Exclusive Preview

Por: Redação -
21/07/2016

Durante o Salão Náutico Marina Itajaí, que começa hoje, na cidade catarinense de Itajaí, a Azimut Yachts apresentará, em primeira mão, aos visitantes do evento, o iate Azimut Verve 40 que será lançado oficialmente no Newport International Boat Show em setembro deste ano.

Além disso, nesta sexta-feira às 19h30, a diretoria da Azimut Yachts reunirá clientes e convidados em seu estande, no Salão Náutico catarinense, para um coquetel de apresentação do iate esportivo que será exposto em vaga seca.

“Estamos satisfeitos com a excelente aceitação da Azimut Verve 40, com mais de 15 encomendas ao mercado norte americano. No Salão Náutico Marina Itajaí será uma ótima oportunidade de mostrar aos nossos clientes brasileiros, através de uma “exclusive preview”, toda a esportividade, conforto e tecnologia desse novo iate, antes do lançamento nos Estados Unidos. Temos certeza que o mercado brasileiro e demais países do mundo também se encantarão com esse novo produto da marca”, destaca o diretor comercial da Azimut Yachts Francesco Caputo.

A embarcação esportiva começou a ser fabricada no início deste ano na filial brasileira da Azimut Yachts. Com um design arrojado, a Azimut Verve 40 tem mais de 12,5 metros, é  ideal para quem gosta de maiores velocidades, sem deixar de lado o conforto característico da marca. Através dos 3 motores de popa Mercury de 350 hp cada, atinge velocidades superiores a 48 nós (aproximadamente 100 km/h). Tem pavimento principal aberto, com hard top; moderno e tecnológico posto de comando, e espaços dedicados ao lazer. Solário na proa, espaço gourmet com grill, cooktop, pia, geladeira embutida e armários para armazenamento são mais algumas características.

O pavimento inferior conta com uma cabine, banheiro e cozinha. Itens nobres compõem o mobiliário, além acabamentos de alto padrão.

Imagem Divulgação

 

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    Mundial de Motonáutica

    Por: Redação -

    Com uma diferença de 11,72 segundos, o tricampeão mundial de motonáutica Alex Carella, do Team Abu Dhabi, venceu o finlandês Filip Roms, da equipe Victory Team’s Shaun Torrente no 20º Grand Prix of France de Motonáutica.

    O evento reuniu milhares de espectadores na orla de Evian e as equipes prestaram homenagem às vítimas da recente tragédia de Nice com fitas pretas nos barcos. Representantes das principais federações de motonáutica também estavam presentes.

    A competição faz parte da UIM F1H2O World Championship, o campeonato mundial de motonáutica, que tem o mesmo formato da F1, agora os barcos super velozes seguem para Portugal, na etapa de Portimão. O Grand Prix português acontece entre os dias 30 e 31 de julho.

    Foto Divulgação

     

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      Começa hoje

      Por: Redação -

      Começa hoje, 21, e segue até domingo, 24, a primeira edição do Salão Náutico Marina Itajaí. O evento que acontece no município de Itajaí – um dos polos náuticos do estado – contará com opções de embarcações para variados tipos de navegadores e bolsos. Com este objetivo o Sebrae de Santa Catarina é presença confirmada com estande coletivo com outros 7 estaleiros com exposição de barcos em vagas secas e alguns deles estarão à disposição para test-drive.

      “Nossa intenção é mostrar para os visitantes do evento que mesmo com a crise existente há bons ventos no mercado náutico. Para isso reunimos alguns estaleiros para apresentar opções de embarcações que poder servir de acesso ao mundo náutico”, explica a consultora Juliana Mello Ferreira.

      Durante o evento uma equipe de consultores do Sebrae/SC realizará um mapeamento das empresas da cadeia produtiva náutica da região para desenvolver um relatório sobre como tem atuado. Em 2013 um Estudo Setorial da Indústria Náutica Catarinense, também realizado pela instituição, apontou que Santa Catarina possuía 48 empresas responsáveis pela construção de embarcações de esporte e lazer representando 13,45% do total de empresas do país.

      “Santa Catarina já é o segundo polo náutico nacional, superado apenas pelo estado de São Paulo. Além de ser o segundo maior estado na produção de embarcações, é responsável por 32% dos empregos gerados do setor. A competitividade da indústria náutica catarinense é reconhecida nacionalmente por seu parque fabril náutico, pela existência de diversas empresas da cadeia produtiva náutica, pelas condições geográficas com mais de 500 quilômetros de costa, pela capacidade de empreendedorismo do catarinense, pela existência de entidades de apoio ao setor, o que nos torna o paraíso náutico brasileiro”, explica o Gestor dos Projetos Náuticos do Sebrae/SC, Roberto Tavares.

      Com objetivo de gerar negócios e apresentar produtos e serviços que compõe a cadeia náutica, além de complementar o desenvolvimento do polo náutico catarinense, o Salão Náutico Marina Itajaí apresentará de pequenas embarcações e luxuosos iates de mais de 80 pés de renomados estaleiros nacionais e internacionais. Entre os expositores, também estarão presentes opções de motores, acessórios, decoração, despachantes, moda náutica, serviços financeiros e outros. A gastronomia será mais um destaque com opções da culinária nacional e internacional, champanhes e espumantes. A expectativa da organização é movimentar mais de R$ 40 milhões em negócios e reunir cerca de 5 mil visitantes.

