Conheça a lancha que une motor elétrico e hidrofólios para “voar” na água

03/04/2020

Diferente de tudo, a nova lancha sueca Candela flutua na água com a combinação de um motor elétrico e um par de hidrofólios. O futuro da náutica pode estar vindo de uma velha ideia

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Dá para adaptar o slogan criado para o carro a álcool nos anos 1970: barco elétrico, você ainda vai ter um! Segundo os especialistas, os veículos elétricos dominarão o mercado até 2040, e isso inclui as lanchas nossas de cada dia. É só uma questão de tempo para que os motores alternativos se tornem usuais também nas águas. Para todo lado que se olhe surgem evidências dessa moderna (e bem-vinda) realidade.

Na corrida pela produção de embarcações cada vez mais “limpas”, ou seja, que não emitem monóxido de carbono, um dos gases responsáveis pelo aquecimento global, o estaleiro sueco surpreendeu ao apresentar uma lancha cujo sistema de propulsão combina um motor de popa 100% elétrico (um Torqeedo Deep Blue, de 50 kW, perto de 70 hp), a dois pares de hidrofólios, aumentando a autonomia de navegação. Com vocês, a Candela Speed ​​Boat, curiosa lancha de 25 pés (7,7 metros de comprimento e 2,40 m de boca) para seis pessoas que — com sua proposta de unir sustentabilidade e eficiência — pode apontar a tendência para as próximas décadas.

A fórmula inclui inspiração no design da aviação, um banco de baterias de 230 kg (fabricadas pela BMW e marinizadas em parceria com Torqeedo) que oferecem quase 50 milhas náuticas de alcance (ou 3 horas de autonomia, na velocidade de cruzeiro), além de um casco todo de carbono e, por isso, cerca de 30% mais leve do que uma lancha do mesmo tamanho feita de fibra de vidro e com motorização de popa convencional. O resultado é uma performance impressionante. A velocidade máxima, garante o fabricante, é de 30 nós, com 19 a 23 nós de cruzeiro.

O segredo para andar mais está na hidrodinâmica. Durante a aceleração até os 17 nós o casco é como o de qualquer embarcação comum, ou seja, permanece dentro d’água. Já quando a velocidade chega aos 17 nós, as “asas subaquáticas” são liberadas automaticamente e o barco “decola”. Ou seja, os hidrofólios passam a desenvolver uma força de sustentação capaz de elevar o casco para fora d’água, diminuindo o arrasto e, assim, melhorando a aceleração e a velocidade do barco, que flutua sobre a água.

“É o único barco elétrico do mundo com velocidade e autonomia comparáveis às de uma lancha com motor convencional, mas com o desempenho em águas agitadas bem melhor. Os hidrofólios em ação proporcionam uma redução de 50% no consumo de energia a bordo”, afirma Gustav Hasselskog, fundador da lancha Candela, que já está sendo feita em série na Europa.

100% elétrica, a lancha candela pode chegar a 30 nós! na velocidade de cruzeiro, tem autonomia de 50 milhas

Para carregar a bateria (que tem oito anos de garantia), outra surpresa: basta uma tomada doméstica tradicional — algo que qualquer marina simples tem para oferecer. A operação de recarga leva até 12 horas. Ou seja, praticamente a noite toda. “Até hoje, ninguém havia construído um barco elétrico que pudesse, de fato, substituir os barcos movidos por combustíveis fósseis. Até as tentativas mais recentes falharam. Ou são velozes ou oferecem boa autonomia. No caso da Candela, conseguimos unir as duas características”, afirma Gustav. “E mais: a combinação do hidrofólio com o motor elétrico faz uma navegação extremamente silenciosa. É como uma gostosa velejada”, completa.

Segundo o fabricante, a Candela pode navegar em águas com ondas de até meio metro, é insubmergível e se mantém sempre na posição horizontal, mesmo em curvas mais fechadas, por conta de sensores instalados no casco, que calculam todos os movimentos do conjunto e, automaticamente, controlam a posição dos hidrofólios — tecnologia que remonta a 1919, quando foi criada por um italiano chamado Enrico Forlanini.

Impulsionada pelo motor de popa elétrico, de cerca de 70 hp, ela tem autonomia de 50 milhas com uma carga de baterias

O conceito é bem simples: abaixo de um casco normal o barco tem um par de hidrofólios, que nada mais são do que asas aquáticas. Usando a boa e velha aerodinâmica molhada, ou hidrodinâmica, a água passa em velocidade e gera sustentação, empurrando o barco para cima. Em algum momento a gravidade equilibra a força ascensional, e o barco para de subir. Com isso o arrasto hidrodinâmico deixa de existir, o casco só enfrenta a resistência do ar.

No caso da Candela, os hidrofólios são retráteis e acionados eletronicamente. As decolagens e pousos acontecem ao toque de um botão no painel digital. O pulo do gato aqui está em associar os hidrofólios a um sistema inteligentíssimo de controle e a um motor elétrico, que quase não emite ruído nem polui a água. Uma velha ideia nova.

Diferentemente das pequenas lanchas convencionais atuais, toda a parte eletrônica da Candela foi criada do zero. O resultado é uma experiência totalmente integrada, gerenciada por meio de um aplicativo próprio para smartphone ou na tela de 12 polegadas no painel da lancha.

Mesmo distante da lancha, por exemplo, é possível saber, em tempo real, o status da carga das baterias, os dados do seu último passeio e muito mais. Mas, tudo tem um preço. E, por enquanto, bem alto. A partir de 245 mil euros (lá fora), ou pouco mais de 1 milhão de reais se for importada.

 

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    A cidade de Ilha Comprida, no litoral Sul paulista, está realizando obras com o objetivo de fortalecer o turismo, gerar renda, novos empregos e oportunidades profissionais.

    Uma delas, a requalificação do Porto da Balsa, no Mar Pequeno, contará com Museu do Mar, mirante com oito metros de altura, centro de apoio ao turista com duas lanchonetes, espaço do artesão, área de embarque do catamarã, atracadouro para embarcações de porte, deck para observação do Mar Pequeno e centro de instrução náutica.

    As obras começaram em dezembro do ano passado e têm 360 dias para conclusão. Orçado em R$3.2 milhões, a requalificação foi aprovada pelo COMTUR e é realizada com recursos do DADETUR, órgão da Secretaria de Estado de Turismo.

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    Outra obra de porte em andamento é o Centro de Eventos da Ilha. Dividido em dois blocos, o local terá capacidade para duas mil pessoas e será utilizado, entre outros eventos, para encontros náuticos na cidade.

    Na última semana, as obras atingiram 15% do andamento. O prazo para conclusão é 360 dias, a contar da data de início: agosto de 2019. O projeto foi aprovado pelo COMTUR. Orçado em cerca de R$ 4 milhões, a obra conta com recursos DADE 2017 e contrapartida do município.

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      Área Alfa
      Vento duro a partir de 021300 HMG – SW/S Força 8/9;
      Mar muito grosso a partir de 021300 HMG com ondas NW/SW entre 3.0 a 5.0 metros com ressaca.

      Área Charlie
      Vento forte a partir de 030000 HMG – NW/SW Força 7;
      Mar muito grosso a partir de 031200 HMG com ondas SW/SE entre 3.0 a 5.0 metros.

      Área Delta
      Vento forte a partir de 030000 HMG – Força 7;
      Mar muito grosso a partir de 040000 HMG com ondas de 3.5 a 5.0 metros.

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        Como escolher o barco ideal? Triton Yachts dá dicas do que deve ser levado em conta na decisão

        Por: Redação -

        O lazer e o turismo náutico estão cada vez mais desenvolvidos no mercado brasileiro. As incontáveis belezas naturais pelas águas e o clima agradável para navegar o ano todo têm inspirado milhares de pessoas a entrarem no mundo náutico ou a fazerem um upgrade de suas embarcações. Segundo informações do setor, mais de 820 mil barcos de lazer circulam pelo Brasil o qual, inclusive, tem o 16º maior litoral nacional do mundo com quase 7,5 mil quilômetros de costa, sem falar dos mais de 41 mil quilômetros de vias navegáveis interiores.

