Chegou o vento

Por: Redação -
08/07/2016

O que um vento mais forte não faz? O quinto dia da Semana de Vela de Ilhabela 2016 teve média de 18 a 22 nós e rajadas de até 28 nós (52 km/h) em quase todas as 13 classes inscritas no maior evento de vela oceânica da América Latina, realizado no Yacht Club de Ilhabela (YCI). A frente fria chegou ao litoral norte de São Paulo, apesar do sol e da sensação térmica de 28 graus. ”Em condições como as de hoje é preciso fazer mais força. O barco aderna mais e a possibilidade de avaria cresce”, disse Paulo Freire, comandante do Miragem, que disputa o evento na classe ORC.

A ORC – abreviação de Offshore Racing Congress – tem 19 barcos na água na Semana de Vela de Ilhabela. Com mais provas no campeonato, mais pontos entraram em jogo – sem contar o descarte do pior resultado. O melhor desempenho do dia no tempo corrigido foi do San Chico 3, de Francisco Freitas, que venceu as duas provas. O Carioca, de Roberto Martins, no entanto, é o líder do geral. ”Ventou bastante! Não estamos acostumados com essas condições em Ilhabela, com vento e sol. Geralmente fica frio e chove em situações parecidas aqui. Fomos Fita Azul na primeira e fomos mais conservadores na segunda”, disse André Mirsky, tático do Carioca.

Na IRC, que conta com 10 barcos na Semana de Vela de Ilhabela, destaque para o duelo entre quatro equipes: Rudá, BL3 Urca, Asbar IV e Itajaí Sailing Team, respectivamente primeiro, segundo, terceiro e quarto colocados. ”Nas duas largadas fomos bem e cruzamos em primeiro lugar. Abrimos mão da preferência na largada para ter um ângulo melhor, aproveitando bem as rajadas do começo ao fim. Mas no corrigido não ficamos entre os líderes”, relatou o tripulante Alexandre Santos, regulador de velas do Itajaí Sailing Team.

A quinta-feira teve apenas uma regata de Clássicos. ”O mais importante é velejar bonito e a gente está conseguindo”, contou Alex Calabria, comandante do Áries III, líder da competição entre os Clássicos empatado com o Cangrejo. A regata foi de percurso médio até o Farol dos Moleques. Os barcos da Bico do Proa também fizeram apenas uma regata, que foi vencida pelo Bacanas III, líder do campeonato.

Na RGS A, o Kalymera fez a melhor média do dia e segue na liderança. Na versão B, o Asbar II está na ponta do campeonato após cinco regatas, seguido pelo Fantasma, com três pontos atrás. Na RGS C, o Zephyrus ganhou as duas do dia e lidera com folga. Na Silver, o dia foi do BL3 que também chegou em primeiro.

Além da entrada do descarte do pior resultado, (menos para Clássico e Bico de Proa) a quinta-feira também foi marcada pela estreia da Star na competição, levando todos os 135 barcos das 13 classes participantes para a água. Classe mais tradicional da vela olímpica, a Star já rendeu seis medalhas ao Brasil nos Jogos – dois ouros, uma prata e três bronzes. ”A classe Star é uma tradição e nada mais legal do que velejar na categoria aqui em Ilhabela. Na Semana de Vela a raia é um pouco menor do que nos campeonatos mundiais, mas vale a disputa”, disse Ronald Seifert, parceiro de Marcelo Fuchs.

Entre os competidores em Ilhabela está Jorge Zarif, representante brasileiro da Finn na Olimpíada do Rio 2016. O atleta, que faz dupla com Arthur Lopes, lidera com duas vitórias em duas regatas.

Entre os monotipos de oceano, a classe HPE 25 tem o Ginga sobrando. Após as duas vitórias da quinta, a equipe de Breno Chvaicer tem seis pontos de frente sobre o Takra. Na versão 30 pés do HPE, o Phoenix segue com 100% de aproveitamento. A C30 é a mais equilibrada da Semana de Vela de Ilhabela. Do líder Loyal ao quarto colocado Caiçara a diferença é de apenas dois pontos entre eles. Já na J70, o ponteiro Cloud Nine não fez um dia bom e o Viking encostou com um ponto atrás.

Programação da Semana de Vela

De segunda (4) à sábado (9), mais de 100 regatas estão programadas para o Canal de Ilhabela. Durante o período também será definido os vencedores dos campeonatos Brasileiro de IRC e Sul-Americano de ORC.

Em paralelo com o evento esportivo também haverá diariamente uma programação cultural completa com shows musicais, espetáculos culturais, palestras e gastronomia no centro histórico da ilha. No sábado (9), haverá o tradicional desfile das embarcações com a presença do Navio Veleiro “Cisne Branco”, embarcação utilizada no treinamento de formação nas Forças Armadas, a partir de 10h. No mesmo dia, à noite, será realiza a premiação dos campeões.

Fotos Fotop/Divulgação

Os resultados completos estão disponíveis no site oficial do evento: svilhabela.com.br/2016/resultados.

 

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    Debaixo d’água

    Três universidades da Bahia (UFBA, UFRB e UEFS) se uniram em prol do projeto ObservaBaía, que mapeia a história, o meio ambiente e a cultura da Baía de Todos os Santos. Uma das formas utilizadas para fazer isto é a arqueologia subaquática, estudando e preservando navios que lá naufragaram. Os pesquisadores identificam os navios naufragados, fazem anotações e medem as partes dos velhos navios. Tudo é mapeado, gravado e registrado. Por meio das fotografias, os pesquisadores pretendem criar réplicas dos navios naufragados em 3D e dar a chance de as pessoas conhecerem essas histórias no Museu Náutico da Bahia. Cerca de 18 embarcações já foram identificadas, entre elas, o Vapor Maraldi, que naufragou em 1875, e está a apenas 4 metros de profundidade.

