O novo catamarã de 42 pés da francesa Fountaine Pajot é elegante e foi projetado para proporcionar conforto e facilitar a circulação em todo o barco. Traz entre seus diferenciais abundância de luz natural e reforça o compromisso do estaleiro com a inovação, preservando a identidade clássica da gama de catamarãs à vela da marca.
Com 12,58 m de comprimento, este catamarã apresenta todos os elementos que contribuíram para o sucesso do Saona 47, último lançamento da Fountaine Pajot, incluindo novo conceito de proa. Entre as facilidades do modelo estão as ligações entre interior e exterior.
Seu layout interior conta com duas opções – Maestro, com três camarotes e três banheiros, e Quatuor, com quatro camarotes e quatros banheiros. Na versão Maestro, as acomodações do proprietário ocupam todo o casco de estibordo.
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Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias
A empresa italiana Jet Capsule criou um mini barco em forma de cápsula que pode ser usado fechado ou aberto, removendo o teto de fibra de carbono, e acomoda até cinco pessoas. Embora seja pequeno no tamanho, o modelo foi pensado para ter bom desempenho e conta com quatro versões de motorização: gasolina com 315 hp, diesel com 260 hp, elétrico com 160 hp ou um modelo híbrido acoplando um motor a gasolina a uma unidade auxiliar de 80 hp. Para começar a produção da mini embarcação, a Jet Capsule precisa de, pelo menos, 10 unidades encomendadas, não havendo ainda possíveis datas para entrega. O “brinquedo” custa cerca de US$ 69 mil.
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O que você prefere? A suavidade do velejar ou a adrenalina de um barco a motor? Assim como muitos, Andrés Cárdenas, dono do estaleiro espanhol Nuva Yachts, fica com as duas opções. Daí ter encomendado ao estúdio Barcelona Yacht Design uma embarcação que levasse o prazer de navegar, em igual medida, a neófitos no mundo náutico e a navegadores experientes. Foi assim que nasceu o Nuva MS6, que mede apenas 19,65 pés (5,99 m) de comprimento e 2,47 m de boca. Ele pode parecer pequenino ao primeiro olhar (e é, mesmo!), mas surpreende pelas múltiplas possibilidades que oferece.
Mesmo bem pequeno, o Nuva já incorpora o beach club, tendência na indústria náutica.
A começar pelo fato de ser híbrido, ou seja, poder ser usado como veleiro ou lancha. A bordo deste barquinho revolucionário, é possível cumprir distâncias razoáveis, com rapidez (no modo motor), passar o dia velejando no destino da sua preferência (no modo vela) e, antes de voltar para a marina, tomar sol nos amplos solários do brinquedinho (amplos para valer, já que se estendem sobre a água, por causa de um recurso que prolonga o cockpit lateralmente) ou até tirar um cochilo em sua cabine (sim, há uma pequena cabine). É ou não é uma embarcação que entrega muito mais do que se poderia esperar dela?
O cockpit pode ser expandido em quase um metro lateralmente, à medida os bordos avançam sobre a água.
Fácil de transportar e manusear, o Nuva pode ser transportado numa carreta rodoviária com freio próprio, porque é leve (seu peso é de apenas 1 350 kg). É, também, um barco seguro (com casco insubmergível) e confortável, já que sua cabine é equipada com cama para duas pessoas e sanitário químico. Mas o que mais surpreende talvez seja a incorporação de um conceito que virou tendência na indústria náutica mundial: o beach club. O cockpit pode ser expandido lateralmente, ampliando a boca em quase um metro, à medida que essas “plataformas” avançam sobre a água. É que os bordos da embarcação, na área da popa, onde ficam os bancos laterais, podem ser como que destacados do corpo do barco (ainda que ligados a ele, claro), criando dois grandes solários — ou, se você preferir, uma bela praia particular. Cá entre nós, é uma façanha e tanto para um barco com dimensões tão reduzidas.
Com o uso de materiais de primeira linha no acabamento e apelo esportivo, o estaleiro quer conquistar clientes de perfil ousado.
E a “mágica” não para por aí. O mágico barquinho tem ainda uma pequena cabine com cama (onde duas pessoas podem tirar ao menos um cochilo) e banheiro químico. Graças às suas dimensões, o Nuva permite ancoragens em espaços exíguos. Mesmo porque sua quilha é retrátil e cabe completamente dentro do casco — cujo calado, nessa condição, é de apenas 0,45 m. Tal recurso, visto somente em veleiros maiores, é acionado ao toque de um botão e favorece também a aceleração no modo lancha, já que diminui o arrasto. Da mesma forma, é fácil instalar e desinstalar o leme, que pode ser guardado no convés.
O projeto foi concebido a fim de agradar aos navegadores iniciantes e, também, aos experientes.
O motor que impulsiona a embarcação é um popa Yamaha de quatro tempos, com potência de 70 hp, que permite navegar a 14 nós na velocidade de cruzeiro e a 20 nós na máxima, segundo o fabricante. No modo veleiro, a performance não deixa de ser satisfatória: o barco atinge cerca de 6 nós e fornece reações rápidas a partir de ventos na casa dos 8 nós. Equipado com mastro de carbono de 8,8 m, o Nuva permite a instalação de gennaker (opcional) — somente a área vélica da mestra é de 16,8 m². Você já viu tantos atributos em um barco tão pequenino?
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É possível afirmar, com pouca margem de erro, que a popa é um dos lugares preferidos dos brasileiros em seus barcos. Consequentemente, as plataformas de popa são bastante valorizadas por aqui. Dessa forma, um espaço que surgiu da necessidade apenas de facilitar o embarque e desembarque ganha cada vez mais importância em nossas águas, tornando-se uma verdadeira extensão do cockpit. Quase obrigatórias em lanchas a partir dos 16 pés — nesse caso, elas devem ter, ao menos, 30 cm de comprimento, mesmo em se tratando de barcos impulsionados por motor de popa —, as plataformas de popa não ganharam esse “upgrade” por acaso.
Na parte traseira, qualquer barco é mais largo e, portanto, mais espaçoso. Mais do que isso, a plataforma de popa fica apenas a um passo da água, sendo o ponto ideal para curtir as ancoragens. É neste espaço, também, onde as crianças mais se divertem, transformando as plataformas em verdadeiros trampolins para a água. Por esses e outros motivos, a plataforma de popa tem status de “xodó nacional” e, nos últimos anos, ganhou uma série de inovações.
Conceituadas marcas americanas e europeias já adotaram o móvel na popa em muitos dos seus barcos
A primeira mudança foi no tamanho. Elas ficaram mais compridas e precisaram ser pensadas desde a concepção do projeto, para que não ficassem desproporcionais ao tamanho da lancha nem interferissem negativamente na navegação. Depois, ganharam chuveirinhos com água doce, facilitando aquela ducha após um mergulho. Aí, elas passaram a ser móveis. São as plataformas submersíveis, que tanto servem para deixar os convidados mais próximos da água, com uma espécie de prainha particular, quanto para subir e descer botes e jets. Dessa maneira, além de ajudar no embarque e desembarque, permitem a imersão — porém, essa inovação é restrita a embarcações acima dos 40 pés.