        Porém, para quem tem o sonho de comprar uma embarcação ou para quem deseja trocar por um novo modelo, segundo executivos da Triton Yachts, um dos maiores estaleiros brasileiros, é importante que a escolha seja consciente. Por isso, a dica é aproveitar este período, em que muitos estão em suas casas, para avaliar a lancha ideal e que atenda o perfil do futuro dono.

        “Temos uma ampla gama de lanchas de lazer de altíssima qualidade com investimentos que variam de R$ 160 mil a mais de R$ 2,5 milhões, aproximadamente, dependendo das configurações. Sabemos que se trata de um bem de alto valor e, também, um sonho para experiências únicas, confortáveis e privativas pelas águas. Por isso, é importante que seja uma compra consciente e que todas as escolhas atendam às necessidades do cliente, tanto no que se refere ao modelo escolhido e usabilidade da embarcação quanto os acessórios e equipamentos de sua preferência”, explica o diretor da Triton Yachts Allan Cechelero.

        “Trabalhamos com sonhos de muitas pessoas que desejam ter um barco para navegarem e aproveitarem momentos muito especiais com amigos e familiares. É importante, para quem deseja investir, reservar um período para conhecer as opções adequadas ao seu perfil e conversar com consultores especializados, especialmente que tenham suporte do fabricante, para auxiliar no momento da compra”, complementa.

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        A Triton Yachts disponibiliza profissionais direto de fábrica e parceiros que realizam amplo suporte e atendimento on-line ou por telefone. Atendimentos podem ser solicitados pelo site do estaleiro.

        Modelos sem, com uma ou mais cabines; barcos com “hard top” (teto solar) ou flybridge (convés superior); tempo médio de permanência na lancha; número estimado de pessoas a receber na embarcação; eletrodomésticos e equipamentos de navegação; itens de decoração e acabamentos; personalização, e motorização. Essas são algumas das muitas características que podem ser orientadas e discutidas garantindo que o barco possa ser aproveitado ao máximo.

        Além disso, é fundamental contar com a expertise de fabricantes renomados e com solidez no mercado. A Triton Yachts, com mais de 35 anos de história, é uma das mais consagradas marcas de embarcações de lazer a motor do país. Com fábrica na região metropolitana de Curitiba, PR, atende o mercado brasileiro e internacional. Possui opções de modelos variados e de alta qualidade de 20 a 52 pés e lança novidades ano a ano. É presidida pelo renomado engenheiro José Maria Cechelero e com uma equipe igualmente qualificada, que segue o mesmo padrão de excelência, atenção e atendimento.

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          Evolve Boats exporta primeira unidade da lancha 360 HT para os Estados Unidos

          Por: Redação -

          O estaleiro catarinense Evolve Boats, que está comemorando 10 anos de atividades, anunciou que exportará a primeira unidade do seu modelo Evolve 360 HT para a cidade de Pensacola, que fica no estado da Flórida, nos Estados Unidos.

          Com fábrica em Palhoça, região metropolitana de Florianópolis, a Evolve Boats já entregou em nossas águas mais de 30 unidades da Evolve 360 HT, que é o maior modelo da linha e foi totalmente desenvolvido e projetado pelo estaleiro.

          Não é a primeira investida da Evolve Boats nos Estados Unidos. Anos atrás, as lanchas do estaleiro catarinense, que tem o empresário Ricardo Wilges à frente, foram expostas no boat show de Fort Lauderdale, no sul da Flórida, considerado o evento mais importante do calendário global de feiras de barcos.

          NÁUTICA avaliou recentemente o carro-chefe do estaleiro. Lançada no início de 2017 e apresentada pela primeira vez no São Paulo Boat Show 2018, rapidamente a lancha caiu no gosto do brasileiro. A Evolve 360 HT é uma lancha que impressiona pelo espaço interno Veja abaixo:

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            Schaefer Yachts reforça seu compromisso em luta contra coronavírus

            Por: Redação -
            02/04/2020

            O estaleiro catarinense Schaefer Yachts divulgou comunicado do presidente da empresa, Marcio Schaefer, sobre o posicionamento da marca nesse momento delicado que o país – e o mundo – passam com o coronavírus. A empresa anunciou que está tomando as devidas precauções para preservar a integridade de seus funcionários e familiares, sem deixar de lado seu compromisso com seus clientes.

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            Confira o comunicado na íntegra:

            Após o anúncio da OMS sobre a pandemia do vírus COVID-19, a Schaefer Yachts vem tomando uma série de precauções para preservar a integridade de seus funcionários e familiares.

            A Schaefer Yachts reforça seu compromisso de garantir a disponibilidade de seus serviços para seus clientes. Conforme recomendação do governo de Santa Catarina, reduzimos o expediente da fábrica, monitorando de perto a situação do coronavírus, seguindo os protocolos de saúde da OMS e das autoridades locais, e mantivemos setores administrativos, assistência técnica e comercial atendendo normalmente à distância.

            Entendemos a grande responsabilidade social que empreendemos na economia da região, e não pouparemos esforços para encontrar a melhor solução para gerenciar esta crise. Seguimos ativamente em contato com nossos parceiros de negócio para manter a continuidade completa dos serviços em nossa cadeia de suprimentos.

            O tempo é precioso, o tempo é tudo. Com tempo e força neste momento difícil, temos a certeza de que muito em breve superaremos esta crise juntos, e juntos traremos de volta desenvolvimento e prosperidade para nosso país.

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              Capitania dos Portos do Paraná aumentou em 24% as abordagens de embarcações na Operação Verão 2020

              Por: Redação -

              A Capitania dos Portos do Paraná (CPPR) encerrou a “Operação Verão 2019/2020 – Mares Seguros e Limpos” realizando 3 811 ações de inspeção naval em embarcações, com um aumento de 24,6% em relação à operação 2018/2019, quando foram registradas 3 058 abordagens. Essa intensificação no litoral e na região leste paranaenses nas áreas de maior concentração de embarcações contribuiu ainda para que, pelo segundo ano consecutivo, não houvesse mortes em decorrência de acidentes náuticos entre 20 de dezembro de 2019 e o último dia 18 de março.

              O balanço das atividades mostrou, ainda, que foram emitidas 164 notificações aos condutores e proprietários, 10 embarcações foram retiradas de tráfego temporariamente por comprometer a segurança da navegação e duas foram apreendidas. No período, aconteceram oito fatos da navegação ou acidentes.

              O Capitão dos Portos do Paraná, Capitão de Mar e Guerra Rogerio Antunes Machado, destacou o trabalho realizado pelas equipes de Inspeção Naval da CPPR com o objetivo de orientar os condutores a fim de minimizar a possibilidade de acidentes.

              “Desde o início da Operação Verão, priorizamos o esclarecimento das normas de segurança da navegação para garantir salvaguarda da vida humana, mas sem deixar de aplicar medidas rígidas contra as irregularidades constatadas. Fico orgulhoso de que o trabalho da minha tripulação junto à comunidade náutica da sociedade paranaense tenha surtido efeito positivo com a preservação da vida das pessoas. Todo o trabalho que a Marinha do Brasil desenvolve em todo o país com as Ações de Fiscalização do Tráfego Aquaviário é para evitar que os momentos de lazer e diversão com a navegação em rios e mares durante o período de descanso, férias e carnaval no verão tornem-se momentos de susto e dor. Encerrar o trabalho de fiscalização intensa com este resultado nos dá a sensação de missão cumprida”, comentou.

