Destroços de navio de guerra afundado há mais de 70 anos são encontrados no Pacífico

Por: Redação -
21/05/2020

Apesar da dureza das guerras mundiais, o navio U.S.S. Nevada era uma embarcação resiliente: foi o único navio de guerra a ser enviado durante o ataque a Pearl Harbor, no dia 7 de dezembro de 1941, e sobreviveu às bombas e aos torpedos antes de se incendiar, encalhar e ser posteriormente reparado. Este navio usou as suas armas contra posições alemãs na Normandia, no Dia D, e continuou a apoiar as invasões de Okinawa e de Iwo Jima. No fim da guerra, o U.S.S. Nevada foi selecionado para alvo central do primeiro teste nuclear no Atol de Bikini, onde sobreviveu a uma detonação aérea de 23 quilotoneladas (a bomba falhou), bem como a uma segunda detonação subaquática. Finalmente, no dia 31 de julho de 1948, depois de um exercício armado de quatro dias, o navio mais resiliente da Segunda Guerra Mundial foi deliberadamente afundado pela Marinha dos EUA no Pacífico.

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    Mistura de barco com triciclo, o Z-Triton é o anfíbio mais barato que você já viu

    Certamente você já ouviu falar de veículos anfíbios. Todos os anos surgem novos projetos. Este aqui, o Z-Triton, fruto da imaginação criativa do designer Aigars Lauzis, do estúdio Zeltini, da Letônia, quebra os cânones estabelecidos do design náutico. Quando está em terra, é um triciclo, que tanto pode ser conduzido no pedal como empurrado por um motor elétrico. Já na água, transforma-se um barco “cabinado”, com camarote e uma pequena cozinha.

    A intenção de Lauzis era criar um protótipo perfeito para “uma escapada de fim de semana profunda na natureza”. Para isso, o veículo deveria ser sustentável, ​ funcional e divertido. Pelo visto, ele acertou na mosca ao dar forma ao projeto.

     

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    Para o Z-Triton entrar na água, basta recolher suas rodas e pressionar o hélice. A parte de trás do triciclo se transforma na popa do barco. A partir do painel de comando, o piloto pode controlar a potência do motor, os piscas, a temperatura interior e muito mais. A autonomia é de cerca de 16 milhas náuticas.

    Já na hora do comandante tirar uma soneca, basta remover o assento (ou movê-lo para a lateral) e desenrolar o colchão. O Z-Triton tem 3,6 metros de comprimento e 1,2 m de boca. A altura na cabine chega a 1,55 m. O espaço, segundo o estúdio Zeltini, é suficiente para duas pessoas dormirem a bordo, dependo do porte físico delas, naturalmente.

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      Estaleiro italiano lança primeiro superiate após bloqueio pelo coronavírus no país

      Por: Redação -

      O estaleiro italiano Sanlorenzo acaba de lançar seu primeiro superiate Alloy, de 44,5 metros, em seu estaleiro em La Spezia, Itália. Como um dos seis modelos Alloy até hoje, o casco número um já foi vendido e estava em construção desde o fim de 2017. Ele é o primeiro iate a ser lançado após o bloqueio do coronavírus na Itália.

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      Construído em alumínio com um casco de deslocamento rápido, o H1 é uma colaboração entre o estaleiro e o estúdio italiano Zuccon International Project, que manteve as linhas clássicas de Sanzlorenzo em seu design. O proprietário conseguiu adaptar o layout do interior ao lado da designer Michele Bonan.

      O modelo é alimentado por dois motores MTU 12V 2000 M96L, cada um com 1 947 hp.

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        Projeto de biblioteca flutuante na Floresta Amazônica visa construção sustentável e educação ambiental

        Por: Redação -

        O Atelier Marko Brajovic divulgou recentemente o projeto de uma Biblioteca Comunitária Flutuante no lago Mamori, na Floresta Amazônica. Desenvolvido em estreita colaboração com a comunidade local, o projeto pretende se tornar uma referência para a construção sustentável e educação ambiental.

        O lago Mamori tem uma população de cerca de dois mil habitantes, muitas delas crianças, que vivem ao longo de sua extensa margem. Depois de quase duas década de pesquisas e experimentações em design e arquitetura com um forte relacionamento com a comunidade local (no workshop do Architectual Association Visiting School Amazon), a equipe envolvida no projeto descobriu que os principais problemas locais estão diretamente relacionados a tecnologias e materiais de construção industrializados.

         

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        O uso de tais materiais e técnicas de construção introduzidos de fora resultaram em novas tipologias arquitetônicas que não atendem às condições climáticas, desgastando a qualidade de vida da cultura local. “Nosso projeto apresenta um protótipo de arquitetura experimental com uso de materiais locais e reciclados”, acrescentam os arquitetos.

        O projeto tem também como objetivo se tornar uma referência para a construção sustentável e educação ambiental. A infraestrutura simples, porém eficaz, abriga uma biblioteca para crianças e adultos com uma seleção de livros relacionados à preservação cultural e natural, ecologia, tratamento de resíduos sólidos e reciclagem. A biblioteca será administrada localmente pela líder feminina da comunidade e atualizado com livros da ONG Vaga Lume, que começará já com uma doação do primeiro ano de 200 livros e, a cada ano, um novo suprimento de 100 livros.

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          Austrália permite navegação de recreio sob critérios de distanciamento físico

          Por: Redação -

          A Associação de Indústria Náutica (BIA) da Austrália comemora nesta semana o relaxamento das restrições sobre passeios de barco em Nova Gales do Sul, após sinais encorajadores de contenção da Covid-19. Agora, passeios de barco de recreio são permitidos sob critérios de distanciamento físico em toda a Austrália.

          A BIA trabalhou duro para apoiar o alívio das restrições, com membros da mesma casa agora autorizados a usar sua embarcação de recreio para todas as atividades na água, mesmo que a embarcação não permita 4m² de espaço por pessoa.

          Embarcações comerciais e charter podem operar, mas devem garantir que operam com as restrições associadas à sua categoria de negócios e com os requisitos de distanciamento social exigidos.

          “Pessoas que não são da mesma casa também podem andar de barco recreativo, mas devem manter uma distância física de 1,5 m dos outros, como é razoavelmente possível”, disse o presidente da BIA, Darren Vaux.

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          “Está provado que o esporte de barco em todas as suas formas é bom tanto para a saúde mental quanto física e é uma atividade de baixo risco que pode ser desfrutada ao mesmo tempo em que se adere às regras físicas de distanciamento e higiene”, relatou Vaux.

          “Com mais de 20% de todos os australianos envolvidos em alguma forma de atividade náutica anualmente, sair na água é um modo de vida para muitos australianos e uma parte importante da recuperação social, física, mental e econômica da COVID-19″, complementou.

          “A reativação da navegação também começará a reparar o setor de barcos, que está estreitamente alinhado ao turismo, e está sofrendo com demissões de funcionários e fechamento de negócios como resultado da pandemia”, acrescentou ele.

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            Primeiro hotel flutuante do mundo está abandonado na Coréia do Norte depois de viajar 14 mil quilômetros

            Ao contrário dos modernos navios de cruzeiro, esse hotel flutuante foi concebido exclusivamente para se deslocar suavemente pelas águas no entorno da Grande Barreira de Corais, na costa de Townsville, em Queensland, na Austrália. No entanto, 32 anos depois de ir para a água pela primeira vez, o “The Floater” (O Flutuador), como passou a ser conhecido, viajou cerca de 14 mil quilômetros, até ancorar, em 1998, na região turística de Mount Kumgang, na Coréia do Norte, onde se encontra atualmente, à espera de uma decisão sobre seu futuro, nas mãos do ditador Kim Jong-un.

            Com sete andares, quase 200 quartos, boate, bares, restaurantes, um heliporto, uma quadra de tênis e um observatório subaquático de 50 lugares, esse hotel flutuante (construído em Singapura, ao custo US$ 42 milhões) nasceu do sonho do empresário Doug Tarca de oferecer a visualização do incomparável recife australiano a bordo de uma embarcação confortável. Durante o período de um ano, a enorme estrutura operou como unidade da rede canadense de hotéis de luxo Four Seasons, que o batizou de Barrier Reef Resort. Porém, nunca chegou a exercer sobre os turistas a atração que seu idealizador imaginava, passando a acumular prejuízos.

