Kelson’s apresentará soluções em revestimento náutico no Rio Boat Show 2020

11/02/2020

A empresa carioca Kelson’s é uma das confirmadas no Rio Boat Show 2020 com sua linha de revestimentos desenvolvidos para estofamento náutico e, também, decoração externa. Por possuírem ação antibacteriana (antifungo), os produtos proporcionam facilidade para limpeza e, também, maior resistência e durabilidade — inclusive quando aplicados em áreas externas.

O Rio Boat Show chegará à sua 23ª edição em 2020 e já tem data confirmada. O maior salão náutico outdoor da América Latina acontecerá de 25 de abril a 3 de maio, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques, entre lanchas, veleiros, jets, infláveis, caiaques, motores e os mais diversos equipamentos e acessórios do mundo náutico, em um só lugar.

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Serão nove dias de interação entre clientes, fabricantes, distribuidores e revendedores do setor. Com barcos na água e a bela Baía de Guanabara como cenário, os visitantes contarão com diversas atrações, como o Espaço dos Desejos, pensado para os amantes do mercado de luxo, com itens selecionados e exclusivos de encher os olhos.

Por mais um ano, as águas da Marina da Glória irão se transformar em verdadeiras passarelas para o desfile das mais charmosas beldades náuticas presentes no Rio Boat Show. Na sexta-feira, dia 1º de maio, a partir das 20h, acontecerá a 5ª edição do Desfile de Barcos, uma novidade que já virou tradição na edição carioca do salão náutico, com show de luzes, música e mestre de cerimônias.

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    Definidos os campeões do 31º Circuito Oceânico de Santa Catarina

    Por: Redação -

    O 31º Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina foi encerrado neste domingo em uma edição que ficará para a história. Com 34 tripulações presentes, recorde dos últimos dez anos, os velejadores enfrentaram todos os tipos de condições ao longo dos quatro dias na raia de Jurerê. O evento é um dos mais tradicionais do país com chancela da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano, a ABVO, e da CBVela. 

    No domingo, foram realizadas as últimas regatas barla-sota, para todas as classes exceto Bico de Proa e RGS Cruzeiro que tiveram mais uma de percurso. O domingo amanheceu com sol, mas logo no início da tarde a chuva voltou a dar as caras na capital catarinense repetindo o cenário de quinta-feira.

    Na classe IRC vitória para o veleiro Crioula, do Rio Grande do Sul, que dominou as disputas em Jurerê vencendo quatro das seis regatas do programa. Kamikaze XI, vice-campeão, e Itajaí Sailing Team, terceiro, vieram logo atrás na flotilha que contou com oito equipes.

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    “Foi um grande campeonato, velejada incrível, Santa Catarina é uma das melhores raias do Brasil, semana muito divertida para a tripulação, ganhamos o campeonato,estamos muito felizes. Segundo evento do Crioula na temporada, estamos animados com o ano. Vencemos três ou quatro das seis regatas,estamos muito satisfeitos”, disse Samuel Albrecht, comandante do Crioula e velejador olímpico que estará em Tóquio na classe Nacra 17.

    Boas disputas também na classe RGS Geral que teve como grande vencedor o Dona Bola, do Rio de Janeiro. Apenas dois pontos separaram a equipe dos vice-campeões Garrotilho. Em terceiro lugar ficou o Katana II.

    Na ORC, o Dourado,da Marinha do Brasil, foi o grande campeão deixando o Bijupirá Capemisa em segundo lugar e o Catuana Kim fechando o pódio.

    Já na classe RGS Cruzeiro o Mar Sem Fim manteve a liderança após vitória no último dia e trouxe o título para o Iate Clube de Santa Catarina. Blade Runner foi o vice-campeão e Tuara 1 o terceiro.

    Confira todos os campeões do 31º Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina:

    ORC Geral: Dourado (Marinha do Brasil)

    IRC Geral: Crioula (Rio Grande do Sul)

    IRC A: Crioula (Rio Grande do Sul)

    IRC B: Kamikaze XI (Rio Grande do Sul)

    RGS A: Dona Bola (Rio de Janeiro)

    RGS B: Katana II (Joinville)

    RGS Geral: Dona Bola (Rio de Janeiro)

    RGS Cruzeiro: Mar Sem Fim (Santa Catarina)

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      Caballo Loco é campeão da Classe C30 na vela oceânica em Florianópolis

      Por: Redação -
      10/02/2020

      Uma conquista suada, brigada, por apenas três pontos após seis regatas na raia de Jurerê, sede oceânica do Veleiros da Ilha. Assim foi o título inédito do Caballo Loco, de Ilhabela (SP) no 31º Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina, de 06 a 09 de fevereiro em Florianópolis. O barco paulista venceu também a primeira etapa do Campeonato Brasileiro da Classe C30, a ser concluído em julho na Semana de Vela de Ilhabela.

      Na regata barla-sota decisiva deste domingo, Caballo Loco e Kaikias Maserati, campeão em 2019, brigavam de forma mais direta pelo título da C30, maior flotilha one design do campeonato com sete embarcações. Mesmo punido com a desclassificação após protesto do adversário, Caballo Loco chegou ao título com oito pontos perdidos, contra 11 do Kaikias, também de Ilhabela, que precisava vencer, mas chegou em quarto lugar.

      Loyalty, de Porto Alegre, corria por fora e acabou conquistando a última vaga no pódio após duelo acirrado com o Zeus Team, de Florianópolis. A tripulação catarinense do estreante Le Terrible (ex-Barracuda) ficou em quinto lugar, seguida por outros dois barcos do Iate Clube de Santa Catarina (ICSC): Corta Vento e Katana Portobello.

      Em julho de 2019, o Caballo Loco já havia ganho outro título inédito, da Semana de Vela de Ilhabela. O comandante Mauro Dottori, atuando também como timoneiro da embarcação, enalteceu a conquista em Jurerê. “O circuito de Florianópolis é muito importante para a C30 porque também soma pontos para o Brasileiro. Não é fácil vencer entre tripulações de elevado nível técnico e muito bem preparadas”, enalteceu o campeão Dottori.

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      O vice-campeão, Kaikias Maserati, reconheceu a atuação do vencedor. “Com a entrada da frente fria, a última regata começou com vento sul, com rajadas acima de 20 nós (40 km/h), e terminou com chuva. O Caballo Loco, demonstrando uma tática eficiente, nos marcou desde a largada, tirando nosso espaço na raia e liderou de ponta a ponta. Mesmo desclassificado devido a uma manobra irregular, foi o campeão merecidamente. Parabéns à tripulação”, elogiou o timoneiro do Kaikias, Beto de Jesus.

      Dos nove barcos da flotilha nacional de C30, apenas dois não correram em Jurerê, o que valorizou o campeonato. “Estamos felizes porque o nível da competição foi elevado, em uma raia muito técnica, além da tradicional receptividade dos catarinenses. Agora vamos nos preparar bem para a Semana de Vela de Ilhabela, ajustar a tripulação a fim de mantermos o título brasileiro, nosso objetivo neste ano. Pelo que vimos em Florianópolis, teremos mais uma bela disputa em Ilhabela”, previu Beto.

      Medalha de bronze na classe, o comandante do Loyalty constatou que a C30 sai do circuito catarinense fortalecida. “Além de confirmar a competitividade a Classe C30 está revigorada com as tripulações muito empolgadas. Nosso barco estava muito rápido, em condições de brigar entre os primeiros. Cometemos pequenos erros que serão corrigidos. O mais importante foi ver a classe entusiasmada, unida e competitiva”, afirmou Alexandre Leal, timoneiro do barco do Veleiros do Sul (RS).

      As demais classes tiveram os seguintes vencedores: Crioula (IRC), Dourado (ORC), Dona Bola (RGS), Arretado (HPE), Taichi (Bico de Proa) e Mar Sem Fim (RGS Cruzeiro.  O 31º Circuito Ilha de Santa Catarina reuniu 34 barcos. Antes da Semana de Vela, em julho, a Classe C30 começará a correr a 20ª Copa Suzuki – Circuito Ilhabela de Vela Oceânica, no fim de março.

      Classe C30 no Circuito Santa Catarina (6 regatas e 1 descarte)

      1 – Caballo Loco (Mauro Dottori): 2+2+1+2+1+(8) = 8 pontos perdidos

      2 – Kaikias Maserati (Eduardo Mangabeira): 1+(8)+3+1+2+4 = 11 pp

      3 – Loyalty (Alexandre Leal): 3+1+(5)+3+4+3 = 14 pp

      4 – Zeus Team (Inácio Vandresen): 4+(8)+2+6+3+1 = 18 pp

      5 – Le Terrible (Frederico Didone): (7)+3+7+4+6+2 = 22 pp

      6 – Corta Vento (Carlos Augusto de Matos): 6+(8)+6+5+5+5 = 27 pp

      7 – Katana Portobello (Cesar Gomes Neto): 5+(8)+4+8+8+8 = 33 pp

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        Sessa Summer Day reuniu clientes e amigos em animada festa em Ilhabela

        Por: Redação -

        O litoral norte de São Paulo teve um sábado animado. No último dia 8, as águas de Ilhabela foram palco para o Sessa Summer Day 2020, na Vila Salga. Com a proposta de reunir os clientes da Sessa Marine, o evento contou com as belezas naturais da ilha paulista como cenário e ofereceu drinks e um delicioso almoço para os participantes na Vila Salga, tudo animado pelo DJ Danilo Stellet. Estiveram presentes 25 barcos de clientes.

        “Realizar eventos como esse é sempre uma ótima oportunidade para ouvir nossos clientes e proporcionar a troca de experiências entre eles. Mais do que representar uma marca como a Sessa Marine, entendemos que representamos um estilo de vida e que nosso foco é proporcionar momentos únicos e especiais para nossos clientes”, comentou Débora Felipe, responsável pelo marketing e comunicação do estaleiro.

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        O encontro, organizado pela Regatta Yachts, promoveu uma relação descontraída entre os clientes da marca e comemorou a presença da Sessa Marine no Brasil, com 240 unidades produzidas e navegando pelo Brasil.

        “A parceria Intech Boating e Regatta Yachts foi um dos principais pilares do sucesso da marca Sessa Marine no Brasil, temos muitos motivos para celebrar, já são 9 anos de parceria e 240 embarcações produzidas e navegando no Brasil. Nada melhor do que comemorar esse feito em companhia de nossos clientes e amigos e em um lugar paradisíaco como Ilhabela”, disse José A. Galizio Neto, presidente da Intech Boating.

