Manutenção: você sabe quando trocar as velas do motor?

06/12/2016

As velas são peças fundamentais no bom funcionamento mecânico de um motor. Em motores de barcos, por exemplo, cada cilindro tem uma vela. Mas quando deve-se trocar as velas usadas por outras novas? Nosso diretor técnico, Marcio Dottori, responde neste vídeo da TV Náutica. Clique e confira.

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    Tradicional restaurante da Ilha Grande inaugura pousada

    Por: Redação -
    05/12/2016

    Pernoitar nas águas do Saco do Céu, uma das mais abrigadas e sossegadas baías da Ilha Grande, em Angra dos Reis, é um programa imperdível para quem tem barco na região ou vem de fora para passar temporada. Mesmo nos dias de mar agitado, no Saco do Céu nunca mexe. É o tipo de lugar que todo mundo que tem um barco gosta de atracar, seja para não fazer absolutamente nada ou então para praticar esportes náuticos, como o stand up paddle e andar de caiaque.

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    A gostosa e aconchegante piscina da MV Club

    A natureza, generosa, caprichou na paisagem do Saco do Céu, com uma bela enseada de águas paradas e uma vasta vegetação ao redor. O proprietário, o simpático Marcos Velloso, encarregou-se do resto, ao transformar o famoso Almirantado, um dos festejados restaurantes que se distribuem à beira-mar do mar da região, também em uma pousada, a MV Club. A sensação é a de se hospedar na casa de um amigo, com a vantagem adicional (e que vantagem!) que ele cozinha muito bem! Sim, porque a pousada fica integrada ao restaurante, que é uma das melhores referências gastronômicas da região.

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    Criado há mais de 20 anos, o Almirantado é um dos mais tradicionais restaurantes da Ilha Grande

    Por enquanto, são duas exclusivas suítes (em breve, outras duas serão inauguradas), com varanda, ar-condicionado e tudo mais. E o melhor de tudo é que, como só se chega lá de barco, o restaurante (e, agora, a pousada!) é praticamente exclusivo dos amantes do mar. Dá até vontade de trocar o camarote de bordo por uma cama na pousada. Interessou? Ligue para 24/99982-9282 ou acesse www.clubmv.com.br e reserve.

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    A pousada fica encravada na natureza do Saco do Céu

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      Estaleiro Dumar inaugura showroom em São Paulo

      Por: Redação -

      O tradicional estaleiro paulista Dumar, responsável pelas famosas lanchas de pesca e passeio Wellcraft, inaugurou um novo espaço para apresentar seus modelos de barcos em São Paulo. Em um galpão com mais de 800 metros quadrados, o novo showroom, batizado de Ducraft, fica na rua Guaipa, 1341, e oferece espaço para exibir cerca de 15 modelos de lanchas da marca. Atualmente, o estaleiro Dumar é responsável por uma linha que contempla cinco modelos de lanchas de pesca e passeio, entre 16 e 27,5 pés, e está desenvolvendo uma nova versão, com console duplo, do consagrado modelo Wellcraft 27.5.

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        1ª Maratona Aquática de Porto Alegre contará com camarote flutuante

        Por: Redação -

        No próximo sábado, 10 de dezembro, Porto Alegre receberá a primeira Maratona Aquática da cidade, que contará com um diferencial: a tradicional embarcação turística Cisne Branco irá servir de camarote flutuante, permitindo que o público assista a prova na íntegra. Da maneira tradicional, em terra, só é possível acompanhar a largada e a chegada dos atletas. No camarote, os espectadores terão café da manhã e irão receber um kit com camiseta e brinde dos apoiadores da maratona. Para assistir do camarote, o investimento é de R$ 50.  A entrada é franca para quem acompanhar a competição fora d’água.

        Com inscrições abertas até o dia 8 de dezembro, quinta-feira, a 1ª Maratona Aquática de Porto Alegre acontecerá na raia de remo da lha do Pavão, com credenciamento marcado para 7h30min. Com tradição nos esportes aquáticos, o Rio Grande do Sul é o estado com maior número de campeões nas últimas competições nacionais. Despertando o interesse de atletas de países vizinhos, como Argentina e Uruguai, a maratona representa um primeiro passo para a projeção nacional e internacional do Rio Grande do Sul como referência nesta prática.

        Além da promoção da atividade saudável, o evento permite interação com a Orla do Guaíba, reforçando um compromisso sócio ambiental da cidade com a natureza. Com provas de 500m, 1000m e 3000m, a maratona é uma realização da Federação Gaúcha de Desportos Aquáticos, da Prefeitura de Porto Alegre e do GNU.

        Foto: Ricardo Giusti/PMPA

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          C30 Caiçara supera vendaval e vence desafiadora Regata Volta à Ilhabela

          Por: Redação -

          A temporada foi intensa, desgastante, com 36 regatas ao longo de nove meses. Os desafios da C30, classe mais equilibrada do Circuito Ilhabela de vela oceânica (Copa Suzuki), garantiram a emoção do campeonato. O Caiçara despontou apenas a partir da penúltima etapa, para conquistar com eficiência o bicampeonato da classe na Capital Nacional da Vela, com sede no Yacht Club de Ilhabela.

          Neste fim de semana (3 e 4/12) o barco comandado por Marcos de Oliveira Cesar ainda viveu momentos dramáticos na Regata Volta à Ilha – Sir Peter Blake ao cruzar a linha de chagada 11 segundos à frente do implacável rival Caballo Loco, de Mauro Dottori. O Caiçara completou as 40 milhas (70 km) em 6h49m35. Após o Caballo Loco chegaram Kaikias e +Realizado eCycle. A diferença entre Caiçara e Caballo Loco para o fita azul (primeiro a chegar), Sessentão, conforme o próprio nome tem 60 pés, foi de apenas 12 minutos, o que reforça o nível elevado e a excelência da classe C30.

          Kaikias no contravento (Aline Bassi/Balaio)
          Kaikias no contravento (Aline Bassi/Balaio)

          Grato pelo trabalho a bordo, o comandante bicampeão elogiou a tripulação após mais uma vitória, a 14ª do Caiçara na temporada. “A Regata Volta à Ilha foi mais um exemplo de esforço e dedicação de todos os tripulantes. Após a largada abrimos boa vantagem sobre os adversário e parecia que a situação estava sob controle, mas no final o Caballo Loco se aproximou, colocou pressão e chegamos apenas 11 segundos à frente deles depois de quase sete horas de competição. Uma regata sensacional para fechar o ano com entusiasmo”, comentou Marcos Cesar.

          O vice-campeão Mauro Dottori vibrou com desempenho do Caballo Loco e dos demais barcos da classe C30. “O vento saiu do zero e no Bonete as rajadas devem ter chegado a 30 nós. Depois diminui e voltou a aumentar quando entrou o sudoeste. Foi muito bom, divertimo-nos durante toda a regata. Um encerramento digno para a temporada da C30, indefinida até a penúltima etapa. Esse equilíbrio é motivador”.

          Bicampeão Caiçara (Aline Bassi/Balaio)
          Bicampeão Caiçara (Aline Bassi/Balaio)

          Ganhadores da medalha de bronze, os tripulantes do +Realizado eCycle também demonstraram entusiasmo com a evolução da classe. “O que importa é que completamos mais uma Volta à Ilha. Começamos bem, mas perdemos tempo ao nos enroscamos em um cabo preso a um bote na Ponta das Canas. Recuperamos e estávamos próximos dos barcos da frente até o través de Búzios, onde caímos em um buraco de vento. Valeu a diversão e contemplar a beleza da ilha. Na Ponta do Boi atingimos incríveis 19,3 nós (34 km/h).Essa regata não é fácil. Concluí-la já é uma vitória”, definiu o trimmer (regulador de velas) Ricardo Apud.

