Escunas de Angra recebem Selo de Qualidade do Turismo Náutico

Por: Redação -
08/12/2016

Angra dos Reis sediou na manhã desta quarta-feira (07) a entrega dos primeiros Selos de Qualidade do Turismo Náutico, concedido pelo Sebrae/RJ às embarcações que atenderam aos requisitos definidos pelo Comitê Gestor e passaram pela avaliação de conformidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Das sete inscritas no programa, duas conquistaram o selo, tornando-se pioneiras no Brasil a possuir este atestado de qualidade.

Rafael (consultor do Sebrae), Ricardo Ermel, Wellington Rocha, Ernani, Armando Clemente (diretor Sebrae/RJ), Vanessa Cohen, Thiago Fernandes, Margareth Carvalho, José Leôncio Neto (coordenador regional do Sebrae/RJ na Costa Verde).
Rafael (consultor do Sebrae), Ricardo Ermel, Wellington Rocha, Ernani Paciornik, Armando Clemente (diretor Sebrae/RJ), Vanessa Cohen, Thiago Fernandes, Margareth Carvalho e José Leôncio Neto (coordenador regional do Sebrae/RJ na Costa Verde).

O diretor do Sebrae/RJ, Armando Clemente, e o gerente de negócios da ABNT, Luis Boschetti, entregaram o selo aos empresários Fabiano Ribeiro, da Angra dos Reis Turismo, e Letícia Varella, da Angra Ocean. Armando destacou o vanguardismo do Sebrae/RJ ao implementar um projeto inovador que se tornou modelo nacional para os Estados que têm potencial para o turismo náutico. “Este Selo tem um valor intangível. Mostra que Angra dos Reis se destaca não apenas por ser o maior polo de turismo náutico do Brasil, mas também pelo diferencial na gestão da qualidade dos serviços prestados”, afirma o diretor do Sebrae/RJ.

Luis Boschetti enalteceu a coragem dos empresários participantes em se submeterem à auditoria da ABNT. “A entrega do Selo representa uma pequena parcela de um longo trabalho. Todos se comprometeram com os princípios do programa que preza pela segurança dos ocupantes das embarcações, a excelência na gestão empresarial e a preservação ambiental dos destinos. Por isso, todos são vencedores”, disse.

leticia-varella-e-o-coordenador-do-sebrae

O evento contou com a presença do delegado da Capitania dos Portos, Comandante Cruz; do presidente da TurisAngra, Klauber Valente, do chefe da ESEC Tamoios do ICMBIO, Fernando Bruto, da presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV), Cristina Fritsch; do coordenador regional do Sebrae/RJ, José Leôncio de Andrade Neto, da coordenadora estadual de turismo do Sebrae/RJ, Margareth Carvalho, e da gestora estadual do projeto de desenvolvimento do turismo náutico, Vanessa Cohen.

O Selo é um desdobramento do projeto “Desenvolvimento do Turismo Náutico da Região da Costa Verde”, desenvolvido há 3 anos, e representa um marco na valorização das embarcações e empresas de turismo. Os requisitos para a obtenção do selo foram definidos pelo Comitê Gestor, formado pela ABNT, INEA, Capitania dos Portos, Marinha do Brasil, Sebrae/RJ, TurisAngra, Setur, TurisRio, Angra Convention e Visitors Bureau, ABAR e ATAR.  Os critérios são: requisitos legais, gestão, sustentabilidade, oferta de serviços, infraestrutura e atendimento.

fabiano-ribeiro-e-o-coordenador-do-sebrae

Coordenador regional do Sebrae/RJ na Costa Verde, José Leôncio de Andrade Neto esclarece que o projeto continua em andamento. “Finalizamos essa primeira etapa com a entrega do Selo, mas o nosso foco é a busca contínua pelo aprimoramento da qualidade. Todas as empresas continuarão recebendo acompanhamento do Sebrae/RJ. As que receberam, terão que renová-lo em 2017, com critérios mais avançados. E as que não receberam, estão a um passo adiante, porque falta pouco para atenderem os requisitos mínimos. Esperamos ter 20 empresas inscritas para obtenção do Selo no ano que vem”, afirma Neto.

Náutica Responde

Faça uma pergunta para a Náutica

    Relacionadas

    Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

    Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

    Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

    Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

    158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

    Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

    Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

    O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

    Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

    Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

    Fórum Náutico Paulista propõe lancha de até 20 pés completa por R$ 65 mil

    07/12/2016

    Na terceira reunião da Câmara de Motores e Acessórios para Barcos, do Fórum Náutico Paulista, que aconteceu nesta quarta-feira (07), os membros do grupo de trabalho debateram a criação de parâmetros para o programa “Meu Primeiro Barco”, que visa fomentar a indústria náutica em São Paulo e reduzir os custos de produção. O projeto prevê o lançamento de uma embarcação totalmente desenvolvida no Estado de São Paulo, especialmente desenhado para quem está começando a navegar.

    A nova embarcação, a motor ou a vela, deverá ter entre 4,9 e 6,1 metros de comprimento (de 16 a 20 pés) e potência da motorização entre 60 e 90 hp, no caso de lanchas. O intuito deste projeto é criar um barco (de fibra, alumínio, inflável ou plástico rotomoldado) versátil, seguro e acessível, destinado ao uso em águas parcialmente abrigadas, como represas, rios, canais e baías. E terá como regra principal o preço limitado a R$ 65 mil, já completo para navegar, incluindo capota, material de salvatagem, carreta rodoviária e o próprio motor.

    Para chegar neste valor final do barco, que pode ser monocasco ou multicasco, a ideia dos integrantes da Câmara de Motores e Acessórios para Barcos do Fórum Náutico Paulista, que tem a participação ativa da Revista Náutica, é padronizar todos os itens envolvidos na montagem da lancha ou do veleiro. Além disso, todos os itens do programa “Meu Primeiro Barco”, exceto o motor, deverão ser fornecidos exclusivamente por empresas paulistas, incluindo os projetos.

    Náutica Responde

    Faça uma pergunta para a Náutica

      Relacionadas

      Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

      Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

      Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

      Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

      158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

      Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

      Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

      O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

      Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

      Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

      Espaço Cultural Conjunto Nacional recebe exposição fotográfica e palestra gratuita com Amyr Klink

      Por: Redação -

      Acontece até o próximo dia 15, no Espaço Cultural Conjunto Nacional, em São Paulo, a exposição “Linha D’Água – Viagens oceânicas de Amyr Klink e suas lições sobre a água”, reunindo fotografias do acervo de Amyr Klink. O mundialmente respeitado navegador já realizou mais de 40 viagens oceânicas e tornou-se referência nacional quando se fala em consumo consciente, especialmente da água. O projeto foi inaugurado em 2014, com passagens por várias cidades do país como Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Itajaí (SC) e Rio Verde (GO).

      “Linha D’Água – Viagens oceânicas de Amyr Klink e suas lições sobre a água” é dividida em três módulos, que remetem a cada um dos barcos usados pelo velejador em algumas de suas principais expedições: barco a remo I.A.T., Paratii e Paratii 2. Ao todo são 30 imagens, dispostas em painéis com textos sobre as viagens. Todo o material expositivo é montado em base sustentável, seguindo assim os princípios do projeto, de estimular a reflexão sobre consumo consciente.

      A mostra reúne imagens de autoria de Amyr Klink e também algumas fotografias de Marina Klink, sua esposa, que registrou, a partir dos anos 80, belas imagens de esportes de aventura, como asa-delta e competições de iatismo. Velejadora com mais de uma centena de competições no currículo, tornou-se uma das mais respeitadas fotógrafas de natureza do país. Seus primeiros registros aconteceram em 1995 na Antártica. Após 13 viagens para a região, reuniu 180 imagens no livro ‘Antártica – A Última Fronteira’.

      No dia 13 de dezembro, o velejador ministrará, ainda, palestra no Teatro Eva Herz, da Livraria Cultura, também no Conjunto Nacional. No encontro, Amyr Klink contará sua história e falará sobre as estratégias de consumo de água que utilizou em suas viagens, revelando que planejamento, precisão e consciência são fundamentais. Para participar, é necessário emitir o vale-palestra pelo site www.dcolor.art.br.