      Quem fizer o cadastramento antecipado pelo site salaonauticomarinaitajai.com.br terá o acesso gratuito no evento.

      Foto Divulgação

       

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        Turismo náutico

        Por: Redação -

        La Cruz de Huanacaxtle, um povoado tradicional de pescadores, é conhecido como a capital náutica da Riviera Nayarit, onde se pode chegar de jet, de veleiro, de iate e até mesmo a bordo de um minicruzeiro de 400 pés. Com mais de 350 deques, cada qual com serviços de alta qualidade, a marina é uma das mais modernas e desenvolvidas do México. O destino oferece opções de esportes náuticos, como barco a vela, pesca esportiva, windsurfe e passeios de iate.

        No local, é possível curtir inesquecíveis passeios de barco, nadar com golfinhos, praticar snorkel, mergulho e até observar baleias jubarte, entre outras opções. Riviera Nayarit foi a primeira marina a obter o selo Bandeira Azul de sustentabilidade ambiental, um dos mais importantes do mundo.

        Localizado no Pacífico mexicano, o destino tem acesso por terra e ar e as melhores opções de hospedagem são uma vila de luxo pé na areia e acomodações nas montanhas. A porta de entrada para o mundo da vela é o International Sailing Academy La Cruz. O Yacht Club oferece aulas de vela para crianças, jovens e adultos.

        A Riviera Nayarit proporciona uma ampla gama de atividades graças à sua diversidade natural e infraestrutura. Praia, mar e montanha são cenários privilegiados para passeios e prática de atividades esportivas. Sayulita e toda a costa de Nayarit são propícias para o surfe e o Stand Up Paddle. Quem gosta de nado em águas abertas, pode se exercitar com total segurança na Baía de Banderas, protegida de correntes fortes. Com orientação de instrutores profissionais qualificados, é possível mergulhar em águas profundas e frequentar cursos profissionalizantes com certificação.

        Foto: Divulgação

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          É recorde!

          Por: Redação -
          20/07/2016

          O brasileiro Thiago Silva acaba de vencer a Great Pacific Race, uma competição em que os participantes atravessam a remo o Oceano Pacífico, da Califórnia ao Hawaii. O atleta teve o suporte dos treinadores e técnicos do Vasco da Gama, que desenvolveram um treinamento específico para a prova. Sua equipe, formada também por representantes da Islândia, França e Estados Unidos, bateu recorde de menor tempo de travessia, passando 39 dias, 9 horas e 56 minutos no mar até chegar a Waikiki, superando a marca anterior de 43 dias, 7 horas e 39 minutos.

          Depois de mais de um mês no mar, Thiago, o francês Cyril Derreumaux, o islandês Fiann Paul e o americano Carlo Facchino, formando a equipe “Nações Unidas”, foram os primeiros a finalizar a competição, na madrugada de ontem. A distância entre Monterey, na Califórnia, e Waikiki, no Hawaii é de 2400 milhas, cerca de 3862 quilômetros, mas o quarteto percorreu cerca de 4231 quilômetros pois não foi possível realizar o trajeto em linha reta. Os rapazes entraram para o Livro dos Recordes, ultrapassando a marca anterior em 3 dias, 19 horas e 19 minutos.

          Foto: Divulgação.

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            Classe reconhecida

            Por: Redação -

            Não há quem frequente o meio náutico que não conheça ao menos um marinheiro particular. Mas você sabia que esse profissional só existe na informalidade? “Ele é registrado como zelador, jardineiro, vigia ou qualquer outra função que nada tem a ver com sua atividade”, atesta o deputado federal João Paulo Papa. Velejador com base em Santos, no litoral paulista, cidade da qual foi prefeito entre 2005 e 2012, Papa reuniu em um só texto, chamado de substitutivo, dois projetos de lei (o nº 5.812 e o nº 6.106, ambos de 2013, de autoria de outros dois parlamentares e que se encontravam parados na Câmara dos Deputados), a fim de reconhecer a profissão de marinheiro de esporte e recreio — aquele que possua habilitação para conduzir em­barcações de esporte e recreio em caráter não comercial e seja contratado para esse fim. Após ser aprovado na Comissão de Viação e Transportes, da qual Papa foi relator, o PL atual passará por outras três comissões. Se aprovado, vai virar lei e tirar o ofício da clandestinidade, o que poderá acontecer ainda este ano.

            Ao contrário do que foi publicado na seção 5 Perguntas da edição deste mês de NÁUTICA, a lei não versa sobre remuneração. “Isso vai resultar de negociações entre as partes e acordos sindicais”, esclarece o deputado Papa. No entanto, o marinheiro particular passará a ter uma série de benefícios, a começar de um seguro obrigatório, custeado pelo empregador, independentemente de a embarcação ser segurada. Além disso, o texto prevê que o treinamento deste profissional será de responsabilidade do proprietário da embar­cação, “o que é de interesse do próprio dono de barco”, frisa Papa, porque, “havendo pessoas mais qualificadas, haverá maior segurança na condução das embarcações”. Na opinião do deputado, este movimento é muito saudável, pois “vai contribuir, inclusive, para a expansão do setor náutico”.