            Antes que o negócio naufragasse, seus proprietários o colocaram à venda. Foi quando o Vietnã entrou na história, transferindo o hotel flutuante para a cidade de Ho Chi Minh (3 300 milhas náuticas dali), onde o Four Seasons deu vez ao Saigon Floating Hotel.

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            Ancorado no rio Saigon, o “The Floater” emplacou durante oito anos (de 1989 a 1997) como uma boate popular. Até que perdeu o encanto e trocou de comando novamente. Seu destino? O que ninguém poderia imaginar: a região turística de Mount Kumgang, na Coréia do Norte, onde ancorou em 1998! Nessas alturas, já acumulando 14 mil km navegados, somando-se os deslocamentos de Singapura para a Austrália, depois dessa para o Vietnã e deste para a Coréia do Norte — ou seja, o hotel já viajou mais do que muita gente.

            Localizado na fronteira entre a Coréia do Norte e a Coréia do Sul, Monte Kumgang permitia que o navio flutuante recebesse turistas das duas Coreias. Assim, foi seu porto seguro durante dez anos. Até que, em 2008, a bordo do resort, uma mulher sul-coreana foi morta a tiros por um soldado norte-coreano, e as excursões foram suspensas. Desde então, muita água salgada passou sob seu casco, sem que suas instalações voltassem a ser reabertas.

            Em 2018, Kim Jong-um e o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, concordaram em reabrir o resort. Mas, de acordo com o líder norte-coreano, isso só seria possível depois que o incrível navio flutuante passasse por uma grande reforma, pois suas estruturas “não apenas são muito atrasadas em termos de arquitetura como parecem tão surradas”. Em janeiro de 2020, o governo norte-coreano disse que a reconstrução foi adiada, devido à pandemia de coronavírus.

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              Marina Itajaí investe em sustentabilidade com instalação de painéis solares

              Por: Redação -
              20/05/2020

              A Marina Itajaí está investindo em sustentabilidade com painéis solares. Está em fase de instalação um conjunto de 240 módulos fotovoltaicos que ocupam uma extensão de 700 m2. O investimento é de cerca de R$ 160 mil e o objetivo é implantar soluções eficientes e menos nocivas ao meio ambiente, além de proporcionar uma redução em até 50% do custo de energia elétrica no primeiro ano.

              “A Marina Itajaí já desenvolve uma série de ações sustentáveis como a captação de água da chuva para reuso, aquecimento solar para chuveiros e, agora, complementa com a instalação do sistema fotovoltaico, que além de ser mais sustentável, gera economia”, analisa Carlos Oliveira, diretor da Marina Itajaí.

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              Os módulos da WEG são feitos de silício policristalino com 345 WP de potência cada. A instalação e manutenção são da empresa catarinense Artesolar, especializada nas tecnologias. A montagem das placas leva cerca de 10 dias para ser concluída e devem iniciar o funcionamento a partir do final de maio, após a vistoria final da concessionária de energia elétrica.

              Os módulos duram em média 25 anos sem a necessidade de qualquer mudança estrutural, exceto pela manutenção anual de limpeza.

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                Prefeitura de Caraguatatuba e Marinha fiscalizam lanchas no fim de semana

                Por: Redação -

                A Prefeitura de Caraguatatuba, por meio da Secretaria de Urbanismo, e a Marinha do Brasil realizaram, no fim de semana, uma fiscalização específica para ver se proprietários de embarcações cumpriam as recomendações para a prevenção contra o coronavírus.

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                Os responsáveis por dois barcos foram notificados por estarem em passeio, sendo que um deles foi apreendido, pois o piloto não tinha documentação. Em uma lancha abordada, o marinheiro chegou a dizer que estava em manutenção, mas os fiscais encontraram vários sacos de gelo. As embarcações só podem ser colocadas na água para manutenção.

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                  Em meio à pandemia do Coronavírus, os barcos estão voltando a navegar em Hong Kong

                  Com uma paisagem natural que lembra o Rio de Janeiro, uma bela baía e um movimentado porto, Hong Kong fica ainda mais bonita quando vista a partir do mar, já que oferece a possibilidade de contemplar o mais famoso skyline do mundo — o cenário é incrível, tanto de dia quanto à noite, quando é possível apreciar o show de luzes de neons nos célebres arranha-céus. Não por acaso, um passeio de barco por Victoria Harbour é algo que não nenhum visitante da ex-colônia britânica deveria perder. Devido à pandemia de coronavírus, porém, a orla da ilha ficou a ver navios, literalmente, nos últimos meses, embora as empresas de fretamento de iates, lanchas e veleiros tenham permanecido em operação durante todo o tempo.

                  Lentamente, os barcos estão voltando, para alívio de quem ama navegar. “No último fim de semana, nunca vimos tantos barcos nas águas ao redor de Sai Kung, com as tripulações passando duas ou três noites a bordo. Isso é ótimo de se ver”, conta Rob Allen, do Iate Clube Hebe Haven.

                  O gerente de fretamento da Simpson Yacht faz coro com o amigo. “O uso do barco definitivamente aumentou no fim de semana, embora ainda não voltemos ao normal. Algumas semanas atrás, tínhamos zero charters em execução. No último fim de semana prolongado, tivemos oito fretamentos, além de seis reservas para esta semana”, explica May Choi.

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                  Para estimular o aluguel de seus barcos, o Simpson Yacht Charter tem feito promoções, com a oferta de noites gratuitas no hotel Hong Kong St. Regis e tarifas com desconto em passeios de helicóptero da Heliservice pelo porto de Victoria.

                  A retomada da navegação foi impulsionada pela reabertura dos pontões no Royal Hong Kong Yacht Club, no início de maio, pelo Departamento de Assuntos Internos da ilha. Porém, o retorno à vida náutica normal ainda depende do fim de restrições a centros esportivos e recreativos e escolas de vela, que aguardam ansiosamente o sinal verde.

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                    Marinha dos EUA pretende criar uma frota de navios não tripulados, comandados por inteligência artificial

                    19/05/2020

                    Automóveis sem motorista já são uma realidade — nos EUA eles até entregam pizzas. Aviões não tripulados, idem (quer dizer, fazem sucesso em operações militares, não entregam “redondas”). Assim, era só uma questão de tempo para que a onda dos “não tripulados” (que incluem os onipresentes drones) também chegasse ao mar. Recentemente, a IBM — em parceria com a britânica ProMare — anunciou que em setembro de 2020 o trimarã Mayflower cruzará o Atlântico Norte sem capitão humano ou tripulação a bordo. Por sua vez, a Rolls-Royce, famosa por seus carros, anunciou que está desenvolvendo navios de carga que não precisarão da presença de seres humanos para navegar. O intuito é que os capitães fiquem em terra e consigam manejar centenas de barcos, sem nenhum tripulante, ao mesmo tempo.

                    Agora, chegou a vez de a Marinha dos Estados Unidos (US Navy) investir na criação de uma frota de navios não tripulados, ou “navios-drones”, que será usada em missões bélicas. Foi o que revelou Andrew Nuss, funcionário da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA), ao jornal britânico The Times.

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                    Segundo o especialista militar, as embarcações não tripuladas (uma família de grandes e médios navios de superfície) terão na aparência diferenças mínimas em relação aos tradicionais. No entanto, dotados de inteligência artificial, poderão operar de forma autossuficiente, em longas travessias, sem precisar entrar em portos. Para evitar colisões no mar, elas poderão interagir entre si (sim, uma embarcação “conversará” com as outras), sem intervenção humana, seguindo o conceito da internet das coisas. Além disso, equipes humanas de passadiço (bridge) poderão trocar mensagens com os “navios fantasmas”, via rádio VHF.

                    Um protótipo do primeiro navio não tripulado da US Navy — conhecido como “NOMARS” para “no mariners” — deverá ficar pronto em 2023. O projeto está orçado em US$ 630 milhões, uma pechincha, se comparado ao custo de um destroier convencional da classe Arleigh Burke, orçado em US$ 2 bilhões.

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                      Embarcação mineira a vapor com mais de 100 anos passará por reforma

                      Por: Redação -

                      Depois de passar cinco anos parado no porto de Pirapora, onde suas madeiras já estavam apodrecendo, o Vapor Benjamin Guimarães será, enfim, recuperado. O Ministério do Turismo e a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) assinaram um convênio para a recuperação da embarcação, uma das últimas movidas a lenha no mundo. Serão investidos R$ 3,7 milhões para restaurá-lo.

