Brasil na rota

Por: Redação -
12/01/2015

A Regata de Volta ao Mundo Clipper Race divulgou neste fim de semana as datas e a rota da próxima edição da competição. O anúncio foi feito em um evento voltado aos tripulantes chamado “Crew Brief Day”.

“Estamos muito satisfeitos por anunciar que a Clipper Race 2015-16 partirá no domingo 30 de agosto de 2015. A partir de hoje temos apenas 235 dias de espera para a largada da décima edição de uma das maiores e desafiadoras regatas do planeta.” Afirmou o fundador da Clipper Race, Sir Robin Knox-Johnston.

O percurso anunciado é:

Etapa/Perna I – Reino Unido – Rio de Janeiro, Brasil
Etapa/Perna II – Rio de Janeiro – Cidade do Cabo, África do Sul
Etapa/Perna III – Cidade do Cabo para Albany, Austrália Ocidental
Etapa/Perna IV – Albany para Sydney – Sydney – Hobart (Rolex Sydney Hobart Yacht Race) – Hobart à Whitsunday, Queensland
Etapa/Perna V – Whitsunday – Qingdao via Sudeste da Ásia
Etapa/Perna VI– Qingdao, na China – Costa Oeste Americana
Etapa/Perna VII – Costa Oeste Americana  –  Costa Leste Americana via Canal do Panamá
Etapa/Perna VIII – Costa Leste Americana para Derry Londonderry, Irlanda – Derry Londonderry para o Reino Unido, Europa

A Regata de Volta ao Mundo Clipper Race é a mais longa competição de vela do planeta, com 40 000 milhas. São 12 barcos de 70 pés que disputam o troféu durante um ano, em 8 etapas e 16 regatas pelos oceanos mais difíceis do planeta, enfrentando tempestades e temperaturas que variam entre 0 e 35 graus.

Existem ainda alguns lugares disponíveis para tripulação na próxima edição da regata. A única exigência para participar deste desafio é ter 18 anos ou mais (sem limite de idade) e ter boa saúde e sede de aventura.

Foto: Divulgação

 

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    10 dicas para manter o costado do seu barco sempre conservado

    Um dos desafios de quem navega é manter o casco do barco limpo e sem desgastes. Por isso, NÁUTICA conversou com o empresário Marcelo Huertas, da NautiSpecial, empresa especialista em produtos de limpeza e conservação náutica no mercado há 18 anos. Ele dá orientações para conservação do costado das embarcações e prolongamento do aspecto de novo do barco. Confira as 10 dicas de Marcelo e deixe seu casco sempre brilhando:

    1- Você nunca deve utilizar limpa baú, solupan ou solventes na lavagem, pois estes produtos removem o gel coat, que é como a “pele” do costado da embarcação;

    2- Sabão em pó não é indicado para este tipo de limpeza. O produto pode causar manchas irreversíveis e danificar seu barco;

    3- Nunca utilize buchas abrasivas, elas riscam o casco e deixam seu costado como se tivesse sido arranhado com palha de aço;

    4- É importante “adoçar” a embarcação sempre que voltar do passeio. Um esguicho de água doce é suficiente, pois é preciso retirar os resíduos de sal, que podem causar desgaste;

    5- Utilizar um lava lancha neutro ou com cera garante proteção do barco por mais tempo;

    6- Após a lavagem, deve-se aplicar um finalizador que, além de dar brilho rápido no costado da embarcação, proporciona acabamento e proteção;

    7- Deve-se dar preferência às ceras náuticas ao invés das automotivas, pois estas têm fácil remoção em contato com água e deixará o costado sem proteção;

    8- É importante, a cada 3 meses, aplicar cera náutica líquida ou em pasta, que tenha polímeros de Nautiflon, a fim de proteger o costado dos raios UV;

    9- Você não pode abrir mão de utilizar capa de proteção com tecido especial, com trama que bloqueie os raios UV e que, ao mesmo tempo, faça a embarcação respirar, evitando o efeito estufa (retenção de umidade no interior da embarcação);

    10- Evitar capas plásticas que arranhem o costado e as que tenham ilhóes de metal também faz parte dos cuidados, pois elas riscam a fibra do barco.

    Para Huertas, estas dicas são essenciais para quem tem um barco e quer preservá-lo em bom estado por mais tempo. Se este é o seu caso, fique atento às próximas limpezas e aproveite mais os passeios com seu barco brilhando!

    Foto: Divulgação

     

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      Fresnel Hydrofoil

      Por: Redação -

      A arquiteta Margot Krsojevic, que já trabalhou no escritório de Zaha Hadid, apresentou o trimarã Fresnel Hydrofoil movido somente a energia limpa. O veleiro futurístico usará energia solar e velas para navegar, ou seja, não vai emitir nenhum tipo de poluente.

      O trimarã será adaptado para competições e para a vela de lazer. Com o início da construção marcado para o mês de Abril deste ano, o projeto tem custo estimado em 12 milhões de Euros, cerca de R$ 37 milhões.

      O Fresnel Hydrofoil tem casco em curva e vela rígida em fibra de carbono onde serão instalados os painéis de captação de energia solar.

      Imagens: Margot Krsojevic

       

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        Cruzeiro Forte São João

        Por: Redação -

        A Associação Brasileira de Velejadores de Cruzeiro (ABVC) irá realizar um cruzeiro em comemoração aos 450 anos da expedição de Estácio de Sá que marca a fundação da cidade do Rio de Janeiro. As atividades do evento incluem um cruzeiro de Bertioga ao Rio de Janeiro, visitações às fortificações e palestras histórico-culturais.

        O Cruzeiro Forte São João será feito em flotilha, de Bertioga ao Rio de Janeiro, reproduzindo a trajetória que fizeram as embarcações da Expedição de Estácio de Sá em 1565. A navegação será realizada em duas etapas: a 1ª etapa, de 20 a 22 de fevereiro, de Bertioga à Angra dos Reis e a 2ª etapa, 28 de fevereiro e 1º de março, de Angra dos Reis ao Rio de Janeiro. O cruzeiro está aberto a velejadores associados da ABVC e outros interessados. Os velejadores podem optar em participar de somente uma das etapas ou dos eventos nos pontos de parada (Bertioga, Ilha Anchieta e Rio de Janeiro).