            Com 8,5 mil km de costa e 50 mil km de vias navegáveis, o Brasil tem na navegação de esporte e recreio uma dinâ­mica fatia da sua economia. O Estudo Indústria Náutica Brasileira – Fatos & Números, de 2012, assinado pela Acobar, entre outras entidades, atesta a capacidade de geração de empregos do se­tor: as estruturas de apoio náutico geram 7 mil empregos diretos e 5 mil temporários; as marinas são a base de trabalho de 9 mil marinhei­ros particulares e seus auxiliares, funcionários contratados e pagos pelos proprietários de embarcações de médio e grande porte. E o documento informa, ainda, que há forte tendência de expansão dos negócios, incluindo neste âmbito a ampliação da força de trabalho.

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              Salão náutico

              Por: Redação -

              Azimut Yachts, Bayliner, Bersan Estaleiro, Chris Craft, Fibrafort, Intermarine, Schaefer Yachts e Sea Ray estarão expondo suas embarcações no Salão Náutico Marina Itajaí que começa amanhã, 21, no Sul do País. Esta é a primeira edição do evento que também vai receber estandes de produtos e serviços relacionados ao mercado náutico. A gastronomia também terá destaque no Salão que vai reunir de massas típicas italianas a hambúrgueres australianos. O restaurante Zephyr, de padrão internacional, instalado dentro da Marina Itajaí, terá opções de frutos do mar, carnes, massas e hambúrgueres.

              O Salão Náutico Marina Itajaí acontece entre os dias 21 e 24 de julho, das 11h às 21h, na Marina Itajaí, no município de Itajaí, Santa Catarina.

              Quem fizer o cadastramento antecipado pelo site salaonauticomarinaitajai.com.br terá o acesso gratuito no evento.

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                Cidade anfitriã

                Por: Redação -

                A cidade de Alicante, na Espanha, é a atual sede da organização da regata de volta ao mundo Volvo Ocean Race e porto de partida da competição e os organizadores acabam de anunciar que a cidade continuará com esse status até 2023, ou seja, além da edição 2017-18 da regata, outras duas edições terão Alicante como porto de partida. O Museu da Volvo Ocean Race também continuará em Alicante.

                “É muito emocionante ver todos reunidos aqui, mais de um ano antes da partida da próxima edição, para garantir que esta cidade desfrute de todo o potencial que é ser a anfitriã da nossa regata”, declarou Mark Tuner, diretor geral da Volvo Ocean Race.

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                  Banheiro a bordo

                  Por: Redação -

                  Seja onde for, quando a natureza chama, tudo o que se quer é um banheiro por perto. Mas, a bordo de certos barcos, nem sempre é possível ter esta comodidade, pela mais absoluta falta de espaço. Mesmo assim, de tempos para cá, os estaleiros decidiram investir em modelos que, mesmo de pequeno porte, tenham pelo menos um vaso sanitário a bordo. Com isso, até lanchinhas na faixa dos 20 pés passaram a ser equipadas com um “banheiro”, embora quase sempre isto se resuma a simples vasos, por razões de espaço.

                  De qualquer forma, esta conveniência agrada especialmente as mulheres e é bem útil quando se tem crianças pequenas a bordo, para quem é bem mais difícil esperar até chegar a um banheiro em terra firme. Por isso mesmo, virou item quase obrigatório entre os barcos para famílias. Contudo, há quem questione — e com justa razão, já que seu uso tende a ser esporádico e nada prático — se ter um banheiro é realmente necessário em todos os tipos de barcos. Que um toalete é sempre  bem-vindo, disso ninguém duvida, desde que o tamanho do casco comporte esta comodidade sem comprometer o resto do espaço.

                  NÁUTICA de julho traz alguns itens sobre o tema para ajudar você na escolha “com ou sem banheiro?”. Disponível nas bancas de todo o Brasil e na loja online.

                  Foto: Divulgação

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                    Raia Olímpica

                    Por: Redação -

                    Terminou na última segunda-feira no Iate Clube do Rio de Janeiro a segunda fase da Semana Internacional de Vela do Rio de Janeiro. Quatro classes estiveram na água, incluindo a Laser Standard, que teve Robert Scheidt como campeão, e a Finn, que viu Jorginho Zarif ficar com a prata.

                    A partir do dia 8 de agosto, Robert estará nas águas da Guanabara para a disputa da sua sexta e última olimpíada e a SIVRio serviu como um treino, dando mais confiança para o atleta, que brigará pela sua sexta medalha. A classe Laser Standard contou com 34 inscritos, de 24 países e mesmo vencendo apenas uma das oito regatas, Scheidt abriu 24 pontos de vantagem sobre o canadense Lee Parkhill.

                    Já Jorginho chegou a liderar a competição, porém uma desclassificação por conta de uma bandeira preta na sétima regata fez com que ele caísse para a segunda colocação, encerrando com a prata. O ouro ficou com o neozelandês Joel Junior.

                    Na Nacra 17, Samuel Albrecht e Isabel Swan acabaram não completando ou não largando em duas das 11 regatas disputadas e encerraram a participação em 9º lugar. O título ficou com o time dinamarquês comandado por Allan Norregaard.

                    Já na Laser Radial, Annalise Murphy, quarto lugar em Londres 2012, foi a grande vencedora. Fernanda Decnop, que também não largou ou não terminou três das oito regatas, ficou com a nona colocação.

                    Quem está na água é a turma do 470 masculino e feminino. A competição termina na sexta-feira, dia 22.