    Foto: Reprodução

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      Nova era

      Por: Redação -
      07/07/2016

      O Targa 62 GTO é o primeiro modelo desenvolvido pelo estaleiro Fairline Yachts em parceria com o designer italiano Alberto Mancini e o escritório de design holandês Vripack. Segundo o fabricante, o modelo deve entrar em produção ainda este ano e as primeiras unidades devem ser entregues em 2017. “O modelo é uma evolução e não uma revolução e um primeiro passo importante na jornada de design futuro da Fairline”, disse Adrew Pope, chefe de design da Fairline Yachts. Ele também ressaltou a importância de trabalhar com Alberto Mancini: “Ele nos fez alcançar limites que não imaginávamos que era possível”, afirma. Ainda segundo Pope, o papel do escritório Vripack foi desenvolver um casco com ótimo volume aumentando o conforto a bordo. A Targa 62 GTO tem três opções de interior, grande cockpit e teto solar no hardtop.

      Experiente, Alberto Mancini assina modelos das marcas Otam, Mangusta, Magnum Marine, Dominator Yachts, entre outros. Já o estaleiro Vripack tem uma lista igualmente ilustre de clientes, incluindo os holandeses Steeler e Wajer. “Unindo a criatividade e o estilo de Alberto Mancini com a excelência em engenharia de Vripack com a qualidade da Fairline, teremos uma combinação emocionante. Estou ansioso para mostrar nossos novos produtos”, afirmou Russell Currie, um dos diretores da Fairline Yachts.

      Foto: Divulgação

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        Na Europa

        Por: Redação -

        Rodion Luka é velejador, da Ucrânia, com quatro olimpíadas e uma medalha de prata pela classe 49er, além de uma participação na regata de volta ao mundo, a Volvo Ocean Race, desenvolveu, junto ao design Andrej Justin, um veleiro One Design de 30 pés, o L30 que foi apresentado no último salão náutico de Düsseldorf, na Alemanha.

        Projetado para regatas e passeios em família, o veleiro pode receber uma tripulação de até 8 pessoas em competição ou acomodar entre 3 e 4 pessoas em pernoite. A cabine tem cozinha pequena, mas completa, mesa dobrável e banheiro com chuveiro. Uma escadinha na popa, um chuveirinho e o motor elétrico completam o conforto.

        Construído na Eslovênia, pelo estaleiro Ocean Tec, em seus primeiros testes, o L30 alcançou velocidade de 20 nós.

        Fotos Divulgação

         

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          Durante a noite

          Por: Redação -

          O Marco Zero do Recife vai receber, na noite desta sexta-feira (8), a partir das 21h35, a primeira edição da Taça Conselheiro, regata promovida pelo Cabanga Iate Clube de Pernambuco e a Flotilha Recifense de Veleiros de Oceano (Frevo).

          A prova reunirá embarcações de quatro categorias da classe – RGA A, RGS B, Mocra Regata e Mocra Cruzeiro. A partida será em frente ao Marco Zero do Recife.

          A competição, oitava etapa do Campeonato Pernambucano de Veleiros de Oceano 2016, vai homenagear a Independência dos EUA, comemorada no último dia 4 de julho.

          Foto Divulgação

           

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            YCG Festival

            A Marina da Glória é palco para o festival de embarcações da Yacht Center Group até domingo, 10. Entre os modelos expostos, está a Velasco 43, da Jeanneau, e toda a linha Prestige – incluindo a nova Prestige 77BR (foto abaixo), que traz nomenclatura específica para o Brasil e tem como destaque a tropicalização dos espaços, com espaço gourmet na popa, fly mais amplo, proa bem aproveitada e ar-condicionado mais forte.

            A Yacht Center Group é a representante brasileiras destas marcas, além da Segue Yachts, e inaugurou, recentemente, sua mais nova loja na Marina da Glória.

            Foto: Divulgação

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              Tecnologia sem fio

              Por: Redação -

              A Quantum Wireless é a nova antena de radar da Raymarine e a primeira sem fio da fabricante britânica representada pela Marine Express no Brasil. A antena é de estado sólido, ou seja, não possui magnetron, e permite definição de alvos superior. O alcance chega a 24 milhas de distância para alvos como barcos, boias e rochas de seis metros.

              A Quantum Wireless também possui conexão wifi com displays Raymarine das séries A, C, E, ES e GS wireless; radar Truecolor com até 256 cores que permite diferenciar os alvos (exemplo: chuva aparece em amarelo e as embarcações em vermelho); tecnologia ATX que proporciona ótima separação dos alvos para melhor exibição de barcos e boias; inicialização rápida sem necessidade de aquecimento; emissões seguras de radiação e baixo consumo de energia (máximo de 17 W) podendo ser alimentada em 12 ou 24 V.

              A nova antena Raymarine estará no São Paulo Boat Show que acontece de 6 a 11 de outubro no São Paulo Expo.

               

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                Novidade no ar

                Por: Redação -

                A Delta Yachts, estaleiro especializado em barcos a vela de Gravataí, Rio Grande do Sul, acaba de colocar no ar seu novo site. Mais bonito, agora o site pode ser visualizado em celulares, tablets ou computadores sem perda de funcionalidades. Na nova plataforma é possível ver fotos e baixar os catálogos dos quatro projetos na linha da Delta, incluindo o novíssimo Felci 315. Para acessar clique em www.deltayachts.com.br

                Imagem Divulgação

                 

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                  Desafio em Ilhabela

                  Por: Redação -

                  A Semana de Vela de Ilhabela exige atenção das tripulações do começo ao fim. Com regatas de longo e médio percurso, além das de barla-sota – vai e volta, o velejador precisa se adaptar às constantes mudanças de vento e corrente, que fazem os barcos andar. Após as dificuldades da véspera – com cancelamento de provas e quase sem nenhuma rajada, as provas desta quarta-feira (6) ocorreram normalmente na Ponta das Canas, no extremo norte do Canal de São Sebastião. A característica principal do quarto dia do maior evento de vela oceânica foi o vento rondado.

                  ”Para barcos iguais que não têm muito diferencial de velocidade, do primeiro ao último na raia, as provas são muito próximas. Com vento rondado a atenção das tripulações aumenta, pois é possível perder posição numa cambada”, explicou Breno Osthoff, tático do Cloud Nine, da classe J70.