        O Cruzeiro é organizado pela ABVC com a colaboração do Laboratório de Tecnologia de Desenvolvimento Social (LTDS) da COPPE/UFRJ e do ICOFORT-Brasil.

        Foto: Divulgação

         

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          Estreantes

          Por: Redação -
          11/01/2015

          A velejadora do Cabanga Iate Clube de Pernambuco, Marina da Fonte, 12 anos, sagrou-se campeã da Copa Brasil Estreante de Vela, competição realizada na raia da Praia do Flamengo/Escola Naval, na Baia de Guanabara, no Rio de Janeiro até este domingo (11). Ao todo, 65 atletas de Optimist disputaram a competição.

          Marina da Fonte conquistou o primeiro lugar geral e o primeiro lugar no infantil ao somar 20 pontos. Em seis regatas, Marina venceu duas, tirou um segundo lugar, um sétimo e um nono. Seu pior resultado, um 17º foi descartado. O segundo lugar geral ficou com o carioca Bernardo Martins com 26 pontos. Bernardo Pereira, da Bahia, ficou na terceira posição com 30 pontos.

          Outro velejador pernambucano que também deixou seu nome marcado na competição foi João Cardoso, de apenas 8 anos. O filho do velejador campeão mundial de Hobie Cat 16, Cláudio Cardoso, também fez bonito e terminou sua primeira competição nacional na oitava posição geral e em segundo no mirim. João somou 41 pontos.

          A terceira representante de Pernambuco, Luísa Vasconcelos, 13 anos, terminou na 27º posição geral.

          A Copa Brasil Estreante é voltada para velejadores que não tenham participado de qualquer regata oficial da classe antes de 31 de janeiro de 2014 e nem de nenhuma Copa Brasil de Optimist.

          Foto: Patrícia Maranhão / Informações: assessoria de imprensa

           

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            Aventura na Colômbia

            Por: Redação -
            09/01/2015

            Quando você recebe um convite para participar  de uma prova de Endurance de motonáutica com travessia de 1 025 quilômetros de um certo rio na Colômbia, você acha que será uma aventura fácil onde apenas a sua resistência física e a resistência do motor da sua embarcação irão contar, mas quando você chega em Puerto Boyaca, cidade da Colômbia onde aconteceu a largada de um dos principais campeonatos de motonáutica de endurance do mundo, a “Maratona do Rio Magdalena”,  e começa a conversar com outros pilotos e equipes que já haviam participado de outras edições e escuta os mais diferentes relatos e histórias inacreditáveis que aconteceram durante  outros anos, você toma um susto e descobre que não era nada daquilo que imaginava e começa a expectativa do que vai acontecer e se você vai sobreviver.

            Tudo começou quando eu, Lebos Chaguri recebi um convite do Ministério de Esportes da Colômbia a alguns dias do início da prova e automaticamente, quando você está envolvido com corridas, a sua resposta é “sim” e só depois você vai pensar.

            Como o tempo era muito curto para os tramites alfandegários, a Federação Colombiana de Motonáutica disponibilizou um barco para o Brasil e para alguns dos outros países participantes.

            O evento começou no domingo dia 2 de novembro em um desfile de 13 países participantes com quase 30 barcos de corrida das categorias 2.000 e 3.000 e cerca de 60 embarcações da categoria turismo, todos enfeitados e com os integrantes das equipes fantasiados parecendo um grande desfile de carnaval do interior com direito a spray de espuma, banho de farinha, distribuição de balas, pirulitos e muito mais. Durante as 3 horas de desfile as ruas ficaram lotadas com a população local e turistas.

            A competição que percorreu 1 025km, foi dividida em sete etapas durante seis dias com a primeira etapa de Puerto Boyaca a Puerto Berrio, no segundo dia de Puerto Berrioca a Barrancabermeja. Já no terceiro dia foram duas etapas, Barrancabermeja a El Banco e El Banco a Mompox e no quarto dia foi o dia tão esperado de descanso, mas apenas como título, pois na realidade os trabalhos em cima das embarcações foram intensos devido as avarias tanto de casco como de motor. No quinto dia foi a etapa de Mompox a Barranquilla onde apenas cruzaram a linha de chegada cinco barcos e no sexto e último dia foram as duas últimas etapas com a primeira de Barranquilla a Pasacaballos e a etapa final de Pasacaballos terminando na baía de Cartagena, no mar do Caribe, finalizando assim a XXIX Travessia do Rio Magdalena.

            Na categoria turismo, aproximadamente 60 embarcações incluindo jets apenas acompanharam a prova, largando duas horas antes dos barcos de corrida, desfrutando do turismo do Rio Magdalena e aproveitando a infraestrutura da competição. Ao total o evento contou com 450 pessoas participantes dentre as equipes de apoio, equipes de corrida e técnicos.

            A preparação dos motores era livre e a velocidade final não era muito alta fazendo com que os barcos chegassem a marca dos 115 km/h pois o que importava não era apenas a velocidade final e sim o torque para retomadas e a durabilidade do motor até o final da corrida. O rio Magdalena apresentava diversas ramificações durante seu percurso onde você tinha que adivinhar qual braço do rio era o caminho correto. Não adiantava fazer um mapeamento com antecedência ou seguir pelo GPS, pois o que descobri durante conversas com outras equipes foi que o curso do rio mudava de tempos em tempos, fazendo com que o braço do rio que era navegável seis meses atrás, se tornava inavegável no decorrer dos meses e aquele que há seis meses não era navegável passava ser navegável fazendo algumas equipes perderem meia hora até que finalmente descobriam que estavam no caminho errado, depois era preciso voltar todo o caminho para retomar o rumo certo.

            Uma das maiores dificuldades eram os bancos de areia. Em alguns trechos do rio, de quase 2 quilômetros de largura, restavam apenas 10 metros de largura para poder passar sem encalhar, pois o navegador, que acabou sendo a Jacqueline Chaguri, tinha que ser muito rápido em diferenciar a 115 km/h uma rajada de vento de uma movimentação na água que indicava um banco de areia, pois eram semelhantes, e foi em um desses que terminou a corrida para nossa equipe no segundo dia. Quando percebi lá estava o famoso banco de areia segurando o barco. O trim do motor estava quebrado o que impediu o levantamento da rabeta para o desencalhe. Foi preciso esperar a equipe de resgate, só aí desencalhamos, mas o motor, que já apresentava problemas desde o começo da prova, acabou de quebrar. Então só nos restou continuar com o barco de resgate durante as outras etapas.