        O estaleiro também já está com a participação confirmada e se prepara para levar as novidades da Sessa Marine para mais uma edição do Rio Boat Show, que acontece no final de abril na capital fluminense.

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          Equipe do Câmpus Florianópolis do IFSC vence competição nacional de barcos solares

          Por: Redação -

          A equipe Zênite Solar, do Câmpus Florianópolis do IFSC, foi a campeã na categoria livre do Desafio Solar Brasil (DSB). A competição universitária de barcos movidos a energia solar visa o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis baseadas em energias limpas e com maior eficiência para o transporte náutico. As provas foram entre os dias 27 e 2 de fevereiro, na Baía da Babitonga, em São Francisco do Sul (litoral norte de Santa Catarina).

          O time de Florianópolis ficou em primeiro lugar vencendo sete das oito provas da competição. Entre as vitórias, destacam-se a segunda prova – com três horas e quarenta de duração (num verdadeiro teste de resistência do piloto, que foi o único a terminar), a de revezamento de pilotos e a de slalom.

          Além do primeiro lugar no resultado geral das provas, a Zênite levou ainda, pela quinta vez consecutiva, o prêmio Fernando Amorim de Inovação Tecnológica, criado durante o DSB 2013. O engenheiro naval e professor Fernando Amorim, falecido em 2012, foi o mentor da versão brasileira do Desafio Solar e sempre incentivou a pesquisa, o desenvolvimento de projetos politécnicos interdisciplinares com a utilização de novas tecnologias e principalmente energias renováveis.

          “A equipe tem se destacado por apresentar soluções próprias para as diversas necessidades de desenvolvimento dos elementos que compõem o barco solar, e não simplesmente fazer a montagem do sistema a partir da integração de equipamentos comerciais. Atualmente, 100% do sistema eletrônico utilizado no barco solar é desenvolvido pelo próprio time”, destaca um dos professores que acompanha a Zênite desde sua criação, Flábio Bardemaker Batista, do Departamento Acadêmico de Eletrônica (DAELN).

          João Pedro Dalvit Tonelo, estudante de Engenharia Eletrônica, estava na equipe há dois anos e, pela primeira vez, foi como capitão do time. “Passei a gerenciar pessoas e todos sabem o quão difícil é trabalhar com sentimento, cansaço e comprometimento do ser humano”.

          O capitão lembra que a Zênite teve dificuldades na captação de recursos e foi com um orçamento bem mais baixo que muitas das outras equipes. “Fomos para São Francisco do Sul como uma equipe e voltamos como uma família. A nossa meta para 2021 é buscar parcerias. Caso queiram apoiar nossa equipe entrem em contato através de nossas redes sociais”, destaca João Pedro. Para os estudantes do IFSC, ele lembra que o processo seletivo para entrar na equipe será aberto em breve e os interessados devem acompanhar as redes sociais da Zênite Solar.

          Para Marcos José Moraes, aluno de Engenharia Mecatrônica e um dos pilotos da equipe, a expectativa este ano era apenas participar. “Muitos dos nossos planos foram frustrados pela falta de verba e apoios que não se confirmaram. Por exemplo, o banco de baterias para armazenamento da energia gerada pelos painéis solares atualmente está estragado e só foi possível utilizar graças a um trabalho árduo do pessoal da eletrônica, que desenvolveu equipamentos para gerenciamento. Com a confirmação da data e local da competição, e o empenho da equipe de trabalhar dia e noite durante as férias; a expectativa melhorou, nos deixando mais confiantes em fazermos uma boa competição”, lembra.

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          Marcos está na equipe desde 2016, atuando principalmente na área da mecânica. Para ele, as dúvidas sobre as chances de vitória foram se dissipando após o início das provas. “Sentir o barco na água e ver o trabalho em equipe funcionando com tanta confiabilidade, confesso, superou minhas expectativas, onde em meio a tantas  limitações, conseguimos desenvolver o melhor barco do Brasil em nossa categoria, superando equipes fortes e consolidadas como a UFSC, por exemplo, que já foi 12 vezes campeã no DSB”.

          Ele destaca ainda o prêmio de inovação. “É um troféu tão almejado quanto o primeiro lugar”, diz, explicando que o principal destaque de 2020 neste quesito foi justamente o sistema de gerenciamento e controle das baterias.

          Mas entre as inovações da Zênite Solar também estão o volante com comandos e informações integradas e sistema de telemetria que ajuda nas estratégias da equipe. “Estes projetos foram de fundamental importância para a melhoria do desempenho durante as provas da competição, já que nos últimos anos vínhamos conquistando o troféu de inovação, mas não não conseguíamos o primeiro lugar no pódio”, explica o professor Flábio.

          Participaram da competição treze alunos de diversos cursos do IFSC, como os cursos Técnico em Eletrônica, Técnico em Eletrotécnica, Engenharia Eletrônica e Engenharia Mecatrônica. “A equipe agradece a todos que a apoiaram, principalmente ao Câmpus Florianópolis do IFSC e a equipe Vento Sul da UFSC, temos a expectativa de resolver os problemas para  o recebimento de mais apoio e já estamos nos preparando para as próximas competições”, finaliza Flábio.

          Neste tipo de desafio, as embarcações podem começar a competição com baterias carregadas, mas, até o fim do evento, estas só devem ser recarregadas via painéis fotovoltaicos, durante todo o período do desafio que é de aproximadamente uma semana. O Desafio é uma versão brasileira do Frisian Solar Challenge, realizado na Holanda e que é considerada o principal evento europeu para embarcações solares. O evento contou com a participação de 10 equipes, representando os estados do Amazonas, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Pará e Santa Catarina.

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            ICMBio autoriza pesca esportiva em áreas de conservação ambiental

            Por: Redação -

            O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) autorizou a pesca esportiva no interior das unidades de conservação federais em todos os biomas do país, incluindo Amazônia e Pantanal. Os procedimentos que os praticantes terão que respeitar constam da Portaria nº 91, publicada no Diário Oficial da União da quarta-feira (5). O ICMBio administra 334 unidades de conservação.

            Além de permitir que visitantes que possuam licença pratiquem a pesca esportiva amadora (modalidade na qual o peixe fisgado é devolvido ao mar ainda com vida), as novas regras também autorizam o consumo do pescado no próprio local, desde que esta possibilidade esteja prevista nos planos de manejo da reserva.

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            A autorização se limita à captura de peixes, não envolvendo outros recursos pesqueiros, e só poderá ser realizada se for compatível com o Plano de Manejo ou outros instrumentos de ordenamento da unidade de conservação.

            A portaria assinada pelo presidente do instituto, Homero Cerqueira, também autoriza a pesca esportiva em unidades de conservação de proteção integral, desde que ocorra em pontos localizados em território de populações tradicionais (indígenas, quilombolas, ribeirinhos etc). Para isso, os gestores da unidade deverão, antes, renegociar os termos de compromisso com estas populações.

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              Scheidt estreia no Campeonato Mundial de Laser nesta terça-feira, na Austrália

              Por: Redação -

              Robert Scheidt estreia no Campeonato Mundial da classe Laser 2020 nesta terça-feira (11), em Melbourne, na Austrália. Aos 46 anos, dono de 14 troféus de campeão do mundo – 11 na Laser e três na Star – e considerado uma lenda viva na vela, o veterano mantém o apetite pelo desafio de competir. Contra atletas até 20 anos mais jovens, o bicampeão olímpico busca elevar o nível de sua velejada, focado em fazer uma boa campanha nos Jogos de Tóquio. Mas que ninguém se engane. Ele vai largar em todas as regatas com o objetivo de lutar por um lugar no pódio.

              “O objetivo é tentar fazer um bom mundial, mas, acima de tudo, sem esquecer que é mais um evento no processo para medir forças e melhorar o que precisa ser melhorado visando a Olimpíada do Japão. Claro que quero fazer o melhor possível, mas sei que ainda não estou com 100% da minha forma”, explica o velejador. “Já corri muitos Campeonatos Mundiais e ganhei várias vezes, mas é muito especial estar aqui na Austrália para mais uma disputa. Me faz lembrar quando comecei, com 17 anos”, completa.

              Scheidt espera uma competição desgastante em Melbourne. “Este, provavelmente, será campeonato mais duro do ano em termos físicos, pois serão seis dias com duas regatas cada, com expectativa de vento muito forte”, explica o maior medalhista olímpico da história do Brasil, com seis pódios. Além de exaustivo, o mundial terá alto nível técnico. Serão 130 velejadores de 45 países, muitos dos quais também em campanha para Tóquio. “Será muito importante começar com boa médias, evitar grandes erros nos primeiros dias e construir uma média de resultados. Assim, será possível conquistar classificação para a fase final, nos últimos três dias, quando o campeonato é realmente decidido”, complementa.

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              O bicampeão olímpico está na Austrália há dez dias para adaptação e treinamento. “Recebemos os barcos há uma semana e os treinos foram bons, sempre com vento forte”, comenta Scheidt, que retornou à classe Laser em 2019, após quase três anos ausente, desde os Jogos do Rio/2016. Nesse período de readaptação às novas técnicas e nova mastreação, cumpriu seu objetivo principal, que foi o índice para Tóquio, com o 12° lugar no Campeonato Mundial da Classe Laser 2019, em Sakaiminato, no Japão, em julho.

              Na volta à vela olímpica, Scheidt disputou outras três grandes competições. A última foi o Ready Steady Tokyo, no final de agosto de 2019, em Enoshima, quando terminou em 10° lugar, chegando à medal race pela primeira vez desde que decidiu interromper a aposentadoria da classe Laser. Ele chegou próximo da regata da medalha no Troféu Princesa Sofia e na Semana de Vela de Hyères.

              Agora, vai competir na Austrália para carimbar o passaporte olímpico, pois ainda precisa esperar a convocação final para a delegação brasileira. De acordo com o critério da Confederação Brasileira de Vela (CBVela), ele só perde a vaga para os Jogos do Japão se outro atleta do Brasil subir ao pódio no Mundial da Laser em 2020. Segundo informações da organização do campeonato, além de Scheidt, o Brasil terá apenas mais um representante em Melbourne, o velejador Gustavo Nascimento, de 24 anos.

