A regata Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre começou neste domingo (27), com 59 barcos na linha de largada rumo ao Brasil. Os veleiros partiram da cidade francesa de Le Havre para um percurso de 4 350 milhas náuticas ou 8 mil quilômetros até Salvador (BA).
A prova, uma das mais prestigiadas da vela oceânica mundial, é disputada em duplas e deve durar, no mínimo, 13 dias para os primeiros colocados. Os melhores velejadores das classes IMOCA, Multi50 e Class40 estão inscritos na competição, que chega em 2019 à sua 14ª edição.
O tiro de largada ocorreu às 13h15 horário local com temperatura na casa dos 12 graus e ventos de média intensidade. Os barcos já devem enfrentar dificuldades nos primeiros dias de prova ainda no Canal da Mancha por causa dos ventos e do alto tráfego de embarcações no mar entre a Inglaterra e a França.
A organização montou um percurso entre bóias antes da saída rumo ao Brasil. A flotilha passou pelas falésias de Etretat, um dos cartões postais da Normandia. O catamarã Solidaires en Peloton-ARSEP teve a melhor largada entre os Multi 50. Entre os IMOCAs, destaque para Bureau Vallée II e Charal. Já entre os Class40, o Aïna Enfance et Avenir estava mais a frente.
”Com todos esses barcos novos, tenho a impressão de ter diante de mim a verdadeira Fórmula 1 dos mares. Durante toda a semana, o público viu os barcos de perto a Vila da Regata de Le Havre e participou das atividades”, disse o espanhol Juan Amat, presidente do Grupo JDE, detentor da marca de café Jacques Vabre.
As análises dos meteorologistas da MeteoFrance mostram que os ventos serão contrários nesta parte da Europa, incluindo as tradicionais zonas de alta pressão no mar entre Noroeste da França e o Norte da Espanha.
Com os barcos na água, a organização da Transat Jacques Vabre passa para a segunda fase do evento, que é montar a Vila da Regata em Salvador (BA). Os portões serão abertos ao público em 6 de novembro no Terminal Turístico Náutico da Bahia, espaço localizado atrás do Mercado Modelo e Elevador Lacerda.
Em Le Havre, as atrações duraram 10 dias e foram visitadas por mais de 500 mil pessoas. ”Metade do trabalho foi concluída. Agora tem a recepção das equipes em Salvador, com os primeiros barcos chegando em 10 dias. Nessa largada deu para ver o tamanho da exposição midiática da regata”, contou a brasileira Raquel Cruz, coordenadora da Transat Jacques Vabre.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Depois da participação e prêmios recebidos nos recentes salões náuticos europeus, no período que a empresa completa 50 anos de história, a Azimut Yachts parte para o Fort Lauderdale International Boat Show 2019. O evento acontece de 30 de outubro a 3 de novembro na região norte-americana.
Serão 15 consagrados modelos da frota em exposição, de 40 pés a embarcações de 30 metros de comprimento. Clientes da América Latina serão recepcionados pelo diretor comercial da Azimut Yachts Francesco Caputo e equipe, que estarão à disposição para apresentar os grandes sucessos da marca mundialmente.
Quem estiver no evento poderá conhecer de perto, por exemplo, a Azimut Grande 27 Metri, que também começou a ser produzida na unidade de fabricação brasileira, recentemente. Fibra de carbono em sua superestrutura, sistema de navegação que se ajusta ao perfil do comandante, design assinado por renomados profissionais italianos, alto conforto e grandiosidade de sua planta (com até 5 suítes) são algumas das características. Clique aqui para ver todos os modelos expostos.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O Ministério do Turismo da Grécia e o Ministro Harry Theoharis decidiram recentemente investigar um plano para desenvolver as marinas periféricas do país, especialmente as de algumas das ilhas menores. O plano envolve a simplificação da estrutura legal, a fim de envolver procedimentos menos burocráticos, de modo que o plano seja implementado dentro de um ano.
Uma parte fundamental do projeto é que as marinas serão autônomas e financeiramente independentes, mantendo um padrão mínimo. Atualmente, todas as ilhas têm algum tipo de pequeno porto ou marina que pode hospedar cerca de 10 a 20 barcos. A maioria dos espaços é ocupada por pescadores locais ou por barcos pouco utilizados, pois normalmente não estão sujeitos a taxas.
Espera-se que o plano seja ativado assim que o quadro jurídico estiver pronto, começando pelas ilhas que têm um interesse comercial ou desempenham um papel vital no turismo marítimo da Grécia.
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Em 1999, estes dois amigos italianos – Marco Amoretti e Marcolino De Candia –, cruzaram o Atlântico a bordo de um carro flutuante. A ideia veio do pai de Marco – Giorgio –, que um ano antes de ser diagnosticado com câncer terminal, criou um “automóvel marítimo”. No entanto, ele estava muito doente para concluir a viagem, então seu filho partiu para realizar seu sonho.
Em 4 de maio de 1999, quatro jovens partiram das Ilhas Canárias para alcançar o outro lado do Oceano Atlântico. Eles usaram um Volkswagen Passat destruído e um Ford Taunus cheio de poliuretano flutuante para completar a viagem. “O compartimento do motorista e do passageiro foi organizado como um abrigo. Em cima do carro, tínhamos um barco de borracha com um buraco no meio que nos permitia entrar e sair do carro”, explicou Marco.
Fotos: Reprodução
Os dois irmãos de Marco também embarcaram na aventura, mas desistiram no meio do caminho devido a fortes enjoos. Não que isto tenha desencorajado os dois amigos que tinham certeza de que seriam capazes de realizar a travessia. No entanto, engana-se quem estima que a viagem foi fácil. O par era frequentemente atingido por tempestades e chegou a ser atacado por um tufão. Uma das vezes, eles perderam todo o contato com o mundo quando o telefone via satélite quebrou.
“Quando finalmente ligamos para casa novamente, eu continuava perguntando sobre meu pai. Eles não nos disseram nada para não diminuir nossa confiança, mas, pouco antes de chegarmos à Martinica, descobri que ele havia morrido”, conta Marco.
No entanto, eles desafiaram todas as probabilidades e completaram a exaustiva jornada. Depois de 4 longos meses, os dois viajantes chegaram ao seu destino – o Caribe. “Fiquei orgulhoso porque mostrei ao mundo que o sonho de meu pai não era impossível”, completa o italiano.
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A Maremar Turismo iniciará, neste fim de semana, as operações de mergulho com um novo barco especial para a função, no Arquipélago de Alcatrazes. Trata-se um Flexboat SR 1000 Dive Tour, com cadeiras de passageiros para turismo, compartimento dedicado à acomodação dos cilindros de mergulho e escada de embarque no bordo.
Sediada em Ilhabela desde 1991, a Maremar conta com equipamentos que incluem escuna, infláveis e lanchas, e é uma das empresas licenciadas pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), órgão que, junto com a Marinha, faz a gestão da área. Lanchas particulares continuam proibidas de parar no local.
