A Baía de Todos os Santos teve um feriado de Nossa Senhora da Conceição agitado. No último dia 8, a primeira edição da festa náutica Conceição dos Mares reuniu, aproximadamente, 100 embarcações em frente ao Solar do Unhão, em Salvador. Animado pela banda Negra Cor, o evento foi organizado pela Trimar Eventos Náuticos, com apoio da Flotilha Lanchas Bahia e da Turma do Mar. A próxima edição da festa já está prevista para 2017, na mesma data.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A última reunião do ano dos integrantes do Fórum Náutico Paulista, realizada nesta quarta (14), na Secretaria de Energia e Mineração, em São Paulo, trouxe novidades importantes para o setor náutico.
Segundo Carlos Brancante, coordenador da Câmara de Navegação do Fórum Náutico Paulista, a Diretoria de Portos e Costas (DPC) da Marinha aprovou a criação de um cadastro dos despachantes navais especializados em barcos de lazer junto a Capitania dos Portos de São Paulo em Santos. Com isso, espera-se que estes profissionais qualificados possam entregar na Capitania dos Portos em Santos os devidos processos dentro do padrão exigido pela instituição militar, o que deve diminuir o tempo no desenlace dos mesmos. Além disso, Brancante informou também que as escolas náuticas estão criando uma associação da categoria em São Paulo, para assim poder responder oficialmente pelo setor.
O Fórum Náutico Paulista também anunciou outras duas resoluções. A primeira é que as provas para habilitação marítima, que, atualmente, só ocorrem em Santos, estarão disponíveis também em São Paulo, cidade com o maior número de candidatos à carteira de navegação amadora. E, por fim, que, partir de fevereiro, deverá estar implantado em São Paulo o sistema de cadastramento eletrônico da Marinha em Santos, o que deverá contribuir para diminuir as odiadas filas na Capitania em Santos.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Durante reunião do Fórum Náutico Paulista, que aconteceu nesta quarta-feira (07), em São Paulo, os membros do grupo de trabalho formalizaram os especificações do programa “Meu Primeiro Barco”, que visa fomentar a indústria náutica em São Paulo. O projeto, apresentado no encontro por Marcio Dottori, diretor técnico de NÁUTICA, prevê o lançamento de uma embarcação totalmente desenvolvida no Estado de São Paulo, especialmente desenhado para quem está começando a navegar. Veja abaixo alguns parâmetros já definidos:
Objetivo:fomentar a indústria náutica de lazer no estado, incentivando o projeto e a construção de um barco a motor ou a vela em São Paulo, com casco e equipamentos, exceto a motorização, fornecidos por empresas paulistas. Esta embarcação deve transportar, no mínimo, cinco adultos (375 kg) e ter um arranjo que possibilite o uso em passeios, pesca, mergulho e esqui/wakeboard (exceto veleiros), custando, pronta para navegar, até R$ 65 mil.
Comprimento
Alumínio e fibra de vidro, entre 5,0 e 6 m (16 e 20 pés), do bico de proa ao espelho de popa.
Inflável, entre 4,5 e 6 m (15 a 20 pés), do bico de proa a extremidade de ré dos tubulões infláveis. O comprimento dos tubulões infláveis, a partir do espelho de popa para trás, não deve ultrapassar a extremidade traseira do motor de popa.
Polietileno rotomoldado, entre 4,5 e 6 m (15 a 20 pés), do bico de proa ao espelho de popa.
Boca mínima na linha d’água: 1,70 m.
Peso máximo: 700 kg, incluindo a carreta rodoviária.
Potência
Alumínio e lancha de fibra: entre 60 e 90 hp.
Inflável: entre 50 e 90 hp.
Polietileno rotomoldado: entre 50 e 90 hp.
Veleiro: entre 2 e 15 hp.
Tipo de motor (exceto para veleiros): elétrico ou a combustão, sendo que, neste caso, obrigatoriamente o propulsor, no caso de popa (fora da borda), deve ser dois tempos com injeção direta de combustível ou quatro tempos, todos com classificação ambiental mínima de duas estrelas, no caso de motorização a gasolina.
Área de navegação: águas parcialmente abrigadas, como rios, lagos, represas, baías, enseadas e canais. Deve resistir as pequenas ondas geradas por ventos de até 16 nós (30 km/h), correspondente a Força 4 na Escala Beaufort.
Segurança: flutuabilidade positiva, o que significa que o barco não pode afundar, mesmo totalmente alagado. Desejável manter a posição normal de navegação, se alagado.
Equipamentos:
material de salvatagem: composto de coletes salva-vidas, boia circular salva-vidas com 20 metros de cabo flutuante, extintor de incêndio ABC de 1 kg e âncora com 3 metros de corrente de 6 mm (galvanizada a fogo) e 40 metros de cabo de náilon ou de poliéster, com diâmetro mínimo de 12 mm.
carreta: do tipo rodoviária, metálica ou de madeira.
capota: de tecido, do tipo escamoteável.
acessórios obrigatórios: bateria, chave geral, luzes de navegação, bomba de porão com dispositivo de acionamento automático, duas defensas com no mínimo 30 cm de comprimento, duas espias de náilon ou de poliéster (com 12 mm de diâmetro e 5 metros de comprimento cada), bússola, escada de popa retrátil, dois cunhos na proa, dois cunhos na popa, olhal (alça) para reboque na proa, dois olhais para reboque na popa e olhal para amarrar o final do cabo da âncora no respectivo paiol. Cunhos e olhais, de aço inox, alumínio ou plástico reforçado (no caso de barcos de fibra de vidro ou de polietileno rotomoldado), devem ter arruelas metálicas largas ou, de preferência, chapas metálicas internas para suportar os esforços aplicados nestes amarradores.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O feng shui — técnica chinesa de harmonização de ambientes segundo a qual a energia dos habitantes de um local está relacionada à disposição de seus móveis e objetos — também pode beneficiar lanchas, iates e veleiros. Para isso, na hora de decorar, personalizar ou customizar seu barco, basta estabelecer uma relação yin/yang — a chave da saúde e da felicidade. Segundo os orientais, yin e yang são polos opostos de uma energia chamada Qi (pronuncia-se tchi), que está presente em tudo no universo.
Saúde, por este ponto de vista, é a energia interna do organismo equilibrada e em harmonia com as energias do ambiente. Alguém com muito yang, por exemplo, será agitado; muito yin, porém, leva a estados de desanimo. Da mesma forma, o feng shui busca equilibrar as energias positivas e negativas em ambientes de casas, escritórios e, por que não, barcos, estabelecendo a melhor disposição dos móveis e objetos. “Para isso, trabalhamos com cores, formas e elementos, como água, madeira, fogo, terra e metal”, conta a consultora de feng shui Cris Ventura, segundo a qual os barcos são imagens ligadas a fortuna e sucesso. Isso ocorre porque no ba-guá — mapa octagonal usado como uma espécie de bússola para distribuir o ambiente em oito áreas que correspondem aos setores mais importantes da vida — a água é o elemento prosperidade.
Ba-aguá: aplicada sobre a planta do barco, essa espécie de mapa com formato octogonal permite encontrar a energia certa de cada ambiente
Cada um dos lados do ba-guá representa um aspecto ou energia da nossa vida: trabalho, sabedoria, família, prosperidade, fama, relacionamento afetivo, criatividade e amigos. O primeiro passo é sobrepor o mapa à planta da embarcação, de modo que o lado do “trabalho” fique sobre a entrada principal. Já nos demais ambientes deve-se potencializar ou reduzir a presença de cada um dos cinco elementos tradicionais: fogo, terra, água, madeira e metal. “Para isso, basta trocar um móvel de lugar ou colocar um espelho na parede. São ações simples, que qualquer um pode executar”, garante Cris.
Por se tratar de um veículo em que tudo remete à água, incluindo o casco de fibra de vidro, uma providência é levar a bordo elementos de fogo — leia-se luzes e cores fortes, como vermelho e laranja — e terra, representado por plantas, objetos de cerâmica e quadros com — atenção para o detalhe — a moldura quadrada, que dão estabilidade ao ambiente.