                    Fotos Fred Hoffmann/Divulgação

                     

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                      Onda ecológica

                      Por: Redação -

                      A Arcadia Yachts, estaleiro italiano que constrói iates ecologicamente corretos anunciou que irá produzir grandes embarcações com casco de alumínio entre 135 e 150 pés. A fabricante já tem projetos acima de 100 pés, mas em fibra de vidro irá anunciar os detalhes dessa novidade durante o Cannes Yachting Festival, que acontece em setembro. A empresa, que inclui grandes placas fotovoltaicas (para captação de energia solar) em seus projetos, lançou, no ano passado, o modelo Sherpa de 55 pés, o menor construído pelo estaleiro, e está apresentando a novidade pelo mundo.

                      O Sherpa (foto) foi projetado para cruzeiros diurnos no Mediterrâneo. Com 16,8 metros de comprimento por 5,5 metros de boca (largura), o modelo oferece ampla garagem e pode vir com layout de um, dois ou três camarotes. Em parceria com a Volvo Penta, a Arcadia Yachts desenvolveu um casco altamente eficiente. O iate vem com duas opções diferentes de superestrutura: uma plataforma aberta para o dia, e um salão que foi projetado para cruzeiro de longa distância. A embarcação também está equipada com estação de tratamento de água.

                      Veja imagens desta 55 pés ecologicamente correta:

                      Foto Divulgação

                       

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                        Novidade

                        Por: Redação -

                        O tradicional estaleiro paranaense Triton Yachts, que mantém planta na cidade de São José dos Pinhais e fabrica 15 modelos de lanchas de passeio, de 20 a 50 pés, acaba de anunciar uma grande novidade para agitar o mercado náutico. Acaba de comprar o estaleiro paulista Fishing, especialista em barcos de pesca com cascos robustos, projetados para navegar nas condições nem sempre tranquilas do nosso litoral. Fundada em 1992, a Fishing já fabricou mais de 2 000 lanchas, sendo 15 modelos, de 19 a 40 pés. Parte das lanchas é exportada para Europa, Estados Unidos, Oriente Médio e América do Sul.

                        Foto: Divulgação

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                          Na Espanha

                          Por: Redação -

                          Em 2016 a Copa del Rey Mapfre – tradicional evento de vela oceânica da Europa – chega à sua 35ª edição. Serão mais de 120 barcos de 20 países diferentes nas raias de Palma, destino turístico da Espanha. São seis dias de regata entre 1º a 6 de agosto. As categorias em disputa se dividem entre ORC 1, ORC 2, IRC 1, X-35, J80, Maxi 72, Swan 45 e GC32.

                          A maior aposta da temporada é na GC32, que conta com 11 catamarãs voadores. Equipes da própria Espanha, Rússia, Itália, Grã-Bretanha, França, Alemanha, Suíça, Portugal, Chile, Estados Unidos, Argentina, Polônia, Bélgica, Suécia, Mônaco, Japão, Holanda e Ilhas Virgens se inscreveram.

                          Foto María Muiña/Divulgação

                           

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                            Dragonship

                            Por: Redação -

                            Produzido pela britânica Pi Super Yachts, este trimarã híbrido conta com quatro deques e um espaço de 500 m² a bordo. Com 31,8 metros de comprimento e boca (largura) de 16 metros, em três cascos, Dragonship 30 é o mais recente modelo da empresa, que conta, ainda com modelos de 80 e de 25 metros. Pi Super Yachts vai oferecer, ainda, motorização para proporcionar uma velocidade máxima de mais de 35 nós, que pode ser aumentada com adicionais.

                            Foto: Divulgação

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                              Boa notícia

                              Por: Redação -
                              19/07/2016

                              A Superintendência de Segurança do Tráfego Aquaviário da Diretoria de Portos e Costas (DPC) registrou uma queda significativa de acidentes envolvendo motos aquáticas durante o primeiro semestre de 2016 em comparação ao mesmo período de 2015. Até o momento foram notificados 11 casos, contra 29 ocorridos nos primeiros seis meses do ano passado, o que representa uma redução de 60%. Cabe ressaltar que no período houve um acréscimo de inscrições de mais de 3% no quantitativo deste tipo de embarcação. Atualmente estão inscritas no Sistema de Gerenciamento de Embarcações (SISGEMB) da DPC um total de 89 566 motos aquáticas em todo o Brasil.

                              A Marinha do Brasil, por meio dos Distritos Navais e de suas 27 Capitanias, 14 Delegacias e 22 Agências espalhadas pelo País desenvolve um importante trabalho de conscientização junto à comunidade náutica. Estas Organizações Militares fiscalizam o tráfego aquaviário com o objetivo de alertar os condutores de embarcações de esporte e recreio e a população sobre os riscos de acidentes no mar e nas hidrovias, principalmente as embarcações de esporte e recreio.

                              Durante as ações de fiscalização, de caráter preventivo e instrutivo, os agentes da Autoridade Marítima distribuem material informativo e orientam os condutores a seguirem à risca os “10 Mandamentos da Segurança da Navegação”, que também podem ser visualizados na página da DPC clicando aqui.

                              Informações e foto Marinha do Brasil/Divulgação

                               

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                                Confirmado entre os dias 21 e 24 de julho, o Salão Náutico Marina Itajaí terá entre os destaques os barcos do estaleiro catarinense Schaefer Yachts. O evento acontece na marina do município de Itajaí, no litoral norte catarinense, e vai reunir produtos e serviços que compõem a cadeia do setor para geração de negócios, além de proporcionar aos visitantes experiências de alta gastronomia e lazer.

