A americana Brunswick confirmou a exibição de quatro das suas lanchas no maior salão náutico indoor da América Latina, que ocorrerá entre 21 e 26 de setembro, no São Paulo Expo. Trata-se dos modelos Bayliner 310, SeaRay 375, SeaRay 395 e Boston Whaler 315. O evento náutico ocupará três pavilhões do espaço que fica às margens da Rodovia dos Imigrantes, a apenas 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel — o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole. A expectativa é que um total de 40 mil pessoas visitem o São Paulo Boat Show 2017, que será histórico, chegando à sua 20ª edição. Fique de olho e confira todas as novidades do salão náutico paulista no portal de Náutica.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A Jet Ventura, empresa náutica especializada em jets sob o comando de Vinicius Dacol e Leandro Brito, promoveu a terceira edição do seu passeio de moto aquática no último sábado, 24, no Rio Grande do Sul.
O encontro náutico pelas lagoas do Litoral Norte tem reunido cada vez mais adeptos, com 96 embarcações desta vez. Júlio Gil, o Homem Jet, conduziu o passeio que levou os participantes no trajeto da Marina da Lagoa da Pinguela Iate Clube, em Osório, atravessando quatro lagoas, dois canais e o Rio Maquiné, percursos que duraram mais de duas horas de navegação.
Segundo Vinicius Dacol, tudo ocorreu dentro das previsões, com a lagoa lisa, sem ventos, e céu azul, proporcionando aos participantes paisagens inesquecíveis pelos caminhos das águas do litoral norte gaúcho. O evento contou com o apoio da Capitania Marítima de Tramandaí, através do Comandante André Câmara e o Sub Rafael Torres. No retorno, a turma foi recebida com um almoço e sorteio de brindes.
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A BRP confirmou que o jet Spark Trixx, lançado no São Paulo Boat Show do ano passado, será um dos destaques de mais uma edição do salão náutico paulista. O modelo apresenta apoios traseiros em cunha para os pés, guidão com altura ajustável, manoplas ergonômicas, sistema variável de Trim e iBr (freio e reverso exclusivos da Sea-Doo). O Trixx ainda oferece capacidade para dois lugares, cores vibrantes e estrutura leve em Polytec, fácil de manobrar. A potência está garantida por meio do motor de Eficiência Avançada de Combustão (ACE) Rotax 900 HO.
O maior salão náutico indoor da América Latina ocorrerá entre 21 e 26 de setembro, no São Paulo Expo, ocupando três pavilhões deste moderno espaço, que fica às margens da Rodovia dos Imigrantes, a apenas 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel — o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole. A expectativa é que um total de 40 mil pessoas visitem o São Paulo Boat Show 2017, que será histórico, chegando à sua 20ª edição. Fique de olho e confira todas as novidades do salão náutico paulista no portal de Náutica.
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A italiana Custom Line – uma das vertentes do Grupo Ferretti – acaba de colocar na água a primeira unidade do modelo Navetta 33. Com cinco unidades já vendidas antes mesmo de seu lançamento, o novo modelo estava sendo construído nas instalações da empresa em Ancona, na Itália, antes do seu lançamento em Ibiza no fim de julho.
Navetta 33 é o segundo modelo da linha – o primeiro foi o Navetta 37 – e foi criado em parceria do Product Strategy Committee, liderado pelo Sr. Piero Ferrari, juntamente com o Studio Zuccon International Project e o Departamento de Engenharia do Grupo Ferretti.
O iate oferece amplos espaços para os proprietários e seus convidados nos seus quatro deques. Conta com terraço panorâmico externo, áreas de jantar interiores e exteriores espaçosas e iluminadas, piscina, solário, além de soluções para tornar a navegação e estadia no barco ainda mais confortáveis.
“Graças ao seu charme especial e suas características inovadoras, tecnologia de ponta e design superior, o Navetta 33 supera os outros barcos da mesma categoria. É excepcionalmente chique, atualizando o luxo para a pura sofisticação que todo proprietário do iate deseja, a fim de aumentar o prazer do iate. Não me surpreende que já vendemos 5 unidades antes da apresentação”, afirmou Alberto Galassi, CEO do Grupo Ferretti.
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O Jangadeiros saiu como o grande vencedor da 4ª Regata Barra Limpa de Vela de Oceano, realizada no último fim de semana (24 e 25 de junho), em sua sede, em Porto Alegre, com a participação de 15 embarcações. O clube ficou em primeiro lugar em duas das três categorias disputadas na competição. Na ORC Internacional, mais importante classe da competição, os parabéns é para a tripulação do Vento e Alma, de Cláudio Mika. O segundo lugar ficou com o Delirium, do comandante Darci Rebello, também do Jangadeiros (CDJ). Conforme Mika, a disputa em um final de semana de sol e poucos ventos, para ele veio com um sabor de renovação. “É um novo começo para mim, pois velejava em outra classe. Tenho muito a aprender com os meus colegas a fim de me firmar nesse novo momento”, declara.
Na classe RGS, venceu, mais uma vez, o barco Caulimaran, do comandante Emílio Strassburger, com cinco velejadores em sua tripulação, seguido pelo comandante Márcio Coutinho, do Iate Clube Guaíba. Strassburger destacou a importância de velejar no inverno, uma vez que nesse período do ano o número de campeonatos no Estado acaba sendo menor. “Vínhamos de um tempo sem regata. Foi importante para voltar a pegar ritmo”, comemora. Na MT 19, o troféu foi conquistado pelo Batucada, de José Eduardo Araújo, da SAVA.
O organizador do evento e vice-comodoro esportivo do CDJ, Rodrigo Castro, ressalta que a competição tem o intuito de suprir uma lacuna no calendário esportivo gaúcho. “Após a Copa Cidade de Porto Alegre, em março, ficamos um longo tempo sem velejar até as regatas importantes do segundo semestre. É a possibilidade que encontramos de manter as tripulações ativas”, explica.
Neste ano, a 4ª Regata Barra Limpa de Vela de Oceano contou também com o velejaço e os cruzeiristas do CDJ obtiveram, novamente, bons resultados. Rodrigo Baldino, do CDJ, vencedor com o Cruzeiro 23, dedicou a vitória a Walter Hunshe, o Barra Limpa. O apelido do velejador e campeão brasileiro da classe Pinguin, se tornou o nome da escola de vela do Clube Jangadeiros desde sua fundação e também dá nome ao campeonato. Ramom Tarrago, primeiro colocado do Cruzeiro 26 pelo CDJ, afirmou que, apesar do pouco vento, as regatas mantiveram um bom nível técnico. No Cruzeiro 35, Reinaldo Roesch, do barco Desafio 32, venceu pelo Iate Clube Guaíba e no Cruzeiro 40, Olavo Torres, do barco ARGO, representou o Veleiros do Sul.