Outro cuidado é posicionar adequadamente os objetos. “Esculturas de barcos não devem ficar perto de banheiros. E se estiverem perto da entrada da embarcação devem ficar com a proa virada para dentro e não para fora, que é para que a prosperidade se mantenha”, ensina a nossa consultora.
Por sua vez, a parede para a qual a porta de entrada se abre diretamente — e que, por isso, pode trazer má sorte — deve ser coberta com espelhos. A proteção pode ser reforçada com a colocação de um espelhinho ba-guá acima da porta de entrada, para rebater energias negativas. Não dá para usar espelhos? Use cores claras e muita luz. A colocação de espelhos também é a solução para corredores estreitos, pois transmitem a sensação de que o ambiente é maior, além de trazer boas energias. Outra pedida é buscar o equilíbrio das cores. Para atrair bons fluidos, a pintura e os adesivos do casco, por exemplo, devem combinar cores frias e quentes, calmantes e estimulantes.
Torneiras pingando e relógio parado têm de ser consertados ou removidos, eliminando assim os obstáculos para a livre circulação do chi – a energia vital que, segundo os chineses, liga o ser humano ao ambiente que o cerca. O banheiro merece atenção especial. A função desse ambiente é tirar coisas pelos ralos, canos e vaso sanitário. Por isso, a porta deve ser mantida fechada e a tampa do vaso permanecer abaixada toda vez que for acionada a descarga. Se facilitar, lá se vai a energia dos tripulantes. Para harmonizar esse ambiente, mantenha-o limpo e perfumado. “Se possível, coloque plantas naturais e vaso com terra para estabilizar a energia”, sugere Cris.
Na cozinha, o cuidado com o fogão é importante, por se tratar de um símbolo de prosperidade. É preciso mantê-lo limpo e em bom funcionamento. Os armários também devem permanecer organizados, pois simbolizam as finanças.
Por fim, decore o barco com objetos que ajudem a atrair boas vibrações, como figa, carranca, mandala, olho-grego e plantas que protegem contra o mau-olhado, como arruda e sete ervas. Cristais também harmonizam a energia, ainda mais se tiverem formato de peixe. Esses amuletos devem ser colocados no lugar em que as pessoas ficam por mais tempo, seja o comando, o salão, o flybridge ou praça de popa.
Os efeitos das cores a bordo
Branca
É considerada uma cor neutra. Deve-se tomar muito cuidado quando o branco aparece em demasia em um ambiente, pois representa infinito e deixa em uma pessoa que passa muito tempo neste ambiente uma sensação de infinito, frieza e vazio. Deve-se quebrar o branco com quadros e móveis bem coloridos.
Preta
Por ser uma cor opressiva e depressiva, deve ser usada apenas em pequenos detalhes da decoração, fazendo contrastes com as demais cores, especialmente com a branca, pois pode passar a sensação de angústia.
Verde
É uma cor neutra que acalma o sistema nervoso e as pessoas agitadas. Também significa esperança e satisfação. Muito cuidado em usar a cor verde em locais onde predomina o vermelho, pois teremos um local muito quente. Deve-se usar nos banheiros para elevar a energia deste local.
Lilás/Violeta
Traz tranqüilidade, sossego e calma. Estimula a espiritualidade e a meditação. Tem efeito purificador, transforma as energias negativas em positivas. Ótimo para a saúde. Acalma o coração, a mente e os nervos. Em excesso, porém, pode trazer depressão e ansiedade.
Laranja
Cor do intelecto e mental. Em doses pequenas, estimula os sentidos, a criatividade e a comunicação. Boa para áreas do barco em que se quer estimular o diálogo, como o salão e sala de jantar. Em excesso, pode provocar conversas demais, brincadeiras fora de hora e aumento do apetite.
Vermelho
É uma cor que pode estimular as áreas de relacionamento afetivo, sucesso, auto-estima, fama e prosperidade. Está ligada ao elemento fogo e, por este motivo, deve ser usado com muito cuidado e em pequenas doses, pois é uma cor excitante e estimulante. Em excesso, provoca brigas.
Azul
É uma cor que tem um efeito calmante e tranquilizante para as pessoas quando aplicado em um ambiente. Cuidado com o excesso de azul, pois irá provocar sono em excesso. Já para quem é muito agitado, é a mais indicada.
Amarela
Outra cor que estimula o intelecto e ajuda muito nos estudos. É a cor da luz, por este motivo deve ser usado em ambientes escuros. Estimula a comunicação, o mental e abre o apetite. Em excesso, provoca muita conversa e pensamentos acelerados e confusos.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Catástrofe é a primeira coisa que vem à cabeça quando se pensa em naufrágio. Mas, para além da tragédia, o que fica é história. “Uma vez afundado, um barco pode ser tornar um sítio histórico subaquático”, diz o advogado e doutor em direito internacional Fernando Fernandes da Silva, que reclama da falta de legislação específica, tanto para proteção de patrimônios culturais, como antigos navios, quanto para simples embarcações naufragadas. Um tema tão complexo quanto temido pelos donos de barcos. Aqui, ele explica o que temos a aprender com naufrágios.
Na opinião de Fernando, os naufrágios poderiam estar acessíveis a atividades de pesquisa, e não só exploratórias ou de remoção
1 – Quando afundam, os barcos estão sujeitos a quais normas?
No Brasil, os naufrágios são regulados pela Lei nº 10 166/2000, que dispõe sobre pesquisa, exploração, remoção e demolição de objetos ou bens afundados, submersos, encalhados e perdidos em águas sob jurisdição nacional, em terreno de marinha e seus acrescidos e em terrenos marginais, por sinistro, alijamento ou fortuna do mar. Compete ao Ministério da Marinha coordenar, controlar e fiscalizar essas atividades.
2 – A quem pertence um barco naufragado?
Até cinco anos após o sinistro, a embarcação e os bens nela contidos ainda pertencem ao seu dono. Mas, se ele não requerer licença para remoção ou demolição, após esse período, a União passa a ser proprietária, podendo atribuir a outros interessados, mediante licitação, o direito de remoção e exploração, estipulando no contrato um pagamento de até 70% dos bens resgatados, como joias, relógios e o próprio casco; e em relação aos bens de valor artístico, histórico e arqueológico, pagamento de até 40% do valor atribuído a eles, conforme avaliação realizada por comissão de peritos constituída pela Autoridade Naval — desde que consultado o Ministério da Cultura.
3 – E quanto às atividades de mergulho em naufrágios?
Essas atividades devem respeitar preceitos técnicos e éticos. Assim, pessoas que praticam mergulho nas diversas modalidades, profissionais de turismo e navegadores devem se conscientizar da importância do patrimônio cultural subaquático. As escolas (de mergulho, turismo e atividades náuticas) devem incluir nos currículos temas relativos a isso. Um mergulhador amador que se depara com uma embarcação naufragada adentra nela por mera curiosidade, mas sem os devidos cuidados, podendo danificar vestígios históricos ou arqueológicos, em claro prejuízo ao desenvolvimento de uma atividade de pesquisa posterior a ser realizada por especialistas.
4 – Por que a legislação atual é insuficiente?
A Lei nº 10 166/2000 é criticada por seguimentos sociais, defensores da proteção do patrimônio cultural, por priorizar atividades econômicas de exploração em detrimento às de proteção e de pesquisa dos bens culturais subaquáticos. É necessário separar uma coisa da outra, isto é, deixar claro o que é um sítio de valor cultural — o que afastaria “caçadores de tesouro” —, e o que é um bem despido desse valor, um naufrágio comum, que pode apenas virar sucata! A falta de legislação específica favorece mergulhadores aventureiros, que retiram dos naufrágios peças que, muitas vezes, têm valor arqueológico, artístico, científico e histórico para comercializá-las.
5 – O que os naufrágios têm a nos ensinar?