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              As equipes de Inspeção Naval atuam para fiscalizar documentos de registro da embarcação, habilitação do condutor e verificar a existência e condições de uso de itens de salvatagem e segurança, como coletes salva-vidas, boias, extintores, etc. Ao todo, a área de jurisdição da CPPR abrange 89 municípios do Paraná e o trabalho é realizado com mais intensidade nos pontos de maior tráfego aquaviário no litoral: Baía de Paranaguá (Rio Itiberê, Canal da Galheta e Ilha do Mel), Pontal do Paraná (Canal do DNOS e Terminal de Embarque de Passageiros); Baía de Guaratuba, Guaraqueçaba e Antonina. Foram realizadas ainda ações de fiscalização em represas e alagados nas regiões do primeiro e do segundo planalto do Paraná: Curitiba (Capivari e Passaúna); Rio Iguaçu; São Mateus do Sul; Ponta Grossa (Alagados do Rio Pintangui); e Norte Pioneiro (Represa de Xavantes).

              A Capitania dos Portos do Paraná (CPPR) incentiva todo o cidadão a auxiliar na fiscalização do tráfego aquaviário, mesmo após a conclusão da Operação Verão. Ao verificar irregularidades com embarcações, como manobras perigosas; falta de itens de segurança; condutores alcoolizados; e problemas com coletes salva-vidas ou na habilitação dos condutores solicita-se que a CPPR seja acionada de imediato através do Disque-Segurança da Navegação no (41) 3721-1542. As informações podem ser encaminhadas ainda por e-mail no [email protected]. Mais informações também estão no site da Capitania. Pedidos de busca e salvamento podem ser feitos ainda pelo número 185.

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                Pioneira na construção de grandes barcos de lazer no Brasil, MCP Yachts completa 40 anos

                São muitas conquistas a comemorar. Na travessia do estaleiro, com dezenas de iates construídos, façanhas como a entrega de um modelo de 142 pés

                Essa é a história da MCP Yachts, que em 2020 completa 40 anos de atividades. É a história de um estaleiro cujo fundador, Manoel Chaves, formou-se em engenharia naval pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, no fim da década de 1970, viu que havia espaço no país para a construção de grandes barcos movidos a motor, e ocupou este espaço. Era o período pós “milagre brasileiro” e os anos pela frente prometiam ser difíceis e amargos. A missão não era fácil e o cenário não ajudava. Ainda assim, Manoel Chaves decidiu ir em frente, confiando em sua inclinação natural para o mar, velejador que era. Aposta mais que certeira.

                Quatro décadas depois, a MCP Yachts (com sede no Complexo Industrial Naval do Guarujá) já lapidou algumas dezenas de barcos a motor, de 76 a 142 pés. Não são barcos quaisquer, mas verdadeiras joias náuticas, construídas sob encomenda por pessoas exigentes, e que navegam pelos setes mares.

                Mais que um aniversário redondo, são muitas conquistas a comemorar! “Apesar de jovem, eu já acumulava certo conhecimento na construção de barcos quando abri a empresa, em fevereiro de 1980”, lembra Manoel Chaves. “De 1978 até o fim de 1979, por exemplo, eu era o gerente de projetos do estaleiro Ebrasa, em Itajaí, que fazia barcos de serviço, e fui o responsável por muitos projetos, como a série AVIN (Aviso e Instrução)”, recorda o comandante da MCP Yachts, referindo-se a três barcos de 28 metros de comprimento. Ainda hoje essas embarcações são usadas para treinamento de todos os oficiais da Escola Naval da Marinha Brasileira.

                A primeira encomenda de um motoriate chegou em 1978. “A pedido do artista e ecologista Sepp Baendereck, projetei a transformação de um navio caça-minas, de 138 pés, na época chamado Juruena, em um iate”, lembra Manoel Chaves, revelando parte de sua experiência antes de entrar em cena como empresário, à frente da MCP — sigla de Motores de Combustão Principal, que, com a projeção internacional do estaleiro, foi transformada informalmente em Manoel Chaves Projects, embora o nome seja apenas MCP Yachts.

                “Inicialmente, apenas prestávamos serviços de Inspeção e Engenharia Naval para navios, no Porto de Santos. Mas logo passamos a focar exclusivamente na produção de barcos, com projetos assinados por mim mesmo”, ele explica.

                O ponto de partida para isso foi uma parceria com a General Eletric, para quem construiu, em série, nada menos que oito iates de 92 pés, a maioria deles ainda hoje em atividade em nossas águas (entre eles, o Ausonia, o St. Germain , o Apolimar e o Raffaella I) e até na Europa (o Algarve). “A GE tinha uma fábrica de locomotivas em Sumaré, perto de Campinas, no interior de São Paulo, que ficou ociosa devido à falta de encomendas. Meu amigo Judimar Piccoli realizou as vendas e me contratou para fazer o projeto de um iate, que desenvolvi a partir de um modelo italiano, da Benetti, cuja autorização para uso do nome Bennetti foi assinada em um guardanapo de papel pelo próprio Ricardo Bennetti, um dos donos da Fratelli Bennetti, que estava pedindo falência”, lembra Manoel Chaves, rindo.

                O mais incrível é que todos desenhos desse iate foram desenvolvidos com base apenas em fotografias, tiradas pelo próprio Manoel, na Itália. “Para se ter uma ideia da loucura que foi isso, basta lembrar que, na época, a maior lancha fabricada no Brasil pela Carbrasmar tinha apenas 61 pés”, compara o comandante da MCP. “Imagina a dificuldade para transportar os iates do interior de São Paulo até o mar, naquela época. Grandes aventuras”, lembra Manoel.

                Desde então, muitos projetos saíram da prancheta de Manoel Chaves, tornando a MCP reconhecida mundialmente. E ainda tem muita água pela proa. As ferramentas é que mudaram, com a revolução da comunicação na era digital e as consequentes inovações no processo de projetar.

                Iluminando sua trajetória com uma lanterna de popa, Manoel Chaves conta que assinou mais de 250 projetos nesses 40 anos — entre iates, barcos comerciais, de pesca e militares, que navegam pelos sete mares —, e faz uma lista das principais embarcações de lazer que ostentam o logotipo da MCP no casco.

                Em 1986, ano do Plano Cruzado, a MCP foi contratada pelo empresário Vidal dos Santos Rodrigues, grande amigo do comandante do estaleiro, para um projeto audacioso: a construção do MY Santa Maria, de 37 metros de comprimento (120 pés), maior iate de alumínio feito no Hemisfério Sul até aquele momento. O barco levou cinco anos para ficar pronto, devido as várias crises econômicas pelas quais o país passou. Lançado ao mar em 1991, virou objeto de culto, não apenas por aqui como no exterior.

                Equipado com dois motores MTU e propulsão Water Jet da Kamewa, com os quais alcançou na prova de mar 24 nós de velocidade máxima, o MY Santa Maria partiu para a Europa em 1993, na condição de primeiro iate de alumínio construído no Brasil a atravessar o Atlântico, o que depois se tornaria rotina para barcos da MCP. No velho continente, participou de dois salões náuticos importantes: o Mega Iate Boat Show de Nice, na França, e o San Remo Charter Boat Show, na Itália.

                De volta ao Brasil, baseado em Angra dos Reis, ainda hoje o MY Santa Maria encanta os olhos daqueles que o veem passar. “Sua tecnologia recebeu um certificado de qualidade estrutural do American Bureau of Shipping, classificador internacional, com sede nos Estados Unidos”, destaca Manoel Chaves.

                Próximo destaque da lista de iates by MCP: o Raffaella II, de intermináveis 142 pés (ou quase 43 metros de comprimento), até hoje o maior já construído na América do Sul. Tal qual uma mansão flutuante, tem cinco suítes, sendo a principal delas com dois banheiros e banheira de hidromassagem, e levou dois anos e meio para ser construído. Detalhe: o projeto consumiu 900 plantas de seus compartimentos e envolveu 250 funcionários, até chegar ao resultado final. “Para meu orgulho, o barco foi totalmente produzido no país”, diz Manoel Chaves.