          Classificação final da C30 no Circuito Ilhabela (34 regatas e seis descartes

          1. Caiçara (Marcos de Oliveira Cesar) – 47 pontos perdidos
          2. Caballo Loco (Mauro Dottori) – 61 pp
          3. + Realizado eCycle (José Luiz Apud) – 73 pp
          4. Kaikias Felipe Echenique – 96 pp
          5. Barracuda (Humberto Diniz) – 97 pp

          Texto: Ary Pereira Jr.

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            Scheidt é bronze em Nassau

            Por: Redação -
            03/12/2016

            Foi um dia de superação para Robert Scheidt e Maguila. O skipper e o proeiro — únicos representantes do Brasil na rodada final da Star Sailors League, em Nassau, nas Bahamas — bem que tentaram, mas não conseguiram o primeiro lugar na finalíssima. Em uma disputa acirrada, envolvendo apenas quatro barcos, a dupla brasileira ficou na terceira colocação, faturando a medalha de bronze. A vitória coube a Mark Mendelblatt e Brian Fatih, dos Estados Unidos, enquanto os franceses Xavier Rohart e Pierre-Alexis Ponsot asseguraram o vice-campeonato.

            As três regatas de hoje (equivalentes às quartas de final, semifinal e final) foram disputadas em formato eliminatório. Embora 10 duplas estivessem classificadas para esta fase, somente oito barcos disputaram a primeira regata. Cinco deles seguiram adiante, juntando-se aos segundos colocados na fase classificatória (Mark Mendelblatt e Brian Fatih), enquanto os três últimos foram eliminados. Com uma performance impecável, Robert Scheidt e Maguila aproveitaram bem os ventos de 12 nós e cruzaram a linha final na frente.

            Na segunda regata, já com a participação dos americanos, os brasileiros também correram na frente, porém, chegando em segundo lugar em meio a seis veleiros. Era o suficiente, no entanto, para figurar na finalíssima, ao lado dos primeiros colocados na fase classificatória, Diego Negri e Sergio Lambertenghi, da Itália. Dessa forma, com outros três veleiros eliminados, apenas quatro ficaram na raia para a disputa da terceira (e derradeira) regata: Itália, França, EUA e Brasil.

            Passados dez minutos do início da regata, com ventos oscilando entre os 13 e os 14 nós, não dava para saber quem estava na frente. A raia era vasta para tão poucos barcos, que se espalhavam em busca das melhores rajadas. Scheidt e Maguila montaram a primeira boia em primeiro lugar. Porém, perto da terceira boia, os americanos se aproximaram da dupla brasileira e, ali, assumiram a liderança em caráter definitivo.

            “Acho que o momento decisivo da regata foi a montagem da boia de baixo (a segunda), que a gente escolheu pelo lado da direita, enquanto eles (americanos) montaram pela esquerda. Lá, eles e os franceses, que os seguiram, acabaram encontrando outra rondada de vento e, com isso, a gente perdeu duas posições depois”, analisou Robert Scheidt, que, apesar da frustração, comemorou o resultado. “É uma dupla nova — eu estou velejando com o Henry (Boening, o Maguila) há pouquíssimo tempo — e a gente está contente com o resultado aqui”, complementou.

            Nos próximos dias, Robert Scheidt retorna ao Brasil, onde vai treinar ao lado de Maguila, no Rio de Janeiro, visando a participação, no fim de janeiro, na Miami World Cup, na categoria 49er — que, aliás, poderá ser a futura classe do nosso campeão. Mas, segundo ele, ainda não há nada definido: “Vamos ver se a gente vai conseguir os apoios necessários para isso virar uma campanha. Por enquanto, estamos só velejando”, frisou Scheidt.

             

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              02/12/2016

              O brasileiro Robert Scheidt, acompanhado do proeiro Maguila, manteve a terceira colocação geral, com 51 pontos, terminadas as duas regatas que complementaram a fase classificatória das finais da Star Sailors League. Scheidt garantiu, assim, vaga na rodada derradeira — composta de três regatas — que apontará a equipe vencedora do campeonato. No total, dez duplas estão classificadas, sendo que o primeiro e o segundo colocados, Diego Negri/Sergio Lambertenghi (Itália; 43 pontos) e Mark Mendelblatt/Brian Fatih (EUA; 45), levam uma boa vantagem, pois entram, respectivamente, apenas na finalíssima e na semifinal. Robert Scheidt, por sua vez, terá de cumprir as três disputas.

              “A gente teve uma chance (de chegar na frente) na primeira regata do dia e chegou a ficar empatado com os italianos (mas terminaram na sexta posição). Depois, a gente não velejou muito bem, acabou cometendo alguns erros e ficou em terceiro no geral”, avaliou o velejador brasileiro, na chegada ao Nassau Yacht Club. “Mas o que vale é amanhã, né? Será uma sequência com menos barcos na raia e, portanto, mais aberta”, aposta ele. “A gente vai com tudo amanhã, embora as condições não sejam as melhores (os ventos ficaram na casa dos 4 ou 5 nós, o que forçou o adiamento das regatas). Foi uma pena não chegar em segundo e poder avançar uma rodada, mas é o que a gente tem”, complementou.

              As regatas de amanhã terão caráter eliminatório. Embora 10 duplas estejam classificadas para esta fase, somente oito barcos disputarão a primeira regata, prevista para acontecer às 11h. Em seguida, seis veleiros entrarão na raia para correr a segunda regata, e apenas quatro irão figurar na terceira — incluindo o da dupla italiana. O prêmio para a dupla campeã será de US$ 40 mil.

               

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                Entrevista: Torben Grael é o nome da vez na vela mundial

                Por: Redação -

                A vela mundial passa por uma série de mudanças, no sentido de preservar a essência do esporte. A realização da Star Sailors League, cujas finais acontecem em Nassau, nas Bahamas, são sintoma disso, uma vez que a modalidade espelha-se na Associação de Tenistas Profissionais (ATP), que foi criada para defender os interesses dos atletas e, ao longo do tempo, ganhou autonomia para organizar campeonatos – que, por sinal, se tornaram referência no mundo todo.

                O que os ventos mais recentes sopram é que essas mudanças passam também pelo Brasil, já que, há pouco mais de 15 dias, o multimedalhista olímpico Torben Grael foi eleito um dos sete vice-presidentes da Federação Internacional de Vela, a World Sailing (antiga Isaf). Torben compõe a chapa do dinamarquês Kim Andersen, que vai gerir a entidade nos próximos quatro anos, mas é tido pela imprensa internacional como “o cara” a ser seguido nas futuras decisões envolvendo a modalidade, dada sua experiência não só como velejador mas, ainda, como dirigente. “É preciso escutar os velejadores. A federação existe em função dos velejadores, e não o contrário”, defende ele, que critica a criação de novas classes. “Isso favorece apenas as equipes mais poderosas economicamente”, opina.

                Nesta entrevista exclusiva à NÁUTICA, Torben Grael – que participa das finais da Star Sailors League em Nassau, nas Bahamas – adianta que deverá permanecer no cargo de coordenador técnico da equipe de vela do Brasil, dando continuidade à preparação brasileira para Tóquio-2020. “Foi uma campanha muito boa para o Brasil (na Rio-2016). O desafio é a gente tentar manter o alto nível”, diz o novo VP da World Sailing. Confira, abaixo, os principais trechos da entrevista.

                A imprensa internacional tem destacado que, mesmo sendo o presidente da entidade dinamarquês, a experiência de Torben Grael será determinante nas decisões a serem tomadas pela World Sailing. O que você pode dizer a esse respeito?