Os naufrágios poderiam estar acessíveis a atividades de pesquisa, e não só exploratórias ou de remoção. O ideal é que certos patrimônios jamais fossem removidos, sendo estudados com o auxílio de instrumentos tecnológicos adequados, pois, em diversas ocasiões, retirar um naufrágio significa destruí-lo, o que é pior ainda. O fundamental é que as pessoas tenham o conhecimento da existência de um patrimônio cultural submerso para que seja protegido.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Engana-se quem pensa que sair para navegar é somente descer o barco na água e acelerar. Existem diversos cuidados que exigem atenção especial. Montamos um pequeno checklist para facilitar e agilizar sua saída com conforto e segurança. Confira!
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O Yacht Club Paulista, na Represa Guarapiranga, em São Paulo, inaugurou nesta semana o clube o piso em concreto intertravado dos seus três hangares, com área total de 2.600 m², atendendo às necessidades de seus associados e esportistas em geral, principalmente velejadores. Além dos veleiros de mais de 20 classes, os hangares guardam lanchas, barcos a remo, canoas, caiaques, pranchas de sup e até esquis. O menor dos três é exclusivo para a classe Optimist. “Nosso piso de concreto tradicional estava com mais de 30 anos, mas apesar do custo elevado da obra, precisávamos fazer esse esforço e renovar. Utilizamos o concreto intertravado para nos adequarmos às normas da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). Em caso de manutenção há o benefício de não deixar remendos aparentes”, justifica Sampaio.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A Ilha Guaíba, em Mangaratiba, pertinho de Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro, foi palco da festa Náutica Party Day, organizada pelos amigos Junior Laurentino e Paulo Roberto, no último fim de semana, abrindo o verão 2017. Com apoio dos estaleiros Real Power Boats e Lanchas Coral e da revenda A Top Náutica, de Itaguaí, a festa reuniu mais de 300 barcos, entre lanchas e jets, e contou com show de sertanejo ao vivo, além do som de DJs, que agitou os convidados a bordo. Veja fotos da festa.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Na manhã desta terça-feira, 13, na sede da Marinha do Brasil em São Paulo, o diretor técnico do Grupo Náutica, Marcio Dottori, recebeu a medalha mérito Tamandaré, criada para agraciar autoridades, instituições e personalidades militares e civis, brasileiras ou estrangeiras, que tenham prestado relevantes serviços, na divulgação ou no fortalecimento das tradições da Marinha do Brasil, honrando seus feitos ou realçando seus vultos históricos. Como condições essenciais para merecer tal medalha, destacam-se a qualidade moral e profissional, comprovada competência, a exação no cumprimento do dever, a ação destacada e eficaz em prol dos interesses e do bom nome da Marinha do Brasil.
Sergio Morais (Marina Igararecê), Marcio Dottori (Grupo Náutica), José Maurício Napoleão (ABVC), Marcello Souza (Argonauta) e Carlos Brancante (Brancante Seguros)
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A Volvo Penta Brasil criou um filme em homenagem ao Dia do Marinheiro, comemorado no dia de hoje, 13 de dezembro. Dessa vez, a Volvo Penta decidiu mostrar o que só os marinheiros veem, valorizando esses profissionais que sabem tudo sobre o mar e que garantem um retorno tranquilo à terra firme. Veja o filme.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Eis a dúvida mais comum no momento da ancoragem: como saber quantos metros de corrente lançamos na água, na hora de jogar o ferro? Marinheiros experientes conseguem saber apenas olhando o ângulo que a amarra faz com a água. No entanto, os barcos maiores não permitem enxergar facilmente a amarra na proa. Ou seja, nesta hora, um medidor de amarra confiável é uma mão na roda. Alguns fabricantes de guinchos oferecem medidor embutido no equipamento ou de forma opcional. Mas o preço assusta. Eles chegam a custar pelo menos R$ 1,5 mil, sem contar o próprio guincho. Uma solução bem menos onerosa é o odômetro de âncora AMX 499, desenvolvido pela empresa gaúcha Microcontrol (www.microcontrol.com.br, 21/99685-5405). Vendido por apenas R$ 600, o aparelhinho, de aparência bem simples, tem o tamanho de uma caixa de fósforos e, por isso, ocupa pouco espaço no painel. E é relativamente fácil de instalar, já que se conecta diretamente ao interruptor do guincho, à luz de navegação e à chave de ignição, evitando ter de passar uma nova fiação da proa até o painel — operação necessária quando o medidor fica instalado junto ao guincho.
O aparelhinho tem o tamanho de uma caixa de fósforos e, por isso, ocupa pouco espaço no painel. E avisa, por meio de duas piscadas no visor, se a âncora está recolhida
Saber o comprimento da amarra é fundamental para fundear com segurança. Afinal, manter o barco dentro de uma área predeterminada influencia diretamente na quantidade de cabo ou de corrente em relação à profundidade. Deve-se lançar, pelo menos, três vezes a quantidade de cabo ou de corrente em relação à profundidade, lembrando que, neste cálculo, levamos em conta a altura da borda-livre do barco na proa. Seguindo as indicações do fabricante, instalamos o aparelho em uma lancha Magnum 29. Após a calibração inicial, medindo com uma trena exatos 4 m de corrente do ferro, executamos as instruções (bem didáticas, por sinal) descritas no manual. Na sequência, comparamos o valor mostrado no visor do aparelho com a quantidade de corrente lançada pelo guincho. Com a corrente devidamente marcada, acionamos o botão do guincho até aparecer o número 6 no visor luminoso vermelho do odômetro Microcontrol. Em seguida, fomos até a proa para verificar se a marca (6 m) correspondia ao valor indicado no aparelho. E, para a (boa) surpresa, a diferença foi de apenas alguns centímetros! Depois, recolhemos totalmente a âncora para verificar sua eficácia também na fase inversa, ou seja, de subida.
Após descer e subir a âncora várias vezes, as diferenças entre os valores mostrados no aparelho e os valores reais (aferidos por meio de uma trena) foram muito pequenas, sem comprometer a segurança de uma ancoragem
Na primeira tentativa de recolher a âncora, a diferença foi de um metro (com a âncora toda recolhida, a telinha do aparelho mostrou o número 1). Zeramos o valor no visor do medidor e repetimos o mesmo teste, descendo e subindo a âncora várias vezes. Em todas as vezes, as diferenças entre os valores mostrados no aparelho e os valores reais foram muito pequenas, a ponto de não comprometer a segurança de uma ancoragem. A diferença tem a ver com o próprio princípio de funcionamento do aparelho, que faz a leitura da metragem da corrente que passou por ele, descendo ou subindo, baseado no tempo de operação do motor do guincho, e não propriamente no comprimento do cabo. Ou seja, o proprietário precisa ir se adaptando ao aparelho conforme o tempo de uso para obter a máxima eficiência. Para se ter uma ideia, o aparelho não irá funcionar corretamente se o procedimento de recolhimento da âncora não usar o motor do barco como suporte, a fim de evitar um esforço desnecessário no guincho. Dessa forma, como confirmamos, o valor mostrado no visor não corresponderá à medida real.
O aparelho registra a metragem da corrente que passou por ele, com base no tempo de operação do motor do guincho
Mais do que auxiliar as ancoragens, este aparelho serve também para evitar aquele indesejável tranco que, muitas vezes, acontece quando o ferro é encaixado repentinamente no suporte. Com este equipamento, basta subir a âncora vagarosamente e ficar atento quando o valor indicado no visor do odômetro chegar a 2 m, por exemplo. E o odômetro ainda mostra ao dono do barco no visor (que não é de lcd, o que prejudica um pouco a leitura dos números) quando terminou de recolher a âncora. Ou seja, para quem está começando e quer tornar a funções a bordo ainda mais práticas, este aparelhinho é indispensável, principalmente por conta do baixo custo e da facilidade na instalação.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Como qualquer máquina, um motor de barco tem uma série de componentes, como filtros, óleo do cárter (nos motores quatro tempos), óleo da transmissão, rotores e anodos, que precisam ser substituídos em determinados intervalos. Porém, são realmente os componentes metálicos do sistema de combustível — castigados pela presença do álcool na gasolina e pelo uso inconstante da lancha (muitas vezes, o motor do barco fica parado por dois meses ou mais…) —, que nos obrigam a chamar o mecânico. A boa notícia é que existe uma forma de manter a integridade dessas peças que ficam em contato com o combustível: a metalização.
