Uma nova Marina da Glória

Por: Redação -
08/02/2015

As obras de revitalização da Marina da Glória, realizadas pelo grupo BR Marinas, seguem seu cronograma e continuam despertando o interesse da sociedade. Dentre as mudanças, o espaço que conta hoje com 167 vagas para barcos dentro da água e 73 vagas secas, passará para 415 e 240 vagas, respectivamente. O número de lojas também sofrerá mudanças, sendo reduzido de 40 para 24.

Em fevereiro, as obras se concentram nas escavações da área onde vai funcionar o futuro estacionamento de automóveis (510 vagas) da nova marina e no local onde serão instalados os hangares para vagas secas de embarcações. A opção por um estacionamento com dois andares foi tomada para que a atual área destinada a carros fosse diminuída, abrindo espaço para embarcações e mais verde.

Para que a obra fosse realizada – serão 236 vagas subterrâneas – a BR Marinas realizou um estudo ambiental, feito pela empresa BioVert, em que foram catalogadas 479 árvores e arbustos no terreno da Marina da Glória. Deste montante, foram necessárias 298 remoções, autorizadas pelos órgãos competentes. Como compensação, o grupo BR Marinas financiará o plantio de 3 082 novas mudas, em local determinado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Além do replantio e da contratação da BioVert, a BR Marinas contratou o escritório Burle Marx, responsável pelo projeto original do Parque do Flamengo, para fazer todo o paissagismo da nova Marina e do seu entorno – o grupo vai doar para a Prefeitura um projeto de recuperação de áreas que não fazem parte da concessão, como o parque dos piquiniques. Após o fim das obras, a Marina da Glória ampliará suas áreas abertas ao público e estará totalmente integrada ao Parque do Flamengo.

Orçado em R$ 60 milhões e totalmente custeado pela BR Marinas, responsável por outras quatro Marinas em funcionamento e duas em construção no país, o projeto é assinado pelo arquiteto Eduardo Mondolfo, que já trabalhou com Oscar Niemeyer (1907-2012) e é autor de prédios conhecidos, como o do Shopping Leblon e o Hotel Fasano.

Outro ponto em destaque para o melhor atendimento do setor náutico é em relação ao sistema de movimentação de embarcações em vagas secas e molhadas. Antes do início das obras, a Marina da Glória operava com trator e carreta para a movimentação das embarcações hospedadas. Porém, ao fim da revitalização, a operação passará a ser feita por empilhadeiras especificamente projetadas para esse fim (forklifts), que dispensam o uso de carretas, pois as embarcações são colocadas em berços universais. Essa qualificação no padrão operacional deixa o serviço muito mais seguro e eficiente, da mesma forma que é executado nas outras marinas do grupo (Verolme, Piratas, Ribeira e Bracuhy).

Imagem: BR Marinas/Divulgação

 

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    Circuito Oceânico

    Por: Redação -

    Jurerê amanheceu com um belo dia de sol para presentear os velejadores no último dia de disputas da 26ª edição do Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina. Com boas condições de vento leste, variando entre 7 e 10 nós (aproximadamente 15km/h), a regata decisiva coroou os campeões nas quatro categorias do evento: ORC, BRA-RGS, HPE25 e C30.

    Os veleiros C30 protagonizaram o grande “pega” no último dia de regatas. O Zeus Team (SC), do comandante Inácio Vandressen, chegou ao sábado com pequena vantagem sobre Caballo Loco (SP) e Katana (SC), mas precisava da vitória para assegurar o título. A estratégia adotada pelo líder funcionou e com mais uma vitória a equipe venceu o duelo. O Katana, que vinha de uma fita azul na Volta à Ilha e do título na edição 2014 do Circuito Oceânico, acabou na segunda posição geral, seguido pelo Caballo Loco e Corta Vento (SC).

    “Essa vitória é de toda a equipe. Nós velejamos muito bem durante toda semana. Tivemos alguns problemas em uma ou outra regata, mas no final deu tudo certo. Optamos por velejar na direita, apostando no Jurerê Tradicional, que de leste dá um pouco mais de direita, e deu”, comemorou Felipe Linhares, o Fipa, timoneiro do Zeus Team.

    Entres os veleiros de ORC, destaque neste sábado para a grande atuação do Itajaí Sailing Team. Aproveitando as condições favoráveis, a equipe do litoral norte catarinense venceu a regata Barla-Sota. Porém, mesmo como descarte, o Ângela Star VI acabou confirmando o bicampeonato da competição. A equipe do comandante Peter Siemsem chegou com boa vantagem ao último dia e não foi ultrapassada pelos concorrentes.

    O Itajaí Sailing Team ficou em segundo, seguido por Absoluto (3º – SC), Melody 5 (4º – SC), Bijupirá (5º – RJ), Marlim (6º – RJ) e Dourado (7º – RJ).

    Quem também confirmou a liderança e, consequentemente, o título foi o Flash Best Fellow. O veleiro do comandante Leonardo Deboni estreou na BRA-RGS com título após vitória na regata decisiva. A briga entre catarinenses pelo título foi com o Argonauta, vice-campeão do Circuito em 2015.

    Após um começo com um quinto lugar, o Flash Best Fellow recuperou-se na competição, vencendo quatro das cinco regatas Barla-Sota. O Massu I terminou em 3º, com Garrotilho em 4º, Açores II em 5º e Ursa Maior em 6º.

    Já na HPE25, o título ficou com os gaúchos do Tereza. O veleiro chegou ao último dia disputando ponto a ponto com o Força 12, de Arno Juk, e com a vitória na última regata confirmou o título no Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina.

    Com presença de centenas de velejadores de todo país, o Circuito Oceânico confirmou mais uma vez sua posição como uma das principais competições brasileiras da categoria. “Nós estamos muito contentes com esse grandioso evento. A Mitsubishi fortaleceu bastante, mais uma vez, dando ainda mais força a competição. Ano que vem nossa intenção é que tenhamos o dobro de embarcações em nosso Circuito”, comemorou o Comodoro do Iate Clube de Santa Catarina, Alexandre Back.

    Inclusive, o Iate Clube de Santa Catarina conta com importantes competições nessa temporada, o que atrai ainda mais a atenção do mundo da vela para o estado. “Teremos dois grandes eventos internacionais nos próximos meses. Um deles é a Regata Puerto del Buceo – Florianópolis, que larga em Montevidéu e termina aqui em nosso clube, no mês de março. Neste mesmo mês, teremos o Sul-Brasileiro de Optimist, que será seletiva para o mundial, e em Abril, receberemos a nata da vela com as disputas do Mundial S40. Sem falar no Sul-Brasileiro de Snipe. Enfim, será um ano repleto de importantes competições, o que nos deixa muito contentes”, complementou o Comodoro Alexandre Back.