                                Entre as lanchas da Schaefer Yachts, produtos da linha Phantom e Schaefer – Schaefer 640, Schaefer 560, Phantom 500 Fly, Phantom 400, Phantom 375 e Phantom 30 3, este último grande sucesso do mercado nacional, com quase 1,5 mil unidades vendidas. A presença da indústria catarinense traz ainda mais visibilidade ao evento. São esperadas cerca de 5 mil visitantes durante os dias do Salão Náutico.

                                Foto Norton José/Divulgação

                                 

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                                  Pilotar sem quebrar

                                  Por: Redação -

                                  Se a forma como você pilota sua lancha for “radical”, pode apostar que, a médio prazo, sua conta na oficina também será. Mas isso não quer dizer que você esteja proibido de comandar seu barco com a velocidade e a agilidade que ele permite — basta não exagerar. Como tudo na vida, há uma medida certa. O importante ao pilotar um barco é saber usá-lo sem abusar, porque só assim ele — e, especialmente, o seu motor — irá durar mais. E o seu orçamento, também. A motorização é a parte mais diretamente afetada pelo jeito de pilotar. Mas poupar um motor não significa usar o barco o tempo todo em baixa velocidade. Lanchas, por exemplo, foram feitas para planar. Quando isso não acontece (ou seja, quando a velocidade fica abaixo do necessário para o planeio), o casco se arrasta — literalmente — na água, forçando demais o motor, apesar da baixa rotação. O correto é fazer o casco “descolar” da água de maneira gradual, mas o mais rápido possível. A NÁUTICA de julho traz uma série de dicas sobre o que fazer e o que evitar na hora de pilotar. Não perca! Nas bancas de todo o Brasil e, também na loja online.

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                                    Por: Redação -

                                    O estaleiro italiano Castoldi é especialista em barcos com propulsão a jato d’água, os famosos jet boats, e construiu o Jet Tender, um barco de apoio para grandes iates com esta propulsão, que promete ser um sonho de consumo para quem tem grandes iates. Com 10 metros de comprimento, o Jet Tender 33 Convertible tem capota tipo soft-hardtop que se abre ao toque de um botão, espaço para até 14 pessoas em confortáveis sofás e design digno de grandes lanchas.

                                    O Jet Tender é equipado com dois motores Yanmar de 440 hp a diesel. Os hidrojatos são do próprio estaleiro que desenvolve seu sistema desde 1964. Segundo o estaleiro, a embarcação pode alcançar a velocidade de até 49 nós, ou seja, cerca 90 km/h.

                                    Imagens Divulgação

                                     

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                                      Por: Redação -

                                      Com a primeira unidade vendida no fim do ano passado, o novo Mediterraneo 116, novo modelo de superiate do grupo italiano Benetti, poderá ser visto no Cannes Yachting Festival, salão náutico francês. Com 35,5 metros, a embarcação faz parte da linha Class Displacement e é considerado o primeiro da nova fase de design do estaleiro.

                                      Segundo o estaleiro, o foco principal do projeto é luminosidade e por isso o vidro está presente em grandes janelas que garantem a entrada de luz natural além de deixar o iate ainda mais bonito. Outro destaque de vidro é a grande porta que separa o salão da praça de popa que tem 2 metros de largura.

                                      Com três deques, o novo modelo possui sofás e mesas nos espaços de convivência abertos, além de solário, espreguiçadeiras e bar no nível superior. O Benetti 116 Mediterraneo será alimentado por motores MAN V12-1400 individuais, com uma velocidade máxima de 15 nós e um alcance de 3 000 milhas náuticas a uma velocidade de cruzeiro de 10 nós.

                                      Imagens Divulgação

                                       

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                                        Por: Redação -

                                        Terminou nesta quinta-feira, no Iate Clube do Rio de Janeiro, a primeira fase da Semana Internacional de Vela. O evento contou com a presença das classes 49er, 49erFx e RS:X masculino e feminino.

                                        Para os skiffs, a competição teve seis regatas bastante disputadas, que provaram que os times estrangeiros que vão para as Olimpíadas realmente fizeram a lição de casa quando o assunto é baía de Guanabara.

                                        Entre os homens do 49er, os australianos Nathan Outteridge e Iain Jensen ficaram com o título, desbancando os favoritos Peter Burling e Blair Tucke, da Nova Zelândia, que ficaram em terceiro. Os poloneses Lukasz Przybytek e Pawer Kolodzinski completaram o pódio, na segunda colocação.

                                        Já entre as meninas do 49erFX, o título ficou com as argentinas Victoria Travascio e Maria Sol Branz, medalha de ouro no Pan de Toronto. Martine Grael e Kahena Kunze, líderes do ranking mundial chegaram a vencer a última regata, porém uma desclassificação na segunda regata fez com que elas terminassem na quarta colocação geral.

                                        Para as pranchas, o quórum foi baixo, devido a um evento organizado pelos técnicos olímpicos na semana anterior e o título da feminina ficou com a brasileira Bruna Martinelli e na masculina com o venezuelano Daniel Flores.

                                        Nesta sexta-feira começou a segunda fase da competição, com regatas para as classes Nacra 17, Finn, Laser e Laser Radial.

                                        Confira os resultados completos clicando aqui.

                                        Foto Fred Hoffmann/Divulgação

                                         

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                                          A classe 29er ainda é pouco praticada no Brasil, mas já tem representantes no Mundial que acontece a partir do dia 24 de julho em Medemblik, na Holanda. A classe é destinada a jovens atletas que velejam em dupla, como na 49er.

