Vai começar!

Por: Redação -
08/08/2016

A Equipe Brasileira de Vela disputa a partir de hoje os Jogos Olímpicos Rio 2016, na Baía de Guanabara. Robert Scheidt, na classe Laser; Fernanda Decnop, na Laser Radial; Patricia Freitas, na RS:X feminina; e Ricardo Winicki, o Bimba, na RS:X masculina, serão os primeiros a levar seus barcos da Marina da Glória para a água. As regatas têm previsão de início às 13h, dependendo das condições de vento.

“A Equipe Brasileira é bem heterogênea, com velejadores muito experientes como o Robert Scheidt, o Bimba e a Fernanda Oliveira. E vários jovens com muito talento. Acho muito boa essa convivência dentro do grupo, principalmente com o Robert, um atleta com resultados expressivos e que passa muita confiança para a garotada”, disse o coordenador técnico da Equipe Brasileira de Vela, Torben Grael, dono de cinco medalhas olímpicas, entre elas dois ouros.

Robert Scheidt é o principal nome da equipe. Também com cinco medalhas olímpicas no currículo, sendo duas de ouro, o paulista de 43 anos vai para sua sexta participação nos Jogos com a chance de se tornar o primeiro atleta brasileiro tricampeão olímpico.

“Vou ficar satisfeito se conseguir chegar ao resultado que é o meu objetivo: uma medalha, não importa a cor. A medalha depende muito das circunstâncias, das adversidades da raia, de conseguir manter uma regularidade. São várias coisas que podem acontecer. O que você pode fazer é treinar da melhor forma possível”, afirma.

Medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Toronto-2015, Fernanda Decnop é uma estreante no maior evento esportivo do mundo. Já Bimba é um veterano, indo para sua quinta participação olímpica após ser campeão mundial em 2007 e tetracampeão pan-americano. Bicampeã pan-americana, Patricia Freitas compete pela terceira vez nos Jogos.

A cerimônia de abertura dos Jogos, que aconteceu na última sexta-feira, dia 5, emocionou, também, os fãs da vela. Torben Grael foi um dos escolhidos para levar a bandeira olímpica. Já Robert, teve a honra de fazer o juramento olímpico em nome de todos os atletas.

Foto: World Sailing/Divulgação

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    Visita olímpica

    Por: Redação -
    05/08/2016

    Horas antes da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, a Equipe Brasileira de Vela viveu um momento especial nesta sexta-feira, dia 5, no Rio de Janeiro. Os velejadores foram conhecer o navio veleiro Cisne Branco, da Marinha do Brasil. A delegação foi recebida pelo Almirante Bernardo José Pierantoni Gamboa e pelo Capitão de Mar e Guerra e comandante do Cisne Branco João Alberto de Araújo Lampert.

    Estiveram presentes o coordenador técnico Torben Grael, o chefe de equipe Daniel Santiago e os velejadores Marco Grael, Gabriel Borges, Jorge Zarif, Henrique Haddad, Fernanda Decnop, Isabel Swan, Ana Barbachan e Martine Grael, além de integrantes da comissão técnica. O “Cisne Branco” é um veleiro utilizado pela Marinha em missões diplomáticas.

    As regatas dos Jogos Rio 2016 começam nesta segunda-feira, dia 8, a partir de 13h, na Baía de Guanabara, com as disputas das classes Laser, Laser Radial, RS:X feminina e RS:X masculina.

    A cerimônia de abertura dos Jogos do Rio de Janeiro acontece hoje, a partir das 20h, no Estádio do Maracanã.

     

    Fotos e informações assessoria de imprensa

     

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      Em busca do ouro

      Por: Redação -

      Maior medalhista do Brasil na história na Olimpíada, Robert Scheidt inicia nesta segunda-feira (8), no Rio de Janeiro, sua jornada em busca da sexta medalha olímpica. O foco nas águas da Baia da Guanabara é o terceiro ouro (ele também tem duas pratas e um bronze), porém, o velejador de 43 anos sabe que travará verdadeiras ‘batalhas navais’ contra atletas mais jovens. A primeira regata da classe Laser está marcada para começar às 13h05. A segunda terá largada na sequência, após as disputas da RS:X masculina e feminina e Laser feminina. Ao todo serão 10 regatas, duas por dia, e a medal race (regata da medalha) no dia 15.

      Uma medalha no Rio de Janeiro significará marcas históricas para Robert. Se subir ao pódio, será o primeiro atleta, entre todas as classes do iatismo, a somar seis conquistas na vela. E isso em seis edições consecutivas dos Jogos, considerando todos os esportes. “Claro que sei dos importantes números que podem ser atingidos, mas eu não penso muito nisso, especialmente neste momento. Minha cabeça está nessa Olimpíada”, diz Scheidt.

      O fato de ser o atleta mais velho da classe Laser na Olimpíada e duelar com competidores até 20 anos mais jovens (a idade média não ultrapassa os 30 anos) não assusta Scheidt. Ele aposta justamente na experiência para conseguir a regularidade necessária para chegar à regata da medalha (medal race), no dia 15 (segunda-feira) entre os ponteiros e com chances reais de lutar pelo pódio. “Conta muito ter passado por todas as situações. Alguns atletas estão no auge da carreira, mas nunca participaram de uma Olimpíada. O fato de já ter definido medalha olímpica, já ter ganho e perdido na última regata, isso conta no final.”

      Os números do bicampeão olímpico Robert Scheidt comprovam o valor da regularidade como arma para conquistar um lugar no pódio. Nas campanhas do ouro em Atlanta, prata de Pequim e bronze de Londres, ele esteve entre os 10 primeiros em todas as regatas. Em Atenas, onde também foi campeão, foi top 10 em nove entre 11 provas, enquanto em Sydney chegou ao segundo lugar chegando entre os 10 primeiros sete vezes ao longo da disputa.