                  Segundo Cláudio Buckup, gerente de regata da Semana de Vela de Ilhabela e da Rio 2016, as provas com vento rondado são menos justas. ”Quando ronda o vento, entra o fator sorte, fincando muito imprevisível, também”.

                  Campeão da última edição da Semana de Vela na classe ORC, o uruguaio Cristabella foi um dos primeiros a voltar ao Yacht Club de Ilhabela depois do dia de ventos rondados. “Tem sido uma semana difícil com bastante variação de vento. A regata de Alcatrazes teve muito pouco vento, e bem variável. Depois o vento acabou e nesta quarta-feira rondou. O clima para a gente é muito bom em Ilhabela. Estamos felizes por estar aqui”, disse Martin Meerhoff, comandante do Cristabella. O barco é o quarto na classificação, após três regatas. O Carioca (Roberto Martins) está na liderança.

                  A classe HPE 30 tem um barco com aproveitamento de 100% em quatro regatas: o Phoenix, de André ‘Bochecha’ Fonseca. ”Treinamos muito e estamos velejando bem. Foi mais um dia bom nesta quarta-feira”. Suzuki IV, de José Roberto de Jesus, está em segundo com cinco pontos. atrás.

                  Na classe C30, a organização do evento decidiu cancelar a primeira largada, pois o vento rondou muito para a direita, dando vantagem aos barcos posicionados nesta direção. Com a nova largada, o barco Loyal teve o melhor desempenho do dia. “Velejamos bem apesar do vento rondado. Na largada ficamos um pouco atrás, mas nos recuperamos no contorno de boia e cruzemos bem na frente”, disse o comandante Marcelo Massa, segundo colocado. O Katana, de Cesar Gomes Neto, lidera a categoria.

                  Na HPE 25, o Ginga, de Breno Chvaicer, segue na liderança, vencendo mais uma regata no dia. O Dom, de Pedro Lodovici, também conseguiu vencer uma das provas, mas está em quarto no geral. Já na J70, Viking, de Haroldo Solberg, e Cloud Nine, de Phil Heagler, empatam na ponta.

                  Mais uma classe de rating da Semana de Vela de Ilhabela, a IRC tem o Rudá, de Guilherme Hernandez, na liderança.

                  Nos Clássicos, o Aries III, de Alex Calabria, é o primeiro com duas vitórias e um segundo lugar.

                  As regatas das classes Bico de Proa e Clássicos fizeram apenas um percurso de barla-sota – ida e volta, mas a comissão alterou para 4,5 milhas cada perna. Já para o restante da flotilha foram duas regatas com 2,5 milhas e quatro pernas.

                  Entre os RGS, o Sargaço lidera na categoria, RGS A, o PI Clube na RGS B, o Zephyrus na RGS C e o BL3 na RGS Silver.

                  Os resultados completos estão disponíveis no site oficial do evento: svilhabela.com.br/2016/resultados.

                  Fotos Fred Hoffmann e Aline Bassi/Fotop/Divulgação

                   

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                    Barco compacto

                    Por: Redação -

                    O GoBoat é um barco inflável altamente compacto e portátil inventado por Dave Yonce que pode ser usado numa variedade de situações aquáticas. O barco pode ser facilmente montado e inflado sem ferramentas, assim como pode ser rapidamente esvaziado e dobrado para viagem ou armazenamento. O GoBoat não requer ferramentas para montagem e promete navegação segura e estável tanto em águas rasas quanto em águas mais agitadas, para diversos tipos de atividades. Yonce está levantando dinheiro para a produção do GoBoat através de uma campanha Kickstarter.

                     

                    Foto: Divulgação

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                      Honra Olímpica

                      Por: Redação -
                      06/07/2016

                      A velejadora Olímpica do Clube dos Jangadeiros Fernanda Oliveira, representante do Brasil na Classe 470 nos Jogos Olímpicos Rio 2016, que acontece de 5 à 21 de agosto, no Rio de Janeiro, conduzirá a Tocha Olímpica na sua passagem por Porto Alegre, nesta quinta-feira (7), na Av. Edvaldo Pereira Paiva, 1899, às 18h44min. Fernanda tem 18 títulos brasileiros e está em sua quinta Olimpíada (Sydney/2000, Atenas/2004, Pequim/2008 e Londres/2012), sendo que nos Jogos de Pequim/2008 conquistou a inédita medalha da vela feminina.

                      “Já é um sonho poder participar de cinco edições de Jogos Olímpicos, e ainda mais ter sido convidada para conduzir a chama Olímpica em Porto Alegre, cidade onde nasci e comecei minha trajetória de atleta Olímpica, é muita emoção,” diz Fernanda.

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                        Sempre à mão

                        Por: Redação -

                        Desenvolvido pelo Instituto Rumo ao Mar-RUMAR em parceria com a Diretoria de Hidrografia e Navegação-DHN e o Centro de Hidrografia da Marinha-CHM, o novo aplicativo “Boletim ao Mar” já pode ser baixado gratuitamente nas lojas Google Play ou na Apple Store. Ao acessar o aplicativo, o usuário encontrará os produtos disseminados pelo Serviço Meteorológico Marinho Brasileiro (SMM) e pelo Serviço de Informações de Segurança Marítima (ISM), para salvaguarda da vida humana na área de responsabilidade marítima do Brasil (METAREA V).

                        Dentre os produtos divulgados pelo SMM, podem ser acessados: Meteoromarinha, que consiste em um boletim meta oceanográfico que traz a previsão de condições do tempo, vento, ondas e visibilidade para 24 e 48 horas; Avisos de Mau Tempo, que são mensagens emitidas com a máxima antecedência para alertar sobre a possível ocorrência de uma ou mais condições que possam representar risco a navegação; Cartas Sinóticas, que são elaboradas duas vezes ao dia, onde é possível observar o posicionamento das linhas de pressão (isóbaras), identificando a formação de centros de baixa (ciclones) ou de alta pressão atmosférica (anticiclones), presença de cavados e sistemas frontais sobre a METAREA V; os Meteogramas, resultados dos modelos numéricos de previsão do tempo, onde o usuário pode visualizar as informações meteorológicas, tais como pressão, temperatura, umidade relativa, vento, precipitação e nebulosidade, na forma de gráficos para diversas cidades da costa brasileira.