    Classificação geral após seis regatas (um descarte):

    ORC Geral

    1º Ângela Star VI – 9pp
    2º Itajaí Sailing Team – 11pp
    3º Absoluto – 13pp
    4º Melody 5 – 15pp
    5º Bijupirá – 18pp
    6º Marlim – 29pp
    7º Dourado – 35pp

    C30 

    1º Zeus Team – 8pp
    2º Katana – 11pp
    3º Caballo Loco – 12pp
    4º Corta Vento – 15pp

    HPE25

    1º Tereza – 6pp
    2º Força 12 – 8pp

    RGS Geral

    1º Flash Best Fellow – 6pp
    2º Argonauta – 10pp
    3º Massu I – 14pp
    4º Garrotilho – 14pp
    5º Açores III – 24pp
    6º Ursa Maior – 31pp

    Fotos: Gabriel Heusi/ICSC

     

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      Domínio Chinês

      Por: Redação -

      O Dongfeng Race Team fez história mais uma vez, levando a bandeira chinesa ao lugar mais alto do pódio. Neste sábado (7), o barco vermelho venceu a Regata Local ou In-port Race de Sanya, na China. Pela primeira vez, uma equipe do país asiático venceu uma prova. Eles já haviam vencido a última etapa, fato ainda inédito. “Dongfeng significa o vento do leste – em chinês – e hoje o vento soprava na mesma direção. Tivemos sorte na China”, disse o comandante Charles Caudrelier, que lidera o barco com chineses, suecos, franceses e um australiano.

      Mesmo não valendo pontos para o campeonato – só em critérios de desempate – o resultado nessa prova consolida o bom momento da equipe na Volvo Ocean Race e dá moral para a tripulação visando a quarta etapa da competição, que começa neste domingo (8). A flotilha parte de Sanya para a neozelandesa Auckland.

      O Dongfeng completou a prova em 54 minutos e 29 segundos. Menos de um minuto depois, o Abu Dhabi Ocean Racing cruzou a linha de chegada. Os árabes lideram provisoriamente o campeonato paralelo das regatas locais. Na sequência ficaram Team Alvimedica, Team Brunel, Team SCA e Mapfre.

      O brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca correu de timoneiro na In-port Race. Por causa de uma manobra irregular, o barco espanhol teve de pagar uma punição. Bochecha explica o motivo: “Eu acabei fazendo uma manobra rápida e o barco virou muito rapidamente, prejudicando o adversário. Fomos penalizados e tivemos de fazer um 360 antes da largada. Até conseguimos recuperar um pouco, mas não era nosso dia. Felizmente não perdemos pontos, mas não estamos contentes”.

      A vitória na In-port Race de Sanya foi bastante comemorada, pois outros barcos, como Team Alvimedica e Abu Dhabi Ocean Racing, se revezaram na liderança. Outro fato chama a atenção: o Dongfeng trocou meio time para a quarta etapa.

      Os chineses Chen Jin Hao ‘Horace’ e Yang Jiru ‘Wolf’ ganham uma nova oportunidade para a próxima fase até Auckland, Nova Zelândia. O navegador Pascal Bidégorry dá lugar ao compatriota francês Erwan Israel e o sueco Martin Strömberg sai para a entrada do jovem australiano Jack Bouttell.

      A In-port Race de Sanya teve média de 11 nós e percurso de 7.2 milhas náuticas de distância.

      Fotos: Victor Fraile / Volvo Ocean Race

       

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        Passear e pescar

        Por: Redação -
        07/02/2015

        O estaleiro Fishing está lançando a F38 Convertible. O casco, projetado pelo escritório americano Donald Blount, é o mesmo da F38 Open, uma lancha de mar aberto indicada para pesca. Já o convés e o interior, assinados pelo brasileiro Paulo Marques, são bem diferentes, com comando fechado, flybridge e cabine de estilo mais familiar.

        Imagem: Divulgação

         

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          A Greenline 48 Hybrid, fabricada na Eslovênia, parece, mas não é uma lancha convencional, porque, além de motores a diesel, usa dois elétricos de 14 kW, que lhe dão velocidade máxima de 6 nós e autonomia de 20 milhas. Não é grande coisa, mas está de bom tamanho para a eventualidade de uma pane na motorização diesel.

          Foto: Divulgação

           

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            Destino: Auckland

            Por: Redação -

            O atleta olímpico André ‘Bochecha’ Fonseca está preparado para mais uma etapa na Volvo Ocean Race a bordo do Mapfre, barco de bandeira espanhola na Volta ao Mundo. A partir deste domingo (8), as equipes deixam Sanya, na China, e partem para Auckland, na Nova Zelândia. O percurso, segundo o timoneiro, será mais rápido do que os anteriores. A previsão é de mais vento nas 5.264 milhas náuticas.

            “Podemos esperar mais vento, o que não ocorreu até agora. Na segunda e na terceira pernas tivemos muito pouco vento. O desafio da quarta etapa será cruzar a Linha do Equador mais uma vez. Quando passamos por essa linha encontramos momentos de instabilidade. Na vela, instabilidade é loteria. Podemos ter um pouco de sorte ou um pouco de azar. Não dá para controlar todas as situações”, disse André ‘Bochecha’ Fonseca.

            As seis equipes da Volvo Ocean Race largam para a última etapa antes de chegar ao Brasil. A quinta perna é a mais temida e desejada pelos velejadores, pois passa pelos mares do Sul e pelo Cabo Horn antes de desembarcar em Itajaí. Por isso, os times podem poupar equipamento no caminho de Sanya a Auckland.

            “Acho que todo mundo quando pode, acaba poupando seu barco, visando a próxima etapa e pensando na regata como um todo. É uma aventura que antes de mais nada você precisa terminar. Sempre temos que poupar para momentos difíceis, pois o barco precisa estar inteiro para o resto da regata”, lembrou o brasileiro.

            Antes da largada, porém, tem o campeonato à parte das Regatas Locais, também chamadas de In-port Races. Hoje, os times disputam uma prova na baía de Sanya por aproximadamente 50 minutos.

            O campeonato é liderado pelo Dongfeng Race Team, seguido por Abu Dhabi Ocean Racing e Team Alvimedica. Na sequência estão Team Alvimedica, Mapfre e Team SCA.

            Foto: Francisco Vignale

             

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              Mudança de comando

              Por: Redação -
              06/02/2015

              O ministro da Defesa, Jaques Wagner, presidiu a cerimônia que conduziu ao posto de comandante da Marinha o almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira (à esquerda), ocorrido no Grupamento dos Fuzileiros Navais, hoje (6), em Brasília.

              Profundo conhecedor do setor de náutica de lazer após servir em Anápolis (considerada a cidade da vela nos Estados Unidos) e ter sido Capitão dos Portos do Rio de Janeiro e diretor da Diretoria de Portos e Costas, órgãos nos quais teve contato de perto com o segmento.