                Também marcaram época pela inovação os iates da série TransOcean projetados por ele para ser construídos com casco de aço, como o Trindade, de 95 pés, e o Serena (atual Anua Nua II), de 89 pés.

                Outros barcos icônicos do estaleiro foram os da série GFT (Global Fast Trawler), com casco semideslocante, de alumínio, e muita autonomia para travessias mares afora. Foram produzidos cinco modelos GFTs, de 85, 92, 93, 98 e 100 pés, incluindo o Âmbar, GFT 85, que teve como proprietária a apresentadora Ana Maria Braga, no começo dos anos 2000. Vários GFTs de 98 pés e GFTs Europa de 100 pés foram exportados. Alguns já atravessaram seis vezes o Atlântico.

                Depois, vieram os barcos da série Classic, de 76 pés, com cinco unidades na água, seguidos por dois motoriates da série 106 LE (Limited Edition): o Mars e o Paradiso, ambos de 32 metros de comprimento. Sem esquecer do THD 925, cujo primeiro exemplar, o iate Ragnar, de 28 metros de comprimento e autonomia de 3 mil milhas, foi apresentado no Rio Boat Show 2019.

                Há um ano, a atuação internacional rendeu ao estaleiro paulista uma parceria com o estúdio de design de iates holandês Vripack — de extensa experiência em arquitetura e engenharia naval, com mais de 7 mil projetos consolidados —, com quem a MCP Yachts passa a atuar em conjunto, abrindo um leque de novas possibilidades. “Nosso primeiro projeto a quatro mãos é um motoriates transoceânico de 40 metros, batizado de Seaview. E estamos trabalhando em uma série, com embarcações de 34 metros, com a marca MCP-Vripack. Já temos reservadas janelas para fabricação de dois cascos para este ano”, revela Manoel Chaves. “Serão nossos cascos de nº 93 e 94”, cataloga.

                Ao mesmo tempo, a MCP Yachts (agora sem o parceiro holandês) está construindo o seu primeiro veleiro: o Global Exp 66, de quatro camarotes com o padrão de conforto dos iates do estaleiro, confeccionado com alumínio naval (liga 5083 H116) certificado internacionalmente pelo Lloyd’s Register, de Londres. Mais leve e resistente, esse tipo de casco tem durabilidade e performance incomparável. “Com ele, procuramos trazer para o mundo da vela o mesmo grau de conforto e segurança que nossos clientes encontram em nossos motoriates”, explica Damien Chaves, filho de Manoel Chaves e seu braço-direito no estaleiro.

                Em fevereiro de 1980, quando criou a empresa, o jovem engenheiro naval certamente acreditava no êxito de seu empreendimento. Mas não poderia prever que, 40 anos depois, estaria à frente do estaleiro que gigantes dos mares. “É toda uma história que atravessa o tempo e que nos orgulhamos de continuar”, resume Manoel Chaves, um homem apaixonado pelo mar e pelo que faz, e que por isso chegou tão longe.

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                  Por: Redação -

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                  O trecho com intervenção será de 200 metros de extensão na orla do Mar Pequeno, na Av. 27 de Outubro, entre as ruas Julio de Almeida e Copacabana.

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                  A intervenção terá ação total em área de 3 500 metros quadrados para contenção do mar naquela região e valorização do turismo náutico. A obra contempla também a instalação de uma rampa náutica na área para descida de embarcações.

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                    As ações foram efetuadas por meio das equipes de Inspeções Navais com distribuição de panfletos educativos aos pescadores, ribeirinhos e proprietários de embarcações. As abordagens têm seguido com as seguintes informações: sintomas; grupos de risco; orientações sobre higiene; uso de máscara; transmissão e proteção, entre outros. Foram fixados banners e cartazes no prédio da CPPI para que sejam constantemente atualizadas as informações aos militares e à Família Naval.

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                    Creio que da forma como esse trabalho vem sendo conduzido, com as prevenções e informações, conseguiremos sair dessa pandemia mais rápido possível”, disse o Terceiro-Sargento Thais Xavier Araujo.

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                      Novo catamarã de pesca que será lançado pela SEC Boats está pronto para ir para a água

                      Por: Redação -
                      01/04/2020

                      A mais nova lancha do estaleiro catarinense SEC Boats, que deverá fazer sua estreia durante o Rio Boat Show 2020, está pronta para ir para a água. Trata-se de um moderno catamarã de 35 pés especialmente pensado para pesca oceânica.

                      O modelo Cat Fish 35 foi projetado tanto para os apaixonados por pescarias no litoral do Brasil quanto para o exigente mercado externo, de acordo com a empresa, atendendo às mais rígidas normas e necessidades do mercado americano.

                      Com capacidade para navegação costeira ou mar aberto, o modelo promete proporcionar segurança e conforto na navegação, podendo ser equipado com o que há de melhor em acessórios, elevando assim o nível de conforto a bordo.

                      Fotos: Divulgação

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                      Com 11 metros de comprimento, o modelo poderá levar até 11 passageiros, além do piloto. Itens de série incluem compartimento na proa para acomodação de carga, mesa de trabalho de iscas na popa, 14 suportes de varas de pesca nos bordos, porta varas no T-top para quatro varas, entre outros, além de itens opcionais. A motorização fica por conta de dois de popa de 150 hp a quatro motores de 400 hp cada.

                      A SEC Boats, com fábrica em Palhoça, está no mercado desde 2012 e conta com 11 modelos embarcações, de 16 a 40 pés.

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                        Estaleiro árabe inicia testes de seu mais novo superiate de 120 pés

                        Por: Redação -

                        O estaleiro Gulf Craft, dos Emirados Árabes Unidos, anunciou que seu superiate Majesty 120, de 37 metros, iniciou testes no mar e deve ser entregue no fim de abril. Com os motores MTU de 2600 hp a diesel, os geradores Kohler e outros equipamentos fundamentais da embarcação, o Majesty 120 também passará por testes do sistema elétrico avançado da embarcação que substitui um sistema hidráulico tradicional.

                        O modelo, que estreou no Monaco Yacht Show do ano passado, apresenta linhas angulares, estilo contemporâneo e teve como inspiração o Majesty 140. O novo superiate é assinado por Cristiano Gatto Design, que também colaborou com a marca no design do Majesty 175 e no interior do Majesty 140.

                        Fotos: Divulgação

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                        Majesty tem acomodações para até 10 pessoas em cinco camarotes amplos e pode receber até sete tripulantes. “O superiate de fibra de carbono e GRP é realmente uma obra-prima e um exemplo perfeito de como será o futuro da construção de iates. Tudo, exceto os motores e geradores, é acionado eletricamente – dos estabilizadores das aletas aos propulsores e direção. Nenhum dos sistemas a bordo exige o uso de sistemas hidráulicos, isso leva a um iate muito mais silencioso e com manutenção muito mais eficiente. Ouvimos as demandas do mercado por mais eficiência e mais conforto a bordo e estamos confiantes de que o Majesty 120 não apenas atende a essas demandas, mas também representa uma nova era do Majesty Yachts em todo o mundo”, disse Paul Gray, diretor de operações da Gulf Craft.

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                          Por: Redação -

                          Atualizado 18h20.

                          Na última segunda-feira (30/04), a prefeitura de Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro, emitiu um decreto municipal com medidas para combater a disseminação do novo coronavírus na região.

                          Entre as determinações, anunciadas no Art. 1, do Decreto Municipal nº 11.611, de 30 de março de 2020, está a suspensão das atividades náuticas de lazer e de turismo em marinas, píer, atracadouros, assim como o trânsito marítimo de embarcações turísticas ou de lazer por toda a extensão municipal da Baía da Ilha Grande, com prazo indeterminado de duração.

                          Na manhã desta quarta-feira (01/04), em entrevista por telefone à NÁUTICA, o prefeito de Angra dos Reis, Fernando Jordão, voltou atrás na decisão e alterou o Art. 1 do decreto ainda nesta quarta-feira, já que qualquer imposição de medidas restritivas à livre circulação de barcos de esporte e recreio no ambiente marítimo é atribuição exclusiva da Marinha do Brasil, por meio de suas Capitanias, e da União. No fim da tarde desta quarta, o boletim oficial da Prefeitura de Angra dos Reis já estava disponível no site oficial da cidade.

                          “Aos donos de barcos e seus familiares, assim como os marinheiros das embarcações de nossa região, é muito importante tomar todas as precauções de higiene determinadas pelas autoridades de saúde e a recomendação de evitar aglomerações. Os passeios de empresas turísticas e o aluguel particular de lanchas para fins turísticos seguem suspensos, para evitar aglomerações, assim como a entrada de turistas na Ilha Grande. As barcas estão restritas para moradores da localidade enquanto durar a situação de emergência”, afirmou o prefeito Fernando Jordão.

                          Como publicado neste domingo (29/03), NÁUTICA entende que um barco de esporte e recreio, seja ele uma lancha, um veleiro ou um iate, é considerado a segunda casa de muitos donos de barcos (e, para muitos velejadores, a casa principal), e como tal, um porto seguro para a família, desde que tomadas as precauções de higiene determinadas pelas autoridades de saúde e a recomendação de evitar aglomerações, como não convidar amigos para ir a bordo, realizar festas ou ancorar barcos lado a lado, por exemplo.

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                            Por: Redação -

                            O uso da tecnologia na prevenção e no combate ao coronavírus vem sendo uma das prioridades da Marinha do Brasil. Pensando nisso, o Centro Tecnológico do Corpo de Fuzileiros Navais (CTecCFN) vem atuando na fabricação de máscaras face shield, que garantem a cobertura completa do rosto, a partir de impressoras 3D. Estão sendo fabricadas cerca de 30 máscaras por dia, que serão doadas aos profissionais da Saúde engajados no combate à pandemia.

                            A primeira impressora 3D foi adquirida pelo CTecCFN em 2018, em caráter experimental, para confecção de materiais, sobressalentes e peças para equipamentos em manutenção. “O CTecCFN atua em duas vertentes: a primeira é a manutenção dos meios da Marinha, como blindados, viaturas e equipamentos eletrônicos; a segunda é a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, na qual prospectamos novas tecnologias e desenvolvemos equipamentos para uso futuro do Corpo de Fuzileiros Navais”, explicou o Comandante do CTecCFN, Capitão de Mar e Guerra (FN) Hélio Blacker Espozel, que ressaltou que a primeira impressora 3D trouxe grandes benefícios, como diminuição do tempo de manutenção dos equipamentos e economia de recursos.

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                            Em 2019, fruto de uma parceria estabelecida com a Receita Federal, a Unidade recebeu equipamentos industriais e mais duas impressoras 3D, aumentando a capacidade do laboratório de produção. “Com o início da pandemia de Covid-19, decidimos atuar em conjunto com a sociedade civil na elaboração de protótipos de máscaras tipo face shield, para serem encaminhadas aos profissionais de Saúde que estão atuando na linha de frente do combate ao vírus”, ressaltou o Comandante Espozel.

                            A Receita Federal se prontificou a participar dessa campanha, com a doação de sete novas impressoras 3D, aumentando a velocidade e a capacidade do Centro na fabricação desses equipamentos de proteção individual. A principal função de uma máscara deste tipo, segundo o Primeiro-Tenente Giullerme Rodrigues de Araújo, é a proteção das áreas vulneráveis do profissional da Saúde contra fluidos corporais. “A ideia é dar conforto e liberdade aos profissionais que atuam diretamente no combate à pandemia, para que possam manipular os pacientes sem medo de serem contaminados”, disse.

                            O Comandante Espozel ressaltou a importância deste trabalho conjunto da Marinha do Brasil com a sociedade civil. “Nossa expectativa é que os profissionais da Saúde sintam-se amparados em um momento tão importante como esse”, concluiu.

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                              Cada tipo de navegação – e de proprietário – pede um estilo de lancha de passeio diferenciado que atenda aos seus interesses. Muitos fazem cruzeiros diurnos, sem pernoite, e têm suas necessidades atendidas por uma lancha de proa aberta, por exemplo. Já outros, precisam de mais estrutura na embarcação para ir mais longe, pernoitar, ou por causa da família, dos filhos…

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                              Por conta dessa afirmação acima, NÁUTICA quer saber: “Qual estilo de lancha para passear lhe agrada mais?”. As opções são: lancha cabinada com flybridge, lancha de proa aberta, lancha de proa aberta com cabine, lancha de proa aberta com cabine e hard top e lancha com cabine e hard top. Vote na nossa enquete! Queremos saber o que você pensa sobre o assunto!

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                                #Minha Sessa: uma história de superação que virou amor entre o paranaense Giorgeo Zanlorenzi e sua Sessa C40

                                31/03/2020

                                O paranaense Giorgeo Zanlorenzi tem uma história náutica de infância tão traumática que nunca imaginou subir em um barco outra vez. “Em uma pescaria com o meu pai eu enjoei e passei muito mal. Como estávamos em um barco de amigos, não podíamos retornar. Foi uma experiência que marcou minha vida. Pensei que nunca mais entraria em um barco”, relata.

                                Com o passar dos anos, ele acabou sendo inserido no meio náutico por causa dos filhos. “Os pais dos melhores amigos da escola dos meus filhos tinham barco e eles começaram a convidar para ir junto. Meus filhos adoraram! Em um fim de semana, eles me convidaram também e eu acabei indo. Achei muito bacana a natureza e o momento em família que o barco proporcionava. Minha mulher também ficou entusiasmada. Foi o start!”, lembra Giorgeo, que comprou seu primeiro barco, uma Sessa C40, a qual nomeou de “Z”, no São Paulo Boat Show de 2018.

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                                “Visitei vários expositores no salão náutico. Mas quando conheci a Sessa C40 foi amor à primeira vista! O design, a divisão dos espaços e o acabamento são os principais pontos da lancha. “É uma embarcação completa, sou muito feliz com ela”, afirma.

                                Natural de Campo Largo, no Paraná, Giorgeo mantém sua Sessa C40 na Baía de Guaratuba e costuma ir às sextas-feiras para dormir no barco. “A natureza ali é muito linda, te dá uma paz incrível! Gosto do silêncio e o ambiente me relaxa. Gosto muito de navegar com a família até a Ilha do Mel e Santa Catarina”, descreve. “Nunca mais enjoei em um barco!”, comemora.

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                                  Leitores apontam: a altura do camarote é o que mais importa em uma lancha cabinada. Veja

                                  Por: Redação -

                                  50% dos leitores de NÁUTICA apontam preferência à altura do camarote em lanchas que oferecem tal recurso

                                  O portal de NÁUTICA realizou, entre janeiro e março deste ano, a enquete: “O que é mais importante em uma lancha com cabine?”. Entre as opções, a altura do camarote, o espaço do banheiro, a cozinha bem equipada, o tamanho da cama, a quantidade de janelas e os itens de decoração. Nada menos que 1 118 pessoas votaram.

                                  O resultado da pesquisa? Para a grande maioria dos internautas (50%), a altura do camarote é o que mais importa na escolha de uma lancha deste porte. Ter um camarote com bom pé-direito recebeu 555 votos.

                                  Em segundo lugar, com 21% das opiniões (232 votos), ficou a opção espaço do banheiro. Em terceiro, a cozinha bem equipada, com 10% (113 votos). O tamanho da cama (10% e 110 votos), a quantidade de janelas (7% e 75 votos) e os itens de decoração, com apenas 3% e 33 votos, fecharam a pesquisa.