                        Na parte referente a segurança da Segurança da Navegação, estão disponíveis os Avisos-Radio Náutico e Avisos-Radio SAR (Search andd Rescue – Busca e Salvamento). Constam ainda Previsões de Maré e link para Cartas Náuticas através da EMGEPRON, no botão “Saiba Mais”, com Atlas de Nuvens, Escala Beaufort, Glossário, Simbologia, Tabela de Abreviaturas, Tabela de Visibilidade e muitas outras possibilidades.

                        Imagem Divulgação

                         

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                          Optimist

                          Por: Redação -

                          O ano de 2016 está sendo especial para a Flotilha de Optimist do Cabanga Iate Clube, que tem alcançado feitos históricos para vela de Pernambuco. Depois da classificação, pela terceira vez consecutiva de Tiago Monteiro para o Mundial, agora chegou a vez de mais quatro atletas do Cabanga embarcarem para mais uma disputa internacional. Nesta quinta-feira (7), Julia Ollivier, Ludmila Lira, Letícia Lira e Vinicius Oliveira seguirão para o Campeonato Norte Americano de Optimist, na Antigua (Caribe), de 10 a 18 de julho. Nessa competição, o Brasil terá 20 representantes – 14 meninos e seis meninas.

                          E as boas notícias não param por aí. No sábado (9), Roberto Cardoso e Marina da Fonte embarcarão para representar o Cabanga e o Brasil no Campeonato Europeu, competição que reúne quatro representantes do Brasil, três meninos e uma menina. A competição será realizada em Crotone, na Itália, de 15 a 22 de julho. É a primeira vez que os dois velejadores disputarão essa competição.

                          Para definir os representantes do Brasil nessas competições, a Associação Brasileira da Classe de Optimist (ABCO) somou os pontos do Campeonato Brasileiro de Optimist, realizado em Jurerê/SC, e do Brasil-Centro, realizado em Ilhabela, São Paulo.

                          Foto Divulgação

                           

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                            Compacto

                            Por: Redação -

                            O Pakayak é um caiaque de resina plástica totalmente desmontável fabricado nos Estados Unidos. Com capacidade para uma pessoa, ou 130 quilos, ele pode ser desmontado em quatro partes e transportado em uma mochila. Pesando apenas 25 quilos, ele se transforma em um caiaque de 1,68 metros em uma mochila de apenas 42 centímetros de comprimento.

                            O fabricante ainda aposta em uma pegada ecológica já que uma parte do valor de cada venda é doada para salvar alguma espécie marinha em risco.

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                              Vela no Rio

                              Por: Redação -

                              Com a proximidade do início da Semana Internacional de Vela do Rio de Janeiro, 20 países já confirmaram a sua participação no evento. Grandes nomes da vela mundial, como a medalhista de ouro em Londres na classe Laser, a britânica Alisson Young, as argentinas Victoria Travascios e Sol Branz, ouro no Pan de Toronto na 49erFX, os espanhóis Fernando Echavarri e Tara Pacheco, ouro em Hyères na Nacra 17 e a britânica Bryony Shaw, bronze em Pequim na RS:X, estão entre os inscritos. O evento, promovido pelo Iate Clube do Rio de Janeiro de 11 a 22 de julho, será disputado alguns dias antes do maior evento esportivo mundial, na mesma raia.

                              “Em 2015 o evento foi disputado logo após o Pan e tivemos a participação de 230 atletas, muitos ainda não classificados para os Jogos. Este ano, com a proximidade das Olimpíadas, talvez este número seja menor, mas a quantidade de atletas olímpicos com certeza vai ser maior”, disse Kadu Baggio, diretor de vela do Iate Clube do Rio de Janeiro.

                              Por enquanto o número de brasileiros inscritos ainda é pequeno e merecem destaque as duplas Samuel Albrecht e Isabel Swan, e Henrique Haddad e Bruno Bethlem, representantes olímpicos na Rio 2016 nas classes Nacra 17 e 470 respectivamente.

                              Serão três fases de competição: a primeira, de 11 a 14 de julho, terá as disputas das classes 49er, 49erFX, RS:X masculino e feminino, além de vela jovem; a segunda vai de 15 a 18 de julho com as regatas das classes Nacra 17, Finn, Laser e Laser Radial; a terceira e última terá a presença dos velejadores da classe 470 masculino e feminino.

                              As inscrições devem ser feitas pelo e-mail vela@icrj.com.br e custam R$ 300 por tripulante. Para os velejadores brasileiros filiados às associações de Classe nacionais, será concedido um desconto de 50% na taxa de inscrição.

                              Foto Fred Hoffmann/Divulgação

                               

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                                Pedalinho moderno

                                Por: Redação -

                                Imitando uma ilha, o Chilli Island parece um pedalinho, mas é um barquinho de 2,5 m x 2,25 m controlado por joystick e equipado com motor elétrico, caixas de som, porta-copos, porta-trecos, escadinha de embarque  e uma “capota” em forma de folhas de palmeira, que podem ser ajustadas ao gosto de quem estiver a bordo. É fabricado na Áustria.

                                Foto: Divulgação

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                                  Lava rápido náutico

                                  Por: Redação -

                                  Como as cracas podem afetar o desempenho dos barcos, os donos estão sempre preocupados com a limpeza do fundo do casco, principalmente se a embarcação fica em vaga molhada, como a maioria dos veleiros. E foi pensando em facilitar a vida dos donos de barcos que uma empresa sueca desenvolveu o Drive-in Boatwash. Ele funciona como uma esponja gigante rotativa que retira as cracas. A empresa garante que em 20 minutos o fundo do casco fica totalmente livre das cracas.

                                  O equipamento fixo pode ser usado em lanchas ou veleiros, de até 16 metros de comprimento, ou 50 pés, e cinco de boca. Para não deixar resíduos de sujeira na água, há um sistema que recolhe as cracas retiradas do fundo do casco.

                                  A empresa também desenvolveu um sistema portátil para pequenas embarcações, de até 25 pés e 3 metros de boca. Ele vem instalado em uma carreta e é operado por controle remoto.

