Artista transforma embarcação a jato da década de 1970 em ‘barco tubarão’

Fin Bowron é do Reino Unido e trabalhou na embarcação com aparência do animal por 15 anos

13/08/2024
Foto: Sharkfin Design / Divulgação

Quando habilidades artísticas e paixão pelo oceano se encontram, obras de arte podem surgir. Uma pintura, uma foto ou… um barco com aparência de tubarão, como fez o artista Fin Bowron, de Northumberland, no Reino Unido.

Já conhecido por produzir réplicas gigantes de elementos da vida marinha e garrafas de bebidas, Fin resolveu combinar sua arte com a paixão pelo mar que, na maioria dos dias, o leva pelas águas do Mar do Norte.

Foto: Sharkfin Design / Divulgação

Em sua garagem e estampando restaurantes pelo Reino Unido estão lagostas, caranguejos, peixes, conchas e, claro, tubarões, todos produzidos pelas mãos de Fin.

 

Há 15 anos, contudo, surgiu a ideia de usar uma cabeça de tubarão, deixada sem propósito em sua garagem, para personalizar um barco a jato da década de 1970 — processo que levou 15 anos.

Foto: Sharkfin Design / Divulgação
Foto: Sharkfin Design / Divulgação
Foto: Sharkfin Design / Divulgação

Entre estágios de verão e outras atividades, o projeto acabava sempre parando no jardim do artista, se deteriorando e precisando de restauração. Foi somente agora, em 2024, que o barco com aparência de tubarão finalmente ganhou as águas, seu habitat “duplamente natural”.

Foto: Sharkfin Design / Divulgação

Tanto a cabeça quanto a cauda e as barbatanas realistas do tubarão foram feitas em fibra de vidro, de forma a se encaixarem perfeitamente no barco de 54 anos. Equipado com um motor Yamaha de 25 hp, a embarcação navega enquanto tira risadas — e sustos — de banhistas curiosos.


Apesar da experiência em construir e restaurar barcos, essa foi a primeira vez que Fin modificou uma embarcação — e ficou feliz por descobrir que ela não apenas flutua, mas também navega bem.

Foto: Sharkfin Design / Divulgação
Foto: Sharkfin Design / Divulgação

“Eu não sabia como ele iria se sair na água. Quando você coloca motores, não sabe como o equilíbrio vai ficar. Felizmente, ele funciona perfeitamente bem. Provavelmente é pura sorte que ele salte e combine bem com aquele motor.”

 

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