      Em 2016, ano de sua sexta Olimpíada, Scheidt se manteve entre os melhores do mundo – ocupa hoje o quinto lugar no ranking. Após vencer, no começo de janeiro, o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, o velejador conquistou, no fim do mesmo mês, seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. No início de abril, garantiu a prata no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca na Espanha. Na disputa do Campeonato Mundial de Laser, em maio, em Nuevo Vallarta, no México, ele terminou em 10º lugar.

      Na reta final de preparação para a Olimpíada, venceu a Semana Internacional de Vela do Rio de Janeiro, que teve sua segunda fase encerrada dia 20 de julho, no iate clube da capital carioca. Na carreira são 175 títulos – 86 internacionais e 89 nacionais – além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

      A cerimônia de abertura dos Jogos do Rio de Janeiro acontece hoje, a partir das 20h, no Estádio do Maracanã.

      Foto World Sailing/Divulgação

       

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        Em águas doces

        Por: Redação -

        O Lago de Manso, na Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso, acaba de ganhar sua maior embarcação, uma unidade da Phantom 500 HT, do estaleiro catarinense Schaefer Yachts. Com  50 pés, a embarcação tem cabine com três camarotes fechados e dois banheiros, cockpit com grande teto solar em fibra de vidro, grande praça de popa e plataforma de popa com espaço gourmet.

        A Schaefer Yachts é um dos estaleiros confirmados para o São Paulo Boat Show, maior salão náutico indoor da América Latina, que acontece entre os dias 6 e 11 de outubro, no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

        Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

        Foto Schaefer Yachts/Divulgação

         

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          Linha GT

          O estaleiro italiano Invictus Yachts apresentará seu mais novo modelo da linha GT durante o Cannes Yachting Festival, em setembro. O novo Invictus 370 GT foi desenhado pelo designer italiano Christian Grande, que projetou, também, outros modelos da marca, como 280 GT, 280 TT, 280 SX e a série FX.

          Com 11,4 metros, o 370 GT pode acomodar até 10 passageiros em passeios diurnos e vem equipado com solário para dois na proa, além de sala, cozinha, banheiro e camarote duplo. Apresenta, ainda, terraço lateral retrátil, item que não é comum em embarcações deste porte. O design elegante do modelo é enfatizado pelas janelas contínuas nas laterais.

          Suas opções de motorização incluem dois Volvo Penta D4 300 hp, a diesel, chegando a uma velocidade máxima de 38 nós, ou dois Mercruiser 4.20 V8 370 cv, que proporciona uma velocidade máxima de 43nós.

          Foto: Divulgação

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            FS 265 Element

            Por: Redação -

            A FS 265 Element, do estaleiro de Santa Catarina FS Yachts, foi lançada no Rio Boat Show e chamou a atenção pelo espaço gourmet na plataforma de popa. Com apenas 26,5 pés, é um dos menores barcos do mercado nacional com esse arranjo que oferece mais opções de lazer durante as ancoragens. No design a proa sextavada, marca registrada do estaleiro, vem acompanhada de vincos bem definidos. A lancha pode ser equipada com um motor centro-rabeta entre 220 e 350 hp. A FS Yachts apresenta esta lancha pela primeira vez ao público paulista durante o São Paulo Boat Show 2016.

            O São Paulo Boat Show 2016 acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

            Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

            Foto Divulgação

             

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              Aratu-Maragojipe

              Por: Redação -

              Com seu percurso ímpar — a largada acontece nas águas próximas a Ilha de Maré, ponto turístico baiano, de lá navegam pelas águas da Baía de Todos os Santos, passando por belas regiões e localidades como a Ilha de Itaparica, Ilha dos Frades, Reserva Ambiental Ilha do Medo e Barra do Paraguaçu — a tradicional regata Aratu-Maragojipe já tem data marcada para este ano, 19 e 20 de agosto.

              Grandes nomes da vela já participaram da regata como os irmãos Lars e Torben Grael, Izabel Pimentel, Aleixo Belov, Julio Estevez, dentre outros e sempre que podem, marcam presença na competição. Grande número embarcações como veleiros de oceano, escunas à vela e os tradicionais Saveiros, além de centenas de velejadores, mais uma vez são aguardados para o evento, procedentes não só da Bahia, como também de outros estados e países.

              Os velejadores são esperados, todos os anos, também para a festa de São Bartolomeu, que acontece na cidade de Maragojipe, linha de chegada da regata. A festa inclui música, religiosidade, gastronomia e artesanato do Recôncavo Baiano. A Regata Aratu-Maragojipe desembarca, portanto, no auge dessas comemorações, e centenas de velejadores unem-se ao público local numa grande confraternização.

              As inscrições para a 47ª edição da Regata Aratu-Maragojipe estão abertas no site aratumaragojipe.com.br.

              Foto Claudiomar Gonçalves/Divulgação

               

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                Blommendal 65

                Projetado por Andy Waugh, o projeto Blommendal 65 é baseado em um casco explorador com layout moderno e de linhas elegantes, criando um design único e diferente das embarcações comumente vistas. Linhas diagonais e dispositivos gráficos foram utilizados para reforçar a estética de iate explorador, mantendo as mesmas proporções e disposição do modelo de casco original, minimizando a necessidade de modificações arquitetônicas e hidrodinâmicas.

                Foto: Divulgação

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                  Em detalhes

                  Por: Redação -
                  04/08/2016

                  O estaleiro francês Lagoon, parte do Grupo Beneteau, divulgou um vídeo com imagens geradas em computador do seu novo projeto Seventy 7, que mostram o design exterior e interior deste novo catamarã. Com lançamento previsto o Cannes Yachting Festival, esta nova embarcação de 23 metros tem Patrick Le Quément assinando seu estilo exterior e arquitetura naval por Marc Van Peteghem e Vincent Lauriot Prévost. O interior está por conta de Nauta Design.