              Com 44 anos de carreira militar, Leal Ferreira irá chefiar uma Força que possui cerca de 78 mil servidores entre militares e civis, sendo 13% de mulheres. Em seu discurso, o recém-empossado comandante destacou a dimensão e complexidade do cargo que assume e reafirmou o compromisso de zelar por um legado de valores e tradições centenárias. Para Leal Ferreira é fundamental “racionalizar esforços, complementar capacitações e buscar soluções conjuntas para cenários (…) e ambiente multifacetado que exigirá aprimorar a interoperabilidade”.

              A cerimônia ocorreu no Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília (GptFNB) e contou a participação dos ministros Carlos Gabas (Previdência Social), Patrus Ananias (Desenvolvimento Agrário) e Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos). Estiveram na cerimônia os comandantes do Exército, general Eduardo Villas Bôas, e da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato; além do chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), general José Carlos De Nardi, e da secretária-geral do Ministério da Defesa, Eva Chiavon.

              Foto: Tereza Sobreira/Divulgação

               

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                Schaefer na Coreia do Sul

                Por: Redação -

                O encontro entre o empresário Marcio Schaefer com o vice-prefeito de Busan, Don Young Cho, e o secretário da Divisão de Investimentos Estrangeiros, Jae Hyung Lee, definiu a instalação do estaleiro catarinense Schaefer Yachts na segunda maior cidade da Coreia do Sul, com prazo de até 18 meses para iniciar a produção de lanchas a partir de 30 pés (aproximadamente 10 metros de comprimento). A Schaefer Yachts, sediada em Florianópolis, é a maior indústria do setor no Brasil, com 23 anos de mercado e fabricando lanchas e iates entre 30 e 83 pés.

                “A Coreia do Sul é líder mundial na indústria naval de grande porte, mas não tem estaleiros de embarcações de lazer e está abrindo uma oportunidade para ingressarmos não só naquela nação, mas no mercado asiático”, disse Marcio Schaefer, presidente do estaleiro catarinense. Uma carta de intenções protocolou o acordo para a instalação da empresa brasileira, com prazo de 18 meses para iniciar a produção. “Começaremos fabricando a Phantom 303 e ano a ano evoluiremos nos modelos, até produzirmos o iate de 83 pés (Schaefer 830)”, informou o empresário. Na carta de intenções assinada hoje, a Prefeitura de Busan comprometeu-se em fornecer área, com acesso ao mar, para a instalação do estaleiro, além de incentivos fiscais. A Schaefer Yachts terá como contrapartida a geração de empregos e a cessão de tecnologia e formas náuticas.

                Busan é a segunda maior cidade sul-coreana, com 6 milhões de habitantes, e de intensa atividade portuária, por onde escoam as exportações do país. A aproximação começou em 2013, promovida pelos agentes Han Kim e José Carlos Fantini, mas alavancada quando o barco Phantom 303 foi eleito o melhor equipamento do Busan Boat Show, em outubro do ano passado. “O que assinamos não foi apenas uma carta de intenções, mas a garantia de que estamos firmemente empenhados em assegurar a instalação da Schaefer Yachts em Busan”, considerou Don Young Cho. No Brasil, o preço médio de uma 303 é de R$ 400 mil, porém na Coreia do Sul será pelo menos 25% mais baixo, por conta de menor carga tributária e da competitividade da economia daquele país.

                “O convite é um reconhecimento mundial da expertise brasileira no segmento”, resumiu Pedro Odílio Phellippe, diretor-industrial da Schaefer Yachts. O mercado também está mais receptivo às exportações: até 2008, dois meses da produção do estaleiro catarinense era destinado ao mercado europeu, mas o cenário retraiu pela valorização do Real nos últimos anos. “Com o dólar forte, nossa presença no exterior será retomada”, disse Phellippe.

                Foto: Norton José

                 

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                  Por: Redação -

                  A imagem acima foi divulgada pelo usuário do Instagram Eric Smith e está rodando o mundo. Um velejador estava tão concentrado em seu smartphone que nem percebeu a passagem de uma baleia ao lado de seu barco. O episódio aconteceu na costa de Redondo Beach, na Califórnia, Estados Unidos. Um momento de distração que está rendendo fama ao velejador.

                  Foto: instagram/esmith_images

                   

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                    A favor da vela

                    Por: Redação -

                    O mundo da vela ficou em estado de choque quando o Comitê Paraolímpico Internacional anunciou no começo desta semana que a vela paraolímpica não faz mais parte dos Jogos Paraolímpicos de Tóquio em 2020.

                    A notícia levou Geoff Holt, uma das principais figuras vela paraolímpica, a iniciar uma petição exigindo que o esporte seja reintegrado. Em poucos dias a campanha já conquistou mais de 10 000 adeptos, incluindo grandes nomes da vela.

                    Sir Robin Knox Johnston, que entre seus feitos foi o primeiro homem a velejar sozinho ao redor do mundo e sem escalas, considerou a decisão de corte da modalidade dos jogos paraolímpicos como “vergonhosa” e disse que apoia incondicionalmente a campanha.

                    “A decisão de retirar a vela dos Jogos Paraolímpicos vem num momento em que as oportunidades estão se expandindo. A razão dada para a saída da modalidade dos jogos é que nem todas as nações oferecem oportunidade para que os deficientes possam velejar. Todos sabem que qualquer esporte leva tempo para se desenvolver especialmente este que era considerado impossível até muito recentemente. Hoje que sabemos que isso é possível, vemos um aumento no número de atletas e de nações começando a fazer parte dos jogos. Claramente os organizadores dos jogos decidiram não esperar pelo desenvolvimento do esporte e estão impedindo que pessoas com deficiência em países menos desenvolvidos pratiquem um esporte onde eles possam utilizar a mente para competir como qualquer outra pessoa”, declarou Sir Robin.

                    “É uma decisão vergonhosa e, embora o Comitê Paraolímpico Internacional tenha dito que é final, nada é definitivo. Se tivermos o apoio de um número suficiente de pessoas, o comitê terá que enfrentar o descrédito da comunidade esportiva e pode até alterar a sua decisão”, completou Sir Robin.

                    A velejadora paraolímpica Helena Lucas, ouro em Londres 2012, também criticou a decisão, descrevendo-o como um “passo para trás” no esporte e no reconhecimento dos atletas deficientes. “Estou realmente desapontada com a decisão. Nós presenciamos muitos esforços e exemplos de superação. O esporte estava realmente se desenvolvendo no que diz respeito à participação de atletas e ao nível de profissionalismo. Lamentável a decisão”.

                    Geoff Holt, disse em um vídeo do YouTube: “A perspectiva de que a vela não seja incluída em 2020 é de partir o coração. Não só para mim e para aqueles que estiveram envolvidos ao longo dos anos, mas para os velejadores, seus sonhos e suas famílias. Tem muita gente que dedicou a vida a vela, muitos voluntários e também dinheiro público. A vela é um dos esportes paraolímpicos mais acessíveis. Se você está em uma cadeira de rodas, é cego ou não tem uma perna, você pode competir em uma regata. Não há nenhum outro esporte onde você pode fazer isso.”

