, a suíte do proprietário (no casco de boreste) e os dois camarotes (no casco de bombordo), um na popa e outra na proa, que descreveremos em instantes.
Como ocorre em todo catamarã a partir de 34 pés, o salão entre os cascos oferece excelente visibilidade para o exterior. Não existe um segundo posto de comando completo nesse ambiente. Porém, na mesa de navegação, a bombordo, há o conjunto de manetes para controlar a aceleração dos motores e um repetidor do comando do piloto automático. Seria um desperdício usar um espaço tão nobre para repetir equipamentos eletrônicos, que já estão no posto de comando no flybridge.
A ventilação no salão é muito boa, já que além das amplas porta e janela traseira de entrada, há também uma porta dianteira
Mesa de centro dobrável para até seis pessoas, geladeira e freezer horizontais, bancada da cozinha com várias gavetas e fogão de quatro bocas com uma grelha de inox (para evitar que as panelas saiam do lugar com o barco em movimento) compõem o salão do Leopard 43. A ventilação natural é muito boa, já que além das amplas porta e janela traseira de entrada, há também uma porta dianteira. Contudo, faltam pontos para se segurar no salão.
a fartura de espaço é o ponto forte deste catamarã sul-africano
Entre os diferenciais desse barco, se destaca um turco de acionamento elétrico para levar o caíque (item opcional) ou um barco de apoio, que fica posicionado na extremidade de traseira do cockpit, junto às duas colunas de inox que ajudam a sustentar o convés superior. Nos dois bordos há muito espaço para se caminhar, coisa de fazer inveja a proprietários de monocascos, mesmo iates com o dobro do tamanho do Leopard 43.
O layout interno da versão avaliada por NÁUTICA tem o casco de boreste reservado para o proprietário e o de bombordo composto por dois camarotes, servidos por um bom banheiro
Na proa, o guincho da âncora, que no Leopard 43 tem controle remoto com cabo elétrico bem longo e fica no meio do casco, permite que o operador acompanhe de perto o movimento da amarra durante o içamento. Digno de nota, também, é a abundância de paióis nos conveses, tanto nos do salão quanto nos das praças de popa e proa. Dificilmente alimentos, equipamentos e tralhas diversas ficam sem um lugar próprio a bordo, ao contrário dos monocascos.
No casco de boreste, fica somente a suíte do proprietário. Tem uma cama de casal de bom tamanho (2 m x 1,45 m na popa), grandes janelas e banheiro com box para banho (de 0,71 m x 1,03 m), além de um bom armário, muitas gavetas para roupas e até mesmo uma escrivaninha — tudo item de série. No outro casco, distribuem-se dois camarotes. O de popa conta com uma cama de casal do mesmo tamanho que a cama do casco de boreste. Já o camarote de proa tem uma cama ligeiramente menor. Os dois vêm com armários. Um banheiro, menor que o de boreste e sem box fechado para banho, serve esses dois camarotes.
Há a opção com quatro camarotes (todos com cama de casal) e dois banheiros
O flybridge mantém a sensação de espaço. A bombordo fica um sofá em U para seis pessoas, com mesa. Atrás desse sofá, há um móvel gourmet, com grelha elétrica, bancada, pia, geladeira, máquina de gelo e lixeira. Uma capota rígida de fibra protege esse ambiente, que ainda conta com um solário de casal, colocado na parte dianteira do flybridge, proporcionando visão panorâmica da proa. O posto de comando, a boreste, oferece bom espaço para os eletrônicos no painel, mas o banco do piloto não tem regulagem. E não há para-brisa, o que seria útil para proteger o piloto.
Quanto às instalações, é notável o cuidado com a elétrica, mecânica e hidráulica. Todas as mangueiras, por exemplo, são fixadas com duas abraçadeiras de inox. E há ainda vários cunhos de 25 cm espalhados pelo convés, que facilitam as amarrações.
Nos dois bordos há muito espaço para se caminhar, de fazer inveja a donos de monocascos, mesmo iates com o dobro do tamanho. No posto de comando no flybridge falta para-brisa para proteger o piloto
Como navega
Pouquíssimas vezes tivemos a chance de navegar com um barco a motor que tivesse cruzado o Atlântico, como o Leopard 43, que recentemente veio da África do Sul ao Brasil. Na sua chegada em Santos, não havia nenhum sinal de avaria ou qualquer outro indício de que esse multicasco tivesse vindo de tão longe. Tampouco sinais de infiltração de água, problema muito comum em qualquer barco ao enfrentar percursos tão longos.