                  Clique aqui para ver os detalhes deste incrível catamarã.

                  Imagens Divulgação

                   

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                    Mergulho digital

                    Por: Redação -

                    A revista Mergulho está em sua quarta edição virtual, totalmente gratuita, e traz uma reportagem sobre as águas da Sardenha em fotos impressionantes de Roberto Formiga que surpreendem os mergulhadores que ainda não conhecem essa bela porção de mar do velho continente. Em outra bela reportagem, a revista Mergulho mostra os naufrágios de Pernambuco que, ainda este ano, ganha mais quatro rebocadores que serão afundados na região.

                    Ainda nesta edição, um guia com as novidades do PADI Dive Festival que acontece, novamente, simultâneo ao São Paulo Boat Show no novíssimo São Paulo Expo.

                    Clique aqui para conferir esta edição da revista Mergulho Digital.

                     

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                      Direto da Suécia

                      Por: Redação -

                      O novo D8 da Volvo, lançamento aqui no Brasil, tem entre 550 hp e 600 hp e capacidade volumétrica de 7,7 litros. Com seis cilindros ele se destaca pela boa relação peso potência, pesando apenas 840 kg. Pode ser usado em montagens com eixo e pé-de-galinha ou propulsão IPS, acoplado a novas rabetas IPS 15, formando assim o conjunto IPS-800, na versão mais potente.

                      O São Paulo Boat Show 2016 acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

                      Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

                      Foto Divulgação

                       

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                        Rio-2016

                        Por: Redação -

                        A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro acontece amanhã, no estádio do Maracanã, a partir das 20h. Liderados pela porta-bandeira Yane Marques, a comissão brasileira irá encerrar o desfile das 206 nações que participam da maior competição multiesportiva do mundo. 180 atletas de 25 modalidades, inclusive a vela, participarão do desfile que marca o início oficial dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o primeiro da América Latina.

                        A vela, modalidade que já trouxe 17 medalhas olímpicas para o Brasil, inicia as competições somente na segunda-feira, dia 8. Serão 380 atletas de 66 países nas águas da Baía de Guanabara. Os atletas, que terão a Marina da Glória como base, estão divididos em 10 classes: Laser, Laser Radial, RS:X Masculina, RS:X Feminina, 470 Feminina, 470 Masculina, 49er, 49erFX, Finn e Nacra.

                        Os primeiros a irem para a água, no dia 8, a partir das 13h, serão os atletas da Laser, classe masculina e feminina, e da RS:X, também masculina e feminina. Nossos representantes dessas classes são Robert Scheidt, Fernanda Decnop, Ricardo Winick (Bimba) e Patrícia Freitas.

                        Além da festa de amanhã e da próxima segunda, os atletas da vela passaram por dias de emoção com a condução da tocha olímpica pela cidade de Niterói. Fechando a passagem da chama olímpica pela cidade, Lars Grael foi o responsável por acender a pira olímpica de Niterói. Mais emocionante ainda foi a condução da chama olímpica pela baía de Guanabara feita a bordo de um barco a remo da Escola Naval. Torben e Lars Grael foram os responsáveis por entregar a chama olímpica ao prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. Outros atletas também participaram da condução da chama pela Baía de Guanabara, Clínio Freitas, Isabel Swan, Nelson Falcão, Marcelo Ferreira e Ronnie Senff também estavam a bordo do veleiro que levou a chama de Niterói à cidade do Rio de Janeiro.

                        Veja o vídeo do momento da chegada da chama à cidade-sede dos Jogos:

                        Fotos e vídeos World Sailing

                         

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                          46 pés carioca

                          Por: Redação -

                          A Coral, estaleiro carioca, leva sua maior lancha ao São Paulo Boat Show 2016, a nova 46 HT. Com casco rápido e hardtop com teto solar, a lancha pode acomodar até seis pessoas em pernoite em uma cabine equipada até com máquina de lavar e secar roupas. São duas suítes, uma na proa e outra à meia-nau, a Coral 46 HT tem boa navegação, muitos itens de conforto e motorização diesel de 370 hp cada.

                          O São Paulo Boat Show 2016 acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

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                            Negócio diferente

                            Sasha e Tara Bouis tinham uma vida comum, Sasha trabalhava em Wall Street e Tara era professora do ensino fundamental, até que resolveram largar tudo para abrir uma pizzaria em um barco no meio do Caribe – a Pizza Pi, primeira e única delas.

                            Em funcionamento desde 2014, a pizzaria funciona em um barco de 37 pés, com cozinha comercial totalmente equipada. Conta com painéis solares e dessalinizador de água, e o casal tem em seu cardápio diversos sabores de pizza, incluindo lagosta e ingredientes locais.

                            Por dia, eles vendem uma média de 30 a 40 pizzas, mas já chegaram a bater o recorde de vendas, com 90 unidades comercializadas.  A pizzaria é listada como o melhor restaurante da ilha de St. Thomas pelo site Trip Advisor.

                            Foto: Reprodução

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                              Competição exclusiva

                              Por: Redação -

                              A Rolex Swan Cup, que acontece a cada dois anos, tem sido por muito tempo um encontro conhecido por sua filosofia de “vela de cavalheiros”. Após a inauguração da nova base YCCS em Virgin Gorda, nas Ilhas Virgens Britânicas, a Rolex Swan Cup Caribe nasceu. Ambos os eventos servem de vitrine para os iates Swan de todas as épocas e para a parceria com a Rolex por mais de 30 anos, uma das mais antigas associações com o esporte, que reflete os valores compartilhados de tradição, camaradagem e competição.