A próxima novidade na popa foi projetar solários voltados para a popa, o que aumenta a interação entre quem quer tomar sol ou apenas descansar e quem quer curtir um mergulho. Esses grandes solários, ao contrário das plataformas submersíveis, ganharam espaço até mesmo nas pequenas lanchas e viraram moda nos projetos nacionais. Mas, na linha evolutiva das plataformas de popa, os solários ganharam um grande concorrente: o espaço gourmet. Presente, sobretudo, em lanchas de 30 ou mais pés de comprimento — com algumas raras exceções em barcos menores —, o item é o maior desejo de quem gosta de fazer um bom churrasco a bordo. Afinal, cada vez mais churrascos têm a ver com passeios de barco, porque não exige nada além de fogo e carne e, ao contrário dos lanches, é um ótimo pretexto para reunir todo mundo. Além do mais, de futebol e churrasco, todo homem entende um pouco. Ou, pelo menos, acha que entende.
Com a área gourmet, os solários de popa ganharam um grande concorrente ao posto de queridinho a bordo
As minicozinhas na popa são construídas em fibra de vidro e se projetam acima do espelho de popa. Contam com churrasqueira embutida (elétrica ou a carvão), pia com torneira rebatível e tampa (do tipo bancada ou tábua de corte), para manipulação de alimentos. Nas lanchas acima dos 30 pés, esse espaço pode ter, ainda, geleira, lixeira e outros itens. Ou seja, tudo o que um mestre churrasqueiro precisa para trabalhar. O conceito é, na proporção, quase o mesmo das varandas gourmet dos apartamentos: curtir o espaço ao ar livre com boa comida — neste caso, em um barco, em meio à natureza. Não que as tradicionais churrasqueiras de pedestal não cumpram essa função, mas um móvel gourmet é, sem dúvida, mais agradável. O conceito de aproveitar a plataforma de popa também como um espaço social a bordo, com uma espécie de extensão da cozinha — e não apenas para embarque e desembarque —, nasceu a partir da ideia de um brasileiro, o projetista Marcio Schaefer, fundador do estaleiro catarinense Schaefer Yachts.
“Sempre tive um apreço especial pelas plataformas de popa e achava que o espaço era mal aproveitado nas lanchas, já que, na maioria dos casos, a popa, em grandes barcos, só servia de garagem para botes. Foi aí que resolvi mudar completamente a plataforma do modelo de 47 pés”, conta ele. A primeira alteração foi na ponte de embarque, que ficava no meio da plataforma e era um verdadeiro incômodo. “Resolvi embutir a ponte e, quando a tirei do caminho, veio a ideia do espaço gourmet, pois não há lugar melhor em um barco para fazer fumaça senão na popa”, prossegue o empresário. A partir daí, a plataforma ganhou um novo significado: ela deixou de ser garagem e se transformou em uma verdadeira área de lazer, como são os deques das piscinas. “Eu, particularmente, gosto muito da ideia de reunir os convidados na beira d’água e, ainda, servir boa comida ali. Hoje, vejo este espaço como um item quase obrigatório em lanchas entre os 30 e 60 pés”, avalia Marcio.
O conceito é quase o mesmo das varandas dos apartamentos: espaço ao ar livre com boa comida
Mesmo as lanchas com menos de 30 pés estão sendo projetadas para suprir o desejo dos brasileiros de aproveitar a plataforma de popa cada vez melhor. Já foi assim, no passado, com a chegada do solário de popa, substituindo os tradicionais sofás. Agora, chegou a vez do espaço gourmet conquistar os barcos de menor porte. Prova disso é a 26,5 pés cabinada, com um interessante móvel com churrasqueira e pia, do estaleiro catarinense FS Yachts. “A proposta é aproveitar a popa da melhor maneira possível durante as ancoragens. Seja com um gostoso churrasco ou, simplesmente, descansando sob o sol”, explica Renato Gonçalves, diretor comercial da marca. Já a carioca Real Power Boats decidiu aprimorar a ideia e unir as duas coisas em uma só lancha: a Real 315 tem solário e um discreto gourmet, à bombordo. “Assim, atendemos a dois desejos dos clientes em um só modelo”, afirma Paulo Thadeu, sócio do estaleiro. “Os brasileiros usam muito mais o lado de fora da lancha do que a cabine, por exemplo. E uma boa plataforma de popa é indispensável”, comenta Marco Garcia, da mineira Ventura Marine, que produz diversos modelos com minicozinha na plataforma.
Nos barcos acima de 40 pés, o móvel gourmet roubou o espaço que era do bote de apoio
“O mais importante, neste móvel, é uma boa área para preparar os alimentos, pois é preciso firmeza e precisão. Mas, antes de tudo, é preciso avaliar o tamanho da plataforma de popa, pois nada adianta ter uma área para preparar o churrasco se não há espaço suficiente para as pessoas tanto no cockpit quanto na própria popa”, completa Marco. É mais ou menos o que aconteceu com o modelo de outro estaleiro, a Focker 330 GT, que nasceu com uma plataforma enorme, com dois metros de comprimento, e, agora, ganhou um móvel gourmet para atender aos pedidos de clientes, que desejavam a novidade. “Percebemos que nossos clientes usam o barco para passeios diurnos e querem cada vez mais espaços ao ar livre. Na 330 GT, conseguimos oferecer um móvel prático combinado com uma plataforma bastante generosa”, comenta Barbara Yamamoto, gerente comercial e de marketing do estaleiro, que produz, ainda, a F400, outra lancha com espaço gourmet na popa.
A plataforma de popa gourmet, criada por Marcio Schaefer, estabeleceu uma nova tendência no nosso mercado, influenciando outros estaleiros a também usar a gostosa ideia. A Sessa Fly 42, por exemplo, é uma lancha com dna italiano, produzida pela catarinense Intech Boating, e que foi remodelada para agradar o mercado. Baseada no modelo italiano F40, a F42 ganhou plataforma de popa maior (1,86 m) e espaço gourmet na versão nacional. “Desde o início da implantação da linha Sessa Marine no Brasil, nós nos dedicamos a entender o mercado brasileiro e fazer adaptações, valorizando o convívio e clima tropical. Nossa equipe brasileira sugeriu as alterações para a matriz italiana. E eles aceitaram”, conta Débora Felipe, responsável pelo marketing do estaleiro. Assim como a Sessa, a italiana Azimut Yachts, que mantém uma fábrica em Santa Catarina, também passou a oferecer a popa abrasileirada aos seus clientes, como nos modelos Azimut 42 e a Azimut 56 que já nasceram com a área na popa dedicada aos prazeres da carne e outras delícias.
Uma linha inteira da francesa Dufour incorporou o espaço gourmet na popa
Até veleiro tem!
O espelho de popa rebatível que se transforma em plataforma já é realidade em muitos veleiros. Mas a marca francesa Dufour, presente com seus barcos no Brasil há alguns anos, foi além, incluindo um espaço gourmet completo com churrasqueira a gás, pia e geladeira. O móvel, que também serve de sofá quando não está sendo usado, foi incorporado em quatro modelos da linha Grand Large: 560, 512, 412 e 460. “Nossos barcos são produzidos no sul da França, lugar com paisagem e clima propícios para ancoragens e aproveitamento da parte externa do barco. O espaço gourmet foi um pedido de clientes Dufour do mundo todo, especialmente os brasileiros”, diz Guilherme Born, diretor da CL Barcos, representante da marca por aqui. Em todos os modelos, o novo espaço na popa pode ser retirado, mas os clientes gostaram tanto da novidade que, segundo Guilherme, 100% dos pedidos foram fechados já com este atrativo.