                      A previsão é que a reforma dure cerca de 12 meses. De acordo com o secretário da Secult, Marcelo Matte, a intenção é de que a embarcação, uma vez ativa, retome atividades que a tornaram um grande atrativo turístico. “Pretendemos atuar em parceria com a prefeitura de Pirapora, responsável pela gestão do vapor, para viabilizar recursos para que o Benjamin volte a ser motivo de viagens à região, com oferta de Vesperatas durante a navegação, tripulação a caráter, entre outros importantes detalhes que fazem da viagem um roteiro turístico encantador”, esclareceu Matte.

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                      Segundo a presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), Michele Arroyo, o casco do vapor vai ser totalmente substituído. A restauração do motor e da parte superior do vapor – que é toda de madeira – também será necessária. “Nossa expectativa é de que, em um ano, ele volte às águas dos rios mineiros para fazer, pelo menos, o percurso entre Pirapora e Barra do Guaicuaí, que é onde se encontram o Rio São Francisco e o Rio das Velhas”, explicou Michelle.

                      O vapor, construído em 1913, é um ícone do Norte de Minas. Durante décadas ele foi o meio de transporte usado para transportar cargas e levar passageiros de Pirapora a Juazeiro, na Bahia. A embarcação tem capacidade para transportar até 140 pessoas. Ela foi desativada em 2014 devido às más condições que comprometiam a segurança para navegação.

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                        Baleia jubarte é flagrada em Ilhabela antes do período esperado e anima especialistas

                        Por: Redação -

                        Pesquisadores avistaram uma baleia jubarte no último dia 12, em Ilhabela, litoral norte de São Paulo. Esse é o segundo avistamento de uma baleia jubarte desde o fim de abril, o que animou especialistas que monitoram a presença de animais marinhos no litoral norte. Normalmente, esse tipo de mamífero é visto apenas a partir de junho, quando fazem a migração.

                        O registro, feito pelo Projeto Baleia à Vista, foi de uma baleia juvenil. Os pesquisadores conseguiram monitorá-la por cerca de quatro horas. Durante o período, a jubarte fez muitos saltos, batidas de cauda, batidas de nadadeira peitoral e chegou bem perto da costeira.

                        Segundo Julio Cardoso, fundador do projeto, as baleias jubarte costumam passar pela região em junho, quando estão vindo do sul e migrando para o norte. “Normalmente, quando se apressam, chegam no meio de maio. O normal mesmo é meio de junho e o grupo segue até agosto. Leva tempo para que todos passem. Por ser uma baleia juvenil, pode ser que esteja bem a frente do grupo, desbravando. É muito interessante ver como elas se comportam”, disse.

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                        A notícia anima quem acompanha a vida marinha não só pelo período precoce, mas também pelo indicativo de que mais baleias jubarte devem aparecer no litoral norte neste período de migração. De acordo com Julio Cardoso, a população das baleias jubarte está crescendo nos últimos anos. No ano passado, só em Ilhabela, foi registrada a passagem de 350 animais desta espécie.

                        “Nos últimos cinco anos, aumentou muito os registros que a gente tem. Aumentou a população de jubartes. Quando foi proibida a caça, a estimativa era que tinham sobrado duas mil jubartes no Atlântico Sul. A estimativa é que aumentou 10 vezes. Como está havendo expansão, estão buscando novas áreas. Ano passado, registramos 350 jubartes. Eu fiz fotos de 100”, afirmou.

                        A possibilidade de avistar baleias e outras criaturas marinhas é uma das principais atrações neste período do ano para quem passeia de barco em Ilhabela. No entanto, o especialista reforça para que seja mantida uma distância segura, de pelo menos 100 metros, do mamífero, que não é agressivo, a não ser que se sinta ameaçado.

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                          Esse catamarã pode navegar dia e noite sem uma gota de combustível, apesar de ser movido a motor

                          Sem fazer barulho ou queimar uma gota de combustível, esse catamarã, movido a energia solar, é o protótipo da navegação do futuro. Suas baterias serão carregadas durante o dia, graças às células fotoelétricas colocadas sobre a sua capota (ocupando uma área de 58m²), de modo que a energia armazenada possa ser consumida também durante a noite. Com isso, o barco, de 40 pés, desenvolvido pela Azura Marine, de Singapura — poderá navegar eternamente, sem parar para abastecer. O objetivo? Navegar para sempre e revolucionar a navegação.

                          Não é a primeira vez que um estaleiro aposta no potencial da energia elétrica. No caso da Azura Marine, o pulo do gato está em converter a energia solar com maior eficiência. Lançado no início de maio, o Solar Eclipse faz parte de uma série de catamarãs, batizada Aquamina Yacht, destinada a navegar por muitas milhares de milhas náuticas sem depender de combustíveis fósseis. Um segundo modelo, de 45 pés, também está prestes a ir para água.

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                          De acordo com a Azura Marine, os dois motores elétricos de bordo precisam apenas de uma pequena troca de rolamento (cerca de US$ 5) após 20 mil horas. De resto, a engenharia não requer manutenção. “Nosso coração e alma estão na navegação puramente movida a energia solar”, disse Simon Turner, gerente de desenvolvimento de negócios do estaleiro, durante o lançamento do catamarã ecológico.

                          Azura Marine foi fundada em 2012 pelos arquitetos e engenheiros navais Julien Melot e Zhou Xueqian, com o objetivo exclusivo de desenvolver barcos não poluentes. Zhou é professor de hidrodinâmica na Universidade de Harbin, na China, e usou supercomputadores para testar e projetar os cascos do Aquamina 40 para máxima eficiência.

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                            Irlanda permite acesso às marinas após dois meses de bloqueio

                            Por: Redação -
                            18/05/2020

                            A partir desta segunda, os proprietários de barcos irlandeses poderão visitar seus barcos para realizar verificações de manutenção e segurança após um bloqueio de dois meses causado pela pandemia da Covid-19. O acesso é permitido levando em conta as regras de distanciamento social.

                            A Irlanda possui cerca de 4 200 vagas localizadas em cerca de 60 marinas em todo o país. Essas instalações são responsáveis ​​por mais de 1 500 empregos em período integral, de acordo com o Tourism Development International. O alívio das restrições de bloqueio significa que os clientes poderão acessar suas embarcações, mas qualquer pessoa que esteja a mais de 5 km de seus barcos não poderá viajar neste momento.

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                            Paul Janson, presidente da Federação Irlandesa da Marinha (FMI), comentou que os operadores de marina da Irlanda fizeram grandes esforços nos bastidores para se preparar para a Fase 1 do alívio do bloqueio. Isso incluiu o trabalho com o ICOMIA para fornecer diretrizes às marinas irlandesas.

                            “A pandemia não terminou. Estamos apenas no início da primeira fase de redução das restrições e todos precisamos agir de maneira responsável e segura e promover os melhores aspectos da vida náutica”, disse Janson, que está intimamente envolvido nessas ações, pois é gerente geral da maior marina do país, localizada em Dun Laoghaire, perto de Dublin.

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                              Submarino autônomo russo chega ao ponto mais profundo do planeta

                              Por: Redação -

                              Um submarino russo não tripulado chamado Vitiaz alcançou o ponto mais profundo do planeta, conhecido como Fossa das Marianas. A missão foi cumprida em 8 de maio de 2020, às 22h34, horário de Moscou, quando os sensores do Vitiaz registraram uma profundidade de 10 028 metros, alcançando, na primeira tentativa, um novo recorde mundial para um equipamento autônomo e não tripulado.

                              O mergulho durou três horas, período durante o qual o equipamento gravou imagens do fundo do mar e também realizou uma análise cartográfica dessa área do Oceano Pacífico. A comunicação entre o batiscafo (pequeno veículo autônomo, tripulado) e a superfície era realizada em tempo real e através de canais hidroacústicos.

                              A Advanced Research Foundation divulgou o fato e observou que, ao contrário dos outros equipamentos subaquáticos que alcançaram o fundo dos mares – o japonês Kaiko e o americano Nereus -, o Vitiaz trabalha de forma totalmente autônoma.

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                              “Graças ao uso de elementos de inteligência artificial no sistema de comando do equipamento, ele pode evitar autonomamente os obstáculos em seu caminho, encontrar uma rota de saída em espaços confinados…”, explicou a Advanced Research Foundation.