O arquipélago dos Alcatrazes, no litoral norte de São Paulo, foi reaberto ao turismo náutico em dezembro de 2018. Um dos maiores ninhais de aves marinhas do Sul e Sudeste brasileiro, o arquipélago foi, desde a década de 1980 até 2013, local de exercício de tiros da Marinha e estava fechado para visitação.
É a primeira vez que o turismo na região é feito de forma organizada. A descida em terra continua proibida. Os turistas podem ver a ilha do barco e mergulhar de snorkel ou de cilindro em mais de dez pontos da região.
Fotos: Divulgação
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A flotilha de Optimist participa, neste final de semana, da 3ª etapa do Campeonato Pernambucano de Optimist. Serão realizadas seis regatas, três no sábado e outras três no domingo (27), na raia de Maria Farinha do Cabanga.
A liderança do Campeonato Pernambucano de Optimist, atualmente, é ocupada por João Pedro Cardoso, com 16 Pontos Perdidos (PPs). Em segundo está Júlio César Avellar com 21 PPs e Miguel Andrade, em terceiro, tem 26 PPs. No feminino, Valentina Guimarães ocupa a primeira posição, seguida por Milena Araújo. Já no estreante, Ricardo Rondon Alkalai está na ponta da classificação.
A programação para o Campeonato Pernambucano de Optimist é de 24 regatas com até quatro descartes. A quarta e última etapa será disputada nos dias 9 e 10 de novembro, em Maria Farinha, para conhecer o campeão da temporada.
Após a última etapa, haverá a cerimônia de premiação do Campeonato Pernambucano de Optimist. Serão contemplados os cinco primeiros colocados da classificação geral e estreantes, além dos primeiros de cada categoria.
Classificação do Pernambucano de Optimist
1º – João Pedro Cardoso
2º – Júlio César Avellar
3º – Miguel Andrade
4º – Antônio da Fonte
5º – Valentina Guimarães
6º – Lucas Sant’anna
7º – Milena Siqueira Araújo
8º – Ricardo Rondon Alkalai
9º – Guilherme Siqueira Araújo
10º – Beatriz Raposo
11º – Marcelo Paiva
12º – Luiza Barros
13º – Catarina Gondim
14º – Manuela da Fonte
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A MCP Yachts divulgou novas imagens do seu projeto de veleiro Global Exp 66. Desenvolvido pelo MCP Sailing Yachts Division, o modelo promete reunir um conceito de yacht sustentável, que possa proporcionar conforto e segurança para navegação em todos os mares do planeta. O conforto, sofisticação e segurança de um yacht MCP com o espírito dos velejadores aventureiros.
O casco em alumínio naval (liga 5083 H116 – material certificado pelo Lloyd’s Register de Londres) é extremamente leve e robusto, infinitamente durável, não é inflamável, não absorve água e possui rigidez até 10 vezes superior à um casco de fibra de vidro com o mesmo peso agregado. Marcenaria inteligente, com estruturas de material compósito de baixa densidade garantem leveza e colaboram com o alto desempenho deste super veleiro. Outro grande diferencial é a compartimentagem estanque na praça de máquinas e no pique tanque de vante.
Com 20,10 m de comprimento, o modelo contará com suítes de proa e de popa, além de camarotes à meia-nau. O cockpit será central, o que estrategicamente proporciona amplidão imbatível no camarote de popa e configura a região da praça de máquinas
como área técnica reservada. Todas as adriças e escotas serão acessíveis e manobráveis no interior do cockpit. O doghouse rígido dispensa capotarias.
O Raised Salon permite a inclusão de um Pilot House no conforto e calor do salão principal,
com vista panorâmica para o mar e comandos de piloto automático, eletrônicos de navegação, manete de motor e guincho de âncora.
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A Marina Confiança, em parceria com a Jet Crazy, realizará neste fim de semana, dias 26 e 27 de outubro, o test-ride na nova plataforma Sea–Doo 2020 na represa Jaguari-Jacareí em Bragança Paulista.
Para celebrar o início da temporada de esportes náuticos, amantes destas práticas poderão usufruir de momentos cheio de aventuras aquáticas na Marina Confiança. Segundo a diretoria do estabelecimento e da organização do evento, os interessados deverão ter habilitação e motonauta. É necessário o agendamento para o test drive que terá a duração de uma hora sem custo. Caso haja interesse de utilização do serviço de rampa, será cobrado o valor de R$ 100,00.
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O estaleiro paranaense Triton Yachts iniciou operações em Santa Catarina por meio de nova loja parceira, a Piraboat Náutica. Criada em 2013, a Piraboat já realiza operações da marca no estado de São Paulo.
A loja Piraboat Náutica está próxima à Beira-Rio e à marina, localizada na Av. Onze de Junho, 309, no Bairro Fazenda, e conta com showroom com exibição de lancha Triton. Atende de segunda a sábado das 9h às 18h e conta com profissionais especializados no setor.
“Escolhemos a cidade de Itajaí para abrir a segunda loja no país devido a sua localização estratégica com acesso facilitado através de rodovias e próximo a um aeroporto internacional. A escolha também foi motivada por oferecer um acesso marítimo privilegiado onde podemos contar com a estrutura da vizinha Marina Itajaí, um complexo que está em expansão, o que demonstra o aquecimento do mercado nesta área”, explica Anderson Valério, diretor da Piraboat Náutica.
De acordo com executivo da Triton Yachts, Santa Catarina está entre os mercados com maior volume de interessados no segmento de embarcações premium brasileiro. “O estado possui um mercado bastante ativo no mundo náutico. Tem como principais clientes não apenas moradores do litoral e do interior, mas também visitantes de outros estados brasileiros e de países vizinhos que escolhem a região para morar ou passar férias e apreciar a navegação nas belíssimas paisagens da região”, diz Allan Cechelero diretor da Triton Yachts.
Além de Itajaí, a Triton Yachts também está presente em cidades no Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Goiás e no Pará, além de planos de expansão.
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Após apresentação no Cannes Yachting Festival e no Mônaco Yacht Show com sete unidades já vendidas, o novo 48 Wallytender fará sua estréia nos EUA no próximo Fort Lauderdale International Boat Show, de 30 outubro a 3 de novembro.
“O Ferretti Group está particularmente empolgado em apresentar esta embarcação ao mercado mundial nos EUA, pois esta é a primeira edição do evento desde que a empresa adquiriu a marca Wally. Com tantos recursos divertidos e adequados para a família no 48 Wallytender – como o layout flexível dos assentos e a extensa plataforma de natação -, temos certeza de que será um sucesso entre nossos clientes seletivos da região”, afirmou Stefano de Vivo.
O conceito original do Wallytender abriu um novo mercado. O novo modelo mantém as soluções que definem a filosofia da Wally de combinar forma e função, e promete introduzir novos recursos para aprimorar a experiência de navegação.
“Este é um ano marcante para Wally na FLIBS; não apenas temos um modelo novo e fantástico que faz sua estréia na feira, mas fazer parte do Grupo Ferretti significa que o Wally agora pode oferecer uma experiência de compra ainda melhor”, comentou Luca Bassani, fundador do Wally. “Tivemos uma resposta muito positiva ao 48 Wallytender e esperamos que isso continue na FLIBS. Como uma lancha aberta com amplos recursos, é o barco perfeito para o mercado dos EUA”.