                    E completou: “Eles são os responsáveis pelo desenvolvimento do esporte. Se está sendo dito que não há número suficiente de países concorrentes, então a Associação de Vela Internacional é responsável por não desenvolver o esporte o suficiente”.

                    Foto: Divulgação / Informações: Clipper Race

                     

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                      Guia de Barcos 2015

                      Por: Redação -

                      Schaefer Yachts e Intech Boating, que produz as lanchas Sessa, receberam, nesta semana, a edição 2015 do Guia de Barcos — o maior e mais completo anuário náutico feito no país. A publicação especial de NÁUTICA reúne 600 barcos, divididos em 17 categorias diferentes. Além dos barcos, o Guia de Barcos 2015 lista 58 estaleiros nacionais e estrangeiros com sede no Brasil.

                      Schaefer e Sessa estão na publicação, cada estaleiro disponibilizou as fichas técnicas de todos os barcos da linha. São lanchas de 30 a 83 pés, desenvolvidas e produzidas pelo estaleiro Schaefer Yachts, um dos mais reconhecidos do país. E modelos entre 27 e 54 pés desenvolvidas na sede italiana da Sessa Marine e produzidas, com um toque brasileiro, pelo estaleiro Intech Boating.

                      Marcio Schaefer da Schaefer Yachts e José Antônio Galizio Neto e Massimo Radice, da Intech Boating, receberam a edição das mãos de Marcio Dottori, diretor técnico de NÁUTICA e maior especialista do assunto no Brasil.

                      Você pode comprar seu exemplar também via loja virtual de Náutica no endereço www.shoppingnautica.com.br.

                       

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                        Em Floripa

                        Por: Redação -

                        Se no primeiro dia do Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina os veleiros enfrentaram condições de ventos rondados e percurso longo, o segundo dia de competições em Jurerê trouxe grandes emoções na briga pela liderança das classes. Com a realização de duas regatas barla-sota (percurso mais curto), muitas mudanças marcaram a quinta-feira, que contou com predominância de vento sul variando de 8 a 10 nós (aproximadamente 18 km/h).

                        Na ORC, o atual campeão do Circuito Oceânico, Ângela Star VI, do Rio de Janeiro, conseguiu tirar a diferença do primeiro dia para os líderes e agora é o novo ponteiro da competição, com 7 pontos perdidos após três regatas. Com um 3º e um 1º nas disputas dessa quinta-feira, a embarcação do comandante Peter Siemsem está apenas um ponto à frente do catarinense Absoluto (2º e 4º nas duas regatas do dia).

                        O Itajaí Sailing Team, que vinha na ponta, acabou tendo um dia com um 4º, além de uma desclassificação por largada escapada. Com isso, o veleiro de Avelino Alvarez, caiu para a quinta posição, atrás de ainda de Melody 5 (3º colocado) e Bijupirá (4º).

                        Na HPE 25 as disputas também ganharam ares de emoção. O Força 12, de Arno Juk, venceu a primeira do dia, mas em seguida o gaúcho Tereza superou seu principal adversário diminuindo para apenas um ponto a vantagem.

                        A classe C30 contou com o mesmo cenário da ORC. O campeão de 2014, Katana, que vinha atrás na classificação geral, aproveitou bem o dia para assumir a ponta. Os veleiros de 30 pés proporcionam uma das disputas mais acirradas até o momento, com apenas dois pontos separando o primeiro do quarto colocado. Mesmo sem vencer regatas nessa quinta-feira, o veleiro do comandante Fábio Filippon conseguiu manter uma boa média (3º e 2º) e com 7 pontos perdidos vem na frente.

                        O líder do primeiro dia, Zeus Team, conseguiu um 2º lugar na primeira regata, mas uma escapada na segunda acabou colocando o veleiro comandado por Inácio Vandressen uma posição atrás do Katana, com 8 pontos perdidos. Caballo Loco e Corta Vento aparecem na sequência com 9 pontos perdidos. O equilíbrio na classe é tão nítido que as duas vitórias em regatas dessa quinta-feira vieram justamente com o Caballo Loco e Corta Vento.

                        Fechando o dia, o Argonauta conseguiu confirmar a liderança conquistada no primeiro dia. Após a vitória na regata longa, o veleiro catarinense venceu a primeira de Barla-Sota nessa quinta e terminou em 3º na segunda. Com 5 pontos perdidos, a equipe lidera a classe. O Flash Best Fellow, de Leonardo Deboni, foi o mais consistente nessa segunda etapa de competição e com 1º e 2º aparece com 8 pontos perdidos, na segunda posição na classificação geral.

                        Garrotilho e Massu I aparecem em 3º e 4º, respectivamente, com os mesmos 9 pontos perdidos. O Açores III é o quinto, seguido pelo Ursa Maior.

                        Para essa sexta-feira o cronograma é o mesmo, com duas regatas de barla-sota previstas.

                        Classificação geral após três regatas:

                        ORC Geral
                        1º Ângela Star VI – 7 pontos perdidos
                        2º Absoluto – 8pp
                        3º Melody 5 – 9pp
                        4º Bijupirá – 13pp
                        5º Mano Champs – 14pp
                        6º Dourado – 17pp
                        7º Marlim – 21pp

                        C30
                        1º Katana – 7pp
                        2º Zeus – 8pp
                        3º Caballo Loco – 9pp
                        4º Corta Vento – 9pp

                        HPE25
                        1º Força 12 – 4pp
                        2º Tereza – 5pp

                        RGS Geral
                        1º Argonauta – 5pp
                        2º Flash Best Fellow – 8pp
                        3º Garrotilho – 9pp
                        4º Massu I – 9pp
                        5º Açores III – 14pp
                        6º Ursa Maior – 19pp

                        Foto: Gabriel Heusi / Informações: assessoria de imprensa

                         

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                          Shed Al Mare 2015

                          Por: Redação -
                          05/02/2015

                          A campanha “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, promovida por NÁUTICA há 17 anos para espalhar a mensagem entre os donos de barcos sobre a importância da preservação de nossas águas com uma frota de barcos entregando brindes pelas águas de Angra dos Reis durante o verão, agora chega ao Sul do país durante o Carnaval para participar de uma das festas mais animadas da região, a Shed Al Mare. Em sua quarta edição, a festa, promovida pelo clube sertanejo de Balneário Camboriú Shed Bar, ganhou a parceria de NÁUTICA através de nossa publicação regional NÁUTICA Sul e do estaleiro catarinense Schaefer Yachts.

                          A Shed Al Mare acontece no dia 15, domingo de Carnaval, no Caixa D’Aço, em Porto Belo. Serão muitas atrações para animar os barcos que chegam a região às 11 horas da manhã e só vão embora às 19 horas. A dupla sertaneja Henrique e Diego agitam a festa junto com o DJ Eddie Ferrer que vem de Portugal exclusivamente para a festa. São outras 10 atrações que farão shows de 30 minutos para agitar oito horas de festa.