                              O batiscafo recebeu o nome de Vitiaz em referência ao navio soviético de pesquisas científicas que determinou, em 1957, o lugar mais profundo da Fossa das Marianas: 11 022 metros.

                              A Fossa das Marianas é uma depressão no fundo do mar situada no oeste do Oceano Pacífico, a cerca de 200 km a leste das Ilhas Mariana, e é a região mais profunda dos oceanos da Terra. Tem a forma de uma lua crescente e mede cerca de 2550 km de comprimento por aproximadamente 69 km de largura.

                              A Fossa não é a área do fundo do mar mais próxima do centro da Terra. Isso ocorre porque nosso planeta tem a forma de um elipsóide, não é uma esfera perfeita pois o seu raio é cerca de 25 km menor nos pólos do que no equador. Como resultado, algumas partes do fundo do oceano Ártico estão pelo menos 13 km mais próximas do centro da Terra do que no ponto mais profundo da Fossa das Marianas.

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                                Atual maior iceberg do mundo, à deriva no Oceano Ártico, está se fragmentando. Confira

                                Por: Redação -

                                Nomeado de A68, o atual maior iceberg do mundo teve sua história iniciada em julho de 2017 quando se desprendeu da plataforma de gelo Larsen C, localizada na parte oriental da Península Antártica.

                                Alguns pesquisadores da NASA estimam que a fratura na Larsen C que formou o A68 começou a se abrir no início de novembro de 2016. Após a separação, o gigantesco A68, com cerca de 6 000 km², perdeu uma pequena parte da sua massa de gelo, originando o A68B (atualmente pequeno e próximo do extremo norte da Península Antártica). Apesar da imensa área do A68, inicialmente o iceberg tinha uma espessura de 200 m.

                                Desde então, a circulação atmosférica e o Giro de Weddell, corrente marinha do Mar de Weddell, movimentou o enorme iceberg A68 para o norte. As fragmentações dos últimos dois anos reduziram seu tamanho para ~ 5 800 km², área aproximada do Distrito Federal.

                                Em janeiro deste ano, a redução sazonal do gelo marinho no Mar de Weddell desprendeu o A68 em direção ao oceano aberto. Cientistas dizem que ele não se manterá por muito mais tempo, uma vez que o iceberg está atingindo a região de águas agitadas do Oceano Antártico.

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                                “Fico surpreso que as ondas do oceano ainda não tenham transformado o A68 em cubos de gelo. Ele tem uma proporção entre a área e a espessura equivalente a quatro folhas sulfites empilhadas”, disse o glaciologista Adrian Luckman, da Univerisdade de Swansea, no Reino Unido.

                                Antes da sua última fragmentação, o A68 teve um giro anti-horário durante o mês passado. No entanto, o colapso que originou o A68-C ocorreu no dia 23 de abril, e o novo bloco de gelo também girou de modo anti-horário nos dias posteriores.

                                A formação do A68-C em 23 de abril provavelmente teve uma contribuição atmosférica. Entre os dias 22 e 23, um sistema de baixa pressão se movia para leste nas latitudes do iceberg. Ventos de sul com velocidade média de 50 km/h e rajadas superiores a 70 km/h sopraram perpendiculares ao bloco de gelo A68.

                                Neste começo de maio, ambos icebergs estão à deriva nas águas geladas do Oceano Antártico, mas muito próximo do limite com o oceano aberto (águas mais quentes do Atlântico Sul). Eles estão a uma distância de aproximadamente 80 km ao norte do gelo marinho no Mar de Weddell. O imponente A68 ainda é grande, apresentando uma área de ~ 4 700 km².

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                                  NÁUTICA Live #3: as ações de alguns dos principais estaleiros do Brasil durante a pandemia da Covid-19

                                  Por: Redação -
                                  16/05/2020

                                  Em meio à pandemia, o mercado náutico está navegando em novas águas. O ano de 2020 começou em clima de otimismo pelo setor náutico, com a economia do país dando sinais de estar entrando nos trilhos e a expectativa de um crescimento próximo a 2,5%.

                                  De acordo com a Acobar, a associação que representa os construtores de barcos no Brasil, a previsão de faturamento para o setor em 2020 era de US$ 1,5 bilhão. Mas aí veio a pandemia da Covid-19 e a economia mundial praticamente parou, trazendo oceanos de preocupação para todos.

                                  Quais medidas tomadas por alguns dos principais estaleiros brasileiros neste período de pandemia, desde a parada das atividades náuticas até a retomada? Quais os efeitos da crise da pandemia do Covid-19 no setor náutico? Como será o mercado náutico quando esse momento de retração passar?

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                                  Para responder a essa e outras importantes questões que envolvem o cenário náutico nacional, a ACOBAR — Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e Seus Implementos —, a convite de NÁUTICA Live, irá reunir, na próxima quinta-feira (21/05), às 19 horas, alguns dos mais importantes empresários do setor náutico brasileiro.

                                  O encontro será ao vivo e transmitido simultaneamente no YouTube e no Facebook.

                                  Veja as presenças confirmadas:

                                  EDUARDO COLUNNA
                                  Presidente da ACOBAR
                                  Interlocutor da indústria náutica do país, Eduardo Colunna é um empreendedor nato e incansável. Pioneiro na produção nacional de jetboats, está à frente da Acobar (Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos) desde 2010 e mantém relacionamento com o governo em todas as instâncias, aumentando, assim, a representatividade da entidade. Dentre outras ações, criou a certificação ABNT/Acobar, a campanha Venha Navegar e o Broker Acobar.

                                  ROBERTA RAMALHO
                                  Presidente da Intermarine Yachts
                                  Apaixonada por barcos, a economista Roberta Ramalho está há seis anos à frente da Intermarine Yachts, um dos mais tradicionais estaleiros do Brasil. Roberta assumiu o estaleiro determinada a comandar a consagrada marca seguindo fielmente os passos do pai, o saudoso Gilberto Ramalho, empresário que nos deixou em 2005, mas fez, desde os anos 1980, uma das marcas de lanchas e iates de maior sucesso do país, sempre buscando o novo e com qualidade à altura de sua clientela altamente qualificada.

                                  MARCIO SCHAEFER
                                  Presidente da Schaefer Yachts
                                  A experiência, a dedicação e o empreendedorismo no setor náutico resultaram em lanchas e iates com alto requinte, segurança e sofisticação. Perto de completar 30 anos no mercado náutico, a Schaefer Yachts navega em diversos países do mundo, entre eles o exigente e competitivo mercado dos Estados Unidos. Desde sua fundação, Marcio Schaefer projeta todos os barcos e administra o estaleiro Schaefer Yachts com integridade e eficiência, com investimentos em tecnologia de ponta, trazendo inovação e otimizando processos, resultando em um dos mais respeitados estaleiros do Brasil.

                                  ANDRÉ VALENTE MOTTA
                                  Presidente da Ventura Marine
                                  Natural do Rio de Janeiro, o empresário André Valente Motta é presidente do estaleiro mineiro Ventura Marine, um dos maiores fabricantes brasileiros especializados em lanchas de pequeno e médio porte, com mais de 16 mil unidades produzidas desde 1983. À frente da Ventura Marine desde 2003, André Motta e seu time fizeram uma grande expansão do estaleiro a nível nacional e internacional.

                                  JOSE A. GALIZIO NETO
                                  Presidente Intech Boating
                                  Conhecido por construir no Brasil as lanchas Sessa Marine, José A. Galizio Neto atua no segmento náutico há 30 anos. Mergulhador profissional, fundou em 2007 a Intech Boating e passou a produzir embarcações de serviço. Pouco depois, decidiu construir lanchas de lazer. Com uma preocupação obsessiva com o mercado, o negócio e as inovações, encontrou na italiana Sessa Marine a qualidade que procurava. Exigente, cuidou pessoalmente pelo desenvolvimento do projeto e implantação da linha no Brasil, gerenciando toda a operação.

                                  Convidado especial:

                                  ERNANI PACIORNIK
                                  Presidente do Grupo NÁUTICA
                                  É um dos maiores empreendedores e incentivadores do setor náutico no Brasil. Com mais de 40 anos produzindo conteúdo na área náutica, por meio da NÁUTICA, o empresário curitibano também promove o São Paulo Boat Show e o Rio Boat Show, maiores plataformas de negócios náuticos da América Latina.

