O estaleiro paulista GT Boats oferece aos seus clientes um modelo de embarcação especialmente pensada conforme o serviço que irá realizar. O GT 26, lançado pela marca em 2012 para pesca costeira, está disponível nas versões para bombeiros, patrulha costeira e águas interiores, Exército e Marinha. Com mais de 8 metros de comprimento, tem capacidade para 8 pessoas ou 600 kg, e possui casco em composite (resina/fibra de vidro/Airex), insubmergível, além de duas anteparas estanques. Seu arranjo de convés e equipamentos são customizáveis de acordo com a missão. Blindagem Kevlar e verdugo Heavy Duty estão entre os opcionais. E não é só a equipagem que irá diferenciar uma lancha para outra. A pintura de seu casco também pode ser personalizado conforme a atividade.
Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias
As inscrições para a Venture Cup 2016 já foram abertas e equipe recordista de corrida de barcos Vector Martini foi uma das primeiras a confirmar a participação na competição que acontecerá na Irlanda. O time, que recentemente passou a contar com nomes como Bruno Senna e David Gandy, será um dos favoritos para ganhar o épico 1 000nm. Só em 2015, a Raceboat Vector V40R quebrou quatro velocidades registradas na Coniston Water e manteve o título Cowes-Torquay-Cowes.
A corrida vai começar em Cork no dia 12 de junho e terá como palco o litoral oeste e norte da Irlanda, antes de terminar em Dublin, no dia 19 do mesmo mês. A taxa de inscrição é de € 500 por equipe e a frota será limitada a 25 barcos.
As equipes estarão competindo por dois troféus principais: o homônimo Venture Cup, para a melhor equipe, e o Harmsworth Trophy, que vai para o país da equipe vencedora. Ambos os troféus datam mais de 100 anos, imprimindo a tradição da competição. Além disso, será entregue um prêmio de inovação especial no valor de € 20 000.
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A ADEMI-RJ (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro) escolheu projeto do Aquário Marinho do Rio de Janeiro (AquaRio) para ser agraciado com o troféu Prêmio Especial Empreendimento Privado de Interesse Cultural no XVI Destaque ADEMI – Prêmio Master Imobiliário 2015 – Rio de Janeiro.
“Após anos de trabalho para viabilizar e tornar o Aquário Marinho do Rio de Janeiro uma realidade, com a parceria do engenheiro Roberto Kreimer e das empresas privadas, ter o empreendimento reconhecido é motivo de muito orgulho”, afirmou Marcelo Szpilman, diretor-presidente do AquaRio, que conta com 4,5 milhões de litros de água distribuidos em 28 tanques, cinco andars e 26 mil m² de área construída.
Este é o primeiro prêmio recebido pelo aquário e vem antes mesmo dele sair do projeto. O evento de premiação ocorrerá hoje, dia 7 de dezembro, às 19h, no Hotel Royal Tulip, em São Conrado. Além da premiação especial, serão homenageados os principais projetos, empresas e profiPssionais do mercado imobiliário do Estado do Rio de Janeiro em diferentes categorias de premiação.
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Un-Cruise e Qualitours divulgaram um de seus cruzeiros para o ano que vem. O destino, agora, é a Baja Califórnia, que tem a alcunha de “maior aquário do mundo”, a bordo do navio Safari Endeavor e com a presença do documentarista brasileiro do mundo selvagem Lawrence Wahba.
Com capacidade para 84 passageiros, a embarcação parte em n0vembro de 2016 e prevê sete noites de hospedagem com todas as refeições e bebidas inclusas, assim como as taxas portuárias e os ingressos para os parques da região visitada.
O hóspede pode contar, ainda, com sauna, academia, aulas de yoga, massagem cortesia, e conforto que tornará ainda mais agradável a semana no mar. Os camarotes da embarcação possuem janela com vista para o oceano, escrivaninha, televisão com DVD, secador e banheiro privativo. Algumas delas dispõem de camas king size e outras, camas de solteiro.
O roteiro brinda o passageiro com uma noite de cortesia na véspera do embarque, no Hotel Barcelo Grand Faro Los Cabos – com direito a refeições e bebidas e uma bela vista para o mar -, além de expedições com barcos zodiacs, caiaque, stand Up Paddle e snorkeling, com acompanhamento por líderes especialistas na região.
Localizada no México e perto da fronteira com os Estados Unidos, a Baja Califónia é banhada pelo Mar de Cortez. Uma das principais atrações da região são as baleias cinzentas, na Baía Magdalena, onde podem ser vistas quando retornam do Alasca em busca de águas mornas e condições para a reprodução.
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O XV Circuito Ilhabela de vela oceânica foi encerrado no último fim de semana no Yacht Club de Ilhabela com 41 barcos na raia, motivo de satisfação para a Comissão de Regata (CR). “Colocar todas essas embarcações para competir em Ilhabela em plena crise demonstra um número expressivo, é muito barco, uma ótima condição”, exalta o diretor da CR, Cuca Sodré. Otimista, o juiz internacional prevê novidades para 2016. “Vamos criar a divisão Silver para a classe RGS e implantar a Bico de Proa, categoria com a finalidade de oferecer uma porta de entrada e acolher novos velejadores”.
Os planos rumo ao futuro já estão sendo traçados devido ao apoio incondicional da Suzuki Veículos à vela. O patrocínio está renovado para mais uma temporada. Nas regatas decisivas deste domingo (6), com vento sudoeste em torno de 12 nós (20 km/h), algumas das classes em disputa na Copa Swift Sport confirmaram o domínio das tripulações que tiverem a oportunidade de treinar de forma mais intensa ao longo do ano. Porsche (C30), Ginga (HPE 25) e Asbar Total Balance (RGS), contam com velejadores nativos da ilha ou frequentadores mais assíduos da Capital Nacional da Vela.
“Estamos com a mesma tripulação há três anos. O barco fica no Grêmio de Vela de Ilhabela (GVI) e saímos para treinar pelo menos duas ou três vezes por mês”, afirma Tináh, natural de Ilhabela, tático e responsável pelo gerenciamento da equipe do Asbar, comandado por Sérgio Klepacz, que nem sempre está embarcado nas regatas. “A Copa Swift Sport mostrou a força da vela oceânica. Há uma proposta para pegarmos um barco maior no próximo ano e mudarmos de classe”, revela Tináh, vencedor da RGS Geral e na divisão “B”.