Aos olhos de quem faz apenas navegação costeira, uma travessia como essa, em um barco a motor de apenas 43 pés, pode parecer loucura. Seria? Nem tanto. Em primeiro lugar, porque o Leopard 43 é homologado internacionalmente para isso, o que significa que tem uma construção forte e instalações mecânicas, elétricas e hidráulicas de alta qualidade. Depois, porque houve um bom planejamento por parte da tripulação, que fez a travessia no verão (período ideal para isso), navegando devagar durante quase todo o trajeto, com o acionamento de apenas um dos motores e ainda tendo o cuidado de levar óleo diesel de reserva, no convés. Sem contar que o Leopard 43 é um barco bom de mar, mesmo.
Quem procura desempenho não vai se interessar por um catamarã como esse. Mas a autonomia surpreende. A 10,6 nós, mantendo os conta-giros a 2 200 rpm, os dois motores V8 a diesel da Yanmar consomem apenas 28,2 litros por hora
Com esse pedigree, classificado por alguns velejadores como “blue water”, uma alusão às águas azuis dos oceanos, é totalmente desnecessário avaliar a navegabilidade do Leopard 43 neste teste. Assim, vamos direto para a performance. Como mostram os números na tabela de desempenho abaixo, não é um barco rápido. Sua velocidade máxima chegou a apenas 23,8 nós. Mas andar rápido não é mesmo a proposta deste catamarã a motor. Afinal são 11 700 kg de peso vazio, empurrados por dois motores de 360 hp cada, que, convenhamos, não são lá muito potentes para um barco multicasco de 43 pés.
O Leopard 43 não é veloz, mas faz manobras e curvas com agilidade
Na verdade, quem procura desempenho não vai se interessar por um catamarã como esse. Porém, quando o assunto é eficiência, a coisa muda. A 10,6 nós, mantendo os conta-giros a 2 200 rpm, os dois motores V8 a diesel da Yanmar consomem apenas 28,2 litros por hora, o que representa uma autonomia de 338 milhas, mais que suficiente para atingir os destinos programados, fazendo navegação costeira. A 3 000 rpm, a velocidade sobe para 18,3 nós. Junto, vai o consumo, que chega a praticamente 70 litros por hora. Ainda assim, uma marca razoável.
A velocidade máxima foi de 23,8 nós
Por sua vez, a autonomia, nesse caso, cai para 246 milhas, suficiente para sair do Rio e aportar em Santos, ou vice-versa. Não custa lembrar que em nossa costa dificilmente um barco navega em mar aberto a mais de 18 nós, sem abrir mão do conforto. Daí a velocidade máxima do Leopard 43 não ser relevante em se tratando de passeios com a família. Mas se esse multicasco sul-africano não é um barco de performance, sua aceleração não decepciona: 9,7 segundos para ir da marcha lenta aos 20 nós. Uma marca muito boa, que se traduz em agilidade para executar uma manobra rápida, como desviar de outro barco, por exemplo.
Em relação às manobras, gostamos do raio de giro relativamente reduzido desse catamarã, bem como a característica de fazer curvas para qualquer bordo usando apenas um dos motores. Em se tratando de um multicasco, isso é muito positivo, devido à grande distância de um motor ao outro. Porém, não aprovamos o esforço necessário para manusear o timão. Tudo bem que o sistema de leme em multicascos é mais complicado que em monocascos. Mas, nesse barco, o timão estava muito pesado. Alguém com menos força nos braços certamente poderá reclamar.
Nesta velocidade é possível navegar 700 milhas com os tanques cheios. Ou seja, pode-se fazer trechos costeiros bem longos, como de Santos a Abrolhos, no litoral Sul da Bahia.
Características técnicas
comprimento máximo: 13 m
comprimento do casco: 12,44 m
boca: 6,72 m
calado com propulsão: 0,94 m
borda-livre na proa: 1,64 m
borda-livre na popa: 1,76 m
•altura da cabine na entrada: 1,99 m
•altura da cozinha: 1,93 m
•altura do banheiros: 1,94 m
•altura do camarote a boreste: 1,86 m
•altura dos camarotes a bombordo: 1,89 m
•combustível: 1 000 litros
•água: 780 litros
•peso com motor: 11 700 kg
capacidade (diurno/noturno): 12/6 pessoas
motorização: Linha de eixo e pé-de-galinha
potência: Diesel: 2 x 360 hp
Quanto custa
A partir de US$ 900 mil com dois motores a diesel Yanmar de 360 hp cada, pronto para navegar.