                              “A Rolex Swan Cup representa o melhor exemplo de cooperação entre três grandes instituições: a Rolex, o Yacht Club Costa Smeralda e a Nautor’s Swan”, explica Leonardo Ferragamo, Presidente da Nautor’s Swan. A Nautor’s Swan foi fundada em 1966, em Pietarsaari, na Finlândia, por Pekka Koskenkylä, inspirada nas centenas de anos de tradição da construção naval finlandesa. Noventa e cinco diferentes modelos foram produzidos, com dimensões de 11 metros (36 pés) até um ambicioso 39,9 metros (131 pés). Em 2012, a Nautor’s Swan celebrou o lançamento de seu 2 000º barco.

                              Neste ano acontece a Rolex Swan Cup de Porto Cervo que chega a sua 17ª edição no Yacht Club Costa Smeralda, Itália. Com cerca de 100 embarcações confirmadas, a competição, que reúne apenas veleiros Swan, está marcada para acontecer entre os dias 11 e 18 de setembro.

                              Foto Divulgação

                               

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                                Federici relatou que seu objetivo era criar um iate diferenciado, que combinasse velocidade e luxo. Por isso, Origami apresenta design compacto e aerodinâmico, quando “fechado”, o que permite atingir melhor velocidade. Já quando ancorado, o iate se torna um espaço para ser aproveitado, com amplo ambiente de relaxamento, protegido do sol, piscina, plataformas que permitem vista de 360 graus, além de escada que conduz à parte superior do iate.

                                Foto: Reprodução

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                                    Por: Redação -
                                    03/08/2016

                                    O estaleiro Singluar Boats, de Santa Catarina, entra na disputada faixa dos 38 pés com a nova Singular 380 HT. A lancha, que foi projetada pelo próprio estaleiro, traz uma curiosidade em sua cabine, uma banheira que ficará no camarote à meia-nau embaixo da cama de casal. A ideia foi trazer grande comodidade para os passageiros mesmo que eles não estejam no cockpit.

                                    No cockpit, coberto por um hardtop com teto solar, sofás e uma espreguiçadeira localizados estibordo e solários na proa completam as comodidades da lancha que tem design com linhas esportivas. A plataforma de popa será grande com com 1,52 m de comprimento e 3,36 m de largura e receberá um espaço gourmet e o hardtop.

                                    Para marcar o lançamento do projeto, o estaleiro está fazendo uma promoção e disponibilizará o modelo com 30% de desconto na opção de motorização de 2 Mercruiser gasolina de 250 hp cada, mas os clientes também podem equipar a lancha com motores de 380 hp.

                                    Confira as imagens do projeto:

                                    Imagens Singular Boats/Divulgação

                                     

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                                      Por: Redação -

                                      Decreto do governo federal, assinado nessa terça-feira, dia 2, cria o Refúgio de Vida Silvestre (RVS) do Arquipélago de Alcatrazes. A mais nova unidade de conservação (UC) federal fica no litoral norte de São Paulo, no município de São Sebastião. Com ela, sobe para 326 o número de UCs geridas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) no País.

                                      Com 67,3 mil hectares, o Refúgio busca proteger os ambientes naturais únicos criados pela associação de características geológicas, geomorfológicas e correntes marinhas; preservar a diversidade biológica, incluindo as espécies insulares, endêmicas, ameaçadas ou migratórias que utilizam a área para alimentação, reprodução e abrigo; garantir os bens e serviços ambientais prestados pelos ecossistemas marinhos; e conciliar os interesses de conservação da natureza com os de soberania nacional, já que se trata de área estratégica para a Marinha Brasileira.

                                      O local é área de ocorrência de espécies ameaçadas e endêmicas (exclusivas), como Elecatinus figaro (peixe), Scinax alcatraz (anfíbio) e Bothrops alcatraz (réptil), constantes do Livro Vermelho de Espécies Ameaçadas de Extinção do Ministério do Meio Ambiente, e invertebrados marinhos raros e em risco de desaparecer. Além disso, tem forte potencial para o turismo de mergulho, o que pode gerar emprego e renda para a comunidade da região.

                                      A criação da UC remonta à década de 1990 quando a sociedade solicitou a suspensão de exercícios de tiro pela Marinha e com os estudos desenvolvidos pela ONG Sociedade de Defesa do Litoral Brasileiro através do “Projeto Alcatrazes”.

                                      A proposta inicial para proteger a região era que fosse criado um parque nacional, após alguns estudos, houve a decisão de mudança de categoria para refúgio de vida silvestre. Segundo o coordenador de Criação de Unidade de Conservação do ICMBio (COCUC), Aldízio de Oliveira Filho, essa alteração foi feita com base no objetivo do Revis, que é proteger os ambientes naturais onde se asseguram condições para a existência ou reprodução de espécies ou comunidades da fauna e flora local residente ou migratória.

                                      Para Aldízio, no caso do Arquipélago de Alcatrazes “o refúgio de vida silvestre é a categoria ideal em virtude da grande quantidade de espécies insulares ( característica das ilhas) endêmicas e migratórias que utilizam as ilhas para abrigo e reprodução”. Segundo ele, a proposta de parque nacional tinha por base o incremento da visitação tanto nas áreas das ilhas, como nas áreas de mergulho, no seu entorno. Porém, como essas áreas estão sujeitas às fragilidades e as áreas de mergulho eram anteriormente local de exercícios militares com munições, não seria possível a sua abertura de imediato, o que tornou a categoria parque nacional menos adequada.

                                      A consulta pública, para a criação da unidade foi realizada em 30 de março de 2011, na cidade de São Sebastião. Inicialmente foi proposta a criação de um Parque Nacional Marinho em virtude do interesse local na visitação e utilização do arquipélago para atividades de mergulho, sendo proposta uma área de cerca de 21 mil hectares.

                                      Em 2014 novas tratativas foram realizadas junto à Marinha do Brasil, que culminaram com a alteração da categoria da proposta para de Refúgio de Vida Silvestre e a ampliação da área para cerca de 67 mil hectares, aumentando em três vezes a área protegida.