Na premiação, o comodoro Manuel Ruttkay Pereira também recordou do velejador e amigo. “Estamos aqui para resgatar a memória de Walter Hunshe. O Barra Limpa deixou de ser apenas aquele rapaz e se tornou a marca de uma escola referência na qual muitos de vocês já participaram”, enfatizou. Walter Hunshe, o Barra Limpa, faleceu em um acidente de trânsito na capital em 1971. Após a fatalidade, sua família decidiu fundar a escola de vela e manter o sonho do jovem velejador.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O estaleiro paulista Flexboat apresentará com exclusividade no São Paulo Boat Show 2017 o seu mais novo barco que inaugura uma nova linha Premium de produtos da marca. O projeto celebra a experiência de 27 anos do estaleiro na fabricação de barcos infláveis e promete revolucionar o mercado com linhas de design absolutamente ousadas e inovadoras.
O barco terá 4,5 m de comprimento e poderá ser utilizado como barco de apoio dos grandes iates, bem como barco principal para as famílias que estão iniciando no lazer náutico com máximo de versatilidade.
Com a promessa de surpreender pela performance do casco, as novas linhas e soluções empregadas na construção, prometem garantir maior velocidade de planeio e conforto na navegação. O modelo contará com acabamento premium, design futurístico e as soluções de aproveitamento de espaço a bordo para maior conforto.
Reforçando, ainda, a solidez do estaleiro e todos os investimentos na internacionalização da marca (que já exporta para 13 países), a Flexboat já anunciou que irá lançar também no salão náutico paulista o seu primeiro modelo cabinado:o Flexboat SR-1000.
Disponível nas versões com motores de popa ou centro rabeta, o projeto estará disponível para venda na planta com condições imperdíveis para o seu lançamento.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A Flex Tape é uma fita de alta resistência impermeável que pode reparar e selar inclusive seu barco! Especialmente formulada com um material espesso, flexível e emborrachado, toma a forma que for necessária e pode ser aplicada para variados usos, mesmo sob a água. Ela cria uma barreira instantânea forte, flexível e estanque. Disponível em três tamanhos (4”, 8” e 12”), também tem resistência a raios UV e opções nas cores preta e branca. A compra pode ser feita pelo próprio site (www.flexsealproducts.com), a US$ 12,99, mas só está liberada nos Estados Unidos.
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A Volvo Penta apresenta seus novos motores marítimos de lazer a gasolina V8 380 e V8 430 equipados com motor de 6,2 litros no São Paulo Boat Show. A maior capacidade de combustível do motor permite uma aceleração 24% mais rápida e uma economia de 11% no consumo do V8 380. Já para o V8 430, modelo mais potente da linha, o ganho na aceleração é de 14% e a redução de consumo é de 10% em relação ao modelo anterior.
“O piloto percebe diferença ao acelerar. Em qualquer faixa de rpm, o torque surpreende”, afirma Emerson Baptista, diretor comercial de motores marítimos da Volvo Penta South America.
O novos modelo são baseados nos bem-sucedidos blocos Gen-V da General Motors, incorporam uma combinação de características técnicas que nenhum outro motor a gasolina em sua faixa de potência consegue igualar. O motores de 6,2-litros completam a linha da Volvo Penta dos motores marítimos Gen-V, se juntando aos já bem aceitos V8 de 5,3 litros e V6 de 4,3 litros.
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Se a beleza da atriz Rita Hayworth no filme Gilda, de 1946, ainda impressiona, imagine quando o filme foi lançado. O mesmo pode-se dizer, hoje, da lancha Gilda, esta linda 48 pés inteiramente de madeira. Conhecida como o barco do presidente Juscelino Kubitschek, recebeu esse nome porque era tão bonita quanto a personagem do cinema. Mas o tempo passou, Gilda foi abandonada e, por muitos anos, ficou apodrecendo às margens do lago Paranoá, em Brasília. Restou apenas o esqueleto do casco. E muitas boas lembranças. Faltou pouco para a mais famosa lancha de Brasília não sucumbir ao tempo. Até que, quase uma década atrás, o empresário carioca Gerard Souza resolveu resgatá-la e financiar uma longa restauração. Após uma epopeia náutica, ele trouxe-a de volta às águas, bonita como sempre foi, 55 anos depois de chegar ao lago pela primeira vez. Agora, após anos de alegrias ao lado de Gilda, Gerard está em busca de um novo dono para a mais famosa lancha do Brasil. “Sinto que a Gilda está com saudade de navegar no mar. Chegou o momento de dar uma nova alegria a ela”, explica o empresário, que decidiu colocar a relíquia à venda.
Por pouco a mais famosa lancha de Brasília não sucumbiu ao tempo. Até que, uma década atrás, o empresário carioca Gerard Souza resolveu resgatá-la e financiar uma longa restauração (Foto Otto Aquino)
Nunca houve uma lancha como Gilda. Trazida por Juscelino Kubitschek à capital federal recém-inaugurada, na década de 1960, Gilda, primeira embarcação de grande porte a singrar o lago Paranoá, serviu a quatro presidentes até quase apodrecer totalmente. Feita em madeira de lei, com peso aproximado de 25 toneladas, 14,20 m de comprimento, 4,40 m de boca e dois motores diesel GM Detroit, de dois tempos, 6 cilindros e 166 hp cada, com tecnologia da década de 1930, a lancha foi batizada, a pedido de Juscelino, em homenagem à diva Rita Hayworth, eternizada no clássico do cinema Gilda. Assim como sua musa inspiradora, a Gilda do Paranoá arrancou suspiros por onde navegou. Mas não resistiu ao abandono e submergiu. Teve de ser resgatada do fundo do lago, aos pedaços, com seu casco repleto de fendas, interior desfigurado e motores faltando peças. O quase fim de Gilda comoveu Gerard Souza, conhecido empresário do ramo náutico, dono de uma marina e duas lojas em Brasília. “Ver um barco que é parte da história da República apodrecer seria uma dor eterna”, confessa Gerard, fã de Juscelino.