      Exposição fotográfica

      expo-kassius-trindade
      Foto Kassius Trindade

      Data: De 02 a 15 de dezembro
      Horário: De segunda a sábado, das 7h às 22h, e domingo, das 10h às 22h
      Local: Espaço Cultural Conjunto Nacional
      Endereço: Av. Paulista, 2073 – Bela Vista – São Paulo – SP
      Classificação Livre
      Evento gratuito

      Palestra “Viagens oceânicas de Amyr Klink e suas lições sobre a água”

      amyr-gabriel-araujo
      Foto Gabriel Araújo

      Data: 13 de dezembro (terça-feira), às 19h30
      Local: Teatro Eva Herz – Livraria Cultura – Conjunto Nacional
      Endereço: Av. Paulista, 2073 – Bela Vista –  São Paulo – SP
      Classificação livre
      Evento gratuito
      * Retire seu vale-ingresso no www.dcolor.art.br/ingressos
      A troca pelo ingresso deverá acontecer no dia do evento das 17h30 às 19h15
      Os vale-ingressos que não forem trocados até este horário serão invalidados e disponibilizados ao público em geral

       

      Náutica Responde

      Faça uma pergunta para a Náutica

        Relacionadas

        Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

        Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

        Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

        Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

        158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

        Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

        Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

        O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

        Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

        Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

        Estaleiro Coral ousa e lança lancha com casco vermelho

        Por: Redação -

        O tradicional estaleiro carioca Coral, que já confirmou presença no Rio Boat Show 2017, de 5 a 11 de abril, na Marina da Glória, fez a entrega técnica, semana passada, do seu mais ousado modelo Coral 22 L, nas dependências da marina Porto Real Resort, em Mangaratiba, no Rio de Janeiro. O modelo de proa aberta, um dos menores da linha da Coral, que contempla lanchas de 16 a 50 pés, recebeu um vibrante tom de vermelho no gelcoat do casco, de 6,5 metros de comprimento, fugindo do tradicional branco, e ainda recebeu bancos com tecido bege. Que tal?

        15350650_901944169940377_589491179399308305_n
        Além do casco vermelho, os bancos ganharam tecido bege

        Náutica Responde

        Faça uma pergunta para a Náutica

          Relacionadas

          Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

          Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

          Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

          Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

          158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

          Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

          Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

          O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

          Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

          Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

          Conheça a nova lancha que a Intermarine lançará no Rio Boat Show 2017

          Por: Redação -

          O estaleiro paulista Intermarine prepara o lançamento da sua revolucionária Intermarine 62 para o Rio Boat Show 2017. Apostando em novidades nunca antes vistas em embarcações deste porte, como o beach club na popa, vai ser difícil não se encantar com a lancha. Assista este e outros detalhes do barco apresentados por ninguém menos que o próprio designer da Intermarine, e um dos mais famosos designers náuticos do mundo, Luiz de Basto.

          Náutica Responde

          Faça uma pergunta para a Náutica

            Relacionadas

            Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

            Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

            Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

            Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

            158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

            Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

            Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

            O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

            Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

            Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

            10 dicas para economizar combustível

            Por: Redação -
            06/12/2016

            Veja o que você pode fazer para encher o tanque sem precisar esvaziar o bolso de novo tão cedo:

            1 – Faça manutenção periódica do motor
            Até porque os mesmos fatores que influenciam na economia de combustível também ajudam a melhorar o desempenho e aumentar a vida útil do próprio motor.

            2 – Só leve o que for necessário
            Quanto mais leve o barco estiver, mais ele andará e menos combustível consumirá.

            3 – Não abasteça demais
            Tanque cheio demais aumenta o peso a bordo. Abasteça com apenas 1/3 a mais que o necessário para o passeio.

            4 – Controle a capota
            Capotas são úteis, protegem do sol, mas aumentam a resistência durante a navegação.

            5 – Distribua bem o peso a bordo
            Sem estabilidade não há desempenho. E, sem bom desempenho, o consumo aumenta.

            6 – Não deixe o motor funcionando à toa
            Mas, ligar e desligar o motor várias vezes, num curto espaço de tempo, pode trazer outros problemas.

            7 – Verifique os hélices
            Qualquer alteração neles aumenta diretamente o consumo. E o mesmo acontece com lemes desalinhados.

            8 – Controle o peso do barco
            De tempos em tempos, pese o seu barco. Se ele estiver muito acima do normal, pode haver água dentro do casco. E, peso a mais, você já sabe…

            9 – Limpe sempre o casco
            Se o barco ficar no mar por mais de duas semanas, já ficará impregnado de cracas. E casco sujo rouba 10% do desempenho e aumenta também isso no consumo.

            10 – Acelere gradativamente e navegue em cruzeiro
            Quanto mais força o motor fizer, mais gastará. Acelere suave e progressivamente e não passe da velocidade de cruzeiro.

            COMBUSTÍVEL ADULTERADO? O MOTOR AVISA
            Quase nunca dá para identificar um combustível adulterado a olho nu. Mas, ao ser abastecido por um combustível de má qualidade, o barco imediatamente passa a apresentar determinadas características que podem indicar que ele foi “batizado”. As principais são:

            Motor engasgando ou morrendo
            Potência e torque mais fracos
            Marcha lenta irregular
            Aumento no consumo
            Dificuldade em dar a partida
            Muito mais fumaça

            Náutica Responde

            Faça uma pergunta para a Náutica

              Relacionadas

              Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

              Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

              Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

              Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

              158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

              Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

              Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

              O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

              Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

              Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

              9ª edição do Desafio Solar Brasil acontece até o dia 11 em Búzios

              As esquipes que participarão do Desafio Solar Brasil já estão reunidas em Búzios (RJ) para a 9ª edição da competição. Estudantes, professores e organizadores estão na cidade desde a segunda, 5, e se preparam para as provas, que começam nesta quarta-feira, 7, na praia da Armação. A abertura do evento acontece nesta noite de terça.

              Segundo os organizadores, este ano a prova está ainda maior, com a participação de cerca de 20 embarcações, sendo 13 catamarãs e 7 monocascos, de variados estados, incluindo Rio de Janeiro, Santa Catarina e Amazonas. Os modelos participantes irão para a água até o próximo domingo, dia 11, quando haverá a premiação do evento.

              O Desafio Solar Brasil é uma iniciativa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e reúne barcos elétricos movidos à energia solar com o objetivo de estimular o desenvolvimento de novas tecnologias de fontes de energia limpa e renovável como combustível para a mobilidade.

              Foto: Divulgação

               

              Náutica Responde

              Faça uma pergunta para a Náutica

                Relacionadas

                Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                Manutenção: você sabe quando trocar as velas do motor?

                As velas são peças fundamentais no bom funcionamento mecânico de um motor. Em motores de barcos, por exemplo, cada cilindro tem uma vela. Mas quando deve-se trocar as velas usadas por outras novas? Nosso diretor técnico, Marcio Dottori, responde neste vídeo da TV Náutica. Clique e confira.

                Náutica Responde

                Faça uma pergunta para a Náutica

                  Relacionadas

                  Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                  Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                  Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                  Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                  158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                  Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                  Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                  O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                  Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                  Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                  Tradicional restaurante da Ilha Grande inaugura pousada

                  Por: Redação -
                  05/12/2016

                  Pernoitar nas águas do Saco do Céu, uma das mais abrigadas e sossegadas baías da Ilha Grande, em Angra dos Reis, é um programa imperdível para quem tem barco na região ou vem de fora para passar temporada. Mesmo nos dias de mar agitado, no Saco do Céu nunca mexe. É o tipo de lugar que todo mundo que tem um barco gosta de atracar, seja para não fazer absolutamente nada ou então para praticar esportes náuticos, como o stand up paddle e andar de caiaque.

                  70413031
                  A gostosa e aconchegante piscina da MV Club

                  A natureza, generosa, caprichou na paisagem do Saco do Céu, com uma bela enseada de águas paradas e uma vasta vegetação ao redor. O proprietário, o simpático Marcos Velloso, encarregou-se do resto, ao transformar o famoso Almirantado, um dos festejados restaurantes que se distribuem à beira-mar do mar da região, também em uma pousada, a MV Club. A sensação é a de se hospedar na casa de um amigo, com a vantagem adicional (e que vantagem!) que ele cozinha muito bem! Sim, porque a pousada fica integrada ao restaurante, que é uma das melhores referências gastronômicas da região.

                  70413033
                  Criado há mais de 20 anos, o Almirantado é um dos mais tradicionais restaurantes da Ilha Grande

                  Por enquanto, são duas exclusivas suítes (em breve, outras duas serão inauguradas), com varanda, ar-condicionado e tudo mais. E o melhor de tudo é que, como só se chega lá de barco, o restaurante (e, agora, a pousada!) é praticamente exclusivo dos amantes do mar. Dá até vontade de trocar o camarote de bordo por uma cama na pousada. Interessou? Ligue para 24/99982-9282 ou acesse www.clubmv.com.br e reserve.