                                          Os velejadores Breno Kneipp e Iam Paim, de Porto Alegre, são os representantes da classe masculina, e Helena van Swaay De Marchi e Nicole Buuck, de São Paulo, são as representantes da classe feminina.

                                          O Mundial de 29er acontece entre os dias 24 e 30 de julho no Centro Internacional de Vela de Medemblik, na Holanda, e terá 231 embarcações de 28 países na corrida pelo título.

                                          Foto Antônio Oliveira/Divulgação/Clube dos Jangadeiros

                                           

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                                            Um dos principais salões náuticos mundiais, o Cannes Yachting Festival, chega à sua 39ª edição e está marcado para acontecer entre os dias 6 e 11 de setembro, em Cannes, na encantadora Cote D’Azure, na França. São esperados mais de 50 mil visitantes de todo o mundo, que poderão desfrutar de todo o luxo do evento. Neste ano, o evento está com uma nova e exclusiva parceria com o Studio Harcourt Paris, que promoverá sessões de maquiagem e fotos para os visitantes e expositores. O Cannes Yachting Festival irá, também, por mais um ano consecutivo, sediar a competição Concours d’Elegance, que reúne embarcações antigas e modernas.

                                            Foto: Divulgação

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                                              Por: Redação -
                                              18/07/2016

                                              A Brunswick Boat Group Brasil acaba de anunciar a nomeação de Reinaldo Maykot como o diretor geral da unidade de Joinville, em Santa Catarina. A partir de hoje, Maykot assume a responsabilidade pela gestão do negócio no Brasil. O novo homem forte de Brunswick Brasil é formado em administração de empresas e engenharia mecânica, ambos pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com MBAs em comportamento organizacional e gestão de empresas.

                                              Durante 17 anos, Maykot atuou no Grupo Whirlpool, no Brasil, onde conquistou recentemente a vice-presidência de vendas e desenvolvimento de negócios. “Seu conhecimento técnico e a vasta experiência em estratégia de mercado serão significativos para continuar a expansão de mercado e impulsionar o sucesso do negócio Brunswick no Brasil”, anunciou oficialmente a Brunswick, que está no Brasil desde 2012, onde produz os barcos das marcas Bayliner e Sea Ray. Os barcos construídos em Joinville são distribuídos para todo o mercado nacional e exportação.

                                              O Grupo NÁUTICA, que edita a revista Náutica e e promove os Boat Shows de São Paulo e Rio, dá boas-vindas à Reinaldo Maykot e deseja grande sucesso na nova empreitada.

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                                                Por: Redação -

                                                Um veleiro de 110 pés tão leve e veloz que pode disputar grandes competições ao redor do mundo e ainda proporcionar muito conforto em grandes travessias, essa é a proposta do Nadir, a nova criação do escritório italiano Ferrari Franchi.

                                                Serão sete camarotes dentro da espaçosa cabine sem contar a área para a tripulação e uso de fibra de carbono para deixar a embarcação mais leve e veloz.

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                                                  Thiago Menezes, da Navetron, distribuidora dos geradores Kohler no Brasil acaba de receber o título de “Kohler Marine Service Trainer” que lhe dá status de representante oficial da fábrica aqui no Brasil. Com esse título Thiago Menezes pode treinar e certificar o pessoal de campo que faz instalações de geradores da marca. “Esse é um grande ganho para a Navetron que garantirá uma qualidade ainda maior nos nossos serviços Kohler”, comentou Augusto Forcione, diretor da Navetron.

                                                  Apenas seis outras pessoas possuem essa certificação no mundo, todas elas nos Estados Unidos, ou seja, Menezes é o único fora do país de origem da Kohler a receber o título dado a pessoas que não trabalham diretamente para a fábrica.

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                                                    Bruno Prada e Augie Diaz tiveram um bom desempenho durante o Campeonato Europeu da Classe Star, finalizado no último domingo (17), em Warnemunde, na Alemanha. A dupla conquistou a prata, com 25 pontos perdidos durante a competição.

                                                    Com o resultado, a dupla atinge o objetivo que tinha no início da competição, que era o de subir ao pódio e manter a boa série de conquistas dos últimos tempos. Bruno e Augie são os atuais campeões mundiais, graças ao título conquistado em Miami (EUA), em abril deste ano.

                                                    No primeiro dia de competição, venceram uma das três regatas realizadas. Nas demais, ficaram na oitava colocação. Com isso, se mantiveram na segunda posição geral.

                                                    Já no segundo dia, as provas não aconteceram devido ao mau tempo. O vento impossibilitou os atletas de competir.

                                                    As provas referentes ao segundo dia aconteceram na manhã seguinte. Bruno e Augie participaram de mais três regatas e ficaram em terceiro, quinto e sexto, respectivamente. Apesar do resultado não ser o esperado, continuavam na segunda posição geral.

                                                    No último dia de competição, ocorreu a grande final. A dupla foi a segunda colocada na regata e garantiu sua posição no pódio. Foi a quarta medalha de Bruno no Campeonato Europeu, já que possui um ouro e duas pratas de provas anteriores.

                                                    O ouro ficou com Eivind Melleby e Frithjof Kleen, que terminaram com 11 pontos perdidos durante a competição. Hubert Merkelbach e Markus Koy, com a marca de 26, completaram o pódio com suas medalhas de bronze.