                                  Anote na agenda: próxima quinta-feira, 21 de maio de 2020, às 19 horas, com transmissão ao vivo e simultânea pelo Facebook e YouTube de NÁUTICA.

                                  NÁUTICA Live tem o apoio de Assim Saúde, maior grupo empresarial de saúde verticalizado do Rio de Janeiro, excelência no atendimento médico. E Vaio, empresa que preza pela inovação e alta performance de notebooks com processadores de última geração. Acesse: vaio.com.br/nautica.

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                                    15/05/2020

                                    A Kapazi Náutica acaba de lançar no mercado o revestimento para embarcações Thermo Deck Comfort. Trata-se de um piso que alia a durabilidade do PVC com a maciez do EVA, consistindo em uma camada de teca sintética sobre uma base macia de neoprene.

                                    O material permite qualquer tipo de personalização, com a possibilidade de novos frisos e novas cores para deixar a embarcação exatamente como o proprietário deseja. Além de facilitar os cuidados com o barco, o produto promete não lascar e não oxidar, também é térmico, antibactericida, antichamas, impermeável e antiderrapante. O produto tem dois anos de garantia.

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                                    A Kapazi está com promoção de lançamento do Thermo Deck Comfort. Quem comprar o revestimento durante o mês de maio, leva uma bolsa térmica Thermo Bag KPZ de brinde. São três modelos diferentes para o cliente escolher e navegar com ainda mais comodidade no transporte de seus alimentos e bebidas.

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                                      O novo Ferretti Yachts 500 é um espaço versátil que combina o dinamismo das linhas externas com um design de interiores completamente repensado tanto em estética quanto em função. O projeto, que inaugura uma nova era para a marca, parte do segmento estratégico de 50 pés para renovar toda a gama. O modelo é resultado da colaboração entre o Comitê de Estratégia de Produto liderado por Piero Ferrari, o departamento de engenharia do Grupo Ferretti, o arquiteto Filippo Salvetti para o exterior e o estúdio de design Ideaeitalia para o novo conceito de design de interiores.

                                      Os exteriores seguem a filosofia inaugurada com os mais recentes modelos da linha, integrando-a com alguns novos recursos, como o design aerodinâmico e as formas elegantes e aerodinâmicas. A popa apresenta um design suave e esportivo, com novas soluções e espaços generosos, enquanto o perfil do casco propõe um aprimoramento das janelas, caracterizado por formas amplas e modernas.

                                      “O design do novo Ferretti Yachts 500 destaca um dinamismo geral, graças às características estilísticas da superestrutura. Herdeiro natural do Ferretti Yachts 720, ele reinterpreta os novos estilos da linha de uma maneira muito pessoal. Ele propõe um layout baseado em um design centrado nas pessoas e em suas vidas a bordo, uma abordagem típica do DNA Ferretti. Os dois modos diferentes de decoração do estúdio Ideaeitalia refletem perfeitamente a filosofia ‘just like hom’ e são capazes de satisfazer os gostos de cada cliente”, afirmou Filippo Salvetti, arquiteto de design exterior. O design de interiores completamente renovado é sóbrio, mas sofisticado e busca unir conforto, estilo italiano, design atemporal e trabalho artesanal.

                                      Pela primeira vez, o Ferretti Yachts 500 revela duas almas graças aos novos ambientes interiores: o clássico, com tons quentes e o contemporâneo, inspirado nas cores do Mediterrâneo. O clima clássico é dominado pelo carvalho escuro, combinado com lacas brilhantes e foscas em tons de preto e branco. Tecidos e couros marrons e bege combinam com níquel brilhante e grés com efeito mármore escuro nos banheiros, para um estilo atemporal. A madeira dominante do clima contemporâneo é o carvalho em seus diferentes tons de areia nas anteparas e móveis, e em tons de branco para as lacas brilhantes e foscas. Vidro, aço polido, tecidos em tons de cinza, azul claro e bege são combinados para criar um ambiente contemporâneo e sofisticado.

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                                      O Ferretti Yachts 500 preserva elementos como a plataforma de popa submergível, espaço de armazenamento, acesso lateral duplo ao cockpit, que conta com sofá e mesa, podendo acomodar até 10 pessoas. No flybridge, uma área de jantar à ré apresenta um sofá em forma de C com uma mesa que pode ser estendida para dar espaço a mais convidados. O espaço conta, ainda, com solário e pode ser coberta por um bimini.

                                      A porta de vidro que leva ao salão garante uma comunicação perfeita entre o exterior e o interior, e a posição estratégica da cozinha também permite servir a cabine, também graças à janela de vidro basculante, uma das primeiras inovações da Ferretti Yachts neste iate de 15 metros. O deck principal possui uma espaçosa área de lounge, com dois sofás e uma mesa. O posto de comando também apresenta um design de painel completamente novo e instrumentação alinhada com a instalada nos outros modelos da linha. No convés inferior, a proposta do estaleiro inclui dois layouts diferentes: um apresenta uma ampla suíte do proprietário e uma suíte VIP, com uma pequena lavanderia; o outro inclui um camarote principal, um camarote VIP e um camarote duplo com duas camas de solteiro, e dois banheiros com chuveiro separado.

                                      O Ferretti Yachts 500 é equipado motores Cummins QSB 6.7 duplos. O novo modelo também será equipado com estabilização giroscópica opcional para garantir a máxima estabilidade na âncora e durante a navegação.

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                                        Pode parecer absurdo, mas medo de passar vergonha ou parecer frágil faz marinheiros de barcos de lazer usarem menos máscaras. Para reverter esse quadro, Marcelo Huertas, da NautiSpecial — empresa pioneira na fabricação de produtos eco eficientes, à base de plantas, para limpeza e conservação de barcos de fibra — criou uma campanha cujo mote é: “Seja responsável. Use máscara a bordo. Segurança para você e toda a tripulação”.

                                        “Pelos grupos de WhatsApp dos quais eu participo, com marinheiros do Norte e do Nordeste, comecei a perceber que a turma estava torcendo um pouco o nariz para essa questão. Muitos deles estavam com vergonha de usar máscara perto dos proprietários dos barcos”, explica Marcelo.

                                        Alguns marinheiros, segundo ele, usavam máscara até chegar na marina, mas bastava pôr o pé no barco para tirá-la. “Para estimular, decidi pedir a todos parceiros para que me enviassem suas fotos vestindo máscara, seja a bordo ou fora do barco. Em três ou quatro dias, eu já havia recebido 30 imagens”, conta o comandante da NautiSpecial. Deu resultado.

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                                        “Hoje, de Pelotas, no Rio Grande do Sul, a Belém, no Pará, está todo mundo usando máscara quando embarcado. A campanha de conscientização foi um sucesso. Todos ganham”, comemora Marcelo.

                                        A campanha faz todo sentido. Um estudo feito em parceria entre as universidades de Sussex, na Inglaterra, e Berkeley, nos Estados Unidos, comprovou que homens têm mais resistência a usar máscara durante a pandemia. Para eles, usar máscara é algo “vergonhoso, ridículo e sinal de fraqueza”. Parece absurdo, mas é sério. Não tenha vergonha: use máscara a bordo — e não vale ser pendurada no queixo. Quem quiser ver outras fotos da ação, basta acessar o Instagram da NautiSpecial.

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                                          Com design Porsche, esse extravagante catamarã, de 135 pés e puro alumínio, está à procura de um novo dono

                                          Por: Redação -

                                          Lançado ao mar há pouco mais de um ano, esse catamarã com cara de nave espacial, casco de alumínio e generosíssimos espaços internos, já está à venda. Não se sabe o motivo. Pode ser por consequência da crise mundial, ou por alguma razão de ordem pessoal não revelada. O fato é que esse iate de 41,14 metros (135 pés) deve mudar de dono com a mesma velocidade com que navega, com seus dois motores MTU de 3 606 hp cada. Trata-se de um barco único no mundo. A começar pela aparência externa.

                                          Construído em Singapura pelo estaleiro Kockums, com sede na Suécia, o Royal Falcon One rouba a cena por onde passa, arrancando olhares de todos os tipos: de espanto a admiração. O motivo, naturalmente, está em seu visual futurista. Se você vê semelhança com o Porsche 911, ou com outro automóvel esportivo da poderosa montadora alemã, não é mera coincidência. O projeto interno e externo leva a assinatura dos estilistas da Porsche Design.