O 48 Wallytender possui volumes interiores generosos, com uma suíte que combina a herança da navegação de decks de teca com painéis e acessórios em fibra de carbono. O desafio aqui era elevar o bordo livre sem perder a pureza das linhas de casco associadas a todos os modelos Wally.
Este modelo oferece seções de balizamento dobráveis padrão para aumentar a plataforma de natação, além de passarela retrátil que também funciona como uma escada de natação, também incluída como padrão.
No convés, o layout foi projetado para proporcionar conforto, com cadeiras e espreguiçadeiras, além de área para refeições ao ar livre. Para aproveitar ao máximo a experiência na água, o assento traseiro pode ser configurado para ficar virado para a frente ou para a mesa de jantar.
Conta com sistema especial de ancoragem que pode ser operado com o toque de um botão na estação do leme. O pacote de propulsão padrão inclui os dois motores Volvo IPS 650 e é equipado com joystick.
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Há 10 anos, a empresa Ecofireplaces introduziu o conceito de lareiras ecológicas, sustentáveis e portáteis no mercado de decoração. Agora, a marca apresenta as novíssimas Ecoboat, especialmente pensadas para barcos, que contam com queimadores exclusivos desenvolvidos na Europa. Elas integram os lançamentos para o mercado nacional e internacional em comemoração aos seus 10 anos.
As lareiras náuticas contam com um sistema especial, que permite o tombamento sem que haja vazamento do biofluído responsável por mantê-las acesas. Elas podem ser utilizadas para aquecer o interior das embarcações, em decks, spas e jacuzzis, ou até mesmo ao desembarcar na praia para um Luau.
Fotos: Divulgação
O combustível utilizado é o biofluído, etanol produzido à base de cereais. “Além de suportar o agito do mar, elas não emitem CO2 e fumaça, não exigindo assim adaptações para serem utilizadas”, diz Rossana Nogueira, diretora de marketing e novos produtos da Ecofireplaces, que inclui entre os destaques do modelo a autonomia – podendo chegar a 6 horas ininterruptas de fogo sem reposição de biofluído. A Ecoboat estará disponível nas cores preta e branca.
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A tripulação do Loyalty ratificou a força da Classe C30 no XXIX Troféu Cayru, umas das competições mais tradicionais da vela no Sul do País. O barco do Veleiros do Sul (VDS) venceu duas das três regatas disputadas no Rio Guaíba, em Porto Alegre, na categoria IRC, somando quatro pontos perdidos. O Spin (Delta 32) ficou em segundo lugar com 8,5 pontos, enquanto o terceiro colocado San Chico (BB40) acumulou nove.
Na regata Ilha das Pombas, de percurso longo, no sábado (19), o Loyalty chegou em segundo lugar, logo atrás do San Chico. Após a largada o vento sul aumentou de intensidade, atingindo 20 nós (36 km/h) nas rajadas, à tarde. O Loyalty venceu as duas regatas barla-sota no domingo aproveitando a variação do vento de sul a sudeste entre 15 e 18 nós. As várias classes levaram mais de 30 barcos à capital gaúcha.
O comandante Alexandre Leal atribuiu a conquista do Loyalty à união da equipe. “É o resultado dos treinos. Temos uma tripulação definida e que deve seguir junta na temporada de 2020. Além de os velejadores terem experiência, ganhamos o reforço do tático Cachopa, que conhece o barco muito bem”, enalteceu Leal. Fábio Pilar, o Cachopa, é campeão mundial de Laser Radial e conquistou títulos na Classe C30 com o Caiçara, em Ilhabela.
“O mais importante foi constatar que o time está muito bem treinado. Também adicionamos velas novas ao enxoval do Loyalty, que nos dão mais competitividade nas regatas de rating (tempo corrigido). A soma desses dois fatores nos deram a vitória, mas ainda temos o que melhorar”, afirmou otimista, o comandante Leal.
Procedente de Ilhabela (SP), antes de mudar de endereço para o Rio Guaíba, o Loyalty foi protagonista de várias conquistas na chamada Capital Nacional da Vela, incluindo o tetracampeonato brasileiro da Classe C30 de 2012 a 2015. O atual campeão nacional é o Kaikias Maserati, de Ilhabela, enquanto o Caballo Loco venceu a Semana de Vela, estabelecendo campeões inéditos em ambas as competições de 2019.
A disputa seguirá acirrada neste final de temporada em Ilhabela com a quarta e última etapa da Copa Suzuki de Vela Oceânica. Após oito vitórias em 21 regatas, Caballo Loco lidera com 29 pontos perdidos, incluídos cinco descartes. Kaikias Maserati soma 32 pontos, contra 33 do Caiçara, ou seja, a briga pelo título deve seguir indefinida até a última prova.
Os barcos Katana Portobello, eCycle +Realizado e Barracuda completam a flotilha da Classe C30 no XIX Circuito Ilhabela de Oceano. As regatas decisivas, com sede no Yacht Club Ilhabela (YCI), serão em 23, 24 e 30 de novembro, e em 1º de dezembro, dia de premiação e festa de encerramento para os velejadores da C30 e das classes HPE 25, IRC, RGS e Clássicos.
Copa Suzuki após três etapas (21 regatas e 5 descartes)
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Pescadores encontraram uma embarcação soterrada às margens do Rio Grande, em Ribeirão Vermelho (MG). O barco a vapor do século 19, com cerca de 10 metros de comprimento, seria responsável pelo transporte de passageiros e pequenas mercadorias. Uma outra embarcação também apareceu com a baixa da Represa do Funil. Uma lancha, toda feita de madeira, não vai poder ser restaurada.
Os moradores disseram que é comum encontrar embarcações no local, porque ali funcionava o antigo porto da cidade. Quando o rio baixa, é possível ver um pedaço dele, um paredão de pedra, onde os barcos atracavam. Antes de virar uma referência ferroviária, Ribeirão Vermelho teve um intenso movimento de navegações até o fim dos anos 1940. O atual prédio da prefeitura foi a central das operações.
Não foi a primeira vez que os barcos apareceram às margens do Rio Grande. Há mais de 20 anos, uma lancha foi retirada soterrada com a ajuda de moradores. Em 2014, uma lancha do século passado também foi encontrada. Na época, a prefeitura havia prometido a retirada para preservação. Mas a promessa não foi cumprida e a lancha está no mesmo lugar. A prefeitura diz que não houve tempo suficiente para fazer a retirada. A ONG Circuito Ferroviário se interessou pelo barco e se ofereceu para fazer a restauração.
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O designer Alejandro Crespo, de Valência, lançou seu mais recente projeto de megaiate, o Equilibrium, de 105 metros. O modelo apresenta design exterior com amplo uso de vidro, graças aos grandes painéis das janelas, e uma cor externa chamada de “verde champanhe”. Isso combinado com uma superestrutura branca metálica.