            Foi neste momento que começou a nossa verdadeira aventura, pois começamos olhar a corrida por outro prisma. O próprio piloto do barco de resgate, que trabalhava com barcos de passageiros no Rio Magdalena há 15 anos, encalhou algumas vezes. O segredo do rio era seguir a parte da correnteza onde tinha mais sujeira, como objetos sobrenadantes e troncos de árvores, o que tornava perigoso, tanto que quase todos os dias apareciam barcos avariados sem contar que um barco acabou afundando.

            A experiência deu às equipes colombianas clara vantagem. Com os barcos de resgate fazíamos o resgate de todas as embarcações quebradas que ficavam pelo caminho e também a busca dos barcos que se perdiam nos braços do rio que em alguns trechos se tornavam um enorme labirinto. Quando você entrava nos braços à procura de embarcações perdidas, você descobria que não estava mais em uma competição e sim participando de um turismo ecológico nativo onde vários pescadores com suas canoas de madeira indicavam qual a direção que os barcos haviam tomado e se haviam realmente passado por lá ou retornado ao rumo certo. O caminho também revelou pequenos povoados ribeirinhos que pareciam nunca terem saído daquela região. Vamos lembrar que o rio Magdalena corta a Colômbia ao meio, do sul ao norte onde termina no mar do Caribe e que foi por lá que os espanhóis entraram desbravando o rio e formando sua civilização nascendo assim o país. Em alguns trechos escutávamos relatos de sequestros que, ainda bem, não ocorrem mais.

            Mas voltando à competição, como os potentes barcos utilizam gasolina de avião, combustível controlado pelo Exército, era comum ver representantes das Forças Armadas colombianas ao longo rio. A gasolina era distribuída antes da largada, porém os barcos de resgate e das equipes técnicas eram abastecidos durante o percurso pelos mais diferentes modos, como por exemplo você achar no meio do nada um barranco atrás de uma moita de mata fechada na beira do rio e um homem com vários tambores de combustível a sua espera, ou atracar em um píer improvisado onde várias pessoas curiosas corriam e cercavam os barcos como se estivessem vendo um óvni. E lá, no alto do barranco, finalmente, havia um frentista com um tanque de uns 5 000 litros ligado a uma mangueira de esguicho de água por onde era feito o abastecimento. Como a quantidade de barcos para resgatar era grande, em algumas etapas chegávamos durante a noite, horário que a navegabilidade se tornava perigosa.

            Outra curiosidade é que em todas as etapas havia uma festa de recepção envolvendo jantares com comidas típicas de região e apresentações culturais. No último dia voltamos à civilização moderna quando entramos na baía de Cartagena ao escurecer com a presença de enormes arranha céus todos iluminados na orla e vários veleiros e iates ancorados. E foi assim que terminou não uma simples corrida e sim uma enorme aventura.

            Classificação:

            Categoria 3000 c.c.
            1º – Andrés Botero (piloto) e Rafael Ramos (navegador)
            2º – Álvaro Rincón (piloto) e Nicolás Rincón (navegador)
            3º – Jorge García (piloto) e Oscar Vélez (navegador)

            Categoria 2000 c.c.
            1º – Gustavo Jimeno (piloto) e Richard Tejedor (navegador)
            2º – Fernando Díaz (piloto) e Julio Galezo (navegador)
            3º – Maria Luisa Botero (piloto) e Lina Botero (navegador)

             

            Lebos Chaguri é piloto e especialista em barcos de corrida

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              Kings Cup 2014

              Por: Redação -

              Charmosa e competitiva assim posso resumir a Kings Cup 2014, evento realizado anualmente na cidade de Pattaya Citty – Tailândia. Aqui se encontram os melhores, os mais rápidos e mais conhecidos pilotos de jet do mundo. Situada a 165 km a sudoeste da capital Bangkok, essa cidade litorânea recebe quase cinco milhões de turistas por ano, entre eles as melhores equipes de motos aquáticas do mundo, vindas da Bélgica, Estados Unidos, Filipinas, Japão, França, Reino Unido, Portugal, Rússia entre outras tantas.

              A Kings Cup é diferente, senti isso desde quando cheguei, o envolvimento das pessoas, pilotos e equipes era contagiante. Reencontrar amigos e rever as máquinas mais velozes do planeta é algo que compensa os dois dias de viagem.

              Diferente das Worlds Finals que acontecem em Lake Havasu (EUA), a Kings Cup eu diria ser mais charmosa, mas o nível de competição é tão bom quanto em terras do Tio Sam, tanto que os mesmos pilotos que competem por lá vão para Pattaya City. Senti falta apenas da equipe do Qatar, essa bem numerosa e expressiva, mas a equipe de Dubai, a famosa SkyDive estava presente com suas tendas e bandeiras. Figurinha ímpar e de uma simpatia impressionante é o piloto de freestyle Rashid Ali Al-Mulla, sempre receptivo a fotos e entrevistas, esse piloto da SkyDive Dubai foi o grande nome do freestyle no evento. Aqui foi praticamente impossível não dar o título de campeão a ele, ou melhor, não teve a “marmelada” que houve em Havasu, quando o mesmo piloto deu um show à parte.

              Trabalhar num evento onde tudo funciona é, no mínimo, gratificante. Nada deu errado e passar o dia numa praia com água a 31 graus é algo simplesmente maravilhoso. Acordar cedo e dar “de cara com o mar” na sacada do 21º andar do hotel e poder fotografar os primeiros treinos do dia é simplesmente a realização de um sonho, ou quem sabe, o merecimento de um trabalho reconhecido.