                  70413043
                  A pousada fica encravada na natureza do Saco do Céu

                  Náutica Responde

                  Faça uma pergunta para a Náutica

                    Relacionadas

                    Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                    Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                    Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                    Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                    158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                    Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                    Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                    O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                    Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                    Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                    Estaleiro Dumar inaugura showroom em São Paulo

                    Por: Redação -

                    O tradicional estaleiro paulista Dumar, responsável pelas famosas lanchas de pesca e passeio Wellcraft, inaugurou um novo espaço para apresentar seus modelos de barcos em São Paulo. Em um galpão com mais de 800 metros quadrados, o novo showroom, batizado de Ducraft, fica na rua Guaipa, 1341, e oferece espaço para exibir cerca de 15 modelos de lanchas da marca. Atualmente, o estaleiro Dumar é responsável por uma linha que contempla cinco modelos de lanchas de pesca e passeio, entre 16 e 27,5 pés, e está desenvolvendo uma nova versão, com console duplo, do consagrado modelo Wellcraft 27.5.

                    whatsapp-image-2016-12-05-at-15-12-37

                    Náutica Responde

                    Faça uma pergunta para a Náutica

                      Relacionadas

                      Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                      Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                      Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                      Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                      158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                      Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                      Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                      O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                      Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                      Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                      1ª Maratona Aquática de Porto Alegre contará com camarote flutuante

                      Por: Redação -

                      No próximo sábado, 10 de dezembro, Porto Alegre receberá a primeira Maratona Aquática da cidade, que contará com um diferencial: a tradicional embarcação turística Cisne Branco irá servir de camarote flutuante, permitindo que o público assista a prova na íntegra. Da maneira tradicional, em terra, só é possível acompanhar a largada e a chegada dos atletas. No camarote, os espectadores terão café da manhã e irão receber um kit com camiseta e brinde dos apoiadores da maratona. Para assistir do camarote, o investimento é de R$ 50.  A entrada é franca para quem acompanhar a competição fora d’água.

                      Com inscrições abertas até o dia 8 de dezembro, quinta-feira, a 1ª Maratona Aquática de Porto Alegre acontecerá na raia de remo da lha do Pavão, com credenciamento marcado para 7h30min. Com tradição nos esportes aquáticos, o Rio Grande do Sul é o estado com maior número de campeões nas últimas competições nacionais. Despertando o interesse de atletas de países vizinhos, como Argentina e Uruguai, a maratona representa um primeiro passo para a projeção nacional e internacional do Rio Grande do Sul como referência nesta prática.

                      Além da promoção da atividade saudável, o evento permite interação com a Orla do Guaíba, reforçando um compromisso sócio ambiental da cidade com a natureza. Com provas de 500m, 1000m e 3000m, a maratona é uma realização da Federação Gaúcha de Desportos Aquáticos, da Prefeitura de Porto Alegre e do GNU.

                      Foto: Ricardo Giusti/PMPA

                      Náutica Responde

                      Faça uma pergunta para a Náutica

                        Relacionadas

                        Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                        Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                        Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                        Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                        158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                        Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                        Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                        O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                        Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                        Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                        C30 Caiçara supera vendaval e vence desafiadora Regata Volta à Ilhabela

                        Por: Redação -

                        A temporada foi intensa, desgastante, com 36 regatas ao longo de nove meses. Os desafios da C30, classe mais equilibrada do Circuito Ilhabela de vela oceânica (Copa Suzuki), garantiram a emoção do campeonato. O Caiçara despontou apenas a partir da penúltima etapa, para conquistar com eficiência o bicampeonato da classe na Capital Nacional da Vela, com sede no Yacht Club de Ilhabela.

                        Neste fim de semana (3 e 4/12) o barco comandado por Marcos de Oliveira Cesar ainda viveu momentos dramáticos na Regata Volta à Ilha – Sir Peter Blake ao cruzar a linha de chagada 11 segundos à frente do implacável rival Caballo Loco, de Mauro Dottori. O Caiçara completou as 40 milhas (70 km) em 6h49m35. Após o Caballo Loco chegaram Kaikias e +Realizado eCycle. A diferença entre Caiçara e Caballo Loco para o fita azul (primeiro a chegar), Sessentão, conforme o próprio nome tem 60 pés, foi de apenas 12 minutos, o que reforça o nível elevado e a excelência da classe C30.

                        Kaikias no contravento (Aline Bassi/Balaio)
                        Kaikias no contravento (Aline Bassi/Balaio)

                        Grato pelo trabalho a bordo, o comandante bicampeão elogiou a tripulação após mais uma vitória, a 14ª do Caiçara na temporada. “A Regata Volta à Ilha foi mais um exemplo de esforço e dedicação de todos os tripulantes. Após a largada abrimos boa vantagem sobre os adversário e parecia que a situação estava sob controle, mas no final o Caballo Loco se aproximou, colocou pressão e chegamos apenas 11 segundos à frente deles depois de quase sete horas de competição. Uma regata sensacional para fechar o ano com entusiasmo”, comentou Marcos Cesar.

                        O vice-campeão Mauro Dottori vibrou com desempenho do Caballo Loco e dos demais barcos da classe C30. “O vento saiu do zero e no Bonete as rajadas devem ter chegado a 30 nós. Depois diminui e voltou a aumentar quando entrou o sudoeste. Foi muito bom, divertimo-nos durante toda a regata. Um encerramento digno para a temporada da C30, indefinida até a penúltima etapa. Esse equilíbrio é motivador”.

                        Bicampeão Caiçara (Aline Bassi/Balaio)
                        Bicampeão Caiçara (Aline Bassi/Balaio)

                        Ganhadores da medalha de bronze, os tripulantes do +Realizado eCycle também demonstraram entusiasmo com a evolução da classe. “O que importa é que completamos mais uma Volta à Ilha. Começamos bem, mas perdemos tempo ao nos enroscamos em um cabo preso a um bote na Ponta das Canas. Recuperamos e estávamos próximos dos barcos da frente até o través de Búzios, onde caímos em um buraco de vento. Valeu a diversão e contemplar a beleza da ilha. Na Ponta do Boi atingimos incríveis 19,3 nós (34 km/h).Essa regata não é fácil. Concluí-la já é uma vitória”, definiu o trimmer (regulador de velas) Ricardo Apud.

                        Classificação final da C30 no Circuito Ilhabela (34 regatas e seis descartes

                        1. Caiçara (Marcos de Oliveira Cesar) – 47 pontos perdidos
                        2. Caballo Loco (Mauro Dottori) – 61 pp
                        3. + Realizado eCycle (José Luiz Apud) – 73 pp
                        4. Kaikias Felipe Echenique – 96 pp
                        5. Barracuda (Humberto Diniz) – 97 pp

                        Texto: Ary Pereira Jr.

                        Náutica Responde

                        Faça uma pergunta para a Náutica

                          Relacionadas

                          Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                          Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                          Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                          Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                          158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                          Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                          Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                          O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                          Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                          Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                          Scheidt é bronze em Nassau

                          Por: Redação -
                          03/12/2016

                          Foi um dia de superação para Robert Scheidt e Maguila. O skipper e o proeiro — únicos representantes do Brasil na rodada final da Star Sailors League, em Nassau, nas Bahamas — bem que tentaram, mas não conseguiram o primeiro lugar na finalíssima. Em uma disputa acirrada, envolvendo apenas quatro barcos, a dupla brasileira ficou na terceira colocação, faturando a medalha de bronze. A vitória coube a Mark Mendelblatt e Brian Fatih, dos Estados Unidos, enquanto os franceses Xavier Rohart e Pierre-Alexis Ponsot asseguraram o vice-campeonato.

                          As três regatas de hoje (equivalentes às quartas de final, semifinal e final) foram disputadas em formato eliminatório. Embora 10 duplas estivessem classificadas para esta fase, somente oito barcos disputaram a primeira regata. Cinco deles seguiram adiante, juntando-se aos segundos colocados na fase classificatória (Mark Mendelblatt e Brian Fatih), enquanto os três últimos foram eliminados. Com uma performance impecável, Robert Scheidt e Maguila aproveitaram bem os ventos de 12 nós e cruzaram a linha final na frente.

                          Na segunda regata, já com a participação dos americanos, os brasileiros também correram na frente, porém, chegando em segundo lugar em meio a seis veleiros. Era o suficiente, no entanto, para figurar na finalíssima, ao lado dos primeiros colocados na fase classificatória, Diego Negri e Sergio Lambertenghi, da Itália. Dessa forma, com outros três veleiros eliminados, apenas quatro ficaram na raia para a disputa da terceira (e derradeira) regata: Itália, França, EUA e Brasil.

                          Passados dez minutos do início da regata, com ventos oscilando entre os 13 e os 14 nós, não dava para saber quem estava na frente. A raia era vasta para tão poucos barcos, que se espalhavam em busca das melhores rajadas. Scheidt e Maguila montaram a primeira boia em primeiro lugar. Porém, perto da terceira boia, os americanos se aproximaram da dupla brasileira e, ali, assumiram a liderança em caráter definitivo.

                          “Acho que o momento decisivo da regata foi a montagem da boia de baixo (a segunda), que a gente escolheu pelo lado da direita, enquanto eles (americanos) montaram pela esquerda. Lá, eles e os franceses, que os seguiram, acabaram encontrando outra rondada de vento e, com isso, a gente perdeu duas posições depois”, analisou Robert Scheidt, que, apesar da frustração, comemorou o resultado. “É uma dupla nova — eu estou velejando com o Henry (Boening, o Maguila) há pouquíssimo tempo — e a gente está contente com o resultado aqui”, complementou.

                          Nos próximos dias, Robert Scheidt retorna ao Brasil, onde vai treinar ao lado de Maguila, no Rio de Janeiro, visando a participação, no fim de janeiro, na Miami World Cup, na categoria 49er — que, aliás, poderá ser a futura classe do nosso campeão. Mas, segundo ele, ainda não há nada definido: “Vamos ver se a gente vai conseguir os apoios necessários para isso virar uma campanha. Por enquanto, estamos só velejando”, frisou Scheidt.