O Porsche dominou a temporada na classe C30. Um dos motivos da evolução foi o investimento nos treinos. “Fomos mais regulares e eficientes neste ano porque conseguimos elaborar uma programação de treinos”, admite Marcos de Oliveira Cesar, comandante do Porsche, campeão na C30, título inédito para a equipe paulista. Na classe HPE 25, Breno Chvaicer, comandante do campeão Ginga, segue a mesma linha. “A concorrência está cada vez mais forte e precisamos investir nos treinos. É a única maneira de nos mantermos à frente na classe”, considera Chvaicer, responsável pela tripulação formada por caiçaras.
Os vencedores da quarta e última etapa de 2015 são: Porsche (C30), Jazz (RGS A), Asbar (RGS B), Sextante (RGS C), Cocoon (Cruiser), Ginga (HPE 25) e Tahiti Nui (HPE 30). As tripulações mais eficientes da temporada receberam como prêmio, miniaturas de canoas caiçaras, elaboradas pelo artesão Davi Borges, de Ilhabela.
Os primeiros colocados (1º a 3º) na Copa Swift Sport de 2015
C30: Porsche, Caballo Loco e +Realizado
RGS Geral: Asbar Total Balance, Inaê Transbrasa e Fram
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Desde o último sábado, 5, e até esta terça-feira, 8, Ribeirão Preto reúne referências do mercado de luxo nacional e internacional no 2º Best of the Best, no Centro de Eventos do Ribeirão Shopping, das 10h às 23h. O evento é direcionado às marcas especializadas em atender consumidores de alto luxo e apresenta novidades e tendências em diversos segmentos, entre eles, o náutico.
A concessionária Nautiko, representante da FS Yachts e de outras marcas do setor faz parte do evento, com modelos como as lanchas FS 205 e FS 275 entre os produtos expostos. Marcas consagradas como Ferrari, Mercedes-Benz, Harley-Davidson e Jaguar também marcam o 2º Best of the Best. Com entrada gratuita, a exposição conta com mais de 30 expositores distribuídos num espaço de 3 mil m².
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Na última sexta-feira, 4, o presidente colombiano Juan Manuel Santos anunciou ter localizado os restos do galeão San José, embarcação que afundou perto da costa de Cartagena no século 18 enquanto transportava uma carga de ouro, prata e esmeraldas para a Espanha. Sendo um dos maiores da sua época, San José transportava aquele que viria a ser o maior tesouro submerso da história e foi afundado por ingleses perto da panínsula de Barú em junho de 1708. Estima-se que a bordo estavam 11 milhões de moedas de ouro, além das demais preciosidades. Na década de 1980, o Congresso da Colômbia avaliou a carga em US$ 11 bilhões. Outros cálculos falam em US$ 5 bilhões. Com o passar os anos, o San José virou o sonho de muitos “caça-tesouros”, que chegaram a travar longas batalhas legais com o governo colombiano.
Na imagem em destaque, um galão da mesma época do San José.
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A versão 2016 da lancha MC5, um dos grandes sucessos da Monte Carlo Yachts, que pertence ao grupo francês Beneteau, chegou recentemente ao Brasil. Um dos grandes destaques desta embarcação, além do design moderno e o interior confortável, é o seu casco arrojado, criado para cortar ondas com facilidade sem erguer demais a proa, o que é fundamental para quem pilota um barco no posto de comando interno. Além disso, o para-brisa é grande, feito em uma só peça de vidro, sem divisórias e quase sem curvatura, o que dá uma visibilidade excepcional e sem distorções. O que chama a atenção também é o salão principal, que funciona como uma espécie de continuação da praça de popa, em um mesmo nível, e a transição entre esses dois ambientes é feita apenas pela cozinha, que fica entre uma e outra (e assim atende a ambos, feito uma espécie de bar) e por uma porta de correr, com abertura total. A embarcação está em exposição no Iate Clube de Santos, no Guarujá, litoral de São Paulo.
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Roberta Ramalho, presidente do estaleiro Intermarine, recebeu na noite de ontem, dia 3 de dezembro, quinta-feira, cerca de 250 clientes e convidados para grandioso jantar em sua fábrica, na Grande São Paulo. Com o tema Première Dinner, o estaleiro apresentou pela primeira vez ao público a nova Intermarine 66, que ficou exposta e aberta à visitação dos convidados, ao lado de um dos maiores iates finalizado da empresa, uma Intermarine 80 (80 pés – aproximadamente equivalente a um apartamento de 240 m2). Na ocasião, Roberta Ramalho ainda anunciou o lançamento de mais um novo modelo, a Intermarine 62 (62 pés). Para o anúncio, esteve ao lado dela o prestigiado designer náutico Luiz de Basto, que veio de Miami especialmente para a recepção. O evento aconteceu no galpão principal da fábrica (que tem total de 50 mil m2, piscina de teste, laboratórios e 6 mini fábricas) em meio às embarcações, proporcionando aos convidados uma experiência única.
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Chegou o momento de a Copa Swift Sport definir os campeões do Circuito Ilhabela de vela oceânica, disputada desde março em quatro etapas com sede no Yacht Club de Ilhabela (YCI). As regatas decisivas deste fim de semana largam ao meio-dia, tanto no sábado quanto no domingo, dias 5 e 6. Além da emoção nas raias do Canal de São Sebastião, as tripulações terão a tradicional canoa de cerveja, especial, após as regatas dos dois dias. O happy hour de sábado será animado por Marcelo Totó e Banda, com flash back do melhor rock’n roll, enquanto o domingo ficará reservado à premiação geral de 2015.
Entre os líderes da temporada, está o Porsche, detentor da hegemonia na classe C30 desde o início da competição. “O barco se manteve mais regular neste ano porque conseguimos elaborar um calendário de treinos. Não conheço nada que dê resultado se não houver treinamento adequado”, justifica o comandante Marcos de Oliveira Cesar. O Porsche venceu as duas regatas do fim de semana (28 e 29/11) e lidera também a quarta etapa. No campeonato, possui dez pontos de vantagem sobre o Caballo Loco, segundo colocado.
“Vamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance nas regatas finais. A intenção é de velejarmos sem pensar na pontuação. Precisamos manter os pés no chão como mantivemos ao longo da temporada”, assegura Marcos Cesar. Para deixar as largadas ainda mais disputadas, a Comissão de Regata (CR), tem reunido as classe C30 e HPE 30, barcos de igual dimensão, no mesmo alinhamento.
A classe HPE 30, recém-lançada em Ilhabela, tem como líder o Tahiti Nui, conduzido pelo velejador olímpico André Fonseca, o Bochecha. A regulagem das velas fica sob a responsabilidade de Marcelo de Jesus, natural de Ilhabela, campeão brasileiro e da Ilhabela Sailing Week na C30 neste ano com o Loyal. “O HPE 30 é um barco muito bom. Anda melhor no vento em popa enquanto o C30 é mais veloz no contravento”, afirma Marcelo, que começou a velejar aos 10 anos pelo Grêmio de Vela de Ilhabela (GVI).
O direto do GVI, Beto de Jesus, é o timoneiro do HPE 25 Fit to Fly e está empolgado com a movimentação em torno da etapa decisiva da Copa Swift Sport. “Para nós, de Ilhabela, é a competição mais importante porque nos mantém em atividade o ano todo. Eventos como a confraternização deste sábado (05), com música ao vivo, são muito importantes porque reúnem os velejadores e é assim que surgem novas e boas ideias. Precisamos mais disso”, recomenda o velejador, ex-secretário de Esportes de Ilhabela.
A previsão para o fim de semana indica vento de sueste a nordeste, entre oito e dez nós no sábado, e direção sul com mesma intensidade no domingo, o que poderá trazer a raia para dentro do canal, com largada em frente ao YCI.
Os resultados acumulados até agora, incluindo-se os descartes apontam os seguintes líderes: Asbar Total Balance (RGS Geral e B), Inaê Transbrasa (RGS A), Porsche (C30), Tahiti Nui (HPE 30), Ginga (HPE 25), Brazuca (RGS C) e BL3 (Cruiser). A RGS Geral não inclui a quarta etapa, liderada por: Porsche (C30), #04 (HPE 30), Atrevido (HPE 25), Fram (RGS A), Helios (RGS B), Sextante (RGS C) e BL3 (Cruiser).
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Com o fim de semana chegando, muita gente aproveita para navegar, por isso, NÁUTICA aproveita para lembrar os erros mais comuns de quem sai de barco. Fique de olho!
Não se informar sobre o tempo
Saber a previsão do tempo é fundamental, mas muita gente esquece de checar. E nada pior que ser surpreendido pelo vento forte quando se está navegando.
Beber umas e outras
Se vale para dirigir automóvel, também vale para quem pilota barcos. Se bebeu, passe o comando para outra pessoa habilitada e totalmente sóbria. A bebida é uma das causas mais comuns de acidentes náuticos.
Usar combustível velho
Gasolina no tanque há mais de dois meses e diesel há mais seis se deterioram e ainda têm grandes chances de absorver água — e isso pode estragar o motor! Use sempre combustível novo.
Não olhar a carta náutica
Sem uma carta náutica, a probabilidade de problemas na navegação é bem maior. Na dúvida, pare o barco, examine a área e navegue apenas onde tiver certeza de que seu barco passe.
Sair com pouco combustível
O cálculo de combustível deve ser feito em função da distância. Descubra quantos litros seu barco gasta para percorrer uma milha. Lembre-se: o consumo aumenta com o barco cheiro e mar agitado.
Desobedecer a navegação
Todo barco é projetado para navegar dentro de certos limites. Um barco fora do limite da sua categoria
é muito vulnerável a uma virada de tempo.
Levar gente demais a bordo
O excesso de peso deixa a borda mais próxima da água e uma marola mais alta pode inundar o barco. Como regra, não ultrapasse o limite de uma pessoa para cada metro de comprimento do barco.
Esquecer da manutenção
Além da revisão de motores e geradores, que é sagrada, é preciso inspecionar sempre os filtros, válvulas do casco, anodos, gaiútas, vigias, tanques e instalação elétrica, para eventuais reparos ou limpeza.
Ignorar os itens de segurança
É importante conhecer cada item e onde ficam os coletes, foguetes sinalizadores e extintores. Além disso, é preciso lembrar de trocar o material que estiver com o prazo de validade vencido.
Não se proteger contra o sol
Quem sai de barco deve usar protetor solar para a pele e capota para o barco, mesmo no inverno. Além do risco de câncer, há também o perigo da insolação, que provoca forte mal-estar.
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Exibido pelo estaleiro Evo Yachts em Nápoles entre os dias 27 e 29 de novembro, o novo modelo da marca, Evo 43, tem 13 metros de design refinado e perfil esportivo. Projetado e construído inteiramente na Itália, destaca-se pelo alto impacto, elegância e soluções inovadoras. Possui área da praia expansível que, ao simples toque de um controle digital, transforma a cabine em um terraqço de 25 metros quadrados, que pode ser usado como sala de estar, deque para banhos de sol, com espreguiçadeiras, ou plataforma de mergulho. Seu design, tanto exterior quanto interior, foi projetado pelo Studio Tecnico Rivellini.
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SUL Hotels, liderado por Roberto Bitelman e Clara Davies, promove o “Remote Latin America”, que acontece de 11 a 14 de março de 2016. O evento traz inovações para o setor a partir de experiência unindo 60 agências e operadoras brasileiras a 60 hotéis de toda América Latina em três dias repletos de atividades a bordo do Iberostar Grand Amazon, reconhecido hotel flutuante de 90 metros, com capacidade para 150 passageiros, que cruza as águas dos rios Amazonas, Negro e Solimões.
O Remote L.A. tem por sustentação uma série de ações, entre reuniões de negócios, palestras, eventos sociais e passeios pela Amazônia. De acordo com Bitelman, o formato, até então inédito, é “oportunidade única para troca e descoberta de destinos incríveis, com o que há de melhor em serviços, visando o aquecimento de um mercado com impressionante capacidade de expansão”.