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                                          Se chama atenção por fora, por dentro o Royal Falcon dá outro espetáculo, com todos os luxos que se pode esperar de um barco desse porte, de sofás de couro à jacuzzi. O catamarã, com certificado pelo Lloyd’s Register, de Londres, também se diferencia pela distribuição da cabine: são cinco refinados camarotes, sendo que três deles (destinados aos hóspedes) se localizam no convés principal, enquanto a suíte máster e a suíte VIP ocupam o convés superior.

                                          O preço? A Camper & Nicholsons, responsável pela venda, só revela sob consulta. Considerando a quantidade de trabalho investido, imagina-se que o preço também seja único!

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                                            Baleias Jubarte antecipam chegada ao litoral do Espírito Santo

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                                            O litoral do Espírito Santo é um local importante para as baleias Jubarte, espécie que pode chegar a 16 metros e 40 toneladas. Ponto privilegiado para o avistamento da espécie, recebeu no ano passado mais de 800 visitantes para os passeios de observação, vindos sobretudo de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, além de turistas estrangeiros de passagem pelo estado.

                                            O turismo de observação tem crescido nos últimos anos e vem sendo considerado uma possibilidade de fortalecer a preservação, dando visibilidade à existência das baleias junto a projetos de educação ambiental. A espécie esteve ameaçada de extinção, chegando a uma população estimada entre 500 e 800 animais. Nos últimos 30 anos, a população foi se recuperando e hoje se aproxima de 20 mil baleias.

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                                            O projeto de visitação para avistar as baleias no litoral capixaba começou há cerca de cinco anos, com a capacitação de mestres e donos de embarcação e guias e agências de turismo. Apenas dois barcos no Estado estão capacitados para fazer as visitas, que possuem uma série de regras, como distância mínima de 100 metros dos animais e não mais que 30 minutos de permanência nas proximidades das baleias.

                                            Todo ano, as Jubartes costumam chegar ao litoral em torno da plataforma de Abrolhos, entre Espírito Santo e Bahia, em junho para o período reprodutivo, que dura cinco meses. Então viajam até a Antártida e regressam no ano seguinte. Neste ano, chegaram um pouco mais cedo, quase um mês. As visitas estão suspensas e aguardam a evolução da crise da Covid-19 para saber se será possível ou não realizar passeios até o fim desta temporada de passagem das baleias.

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                                              Por: Redação -

                                              Há 157 anos, no dia 12 de dezembro de 1863, a embarcação Amazon saía de Melbourne, na Austrália, em direção às Ilhas Maurício, carregando toneladas de carnes salgadas em sua carga. No entanto, essa viagem terminaria de forma trágica — uma tempestade no estreito marítimo de Bass fez com que o navio naufragasse.

                                              Os restos da embarcação foram encontrados apenas recentemente, na praia de surf de Inverloch, localizada na cidade litorânea de Victoria. O naufrágio de quase 200 anos passou a ser observado de maneira lenta, a partir da erosão.

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                                              Karyn Bugeja, responsável pelo projeto de estudo do navio, o Amazon 1863 Project Inc, explica que os pesquisadores sempre pensaram que a parte da embarcação que havia sido descoberta se tratava de sua quilha, mas a nova investigação mostrou que não. “No momento, há mais descobertas e elas estão contando uma história completamente diferente do que pensávamos até 48 horas atrás”, afirmou Bugeja.

                                              “Não acho que as pessoas estejam cientes do valor do naufrágio, é o mais significativo na costa de Victoria e é o único naufrágio de madeira, por isso temos que respeitá-lo e apreciar o que temos em Inverloch”, concluiu.

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                                                Por: Redação -
                                                14/05/2020

                                                Relatos sobre tubarões bem próximos às praias têm circulado nos últimas dias nas redes sociais. Algumas das imagens, feitas nesta terça-feira, mostra um grupo de 15 animais, da espécie tubarão-galha-preta, no mar azul de Angra dos Reis.

                                                Autor da imagem, o empresário Cesar Duarte testava um jet perto da Praia do Laboratório quando foi surpreendido pelos tubarões. Há cerca de 15 anos atuando com passeios de barco em Angra – serviço interrompido neste momento por causa da pandemia -, Cesar diz que nunca tinha visto uma cena como essa.

                                                Especialista em tubarões, Otto Gadig, professor do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (Une), diz que eles estão mais visíveis nesse período de quarentena. E avisa: não há perigo nisso.

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                                                “Estamos constatando um aumento no número de avistamentos de tubarões, e não no número de tubarões. Para haver mais tubarões precisaríamos de muitos anos sem ter pesca. Porque eles demoram muito para repor a população. São animais com reprodução lenta. O que está acontecendo é que eles estão tendo uma folga com um pouco menos de pesca e com menos gente de alguma forma causando alguma perturbação no ambiente deles. Os tubarões são animais muito tímidos e relutantes à presença humana, que agora estão mais à vontade por causa da menor circulação de pessoas. Por isso, são vistos se aproximando mais das praias”, contou Gadig.

                                                No caso do grupo flagrado ontem em Angra, a água quente do local, influenciada pela atividade da Usina Nuclear, também é um atrativo para os tubarões-galha-preta, que chegam a medir quase três metros.

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                                                  Michael Young, um projetista de barcos baseado em Hong Kong, apresentou uma série de novos projetos para pequenos barcos elétricos. Os projetos foram desenvolvidos seguindo uma nova legislação no território que permitirá que embarcações que utilizam certos combustíveis compatíveis operem nas águas da cidade de Hong Kong.

                                                  Os novos projetos conceituais de Young são voltados para atender à demanda de reduções de emissão de carbono, incluindo os fortes controles de poluição do ar que foram levados pelo Departamento de Proteção Ambiental. Essas novas regras se aplicaram a embarcações oceânicas e ao uso de combustível nos ancoradouros nos últimos anos.

                                                  O Osea D1 é um barco elétrico relativamente pequeno que promete uma série de benefícios, como ser mais silencioso, mais econômico em combustível em baixas velocidades e menos poluente. Young também antecipa que o Osea DI teria custos operacionais mais baixos devido a certos aspectos de combustível e equipamento do projeto.

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                                                  O uso da propulsão elétrica em pequenas embarcações não é de modo algum novo, mas com a tecnologia aprimorada, os sistemas estão se tornando mais eficientes – principalmente por causa de todas as pesquisas e do número de veículos novos produzidos pela indústria automotiva.

                                                  O Michael Young Studio propõe construir sua embarcação Osea D1 em polietileno e aço reciclado. A embarcação de passageiros poderá ancorar em uma doca e estação de carregamento seguras, graças a um sistema hidráulico de controle e estabilização.

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                                                    ICMBio estabelece diretrizes gerais para mergulho em unidades de conservação

                                                    Por: Redação -

                                                    O mergulho é uma das principais atividades turísticas em unidades de conservação marinhas, como os Parques Nacionais Marinhos de Fernando de Noronha (PE) e Abrolhos (BA). Para padronizar as diretrizes que regem a prática, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) publicou no final de abril uma Instrução Normativa que estabelece os princípios e regras gerais para realização do mergulho nas unidades de conservação federais.

                                                    A Instrução Normativa (IN nº3/2020) estabelece procedimentos para a prática do mergulho e elabora orientações sobre como cada unidade de conservação (UC) deve planejar o desenvolvimento e ordenamento da atividade, em suas diferentes modalidades. Dessa forma, cada UC pode adequar esse planejamento de acordo com suas especificidades.

                                                    De acordo com o Diretor de Criação e Manejo de Unidades de Conservação do ICMBio, Marcos de Castro Simanovic, anteriormente era necessário realizar o regramento de forma individualizada para cada unidade de conservação, o que exigia muito tempo e esforço. “Cada normatização gerava uma Portaria específica por unidade de conservação. O que percebemos com o tempo é que as regras eram comuns à atividade e que uma norma geral seria não apenas mais eficiente, mas também buscaria uma padronização para a atividade de mergulho nas unidades e geraria uma maior segurança e conforto ao visitante que saberia qual norma geral é aplicada no ICMBio”, explica Simanovic.

                                                    Para elaborar a Instrução Normativa, o ICMBio contou com a participação de associações, grupos representativos e praticantes das atividades, assim como operadores de turismo. A IN se apoiou também em normas internacionais, como as estabelecidas pela World Recreational Scuba Training Council, e nacionais, como as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e também no “Roteiro Metodológico para Manejo de Impactos da Visitação” que estabelece orientações para o planejamento e monitoramento das atividades, visando o mínimo impacto e a qualidade da visita e do ambiente.