                           

                          Náutica Responde

                          Faça uma pergunta para a Náutica

                            Relacionadas

                            Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                            Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                            Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                            Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                            158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                            Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                            Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                            O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                            Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                            Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                            Robert Scheidt garante vaga na rodada final da SSL

                            Por: Redação -
                            02/12/2016

                            O brasileiro Robert Scheidt, acompanhado do proeiro Maguila, manteve a terceira colocação geral, com 51 pontos, terminadas as duas regatas que complementaram a fase classificatória das finais da Star Sailors League. Scheidt garantiu, assim, vaga na rodada derradeira — composta de três regatas — que apontará a equipe vencedora do campeonato. No total, dez duplas estão classificadas, sendo que o primeiro e o segundo colocados, Diego Negri/Sergio Lambertenghi (Itália; 43 pontos) e Mark Mendelblatt/Brian Fatih (EUA; 45), levam uma boa vantagem, pois entram, respectivamente, apenas na finalíssima e na semifinal. Robert Scheidt, por sua vez, terá de cumprir as três disputas.

                            “A gente teve uma chance (de chegar na frente) na primeira regata do dia e chegou a ficar empatado com os italianos (mas terminaram na sexta posição). Depois, a gente não velejou muito bem, acabou cometendo alguns erros e ficou em terceiro no geral”, avaliou o velejador brasileiro, na chegada ao Nassau Yacht Club. “Mas o que vale é amanhã, né? Será uma sequência com menos barcos na raia e, portanto, mais aberta”, aposta ele. “A gente vai com tudo amanhã, embora as condições não sejam as melhores (os ventos ficaram na casa dos 4 ou 5 nós, o que forçou o adiamento das regatas). Foi uma pena não chegar em segundo e poder avançar uma rodada, mas é o que a gente tem”, complementou.

                            As regatas de amanhã terão caráter eliminatório. Embora 10 duplas estejam classificadas para esta fase, somente oito barcos disputarão a primeira regata, prevista para acontecer às 11h. Em seguida, seis veleiros entrarão na raia para correr a segunda regata, e apenas quatro irão figurar na terceira — incluindo o da dupla italiana. O prêmio para a dupla campeã será de US$ 40 mil.

                             

                            Náutica Responde

                            Faça uma pergunta para a Náutica

                              Relacionadas

                              Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                              Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                              Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                              Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                              158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                              Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                              Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                              O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                              Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                              Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                              Entrevista: Torben Grael é o nome da vez na vela mundial

                              Por: Redação -

                              A vela mundial passa por uma série de mudanças, no sentido de preservar a essência do esporte. A realização da Star Sailors League, cujas finais acontecem em Nassau, nas Bahamas, são sintoma disso, uma vez que a modalidade espelha-se na Associação de Tenistas Profissionais (ATP), que foi criada para defender os interesses dos atletas e, ao longo do tempo, ganhou autonomia para organizar campeonatos – que, por sinal, se tornaram referência no mundo todo.

                              O que os ventos mais recentes sopram é que essas mudanças passam também pelo Brasil, já que, há pouco mais de 15 dias, o multimedalhista olímpico Torben Grael foi eleito um dos sete vice-presidentes da Federação Internacional de Vela, a World Sailing (antiga Isaf). Torben compõe a chapa do dinamarquês Kim Andersen, que vai gerir a entidade nos próximos quatro anos, mas é tido pela imprensa internacional como “o cara” a ser seguido nas futuras decisões envolvendo a modalidade, dada sua experiência não só como velejador mas, ainda, como dirigente. “É preciso escutar os velejadores. A federação existe em função dos velejadores, e não o contrário”, defende ele, que critica a criação de novas classes. “Isso favorece apenas as equipes mais poderosas economicamente”, opina.

                              Nesta entrevista exclusiva à NÁUTICA, Torben Grael – que participa das finais da Star Sailors League em Nassau, nas Bahamas – adianta que deverá permanecer no cargo de coordenador técnico da equipe de vela do Brasil, dando continuidade à preparação brasileira para Tóquio-2020. “Foi uma campanha muito boa para o Brasil (na Rio-2016). O desafio é a gente tentar manter o alto nível”, diz o novo VP da World Sailing. Confira, abaixo, os principais trechos da entrevista.

                              A imprensa internacional tem destacado que, mesmo sendo o presidente da entidade dinamarquês, a experiência de Torben Grael será determinante nas decisões a serem tomadas pela World Sailing. O que você pode dizer a esse respeito?

                              É bom que essa seja a opinião que está em voga! (risos) Eu tenho tentado contribuir bastante para o esporte, não só no Brasil, por meio da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano (ABVO), da qual eu fui vice-presidente na gestão do Lars (Grael, irmão dele), com o próprio Projeto Grael, em que a gente trabalha com a base da vela também, há 18 anos, e tenho experiência em vários tipos de velas diferentes, desde monotipo, de classe olímpica, até volta ao mundo (Volvo Ocean Race), Amercia’s Cup… Acho que isso tudo é bastante importante. E escutar também os velejadores! A federação existe em função dos velejadores, e não o contrário. Às vezes dá a impressão que a ordem vem lá de cima e os velejadores que se virem. Acho importante lembrar que a federação existe para servir os velejadores.

                              Você já disse que a Star Sailors League é um embrião para que, um dia, tenhamos uma ATP na vela. Quais serão os principais pontos da sua plataforma na vice-presidência da World Sailing?

                              Acho que precisamos de um pouco de estabilidade. Nos últimos mandatos da World Sailing, houve muita inconsistência, muita sede de mudança sem raciocínio por trás. A vela é um esporte bastante tradicional, que não foi inventado ontem e é praticado há 150 anos. Evoluir é importante, mas não acho que tem que revolucionar o esporte o tempo todo! A gente tem que fazer mudanças de forma estudada, com critério, para que não se fique indo e voltando com mudanças sem sentido. Acho, por exemplo, que a gente teve mudanças de mais de classe em pouco tempo (de 2000 para cá, por exemplo, foram criadas as categorias 49er, 49erFX e Nacra 17), sem critério por trás das mudanças, com muito lobby e interesses econômicos por trás delas. É preciso fazer essas coisas com critério, a partir de uma filosofia que você quer para o esporte, principalmente no caso das classes olímpicas, e ir fazendo mudanças aos poucos. E as mudanças têm que ser feitas sempre para a segunda próxima Olimpíada, e não para a próxima, porque quatro anos ou três anos e pouco é tempo insuficiente para você preparar uma equipe corretamente. Você tem que ter mais tempo para planejar e treinar os atletas para ser competitivo. A cada vez que você faz essa mudança em tempo exíguo, favorece apenas as equipes mais poderosas economicamente, em detrimento daquelas menos favorecidas. Então, isso é ruim para o esporte.

                              A propósito disso, a assembleia geral que elegeu sua chapa optou pela manutenção das atuais 10 classes olímpicas para Tóquio-2020. Haveria possibilidade da inclusão de uma outra classe ainda? Qual seria?

                              A gente teve essa chance para o Rio de Janeiro e a Federação Internacional de Vela optou por não incluir a Star de volta no programa olímpico. Se isso tivesse acontecido, teríamos estas 11 classes e seria mais fácil mantê-las, até porque o Comitê Olímpico Internacional quer igualdade de gêneros e, hoje, nós temos quatro classes femininas (49erFX, RS:X, Laser Radial e 470), cinco masculinas (49er, RS:X, Laser, 470 e Finn) e uma mista (Nacra17). Ou seja, já com esses números não há igualdade. Além disso, em geral, as classes que têm o mesmo barco masculino e feminino, como a Laser, a prancha (RS:X) e a 49er, sempre têm mais representantes no masculino que no feminino. Então, a gente tem que acertar isso um pouquinho e, portanto, se tiver que incluir uma classe, tem que ser feminina – senão vai piorar esse balanço. Mas a decisão é de manter as classes para Tóquio-2020 e discutir quais serão as classes em 2024.

                              Você é um dos sete VPs eleitos da World Sailing. Cada um terá atribuições específicas ou poderá trabalhar temas diversos ou com os quais tenha mais afinidade?

                              Acho que essas três coisas. A gente vai ter atribuições específicas e cada um vai tentar trabalhar onde tem mais conhecimento para contribuir. Essa decisão vai ser tomada numa reunião da entidade, em Dubai, que vai acontecer de 8 a 12 de dezembro.

                              Neste período de trabalho na World Sailing, você continuará à frente da coordenação técnica da CBVela?

                              Vou definir isso após a reunião da World Sailing, em Dubai, mas possivelmente, sim. Até porque não sou ligado diretamente à CBVela, e sim ao Comitê Olímpico do Brasil (COB).

                              Qual a sua opinião sobre o novo presidente da CBVela, na verdade reeleito, Marco Aurélio de Sá Ribeiro?