                                  Imagens Divulgação

                                   

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                                    Por: Redação -

                                    A falta de ventos foi determinante, mais uma vez, para as regatas da 43ª Semana de Vela de Ilhabela. Repetindo a situação das regatas de longo percurso no domingo (3), os barcos sofreram para concluir as provas, que desta vez foram menores, realizadas dentro do Canal de São Sebastião. Os veleiros inscritos no maior evento oceânico da América Latina foram para a água com rajadas de 10 a 12 nós soprando de sudoeste, mas a brisa cada vez mais fraca ao longo do dia influenciou os resultados.

                                    A organização foi obrigada a cancelar as regatas das classes HPE 30 e C30 e diminuir o tamanho de outras categorias como RGS. O fato mais curioso da terça-feira (5) foi que a prova de ORC teve apenas um veleiro que conseguiu concluir a tempo. O Carioca (Roberto Martins) fez uma largada perfeita no percurso de barla-sota (ida e volta) e se aproximou da costa para fugir da corrente. A estratégia deu certo e o barco do Rio de Janeiro foi o único da categoria a concluir a prova no tempo limite.

                                    “Fizemos uma boa largada, no sotavento da flotilha, e passamos a primeira perna em contravento. Nos posicionamos bem em relação à flotilha, conseguimos nos manter na frente e fomos ganhando distância. Tivemos sorte porque o vento terminou só na última perna, e conseguimos chegar muito na frente. Acho que deu pra ganhar a regata”, explicou Gabriel Penido, tripulante do Carioca e filho de Eduardo Penido, medalha de ouro nos Jogos de Moscou 1980 na classe 470 com Marcos Soares.

                                    Quem conseguiu chamar atenção foi o barco Maestrale Logsub Mapman (Adalberto Casaes), um dos menores barcos da ORC. O Skipper 30 acertou na estratégia ao escolher o melhor lado após contornar a última boia sozinho, mas não foi bem-sucedido, completando a prova acima do tempo permitido. ”Nós percebemos que o vento rondou e buscamos o baixio, passando muitos barcos. Do lado do litoral tinha vento e do lado mais da costa não. Parecia que os outros estavam num engarrafamento. Infelizmente deu DNF, mas foi interessante que chegamos de balão arribando para a comissão”, disse Adalberto Casaes.

                                    Já os HPE30 e C30 não tiveram a mesma sorte. As duas classes, que disputam simultaneamente a Semana de Vela e o Grand Prix dos 30 Pés, iniciado nesta segunda-feira (4), tiveram suas regatas anuladas. Devido à falta de vento no final da tarde, elas ultrapassaram o tempo limite para concluir a prova.

                                    “Fomos pra água com um ventinho sul bom, entre 10 e 12 nós. Mas a regata é bem longa, com duas milhas cada perna, um total de 8 milhas, e tem um prazo de duas horas para completar. E o vento foi parando ao longo do dia, o que nos impediu de terminar o percurso nessas duas horas. Por isso nossa prova foi anulada, o que é uma pena, porque a gente estava com um bom desempenho. São coisas da vela, não dá para controlar o vento”, disse Fábio Pillar, do Caiçara, que compete pela C30.

                                    Apesar de pouco vento, a brisa e o sol, que brilhou forte do início ao fim, com temperatura em torno dos 23 graus, renderam boas imagens do Canal de São Sebastião. Confira:

                                    Fotos Aline BAssi/Fotop/Divulgação

                                    Os resultados completos estão disponíveis no site oficial do evento: svilhabela.com.br/2016/resultados.

                                     

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                                      Por: Redação -

                                      Navegar em grandes e luxuosas embarcações – ou em um barco específico, pela sua história – é um sonho de muitos, que nem sempre podem satisfazer o desejo de comprar um destes cobiçados iates, ou simplesmente querem viver a experiência, sem todas as responsabilidades que uma embarcação – principalmente, as deste porte – trazem. A notícia boa é que algumas destes cobiçados modelos estão disponíveis para aluguel no mercado. NÁUTICA selecionou sete deles para você. Confira:

                                      Nostalgia com estilo

                                      Christina O_pic3
                                      Com 325 pés e camas para 34 pessoas, o Christina O pertenceu a uma das famílias mais emblemáticas da história, a Onassis, e levou a bordo de políticos a celebridades de Hollywood, nos Anos Dourados. Alugá-lo por uma semana custa € 455 mil.

                                      Na trilha de Eric Clapton

                                      vabene
                                      Este iate de 156 pés pode não ser o maior ou o mais luxuoso da lista, mas possui um apelo irresistível. Seu dono é o guitarrista Eric Clapton. Construído em 1992, o exclusivíssimo Va Bene pode receber 12 sortudos. O preço? Cerca de € 140 mil por semana.

                                      Túnel do tempo

                                      SiDatuBua
                                      Navegar nos mares da Indonésia pode ser uma experiência ainda mais marcante a bordo do Si Datu Bua. Réplica de tradicionais embarcações do Sudeste Asiático, este iate a vela de 120 pés tem espaço para seis convidados e custa cerca de € 85 mil por semana.

                                      Aventura luxuosa

                                      suri
                                      Projetado para navegar em destinos remotos, o SuRi pode enfrentar até blocos de gelo. Mas não pense que este gigante de 208 pés é pura brutalidade. Tem até um helicóptero para sobrevoos locais. A brincadeira toda sai por € 350 mil, a semana.

                                      Prazeres da mesa

                                      axioma
                                      Além de um cinema 3D, o iate de 236 pés Axioma esconde um trunfo na cozinha. Os fogões são pilotados pelo premiado chef inglês Stephen Paskins, que comandou restaurantes laureados pelo Guia Michelin. Comer e navegar com classe tem seu preço: € 580 mil por semana.

                                      Por dentro do arco-íris

                                      rainbow
                                      Os amantes da tradicional America’s Cup podem velejar no Rainbow, um Holland Jachtbouw de 131 pés que emula o lendário J Class, de William Starling Burgess — lendário competidor da edição de 1934. Para navegar sete dias no Rainbow, basta desembolsar € 70 mil.