                                                    “Mas vários métodos podem ser usados como os do Refúgio de Vida Silvestre Arquipélago de Alcatrazes e do Parque Nacional Marinho de Abrolhos, que realizam a atividade com base no roteiro citado e noutras literaturas”, cita o diretor em referência aos instrumentos legais já desenvolvidos individualmente por essas duas unidades para regulamentação do mergulho.

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                                                    Simanovic pontua ainda que acredita que a norma irá facilitar e melhorar a implementação do mergulho nas UCs: “A expectativa é que tenhamos um aumento com qualidade da atividade e, por consequência, aumento da qualidade da experiência do visitante. E em paralelo que a gente consiga estimular a prática da atividade em mais unidades de conservação e em mais pontos de mergulho. Sempre atendendo à normativa em consonância com os instrumentos de planejamento das unidades”.

                                                    A nova Instrução Normativa não traz novidades para as unidades que já regulamentaram a atividade, como o Refúgio de Vida Silvestre do Arquipélago de Alcatrazes, no litoral de São Paulo, que abriu as portas para o turismo – e para os mergulhadores – em dezembro de 2018. Desde então, já recebeu cerca de 2 mil visitantes, a maioria em busca da experiência do mergulho.

                                                    Hoje, a unidade já permite o mergulho noturno, que ocorre até às 21h, e o liveaboard (modalidade onde há pernoite na embarcação). De acordo com a Instrução Normativa, para o desenvolvimento da atividade deverão ser consideradas a viabilidade da implantação e adequação das diferentes modalidades de mergulho, assim como a delimitação dos pontos de mergulho e o estabelecimento de regras específicas de acordo com o local e com a modalidade a ser praticada, como mergulho noturno, em cavernas, liveaboard ou outras. Também caberá à unidade de conservação definir o número de mergulhadores que cada condutor de visitante de mergulho poderá acompanhar.

                                                    No litoral da Bahia, Abrolhos já é um destino consolidado entre amantes de mergulho. Desde 2012 o parque marinho assumiu regras mais duras para atividade (Portaria ICMBio nº 138/2012). Hoje, a visitação em Abrolhos é regulamentada pela Portaria nº 29/2018, do ICMBio. Em 2019, o Parque Nacional Marinho de Abrolhos recebeu 8.044 visitantes, 25% a mais que em 2018. Já os 5 pontos mais mergulhados do arquipélago somaram 6.880 mergulhos no ano passado.

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                                                      A Marinha do Brasil emitiu um alerta sobre ventos fortes que devem atingir o litoral de São Paulo até a noite de quinta-feira (14). De acordo com o Centro de Hidrografia da Marinha (CHM), a região pode ser atingida por ventos de até 74 km/h.

                                                      Segundo aponta o CHM, a mudança no clima é causada pela passagem de uma frente fria pelo litoral, que afeta os municípios da Baixada Santista e do Litoral Sul de São Paulo, dentre outras regiões.

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                                                      A Marinha orienta, ainda, que navegantes consultem as informações meteorológicas e avisos de mau tempo por meio do portal do CHM, antes de irem ao mar. A incidência dos ventos também pode causar alterações no serviço de travessias litorâneas.

                                                      Além dos ventos fortes, a frente fria também pode causar uma queda acentuada de temperatura na Baixada Santista a partir de quinta-feira. Na sexta-feira (15), os termômetros devem variar entre 17°C e 19°C. De acordo com especialistas, a mudança também pode ocasionar chuva nos próximos dias.

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                                                        Por: Redação -

                                                        Os organizadores do Cannes Yachting Festival 2020 confirmaram que o salão náutico deste ano será realizado conforme planejado, de 8 a 13 de setembro, na França. A notícia foi confirmada pela Reed Expositions, cujo pessoal tem trabalhado remotamente para garantir o sucesso de 43ª edição do evento.

                                                        “O objetivo é realizar o Cannes Yachting Festival 2020 nas melhores condições possíveis e em total conformidade com a proteção dos expositores e visitantes”, disse Reed em comunicado. “Para isso, estamos analisando atualmente uma organização específica de filas de visitantes, a instalação de marcações no solo, um sistema de contagem e / ou regulação de fluxo (nos corredores, cais, estandes e a bordo dos barcos), o uso de máscara , o fornecimento de álcool em gel e o aumento da limpeza diária das áreas pelas quais os visitantes passam”, continuou a declaração.

                                                        “Muitos clientes com quem conversei esperam que o Yachting Festival possa ser a luz no fim do túnel”, afirmou Sylvie Ernoult, gerente do show. “E mesmo que ainda haja muitos passos a serem dados antes de abrir o evento deste ano, essa esperança é uma meta para nós”.

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                                                        “Criamos uma equipe responsável por adaptar os novos padrões de saúde ao festival e implantamos todos os meios necessários para sua implementação”, acrescentou.

                                                        A Reed Expositions afirma que suas ações são orientadas pelo total cumprimento das medidas de saúde recomendadas para restringir a disseminação do coronavírus. O organizador também participa ativamente do trabalho realizado pela UNIMEV, a federação profissional do setor de eventos, para elaborar medidas de proteção para feiras comerciais que serão submetidas ao governo francês.

                                                        Em Port Canto, a área de navegação foi projetada com cerca de 110 unidades registradas até o momento, das quais 60 ultrapassam 15mO acesso ao mar entre os dois portos foi aumentado e se beneficiará da sinalização aprimorada.

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                                                          13/05/2020

                                                          Mais uma vez, o Grupo NÁUTICA discutiu, através de uma LIVE (a NÁUTICA Live #2), o impacto do isolamento social no setor náutico. O encontro, nesta terça-feira, 12 de maio, às 19h, foi transmitido ao vivo no Youtube e no Facebook e teve mais de 1000 pessoas acompanhando simultaneamente.

                                                          Na 1ª edição passada, o tema em debate foi “Posso navegar? Sim ou não?”, a grande pergunta que o setor náutico está se fazendo no momento. E o encontro permitiu exatamente isso: discutir os diversos cenários existentes e avaliar as oportunidades de um recomeço.

                                                          Desta vez, os depoimentos e debates se concentraram no impacto da COVID-19 no setor de marinas e iates clubes. Com a intenção de conter o avanço da COVID-19, decretos municiais determinaram o fechamento dessas estruturas náuticas em algumas cidades. Tais medidas, naturalmente, geraram muitos questionamentos e dúvidas nos donos de barcos, além de um grande impacto na saúde das empresas. Não seria possível conciliar a abertura das marinas e iates clubes com o combate ao vírus? Em caso positivo, de que forma?

                                                          Para tirar essas dúvidas e apontar soluções, nada melhor do que a palavra de quem está diretamente envolvido com o tema: os donos de marinas, comodoros e diretores de iates clubes. 

                                                          Com mediação da jornalista Millena Machado (que foi apresentadora do programa Auto Esporte, da TV Globo, durante 10 anos), nossa 2ª live reuniu a empresária Gabriela Lobato, presidente do Grupo BR Marinas; Marina Bandeira Klink, presidente Marina do Engenho, de Paraty; Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica; Cícero Hartmann, comodoro do clube Veleiros do Sul, de Porto Alegre; José Jorge Neto, médico e ex-comodoro do Iate Clube de Caiobá; e Alex Costa Pereira, diretor jurídico do Yacht Club de Ilhabela.

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                                                          PROPOSTA DE DIÁLOGO

                                                          Ernani Paciornik abriu a NÁUTICA Live defendendo o diálogo entre o poder público (prefeitos, governadores) e o setor náutico, a fim de se encontrar um ponto em comum. “Dialogar é a chave da questão”, disse ele. Prova disso, argumentou, é que as propostas levantadas na primeira live já apresentaram resultados positivos, como um acordo entre a prefeitura e o Yacht Club de Ilhabela, que permitiu o acesso dos donos de barcos a suas lanchas e veleiros, desde que assumissem o compromisso de não usar as embarcações para lazer. Ou, no Paraná, a aproximação dos proprietários de marinas com o prefeito de Guaratuba, Roberto Justus. No fim de sua participação nessa 2ª live, Ernani se comprometeu a conversar com o prefeito de Paraty, Luciano Vidal, para tentar desbloquear o acesso às marinas da cidade.