              O piloto russo Yuri Ryabko, vencedor do Russky Grand Prix 2014, era aguardado com entusiasmo por todos. A comitiva russa veio em peso, com bons competidores e uma estrutura de dar inveja — praticamente trouxeram uma oficina dentro de dois contêineres e pessoal de apoio. Na água, Yuri ficou na segunda colocação da prova de Endurance, pois na segunda bateria o português Filipe Filipe foi o grande vencedor, mas como não correu a primeira acabou não tendo uma boa pontuação na geral.

              O sistema de arquibancadas feito pela organização do evento é perfeito, simples e muito bonito, deixando as acomodações de Lake Havasu a desejar. Na parte superior havia uma área VIP, espaço para imprensa, locutores e transmissão online das imagens. Os dois locutores que se revezavam no evento deram um show à parte, era contagiante a emoção que eles passavam ao público, sem falar no idioma.

              Da sacada de nosso quarto conseguíamos visualizar a raia de competição, menor que as Worlds Finals, mas tão competitiva quanto, sendo que os jets passavam muito perto da praia proporcionado belas fotos. A Kings Cup tem quatro baterias por categoria ao invés de apenas duas.

              O francês Jean Baptiste Botti e o inglês James Bushell, ambos competindo de Sea-Doo na categoria mais veloz do campeonato, foram os principais nomes do campeonato. Se em Havasu Botti levou o título de homem mais rápido do mundo, na Tailândia foi a vez do inglês que fez corridas perfeitas, apesar de não vencer todas as baterias, mas sempre entre os três primeiros colocados.

              Botti simplesmente impressionou, na última bateria da sua categoria o francês largou na sexta colocação, contou com duas quebras dos adversários e chegou em primeiro, era nítido a superioridade de seu equipamento, tanto que depois da ultrapassagem em cima de Bushell, ele disparou na frente. Enquanto seus adversários literalmente “voavam dentro da raia”, Botti passeava com natural superioridade, mas infelizmente foi desclassificado.

              Na constante disputa entre marcas, é notório a superioridade da Sea-Doo em competições de raia, ou boias como preferirem, em se tratando das categorias profissionais. A Yamaha com seu novo SVHO é a nova sensação do momento e foi uma das mais vitoriosas dessa prova, assim como em Lake Havasu (EUA). Já a Kawasaki, bem, essa teve um bom desempenho apenas sob a tutela do português Filipe Filipe chegando na primeira colocação da 2ª bateria da prova de Endurance.

              Vejo uma crescente superioridade dos SVHO nas provas de longa duração, tanto que o russo Yuri novamente está entre os três melhores do mundo, ficando com o vice-campeonato na Tailândia. Ainda é cedo para definir uma total superioridade, temos pela frente a competição de Mark Hahn no início de 2015 em terras estadunidenses, onde os melhores pilotos de Endurance estarão competindo.

              Um fato é que as principais competições — fora as das terras tupiniquins — têm apoio e patrocinadores que acreditam no esporte e investem, aqui no Brasil os presidentes das associações como a BJSA e ARJS precisam implorar por ajuda, isso quando conseguem. E quando conseguem ajuda, mesmo colocando inscrições a custo zero, o grid de pilotos é inferior a quando se paga. O Brasil é um país pujante de campeões, atletas de primeiro mundo e que teriam um forte potencial lá fora, e são esses pouquíssimos que mantém a chama das competições aqui em “Terra Brasilis”, pois pagando ou de graça, eles estão nas águas competindo.

              Certamente encerrei 2014 com chave de ouro, esperando repetir todos esses eventos em 2015, desejo a todos um forte abraço e um excelente 2015.

               

              Ricardo Fuchs é fotógrafo da JetSkiNworld & Photojetski e viaja o mundo atrás das impressionantes imagens das competições de jets

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                  Real Top 520

                  Por: Redação -

                  Muito aguardada pelo mercado náutico, a maior e mais nova lancha do estaleiro carioca Real Power Boats, o modelo 520 Fly, que teve projeto apresentado com exclusividade no São Paulo Boat Show, já pode ser vista de perto pelos clientes. O bonito barco, com casco azul, está em exposição na loja no Casa Shopping, que fica na Av. Ayrton Senna, 2.150, Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Agende sua visita: [email protected].

                  Foto: Divulgação

                   

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                    Temporada 2015

                    Por: Redação -

                    O Jet Tour Sea-Doo abre a temporada 2015 neste fim de semana em Boa Vista da Aparecida, a 70 quilômetros de Cascavel, no Oeste do Paraná. O evento reúne jets para muita diversão nas águas do trecho final do Rio Iguaçu, onde está localizada a Usina Hidrelétrica de Salto Caxias.

                    A base das atividades será nas Marinas de Boa Vista, no Condomínio Village. Haverá test drive com os jets Sea-Doo no sábado, entre 14 h e 17 h, e no domingo, às 11 h. O Desafio Spark, marcado para domingo ao meio-dia, é destaque na programação.

                    A competição reúne pilotos habilitados com o objetivo de percorrer um circuito de boias no menor tempo. Os participantes competem em condições iguais a bordo do Spark, a moto aquática da Sea-Doo que oferece a melhor relação entre custo e benefício do mercado.

                    “O Desafio Spark estimula a interação do pessoal e é muito divertido. Mostra a agilidade e habilidade com manobras do Spark”, comentou Tiago Canzian, da Moto Náutica Center, concessionária dos produtos BRP na região. O fim de semana também terá apresentações de flyboard.

                    “As águas são tranquilas, perfeitas para atividades náuticas, e todos estão animados para o Jet Tour Sea-Doo. A represa tem prainhas e condomínios muito bonitos”, concluiu Canzian. Os interessados em participar do evento devem procurar a equipe da Moto Náutica Center no telefone 46/3523-3060.

                    A organização do Jet Tour Sea-Doo exige o uso dos equipamentos de segurança e a apresentação da habilitação náutica por parte dos pilotos. A Sea-Doo patrocina a campanha Navegue Seguro, da Marinha do Brasil, a qual trabalha a conscientização sobre o uso responsável das motos aquáticas.

                    Foto: Divulgação

                     

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                      Novo Comando

                      Por: Redação -

                      O Almirante-de-esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira foi nomeado pela presidenta Dilma Rousseff o novo comandante da Marinha do Brasil. O anúncio foi feito na última quarta-feira, dia 7, em Brasília. Em nota oficial, a presidenta ainda agradeceu “a competência e a dedicação do ex-comandante Almirante Julio Soares de Moura Neto.