                                      Fonte e foto Comunicação/ICMBio

                                       

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                                        Edição comemorativa

                                        Por: Redação -

                                        O novo modelo da lancha Squalus, do estaleiro paulista Levefort, chega com diversas modificações em comemoração aos 30 anos da edição. O layout interno foi modificado e ganhou acessórios exclusivos, deixando a embarcação mais confortável e também apta à prática da pesca com iscas artificiais. Na proa, há uma plataforma com caixa e suporte para bateria e um porta objetos.

                                        No costado, foi introduzido um suporte de varas em EVA, que pode transportar até três conjuntos montados. Em cada “posto de pesca” há um exclusivo suporte para iscas artificiais com Lure Pad, com capacidade para até seis iscas cada um, permitindo a troca rápida das mesmas durante as pescarias. Dois bancos mais largos podem ser usados também como plataformas de pesca.

                                        O Novo Squalus Edição 30 anos, também está equipado com um exclusivo porta celular/smartphone e mais um suporte para motor elétrico na popa, com caixa de bateria; facilitando também seu uso por pousadas e guias de pesca. Para maior conforto térmico e acústico, todos os bancos e o piso receberam acabamento em EVA antiderrapante de alta qualidade, com certificação ISO 9001.

                                        O modelo está disponível nas versões 500, 550, 600 e 600 PRO.

                                        Fotos Divulgação

                                         

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                                          Desafiando limites

                                          Por: Redação -

                                          Assim como os brasileiros, os velejadores de outros países sabem que a Baía de Guanabara guarda segredos e revela surpresas, de fato, inesperadas para quem singra suas águas. Nem todos os atletas gostam de dar entrevistas na fase de preparação ou, então, sem agendamento prévio com o comando de seus times e assessores de imprensa. Faz todo o sentido, porque estão focados nos treinos. Alguns, no entanto, não se furtaram a comentar sobre o que têm visto na área de provas da vela desta Rio-2016.

                                          “Eu amo velejar aqui, é espetacular. O único problema é, mesmo, a sujeira”, opinou Luke Ramsay, skipper do barco canadense na Nacra 17. Na terça-feira, dia 2, ele treinava na Marina da Glória, na companhia do técnico, Ian Andrewes, já que sua proeira (lembrando que esta é uma classe mista), Nikola Girke, ainda não havia desembarcado no Rio. Ramsay ficou impressionado com o dinamismo da raia carioca. “O vento engana você porque muda a cada momento, vindo dos morros, em diferentes direções. Então, é difícil prever o que vai acontecer”, descreveu. E cravou: “Se você quer ser um bom velejador, veleje aqui, porque vai enfrentar todas as condições possíveis”.

                                          O sueco Max Salminem (foto 1) chega ao Brasil supercredenciado — ganhou o ouro na classe Star, em Londres-2012, ao lado de Fredrik Lööf. Com a exclusão dessa categoria dos Jogos Olímpicos, Salminem migrou para a Finn, a mesma do brasileiro Jorginho Zarif. E, agora, tenta repetir o feito londrino, só que sozinho. Além de mudar de classe, o desafio para ele é ainda maior, considerando que apenas dois suecos conseguiram medalhas olímpicas na Finn: Rickard Sarby, em Helsinque-1952, e o ex-parceiro Lööf, em Sidney-2000. “Estou muito feliz de estar onde estou hoje, porque foi uma longa jornada, incluindo mudança de classe”, disse ele, que considera a Baía de Guanabara diferente, uma vez que se veleja perto dos morros e, por causa disso, “há uma série de truques locais que é preciso aprender”. “Dentro da baía, você pode estar em águas calmas ou agitadas e, fora dela, enfrentar grandes ondas”, analisou. “Não temos esse cenário na Suécia.”

                                          Próximo dele, na manhã de hoje, o britânico Giles Scott (foto 2) preparava seu barco para ir para a água. “Estou atrasado”, disse ele, que não tem fama de ser paciente. Tetracampeão mundial na classe Finn, Scott é uma das maiores esperanças de medalha de seu país. Tanto que a imprensa inglesa considera que é o momento para que ele saia da “sombra” de Ben Ainslie, detentor de quatro medalhas de ouro e uma de prata, nas categorias Finn e Laser. Scott perdeu para Ainsle a disputa pela vaga em Londres-2012 e, agora, vive sua primeira oportunidade olímpica — e não quer desperdiçá-la. “Estar em uma Olimpíada é tudo o que um velejador persegue. E, como eu nunca pude estar em uma antes, quero estar pronto para vencer”, resumiu.

                                          As competições de vela tomarão as raias da Marina da Glória a partir da segunda, 8, e irão até quinta-feira, 18. Os primeiros medalhistas serão conhecidos no domingo, dia 14. Outros grandes nomes da vela, como o australiano Mathew Belcher (foto 3), ouro em Londres-2012 e pentacampeão mundial na classe 470 Masculino, estarão dando tudo de si na água, em busca do pódio.

                                           

                                          Fotos Divulgação

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                                            Stella

                                            O estúdio de design turco Red Yacht Design apresentou seu mais novo conceito: um iate futurista de 50 metros. Desenhado especialmente para Mengi-Yay Yachts, Stella – como é chamado – possui estilo exterior de alto desempenho e foi projetado para oferecer espaço e conforto. Possui casco de aço e superestrutura de alumínio, para aumentar a estabilidade, e pode alcançar uma velocidade de 24 nós, com um alcance de 3000 nm.

                                            O modelo contará com área privada para o proprietário, incluindo a suíte master, spa, piscina e varandas laterais que permitem fácil manuseio. Quatro camarotes para hóspedes ficarão no convés inferior, além de alojamentos para a tripulação. Ampla piscina, solários e armazenamento para brinquedos, jets e concurso também completarão o iate, que deverá ser construído em dois anos.