                                                    Foto Divulgação

                                                     

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                                                      Começa na próxima quinta-feira, dia 21 de julho, o Salão Náutico Marina Itajaí, na cidade catarinense de Itajaí. O evento estará aberto ao público até domingo, das 11h às 21h. Apresentará as últimas novidades em embarcações de diversos portes, de moto aquáticas a iates de mais de 80 pés de renomados estaleiros nacionais e internacionais, entre eles: Azimut Yachts, Bayliner, Bersan Estaleiro, Chris Craft, Fibrafort, Intermarine, Schaefer Yachts e Sea Ray. Também mostrará outros produtos e serviços relacionados ao mercado náutico e de alto padrão. A gastronomia será mais um destaque com opções da culinária nacional e internacional, champanhes e espumantes. A expectativa da organização é movimentar mais de R$ 40 milhões em negócios.

                                                      Quem fizer o cadastramento antecipado pelo site: www.salaonauticomarinaitajai.com.br terá o acesso gratuito no evento.

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                                                        Por: Redação -

                                                        Lanchas na faixa dos 30 pés são ótimas opções para passear durante o dia e até passar a noite toda, não só por causa do espaço a bordo, já bastante razoável, como, também, pela presença de itens de conforto antes só encontrados em barcos de maior porte: cabine com duas camas de casal e banheiro fechado, plataforma de popa com móvel gourmet e cockpit com aconchegantes sofás. E, como o brasileiro troca de lancha com cada vez mais frequência e navega durante períodos menores, dá para encontrar no mercado embarcações com poucas horas de uso à venda e ótimos opcionais, como gerador e ar-condicionado. Por isso, NÁUTICA selecionou 14 modelos de lanchas na faixa dos 30 pés, de diferentes estaleiros, que se encaixam no perfil dos bons usados. Você pode conferir todos os modelos na edição do mês de julho, que está nas bancas de todo o país e, também, na loja online.

                                                        Foto: Divulgação

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                                                          Europeu de Optimist

                                                          Por: Redação -

                                                          O Campeonato Europeu de Optimist teve início neste domingo (17) em Crotone, na Itália. Com quatro representantes do Brasil, os velejadores do Cabanga Iate Clube de Pernambuco – Marina da Fonte e Roberto Cardoso – terminaram o primeiro dia da competição como melhores brasileiros no torneio ocupando, respectivamente, a sétima e 52° posição na classificação geral.

                                                          A pernambucana alcançou a boa média de uma décima, quinta e terceira posição totalizando 18 pontos perdidos (PPs) nas três regatas disputadas neste domingo (17). Já Roberto Cardoso, atual número seis do Brasil, teve o aproveitamento de um 34°, décimo e 15° totalizando 59 PPs.

                                                          O Campeonato Europeu é dividido entre competições femininas e masculinas. Saulo Vassallo, de Malta, ocupa a liderança do grupo masculino. Já Alice Moss, da Suécia, é a melhor colocada entre as mulheres. Os demais representantes brasileiros Lucas Mendes e Guido Visconti ocupam a 63° e 73° colocação na classificação final respectivamente.

                                                          Hoje (18) serão realizadas mais três regatas. A competição acontece até o dia 22 deste mês, com a provisão da realização de dez regatas. Este ano, 43 países e cerca de 279 velejadores participam da competição.

                                                          Foto Divulgação

                                                           

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                                                            Entrevista

                                                            Por: Redação -

                                                            Tempo. De modo geral, tempo é a medida da passagem das horas, dias, meses, anos, décadas…, mas também está relacionado à meteorologia. Para um velejador, há ainda o fator velocidade. Quem garante ‘tempos’ melhores, vence. Nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, a partir de 5 de agosto, ninguém encarna melhor essa relação com o tempo que Robert Scheidt. Aos 43 anos, será o atleta mais velho da classe Laser na Olimpíada e vai duelar com competidores até 20 anos mais jovens. E se levar um corpo quarentão ao limite em seis dias, com regatas duplas, na Baia da Guanabara, exigirá esforço máximo, a experiência acumulada em horas, dias, meses, anos, décadas no mar, lidando com o vento em todos os continentes, será sua maior arma. O tempo, em suas diferentes vertentes, no final das contas, não é inimigo de Robert na jornada rumo ao tricampeonato olímpico, mas um grande aliado.

                                                            Bicampeão olímpico e maior medalhista do Brasil nos Jogos, com cinco medalhas, Robert Scheidt alia técnica, raça (palavra que sempre escreve no mastro de seus barcos), dedicação, talento e muita experiência. O iatismo entrou em sua vida aos 9 anos de idade e ao longo de 34 anos de carreira, ele aprendeu que regularidade é a maior arma para conquistar um lugar no pódio. Os números comprovam. Nas campanhas do ouro em Atlanta, prata de Pequim e bronze de Londres, ele esteve entre os 10 primeiros em todas as regatas. Em Atenas, onde também foi campeão, foi top 10 em nove entre 11 provas, enquanto em Sydney conquistou a prata chegando entre os 10 primeiros sete vezes ao longo da disputa.

                                                            Em 2016, ano de sua sexta Olimpíada, Scheidt soma dois títulos consecutivos. Após vencer, no começo de janeiro, o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, o velejador conquistou, no fim do mesmo mês, seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. No início de abril, garantiu a prata no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca na Espanha. Na disputa do Campeonato Mundial de Laser, em maio, em Nuevo Vallarta, no México, ele terminou em 10º lugar. Na carreira são 175 títulos – 86 internacionais e 89 nacionais – além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

                                                            Casado com a lituana Gintare, que também disputará os Jogos do Rio na classe Laser Radial, Scheidt tem dois filhos e mora na Itália. Ele chega ao Rio no dia 26 deste mês.