Trata-se de uma técnica que consiste em aplicar um metal (geralmente níquel, cromo ou a combinação de ambos) na superfície desejada, usando-se, para isso, uma chama oxiacetilênica — a mais comum em relação a processos de soldagem e feita à base de oxigênio e acetileno. A metalização pode ser usada em componentes feitos de diferentes tipos de metais (aço, ferro, alumínio, bronze, latão, estanho e zinco, entre outros) e, também, para o preenchimento de superfícies desgastadas. O tratamento evita que a peça gere elementos indesejados, os quais impedirão partes do carburador (nos motores menores e nos mais antigos), das bombas de combustível e dos bicos injetores de funcionar corretamente — e, quando isso acontece, não tem jeito: você tem que chamar o mecânico. “Tinha um cliente de um motor de popa de 40 hp que me ligava regularmente para limpar o carburador. Bastava o motor ficar um mês sem ir para a água para ele me ligar, aflito. Porém, depois que a cuba do carburador foi metalizada, nunca mais me chamou! Perdi um cliente, mas ganhei um amigo”, brinca o mecânico Edno Ribeiro Machado, proprietário da oficina náutica ERM, na região da represa de Guarapiranga, em São Paulo.
Antes e depois: a cuba do bico injetor de um motor de popa após receber o processo de metalização
Mesmo superfícies novas podem receber a metalização, tornando-se, assim, resistentes ao ataque do álcool — nosso principal problema nos motores a gasolina (que tem 27,5% de álcool nas versões comum e aditivada e 25% na Podium, da Petrobras), tanto de popa quanto de centro. Aliás, uma das vantagens desta técnica é, justamente, não provocar alterações na peça original, já que não há variação excessiva de temperatura no processo. Outra vantagem é o custo acessível. Apenas para citar alguns exemplos, a ERM cobra R$ 250 por cilindro para retirar, metalizar e reinstalar as caixas dos bicos injetores de um motor — portanto, se forem três cilindros, o serviço ficará em R$ 750. Para fazer o mesmo com a cuba de um carburador (algo, geralmente, executado em propulsores mais antigos), o preço é R$ 200 por unidade. Já a metalização de um separador de vapor (de qualquer motor) sai por R$ 700, enquanto a da mufla (que faz a junção dos gases do escapamento e da água de refrigeração do motor) custa R$ 2 mil, por causa do tamanho dessa peça.
Recuperar uma peça metálica com outro metal mais nobre é uma técnica que existe já há algum tempo, tendo sido usada em alguns motores aquáticos no passado. Nos dias atuais, por causa do aumento do teor de álcool na gasolina americana, muitos motores já vêm preparados para o nosso combustível. E vários componentes metálicos de alguns propulsores aquáticos foram substituídos por plásticos de alta resistência.
A técnica consiste em aplicar um metal (geralmente níquel, cromo ou os dois juntos) na superfície desejada, a fim de evitar a corrosão
Quanto tempo dura? A metalização não tem vida útil eterna, mas ajuda um bocado
Há controvérsias em relação a durabilidade do processo de metalização. Alguns falam em 10 anos de garantia e outros dizem que a camada metálica depositada acaba se soltando antes deste período. Porém, é fato que a metalização melhora, por um bom tempo, os danos causados pelo álcool em boa parte dos motores aquáticos. Mas o fato de minimizar problemas em componentes do motor que têm contato com gasolina não significa a dispensa da visita regular de um profissional ao seu barco. A manutenção deve sempre ser seguida à risca.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Segundo levantamentos recentes, o Brasil possui cerca de 1 500 fabricantes de carretas para barcos. Mas, de acordo com o dono de uma das mais tradicionais empresas do gênero, Odne Bambozzi, da marca que leva o seu nome, com 30 anos no mercado, não mais do que um terço deles poderiam ser considerados fabricantes de fato. Os demais, segundo ele, “não têm nenhuma responsabilidade ou conhecimento técnico, e usam peças de ferro-velho para montar suas carretas” — que, por isso mesmo, custam bem menos, pois não têm certificação de construção. “E o pior é que muitos vendedores induzem os clientes a comprarem as mais baratas”, afirma Odne, nesta rápida conversa.
As carretas para barcos são todas iguais?
Não! Há muitas empresas que usam ferro-velho para montar “carretas”. Na hora de comprar uma carreta, a primeira providência é não embarcar nas conversas dos vendedores, que sempre tentam empurrar as mais baratas, para não perder o negócio. Isso é um erro. Não que economizar seja ruim. Mas convém desconfiar do que custa bem menos, porque, infelizmente, no mundo das carretas, o uso de peças usadas (e até condenadas!) é bem frequente.
Como saber se a carreta usa peças velhas?
Desconfie, por exemplo, se o cubo de roda tiver panelas de freio, porque isso pode denunciar que ele veio de um carro usado. E pneus recapeados são ainda comuns, mesmo nas carretas novas. Já, se a carreta for usada em água salgada, ela não pode ser pintada. O certo, neste caso, é ser galvanizada. Um bom jeito de não ser ludibriado é entrar numa rede social de pescadores e perguntar a opinião deles. Eles, sim, são confiáveis, porque usam bastante as carretas que têm.
O que checar na manutenção da carreta?
Os rolamentos de roda, sem dúvida. Se a carreta for nova é fundamental examinar os rolamentos após os primeiros 500 quilômetros ou seis meses de uso, para fazer ajustes. Ao contrário do que acontece nos automóveis, nas carretas os rolamentos sofrem muito, porque entram diretamente em contato com a água. Por conta deste problema, criamos recentemente um tipo de rolamento (lubrificado a óleo e não mais com graxa) totalmente blindado (ou seja, à prova d’água), que terá cerca de 60% a mais de vida útil em relação aos rolamentos convencionais.
Os rolamentos à base de graxa costumam dar problemas?
Se a carreta não for usada corretamente, sim. O primeiro cuidado que se deve ter é quando, depois de rodarem quilômetros e ficarem bem quentes, os rolamentos não devem ser mergulhados na água. Isso causa uma contração interna no cubo, o que pode sugar a água para os rolamentos. Outro problema é que quando, depois de molhados, não rodar o suficiente para esquentar e evaporar a água que ficou dentro do rolamento. Ou seja, quanto menos usar a carreta, pior e mais manutenção ela exigirá. Quem só usa uma carreta três ou quatro vezes por ano é um sério candidato a ter problemas frequentes de rolamento.
A carreta deve ter freio próprio?
Os freios deveriam ser obrigatórios em todas as carretas capazes de levar barcos acima dos 17 pés. Até as carretas para jets acima de 350 quilos deveriam ter freios. É segurança. E segurança não tem preço!
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A primeira reação é sempre de surpresa — que geringonça será aquela? A segunda, de curiosidade — ninguém resiste a olhar de perto. E a terceira, de perplexidade: não, aquela “coisa” não é um submarino, embora mais pareça um tubo colorido. A “coisa”, no caso, é o Isaías 35, uma baleeira salva-vidas marítima que o criativo morador de Caraguatatuba, Marcelo Marques, transformou no mais original barco de pesca oceânica do litoral norte de São Paulo. “Eu queria um barco que aguentasse qualquer tranco e não achei nada mais resistente do que essa baleeira, que foi feita para despencar do alto dos navios sem despedaçar”, explica Marcelo. “Mas, também, era só o que o meu dinheiro dava para comprar”.
Para pescar com segurança na distante plataforma Mexilhão, Marcelo transformou uma baleeira salva-vidas no esquisitão Isaías 35
Marcelo achou o que procurava num anúncio de uma empresa de equipamentos usados para navios na internet. “O cara que me atendeu achou que eu queria dar curso de sobrevivência no mar ou coisa parecida. Quando falei que ia transformar a baleeira em um barco para pescar, ele só não riu para não perder o negócio”, recorda. E não ficou só nisso. Apaixonado por, digamos, “operações complexas” (“Adoro uma encrenca”, diz Marcelo), ele não só resolveu instalar um convés em barco feito para ser totalmente fechado, como decidiu retirar um pedaço da cabine e emendar no resto, encurtando a casaria em mais de um metro. “A cabine tinha 38 bancos e mais parecia um micro-ônibus. Tirei tudo e instalei três camas e um banheiro, além de mudar o posto de comando de lugar. Essa engenharia caiçara deixou o barco um pouco menos cara de supositório”, analisa, bem-humorado.