                É bom que essa seja a opinião que está em voga! (risos) Eu tenho tentado contribuir bastante para o esporte, não só no Brasil, por meio da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano (ABVO), da qual eu fui vice-presidente na gestão do Lars (Grael, irmão dele), com o próprio Projeto Grael, em que a gente trabalha com a base da vela também, há 18 anos, e tenho experiência em vários tipos de velas diferentes, desde monotipo, de classe olímpica, até volta ao mundo (Volvo Ocean Race), Amercia’s Cup… Acho que isso tudo é bastante importante. E escutar também os velejadores! A federação existe em função dos velejadores, e não o contrário. Às vezes dá a impressão que a ordem vem lá de cima e os velejadores que se virem. Acho importante lembrar que a federação existe para servir os velejadores.

                Você já disse que a Star Sailors League é um embrião para que, um dia, tenhamos uma ATP na vela. Quais serão os principais pontos da sua plataforma na vice-presidência da World Sailing?

                Acho que precisamos de um pouco de estabilidade. Nos últimos mandatos da World Sailing, houve muita inconsistência, muita sede de mudança sem raciocínio por trás. A vela é um esporte bastante tradicional, que não foi inventado ontem e é praticado há 150 anos. Evoluir é importante, mas não acho que tem que revolucionar o esporte o tempo todo! A gente tem que fazer mudanças de forma estudada, com critério, para que não se fique indo e voltando com mudanças sem sentido. Acho, por exemplo, que a gente teve mudanças de mais de classe em pouco tempo (de 2000 para cá, por exemplo, foram criadas as categorias 49er, 49erFX e Nacra 17), sem critério por trás das mudanças, com muito lobby e interesses econômicos por trás delas. É preciso fazer essas coisas com critério, a partir de uma filosofia que você quer para o esporte, principalmente no caso das classes olímpicas, e ir fazendo mudanças aos poucos. E as mudanças têm que ser feitas sempre para a segunda próxima Olimpíada, e não para a próxima, porque quatro anos ou três anos e pouco é tempo insuficiente para você preparar uma equipe corretamente. Você tem que ter mais tempo para planejar e treinar os atletas para ser competitivo. A cada vez que você faz essa mudança em tempo exíguo, favorece apenas as equipes mais poderosas economicamente, em detrimento daquelas menos favorecidas. Então, isso é ruim para o esporte.

                A propósito disso, a assembleia geral que elegeu sua chapa optou pela manutenção das atuais 10 classes olímpicas para Tóquio-2020. Haveria possibilidade da inclusão de uma outra classe ainda? Qual seria?

                A gente teve essa chance para o Rio de Janeiro e a Federação Internacional de Vela optou por não incluir a Star de volta no programa olímpico. Se isso tivesse acontecido, teríamos estas 11 classes e seria mais fácil mantê-las, até porque o Comitê Olímpico Internacional quer igualdade de gêneros e, hoje, nós temos quatro classes femininas (49erFX, RS:X, Laser Radial e 470), cinco masculinas (49er, RS:X, Laser, 470 e Finn) e uma mista (Nacra17). Ou seja, já com esses números não há igualdade. Além disso, em geral, as classes que têm o mesmo barco masculino e feminino, como a Laser, a prancha (RS:X) e a 49er, sempre têm mais representantes no masculino que no feminino. Então, a gente tem que acertar isso um pouquinho e, portanto, se tiver que incluir uma classe, tem que ser feminina – senão vai piorar esse balanço. Mas a decisão é de manter as classes para Tóquio-2020 e discutir quais serão as classes em 2024.

                Você é um dos sete VPs eleitos da World Sailing. Cada um terá atribuições específicas ou poderá trabalhar temas diversos ou com os quais tenha mais afinidade?

                Acho que essas três coisas. A gente vai ter atribuições específicas e cada um vai tentar trabalhar onde tem mais conhecimento para contribuir. Essa decisão vai ser tomada numa reunião da entidade, em Dubai, que vai acontecer de 8 a 12 de dezembro.

                Neste período de trabalho na World Sailing, você continuará à frente da coordenação técnica da CBVela?

                Vou definir isso após a reunião da World Sailing, em Dubai, mas possivelmente, sim. Até porque não sou ligado diretamente à CBVela, e sim ao Comitê Olímpico do Brasil (COB).

                Qual a sua opinião sobre o novo presidente da CBVela, na verdade reeleito, Marco Aurélio de Sá Ribeiro?

                É gente com experiência, que viveu os dois lados da questão, como atleta e como organizador. Então, acho que isso é importante.

                E o que é preciso observar e melhorar para a próxima campanha, tendo em vista, inclusive, o desempenho do Time Brasil na Rio-2016?

                Nós vamos ter dificuldade para Tóquio-2020, porque a gente teve, obviamente, com a realização da Olimpíada no Brasil, recursos extras que acho que a gente dificilmente irá conseguir. Sem falar que a preparação para Tóquio é muito mais complicada, principalmente em esportes como a vela, do que velejar em casa. Sobre a Rio-2016, eu acho que a participação do Brasil foi muito boa e acima da expectativa, porque o objetivo era bastante alto, ambicioso, e a gente chegou muito perto disso (foram conquistados uma medalha de ouro, com a dupla Martine Grael e Kahena Kunze, na 49erFX, além de dois quartos lugares, com Robert Scheidt, na Laser, e Jorge Zarif, na Finn). Foi uma campanha muito boa para o Brasil. O desafio é a gente tentar manter o alto nível. Todo país que sedia os Jogos Olímpicos tem uma melhoria no seu nível de participação – normalmente, é sua melhor participação histórica. No caso da Grã-Bretanha, eles foram além, conseguindo um melhor resultado na Rio-2016 que em Londres-2012 (foram dois ouros e uma prata contra uma de ouro e quatro de prata). Agora, para haver uma mudança radical, tem que investir muito mais no esporte jovem, aumentar a base da prática esportiva no Brasil. Tem pouca gente praticando esportes olímpicos no Brasil, hoje, e a gente tem que melhorar isso.

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                  Segundo Wuchang Shipbuilding Industry Corporation, construtora da embarcação, o navio será fiel ao projeto do Titanic original e contará com salão de festas, teatro, piscina e quartos de primeira classe, nos quais se tentará recriar o estilo de vida dos passageiros da época. A obra, que contou com a assessoria de projetistas britânicos e americanos, custará 1 bilhão de iuanes (US$ 145 milhões) e tem finalização prevista para meados de 2019.

                  Foto:Reprodução

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                    Por: Redação -
                    01/12/2016

                    Após a realização das regatas do terceiro dia de competição, Robert Scheidt e seu proeiro, Maguila, seguem entre os primeiros colocados nas finais da Star Sailors League, que acontecem em Nassau, nas Bahamas. A dupla brasileira não teve um dia brilhante como ontem, quando saiu da raia na liderança, mas fez o suficiente para garantir a terceira colocação geral, com 33 pontos. Em primeiro lugar estão Mendelblatt/Fatih (EUA), com 24 pontos, e em segundo, Negri/Lambertenghi (Itália), com 30. Amanhã serão realizadas as duas últimas regatas classificatórias que definirão os 10 grandes finalistas.

                    “Hoje foi um dia muito difícil, de vento bem fraco. A largada era um momento crucial e, infelizmente, a gente não conseguiu velejar muito bem taticamente nas duas primeiras regatas (a dupla ficou na 16ª e na 11ª colocação, respectivamente), saímos para o lado errado (da raia), e na terceira a gente foi um pouco melhor, tirando um quinto lugar”, analisou Robert Scheidt, logo após retornar ao Nassau Yacht Club, sede da competição. “Mas os dois adversários diretos (americanos e italianos) na briga foram bem, hoje. Então, a gente perdeu um pouquinho de pontos em relação a eles”, complementou. “Mas, a gente sabe que neste campeonato o que vale é o último dia. Então, tem que ficar entre os 10 primeiros, se classificar e, aí sim, velejar bem.”