                                            Foto: Divulgação

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                                              Por: Redação -

                                              A Da Fonte Náutica apresenta nova localização em Recife (PE), na Avenida Marechal Mascarenhas de Morais, número 4115, Imbiribeira. Agora com mil metros quadrados, a concessionária BRP unificou a comercialização dos produtos e os serviços completos de pós-venda e um único endereço, estrategicamente situado no caminho do aeroporto e das principais vias de acesso da capital pernambucana.

                                              “Continuamos em uma região nobre, porém com muito mais estrutura para receber os clientes das motos aquáticas Sea-Doo e dos veículos Can-Am. Na loja anterior, tínhamos 200 metros quadrados de espaço físico e uma oficina em outro endereço. Agora, com espaço muito maior, podemos oferecer todos os serviços unificados e ainda mais conforto”, explicou Fernando Da Fonte, proprietário da Da Fonte Náutica.

                                              Além das 12 vagas de estacionamento e da ampla fachada, a loja chama as atenções de imediato por conta do show room externo de 60 metros quadrados. “É impressionante como os produtos BRP atraem as atenções, todos os que passam na frente na loja, seja a pé ou de carro, viram o pescoço para admirar. Os produtos são um grande convite para entrar e conhecer a loja, que conta com grande movimento por estar localizada em um importante ponto que dá acesso a todas as regiões de Recife e ainda está a apenas um quilômetro do aeroporto.”

                                              A nova concessionária oferece test drives regularmente, com a facilidade de fazer agendamento, e ainda serve como ponto de encontro dos eventos promovidos pela Da Fonte Náutica. “Temos uma comunidade grande e muito unida das motos aquáticas e realizamos passeios com frequência. Pernambuco também tem muito potencial para os quadriciclos, UTVs e roadsters da Can-Am, acreditamos que ainda há muito o que conquistar neste segmento”, concluiu Da Fonte.

                                              Da Fonte Náutica
                                              Novo endereço: Avenida Marechal Mascarenhas de Morais, número 4115, Imbiribeira, Recife (PE)
                                              Telefone: 81/3325-1022
                                              Horário de funcionamento: De segunda a sexta-feira, das 9h às 18h; Aos sábados, das 9h às 13h.

                                               

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                                                Por: Redação -

                                                A três dias da Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, o clima para o maior evento multiesportivo do mundo aumenta por conta do revezamento da tocha olímpica. Nesta terça-feira (2), Saquarema, Rio Bonito, Tanguá, Itaboraí, São Gonçalo e Niterói foram palco da passagem da chama olímpica durante o dia, nesta ordem. Neste momento histórico, 26 condutores indicados pelo Bradesco, patrocinador do evento, carregaram a tocha nos seis municípios fluminenses, entre eles, dois medalhistas olímpicos da vela: Lars Grael e Clínio Freitas.

                                                Dono de grande história de superação, Lars coleciona inúmeras vitórias dentro e fora das águas. Mesmo depois de sofrer grave acidente, que culminou na mutilação de uma de suas pernas, Grael não se afastou dos esportes e voltou a velejar. A sua determinação o tornou em um atleta medalhista olímpico. Ele faturou duas medalhas de bronze (Seul, em 1988, e Atlanta, em 1996).

                                                Em Niterói (RJ), cidade que o acolheu e faz parte da sua trajetória vencedora, Lars Grael teve o privilégio de conduzir a tocha olímpica e a honra de acender a pira olímpica. Emocionado, o atleta recobra o seu passado e enaltece o momento especial no maior evento multiesportivo do mundo.

                                                “Eu represento todas as pessoas que tiveram um ideal na vida, um sonho e, hoje, após participar de seis Olimpíadas, sendo quatro como atleta, eu me sinto representando toda uma nação brasileira, mostrando uma imagem de superação e otimismo. Nada melhor do que a referência do esporte. Para todos aqueles que impactaram em minha vida, a minha família, a herança que tivemos na paixão pelo mar, da cumplicidade do vento, chegar neste momento mágico de carregar a chama olímpica e acender a pira em Niterói é um motivo de orgulho muito grande”, comentou Lars.

                                                Lars, convidado pelo Bradesco, coroou a sua participação com a presença do também medalhista olímpico Clínio Freitas, indicado por Grael para conduzir o símbolo olímpico na campanha. Amigos e velejadores há mais de 30 anos, reúnem grandes histórias juntos e acrescentaram o revezamento da tocha olímpica no currículo.

                                                Medalhistas de bronze em Seul, ambos também recordam de uma passagem marcante na vida. Em 1998, quando Lars foi atropelado por um barco, Clínio foi quem o resgatou do mar. Presente em Olimpíadas como atleta, técnico e dirigente, teve a oportunidade de conduzir o símbolo da chama olímpica.

                                                Em dia de grandes histórias da vela, Walmir das Neves, indicado de Torben Garel, foi outro condutor na cidade de Niterói. Neves tem grande ligação com a família Schmidt Grael, sendo amigo de Preben Schmidt, avô de Lars Grael.

                                                A chama olímpica volta às ruas do Rio de Janeiro na quarta-feira (3), quando Duque de Caxias, São João de Meriti, Nilópolis, Belford Roxo e Nova Iguaçu recebem os condutores do Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016.

                                                O Revezamento da Tocha começou em 3 de maio de 2016. Durante 95 dias, vai percorrer mais de 300 cidades, em todos os estados. Cerca de 12 mil pessoas irão participar, até a chegada da tocha ao Maracanã, no dia 5 de agosto, para o acendimento da pira olímpica na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

                                                Veja as fotos:

                                                Fotos Bradesco/William Lucas/Divulgação

                                                 

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                                                  Os primeiros alvos da Seabin são marinas, portos e clubes, a origem de muita poluição que vai para o oceano. E, segundo os criadores, como peixes não costumam ficar na superfície e em bordas de locais como esses, é bem possível que eles não sejam afetados pela lixeira. Seabin firmou uma parceria com a Poralu Marine, empresa francesa de instalações para marinas, para o desenvolvimento, fabricação e distribuição mundial de Seabin, com a primeira unidade prevista para o fim deste ano.