No primeiro dia, os participantes serão conduzidos a uma visita ao teatro Amazonas e irão participar de palestra com especialista na região. O check-in no Iberostar Grand Amazon ocorre após almoço em Manaus. Depois de dadas as boas-vindas a todos, duas rodadas de negócios tomarão o espaço da embarcação, sendo precedidas por jantar e show para quem tiver disposição.
O segundo dia, para além das rodadas de negociação, contempla visitas aos hotéis de selva Anavilhanas Jungle Lodge e Mirante do Gavião Amazon Lodge, palestra e focagem de jacarés ao anoitecer. No domingo, dia 13, os integrantes poderão viver a experiência de passear em comunidades locais, em atividade imersiva. Eles também aproveitarão um passeio ao lado de botos, animais típicos da região, e assistirão à palestra sobre o panorama do mercado de turismo de alto padrão na América Latina. À noite haverá cerimônia e festa de encerramento.
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No último sábado, 28, o Sebrae e a Acatmar realizaram uma ação inédita para a promoção da indústria e do turismo náutico catarinense. A marina Pró Náutica foi palco para a exposição e test drive de embarcações dos estaleiros participantes Brasboats, Zeta, Mastro D’Ascia, M1 Yachts, PSX Boats e Wave Boat Mormaii.
Com o intuito de fomentar o setor náutico e apresentar os seus produtos aos interessados pelo mar, o evento contou, também, com distribuição de material promocional integrado do mergulho, marinas e escunas. O projeto Polo Náutico, desenvolvido pelo Sebrae SC e Acatmar vem desde 2012 apoiando micro e pequenas empresas do setor náutico catarinense nos setores da indústria e turismo a se prepararem de maneira sustentável para o mercado.
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NÁUTICA navegou no célebre – e quase octagenário – Eilean, um dos mais belos veleiros de seu tempo e que se tornou embaixador de uma grife italiana de relógios após ser salvo da destruição. Este impecável ketch (tipo de barco de dois mastros), de quase 73 pés, possui uma história fascinante e de inúmeras travessias atlânticas que você pode conferir na edição de novembro de NÁUTICA, disponível nas bancas de todo o país e, também, pela loja online.
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A Associação Náutica Catarinense para o Brasil (Acatmar) fechou mais uma temporada do projeto Limpeza dos Mares com chave de ouro, marcando a abertura da temporada de verão. No último sábado, 28, foram recolhidas aproximadamente 10 toneladas de lixo do Canal da Barra da Lagoa, em Florianópolis.
O mutirão de limpeza reuniu cerca de 80 voluntários, sendo 25 mergulhadores profissionais. O presidente da entidade, Leandro Mané Ferrari, comemorou o resultado. “É muito gratificante quando vemos que nosso trabalho rende benefícios para a natureza “, afirmou.
Em seis etapas, entre 2014 e 2015, foram recolhidas 23,2 toneladas de lixo por meio do projeto. As ações anteriores foram realizadas na Ilha do Arvoredo, na capital, e na Praia de Palmas em Governador Celso Ramos, em 2015. Já em 2014 foram realizadas ações na Praia do Tinguá, Ilha do Francês e Ilha do Arvoredo.
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A tradicional Regata Ilha de Caras Revista Náutica já tem data para acontecer. No dia 27 de fevereiro, as águas da Baía de Ilha Grande receberão embarcações das classes ORC, IRC, BRA, RGS, APS, CRUZEIRO, MULTICASCO e FEMININO na 17ª edição de um dos principais eventos da vela brasileira, que marca o verão de Angra dos Reis.
Em 2015, a Regata do Charme reuniu cerca de 100 barcos e 650 tripulantes em uma grande festa náutica e espera-se, em 2016, o mesmo sucesso dos outros anos. Além da competição, os participantes desfrutam da já conhecida feijoada na Ilha de Caras, em um almoço comemorativo, selando a parceria entre a Revista Náutica e a Revista Caras.
Fique de olho! Em breve serão abertas as inscrições para a regata mais charmosa do Brasil.
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O estaleiro paulista Intermarine fecha o ano com chave de ouro e reúne, na noite desta quinta-feira (3), clientes e amigos em um Première Dinner para apresentar as duas mais novas lanchas de sua linha, a Intermarine 66 e a Intermarine 62. Com linhas elegantes, características desta marca de embarcações de luxo, a nova 62 pés foi projetada por Luiz de Basto e tem como principais diferenciais plataformas laterais retráteis na popa, uma espécie de beach club, além de um grande para-brisa e amplo flybridge, que aproveita toda a largura máxima do casco. O projeto apresentado hoje irá para a água no segundo semestre de 2016. NÁUTICA esteve no evento e lançará, em breve, um vídeo com entrevista exclusiva com o projetista Luiz de Basto, explicando o modelo.
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No último sábado, 28, a praia do Pontal de Maria Farinha, em Paulista, localizada a 35 quilômetros Recife, recebeu os amantes das motos aquáticas no Encontro dos Jet Clubes, dando início ao passeio até a ilhota da Coroa do Avião, em Igarassu. Organizado pela Da Fonte Náutica, concessionária dos produtos BRP em Recife, a estimativa era de receber mais de 100 jets no evento, que não exigia inscrição dos participantes.
“Desde que nos tornamos revendedores da BRP, no final de 2011, a comunidade das motos aquáticas cresceu muito no estado – o que sempre fomenta o mercado náutico. Estamos remando juntos para realizar o Encontro dos Jet Clubes, com o objetivo de unir todos os grupos da região”, explicou Fernando da Fonte, da Da Fonte Náutica.
O passeio fez um percurso já conhecido para quem está acostumado a navegar pelas águas pernambucanas, passando pelo Rio Capibaribe e o Recife Antigo, seguindo para a Coroa do Avião, uma ilhota que possui cerca de 560 metros de extensão e 80 metros de largura. Nela, uma estrutura direcionada ao evento foi montada com tendas térmicas para manter as bebidas geladas, além de churrasqueiras para utilização dos participantes. Houve, ainda, uma confraternização com feijoada.