                    Já as outras duas duplas brasileiras que participam da disputa (Jorginho Zarif/Bruno Prada e Torben Grael/Guilherme de Almeida) não tiveram um bom dia, definitivamente. Após conseguir um quarto lugar na segunda regata, a tripulação timoneada por Grael ficou na 23ª posição na regata derradeira — no geral, estão em 17º (111 pontos). Enquanto isso, Jorginho e Bruno começaram relativamente bem o dia (considerando, inclusive, que tiveram de lidar com a quebra do mastro do barco, ontem), com um sétimo lugar, mas fecharam a segunda regata em 24º e a última em 21º. Com isso, estão na 19ª posição (127 pontos).

                    Um total de 25 tripulações, reunindo os melhores velejadores do mundo — não apenas da classe Star, considerada a mais nobre entre os monotipos –, correm 11 regatas. Amanhã, após a realização das últimas duas regatas e com o descarte do pior resultado por parte de cada equipe, serão conhecidos os 10 times que disputarão, no sábado, as quartas de final, a semifinal e, ainda, a grande final, em formato eliminatório. A premiação será de US$ 200 mil, sendo US$ 40 mil para a dupla vencedora.

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                      SOS Mata Atlântica comemora 30 anos e homenageia fundadores

                      Por: Redação -

                      Redução de 83% de da média anual do desmatamento, 36 milhões de mudas de árvores nativas plantadas, 20 mil voluntários. Essas são apenas algumas das conquistas da Fundação SOS Mata Atlântica em 30 anos de atividade, celebrados em evento nesta terça-feira (29), em São Paulo.

                      Durante o evento, a diretora-executiva da ONG, Marcia Hirota, aproveitou a comemoração dos 30 anos da instituição e fez um agradecimento especial aos fundadores – cientistas, jornalistas, ambientalistas e empresários que se reuniram em 1986 para agir contra o desmatamento no bioma que é o mais ameaçado do Brasil, entre eles, o fundador e primeiro presidente da ONG, o ambientalista Fabio Feldmann, aplaudido de pé pela plateia.

                      “É uma honra ter sido o primeiro presidente, autor de seus estatutos, por ter colocado na Constituição Federal o bioma Mata Atlântica como patrimônio nacional e também por ter sido autor da Lei da Mata Atlântica”, disse Feldmann. “A história da defesa da Mata Atlântica é uma história de luta coletiva, de parcerias e muitos amigos!”, completou.

                      Entre os amigos que tiveram a honra de estar presentes na criação da Fundação SOS Mata Atlântica, assinando os estatutos, em meados dos anos 1980, está o editor da antiga revista Mar, Vela e Motor, Ernani Paciornik, hoje presidente do Grupo Náutica, que edita a revista Náutica e organiza os boat shows de São Paulo e Rio. “É muito gratificante fazer parte dessa história, especialmente por lembrar que, em 1980, anos antes da criação da própria SOS Mata Atlântica, ajudamos a plantar a semente da preservação ambiental, quando editávamos uma coluna mensal na revista Mar sobre educação ecológica”, lembra Ernani.

                      Veja algumas realizações nos 30 anos da SOS Mata Atlântica:

                      • 83% de redução do desmatamento
                      • 7 dos 17 estados monitorados no nível do desmatamento zero
                      • 36 milhões de mudas de árvores nativas plantadas, promovendo a recuperação de uma área equivalente a Recife
                      • Apoio para proteção de 2 milhões de hectares de mar e costa
                      • 20 mil voluntários em ações de educação ambiental e qualidade da água dos rios da Mata Atlântica
                      • 4 milhões de pessoas impactadas pelas ações da ONG
                      • Aprovação da Lei da Mata Atlântica em 2006
                      • 72% da população beneficiada nas mais de 3 mil cidades do bioma

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                        Cimitarra anuncia All Flags como representante exclusivo no Rio

                        Por: Redação -

                        O estaleiro gaúcho Cimitarra, uma das marcas já confirmadas no Rio Boat Show 2017, entre os dias 5 e 11 de abril, na Marina da Gloria, acaba de nomear seu mais novo representante oficial no estado do Rio de Janeiro. A partir de agora, a tradicional loja All Flags, uma das mais conceituadas do Brasil, comercializará toda a linha de barcos do estaleiro gaúcho, que contempla embarcações de 36 a 76 pés. Na foto acima estão Marcelo Bezzi (Cimitarra), Paulo Kinoshita (All Flags) e a equipe de vendas da All Flags na Marina Piratas, em Angra dos Reis.

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                          Por: Redação -

                          O sábado, 3, será de festa para a tripulação do barco Caiçara na Regata Volta à Ilha. A tripulação comandada por Marcos de Oliveira Cesar busca a vitória final na temporada para comemorar em grande estilo o bicampeonato da classe C30 no Circuito Ilhabela de vela oceânica (Copa Suzuki). A tradicional regata em homenagem a Sir Peter Blake fecha a quarta etapa e conclui o calendário de 2016 no Yacht Club de Ilhabela.

                          “Conquistar o título por antecipação em uma classe tão equilibrada é uma honra para a tripulação do Caiçara. Demonstra que estivemos unidos, tivemos capacidade para superar as dificuldades e respeitamos os adversários. Até a terceira etapa o campeonato estava embolado, mas conseguimos manter a regularidade com uma sequência de vitórias”, celebra o comandante Marcos Cesar.

                          Para contornar Ilhabela, os bicampeões esperam vento forte, mais adequado às características do Caiçara. As previsões para sábado, porém, não são animadoras. “Gostaríamos de fechar o campeonato com uma bela regata para toda a flotilha, mas por enquanto a previsão indica vento sul fraco, de apenas seis nós (cinco km/h). Vamos aguardar”, resigna-se Marcos Cesar, justamente o vencedor da Volta à Ilha em 2015, com 8h54h00. O recorde da prova pertence ao Montecristo, com 6h05m12 em 2014.

                          O segundo colocado no Circuito Ilhabela é o Caballo Loco, de Mauro Dottori, e a expectativa é de que o +Realizado eCycle complete o pódio da temporada na classe C30 após a Volta à Ilha. “No último fim de semana tivemos dois dias intensos, com muitas alternativas em função da oscilação do vento. Em várias regatas, três barcos chegaram praticamente juntos em cima da linha, com uma diferença inferior a dez segundos entre eles. É o que garante a emoção na C30”, enfatiza o trimmer do +Realizado, Ricardo Apud.

                          O tripulante aproveita para elogiar os adversário e mostrar otimismo para o sábado. “O pessoal do Caiçara estão de parabéns. Eles velejaram muito e quase não deram chances aos demais barcos. Os velejadores do Caballo Loco também merecem o pódio pela consistência e pelas batalhas honestamente disputadas. Vamos encerrar o ano com a Volta à Ilha e espero vencer a regata. Temos barco e tripulação para isso. Iremos para cima deles”, decide Apud. Kaikias e Barracuda completam a flotilha da C30 em Ilhabela.

                          Classificação parcial da 4ª Etapa após seis regatas e um descarte

                          1. Caiçara (Marcos de Oliveira Cesar) – 1 2 (3) 1 1 1 = 6 pontos perdidos
                          2. Caballo Loco (Mauro Dottori) – 2 1 1 2 2 (3) = 8 pp
                          3. + Realizado eCycle (José Luiz Apud) – (4) 3 2 3 3 2 = 13 pp
                          4. Kaikias (Felipe Echenique) – 3 4 (5 DNC) 4 4 4 = 19 pp
                          5. Barracuda (Humberto Diniz)

                          Foto: Aline Bassi

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                            Sessa C40 estreia nas águas do Rio Amazonas, no Amapá

                            Por: Redação -

                            As águas do Rio Amazonas, que margeiam a cidade de Macapá, no Amapá, acabam de receber a primeira unidade da lancha Sessa C40, fabricada pelo estaleiro catarinense Intech Boating, detentora da marca Sessa Marine no Brasil. Recentemente, durante o São Paulo Boat Show, a Sessa apresentou a nova versão da C40, com 12,20 m de comprimento total, e mesmo padrão do modelo atual, com estilo moderno, otimização dos espaços e navegação estável.