                                                          MARINAS ABERTAS

                                                          Gabriela Lobato, que está à frente da maior rede de marinas do Brasil, com oito estruturas no estado do Rio de Janeiro, distribuídas por Angra dos Reis, Búzios, Itacuruçá, Paraty e Rio de Janeiro, disse que não fechou as portas, apesar do momento difícil. “Temos 1 700 embarcações sob a nossa guarda, e 270 colaboradores. Por isso, não podemos parar. Só não estamos operando com aluguel de embarcações, na Marina da Glória, porque o turismo está proibido. Mas tomamos todas as medidas necessárias, segundo as autoridades de saúde, para o enfrentamento da pandemia, como mandar para casa os nossos colabores do grupo de risco, com mais de 60 anos, e permitir que outros façam home-office. Além disso, orientamos os donos de barcos para que usem máscaras, álcool gel e que não tragam convidados para navegar”, explicou. Segundo a presidente do Grupo BR Marinas, existem protocolos de segurança que podem ser adotados pelo setor, para conter a Covid-19. Para começar, todo mundo tem de usar máscaras: marinheiros, funcionários e donos de barcos. Depois, determinando o número máximo de pessoas a bordo dos barcos, para evitar aglomerações.

                                                          CIDADE PROIBIDA

                                                          Marina Bandeira Klink vive situação inversa: a Marina do Engenho, que preside, está praticamente bloqueada, por conta das restrições de deslocamento impostas pela prefeitura de Paraty. “Por conta de a estrutura de saúde do município ser muito pequena, a entrada está autorizada apenas para moradores ou veículos que transportem produtos essenciais. moradores que tiverem carros com placas de outras cidades devem comprovar a residência no município. Só circula quem é daqui”, explicou ela. Que, no entanto, teve um alento. De acordo com Millena Machado, a prefeitura de Paraty flexibilizou a quarentena permitindo o acesso aos barcos para manutenção, de terça a quinta-feira, das 8h às 17h, além da possibilidade de remoção permanente para outro município. No fim dos debates, Marina Klink propôs que o vídeo desta live seja encaminhando ao prefeito de Paraty. Ao mesmo tempo, demostrou entusiasmo com as novidades anunciadas pelo comodoro do Veleiros do Sul, Cícero Hartmann, como se vê a seguir.

                                                          RISCO CALCULADO

                                                          Cícero Hartmann, comodoro do clube Veleiros do Sul, começou explicando que o clube foi abrigado a fechar as portas no dia 18 de março, quando o governo gaúcho anunciou as restrições de mobilidade no estado. “Permitimos acesso aos barcos apenas para manutenção”. Porém, em virtude dos bons resultados alcançados com as medidas de isolamento, o governador Eduardo Leite decidiu flexibilizar as atividades no estado. A partir do dia 11 de maio, entrou em vigor um modelo de distanciamento controlado por bandeiras, com protocolos obrigatórios e critérios específicos a serem seguidos pelos diferentes setores econômicos. Conforme o grau de risco em saúde, cada região recebe uma bandeira nas cores amarela, laranja, vermelha ou preta. Conforme o grau de risco calculado, as regiões recebem uma cor de bandeira.

                                                          “Estamos com bandeira laranja, que indica risco médio e nos permite operar com 25% dos funcionários presentes, seguindo as determinações de distanciamento”, disse Cícero. Isso permitiu ao comodoro do Veleiros do Sul estabelecer novas regras de funcionamento do clube e de acesso aos barcos. Ficou determinado que ninguém pode dormir no barco, por exemplo. Além disso, o acesso só é liberado ao dono do barco e à sua família. Convidados não entram. Por sua vez, os atletas olímpicos foram autorizados a retomar os treinamentos. Além disso, o posto de abastecimento voltou a operar. “O importante é ter responsabilidade. Todos estamos cientes dos riscos”, concluiu.

                                                          NOVOS HORIZONTES SE ABREM

                                                          Jose Jorge Neto, do conselho deliberativo do Iate Clube de Caiobá, do qual já foi comodoro, disse que a realização da Primeira Live NÁUTICA trouxe novo alento aos donos de barcos em Guaratuba, cidade em que a navegação estava proibida. “Podemos apenas fazer a manutenção dos barcos, três vezes por semana, meio período”, explicou. Após a live da semana passada, novos horizontes se abriram. “Formou-se uma associação das marinas da Baía de Guaratuba, que levará ao prefeito da cidade subsídios para que ele possa fazer a abertura”, anunciou Jorge Neto, que também é médico e, como tal, chama atenção para a gravidade da pandemia de coronavírus, e que por isso é necessário seguir algumas normas de convívio social. Mas isso não impede a abertura das marinas, de maneira responsável, bem orientada, com os empresários do setor dividindo a responsabilidade com o prefeito. “Daí a importância dessa live, para oferecer subsídios para as autoridades. Guaratuba não enfrenta o mesmo problema epidemiológico de Manaus, por exemplo. Então, podemos pensar na reabertura das marinas”, defendeu. Além disso, como médico, Jorge Neto lembrou que “navegar vale por uma terapia”.

                                                          ABERTURA LENTA

                                                          Alex Costa Pereira, diretor jurídico do Yacht Club de Ilhabela, cidade que foi totalmente isolada com o fechamento do serviço de balsas, diz que viu com grande alívio a abertura de diálogo com as autoridades locais, o que permitiu a abertura YCI aos donos de barcos para a realização de serviços essenciais de manutenção. “Depois de muito custo, conseguimos liberar o acesso às embarcações, com o compromisso de não sair para o lazer”, revelou. “Para isso, o proprietário assina um termo comprometendo-se a seguir determinadas regras. E todas as regras vêm sendo cumpridas, o que mostra o engajamento de todos os envolvidos. O associado é um dos donos do clube e não quer vê-lo punido”, explicou.
                                                          Alex anunciou também que, para amenizar os prejuízos aos associados — que, além do impacto de não poder navegar, deixaram de usufruir uma série de serviços típicos de um iate clube —, a comodoria do YCI reduziu o valor da mensalidade a partir de março. “O grande desafio é manter o nosso associado engajado durante essa pandemia, para manter a viabilidade econômica do clube. As medidas anunciadas pelo Cícero, comodoro do Veleiros do Sul, é o exemplo a ser seguido e o que queremos: trazer paulatinamente a volta dos serviços”. Que assim seja.

                                                          NÁUTICA Live tem o apoio de Assim Saúde, maior grupo empresarial de saúde verticalizado do Rio de Janeiro, excelência no atendimento médico. E Vaio, empresa que preza pela inovação e alta performance de notebooks com processadores de última geração. Acesse: vaio.com.br/nautica.

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                                                            Por: Redação -

                                                            O estaleiro taiwanês Horizon Yachts lançou seu primeiro iate FD102 para proprietários americanos. O casco nº 2 da embarcação de 32 m de deslocamento rápido está programado para chegar a Fort Lauderdale em junho e fará sua estreia no Fort Lauderdale International Boat Show, programado para outubro.

                                                            Batizado de To-Kalon, o FD102 é a primeira construção dos proprietários com a Horizon, e eles trabalharam em conjunto com o designer holandês Cor D Rover. O iate pode acomodar 10 pessoas em cinco camarotes, incluindo a suíte principal. Possui um perfil elegante que esconde seu impressionante volume interior – uma das marcas da série FD – e apresenta inúmeras personalizações por toda parte.

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                                                            A modificação de layout mais significativa solicitada pelos proprietários foi um flybridge semi-fechado com janelas de vidro deslizantes que permite que a maioria do andar superior funcione como um espaço interno / externo. A área de convés na popa está equipada com uma mesa de jantar extensível para até 12 pessoas, churrasqueira e uma banheira de hidromassagem para seis pessoas com balcão de bar e bancos fixos. Esta parte do convés é facilmente sombreada por um toldo retrátil elétrico.

                                                            Os proprietários também especificaram as portas de vidro curvadas para o salão principal e posicionaram a área de jantar interior à ré para aproveitar as vistas e o ambiente ao ar livre. Aqui, a mesa redonda para seis pode ser estendida para o assento 10 abaixo de uma luminária circular personalizada. A cozinha era outro espaço importante para os proprietários, que personalizaram o layout para atender às suas necessidades.

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