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                                    Por: Redação -

                                    O grupo de marinas no Reino Unido anunciou que as três marinas de Hamble River mantiveram o status Five Anchor Gold após recentes inspeções trienais da The Yacht Harbour Association.

                                    Port Hamble Marina, Hamble Point Marina e Mercury Yacht Harbour são apenas três das 15 marinas da MDL que possuem a certificação. “Estamos muito satisfeitos e muito orgulhosos por ter confirmado novamente nossas certificações do Five Gold Anchor”, diz Kerry Marriott, chefe de operações da MDL.

                                    “Os critérios para o prêmio são focados em serviços centrados no cliente e estamos muito satisfeitos por termos sido reconhecidos por todo o trabalho que realizamos para proporcionar a melhor experiência ao cliente”, completou Kerry.

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                                    Uma forte conscientização ambiental nas marinas foi destacada, com as três marinas pontuando 100% em práticas e gerenciamento de ambiente. As marinas também se saíram particularmente bem nas seções de instalações em terra, com Port Hamble Marina ganhando 93%, Hamble Point alcançando 97% e Mercury Yacht Harbour 94%, mostrando a importância do investimento contínuo da MDL em suas comodidades.

                                    As marinas foram elogiadas por sua atmosfera e qualidade dos serviços, com o avaliador observando “excelente feedback do cliente sobre o atendimento ao cliente e as atitudes da equipe”. As marinas foram bem classificadas pelos clientes em todas as perguntas da pesquisa.

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                                      A empresa norueguesa Evoy apresentou seu primeiro motor de popa elétrico de 150 hp. O Evoy Pro tem potência de 90 kW, pico de 150 kW (120/200 hp), e de acordo com a empresa terá o equivalente a um motor de combustão de 150 hp graças ao seu torque magnético. Atualmente, está em fase de protótipo e os testes mostrarão os números finais de desempenho. Ele deverá pesar em torno de 150 kg (330 lb).

                                      O sistema contará com seus próprios controladores, gerenciamento de bateria e painel eletrônico, com telas de 10 ou 16 polegadas. Clima, rádio, navegação marítima, Bluetooth, WiFi, 4G, monitoramento do sistema, registro de viagens e gerenciamento de carga como padrão. Você poderá optar por sistemas de radar, eco-som e identificação automática (AIS).

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                                      Os sistemas de propulsão elétrica da Evoy de até 800 hp são projetados e testados para operar num dos ambientes mais difíceis do mundo – a costa norueguesa. Este ano, a Evoy se concentrou no mercado comercial com um sistema de propulsão inboard para barcos de 20 pés a 40 pés.

                                      O novo motor de popa elétrico foi apoiado financeiramente com NOK 1.8 m, aproximadamente 880 mil reais, da Innovation Norway. O objetivo é finalizá-lo e deixá-lo pronto para o mercado no primeiro trimestre de 2021. Os motores serão inicialmente utilizados pela empresa de cruzeiros norueguesa Hurtigruten para alimentar uma flotilha de infláveis.

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                                        Brasileiro de IRC de Vela Oceânica é adiado 

                                        Por: Redação -
                                        A Associação Brasileira de Veleiros de Oceano, a ABVO, informa o adiamento do Brasileiro de IRC que ocorreria concomitante com a segunda etapa da Copa Suzuki, em Ilhabela (SP), no final de maio, em virtude da pandemia de COVID-19
                                        “A organização da Suzuki já se colocou a disposição para que o mesmo possa se realizar em outra etapa mais para o final do ano, ficando assim em aberto a possivel data. Nossa prioridade é a saúde e segurança dos velejadores”, disse Mário Martinez, Comodoro da ABVO.
                                        O Brasileiro de ORC, que seria realizado em Santos, em função também da Pandemia estão suspensas as negociações com os patrocinadores ficando em aberto também sua data de realização.
                                        A ABVO está em compasso de espera para o desfecho da Pandemia para retomar e refazer o calendário anual por ora suspenso.
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                                          Por: Redação -
                                          30/03/2020

                                          Por Jorge de Souza, do site www.historiasdomar.com

                                          O mais audacioso veleiro de regata que os ingleses já construíram não chegou nem a largar e teve que ser abandonado no meio do mar

                                          No final dos anos de 1990, os ingleses decidiram construir um grande veleiro-catamarã, o mais revolucionário da história. Entre outras ousadias, ele tinha dois mastros, um em cada casco, o que jamais havia sido tentado. O objetivo do barco era competir na The Race, uma regata de volta ao mundo, que partiria de Barcelona, em janeiro de 2001.

                                          O projeto consumiu cerca de quatro milhões de libras (boa parte delas vinda de doações de simples entusiastas da vela) e a missão de torná-lo realidade foi entregue ao velejador inglês Pete Goss, que o transformou em um espetáculo de mídia — a construção pode ser acompanhada pelo público, dia a dia, desde o início. Para Goss e todos os ingleses, o Team Philips, como o barco foi batizado, era mais do que um simples veleiro de competição. Era o próprio orgulho marítimo inglês que estava em jogo.

                                          O Team Philips ambicionava se tornar o veleiro mais rápido do mundo. Seu projeto fora, de certa forma, inspirado nas naves espaciais da série Jornada nas Estrelas. Ele tinha velas separadas para cada casco, 120 pés de comprimento e era mais largo do que uma quadra de tênis. Ficou pronto em janeiro de 2000 e foi batizado pela própria Rainha da Inglaterra. Em seguida, foi para a água, para os primeiros testes práticos. Foi quando começaram os problemas. Muitos problemas…

                                          Logo no primeiro teste, navegando com ventos de não mais que 24 nós (bem pouco para um barco daquele porte), o Team Philips inexplicavelmente perdeu toda a proa de um dos cascos, que simplesmente partiu durante a navegação. Ele teve que voltar rebocado, sob o risco de afundar ali mesmo. Refeito o casco, oito meses mais tarde, ele voltou à água. E, de novo, decepcionou. Desta vez, quebrou a base de um dos mastros. Nada parecia dar muito certo no audacioso projeto de Goss, para frustração dos ingleses, que haviam transformado aquele barco num quase símbolo naval britânico.

                                          Com tantos imprevistos, que atrasaram sobremaneira os cronogramas, os testes finais do barco tiveram que ser feitos já durante a travessia para a largada da competição, na Espanha. E foi quando o pior aconteceu. Em 2 de dezembro de 2000, perante uma multidão de torcedores, o Team Philips deixou a Inglaterra rumo a Barcelona, para a largada da The Race. Mas sequer chegou lá. Vítima de uma dessas infelizes coincidências, o barco foi colhido por uma brutal tempestade no trajeto e começou a desintegrar-se em pleno oceano.

                                          Na noite de 9 de dezembro, a tempestade pegou o Team Philips em cheio (de nada adiantou Goss ter penetrado bastante no Atlântico a fim de evitá-la), com ventos de até 70 nós. Logo, parte da pequena cabine central saiu voando e o resto ameaçava ir junto. Goss, então, baixou todas as velas e lançou ao mar uma âncora de tempestade, feita para tentar frear o avanço do barco. Mas não adiantou muito. As 23h55, temendo pela vida dos tripulantes, ele decidiu emitir um sinal de socorro a um navio que estava por perto. O resgate chegou rápido. Só que, para isso, foi preciso abandonar o super-veleiro no oceano. Não havia outro jeito, pois era impossível rebocá-lo. Nem o barco aguentaria muito tempo se fosse puxado por outro barco.

                                          Nunca mais o Team Philips foi visto. Vazio, ele vagou à deriva ninguém sabe por quanto tempo, até que, seis meses depois, dois pedaços destruídos do seu casco foram dar em duas praias distintas, uma da Irlanda e outra da Islândia, esta a 1 500 quilômetros de distância. Os dois fragmentos traziam trechos das mensagens que haviam sido pintadas no casco (“Vamos fazer as coisas melhores”, dizia, ironicamente, uma delas), além de assinaturas de ingleses que fizeram doações para a construção do barco.

                                          O Team Philips ficou marcado pelo completo fiasco. E decretou o fim do sonho inglês de construir um barco revolucionário. Mas o vexame deixou uma lição: a de que, no mar, não existe tempo para a pressa.

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                                          DE ONDE SAIU ESSA HISTÓRIA?

                                          HISTÓRIAS DO MAR – 200 CASOS VERÍDICOS DE FAÇANHAS, DRAMAS, AVENTURAS E ODISSEIAS NOS OCEANOS, do ex-editor da revista Náutica, Jorge de Souza, é uma coletânea de fatos extraordinários que aconteceram nos mares do planeta, nos últimos 500 anos. Para comprar o livro, por R$ 49,00 (e recebê-lo em casa, sem custo extra), acesse www.historiasdomar.com, ou clique aqui.

                                           

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                                            O governo dos Estados Unidos recebeu alguns navios da empresa anglo-americana Carnival Corporation como forma de ajudar na crise provocada pelo novo coronavírus (Covid-19). De acordo com o presidente norte-americano, Donald Trump, a armadora já deixou à disposição embarcações para que sejam transformadas em hospitais flutuantes destinados a pacientes que não estejam infectados com a doença pandêmica.

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                                            “Em adição aos dois navios da Marinha que serão destinados às costas leste e oeste do país, nós poderemos precisar de mais quartos disponíveis, por isso gostaria de agradecer ao presidente da Carnival Corporation, Micky Arison. Provavelmente os navios ajudarão no atendimento médico em cidades como Nova York, Los Angeles e São Francisco”, declarou Trump durante coletiva de imprensa.

                                            De acordo com o comunicado da empresa, poderão ser utilizados navios da Carnival Cruise Line, Holland America Line, Princess Cruises e Cruises Australia.

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                                              A Delegacia da Capitania dos Portos em São Sebastião comunicou que não lacrará embarcações ou aplicará multas a clubes e marinas por descumprimento do Parágrafo Único do Art. 17, do Decreto Municipal nº 8.031, de 20 de março de 2020, que estabelece a vedação do trânsito de embarcações no limite do município da Estância Balneária de Ilhabela.

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                                              A Delegacia frisou, ainda, que cabe a ela fiscalizar a segurança do trânsito aquaviário, a salvaguarda da vida humana e prevenção da poluição hídrica por parte de embarcações e suas estruturas de apoio.

                                              O telefone (12)3892-1550 está disponível para denúncias e dúvidas.

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                                                Por: Redação -

                                                O Diário Oficial da União publicou, no último dia 25, a prorrogação da validade de documentos de propriedade e regularidade de embarcações e plataformas e outros documentos emitidos pelas Capitanias dos Portos e suas organizações subordinadas.

                                                “O Diretor de Portos e Costas, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Portaria nº 156/MB, do Comandante da Marinha, de 3 de junho de 2004, de acordo com o contido no Art. 4º da Lei nº 9.537, de 11 de dezembro de 1997 (Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário – LESTA) e considerando as restrições da mobilidade urbana nos diversos municípios brasileiros causadas pelo coronavírus (COVID-19), a fim de evitar limitações às atividades aquaviárias, resolve em caráter excepcional:

                                                Art.1º Conceder 120 dias de prorrogação da validade, a partir da data de vencimento, dos documentos de propriedade e embarcações: “Títulos de Inscrição de Embarcações” (TIE e TIEM), “Documentos Provisórios de Propriedade” (DPP) e dos protocolos para inscrição, transferência de propriedade e/ou jurisdição de embarcações.

                                                Art.2º Conceder 120 dias de prorrogação da validade, a partir da data de vencimento dos seguintes documentos: “Defesa de Notificação”, “Defesa de Auto de Infração”, “Recurso de Auto de Infração Julgado”, “Declaração de Conformidade para Operação de Plataforma”, “Declaração de Conformidade para o Transporte de Álcool, Petróleo e seus Derivados”, “Declaração de Conformidade para Operação em AJB”, “Declaração de Vistoria de Condição para Graneleiros” e Parecer favorável para a realização de obras em águas jurisdicionais brasileiras, inclusive dragagem.

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                                                Art.3º Conceder até 120 dias de prorrogação da validade, a partir das autorizações concedidas para a realização e pesquisas de coisas ou bens afundados, submersos, encalhados e perdidos em águas jurisdicionais brasileiras.

                                                Art.4º Conceder 120 dias de prorrogação da validade, a partir da data de vencimento da “Ficha de Cadastro de Empresa e de Escola de Mergulho (FCEM/FCREM)” e do “Certificado de Segurança de Sistema de Mergulho (CSSM).

                                                Art.5º Conceder 120 dias de prorrogação da validade, a partir da data de vencimento das “Etiquetas de Dados Pessoais da Caderneta de Inscrição e Registro – CIR” válidas, emitidos pela Autoridade Marítima Brasileira que possuem, originalmente, validade até 30 de junho de 2020.

                                                Art.6º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação em DOU”.

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                                                  Robert Scheidt se encantou pelos Jogos Olímpicos quando assistiu à vitória de Joaquim Cruz nos 800 m na edição de Los Angeles 1984. Já praticante de vela, o ainda jovem paulistano, à época com 11 anos, viu-se tomado por uma euforia que parecia não entender graças àquela medalha de ouro. Botou na cabeça que, dali a alguns anos, seria ele a brilhar naquele megaevento esportivo.

                                                  Pelo currículo e por sua trajetória, Scheidt foi eleito pelo super júri de Os Maiorais, série especial do Esporte Espetacular e do GloboEsporte.com, como maior atleta olímpico brasileiro em todos os tempos. O velejador recebeu três votos em dez possíveis e ficou à frente de Adhemar Ferreira da Silva (2), Giba (1), Sheilla (1), Torben Grael (1), Joaquim Cruz (1) e Oscar (1), que também foram votados.

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                                                  A ambição moveu Scheidt por entre os mares e os pódios até que se ele tornasse o atleta brasileiro mais condecorado em Jogos Olímpicos. Da estreia em Atlanta 1996, o velejador colecionou cinco medalhas, das quais duas de ouro (1996 e 2004), duas de prata (2000 e 2008) e uma de bronze (2012), além de um quarto lugar nos Jogos do Rio, em 2016.

                                                  O mais incrível é que Scheidt ainda não terminou sua caminhada em Olimpíadas. Aos 46 anos, ele já está classificado para os Jogos de Tóquio, que serão realizados em 2021.

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                                                    Por: Redação -
                                                    29/03/2020

                                                    O Grupo BR Marinas, maior rede de marinas do Brasil, com sete unidades espalhadas pelo estado do Rio de Janeiro (Bracuhy, Búzios, Itacuruçá, Marina da Glória, Piratas, Ribeira e Verolme) e perto de inaugurar a oitava marina, em Paraty, anunciou uma série de medidas internas de segurança para combater o avanço do coronavírus, mas afirmou, em entrevista à NÁUTICA, que não há nenhuma restrição quanto à operação de descida das embarcações das garagens para a água nem quanto à utilização dos barcos atracados em seus píeres.

                                                    “As sete unidades estão funcionando. Apenas reduzimos a operação de algumas áreas do grupo, que farão home office, mas sem prejudicar o bom funcionamento e o atendimento aos clientes que mantém seus barcos conosco, seja em vagas secas ou molhadas. Na Marina da Glória, por exemplo, foram 20 barcos colocados na água neste sábado. Já na Marina Piratas, em Angra dos Reis, fizemos a descida para a água de 30 embarcações”, relata Claudio Wilson, diretor comercial da BR Marinas. “As marinas do grupo BR fecham apenas às terças, como já é tradição, para a realização da manutenção preventiva nos equipamentos”, completa.

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                                                      Após relatos de que donos de embarcações de esporte e recreio seriam fiscalizados e multados caso desrespeitassem a proibição de navegar pelas águas de Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro, imposta pelo decreto municipal (029/2020), para evitar aglomeração de pessoas e tentar conter o avanço do novo coronavírus, a Agência da Capitania dos Portos em Paraty, responsável pela segurança do tráfego aquaviário e subordinada à Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, afirma que “não há qualquer impedimento por parte da Marinha do Brasil, Autoridade Marítima Brasileira, para navegar nas águas jurisdicionais sob a responsabilidade desta Agência”.

                                                      Em comunicado, respondendo a publicação de NÁUTICA, publicada neste sábado (28/03), a Agência da Capitania dos Portos em Paraty também afirma que a ANVISA estabelece algumas particularidades, decorrentes da COVID-19, para embarcações de esporte recreio, veleiros e iates, como:

                                                      A) recomendamos a suspensão da realização de passeios turísticos por meio de embarcações de esporte recreio;

                                                      B) os viajantes das pequenas embarcações como veleiros e iates, devem observar as restrições contidas na portaria 126, de 16 de março de 2020;

                                                      C) recomenda-se que as pequenas embarcações que atracam fora da área do porto de controle sanitário, observem as medidas de enfrentamento da COVID-19 adotadas pelos estados e municípios.

                                                      Ainda na mesma nota, a Agência da Capitania dos Portos em Paraty reafirma, mais uma vez, que não há restrições por parte da Autoridade Marítima para uso de embarcações de esporte e recreio, registrando a importância do cumprimento das recomendações da Autoridade Sanitária.

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                                                        Após a suspensão de uma série de atividades comerciais por conta do Decreto N°20.505, Art. 7º, publicado em 17 de março de 2020, pela prefeitura de Porto Alegre, um dos mais tradicionais iates clubes do Brasil, o Veleiros do Sul, publicou em seu site oficial algumas medidas especiais para a preservação do patrimônio do clube e de seus associados.

                                                        Entre as medidas, está a de que o acesso do associado ficará restrito à sua embarcação para eventual manutenção e saída das dependências do clube, não podendo permanecer quando regressar, tendo ciência que estão suspensos os serviços usuais, tais como apoio, reboque, salvatagem, trator e guincho.

                                                        Além disso, o Veleiros do Sul também anunciou que prestadores de serviço, incluindo marinheiros, poderão continuar com suas atividades, porém sem permissão de ingressos de outras pessoas nas dependências do clube.

                                                        Veja outras medidas anunciadas pelo Veleiros do Sul:

                                                        Todos os serviços do Clube estão suspensos;

                                                        Associados – fica vedado o uso das instalações do clube. Essa determinação se estende ao uso da sub-sede Ilha Chico Manoel, sendo vedada a atracação de embarcações e qualquer evento na ilha.

                                                        Fica suspensa a emissão de convites para Convidados de Sócios e/ou de Associados que mantêm atividades de recreio e/ou de treinamento;

                                                        O acordo de reciprocidade com o Clube dos Jangadeiros e os convênios com os demais clubes ficam suspensos;

                                                        O Economato, em concordância com seu proprietário, não trabalhará, não havendo assim qualquer tipo de serviço disponível aos Associados e colaboradores;

                                                        Para funcionários, serão tomadas as seguintes providências:
                                                        a) Do escritório, a opção de trabalho em casa em regime de home office;
                                                        b) Portaria e auxiliares, em regime normal a fim de proteger o patrimônio do Clube;
                                                        c) Todos os demais funcionários, quando em função estritamente necessária e fora do grupo de risco, trabalharão em rodízio para preservação do patrimônio do Clube.

                                                         

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                                                          Alguns decretos estaduais e municipais, como o de Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro, decidiram arbitrariamente proibir passeios de barcos, com a intenção de conter o avanço do novo coronavírus. Mas, segundo a Marinha do Brasil, não há qualquer restrição para o uso (ou seja, a navegação) de embarcações de esporte e recreio em nenhum ponto da costa brasileira ou em águas interiores.

                                                          Ainda que queiram impedir a navegação como forma de conter o avanço do coronavírus, decretos municipais e estaduais não encontram base legal para isso, nem mesmo nessa situação de emergência.

                                                          A imposição de medidas restritivas à livre circulação de barcos de qualquer natureza no ambiente marítimo é atribuição exclusiva da Marinha do Brasil, por meio de suas Capitanias, e da União, conforme decreto lei 9760, de 1946, decreto lei 99.184, de 1990, lei 6383 de 1976 e lei 5792 de 1973.

                                                          Às autoridades municipais e estaduais cabem apenas impedir a atividade comercial das empresas que exploram o turismo, como passeios de escunas, por exemplo, por conta da aglomeração de pessoas. Mas não impedir o acesso à embarcação que já esteja na água, atracadas em píeres, ou apoitados, por exemplo. Muito menos a livre circulação em nossas águas.

                                                          Um barco de esporte e recreio, seja ele uma lancha, um veleiro ou um iate, é a nossa segunda casa (e, para muitos velejadores, a casa principal), e como tal, um porto seguro para nós e para a nossa família, desde que tomadas as precauções de higiene determinadas pelas autoridades de saúde e a recomendação de evitar aglomerações.

                                                          Ou seja, não convidar amigos para ir a bordo, realizar festas ou ancorar barcos lado a lado, por exemplo. Ponto! De resto, qualquer barco de esporte e recreio pode navegar tranquilamente (e livrevemente, repita-se) por nossas águas, sem o desconforto do isolamento e da privação da liberdade de se movimentar em nossas águas, impostos às cidades por conta da Covid-19.

                                                          Aliás, não há lugar mais protegido do que nas acomodações de um barco, um tipo de isolamento natural, cujo destino, inclusive, seu comandante pode alterar, caso sinta a aproximação de vizinhos ou se surgir algum risco de o vírus chegar perto. Seja pela característica do ambiente seja pela pequena densidade de pessoas, o mar é praticamente imune ao avanço do novo coronavírus.

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                                                            Vitamina D pode ter papel importante na prevenção e combate ao coronavírus

                                                            Por: Redação -
                                                            28/03/2020

                                                            Boa notícia: pesquisadores da Universidade de Turim, na Itália, divulgaram uma descoberta importante. A vitamina D pode ser grande aliada tanto na prevenção quanto no combate ao novo coronavírus, especialmente em idosos. Outra boa notícia: o sol é a fonte responsável por 80 a 90% da vitamina D que o corpo recebe.

                                                            Coordenada pelos professores Giancarlo Isaia e Enzo Medico, a pesquisa concluiu que a vitamina D apresenta provável capacidade de neutralizar os danos causados pela doença nos pulmões – decorrentes de complicações respiratórias -, além de ter um papel importante na modulação do sistema imunológico.

                                                            Comprovadamente efetiva na redução de risco de infecções respiratórias de origem viral, a vitamina D também pode ser eficaz na melhora da síndrome respiratória aguda grave (SARS), provocada pelo coronavírus.

                                                            Os cientistas italianos se dedicaram a estudar principalmente os casos de idosos frágeis diagnosticados com a COVID-19 – sobretudo hóspedes em casas de repouso que não se expõem adequadamente à luz solar. A maioria deles apresentava deficiência de vitamina D – condição que, de acordo com o estudo, é comum a boa parte da população italiana.

                                                            Com base na análise desse público, o estudo sugere que a regularização dos níveis de vitamina D no organismo pode proporcionar maior resistência à infecção pelo coronavírus. A publicação indica ainda que a administração intravenosa de vitamina D em pacientes infectados e com função respiratória comprometida é uma alternativa com potencial de eficácia e deve ser levada em consideração pelos médicos.

                                                            Náutica Responde

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