                            Sessa C40 no Rio Amazonas
                            Sessa C40 no Rio Amazonas

                            O estaleiro catarinense também comemora a renovação da parceria com a Sessa Marine Itália, que retomou seu crescimento e já trabalha com o renomado estúdio Centro Stile Design no desenvolvimento de dois novos modelos: a Sessa 21m e a Sessa F58. As duas embarcações têm previsão de serem lançadas para a temporada do verão europeu em 2017.

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                              Festival Náutico de Salvador continua neste fim de semana

                              Salvador está sendo palco para mais uma edição do Festival Náutico, que começou no último sábado, 26, com o 8º Rally Náutico da Bahia, e vai até este domingo, dia 4. O primeiro fim de semana do festival contou, ainda, com a 1ª Regata da Cidade de Salvador agitando as águas, no domingo, 27, com a participação de cerca de 50 embarcações e 70 velejadores. A largada aconteceu no Porto da Barra, que também serviu como chegada, após passarem pelo Rio Vermelho.

                              Neste fim de semana, o evento continua com mais três competições. No sábado, dia 3, será realizada a 2° Travessia Baía de Todos-os-Santos. O percurso feito por nadadores dura, em média, duas horas, com largada na Praia do Duro, em Mar Grande, e chegada ao Porto da Barra. Já no domingo, 4, último dia de competições, acontece o 4º Desafio Travessia Mar Grande. Com saída de Mar Grande, às 8h30, e remada até a praia de Porto da Barra, em uma distância de aproximadamente 10 km. Participam do evento praticantes de Stand Up Paddle e Canoa Havaiana.

                              Mais uma competição completa a grade do 2° Festival Náutico de Salvador: o Campeonato Brasileiro de Windsurf 2016. O evento, que conta com participação de atletas das classes Raceboard, Techno 293 e RSOne, vai acontecer na praia da Rua K, em Itapuã, de 2 a 4 de dezembro.

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                                Embarcações da Costa Verde receberão Selo de Qualidade do Turismo Náutico

                                Por: Redação -

                                O Sebrae/RJ realizará na próxima quarta, 7, a cerimônia de entrega do selo de qualidade das embarcações participantes do projeto “Desenvolvimento do Turismo Náutico da Região da Costa Verde”, executado dentro dos princípios da qualidade e com avaliações das dimensões de requisitos legais, gestão, sustentabilidade, oferta de serviços, infraestrutura e atendimento. O evento será das 9h às 13h30, no Colégio Naval de Angra dos Reis, Clube dos Coqueiros. Sete embarcações se inscreveram no programa, e aquelas que atenderem aos requisitos necessários receberão as bandeiras de identificação da qualidade e diferenciação do serviço, adesivo e o Selo de Qualidade desenvolvido pelo Sebrae/RJ em parceria com a Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.

                                O Selo visa aumentar a competitividade e a qualidade dos serviços prestados pelas embarcações turísticas e agências de receptivo em Angra dos Reis, sendo esta uma experiência única no segmento do turismo náutico em todo o Brasil.   “Trata-se de um marco para este segmento que é tão importante para a economia da região. Estamos trabalhando a estruturação das empresas, o aprimoramento da gestão, a qualidade no atendimento e na prestação de serviços, sempre com foco na política de sustentabilidade. As embarcações que conquistarem o Selo terão um grande diferencial no mercado” – esclarece o coordenador regional do Sebrae/RJ na Costa Verde, José Leôncio de Andrade Neto.

                                Durante os últimos três anos, o Sebrae/RJ apoiou a legalização das embarcações, realizou estudos e diagnóstico e capacitou os empresários em gestão e segmentação de produtos, serviços e roteiros diferenciados para atração de novo fluxo de turistas para região. A entidade auxiliou na elaboração do decreto (marco regulatório) de Ordenamento de Turismo Náutico de Angra dos Reis, que institui o cadastramento obrigatório das embarcações que prestam serviço de transporte turístico e turismo náutico.

                                Os requisitos para a obtenção do selo foram desenvolvidos e elaborados pelo Sebrae/RJ e validados  pelo Comitê Gestor, formado pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, ICMBIO – Instituto Chico Mendes da Biodiversidade, Capitania dos Portos, Marinha do Brasil, Sebrae/RJ, TurisAngra, Setur, TurisRio, Angra Convention e Visitors Bureau , ATAR – Associação de Turismo de Angra dos Reis e ABAR – Associação de Barqueiros de Angra dos Reis.  Ao longo do projeto, os empresários foram acompanhados por consultores especializados  e participaram de oficinas e capacitações, formatadas especialmente para atender as demandas do mercado de turismo náutico. Entre os temas, estão o desenvolvimento de novos roteiros, mercado, atendimento ao cliente, formação de preço e sustentabilidade.

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                                  Jet Adventure reúne 49 jets para passeio pelo Canal do Varadouro

                                  Por: Redação -
                                  30/11/2016

                                  Entre os dias 25 e 27 de novembro, os apaixonados por jet puderam aproveitar um passeio pelo Canal do Varadouro. Organizado pelo grupo Jet Adventure, o passeio teve a participação especial do grupo Floripa Jet, de Florianópolis. 30 convidados, em 19 jets, participaram do passeio que passou por pontos como Ilha do Mel, Ilha das Peças e a Baía dos Pinheiros.

                                  O passeio contou com 49 jets na água e quase 70 pessoas e foi de Paranaguá, no Paraná, à Cananéia, em São Paulo e ainda se estendeu até Iguape, também em São Paulo.

                                  O grupo Jet Adventure, dos amigos Cristiano Siena e Edilson Cordeiro, já realizou mais de 30 passeios e conta com participantes de Curitiba, Paranaguá, Joinville, Navegantes e Balneário Camboriú.

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                                    Paulo Fax é eleito presidente da Associação Brasileira dos Velejadores de Cruzeiro

                                    Por: Redação -
                                    29/11/2016

                                    O paulista Paulo Fax, de 42 anos, veleja há 12. Mas não só. Paralelamente à navegação, mantém atuação política. Durante quatro anos, foi secretário da ong Velas do Japi. Indicado para a Associação Brasileira de Velejadores de Cruzeiro (ABVC), onde atuou como vice-presidente Interior Sudeste, criou o maior grupo de velejadores de cruzeiro em água doce do país, reunindo velejadores de represas da Hidrovia Tietê-Paraná. Realizou cinco expedições pela hidrovia, mapeando e conveniando todos os pontos dom potencial turístico, o que resultou na criação do Circuito Turístico Fluvial Sustentável. Entre outras várias atividades, como palestras e oficinas promovendo a cultura náutica, Fax organizou cruzeiros na Represa de Guarapiranga, em São Paulo, onde estabeleceu, ainda, um sistema de aluguel de veleiros, a fim de facilitar o acesso à modalidade. Após oito anos de trabalho na ABVC, ele acaba de ser eleito presidente da entidade.

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                                      Vitória brasileira na regata de abertura da Star Sailors League

                                      Por: Redação -

                                      Brasileiros iniciam Star Sailors League Finals nas Bahamas. Os medalhistas olímpicos Robert Scheidt, Torben Grael e Baruno Prada competem ao laado de Maguila, Madá e Jorge Zarif, respectivamente. Robert e Maguila venceram a primeira das 11 regatas previstas na fase inicial. Mendelblat (EUA) foi o segundo, com Negri (ITA) em terceiro entre 25 tripulações.