                                      Diversão sem preço

                                      eclipse
                                      O Eclipse, de 533 pés, é o maior iate particular disponível para charters no planeta. Com piscinas, academia, banheiras jacuzzi e muitas outras atrações, ele é quase um navio de cruzeiro particular. O luxo é tanto, que o preço do aluguel nem sequer é divulgado pelas empresas.

                                      Foto: Arquivo NÁUTICA

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                                        05/07/2016

                                        O estaleiro inglês Princess Yachts está apresentando sua nova lancha de 65 pés. Com grande destaque para a área de lazer na proa que tem sofás e mesa de refeições, a Princess S65 tem casco V profundo e, segundo o estaleiro, pode chegar aos 38 nós em velocidade máxima.

                                        O espaço interno também merece destaque e, com quatro camarotes fechados, acomoda até sete pessoas em pernoite. São três opções na propulsão, entre MAN e Caterpillar, de dois motores de 1150 a dois de 1400. A lancha ainda tem cabine de marinhos e plataforma de popa submersível.

                                        Fotos Divulgação

                                         

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                                          Novos recursos

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                                          A Garmin acaba de anunciar os modelos Oregon 700 e 750, uma atualização para a sua série mais popular de gps portáteis com tela touchscreen. Dispondo de GPS de alta sensibilidade e recepção GLONASS, a nova série Oregon possui uma antena de gps redesenhada para melhor recepção e desempenho. Todos os novos modelos incluem mais recursos de conectividade como notificações inteligentes, atualizações automáticas de software, uploads e downloads de dados e campos. Eles também serão compatíveis com o Garmin Connect IQ™ para campos de dados personalizados. Todos os modelos vêm pré-carregado com mapa base mundial com relevo sombreado.

                                          “Estamos muito contentes em apresentar uma atualização da série Oregon de GPS portátil. A antena reforçada emparelhada com mais recursos de conectividade e compatibilidade com Connect IQ fazem desses novos modelos os dispositivos robustos, podendo ser personalizados para cada usuário”, afirma a Business Development Manager da Garmin do Brasil, Daniele Rocha.

                                          A nova série Oregon possui gps de alta sensibilidade, além do suporte GLONASS com um mapa base mundial com relevo sombreado, para fácil navegação, e um ano de assinatura de imagens de satélite BirdsEye. O Oregon 750 possui uma câmera embutida de 8 megapixel com flash para georreferenciamento de fotos. Além disso, ambos os modelos possuem uma entrada micros para mais armazenamento de dados e mapeamento adicional como mapas topográficos, mapas automotivos e cartas náuticas.

                                          Há, ainda, uma interface do menu atualizado e simplificado que apresenta uma variedade de perfis otimizados para cada atividade como trilha, ciclismo, pesca e muitos mais.

                                          Além dos sensores integrados, a nova série Oregon 700 também oferece uma variedade de novos recursos conectados. Esses são os primeiros gps portáteis a serem compatíveis com a plataforma Garmin Connect IQ, que antes estava disponível apenas para os dispositivos vestíveis Garmin. Com o Connect IQ, os usuários da série Oregon 700 podem customizar o seu dispositivo com mais campos de dados. Usuários também podem parear o seu gps portátil com seu smartphone compatível para notificações de chamadas, mensagens de texto e e-mail diretamente no dispositivo, bem como downloads de software sem fio e carregamentos automáticos de dados para a comunidade online Garmin Connect™.

                                          Todos os novos modelos do Oregon 700 incluem informações da previsão do tempo, para que os usuários possam sempre estar ciente de intempéries e condições perfeitas para as suas aventuras ao ar livre.

                                          Apresentando um visor touchscreen de 3” legível a luz solar, com capacidades de dupla orientação, esses dispositivos possuem um design robusto com resistência à água. Essas unidades também possuem um duplo sistema de bateria, que é compatível com baterias AA ou uma bateria opcional NiMH interna recarregável. Os novos portáteis podem chegar até 16 horas de bateria usando uma ou outra opção.

                                          Os novos dispositivos devem chegar ao Brasil em agosto.

                                          Imagem Divulgação

                                           

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                                            Por: Redação -

                                            Dentro do objetivo de legalizar ferramentas náuticas em Santa Catarina, tornando-as também sustentáveis, a Associação Náutica (Acatmar) promove, em conjunto com a Instância de Governança do Norte do Estado, no próximo dia 7 de julho, o 1º Painel de Sustentabilidade da Economia do Mar de Santa Catarina – Região Norte, às 14h, em São Francisco do Sul. De acordo com Leandro ‘Mané’ Ferrari, presidente da entidade, a meta é conscientizar os empresários e operadores do setor da importância e benefícios de terem suas estruturas regulares. “Parece algo óbvio, mas a legalização é ainda uma raridade no estado devido a diversas barreiras burocráticas e desinformação dos profissionais do segmento. Nossa ideia é descomplicar e mostrar os caminhos que já trilhamos com sucesso no programa Marina Legal”, afirma, referindo-se à iniciativa da Acatmar que já regularizou oito marinas na Grande Florianópolis e caminha para mais seis em sua segunda etapa.

                                            O evento será no Cine Teatro, na Rua Hercílio Luz, nº 50, no centro da cidade, e é destinado a todos os envolvidos na cadeia produtiva náutica – estaleiros, marinas, indústria, comércio e poder público. O Painel também tem apoio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, GT Náutico da Secretaria de Turismo de Santa Catarina, Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, prefeituras da região norte catarinense e Fecomércio SC. As inscrições podem ser realizadas pelo link http://bit.ly/28XxnRA

                                            Foto Norton José/Divulgação

                                             

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                                              Por: Redação -

                                              Desde sábado (2) até o próximo sábado (9), 39 equipes da Holanda e de muitos outros países competirão com barcos movidos a energia solar na Dutch Solar Challenge. Os grupos, compostos principalmente por estudantes de engenharia e companhias de inovações, vêm da Indonésia, Portugal, Bélgica, Bahrain, Turquia, Estados Unidos, Finlândia, Hungria, China e Brasil. Cada time desenvolve seu próprio barco com todos seus aspectos técnicos, já que é de extrema importância que os barcos naveguem mesmo com a ausência da luz do sol.

