Barco-obra de arte recebe público em imersão cultural gratuita no Pará

Por: Nicole Leslie -
08/05/2025

A cidade de Marabá, no Pará, recebe, até sábado (10), uma atração inédita: o barco-obra de arte da Bienal das Amazônias Sobre as Águas. A embarcação está atracada na orla da cidade, próxima à Casa Bandeira, com visitação gratuita.

Projetado pelo artista boliviano Freddy Mamani, o barco é uma verdadeira obra de arte, com traços inspirados na ancestralidade amazônica. Animais, flores, céu estrelado e cores vibrantes compõem um cenário imersivo que remete à cultura paraense.

 

De acordo com a organização da Bienal, a reforma que transformou o barco em obra de arte durou cinco meses e envolveu mais de 120 pessoas — arquitetos, engenheiros navais, cenógrafos, produtores, técnicos e pintores, entre outros profissionais. Veja o antes e depois deste trabalho no vídeo abaixo.

 

 

A embarcação foi desenvolvida para ser tão acolhedora quanto acessível. Com capacidade para 200 pessoas, o espaço conta com rampas, salas e banheiros adaptados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. As visitações acontecem diariamente, das 10h às 12h e das 14h às 19h.

Programações variadas a bordo do barco-arte

A programação inclui visitas guiadas de 30 minutos, conduzidas por educadores que narram a história do barco e seu conceito artístico. Não é necessário agendamento prévio.

 

 

Na quinta (8) e sexta-feira (9), acontece a oficina de colagem Recortar e colar com as águas. A ideia é criar peças baseadas nas sensações despertadas pelo barco-arte. A atividade será realizada das 16h às 18h, sem necessidade de inscrição.

 

No sábado (10), às 10h, o chef Juan Ben-Hur comanda a oficina Cozinha Criativa, que valoriza os sabores da Amazônia. A participação é gratuita, mediante inscrição pelo site da Bienal.


Aviso a grupos grandes

Professores e responsáveis por grupos escolares, universitários ou de ONGs devem agendar previamente a visita ao barco. Os links estão disponíveis nos canais oficiais da Bienal das Amazônias.

Barco-arte da Bienal das Amazônias tem área com redes de descanso. Foto: Evangelista Rocha / Reprodução

 

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