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                                        Por: Redação -

                                        O empresário paulista Ricardo Granero é dono de uma empresa de engenharia ambiental e muito lhe incomodava ver pequenas manchas de combustível na água, sempre que abastecia a sua lancha, fruto do excesso que vazava do tanque. Também ficava aflito
                                        com a carência de água nos passeios e ficava imaginando uma maneira de captar chuva para repor o que era gasto nas torneiras do barco. Conversando com o seu criativo marinheiro, o capitão Aluísio Matos, veio a ideia de desenvolverem sistemas para acabar com estes dois problemas. E assim foi feito. O resultado é que, graças a duas simples, mas engenhosas soluções, a lancha de Granero, uma Intermarine 53, não sofre mais com o fantasma
                                        da falta de água, nem polui o mar ao seu redor com o combustível que vaza dos tanques. E, graças a isso, se tornou o primeiro barco brasileiro a ser certificado como positivamente comprometido com o meio ambiente, por uma entidade reconhecida mundialmente, o Programa Bandeira Azul.

                                        Infográfico com o funcionamento dos dispositivos elaborados pelo capitão de esporte recreio, Aluísio Matos, para a embarcação Baltas, uma Intermarine 53
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                                        Até então, só algumas marinas (como a Nacionais, no Guarujá, e a Costabella, em Angra dos Reis), e praias (como o Tombo, também no Guarujá, e a Prainha, no Rio de Janeiro) haviam sido agraciadas com a Bandeira Azul, uma espécie de certificado de ações ecologicamente corretas. Mas dar a um barco o mesmo status é uma completa novidade. “Fiz as alterações na minha lancha por uma questão de consciência e coerência profissional, não para ganhar prêmio, embora tenha recebido a certificação com muito orgulho”, diz Granero, que foi procurado pelos responsáveis pela Bandeira Azul no Brasil por recomendação da própria Marinas Nacionais, onde sua lancha fica guardada.

                                        “As mudanças são tão simples que não entendo por que todos os barcos já não saem de fábrica com recursos parecidos”, diz Granero, que também implantou a coleta seletiva de lixo a bordo, separando o que pode ou não ser reciclado, antes da desova dos resíduos na marina. “Também senti falta de mais lixeiras a bordo, como se isso não fosse um equipamento necessário nos barcos”, acrescenta ele, que já tem outros melhoramentos em mente para aplicar na sua lancha, visando, inclusive, manter a certificação, que precisa ser reavaliada a cada ano. “Tenho certeza de que um barco certificado vale mais no mercado e isso pode estimular outros proprietários a fazerem o mesmo ou mais do que eu”, torce o dono desta lancha, que, agora, é diferente de todas as outras até por ostentar, no mastro, uma bandeirinha azul, que sinaliza o seu comprometimento com a preservação do meio ambiente.

                                        O QUE ELA TEM QUE
                                        AS OUTRAS NÃO TÊM

                                        Lixeiras para lixo reciclável
                                        Enquanto a maioria dos barcos possui uma lixeira só — e olhe lá! —, a lancha de Granero tem várias. E divididas pelo tipo de lixo que vai ser colocado nelas: se orgânico ou reciclável.

                                        Captação de água de chuva
                                        Os ralos do convés captam a água da chuva, que é armazenada para reúso no barco, depois de passar por um filtro.

                                        Respiro para o tanque de combustível
                                        Para evitar que o excesso de combustível vaze para a água ao encher o tanque, foi criado um pequeno reservatório no respiro, que armazena o excedente. E ele ainda volta para o tanque.

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                                          Com exterior e interior assinados por Beiderbeck Designs, Abaco foi construído para um cliente alemão, que já possuiu outros quatro iates da marca. O layout do modelo inclui suíte do proprietário, dois camarotes VIP, além de alojamento para a tripulação.

                                          A embarcação é equipada com espreguiçadeiras no deque de popa, com um pequeno espaço para refeições com teto solar; possui armazenamento para um tender na garagem de ré, que apresenta uma plataforma que pode ser usada para mergulho ou para lançamento de concurso.

                                          A motorização fica por conta de um par de motores MTU 16V 2000 M96L, de 2600 hp, a diesel. E o modelo conta, ainda, com estabilizadores para tornar as noites mais tranquilas.

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                                            Os 75 anos do Clube dos Jangadeiros, um dos mais importantes clubes náuticos do País, será celebrado neste sábado (3), com jantar e baile comemorativo a partir das 20h, no belo cenário da sede da Ilha, no bairro Tristeza, embalando os sócios e convidados com a playlist do DJ Eduardo Irigaray e fogos de artifício.

                                            No mesmo dia, a data será comemorada com a Regata de Aniversário, que irá envolver cerca de 80 barcos das classes Oceano e Monotipos de todos os clubes de Porto Alegre, nas classes solitária e mista. A largada da classe Oceano está marcada para às 13h, enquanto os monotipos caem na água a partir das 14h. No domingo, o Guaíba será colorido pelo Velejaço da classe de Oceano, às 13h.  No final do dia, às 20h, será o momento de confraternização e entrega dos troféus.

                                            Em 75 anos, o Jangadeiros conquistou 110 títulos de Campeão Brasileiro em 12 classes diferentes. A instituição ainda organizou e sediou quatro campeonatos mundiais, 11 campeonatos Sul Americanos e 18 campeonatos brasileiros. Participou também de sete Olimpíadas: Montreal, Los Angeles, Sidney, Atenas, Pequim, Londres e Rio de Janeiro. Em Pequim, conquistou a Medalha de Bronze na classe 470, com a dupla Fernanda Oliveira e Isabel Swan, primeira medalha olímpica da vela feminina do Brasil.

                                            O clube conquistou ainda nove títulos mundiais em 4 classes, 3 medalhas de ouro, 1 de prata e 1 de bronze em Jogos Pan-americanos, venceu por duas vezes o Campeonato do Hemisfério Ocidental da classe Snipe e ganhou por 36 vezes o Campeonato Sul Americano em 8 classes de barco. Criou uma das mais equipadas escolas de vela do Brasil – a Escola de Vela Barra Limpa, hoje com 40 anos e berço de formação de campeões nacionais e internacionais.

                                            Continuando a tradição do clube, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan foram classificadas este ano para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Para seguir incentivando a qualificação dos seus atletas, recentemente o Jangadeiros foi buscar, junto à Confederação Brasileira de Clubes, uma expressiva verba para investir em seus novos competidores – o projeto “Preparando o Futuro Olímpico”. Os primeiros equipamentos já estão chegando e serão usados na Escola de Vela Barra Limpa e na preparação de jovens velejadores para as classes olímpicas. Dos 27 Clubes que conquistaram a verba, o projeto do Clube porto-alegrense foi o melhor avaliado, com 41,25 pontos de 44 possíveis.

                                            E, além de toda a vocação para o esporte náutico, o Jangadeiros é uma ótima opção de lazer em um dos cartões postais mais belos de Porto Alegre: o Lago Guaíba. Unindo natureza e boa gastronomia, o visitante tem a oportunidade de usufruir do ambiente acolhedor do restaurante Pimenta Rosa, com o seu farto e variado buffet no almoço e uma seleção de pratos à la carte, no jantar.

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                                              28/11/2016

                                              A temporada náutica de 2016 consagrou a Copa YCP (Yacht Club Paulista) como uma das principais competições do calendário nacional. Ao longo do ano foram nove etapas na Represa Guarapiranga, com aumento de 50% em relação aos participantes de 2015. A segunda edição do campeonato atingiu 400 velejadores e 180 embarcações de 20 classes.