Quem faz
Foto: Divulgação
Os barcos da marca Leopard são representados no Brasil pelo escritório brasileiro SetSail IN, em São Paulo. Para saber mais, envie um e-mail para [email protected] ou acesse leopardcatamarans.com.br.
Este teste foi publicado pela Revista Náutica na edição 362, em outubro 2018.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
A Prefeitura de São Sebastião, por meio da secretaria de Esportes (SEESP), anunciou que está concorrendo oficialmente para ser uma das cidades sede da regata de volta ao mundo The Ocean Race na temporada 2021-22. O município disputa com outras três cidades: Itajaí/SC; Salvador/BA; e Punta Del Este/Uruguai.
Segundo a SEESP, a equipe organizadora do evento vai até São Sebastião no dia 11 de abril para colher informações sobre a cidade em questões estruturais, tanto nas partes técnicas de recepção dos veleiros, quanto acomodações para receber o público que virá ao município por conta do evento. Para o prefeito Felipe Augusto, a regata pode contribuir para a economia do município. “Com este tipo de evento, São Sebastião, chegaríamos em um patamar a mais, tornando-se referência no esporte da América do Sul; além de trazer ganhos para nossa economia em todos os quesitos em que a regata está incluída”, disse ele.
São Sebastião já sediou o evento na temporada 1997-98, quando era denominado Whitbread Round the World Race. O município recebeu, em fevereiro de 1998, os atletas competidores que vieram de Auckland, Nova Zelândia, e deu a partida para a ida deles a Fort Lauderdale, nos Estados Unidos. O objetivo da regata é reunir os melhores velejadores em uma competição que passa por todos os continentes do planeta. Sendo que São Sebastião concorre como representante da América do Sul.
Segundo dados, o retorno para as cidades que sediam o evento é grande. No ano passado, em abril, a competição passou por Itajaí/SC, e de acordo com o Instituto de Pesquisas Sociais Univali, foram movimentados R$ 83 milhões de reais. Para a temporada 2021-22, o evento vai ter início em Alicante, na Espanha, e deve passar pela América do Sul em abril de 2022, terminando suas disputas na Europa.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Martine Grael e Kahena Kunze entram na água neste sábado (6) em busca do ouro no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca, na Espanha. As campeãs olímpicas são as líderes da classificação da 49er FX, com 64 pontos perdidos, e têm boa vantagem sobre as adversárias mais próximas. O Brasil também está na disputa das regatas da medalha das classes 470 feminina, RS:X feminina e Finn. A disputa das provas decisivas tem início previsto para 6h (de Brasília).
Nesta sexta-feira (5), Martine e Kahena venceram a primeira regata do dia, completaram a segunda prova em quinto lugar e, na última, foram surpreendidas por uma rajada de vento mais forte na reta final, terminando em 17º. A dupla tem 17 pontos de vantagem para as neozelandesas Alexandra Maloney e Molly Meech, e 18 pontos em relação às britânicas Charlotte Dobson e Saskia Tidey. A regata da medalha reúne os dez melhores barcos e tem pontuação dobrada.
“A chuva estava entrando e o vento ficou mais forte e inconstante. Mas foi divertido. Estamos retomando o ritmo de competição. Nos últimos dois dias, sentimos um pouco mais de falta de ritmo em rajadas mais fortes como essas”, disse Martine, em entrevista ao site oficial da competição.
Na 470 feminina, a medalhista olímpica Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan avançaram à prova decisiva na quinta colocação, com 71 pontos perdidos. As brasileiras ainda lutam pelo bronze, mas precisam tirar uma diferença de 16 pontos em relação às eslovenas Tina Mrak e Veronica Macarol.
Na RS:X feminina, Bruna Martinelli se classificou para a regata da medalha em décimo lugar (137 p.p.). Na Finn, Jorge Zarif também avançou em décimo (90 p.p.).