                                                            Nesta entrevista, o bicampeão olímpico, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela, fala de sua preparação e expectativas para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

                                                            Como foi sua preparação para os Jogos Olímpicos do Rio?
                                                            Como estou com 43 anos, uma idade mais avançada em relação aos outros velejadores, o foco do treinamento é muito em cima da prevenção de lesões, nessa volta à Laser. É uma classe em que a coluna e o joelho são mais exigidos e se desgastam mais rápido. Tenho feito exercícios aeróbicos, além de musculação, mais para aumentar a resistência, e não para ganhar massa muscular como na Star. Tenho uma boa programação de exercícios, fisioterapia e acompanhamento durante as competições. Tenho me sentido muito bem, sem dor. Também precisei me acostumar aos treinos na Laser, porque é uma classe muito solitária, na qual você não tem com quem conversar e trocar ideias. Sempre que posso, convido outros velejadores para treinar comigo.

                                                            Competir em casa aumenta a pressão pelo tricampeonato olímpico?
                                                            Na verdade, esta é a primeira Olimpíada a que eu chego sem ser favorito. Isso tira um pouco o peso das minhas costas, joga a responsabilidade mais em cima de outros atletas. O fato de a competição ser disputada aqui no Brasil ainda trará uma emoção maior, com o calor da torcida, dos amigos. Além do mais, estou bem acostumado com as cobranças. Tento encarar a Olimpíada como mais um campeonato. O fundamental é se preparar o melhor possível e se manter focado para executar bem aquilo para o que você treinou.

                                                            Entrar na água sem o peso do favoritismo ajuda?
                                                            Esta será minha olimpíada mais difícil, pelo momento que estou vivendo em função de retornar para a Laser, e o equilíbrio na classe. Claro que vou brigar por mais um pódio, sei que ainda tenho muita lenha para queimar, e estou velejando de igual para igual com os principais adversários. Tenho boas chances de medalha, sim. Mas o meu foco, agora, está em me preparar o melhor possível e treinar de forma a alcançar o auge da minha forma física nos Jogos.

                                                            O que espera enfrentar quando a disputa começar?
                                                            A disputa da Vela terá seis raias, três dentro e três fora da Baía de Guanabara. Isso é ótimo porque oferece todas as condições de vento e de correntes, e vai exigir muita técnica e versatilidade dos velejadores. A essa altura, os estrangeiros já conhecem a Baía de Guanabara quase tanto quanto os brasileiros. Muitos fizeram longos períodos de treinos e pesquisas no Rio de Janeiro. Será uma competição bem equilibrada.

                                                            A torcida dos brasileiros pode ajudar?
                                                            As regatas normalmente são disputadas longe da costa. Normalmente, a gente entra em contato com fãs e torcedores antes e depois das regatas, quando recebemos o incentivo ou os parabéns. Na Olimpíada é diferente, a proximidade com o público é maior, e isso conta muito.

                                                            Você vai se aposentar após os Jogos?
                                                            Tracei como objetivo deixar a vela olímpica após os Jogos do Rio de Janeiro e continuar velejando em classes de barco que exijam menos do corpo e mais da cabeça. Mas posso mudar de ideia… Com certeza não estou pensando em aposentadoria, agora. Quando chegar a hora, vou definir o que fazer.

                                                            Dentre tantas medalhas, há alguma especial?
                                                            É sempre difícil escolher um só acontecimento. Tive vários momentos que me marcaram muito. Acho que o mais emocionante foi a conquista da segunda medalha de ouro, na Olimpíada de Atenas/2004, porque era uma medalha que estava “engasgada”, por assim dizer, desde Sydney/2000. Também foi emocionante ter sido escolhido porta-bandeira na Olimpíada de Pequim/2008. Ali foi uma emoção diferente, de representar o País, mesmo.

                                                            E sobre o palco olímpico, qual é a sua expectativa com a Baía de Guanabara?
                                                            Apesar de muito poluída há vários anos, a Guanabara será um belo palco para as regatas Olímpicas, digo isso pois acredito que o lixo flutuante (que pode comprometer a performance dos barcos) será retirado pelos “Eco Boats”, como no evento teste em agosto passado. Além disso, a Olimpíada acontecerá no inverno, período de menos chuvas e, portanto, menos poluição nas águas da Baía.

                                                            Você acredita que uma Olimpíada no Brasil pode ajudar a difundir mais esportes como o iatismo?
                                                            Espero que sim. Eu acredito que a Olimpíada pode trazer uma visibilidade muito maior para a Vela no Brasil, incentivando mais jovens atletas a praticar, além de aproximar o público do esporte.

                                                            Como é ser o maior medalhista olímpico brasileiro?
                                                            Na verdade, minha ficha não caiu até agora. Ser medalhista no Brasil já é um fenômeno, imagina conquistar 5 medalhas em 5 Olimpíadas? Eu tenho orgulho da minha carreira, mas nunca deitei sobre os louros da vitória. Aliás, acho que as derrotas me ensinaram muito mais do que as vitórias, e se melhorei foi pura vontade de me auto superar, e não a ninguém, ao outro.

                                                            Informações Assessoria de Imprensa

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