                                              O sábado (26), último dia de competição, foi marcado pelo vento de sul a sudoeste entre oito e dez nós (14 a 18km/h), o que permitiu ao diretor da Comissão de Regatas, Dionysio Sulsbeck, organizar duas largadas para cada classe, com regulamento de Medal Race, ou seja, pontuação dobrada. Entres as classes mais numerosas, confirmaram o título: Eduardo Guimarães – YCP (Laser Standart), André Frimm – CCSP (Laser Radial), Caio Prado e Carlos Ney Ribeiro – YCSA (Snipe), Ricardo Valério – YCP (Finn), YCP Sailing Team Pajero – André Fonseca (HPE 25).

                                              A Laser recebeu o troféu transitório Joerg Bruder, entregue ao coordenador de classe Nicolas Garcia (YCSA), considerado o mais ativo do ano por ter levado mais barcos à raia. “Para nós da classe Laser é uma imensa satisfação ter a vela agitando a represa durante todo o ano. Nossos velejadores ficam muito mais motivados” declarou Nick, também velejador da Laser. A Fevesp (Federação de Vela do Estado de São Paulo) premiou ainda os atletas juniores em destaque nas classes Laser e Snipe, com mil reais cada. Na Snipe, os vencedores foram Paulo Abi Eçab e Charles Daniel. Na Laser, José Hackerott.

                                              Para a próxima temporada, o diretor de vela do YCP, Alberto Hackerott, espera ratificar o crescimento da Copa por meio de alianças com clubes parceiros. “Em 2017 a Copa YCP será Copa Paulista. Nosso objetivo é atrair ainda mais barcos, mantendo o padrão de qualidade, motivo do sucesso nos dois últimos anos. Também recebemos muitas solicitações de velejadores das classes mais participativas (Laser e Snipe) de levarmos algumas regatas para o mar. Organizaremos um terço das etapas em Santos e dois terços na Guarapiranga, devido à parceria recém-firmada com o Iate Clube de Santos (ICS)”,

                                              A entrega de prêmios aos líderes do ranking anual tomou conta do YCP logo após as regatas finais. Entre muitas atrações, foram sorteados prêmios no valor de R$ 12 mil, oferecidos pelos patrocinadores. A festa se estendeu até a madrugada. Depois do jantar coordenado pela chef Sandra Hackerott a balada da vela ficou por conta de DJs, regada ao tradicional chopp do YCP.

                                              Confira os campeões da Copa YCP 2016:

                                              Laser Standart – Eduardo Guimarães (YCP)
                                              Laser Radial – André Frimm (CCSP)
                                              Snipe – Caio Prado e Carlos Ney Ribeiro (YCSA)
                                              Finn – Ricardo Valério (YCP)
                                              HPE 25 – YCP Sailing Team Pajero
                                              Day Sailer – Arno Buchli Junior (ASBAC)
                                              MT19 – Caio Cesar Luchini e Marcos Cesar Luchini (CCC)
                                              Dingue – Fabio Bruggioni e Luca Bruggioni (YCP)
                                              Laser 4.7 – Felipe Fonseca (YCSA)
                                              HC16 – José M. Beato Luana Sousa (SPYC)
                                              Lightning – José Hackerott e Eric van Deursen (YCSA)
                                              Star – Fábio Bodra e Henrique Cabette (YCSA)
                                              Tornado – Tomas e Phillip Hofmeister (YCP)
                                              5.5 Class – Dick Andersen, Ruy e Henry (YCP)
                                              A-Class- Raymond O’Keeffe (CCSP)
                                              Flash 165- Claudio Santos e Paulo Vilares
                                              Poli 19 – João Carlos Maranhão, Marcelo e Elaine (ASBAC)
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                                                26/11/2016

                                                A 8ª edição do Rally Náutico da Bahia aconteceu neste sábado, 26 de novembro, em Salvador, e reuniu praticantes e amantes da modalidade náutica em mais um evento de sucesso na capital, com o sol dando as boas vindas a quem veio para a prova. Os participantes se reuniram na manhã do sábado no Yacht Clube da Bahia, realizador do evento em parceria com a Bahia Marina, para se preparar para a competição, que contou com baianos e paranaenses juntos na água. A partir das 11h, foi dada a largada. Primeiro, saíram os jets, seguidos das categorias Geral/Bahia e Aventura.

                                                Na categoria Geral, o pódio ficou com as embarcações Silver 3, dos curitibanos Marcos Rupollo e Ana Maria Heyse, pelo segundo ano consecutivo participando e levando o primeiro lugar; Gracias Padre, de Luis Fernando de Souza e Adriano Ribeiro, em segundo; e Capitão Nelson, comandado pelo Comodoro do Yacht Club da Bahia Marcelo Sacramento e seu navegador Marcelo Campos.

                                                Rodrigo e Victor Souza, do Marina Boat VII, levaram a melhor na categoria Aventura, seguidos por Bruno Goelzer e Marne dos Santos Lima Neto, do Privillege, e Jonas Penteado Filho e Matheus Fainstein, do Marina Boat VI.

                                                Com quatro jets participantes, a categoria premiou Tahaa, comandando por Sergio e Adriana Caracas; Aquajet, de Geraldo Gentil; e Ohhana, da dupla Guilherme Tramm e Beatriz Assis.

                                                Por fim, na categoria Bahia, o primeiro lugar ficou os vice-campeões da Geral Luis Fernando de Souza e Adriano Ribeiro; o segundo, com Tony e Gabriel Granjo, no barco Shark 13; e o terceiro, com Edmundo e Emmanuel Ramos, no Celebration 3.

                                                Segundo Glênio Cogo, coordenador técnico do rally, o evento chegou nesta nova edição com um nível técnico ainda mais aperfeiçoado. Guinadas com ângulos diferentes, posicionamentos, limites de tolerância e variações, elevaram a adrenalina dos competidores ponto-a-ponto. Tudo isso, aliado ao cenário da Baía mais bonita do Brasil, fez desta competição o maior encontro náutico do país na atualidade.

                                                Como não poderia ser diferente, o evento na Bahia virou festa! A primeira confraternização entre os competidores aconteceu na Bahia Marina, tida como Ponto Neutro da competição, às 12h30. Em seguida, as 20 embarcações participantes – de 30 inscritas – continuaram a prova, que foi encerrada no Yacht Clube, selada com uma bela premiação e festa, com direito a sorteio de passagem para Madrid, apresentação da DJ Barbie, e show da Banda Batifun.

                                                O 8º Rally Náutico da Bahia abriu a maratona de competições do Festival Náutico de Salvador, que vai até o dia 4 de dezembro na capital baiana, trazendo quatro competições em diferentes modalidades aquáticas e mais um congresso nacional sobre a economia náutica. O festival, que faz parte do calendário de eventos da cidade, tem o objetivo de desenvolver o setor náutico, fomentar o turismo e gerar emprego e renda para a região.

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                                                  25/11/2016

                                                  No próximo sábado, 3/12, o Iate Clube de Santos, no Guarujá, litoral paulista, foi o escolhido para sediar o primeiro evento do calendário de verão da Azimut Yachts. Serão recebidas cerca de 100 pessoas, entre clientes e associados do Iate Clube para confraternização e almoço (paella), além de apresentação de três dos modelos de lanchas produzidos na unidade brasileira da marca: a recém-lançada Azimut 56, a Azimut 60 e a Azimut 70.

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                                                    A segunda unidade da Real 525, com sua plataforma de popa de 2,20 metros e espaço gourmet, já está navegando em águas cariocas. O barco foi entregue esta semana e já está desfilando pelas famosas ilhas de Angra dos Reis. A lancha tem flybridge espaçoso com outra área gourmet, amplo salão e seu projeto foi assinado por Tony Castro. O maior modelo do estaleiro carioca Real Power Boats foi apresentado no último São Paulo Boat Show e chamou a atenção não só pelo design esportivo do casco como também pelo bom acabamento da cabine.