Outro destaque da participação brasileira em Palma foi o retorno do bicampeão olímpico Robert Scheidt às competições internacionais na classe Laser. Robert encerrou sua participação no evento nesta sexta-feira, em 12º lugar (117 pontos perdidos), com Bruno Fontes logo atrás em 19º (148 p.p.). Os dois brasileiros estiveram quase o tempo todo no top 20 de uma flotilha de quase 200 barcos, andando na frente do atual bicampeão da Laser, o cipriota Pavlos Kontides, 25º (176 p.p.).
O Troféu Princesa Sofia abre o calendário europeu de competições de classes olímpicas e tem mais de 1 200 velejadores inscritos, de 68 países. O Brasil foi representado por 22 atletas.
Programação prevista das regatas da medalha com velejadores brasileiros (horários de Brasília):
6h10 – Finn
6h45 – 49er FX
7h50 – 470 feminina
8h15 – RS:X feminina
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A Intech Boating recebeu essa semana em sua sede na Pedra Branca, em Palhoça (SC), a visita da diretoria global da Volvo Penta. Os executivos compareceram ao estaleiro para conhecer a estrutura, a linha de produção da Sessa Marine no Brasil e saber mais sobre os novos projetos de embarcações e ampliação do mercado de atuação.
Atualmente, a marca Sessa Marine é a única exclusiva Volvo Penta no Brasil e o encontro também teve um intuito comemorativo, já que neste ano é celebrado 12 anos de parceria entre as empresas.
“A Volvo Penta faz parte da história da Intech e da marca Sessa Marine. Desde a criação e concepção dos projetos, trabalhamos em parceria com a engenharia da Volvo Penta, o que nos garante além da sofisticação e elegância já característica da marca, um barco bem equilibrado e com desempenho superior. Para nós é importante ter um parceiro comprometido com o resultado final, que está disposto a ir mais longe junto com a gente, apostando nos nossos projetos e ideais”, é o que nos conta José Antonio Galizio Neto, Presidente da Intech Boating.
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A próxima etapa do projeto Limpeza dos Mares, promovido pela Associação Náutica Brasileira (ACATMAR), acontecerá no dia 4 de maio, na Ilha do Arvoredo. Esta é a segunda etapa do evento em 2019.
As pessoas que tiverem interesse em participar da ação podem realizar a inscrição clicando aqui. Mergulhadores voluntários devem se inscrever pelos telefones (47) 3266-1137 ou (48) 99933-0062.
Desde 2014, o Limpeza dos Mares já retirou do fundo do oceano e encostas catarinenses mais de 88 toneladas de resíduos.
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O escritório SOM divulgou sua proposta para o primeiro eco-parque flutuante do mundo, que será construído ao longo do Rio Chicago. Intitulado Wild Mile Chicago, o projeto tem uma milha de extensão (cerca de 1,6 quilômetro) e está sendo desenvolvido em conjunto com órgãos do governo e incorporadoras privadas. O parque contará com a inclusão de animais silvestres e terá programas recreativas e educacionais.
A intenção do The Wild Mile é cultivar um habitat natural no sistema de canais de Chicago, fazendo uso das paredes dos canais pré-existentes como apoio para zonas úmidas e habitats aquáticos. Ao mesmo tempo, o projeto também oferece um ambiente singular para a prática de remo em canoas e caiaques. Fruto de uma colaboração entre a Urban Rivers, o SOM, a Cidade de Chicago e outras instituições, o parque flutuante se tornará também o habitat para um grupo diversificado de espécies polinizadoras.
A ideia do parque flutuante foi incluída pela primeira vez no North Branch Framework Plan da cidade, aprovado pela Comissão do Plano de Chicago. Hoje, um grupo de cidadãos voluntários ajuda a catalogar as plantas, animais silvestres e insetos polinizadores presentes no local onde o parque será construído. Os dados são carregados em um aplicativo desenvolvido para o projeto. A maior parte do projeto tem conclusão prevista para meados de 2020.
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O estaleiro italiano Rossinavi e a empresa inglesa Camper & Nicholsons criaram um novo conceito de superiate: o Infinity. Apresentada durante o Palm Beach Boat Show, a série conta com modelos em 42, 50, 59 e 69 metros, trazendo linhas esportivas típicas de um Rossinavi. Fulvio de Simoni assina o design interior e exterior do modelo.
“Infinity define um novo design esportivo e elegante com com barcos entre 40 e 67 metros. Percebemos que havia uma lacuna no mercado para esse conceito e decidimos desenvolver a linha. Esta gama incluirá quatro barcos, quatro experiências diferentes no mar”, afirmou Fulvio De Simoni.
O modelo inclui uma suíte de proprietário no convés superior e amplas áreas de entretenimento ao ar livre. O casco de deslocamento rápido promete reduzir ruídos e vibrações, além de permanecer estável em mares revoltos durante viagens transatlânticas.
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Na reta final do Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca, na Espanha, a Equipe Brasileira de Vela aparece no top 10 de quatro das dez classes em disputa. Nesta quinta-feira (4), Martine Grael e Kahena Kunze assumiram a liderança da 49er FX, com 47 pontos perdidos. O Brasil também está no pelotão de frente da 470 feminina, 470 masculina e RS:X feminina. O país ainda tem chances de avançar para as regatas da medalha da Laser, Finn e Nacra 17.
A sexta-feira (5) será o último dia da fase de classificação, com início das disputas previsto para 6h de Brasília. As provas de definição do pódio estão marcadas para sábado (6).
Na 49er FX, Martine e Kahena tomaram o primeiro lugar no geral com os seguintes resultados nesta quinta-feira: 11º, nono e terceiro lugares nas três regatas de um dia de vento forte e rondado. As campeãs olímpicas têm no seu encalço as neozelandesas Alexandra Maloney e Molly Meech, prata nos Jogos Rio 2016, que estão com 66 pontos perdidos.
“Amanhã ainda temos três regatas para disputar, é muito ponto em jogo antes da medal race. O dia foi difícil hoje, mas, contando que as adversárias também tiveram dificuldades, foi bem positivo para nós”, afirmou Martine Grael.
Na 470 feminina, a medalhista olímpica Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan aparecem em sexto lugar da classificação geral, com 61 pontos perdidos, logo atrás das campeãs mundiais Ai Yoshida e Miho Yoshioka, do Japão (53 p.p.). Na 470 masculina, Geison Mendes e Gustavo Thiesen estão em décimo lugar, com 69 pontos perdidos. E na RS:X feminina, Bruna Martinelli segue entre as dez primeiras, em nono lugar (97 p.p.).
O Brasil ainda se mantém firme na disputa da Laser, com Robert Scheidt em 13º (81 pontos perdidos, apenas três pontos fora da zona de classificação para a medal race) e Bruno Fontes em 19º (102 p.p.). Na Finn, Jorge Zarif ocupa a 13ª posição, com 106 pontos perdidos. E na Nacra 17, Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino correm por fora, na 16ª colocação (128 p.p.).
O Troféu Princesa Sofia abre o calendário europeu de competições de classes olímpicas e tem mais de 1 200 velejadores inscritos, de 68 países. O Brasil é representado por 22 atletas.
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O AquaRio recebeu o selo “Friend of the sea”, tornando-se o primeiro aquário do mundo a ter esta certificação de sustentabilidade marinha. Inaugurado em outubro de 2016, o maior aquário marinho da América do Sul, além de receber visitantes, também atua como centro de pesquisa científica em parceria com universidades do país. Entre as áreas de atuação, está o uso de probióticos como forma de deter o processo de branqueamento de corais. Segundo o fundador do aquário, o biólogo marinho Marcelo Szpilman, mais de 20 estudos sobre a conservação da vida dos oceanos estão em andamento no aquário.
A instituição também procura difundir, entre os visitantes, a importância da preservação dos mares e dos animais, com campanhas como a de combate o descarte de lixo no mar e de combate à pesca predatória. Também são disponibilizadas exposições temporárias e peças de teatro que ajudam as crianças a entender um pouco mais sobre a vida nos oceanos.
Os cuidados com o meio ambiente também estão na construção do local, que tem o maior projeto de energia solar do Rio de Janeiro, com mais de dois mil painéis fotovoltaicos em todo o telhado, o que gera cerca de 77 mil kW/h de energia limpa por mês. Ou seja, equivalente ao abastecimento de 500 residências, e que representa uma economia de 20 a 30% da energia consumida mensalmente.
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Entre os dias 11 e 14, o Colégio Naval, localizado na cidade de Angra dos Reis (RJ), sediará a XVI edição do Simpósio de Segurança do Navegador Amador. Promovido pela Marinha do Brasil, por intermédio da Diretoria de Portos e Costas, o Simpósio tem como propósito transmitir experiência e conhecimentos de segurança, difundir a mentalidade marítima e divulgar os procedimentos previstos nas Normas da Autoridade Marítima para Amadores, Embarcações de Esporte e/ou Recreio e para Cadastramento e Funcionamento das Marinas, Clubes e Entidades Desportivas Náuticas (NORMAM-03/DPC).
Autoridades militares e navegadores experientes estarão presentes no evento, que contará com ciclo de palestras, aulas práticas de moto aquática para a capacitação na categoria Motonauta, bem como a execução de atividades embarcadas visando a qualificação dos participantes para a categoria de Arrais-Amador contendo instruções importantes como a utilização de equipamentos e sistemas de combate a incêndio, balsas, coletes salva-vidas, noções de primeiros socorros, meteorologia, assim como a realização de exercício de abandono e de resgate de homem ao mar. O evento encerra-se com a realização de exames escritos para as categorias de amadores.
O Simpósio de Segurança do Navegador Amador teve sua primeira edição realizada no ano de 2000, na Escola Naval, sempre focado no objetivo de informar e instruir os navegadores sobre sua responsabilidade como comandantes e conscientizar a comunidade náutica não só para a importância de se promover uma navegação mais segura, como também prezar pela prevenção da poluição hídrica e a salvaguarda da vida humana no mar. Para mais informações, acesse o site www.simposio.com.br ou ligue para (11) 3056-3044.
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A Brunswick anunciou, nesta quinta-feira (4), que John Pfeifer, presidente da Mercury Marine, deixou o cargo para buscar outras oportunidades. Ele foi substituído por Christopher Drees, presidente de peças e acessórios marinhos da Mercury, com efeito imediato. Drees se reporta ao CEO da Brunswick, David Foulkes.
“A presidência da Mercury é uma progressão natural para Chris”, explica Foulkes. “Ele passou mais de 20 anos na empresa, distinguindo-se em atribuições variadas e fazendo uma série de planos de carreira planejados para aperfeiçoar suas habilidades e experiência em preparação para esse merecido papel”.
“Trabalhando em conjunto com a experiente e talentosa equipe de liderança da Mercury, Chris continuará construindo o ímpeto de inovação da empresa, produtos líderes de mercado e qualidade superior e atendimento ao cliente”, completou Foulkes.
Drees entrou para a Mercury Marine em 1998 e durante seus primeiros oito anos ocupou cargos em compras, vendas e marketing, e como gerente geral. De 2006 a 2014, ele liderou as operações da Mercury em Attwood, primeiro como COO e depois como presidente.
Em 2014, Drees foi promovido a vice-presidente de operações globais da Mercury e, durante seu mandato, a Mercury fez grandes progressos no aumento da produtividade e eficiência de suas operações de propulsão, segundo Foulkes.
Em 2018, Drees assumiu seu papel de líder de peças e acessórios marítimos, onde foi responsável pela integração da Power Products, a maior aquisição da Brunswick, ao portfólio de P & A. O sucessor de Drees em seu cargo de P & A será anunciado posteriormente. Até lá, a liderança de peças e acessórios marinhos continuará a se reportar a Drees.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
A empresa paulista Nautispecial irá realizar seu primeiro treinamento do ano na BR Marinas Piratas, em Angra dos Reis. Este vai ser, também, o primeiro treinamento da marca em uma marina da rede.
O encontro acontecerá no dia 10 de abril, às 9h. Os interessados podem se inscrever pelo telefone (24) 99838-1294.
Na ocasião, serão abordados temas como sustentabilidade, uso de produtos eco-eficientes, limpeza interna e externa, limpeza e conservação de teca, técnicas de como evitar o mau cheiro e uso correto dos produtos de limpeza.
Cada participante receberá um kit de produtos Nautispecial e um certificado. O treinamento não tem custo e será oferecido pela marca durante todo o ano. As marinas interessadas podem entrar em contato com a empresa pelo site www.nautispecial.com.br.
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A Semana Internacional de Vela de Ilhabela chega em sua 46ª edição em 2019 e já tem data confirmada de 13 a 20 de julho. Organizado pelo Yacht Club de Ilhabela (YCI) e Prefeitura de Ilhabela, o evento terá como primeira prova a tradicional Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil, no domingo. A regata é a mais longa da competição e tem mais de 65 milhas náuticas. No mesmo dia, só que para os barcos menores, saem no mesmo horário a Ilha de Toque-Toque por Boreste e a Renato Frankenthal.