                      O comandante Leal Ferreira, na Marinha desde 1971, é um profundo conhecedor do setor de náutica de lazer, já que, além de servir em Anápolis (considerada a cidade da vela nos Estados Unidos), foi Capitão dos Portos do Rio de Janeiro e diretor da Diretoria de Portos e Costas, órgãos nos quais teve contato de perto com o segmento.

                      Exército e Aeronáutica também têm novos comandantes, General Eduardo Dias da Costa Villas Bôas (Exército) e o Brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato (Aeronáutica).

                      É a primeira vez que a presidenta Dilma Rousseff troca o comando das Forças Armadas. Os comandantes que estão de saída foram indicados em 2007 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

                      Foto: Folha Militar

                       

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                        Parabéns fotógrafos!

                        Por: Redação -
                        08/01/2015

                        O dia 8 de janeiro marca a data em que a daguerreotipia foi oficialmente trazida ao Brasil e por isso é comemorado o Dia Nacional do Fotógrafo nesta data. NÁUTICA, desde sua primeira edição, enche suas páginas com fotografias de barcos, destinos e curiosidades do mundo náutico. E é por este motivo que também comemoramos esse dia homenageando grandes parceiros que já encheram, e ainda enchem, nossas páginas com imagens inesquecíveis. Ao longos dos anos Fernando Monteiro, Mozart Latorre, Marcio Dufranc, Alberto Sodré, Bruno Castaing, Lang, Edu Lopes, Ito Cornelsen, Ricardo Rodrigues e muitos outros deixaram nossas páginas mais bonitas.

                        Veja algumas fotos dessas feras das lentes:

                         

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                          No mar Árabe

                          Por: Redação -

                          O barco Dongfeng Race Team se consolida na liderança da terceira etapa da Volvo Ocean Race, regata entre os Emirados Árabes Unidos e a China. Os próximos anfitriões da Volta ao Mundo sustentam a ponta praticamente desde a largada, mostrando que querem mesmo cruzar a linha de chegada em casa na primeira colocação. As condições de vento apresentadas – intensidade fraca – obrigam os chineses e as outras cinco equipes a aumentar o número de manobras. A flotilha navega lentamente pelo Mar Árabe e deve passar pelo sul da Índia até o fim de semana.

                          Quem está em primeiro sempre é alvo de ataques e, por isso, o Dongfeng quer fazer tudo direitinho para evitar a ultrapassagem do Team Brunel, que estava em segundo na última atualização da tarde desta quinta-feira (8).

                          “Deveremos tomar uma decisão importante nesta noite que vai durar por quatro dias”, explicou Charles Caudrelier. “Precisamos escolher uma boa posição para descer o litoral da Índia. Estamos avaliando, pois se mudamos o bordo mais cedo, podemos perder vento lá frente. No entanto, se a decisão for cambar mais tarde, nós podemos perder posições agora”.

                          Os chineses são seguidos pelos holandeses do Team Brunel. Na sequência aparecem Abu Dhabi, Team Alvimedica, Mapfre e Team SCA. O brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca acredita que ainda é possível alcançar o líder.

                          “O Dongfeng está mais avançado, mas a regata é muito demorada e tem muita água para rolar. Corremos apenas cinco dias desta terceira etapa. Nossa equipe – Mapfre – conseguiu se recuperar e já temos até contato visual com outros dois barcos. O vento, por sua vez, segue bastante instável e pouco dormimos na noite passada com tantas manobras realizadas”.

                          Foto: Divulgação

                           

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                            Entre quedas

                            Por: Redação -

                            A Villa Escudero é uma antiga plantação de coco que virou resort em 1981 localizada a apenas duas horas de Manila, capital das Filipinas. O local reúne hospedagem variada, natureza, cultura e culinária local. Um dos maiores atrativos do resort é o restaurante Waterfalls, um local onde os clientes comem ao lado de quedas d’água. Os pratos da culinária local são servidos em mesas de bambu e os clientes comem com a água cristalina correndo por entre os pés.

                            Foto: Divulgação

                             

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                              Snipe 2015

                              Por: Redação -

                              No próximo 26 de janeiro uma cerimônia dará início ao 66º Campeonato Brasileiro da Classe Snipe e marcará a sexta vez que o Iate Clube de Brasília (ICB) recebe a competição. O evento, seletivo para os Jogos Pan-Americanos e Campeonatos Mundiais da classe, será a oportunidade de uma das 42 duplas, pré-inscritas até o momento, repetir o feito de alguns dos nomes mais importantes da vela nacional.

                              As intensas e imprevisíveis rondadas proporcionadas pelo adverso regime de vento do lago Paranoá é um dos desafios a serem enfrentados pelos velejadores. Alguns criticam a intensidade média dos ventos locais, em sua maioria fracos, mas a história mostra que apenas aqueles de excepcional qualidade técnica conseguem sobressair sob tais condições. Prova disso são os nomes dos vencedores dos Campeonatos Brasileiros de Snipe realizados na capital federal.

                              Em 1964, primeira vez que o ICB recebeu o evento, a dupla paulista Reinaldo Conrad / Mário Buckup foi a vencedora. Anos mais tarde, em 1968, Conrad foi responsável por conquistar a primeira medalha olímpica do Brasil na Vela, um bronze pela classe Flying Dutchman ao lado de Burkhard Cordes. O proeiro Buckup mudou de função, passou a ser timoneiro, e por duas vezes foi campeão Pan-Americano da Classe Lightning.

                              A classe Snipe também esteve em Brasília para a disputa do campeonato nacional em 1970, 1975 e 1981. Os cariocas Axel Schmidt e Arnaldo Dantas foram os campeões em 1970. Em 1975 foi a vez dos gaúchos Marco Aurélio Paradeda e Reiner Weipercht. Enquanto que o ano de 1981 registrou o despontar de duas “lendas” da vela brasileira com o título dos irmãos Torben e Lars Grael, que hoje dispensam apresentações.