                          NÁUTICA Sul irá distribuir kits de conscientização de preservação das nossas águas junto com brindes dos parceiros da campanha “Só jogue na água o que o peixe pode comer”. A Schaefer Yachts terá uma equipe de vendedores para atender aos clientes interessados nas lanchas do estaleiro.

                          Na edição de Carnaval do ano passado a Shed Al Mare reuniu quase mil lanchas e incontáveis jets na enseada do Caixa D’Aço.  A festa não tem fins lucrativos e visa divulgar o potencial náutico e turístico da região. Para participar basta chegar com o barco e muita animação a bordo.

                          Veja algumas fotos da edição de 2014:

                          Fotos: Jorge de Souza

                           

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                            Bujão

                            Por: Redação -

                            Uma das peças mais escondidas do barco é também uma das mais importantes. Você sabe para o que serve e como funciona o bujão? Um equívoco na sua utilização pode ocasionar inclusive o naufrágio de uma embarcação. Marcio Dottori explica tudo isso na seção Quero Saber.

                            Assista ao vídeo aqui e inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

                             

                             

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                              Os 10 maiores de Miami

                              Por: Redação -

                              O Miami International Boat Show é o mais esperado dos Estados Unidos e é famoso por reunir os maiores fabricantes de barcos e equipamentos do mundo. Já para o mundo dos iates, o salão náutico é conhecido por reunir as maiores embarcações que navegam por águas americanas. Alguns estão ali pelo simples prazer da exibição, já outros estão à venda no salão. Confira a lista dos 10 maiores iates presentes em Miami neste ano:

                              Lady Linda – Com 187 pés será o maior iate do salão. Ele foi construído para Doug e Linda Von Allman, que sempre batizam seus iates com o mesmo nome.

                              Moonraker – Este Mangusta de 165 pés alcança os 40 nós de velocidade e pode ser alugado para charters pelas Bahamas.

                              La Pellegrina – A Denison Yacht Sales leva este iate de 164 pés para Miami. Entre seus maiores atrativos estão os camarotes que tem entre seus

                              Match Point – O iate de 160 pés foi construído em 2009 e estará em exposição durante todo o salão náutico.

                              Odessa – Também com 160 pés, este iate foi construído pelo estaleiro Christensen e tem camarotes flexíveis que podem sem transformados em camarotes individuais ou duplos, de acordo com as pessoas a bordo.

                              Imagine – Este trideque de 164 pés com casco de alumínio foi construído pelo mesmo estaleiro do Lady Linda, a Trinity Yachts.

                              Themis – Com 156 pés o ex-Allegra é um veterano do mar, em operação desde 1998 tem velocidade máxima de 24 nós.

                              Katya – Este iate de 151 pés tem decoração cuidadosa e está na lista dos iates disponíveis pata charters.

                              Blue Ice – a cor excêntrica e que dá nome a este iate, não é a única coisa que chama atenção nesta embarcação de 149,9 pés. O desempenho esportivo e o conforto a bordo são outros pontos que agradam neste gigante azul.

                              Claire – Mais um modelo da Trinity Yachts, o Claire tem 150 pés, acomodações para 10 pessoas e, mesmo sendo lançado em 2003, já tem equipamentos modernos com bons estabilizadores.

                              Fotos: Divulgação

                               

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                                Selfie no topo

                                Por: Redação -

                                A atual Miss Mundo, Rolene Strauss, está acostumada a ser fotografada diariamente para sites de paparazzi e para os fãs. Mas, nesta quinta-feira (5), na ilha de Sanya, na China, ela resolveu fazer uma selfie de maneira inusitada. A linda sul-africana escalou o mastro do barco Dongfeng Race Team, que disputa a Volvo Ocean Race 2014-15 — maior regata de Volta ao Mundo do planeta. A bela tirou a foto no topo dele, a 30,3 metros da água. Estudante de medicina e modelo de 22 anos, Rolene Strauss fez a ação com o barco parado, diferente dos velejadores, que geralmente sobem no mastro em condições de vento e ondas extremas.

                                “É linda a visão”, disse a Miss Mundo. “O cenário do alto fica tão bonito e adorável. Deve ser legal ficar lá no meio do oceano. Eu me senti como se estivesse no topo do mundo”.

                                “Eu desenhei um olho grande no mastro e escrevi a frase ‘um mundo, uma força’. É para dar sorte à equipe. Espero que eles trabalhem em conjunto para mais vitórias”. Rolene Strauss ganhou seu título de Miss Mundo em Londres, em dezembro do ano passado. São vários concursos como os de Miss Universo, Miss Terra e Miss Internacional.

                                Com a torcida da bela sul-africana, os chineses do Dongfeng esperam aumentar a liderança na Volvo Ocean Race na próxima etapa, entre Sanya e Auckland (Nova Zelândia). A largada será neste domingo (8).

                                Foto: Rolene Strauss

                                 

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                                  Titanic em terra firme

                                  Por: Redação -

                                  O Titanic Beach Lara é um resort cinco estrelas à beira mar localizado na cidade Antalya, Turquia. Às margens do mar mediterrâneo, o maior atrativo deste local de tirar o folego é a arquitetura do prédio principal inspirada no lendário Titanic, navio que afundou em sua viagem de estreia na noite de 14 abril de 1912. Desde o fatídico acidente muitos já anunciaram que um novo Titanic seria construído, mas a lenda assusta os possíveis passageiros. Assim, esse Titanic, construído e terra firme se mostra bem mais agradável do que as aventuras de construir um navio com o mesmo nome.

                                  O resort é repleto de atrações à beira mar, incluindo uma praia particular, e até algumas atividades náuticas. Diversas piscinas, restaurantes, spa, show e atividades esportivas deixam a experiência ainda mais completa.

                                  Veja as fotos deste incrível resort turco:

                                  Fotos: Divulgação

                                   

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                                    Só Deus Perdoa (os incompetentes)

                                    Por: Redação -

                                    No mundo dos combates aéreos, uma performance que não seja considerada excelente ou perfeita, contra um oponente do mesmo calibre, irá resultar em uma rápida e permanente perda. No caso, a morte. No mundo dos negócios as coisas não acontecem tão rápido assim, mas provocam os mesmos estragos. Como algumas empresas florescem e crescem enquanto outras ficam estagnadas ou afundam lentamente? Decisões medíocres levam a uma lenta, mas real, perda de competitividade de qualquer empresa de fabricação de barcos. Veja à nossa volta os últimos exemplos!

                                    Confesso que escrevendo hoje esta coluna, logo após o desfecho do Boat Show de Londres e Dusseldorf, pude perceber uma preocupação profunda na sobrevivência das empresas do ramo náutico. O negócio de construção de barcos tem hoje certamente mais estaleiros do que consumidores, ou seja, alguns devem ser eliminados. O Boat Show de Miami em mais alguns dias vai confirmar ou não os prognósticos.