Os principais recursos do modelo de seis conveses incluem um heliponto, áreas de entretenimento com amplo terraço, piscina com cascata no deck principal, clube de praia no convés inferior, e até mesmo um espaço para balada à popa do convés principal. Baseado em uma estrela, este espaço inclui um observatório panorâmico de vidro temperado que oferece vistas de longo alcance sobre o oceano. Já o clube de praia, inclui uma jacuzzi integrada ao convés, além de uma área de lounge e dois bares. Outras características incluem sauna, hammam, centro de mergulho e observatório subaquático.
As acomodações a bordo são para 22 pessoas, incluindo a área do proprietário, quatro camarotes VIP no andar superior e seis camarotes de hóspedes no convés principal. O deque do proprietário inclui um camarote espaçosa à proa, dois banheiros, dois closets e um sofá grande. Enquanto isso, os alojamentos da tripulação permitem 42 funcionários.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Baía de Todos-os-Santos e os visuais paradisíacos da Bahia garantiram o sucesso de um evento exclusivo para motos aquáticas. Entre os dias 18 e 20 de outubro, o Caatinga Jet e Convidados 2019 reuniu cerca de 100 embarcações e 160 pessoas, com o patrocínio da concessionária BRP Vitta Náutica.
O ponto de partida foi a cidade de Salinas da Margarida, com parada estratégica na praia da Barra do Paraguaçu, e em seguida o grupo navegou pelas belezas da praia de Cabuçu, na cidade de Saubara. O município de Madre de Deus e as praias de Loteto e de Viração, na Ilha dos Frades, pertencente a Salvador, além de Itaparica, que fechou a programação, também foram atrações do roteiro.
“O evento foi muito bem organizado e o roteiro, escolhido a dedo, com locais paradisíacos da baía de Todos os Santos”, conta Bruno Ferreguete, proprietário do Grupo Vitta. A concessionária BRP possui lojas em Teixeira de Freiras e em Lauro de Freitas, na Bahia, e em Vitória e em Linhares, no Espírito Santo. O grupo canadense assina as motos aquáticas da Sea-Doo, os motores de popa da Evinrude e os veículos da Can-Am.
“As condições estavam especialmente ótimas, com pouco vento, e o mar totalmente ‘flat’. Os locais incríveis por onde passamos, com gastronomia e belezas únicas, também marcaram o evento, bem como o clima alegre de confraternização entre os participantes”, continua Ferreguete.
Envolvida de forma direta com as comunidades de motos aquáticas, a Vitta Náutica já tem passeios agendados para a temporada 2020. “Em janeiro, teremos o Morro Summer (dia 24), em Morro de São Paulo, e o Rally dos Mares (28), de Salvador a Ilhéus. No dia 13 de março, está marcado o Barra Summer, em Barra Grande, outro grande evento para as motos aquáticas na Bahia”, conclui.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
No início do mês, de 3 a 6 de outubro, o Rio Tietê recebeu mais uma expedição de jets organizada por Marcello Gimenez, o Chula, da concessionária Jet Chula, e Fabiano Alves Coimbra, fundador do grupo Jetmaníacos. No dia 3, 22 motos aquáticas do grupo Jetmaníacos saíram de Barra Bonita com destino a Arealva, passando pela eclusa de Bariri. O grupo passou a noite em Arealva e seguiu passeio no dia seguinte, sexta-feira, dia 4, passando pela eclusa de Ibitinga e encontrando a outra equipe participante, da Jet Chula.
Juntos, os 43 participantes seguiram rumo a Araçatuba, onde chegaram por volta das 18h e foram recepcionados com um churrasco no Tietê Resort Hotel. No sábado, 5, a equipe saiu com destino à Ilha Solteira por volta das 10h da manhã. “Foi um dia ensolarado e o rio estava um espelho de tão liso até Pereira Barreto, onde abastecemos e tivemos uma pausa para o almoço”, relatou Chula.
Fotos: Divulgação
O grupo seguiu pelo canal de Pereira Barreto, o segundo maior canal artificial do mundo, com uma extensão de 15 km, perdendo somente pelo Canal do Panamá, chegando ao Rio São José dos Dourados e, finalmente, ao Rio Paraná, na Ilha Solteira, em Mato Grosso do Sul.
A volta da equipe Jet Chula aconteceu no domingo, dia 6, de ônibus até São Paulo. Neste dia, o grupo dos Jetmaníacos seguiu pelo Rio Paraná rumo à cidade de Aparecida do Taboado (MS) e pernoitou no Rancho do Sr Newton, sendo recebidos com um churrasco de cordeiro.
Na segunda, 7 de outubro, os Jetmaníacos subiram o Rio Paraná até sua formação pelos rios Grande e Paranaíba, numa tríplice fronteira estadual entre Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e São Paulo. A equipe subiu o Rio Grande até o Balneário Estrela da Barra, no município de Carneirinho (MG), onde se alimentaram e retornaram até Ilha Solteira (SP), finalizando a expedição com 725 km navegados. De lá, retornaram para São Paulo de ônibus.
O passeio teve o apoio do departamento de hidrovia Paraná-Tietê e da Capitania dos Portos de Barra Bonita, com tudo pensado para preservar a segurança de todos os participantes.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A 69ª edição da regata de oceano Santos-Rio terá largada nesta sexta-feira, 25 de outubro, às 12h, do Iate Clube de Santos, na Baixada Santista (São Paulo), e chegada no Rio de Janeiro, no Iate Clube situado no bairro da Urca. A competição tem a chancela da ABVO, Associação Brasleira de Veleiros de Oceano, e acontece antes do 50º Circuito Rio, entre os dias 31 de outubro e 3 de novembro. As duas competições têm peso máximo na Copa Brasil, que define o melhor barco de 2019 e os melhores em cada classe. As duas disputas serão por barcos das classes IRC, ORC e RGS, todos os barcos sendo filiados à ABVO.
Atual campeão da Santos-Rio, o barco santista Rudá confirmou presença com o time completo para esta edição dos dois eventos. “Viremos com 10 pessoas, Vamos nos divertir! Será a 69ª edição e ano que vem teremos um marco maravilhoso para a vela: a 70ª edição em 2020. Alguns barcos já chegaram aqui em Santos e será um evento sensacional”, disse Mário Martinez, comandante do Rudá, barco que foi o melhor na categoria IRC em 2018 e corre atrás do bicampeonato.
Adalberto Casaes, comodoro da ABVO, marcará presença no 50º Circuito Rio com seu barco Maestrale, do Iate Clube do Rio de Janeiro, na classe ORC. “A Santos-Rio é regata destacada e tradicional no calendário da vela oceânica brasileira e tem todo o apoio da ABVO, que este ano, a exemplo de ocasiões anteriores, está ajudando para que seja possível disponibilizar link para acompanhamento satélite com a evolução de todos os barcos. Esperamos grande sucesso nessa regata assim como no Circuito Rio”, apontou.
Quem marcará presença também no Circuito Rio é o barco Danadão comandado por Guilherme Raffare e que tem Maurício Santa Cruz, pentacampeão mundial de Vela (quatro na J-24 e um na Snipe) e bicampeão Pan-Americano. O barco é o atual campeão Brasileiro ABVO em Búzios (RJ) e terceiro na classificação geral da IRC. “São boas expectativas. Estaremos com um bom time, material novo e conhecendo melhor o barco. É uma raia que conhecemos e teremos a chance de disputar outra vez com nossos concorrentes na classe IRC”.