                              A quinta e última vez ocorreu apenas após um longo hiato de 23 anos. O ICB recebeu novamente a competição em 2004 para o então sétimo título do gaúcho Alexandre Paradeda, um dos maiores vencedores da competição, ao lado de Roberto Paradeda. Aliás, “Xande” Paradeda é o atual campeão. Ele venceu também a edição de 2014, em Florianópolis, ao lado do proeiro Gabriel Kieling.

                              O 66º Campeonato Brasileiro, acontece no lago Paranoá com organização do Iate Clube de Brasília, será disputado entre os dias 23 e 31 de janeiro.

                              Informações: Snipe 2015 / Foto: Marcos Mendez-Sailstation.com

                               

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                                Por: Redação -
                                07/01/2015

                                O catamarã sul-africano Leopard 48, apresentado durante o Rio Boat Show 2014, vai fazer uma viagem de apresentação pelo litoral brasileiro. O modelo já está configurado para a frota da The Moorings e pronto para iniciar suas atividades de charter na base do Taiti. Durante a viagem o veleiro passará por bases no Guarujá, Angra dos Reis e Salvador.

                                Confira as datas:

                                Guarujá: 10 a 12 de janeiro das 10h às 19h – Iate Clube de Santos
                                Angra dos Reis: 16 a 19 de janeiro das 10h às 19h – BR Marinas Bracuhy
                                Salvador: 24 a 26 de janeiro das 10h às 19h – Bahia Marina

                                Foto: Divulgação

                                 

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                                  Carga preciosa

                                  Por: Redação -

                                  Acidentes com navios não são tão comuns ainda mais quando eles carregam cargas preciosas como o caso Hoegh Osaka que tombou ao sair do porto de Southampton, no Reino Unido.

                                  Com 1400 carros de luxo e peças para construção civil a bordo, carga estimada em 100 milhões de euro, o Hoegh Osaka, da Hoegh Autoliners, foi notícia por todo o mundo. Os investigadores ainda não descobriram a causa do acidente e estimam que a retirada no navio de 179 metros pode levar meses por causa do mau tempo previsto para a região.

                                  A carga inclui veículos das marcas Jaguar, BMW e Land Rover. As boas notícias são quem ninguém ficou ferido no acidente e não houve vazamento de óleo.

                                  Foto: Reprodução/YouTube

                                   

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                                    Objetos a bordo

                                    Por: Redação -

                                    O verão já está aí e, na época em que mais costuma-se navegar, às vezes nos perguntamos como levar tantas coisas a bordo da embarcação sem atrapalhar os tripulantes e principalmente com segurança. Marcio Dottori responde e mostra, com o exemplo de uma prancha de stand-up, como se deve fazer.

                                    Assista ao vídeo aqui e inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

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                                      A Sealegs, empresa neozelandesa que produz embarcações de casco semirrígidos anfíbios, anunciou uma novidade que vai além de suas embarcações que já chegaram aqui no Brasil. Agora, a empresa vai oferecer kits para transformação de embarcações comuns em anfíbios. Os kits poderão ser instalados em barcos de até 2,5 toneladas. Os barcos que instalarem a novidade poderão andar em terra e mar com rodas motorizadas que alcançam até 10 km/h.

                                      Assim como nas embarcações produzidas pela Sealeg, as rodas retráteis dispensam totalmente o uso de carretas para movimentação da embarcação da terra para a água.

                                      Os anfíbios Sealegs vêm conquistando muitos fãs pelo mundo, o mais ilustre é o designer de iates francês Philippe Starck. Ele já desenvolveu um modelo para a Sealegs e se apaixonou pelo fato de passar da terra para a água sem precisar ser rebocado há um ano. “Eu adoro esse momento, é verdadeiramente mágico. Quando você está na terra há alguma turbulência e, em seguida, está na água. Passar de um estado para outro é uma sensação extraordinária”, comenta o designer.

                                      Alguns estaleiros já estão trabalhando na incorporação da tecnologia em suas embarcações. A Sealegs acredita que o novo lançamento, previsto para o fim de 2015, será o passo definitivo para a popularização do produto. O Sytem 100, próxima novidade da Sealegs, é um kit para embarcações de até 6,5 toneladas. O protótipo já está pronto e em fase de testes.

                                      Fotos: Divulgação/Sealegs

                                       

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                                        Por: Redação -

                                        A Panerai Transat Classique é uma regata de barcos clássicos em pleno Oceano Atlântico. A competição começa hoje na Ilha de Lanzarote, parte do arquipélago das Canárias, e terá como ponto de chegada o Fort-de-France em Martinique, no Caribe.

                                        Esta edição, a terceira da regata de clássicos, acontece após 3 anos da última Panerai Transat Classique que terminou com a vitória do veleiro White Dolphin no percurso de 4 000 milhas náuticas entre Cascais, em Portugal, e Barbados.

                                        Para este ano, os elegantes veleiros clássicos percorrerão cerca de 2 800 milhas náuticas no Oceano Atlântico. A regata transatlântica vai reunir embarcações de diferentes tamanhos e idade. A mais antiga, o Adventures de 31 metros de comprimento, foi construída em 1924 e é um projeto do designer escocês William Fife III. Outros 9 veleiros clássicos estarão na raia da competição que deve terminar no fim de janeiro.

                                        É a segunda edição da patrocinada pela Officine Panerai, lendária oficina de relógios fundada em 1860.

                                        A regata pode ser acompanhada, milha a milha, através do site oficial www.paneraitransatclassique.com.

                                        Foto: Divulgação

                                         

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                                          Guia de Angra 2015

                                          Por: Redação -

                                          capa angra

                                           

                                          O Guia de Angra e Paraty 2015 faz parte da campanha “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, promovida por NÁUTICA há 17 anos, que visa conscientizar de uma maneira bem agradável, com a distribuição de brindes e informativos práticos, junto deste guia — editado e atualizado anualmente pela revista —, os usuários de barcos frequentadores de Angra dos Reis e Paraty no verão. A ação de 2015, que neste ano tem o apoio da Volkswagen, Neutrogena e Boat Show Eventos, mobilizará uma frota de embarcações com emblemas e bandeiras da NÁUTICA, que gentilmente vem abordando desde o Natal os demais barcos, oferecendo o desejado kit da campanha: uma bonita bolsa com muitos presentes e o próprio guia, que sempre faz muito sucesso em Angra — além, é claro, do adesivo com a nossa mensagem, para ajudar a conscientizar que na água só se deve mesmo jogar aquilo que o peixe pode comer. A natureza e todos aqueles que amam o mar e os rios agradecem.