                                                  Assista ao vídeo e veja como a Seabin funciona para retirar o lixo da água:

                                                  Foto: Reprodução

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                                                    02/08/2016

                                                    Com foco no aproveitamento dos espaços externos, a nova Cimitarra 640 foi projetada na Itália e teve o design inspirado na Cimitarra 760, a maior lancha do estaleiro gaúcho Cimitarra. Com comprimento total de 18,65 metros, a Cimitarra 640 terá duas versões, flybridge e Sundeck — este último um fly reduzido para dar espaço a um enorme teto solar na área de comando — e motorização dupla IPS ou pé-de-galinha.

                                                    O São Paulo Boat Show 2016 acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

                                                    Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

                                                    Foto Divulgação

                                                     

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                                                      O que tinha de ser feito em termos de preparação, de Londres-2012 para cá, está feito. A menos de uma semana do início das regatas na Baía de Guanabara, marcadas para a próxima segunda, dia 8, os atletas que compõem o Time Brasil afinam o discurso em relação ao desempenho na raia. Eles receberam a imprensa hoje de manhã, na Escola de Educação Física do Exército (Esefex), na Urca, uma das bases oficiais de treinamento do Time Brasil, para uma última sessão de entrevistas antes da Rio-2016.

                                                      “Todo mundo vem treinando há quatro ou até cinco anos para a Olimpíada e, aqui, quer fazer o seu melhor”, destacou Samuel Albrecht, que, ao lado de Isabel Swan, vai tentar chegar a uma medal race (regata valendo medalha), na Nacra 17. “Esse será nosso primeiro objetivo e, a partir daí, por querer sempre mais, a gente pode pensar em uma medalha”, emendou ele.

                                                      Na opinião de Fernanda Oliveira, que faz dupla com Ana Barbachan na classe 470 Feminino, todas as equipes vêm se preparando muito. “Creio que, desde que o Rio foi eleito sede dos Jogos (a escolha ocorreu em outubro de 2009; portanto, há quase sete anos), todos que tinham intenção de vir para cá, de uma certa forma, voltaram seu foco para essa preparação. Então, na raia, será tudo de igual para igual”, avaliou ela. Para Ana, o que vai fazer diferença, daqui para a frente, não é uma possível pressão da torcida por resultados, já que o Time Brasil concorre em casa, e sim a pressão delas mesmas por uma boa performance. “Nosso papel é estarmos preparadas para todas as condições possíveis, e foi o que fizemos até aqui”.

                                                      É essa a visão também de Jorge Zarif, da Finn. “Pode ter certeza de que todo mundo que veio para cá está preparado para várias condições”, comentou ele, fazendo, porém, uma ressalva. “A Baía de Guanabara tem o poder de surpreender você todos os dias, e uma maré mais cheia, por exemplo, pode dificultar a escolha de caminhos e facilitar as coisas para nós, brasileiros. Mas é muito difícil de prever”, disse ele, que veleja nessas águas desde os 8 anos de idade — atualmente, está com 23. “Até me considero um pouco carioca”, brincou o velejador paulista.

                                                      Já Patrícia Freitas, da categoria RS:X Feminino, se valerá da forte expectativa dos brasileiros por medalhas para dar um gás a mais na água. “A gente está em casa e eu estou animada com isso”, declarou. “Na Olimpíada, muita gente perde a cabeça e eu estou conseguindo manter a calma”, completou ela, que alterna períodos de treinos na Baía de Guanabara com sessões de ciclismo e mountain bike por trilhas cariocas, três vezes por semana, a fim de reforçar a parte física — o windsurf é uma modalidade que cobra um alto tributo dos atletas nesse quesito.

                                                      “Cada um vai dar o seu melhor e é possível que consigamos medalhas, mas não será fácil”. As palavras são de Torben Grael, coordenador técnico da Equipe Brasileira de Vela, que, se por um lado não vê vantagem no fato de nossos atletas participarem de uma disputa em casa (“As principais equipes estão treinando aqui desde 2012”, pontuou), por outro, anima-se com o fato de a Baía de Guanabara ter muitas particularidades — ressalte-se, não encontradas em outras raias olímpicas ao redor do mundo. “A baía é superdinâmica, volátil. Ela muda muito”, afirmou, acrescentando que o comportamento dessas águas nada previsíveis vem sendo monitorado há anos e, agora, em função da Rio-2016, esse trabalho foi intensificado.

                                                      A vela é a modalidade com o maior número de medalhas de ouro olímpicas na história do esporte do Brasil — seis — e, ao todo, os velejadores brasileiros já conquistaram 17 medalhas em Jogos Olímpicos.

                                                      Fotos Fred Hoffmann/Divulgação

                                                       

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                                                        Schaefer na rede

                                                        Por: Redação -

                                                        A tecnologia e inovação da Schaefer Yachts não aparecem somente nos barcos criados e fabricados pelo estaleiro. O reformulado site da empresa catarinense agora traz novas formas de interatividade com o público e deixa os clientes ainda mais próximos dos diferenciais da marca com um site responsivo – se adapta automaticamente ao formato de tela e resolução usadas no equipamento do usuário, contando também com ferramentas inovadoras. Basta conferir no endereço schaeferyachts.com.br.

                                                        Novos vídeos, fotos internas em 360 graus, detalhes dos barcos, opções por seminovos, notícias, novidades, pontos de assistência técnica, representantes e eventos do estaleiro estão à disposição na web para que os amantes da náutica e da excelência dos produtos da Schaefer Yachts sejam assimilados perfeitamente pelos internautas. A ideia é proporcionar uma imersão completa no mundo das linhas Phantom e Schaefer, que respondem por barcos entre 30 e 83 pés.