Líder do ranking da Copa Brasil ABVO na classe RGS, o barco de Ilhabela (SP), BL3 URCA, chega animado para as disputas das duas competições. “Foram cerca de 12 regatas comandando o barco, a turma está bem animada, é experiente. A previsão não é tão boa do tempo, mas prefiro condições de pouco vento do que de muito, não deixa de ser aprendizado para todo mundo”, afirmou Clauber Andrade. “Não sabia que liderava o ranking da ABVO na RGS, então a ideia é correr bem essas duas etapas e seguir na frente”.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O navio de cruzeiro Global Dream, concebido pela Dream Cruises, busca unir o melhor dos dois mundos. Com capacidade para 9 mil passageiros, spas, cinema e lojas, ele também será o primeiro do mundo a ter um parque de diversão em alto mar – e sua montanha-russa, a Space Cruiser, será a maior do mundo fora de terra firme.
Com uma pista de 300 metros de extensão, a montanha-russa chegará a 60 km/h graças a seus motores elétricos. Os três carros da atração também oferecerão uma experiência interativa para os passageiros: cada um terá dois pilotos, que poderão controlar a velocidade da montanha.
E a Space Cruiser não assumirá sozinha a responsabilidade de entreter os convidados. O parque de diversão, batizado como Dream Park at the Pier, terá outras atrações para todos os gostos e idades.
Algumas delas são o parque de camas elásticas Jump!, o Bounce Activity Park, um parque inflável do tamanho de uma quadra de basquete, o simulador de surfe Wipe Out e o Little Dreamers Ride, uma pista de kart feita especialmente para crianças. Isso tudo será complementado por uma infraestrutura que conta com tecnologia de ponta para acomodar os passageiros, segundo a Dream Cruises.
As travas das portas serão controladas por Bluetooth, enquanto as cabines terão sensores que detectarão a presença de hóspedes para ajustar automaticamente a iluminação e a ventilação locais, dentre outros luxos.
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A empresa PDBS recebeu autorização do governo federal para exploração de uma parte do Molhe da Barra Sul e da lâmina d’água, como parte de um projeto de investimento nacional do turismo náutico em Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Esta é uma das 15 instalações de turismo marítimo que o governo pretende implementar no país. A concessão dada à PDBS é válida por 25 anos e era necessária para dar sequência ao licenciamento ambiental.
O luxo do projeto é condizente com a fama de “Dubai brasileira” do município. O BC Port, como é chamado, contempla 58 mil m² e sete andares, com uma área comercial de desembarque, mezanino aberto ao público, 21 restaurantes, 60 lojas e 14 quiosques e uma área de entretenimento aberta o ano inteiro. Além de dois andares de hotel e um clube noturno. O investimento previsto é de aproximadamente R$ 320 milhões.
A base da estrutura será feita com pré-moldados de concreto levadas por barcaças, que saem de um mini porto posicionado em local estratégico de acesso marítimo, sem passar pelo centro da cidade. Após as obras, as embarcações de carga farão o translado de equipamentos de manutenção e abastecimentos dos navios.
Para compensar a estrutura bruta, a empresa optou pelo revestimento com tecido Têncil Stamisol, tecido bioclimático composto de atributos térmicos, estéticos e ecológicos. Assim, de dentro, o turista terá visão da Praia Central de Balneário Camboriú, do Morro da Aguada, ou do transatlântico estacionado à sua margem. Para quem está no litoral, a vista é de uma estrutura harmônica do tecido, montado em camadas, semelhante a escama de um peixe. Neste caso, o peixe robalo, inspiração para o desenho do projeto.
Inspirado no corpo alongado e escamas cinza metálico do robalo, o designer e artista Gilmar Santos Leite deslumbrou os primeiros rascunhos do empreendimento. O peixe é muito comum na região e um atrativo para pescadores no Molhe da Barra Sul. As linhas do BC Port foram inspiradas no peixe que também dá nome ao rio e aos municípios que ele divide, Balneário Camboriú e Camboriú, que no tupi-guarani significa “rio de grandes robalos”.
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A Uber decidiu inovar e oferecer um novo tipo de corrida. Entre os dias 27 de maio e 3 de junho, usuários poderão pedir um passeio de submarino pela Grande Barreira de Corais, na Austrália. Trata-se do ScUber.
Em conjunto com a administração de Queensland, um dos estados localizados no nordeste do país, a parceria busca permitir que os visitantes usem o primeiro submarino de passeio do mundo em uma excursão de uma hora pelo recife. Para viver a experiência, o usuário só precisa entrar no aplicativo e reservar o passeio.
Após a reserva, um operador da Uber ligará para confirmar a viagem. A tarifa é de 1 625 libras para duas pessoas, cerca de R$ 8 mil, e inclui o transporte por helicóptero até o ponto de partida exato do submarino. O driver será classificado como qualquer outro driver Uber.
A ideia inovadora da Uber ainda pretende ajudar o meio ambiente. A empresa irá igualar cada tarifa com uma doação para o Cititzens of Great Barrier Reef, um grupo de conservação baseado em Cairns, que trabalha para proteger o recife gigante dos efeitos da mudança climática, do branqueamento de corais e do excesso de atividades humanas.
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Os barcos já estão prontos para correr a 14ª edição da regata Transat Jacques Vabre Normandie Le Ha Vabre, que tem seu início marcado para o domingo (27), a partir de 7h, em Le Havre (França) com destino à brasileira Salvador (BA). O veleiro Bank of Léman foi o último a chegar ao porto de partida com três dias de atraso. A embarcação já está posicionada num dos píeres destinados à regata.
A dupla Simon Koster e Valentin Gautier conseguiu arrumar um problema na antepara do veleiro Class40 na véspera da viagem à Normandia, mas já está pronta para as 4 350 milhas náuticas pelo Atlântico. Os suíços fazem sua estreia na competição de vela oceânica e brigarão pelo título de sua categoria com outros 26 veleiros. “É impossível estar na água um mês antes do início e dizer que somos os grandes favoritos”, disse Valentin Gautier. “Estamos em uma fase em que aprendemos sobre o barco toda vez que navegamos”.
O Bank of Léman é um modelo novo da Class40 feito pelo engenheiro naval Sam Manuard. A prova bateu recorde histórico de participantes com 60 embarcações profissionais na linha de largada. As outras classes na disputa são IMOCA, com 30 veleiros, e Multi50, com três.
Atual campeão da Class40, o francês Max Sorel fará campanha na Transat Jacques Vabre agora de IMOCA. O velejador Max Sorel, skipper do VandB, tem um modelo novo (e com foils) para entrar na briga dos 60 pés.
A categoria colocou 30 veleiros em disputa e hoje pode ser apontada como uma das mais fortes de oceano do mundo, com participações em outras regatas como Ocean Race e Vendée Globe.