                              É gente com experiência, que viveu os dois lados da questão, como atleta e como organizador. Então, acho que isso é importante.

                              E o que é preciso observar e melhorar para a próxima campanha, tendo em vista, inclusive, o desempenho do Time Brasil na Rio-2016?

                              Nós vamos ter dificuldade para Tóquio-2020, porque a gente teve, obviamente, com a realização da Olimpíada no Brasil, recursos extras que acho que a gente dificilmente irá conseguir. Sem falar que a preparação para Tóquio é muito mais complicada, principalmente em esportes como a vela, do que velejar em casa. Sobre a Rio-2016, eu acho que a participação do Brasil foi muito boa e acima da expectativa, porque o objetivo era bastante alto, ambicioso, e a gente chegou muito perto disso (foram conquistados uma medalha de ouro, com a dupla Martine Grael e Kahena Kunze, na 49erFX, além de dois quartos lugares, com Robert Scheidt, na Laser, e Jorge Zarif, na Finn). Foi uma campanha muito boa para o Brasil. O desafio é a gente tentar manter o alto nível. Todo país que sedia os Jogos Olímpicos tem uma melhoria no seu nível de participação – normalmente, é sua melhor participação histórica. No caso da Grã-Bretanha, eles foram além, conseguindo um melhor resultado na Rio-2016 que em Londres-2012 (foram dois ouros e uma prata contra uma de ouro e quatro de prata). Agora, para haver uma mudança radical, tem que investir muito mais no esporte jovem, aumentar a base da prática esportiva no Brasil. Tem pouca gente praticando esportes olímpicos no Brasil, hoje, e a gente tem que melhorar isso.

                              Náutica Responde

                              Faça uma pergunta para a Náutica

                                Relacionadas

                                Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                Réplica em tamanho real do Titanic começa a ser construída na China

                                Por: Redação -

                                Começou a ser construído em Sichuan, na China, uma réplica em tamanho real do Titanic, o transatlântico que naufragou em 1912. Com os mesmos 270 metros de comprimento e 28 de largura que o original, o navio será colocado em um reservatório da cidade de Daying, onde permanecerá atracado permanentemente, e fará parte do resort turístico de luxo Seven Star International.

                                Segundo Wuchang Shipbuilding Industry Corporation, construtora da embarcação, o navio será fiel ao projeto do Titanic original e contará com salão de festas, teatro, piscina e quartos de primeira classe, nos quais se tentará recriar o estilo de vida dos passageiros da época. A obra, que contou com a assessoria de projetistas britânicos e americanos, custará 1 bilhão de iuanes (US$ 145 milhões) e tem finalização prevista para meados de 2019.

                                Foto:Reprodução

                                Náutica Responde

                                Faça uma pergunta para a Náutica

                                  Relacionadas

                                  Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                  Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                  Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                  Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                  158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                  Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                  Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                  O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                  Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                  Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                  Star Sailors League: Robert Scheidt segue firme na briga

                                  Por: Redação -
                                  01/12/2016

                                  Após a realização das regatas do terceiro dia de competição, Robert Scheidt e seu proeiro, Maguila, seguem entre os primeiros colocados nas finais da Star Sailors League, que acontecem em Nassau, nas Bahamas. A dupla brasileira não teve um dia brilhante como ontem, quando saiu da raia na liderança, mas fez o suficiente para garantir a terceira colocação geral, com 33 pontos. Em primeiro lugar estão Mendelblatt/Fatih (EUA), com 24 pontos, e em segundo, Negri/Lambertenghi (Itália), com 30. Amanhã serão realizadas as duas últimas regatas classificatórias que definirão os 10 grandes finalistas.

                                  “Hoje foi um dia muito difícil, de vento bem fraco. A largada era um momento crucial e, infelizmente, a gente não conseguiu velejar muito bem taticamente nas duas primeiras regatas (a dupla ficou na 16ª e na 11ª colocação, respectivamente), saímos para o lado errado (da raia), e na terceira a gente foi um pouco melhor, tirando um quinto lugar”, analisou Robert Scheidt, logo após retornar ao Nassau Yacht Club, sede da competição. “Mas os dois adversários diretos (americanos e italianos) na briga foram bem, hoje. Então, a gente perdeu um pouquinho de pontos em relação a eles”, complementou. “Mas, a gente sabe que neste campeonato o que vale é o último dia. Então, tem que ficar entre os 10 primeiros, se classificar e, aí sim, velejar bem.”

                                  Já as outras duas duplas brasileiras que participam da disputa (Jorginho Zarif/Bruno Prada e Torben Grael/Guilherme de Almeida) não tiveram um bom dia, definitivamente. Após conseguir um quarto lugar na segunda regata, a tripulação timoneada por Grael ficou na 23ª posição na regata derradeira — no geral, estão em 17º (111 pontos). Enquanto isso, Jorginho e Bruno começaram relativamente bem o dia (considerando, inclusive, que tiveram de lidar com a quebra do mastro do barco, ontem), com um sétimo lugar, mas fecharam a segunda regata em 24º e a última em 21º. Com isso, estão na 19ª posição (127 pontos).

                                  Um total de 25 tripulações, reunindo os melhores velejadores do mundo — não apenas da classe Star, considerada a mais nobre entre os monotipos –, correm 11 regatas. Amanhã, após a realização das últimas duas regatas e com o descarte do pior resultado por parte de cada equipe, serão conhecidos os 10 times que disputarão, no sábado, as quartas de final, a semifinal e, ainda, a grande final, em formato eliminatório. A premiação será de US$ 200 mil, sendo US$ 40 mil para a dupla vencedora.

                                  Náutica Responde

                                  Faça uma pergunta para a Náutica

                                    Relacionadas

                                    Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                    Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                    Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                    Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                    158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                    Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                    Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                    O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                    Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                    Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                    SOS Mata Atlântica comemora 30 anos e homenageia fundadores

                                    Por: Redação -

                                    Redução de 83% de da média anual do desmatamento, 36 milhões de mudas de árvores nativas plantadas, 20 mil voluntários. Essas são apenas algumas das conquistas da Fundação SOS Mata Atlântica em 30 anos de atividade, celebrados em evento nesta terça-feira (29), em São Paulo.

                                    Durante o evento, a diretora-executiva da ONG, Marcia Hirota, aproveitou a comemoração dos 30 anos da instituição e fez um agradecimento especial aos fundadores – cientistas, jornalistas, ambientalistas e empresários que se reuniram em 1986 para agir contra o desmatamento no bioma que é o mais ameaçado do Brasil, entre eles, o fundador e primeiro presidente da ONG, o ambientalista Fabio Feldmann, aplaudido de pé pela plateia.

                                    “É uma honra ter sido o primeiro presidente, autor de seus estatutos, por ter colocado na Constituição Federal o bioma Mata Atlântica como patrimônio nacional e também por ter sido autor da Lei da Mata Atlântica”, disse Feldmann. “A história da defesa da Mata Atlântica é uma história de luta coletiva, de parcerias e muitos amigos!”, completou.

                                    Entre os amigos que tiveram a honra de estar presentes na criação da Fundação SOS Mata Atlântica, assinando os estatutos, em meados dos anos 1980, está o editor da antiga revista Mar, Vela e Motor, Ernani Paciornik, hoje presidente do Grupo Náutica, que edita a revista Náutica e organiza os boat shows de São Paulo e Rio. “É muito gratificante fazer parte dessa história, especialmente por lembrar que, em 1980, anos antes da criação da própria SOS Mata Atlântica, ajudamos a plantar a semente da preservação ambiental, quando editávamos uma coluna mensal na revista Mar sobre educação ecológica”, lembra Ernani.

                                    Veja algumas realizações nos 30 anos da SOS Mata Atlântica:

                                    • 83% de redução do desmatamento
                                    • 7 dos 17 estados monitorados no nível do desmatamento zero
                                    • 36 milhões de mudas de árvores nativas plantadas, promovendo a recuperação de uma área equivalente a Recife
                                    • Apoio para proteção de 2 milhões de hectares de mar e costa
                                    • 20 mil voluntários em ações de educação ambiental e qualidade da água dos rios da Mata Atlântica
                                    • 4 milhões de pessoas impactadas pelas ações da ONG
                                    • Aprovação da Lei da Mata Atlântica em 2006
                                    • 72% da população beneficiada nas mais de 3 mil cidades do bioma

                                    Náutica Responde

                                    Faça uma pergunta para a Náutica

                                      Relacionadas

                                      Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                      Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                      Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                      Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                      158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                      Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                      Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                      O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                      Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                      Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                      Cimitarra anuncia All Flags como representante exclusivo no Rio

                                      Por: Redação -

                                      O estaleiro gaúcho Cimitarra, uma das marcas já confirmadas no Rio Boat Show 2017, entre os dias 5 e 11 de abril, na Marina da Gloria, acaba de nomear seu mais novo representante oficial no estado do Rio de Janeiro. A partir de agora, a tradicional loja All Flags, uma das mais conceituadas do Brasil, comercializará toda a linha de barcos do estaleiro gaúcho, que contempla embarcações de 36 a 76 pés. Na foto acima estão Marcelo Bezzi (Cimitarra), Paulo Kinoshita (All Flags) e a equipe de vendas da All Flags na Marina Piratas, em Angra dos Reis.