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                Navio-hospital da Marinha chega ao interior do Acre e deve atender até 20 mil pessoas

                Por: Redação -
                07/02/2020

                O NAsH Doutor Montenegro (U-16) chegou a Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, e começou os atendimentos à população nesta quarta-feira (5). A estimativa é que sejam atendidas cerca de 20 mil pessoas até o começo de abril, quando deve retornar ao Amazonas. Além de Cruzeiro do Sul, também vão ser atendidos moradores de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo. Esta é a 20ª edição de atendimentos na região do Juruá.

                O comandante Jairo Araújo explica que navio é parecido com uma unidade básica de saúde e possui consultório médico e odontológico, laboratório de análises clínicas com exames laboratoriais e uma sala da trauma para pequenos procedimentos cirúrgicos.

                “O atendimento é feito a partir da triagem feita pela equipe de enfermagem. A equipe médica é formada por pediatra e clínico que faz atendimento de forma individualizada, o mesmo ocorre com a odontologia. A prioridade [nos atendimentos] são os locais com carência de saúde”, explica o comandante.

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                Para suporte terapêutico, há uma farmácia com medicações diversas, onde são disponibilizados pelo menos 440 mil medicamentos durante os atendimentos. O navio também possui uma sala de vacina e de radiografia.

                “Não se tem uma dimensão precisa da quantidade de atendimento, devido aos imprevistos e regime de água do rio Juruá, mas estamos acreditando que seja realizado entre 15 a 20 mil atendimentos até o final da missão”, pontua o comandante.
                Durante os dois meses serão feitos atendimentos ambulatoriais, com demandas similares as que ocorrem na atenção básica de saúde, conforme explica Araújo. Além disso, também vão ser realizados exames de papanicolau, teste rápido de dengue e malária devido a grande incidência da doença na região.

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                  Fiscalização da Marinha abordou quase 800 embarcações e notificou 55 condutores em cidade do Paraná

                  Por: Redação -

                  Desde o dia 20 de dezembro, a Marinha do Brasil, por meio da Delegacia Fluvial de Guaíra, já abordou 773 embarcações e notificou 55 condutores por descumprimento das normas da lei de Segurança do Tráfego Aquaviário.

                  A “Operação Verão 2019/2020 – Mares Seguros e Limpos” estará em vigor até o dia 18 de março, com intensificação das ações de conscientização e de fiscalização em locais com maior concentração de embarcações, sobretudo as de esporte e recreio e as de turismo náutico, por conta das férias e feriados prolongados.

                  A Delegacia Fluvial de Guaíra tem atuado nos municípios de maior concentração de embarcações nas regiões de Guaíra, Porto Rico, Porto Camargo, Porto São José, Londrina e Primeiro de Maio.

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                  Ao abordarem as embarcações, os Inspetores Navais verificam o cumprimento das regras de segurança da navegação, como habilitação dos condutores, documentação da embarcação, material de salvamento, como coletes e boias, extintores de incêndio, luzes de navegação, lotação e o estado da embarcação.

                  “A Delegacia Fluvial de Guaíra incentiva que as pessoas apoiem a fiscalização como um ato de cidadania, a fim de contribuir, em caráter permanente, para a segurança da navegação. A conscientização é tão importante quanto a fiscalização. Neste sentido, qualquer situação que represente risco à segurança da navegação, à salvaguarda da vida humana nos rios e lagos e à prevenção da poluição hídrica deve ser comunicada [à autoridade marítima]”, ressalta a Marinha.

                  Os telefones de contato da Delegacia Fluvial de Guaíra são: (44) 3642-1166 e (44) 99185-8301 (WhatsApp).

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                    O maior iceberg do mundo está prestes a entrar em mar aberto

                    Por: Redação -

                    O iceberg A68 é um colosso que se separou da Península Antártica em 2017 e foi se movimentando para o norte desde então. Agora ele está no limite da área do continente onde fica o gelo perene.

                    Quando se separou, o iceberg tinha uma área de 6 mil quilômetros quadrados. Durante os últimos dois anos e meio ele perdeu um pouco de gelo, atingindo o tamanho de 5,8 km² (equivalente ao tamanho do Distrito Federal).

                    Cientistas dizem que o A68 não vai se manter inteiro quando atingir as águas agitadas do oceano Antártico. “Fico surpreso que as ondas do oceano ainda não tenham transformado o A68 em cubos de gelo”, diz o glaciologista Adrian Luckman, da Universidade de Swansea, no Reino Unido. “Ele tem uma proporção entre a área e a espessura equivalente a quatro folhas de sulfite empilhadas. Se ele sobreviver bastante inteiro depois de ser movimentar para além dos limites do gelo perene, ficarei muito espantado”, afirma.

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                      Tribunal Marítimo completa 85 anos mirando zerar o número de acidentes em nossas águas

                      Por: Redação -

                      Você já deve ter ouvido ou lido raciocínios deste tipo: o policiamento marítimo não existe, por ausência de guarda costeira; não há fiscalização dos usuários de embarcações e não se punem os infratores. Grande engano. Punem-se, sim! Talvez você ainda não saiba, mas existe um Tribunal Marítimo, reconhecido por sua eficiência e efetividade em julgar os acidentes e fatos da navegação.

                      Sua sede fica em um prédio histórico no centro do Rio de Janeiro, às margens da Baía de Guanabara, bem próximo ao antigo cais da Praça XV, e — apesar de a navegação brasileira ser considerada segura — passam por lá dezenas de processos todos os anos, somando-se os acidentes com todos os tipos de embarcações, de navios mercantes a motos aquáticas e canoas.

                      “Nossa missão é oferecer justiça e segurança para a navegação”, explica o juiz-presidente do tribunal, o vice-almirante Wilson Pereira de Lima Filho (ex-diretor da Diretoria de Portos e Costas, Comandante do 8º Distrito Naval e ex-chefe do Comando de Operações Navais da Marinha), que para divulgar os episódios que acabam judicializados, criou um boletim com as estatísticas anuais do setor.

                      O estudo — realizado com base na atuação do tribunal — revela que, entre os anos de 2007 e 2019, foram a julgamento nada menos que 308 processos judiciários envolvendo motos aquáticas, para ficar apenas em um tipo de embarcação. As estatísticas com outros tipos de embarcação não são menos densas: apenas em 2018, nada menos que 173 proprietários de lanchas foram réus de processos judiciários.

                      E o Tribunal Marítimo julgou ainda processos envolvendo 67 botes, 51 navios graneleiros, 42 empurradores com balsas, 37 canoas e 27 balsas, para ficar em apenas alguns exemplos. Acidentes de incêndios também entram na pauta do Tribunal Marítimo. Nos últimos dez anos, nada menos que 400 deles foram a julgamento.

                      As estatísticas do ano de 2019 ainda não estão fechadas, mas os números devem ser muito parecidos com os do ano anterior. Nosso verão quente convida as pessoas a navegar e, como nem todo mundo segue as normas de segurança, o Tribunal Marítimo acaba contabilizando em suas estatísticas um grande número de processos, provocados por imprudência, imperícia ou negligência. Com base em sua experiência, o vice-almirante Lima Filho faz uma série de alertas aos navegantes, a ser observada durante a Operação Verão, organizada pela Marinha. “O objetivo é conscientizar, e não punir os condutores”, avisa.

                      Um de seus focos principais são os jets, cujos condutores se envolvem em acidentes provocados pela falta de atenção (especialmente dos menos experientes, pela desobediência aos procedimentos de segurança (com o uso de colete), pela realização de manobras nas proximidades de praias, pela navegação noturna (que, embora não proibida, não é recomendada, pois o jet não tem iluminação) e até pela irresponsabilidade de certos pais, que entregam a moto aquática para menores ou esquecem a chave na ignição, possibilitando a aventura. “Isso é inaceitável!”, adverte o juiz-presidente.

                      “Moto aquática não é brinquedo, não. Em mãos erradas, transforma-se em uma arma!”, acredita ele, que garante: “Na minha gestão à frente desse tribunal, as penas para esse tipo de infração serão duras, com o pagamento de multas que podem chegar a R$ 11 mil, e até a suspensão da habilitação, além do possível encaminhamento para o Ministério Público”, enfatiza.

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                      Apesar de seu discurso ácido, o juiz-presidente do Tribunal Marítimo diz que não considera o número de acidentes em nossas águas tão grande assim. “É um índice até baixo, comparado ao número de motos aquáticas que circulam em nossas águas. Mas nós queremos zerá-lo!”, afirma.

                      Criado no dia 5 de julho de 1934 (portanto, há 85 anos!), como auxiliar do Poder Judiciário, o Tribunal Marítimo é um órgão autônomo, vinculado ao Ministério da Defesa por meio do Comando da Marinha, com jurisdição em todo o território nacional. Seu colegiado é composto por sete juízes, sendo um juiz-presidente — no caso, o vice-almirante Wilson Pereira de Lima Filho; dois juízes militares (um do Corpo da Armada e outro do Corpo de Engenheiros e técnicos navais); e quatro juízes civis, sendo dois bacharéis em Direito, um especialista em armação de navios e navegação comercial e um capitão de longo curso da Marinha Mercante. “A pluralidade de especialidades dessa composição é que garante julgamentos extremamente técnicos e capazes de auxiliar os juízes togados quando necessário”, explica o juiz-presidente.

                      Nos 85 anos do tribunal, foram julgados cerca de 31 000 processos. E na história da navegação brasileira não faltam exemplos da importância de suas decisões técnicas, como os acidentes do Bateau Mouche, no réveillon de 1989, e da plataforma P-36, da Petrobras, em março de 2001. “Os acórdãos produzidos aqui são técnicos e auxiliam os juízes togados nas suas decisões”, afirma o vice-almirante Wilson Pereira de Lima Filho.

                      As penalidades aplicadas pelo próprio Tribunal Marítimo nem sempre são monetárias. “Nós podemos cassar as habilitações. Ou fazer apenas uma advertência. No ano passado, instituí algumas penas educativas, como a compra de coletes, que depois são distribuídos às comunidades carentes ribeirinhas”, explica.

                      Outra atribuição do Tribunal Marítimo é fazer o registro de embarcações, mas apenas das grandes, com mais de cem toneladas. Ou seja, qualquer empresa ou pessoal que se candidate à compra de um navio com bandeira brasileira, por exemplo, tem de bater à porta do seu histórico prédio.