Apesar de estar ligada à Juscelino, que a mandou levar do Rio para Brasília para usá-la no Paranoá, Gilda foi encomendada pelo presidente Getúlio Vargas ao projetista alemão Joachim Küsters (Foto Otto Aquino)
Após uma década de restauro — período em que teve de ser praticamente reconstruída por um carpinteiro trazido do Rio por Gerard especialmente para realizar a reforma —, Gilda voltou a exibir o tom vivo de madeira. Apesar de estar ligada à história de Juscelino, que a mandou levar do Rio para Brasília para usá-la no Paranoá, o que, de fato, ele fez muitas vezes, Gilda foi encomendada pelo presidente Getúlio Vargas ao projetista alemão Joachim Küsters (criador de cascos que fizeram a fama do estaleiro Carbrasmar). Durante quatro anos, Joachim frequentou o Arsenal da Marinha diariamente para construí-la, juntamente com uma outra lancha encomendada por Getúlio, a Garça. Por muitos anos, as lanchas gêmeas navegaram na Baía de Guanabara como embarcações de autoridades. Após a transferência da então capital do Brasil para o Centro-Oeste do país, Gilda teve o mesmo destino, com ordem de Juscelino, amante de agradáveis passeios náuticos. Já a irmã Garça continuou desfilando no Rio, mas também caiu no esquecimento e ficou abandonada em um depósito da Marinha, até que um incêndio a destruiu por completo.
Ninguém desfrutou mais de Gilda que Juscelino, o nosso presidente bossa-nova, anfitrião de memoráveis festas na espaçosa cabine (Foto Otto Aquino)
A mudança de Gilda para Brasília foi digna de um roteiro hollywoodiano. No Rio, um guindaste colocou a lancha em uma carreta, usada no transporte de carros de combate do Exército. Escoltado por um pelotão do Exército, o comboio cumpriu mais de 1 000 km de estradas até o Paranoá, lago artificial que ainda seria construído por Juscelino para aumentar a umidade do Planalto Central e oferecer uma alternativa de lazer aos moradores. “Uma verdadeira operação de guerra foi montada para levá-la até Brasília. Pontes foram reforçadas e até estradas refeitas”, conta Gerard. Ninguém desfrutou mais de Gilda que Juscelino, o nosso presidente bossa-nova, anfitrião de memoráveis festas na espaçosa cabine. No interior, há um único camarote na proa, servido por um banheiro, uma grande sala à meia-nau, com sofás e janelas, uma cozinha fechada atrás do salão e, por fim, uma praça de popa, usada para admirar o pôr-do-sol, assim como fizeram Vinicius de Moraes e Tom Jobim. “Juscelino usava a lancha sempre que queria impressionar alguém”, diz Gerard.
No Rio, um guindaste colocou a lancha em uma carreta, usada no transporte de carros de combate do Exército, que cumpriu mais de 1 000 km de estradas até o Paranoá (Reprodução)
Com a chegada de Jânio Quadros ao Palácio do Planalto, em 1961, Gilda ficou de lado. Pressionado pelas crises do seu governo, João Goulart, que presidiu o país até o fatídico ano de 1964, também passou bem longe do lago. Coube à primeira-dama Maria Thereza Goulart usar a lancha. Ela fez um passeio ao lado da primeira-dama da então Iugoslávia, Jovanka, mulher do marechal Tito. “Demos uma volta inteira no lago durante um coquetel, algo muito elegante para a época. Foi um encontro muito agradável”, disse, na época, Maria Thereza. Já os militares foram conquistados. Consolidado o Golpe de 1964, que pôs fim ao regime democrático em vigor desde o fim do Estado Novo, o presidente Castello Branco redescobriu a embarcação deteriorada, fruto da falta de manutenção e abrigo. A diva ficava atracada ao relento, exposta ao sol forte e às precipitações da temporada de chuvas. O chefe da nação ordenou o restauro da lancha, com a qual passava horas com os netos. Ao deixar o Palácio da Alvorada para a chegada de Costa e Silva, em 1967, Castello tratou de se despedir pessoalmente da companheira. Em 1970, o general Emílio Garrastazu Médici foi o último presidente a navegar em Gilda, repassada à federação de iatismo de Brasília. Usada como barco de apoio em regatas do iate clube, aos poucos ela acabou esquecida. Com a chegada de barcos mais modernos e com melhor desempenho, ela perdeu o encanto e foi tomada pela água.
A reconstrução exigiu a dedicação de mais de 20 profissionais, além de pesquisas e viagens (Foto Otto Aquino)
Gerard conheceu Gilda fora d’água. Ganhou de presente de um amigo. Investidor, um dos proprietários do Rio Quente Resorts, Francisco Hyczy da Costa contratou um guindaste, retirou Gilda do lago e a levou por rodovia para Goiânia. Chegou a iniciar o trabalho, repassado ao amigo Gerard. A reconstrução exigiu a dedicação de mais de 20 profissionais, além de pesquisas e viagens. O benfeitor de Gilda foi aos Estados Unidos atrás de peças para os motores Detroit, modelo acostumado a movimentar tanques de guerra. Experientes mecânicos conseguiram fazer roncar outra vez duas relíquias de cerca de 900 kg cada — três vezes o peso de um motores similar usado nos barcos atualmente. “Alguns fornecedores de motores dos Estados Unidos mandaram peças de presente, só por saber que estávamos restaurando duas máquinas daquela época”, lembra Gerard, que recolocou Gilda na água há pouco mais de dois anos. “Se, hoje, a imagem de uma lancha de 50 pés navegando no Paranoá surpreende, imagine nos anos 1950?”, compara.
A primeira-dama da então Iugoslávia, Jovanka, mulher do marechal Tito, durante passeio a bordo da Gilda no Lago Paranoá (Reprodução)
A madeira do casco, especialmente acima da linha d’água, teve de ser toda substituída e as estruturas internas refeitas a partir de relatos, já que não havia fotos antigas e a família de Juscelino fazia questão de que Gilda caísse no esquecimento, por conta das festas de seu famoso dono. Pronta, Gilda tem uma sala dotada de armários, uma sala principal com três sofás, além da cabine de comando e uma suíte, na proa. Tudo no tom forte da própria madeira, contrastado pelo azul das almofadas e dos colchões e o branco das cortinas. “Gilda emergiu tão sedutora quanto antes. A musa do lago continua arrancando suspiro por onde navega”, emociona-se Gerard, que, há dois anos, também conversou com a equipe da TV Náutica e gravou a entrevista abaixo.