                                      Náutica Responde

                                      Faça uma pergunta para a Náutica

                                        Relacionadas

                                        Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                        Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                        Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                        Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                        158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                        Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                        Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                        O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                        Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                        Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                        Caiçara comemora o bicampeonato da classe C30 na Regata Volta à Ilha

                                        Por: Redação -

                                        O sábado, 3, será de festa para a tripulação do barco Caiçara na Regata Volta à Ilha. A tripulação comandada por Marcos de Oliveira Cesar busca a vitória final na temporada para comemorar em grande estilo o bicampeonato da classe C30 no Circuito Ilhabela de vela oceânica (Copa Suzuki). A tradicional regata em homenagem a Sir Peter Blake fecha a quarta etapa e conclui o calendário de 2016 no Yacht Club de Ilhabela.

                                        “Conquistar o título por antecipação em uma classe tão equilibrada é uma honra para a tripulação do Caiçara. Demonstra que estivemos unidos, tivemos capacidade para superar as dificuldades e respeitamos os adversários. Até a terceira etapa o campeonato estava embolado, mas conseguimos manter a regularidade com uma sequência de vitórias”, celebra o comandante Marcos Cesar.

                                        Para contornar Ilhabela, os bicampeões esperam vento forte, mais adequado às características do Caiçara. As previsões para sábado, porém, não são animadoras. “Gostaríamos de fechar o campeonato com uma bela regata para toda a flotilha, mas por enquanto a previsão indica vento sul fraco, de apenas seis nós (cinco km/h). Vamos aguardar”, resigna-se Marcos Cesar, justamente o vencedor da Volta à Ilha em 2015, com 8h54h00. O recorde da prova pertence ao Montecristo, com 6h05m12 em 2014.

                                        O segundo colocado no Circuito Ilhabela é o Caballo Loco, de Mauro Dottori, e a expectativa é de que o +Realizado eCycle complete o pódio da temporada na classe C30 após a Volta à Ilha. “No último fim de semana tivemos dois dias intensos, com muitas alternativas em função da oscilação do vento. Em várias regatas, três barcos chegaram praticamente juntos em cima da linha, com uma diferença inferior a dez segundos entre eles. É o que garante a emoção na C30”, enfatiza o trimmer do +Realizado, Ricardo Apud.

                                        O tripulante aproveita para elogiar os adversário e mostrar otimismo para o sábado. “O pessoal do Caiçara estão de parabéns. Eles velejaram muito e quase não deram chances aos demais barcos. Os velejadores do Caballo Loco também merecem o pódio pela consistência e pelas batalhas honestamente disputadas. Vamos encerrar o ano com a Volta à Ilha e espero vencer a regata. Temos barco e tripulação para isso. Iremos para cima deles”, decide Apud. Kaikias e Barracuda completam a flotilha da C30 em Ilhabela.

                                        Classificação parcial da 4ª Etapa após seis regatas e um descarte

                                        1. Caiçara (Marcos de Oliveira Cesar) – 1 2 (3) 1 1 1 = 6 pontos perdidos
                                        2. Caballo Loco (Mauro Dottori) – 2 1 1 2 2 (3) = 8 pp
                                        3. + Realizado eCycle (José Luiz Apud) – (4) 3 2 3 3 2 = 13 pp
                                        4. Kaikias (Felipe Echenique) – 3 4 (5 DNC) 4 4 4 = 19 pp
                                        5. Barracuda (Humberto Diniz)

                                        Foto: Aline Bassi

                                        Náutica Responde

                                        Faça uma pergunta para a Náutica

                                          Relacionadas

                                          Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                          Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                          Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                          Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                          158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                          Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                          Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                          O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                          Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                          Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                          Sessa C40 estreia nas águas do Rio Amazonas, no Amapá

                                          Por: Redação -

                                          As águas do Rio Amazonas, que margeiam a cidade de Macapá, no Amapá, acabam de receber a primeira unidade da lancha Sessa C40, fabricada pelo estaleiro catarinense Intech Boating, detentora da marca Sessa Marine no Brasil. Recentemente, durante o São Paulo Boat Show, a Sessa apresentou a nova versão da C40, com 12,20 m de comprimento total, e mesmo padrão do modelo atual, com estilo moderno, otimização dos espaços e navegação estável.

                                          Sessa C40 no Rio Amazonas
                                          Sessa C40 no Rio Amazonas

                                          O estaleiro catarinense também comemora a renovação da parceria com a Sessa Marine Itália, que retomou seu crescimento e já trabalha com o renomado estúdio Centro Stile Design no desenvolvimento de dois novos modelos: a Sessa 21m e a Sessa F58. As duas embarcações têm previsão de serem lançadas para a temporada do verão europeu em 2017.

                                          Náutica Responde

                                          Faça uma pergunta para a Náutica

                                            Relacionadas

                                            Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                            Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                            Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                            Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                            158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                            Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                            Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                            O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                            Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                            Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                            Festival Náutico de Salvador continua neste fim de semana

                                            Salvador está sendo palco para mais uma edição do Festival Náutico, que começou no último sábado, 26, com o 8º Rally Náutico da Bahia, e vai até este domingo, dia 4. O primeiro fim de semana do festival contou, ainda, com a 1ª Regata da Cidade de Salvador agitando as águas, no domingo, 27, com a participação de cerca de 50 embarcações e 70 velejadores. A largada aconteceu no Porto da Barra, que também serviu como chegada, após passarem pelo Rio Vermelho.

                                            Neste fim de semana, o evento continua com mais três competições. No sábado, dia 3, será realizada a 2° Travessia Baía de Todos-os-Santos. O percurso feito por nadadores dura, em média, duas horas, com largada na Praia do Duro, em Mar Grande, e chegada ao Porto da Barra. Já no domingo, 4, último dia de competições, acontece o 4º Desafio Travessia Mar Grande. Com saída de Mar Grande, às 8h30, e remada até a praia de Porto da Barra, em uma distância de aproximadamente 10 km. Participam do evento praticantes de Stand Up Paddle e Canoa Havaiana.

                                            Mais uma competição completa a grade do 2° Festival Náutico de Salvador: o Campeonato Brasileiro de Windsurf 2016. O evento, que conta com participação de atletas das classes Raceboard, Techno 293 e RSOne, vai acontecer na praia da Rua K, em Itapuã, de 2 a 4 de dezembro.

                                            Náutica Responde

                                            Faça uma pergunta para a Náutica

                                              Relacionadas

                                              Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                              Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                              Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                              Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                              158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                              Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                              Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                              O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                              Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                              Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                              Embarcações da Costa Verde receberão Selo de Qualidade do Turismo Náutico

                                              Por: Redação -

                                              O Sebrae/RJ realizará na próxima quarta, 7, a cerimônia de entrega do selo de qualidade das embarcações participantes do projeto “Desenvolvimento do Turismo Náutico da Região da Costa Verde”, executado dentro dos princípios da qualidade e com avaliações das dimensões de requisitos legais, gestão, sustentabilidade, oferta de serviços, infraestrutura e atendimento. O evento será das 9h às 13h30, no Colégio Naval de Angra dos Reis, Clube dos Coqueiros. Sete embarcações se inscreveram no programa, e aquelas que atenderem aos requisitos necessários receberão as bandeiras de identificação da qualidade e diferenciação do serviço, adesivo e o Selo de Qualidade desenvolvido pelo Sebrae/RJ em parceria com a Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.

                                              O Selo visa aumentar a competitividade e a qualidade dos serviços prestados pelas embarcações turísticas e agências de receptivo em Angra dos Reis, sendo esta uma experiência única no segmento do turismo náutico em todo o Brasil.   “Trata-se de um marco para este segmento que é tão importante para a economia da região. Estamos trabalhando a estruturação das empresas, o aprimoramento da gestão, a qualidade no atendimento e na prestação de serviços, sempre com foco na política de sustentabilidade. As embarcações que conquistarem o Selo terão um grande diferencial no mercado” – esclarece o coordenador regional do Sebrae/RJ na Costa Verde, José Leôncio de Andrade Neto.

                                              Durante os últimos três anos, o Sebrae/RJ apoiou a legalização das embarcações, realizou estudos e diagnóstico e capacitou os empresários em gestão e segmentação de produtos, serviços e roteiros diferenciados para atração de novo fluxo de turistas para região. A entidade auxiliou na elaboração do decreto (marco regulatório) de Ordenamento de Turismo Náutico de Angra dos Reis, que institui o cadastramento obrigatório das embarcações que prestam serviço de transporte turístico e turismo náutico.