As largadas e chegadas são em frente ao píer da Vila, onde a Prefeitura de Ilhabela montará um amplo espaço com uma programação especial com atrações, palestras e workshops. Todas as premiações serão no local.
O tradicional desfile dos barcos antes da regata de abertura também está confirmado. ”Um evento desse porte é impossível fazer sem um planejamento prévio. O trabalho já começou no ano passado e agora a gente trata de vários aspectos, dentro e fora d’água”, disse Mauro Dottorri, organizador da Semana Internacional de Vela de Ilhabela.
Serão convidadas as classes C-30, HPE25, RGS, Clássicos, ORC, IRC e Bico de Proa. Mais detalhes sobre o evento e inscrições serão divulgadas nos próximos dias.
Em 2018, a Semana de Vela de Ilhabela reuniu 120 barcos de oito categorias diferentes. O evento foi marcado por recordes e domínio do barco gaúcho Crioula, que além dos títulos Sul-Americano, Ilhabela Cup e da própria competição (classes IRC e ORC), bateu a marca histórica da regata Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil.
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O meio ambiente é uma das principais preocupações da prefeitura de Bertioga, que trabalha para preservar as praias, a mata, a fauna e a flora da cidade. Exemplo disso é a parceria firmada com a Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais). Foi assinado nesta última semana, um Termo de Cooperação para parceria na área da gestão integrada de resíduos sólidos para combater a poluição no mar.
De acordo com o diretor-presidente da Abrelpe, Carlos Roberto Vieira da Silva Filho, este estudo é inédito no mundo e está sendo executado há um ano em Santos. O objetivo da Abrelpe é ampliar para outras cidades e a primeira a receber a expansão é Bertioga. “Nosso município será a vitrine do Brasil”, diz Caio Matheus, prefeito de Bertioga.
Secretário Municipal de Meio Ambiente, eng. Fernando Poyatos, afirma que Bertioga foi escolhida, pois o sistema de gestão de resíduos sólidos da Cidade é um dos mais estruturado da Baixada Santista. “O projeto é de extrema importância para entendermos como os resíduos chegam ao mar e para subsidiar a tomada de decisão das políticas públicas”, completa.
A diretora-presidente da Cetesb, Patrícia Iglecias, estava presente na assinatura da parceria e declarou que a gestão dos resíduos sólidos urbanos é uma necessidade e todas as iniciativas e parcerias são bem-vindas. “A Cetesb está de portas abertas para auxiliar em ações que contribuam para as boas práticas ambientais”, garante.
Aproveitando a oportunidade, a Prefeitura entregou à diretora-presidente a adesão para implantação do Sigor (Sistema Estadual de Gerenciamento Online de Resíduos Sólidos) – módulo construção civil, que tem o objetivo de gerenciar os resíduos da construção civil desde a geração à destinação dos materiais. Esses recursos devem ser transportados por empresas cadastradas/legalizadas e destinados a locais devidamente licenciados/legalizados, permitindo, assim, que os resíduos sejam depositados em lugares ambientalmente adequados.
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Um centro cultural flutuante será inaugurado, em maio, às margens do rio Sena, em Paris. Gratuito e aberto o ano todo, o foco será expor grafite e arte urbana com exemplares de artistas clássicos e também mais recentes no cenário.
Muito além de um museu ou um centro de exposições, o objetivo do Fluctuart é estimular a criação, experimentação e a troca de conhecimentos artísticos. O centro contará com uma exposição permanente, uma temporária, um café, uma livraria dedicada à cultura urbana e um terraço com espaços para ateliês e workshops.
Localizado às margens do rio Sena, o lugar ficará aos pés da Pont des Invalides (Ponte dos Inválidos) e terá vista para o Grand Palais. O café do terraço promete uma bela vista para o prédio clássico francês.
Fotos: Divulgação
Conforme o projeto, o centro cultural flutuante terá paredes transparentes e móveis em um espaço total de 1000m².
O Fluctuart foi vencedor do concurso Reinventando o Sena (Reinventer La Seine) de 2017, que visa revitalizar as margens do rio. Sua construção, feita pela Seine Design, foi realizada em apenas dois anos. Mais 40 iniciativas serão colocadas no rio nos próximos meses.
A primeira exposição será do artista urbano Swoon, que trabalha com diversas intervenções artísticas pela cidade e está inserido no mundo do grafite.
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