                                    Mesmo com bons indicativos econômicos, a situação de hoje nos Estados Unidos é bem diferente daquela quando Don Aronow foi assassinado em 1987, na 188th street em Miami, onde existia um estaleiro ao lado do outro e a cada semana um novo surgia. Mas ninguém se importava, pois havia muito mais clientes que fabricantes de barcos. O faturamento era bom para todo mundo. As condições geopolíticas na Europa, Ásia e EUA, aliados a outros fatores sociais e econômicos, acabaram se tornando um pano de fundo nos últimos eventos náuticos para prognosticar as dificuldades dos fabricantes de barcos. Quantos perderão seus negócios?

                                    Durante a reunião da ICOMIA (International Council of Marine Associations), onde a ACOBAR ocupa um assento no conselho executivo, foi discutido que uma das maiores preocupações dos fabricantes é saber como dimensionar seus negócios para enfrentar os desafios de uma atividade onde existe pouca procura e muita oferta.

                                    Dimensionar o risco de uma decisão hoje parece ser uma necessidade vital para cada estaleiro. Nenhum bom estrategista pode prever com exatidão tudo o que vai acontecer agora e nos anos seguintes. Embora o risco de qualquer negócio, em um mundo globalizado seja difícil de prever, ele pode ser minimizado. Em qualquer análise de riscos existem alguns que são previsíveis e passíveis de serem evitados ou mesmo reduzidos, mas outros são inevitáveis. O maior problema dos riscos não previsíveis é que eles vão drenando e consumindo os recursos de reação de uma empresa, diminuindo a vitalidade de competir e mesmo de se preservar em um negócio.

                                    Qualquer que seja hoje o negócio, e particularmente o de construção de barcos, as pessoas encarregadas do gerenciamento vão precisar de uma visão holística do mundo e da sua interconectividade de riscos. Segundo Aristóteles, e sua metafisica, o holismo enfatiza que qualquer sistema não pode ser explicado somente pela soma de seus componentes e o sistema também determina como se comportam as partes.

                                    Os aspectos econômicos de hoje também não estão fundamentados somente nos riscos previsíveis, mas também em uma dinâmica de eventos que podem mudar rapidamente o rumo de um negócio, aquisição ou fusão. A história está cheia de casos de empresas sadias que em poucos meses falharam e desapareceram.

                                    A sobrevivência de uma empresa requer hoje que o direcionamento dela mantenha o negócio a frente dos competidores, com um gerenciamento resiliente de riscos. O ponto de partida para se criar um pensamento resiliente é eliminar da nossa mente a ingênua suposição de que é possível sair de uma grave crise em que nos metemos usando o mesmo pensamento que a produziu.

                                     

                                    Jorge Nasseh é especialista em construção e composites e costuma viajar os quarto cantos do mundo em busca de novidades no meio náutico

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                                      Desde os primórdios, o meio náutico faz parte da nossa vida, mesmo que indiretamente. Com o passar do tempo, é claro que, tanto os barcos quanto seus acessórios, equipamentos e itens que o constituem sofreram grandes mudanças. Modernizações que interferiram diretamente em sua utilização e que tornaram muito mais fácil pilotar, passear, ter um barco. NÁUTICA listou dez destas inovações transformadoras:

                                      1- Joystick – Sistema para motores de popa ou centro-rabeta que permite manobrar as lanchas com a ponta dos dedos, como nos videogames, com movimentos para frente, para trás e para os lados.

                                      2 – Diesel náutico – Feito especialmente para barcos de lazer, o Verana, da Petrobras, oferece muitas vantagens. Tem cinco aditivos, contra zero do comum, polui menos e rende mais.

                                      3- Eletrônicos multifunção – Com recursos como gps, sonda, radar, piloto automático e plotter integrados em um só aparelho, podem até comandar o barco sozinho. Basta tocar na tela touchscreen.

                                      4- Aplicativos para smartphone – Permitem baixar cartas náuticas, entre outras funções, e transformar o celular em um chartplotter, tornando a vida a bordo ainda mais prática.

                                      5- Tecnologia sem fio – A comunicação por wi-fi ou bluetooth, que permite que os eletrônicos dialoguem entre si, controlados pelo celular, saiu do âmbito da informática para embarcar no mundo náutico.

                                      6- Cascos coloridos – Amarelo, vermelho, preto e até rosa! O branco nunca saiu de moda, mas, seguindo uma tendência mundial, os estaleiros brasileiros descobriram o maravilhoso mundo das cores.

                                      7- Sistema IPS – O revolucionário sistema de propulsão da Volvo permite que o barco consiga 20% mais de velocidade, com a mesma potência na motorização, gastando 30% menos combustível.

                                      8- Teca sintética – O revestimento sintético para pisos de barcos é leve, não apodrece e tem praticamente a mesma textura da madeira teca tradicional.

                                      9- Vidros e janelas maiores – No lugar das vigias e gaiutas acanhadas, as lanchas ganharam grandes janelas laterais e teto solar no salão, que garantem mais luminosidade natural.

                                      10- Carta náutica digital – Permite a navegação em tempo real e oferece todos os recursos necessários para uma viagem segura, confiável e muito prática.

                                      Foto: arquivo Náutica

                                       

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                                        Por: Redação -
                                        04/02/2015

                                        Fabricada na Turquia, a Allen 55 encanta pela modernidade e, principalmente, pela beleza das suas linhas. Projetada para passeios diurnos e para não precisar de tripulação, ela tem console de comando central e convés walkaround e num só nível, com generosos espaços para um solário na popa, ótima minicozinha e duas mesas dobráveis que podem ser unidas para formar uma grande mesa de refeições — tudo bem protegido por amuradas altas. Um hardtop e uma capota que pode ser montada na popa, que é aberta, garantem sombra no posto de comando e no solário. A lancha atinge 35 nós com dois motores de 800 hp e seu estilo é bem esportivo, inclusive na cabine, que é dividida entre dois camarotes e um lounge muito espaçoso junto a uma pequena cozinha e com grande área livre no centro, mas admite outras configurações à escolha do cliente.

                                        Foto: Divulgação

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                                          Gabriel Barsalini, presidente da Volvo Penta América do Sul, recebe o Guia de Barcos 2015. O especial, uma publicação de NÁUTICA, reúne 600 barcos à venda no Brasil, desde iates até caiaques, além de diversas matérias inéditas e especiais imperdíveis.

                                          Com modelos diesel e gasolina a Volvo Penta equipa grande parte das embarcações a motor que estão em águas brasileiras hoje. Um dos destaques da marca sueca é a linha IPS com joystick que facilita manobras na hora da atração.

                                          Gabriel Barsalani, que assumiu o cargo em 2014 se mostra otimista ao analisar o mercado brasileiro de barcos a motor. “Nossa previsão para este ano é de crescimento nas vendas de motores no Brasil”, afirma ele.

                                          A Volvo Penta estará no Rio Boat Show 2015, que acontece entre os dias 26 e 31 de março, no Riocentro, e aproveita a ocasião para comemorar os 10 anos de lançamento da linha IPS.