                                          O guia está à venda na loja virtual de NÁUTICA (www.shoppingnautica.com.br) e nas bancas, por R$ 18, e traz o que há de melhor nas águas deste paraíso brasileiro. Os melhores passeios, as principais praias, ilhas, restaurantes para ir de barco, cachoeiras, mergulhos, postos de combustível, marinas e oficinas náuticas. Além disso, um especial: visitamos a única praia proibida aos turistas do Brasil. Abaixo, um pouco do guia que há anos premia os navegadores de Angra e Paraty.

                                           

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                                            Por: Redação -
                                            06/01/2015

                                            O velejador Bruno Fontes embarca na próxima semana para as disputas das duas primeiras competições da temporada 2015. Após um vice-campeonato na Copa Brasil de Vela e a manutenção de sua posição na equipe olímpica brasileira, Fontes tem pela frente o Campeonato Brasileiro e a Copa do Mundo de Miami.

                                            O primeiro compromisso de Bruno Fontes será novamente no Rio de Janeiro. O Campeonato Brasileiro de Laser acontece entre os dias 19 e 23 deste mês, com as regatas acontecendo na Baía de Guanabara. Novamente, os velejadores retornam ao local dos Jogos Olímpicos de 2016 para mais uma competição na capital carioca.

                                            “Estou bem empolgado para esse começo de temporada, ainda mais depois de um grande resultado no final do ano. A competição será muito forte. Teremos a presença de velejadores de fora do país que virão ao Rio para testar a raia dos Jogos Olímpicos. Será também uma ótima experiência antes da Copa do Mundo em Miami”, explica Bruno.

                                            Após o encerramento do Brasileiro, Bruno embarca do Rio para Miami, nos Estados Unidos, onde acontece mais uma etapa da Copa do Mundo de Vela. A competição reúne a elite do esporte mundial na famosa raia de Biscayne Bay, entre os dias 26 de janeiro e 1º de fevereiro. Miami é conhecida por ser sediar uma das principais competições da vela mundial e Bruno tem alcançado bons resultados ao longo dos últimos anos.

                                            “A Copa do Mundo de Miami sempre é um evento muito importante dentro do ciclo anual. A competição recebe os melhores atletas de diversos países. Eu tenho conquistado bons resultados e esse ano volto preparado para buscar um lugar no pódio”, encerra Bruno.

                                            O velejador Bruno Fontes tem os patrocínios da Unimed, CBVela, Marinha do Brasil, Governo do Estado do Paraná e AGE do Brasil e conta com o apoio do COB – Comitê Olímpico Brasileiro e Vita Essência.
                                            Foto: Fred Hoffmann/Divulgação

                                             

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                                              Primeiro vídeo da TV NÁUTICA em 2015 responde assunto polêmico na seção Quero Saber: lancha ou veleiro? Marcio Dottori aponta brevemente prós e contras básicos de cada um dos estilos. Assista e comente! O que você prefere?

                                              Assista ao vídeo aqui e inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

                                               

                                               

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                                                O velejador britânico Alex Thomson e o espanhol Pepe Ribes estão a bordo do veleiro Hugo Boss na regata de volta ao mundo Barcelona World Race que começou no último dia 31 de dezembro e já iniciaram a regata com um recorde. Os velejadores fizeram a travessia de 538 milhas náutica entre Barcelona e Gibraltar em 2 dias, 5 horas e 50 minutos.

                                                Além do recorde, os velejadores lideram a competição de volta ao mundo sem paradas disputada em veleiros Imoca 60 tripulado por duplas. Os competidores devem ficar cerca de 3 meses no mar.

                                                Foto: Mark Lloyd / Alex Thomson Racing

                                                 

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                                                  O veleiro argentino Tunante II com quatro tripulantes a bordo continua desaparecido. A última pista de seu paradeiro foi em 14 de outubro quando uma imagem de satélite mostrava uma embarcação com dimensões iguais a do Tunante II.

                                                  Os quatro tripulantes Horacio R. Morales, Jorge Benozzi, Mauro Capuccio e Alejandro Vernero continuam desaparecidos e nenhum contato é feito desde o dia 28 de agosto de 2014 (data oficial do desaparecimento da embarcação).

                                                  Familiares e amigos dos tripulantes continuam a pedir nas redes sociais e na imprensa que velejadores de todo o mundo não desistam da busca que é feita por um programa de imagens de satélite.

                                                  O veleiro saiu da Argentina no dia 22 de agosto e nunca chegou ao seu destino, o Rio de Janeiro.

                                                  Foto: Arquivo Pessoal

                                                   

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                                                    Por Nicola Getschko

                                                    Os guinchos elétricos estão cada vez mais comuns em embarcações pequenas e médias, pelo conforto e segurança que ofere­cem. Mas daí surge uma dúvida frequente: o que usar, amarra de poliamida ou corrente de aço, já que a maior parte dos guinchos pode operar com os dois tipos? Para ajudá-lo na escolha, veja abaixo as principais perguntas e respostas sobre o tema.

                                                    1- Qual a quantidade mínima de amarra para se ter a bordo? Ela varia para corrente e cabo?

                                                    Com mar calmo, a regra é soltar uma metragem de amarra equivalente a, pelo menos, três a quatro vezes a profundidade do local. Com isso, o ferro ficará o mais paralelo possível com o fun­do, uma garantia de que vai unhar corretamen­te. Já com mar mais agitado, a ordem é soltar ainda mais amarra. Para quem navega próximo à costa, em profundidades inferiores a 10 me­tros, é recomendável ter pelo menos 40 metros de amarra. Isso vale tanto para corrente como para cabo de poliamida.

                                                    2- Qual amarra amortece melhor os movimentos do barco sobre o ferro: poliamida ou corrente?