                                              O evento começou em Amsterdã e passará por Lemmer, Dratchten e Grou. Dia 9 de julho os barcos concluem o percurso em Leeuwarden. Em todos os locais de evento ocorrerão corridas de velocidade e de resistência e entre eles, em Friesland, os competidores passarão por três estágios de corrida com cerca de 60 quilômetros. Os barcos percorrerão uma distância de mais de 200 quilômetros no percurso.

                                              Esta é a sexta participação da equipe Solar Challenge. A primeira edição, ocorrida em 2006, teve o nome de Frisian Nuon Solar Challenge, começou com 24 barcos em Leeuwarden e passou por onze cidades. Em 2010, 2012 e 2014 a corrida levou o nome de DONG Energy Solar Challenge e, nesses anos, trouxe muitas inovações como a tecnologia hidrodinâmica. Em 2014, o percurso se estendeu a Groningen e, neste mesmo ano, o barco mais veloz concluiu a rota em cerca de sete horas.

                                              Foto facebook.com/EquipeSolarBrasil

                                               

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                                                Por: Redação -

                                                A exemplo do que já acontecia em Santa Catarina, a Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e Seus Implementos (Acobar) conseguiu, recentemente, um incentivo para o comércio de barcos usados junto ao governo do estado de São Paulo. Trata-se de uma expressiva redução de 95% na base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Com isso, são aplicados 12% de ICMS sobre apenas 5% do valor da embarcação, diminuindo, drasticamente, a carga do imposto — como, aliás, é praxe no mercado de carros usados.

                                                “Foi uma luta de mais de dois anos e, agora, estamos conversando também com o governo do Rio de Janeiro, a fim de obter algo nos mesmos moldes”, explica Eduardo Colunna, presidente da Acobar. Outra batalha da associação, segundo ele, caminha no sentido de conseguir para o vendedor de barco zero os mesmos benefícios já existentes para a indústria, nos diferentes estados, de acordo com suas respectivas alíquotas de arrecadação.

                                                Foto Divulgação

                                                 

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                                                  Por: Redação -

                                                  O conceito é de um barco. Mas não um barco qualquer. O Uldas, como foi batizado pelo seu criador, Selahattin Uldas, é um superiate de 130 metros que pretende levar todo o conforto de um resort para o meio do mar. Uma espécie de resort flutuante. Estão previstas diversas atrações, como dois helipontos, restaurantes na parte interna e com vista para o mar, enormes piscinas, teatro, cafés e camarotes com a melhor vista possível: a do mar. Em outras palavras, será quase como um navio cruzeiro, mas para poucos hospedes e sem a necessidade de cruzar oceanos.

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                                                    A Escola Municipal de Vela de Ilhabela “Lars Grael” recebeu entre os dias 1º e 3 de julho a tradicional Semana Internacional de Vela de Monotipos de Ilhabela. Na sua 43ª edição, o evento reuniu mais de 140 embarcações.

                                                    O evento promovido pela Prefeitura de Ilhabela, por meio da Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação – Diretoria Náutica, reuniu velejadores das classes Optimist, Byte C2, Holder, Open Bic, Snipe, Bic Techno, Raceboard, Hobie Cat 16, Laser (Standard, Radial e 4.7) e Dingue, além de sediar o Campeonato Sudeste Brasileiro de Dingue.

                                                    O prefeito de Ilhabela, Toninho Colucci, prestigiou na tarde do último domingo (3/7) a premiação da competição. “Mais uma edição de sucesso envolvendo jovens velejadores nas classes de iniciação na vela. Fomentamos a vocação natural da cidade que é a Capital Nacional da Vela. Parabéns a todos os velejadores participantes e aos campeões desse ano”, declarou Colucci.

                                                    A 43ª Semana Internacional de Vela de Monotipos de Ilhabela teve o apoio do Yacht Club de Ilhabela, autorização da Federação de Vela do Estado de São Paulo, da Confederação Brasileira de Vela e das associações das classes convidadas.

                                                    Os resultados do evento podem ser obtidos pelo e-mail: [email protected]

                                                    Foto Divulgação

                                                     

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                                                      Por: Redação -

                                                      Após as regatas de longo percurso como a Mitsubishi Alcatrazes por Boreste, a organização da Semana de Vela de Ilhabela deu um descanso para a maioria das tripulações que sofreram com a falta de ventos na véspera. Mas o Yacht Club de Ilhabela (YCI) ficou agitado com a realização das primeiras provas do Grand Prix dos 30 pés para as tripulações de C30 e HPE30. Os tripulantes, muitos deles profissionais, podem se enfrentar mais vezes, elevando o nível da categoria no Brasil. Entre os HPE 30, destaque para o Phoenix (André ‘Bochecha’ Fonseca), vencedor das duas primeiras regatas do dia no desafio. Já no C30 deu Katana (César Gomes Neto) na única prova do dia.

                                                      ”A ideia é muito boa de pegar três dias da Semana de Vela que seriam praticamente sem regatas para fazer esse desafio com os barcos. A organização acertou nessa oportunidade para os veleiros de 30 pés. São barcos muito bons, engrandecendo a competição. Os velejadores profissionais que participam elevam o nível das regatas e todos aprendem”, disse Marcelo Bellotti, coordenador da classe HPE30.

                                                      Representante da classe C30 nos últimos anos e detentor do título de 2015 da Semana de Vela, o Loyal (Marcelo Massa) voltou às disputas graças aos novos patrocinadores. O comandante Marcelo Massa gosta da ideia do Grand Prix. ”Já existia no passado essa iniciativa com outros barcos, como Delta32. As pessoas que se deslocam para a ilha e perdem a semana de trabalho têm essa chance de correr uma regata”, contou Marcelo Massa, do C30 Loyal.

                                                      A primeira prova do dia para os HPE30 ocorreu com 20 nós de vento e a segunda com pouco menos, chegando a 16. O vento caiu até 6 nós e correnteza de leste e a organização decidiu encerrar a programação da segunda-feira (4).

                                                      Hoje, as regatas da Semana de Vela de Ilhabela voltam para todas as 13 classes inscritas, exceto para J70, Star e HPE25.