”A classe IMOCA tem os melhores velejadores do mundo e agora conta com vários barcos na linha de largada, uns novos com foils e outros da geração antiga. Será um grande duelo”, explicou Maxime Sorel. ”Os franceses amam velejar de oceano. É uma herança de Eric Tabarly! Por isso investem muito na vela”.
A Transat Jacques Vabre é disputada em duplas e sempre para num país produtor do café, por isso é chamada também de Regata do Café.
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No último dia 16, o aeroporto Tom Jobim, no Rio de Janeiro, recebeu uma simulação de acidente aéreo na cabeceira da pista, em área de difícil navegabilidade. A operação contou com um hovercraft HTI, da Concessionária do Aeroporto Rio Galeão, operado pelos bombeiros. O equipamento pode operar em qualquer lugar – terra, mar, semialagado – pela sua capacidade de poder flutuar e superar obstáculos.
Fotos: Divulgação
A simulação teve mais de 200 participantes, incluindo Força Aérea, Marinha, Bombeiros, Guarda Municipal das diferentes seções GOE, GPM-CALIL, Defesa Civil Estadual e Assistência Médica do Rio Galeão.
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A Navetron comemorou 10 anos de mercado durante um animado coquetel no São Paulo Boat Show 2019. Na ocasião, Augusto Forcione, diretor comercial da distribuidora, recebeu Francisco Martínez e Randy Carter, da Webasto, para apresentar o compressor mecânico para sistema de ar-condicionado para barco, lançado em parceria com a Volvo Penta.
Este sistema é composto por um compressor mecânico movido por uma polia e por uma correia responsável por mover o eixo principal do motor. A partir disto, utiliza-se todo um sistema de ar-condicionado equivalente ao utilizado em um carro (compressor automotivo, evaporador automotivo, poder ter somente ar frio ou ser com duplo intercambiador de temperatura, para ar frio e quente), e o único componente diferenciado necessário para tal sistema em um barco é um condensador náutico.
Fotos: Matheus Fugazza
Isto porque os condensadores utilizados em sistemas automotivos são resfriados por ar e ficam perto do radiador do veículo. No caso do barco, não há esta possibilidade, porque o sistema será instalado debaixo de um banco, ou na sala de máquinas, então, é necessário um condensador específico para que o resfriamento possa ser feito com a água do mar.
“Tivemos uma grande aceitação do sistema por parte dos estaleiros, que agradecem a possibilidade de oferecer aos seus clientes este sistema de ar-condicionado como opcional”, afirmou Martínez. “Neste primeiro momento, o sistema está sendo disponibilizado somente para os motores Volvo Penta. Porém, outras marcas já se mostraram interessadas em oferecer a mesma solução aos seus clientes”, concluiu.
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O navio Logos Hope, considerado a maior livraria flutuante do mundo, aportará em Salvador na próxima quinta-feira, dia 24 de outubro. A embarcação tem mais de cinco mil livros em inglês e nos idiomas locais, sendo 65% em língua espanhola. São mais de 400 voluntários que trabalham na embarcação, vindos de 60 nacionalidades diferentes, e que fazem parte de uma associação católica que é responsável pelo navio.
O acervo é diverso e inclui livros sobre saúde, esporte, gastronomia, ciência, idiomas, desenvolvimento pessoal, hobbies, religião, e uma parte dedicada ao público infantil. Em cada cidade que desembarca, o Logos Hope recebe doação de livros de moradores. O objetivo do projeto é incentivar a leitura, disponibilizando preços mais acessíveis do que nas livrarias tradicionais. No site oficial do navio, há informações sobre como se tornar um tripulante e sobre a embarcação.
O navio já passou por Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES) e, após Salvador (BA), irá desembarcar em Belém (PA). O Logos Hope ficará em Salvador até 12 de novembro.
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A Coca-Cola sai na frente na produção de garrafas recicladas feitas com o lixo retirado do mar. “Estas garrafas demonstram a capacidade das inovadoras e revolucionárias técnicas de reciclagem que permitiram transformar um plástico PET muito degradado em matéria prima de alta qualidade. São, assim, as primeiras garrafas no mundo fabricadas com material proveniente de plástico marinho e aptas para serem utilizadas em alimentação e bebidas”, garante a empresa.
O lixo marinho é recolhido por meio do projeto Mares Circulares – realizado em Portugal e na Espanha – que conscientiza sobre a importância da limpeza de costas, praias e o fundo do mar. Graças ao trabalho conjunto, também em parceria com a Ioniqa Technologies e Indorama Ventures, foram fabricadas cerca de 300 garrafas, que usaram 25 por cento de plástico reciclado, proveniente de praias e fundos marinhos.
A técnica de reciclagem utilizada se baseia na despolimerização, um processo químico que permite descompor e melhorar o plástico PET de baixa qualidade, eliminando as suas impurezas e transformando-o em plástico PET de grande valor apto para uso alimentar.
“Esta é uma revolução, uma vez que permite que os plásticos muito degradados, assim como os que não são transparentes, possam ser reciclados e transformados novamente em garrafas”, informa a empresa.
A marca quer que todas as suas embalagens sejam 100 por cento recicláveis e pretende ainda assegurar que as suas garrafas de plástico contenham, pelo menos, 50 por cento de PET reciclado em 2022. “Isto representará a eliminação de mais de 11 000 toneladas de plástico por ano na Europa Ocidental, 2.600 das quais na divisão ibérica, a partir de 2020”, exemplifica a empresa.
A Coca-Cola vai eliminar o plástico que reveste os packs de latas de 200 ml ou mini-cans, substituindo-o por cartão com certificado PEFC – o sistema de certificação florestal mais utilizado no mundo, que assegura a sustentabilidade florestal. Esta medida representa a eliminação, a partir de 2020, de 1 380 toneladas de plástico na sua cadeia de fornecimento na Ibéria.
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A Suzuki marcou presença no São Paulo Boat Show 2019 com seu motor de popa comercial de 4 tempos e 100 hp de potência. Atual top de linha da Suzuki, ele possui sensor de identificação de água no combustível, é robusto e, ao mesmo tempo, leve, além de prometer grande autonomia. É indicado para embarcações de trabalho de 16 a 20 pés.
A marca apresentou, ainda, motor de 4 tempos de 20 hp, que une leveza e economia; e motor de 325 hp, com Duo Pro, dois hélices no motor, prometendo a maior força da categoria.
O maior salão náutico indoor da América Latina chegou em sua 22ª edição em 2019, reunindo os principais lançamentos e destaques do setor em um só lugar. Iates, lanchas, veleiros, jets, motores, equipamentos, acessórios e muito mais que o público pôde acompanhar entre os dias 19 e 24 de setembro, no São Paulo Expo.
Como já é tradição, o Espaço dos Desejos trouxe os lançamentos dos produtos mais cobiçados do mercado de luxo, de relógio a helicóptero. No pavilhão Destinos Náuticos, os visitantes puderam conhecer lugares paradisíacos e participar de um bate papo com velejadores sobre suas viagens incríveis. Por mais um ano, o PADI Dive Festival aconteceu simultaneamente ao São Paulo Boat Show, apresentando produtos, serviços, palestras e atrações voltadas para o mergulho. O São Paulo Boat Show trouxe, ainda, a mostra Tesouros Náuticos, com cerca de 20 barcos clássicos, entre lanchas e veleiros, para o público conhecer e se encantar. O São Paulo Boat Show 2019 teve organização Boat Show Eventos, patrocínio Bradesco Private Bank, co patrocínio Metalu Brasil, e com apoio da Revista Náutica e da Acobar.