                                           

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                                            Você tem problemas com manchas nos vidros de seu barco e quer se livrar delas de uma maneira rápida e eficiente? A seção Quero Saber volta à tela da TV Náutica e, dessa vez com a ajuda de um especialista no assunto, Marcelo Huertas, da Nautispecial, ensina a melhor maneira de eliminar a sujeira dos vidros a bordo. Confira!

                                            Assista ao vídeo aqui e inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

                                             

                                             

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                                              Terminado no último domingo (1º de fevereiro), após uma semana de competição e nove provas realizadas, o favoritismo da dupla Alexandre “Xandi” Paradeda / Lucas Aydos, do Clube dos Jangadeiros, prevaleceu no Campeonato Brasileiro de Snipe. Este foi o décimo título nacional da classe conquistado por “Xandi”, o maior detentor de títulos brasileiros da classe.

                                              Na primeira prova do dia, com largada pouco antes das 11h, os então líderes da classificação geral Alexandre Paradeda / Lucas Aydos e Alexandre “Amiguinho” Tinoco / Alex Sandro, do Clube de Regatas Guanabara e Iate Clube de Icaraí, travaram um belo duelo até a linha de chegada. Nos últimos metros, Amiguinho em desvantagem optou por velejar mais folgado para se desvencilhar da marcação de Xandi. Mas a tática não surtiu efeito e ainda lhe custou uma posição. Resultado: Xandi foi segundo e Amiguinho quarto. Melhor para a dupla brasiliense Felipe Rondina / Luis Meireles, representante do Iate Clube de Brasília, que velejou livre para conquistar a primeira vitória no evento.

                                              A atenção e tensão mútua se seguiu na prova seguinte. Ao ponto de as duas duplas, encabeçadas por dois dos melhores do mundo na classe, não passarem das discretas 39ª e 48ª colocações ao final do percurso barla-sota com cinco pernas. Pior para Amiguinho, que mesmo com a entrada do descarte do segundo pior resultado na série, viu suas chances de título e vaga para os Jogos Pan-Americanos se distanciarem e, ao mesmo tempo, via a perigosa aproximação da dupla Roberto Paradeda / Lucas Mazim, terceira colocada no geral após uma segunda colocação na prova. A vitória foi conquistada pela dupla caiçara José Monteiro / Anderson Brandão, do Grêmio de Vela de Ilhabela.

                                              A programação ainda previa a realização de mais duas provas. Mas a Comissão de Regatas, comandada por Carlos Eduardo Sodré, só teve oportunidade de realizar mais uma regata diante do limite de horário de largada ser as 17h30. Com isso, antes mesmo da largada, Xandi e Lucas poderiam ter comemorado a conquista do título. No entanto os gaúchos mantiveram a concentração para a nona e última regata do campeonato. Ao cruzarem em segundo, eles puderam assistir de perto a vitória da dupla companheira de clube Roberto Paradeda / Lucas Mazim. Este resultado somado à 12ª colocação de Tinoco e Sandro na alçou Beto e Lucas ao vice-campeonato.

                                              Dessa forma o 66º Campeonato Brasileiro da Classe Snipe, realizado pelo Iate Clube de Brasília e apoiado pela North Sails e Ocean Blue, chegou ao final da forma que começou, com a dupla Alexandre Paradeda / Lucas Aydos em primeiro, com 17 pontos perdidos, e Roberto Paradeda / Lucas Mazim em segundo, com 33 pontos perdidos. Curiosamente o mesmo resultado da prova que abriu a série. A terceira colocação na classificação geral, com 35 pontos perdidos, terminou com Alexandre Tinoco e Alex Sandro de Carvalho.

                                              No próximo ano será a vez do Yacht Clube da Bahia sediar a competição.

                                              Confira os campeões por categoria:

                                              Geral – Alexandre Paradeda / Lucas Huyer Aydos

                                              Feminina – Raquel Aimone / Mariana Peccicacco

                                              Júnior – Felipe Rondina / Luis Meireles

                                              Master – Ivan Pimentel / Filipe Novello

                                              Sênior – Alexandre Paradeda / Lucas Huyer Aydos

                                              Mista – Manu Hens / Maj Borgen

                                              Foto e informações: Boia 1

                                               

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                                                A MC5s, versão Hard Top da MC5, será apresentada ao público americano durante o salão náutico de Miami que acontece entre os dias 12 e 16 de fevereiro. A versão flybridge da lancha de 50 pés foi apresentada ao público brasileiro durante o Rio Boat Show 2013 e agradou pela sofisticação do acabamento e o espaço a bordo.

                                                A MC5s tem a mesma configuração interna da MC5, mas em vez do flybridge tem um hard top com um grande teto solar.

                                                A lancha faz parte da nova série do estaleiro italiano Monte Carlo Yachts, do grupo francês Beneteau, que será composta por lanchas abaixo dos 60 pés, mas com o mesmo padrão de qualidade e acabamento dos modelos maiores da marca. Outro modelo que estará exposto no Miami International Boat Show é a MC4, lancha de 45 pés e fly da mesma linha.

                                                Foto: Divulgação

                                                 

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                                                  Por: Redação -
                                                  03/02/2015

                                                  O estaleiro gaúcho Cimitarra acaba de entregar a oitava unidade da lancha de 56 pés, 560 Sundeck. O mini flybridge foi lançado durante o Rio Boat Show 2014 e vem fazendo sucesso entre os clientes do estaleiro. Com 56 pés, a lancha que terá como base a bela Escarpas do Lago, foi totalmente personalizada pelo cliente. O salão foi preparado para receber muitas pessoas em festas que o proprietário promete dar durante todo o ano. Outro destaque é a cor do casco, o cliente escolheu o cinza em tons chumbo e prata para deixar a lancha ainda mais estilosa.

                                                  A Cimitarra já está confirmada para o Rio Boat Show 2015 que acontece entre os dias 26 e 31 de março, no Riocentro.

                                                  Fotos: Divulgação

                                                   

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                                                    Em fevereiro de 2006 o casal Dadi Varsano e Denise Rotondo partiu de Santos, em São Paulo, para uma aventura a bordo do Jade, um trawler de 50 pés com dois motores a diesel. O trawler subiu a costa brasileira, navegou pelo Caribe, chegou à Flórida, nos Estados Unidos, e cruzou o país pelos rios e canais de água doce que ligam os Estados Unidos de Sul a Norte. No caminho Dadi e Denise ainda completaram a tripulação com o nascimento da filha.

                                                    Agora, quase 10 anos depois, a aventura do casal com o Jade está chegando ao fim. Os dois querem um barco maior para alcançar o frio estado americano do Alasca e colocou o Jade à venda. Com 50 pés, foi construído e colocado na água em 2004 e as linhas o casco foram baseadas em um projeto do conceituado arquiteto naval Nestor Volker. Todo construído em fibra de vidro ele é preparado para longas travessias — como já provou em suas aventuras.

                                                    O Jade está agora em Miami, nos Estados Unidos, e poderá ser visitado por possível compradores durante o salão náutico que acontece na cidade entre os dia 12 e 16 de fevereiro.