Além do espelho de popa rebatível, o Dufour 460 vem com churrasqueira e pia na popa
Como um bom espaço gourmet deve ser
1 – O móvel, de fibra de vidro, deve ter design harmonioso em relação ao restante da lancha e ergonômico para conforto de quem prepara o churrasco. Não pode ser alto nem baixo demais.
2 – A churrasqueira, a carvão ou elétrica, deve ser embutida. É indispensável, para os modelos a carvão, uma manta de isolamento térmico, de modo que o calor não chegue com muita intensidade à parte externa. Assim, não há incomodo para quem cozinha e o risco de acidentes é mínimo.
3 – Nos barcos com churrasqueira elétrica, cheque se há um dispositivo de desligamento automático quando a tampa do espaço gourmet é fechada.
4 – A cuba da pia deve ser funda e ter torneira rebatível, o que é útil quando o móvel tem tampa. A tábua de corte tem que ter tamanho suficiente para preparar o churrasco, por exemplo.
5 – A geleira deve ter cerca de 5 centímetros de isolamento térmico para garantir eficiência, assim como a tampa da geleira, que está sempre em contato com o sol. Já o dreno deve jogar a água do gelo para uma caixa coletora ou direto para fora do casco — nunca para o porão.
6 – A lixeira é obrigatória. Quanto maior for, melhor. Além disso, o cesto precisa ser removível, para facilitar a limpeza.
7 – A barra de segurança é muito útil tanto para quem está preparando o churrasco, porque serve de apoio em caso de uma marola passar pelo barco, quanto para quem estiver na água e quer embarcar.
8 – A tampa do móvel, quando houver, pode servir tanto para fechar o espaço, quando não estiver em uso, quanto servir de extensão para um solário ou um sofá.
A Schaefer 470, em 2005, foi a primeira lancha no mundo a ter móvel gourmet na plataforma de popa
Como acender o churrasco sem tacar fogo no barco
Eis a parte mais crítica de qualquer churrasco a bordo. O que está em jogo é algo bem mais valioso: o seu barco. Afinal, fogo não combina com cascos. Mas, tomando certas precauções, tudo terminará bem. A primeira é não jogar líquidos combustíveis para acender o carvão, como o tradicional álcool doméstico. O ideal são os acendedores que já vendem prontos nos supermercados. Mas, lembre-se: o maior combustível de qualquer fogo é o vento. O que costuma ser fácil de encontrar na água. Tome, porém, cuidado para não posicionar a churrasqueira contra o vento, porque ele pode trazer partículas de carvão incandescente para a bordo e, aí, o resultado será, no mínimo, um cockpit encardido.
Nas churrasqueiras náuticas, que são bem rasas e próprias para isso, o fogo costuma pegar rápido e exige pouco carvão (aliás, os melhores são os de madeira de eucalipto, que, além de ecologicamente corretos, não criam tantas cinzas nem fumaça). Para saber se o fogo já está na temperatura certa, estenda sua mão alguns centímetros acima dele e veja se suporta o calor por mais de cinco segundos. Se sim, é porque ainda não está bom. Três segundos é a medida correta. E vá repondo o carvão aos poucos. Até porque, como cabe muito pouco carvão, ele acaba rápido. Já para apagar a churrasqueira, nunca use água, apesar da abundância ao redor do seu barco, porque pode estimular a corrosão do metal da churrasqueira, mesmo que ele seja de inox. Simplesmente, tape-a bem e deixe o carvão queimar até o fim.
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Até aqui, quem quisesse se divertir voando sobre as águas tinha de comprar uma dessas engenhosas botas voadoras importadas. Agora, não mais. O FF-One é o primeiro flyboard feito no Brasil, mas segue o mesmo princípio dos importados: os jatos d’água gerados pelo motor de um jet fazem o acrobata subir e descer. Apesar disso, não é difícil de ser conduzido, e o próprio fabricante nacional, a FF Marine (ffmarine.com.br), ensina a usar o brinquedinho.
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O maior e mais antigo estaleiro do Brasil perdeu nesta terça-feira, 25 de dezembro, seu presidente, Antonio Carlos Paggiaro. Natural de Iracemápolis e morador de Limeira, antes de se mudar para Campinas, Paggiaro era o proprietário, desde 1984, do Levefort, estaleiro de barcos de alumínio, fundado em 1962 em Paulínia, também no interior paulista, com a invejável marca de mais de 350 mil embarcações construídas, junto com a Alumar, linha de barcos também pertencente ao grupo.
Antonio Carlos Paggiaro, à direita da foto, ao lado de Bruno Paggiaro Mazon, Thiago Mazon e Andreza Paggiaro Mazon
Com barcos de pesca, de lazer e de trabalho, a Levefort fabricava também pontoons, parte de sua bem variada linha de barcos. Referência no setor de barcos de alumínio no Brasil a Levefort foi pioneira no uso de aerobarcos e motorização hidrojato na série de lanchas Marajó. Antonio Carlos Paggiaro deixou uma empresa bem estruturada, por sinal a mais longeva do país e, como o alumínio, estruturada para durar.
O Grupo Náutica lamenta a perda dos familiares e amigos de Paggiaro.
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Construída pela empresa ENATA Marine, o Foiler Yacht é uma lancha de 9,45 metros que foi pensada para voar sobre a água. O modelo conta com hidrofólios retráteis em fibra de carbono que ficam a 1,50 m acima da água a uma velocidade de 18 nós.
Entre as vantagens que esta tecnologia promete, estão deslizar sobre o mar e reduzir significativamente os efeitos do arrasto, que afeta o consumo de combustível e oferece maior conforto na navegação.
O Foiler está equipado com um sistema de propulsão diesel-elétrico cujo desempenho reduz o impacto ambiental e os custos operacionais. É composto por dois motores BMW de 320 hp e dois geradores elétricos.
Com uma capacidade de combustível de 300 litros, a embarcação tem um alcance na faixa de 130 milhas náuticas e seu sistema híbrido permite navegar em 10 nós por 10 minutos, ideal em portos e áreas protegidas.
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O projeto Tuhura, da Oceanco, foi inspirado em uma canoa que os polinésios usavam para atravessar o Pacífico. O modelo traz exterior assinado pelo estúdio de design Lobanov. “Tuhura é uma ideia simples”, diz Igor Lobanov. “O pensamento era ter uma forma natural semelhante ao que víamos nas primeiras embarcações do tipo canoa e ampliar para uma escala maior usando tecnologia moderna”, continua Lobanov. O design de Tuhura pode ser dimensionado de 262 a 394 pés, dependendo das necessidades de um futuro proprietário.
O projeto conta com janelas horizontais em todo o casco, empregando uma nova tecnologia de vidro, que cria uma visão completamente transparente para o exterior, no entanto, quem olha o barco de fora para dentro não pode dizer que há vidros no casco, já que as cores são idênticas. A superestrutura também é composta de painéis de vidro planos que lhe conferem uma aparência perfeita.