Ficha técnica Ano: 1936 Capacidade: 25 pessoas Comprimento: 46 pés (14,20 metros) Motorização: Dois motores GM Detroit de 136 hp cada Combustível: Diesel Preço: R$ 700 mil Para saber mais: Villa Náutica (www.villanautica.com.br) ou telefone 61/99243-3368
Conheça mais detalhes da lancha de madeira de lei Gilda, um dos cartões-postais do Lago Paranoá, em Brasília, e que pode ser visitada na marina Villa Náutica.
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A Escola Municipal de Vela de Ilhabela “Lars Grael” será palco da 44ª Semana Internacional de Vela de Monotipos de Ilhabela, que acontece entre os dias 30/6 e 02/07 e promete agitar a Capital da Vela reunindo grandes nomes da modalidade. A expectativa é de que mais de 180 barcos participem do campeonato.
Estão programadas para acontecer seis regatas no canal de São Sebastião e a competição estará aberta para as seguintes classes convidadas: Laser Standard, Laser Radial Feminino, Laser Radial Masculino, Laser 4.7, Snipe, Hobie Cat 14, Hobie Cat 16, Optimist, Holder, 420, Byte, Tornado, Nacra 20, 29er, Dingue, Open Bic, A-Class, Kitesurf, Fórmula One Design, Windsurf Raceboard, Fórmula Windsurf, Windsurf Slalom, Techno 293.
Na sexta-feira (30/ 6) e no sábado (1º/7), as regatas iniciarão a partir das 13h; já no domingo (2/7), começam às 12h. Após a finalização das provas, haverá a cerimônia de premiação na sede do evento.
Para se inscrever, os interessados devem solicitar o formulário anexo no Aviso de Regata, preencher e enviar para o e-mail [email protected]. A taxa de inscrição será a doação de uma cesta básica, posteriormente destinada ao Fundo Social de Solidariedade do Município. O atleta também tem a opção de realizar a inscrição na sede do evento, no dia 30/6, data da abertura, até as 11h.
A Escola Municipal de Vela “Lars Grael” está localizada na Rua Bartolomeu de Gusmão, 140, bairro Pequeá.
A 44ª Semana Internacional de Vela de Monotipos de Ilhabela é realizada pela Prefeitura Municipal de Ilhabela, por meio da Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação, conta com apoio do Yacht Club Ilhabela, e tem a autorização da Federação de Vela do Estado de São Paulo – FEVESP, da Confederação Brasileira de Vela – CBVela e das Associações das Classes convidadas.
Confira a programaçãocompleta
Sexta-feira | 30 de junho
9h às 11h – Recepção e Inscrições
11h – Abertura Oficial do evento na Escola Municipal de Vela “Lars Grael”
11h30 – Reunião de Comandantes
13h – Regatas do Dia
Sábado | 01 de julho
13h – Regatas do Dia
Domingo | 02 de julho
12h – Regatas do Dia
Após as regatas – Premiação na Escola Municipal de Vela “Lars Grael”
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A Prefeitura de Ilhabela, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, disponibilizará para consulta pública, a partir de segunda-feira, 26, até o dia 10 de agosto, as propostas que definem o destino do navio Prof. W. Besnard.
Duas alternativas foram apresentadas para uso da embarcação: o naufrágio, que transformará a estrutura em um recife artificial e, assim, um novo atrativo turístico para mergulhadores e moradia para a vida marinha; ou a doação do navio para uma entidade particular, que o transformará em museu. A consulta poderá ser realizada na sede da Secretaria de Meio Ambiente, na Câmara Municipal, no site da Prefeitura e na Biblioteca Municipal Nilce Signorini. “O Prof. W. Besnard carrega muitas histórias, descobertas, e fez muito pela pesquisa marinha como nau oceanográfica da USP, precisamos dar uma destinação digna a ele e, para isso, contamos com a opinião da população, reafirmando o compromisso de governo participativo da administração”, disse o secretário da pasta, Mauro Oliveira Pinto.
No mês de agosto mais um passo será dado em relação ao navio, já que foi marcada uma audiência pública, prevista para acontecer no dia 10, às 18h, na Câmara Municipal de Ilhabela, que fica na Rua Dona Germana, 85 – centro histórico. Na ocasião serão apresentadas as propostas recebidas pelo executivo.
O navio pertencia ao Instituto Oceanográfico da USP. Em 2008, sofreu um incêndio e, desde então, está ancorado no Porto de Santos. No ano passado foi doado para o município de Ilhabela.
Durante os mais de 40 anos em que permaneceu à disposição da USP, navegou por seis vezes para a Antártida; transportou cerca de 50 mil amostras de organismos marinhos; navegou durante 23 anos sem interrupções; possuí 80 diários de bordo; inúmeras pesquisas e muitas histórias.
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A Nautispecial, empresa que há mais de 20 anos produz, em São Paulo, itens à base de matérias primas biodegradáveis para limpeza e conservação de barcos de fibra, acaba de lançar óleo de teca em nova embalagem de 1 litro e inovação em aerosol – esta, na embalagem de 300 ml. De fácil aplicação, o produto realça o aspecto natural da madeira e vem com proteção UV.
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Com mais de 20 lojas no Rio de Janeiro, a carioca Wöllner desembarca neste domingo , 25, em Brasília. A marca de roupas e acessórios promove treino funcional e remada de Stand Up Paddle, às 10h, para celebrar a inauguração de seu espaço no clube Life Náutica. As atividades são abertas ao público, a exemplo das ativações ao ar livre promovidas com frequência na cidade do Rio de Janeiro, em locações como a Vista Chinesa e a Lagoa Rodrigo de Freitas. Os participantes poderão conferir de perto a coleção “Sem Fronteiras”, assim como peças da linha de ciclismo da grife.
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Esta pulseira de silicone da Sea-tags serve como alerta de homem ao mar. Seu sistema é interligado a um aplicativo gratuito de smartphone e emite sinais contínuos que podem ser captador por um ou mais telefones com o aplicativo em caso de quedas na água. Possui dois modos de funcionamento: equipe e solo. No primeiro, o aplicativo exibe mapa da posição do homem ao mar no momento do incidente, a posição do barco em tempo real e a atualização do curso e a distância para encontra-lo.