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A italiana Ferretti apresenta seu mais novo iate, Pershing 140. Primeiro iate da marca produzido em liga leve de alumínio, o modelo vem celebrar o aniversário de 30 anos da Pershing e tem previsão de entrega em 2018. Produzido pela Ferretti Group em parceria com o arquiteto Fulvio De Simoni, também será o primeiro iate Pershing a ser construído na fábrica de Ancona, que se especializa na construção de iates em aço e alumínio com mais de 40 metros de comprimento.
O novo iate apresenta um perfil exterior agressivo, caracterizado por casco de alumínio e superestrutura com poucas inserções de material compósito no convés principal. Ao mesmo tempo, possui linhas elegantes que refletem o caráter esportivo da marca. O modelo teve o cockpit de popa totalmente revisto e conta com o aumento de sua parte externa, transformando-a em um mezanino diretamente ligado com o clube de praia abaixo, com o andar superior e na parte mais interna, criando uma ampla área ao ar livre.
Pershing 140 conta, ainda, com boa iluminação natural, área de jantar, cozinha, acomodações para hóspedes e para a tripulação nos convés principal e inferior, além da suíte do proprietário, cinema, salão de jogos, podendo ter seu interior projetado da maneira que o cliente desejar. Atualmente, tem três configurações de propulsão possíveis: motores MTU 4000 M93L, 12V (3460 hp) ou 16V (4613 hp), ou motores MTU M94 2600 hp motores da HP.
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Imagine o maior Rally Náutico do Brasil. Agora imagine essa competição sendo realizada na Bahia. O Rally Náutico da Bahia chegou na sua 7ª edição em 2015 e foi realizado no último dia 28 de novembro, em Salvador. TV Náutica esteve lá para prestigiar o evento organizado pelo Yacht Clube da Bahia, em parceria com a Bahia Marina e apoio da Revista Náutica, e ainda teve a sorte e o prazer de navegar com a dupla paranaense que foi campeã geral, Marcos Rupollo e Ana Maria Heyse.
A competição reuniu 70 competidores em suas lanchas e jets. Para ver os melhores momentos da competição e da festa e aprender tudo sobre a modalidade de regularidade, assista o vídeo abaixo e confira as entrevistas com o Diretor Técnico Glênio Cogo, o campeão Marcos Rupollo e o comodoro do Yacht Clube da Bahia Marcelo Sacramento.
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No mês de novembro fui convidada para fazer parte da tripulação de um delivery na entrega de um catamarã 62 pés pela costa do Pacífico Mexicano até a Baja California. Embarquei no pequeno vilarejo mexicano chamado Huatulco, no estado de Oaxaca. Trata-se de um novo refúgio na região para os novos ricos que buscam condomínios de frente para o mar com varanda gourmet, piscina com borda infinita, uma praia paradisíaca, bons restaurantes e surf de qualidade. Logo que cheguei fui ao encontro do resto da tripulação na Marina Chahue onde o catamarã estava atracado. Uma marina bastante bonitinha com escola de mergulho, bar, restaurante e ótimo wifi.
#Dia 1
Minha maior surpresa foi ao chegar no barco, já havia navegado em catamarãs mas nunca em um 62 pés. A imponência do tamanho, do espaço e do conforto impressionam. Pensei “essas milhas navegadas vão ser um luxo!” E realmente foram em grande parte das 900 milhas percorridas.
Vivi a bordo desse catamarã por quase um mês. Pra quem estava acostumada a cozinhar navegando em uma cozinha de 1m/1m, com fogão de duas bocas, sem geladeira funcionando durante a navegação (muito menos freezer) e com tanques de 90 galões de água, sem dessalinizador, preparar os pratos e lavar a louça nessa travessia foi “baba”!
#Dia 5
Partida para Acapulco. 240 milhas navegadas. Duas noites a bordo. Navegação tranquila, porém no contra-vento. Monitoramos o tempo todo. Tempo favorável.
O barco contava com uma ampla cozinha que tinha tudo, freezer, geladeira, microondas, máquina de lavar louças, fogão com 5 bocas, uma bancada bastante grande e confortável, enfim, a cozinha dos sonhos para quem vive a bordo. E contava, ainda, com dois tanques de 140 galões de água e um dessalinizador que produzia cerca de 200 litros por hora de água potável. Bom, é nessa hora que mesmo com a fartura, o que deve falar mais alto é o bom senso no não desperdício de água!
O espaço que havia nas cabines e no deque superior proporcionavam um extremo conforto. Como éramos em cinco, tinha espaço e cabine para todo mundo. Um verdadeiro apartamento flutuante!
A rotina da tripulação era muito bem dividia e é assim mesmo que recomenda-se durante uma travessia em barco. O capitão manda, o primeiro marinheiro executa, a mulherada cozinha, arruma o “apê” e todo mundo participa dos turnos.
Para quem acompanha minhas colunas aqui sabe o quanto ressalto sobre a importância de aprender a viver com pouco no mar. Bem, quando se vive em um catamarã de 62 pés o desafio é ainda maior, afinal, não é porque tem que precisamos gastar!
#Dia 12
Depois de mais 140 milhas navegadas, chegamos em Tenacatita. Essa foi uma das regiões mais devastadas pelo furacão Patrícia. Triste ver as casas sem teto e um clima de destruição na cidade. Como nosso plano não era desembarcar, acabei descendo em terra apenas um dia para conhecer. Remei até a costa de SUP, caminhei 40 minutos até o centrinho, tomei uma cerveja e voltei.
Entre os turnos, quando não estávamos cozinhando, ficávamos interagindo com a natureza ou lendo um livro, tocando violão, ouvindo uma música…
#Dia 18
Dia de zarpar de Punta Mita, Puerto Vallarta. O tempo estava favorável e tínhamos que nos apressar em chegar porque uma tempestade subtropical com possibilidade de se tornar furacão se aproximava da Baja California. Pela previsão, chegaríamos antes.
No total, fizemos as 900 milhas em 20 dias. Fomos parando em alguns vilarejos até chegar à Baja California. Velejamos muito pouco porque fomos com contra-vento quase a maior parte da viagem.