BMT Nigel Gee, empresa do Reino Unido responsável pela arquitetura naval de Tuhura, relatou que o formato do casco é naturalmente eficiente por causa da simplicidade da forma da canoa. “Tem uma baixa resistência geral, um bom arranque e uma excelente manobrabilidade”, diz James Roy, diretor de design de iates da BMT.
Tuhura também trará a ideia de “barco inteligente”. Em vez de controles típicos em mobile para os proprietários e convidados, o sistema de TI da embarcação irá descobrir as preferências dos clientes para itens como música e temperatura ambiente e ajustar automaticamente.
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Localizado a aproximadamente 75 quilômetros da costa da Bahia, na altura da cidade de Caravelas, o Arquipélago de Abrolhos é formado por 5 ilhas. Nos últimos anos, a área já se tornou o destino reconhecido para a prática de mergulho e observação de mais de 160 espécies de peixes, crustáceos e moluscos. Além disso, baleias, naufrágios históricos, grutas submarinas e um diversificado conjunto de recifes são outras das atrações disponíveis no Parque Marinho de Abrolhos, localizado no extremo sul da Bahia, próximo à Prado.
Controlado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) com apoio da Marina do Brasil, o arquipélago foi a primeira área do Brasil que recebeu o título de Parque do Marinho em 1983. O Parque Nacional Marinho de Abrolhos se consagrou como um dos 12 parques mais importantes do mundo e tem como principais atividades a prática de mergulho (com cilindro ou snorkel), visitação de aves que se nidificam na região e o seu famoso farol instalado desde 1861 por ordem de D. Pedro II.
Para os mergulhadores profissionais, é possível visitar locais únicos e inesquecíveis, como os labirintos de calcário e grutas conhecidas por passagens estreitas e profundas, além de sua extensa variedade de peixes e naufrágios.
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A alemã Mercedes-AMG e a americana Cigarette Racing apresentaram, em Miami, uma embarcação construída em parceria e batizada de 515 Project One, inspirada no carro Mercedes-AMG Project One, que terá estreia oficial no Salão do Automóvel de Genebra.
O modelo de 51,5 pés (15,6 m) possui deque de fibra de carbono e com pintura fosca em preto e prata semelhante ao carro. Com capacidade para levar até 6 passageiros, é alimentado por dois motores de válvulas quad-cam 4 de Mercury Racing e unidades de popa M8, resultando em 3 100 hp de potência.
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Os óculos Boarding Ring, criado na França, prometem acabar com o mal-estar que algumas pessoas sentem quando navegam. O segredo está no líquido azul contido nos anéis que envolvem as lentes. O líquido movimenta-se conforme o balanço da embarcação, criando um efeito de horizonte artificial junto à visão periférica. O cérebro, assim, trabalha com essas falsas informações, minimizando a sensação de enjoo. Custa cerca de € 75, na boardingring.com.
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O designer francês Mathis Ruhl revelou seu último conceito de embarcação. Medindo 70 metros de comprimento, o Wind Motion é um trimarã com foco na captura e transformação de energia eólica em uma força propulsora eficiente por meio de um novo desenvolvimento de equipamento, nomeado RTW ², que promete maior eficiência aerodinâmica, estrutura mais leve e ocupação de menor espaço de convés.
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O designer norueguês Kurt Strand está com um novo conceito de embarcação, o Project Speed. Com layout futurista, o modelo tem 93 metros e foi projetado para atender até 12 convidados, com acomodações luxuosas e espaço para até 28 tripulantes. Entre suas características, estão um deque de 300 m², piscina, bar equipado e espaço para descanso. Project Speed será equipado com quatro motores a diesel MTM 16V2000 M96 de 2 600 hp e contará com estabilizadores Seakeeper M35 para garantir uma experiência de cruzeiro suave.
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A Heesen Yachts divulgou um novo conceito de superiate de 60 metros, batizado de “Project Ceres”, e projetado pela Omega Architects. Com capacidade para levar até 16 passageiros, o modelo possui janelas do chão ao teto, proporcionando vasta entrada de luz natural e vista do exterior sem tirar a privacidade dos hóspedes.
Agressivo e elegante, o modelo conta com recursos como área de jantar e área de estar ao ar livre, bar, spa, piscina, entre outros. Uma ampla plataforma de popa, especialmente pensada para a pesca e o mergulho, é outro dos destaques deste superiate a pedido do proprietário. “Project Ceres” conta com suíte máster, suíte VIP e quatro camarotes para duas pessoas.
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A francesa Beneteau anunciou, no início deste ano, o veleiro Oceanis 51.1, primeiro modelo da nova geração da gama, assinado por Berret Racoupeau Yacht Design na arquitetura naval e Nauta Design no design interior e convés. Com linhas suaves e nova quilha, o veleiro de 15,94 m de comprimento total é simples e elegante e tem diversas possibilidades de personalização.
O Oceanis 51.1 adota o processo de construção do casco por infusão e tem convés pensado para ser simples, eficaz e seguro. As passagens laterais de acesso à proa são amplas e os cabos que vêm do mastro correm protegidos. O poço é espaçoso e nele foram implementadas duas rodas de leme em aço inoxidável. O modelo possui diversas das áreas de estar e plataforma de popa.
Grande luminosidade natural e uma decoração contemporânea definem o interior deste veleiro. As inúmeras janelas e vigias proporcionam abundância de luz natural ao salão com um pé-direito máximo de 2,03 m. O veleiro conta, ainda, com quatro opções de layout interno: três camarotes duplos e dois banheiros; três camarotes duplos e três banheiros; quatro camarotes duplos e quatro banheiros ou cinco camarotes e três banheiros.
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ISA Alloy 43 é um novo superiate de alumínio de 43 metros que foi anunciado pela primeira vez em setembro de 2017 e está em construção no estaleiro ISA Yachts, em Ancona, na Itália. Projetado por Luca Dini, o modelo conta com cinco camarotes, incluindo a suíte master no convés principal, além de um amplo salão, uma sala de jantar e um clube de praia para fácil acesso ao mar. Ele será alimentado por dois motores MTU de 2000 hp. A pedido do proprietário, realizou-se trabalho sobre a redução do ruído e das vibrações para oferecer ainda mais conforto a bordo. Sua entrega está prevista para 2019.
Confira algumas imagens do modelo:
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O estaleiro catarinense Fibrafort, responsável pela produção das lanchas Focker, acaba de credenciar uma nova unidade, desta vez na cidade de Curitiba, no Paraná. Trata-se da Sport Náutica, que já atua em Foz do Iguaçu representando a marca.
A nova concessionária, com 1700 m² de área, tem showroom com todos os modelos do estaleiro Fibrafort, oficina própria (autorizada Mercury) e uma linha completa de acessórios. “É um importante passo em direção às metas da empresa na expansão de sua linha de revendedores, com crescimento sustentável e um pós venda de excelência. Hoje, a Fibrafort conta com mais 40 concessionárias e está presente em mais de 12 estados do território nacional e ainda atua internacionalmente com cerca de 42 países”, afirma Marcio Ferreira, presidente da Fibrafort.
“Acreditamos no potencial econômico da cidade de Curitiba e investimos em uma concessionária premium para atender aos curitibanos com produtos, qualidade e tecnologia reconhecidas mundialmente. Com certeza a nova loja irá atender perfeitamente ao público da região”, destaca Barbara Martendal, gerente comercial do estaleiro.