                                                     

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                                                      A bela paisagem de Escarpas do Lago ganhou mais uma estrela, a nova Ventura 300 Crossover, modelo lançado durante o último São Paulo Boat Show. A lancha de 30 pés tem proa aberta e, ao mesmo tempo, uma cabine com cama de casal a meia-nau. Para os passeios diurnos, a V300 Crossover recebe até 16 pessoas em seu amplo cockpit que tem pia, geleira, lixeira e churrasqueira elétrica. A nova lancha recebe motorização de centro-rabeta entre 300 e 380 hp.

                                                      ventura-300-crossover-2

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                                                        Os bons ventos do Nordeste vão impulsionar a Vela Jovem do Brasil em 2017. Pela primeira vez, a Copa da Juventude será disputada na região. A competição, que está em sua 24ª edição e faz parte do processo nacional de seleção para o Mundial da Juventude 2017, terá como sede o Cabanga Iate Clube de Pernambuco, no Recife. O campeonato tem data prevista para o período de 8 a 14 de abril do próximo ano.

                                                        “Para a Confederação Brasileira de Vela, é uma grande satisfação anunciar a Copa da Juventude em Pernambuco. Uma das nossas missões é fortalecer a modalidade no Brasil. Para isso, incluir a Região Nordeste é de suma importância. Tenho certeza de que os ventos e a beleza de Pernambuco vão ser o cenário perfeito para o campeonato”, afirmou Marco Aurélio de Sá Ribeiro, presidente da CBVela.

                                                        A Copa da Juventude é a principal competição dedicada exclusivamente para a Vela Jovem no Brasil. Faz parte do Programa de Desenvolvimento Individual (PDI) da Confederação Brasileira de Vela, voltado para jovens velejadores com o intuito de oferecer oportunidade para atletas trilharem o caminho das campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze, que, antes de conquistarem a medalha de ouro na classe 49er FX nos Jogos Rio 2016, foram ouro no Mundial da Juventude de 2009, na classe 420.

                                                        A Copa da Juventude 2017 terá a Federação Pernambucana de Vela e o Cabanga Iate Clube de Pernambuco como parceiros na organização. O campeonato será realizado na subsede de Maria Farinha.

                                                        A competição será o evento mais importante no processo seletivo para o Mundial da Juventude 2017, marcado para a cidade de Akko, em Israel, de 8 a 15 de julho de 2017. Os jovens atletas vão competir diante de técnicos da Equipe Brasileira de Vela, que estarão presentes no campeonato.

                                                        Foto Fred Hoffmann

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                                                          Classe C30 decide Circuito Ilhabela de Vela neste sábado

                                                          Por: Redação -

                                                          A classe C30 mostrou ao longo da temporada de vela oceânica equilíbrio nas disputas nacionais, com a flotilha distribuída no litoral norte paulista e em Florianópolis. O Circuito Ilhabela comprova a competitividade entre as tripulações apesar de o Caiçara ter adquirido vantagem de 12 pontos sobre o segundo colocado, Caballo Loco, após dominar a terceira etapa da Copa Suzuki em setembro no Canal de São Sebastião.

                                                          Com dez vitórias em 28 regatas, o Caiçara do comandante Marcos de Oliveira Cesar pode garantir o título neste final de semana (26 e 27) por antecipação. A regata final de 2016, a tradicional Volta à Ilhabela – Sir Peter Blake, está prevista para 03 de dezembro. “Eu não gosto de falar em superioridade e nem de otimismo exagerado. Não fizemos nenhum treino depois da terceira etapa. Claro que gostaríamos de decidir o campeonato o mais rápido possível, mas a ordem a bordo é: respeitar os adversários”, afirma Marcos Cesar.

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                                                          Equilíbrio na C30 em Ilhabela (Foto: Aline Bassi / Balaio)

                                                          A previsão para o fim de semana em Ilhabela é de vento leste entre 11 e 13 nós (20 a 25 km/h) e temperatura em torno de 24°C no período da tarde, com tempo aberto. “O ideal para nós seria um vento mais forte. Sabemos administrar melhor o barco nessa condição, mas como estamos há dois meses sem velejar, é preciso cautela. A vantagem do Caiçara é segura, porém, não é definitiva”, lembra o comandante Marcos, atual campeão do Circuito Ilhabela.

                                                          O vice-líder Caballo Loco, comandado por Mauro Dottori, obteve oito vitórias nas três etapas anteriores, contra seis do +Realizado, três do Barracuda e uma do Kaikias. “Como o próprio nome já diz, o Caballo Loco sempre foi muito competitivo. Vamos colocar as ferraduras e partir para cima deles”, comenta Dottori com bom humor.”Nós vamos atacar e eles (Caiçara) irão se defender, mas a briga pelo segundo lugar está aberta e também será muito boa”, espera o comandante do Caballo Loco.

                                                          Além da C30, a Copa Suzuki, organizada pelo Yacht Club de Ilhabela (YCI), reúne as classes RGS, HPE 25, HPE 30, ORC e IRC. As primeiras regatas do dia têm largada prevista ao meio-dia. A classe C30 deve correr neste fim de semana entre quatro e seis provas, dependendo do vento. A quarta e decisiva etapa do Circuito Ilhabela é a última competição oficial da C30 antes da abertura do Campeonato Brasileiro de 2017, em fevereiro, em Florianópolis. A outra etapa será em julho, na Semana de Vela de Ilhabela.

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                                                          Caiçara: liderança (Foto: Aline Bassi / Balaio)

                                                          Classificação após três etapas, com 28 regatas (seis descartes)

                                                          1. Caiçara (Marcos de Oliveira Cesar): 38 pontos perdidos
                                                          2. Caballo Loco (Mauro Dottori): 50 pp
                                                          3. +Realizado (José Luiz Apud): 56 pp
                                                          4. Barracuda (Humberto Diniz): 67 pp
                                                          5. Kaikias (Felipe Echenique): 72 pp

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                                                            24/11/2016

                                                            Antes mesmo de a Copa YCP encerrar a temporada, os números revelam a importância da iniciativa do Yacht Club Paulista (YCP) para a vela de São Paulo. Ao longo das nove etapas de 2016, a Represa Guarapiranga terá recebido mais de 400 velejadores distribuídos em 180 barcos de 20 classes. Entre as acirradas disputas na raia e as tradicionais confraternazaaões no YCP, os atletas terão consumido 420 quilos de alimentos e recebido 360 medalhas.

                                                            A novidade para este sábado (26), último dia da Copa YCP, é o regulamento que prevê regatas no estilo Medal Race, ou seja, com pontuação dobrada tanto para a competição quanto para o ranking anual da Fevesp (Federação de Vela do Estado de São Paulo). Os líderes das classes mais numerosas devem confirmar o título neste sábado: YCP Sailing Team Pajero – André Fonseca (HPE 25), Ricardo Valério – YCP (Finn), André Frimm – CCSP (Laser Radial), André Schwarz – YCSA (Laser Standart), Caio Prado e Carlos Ney Ribeiro – YCSA (Snipe), Fábio Bodra e Henrique Cabette – YCSA (Star).

                                                            O sucesso da Copa YCP se deve principalmente ao objetivo proposto a todos os clubes em torno da Guarapiranga. “A ideia era de juntarmos na mesma raia os iniciantes da vela e velejadores já consagrados como, André Fonseca (Bochecha), Eduardo Souza Ramos, Marcelo Bellotti, Martin Lowy. Vimos que os mais experientes motivaram os mais novos e a vela se fortaleceu na represa. Classes como Laser e Snipe alinharam regularmente cerca de 20 barcos nas largadas de cada etapa”, comemora o diretor de Vela do YCP, Alberto Hackerott, também velejador de Snipe.

                                                            Foto Luhan Grolla / YCP

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