                                              Os requisitos para a obtenção do selo foram desenvolvidos e elaborados pelo Sebrae/RJ e validados  pelo Comitê Gestor, formado pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, ICMBIO – Instituto Chico Mendes da Biodiversidade, Capitania dos Portos, Marinha do Brasil, Sebrae/RJ, TurisAngra, Setur, TurisRio, Angra Convention e Visitors Bureau , ATAR – Associação de Turismo de Angra dos Reis e ABAR – Associação de Barqueiros de Angra dos Reis.  Ao longo do projeto, os empresários foram acompanhados por consultores especializados  e participaram de oficinas e capacitações, formatadas especialmente para atender as demandas do mercado de turismo náutico. Entre os temas, estão o desenvolvimento de novos roteiros, mercado, atendimento ao cliente, formação de preço e sustentabilidade.

                                              Náutica Responde

                                              Faça uma pergunta para a Náutica

                                                Relacionadas

                                                Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                                Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                                Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                                Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                                158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                                Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                                Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                                O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                                Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                                Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                                Jet Adventure reúne 49 jets para passeio pelo Canal do Varadouro

                                                Por: Redação -
                                                30/11/2016

                                                Entre os dias 25 e 27 de novembro, os apaixonados por jet puderam aproveitar um passeio pelo Canal do Varadouro. Organizado pelo grupo Jet Adventure, o passeio teve a participação especial do grupo Floripa Jet, de Florianópolis. 30 convidados, em 19 jets, participaram do passeio que passou por pontos como Ilha do Mel, Ilha das Peças e a Baía dos Pinheiros.

                                                O passeio contou com 49 jets na água e quase 70 pessoas e foi de Paranaguá, no Paraná, à Cananéia, em São Paulo e ainda se estendeu até Iguape, também em São Paulo.

                                                O grupo Jet Adventure, dos amigos Cristiano Siena e Edilson Cordeiro, já realizou mais de 30 passeios e conta com participantes de Curitiba, Paranaguá, Joinville, Navegantes e Balneário Camboriú.

                                                Náutica Responde

                                                Faça uma pergunta para a Náutica

                                                  Relacionadas

                                                  Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                                  Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                                  Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                                  Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                                  158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                                  Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                                  Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                                  O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                                  Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                                  Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                                  Paulo Fax é eleito presidente da Associação Brasileira dos Velejadores de Cruzeiro

                                                  Por: Redação -
                                                  29/11/2016

                                                  O paulista Paulo Fax, de 42 anos, veleja há 12. Mas não só. Paralelamente à navegação, mantém atuação política. Durante quatro anos, foi secretário da ong Velas do Japi. Indicado para a Associação Brasileira de Velejadores de Cruzeiro (ABVC), onde atuou como vice-presidente Interior Sudeste, criou o maior grupo de velejadores de cruzeiro em água doce do país, reunindo velejadores de represas da Hidrovia Tietê-Paraná. Realizou cinco expedições pela hidrovia, mapeando e conveniando todos os pontos dom potencial turístico, o que resultou na criação do Circuito Turístico Fluvial Sustentável. Entre outras várias atividades, como palestras e oficinas promovendo a cultura náutica, Fax organizou cruzeiros na Represa de Guarapiranga, em São Paulo, onde estabeleceu, ainda, um sistema de aluguel de veleiros, a fim de facilitar o acesso à modalidade. Após oito anos de trabalho na ABVC, ele acaba de ser eleito presidente da entidade.

                                                  Náutica Responde

                                                  Faça uma pergunta para a Náutica

                                                    Relacionadas

                                                    Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                                    Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                                    Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                                    Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                                    158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                                    Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                                    Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                                    O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                                    Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                                    Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                                    Vitória brasileira na regata de abertura da Star Sailors League

                                                    Por: Redação -

                                                    Brasileiros iniciam Star Sailors League Finals nas Bahamas. Os medalhistas olímpicos Robert Scheidt, Torben Grael e Baruno Prada competem ao laado de Maguila, Madá e Jorge Zarif, respectivamente. Robert e Maguila venceram a primeira das 11 regatas previstas na fase inicial. Mendelblat (EUA) foi o segundo, com Negri (ITA) em terceiro entre 25 tripulações.

                                                    Náutica Responde

                                                    Faça uma pergunta para a Náutica

                                                      Relacionadas

                                                      Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                                      Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                                      Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                                      Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                                      158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                                      Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                                      Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                                      O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                                      Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                                      Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                                      Conheça a primeira lancha ecologicamente correta do Brasil

                                                      Por: Redação -

                                                      O empresário paulista Ricardo Granero é dono de uma empresa de engenharia ambiental e muito lhe incomodava ver pequenas manchas de combustível na água, sempre que abastecia a sua lancha, fruto do excesso que vazava do tanque. Também ficava aflito
                                                      com a carência de água nos passeios e ficava imaginando uma maneira de captar chuva para repor o que era gasto nas torneiras do barco. Conversando com o seu criativo marinheiro, o capitão Aluísio Matos, veio a ideia de desenvolverem sistemas para acabar com estes dois problemas. E assim foi feito. O resultado é que, graças a duas simples, mas engenhosas soluções, a lancha de Granero, uma Intermarine 53, não sofre mais com o fantasma
                                                      da falta de água, nem polui o mar ao seu redor com o combustível que vaza dos tanques. E, graças a isso, se tornou o primeiro barco brasileiro a ser certificado como positivamente comprometido com o meio ambiente, por uma entidade reconhecida mundialmente, o Programa Bandeira Azul.

                                                      Infográfico com o funcionamento dos dispositivos elaborados pelo capitão de esporte recreio, Aluísio Matos, para a embarcação Baltas, uma Intermarine 53
                                                      Infográfico com o funcionamento dos dispositivos elaborados pelo capitão de esporte recreio, Aluísio Matos, para a embarcação Baltas, uma Intermarine 53

                                                      Até então, só algumas marinas (como a Nacionais, no Guarujá, e a Costabella, em Angra dos Reis), e praias (como o Tombo, também no Guarujá, e a Prainha, no Rio de Janeiro) haviam sido agraciadas com a Bandeira Azul, uma espécie de certificado de ações ecologicamente corretas. Mas dar a um barco o mesmo status é uma completa novidade. “Fiz as alterações na minha lancha por uma questão de consciência e coerência profissional, não para ganhar prêmio, embora tenha recebido a certificação com muito orgulho”, diz Granero, que foi procurado pelos responsáveis pela Bandeira Azul no Brasil por recomendação da própria Marinas Nacionais, onde sua lancha fica guardada.

                                                      “As mudanças são tão simples que não entendo por que todos os barcos já não saem de fábrica com recursos parecidos”, diz Granero, que também implantou a coleta seletiva de lixo a bordo, separando o que pode ou não ser reciclado, antes da desova dos resíduos na marina. “Também senti falta de mais lixeiras a bordo, como se isso não fosse um equipamento necessário nos barcos”, acrescenta ele, que já tem outros melhoramentos em mente para aplicar na sua lancha, visando, inclusive, manter a certificação, que precisa ser reavaliada a cada ano. “Tenho certeza de que um barco certificado vale mais no mercado e isso pode estimular outros proprietários a fazerem o mesmo ou mais do que eu”, torce o dono desta lancha, que, agora, é diferente de todas as outras até por ostentar, no mastro, uma bandeirinha azul, que sinaliza o seu comprometimento com a preservação do meio ambiente.

                                                      O QUE ELA TEM QUE
                                                      AS OUTRAS NÃO TÊM

                                                      Lixeiras para lixo reciclável
                                                      Enquanto a maioria dos barcos possui uma lixeira só — e olhe lá! —, a lancha de Granero tem várias. E divididas pelo tipo de lixo que vai ser colocado nelas: se orgânico ou reciclável.

                                                      Captação de água de chuva
                                                      Os ralos do convés captam a água da chuva, que é armazenada para reúso no barco, depois de passar por um filtro.

                                                      Respiro para o tanque de combustível
                                                      Para evitar que o excesso de combustível vaze para a água ao encher o tanque, foi criado um pequeno reservatório no respiro, que armazena o excedente. E ele ainda volta para o tanque.

                                                      Náutica Responde

                                                      Faça uma pergunta para a Náutica

                                                        Relacionadas

                                                        Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                                        Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                                        Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                                        Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                                        158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                                        Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                                        Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                                        O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                                        Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                                        Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                                        Estaleiro taiwanês prepara lançamento de segundo iate da sua linha personalizada

                                                        O iate de 32,82 metros Horizon CC110, nomeado de Abaco, deixou a fábrica pela primeira vez antes de seu lançamento, planejado para fevereiro. Este é o segundo casco da coleção personalizada do estaleiro – o primeiro foi o Lady Gaga, em 2011 -, e conta com capacidade para até 20 pessoas, com pernoite para seis.

                                                        Com exterior e interior assinados por Beiderbeck Designs, Abaco foi construído para um cliente alemão, que já possuiu outros quatro iates da marca. O layout do modelo inclui suíte do proprietário, dois camarotes VIP, além de alojamento para a tripulação.

                                                        A embarcação é equipada com espreguiçadeiras no deque de popa, com um pequeno espaço para refeições com teto solar; possui armazenamento para um tender na garagem de ré, que apresenta uma plataforma que pode ser usada para mergulho ou para lançamento de concurso.