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                        IWC Schaffhausen e Solaris Yachts anunciam sua nova parceria

                        Por: Redação -

                        A IWC Schaffhausen e Solaris Yachts anunciaram sua nova parceria na Boot Düsseldorf 2020. A Solaris Yachts está sediada em Aquileia, às margens da Lagoa de Veneza, e vem construindo embarcações à vela desde a década de 1970. Conhecidos pelo design e pela navegação, combina soluções de alta tecnologia, com materiais de fibra de carbono e fibra de vidro e a uma construção naval sólida e tradicional. A empresa italiana também atende às mais altas demandas do design de interiores, com cabines que impressionam nos mínimos detalhes pelo artesanato e madeira refinada.

                        “O velejar e a navegação fazem parte do universo da marca IWC desde os anos 1980”, explicou Christoph Grainger Herr, CEO da IWC Schaffhausen. “Com a Solaris, encontramos o parceiro perfeito para dar vida a este mundo.”

                        LEIA TAMBÉM

                        Há tempos, os clientes Solaris podem adquirir uma edição especial de um relógio IWC. Mas com esta nova parceria, agora existe também a opção de equipar os iates com instrumentos meteorológicos no estilo clássico da IWC. Os barômetros, higrômetros, termômetros e relógios têm as mesmas características e design fáceis de ler, típicos dos mostradores de muitos relógios IWC.

                        “Estamos construindo iates com foco em design, qualidade, robustez, desempenho funcional e vida útil longa há mais de 40 anos”, acrescentou Paolo Buonvicini, co-proprietário da Solaris Yachts. “Esses são valores que a IWC também incorpora. Estamos orgulhosos de receber a marca a bordo como parceiro. ”

                        Outros projetos conjuntos entre a IWC Schaffhausen e a Solaris Yachts já estão planejados para acontecer este ano e serão anunciados em seu devido tempo.

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                          Por: Redação -

                          O 31º Circuito Oceânico Ilha de Santa Catarina começou com adrenalina máxima para a Classe C30, maior flotilha one design da competição com sete embarcações. Após 6h18m19 de regata, o atual campeão brasileiro e do circuito, Kaikias Maserati, de Ilhabela, chegou apenas 27 segundos à frente do Caballo Loco, também do litoral norte paulista, com Loyalty, de Porto Alegre, em terceiro lugar.

                          A tarde de quinta-feira (06), tornou-se dramática para as tripulações diante das variáveis meteorológicas. A largada para a regata de percurso com 42 milhas (70 km) foi dada sob vento nordeste de 20 nós (35 km/h) com rajadas que ultrapassaram os 25 na raia de Jurerê, sede oceânica do Veleiros da Ilha. O circuito vale como primeira etapa do Campeonato Brasileiro da Classe C30.

                          Em meio à tempestade, Kaikias Maserati fez uma regata de recuperação para iniciar a defesa do título. “O dia foi difícil, exigiu o máximo das tripulações. O vento variou muito de direção e de intensidade, foi de 20 nós à calmaria, além da chuva constante. Chegamos a andar em último depois da largada, mas trocamos uma das velas e contamos com a entrada de um vento mais fraco para alcançarmos e ultrapassarmos os adversários”, relatou o timoneiro do Kaikias, Beto de Jesus.

                          LEIA TAMBÉM

                          A experiência da tripulação de Ilhabela, que também contou com a “sorte”, prevaleceu para superar as condições adversas. “Depois que assumimos a ponta, mantivemos a liderança até a chegada. A concentração dos tripulantes foi fundamental e ainda contamos com a ajuda de Deus que mandou um ventinho especial para nós cruzarmos na frente. Estamos muito felizes em Florianópolis, competindo em uma raia espetacular entre tripulações de elevado nível técnico”, completou Beto.

                          Quem acompanhou de perto o duelo final entre Kaikias Maserati e Caballo Loco, foi a tripulação gaúcha do Loyalty (ex-Loyal, tetracampeão brasileiro). “O vento irregular em uma prova de percurso longo, torna a regata muito desgastante. Nosso barco está rápido, com tripulantes bem preparados. A Classe C30 mostrou que está muito competitiva. Vamos seguir em frente e brigar por uma boa colocação”, afirmou o comandante do Loyalty, Alexandre Leal, depois de batalhar com os catarinenses Zeus Team e Katana Portobello.

                          O Circuito Ilha de Santa Catarina, com 30 barcos, segue até domingo (09) com previsão de mais cinco regatas e um descarte para a Classe C30. Provavelmente, quatro barla-sotas e uma de percurso médio. As demais classes tiveram os seguintes vencedores na regata de abertura: Crioula (IRC), Catuana Kim (ORC), Arretado (HPE), Pangea (RGS), Blade Runner (RGS Cruzeiro) e Gratidão (Bico de Proa).

                          Classe C30 na regata de percurso (06/02)

                          1 – Kaikias Maserati (Eduardo Mangabeira) – 6h18m19
                          2 – Caballo Loco (Mauro Dottori) – 6h18m46
                          3 – Loyalty (Alexandre Leal) – 6h22m10
                          4 – Zeus Team (Inácio Vandresen) – 6h22m34
                          5 – Katana Portobello (Cesar Gomes Neto) – 6h22m52
                          6 – Corta Vento (Carlos Augusto de Matos) – 6h24m28
                          7 – Le Terrible (Frederico Didone) – 7h47m22

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                            Brazil Yacht Services expande marca para a Europa

                            06/02/2020

                            Fundada em 2012, a BYS (Brazil Yacht Services) está expandindo a marca para o mercado europeu. Já presente no Brasil e nos Estados Unidos, agora a empresa passará a oferecer seus serviços, também, em Palma de Mallorca, na Espanha, e em Mônaco, na França. Com a ida para a Europa, a BYS visa tornar-se a única empresa da América Latina a atuar de forma totalmente independente, como uma boutique náutica. A marca vai na direção de mostrar a empresa como um “family office” completo, com um ponto de contato único para o proprietário sobre tudo da embarcação, centralizando todos os negócios.

                            A BYS é a primeira empresa brasileira a oferecer uma plataforma integrada de serviços para os proprietários de embarcações. Conta com serviços de Yacht Management, que foca na parte de administração das embarcações; Charter, que se trata do aluguel de um barco, sendo uma boa opção de passeio para quem ainda não tem um barco e quer experimentar a vida a bordo; Yacht Advisory, no apoio para registros, seguros, compra, venda, etc; e Yacht Support, com apoio em terra para a embarcação. Entre todos os serviços oferecidos pela BYS, a empresa cuida, também, de todos os detalhes no caso de mudança da embarcação de país.

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                            No setor de administração de embarcações, a BYS possui barco tripulado e não tripulado, que funciona bem, por exemplo, para o público de Miami, de acordo com os sócios João Kossmann e Leonardo Aleman, que explicam que este é um produto inovador aplicado primeiramente nos Estados Unidos e que a empresa replicará no mundo todo. Atualmente, a marca administra cerca de R$ 300 mi em embarcações no mundo, conta com mais de 50 tripulantes e traz em seu portfólio experiência com barcos de 50 a 350 pés, à vela e a motor.

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                              Um novo robô submarino, que imita um tubarão, foi apresentado durante a Exposição de Eletrônicos de Consumo (CES) 2020 em Las Vegas, nos Estados Unidos. Este drone subaquático, chamado Robo-Shark, pode ser configurado e sincronizado com qualquer câmera, sensor ou dispositivo de comunicação.

                              Graças à capacidade de se mover quase silenciosamente e superar obstáculos, o tubarão robótico pode realizar tarefas secretas de vigilância. Com 75 kg e 2,2 metros de comprimento, o veículo autônomo da empresa chinesa Robosea é alimentado por uma bateria de lítio que lhe dá um alcance de até duas horas.

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                              Apesar da velocidade de cerca de 18 km/h, esse “tubarão” pode percorrer até 2 km e mergulhar a uma profundidade de quase 300 metros. Além disso, o veículo também pode transportar até 20 kg de carga e é controlado remotamente a partir de uma base terrestre, usando o que parece ser um controle Xbox 360 modificado.

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                                Robert Scheidt treina na Austrália na reta final de preparação para o Mundial de Laser

                                Por: Redação -

                                Robert Scheidt já treina em Melbourne, na Austrália, palco do Mundial da classe Laser, a partir da próxima terça-feira (11). O bicampeão olímpico entra na disputa como mais uma etapa de sua preparação para os Jogos de Tóquio/2020. “Esse campeonato será muito importante, pois os melhores do planeta estarão na água. Sigo trabalhando em busca da melhor velejada para lutar pelo pódio no Japão”, afirma o velejador.

                                Antes da primeira competição de 2020, Scheidt analisou a temporada em que garantiu vaga para disputar a sétima Olimpíada, recorde entre os atletas brasileiros. “O ano de 2019 marcou meu retorno à classe Laser após quase três anos ausente, desde os Jogos do Rio/2016. Foi um período de readaptação para as novas técnicas, nova geração e nova mastreação. Agora, mastro e vela são diferentes. Cumpri o objetivo principal que foi fazer o índice para Tóquio, mas é o momento de buscar evolução. Vou trabalhar para velejar entre os tops, melhorando meu nível”, explica.

                                Aos 46 anos, Robert sabe que precisa equilibrar a carga de trabalho em um barco como o Laser, que exige muito da parte física. “Meu treino é planejado para elevar o nível da velejada ao mesmo tempo que administro a carga de exercícios com o tempo de descanso para recuperação. Preciso ajustar o volume para evitar lesões que me farão perder tempo na água até os Jogos e aprender a superar as dificuldades em competir com mais idade contra atletas que são, em média, 20 anos mais jovens”, analisa o maior medalhista olímpico do Brasil, com cinco pódios.

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                                No retorno à vela olímpica, Scheidt disputou quatro grandes competições. A última foi o Ready Steady Tokyo, no final de agosto de 2019, em Enoshima, quando terminou em 10° lugar, chegando à medal race pela primeira vez desde que decidiu interromper a aposentadoria da classe Laser. Antes, havia feito história ao garantir índice para os Jogos de Tóquio/2020 com o 12° lugar no Campeonato Mundial da Classe Laser 2019, em Sakaiminato, no Japão, dia 9 de julho.

                                Além das competições em Enoshima e Sakaiminato, o bicampeão olímpico chegou próximo da regata da medalha no Troféu Princesa Sofia e na Semana de Vela de Hyères. Agora, vai competir na Austrália para carimbar o passaporte olímpico, pois ainda precisa esperar a convocação final para a delegação brasileira. De acordo com o critério da Confederação Brasileira de Vela (CBVela), ele só perde a vaga para os Jogos do Japão se outro atleta do Brasil subir ao pódio no Mundial da Laser em 2020. Segundo informações da organização do campeonato, além de Scheidt, o Brasil terá apenas mais um representante em Melbourne, o velejador Gustavo Nascimento, de 24 anos.

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                                  O estaleiro gaúcho Tethys Yachts, no mercado desde 2016, acaba de divulgar detalhes sobre o projeto de sua nova lancha de 37 pés com hardtop. Destacando-se pelo design esportivo e arrojado, a Tethys 37 HT vem completa de série, assim como os demais modelos da marca. É equipada, entre outros, com gerador Onan 7,5kwa, boiler e ar condicionado (2x 12 000 BTUS).

                                  Os passageiros podem ser acomodados em dois sofás em L e uma chaise, no cockpit, que conta, ainda, com banco duplo para piloto e copiloto no posto de comando – projetado para oferecer boa visibilidade e segurança -, além de cozinha. A proa vem com um solário duplo rebatível.

                                  Na popa, o barco conta com espaço gourmet com churrasqueira a carvão e plataforma submergível, para deixar o dia na água ainda mais animado. O layout da cabine segue os moldes tradicionais, com banheiro e duas camas de casal – sendo uma na proa e outra à meia-nau.

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                                  A nova Tethys 37 HT possui inúmeras possibilidades de customização, para que fique exatamente como seu proprietário sempre desejou. “Todos os detalhes são importantes para a construção das nossas embarcações. Por isso, construímos nossos barcos artesanalmente, primando sempre pela qualidade e segurança. Nosso objetivo é criar o melhor para consumidores seletos, exigentes e, como nós, apaixonados por barcos. Prova disso, é que somos membro American Boat and Yacht Council, que atualiza os padrões de segurança para construção e reparos de barcos há 50 anos”, relata Alexsandro Ferreira, diretor da empresa.

                                  Atualmente, a Tethys Yachts conta com área fabril de 13 mil m², sediada na cidade de Venâncio Aires, no Rio Grande do Sul, e tem seis modelos em seu portfólio: Tethys 31 Targa, Tethys 37 HT, Tethys 41 HT e Targa, e Tethys 54 Fly e HT.

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                                    Novo superiate italiano traz varanda privativa suspensa sobre o mar

                                    Por: Redação -

                                    O estaleiro italiano Rossinavi anunciou o lançamento do seu superiate de 49,7 metros Lel. O modelo foi para a água pela primeira vez após dois anos de construção e nasceu da colaboração entre Kurt Lehmann, presidente da Yacht Moments, e do designer de iates de Florença, Luca Dini. O estúdio Arrabito Naval Architects, de Livorno, foi encarregado de sua arquitetura naval.

                                    Lel apresenta perfil esportivo e dinâmico, complementado com um casco e uma superestrutura de alumínio. Os hóspedes são acomodados em cinco camarotes, que incluem uma ampla suíte do proprietário, com closet e varanda privativa suspensa sobre o mar, no convés principal, além de quatro acomodações para convidados, que podem se unir em um espaçoso camarote VIP.

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                                    Com três conveses, Lel possui um clube de praia considerável que funde naturalmente os espaços interior-exterior com as portas laterais e popa abaixadas. “O principal pedido do proprietário era enfatizar os espaços abertos para aproveitar ao máximo o ar livre e a água, e acredito que alcancei o objetivo porque Lel é como um terraço de verdade com vista para o mar, onde se encontra a natureza e a tecnologia”, comentou Luca Dini.

                                    O clube de praia ajustável possui uma área de bar coberta e também abriga o barco de apoio, que pode ser gerenciado separadamente quando a porta automática que leva para o convés principal é fechada para formar uma garagem. No convés superior, as refeições podem ser apreciadas ao ar livre com opções para controlar a temperatura ou, alternativamente, os hóspedes podem se reunir no terraço para desfrutar de uma piscina, espreguiçadeiras e bar. Lel é equipado com motores a diesel MTU 12V4000 M93L, com 3 460 hp cada.

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                                      Saiba como é navegar o Rio Nilo, no Egito, em um navio de luxo ou velejando em típicas embarcações do país

                                      Para quem deseja conhecer os tesouros arqueológicos do Egito e não quer saber de viagens de carro por estradas empoeiradas — nem encarar o trânsito caótico da cidade do Cairo —, a saída é navegar o Rio Nilo, seja embarcando em um luxuoso navio de cruzeiro ou simplesmente velejando a bordo de embarcações típicas do país, como as Feluccas, pitorescos barcos de velas triangulares — uma espécie de saveiro egípcio —, ou as Dahabiyas, nascidas no século 19. Você pode ficar surpreso com isso, mas, sim, há três formas de se fazer um cruzeiro no rio Nilo, contemplando 5 mil anos de história.

                                      A primeira é a bordo de um aconchegante navio de cruzeiro, com todo o conforto e comodidade que esse misto de meio de transporte e hotel flutuante de luxo costuma oferecer a seus privilegiados passageiros — são diversas as opções, entre as cidades de Aswan e Luxor, e vice-versa, com vários tipos de programação, especialmente entre os meses de novembro e fevereiro. A segunda, mais rústica e ao gosto dos mochileiros, são as Feluccas, barcos milenares, e rudimentares, que fazem o clássico trajeto de Aswan a Luxor ao sabor dos ventos. Por fim (não necessariamente nesta ordem), as Dahabiyas, imensos veleiros que também atravessam silenciosamente as águas do Nilo. A bordo de uma Dahabiya, é possível fazer paradas em praias desertas e passar a noite em escalas exclusivas. A embarcação desse tipo mais famosa do Nilo é o veleiro Meroe, de 50 metros de comprimento, que tem dez cabines, sendo duas delas suítes panorâmicas. São cinco noites de viagem sentindo a brisa no rosto, partindo da cidade de Esna, 64 quilômetros ao sul de Luxor, rumo a Aswan.

                                      Mas como ficam as visitas àquelas atrações históricas e obrigatórias, como as pirâmides, as esfinges, as tumbas dos faraós, as múmias, os templos e os museus de artefatos egípcios? Está tudo incluído no roteiro dessas embarcações, das maravilhas do mundo antigo no Vale do Nilo às magníficas Pirâmides de Gizé. Ou, melhor dizendo, nos roteiros, porque há algumas dezenas de navios de cruzeiro percorrendo o rio Nilo, do Cairo até Aswan, no sul do país.

                                      É possível descer em Memphis, por exemplo, e ver de perto a grande estátua de Ramsés II, o faraó que encarnou a glória de uma civilização. Ou contemplar o tesouro de Tutancâmon, sepultado em uma tumba no Vale dos Reis, em Luxor. Também há belos destinos litorâneos, como o Sharm El Sheikh, na península do Sinai, banhado pelas águas azuis do Mar Vermelho, onde se chega em voos de menos de uma hora, a partir do Cairo. Com águas cristalinas e recifes de corais, esse é considerado um dos melhores lugares do mundo para mergulhar. No mar, é possível também praticar windsurfe, ir a praias selvagens, nadar no Blue Hole (o famoso buraco azul de Dahab) ou conhecer a vida subaquática sem se molhar, a bordo de um barco com fundo de vidro.

                                      Como tudo no Egito, o vaievém dos navios de cruzeiro pelo Nilo tem história. Começou em 1863, quando foi inaugurado o primeiro vapor de transporte para atender especificamente a população que vivia às margens do rio. Pouco depois, em 1869, com a inauguração do Canal de Suez, que atraiu, pela primeira vez, um grande contingente de turistas para o país, o empresário Thomaz Cook decidiu instalar uma linha de navios de cruzeiro entre Luxor e Aswan, região em que os egípcios antigos construíram cerca de 700 templos dedicados a inúmeros deuses. Desde então, a frota não parou de crescer. Hoje, cerca de uma centena de navios de cruzeiro percorrem o rio de quase 7 000 quilômetros de extensão, dos quais 1 200 quilômetros cruzam o Egito do sul para o norte, desde a fronteira do Sudão até o Mar Mediterrâneo. O que varia entre eles é o tempo de duração da jornada e o padrão das instalações. Os barcos mais luxuosos têm todas as comodidades de um hotel, incluindo piscinas, salas de ginástica, restaurantes, entretenimento e compras. Mas todos são, no mínimo, confortáveis.

                                      Para quem prefere a opção com mordomias, a Sanctuary Retreats oferece uma leva de navios de luxo. O Sanctuary Sun Boat III, por exemplo, tem 18 suítes exclusivas, que incluem duas acomodações reais e duas presidenciais, além de chefs premiados na cozinha. Por sua vez, o Sanctuary Nile Adventurer, com 32 suítes, é considerado um dos melhores navios-boutique do Nilo.

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                                      Em alguns desses navios, os passageiros podem confraternizar em festas árabes em que todos se fantasiam de beduínos e tentam acompanhar os passos das danças típicas locais. Luxor, ou a antiga Tebas, capital das terras altas e baixas durante boa parte do período faraônico, é o apogeu da viagem. Lá estão vários dos templos mais importantes do Egito e as tumbas de incontáveis reis e rainhas. Sem contar que a cidade de Luxor, voltada para o Nilo, é muito agradável e permite, como em nenhum outro lugar, sentir a importância ancestral do rio para a vida da população, em especial dos agricultores.

                                      Os templos de Luxor e de Karnak podem ser vistos em um único dia, mas é bom ter um dia extra para visitar o museu, curtir um pouco a cidade, fazer um passeio de barco à vela e até um voo de balão. O problema é que, ao embarcar em um navio de cruzeiro, o tempo disponível não será suficiente para tantas atrações. Para não deixar de lado verdadeiros tesouros, a pedida é se hospedar por uns dias em um dos bons hotéis de Luxor.

                                      O mais belo trecho do Nilo percorrido pelos navios fica em Aswan, também conhecida como Assuã. Fonte das pedras que construíram boa parte do Egito Antigo — ali estava o granito usado para fazer as estátuas, obeliscos e templos que sobrevivem por milênios — a cidade fica a 880 km ao sul do Cairo e 210 km ao sul de Luxor e marca a antiga fronteira do Império (mais ou menos dois mil anos antes de Cristo), onde fica a primeira catarata do Nilo. É lá que se encontra o Templo de Philae, dedicado a Ísis, a deusa da maternidade, fertilidade e magia. Toda a história de Ísis está retratada nas paredes do Templo de Philae. Dizem que Cleópatra costumava ir ao templo reverenciar a Deusa. O templo fica afastado do centro da cidade, numa ilha no meio do Lago Nasser. Então, se você não estiver numa excursão, é necessário pegar um táxi até a entrada do templo e mais um barco para chegar na ilha.

                                      Por sua vez, o Cairo, a grande capital do Egito, guarda em seus arredores mais vestígios da história humana do que em qualquer museu do planeta. Entre outros patrimônios da humanidade, estão lá o complexo de Gizé, formado pelas três Grandes Pirâmides (Quéops, Quéfren e Miquerinos) e pela fabulosa Esfinge, que mede 18 metros de altura por 60 de comprimento, esculpida num único bloco de pedra.

                                      Outra atração do Cairo é o Museu Egípcio, o principal do país, que abriga a mais prestigiosa coleção de artefatos egípcios, desde o Império do Egito Antigo até o período greco-romano. São mais de 120 mil peças em exposição. Elas incluem as múmias reais de alguns dos faraós mais conhecidos, como Ramsés II, e os objetos encontrados na tumba de Tutancâmon, como sua famosa máscara funerária de ouro, talvez a imagem mais simbólica do Egito após as pirâmides.

                                      Para contemplar embarcado o legado dos faraós, a opção mais simples são as rudimentares, mas eficientes, Feluccas. As acomodações são simples. Os viajantes dormem no convés aberto e os dois tripulantes dobram a jornada, como marinheiros e cozinheiros. Se der vontade de ir ao banheiro, peça ao capitão e ele ancorará o barco na tamareira mais próxima. Quando a noite cai, a Felucca é encostada em um banco de areia e o jantar é servido, enquanto todos se reúnem em conversas ao pé do lampião. Mas não é preciso passar a noite. Há a opção de alugar um barco individual para casal ou pequeno grupo, e navegar apenas por algumas horas. Aswan talvez seja o melhor lugar para se fazer isso, de preferência no fim de tarde, contemplando o pôr do sol. Fazer uma viagem como essa é como voltar no tempo. Ninguém volta de lá como foi.

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                                        Por: Redação -
                                        05/02/2020

                                        Você pagaria para entrar em uma livraria? Ficaria horas em uma fila que dá voltas só para fazer isso: pagar para entrar em uma loja? Pois, neste exato momento, em algum porto do mundo, é exatamente isso que uma multidão de pessoas está fazendo: aguardando pacientemente em uma fila gigantesca pela oportunidade de comprar um ingresso que dará direito a entrar numa livraria — onde, muito possivelmente, encontrarão os mesmos livros que achariam em qualquer esquina, sem ingresso nem filas. Por que fazem isso? Porque não se trata de uma livraria como outra qualquer, embora o que eles irão encontrar lá seja apenas uma grande, mas convencional, livraria, com estantes e prateleiras forradas de livros de todos os gêneros, principalmente evangélicos.

                                        A diferença é o local onde essa curiosa livraria fica: dentro de um navio, que é, basicamente, apenas isso: uma grande livraria — a maior livraria flutuante do mundo. E isso faz toda diferença. Assim como a sua inusitada livraria, o Logos Hope (algo como “Palavra Esperança”, numa mistura de grego com inglês) também não é um navio como outro qualquer — e não apenas por transportar apenas toneladas de livros, sobretudo bíblias, de todos os tipos, tamanhos e idiomas (as mais vendidas são justamente as que trazem a imagem do navio na capa). O Logos Hope é uma espécie de ONU evangélica itinerante, habitada por uma comunidade que mistura pessoas dos mais diferentes países, mas com um só propósito: ajudar o próximo, com ênfase especial naqueles de países mais pobres.

                                        Em busca desse objetivo, o navio (um navio de fato, com casco de aço, 130 metros de comprimento, nove deques e uma tripulação que passa de 400 pessoas, a esmagadora maioria jovens, na faixa dos 20 anos de idade) passa o ano inteiro navegando, pulando de porto em porto e fazendo longas escalas em cada país, movido, sobretudo, pela generosidade — tanto dos seus ocupantes, que demonstram explícito prazer em receber e conversar com quem nunca viram antes, quanto dos seus milhares de visitantes, que não se importam em pagar para entrar numa livraria e encarar longas filas só para ter uma ideia de como é a vida dentro de um navio. “O navio é a caridade na sua essência”, define um dos jovens tripulantes do Logos Hope, um americano de 22 anos, que se diverte ensinando inglês aos visitantes, em troca de algumas palavras que eles lhes ensinam em português. “Nós ajudamos eles, compartilhando conhecimento, e eles nos ajudam, comprando os livros da livraria, para que possamos seguir navegando e ajudando outras pessoas”, explica.

                                        Mas não são apenas os ingressos e a livraria que sustentam o navio — até porque seria preciso muito mais que isso para custear suas despesas, bem como as das mais de 400 pessoas que vivem a bordo, em períodos que podem chegar a dois anos. Livros e visitantes representam apenas uma das pás do hélice que mantém o navio em movimento. O restante do dinheiro vem de doações de pessoas, empresas e organizações que se identificam com a causa e os projetos sociais do Logos Hope (que pertence a uma entidade religiosa alemã sem fins lucrativos), e dos pagamentos que os próprios tripulantes, todos voluntários, fazem para poder viver nele, o que torna o navio ainda mais curioso.

                                        Muito provavelmente, o Logos Hope é o único navio do mundo onde todo mundo (inclusive o comandante, o alemão Samuel Hils) paga para trabalhar. “Vou passar dois meses trabalhando no navio, que me custarão 1 600 dólares — explica a santista Joyce, que se juntará a outros 15 brasileiros já a bordo. “Mas não é muito, perto da experiência de conviver, dia e noite, com gente do mundo inteiro, e, ainda por cima, praticando a caridade”, avalia.

                                        O navio chegou ao Brasil no fim de agosto e visitou os portos de Santos, Rio de Janeiro, Vitória, Salvador e Belém. Agora, tomará o rumo do Caribe, iniciando mais uma volta ao mundo, dentro do seu incansável cruzeiro, que nunca termina. “Ao longo da nossa história, estivemos em mais de 1 500 portos, de 151 países, e recebemos perto de 50 milhões de visitantes, o que significa que uma em cada 150 pessoas do planeta já esteve em um dos nossos navios”, diz, orgulhoso, o diretor geral do Logos Hope (um navio, como se vê, diferente, porque também tem comandante e diretor), o coreano Pil-Hun Park, que, assim como todo mundo a bordo, mora no próprio navio. Alguns, com a família inteira. Crianças, inclusive.

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                                        Para elas, existe até uma escolinha a bordo, que também ensina diversos idiomas. Além disso, o navio tem médico, dentista, padeiro e tudo o mais de uma pequena comunidade. Só que itinerante e flutuante. “Já estamos na nossa terceira temporada no navio e nossas filhas, que hoje têm 6 e 7 anos, praticamente nasceram e cresceram nele” — diz, com visível satisfação, o holandês Tramen Buurma, de 38 anos, que conheceu sua mulher, a trinidadiana Haelyn, também a bordo, e hoje trabalha como engenheiro-chefe do navio — enquanto ela atua na livraria.

                                        A “casa” deles é uma cabine dupla adaptada, que recebeu uma pequena cozinha, onde o casal prepara um ou outro lanche para as filhas, já que todas as refeições são feitas no grande refeitório comunitário, que é gerido pelos próprios tripulantes, quase sempre jovens que nunca trabalharam antes. Muito menos num navio. “Alguns trabalham na cozinha, outros no convés, na lavanderia, na torre de comando ou mesmo na sala de máquinas, em turnos de oito horas, como em qualquer empresa” — explica Tramen, que é um dos mais velhos a bordo.

                                        A diferença é que, no navio, a tripulação fica o tempo todo em contato com pessoas de outras nacionalidades, que têm outras culturas e outros hábitos e ensinam a ser tolerantes e respeitar uns aos outros. “Nós promovemos a paz, abraçando a diversidade”, resume o engenheiro, que vendeu sua casa na Holanda, para, com parte do dinheiro, pagar o custo de trabalhar no navio. Sempre com um sorriso no rosto. “Como não temos mais casa para morar, somos livres para ir para onde quiser, quando deixarmos o navio, daqui a dois anos”, explica Tramen, invertendo a lógica reinante no mundo das pessoas convencionais. E completa: “Isso não é maravilhoso?”.

                                        Quem tem um navio como casa, e não só trabalha de graça como paga para trabalhar, decididamente, não é alguém como outro qualquer. E isso inclui a quase totalidade dos tripulantes do Logos Hope. “Todos no navio seguem os ensinamentos da Bíblia, mas não promovemos cultos evangélicos, só espetáculos de música e dança para os visitantes, que, também por isso, adoram visitar o navio” — explica a indiana Anusha Moodley, há muitos anos vivendo a bordo. “Nós oferecemos ajuda e compartilhamos conhecimento, seja nos livros da livraria ou na experiência pessoal de cada tripulante.”

                                        Um bom exemplo disso acontece na lanchonete do navio, onde todos os visitantes desembocam depois de passar pela livraria e por uma apresentação da proposta do Logos Hope. Ali, sempre há jovens tripulantes dispostos a interagir com os visitantes — e no idioma que eles preferirem. Alguns colocam plaquinhas sobre a mesa convidando as pessoas a aprenderem algumas palavras no idioma deles, enquanto outros fazem exatamente o contrário e pedem que os visitantes lhes ensinem português. Por essas e outras, os visitantes acabam passando horas dentro do Logos Hope e voltam para casa satisfeitos, apesar até da longa espera na fila. Afinal, não é todo dia que se tem a oportunidade de visitar um navio que tem um pouquinho de cada canto do mundo dentro dele, e que, além disso, é uma improvável livraria.

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                                          Por: Redação -

                                          Com embarcações de três estados: São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, a Classe C30 corre o 31º Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina, válido também pela primeira etapa do Campeonato Brasileiro. Entre mais de 30 barcos, a C30 reunirá a partir desta quinta-feira (6) seis tripulações, estabelecendo-se como a maior flotilha one design da competição nacional.

                                          Além dos catarinenses Zeus, Katana Portobello e Le Terrible (ex-Barracuda, de Ilhabela), a sede oceânica do Veleiros da Ilha receberá na raia de Jurerê, os visitantes Caballo Loco e Kaikias Maserati, ambos de São Paulo, e o gaúcho Loyalty. A previsão da Comissão de Regatas é de realizar seis regatas de quinta a domingo (09), sendo quatro barla-sotas e duas de percurso, conforme as possibilidades oferecidas pelo vento.

                                          Caballo Loco, atual campeão da Semana de Vela de Ilhabela, corre como um dos destaques da Classe C30. “O circuito de Floripa ganha mais importância para a C30 porque também soma pontos para o Brasileiro. Será muito bom esse encontro entre barcos de várias regiões do País. Os seis estão se preparando muito e o Le Terrible entra como novidade. Disputando um campeonato pela primeira vez, é natural que a tripulação tenha de adquirir ritmo de regata”, analisa o Comandante do Caballo Loco, Mauro Dottori.   

                                           LEIA TAMBÉM

                                          “Os locais, Katana e Zeus, sempre são supercompetitivos, barcos de ponta, e seus tripulantes ainda conhecem muito bem a raia. O Loyalty chegou mais cedo a Floripa para intensificar os treinos e eles ainda estão com o Cachopa (Fábio Pillar, campeão mundial de Laser Radial) como tático. No Caballo, eu irei no leme com o Bochecha (André Fonseca, velejador olímpico e de regata volta ao mundo) como tático. Agora é só esperar o leste entrar e aquele Sol”, completa Dottori.  

                                          Em fevereiro de 2019, Kaikias Maserati venceu de forma inédita o Circuito Oceânico Ilha de Santa Catarina. Em julho, selou também seu primeiro título brasileiro na classe durante a Semana de Vela de Ilhabela, simultânea à segunda e última etapa do Brasileiro. Neste ano, a forma de disputa se repete, com a primeira etapa em Florianópolis e a conclusão do campeonato na Semana de Vela de Ilhabela em julho de 2020.

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                                            Estaleiro holandês Heesen lança seu segundo superiate híbrido

                                            Por: Redação -

                                            O estaleiro holandês Heesen lançou seu segundo superiate híbrido na classe 5000 FDHF de alumínio: o Electra, de 49,8 metros. Desde que foi para a água na semana passada, o modelo está sendo preparado para testes intensivos no Mar do Norte antes de ser entregue, em abril.

                                            Frank Laupman, da Omega Architects, projetou o exterior do novo iate, combinando o casco com um eficiente motor de propulsão diesel-elétrico. Características de Electra incluem uso extensivo de vidro, terraço ao ar livre, jacuzzi, lounges, espaços para refeições ao ar livre e plataforma de natação fixa.

                                            LEIA TAMBÉM

                                            O layout interno foi planejado para acomodar até 12 pessoas em seis camarotes, todos com banheiros privativos. No convés principal, a suíte principal inclui um escritório, penteadeira e banheiro separado. Os demais hóspedes podem ficar no convés inferior, em um camarote VIP, dois duplos e duas suítes duplas, todos com acesso direto a uma academia totalmente equipada. Cristiano Gattofoi assinou o design de interiores, que conta com contemporâneo, com uma grande escadaria, móveis personalizados e piso de carvalho escuro que contrastam com painéis e armários de cores claras.

                                            A solução híbrida da Heesen opera em quatro modos de cruzeiro diferentes, permitindo que o modelo de alumínio navegue em modo silencioso até certa velocidade.

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                                              30º Carnamar promete agitar domingo de carnaval em São Sebastião

                                              Por: Redação -

                                              A Secretaria de Turismo (SETUR) de São Sebastião e a Fundação Educacional e Cultural “Deodato Sant’Anna” (Fundass) preparam a cidade para sediar 30ª edição do Carnamar. O acontecimento é considerado um dos maiores eventos de carnaval no mar do estado de São Paulo, e está previsto para o dia 23 de fevereiro, domingo.

                                              O evento terá início a partir das 9h30, na praia de São Francisco, onde será feita a concentração dos barcos e saída. Os participantes seguem e realizam o contorno no Canal de São Sebastião, em direção à Praia do Arrastão, local onde ocorre a premiação dos barcos.

                                              LEIA TAMBÉM

                                              De acordo com o regulamento, todas as embarcações que estiverem no trajeto, acompanhando a embarcação Madrinha, irão concorrer aos prêmios. Serão premiadas três embarcações, avaliadas pelos seguintes critérios: melhor decoração, a mais animada e a mais original, recebendo o prêmio no valor de R$ 3 mil cada.

                                              Das 11h às 17h, a folia também acontecerá nas areias da praia do Arrastão, animada pela banda Fields e aulas de zumba.

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                                                31º Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina começa nessa quinta, em Jurerê

                                                Por: Redação -

                                                Considerada uma das principais competições de vela do Brasil, o 31º Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina começa nessa quinta-feira (6), em Jurerê. Mais de 30 embarcações de todo país estão confirmadas no evento, que ocorre na Sede Oceânica do Veleiros da Ilha até o próximo domingo, com disputas nas classes ORC, IRC, C30, BRA-RGS, HPE-25, RGS-Cruzeiro, Bico de Proa e Multicascos.

                                                O evento em Jurerê conta com grandes disputas todos os anos e para 2020 a expectativa é ainda maior com a confirmação dos principais velejadores do Brasil. “O Circuito Oceânico é um evento tradicional e importante para o Veleiros da Ilha, pois é a competição que abre nosso calendário de vela. Estamos com a expectativa elevada e prevendo ótimas disputas na raia de Jurerê. Temos a confirmação de equipe de todo país com alguns dos melhores velejadores do Brasil confirmados na disputa”, explica Rodrigo Ruhland, vice-comodoro de eventos do Iate Clube de Santa Catarina.

                                                Destaque também para o alto nível competitivo em Jurerê. Presidente da Comissão de Regatas, Ricardo Navarro acredita em uma edição extremamente técnica. “Esse ano teremos uma participação expressiva em termos de números, um dos maiores dos últimos 10 anos, quanto de nível. Todas as classes contam com barcos de nível técnico alto, vindo de todos os centros náuticos importantes, como RS, SP, RJ e SC”, explica Navarro. “Outro destaque é o crescimento também do circuito para as classes de lazer, como Cruzeiro e Bico de Proa, uma proposta criada no início desta Comodoria com regatas voltadas ao lazer e bem próximas à praia, que neste ano esta tendo participação acima da expectativa”, encerra.

                                                LEIA TAMBÉM

                                                Programação:

                                                A programação do 31º Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina inicia-se terça-feira, 4 de fevereiro, com confirmação de inscrição e pesagens das 9h às 18h. Na quarta-feira, 5 de fevereiro, as confirmações e pesagens ocorrem das 9h às 20h e a partir de quinta-feira começam as regatas.

                                                Estão previstas seis regatas para as classes ORC, IRC, C30, HPE-25 e BRA-RGS, sendo uma longa e cinco barla-sota. Caso seja realizada uma regata média a mesma será no lugar de uma das regatas barla-sota. Já as classes RGS Cruzeiro, Bico de Proa e Multicascos têm quatro regatas previstas no programa, sendo uma longa e três médias.

                                                A confirmação de que regatas serão realizadas em cada dia será feita por aviso colocado no quadro oficial até as 09h30. Serão realizadas no máximo duas regatas para cada classe por dia, exceto RGS Cruzeiro, B. de Proa e Multicasco nas quais serão disputadas apenas uma. O horário programado para o sinal de atenção é 12h, exceto na regata de percurso longo, quando será às 11h. Não serão dadas largadas após as 16h do dia 9 de fevereiro.

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                                                  Por: Redação -

                                                  O Comitê Organizador da Copa do Mundo do Qatar anunciou, no último dia 21, a criação de 16 hotéis flutuantes próximos ao Estádio Internacional Lusail, que abrigará a abertura e a final da Copa. A notícia serve como mais um passo e até uma resposta aos desafios de acomodação que o país enfrenta para atender as exigências da Fifa.

                                                  Os hotéis serão erguidos em uma estrutura flutuante na Ilha Qetaifan do Norte e poderão ser usados posteriormente em qualquer lugar. Cada um terá quatro andares, 72 metros de comprimento e 16 metros de largura, e será composto por 101 quartos, um restaurante e um lounge bar.

                                                  Segundo o site SportBusiness, a responsável pelos hotéis será a Sigge Architects, premiada firma de arquitetura finlandesa. Cada um dos prédios será construído de acordo com os mais rígidos padrões de energia, com base na energia solar.

                                                  LEIA TAMBÉM

                                                  “É a primeira vez que imóveis puramente flutuantes são usados ​​como uma solução temporária para as necessidades de acomodação nessa escala. Esses hotéis não exigem grandes portos e águas profundas, pois seu calado é significativamente menor que os grandes navios de cruzeiro. Após a Copa do Mundo, os hotéis podem ser colocados em qualquer local costeiro onde a água tenha pelo menos quatro metros de profundidade. Estamos entusiasmados por fazer parte da solução para a quantidade de acomodações necessárias para a Copa do Mundo da Fifa de 2022”, revelou Mikael Hedberg, executivo-chefe da Admares, empresa especializada em projetos imobiliários alternativos que também está envolvida no projeto.

                                                  Vale lembrar que, além dos 16 hotéis, que disponibilizarão 1 616 quartos, haverá dois navios de cruzeiro atracados no Qatar durante a realização do Mundial, de 21 de novembro a 18 de dezembro de 2022. A ideia faz parte de uma parceria fechada em novembro do ano passado entre o Comitê Organizador e a MSC Cruzeiros. Os dois navios adicionarão cerca de 4 mil camas extras ao país asiático.

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                                                    Por: Redação -
                                                    04/02/2020

                                                    Após o sucesso da primeira edição, o ICS Sunset volta a agitar o Iate Clube de Santos, na sede náutica do Guarujá, litoral paulista. O evento é aberto ao público e acontecerá neste sábado, dia 8, a partir das 17h. Haverá apresentações de música eletrônica e de saxofone, espetáculo circense, opções gastronômicas, drinques e exposição de iates de luxo da Azimut Yachts. A expectativa é receber cerca de 700 pessoas e mais de 50 embarcações de grande porte.

                                                    “A primeira edição do evento foi um sucesso e tivemos uma grande adesão do público, superando nossas expectativas iniciais. Tanto que neste segundo evento a venda dos camarotes e das vagas náuticas em espaço premium para ancorar barcos esgotaram na primeira semana de abertura de vendas”, comenta Renato Alcantara, organizador, sócio do Iate Clube de Santos e entusiasta da náutica.