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Nosso #tbt de hoje é com a lancha Phantom 500 HT, que marcou época ao criar a tendência das lanchas com hard top e teto solar no Brasil. Abaixo, veja o que NÁUTICA publicou na época, em 2007.
“Do início do projeto até o primeiro casco tocar na água, a Phantom 500 HT consumiu dois anos de trabalhos. Mas o tempo compensou, porque esta nova, de 50 pés, é um primor, tanto pela sua beleza quanto pelo aproveitamento do espaço a bordo. Ela leva, com folga, 16 pessoas e tem três camarotes para pernoite, onde dormem seis delas, além de um tripulante em camarote próprio e mais duas pessoas no salão. Seu casco é o mesmo da Phantom 480, mas, olhando, ninguém diz. Isto porque esta nova lancha não tem, como a 480, um flybridge. Em vez disso, manteve o posto de pilotagem no mesmo convés dos solários, cozinha e sala, como se fosse um loft e, ainda por cima, com um grande teto solar, que deixa boa parte deste conjunto ora aberto ora fechado, ao bel prazer do piloto.
“Este tipo de barco é uma tendência mundial”, explica Marcio Schaefer, que além de dono do estaleiro, é um dos projetistas de lanchas de maior sucesso no Brasil.
“O principal desafio foi adaptá-lo ao nosso clima quente”, completa. “Então, para garantir uma boa ventilação natural, coloquei duas janelas em cada lado do salão e dividi a porta de entrada em quatro partes e não apenas em duas. Assim, ela abre bem mais”. O resultado, além de eficiente, ficou bem bonito. Tanto que a nova Phantom 500 HT foi uma das grandes estrelas do São Paulo Boat Show de 2007.
A Phantom 500 HT agrada pelo ineditismo do projeto, marcado pelo estilo moderno e o acabamento do interior, onde seus maiores trunfos são o farto uso de madeira escura, o teto solar e o comando único. Ao concentrar o posto de comando, salão e cozinha no mesmo convés e separá-los da praça de popa apenas pela porta de vidro, ela integra todos a bordo num ambiente muito agradável. Já o convés inferior é, também, um ponto forte neste barco, por oferecer um bom conforto para até seis pessoas, nos seus três camarotes. Se a cozinha e o salão ficassem nesse pavimento, como na maioria das lanchas de comando aberto do mesmo porte, ela perderia, no mínimo, um camarote. Além disso, ao permitir o uso de dois potentes motores de 720 hp, ela chegará ao seu destino antes de qualquer outra lancha com propulsão de eixo e pé-de-galinha. São qualidades suficientes para fazer este novo barco da Schaefer Yachts sacudir o mercado. Uma, enfim, bem-vinda novidade.”
Na época, a Phantom 500 HT foi testada em Florianópolis, com vento de 15 nós e ondas de 0,5 metro. A bordo havia cinco pessoas, 1 250 litros de óleo diesel e 600 litros de água. A
lancha estava equipada com dois motores Yanmar diesel 6SY-STP, de seis cilindros, 11,7 litros e 720 hp cada, acoplados a reversores ZF 325-1A, com relação de transmissão de 1,485:1 e hélices Hoffmann de nibral, de 660 x 830 mm. Fotos: Ito Cornelsen.
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A Tecnorib apresentou o Pirelli J33 no início deste ano. O modelo é uma edição especial produzida exclusivamente para a Azimut Yachts e marca a entrada oficial da Tecnorib no mercado de embarcações infláveis a jato d’água.
“O acordo com a Azimut Yachts é orgulho para a Tecnorib”, explica Gianni De Bonis, diretor-gerente da Tecnorib. “A contribuição da Azimut, destinada a satisfazer as necessidades dos seus proprietários, preparou o caminho para que os engenheiros da Tecnorib desenvolvam o J33, produto que está intimamente alinhado com a demanda do mercado”, disse De Bonis.
Fotos: Divulgação
“Pirelli J33 – Azimut Special Edition é um símbolo da política de qualidade da Azimut Yacht, com foco novamente no cliente. O alto nível de personalização e a busca contínua de materiais de ponta são parte integrante do nosso DNA”, diz Marco Valle, diretor administrativo de Azimut Yachts. “Nós escolhemos Pirelli porque é uma marca Made in Italy, reconhecida em todo o mundo por seu glamour, confiabilidade e segurança”, complementou Valle.
O modelo possui duas versões diversas possibilidades de personalização, que incluem volante removível, pára-brisas dobrável, tubos e almofadas de marca Azimut, além de elegante painel com o logotipo Azimut.
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Com a chegada do verão e o período de férias, a Marinha do Brasil, inicia na próxima sexta-feira (21) a Operação Verão 2018/2019 em todo o Brasil. A campanha évoltada para a intensificação da conscientização e de fiscalização do tráfego aquaviário nas áreas de maior concentração de embarcações. Incluindo também, as de esporte e recreio e de turismo náutico, por ocasião de férias e feriados prolongados.
Segundo informações da Marinha, com intuito de minimizar a possibilidade da ocorrência de desastres náuticos, a Operação Verão 2018/2019 traz como mote a valorização da vida e a responsabilidade do proprietário e do condutor da embarcação, especialmente durante as atividades de lazer.
De acordo com os dados da Diretoria de Portos e Costas, a principal causa dos acidentes em embarcações de esporte e recreio é a falha humana, o que por vezes pode resultar em consequências irreversíveis.
A Operação Verão tem como conceito “Segurança da Navegação: quem valoriza a vida, respeita”. A mensagem chega ao público com uma linguagem reflexiva, retratada em imagens de situações de risco, acidentes e suas possíveis consequências. As peças frisam a importância de se adotar atitudes conscientes para prevenir acidentes e garantir a integridade física dos tripulantes, dos passageiros e dos banhistas, promovendo a divulgação das principais regras de navegação e a importância do seu cumprimento para quem deseja aproveitar a época mais quente do ano com segurança.
Dados de acidente
Um balanço da Superintendência de Segurança do Tráfego Aquaviário da DPC mostram que, nos últimos dois anos, o volume de acidentes envolvendo embarcações de esporte e recreio reduziu 12%, de 229 (2017) para 200 (2018).
Cabe ressaltar que somente no verão 2017/2018 ocorreram mais de 38% do total dos acidentes registrados até dezembro deste ano. As lanchas e motos aquáticas são destaques nas estatísticas. No último verão elas representaram 72% dos casos registrados com embarcações de esporte e recreio.
O Naufrágio, abalroamento, queda de pessoas na água, incêndio e colisão são os casos que mais chamam a atenção nas estatísticas. De dezembro de 2017 a março de 2018, as embarcações que mais se envolveram com esses acidentes durante o lazer foram lanchas (56%), motos aquáticas (21%) e botes (9%).
Outra ação que ocorrerá dentro da Operação Verão 2018/2019 será a “Travessia Segura”, no mês de janeiro, em todo o País, com foco especial nas embarcações de transporte de passageiros e de turismo náutico, que tem seu fluxo intensificado durante o período de férias nas regiões litorâneas e nos balneários.
Operação Verão
A Operação Verão é realizada todos os anos por meio dos Distritos Navais, Capitanias dos Portos, Delegacias e Agências e segue até o fim da estação nas áreas de maior concentração de embarcações. Particularmente, no Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Amazonas, Roraima, Rondônia, Acre, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a Campanha é realizada a partir do meio do ano, tendo em vista a sazonalidade do tráfego de embarcações e atividades turísticas nessas regiões.
Ao longo de toda a Operação Verão 2018/2019, mais de cinco mil militares e servidores civis que atuam nas 65 Capitanias, Delegacias e Agências da Marinha do Brasil se mobilizam para verificar o cumprimento das regras de segurança da navegação. As ações de fiscalização envolvem os seguintes aspectos: habilitação dos condutores, documentação da embarcação, material de salvatagem (coletes e boias), extintores de incêndio, luzes de navegação, a lotação e o estado da embarcação. Além disso, serão utilizados etilômetros, tendo em vista que é proibido o consumo de bebidas alcoólicas pelos condutores.
A Operação Verão 2018/2019 incluirá também ações de presença de agentes da Autoridade Marítima Brasileira em entidades náuticas, clubes, marinas e colônias de pescadores, para realização de palestras educativas e dicas sobre as principais normas de segurança da navegação.
Confira as 15 recomendações da Marinha do Brasil para a segurança da navegação:
1) Esteja atento e vigilante durante a navegação.
Você é o responsável por tudo que acontece a bordo. O timão está em suas mãos!
2) Navegue a mais de 200 metros de distância da praia, respeite os banhistas.
Lembre-se, seu direito termina quando começa o do outro.
3) Tenha em mãos a sua habilitação e os documentos obrigatórios.
Confira tudo antes de sair e passe o dia tranquilo.
4) Conduza sua embarcação com velocidade segura.
Isso permite a realização de manobras em caso de situação imprevista e evita acidentes.
5) Faça manutenção preventiva na sua embarcação.
Assim como a gente, a embarcação também precisa de cuidados constantes. Cuidem-se!
6) Não consuma bebidas alcoólicas quando for conduzir sua embarcação.
Quando existe respeito, a diversão não tem limites.
7) Conheça bem todos os lugares por onde a embarcação irá navegar.
Não navegue no “escuro”.
8) Conheça a previsão do tempo antes de sair e fique atento às possíveis mudanças.
Com precaução, não existe mau tempo.
9) Previna incêndios em sua embarcação.
Pequenas medidas, como verificar o quadro elétrico e a validade dos extintores de incêndio evitam grandes tragédias.
10) Respeite o limite de pessoas a bordo e garanta a estabilidade da embarcação.
A maioria dos acidentes com vítimas fatais são causados por esse descuido.
11) Informe seu plano de navegação e a lista das pessoas a bordo ao seu iate clube. Leve sempre um equipamento de comunicação.
Navegar é bom, mas mantenha contato com terra firme.
12) Calcule o consumo de combustível para ir e voltar.
Faça o cálculo em três partes: um terço para ir, outro para voltar e um de reserva.
13) Quando ancorado, não acione motores ou movimente a embarcação se tiver alguém por perto na água.
A diversão e a segurança precisam navegar juntas!
14) Tenha coletes salva-vidas para todos a bordo.
Mas não se esqueça de que a prevenção é o seu melhor salva-vidas. Lembre-se – o colete salva-vidas deve ser homologado pela Marinha do Brasil.
15) Não polua mares, rios e lagoas.
Lugar de lixo é no lixo.
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O primeiro modelo da linha Voyager da Perini Navi, um novo superiate a motor de 56 metros, chegou às instalações do estaleiro em La Spezia para dar continuidade ao seu processo de produção. A embarcação completou sua primeira fase de construção nas instalações turcas da empresa e, agora, foi transferido para a base italiana. A entrega está prevista para 2020.
Projetado em parceria com o arquiteto naval Philippe Briand, o novo Voyager 56 foi construído com casco de aço e superestrutura em alumínio. O design de três conveses apresenta um layout de seis camarotes, divididos entre os decks principal e inferior, com a suíte do proprietário virada para a proa no convés superior. Os alojamentos da tripulação podem acomodar até nove tripulantes.
“Ver um novo iate tomar forma como este é sempre muito emocionante. As linhas do Voyager de 56 metros são o resultado de um compromisso contínuo para preservar o inconfundível estilo Perini Navi, obter um iate moderno, eficiente e de tamanho generoso”, disse Lamberto Tacoli, presidente e diretor executivo da Perini Navi.
“O mercado está começando a crescer novamente e a Perini Navi está e quer continuar entre os principais players do mundo”, acrescentou.
O modelo conta com um skylounge fechado e vidros do chão ao teto nos três conveses superiores. Espaços de relaxamento ao ar livre, cockpit protegido, sala de jantar, deck circular superior, solários, piscina e spa são outros dos itens que fazem parte da embarcação.
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Conheça os principais destaques da edição de dezembro:
Cruzeiro pelo Pantanal
Embarcamos no requintado Peralta, um barco-hotel de 118 pés com conforto de um pequeno navio.
Entrando numa “fria” Neste verão, que tal embarcar em um veleiro de 70 pés para curtir as belezas naturais da Antártida?
Virada da vida
O novo lar da catarinense Lorena Kreuger, que desistiu da terra firme para morar em um veleiro de 38 pés com o marido e o pequeno filho.
Se o tamanho do casco permite, por que não ter uma?
Os novos superiates que deixaram de ser mansões para se tornarem spas flutuantes, com piscina e muito mais.
São Sebastião Boat Show A segunda edição do salão náutico que agitou o litoral paulista.
Real 330 Bonita, veloz e com cockpit na medida para gostosos passeios costeiros.
Sedna XF 315
Cabinada e com muito espaço na praça de popa.
Náutico por natureza
A vela ou a motor, contornar o Guarujá pela água é um passeio inesquecível.
E TEM MUITO MAIS…
Splash — Uma imagem, no mínimo, curiosa Canal — A opinião dos leitores Eu tenho um — O teste feito pelo leitor 5 Perguntas — Uma rápida entrevista Nós testamos — Um produto que avaliamos Classificados — O que os leitores querem vender Seleção — Uma lista do melhor (ou pior) do mundo náutico
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Após ter estreia na semana passada, o maior modelo da Benetti foi para a água na Itália. Com 107 metros de comprimento, FB 277 estará disponível para charters exclusivos a partir do verão de 2019 através da Imperial. “O projeto FB 277 marca um importante passo na história da empresa, sendo uma das embarcações mais exclusivas disponíveis para fretamento”, comentou a diretora da Imperial, Julia Stewart. “Este marco mostra a influência positiva de nossa jovem, mas crescente empresa para a indústria de superiates, que está por trás de algumas das mais emocionantes entregas da última década”, complementou.
A bordo, os hóspedes podem esperar por um arranjo espaçoso de 8 camarotes, um heliporto e uma ampla piscina. A suíte master vem com uma varanda fixa em ambos os lados, onde os hóspedes podem relaxar em privacidade. Na parte traseira deste convés fica o grande salão superior, que possui piano de cauda e até mesmo cinema. Além disso, sete camarotes VIP estão localizadas ao longo do convés principal, cada uma com seu próprio banheiro privativo.
“Este projeto coloca a Benetti no mapa de construção de iates com mais de 100 metros”, comentou o CEO do estaleiro, Franco Fusigani. “Gostaríamos de agradecer a cidade de Livorno por sua ajuda para alcançar este tremendo marco”.
Projetado inteiramente pela equipe interna da Benetti, o FB 277 vem com design distinto de proa vertical. No interior, a decoração é descrita pela Imperial como minimalista e contemporânea, com móveis claros e grandes janelas para uma experiência descontraída e arejada a bordo. O FB 277 é um dos três projetos de iates a motor de mais de 100 metros em construção na Benetti que serão concluídos nos próximos 12 meses.
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Com um valor de produção de mais de 650 milhões de Euros, o Grupo Ferretti ficou em segundo lugar no mercado náutico mundial de acordo com o Global Order Book 2019, o ranking de referência dos 20 maiores fabricantes de iates de mais de 24 metros, publicado pela revista Boat International.
91 projetos concluídos (crescimento de 4,6% em relação ao ano anterior) e 2 952 metros de iates com mais de 24 metros em construção (alta de 6,9%) são os números que ratificam a força de sua estratégia de crescimento. Por meio de investimentos constantes em pesquisa e desenvolvimento, novos modelos e capacidade de produção, o Grupo realizou uma renovação completa de sua linha de produtos nos últimos anos.
Sete marcas, seis estaleiros e mais de 170 anos de história: o Ferretti Group é de fato capaz de oferecer uma gama completa de barcos, em termos de design e tamanho, produzindo embarcações de 8 a 95 metros, destinadas a satisfazer as necessidades de cada proprietário.
“A indústria náutica italiana está indo bem e o Grupo Ferretti está indo muito bem. O Global Order Book 2019 é uma leitura agradável e gratificante: a Itália mais uma vez se destaca no ranking de produção de iates de mais de 24 metros e nosso Grupo cresce surpreendentemente. A excelência e a inovação, sustentadas pela solidez industrial e financeira, impulsionaram os resultados extraordinários de 2018 em termos de lucros e receitas “, declarou Alberto Galassi, CEO do Grupo Ferretti.
“Gostaria de agradecer aos nossos acionistas, Weichai Group e à família Ferrari, que apoiam o crescimento de nossas marcas através do contínuo reinvestimento de lucros, e aos nossos 1 500 funcionários, por sua paixão e compromisso na construção dos mais belos barcos do mundo”, completou.
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Duas novas séries de projetos de superiates foram lançadas esta semana oferecendo sete modelos que variam em tamanho de 50 a 105 metros de comprimento. A série de cinco modelos Beyond Superyacht foi lançada pela Northrop & Johnson (N & J), enquanto dois projetos de iates estão incluídos nos serviços da Galileo através de uma colaboração exclusiva da Admiral Yachts com SuperYachtsMonaco.
O conjunto de conceitos ‘Beyond Superyacht’ oferece cinco iates nos tamanhos de 50m; 62 m, 68 m, 72 m e 82 m. Todos estão sendo promovidos para venda através da N & J. A série foi concebida pelo consultor de design Carl Esch e sua, com Christopher Seymour assinando o estilo externo. Os interiores foram projetados Guido de Groot; Theodoros Fotiadis Design e Sorin Vega Design.
Entre os destaques desta nova série está o conceito de popa. Cada iate possui uma piscina com borda infinita quase ao nível do mar para oferecer uma melhor experiência na água. A piscina conecta o convés principal na popa, o clube de praia e a plataforma. Outras características da série ‘Beyond Superyacht’ incluem helipontos e varandas múltiplas.
Os modelos ainda não tem estaleiro específico para a construção, mas as negociações estão em andamento. “Nesta fase inicial, conversamos com vários estaleiros e recebemos algumas cotações. Nosso foco neste momento é com a Fincantieri Yachts. As primeiras conversas começaram no mês passado e esperamos ter preços básicos até janeiro”, relatou Michael Graff, o corretor da N & J que supervisiona o marketing da série.
Outros dois modelos têm projetos em colaboração exclusiva entre a Admiral Yachts e a SuperYachtsMonaco, esta última atuará como agente central para a venda dos dois modelos Galileo, que vêm em tamanhos de 80 m (262,5 pés) e 105 m.
O Galileo 80 terá acomodação para 14 hóspedes a bordo, enquanto o Galileo 105 será classificado como Passenger Yacht Code e poderá receber até 34 passageiros durante a noite.
Alex Banning, do SuperYachtsMonaco, conduziu os modelos Galileo, que visam inspirar os clientes a fazer uso progressivo de superiates modernos. Ele trabalhou com a equipe interna de design da Admiral Yachts para desenvolver esta série que traz estilo italiano e arquitetura naval com tecnologia de ponta.
As embarcações foram pensadas para proporcionar interiores totalmente personalizados, espaçosos e confortáveis. Pé-direito de 2,5 m de altura e janelas amplas maximizam a entrada de luz natural e mantêm uma sensação de amplitude, enquanto uma variedade de áreas de estar e de jantar proporcionam amplo espaço social. Além disso, ambos os iates contarão com spa e academia a bordo, além de bar interno semi-submerso ou sala de visão subaquática.
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O Instituto São Sebá Va’a realizou, no último final de semana, mais uma expedição de Canoa Polinésia com saída de Ilhabela para a praia do Bonete, com 120 pessoas. O evento, que durou mais de seis horas com 60b km percorridos, encerrou um intenso calendário de atividades em 2018. Agora, o grupo se prepara para ampliar ainda mais seu projeto no próximo ano após um 2018 com conquistas e crescimento de projeto social.
O Secretário Municipal de Esportes de São Sebastião (SP), Philipe Marmo, participou da expedição e se surpreendeu com o trabalho do grupo. Segundo Marmo, “é muito importante para São Sebastião ter um projeto aberto à sociedade de estímulo a práticas esportivas e de saúde. A Prefeitura reconhece e valoriza esse tipo de iniciativa”.
Ao longo deste ano, o grupo manteve como atividade fixa o “Canoa para Tod@s”, com remadas no Canal de São Sebastião, partindo da Praia do Porto Grande. O projeto acontece diariamente, é gratuito e aberto a toda sociedade. “Queremos todo mundo remando. A diversidade de pessoas é a marca do nosso clube. Quanto mais plural for uma canoa, maior o significado da remada”, enfatiza Georgia Michelucci, idealizadora do projeto Canoa para Tod@s que somente em 2018 atendeu cerca de 1 mil pessoas de todas as classes sociais, sexo e idade, além de pessoas com mobilidade reduzida. Dos participantes, cerca de 400 remadores são fixos.
O São Sebá Va’a também participou de provas e campeonatos nacionais, Sulamericano e mundial de canoagem Va’a no Tahiti, conquistando 1º e 2º lugar no Ranking Aloha Spirit 2018, uma das maiores competições do Brasil, nas categorias OC6 Mista Geral e Masculino Estreante, respectivamente.
O surgimento de categorias como Para Va’a e Master 60+ Feminino é um ponto forte das conquistas recentes. São equipes que despontam com muita garra e determinação à prática da modalidade, impactando na vida pessoal de cada atleta e contribuindo para o desenvolvimento do esporte coletivo no Brasil.
Para o próximo ano, o Instituto pretende ampliar o Projeto Canoa para Tod@s, dar sequência na participação dos campeonatos e estreitar laços com a comunidade caiçara, a fim de estimular a realização de vivências com as Canoas Polinésia e Caiçara: “O ano de 2018 foi um ano difícil para todos nós, ao mesmo tempo muito especial para o Instituto São Sebá Va’a. Conseguimos ampliar nosso projeto de maneira expressiva, levamos a canoa a centenas de pessoas da cidade e a canoa levou São Sebastião a outros milhares em cada campeonato que participamos, sempre com grande destaque. Portanto, fazemos um balanço positivo deste ano e nos preparamos para que 2019 seja ainda melhor”, avalia Robson Bitencourt, presidente do Instituto.
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O estaleiro paulista Levefort lançou uma nova versão do pontoon boat Sundeck 22, trazendo design diferenciado, mais arredondado. O modelo de 6,60 metros de comprimento oferece diversas possibilidades de lazer, como rebocar esquis, bóias infláveis, wakeboard, pescar ou simplesmente parar e relaxar, e pode acomodar até 12 pessoas nos passeios diurnos.
Seu amplo espaço interno distribuído em um único plano aumenta a interação entre os passageiros enquanto proporciona maior liberdade, acessibilidade e segurança. Seu layout traz uma característica diferente do que estamos acostumados a ver nas demais embarcações: a área gourmet está localizada na proa da embarcação, enquanto o posto de comando fica na popa.
O Sundeck vem equipado com piso Levedeck, antitérmico e antiderrapante, sofás com porta objetos embutidos, pia de inox, caixa de água doce, capotas dobráveis, três portas de acesso (proa, popa e bombordo), duas mesas removíveis em teka com porta copos, cunhos de amarração e guincho elétrico. Pode receber motorização de 90 a 150 hp.
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O iate que pertencia ao empresário Eike Batista e que foi apreendido pela Operação Lava Jato foi vendido por R$ 14,4 milhões em leilão nesta terça-feira (18). A embarcação estava avaliada em R$ 18 milhões, mas como não recebeu nenhuma oferta no primeiro leilão na última quinta-feira (13), o valor teve um desconto de R$ 3,6 milhões.
Somente uma pessoa apareceu para fechar o negócio em apenas sete minutos, segundo o leiloeiro Renato Guedes. No total, foram 3 026 visitas no site do leilão onde o iate estava exposto.
Com capacidade para 21 passageiros, embarcação Pershing SPA 115 tem salas, cozinha, espaço para guardar dois jets e quatro camarotes, incluindo duas suítes, uma delas com sauna e closet. A embarcação é equipada, ainda, com sistema de som MP3, vídeo e uma TV LCD de 67 polegadas.
Em desuso há um bom tempo, o futuro proprietário terá de fazer serviços de manutenção corretiva e de conservação do casco do iate. Também será preciso buscar a Capitania dos Portos para emissão da documentação necessária para a navegação, que não é renovada desde 2016. As taxas e os impostos vêm sendo pagos anualmente.
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O Sea Drive Concept, projetado pelo Laboratório de Design da Peugeot para a Beneteau, recebeu o prêmio Janus Prospective do Instituto Francês de Design durante uma cerimônia realizada no Quai d’Orsay, em Paris. O júri apreciou a ergonomia e o visual aerodinâmico deste painel náutico, inspirado no Peugeot iCockpit, bem como a tecnologia conectada Ship Control desenvolvida pela Beneteau. Também reconheceu a cooperação entre designers automotivos e náuticos para criar um conceito que pudesse representar o futuro dos painéis náuticos.
É o primeiro prêmio recebido pelo Sea Drive Concept. Este conceito maximiza a ergonomia, a agilidade e o controle do piloto. Seu design moderno é construído em torno de uma mistura perfeita de telas sensíveis ao toque e botões físicos.
“Estamos orgulhosos de receber o Prêmio Janus Prospective, que reconhece a cooperação entre a Beneteau e a Peugeot. A inovação faz parte do DNA das duas marcas. O Sea Drive Concept® combina a tecnologia Ship Control® da Beneteau e a ergonomia do i-Cockpit da Peugeot”, declarou Luca Brancaleon, gerente geral da Beneteau.
A interface Ship Control é um computador que ajuda na navegação e na vida a bordo. Sua conectividade permite que os membros da tripulação consultem informações como navegação, regime do motor, controle do nível das baterias e reservatórios, ar condicionado, iluminação, etc.
O Peugeot i-Cockpit está equipado com uma tela touch de 8 polegadas e uma tela digital personalizável e configurável, um volante com controles integrados e é utilizado atualmente em vários veículos da sua gama.
O Sea Drive Concept tem as mesmas características. O volante compacto facilita a capacidade de manobra, a tela sensível ao toque permite que o motorista acesse as funcionalidades do barco através da interface Ship Control, e os interruptores de alavanca controlam as funções principais. Um tablet, específico do Sea Drive Concept, mostra informações de navegação ao nível dos olhos.
Os rótulos de excelência da Janus reconhecem criações inovadoras. O júri de 50 especialistas independentes avalia os projetos de acordo com cinco critérios: Economia, Estética, Ergonomia, Ética e Emoção.
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Uma nova embarcação com propulsão elétrica, a X-Shore (Cross Shore) eElectric 8000, foi desenvolvida por várias empresas escandinavas especializadas (Hans Bergström, Jeppe Cavallie, Glenn Karlsson da Seamaster e o estúdio de design Norra Norr), juntamente com a Torqeedo. O modelo combina design escandinavo com praticidade e sustentabilidade.
“A equipe da X Shore criou um modelo resistente e elegante”, disse Christoph Ballin, CEO da Torqeedo. “Uma embarcação elétrica oferece muitas vantagens para seu proprietário, incluindo a manutenção reduzida e uma mistura simplificada de combustível a bordo.”
O X-Shore eElectric 8000 tem um design de casco escandinavo de última geração que fornece linhas limpas, simples e funcionais. O casco projetado por Glenn Karlsson retira o ar dos lados, reduzindo o atrito e aumentando a eficiência. A forma do casco foi pensada para que a embarcação tenha desempenho de offshore, e o sistema de motor duplo Torqeedo com as baterias da BMW i proporcionam uma experiência de navegação tranquila e livre de emissões.
“Queremos que o dono do eElectric 8000 tenha a navegação silenciosa como parte da experiência, para cruzar os mares sem perturbar a vida selvagem e nossas águas”, disse Marcus von Euler, chefe de projeto da Norra Norr. “É uma sensação mágica deslizar pela água, apenas ouvindo o vento e o som do barco dividindo as ondas”.
O modelo tem um layout amplo e aberto que permite transportar carga ou proporcionar agradáveis banhos de sol aos passageiros. Sua proa revestida de borracha facilita a atracação. As áreas flexíveis de assentos na popa facilitam o tratamento de amigos ou convidados do iate a um cruzeiro silencioso ao pôr-do-sol, ancorar em um porto tranqüilo e dar um mergulho noturno. Um sistema de escoras e trilhos facilita a fixação de diferentes tipos de cargas ou a adição de mais assentos para máxima utilidade.
“Todos nós viemos do oceano, devemos aprender a cuidar melhor dele”, explica Konrad Bergström. “X-Shore é um barco para a geração inteligente. É econômico, durável e inteligentemente projetado”, concluiu. A embarcação foi exibida no Salon Nautique de Paris.
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