Ele a comprou para poder pescar com tranquilidade nas águas nada mansas da plataforma Mexilhão, em alto-mar, a 140 milhas do litoral norte de São Paulo
A baleeira transformada em barco de passeio de Marcelo é do tipo Free Fall (“Queda Livre”), que são ejetadas dos navios — daí ser toda fechada. “Se ela mergulhar, sobe de novo. Se capotar, desvira sozinha. E, se inundar, ainda flutua”, garante Marcelo. Ele a comprou para poder pescar com tranquilidade nas águas nada mansas da plataforma Mexilhão, em alto-mar, a 140 milhas do litoral norte de São Paulo. “Lá não tem ninguém pra dar risada do meu barco”, brinca. Mas como ele é lento feito uma tartaruga no asfalto, leva 12 horas para ir e outras 12 para voltar, “fora as paradas para vomitar, porque nem estômago de caiçara aguenta tanto balanço”, acrescenta. “Outro dia, convidei um amigo de 75 anos para ir junto, mas ele disse que não podia, porque não dava tempo de voltar vivo”.
A “engenharia caiçara” de Marcelo ransformou o barco inteiro. “Ficou um pouco menos com cara de supositório”, ele diz
A mulher de Marcelo também há muito desistiu de sair para passear no Isaías 35 (o nome é uma referência ao salmo que, em linhas gerais, diz que, ao final, tudo dará certo, como, aliás, comprova o próprio barco). “Ela diz que prefere a balsa de Ilhabela, porque, pelo menos, tem espaço ao ar livre”. Mesmo assim, Marcelo não se arrepende nem um pouco do curioso barco que passou a ter, especialmente depois que ele ganhou uma espécie de torre de metal para pescarias de corrico, que, de longe, lembra um mastro. E nem pensa em vendê-lo. Até porque nunca apareceu nenhum interessado. “Mas todo mundo que vê o Isaías, chega perto”, diz Marcelo. “Nem que seja para decifrar que treco é aquele”, diverte-se.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A represa Xavantes, perto de Avaré e bem na divisa entre São Paulo e Paraná, tem vários atrativos para os donos de barcos: águas limpas e claras, paredões que mais parecem cânions, topografia invejável, etc. etc. Mas nada se compara ao prazer de tomar banho de cachoeira sem sair do próprio barco. É o que acontece na cascata do Gummy, uma empolgante queda d’água de mais de 30 metros de altura, que despenca na própria represa, acessível apenas para quem chega de barco, na parte que pertence ao município paranaense de Ribeirão Claro — que, por sinal, reúne a maior quantidade de cachoeiras da região. Em Xavantes, o negócio é se molhar. Seja na represa, nas cachoeiras ou nas duas coisas ao mesmo tempo.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Após uma longa temporada, composta por nove regatas, a Copa Veleiros de Oceano chega a seu momento derradeiro com a realização da mais esperada etapa do calendário de vela oceânica do estado. A 48ª Volta a Ilha de Santa Catarina será realizada nesse sábado (10), com largada às 10h, em frente à Sede Central do Iate Clube de Santa Catarina.
A Volta a Ilha de Santa Catarina é a principal regata oceânica do estado e uma das mais tradicionais do país, sempre com disputas emocionantes e que duram praticamente o dia todo. Os veleiros cumprem um percurso de aproximadamente 65 milhas náuticas, contornando a Ilha por bombordo (à esquerda do rumo da embarcação).
Estão elegíveis para disputar a 48ª Volta a Ilha de Santa Catarina os veleiros das classes ORC, IRC, C30, Multicascos, RGS (A, B e Cruzeiro) e Visitantes A (Barcos cabinados com LOA igual ou maior que 26 pés). As demais classes – Início/Retorno, HPE, Carmelitas e Visitantes B (Barcos cabinados com LOA entre 21 e 25,9 pés) – participam da 10ª Regata Ilha do Largo.
Zeus Team – Foto: Gabriel Heusi/Heusi Action
O percurso da regata menor larga no mesmo local da Volta a Ilha de Santa Catarina em direção ao sul contornando a Ilha do Largo por bombordo. Os veleiros seguem em direção ao vão central das Pontes Colombo Salles/Pedro Ivo Campos e contornam a Ilha de Ratones Pequeno por Bombordo, antes de cruzar a linha de chegada em frente ao Trapiche do Grupo de Busca e Salvamento, próximo ao Forte Sant´Ana.
A Regata Volta a Ilha de Santa Catarina é a mais importante competição de vela oceânica do estado e anualmente encerra o calendário de atividades náuticas do Clube. O recorde da regata pertence ao veleiro Mano Champ´s, comandado por Avelino Alvarez, que em 2011 completou o percurso em 8h43m01s. Atual bicampeão do Troféu Fita Azul (primeira embarcação a cruzar a linha de chegada), o Katana (da classe C30) chega como equipe a ser batida.
E as previsões para o sábado são otimistas para os velejadores. Apesar da chuva que se aproxima as condições de vento para a largada são muito boas, com chances de vento leste virando pra sudeste na parte da manhã com intensidade de 14 a 20 nós, o que seria o ideal para a largada.
48ª Regata Volta a Ilha de Santa Catarina – Foto: Gabriel Heusi/Heusi Action
Projeto de Lei de Incentivo:
A Copa Veleiros de Oceano é realizada pelo Iate Clube de Santa Catarina com apoio da Lei de Incentivo ao Esporte, através do Ministério dos Esportes. Buscando dar continuidade aos trabalhos desenvolvidos pelo clube junto a Lei Federal de Incentivo ao Esporte, o projeto chega a sua quarta fase e para este ano 16 eventos farão parte do Calendário Esportivo Náutico da Cidade de Florianópolis. O presente projeto, além de manter uma estrutura técnica para as classes de vela Optimist, Laser e Snipe e Dingue e também continua estruturando o clube com equipamentos/estrutura adequada, além das competições do clube.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A partir do dia 15 de dezembro, a Marinha do Brasil inicia a Operação Verão 2016/2017. A ação é realizada todos os anos por meio dos Distritos Navais, Capitanias dos Portos, Delegacias e Agências nas áreas de maior concentração de embarcações de esporte e recreio do País, neste período em que aumenta a intensidade do tráfego desses tipos de embarcações.
Dados da Superintendência de Segurança do Tráfego Aquaviário da Diretoria de Portos e Costas (DPC) mostram que somente no verão de 2015/2016 ocorreram mais de 40% do total dos acidentes registrados até novembro deste ano. As lanchas e motos aquáticas se destacam nas estatísticas. Nos últimos três verões elas representaram mais de 70% dos casos registrados com embarcações de esporte e recreio.
De acordo com informações da DPC, a principal causa dos acidentes em embarcações de esporte e recreio é a falha humana. Por isso, este ano a Campanha traz como tema a valorização da segurança da família e dos banhistas durante as atividades de lazer com peças que frisam a importância de se adotar atitudes conscientes para prevenir acidentes e preservar a vida não apenas dos responsáveis pela embarcação, mas de todos os que estão a sua volta.
Com o conceito “Se liga, você é o capitão”, a mensagem chega ao público com uma linguagem descontraída, refletida nas ilustrações de famílias em paisagens do litoral brasileiro. A Campanha promove a divulgação das principais regras de navegação e a importância do seu cumprimento para quem deseja aproveitar a época mais quente do ano de modo seguro.
Naufrágio, abalroamento, queda de pessoas na água, incêndio e colisão são os casos que mais se destacam nas estatísticas. De dezembro de 2015 a março de 2016, as embarcações que mais se envolveram com esses acidentes durante o lazer foram lanchas (58%), motos aquáticas (15%) e botes (14%).