Um dos momentos mais esperado durante as travessias era o pôr do sol. Era colocada uma música inspiradora, como um Pink Floid, por exemplo, e todos subiam no deque superior para olhar o sol apagar ao tocar o oceano.
Conversando com a tripulação, eles me falaram que o proprietário usa o barco apenas para “daysailing”, ou seja, tem um apartamento em terra e outro no mar. Nada contra, pelo contrário é um luxo para poucos. Porque uma coisa é bem diferente da outra. Ter um barco e viver em um barco.
Quando você vive em um barco, você aprende com as necessidades do dia-a-dia, quando você tem um barco, você pode aprender, ou não.
#Dia 20
Depois de 270 milhas navegadas desde Puerto Vallarta, chegamos em Baja California, em San Jose del Cabo, nosso destino final. Essa última perna foi a mais longa e a mais turbulenta.
Nessa travessia, como não fomos costeando, tudo o que víamos era só mar. Nos organizávamos em turnos de 3 horas durante à noite. Um momento mágico era quando o sol vinha dar bom dia. Durante o dia, fazíamos rodízio de acordo com o cansaço de cada um.
Já peguei muito vento na cara e mar picado com monocasco, mas com catamarã foi a primeira vez. O balanço é quadrado e quando bate, bate mesmo, chacoalha tudo. A sorte é que nunca fiquei mareada porque teve “perna” que foi assim do início ao fim. Impossível dormir nas cabines de proa.
Quando vinha a vaga, o barco subia e descia como em uma montanha russa, mas algumas vezes caía lá de cima batendo seco na água, ou seja, quando subia nunca sabíamos como iria descer. As vagas não eram grandes, tinham cerca de 2 metros de altura, mas como o intervalo entre elas era muito curto, o mar estava todo picado.
Os presentes dessas travessias foram aqueles que a natureza nos dá apenas quando se está 100% conectado com ela. Incontáveis estrelas cadentes, a visita de golfinhos na proa, a pesca de peixe-vela e claro! sua devolução ao mar, o sol se pondo no oceano e a beleza do sol nascendo. Aliás, uma peculiaridade, antes do sol dar bom dia, um tom rosa com lilás toma conta do céu anunciando a vinda do astro rei, logo depois, ele aparece com tons que vão do laranja ao rosa pink, bastante tímido na linha do horizonte. Aparece apenas por alguns minutos, para sumir de novo no azulado do céu, e para então voltar imponente no alto, com seu amarelo característico, iluminando o dia.
DCIM100GOPRO
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Poder detalhar assim a vinda do Sol é mais que um presente é uma dádiva da vida a bordo.
Marinheiro que é marinheiro tem que seguir em frente!
Hoje estou aqui, amanhã não sei!
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Marcela Rocha é instrutora de mergulho, jornalista, locutora de rádio, velejadora nas horas vagas e, acima de tudo, muito feminina
Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias
O Sebrae SC convida a todos os interessados para uma conversa com o Marketing Area Manager da Azimut Yachts, Hemerson Diniz. Na ocasião, serão tratados pontos sobre o papel e os desafios do marketing no setor náutico brasileiro e o convidado irá apresentar o case da Azimut e seu posicionamento no mercado. O encontro acontece hoje, dia 3, a partir das 17h30, no Sebrae da SC 401, localizado no Parque Tecnológico, em Florianópolis. O evento é uma realização do Sebrae em parceria com a Acatmar.
Para confirmar sua presença, ligue (48)9633-4414 ou envie e-mail para [email protected].
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A Fairline Boats anunciou ontem que passa a ser administrada pela FRP Advisory. A notícia vem menos de três meses após o lançamento do mais recente modelo da empresa, a Fairline Targa 53GT (foto), que foi apresentado na edição deste ano do Southampton Boat Show.
A empresa, que empregava cerca de 450 funcionários no início do ano, dispensou por volta de 180 deles quando foi comprada pela Wessex Bristol, em setembro. Espera-se que mais funcionários sejam demitidos em curto prazo, mas os administradores afirmaram que irão manter uma equipe de núcleo de trabalhadores na produção das encomendas existentes e no contato com os concessionários.
As concessionárias da marca estão trabalhando para tranquilizar os clientes, com a garantia de que seus acordos serão honrados. Fairline tem, atualmente, instalações em Oundle e Corby, em Northamptonshire, e espaço para teste em Ipswich, em Suffolk.
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A loja náutica Pesca Mais, de Ubatuba, litoral norte de São Paulo, está reformada e foi reinaugurada essa semana sob nova direção. A loja mantém-se como revenda Mercury e BRP e foca agora em serviços de manutenção e pós-venda, para garantir ainda maior satisfação aos clientes e suprir uma necessidade da região na área. A intenção dos atuais sócios é tornar a marca como referência em serviços náuticos no litoral norte de São Paulo e sul do Rio de Janeiro.
Com dois pontos – um no centro de Ubatuba, na Avenida Professor Thomaz Galhardo, 175, no coração da cidade, e outro no Saco da Ribeira, Rua Flamenguinho, 80, principal localização náutica do município -, a nova Pesca Mais convida os amantes do setor a conhecerem suas novidades.
São dois telefones de contato: (12) 3833-6467 e (12) 3842-0140.
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O estaleiro gaúcho Cimitarra recebeu o título de “Instalação Certificada Volvo Penta”, o que garante mais confiança e credibilidade na montagem dos motores nas lanchas da marca. O Vice-presidente da Volvo Penta Brasil, Gabriel Barsalini, entregou a Marçal Martins, sócio da Cimitarra, a placa de certificado (foto).
Como uma das partes mais importantes da embarcação o motor deve ter atenção tanto do seu fabricante, quanto das marcas que o utilizam e, também, do cliente, que deve ter a qualidade do produto garantida e realizar a manutenção correta.