                                                        A motorização fica por conta de um par de motores MTU 16V 2000 M96L, de 2600 hp, a diesel. E o modelo conta, ainda, com estabilizadores para tornar as noites mais tranquilas.

                                                        Náutica Responde

                                                        Faça uma pergunta para a Náutica

                                                          Relacionadas

                                                          Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                                          Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                                          Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                                          Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                                          158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                                          Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                                          Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                                          O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                                          Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                                          Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                                          Tradicional clube Jangadeiros comemora 75 anos

                                                          Por: Redação -

                                                          Os 75 anos do Clube dos Jangadeiros, um dos mais importantes clubes náuticos do País, será celebrado neste sábado (3), com jantar e baile comemorativo a partir das 20h, no belo cenário da sede da Ilha, no bairro Tristeza, embalando os sócios e convidados com a playlist do DJ Eduardo Irigaray e fogos de artifício.

                                                          No mesmo dia, a data será comemorada com a Regata de Aniversário, que irá envolver cerca de 80 barcos das classes Oceano e Monotipos de todos os clubes de Porto Alegre, nas classes solitária e mista. A largada da classe Oceano está marcada para às 13h, enquanto os monotipos caem na água a partir das 14h. No domingo, o Guaíba será colorido pelo Velejaço da classe de Oceano, às 13h.  No final do dia, às 20h, será o momento de confraternização e entrega dos troféus.

                                                          Em 75 anos, o Jangadeiros conquistou 110 títulos de Campeão Brasileiro em 12 classes diferentes. A instituição ainda organizou e sediou quatro campeonatos mundiais, 11 campeonatos Sul Americanos e 18 campeonatos brasileiros. Participou também de sete Olimpíadas: Montreal, Los Angeles, Sidney, Atenas, Pequim, Londres e Rio de Janeiro. Em Pequim, conquistou a Medalha de Bronze na classe 470, com a dupla Fernanda Oliveira e Isabel Swan, primeira medalha olímpica da vela feminina do Brasil.

                                                          O clube conquistou ainda nove títulos mundiais em 4 classes, 3 medalhas de ouro, 1 de prata e 1 de bronze em Jogos Pan-americanos, venceu por duas vezes o Campeonato do Hemisfério Ocidental da classe Snipe e ganhou por 36 vezes o Campeonato Sul Americano em 8 classes de barco. Criou uma das mais equipadas escolas de vela do Brasil – a Escola de Vela Barra Limpa, hoje com 40 anos e berço de formação de campeões nacionais e internacionais.

                                                          Continuando a tradição do clube, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan foram classificadas este ano para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Para seguir incentivando a qualificação dos seus atletas, recentemente o Jangadeiros foi buscar, junto à Confederação Brasileira de Clubes, uma expressiva verba para investir em seus novos competidores – o projeto “Preparando o Futuro Olímpico”. Os primeiros equipamentos já estão chegando e serão usados na Escola de Vela Barra Limpa e na preparação de jovens velejadores para as classes olímpicas. Dos 27 Clubes que conquistaram a verba, o projeto do Clube porto-alegrense foi o melhor avaliado, com 41,25 pontos de 44 possíveis.

                                                          E, além de toda a vocação para o esporte náutico, o Jangadeiros é uma ótima opção de lazer em um dos cartões postais mais belos de Porto Alegre: o Lago Guaíba. Unindo natureza e boa gastronomia, o visitante tem a oportunidade de usufruir do ambiente acolhedor do restaurante Pimenta Rosa, com o seu farto e variado buffet no almoço e uma seleção de pratos à la carte, no jantar.

                                                          Náutica Responde

                                                          Faça uma pergunta para a Náutica

                                                            Relacionadas

                                                            Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                                            Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                                            Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                                            Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                                            158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                                            Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                                            Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                                            O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                                            Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                                            Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

                                                            Copa Yacht Club Paulista define campeões da temporada

                                                            Por: Redação -
                                                            28/11/2016

                                                            A temporada náutica de 2016 consagrou a Copa YCP (Yacht Club Paulista) como uma das principais competições do calendário nacional. Ao longo do ano foram nove etapas na Represa Guarapiranga, com aumento de 50% em relação aos participantes de 2015. A segunda edição do campeonato atingiu 400 velejadores e 180 embarcações de 20 classes.

                                                            O sábado (26), último dia de competição, foi marcado pelo vento de sul a sudoeste entre oito e dez nós (14 a 18km/h), o que permitiu ao diretor da Comissão de Regatas, Dionysio Sulsbeck, organizar duas largadas para cada classe, com regulamento de Medal Race, ou seja, pontuação dobrada. Entres as classes mais numerosas, confirmaram o título: Eduardo Guimarães – YCP (Laser Standart), André Frimm – CCSP (Laser Radial), Caio Prado e Carlos Ney Ribeiro – YCSA (Snipe), Ricardo Valério – YCP (Finn), YCP Sailing Team Pajero – André Fonseca (HPE 25).

                                                            A Laser recebeu o troféu transitório Joerg Bruder, entregue ao coordenador de classe Nicolas Garcia (YCSA), considerado o mais ativo do ano por ter levado mais barcos à raia. “Para nós da classe Laser é uma imensa satisfação ter a vela agitando a represa durante todo o ano. Nossos velejadores ficam muito mais motivados” declarou Nick, também velejador da Laser. A Fevesp (Federação de Vela do Estado de São Paulo) premiou ainda os atletas juniores em destaque nas classes Laser e Snipe, com mil reais cada. Na Snipe, os vencedores foram Paulo Abi Eçab e Charles Daniel. Na Laser, José Hackerott.

                                                            Para a próxima temporada, o diretor de vela do YCP, Alberto Hackerott, espera ratificar o crescimento da Copa por meio de alianças com clubes parceiros. “Em 2017 a Copa YCP será Copa Paulista. Nosso objetivo é atrair ainda mais barcos, mantendo o padrão de qualidade, motivo do sucesso nos dois últimos anos. Também recebemos muitas solicitações de velejadores das classes mais participativas (Laser e Snipe) de levarmos algumas regatas para o mar. Organizaremos um terço das etapas em Santos e dois terços na Guarapiranga, devido à parceria recém-firmada com o Iate Clube de Santos (ICS)”,

                                                            A entrega de prêmios aos líderes do ranking anual tomou conta do YCP logo após as regatas finais. Entre muitas atrações, foram sorteados prêmios no valor de R$ 12 mil, oferecidos pelos patrocinadores. A festa se estendeu até a madrugada. Depois do jantar coordenado pela chef Sandra Hackerott a balada da vela ficou por conta de DJs, regada ao tradicional chopp do YCP.

                                                            Confira os campeões da Copa YCP 2016:

                                                            Laser Standart – Eduardo Guimarães (YCP)
                                                            Laser Radial – André Frimm (CCSP)
                                                            Snipe – Caio Prado e Carlos Ney Ribeiro (YCSA)
                                                            Finn – Ricardo Valério (YCP)
                                                            HPE 25 – YCP Sailing Team Pajero
                                                            Day Sailer – Arno Buchli Junior (ASBAC)
                                                            MT19 – Caio Cesar Luchini e Marcos Cesar Luchini (CCC)
                                                            Dingue – Fabio Bruggioni e Luca Bruggioni (YCP)
                                                            Laser 4.7 – Felipe Fonseca (YCSA)
                                                            HC16 – José M. Beato Luana Sousa (SPYC)
                                                            Lightning – José Hackerott e Eric van Deursen (YCSA)
                                                            Star – Fábio Bodra e Henrique Cabette (YCSA)
                                                            Tornado – Tomas e Phillip Hofmeister (YCP)
                                                            5.5 Class – Dick Andersen, Ruy e Henry (YCP)
                                                            A-Class- Raymond O’Keeffe (CCSP)
                                                            Flash 165- Claudio Santos e Paulo Vilares
                                                            Poli 19 – João Carlos Maranhão, Marcelo e Elaine (ASBAC)
                                                            Optimist – Gabriela (YCP)

                                                            Náutica Responde

                                                            Faça uma pergunta para a Náutica

                                                              Relacionadas

                                                              Da Antártica ao Brasil: navio Bandero, da operação internacional Krill Wars, pode ser visitado em Ilhabela

                                                              Embarcação da Captain Paul Watson Foundation esteve envolvida em ações diretas para interromper a pesca industrial de krill. Visitas são gratuitas

                                                              Tubarão é registrado a 500 metros de profundidade na Antártica e surpreende cientistas

                                                              Registro de janeiro de 2025 mostra tubarão-dorminhoco desajeitado que pode chegar a medir 3 metros de comprimento

                                                              158 anos depois, navio naufragado em lago dos EUA é encontrado

                                                              Cargueiro Clough tinha 38 metros de comprimento e afundou em 1868 no Lago Erie após uma forte tempestade

                                                              Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

                                                              O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

                                                              Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

                                                              Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica