A Feadship lançou um novo megaiate a motor, de 75 metros, em seu estaleiro em Aalsmeer. O casco número 703, agora denominado Arrow, apresenta linhas externas projetadas pela H2 Yacht Design, que também criou o interior do modelo.
A equipe da De Voogt Naval Architects foi responsável pela arquitetura naval, casco de aço e viga de 12,9 metros. Arrow será entregue ao proprietário em 2020.
No próximo ano, a Feadship deverá entregar cinco embarcações, incluindo o projeto 703 lançado hoje, o projeto de 99,75 metros 1008, o projeto de 94 metros 817, o projeto de 94 metros 817, o projeto de 72,85 metros 705 e o projeto de 49,45 metros 706.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O Grupo Sailing, representante da Lagoon no Brasil, confirmou participação no Rio Boat Show 2020. Na última edição do salão náutico carioca, a empresa apresentou o catamarã francês Lagoon 620, que chama atenção por seus espaços – são 250 m² de área útil. Segundo maior modelo da marca e maior embarcação da Lagoon no Brasil, o veleiro de 62 pés conta com uma popa ampla, com solários, sofá para cerca de 10 pessoas acompanhado de mesa para refeições espaço gourmet e plataforma hidráulica.
O amplo salão possui área de estar a bombordo e jantar a boreste, com mesas dobráveis, bastante espaço de circulação, janelas que favorecem a entrada de luz natural, muitos armários e paióis para armazenamento em todo o barco.
O Rio Boat Show chegará à sua 23ª edição em 2020 e já tem data confirmada. O maior salão náutico outdoor da América Latina acontecerá de 25 de abril a 3 de maio, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques, entre lanchas, veleiros, jets, infláveis, caiaques, motores e os mais diversos equipamentos e acessórios do mundo náutico, em um só lugar.
Serão nove dias de interação entre clientes, fabricantes, distribuidores e revendedores do setor. Com barcos na água e a bela Baía de Guanabara como cenário, os visitantes contarão com diversas atrações, como o Espaço dos Desejos, pensado para os amantes do mercado de luxo, com itens selecionados e exclusivos de encher os olhos.
Por mais um ano, as águas da Marina da Glória irão se transformar em verdadeiras passarelas para o desfile das mais charmosas beldades náuticas presentes no Rio Boat Show. Na sexta-feira, dia 1º de maio, a partir das 20h, acontecerá a 5ª edição do Desfile de Barcos, uma novidade que já virou tradição na edição carioca do salão náutico, com show de luzes, música e mestre de cerimônias.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O governo do estado de São Paulo deu importante passo para consolidar a tecnologia de energia solar, contratando a implantação da primeira fase do projeto de geração fotovoltaica flutuante, através da Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A. (Emae).
O projeto deve ocupar uma área de mil metros quadrados no reservatório, e a previsão é que sua montagem em instalação já se inicie em janeiro. A estimativa é que no prazo de 90 dias se inicie a fase de testes dos equipamentos.
A Emae realizou um concurso público, e o consórcio vencedor para a primeira etapa do projeto de geração solar flutuante é composto pelas empresas brasileiras Sunlution e KWP Energia.
Todo o sistema de geração solar flutuante será 100% produzido pela Sunlution em São Paulo, inclusive painéis solares que serão produzidos pela BYD, em sua fábrica de Campinas.
Nesta primeira etapa, o consórcio vencedor vai instalar para testes uma usina solar flutuante de 100 KWp (sigla de “quilo-watt pico”) na represa Billings, já em janeiro de 2020. O potencial da represa para geração solar flutuante pode ultrapassar 100 MWp.
O potencial da represa Guarapiranga para geração solar flutuante é ainda maior: pode ultrapassar 500 MWp!
Essa energia limpa, renovável e barata poderá ser usada também para limpar e oxigenar a água destas duas represas que abastecem a região metropolitana de São Paulo, liberando mais água para geração de energia na Hidrelétrica de Henry Border.
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O Conselho de Negócios Sustentáveis de Wisconsin (WSBC) reconheceu os processos de uso de alumínio da Mercury Marine com um Prêmio de Processo Sustentável. A empresa, que funde seu próprio alumínio na sede em Fond du Lac, Wisconsin, recebeu o prêmio pelo uso exclusivo de alumínio reciclado na fundição de seus blocos de motores, evitando o impacto ambiental adverso da mineração de bauxita para o alumínio. Rodas, fiação e sucata de veículos descartados das operações do Brunswick Boat Group, entre outras fontes, são derretidos e purificados para uso nas peças fundidas da Mercury.
A sustentabilidade vai além da reutilização do metal. A energia necessária para derreter a sucata de alumínio é aproximadamente apenas cinco por cento da necessária para criar alumínio primário a partir de minério de bauxita e emite apenas 5% dos gases de efeito estufa emitidos na produção de alumínio.
“Certamente não somos o único fabricante a usar alumínio em blocos de motores, mas, como atesta esse prêmio, a Mercury se destaca por nos esforçarmos para ser ambientalmente responsáveis e obter o máximo benefício sustentável do uso desse material”, afirmou Scott Louks, gerente de sustentabilidade da Mercury.
Além disso, a empresa usa menos energia na fusão de alumínio reciclando o calor gerado pelos fornos de fusão para pré-aquecer o metal a ser derretido, resultando em uma economia de 20% no gás natural usado, economizando cerca de nove bilhões de BTUs de energia a cada ano, o que equivale a quase 73 000 galões de gasolina, de acordo com um comunicado de imprensa da empresa.
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O estaleiro francês Jeanneau irá participar, por mais um ano, do Rio Boat Show, por meio de seu representante brasileiro Green Yachts. Na última edição do salão náutico carioca, a marca apresentou o veleiro Jeanneau Yacht 64, nascido da parceria entre o arquiteto naval Philippe Briand e o designer de interiores Andrew Winch.
O modelo apresenta linhas elegantes com proporções clássicas e estilo contemporâneo, trazendo o conceito de superiate, oferecendo itens comuns a esta categoria, em uma embarcação de 64 pés, que pode ser, por exemplo, levada por um casal, sem necessidade de tripulação. Modelo da linha de topo da marca francesa, não abre mão de conforto, é automatizado e seguro para navegar em todo o mundo. Tem classificação A B C D E pela CEE.
O Rio Boat Show chegará à sua 23ª edição em 2020 e já tem data confirmada. O maior salão náutico outdoor da América Latina acontecerá de 25 de abril a 3 de maio, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques, entre lanchas, veleiros, jets, infláveis, caiaques, motores e os mais diversos equipamentos e acessórios do mundo náutico, em um só lugar.
Serão nove dias de interação entre clientes, fabricantes, distribuidores e revendedores do setor. Com barcos na água e a bela Baía de Guanabara como cenário, os visitantes contarão com diversas atrações, como o Espaço dos Desejos, pensado para os amantes do mercado de luxo, com itens selecionados e exclusivos de encher os olhos.
Por mais um ano, as águas da Marina da Glória irão se transformar em verdadeiras passarelas para o desfile das mais charmosas beldades náuticas presentes no Rio Boat Show. Na sexta-feira, dia 1º de maio, a partir das 20h, acontecerá a 5ª edição do Desfile de Barcos, uma novidade que já virou tradição na edição carioca do salão náutico, com show de luzes, música e mestre de cerimônias.
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O estaleiro carioca Real Powerboats irá promover a 2ª edição da Real Party Trip neste sábado, dia 14 de dezembro. A marca reunirá seus clientes com muita festa e animação no mar. O encontro será no Saco do Céu, em Angra dos Reis (RJ), local escolhido pelos clientes da marca.
A 1ª edição do evento aconteceu em junho, com muita diversão, tendo o Saco do Mamanguá como destino, e a marca pretende repetir o sucesso, agora, seis meses depois.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Roatán fica na segunda maior barreira de corais do mundo e é bastante recomendada para mergulho com cilindro e com snorkel. Lá também é o “lar” do Odyssey, um dos maiores naufrágios submersos do Caribe.
Assim como vários outros naufrágios em Roatán, essa embarcação foi afundada de propósito em 2002 para os mergulhadores poderem explorar e tirar fotos. Para explorar o Odyssey, é preciso ser experiente em mergulho com cilindro e ter um certificado antes de se aventurar.
Outro bom naufrágio em Roatán para praticantes de mergulho é o El Aguila. O navio de 75 metros de comprimento naufragou perto de Utila, enquanto transportava uma imensa carga de concreto. O navio foi dividido em três partes e levado a Roatán pelo Anthony”s Key Resort em 1997, depois naufragado novamente a 30 metros de profundidade para divertir os mergulhadores.
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Feito para quem gosta de esportes náuticos de reboque, o Wake 170 oferece os recursos necessários para a prática de wakesurf, esqui e wakeboard, pelo preço bem mais acessível do que uma lancha própria para a atividade. Bem, mas isso já era possível com a versão anterior, a Wake 155, que trazia torre retrátil para esqui (pode ser embutida quando não estiver em uso), suporte removível para pranchas, alça no assento, manoplas de apoio e descanso para os pés do garupa. O Wake 170 dá um bom salto à frente.
Redesenhada e com cores novas (azul e amarelo), a versão 2020 da linha Wake — assim como os modelos GTI — ganhou recursos como uma plataforma de popa maior, mais plana, estável e confortável (ideal para embarque, descanso e preparação para a prática de esportes), assento de três lugares mais confortável (e com formato que permite ao observador acompanhar o esportista em suas manobras), novo painel, compartimento estanque para telefone celular, porta usb, compartimento frontal ampliado (agora com capacidade de 161 litros), espelhos grande angular, suporte para a prancha, gancho de reboque e escada de embarque dobrável.
O casco também é de Polytech GEN2, leve e resistente, embora — no caso do Wake 170 — o peso tenha aumentado de 335 quilos para 339 quilos, por conta dos acessórios. Além disso, este jet pode ser equipado com sistema de áudio Bluetooth de 100 watts à prova d’água, engate rápido LinQ, torre de esqui e suporte removível para wakeboard com ponto alto de reboque, que mantém o cabo fora da água. Sem contar o controle de trim variável (que permite abaixar ou elevar a proa, de acordo com a superfície do mar) e o sistema de aceleração progressiva.
O tanque de combustível tem 60 litros, ao contrário do irmão maior deste jet, o Wake Pro 230, que ganhou o tão desejado tanque de 70 litros. Já o pacote de som está disponível para as duas máquinas. Vale a pena solicitá-lo como item de fábrica, pois custará menos do que instalá-lo depois. O coração desta máquina é um motor Rotax 1630 ACE tricilíndrico com 170 hp, que garante 20% a mais de aceleração, comparado ao motor anterior de 155 hp. Daí o nome Sea-Doo Wake 170.
O novo motor de 170 hp garante cerca de 20% a mais de aceleração, comparado ao motor anterior de 155 hp
De acordo com o fabricante, o modo de pilotagem ski permite selecionar perfis de aceleração e velocidade pré-programados. São cinco perfis para a prática de esqui e wakeboard, além do benefício de outros dois modos de pilotagem (esportivo e econômico).
Para avaliar este e os demais recursos dessa moto aquática, aceleramos a Sea-Doo Wake 170 nas águas calmas da Represa de Bragança, em um dia de vento de 15 nós.
De cara, chama atenção o já conhecido sistema de freio iBR, fácil, simples e muito intuitivo de ser acionado. Não é novidade, mas chega aperfeiçoado na linha 2020. Assim que o motor é ligado, automaticamente o jet fica na posição “neutro”, equivalente ao ponto morto. Para avançar, basta dar um toque no acelerador, com a mão direita. Para voltar ao neutro ou passar à ré, é só acionar a alavanca de freio, com a mão esquerda. Esse sistema torna a atracação mais rápida, tranquila e segura.
No nosso teste, a velocidade máxima foi de 53,4 mph (46,4 nós), ou 86 km/h. Porém, como o objetivo desse jet é rebocar wake ou de esqui (slalon), a velocidade final fica em segundo plano. O mais importante é o torque, ou seja, a força do motor para tirar o atleta da água e manter uma velocidade adequada para a prática do esporte. E isso esse Wake 170 tem de sobra.
O novo motor do Wake 170 tem torque de sobra para tirar o esquiador da água e manter a velocidade adequada
É claro que a motorização não é tão poderosa quanto a de uma lancha projetada para esportes de prancha. Não espere também encontrar todos os recursos de um barco próprio para wake. Afinal, trata-se de um jet. Mas, não tem como negar, é uma moto aquática bastante diferenciada para praticar wake ou esqui — e que pode ser guardada tanto na marina quanto em casa. Além disso, tem muita potência, boa capacidade de manobra, casco muito estável (por conta do centro de gravidade mais baixo) e um sistema de ré e de freio elétricos que permite parar antes, comparado com jets de sistema mecânico. Para quem gosta de brincar na água, o Wake 170 é fácil e divertido de pilotar.
Características técnicas
Velocidade máxima: 53,4 mph (46,4 nós) Capacidade: três pessoas (272 kg) Comprimento: 331,8 cm Boca: 125 cm Peso: 339 kg Combustível: 60 litros Compartimento frontal: 161 litros Motor: Rotax 1630 ACE
Potência: 170 hp (hidrojato) Cilindrada: 1630 cc Funções do painel: Velocímetro, RPM, Relógio, Display do VTS™, Horímetro, Modo Sport, Modo ECO, Modo Slow, Limitador de Velocidade, Modo Esqui. Recursos:sistema de Engate Rápido LinQ e Torre de Esqui, Sistema de Áudio Bluetooth (opcional) e compartimento estanque para telefone celular, assento Ergolock, sistema Inteligente de Freio e Reverso (iBR), casco Polytec GEN 2 e suporte removível para prancha de wakeboard. Mais informações, clique aqui. Preço: a partir de R$ 74,5 mil
Mais detalhes do Sea-Doo Wake 170 2020
O sistema Ergolock permite mais conforto paras as pernas do piloto durante os passeios.
O primeiro sistema de áudio Bluetooth original de fábrica, verdadeiramente à prova de água. Sistema opcional no modelo Wake 170. à prova d´água e totalmente integrado. Com o painel de controle remoto no alto-falante esquerdo, você pode alterar rápida e facilmente as músicas e o volume.
Compartimento à prova de água e choques projetado especificamente para proteção do telefone.
O sistema iBR permite que você reduza rapidamente a velocidade da moto aquática. Com ambas as mãos no guidão, o piloto pode engatar à frente, neutro e reverso para manobras estáveis e livres de preocupações em baixas velocidades.
O casco foi redesenhado e o centro de gravidade ficou mais baixo para melhorar a estabilidade, com ou sem passageiros.
Ótimo espaço de armazenamento na proa. São 152 litros, o que permite armazenar muitos equipamentos.
A torre de esqui se retrai quando não estiver em uso. Possui manoplas de apoio para o vigia e espaço de armazenagem para o cabo.
O novo Rotax 1630 ACE 170 é o mais potente motor Rotax naturalmente aspirado disponível em uma moto aquática Sea-Doo.
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A catarinense Armatti Yachts confirmou participação no Rio Boat Show 2020 e deverá apresentar sua coleção 2020, que agora conta com uma novidade: a Armatti 370 Coupé. A lancha incorpora a tendência mundial de design náutico com ampla janela panorâmica no pavimento inferior ao cockpit, sem divisões, proporcionando mais luminosidade e belas vistas ao exterior. A nova embarcação também conta com tecnologias adicionais, como a opção da plataforma submergível. No visual, o modelo de 37 pés é uma embarcação com design mais esportivo e hartop que permite ao proprietário navegar com ele fechado ou aberto, garantindo maior contato com o exterior e conforto térmico.
Com 11,28 metros de comprimento, pode receber até 12 convidados. No cockpit, o posto de comando é integrado à área de relaxamento e convivência. O pé-direito é mais uma característica que dá sensação de amplitude em áreas como: cozinha, locais para refeições, banheiro e os camarotes localizados em seu interior. No pavimento inferior, a cama principal é posicionada à meia-nau, que possui dois metros de largura, e o banheiro possui box fechado, mais diferenciais para o modelo. Na lista de equipamentos, há diversos itens opcionais como o joystick. A motorização fica por conta de dois propulsores de 250 hp.
O Rio Boat Show chegará à sua 23ª edição em 2020 e já tem data confirmada. O maior salão náutico outdoor da América Latina acontecerá de 25 de abril a 3 de maio, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques, entre lanchas, veleiros, jets, infláveis, caiaques, motores e os mais diversos equipamentos e acessórios do mundo náutico, em um só lugar.
Serão nove dias de interação entre clientes, fabricantes, distribuidores e revendedores do setor. Com barcos na água e a bela Baía de Guanabara como cenário, os visitantes contarão com diversas atrações, como o Espaço dos Desejos, pensado para os amantes do mercado de luxo, com itens selecionados e exclusivos de encher os olhos.
Por mais um ano, as águas da Marina da Glória irão se transformar em verdadeiras passarelas para o desfile das mais charmosas beldades náuticas presentes no Rio Boat Show. Na sexta-feira, dia 1º de maio, a partir das 20h, acontecerá a 5ª edição do Desfile de Barcos, uma novidade que já virou tradição na edição carioca do salão náutico, com show de luzes, música e mestre de cerimônias.
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O próximo fim de semana será o último da vela oceânica no Brasil, com importantes eventos no Rio de Janeiro e Porto Alegre, contando com presença de medalhistas olímpicos.
No sábado, dia 14, o Rio Yacht Sailing, em Niterói (RJ), sedia a 24ª edição da Preben Schmidt, regata que homenageia o precursor da Família Grael, a maior vencedora da Vela brasileira em Olimpíadas, avô de Lars e Torben Grael.
A expectativa é de mais de 100 veleiros nas classes ORC, IRC, BRA-RGS, Clássicos, Bico de Proa e Monotipos Clássicos de Madeira com destaques para a presença do Aileen, barco de Preben, com mais de 100 anos de história e medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Estocolmo em 1912.
Entre os medalhistas olímpicos estarão Torben Grael, com duas Medalhas de Ouro, Martine Grael, Ouro nos Jogos do Rio de Janeiro em 2016, além de Lars Grael, membro do Conselho Técnico da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano e duas vezes Bronze em Olimpíadas, estará no Marga, barco construído na Finlândia em 1933.
No domingo, dia 15, será realizada a 25ª edição da Regata Neptunus, com sede no Iate Clube do Rio de Janeiro, na Urca, com pontos na Copa Brasil da ABVO que define o melhor barco do ano e os melhores em cada categoria.
A Regata homenageia Sergio Mirsky, outro nome histórico da Vela nacional que velejou em várias edições do barco Neptunus durante 60 anos por várias regatas nacionais e internacionais sendo um dos precursores do crescimento da vela nacional na década de 70 e 80.
Filho de Sérgio, André Mirsky é um dos organizadores da competição junto com o ICRJ e tem três vice-campeonatos Mundiais de Vela de Oceano, títulos do campeonato italiano, mar Egeu e participação no Brasil I em 2005 na Volvo Ocean Race.
A expectativa é de mais de 30 barcos na raia com largada a partir das 12h nas classes ORC, IRC, BRA-RGS e Bico de Proa. A partir das 17h será realizada a festa de encerramento no Salão Nobre do Iate Clube do Rio de Janeiro.
O evento terá presenças do barco Duma com presença do medalhista de Bronze olímpico, Kiko Pelicano, comandado por Haakon Lorentzen, membro da família Real da Noruega, e presença do Medalhista de Ouro nos Jogos de Moscou em 1980, Eduardo Penido, que competirá´no Tahiti Nui ou no Sorsa. As inscrições podem ser feitas neste link.
O domingo também será de disputa em Porto Alegre, com a Regata de Aniversário do Veleiros do Sul. Acontecerão disputas das classes IRC e BRA-RGS também com pontuação para o ranking da Copa Brasil ABVO. O Veleiros do Sul celebra o 85º aniversário com festividades desde sexta-feira e, no domingo, serão realizadas as regatas Oceano Almirante Tamandaré e Veleiraço Marinha do Brasil. A partir das 17h30, ocorre a premiação acompanhada de música de Luciano Lemanski.
“Temos a expectativa de 50 barcos na raia entre IRC, BRA RGS e bico de proa. É uma regata festiva, entre aspas pois haverá uma grande disputa no Guaíba, Teremos como novidade o percurso que irá até o Centro de Porto Alegre e o prêmio Amazônia Azul ao campeão da IRC oferecido pela Marinha do Brasil. A vela oceânica gaúcha vem se fortalecendo principalmente nesse ultimo ano tivemos mutirão, adesão forte na IRC e teremos para 2020 mais dois ou três barcos correndo a Semana de Vela de Ilhabela, Circuito de Sannta Catarina e representante em Punta del Este”, disse Kadu Bergenthal, vice-comodoro esportivo do Veleiros do Sul. As inscrições podem ser feitas aqui.
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Sediada em Santa Catarina, a Associação Náutica Brasileira (ACATMAR) foi homenageada pela Câmara de Vereadores da capital catarinense na última quarta-feira (11). Por iniciativa do parlamentar Dalmo Meneses, a entidade recebeu moção de aplauso pelos 11 anos de serviços prestados à sociedade do estado.
Entre os feitos lembrados, o projeto Limpeza dos Mares, que desde 2014 recolheu mais de 103 toneladas de resíduos do fundo do mar e encostas, durante 22 etapas. Além disso, todas as ações em prol da náutica e participação ativa em projetos que fomentam a atividade. Um deles, já em fase de licitação, é o Parque Marina Beira-mar Norte, que está saindo do papel e se tornará referência nacional do setor.
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Privilege Days, o encontro exclusivo de dois dias entre os proprietários do Grupo Ferretti de toda a China, foi realizado nos dias 6 e 7 de dezembro em colaboração com o distribuidor local Speedo Marine.
O evento é um ponto de encontro importante e muito apreciado pelos amantes de iates de luxo Made in Italy. Uma comunidade cosmopolita e privilegiada se reuniu este ano no cenário do Shenzhen Bay Marina Club, para compartilhar sua paixão pelo mar e conhecer mais de perto os novos modelos e serviços do Grupo Ferretti.
O evento, iniciado com uma festa do proprietário na noite de 6 de dezembro, sediou uma coleção de iates de propriedade do Grupo Ferretti, incluindo os Ferretti Yachts 530, Ferretti Yachts 700, Ferretti Yachts 850, Ferretti Yachts 870, Ferretti Yachts 960, todos reunidos para a estreia do Ferretti Yachts 920 na China.
Os convidados tiveram, durante todo o dia 7 de dezembro, a oportunidade de apreciar em primeira mão o novo Ferretti Yachts 920, que se destaca por suas formas dinâmicas, seu design e recursos inovadores, sua funcionalidade e os vastos espaços.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A marina de American Wharf, localizada em Norwich Harbor, no estado americano de Connecticut, está sendo leiloada esta semana pela Norwich Community Development Corporation (NCDC) e pela empresa de leilões de imóveis Tranzon.
De acordo com um jornal local, houve problemas entre a cidade e a Joyal Management desde que o grupo assumiu a propriedade em 2011. Em junho, o Conselho da Cidade votou por unanimidade para notificar o Joyal Management Group de que isso violaria seu contrato de arrendamento, a menos que pague o aluguel e faça os reparos necessários na marina. Os termos do contrato também dizem que a Joyal é responsável por fazer reparos e melhorias.
A propriedade está sendo oferecida como um pacote completo ou em duas parcelas menores, mas o presidente do NCDC, Bob Mills, espera encontrar um único proprietário para toda a propriedade da marina. Mills disse que um porto sazonal independente e um restaurante sazonal independente não são economicamente viáveis por si só.
A marina de 5,25 acres foi originalmente arrendada à cidade em 1987 por um período de 99 anos para Ronald Aliano, que desenvolveu a propriedade e a abriu em 1988. Após a morte de Aliano, sua família colocou à venda o arrendamento da propriedade.
A Joyal Capital Management, uma empresa de consultoria financeira com sede em Massachusetts, comprou a propriedade por US $ 750.000 em 2011. O leilão termina na sexta-feira.
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Um exército de voluntários liderados pela Associação Náutica Brasileira (ACATMAR) retirou, neste fim de semana, três toneladas de lixo da praia da Guarda do Embaú e na Ilha do Coral, em Palhoça. Duas tartarugas também foram encontradas mortas.
“Recolhemos 2 500 bitucas de cigarro na praia da Guarda, além de embalagens, garrafas plásticas, colchões, panelas e restos de acampamentos. Na Ilha do Coral, achamos muita garrafa de vidro de todos os tipos, restos de redes e acampamentos também”, afirma Mané Ferrari, presidente da Acatmar.
Em dezembro passado, numa ação semelhante, foram recolhidas sete toneladas de resíduos nas praias do Sonho, Papagaio, Pinheira, Guarda do Embaú e Ilha do Coral. O projeto Limpeza Dos Mares Acatmar já retirou 103 200 kg de lixo da natureza desde 2014.
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O cenário da Represa de Chavantes mudou no fim de semana do dia 30 de novembro. Cerca 50 iatistas colocaram seus barcos e içaram suas velas nas águas da represa, em Carlópolis. Conhecida também como Ilha do Ponciano, essa parte da represa, recebeu a última etapa dos Jogos de Aventura e Natureza que, desde agosto, vem proporcionando não somente o esporte, mas o turismo em diversas regiões do Paraná.
O sol estava lindo, a água calma e quentinha, mas vento não deu o “ar da graça”, apenas dois nós na linguagem marítima. As provas estavam marcadas para começar pela manhã, mas foram adiadas para o período da tarde por falta de vento.
A tarde veio, o sol ainda mais quente, mas o vento estava tímido e os velejadores tiveram que mostrar muito mais habilidade e técnica. “Aqui podemos perceber que com vento de dois e três nós, ainda assim você consegue fazer a regata, muito técnica. Você mostra a técnica, qualidade do velejador em duas condições: vento muito fraco ou vento muito forte. E o pessoal aqui se destacou muito hoje com essa qualidade técnica”, explicou Sérgio Montenegro Kraemer, presidente da Federação de Iatismo do Estado do Paraná (FEIP).
Os Jogos de Aventura e Natureza 2019 são organizados pelo Governo do Paraná e acontecem em cinco etapas, abrangendo 29 modalidades e 26 cidades. A região de Angra Doce foi a última parada dos Jogos esse ano. Para o ano que vem, muitas novidades nos esperam.
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A equipe mexicana de vela oceânica, conhecida como Mexican Wave, anunciou sua intenção de competir na The Ocean Race 2021-22 na classe VO65 com seu barco Viva Mexico.
O Mexican Wave comprou um barco da classe VO65 e pretende navegar de Lanzarote, na Espanha, para o México nas próximas semanas, antes de uma cerimônia de lançamento completa da equipe em Acapulco. O evento deve ocorrer até o início de janeiro de 2020.
O México é o primeiro campeão da regata de volta ao mundo, quando era chamada de Whitbread Round the World Race. Em 1973, Ramón Carlin, o skipper da equipe mexicana Sayula II, se sagrou vencedor.
Agora, quase 50 anos depois, os mexicanos surfarão nas ondas de seus antecessores para competir na edição The Ocean Race 2021-2022. A conexão histórica com a regata inspirou a nova equipe.
“Trazer o México de volta à Ocean Race é nosso principal objetivo. É uma grande responsabilidade ter um dos países mais importantes da América Latina para participar da prova. Esperamos que o povo mexicano tenha orgulho de fazer parte de um ícone tão icônico, evento internacional”, disse Erik Brockmann, diretor de esportes da equipe mexicana.
Erik Brockmann diz que o barco pretende alertar o povo sobre os problemas da saúde dos mares e inspirar o legado náutico no país. Depois de navegar para Acapulco, a equipe do Mexican Wave planeja competir em várias regatas na costa oeste em 2020 antes de voltar para a Europa em preparação para a edição de 2021-22 da The Ocean Race. Recentemente, Erik e velejadores mexicanos correram a Extreme Sailing, regatas com catamarãs voadores.
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Em Pernambuco, o presidente do Instituto Brasileiro de Turismo, Gilson Machado Neto, confirmou o naufrágio de mais 25 embarcações na costa brasileira, 12 delas no polo turístico de Porto de Galinhas.
Dando prosseguimento ao Programa Nacional de Revitalização do Ecoturismo Náutico, proposto pela atual gestão da Embratur, a costa brasileira contará com 25 navios naufragados para fortalecer o turismo de mergulho e abrigo de peixes.
Gilson Machado Neto anunciou o afundamento no dia 25 de novembro, durante sua participação na abertura da primeira edição do Visit Pernambuco Travel Show, evento que reúne profissionais de turismo de diversos países em Porto de Galinhas (PE).
Na coletiva de imprensa, o presidente da Embratur lembrou do sucesso dos naufrágios promovidos pela autarquia, junto ao Ibama, Secretaria de Ecoturismo do Ministério do Meio Ambiente, ICMBio, e Marinha, no mês de setembro na costa de Tamandaré, no litoral sul de Pernambuco.
“A proposta do Programa Nacional de Revitalização do Ecoturismo Náutico é reforçar e fortalecer a importância deste segmento para o turismo. Queremos colocar o Brasil como rota do turismo de mergulho, assim como acontece em países da América Latina. Queremos reformular políticas públicas que aliem desenvolvimento e sustentabilidade para alavancar o turismo brasileiro”, destacou Gilson Machado.
Segundo o presidente da Embratur, o programa prevê o naufrágio de 1 200 equipamentos no litoral do Brasil. “O afundamento de vagões, aeronaves, embarcações de diversos tamanhos, estátuas gigantes e viaturas blindadas em áreas propicias para o mergulho vão trazer desenvolvimento de pousadas, hotéis e resorts e são prioridade para a pasta, gerando emprego, renda e entrada de divisas nos destinos brasileiros. Nossa ação tem o apoio do presidente Jair Bolsonaro, grande entusiasta do turismo do Brasil”, disse.
O Visit Pernambuco Travel Show, evento que reuniu até dia 27 cerca de 300 profissionais de turismo de 23 países para capacitações, rodadas de negócios e ações de relacionamento no estado, é promovido pelo Porto de Galinhas Convention & Visitors Bureau, Associação de Hotéis de Porto de Galinhas (AHPG) e do Sebrae-PE, com apoio da Secretaria de Turismo de Pernambuco, da Secretaria de Turismo de Ipojuca e da Embratur.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Intech Boating, fabricante da italiana Sessa Marine no Brasil, é uma das marcas já confirmadas na próxima edição do Rio Boat Show, em 2020. Ela esteve no São Paulo Boat Show 2019 com o seu lançamento New Sessa C44, pensada para aliar esportividade e desempenho, além de versatilidade e qualidade. O modelo deverá ser apresentado ao público carioca, em abril. Nessa embarcação o proprietário pode decidir entre duas configurações de cockpit: a clássica, com amplo solário e garagem para bote; ou a versão com cockpit duplo, com duas mesas que podem acomodar até 12 pessoas para o almoço. Durante o Boat Show, os visitantes podem conferir a versão com duplo cockpit.
O modelo traz ampla praça de popa, com espaço gourmet com churrasqueira acoplada, cockpit grande com sofá duplo e possibilidade de duas mesas. Um dos sofás pode ser transformado, ainda, em solário, e o pufe que o acompanha pode sair de cena para liberar mais espaço na área para, por exemplo, uma festa no barco. Este espaço conta, também, com pia a boreste com geleira e geladeira, comando duplo para piloto e copiloto e TV embutida. O cockpit é aberto com hardtop em fibra e teto solar elétrico. Outro destaque legal nesta embarcação são as escadas de acesso. Além da escada dobrável, que fica acoplada na plataforma, ela conta ainda com uma escada articulada em inox com degraus em teca, para acesso ao cockpit.
Na cabine, a New Sessa C44 conta com duas suítes, sendo a principal de meia-nau com cama de casal na transversal e banheiro com box fechado, e outra na proa, com banheiro compartilhado com a área social. Na segunda suíte, as duas camas de solteiro podem ser transformadas em uma cama de casal. A saleta da cabine inclui sofá acompanhado de mesa para refeições e cozinha com fogão, microondas e geladeira. O modelo foi reestilizado e segue a tendência que tem crescido entre os barcos: as janelas cresceram para aumentar a entrada de luminosidade natural. O solário na proa completa o estilo de barco que brasileiro gosta.
O Rio Boat Show chegará à sua 23ª edição em 2020 e já tem data confirmada. O maior salão náutico outdoor da América Latina acontecerá de 25 de abril a 3 de maio, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques, entre lanchas, veleiros, jets, infláveis, caiaques, motores e os mais diversos equipamentos e acessórios do mundo náutico, em um só lugar.
Serão nove dias de interação entre clientes, fabricantes, distribuidores e revendedores do setor. Com barcos na água e a bela Baía de Guanabara como cenário, os visitantes contarão com diversas atrações, como o Espaço dos Desejos, pensado para os amantes do mercado de luxo, com itens selecionados e exclusivos de encher os olhos.
Por mais um ano, as águas da Marina da Glória irão se transformar em verdadeiras passarelas para o desfile das mais charmosas beldades náuticas presentes no Rio Boat Show. Na sexta-feira, dia 1º de maio, a partir das 20h, acontecerá a 5ª edição do Desfile de Barcos, uma novidade que já virou tradição na edição carioca do salão náutico, com show de luzes, música e mestre de cerimônias.
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O estaleiro carioca Real Powerboats irá promover a 2ª edição da Real Party Trip neste sábado, dia 14 de dezembro. A marca reunirá seus clientes com muita festa e animação no mar. O encontro será no Saco do Céu, em Angra dos Reis (RJ), local escolhido pelos clientes da marca.
A 1ª edição do evento aconteceu em junho, com muita diversão, tendo o Saco do Mamanguá como destino, e a marca pretende repetir o sucesso, agora, seis meses depois.
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Ao se aproximar do término da Fase 2 da “Operação Amazônia Azul – Mar Limpo é Vida”, os navios da Esquadra, integrantes da Força-Tarefa 11 (FT-11), estarão atracados nos portos do Nordeste e Sudeste Brasileiros para participarem das comemorações da Semana da Marinha e estarão abertos à visitação pública.
O Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) “Atlântico” está atracado no Porto de Salvador–BA, e será o local da Cerimônia do Comando do 2° Distrito Naval alusiva ao Dia do Marinheiro, no dia 12 de dezembro. Também esteve aberto à visitação pública nos dias 7 e 8 de dezembro.
O Navio-Doca Multipropósito (NDM) “Bahia” estará atracado, de 8 a 13, em Maceió-AL e a Fragata “Liberal”, em Recife-PE, de 9 a 13. O Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) “Almirante Saboia” e o Navio-Tanque (NT) “Almirante Gastão Motta” atracarão em Vitória, de 9 a 13 e de 12 a 14 de dezembro, respectivamente.
A “Operação Amazônia Azul – Mar Limpo é Vida!”, iniciada em 4 de novembro, consiste em reforçar o apoio já prestado pelos Distritos Navais na complexa missão de combater, em muitas frentes, o derramamento de óleo que atingiu o litoral do Norte, Nordeste e Sudeste do Brasil. Foram mobilizados para esse reforço oito navios e oito aeronaves da Esquadra, além de cerca de 900 Fuzileiros Navais, 50 mergulhadores e o transporte de 1 264 toneladas de equipamentos.
Até o momento, a FT-11 navegou 27 434 milhas náuticas, realizou 3 330 horas de patrulha, abrangendo cerca de 4 milhões de Km², e interrogou 425 contatos de interesse.
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As lanchas na faixa de 22 pés são perfeitas para quem quer começar a navegar e, alguns modelos, ainda têm uma pequena cabine, que permite eventuais pernoites a bordo. É o caso dessa FS 215, da catarinense FS Yachts, da carioca Nefertite Alves Maciel Krafzik, que costuma navegar ao lado do marido e de dois cãezinhos de estimação.
“O nosso primeiro barco, comprado em 2013, foi uma lanchinha de 19 pés. Em 2018, decidimos saltar de faixa e a opção que mais nos atraiu foi a FS 215, que batizei de Galatea, com a qual costumamos navegar quase todo fim de semana na região entre a Restinga da Marambaia e a Ilha Grande. Às vezes convidamos para os passeios alguns amigos e parentes. O mais comum, porém, é termos a companhia apenas de nossos dois cães da raça Shih Tzu, um macho, de 5 anos, e uma fêmea, de 1 ano, ambos acostumados à vida a bordo desde bebês”, afirma a proprietária.
“Se fizemos uma boa escolha? Pela nossa felicidade, acho que já dá para saber a resposta, não é? A FS 215 é uma lancha muito confortável, estilosa e segura na navegação. Gostamos muito do espaço interno e da qualidade do acabamento. Sem falar do casco marinheiro. Equipada com um motor Mercury, quatro tempos, de 115 hp, a Galatea é estável, responde rápido às manobras e navega de maneira equilibrada. Para ficar ainda melhor, só falta um guincho para recolher a âncora”, conclui Nefertite.
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O estaleiro Real Power Boats é uma das marcas já confirmadas na próxima edição do Rio Boat Show, em 2020. Ela esteve no São Paulo Boat Show 2019 com o lançamento da Real 60, primeiro modelo da linha Luxury do estaleiro carioca. Com design moderno, esta lancha com flybridge foi projetada para unir sofisticação, funcionalidade e desempenho.
Ao embarcar, a popa impressiona pela sua ampla área. Ali, pode ser criado um ambiente de aproveitamento juntamente ao espaço gourmet, que inclui pia, geleira e churrasqueira, e ocupa praticamente toda a largura da popa da lancha, a não ser pela escada de acesso a bombordo. Logo em seguida, a praça de popa – com 14 m² – vem com um sofá que se une à mesa de jantar – que pode ser dividida em duas mesas ou utilizada como uma mesa grande – com capacidade de 8 a 10 pessoas. Na praça de popa, além de duas geleiras para bebidas, está sendo lançada uma petisqueira e uma champanheira térmicas.
O interior possui cozinha e bar na entrada do salão, sala de estar e jantar com sofás e mesa com tampo de vidro, e comando principal com banco duplo para piloto e copiloto a boreste. A Real 60 Luxury exposta no salão náutico paulista traz acabamentos mais claros e vasto uso de espelho em seus espaços, o que acaba tornando o ambiente mais clean e com a sensação de espaço.
O Rio Boat Show chegará à sua 23ª edição em 2020 e já tem data confirmada. O maior salão náutico outdoor da América Latina acontecerá de 25 de abril a 3 de maio, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques, entre lanchas, veleiros, jets, infláveis, caiaques, motores e os mais diversos equipamentos e acessórios do mundo náutico, em um só lugar.
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A partir deste mês, a limpeza do Aproveitamento Hidrelétrico de Simplício, no rio Paraíba do Sul, será reforçada. Furnas passará a utilizar embarcação destinada exclusivamente à coleta de lixo flutuante e macrófitas aquáticas no reservatório da UHE Anta e nos reservatórios de interligação com a Usina de Simplício. O barco, tipo catamarã, com propulsão a motor de 40HP e 7,50 metros de comprimento, possui capacidade para transportar até duas toneladas de resíduos flutuantes de uma só vez. O material reciclável coletado será doado para associações locais de catadores e as macrófitas aquáticas são separadas para compostagem para uso como adubo orgânico no plantio de mudas na Área de Preservação Permanente.
De acordo com Geovane Abraão, gerente da Divisão de Operação de Simplício, a embarcação em fibra de vidro irá oferecer maior segurança na limpeza dos reservatórios e agilidade para remoção dos detritos sólidos flutuantes. O barco coletor, que será operado por duas pessoas, terá função essencial na transferência das macrófitas flutuantes e os resíduos sólidos do reservatório para o ambiente terrestre. Após a coleta em água, os resíduos passam por uma triagem e posterior descarte.
Segundo Abraão, aquisição do barco visa a remoção das macrófitas antes de sua proliferação e retirada do lixo antes de acúmulos, assim como evitar problemas ambientais, perdas de eficiência operacional das Usinas. A limpeza do lixo flutuante é feita sempre que necessário. Nos períodos chuvosos, a frequência da coleta nos reservatórios chega a ser de 15 em 15 dias para evitar que os detritos se acumulem e seja necessário o desligamento das Unidades Geradoras para remoção dos materiais.
Furnas não é geradora desses detritos, que chegam aos reservatórios trazidos pelas águas dos rios Piabanha, Paraibuna e Paraíba do Sul. Porém, para evitar que os resíduos obstruam as grades da tomada d’água das usinas e danifiquem os equipamentos, a empresa instalou retentores de detritos para conter os detritos flutuantes e facilitar sua retirada. A nova embarcação complementará este processo de limpeza. No Aproveitamento de Simplício, todos os resíduos sólidos recicláveis coletados são doados para a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis de Além Paraíba, beneficiando 14 famílias, e para a Cooperativa de Trabalho dos Catadores de Materiais Recicláveis Cooper Elizabeth de Sapucaia, beneficiando em torno de 10 famílias.
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A primeira edição da ICS Sunset Party, Festa do Por-do-sol do Iate Clube de Santos, com apoio da Azimut, marcou a abertura da temporada de verão no litoral paulista. E em grande estilo, como há muito não se via no famoso clube do Guarujá. Mais de 500 pessoas ocuparam o gramado do clube, decorado com bonitos lounges e um palco onde cinco DJ´s se revezaram durante quase 10 horas de festa, para dançar, beber, comer e se divertir.
“A ideia era resgatar a tradicional vida social do Iate Clube de Santos e acho que conseguimos isso”, analisou um dos organizadores do evento, Renato Alcantara, que, por conta disso, já programou mais três edições da festa. “A próxima será em fevereiro”, avisa.
Além da balada-maratona, que começou ainda com o sol brilhando e só terminou no início da madrugada, a festa teve exposição de iates de luxo da Azimut e até uma “live painting”, uma grande pintura feita por um artista durante o próprio evento, que, ao final, transformou um simples tapume numa enorme tela colorida, bem ao lado da pista de dança – a qual boa parte dos convidados teve acesso de barco.
Fazendo jus ao próprio nome da festa, ela foi brindada com um lindo pôr do sol, que faz muita gente para de dançar para admirar.
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Navegar no trecho do litoral paulista entre Bertioga e Ilhabela é uma delícia. São apenas 43 milhas náuticas em linha reta, que podem ser exploradas por atalhos que levam a lugares com dotes paradisíacos, como Iporanga, Cantão do Indaiá e (já em São Sebastião) As Ilhas — assim mesmo, no plural, embora ela seja uma só —, com suas duas praias cinematográficas. É a rotina do delegado de polícia Ricardo Salvatori a bordo de sua Evolve 360 HT, que fica baseada na Marina do Forte, em Bertioga.
“Eu navego há sete anos. Minha lancha atual é uma maravilhosa Evolve 360 HT, com a qual navego, em média, três vezes por semana, ao lado da minha esposa, Kátia, e de nossos dois filhos, Isabella e Ricardo. Muitas vezes, temos a companhia de amigos, o que torna os passeios ainda mais divertidos. Um dos motivos pelos quais escolhi a 36 pés da Evolve Boats foi exatamente esse: essa lancha oferece espaço no cockpit para acomodar todo mundo, sem contar a ótima cabine”, conta Ricardo.
Tomar sol no ótimo solário e curtir a proximidade da água na plataforma submergível de 1,80 metro são outros bons motivos para se ter uma Evolve 360 HT, sem contar o próprio teto solar. Mas há outras razões objetivas para isso, como assinala o comandante da OMAR (este é o nome da lancha): “Também gosto do desempenho, com dois motores Mercury 3.0l, de 270 hp cada, e do piloto automático (interligado ao GPS Simrad). É uma lancha estável, que corta bem as ondas. Além disso, ela tem coisas que só barcos maiores costumam ter, como o ar-condicionado de 16 mil BTUs com saída no cockpit. Para ficar perfeita, mesmo, só falta uma mesa maior no cockpit”.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Imagine começar a velejar na manhã de sábado e só terminar o trajeto quando amanhece no domingo. Encarar a Regata Volta à Ilha de Santa Catarina, etapa que anualmente encerra o calendário náutico do ICSC, é isso. Em um dia como este sábado a missão de percorrer às 75 milhas náuticas (cerca de 120 km) se torna ainda mais complicado e exige muitos dos velejadores.
O vento não apareceu e às 10h, horário previsto para o início da regata, a comissão precisou postergar a largada. Quase vinte minutos de espera para finalmente as quase 30 embarcações largarem para mais uma jornada ao redor da Ilha.
Uma leve brisa surgiu e acompanhou as tripulações ao longo do percurso até o extremo Sul da Ilha. Sinal de que tudo poderia ser mais fácil. Ao chegarem em Naufragados, mais uma vez o vento parou e por lá as primeiras embarcações tiveram muitas dificuldades. Engano de quem pensou que seria mais fácil.
As horas se passaram e na primeira atualização por rádio, às 18h, a sensação é de que muitos teriam uma longa noite pela frente. Naquele momento alguns ainda passavam pelas praias do Leste e os líderes começavam a apontar no norte da Ilha, entre Praia Brava e Canasvieiras. Mais algumas horas de espera até a primeira tripulação informar que estava se aproximando da chegada. Após 10h40 de regata a equipe de Itajaí passava em frente ao Grupo de Busca e Salvamento na Beira-mar Norte para completar o evento.
Um pouco depois chegaram Catuana Kim, Terroso e Katana e Zeus Team, estes antes da madrugada de domingo. Na segunda chamada de rádio, realizada às 24h, mais uma vez a expectativa era grande para saber onde estava cada tripulação. Todos eles já no norte da Ilha, mas com o vento teimando em não apertar. Pouco depois de começar o domingo chegava a tripulação do Ursa Maior. Uma hora e meia mais tarde Pangea, Garrotilho e Açores III. Logo na sequência vieram Sorelle, Biruta e Quival.
Ao amanhecer, quatro barcos ainda desafiavam os ventos e o cansaço para completar o percurso até as proximidades da Ponte Hercílio Luz. Um a um eles foram superando as adversidades. Aprendi, Mar Sem Fim, Santa Fé e Alebrije fecharam a flotilha. 9h17 da manhã de domingo, quase 24h após a largada, e mais uma Regata Volta à Ilha de Santa Catarina era concluída.
Nas disputas da Regata Ilha do Largo as condições também exigiram muitos das tripulações. No duelo entre os HPE, a diferença entre as duas tripulações foi mínima com Força 12 levando a melhor sobre o Arretado por apenas um minuto e dez segundos de vantagem. Na classe Bico de Proa, após tempo corrigido, quem levou a melhor foi a tripulação do Tigre, seguido por Mãe D´Água, Vento Solar e Eleuteria.
Confira os vencedores em cada classe:
ORC: Catuana Kim
IRC: Itajaí Sailing Team
C30: Katana/Portobelo
RGS Geral e RGS A: Zuriel
RGS Cruzeiro Geral e RGS Cruzeiro A: Sorelle
Bico de Proa A: Alebrije
Regata Ilha do Largo:
HPE: Força 12
Bico de Proa B: Tigre
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Universo Yachts, representante do estaleiro Lanchas Solara, é uma das empresas já confirmadas na próxima edição do Rio Boat Show, em 2020. Ela esteve no São Paulo Boat Show 2019 com o lançamento da Solara 350 HT, lancha cabinada com um grande teto solar elétrico sobre o salão, no lugar do flybridge. O modelo deve ser apresentado ao público carioca. De acordo com Tuigg Carvalho, gerente de vendas da marca, a lancha foi laminada 100% pelo processo de infusão, que garante uma navegação mais veloz e econômica. Seus ambientes internos são bem distribuídos, o que resulta em espaços de barcos maiores. Sua cabine, com 1,90 metro de altura, acomoda cinco pessoas em pernoite. Tanto o camarote de proa como a de meia-nau podem ser fechados e o banheiro é completo.
Entre um camarote e outro, fica a sala-de-estar, cujo sofá pode ser convertido em uma terceira cama. No comando, há dois bancos individuais reclináveis. Na área de convivência, no cockpit, a 350 HT tem uma minicozinha gourmet, com refrigerador, micro-ondas e fogão opcional. Na proa, os bancos se convertem em um solário grande e bem bolado, com estofamento alto e encosto reclinável. Por sua vez, a plataforma de popa tem quase dois metros de comprimento e já vem acompanhada do infalível espaço gourmet, com churrasqueira, geleira e dois bancos removíveis (itens opcionais). Na motorização, aceita 2 x 200 hp a 2 x 250 hp, a gasolina; ou 2 x 220 hp diesel.
O Rio Boat Show chegará à sua 23ª edição em 2020 e já tem data confirmada. O maior salão náutico outdoor da América Latina acontecerá de 25 de abril a 3 de maio, na Marina da Glória, reunindo os principais lançamentos e destaques, entre lanchas, veleiros, jets, infláveis, caiaques, motores e os mais diversos equipamentos e acessórios do mundo náutico, em um só lugar.
Serão nove dias de interação entre clientes, fabricantes, distribuidores e revendedores do setor. Com barcos na água e a bela Baía de Guanabara como cenário, os visitantes contarão com diversas atrações, como o Espaço dos Desejos, pensado para os amantes do mercado de luxo, com itens selecionados e exclusivos de encher os olhos.
Por mais um ano, as águas da Marina da Glória irão se transformar em verdadeiras passarelas para o desfile das mais charmosas beldades náuticas presentes no Rio Boat Show. Na sexta-feira, dia 1º de maio, a partir das 20h, acontecerá a 5ª edição do Desfile de Barcos, uma novidade que já virou tradição na edição carioca do salão náutico, com show de luzes, música e mestre de cerimônias.
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O britânico bicampeão olímpico Iain Percy fez seu talento e sua experiência prevalecerem no dia decisivo da Star Sailors League Finals em Nassau, nas Bahamas. Ao lado do medalhista olímpico e campeão mundial Anders Ekstrom, da Suécia, Percy venceu a regata decisiva para conquistar um título inédito após duelo acirrado com os franceses vice-campeões Rohart e Ponsot. A dupla Melleby (NOR) e Revkin (EUA) conquistou o bronze, enquanto Bruno Prada e o polonês Mateusz Kusznierewicz ficaram em quarto lugar.
Além de Prada, que foi diretamente para a final, outros dois brasileiros Henrique Haddad (Gigante) e Henry Boening (Maguila) correram as regatas decisivas entre as dez melhore tripulações. A quartas de final recebeu oito barcos, com três eliminações, a semifinal teve seis duplas e mais três foram eliminadas. Quatro equipes foram para a disputa da medalha de ouro e de uma premiação total de 200 mil dólares.
A passagem de Haddad e Boening das quartas de final para a semifinal foi dramática. Três das oito duplas seriam eliminadas e os brasileiros velejaram no limite a maior parte da regata. Chegaram na quinta colocação após duelo metro a metro com os norte-americanos Cayard e Trinter, que acabaram eliminados. Apenas três segundos separaram as duas equipes.
Com vento fraco, o barco dos brasileiros tinha mais velocidade no contravento do que nas pernas de popa. A dupla Chiavarini (GBR) e Weise (ALE) venceu as quartas de final com o tempo de 53m09, seguida por Melleby (NOR) e Revkin (EUA), Rohart e Ponsot (FRA), e Percy (GBR) e Ekstrom (SUE). As cinco tripulações seguiram à semifinal, junto com Negri (ITA) e Kleen (ALE), vice-líderes da fase de classificação.
Na semifinal com seis embarcações, Haddad e Boening largaram mal. Não conseguiram espaço na linha de partida e foram perdendo contato com a flotilha a partir do primeiro contravento. Chegaram na sexta posição. Rohart e Ponsot lideraram com tranquilidade e passaram à regata final com Percy e Ekstrom, Melleby e Revkin, que se juntaram aos líderes da primeira fase, Kusznierewicz e Prada.
“A emoção do dia ficou para as quartas de final, quando conseguimos a classificação em cima da linha. Na semi, saímos atrasados e não conseguimos recuperar, mas foi ótimo. Demos o melhor e o sétimo lugar está de bom tamanho”, analisou Boening, vice-campeão da SSL Finals em 2018 com Robert Scheidt.
O velejador olímpico e timoneiro Haddad, estreante em Nassau, compartilhou o sentimento do parceiro. “Não velejamos tão bem. Foi um dia difícil para nós. Os caras que ficaram na nossa frente mereceram. No geral o saldo é extremamente positivo”, considerou o representante brasileiro da Classe 470 nos Jogos Rio 2016.
Classificação final da SSL Finals 2019
1 – Percy (GBR) e Ekstrom (SUE)
2 – Rohart e Ponsot (FRA)
3 – Melleby (NOR) e Revkin (EUA)
4 – Kusznierewicz (POL) e Prada (BRA)
5 – Chiavarini (GBR) e Weise (ALE)
6 – Negri (ITA) e Kleen (ALE)
7 – Haddad e Boening (BRA)
8 – Cayard e Trinter (EUA)
9 – Muhonen (FIN) e Kushnir (UCR)
10 – Doyle e Infelise (EUA)
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A marina Dársena Voga Marine, em Ubatuba, Litoral Norte de São Paulo, foi uma das inscritas e aprovadas no programa Bandeira Azul para a temporada 2019/2020 e teve a sua bandeira hasteada no sábado (7). Para obter a Bandeira Azul, a Dársena Voga Marine teve que cumprir uma série de critérios relacionados a informação e educação ambiental, gestão ambiental, segurança e serviços, qualidade da água, responsabilidade social corporativa e envolvimento social comunitário.
Atualmente, 50 países participam do programa, sendo que no Brasil, o operador nacional é o IAR – Instituto Ambientes em Rede, membro desde 2005. O Bandeira Azul é um selo de carácter socioambiental amplamente reconhecido no mundo e cujo objetivo principal é elevar o grau de conscientização da sociedade e gestores públicos sobre a necessidade de proteger os ambientes marinho/costeiros e lacustres, incentivando a busca por qualidade, podendo ser aplicado a praias e marinas (marítimas, lacustres e fluviais).
A Bandeira Azul é dada para uma temporada de cada vez e a licença é válida enquanto os critérios são cumpridos, devendo ser baixada no caso de não cumprimento das ações propostas ou acidentes ambientais.
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Em uma disputa emocionante as velejadoras brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze conquistaram na madrugada deste domingo, 08/12, a medalha de prata no Mundial de 49erFX, que aconteceu em Auckland, na Nova Zelândia. As holandesas Annemiek Bekkering e Annette Duet garantiram o bicampeonato mundial e as dinamarquesas Ida Marie Nielsen e Marie Olsen completaram o pódio com a medalha de bronze. A Mundial de 49erFX começou a ser disputado em 2013. Desde então, Martine e Kahena já subiram ao pódio cinco vezes, sendo campeãs em 2014.
Os ventos e as ondas desafiadoras de Auckland foram determinantes para o resultado do Mundial em todas as classes. Na 49erFX a disputa pelo ouro foi acirrada entre as brasileiras e as holandesas. Antes da medal race as duplas disputaram mais duas regatas. Na primeira, Martine e Kahena fizeram mágica contra o vento e chegaram à frente das adversárias. Na segunda, as holandesas velejaram muito bem e bateram as brasileiras. A liderança geral da competição mudou ao longo das duas regatas e as holandesas avançaram para a Medal Race com apenas 2 pontos de vantagem, o que em uma regata que tem peso 2 é praticamente nada.
Com uma medal race de quem bate quem, as duas duplas estavam travadas com as condições de vento e ondas ficando cada vez mais desafiadoras. Na terceira volta, de quatro no total, com as outras duplas avançando em direção ao lado oposto de onde estava vindo o vento, as holandesas apostaram no que era seguro e montaram a segunda bóia. Já Martine e Kahena, no calor da disputa, foram ao extremo, e acabaram virando com o barco. Foi nesse momento que as holandesas garantiram o ouro.
O Mundial começou no dia 3 de dezembro e foi a última grande competição no calendário da Vela antes dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. A competição reuniu as classes 49er, 49erFX e Nacra 17 e distribui 15 vagas para as Olimpíadas. A disputa da classe 49erFX contou com 61 duplas de 26 países.
A prata no Mundial encerra um ano importante para as brasileiras. As campeãs olímpicas conquistaram 6 títulos na temporada 2019: Mid-Winter Miami, a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, o Troféu Princesa Sofia, na Espanha; o Campeonato Europeu, na Inglaterra; os Jogos Pan-Americanos, em Lima, e o evento-teste de Tóquio 2020, em Enoshima. Vale lembrar que com o ouro em Lima, Martine e Kahena entraram para o seleto grupo de atletas brasileiros com a tríplice coroa do esporte, que soma os títulos olímpico, mundial e pan-americano.
Resultado do Mundial de 49erFX – 2019
OURO – Annemiek Bekkering e Annette Duet (HOL)
PRATA – Martine Grael / Kahena Kunze (BRA)
BRONZE – Ida Marie Nielsen e Marie Olsen (DEN)
Histórico da dupla brasileira em Mundiais:
2013 – Prata
2014 – Ouro
2015 – Prata
2016 – 6º lugar
2017 – Prata
2018 – 4º lugar (classificação do Brasil para Tóquio 2020)
2019 – Prata
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