Ao longo de toda a Operação Verão 2016/2017, Organizações Militares da Marinha do Brasil se mobilizam para verificar o cumprimento das regras de segurança da navegação. Para isso, Agentes da Autoridade Marítima Brasileira intensificarão as ações de fiscalização, envolvendo os seguintes aspectos: habilitação dos condutores, documentação da embarcação, material de salvatagem (coletes e boias), extintores de incêndio, luzes de navegação, a lotação e o estado da embarcação. Além disso, serão utilizados etilômetros, tendo em vista que é proibido o consumo de bebidas alcoólicas pelos condutores.
A Operação Verão 2016/2017 incluirá também ações de presença de agentes da Autoridade Marítima Brasileira em entidades náuticas, clubes, marinas e colônias de pescadores, para realização de palestras educativas e dicas sobre as principais normas de segurança da navegação.
Confira as 15 recomendações para a Segurança da navegação:
1) Esteja atento e vigilante durante a navegação.
Você é o responsável por tudo que acontece a bordo. O timão está em suas mãos!
2)Navegue a mais de 200 metros de distância da praia, respeite os banhistas.
Lembre-se, seu direito termina quando começa o do outro.
3)Tenha em mãos a sua habilitação e os documentos obrigatórios.
Confira tudo antes de sair e passe o dia tranquilo.
4) Conduza sua embarcação com velocidade segura.
Isso permite a realização de manobras em caso de situação imprevista e evita acidentes.
5) Faça manutenção preventiva na sua embarcação.
Assim como a gente, a embarcação também precisa de cuidados constantes. Cuidem-se!
6) Não consuma bebidas alcoólicas quando for conduzir sua embarcação.
Quando existe respeito, a diversão não tem limites.
7) Conheça bem todos os lugares por onde a embarcação irá navegar.
Não navegue no “escuro”.
8) Conheça a previsão do tempo antes de sair e fique atento às possíveis mudanças.
Com precaução, não existe mau tempo.
9) Previna incêndios em sua embarcação.
Pequenas medidas, como verificar o quadro elétrico e a validade dos extintores de incêndio evitam grandes tragédias.
10) Respeite o limite de pessoas a bordo e garanta a estabilidade da embarcação.
A maioria dos acidentes com vítimas fatais são causados por esse descuido.
11) Informe seu plano de navegação e a lista das pessoas a bordo ao seu iate clube. Leve sempre um equipamento de comunicação.
Navegar é bom, mas mantenha contato com terra firme.
12) Calcule o consumo de combustível para ir e voltar.
Guarde sempre um terço para eventualidades.
13) Quando ancorado, não movimente a embarcação se tiver alguém por perto na água.
A diversão e a segurança precisam navegar juntas!
14)Tenha coletes salva-vidas para todos a bordo.
Mas não se esqueça de que a prevenção é o seu melhor salva-vidas.
15)Não polua mares, rios e lagoas.
O meio ambiente e a sua família agradecem.
A Marinha do Brasil convida a população a participar da Operação Verão. A conscientização é tão importante quanto a fiscalização. Procure a Capitania dos Portos, Delegacia ou Agência mais próxima de sua região por meio dos sites www.mar.mil.br ou www.dpc.mar.mil.br e denuncie alguma situação que represente risco para a segurança da navegação, para a salvaguarda da vida humana no mar e para a prevenção da poluição hídrica.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O Veleiros do Sul completará 82 anos na próxima terça-feira (13), mas o aniversário começa a ser festejado neste fim de semana a vai até quarta-feira (14) com uma série de atividades. No sábado haverá a regata de Monotipos a partir das 14 horas e à noite jantar comemorativo e a entrega dos troféus aos velejadores destaque do ano do clube. No domingo ocorre a a regata para a classe Oceano e o Veleiraço Marinha do Brasil.A premiação das regatas será realizada no domingo a partir das 18h30min, quando também serão entregues os diplomas de conclusão de curso aos alunos da Escola de Vela Minuano em um garden party.
Na terça (13) às 19h30min, ocorre a tradicional Aposição Floral junto ao busto do Almirante Tamandaré, cerimônia cívica com a participação da Marinha do Brasil em homenagem ao seu patrono e ao Dia do Marinheiro. E na quarta (14) é dia de curtir a edição festiva do Velejaço Noturno dos 82 anos com largada às 20h.
Programa das Regatas dos 82 anos
10 dezembro – Sábado
9h às 12h: Inscrições oceano e monotipos
14h: Regata de monotipos: Soling, HC 16, HC 14, Snipe, 470, 420, 29er, Laser (Standard, Radial e 4.7), Optimist (Veteranos e Estreantes)
11 dezembro – Domingo
9h às 12h: Inscrições para classe Oceano e Veleiraço de Cruzeiro Marinha do Brasil
14h: Início da sinalização das regatas da classe Oceano e do Veleiraço de Cruzeiro Marinha do Brasil em uma única largada: ORC Int, BRA RGS, J24 e MT 19 e Cruzeiro: Veleiraço Marinha do Brasil para barcos não medidos.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Angra dos Reis sediou na manhã desta quarta-feira (07) a entrega dos primeiros Selos de Qualidade do Turismo Náutico, concedido pelo Sebrae/RJ às embarcações que atenderam aos requisitos definidos pelo Comitê Gestor e passaram pela avaliação de conformidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Das sete inscritas no programa, duas conquistaram o selo, tornando-se pioneiras no Brasil a possuir este atestado de qualidade.
Rafael (consultor do Sebrae), Ricardo Ermel, Wellington Rocha, Ernani Paciornik, Armando Clemente (diretor Sebrae/RJ), Vanessa Cohen, Thiago Fernandes, Margareth Carvalho e José Leôncio Neto (coordenador regional do Sebrae/RJ na Costa Verde).
O diretor do Sebrae/RJ, Armando Clemente, e o gerente de negócios da ABNT, Luis Boschetti, entregaram o selo aos empresários Fabiano Ribeiro, da Angra dos Reis Turismo, e Letícia Varella, da Angra Ocean. Armando destacou o vanguardismo do Sebrae/RJ ao implementar um projeto inovador que se tornou modelo nacional para os Estados que têm potencial para o turismo náutico. “Este Selo tem um valor intangível. Mostra que Angra dos Reis se destaca não apenas por ser o maior polo de turismo náutico do Brasil, mas também pelo diferencial na gestão da qualidade dos serviços prestados”, afirma o diretor do Sebrae/RJ.
Luis Boschetti enalteceu a coragem dos empresários participantes em se submeterem à auditoria da ABNT. “A entrega do Selo representa uma pequena parcela de um longo trabalho. Todos se comprometeram com os princípios do programa que preza pela segurança dos ocupantes das embarcações, a excelência na gestão empresarial e a preservação ambiental dos destinos. Por isso, todos são vencedores”, disse.
O evento contou com a presença do delegado da Capitania dos Portos, Comandante Cruz; do presidente da TurisAngra, Klauber Valente, do chefe da ESEC Tamoios do ICMBIO, Fernando Bruto, da presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV), Cristina Fritsch; do coordenador regional do Sebrae/RJ, José Leôncio de Andrade Neto, da coordenadora estadual de turismo do Sebrae/RJ, Margareth Carvalho, e da gestora estadual do projeto de desenvolvimento do turismo náutico, Vanessa Cohen.
O Selo é um desdobramento do projeto “Desenvolvimento do Turismo Náutico da Região da Costa Verde”, desenvolvido há 3 anos, e representa um marco na valorização das embarcações e empresas de turismo. Os requisitos para a obtenção do selo foram definidos pelo Comitê Gestor, formado pela ABNT, INEA, Capitania dos Portos, Marinha do Brasil, Sebrae/RJ, TurisAngra, Setur, TurisRio, Angra Convention e Visitors Bureau, ABAR e ATAR. Os critérios são: requisitos legais, gestão, sustentabilidade, oferta de serviços, infraestrutura e atendimento.