Já no modo solo, o telefone que permaneceu a bordo irá enviar um SMS com a posição do homem ao mar para a terra. Com conexão Bluetooth, Sea-tags não necessita de rede móvel (GSM) no modo equipe. Já no modo solo, a rede móvel será necessária. A Sea-Tag (www.sea-tags.com) não é adequada para embarcações de aço e barcos de carbono. Com bateria CR2032 de 3 volts, a pulseira tem uma autonomia em emissão contínua de 600 horas. Está disponível a partir de 74 euros no site da marca francesa, mas não envia para o Brasil.
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O mais novo superiate de 73 metros, Hasna, deixou esta semana as instalações da Feadship na Ilha Kaag, na Holanda, com destino a Roterdã.O iate foi projetado para um proprietário australiano pela RWD, que ficou encarregada de projetar ema embarcação que correspondesse ao estilo de vida familiar do proprietário, com acomodações para 12 convidados. O modelo caracteriza-se por amplas áreas ao ar livre e um interior decorado por materiais luxuosos e peças de arte requintadas. Hasna conta com acomodações da tripulação e áreas de lazer maiores do que o padrão, além de solário que pode tornar-se um convés de entretenimento com churrasqueira e jacuzzi.
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A Confederação Brasileira de Vela (CBVela) vai inaugurar sua nova sede na próxima quarta-feira, dia 28, às 10h30m, na Marina da Glória. A entidade passa oficialmente a ter como casa o local que foi sede das regatas nos Jogos Rio 2016. Para marcar a ocasião, será dado o primeiro passo da criação do Hall da Fama da modalidade no Brasil, com uma homenagem aos bicampeões olímpicos Torben Grael e Marcelo Ferreira e a presença especial dos velejadores que defenderão o país em julho no Mundial de Optimist, a classe de formação para crianças e adolescentes. A cerimônia também terá a assinatura da renovação até 2020 do contrato da CBVela com o Bradesco, patrocinador máster da Confederação desde o último ciclo olímpico.
Torben Grael e Marcelo Ferreira serão os primeiros atletas a botar as mãos nos moldes que vão, no futuro, compor o Hall da Fama da vela brasileira, homenageando os grandes nomes da modalidade. Com cinco pódios, Torben é o maior medalhista olímpico do esporte brasileiro (ao lado de Robert Scheidt, que esta semana disputa a Semana de Kiel, na Alemanha). Em seis participações nos Jogos, foi ouro em Atlanta-1996 e Atenas-2004, na classe Star; prata em Los Angeles-1984, na Soling; e bronze em Seul-1988 e Sydney-2000, novamente na Star. Além disso, o velejador ocupa atualmente o cargo de vice-presidente da Federação Internacional de Vela (World Sailing) e foi o primeiro brasileiro a ingressar no Hall da Fama internacional da modalidade. Marcelo Ferreira foi o grande parceiro de Torben na conquista olímpica de dois ouros e um bronze (Sydney-2000) na classe Star, entre outros títulos.
Além da homenagem, os dois vão transmitir um pouco do seu conhecimento e muito de boas energias para os cinco jovens brasileiros que disputarão o Mundial de Optimist na Tailândia, a partir de 11 de julho. Nicolas Bernal, Marina da Fonte, Bernardo Pereira, Leonardo Crespo e Luiz Otávio Correia receberão dos ídolos uma bandeira do Brasil para a viagem e coletes de competição.
Em uma conquista histórica para a modalidade, a Confederação Brasileira de Vela fechou em dezembro de 2016 um convênio com a BR Marinas, responsável pela administração da Marina da Glória, e agora inaugura no local sua sede e a principal base de infraestrutura técnica e de treinamento para os velejadores no país, com vagas secas e molhadas, além de contêiner.
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O aplicativo Uber incluiu a modalidade aquática entre suas opções na capital do Egito, por enquanto em fase de testes, e agora os clientes podem selecionar o cais de partida e de chegada. Com a nova opção, os clientes poderão cruzar o Cairo em 20 minutos, pelo rio Nilo, em vez de encarar os engarrafamentos. “Nosso objetivo é oferecer um meio de transporte rápido e acessível através da tecnologia Uber e na nossa luta contra os engarrafamentos”, disse o diretor-geral do Uber no país africano, Abdellatif Waked.
No período de testes, a opção está custando em média 80 libras egípcias (R$ 14,50) independentemente do ponto de saída ou de chegada. De acordo com o diretor, o objetivo é levar mais usuários a experimentar essa possibilidade durante a campanha de promoção, que começou em meados de maio e tem se estendido pelo mês sagrado do Ramadã, que neste ano atravessa junho.
Depois, a empresa vai decidir se estabelecerá ou não o Uberboat como mais uma opção fixa no aplicativo ou se vai oferecê-lo apenas em períodos determinados, como verão e datas comemorativas, em parceria com a Nile Taxi, empresa que já fornece este serviço o ano todo.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O novo Superocean 44 Special, da Breitling, distingue-se pela sua lunete rotativa, em cerâmica, um material superresistente e anti-riscos, criado para as missões mais extremas. Esta lunete preta ou azul, a condizer com o mostrador, associa-se a uma caixa em aço, com acabamentos acetinados na parte superior e polidos nos lados e na coroa. O look masculino, técnico e imponente prossegue na bracelete – em aço, equipada com uma construção muito resistente, ou em caoutchouc preto ou azul, dotada de um relevo central, com a assinatura Breitling, ou de uma fila de orifícios.
Superocean 44 Special reúne todos os sinais distintivos de um autêntico relógio de mergulho. Uma resistência à água até 1000 m de profundidade. Uma coroa de rosca com duas juntas. Uma válvula de segurança que permite equilibrar as diferenças de pressão entre o exterior e o interior da caixa. Grandes indicações luminescentes, assegurando uma excelente legibilidade. Grandes ponteiros bâtons, distinguindo claramente as horas dos minutos. Indexes com geometrias diferenciadas para os cinco minutos, os quartos de hora e as 12h. Uma lunete dotada de um sistema de rotação unidirecional, evitando qualquer prolongamento intempestivo do tempo de mergulho, e de um relevo canelado, simplificando o manuseio, mesmo com luvas. Um ponteiro dos segundos com uma ponta vermelha e um pequeno triângulo luminescente, permitindo verificar imediatamente, e de uma só vez, se o movimento funciona. Sem esquecer um vidro de safira com tratamento anti-reflexo nas duas faces, aumentando o conforto de leitura no auge da ação.
O modelo pode ser encontrado na Boutique Breitling, no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo, e custa R$ 20 390, com pulseira de aço, e R$ 23 530, com pulseira de borracha.