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A pernambucana Bruna Martinelli, do Iate Clube de Itamaracá, conquistou neste final de semana o título da classe RS:X feminina na Copa Brasil de Vela 2019, principal evento das classes olímpicas do País, que neste ano aconteceu em Brasília, nas águas do lago Paranoá.
Foram realizadas oito regatas, e Bruna se manteve na liderança desde o início da competição. Em segundo e terceiro lugar, ficaram as paulistas Larissa Schenker e Giovanna Prada, respectivamente.
“A raia aqui é bem imprevisível, o vento some e volta rapidamente. A maioria das regatas foi só bombeando, sem planar, e com muito sol e calor, foi bem cansativo. No ano passado, em Florianópolis, comecei vencendo, mas acabei ficando com o vice. Neste ano cumpri meu objetivo, que era a vitória”, comentou Bruna.
Os dias foram complicados, ventos fracos e inconstantes tornaram difícil a realização das regatas nos horários previstos, e os velejadores passaram os dias no aguardo para as chamadas de início das disputas. Estavam previstas 12 regatas no campeonato, porém no sábado, último dia, o vento não apareceu e não houve disputas.
Na Copa Brasil 2019 participaram as seguintes classes da vela olímpica: RS:X feminina (classe da pernambucana, windsurf olímpico), RS:X masculina, Laser Standard, Laser Radial, Finn, 470 masculina e feminina e 49er, além das classes da vela jovem 420 e 29er. Paralelo ao evento, aconteceu a V Copa Brasil de Vela Jovem, sendo a principal oportunidade para os jovens compartilharem experiências com os velejadores veteranos.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O estaleiro holandês Heesen Yachts anunciou a venda de seu mais recente superiate: o projeto Sparta, com entrega prevista para 2023. Com exteriores e interiores das pranchetas do estúdio Winch Design, com sede em Londres, o modelo em aço de 67 metros foi apresentado pela primeira vez como Projeto Avanti no Monaco Yacht Show 2017.
Sparta possui uma área de convés de popa equipada com uma piscina infinita de cinco metros e perfil esportivo, com seu FDHF desenvolvido por Van Oossanen Naval Architects. O modelo acomoda seus convidados em um salão principal e quatro suítes localizadas no convés principal. Graças à presença de uma divisória deslizante, os dois camarotes dianteiros podem ser transformados em uma suíte VIP de luxo. Os hóspedes podem ser atendidos por 16 tripulantes.
A bordo, a área de jantar interna se conecta perfeitamente ao terraço do convés de popa, protegido por ambos os lados, com os três conveses servidos por um elevador de vidro localizado em uma escada em espiral descentralizada.
No convés inferior, é possível encontrar uma área com jacuzzi oval, sauna, sauna a vapor e academia. A área do proprietário abrangem um convés inteiro: uma suíte está localizada à proa – contendo seu próprio lounge privativo externo – e uma fica à popa, com acesso a um terraço privado para relaxar e jantar ao ar livre. Além disso, jacuzzi com bar e espreguiçadeiras ajudam a compor o espaço.
Com sua data de entrega prevista para 2023, o projeto Sparta é a terceira nova venda de projeto para o estaleiro holandês este ano, seguindo os passos dos projetos SkyFall e Castor, cujas vendas foram anunciadas em setembro e maio, respectivamente.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O estaleiro mineiro Ventura Marine (um dos mais tradicionais do país, com mais de 16 mil lanchas na água) formulou uma receita deliciosa para quem deseja fazer pequenos cruzeiros com a família a bordo de uma lancha de 30 pés, com muito espaço no cockpit, mas sem abrir mão de uma cabine para pernoite de um casal.
Pega-se a boa cabine da Ventura 300 Day Cruiser, retira-se a cama de proa e acrescenta-se um cockpit na frente do barco, ampliando-se assim a área útil do barco. Pronto! Eis a nova e bem-vinda Ventura 300 Crossover, uma lancha para cruzeiros curtos, mas que também vai muito bem em passeios um pouco mais longos, graças ao conforto de uma cabine com uma cama de casal à meia-nau e banheiro.
De resto, com exceção de um detalhe ou outro (a versão Crossover não tem o convés lateral na popa, por exemplo; em compensação, acomoda cinco pessoas a mais) é praticamente mesma V300 Day Cruiser já testada por NÁUTICA e cujo conjunto casco-motor V8 de centro-rabeta com hélices contrarrotantes se revelou muito bem equilibrado.
Se bem que, por não ter camarote de proa — o que joga o centro de gravidade mais para baixo — a versão Crossover ganhou ainda mais pontos no quesito estabilidade.
Como ela é
Com acomodações, conforto e espaço para toda a família (pode levar até 16 pessoas a bordo em passeios diurnos), a Ventura 300 Crossover é lancha de 30 pés com proa aberta e, ao mesmo tempo, uma cabine, com uma cama de casal à meia-nau e banheiro.
O aproveitamento do espaço externo, sem abrir mão totalmente da cabine, é o seu grande diferencial. Seu cockpit divide-se em três ambientes. O primeiro, na proa, onde há dois sofás posicionados no sentido horizontal e uma mesa de centro. O segundo, ao lado do piloto, tem uma espreguiçadeira. O terceiro, na popa, com pia, geleira, lixeira e churrasqueira.
O espaço extra na proa é bem agradável. Nele, além do jogo de sofás, por sinal bem confortável, e da mesa de centro, que pode ser removível, há caixa de som, porta-copos, pegadores e superfície para as pessoas se apoiarem.
Com isso, é possível permanecer ali mesmo com o barco navegando, desde que em velocidade reduzida, naturalmente. É um espaço habitável e seguro. O guincho é opcional, mas muito recomendável nesse tipo de barco. Com ele, é possível manusear a âncora diretamente do posto de comando.
O para-brisa fecha parcialmente, para que o vento não incomode que estiver nas partes central e traseira do cockpit. E o acesso à proa é feito pela passagem lateral do barco, que é bem larga.
Por sua vez, o posto de comando tem espaço para um eletrônico de 9 polegadas. Está bem posicionado, assim como a bússola, centralizada em relação ao piloto, que também tem boa visão dos relógios do motor. Os interruptores ficam ao alcance das mãos.
O porta-copo, idem. O banco tem encosto rebatível, o que é muito bom na hora de encarar o mar em uma viagem mais longa. E não faltam aqueles toques de praticidade, como lugar para guardar o celular, carteira e pequenos objetos, além de tomada USB e um ótimo apoio para os pés, revestido de EVA.
O único senão aqui fica por conta da parte branca do painel, que causa um reflexo. Seria muito melhor se o painel ficasse totalmente no tom escuro.