Coordenador regional do Sebrae/RJ na Costa Verde, José Leôncio de Andrade Neto esclarece que o projeto continua em andamento. “Finalizamos essa primeira etapa com a entrega do Selo, mas o nosso foco é a busca contínua pelo aprimoramento da qualidade. Todas as empresas continuarão recebendo acompanhamento do Sebrae/RJ. As que receberam, terão que renová-lo em 2017, com critérios mais avançados. E as que não receberam, estão a um passo adiante, porque falta pouco para atenderem os requisitos mínimos. Esperamos ter 20 empresas inscritas para obtenção do Selo no ano que vem”, afirma Neto.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Na terceira reunião da Câmara de Motores e Acessórios para Barcos, do Fórum Náutico Paulista, que aconteceu nesta quarta-feira (07), os membros do grupo de trabalho debateram a criação de parâmetros para o programa “Meu Primeiro Barco”, que visa fomentar a indústria náutica em São Paulo e reduzir os custos de produção. O projeto prevê o lançamento de uma embarcação totalmente desenvolvida no Estado de São Paulo, especialmente desenhado para quem está começando a navegar.
A nova embarcação, a motor ou a vela, deverá ter entre 4,9 e 6,1 metros de comprimento (de 16 a 20 pés) e potência da motorização entre 60 e 90 hp, no caso de lanchas. O intuito deste projeto é criar um barco (de fibra, alumínio, inflável ou plástico rotomoldado) versátil, seguro e acessível, destinado ao uso em águas parcialmente abrigadas, como represas, rios, canais e baías. E terá como regra principal o preço limitado a R$ 65 mil, já completo para navegar, incluindo capota, material de salvatagem, carreta rodoviária e o próprio motor.
Para chegar neste valor final do barco, que pode ser monocasco ou multicasco, a ideia dos integrantes da Câmara de Motores e Acessórios para Barcos do Fórum Náutico Paulista, que tem a participação ativa da Revista Náutica, é padronizar todos os itens envolvidos na montagem da lancha ou do veleiro. Além disso, todos os itens do programa “Meu Primeiro Barco”, exceto o motor, deverão ser fornecidos exclusivamente por empresas paulistas, incluindo os projetos.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Acontece até o próximo dia 15, no Espaço Cultural Conjunto Nacional, em São Paulo, a exposição “Linha D’Água – Viagens oceânicas de Amyr Klink e suas lições sobre a água”, reunindo fotografias do acervo de Amyr Klink. O mundialmente respeitado navegador já realizou mais de 40 viagens oceânicas e tornou-se referência nacional quando se fala em consumo consciente, especialmente da água. O projeto foi inaugurado em 2014, com passagens por várias cidades do país como Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Itajaí (SC) e Rio Verde (GO).
“Linha D’Água – Viagens oceânicas de Amyr Klink e suas lições sobre a água” é dividida em três módulos, que remetem a cada um dos barcos usados pelo velejador em algumas de suas principais expedições: barco a remo I.A.T., Paratii e Paratii 2. Ao todo são 30 imagens, dispostas em painéis com textos sobre as viagens. Todo o material expositivo é montado em base sustentável, seguindo assim os princípios do projeto, de estimular a reflexão sobre consumo consciente.
A mostra reúne imagens de autoria de Amyr Klink e também algumas fotografias de Marina Klink, sua esposa, que registrou, a partir dos anos 80, belas imagens de esportes de aventura, como asa-delta e competições de iatismo. Velejadora com mais de uma centena de competições no currículo, tornou-se uma das mais respeitadas fotógrafas de natureza do país. Seus primeiros registros aconteceram em 1995 na Antártica. Após 13 viagens para a região, reuniu 180 imagens no livro ‘Antártica – A Última Fronteira’.
No dia 13 de dezembro, o velejador ministrará, ainda, palestra no Teatro Eva Herz, da Livraria Cultura, também no Conjunto Nacional. No encontro, Amyr Klink contará sua história e falará sobre as estratégias de consumo de água que utilizou em suas viagens, revelando que planejamento, precisão e consciência são fundamentais. Para participar, é necessário emitir o vale-palestra pelo site www.dcolor.art.br.
Exposição fotográfica
Foto Kassius Trindade
Data: De 02 a 15 de dezembro
Horário: De segunda a sábado, das 7h às 22h, e domingo, das 10h às 22h
Local: Espaço Cultural Conjunto Nacional
Endereço: Av. Paulista, 2073 – Bela Vista – São Paulo – SP
Classificação Livre
Evento gratuito
Palestra “Viagens oceânicas de Amyr Klink e suas lições sobre a água”
Foto Gabriel Araújo
Data: 13 de dezembro (terça-feira), às 19h30
Local: Teatro Eva Herz – Livraria Cultura – Conjunto Nacional
Endereço: Av. Paulista, 2073 – Bela Vista – São Paulo – SP
Classificação livre
Evento gratuito
* Retire seu vale-ingresso no www.dcolor.art.br/ingressos
A troca pelo ingresso deverá acontecer no dia do evento das 17h30 às 19h15
Os vale-ingressos que não forem trocados até este horário serão invalidados e disponibilizados ao público em geral
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O tradicional estaleiro carioca Coral, que já confirmou presença no Rio Boat Show 2017, de 5 a 11 de abril, na Marina da Glória, fez a entrega técnica, semana passada, do seu mais ousado modelo Coral 22 L, nas dependências da marina Porto Real Resort, em Mangaratiba, no Rio de Janeiro. O modelo de proa aberta, um dos menores da linha da Coral, que contempla lanchas de 16 a 50 pés, recebeu um vibrante tom de vermelho no gelcoat do casco, de 6,5 metros de comprimento, fugindo do tradicional branco, e ainda recebeu bancos com tecido bege. Que tal?
Além do casco vermelho, os bancos ganharam tecido bege
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O estaleiro paulista Intermarine prepara o lançamento da sua revolucionária Intermarine 62 para o Rio Boat Show 2017. Apostando em novidades nunca antes vistas em embarcações deste porte, como o beach club na popa, vai ser difícil não se encantar com a lancha. Assista este e outros detalhes do barco apresentados por ninguém menos que o próprio designer da Intermarine, e um dos mais famosos designers náuticos do mundo, Luiz de Basto.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Veja o que você pode fazer para encher o tanque sem precisar esvaziar o bolso de novo tão cedo:
1 – Faça manutenção periódica do motor
Até porque os mesmos fatores que influenciam na economia de combustível também ajudam a melhorar o desempenho e aumentar a vida útil do próprio motor.
2 – Só leve o que for necessário
Quanto mais leve o barco estiver, mais ele andará e menos combustível consumirá.
3 – Não abasteça demais
Tanque cheio demais aumenta o peso a bordo. Abasteça com apenas 1/3 a mais que o necessário para o passeio.
4 – Controle a capota
Capotas são úteis, protegem do sol, mas aumentam a resistência durante a navegação.
5 – Distribua bem o peso a bordo
Sem estabilidade não há desempenho. E, sem bom desempenho, o consumo aumenta.
6 – Não deixe o motor funcionando à toa
Mas, ligar e desligar o motor várias vezes, num curto espaço de tempo, pode trazer outros problemas.
7 – Verifique os hélices
Qualquer alteração neles aumenta diretamente o consumo. E o mesmo acontece com lemes desalinhados.
8 – Controle o peso do barco
De tempos em tempos, pese o seu barco. Se ele estiver muito acima do normal, pode haver água dentro do casco. E, peso a mais, você já sabe…
9 – Limpe sempre o casco
Se o barco ficar no mar por mais de duas semanas, já ficará impregnado de cracas. E casco sujo rouba 10% do desempenho e aumenta também isso no consumo.
10 – Acelere gradativamente e navegue em cruzeiro
Quanto mais força o motor fizer, mais gastará. Acelere suave e progressivamente e não passe da velocidade de cruzeiro.
COMBUSTÍVEL ADULTERADO? O MOTOR AVISA Quase nunca dá para identificar um combustível adulterado a olho nu. Mas, ao ser abastecido por um combustível de má qualidade, o barco imediatamente passa a apresentar determinadas características que podem indicar que ele foi “batizado”. As principais são:
Motor engasgando ou morrendo Potência e torque mais fracos Marcha lenta irregular Aumento no consumo Dificuldade em dar a partida Muito mais fumaça
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
As esquipes que participarão do Desafio Solar Brasil já estão reunidas em Búzios (RJ) para a 9ª edição da competição. Estudantes, professores e organizadores estão na cidade desde a segunda, 5, e se preparam para as provas, que começam nesta quarta-feira, 7, na praia da Armação. A abertura do evento acontece nesta noite de terça.