                                                    Foto: Divulgação

                                                     

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                                                      Filho de pescadores, Damásio Carvalho nasceu e cresceu na Ilha Grande, em Angra. Há mais de 20 anos, o caiçara herdou do pai um terreno na ilha e, ao lado da mulher, Márcia, transformou um desconhecido cantinho no fundo de uma baía no Coqueiro Verde, um dos restaurantes mais procurados por donos de barcos do Brasil. O casal recebeu a TV NÁUTICA e contou a inspiradora história de sucesso. É a estreia da seção Gente do Mar. Veja!

                                                      Assista ao vídeo aqui e inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

                                                       

                                                       

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                                                        A partir dessa quarta-feira, Florianópolis volta a ser o centro das atenções da vela oceânica brasileira. O Veleiros da Ilha sedia a 26ª edição do Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina, na Sede Oceânica, em Jurerê. Ao lado de Ilhabela Sailing Week e da Semana de Búzios, o Circuito Oceânico faz parte dos três principais eventos nacionais do gênero e conta pontos para a Copa Brasil de Vela Oceânica, atraindo tripulações de todo país. Como é o caso do veleiro carioca Ângela Star VI, comandado por Peter Siemsem, que fará nessa semana o lançamento de seu livro “Velas do Brasil”, em Florianópolis.

                                                        Atual campeão da classe ORC, o veleiro do Rio de Janeiro foi a única equipe fora do estado de Santa Catarina a vencer o Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina em 2014. “Com certeza, Jurerê é uma das raias mais atrativas do Brasil. Além do Rio de Janeiro e Salvador, é um dos lugares na costa brasileira que mais atraí os velejadores. Todo mundo gosta de competir em Florianópolis”, revela o comandante Peter Siemsem.

                                                        Participante de diversas edições do Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina, o comandante do veleiro carioca tem uma excelente relação com a capital catarinense. “Nós já participamos de muitas edições do Circuito Oceânico, mas uma das melhores lembranças que tenho da cidade é quando participamos de uma regata que saiu de Punta Del Este e chegou à Florianópolis. Na ocasião, velejando em um 45 pés feito na Inglaterra, fomos fita azul. Naquela época ainda era o Ângela Star IV”, disse o capitão.

                                                        Peter Siemsem vê com excelentes olhos as competições na capital catarinense e acredita que o evento organizado pelo Iate Clube de Santa Catarina tem grandes perspectivas para os próximos anos. “Eu visualizo esse evento em Florianópolis com grandes perspectivas. Pelo local e pela data na qual ele acontece, o Circuito Oceânico tem tudo para se tornar um dos dois maiores eventos de vela oceânica do país ao lado de Ilhabela, até mesmo pela proximidade com países como Uruguai e Argentina”, ressalta.

                                                        Além de competir na raia de Jurerê, Peter Siemsem terá outro importante compromisso em Santa Catarina. Idealizador do livro “Velas do Brasil”, o velejador carioca fará o lançamento da edição em solo catarinense. “A vela no Brasil é um dos esportes de maior sucesso e o brasileiro em geral tem memória curta. Sendo assim, enquanto ainda tenho capacidade física e mental decidi deixar um legado para os mais jovens sobre a história da vela no país”, concluiu Peter Siemsem.

                                                        A presença massiva dos veleiros mostra que o trabalho realizado pelo Veleiros da Ilha tem surtido ótimos resultados. “Estamos muito contentes em poder, mais uma vez, receber os melhores velejadores de vela oceânica do país. Serão quatro dias de bastante movimentação em Jurerê e com boas disputas. Esperamos que todos possam ter uma semana agradável em Florianópolis”, disse Lucas Reis, gerente de eventos náuticos do Iate Clube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha.

                                                        Foto: Gabriel Heusi

                                                         

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                                                          60 metros na água

                                                          Por: Redação -

                                                          O estaleiro holandês Amels Yachts acaba de entregar a segunda unidade do iate da linha Limited Editions 199. A embarcação batizada de Madame Kate recebeu uma pintura com efeito pérola e diversas modificações a pedido do proprietário. A principal modificação no iate projetado por Tim Heywood é a cozinha, que passou do convés inferior para o principal. O pedido foi feito, pois o proprietário é amante de gastronomia e queria estar perto dos convidados enquanto cozinha.

                                                          O proprietário do Madame Kate é um velho conhecido do mundo dos superiates, ele já foi dono de um iate de 43 metros e diversas embarcações de charter.

                                                          Com 60 metros de comprimento (199 pés) e 10 metros de boca, o Madame Kate está sendo entregue após dois anos de trabalho do estaleiro holandês.

                                                          Foto: Divulgação

                                                           

                                                          Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

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                                                            Embarcações coloridas e enfeitadas com temas de carnaval fizeram um desfile na Beira Mar Norte no último sábado, 31 de janeiro. Os barcos saíram do Iate Clube Veleiros da Ilha em direção ao trapiche da Beira Mar, onde várias pessoas se aglomeraram para ver o grupo passar. O Rei Momo da capital, Hernani Hulk, a nova rainha e as princesas do Carnaval de Florianópolis também participaram – e este foi o primeiro evento que contou com a presença da nova Corte Momesca.

                                                            Em seguida, as embarcações retornaram ao Iate Clube para que os participantes acompanhassem um show com a Banda Swing Maneiro. “Plantamos a semente e esperamos que para o próximo ano o Carnamar entre na programação oficial de Florianópolis, preenchendo a segunda-feira de carnaval com atrações no mar”, destaca o presidente da Associação Náutica Catarinense para o Brasil (Acatmar), Leandro ‘Mané’ Ferrari.

                                                            Participaram cerca de 120 pessoas, distribuídas em 15 embarcações. O Carnamar acontece há quatro anos e, pela primeira vez, foi realizado na região central da cidade.

                                                            O evento foi uma realização da Acatmar e Iate Clube Veleiros da Ilha e contou com o apoio da RKR Seguros, Programa Mundo Mar, Jô Cintra Viagens, Companhia da Praia, Poseidon, Grupo Habitasul, Il Campanário Resort e Jurerê Beach Village, Costão do Santinho Resort e Secretaria de Turismo de Florianópolis.

                                                            O veleiro e a lancha mais enfeitados e o barco com a turma mais animada receberam prêmios. Confira os vencedores:

                                                            Turma mais animada: tripulação da embarcação Mimi, que ganhou um fim de semana no Jurerê Beach Village;

                                                            Lancha mais enfeitada: Lancha Galera II, que ganhou um fim de semana no Il Campanário Resort;

                                                            Veleiro mais enfeitado: Veleiro Mãe D’gua, que ganhou um fim de semana no Costão do Santinho Resort.

                                                            Todos os participantes receberam também brindes das empresas Companhia da Praia e da Poseidon.

                                                             

                                                            Fotos: Carlos Damião e Mauricio Ventura/ Iate Clube Veleiros da Ilha

                                                             

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