Confira algumas imagens da entrega do certificado:
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A IMS Náutica tem o prazer de convidar os proprietários Beneteau e todos os seus clientes para participarem do 12º Festvela nas águas de Paraty e Angra dos Reis. No dia 12 de dezembro, as classes APS, APS C, APS Novos (barcos sem FCT calibrados na APS; será adotado o FCT máximo do modelo do barco), RGS, ORC e Cruzeiro com e sem balão, reunirão-se para o percurso entre as proximidades da Ilha Rapada e as proximidades da Ilha do Brandão, na Baía da Ribeira.
Lanchas também estão convidadas, com o limite de 10 participações. As inscrições podem ser feitas por meio do telefone (24) 3377-0279 ou pelo [email protected], com a comprovação do depósito. O prazo vai até o dia 11, no valor de R$ 85 por tripulante, para lanchas, e R$ 110 por tripulante, para veleiros – estes tem inscrições limitadas a 50 vagas. A inscrição dá direito à regata, à feijoada (bebidas inclusas) e camiseta.
A premiação da regata será realizada com uma feijoada na varanda do ICAR (Iate Clube de Angra dos Reis), que terá início com a chegada dos primeiros barcos. Durante o evento, haverá também sorteio de brindes. Os velejadores que quiserem pernoitar poderão utilizar os vestiários do clube para banho, a sauna e o restaurante para café da manhã de domingo. Haverá barco de apoio para embarque e desembarque até às 00h do dia da regata e após às 8h do dia seguinte. Após as 18h, haverá música ao vivo para os participantes.
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Paolo Vitelli, o presidente-fundador da Azimut-Benetti, fabricante de iates de luxo italiano com unidade de produção no Brasil, foi um dos nomes premiados com o Lifetime Achievement Award em evento de construtores de barcos – Boat Builder Awards for Business Achievement -, em noite de gala realizada em Amsterdã, na Holanda, no dia 19 de novembro. A premiação reconheceu os principais construtores do setor do mundo. Conforme os juízes disseram, Vitelli se tornou um dos grandes nomes mundiais relacionados à produção de barcos italianos. Além de sua filha Giovanna Vitelli, que dirige o Grupo Azimut-Benetti, mais de 200 representantes da indústria náutica participaram do evento para conhecerem os vencedores no evento organizado pela IBI e Mestrade.
“Esta premiação é mais um demonstrativo de que, através do modelo de gestão, da qualidade, da tecnologia, da inovação e do design italiano único implementado há mais de 45 anos por Paolo Vitelli, o Grupo Azimut-Benetti se tornou um dos principais construtores de iates de luxo do mundo. Todo o time da filial Azimut do Brasil se orgulha e parabeniza o fundador da empresa por mais esta conquista”, destaca o CEO da Azimut do Brasil Davide Breviglieri.
“Conquistas como esta reforçam a excelência de nossos produtos e a atenção em cada pequeno detalhe para proporcionar total satisfação aos clientes no Brasil e de várias partes do mundo, este sempre foi o foco de Paolo Vitelli e reflete em todo o seu time de colaboradores”, complementa o diretor comercial da Azimut do Brasil Francesco Caputo.
“Estes prêmios reconhecem personalidades nesta indústria e as inovações que tornam as suas embarcações únicas. Estamos ansiosos para coroar mais vencedores na edição de 2016”, disse o diretor editorial da IBI Nick Hopkinson.
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A bordo de uma colorida bateira — tradicional canoa a motor usada por pescadores —, a Dona Alice, Amyr Klink percorreu, durante quatro dias, sua mais nova travessia: cerca de 320 milhas de navegação entre Guaraqueçaba, no Paraná, e Paraty, no Rio. Uma aventura tão inusitada quanto, para ele, divertida. Sabe-se que, por causa do formato do casco, este tipo de canoa é capaz de vencer a arrebentação, mas daí a fazer uma travessia com ela… São cascos marinheiros, mas — ele admite — frágeis em alto-mar. Para “ajudar”, o mar estava um “pandemônio”, em suas palavras, no mês de setembro. A história completa desta travessia você pode conferir na edição do mês de novembro de NÁUTICA, que está disponível nas bancas de todo o Brasil e, também, na loja online.
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Na história da humanidade, não se tem ideia exata de quantas almas se perderam nos oceanos, rios e lagos do mundo. Milhares por certo, talvez milhões. Desde o primeiro homem pré-historico que se aventurou a atravessar um rio ou um braço de mar, muitas e muitas almas se perderam. Por isso, fiz uma seleção de alguns naufrágios que, apesar de grande sofrimento e algumas tragédias, trouxe de volta ao nosso convívio alguns de seus participantes, porém outros tantos se perderam, infelizmente. A ideia é analisar de forma mais “seca” cada evento, para que dele possamos tirar procedimentos e comportamentos que venham a nos auxiliar em alguma situação de perigo.
Vale pensar que um acidente raramente tem uma única causa. A maioria é um somatório de eventos, alguns causados pelo fator humano, outros pelo clima e alguns por falhas do material, mas muito raramente por um só motivo. Com eles podemos aprender importantes lições e a melhor delas é que precisamos nos manter conscientes de nossas dificuldades e estar sempre preparados para o pior. Afinal, como alguém poderia sobreviver a uma situação tão extrema? Isto depende, sim depende de quão preparada para enfrentar esta situação uma pessoa pode estar.
Antes da leitura, vale lembrar que uma regra básica levantada pelos estudiosos é que no mar, você sobrevive apenas três horas sem um abrigo flutuante (boia, colete, tambor, etc), três dias sem água e a no máximo três semanas sem comida. Alguém duvida?
4 dias: Brad Cavanagh and Deborah Kiley
Em um dia ensolarado no final do outono de 1982, um veleiro partiu numa rotineira viagem entre o Maine e a Flórida. Eram cinco tripulantes, praticamente desconhecidos entre si. John Lippoth e sua namorada Meg Moony, Mark Adams, Brad Cavanagh e Deborah Scaling Kiley. Diferenças de caráter e comportamento logo apareceram, devido ao abuso de álcool do capitão e alguns tripulantes, além da falta de comprometimento quase que geral, com o trabalho de bordo.