Segundo os organizadores, este ano a prova está ainda maior, com a participação de cerca de 20 embarcações, sendo 13 catamarãs e 7 monocascos, de variados estados, incluindo Rio de Janeiro, Santa Catarina e Amazonas. Os modelos participantes irão para a água até o próximo domingo, dia 11, quando haverá a premiação do evento.
O Desafio Solar Brasil é uma iniciativa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e reúne barcos elétricos movidos à energia solar com o objetivo de estimular o desenvolvimento de novas tecnologias de fontes de energia limpa e renovável como combustível para a mobilidade.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
As velas são peças fundamentais no bom funcionamento mecânico de um motor. Em motores de barcos, por exemplo, cada cilindro tem uma vela. Mas quando deve-se trocar as velas usadas por outras novas? Nosso diretor técnico, Marcio Dottori, responde neste vídeo da TV Náutica. Clique e confira.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Pernoitar nas águas do Saco do Céu, uma das mais abrigadas e sossegadas baías da Ilha Grande, em Angra dos Reis, é um programa imperdível para quem tem barco na região ou vem de fora para passar temporada. Mesmo nos dias de mar agitado, no Saco do Céu nunca mexe. É o tipo de lugar que todo mundo que tem um barco gosta de atracar, seja para não fazer absolutamente nada ou então para praticar esportes náuticos, como o stand up paddle e andar de caiaque.
A gostosa e aconchegante piscina da MV Club
A natureza, generosa, caprichou na paisagem do Saco do Céu, com uma bela enseada de águas paradas e uma vasta vegetação ao redor. O proprietário, o simpático Marcos Velloso, encarregou-se do resto, ao transformar o famoso Almirantado, um dos festejados restaurantes que se distribuem à beira-mar do mar da região, também em uma pousada, a MV Club. A sensação é a de se hospedar na casa de um amigo, com a vantagem adicional (e que vantagem!) que ele cozinha muito bem! Sim, porque a pousada fica integrada ao restaurante, que é uma das melhores referências gastronômicas da região.
Criado há mais de 20 anos, o Almirantado é um dos mais tradicionais restaurantes da Ilha Grande
Por enquanto, são duas exclusivas suítes (em breve, outras duas serão inauguradas), com varanda, ar-condicionado e tudo mais. E o melhor de tudo é que, como só se chega lá de barco, o restaurante (e, agora, a pousada!) é praticamente exclusivo dos amantes do mar. Dá até vontade de trocar o camarote de bordo por uma cama na pousada. Interessou? Ligue para 24/99982-9282 ou acesse www.clubmv.com.br e reserve.
A pousada fica encravada na natureza do Saco do Céu
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O tradicional estaleiro paulista Dumar, responsável pelas famosas lanchas de pesca e passeio Wellcraft, inaugurou um novo espaço para apresentar seus modelos de barcos em São Paulo. Em um galpão com mais de 800 metros quadrados, o novo showroom, batizado de Ducraft, fica na rua Guaipa, 1341, e oferece espaço para exibir cerca de 15 modelos de lanchas da marca. Atualmente, o estaleiro Dumar é responsável por uma linha que contempla cinco modelos de lanchas de pesca e passeio, entre 16 e 27,5 pés, e está desenvolvendo uma nova versão, com console duplo, do consagrado modelo Wellcraft 27.5.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
No próximo sábado, 10 de dezembro, Porto Alegre receberá a primeira Maratona Aquática da cidade, que contará com um diferencial: a tradicional embarcação turística Cisne Branco irá servir de camarote flutuante, permitindo que o público assista a prova na íntegra. Da maneira tradicional, em terra, só é possível acompanhar a largada e a chegada dos atletas. No camarote, os espectadores terão café da manhã e irão receber um kit com camiseta e brinde dos apoiadores da maratona. Para assistir do camarote, o investimento é de R$ 50. A entrada é franca para quem acompanhar a competição fora d’água.
Com inscrições abertas até o dia 8 de dezembro, quinta-feira, a 1ª Maratona Aquática de Porto Alegre acontecerá na raia de remo da lha do Pavão, com credenciamento marcado para 7h30min. Com tradição nos esportes aquáticos, o Rio Grande do Sul é o estado com maior número de campeões nas últimas competições nacionais. Despertando o interesse de atletas de países vizinhos, como Argentina e Uruguai, a maratona representa um primeiro passo para a projeção nacional e internacional do Rio Grande do Sul como referência nesta prática.
Além da promoção da atividade saudável, o evento permite interação com a Orla do Guaíba, reforçando um compromisso sócio ambiental da cidade com a natureza. Com provas de 500m, 1000m e 3000m, a maratona é uma realização da Federação Gaúcha de Desportos Aquáticos, da Prefeitura de Porto Alegre e do GNU.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A temporada foi intensa, desgastante, com 36 regatas ao longo de nove meses. Os desafios da C30, classe mais equilibrada do Circuito Ilhabela de vela oceânica (Copa Suzuki), garantiram a emoção do campeonato. O Caiçara despontou apenas a partir da penúltima etapa, para conquistar com eficiência o bicampeonato da classe na Capital Nacional da Vela, com sede no Yacht Club de Ilhabela.
Neste fim de semana (3 e 4/12) o barco comandado por Marcos de Oliveira Cesar ainda viveu momentos dramáticos na Regata Volta à Ilha – Sir Peter Blake ao cruzar a linha de chagada 11 segundos à frente do implacável rival Caballo Loco, de Mauro Dottori. O Caiçara completou as 40 milhas (70 km) em 6h49m35. Após o Caballo Loco chegaram Kaikias e +Realizado eCycle. A diferença entre Caiçara e Caballo Loco para o fita azul (primeiro a chegar), Sessentão, conforme o próprio nome tem 60 pés, foi de apenas 12 minutos, o que reforça o nível elevado e a excelência da classe C30.
Kaikias no contravento (Aline Bassi/Balaio)
Grato pelo trabalho a bordo, o comandante bicampeão elogiou a tripulação após mais uma vitória, a 14ª do Caiçara na temporada. “A Regata Volta à Ilha foi mais um exemplo de esforço e dedicação de todos os tripulantes. Após a largada abrimos boa vantagem sobre os adversário e parecia que a situação estava sob controle, mas no final o Caballo Loco se aproximou, colocou pressão e chegamos apenas 11 segundos à frente deles depois de quase sete horas de competição. Uma regata sensacional para fechar o ano com entusiasmo”, comentou Marcos Cesar.
O vice-campeão Mauro Dottori vibrou com desempenho do Caballo Loco e dos demais barcos da classe C30. “O vento saiu do zero e no Bonete as rajadas devem ter chegado a 30 nós. Depois diminui e voltou a aumentar quando entrou o sudoeste. Foi muito bom, divertimo-nos durante toda a regata. Um encerramento digno para a temporada da C30, indefinida até a penúltima etapa. Esse equilíbrio é motivador”.
Bicampeão Caiçara (Aline Bassi/Balaio)
Ganhadores da medalha de bronze, os tripulantes do +Realizado eCycle também demonstraram entusiasmo com a evolução da classe. “O que importa é que completamos mais uma Volta à Ilha. Começamos bem, mas perdemos tempo ao nos enroscamos em um cabo preso a um bote na Ponta das Canas. Recuperamos e estávamos próximos dos barcos da frente até o través de Búzios, onde caímos em um buraco de vento. Valeu a diversão e contemplar a beleza da ilha. Na Ponta do Boi atingimos incríveis 19,3 nós (34 km/h).Essa regata não é fácil. Concluí-la já é uma vitória”, definiu o trimmer (regulador de velas) Ricardo Apud.
Classificação final da C30 no Circuito Ilhabela (34 regatas e seis descartes
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A NÁUTICA usa cookies para proporcionar a melhor experiência possível em nosso portal. Ao utilizar o nautica.com.br você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para mais informações sobre como isso funciona, clique em "Política de privacidade".OkPolítica de Privacidade