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                                                      Por: Redação -

                                                      O litoral norte de São Paulo ficará agitado no próximo fim de semana. No sábado, dia 8, as águas de Ilhabela serão palco para o Sessa Summer Day 2020, na Vila Salga.

                                                      Com a proposta de reunir os clientes da Sessa Marine, o evento contará com as belezas naturais da ilha paulista como cenário e oferecerá um delicioso almoço para os participantes na Vila Salga.

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                                                      O encontro, organizado pela Regatta Yachts, promoverá uma relação descontraída entre os clientes da marca e comemorará a presença da Sessa Marine no Brasil, com 240 unidades produzidas e navegando pelo Brasil.

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                                                        Com muito prestígio nas águas, o estaleiro catarinense Evolve Boats está comemorando 10 anos de atividades. Com fábrica na cidade de Palhoça, região metropolitana de Florianópolis, a Evolve Boats iniciou suas atividades em setembro de 2009 com um pequeno galpão de 500 metros quadrados de área construída e 12 funcionários, onde produzia duas lanchas por mês. Pouco depois, já eram 1 300 m² e o dobro da produção. Logo, as lanchas da Evolve passaram a ser expostas no São Paulo Boat Show e no Rio Boat Show, os principais salões náuticos do país, o que deu mais visibilidade para a marca e permitiu sua rápida expansão. Com números sempre crescentes, a área fabril saltou para 2 900 m² em 2014.

                                                        Atualmente com cerca de 50 funcionários, a Evolve produz dois modelos de lanchas: as elogiadíssimas 270 Cab (com mais de 200 unidades entregues) e a 360 HT (com mais de 30 unidades na água), que competem no mercado nacional e até já cruzaram fronteiras. As lanchas do estaleiro catarinense também já foram expostas até no International Boat Show de Fort Lauderdale, no sul da Flórida, considerado o evento mais importante do calendário global de feiras de barcos.

                                                        O sucesso é resultado do uso de tecnologia de ponta e das melhores matérias-primas, aliado ao acabamento de primeira qualidade e ao conhecimento que seu presidente, Ricardo Wilges, adquiriu em mais de 15 anos de trabalho no mercado náutico. Os olhos do dono estão atentos a cada detalhe: nos projetos, na linha de montagem e até na entrega técnica.

                                                        A história começou um pouco antes, em 2004, quando Ricardo atuou como colaborador do extinto estaleiro gaúcho Piaggia Boats, fabricante das lanchas Evolution. Em setembro de 2009, a partir da aquisição dos moldes de dois modelos das lanchas Evolution, a 255 cab e a 265 cab, ele fundou a Evolve Boats. Desde então, fazendo jus ao nome, o estaleiro não parou de crescer.

                                                        LEIA TAMBÉM

                                                        A escolha do nome não poderia ter sido mais feliz, e precisa: Evolve, em inglês, significa evoluir, e o estaleiro se sustenta na busca pela inovação. Em português, também existe o verbo evolver, sinônimo de evoluir. A ideia de Wilges era essa mesmo: vender junto com o nome da empresa a identidade da marca. Simples, curto e de fácil memorização, Evolve sugere crescimento com evolução. De fato, desde que nasceu, a empresa só cresceu, especialmente na padrão de qualidade da construção de suas lanchas. “Nosso principal desafio é manter o foco constante na evolução e desenvolvimento de nossos produtos e processos. O resultado disso é a satisfação de ver nossos clientes felizes”, conta Ricardo Wilges, presidente da Evolve Boats. “A facilidade de navegar, mesmo com motores de baixa potência, é um dos diferenciais da marca, junto com o ótimo aproveitamento do espaço, o acabamento cuidadoso e o preço atraente. Além de apresentar uma ótima relação custo-benefício, as lanchas da Evolve são adequadas às condições de sol e calor de um clima tropical como o nosso. São tão bonitas, bem feitas e confortáveis quanto as importadas, porém, bem mais funcionais”, destaca Wilges.

                                                        Pegue-se, por exemplo, a 360 HT que foi totalmente desenvolvida e projetada pelo estaleiro. Lançada em fevereiro de 2017 acompanhando uma tendência da indústria náutica, essa 36 pés é uma lancha de teto solar (o chamado hardtop) perfeita para passeios durante o dia, levando até 13 pessoas a bordo, mas com uma cabine com acomodações para seis pessoas em pernoite. Logo que foi lançado, o modelo caiu no gosto dos clientes, por conta de três fatores fundamentais: o design, o aproveitamento de espaço interno e a qualidade do acabamento. “O corredor lateral de acesso à proa com 30 cm de largura, em cada bordo, é um dos pontos altos dessa lancha”, avalia Wilges, que recentemente lançou moda com um banco adaptado no guarda-mancebo na proa, resolvendo um “problema” de lanchas deste porte: o pouco aproveitamento desse espaço, quando o barco está parado. Todo mundo adorou.

                                                        Outra preocupação do estaleiro é permitir que o cliente escolha a cor e os acessórios internos de suas lanchas, que ganham a cara do freguês. No caso da 360 HT, por exemplo, a possibilidade de customização permitiu a um comprador o fechamento do camarote principal com uma porta de correr, o que resultou em ainda mais privacidade à tripulação. Tudo isso coordenado com muito bom gosto.

                                                        A Evolve Boats tem planos de expansão e pretende lançar em breve outros dois modelos: uma lancha maior, de 42 a 45 pés, nas versões Hard Top e Fly, e outra cabinada na faixa de 33 pés. Deu para entender por que a Evolve Boats é uma marca que cresceu continuamente ao longo de seus 10 anos de existência? A evolução não está apenas no nome.

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                                                          #Minha Sessa: para o paulista Marcel Cerneviva, sua C42 navega muito bem. Não por acaso, é a sua segunda Sessa

                                                          Projetada na Itália pela Sessa Marine e construída no Brasil pela Intech Boating, de Santa Catarina, a Sessa C42 é uma lancha para quem dá prioridade ao conforto, mas sem abrir mão do desempenho. É o caso de Marcel Cerneviva, de 39 anos, que navega há 6 anos, quase sempre ao lado da mulher e dos três filhos.

                                                          “A Sessa C42 tem duas suítes, cozinha completa, área gourmet na popa, plataforma submergível, acabamento acima da média, joystick e ótima navegação, impulsionada por dois motores D6-IPS 600, de 435 hp cada. Enfim, hoje, é o barco ideal para uma família como a nossa”, avalia Marcel.

                                                          Sobre a navegação, ele é só elogio à sua lancha, de 42 pés. “É do que mais gosto nesse barco. Minha Sessa navega muito bem, mesmo em mar mexido. Agora em janeiro, fomos do Guarujá até Angra navegando, uma viagem incrível, de 15 dias, e o casco se comportou muito bem. Em alguns momentos, a pilotagem chegou a ser empolgante e suave, com o barco bem leve e sempre à mão”.

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                                                          Esta é a segunda Sessa do Marcel, que adora navegar e normalmente faz cruzeiros entre Iporanga, As Ilhas e Ilhabela. A primeira lancha dessa marca italiana foi uma C40, que virou cinza em julho de 2019, durante um incêndio na Marina do Forte, em Bertioga, que destruiu cinco barcos.

                                                          “Foi uma perda terrível. Eu tinha acabado de fazer tudo o que faltava para a lancha ficar completa, como queríamos, quando meu marinheiro me ligou para dar a notícia, naquele sábado. A família toda sofreu. Graças a Deus, tínhamos seguro e fomos os primeiros a receber a indenização”, recorda Marcel.

                                                          Por estar satisfeito com a marca, ele se decidiu por uma nova Sessa na hora de voltar para o mar.
                                                          “Sabia que podia comprar sem medo. A C42 tem um salão grande e aconchegante, com visão privilegiada do mar, cozinha com geladeira, cooktop e micro-ondas, hard-top com abertura elétrica, cockpit com agradável espaço de convivência e um layout projetado para beneficiar as áreas ao ar livre”, avalia.

                                                          Crítica, só com o custo do combustível na hora de abastecer. “O preço do diesel é um absurdo de caro. Algo precisa ser feito em relação a isso”, protesta o comandante da Sessa C42.

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                                                            Por: Redação -

                                                            Um Saildrone – SD 1021 – estabeleceu o recorde para a travessia não tripulada mais rápida do Atlântico, e imediatamente quebrou esse recorde na travessia de retorno. Também se tornou o primeiro veículo autônomo a transitar pelo Atlântico nas duas direções.

                                                            Embarcações de superfície não tripuladas, os Saildrones fabricados nos Estados Unidos são projetados para as condições mais adversas dos oceanos. Eles são movidos exclusivamente pelo vento e usam energia solar para operar computadores de bordo e instrumentos de navegação.

                                                            Eles estão equipados com um conjunto de sensores de nível científico para coletar dados oceanográficos e meteorológicos acima e abaixo da superfície do mar, incluindo velocidade e direção do vento, temperatura do ar e do mar, pressão atmosférica, radiação fotossinteticamente disponível, altura e período das ondas, oxigênio dissolvido, salinidade e acidez. Além do conjunto de sensores Saildrone padrão, o SD 1021 também é equipado com um sistema para medir a força e a direção da corrente.

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                                                            Existem duas passagens transatlânticas típicas: de oeste para leste, onde as embarcações seguem a rota norte de Nova York para o Canal da Mancha, beneficiando-se do oeste predominante e da corrente favorável. De leste a oeste, os navios seguem a rota sul, da Espanha para as Bermudas ou o Caribe. Embora a rota sul seja quase 1 000 milhas náuticas mais longa, as embarcações tripuladas desfrutam de um passeio mais suave navegando com os ventos alísios e a corrente favorável.

                                                            Em sua viagem de volta, o SD 1021 tomou a rota norte direta, navegando predominantemente contra o vento e contra a corrente, completando a passagem de 3 402 milhas náuticas em apenas 68 dias. Sua asa composta de carbono foi danificada em uma tempestade na Corrente do Golfo, com ventos de 58 nós e ondas com mais de 12 metros de altura. Os sistemas de backup da embarcação permitiram navegar até as Bermudas, onde foram adaptadas com uma nova ala e implantadas no Solent.

                                                            O SD 1021 navegou cerca de 15 000 milhas náuticas desde a primeira implantação no Ártico em 2018. A frota de USVs da Saildrone está ativamente envolvida em missões de pesca, batimetria e ciência climática em todo o mundo, com mais 50 veículos que deverão ser implantados em 2020.

                                                            Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
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