No segundo dia de navegação o tempo começou a piorar e ao cair da tarde os ventos batiam nos 60 nós e as vagas alcançavam mais de cinco metros de altura. Brad e Deborah enfrentaram o primeiro quarto da tempestade, permanecendo cerca de onze horas no cockpit, enquanto os outros dois tripulantes e o capitão bebiam na cabine. Quando John e Mark recobraram certa sobriedade, renderam os dois na vigilância, e Deborah e Brad finalmente puderam descer para algum descanso. No meio da noite foram acordados, enquanto vozes em panico alertavam que o barco estava afundando, foi quando perceberam que John e Mark haviam abandonado seu posto, e desceram para dormir, deixando o barco sem suporte.
Ao lançarem a balsa salva-vidas, a mesma foi carregada pelo forte vento deixando-os apenas com um bote zodiac de apoio como opção, este mesmo foi muito difícil de ser manobrado. Ao abandonar o Trashman, Meg ficou presa nas ferragens abrindo grandes e profundos ferimentos nos braços e pernas. Como o vento era muito frio e cortante, decidiram emborcar o bote, e ficaram todos por baixo dele, dentro da água que estava ao menos 15 graus mais quente que o ar. Durante 18 horas permaneceram mergulhando para dentro e para fora do bote, para conseguir respirar, enquanto a tempestade continuava soprando com violência.
No dia seguinte, a tempestade amainou e puderam colocar o bote em sua posição normal, subindo para o interior do mesmo. Ao fazê-lo, puderam identificar centenas de tubarões ao seu redor, percebendo que não eram chutes que haviam sentido durante o tempo dentro d’água, mas sim focinhadas de tubarões.
No terceiro dia, as lacerações de Meg tomaram conta de seu organismo, e ela ficou deitada em estado catatônico, sem reação por horas. Naquela noite, Mark e John começaram a beber água do mar, tornando-se cada vez menos coerentes e confusos mentalmente. John foi o primeiro a partir, ao dizer que podia ver terra e que iria buscar cigarros, escorregou pela lateral do bote e nadou uma pequena distancia desaparecendo na noite. Ouviu-se então um grito e depois apenas silêncio. Por volta da mesma hora, o delirante Mark disse que precisava se refrescar e saltou para as águas infestadas de tubarões. Houve então uma forte movimentação ao redor do bote, e a água se tornou vermelha de sangue, quando Mark desapareceu por completo.
Na quarta noite, Meg faleceu devido aos ferimentos, sendo lançada na água. Pouco depois do amanhecer Brad e Deborah avistaram um barco vindo em sua direção, que realizou seu resgate.
OBS: Um período tão curto de deriva não poderia resultar em um fim tão trágico, o total despreparo das pessoas envolvidas e a falta de liderança do capitão, foram os motivos que mais chamaram nossa atenção.
6 Dias: Troy e Josh
Em um 25 de Abril, Josh Long (17) e seu melhor amigo Troy Driascoll (15) decidiram sair para pescar em um bote. Ao se lançar, não levaram em consideração as bandeiras de aviso de correnteza forte assinaladas na praia. O bote foi puxado para longe e, em seu esforço para remar de volta, Troy acabou largando seu remo, irritado, jogou suas iscas e material de pesca na água em um desabafo.
Assim iniciaram sua dura jornada sem comida, água e sem meios para consegui-las. Como o barco não possuía cobertura ou qualquer abrigo, tinham apenas as roupas para se proteger da forte insolação. A fim de reduzir o calor, passaram a dar alguns mergulhos, mas a aparição de um tubarão fez com que parassem.
Eles assim ficaram por seis dias inteiros, sem água ou alimento. No sexto dia, quando já haviam escavado mensagens de adeus a seus familiares no interior do bote, avistaram um barco, que os salvou. Após o resgate foram levados para um hospital, onde foram constatadas severas queimaduras e desidratação. Os médicos disseram que o estado de Troy era o pior, e que não viveria mais do que algumas horas.
OBS: Adolescentes aprontando sem noção dos perigos. Sem mais comentários.
12 dias: Amanda Thorns e Dennis White
Amanda Thorns (25), seu pai Willie (64) e o padrinho Dennis White (64), partiram de Cape Cod a bordo do veleiro Emma Goldman de 45 pés, no início de novembro de 2009. Mesmo já tendo velejado muitas vezes pela região, aquele seria o batismo dela em águas profundas, e planejavam singrar até a Ilha de Bermuda.
Ao meio-dia, uma tempestade atingiu o barco obrigando-os a se esconder na cabine, enquanto aguardavam que o pior passasse. Na quarta noite, com a tormenta ainda forte, o capitão Thorns ficou de vigília enquanto Amanda e White tentavam dormir na cabine. Enquanto enfrentavam ondas de 10 metros de altura, uma onda maior ainda envolveu o barco todo, fazendo-o capotar. O mastro, todo o estaiamento e o capitão preso a linha de vida foram arrancados e lançados ao mar. Eles tentaram tudo para puxá-lo novamente para o barco, mas uma nova capotagem fez com que o cabo partisse e ele fosse levado pelas vagas.
Pelos três dias seguintes tentaram se recuperar da enorme perda, e sem energia ou qualquer equipamento de comunicação passaram a utilizar os foguetes sinalizadores, na esperança de serem vistos por algum navio de passagem na área, porém sem sucesso.
Dez dias após a perda do capitão, conseguiram montar o mastro de apenas três metros do barco de apoio em um tipo de mastreação de fortuna e conseguiram velejar cerca de 50 milhas no primeiro dia, tentando chegar às rotas comerciais. No segundo dia, conseguiram ser vistos por um navio petroleiro, que os salvou. No dia 21 de novembro, chegaram à Bermuda, muito abalados pela perda do pai e melhor amigo, porém aliviados por estarem vivos.
OBS: Novembro, em pleno outono, costuma ser um mês extremamente instável no litoral norte-americano, e cuidados redobrados são indicados. Se propor a uma aventura nesta região e nesta época do ano foi sinal de excesso de confiança.
Daremos sequência a esta lista, esticando o prazo de mar pouco a pouco, até chegar ao nosso recordista atual e sua historia confusa.
Alvaro Otranto é navegador de longas travessias, um dos mais antigos colaboradores da revista Náutica e criador da Moana Livros, primeira livraria na internet especializada em temas de mar e aventura.
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