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Depois de 17 dias, o veleiro-escola Fraternidade, sob o comando de Aleixo Belov, chegou esta semana ao seu destino final: o Alasca. Ele atravessou o Oceano Pacífico Norte partindo de Honolulu, no Havaí, para chegar em Seward, no Alasca, percorrendo 2400 milhas.
“Apesar disso, ainda nem realizamos a metade da viagem pois teremos que levar o veleiro de volta até Salvador, seu porto de origem. O que mais precisamos é de saúde e bons ventos”, disse Belov.
Ucraniano radicado na Bahia, Aleixo Belov tem 74 anos e coleciona os títulos de navegador, engenheiro, empresário e escritor. Na década de 80 ficou conhecido como ‘navegador solitário’, por ser o primeiro brasileiro a dar a volta ao mundo sozinho.
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O Cabanga Iate Clube de Pernambuco recebeu, nesta quarta-feira (21 de junho), uma embarcação bastante especial. Intitulada de “Sailing The Farm”, o barco de 40 pés e feito de alumínio foi construído na Noruega por cerca de 380 voluntários. O principal objetivo do projeto é dar a volta ao mundo. O barco, que conta com três tripulantes no momento – uma espanhola, um norueguês e um francês – fica no clube até o próximo final de semana.
”Aprendi um pouco de tudo. A ser mais auto-suficiente, a não depender tanto de outras pessoas e conseguir fazer coisas por mim mesma. São coisas novas, que não havia vivido nunca antes. Enfrentando elas você se dá conta de que nada é tão complicado de realizar e isso cria maior confiança em você”, relatou Andrea Ortiz, uma das tripulantes da embarcação.
Foto: Divulgação
Foram necessários oito anos para que o barco, construído a tantas mãos, ficasse pronto. Embora feito na Noruega, os voluntários são de várias partes do mundo. Eles foram encontrados através de páginas na internet onde o projeto da embarcação foi anunciado.
Desde então, Sailing The Farm passou por Escócia, Inglaterra, Espanha, Portugal, Ilhas Canárias e Cabo Verde, até chegar ao Brasil através de Salvador. Saindo da Capital pernambucana, os tripulantes pretendem voltar à Europa e dar continuidade a missão.
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O Campeonato Brasileiro da Classe HPE25 foi um grande sucesso! O evento, que aconteceu durante o feriado prolongado de Corpus Christi (de 15 a 18 de junho), reuniu e agitou o arquipélago com mais de 100 velejadores em emocionantes regatas no canal de São Sebastião e trouxe quatro pódios para velejadores da cidade.
A cerimônia de abertura oficial do evento foi realizada na Praça Ângelo Fazzini e, na ocasião, o prefeito Márcio Tenório afirmou estar muito feliz com a realização do campeonato em Ilhabela. “Estamos muito orgulhosos com a retomada deste campeonato tão importante para nossa cidade, uma vez que o município é conhecido nacional e internacionalmente como Capital da Vela. Tenho a certeza de que com o secretário José Roberto de Jesus, o Beto de Mazinho, e toda a sua equipe à frente da secretaria de esportes, teremos aqui grandes eventos. Agradeço pela parceria e pela presença de todos”, disse.
Já o secretário Beto de Mazinho, convidou os presentes para a maior competição de vela oceânica da América Latina. “Ficamos muito felizes com a presença maciça de barcos. Foi um bom campeonato e, desde já, convidamos todos para a 44ª Semana de Vela de Ilhabela de Monotipos, que acontece nos dias 30/6, 1 e 2/7 e de Vela Oceânica do dia 7 a 15 de Julho”.
Ao todo foram realizadas 8 regatas, com competidores vindos de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Bahia, além de Ilhabela.
O município de Ilhabela conquistou quatro pódios, sendo uma medalha de ouro, uma de prata e duas de bronze. Na categoria Silver, o barco Conquest, representante de Ilhabela, conquistou o desejado ouro. Na segunda colocação ficou o barco Sururú, do Yacht Club Santo Amaro; e o bronze ficou com o Pé de Vento, também de Ilhabela.
Já na categoria Geral, o Phoenix, de São Paulo, levou o ouro; o barco Maserati Fit to Fly, de Ilhabela, ficou com a prata; a medalha de bronze foi conquistada pelo DOM (Ilhabela). Em quarto lugar ficou o barco Ginga, de Ilhabela, e em quinto, o Alhena, representando a Marinha do Brasil/RJ.
O 13º Campeonato Brasileiro da Classe HPE25 foi realizado pela Prefeitura de Ilhabela, por meio da Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação, com apoio da Associação Brasileira da Classe HPE25.
O evento contou com a presença do prefeito Marcio Tenório; da vice-prefeita Maria das Graças Ferreira, a Gracinha; do secretário de esporte José Roberto de Jesus e do secretário adjunto da pasta Flávio César; secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo Ricardo Fazzini; secretário da administração Luiz Antônio dos Santos; os vereadores Anísio Oliveira e Luiz Paladino e o Capitão de Fragata Luiz Antônio Anídio.
Confira a classificação:
Categoria Silver
1º – Conquest (Ilhabela) – Marco Hidalgo e tripulação João Silva, Rodrigo Aguiar e Newton Cesar.
2º – Sururú (YCSA) – Martin Lowy e tripulação Agnaldo Andrade, André Miglioreli e Felipe Brito.
3º – Pé de Vento (Ilhabela) – Vasco Simões e tripulação Francisco Ribeiro, Humberto e Caio Sena.
Categoria Geral
1º – Phoenix (YCP) – Eduardo de Souza Ramos e tripulação André Fonseca, Mario Sergio de Jesus e Amauri Gonçalves
2º – Maserati Fit to Fly (Ilhabela) – Henrique Haddad e tripulação Eduardo Mangabeira, Beto de Jesus e Nicolas de Jesus
3º – DOM (YCI) – Pedro Lodovici e tripulação Rene Hormazabal, Caio Teisen e William Gomes.
4º – Ginga (Ilhabela) – Vicente Monteiro e tripulação Breno Chvaicer, Ronyon Silva e Gabriel Silva
5º – Alhena (Marinha do Brasil/RJ) – Mario Tinoco e tripulação Larissa Juk, Murilo Borges e Alexandre Muto
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Não existe nada no Brasil parecido com este novo barco, que combina construção e acabamento de primeira com espaço e iluminação natural de sobra, além de desempenho na medida para nossas águas costeiras nem sempre tranquilas. Esses são os ingredientes que tornam único o Okean 50, fast trawler projetado na Itália e construído no Guarujá, em São Paulo. Além disso, quando atracado ou ancorado, o barco tem um recurso muito interessante: é possível ampliar o convés na popa, por meio do rebatimento hidráulico das bordas falsas na parte traseira do casco, o que proporciona um aumento substancial da área externa e, consequentemente, de integração com a natureza.
Em conformidade com a proposta, do lado de dentro, as janelas verticais na superestrutura e os móveis baixos no salão propiciam excelente visão panorâmica do exterior, enquanto no convés inferior o grande destaque fica por conta da espaçosa suíte máster à meia-nau. Neste piso, há ainda dois outros camarotes (servidos por um banheiro reversível) que acomodam bem um casal na proa e mais um casal (além de um solteiro) no terceiro camarote, que é opcional. Porque, se o proprietário preferir, pode-se encomendar o barco somente com dois camarotes e providenciar uma sala nesta área.
A motorização Volvo, composta neste barco por dois IPS 600 (cada um com motores de 435 hp), soma pontos no quesito tecnologia, e alia-se ao pacote glass cockpit da Garmin, integrando a instrumentação dos propulsores aos instrumentos de navegação. Completo para navegar, porém com dois motores Cummins com eixo e pé-de-galinha de 380 hp cada, o Okean 50 parte de R$ 3,54 milhões, alcançando R$ 4,65 milhões na configuração topo de linha, com Volvo IPS 600, estabilizador e demais equipamentos. Confira tudo sobre o modelo na edição do mês de Náutica, disponível nas principais bancas e livrarias do país, na loja online e, também, na versão digital.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
No período de 2 a 14 de junho, em continuidade a Comissão “Europa 2017”, o Navio Veleiro (NVe) “Cisne Branco” esteve atracado nas cidades portuguesas de Ponta Delgada, nos Açores e Lisboa. Em Ponta Delgada, o navio recebeu autoridades locais a bordo, com destaque para a Cônsul Honorária do Brasil em Portugal, Catarina Lebens Cymbron. Na ocasião, o comandante do “Cisne Branco”, Capitão de Mar e Guerra João Alberto de Araújo Lampert, entregou uma lembrança em nome da Marinha.
Embaixador do Brasil em Portugal impõe medalhas às autoridades durante a cerimônia alusiva aos 152° Aniversário da Batalha Naval do Riachuelo
Embaixador do Brasil em Portugal (ao centro) presidiu a cerimônia alusiva ao 152° de aniversário da Batalha Naval do Riachuelo
Comandante do Navio Veleiro “Cisne Branco” entrega lembrança à Cônsul Honorária do Brasil em Portugal
Na capital de Portugal, o “Cisne Branco” realizou atividades de cunho representativo e a imposição de medalhas às autoridades civis e militares, brasileiras e portuguesas, em cerimônia alusiva aos 152° aniversário da Batalha Naval do Riachuelo. A solenidade foi presidida pelo Embaixador do Brasil em Portugal, Luiz Alberto Figueiredo Machado, e contou com a presença do Adido de Defesa e Naval em Portugal, Capitão de Mar e Guerra Manoel Luiz Pavão Barroso, e de militares de diversas nacionalidades.
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O megaiate Thunder saiu das instalações do estaleiro Lürssen, em Bremen, na Alemanha, para passar pelos primeiros testes de mar. Lançado em abril, a embarcação de 135 m foi projetada por Espen Oeino e une design exterior inovador com interior tradicional, além de apresentar amplo uso de vidro, janelas do chão ao teto, com cerca de 8 m de altura, abrangendo mais de três conveses. O megaiate deve ser entregue no fim de 2018 e é esperado para cruzeiro, principalmente, em águas asiáticas.
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A nova geração de velejadores do Brasil vai entrar nas águas da capital pernambucana em setembro. Pela primeira vez, Recife será palco da Copa da Juventude, evento organizado pela Confederação Brasileira de Vela (CBVela). As inscrições estão abertas até o dia 4 de setembro. O Campeonato será realizado entre os dias 2 e 8 do mesmo mês, no Cabanga Iate Clube – Sub Sede de Maria Farinha, e é o evento classificatório para a equipe que disputará o Mundial da Juventude da World Sailing em Sanya (China), em dezembro deste ano. Clique aqui para ver o Aviso de Regatas.
A Copa da Juventude terá disputa nas classes Laser Radial (Masc. e Fem.), 420 (Masc. e Fem.), RS:X (Masc. e Fem.), Hobie Cat 16 (Aberto) e 29er (Masc. e Fem.). Podem ser inscritos na competição barcos cujos tripulantes tenham nacionalidade brasileira; nascido após 31 de dezembro de 1998; registro como atleta na Federação Internacional de Vela, com um “Sailor ID” no site da World Sailing. Não haverá cobrança de taxas de inscrição.
A Copa da Juventude é a principal competição do Calendário de Vela Jovem do Brasil. Faz parte do projeto de desenvolvimento da modalidade idealizado pela Confederação Brasileira de Vela, com o objetivo de oferecer oportunidade para novos velejadores trilharem o caminho das campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze, que, antes de conquistarem a medalha de ouro na classe 49er FX nos Jogos Rio 2016, foram campeãs mundiais na categoria júnior, na classe 420, em 2009.
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Enquanto não finaliza as obras de ampliação para fabricar no Brasil os iates de 95 pés (equivalente a aproximadamente 30 metros), a Azimut Yachts utiliza a expertise da DC Logistics Brasil em transporte para trazer as embarcações para os clientes brasileiros. O serviço de Carga Projeto é uma das especialidades da companhia, que tem escritórios espalhados pelo Brasil e uma rede de parceiros mundo afora.
Na operação mais recente, a equipe consolidou todo o percurso. O iate sem motor foi rebocado da marina onde estava até o porto de embarque, sendo carregado da água para bordo do navio. O desembarque aconteceu no cais, já que a embarcação foi removida e levada até a unidade brasileira do estaleiro para a finalização. O procedimento levou 25 dias para ser efetivado, da contratação do serviço até a entrega do iate no porto de Itajaí.
Com 30 metros de comprimento e mais de 65 toneladas, o iate chama a atenção pela imponência e design da marca. Conta com três pavimentos e um flybridge de cerca de 65 metros quadrados com jacuzzi, área de refeições e relaxamento. Em seu interior, estão as cinco suítes e três cabines reservadas à tripulação além do sofisticado salão principal.
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A equipe do estaleiro mineiro Seatech Boats, com sede em Escarpas do Lago, uma das marcas confirmadas na próxima edição do São Paulo Boat Show, em setembro, esteve na redação de Náutica nesta terça-feira, 20. Na ocasião, a empresa aproveitou para apresentar outras versões do modelo Seatech 355 Classic, criada a partir do molde da consagrada lancha Tecnoboats 330 Noble, do extinto estaleiro carioca Tecnoboats.
Além da versão Targa Cabinada, a Seatech Boats oferece a Targa Proa Aberta, a Teto Soft Top Cabinada e a Hard Top Cabinada. Todo remodelado, o projeto concebido pelo estúdio Mitake Design destaca-se pela possibilidade de customizar o layout interno das cabines de acordo com o desejo de seu usuário, o que retrata a flexibilidade em várias opções de acabamentos. Outro ponto alto, além da boa plataforma de popa, é o bom espaço na cabine, com cerca de 2 m de pé-direito.
Com 10,40 m de comprimento e 3,15 m de boca, a lancha acomoda até 15 passageiros, além do piloto, e tem entre suas opções de propulsão uma parelha de motores de centro-rabeta Mercruiser de 250 hp.
O estaleiro estreou em 2015 com o objetivo de oferecer ao mercado náutico produtos e serviços de qualidade com total foco no usuário, e entregou sua primeira lancha no fim do mesmo ano.
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No dia 12 de junho, a Marinha do Brasil inaugurou um estande dentro do maior Aquário Marinho da América do Sul, o AquaRio. Na ocasião, o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, o ex-Ministro da Marinha, Almirante de Esquadra Mauro César Rodrigues Pereira, e o Diretor-Presidente do AquaRio, Marcelo Szpilman, descerraram a faixa de inauguração, dando início às visitações.
O estande, destinado à Força Naval, ocupa um espaço de 17m² e fica localizado no 3º andar do aquário, na área dos projetos ecológicos. A Comissão Interministerial para os Recursos do Mar exibirá, até o dia 25 de junho, a exposição “O Brasil na Antártica e a Amazônia Azul”. Entre as atrações, estão as maquetes da nova Estação Antártica Comandante Ferraz e da Estação Científica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo; manequim com as roupas utilizadas no continente gelado; e réplicas de pinguim em tamanho natural.
Após o término desta mostra, haverá rodízio entre as demais organizações militares da Marinha do Brasil.
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No último fim de semana, navegadores que estavam na Praia do Laboratório, na região de Piraquara, em Angra dos Reis, avistaram cerca de sete tubarões na água. A área, que recebe deságua da usina nuclear, tem águas mais quentes, o que a torna muito frequentada no inverno, tanto por embarcações, quanto pelos peixes, e pode ser um dos motivos da aparição da espécie.
O local é próximo da Área de Preservação Ambiental dos Tamoios e possui águas claras, com boa visibilidade, o que facilitou ver os tubarões. De acordo com Christian Leite Rodrigues, que estava na região e aproveitou para fazer algumas imagens, a situação causou um certo reboliço em quem estava lá. Assista ao vídeo dos tubarões na Praia do Laboratório, em Angra dos Reis.
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Robert Scheidt estreia na Kieler Woche, em Kiel, na Alemanha, nesta quarta-feira (21). Ao lado do proeiro Gabriel Borges, o bicampeão olímpico encara a competição como mais uma etapa de sua adaptação à nova classe, a 49er, na qual busca experiência a fim de iniciar um novo ciclo, visando os Jogos de Tóquio, em 2020, onde pretende lutar pela sexta medalha na maior competição do planeta.
Scheidt se preparou para a Kieler Woche em ‘seu quintal’. Ele o Gabriel Borges treinaram por dois meses no Lago di Garda, na Itália, onde Robert mora com a família. Aos 44 anos, mantém a motivação em alta. “Vai ser a nossa primeira competição do verão europeu e estamos bem animados. Depois da disputa aqui na Alemanha, teremos o Campeonato Europeu e o Mundial. E kiel será uma regata importante para avaliar o nosso nível. Temos pouco tempo na classe e a cada dia na água aprendemos muita coisa”, explica o iatista.
A dupla brasileira chegou a Alemanha na quinta-feira (15) para aclimatação e alguns dias de preparação antes da estreia. “Fizemos bons treinos, com vento forte nos dois primeiros dias e vento fraco na sequência. Estamos em um bom momento, em uma crescente, mas é difícil saber o que esperar da competição, que terá 75 barcos na 49er e, consequentemente, um alto nível”, afirma Scheidt, que complementa. “Com muita gente na água, a largada será crucial. Tudo vai depender de largar bem. Há ainda um outro fator, que é a previsão de mudança do clima durante o evento, com tempo fechado e ventos mais fortes. Vamos ver.”
Em Kiel, serão três regatas por dia. Nesta quarta e quinta, os competidores serão divididos em dois grupos. Os melhores correm na flotilha ouro na sexta e no sábado. Os dez barcos mais bem classificados alinham para a medal race no domingo, no encerramento da Semana de Vela de Kiel. A Kieler Woche teve cerimônia de abertura no sábado (17), mas como é dividida em duas etapas, classes como a 49er só começam a partir desta quarta-feira. Robert tem quatro títulos na tradicional semana de vela alemã, sendo três na Laser e um na Star.
A preparação para a Semana de Vela de Kiel foi considerada muito boa por Scheidt, mas não esteve livre de percalços no Lago di Garda. O bicampeão olímpico sofreu uma lesão muscular no início da preparação e se viu obrigado a ficar 20 dias parado. “Durante uma manobra, o barco virou e eu cai na água. Nesse momento, bati o braço e sofri uma contusão no tríceps. O 49er é mais radical, extremo, e essas coisas acontecem. Conforme a velejada melhora, o risco diminui. Mas voltei bem e tivemos tempo de refinar as manobras, o que é muito importante em um barco como esse, que exige muita habilidade”, explica Robert.
A evolução de Robert na 49er pode ser comprovada pelo seu desempenho. Na Copa Brasil, disputada no início de março, em Porto Alegre, venceu quatro regatas, as primeiras na nova categoria, conquistando a medalha de prata. Antes de competir em águas brasileiras, disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Na Miami Mid Winters, também no início de 2017, conseguiu 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores. Mais recentemente, no final de março, correu o Troféu Princesa Sofia e novamente fez um 11º lugar.
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