Um dos pontos fortes desse projeto da Ventura Marine é o aproveitamento de espaços no cockpit. Além da área extra na proa, há muitos bancos, todos servidos por porta-copos, para que ninguém derrame vinho nos estofados. Ainda assim, a área para circulação é muito boa. A targa tem 1,93 m de altura. A capota é opcional, mas todo mundo deve pedir, por que é imprescindível para os dias de sol ou de chuva.
Já na popa, o espaço gourmet — que se tornou obrigatório em qualquer lancha de lazer fabricada no Brasil e, por imitação, em muitos barcos lá de fora — tem uma minicozinha, com pia, porta-copos, caixa térmica e lixeira.
A churrasqueira é opcional, mas o estaleiro reserva um lugar de honra no móvel para recebê-la. A plataforma de popa também chama a atenção, com mais um metro de comprimento e uma prática escada de quatro degraus.
Na cabine, com 1,86 m de altura, a cama de casal mede 1,57 m x 2,00 m, o equivalente a uma similar doméstica. O acesso a ela é fácil, mas não dá praticamente nem para sentar, uma vez que quase não há pé-direito — nada a estranhar em um camarote de meia-nau. Há também uma bancada com pia e espaço para uma geladeira elétrica (item opcional).
As janelas laterais favorecem a iluminação natural. Porém, para a ventilação, seria melhor se houvesse mais duas vigias, uma em cada bordo. A cama serve tanto para o pernoite de um casal quanto para os cochilos das crianças durante os passeios. No banheiro, um chuveiro de mão é compartilhado com a pia. Tem uma luminária, uma vigia para ventilação natural, porta-toalha, lixeira e vaso sanitário.
O fato de não ter camarote de proa joga o centro de gravidade mais para baixo, favorecendo a navegação. Com isso, esta versão ganhou pontos na estabilidade em relação à V300 DayCruiser, como se verá a seguir.
Como navega
A Ventura 300 Crossover foi testada no Guarujá, no litoral de São Paulo, em um dia de mar calmo e sem vento. A bordo, havia cinco pessoas, 100 litros de combustível e mais da metade da capacidade do tanque de combustível, que é de 270 litros.
Equipada com um motor de um centro-rabeta Volvo Penta V8 a gasolina de 350 hp, com hélices contrarrotantes, propulsão mais eficiente, essa 30 pés navegou com agilidade e maciez, mesmo em manobras mais bruscas.
Na prova de aceleração de zero a 20 nós, referência para avaliar a rapidez com que chega ao regime de planeio, não deixou nada a desejar, com 7,6 segundos, uma boa performance para uma lancha desse porte com motor de centro-rabeta. A velocidade final chegou a 37,9 nós, outra boa marca para uma lancha cujo propósito são os passeios em família.
Na velocidade de cruzeiro, que foi de 23,5 nós, a V300 Crossover consumiu 49 litros de combustível por hora. Com o tanque de 270 litros cheio, é possível ir do Guarujá até Ilhabela (ou do Rio de Janeiro para Angra dos Reis), com uma boa folga de combustível no tanque.
A autonomia em cruzeiro é de 117 milhas, considerando-se 90% da capacidade do tanque. Para quem costuma fazer grandes travessias, em locais sem muitas alternativas de abastecimento, seria recomendável um tanque maior. Mas para o uso normal, com abastecimento por perto, não há problema.
Na velocidade de cruzeiro, que foi de 23,5 nós, a V300 Crossover consumiu 49 litros de gasolina por hora
A direção, hidráulica, é neutra, ou seja, não puxa para nenhum dos bordos. Isso é bom também nas manobras de atracação. Não há a tendência de a popa puxar para um bordo quando a gente dá marcha à ré.
O espaço para manutenção na casa de máquinas é excelente, com bom acesso à bomba d’água e às varetas de medição do nível do óleo do motor e do líquido do sistema de arrefecimento. Falta uma cinta para fixar melhor o jogo de baterias. A mangueira de drenagem também mereceria uma fixação melhor, para não ficar “trabalhando” durante a navegação e, consequentemente, forçando as conexões.
Na sala de máquinas, há muito espaço para equipamentos. Um pequeno gerador, de 5 kVA, pode ser colocado sobre o tanque de água ou num dos bordos, deslocando as baterias para o outro bordo. Isso permitiria a instalação de alguns equipamentos, como um aquecedor de água, por exemplo.
Em resumo: uma lancha sem ser sofisticada no acabamento, mas com preço convidativo para a categoria e bem adequada para passear com a família em cruzeiros diurnos e um ou outro pernoite. Veja abaixo o resumo do desempenho.
Características técnicas
Modelo: 2019 Fabricante: Ventura Marine Comprimento total: 9,25 metros Comprimento do casco: 8,26 metros Boca: 2,83 metros Calado com propulsão: 1,00 metro Borda-livre na proa: 1,22 metro Borda-livre na popa: 1,22 metro Altura da cabine na entrada: 1,86 metro Altura do banheiro: 1,78 metro Ângulo do V na popa: 18 graus Combustível: 270 litros Água: 100 litros Capacidade dia: 16 pessoas Capacidade pernoite: 2 pessoas Peso com motor: 3 000 kg Motorização: centro-rabeta Potência sugerida: Diesel (1 x 270 a 320 hp), Gasolina (1 x 300 a 380 hp)
Quanto custa
A Ventura V300 Crossover é oferecida a partir de R$ 316.900,00, equipada com um motor de centro-rabeta Volvo Penta V8 a gasolina de 350 hp. Já quando equipada com um motor de centro-rabeta Volvo D4 300 a diesel, o preço sobe para a partir de R$ 418.900,00.
A montagem básica oferecida pela Ventura Marinecontempla duas bombas de porão, duas bateria, sistema de direção, comando mecânico, luzes de navegação, luzes de cabine e cortesia, chave geral, painel elétrico, sistema de pressurização de água doce e vaso sanitário manual.
O pacote de opcionais oferecido pelo estaleiro, como capota, GPS, VHF, som, churrasqueira, piso de EVA, guincho elétrico, salvatagem e carreta de encalhe, custa cerca de R$ 44.500,00. Preços pesquisados em outubro/2019.
Quem faz
A Ventura V300 Crossover é fabricada em Minas Gerais, pela Ventura Marine, um dos maiores estaleiros brasileiros, com mais de 16 mil lanchas produzidas desde 1983 e que atualmente oferece 16 modelos de lanchas, de 18 a 45 pés. Mais informações nowww.ventura.com.br , pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone 11/5531-6642.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A capital da Escócia, Edimburgo, tem agora uma atração a mais: o hotel flutuante Fingal, que fica ancorado no Porto de Leith. O barco foi construído em 1963 no estaleiro de Glasgow e pertenceu à Northern Lighthouse Board, onde era usado para levar equipamentos para os faróis do Mar do Norte.
Reformado, o Fingal ganhou decoração semelhante ao HMY Britannia, navio que serviu a Família Real durante 30 anos e hoje é um museu ancorado no mesmo porto. A diferença é que você pode se hospedar no Fingal, que tem 23 cabines luxuosas. O hotel tem ainda um restaurante e salão de festas para 60 pessoas, espaço que pode ser alugado para eventos.
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