                                                        Completando a comunicação virtual, a Schaefer Yachts também dispõe de interatividade via redes sociais e também no hot site Você de Phantom, onde os usuários podem receber informações exclusivas, além de divulgar condições especiais para os interessados entrarem neste mundo único.

                                                        Imagem Norton José/Divulgação

                                                         

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                                                          Com lançamento previsto para este ano, Kilkea é o mais novo projeto de Shackleton Superyachts & International Shipbuilders e foi projetado para ter autonomia em 30 dias de cruzeiro, um verdadeiro iate explorador. Seu design exterior foi desenhado por Bannenberg & Rowell e acomoda até 36 convidados em pernoite.

                                                          O modelo eco-friendly possui baixo consumo de combustível, segundo seus idealizadores, e oferece amplos espaços, incluindo piscina, campo de golfe e de tênis, jardim interior, cinema privado, garagem para submarino, sala de observação subaquática e heliponto.

                                                          Foto: Divulgação

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                                                            Com 35 mil metros quadrados, 100 expositores e expectativa de público de 41 mil pessoas, acontece de 6 a 11 de outubro a 19ª edição do São Paulo Boat Show, maior salão náutico indoor da América Latina. Reconhecido pelas novidades que apresenta e pelo volume de negócios que ativa, o evento investe em todos os segmentos do mercado náutico brasileiro: luxo, lazer, mergulho, acessórios, inovações para navegação, entre outros. O evento acontece simultaneamente com o PADI Dive Festival, o mais completo evento de mergulho da América Latina.

                                                            São 8500 quilômetros de costa atlântica navegáveis e mais de 45 mil quilômetros de rios, baías e lagos também navegáveis, o que torna o mercado náutico do Brasil um dos maiores do mundo. Dos 26 estados brasileiros, somente nove não têm acesso ao mar, porém todos estão perto de grandes rios navegáveis. Daí a relevância do São Paulo Boat Show, evento que reúne toda a cadeia produtiva do mundo náutico e traz para o País o que há de mais avançado no mercado.

                                                            O idealizador e presidente do evento, Ernani Paciornik, está otimista e tem boas expectativas para o salão deste ano. “O São Paulo Boat Show sempre alavanca as vendas do mercado náutico nacional. O evento é uma vitrine para os expositores mostrarem suas novidades e um ponto de encontro entre as empresas e os compradores. As vendas e negociações ultrapassam os dias de evento, e vão se concretizando nos meses seguintes, sendo favorecidas pela chegada do verão brasileiro”, diz Paciornik.

                                                            Pelo segundo ano consecutivo, os visitantes do São Paulo Boat Show também terão acesso ao PADI Dive Festival, maior e mais completo evento de mergulho da América Latina, que acontecerá simultaneamente ao salão.  A atração terá o que há de mais moderno no mercado de mergulho. Além dos produtos apresentados, o evento contará com palestras de profissionais do mergulho, turismo, ecologia, biologia, entre outros. Ponto de encontro certo para quem busca tudo para o seu próximo de destino de mergulho.

                                                            Lanchas e o que há de melhor em motores, navegabilidade, decoração, conforto e tecnologia; um dos jets mais potentes do mundo com motor de 300 hp; motores de grande potência controlados apenas por joysticks e controle remoto, e a primeira antena de radar Wi-fi do mundo são algumas das novidades que o São Paulo Boat Show irá apresentar em sua 19a edição.

                                                            Como já é tradição no São Paulo Boat Show, o Espaço dos Desejos vem para coroar o evento com produtos dos sonhos, e em 2016 não poderia ser diferente. Em um ambiente de requinte e glamour, serão expostos os mais cobiçados lançamentos do mercado de luxo, como automóveis, joias, artigos de aviação, decoração, eletrônicos de última geração e serviços personalizados, que mostram que elegância e inovação navegam juntos com os barcos de ponta do mundo náutico.

                                                            A partir deste ano, o São Paulo Expo, mais moderno centro de convenções da cidade, passa a recepcionar o São Paulo Boat Show com atrativos como as facilidades da sua localização (está a cerca de 10 minutos do Aeroporto de Congonhas e do Rodoanel Mário Covas, assim como a distância de 750 metros da estação de metrô Jabaquara e na rodovia Imigrantes), e o maior edifício garagem da América Latina, com 5 mil vagas, das quais 4500 são cobertas.

                                                            “Se o ano passado, comemoramos um aumento de 35% na expectativa de vendas que tínhamos para o SPBS, com as melhorias na localização deste ano, estimamos que 2016 seja mais um marco de sucesso dessa classe empresarial ousada que se reúne no setor náutico. Em 2015, o setor não se acuou com a crise. Tivemos o maior número de lançamentos da história do Boat Show e a aposta dos expositores garantiu o retorno a todos. Com o novo espaço, sei que surpreenderemos ainda mais o público com a diversidade de opções e inovações que serão oferecidas”, comenta Ernani Paciornik.

                                                            Além disso, a localização na Rodovia dos Imigrantes é um grande diferencial na chegada das embarcações, pois facilita muito o acesso evitando que circulem nas avenidas de grande tráfego, além do local estar fora do perímetro do rodízio da cidade.

                                                            A mudança projetada pelos organizadores do São Paulo Boat Show visa manter a contemporaneidade da história do salão e a crescente evolução do evento que começou com o intuito de organizar e promover o setor náutico e se tornou, aliado ao Rio Boat Show, o maior pico de negócios do segmento no ano desde 1998. Atualmente, ambos salões representam 50% das vendas que ocorrem no segmento durante o ano.

                                                            Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

                                                            Imagens Divulgação

                                                             

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