                                                      Classificação do Grand Prix

                                                      C30
                                                      1. Katana (César Gomes Neto)
                                                      2. Caiçara (Marco de Oliveira César)
                                                      3. Loyal (Marcelo Massa)

                                                      HPE30
                                                      1. Phoenix (André Fonseca)
                                                      2. Tahiti Nui (Giammona Nacho/Larguia Gonzalo)
                                                      3. Suzuki IV (José Roberto de Jesus)

                                                      Em paralelo com o evento esportivo também haverá diariamente uma programação cultural completa com shows musicais, espetáculos culturais, palestras e gastronomia no centro histórico da ilha. No sábado (9), haverá o tradicional desfile das embarcações com a presença do Navio Veleiro “Cisne Branco”, embarcação utilizada no treinamento de formação nas Forças Armadas, a partir de 10h. No mesmo dia, à noite, será realiza a premiação dos campeões.

                                                      Fotos Fred Hoffmann/Fotop/Divulgação

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                                                        O primeiro barco da edição 2017-18 da Volvo Ocean Race será holandês. O Team AkzoNobel – leva o nome da empresa global de tintas e revestimentos sediada em Amsterdã – terá o local Simeon Tienpont no comando da equipe.

                                                        O atleta vai para sua terceira edição da Volta ao Mundo após correr no ABN AMRO TWO em 2005-06 e Team Vestas Wind na temporada anterior. No seu currículo tem também dois títulos da America’s Cup com o Oracle Team USA. “Estou muito honrado e animado para ser o comandante do Team AkzoNobel, mal posso esperar para começar. O nosso foco será no desempenho”, disse.

                                                        Conrad Keijzer, integrante do Conselho Executivo da AkzoNobel falou, no evento de lançamento desta terça-feira (5), que a Volvo Ocean Race oferece uma plataforma de storytelling e de construção de marca sem igual. “A empresa pode aumentar as possibilidades de negócios, atrair talentos e criar um sentimento de orgulho e entusiasmo entre os funcionários com a campanha. Simeon é um verdadeiro líder que coloca a segurança e o trabalho em equipe em primeiro lugar”.

                                                        Mark Turner, CEO da Volvo Ocean Race, comemorou a entrada holandesa: “É emocionante que o nosso primeiro anúncio da equipe tenha ocorrido agora. O time é apoiado por uma marca global e conta com um comandante que fará a função pela primeira vez. Esses são três grandes pontos positivos para a Volvo Ocean Race”.

                                                        Turner continuou: ”A rota para a próxima edição contará com mais ação, mais velocidade, milhas mais difíceis e mais locais de parada, mas será uma regata mais curta – levando a volta ao mundo perto de suas raízes. Ao mesmo tempo vamos melhorar a sua forte ação comercial e excelente plataforma de negócios para os patrocinadores”.

                                                        O Team AkzoNobel representa um país com uma conexão especial com a Volvo Ocean Race. Aos todo, três equipes holandesas foram campeãs – 1977-78, 1981-82 e 2005-06. Além disso, o lendário Conny van Rietschoten continua sendo o único comandante na história da regata a ter vencido duas edições consecutivas, e Tienpont, que ganhou o prestigioso troféu Conny van Rietschoten – a maior honraria da vela da Holanda em 2013 – se orgulha em seguir os passos do chamado ‘Flying Dutch’.

                                                        “Conny van Rietschoten trouxe o evento, então chamado o Whitbread, para um nível totalmente novo. Ele construiu seu barco em um excelente estaleiro holandês e recrutou atletas profissionais em todo o mundo”, disse o novo comandante.

                                                        O anúncio da equipe vem menos de uma semana depois de a Volvo Ocean Race revelar seu novo percurso para a próxima edição do evento. Os barcos devem navegar três vezes mais pelos mares do sul do que na prova passada. A largada será em Alicante, na Espanha, em 2017. Ao todo serão 45 000 milhas náuticas de regata.

                                                        Foto Ricardo Pinto / Volvo Ocean Race

                                                         

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                                                          Nascida de uma parceria entre o velejador olímpico australiano Mitch Booth e o renomado designer Malcom McKeon, a marca de catamarãs BlackCat chegou ao mercado para oferecer aos hóspedes uma experiência emocionante – e estável – em cruzeiros com conforto e luxo a 30 nós.

                                                          A primeira versão revelada pela marca é um projeto de 50 metros que será concluído com os requisitos personalizados de cada cliente. A embarcação deve ser construída, completamente, em fibra de carbono e será a maior estrutura única de iate desse material no mundo quando concluída. A construção leve e design eficiente do modelo significa que cada embarcação será capaz de atingir velocidades de até 30 nós.

                                                          Segundo Mitch Booth, o espaço de alojamento a bordo é de 340 m². O feixe largo e espaços abertos a bordo tornam esta a plataforma perfeita para entreter os amigos e os familiares. As necessidades dos hóspedes serão pensadas pela equipe de BlackCat durante todo o projeto e construção.

                                                          Foto: Divulgação

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                                                            Por: Redação -
                                                            04/07/2016

                                                            Marcas foram feitas para ser quebradas. Hoje, foi a vez do velejador francês François Gabart de colocar seu nome (mais uma vez) na história da vela mundial. Atual dono do recorde de singradura em solitário a bordo de um monocasco, com 545,34 milhas percorridas em 24 horas, Gabart acaba de conquistar o título de homem mais rápido em solitário (ou seja, total de milhas percorridas em 24 horas) a bordo de um trimarã em 24 horas. A bordo do maxi trimarã Macif, o francês quebrou o recorde de singradura em solitário, ao velejar nada menos que 785 milhas a uma velocidade média de 32,4 nós. O feito teve início no dia 2 de julho, quando ele partiu de Nova Iorque para tentar a quebra do recorde da travessia do Atlântico Norte em solitário. O recorde anterior era de Thomas Coville, que havia conquistado a marca de 718 milhas há menos de um mês. Apesar de feliz pela nova marca, Gabart teve de abandonar o projeto do recorde do Atlântico Norte devido as condições de tempo no mar.

                                                            Foto: Divulgação.

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