                                                    As duas amortecem os impactos que o movimen­to do barco pode causar sobre o ferro, mas de forma diferente. O cabo de poliamida tem uma boa capacidade de alongamento quando tracio­nado, o que diminui os efeitos dos movimentos do barco sobre o ferro. Já a corrente alonga-se muito menos sob tração. Porém, seu peso, muito maior, faz com que boa parte de seus elos fique apoiada no fundo, diminuindo a carga sobre o ferro. Mesmo quando o barco — pelo movimen­to causado pelas ondas ou pelo vento — eleva a corrente do fundo e a estica, ocorre um amor­tecimento da carga sobre o ferro, com a conse­quente volta à condição inicial do fundeio.

                                                    3- Caso o ferro fique preso no fundo, o cabo leva vantagem sobre a corrente?

                                                    Sim. Em uma situação de emergência, quando não se consegue soltar o ferro do fundo, cortar um cabo de poliamida é uma operação bastan­te simples. Já no caso da corrente, é preciso um alicate ou uma serra para cortá-la, ou então soltar todo o comprimento restante.

                                                    4- Qual a diferença, em termos de peso e de preço, entre uma amarra de corrente e uma de cabo?

                                                    É grande, nos dois quesitos. No caso de uma amarra de 40 metros, por exemplo, usando um cabo de poliamida de 12 mm de diâmetro o peso será de pouco mais de 6 kgf (quilograma-força), considerando-se, inclusive, 1,5 metro de corrente entre o cabo e o ferro. Já para uma corrente de aço de 8 mm o peso sobe para quase 50 kgf. Ou seja, a corrente pesa 12 vezes mais que o cabo. As diferenças também são grandes em relação ao preço: uma corrente de aço zincado custa cer­ca de 10 vezes mais do que uma de poliamida.

                                                    5- Qual tipo de amarra facilita mais o fundeio?

                                                    Para um fundeio simples não há uma grande diferença entre usar corrente ou cabo. Já quan­do se faz uma atracação pela popa, em um píer ou flutuante, a amarra de corrente pode facilitar a manobra. Soltando uma boa quantidade de corrente ao iniciar a atracação, o peso da corren­te no fundo tem um pequeno efeito de “poita”, o que possibilita deixar a proa “fixa”, girando o barco em torno dela, ao mesmo tempo em que se dá a ré para trazer a popa próxima ao cais.

                                                    Foto: Shutterstock

                                                     

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                                                      05/01/2015

                                                      A verba, de R$ 1,2 milhões, tem destino único para a compra de equipamentos e materiais. O processo de licitações já foi iniciado pelo Clube e o projeto tem a duração de 12 meses. Dos 37 clubes que se submeteram ao cadastro, o Veleiros do Sul ficou entre os 16 que tiveram propostas aprovadas.

                                                      Em novembro de 2014 o ex-comodoro Cícero Hartmann e o gerente de esporte Odécio Adam compareceram ao Congresso Brasileiro de Clubes, promovido pela CBC e Federação Nacional de Clubes (FNC) quando houve a solenidade de assinatura dos protocolos de convênios com a presença do então ministro do Esporte Aldo Rebelo.

                                                      “Trabalhamos com muita seriedade para apresentar o nosso projeto em um universo de 14 mil. O Veleiros do Sul conseguirá fomentar a vela de base resgatando a Escola de Vela Minuano, modernizando processos e dando subsídio a novos velejadores. Essa conquista é o coroamento de um trabalho e deixará um legado para o Clube e para a vela nacional”, afirmou o ex-comodoro Cícero Hartmann.

                                                      Atualmente o Veleiros do Sul possui duas duplas na Equipe Brasileira de Vela Olímpica com chances de vaga na Olimpíada de 2016 no Rio de Janeiro: Geison Mendes e Gustavo Thiesen (classe 470 masculino) e Samuel Albrecht e Geórgia Silva (classe Nacra 17).

                                                      Foto: Fred Hoffmann/Divulgação

                                                       

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                                                        1- No mercado atual, você pode encontrar um ótimo GPS fixo, ou mesmo GPS + Sonda com bom custo-benefício. É preciso ficar atento a qual modelo se adapta melhor à sua necessidade;

                                                        2- O tamanho de telas é um item bastante variável. Hoje, existem modelos, inclusive, a partir de 5”, para quem quer ter maior visibilidade. Eles podem vir acompanhados de teclado ou touchscreen, e a escolha vai depender da preferência de quem irá utilizar. Para quem é adepto à modernidade e já está habituado ao “toque”, o touchscreen é uma boa opção, além de não perder espaço de tela, como os modelos com teclado – estes, mais indicados para quem é mais ligado ao tradicional;

                                                        3- Deve-se ficar atento, também, às telas de LED super brilho – ajuda nos dias ensolarados; antena de GPS embutida – facilidade de instalação; sondas digitais de 50/200hz; e sensores de 600w para espelho de popa;

                                                        4- É preciso verificar, ainda, se o GPS oferece opção para instalação no suporte ou embutido, e se os acessórios vêm acompanhando o produto;

                                                        5- Observar qual aparelho oferece mais vantagens na hora da compra é imprescindível. Tem garantia igual ou superior a 2 anos, suporte técnico facilitado, cartografias embutidas no kit? Escolha sempre o que proporcionar mais benefícios a você!

                                                        6- Qual modelo de cartografia que o equipamento aceita? Já procurou saber? Entre eles existem Raster, Navionics, CMP…

                                                        7- O modelo possui bluetooth, que permite acesso ao controle de áudio do barco; wifi; conexão com motores; dados Nmea 2000; entrada de câmeras para monitoramento; radar; e piloto automático?

                                                        Depois de checar todos estes itens, é provável que você esteja com um bom GPS, adequado às suas necessidades. Mas, é preciso ficar atento porque este meio está em constante modernização, e sempre pode haver uma novidade de mercado que possa satisfazer melhor às suas exigências de navegação. Fique de olho e modernize seu barco!

                                                        Foto: Divulgação

                                                         

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                                                          Por: Redação -

                                                          Projetado por Enrico Gobbi, o megaiate Poseidon, de 144 pés, será construído com casco, conveses e superestrutura de alumínio pelo estaleiro Rossinavi, em Viareggio, importante centro náutico da Itália. O destaque desse barco, que tem velocidade de cruzei­ro estimada em 14 nós, com autonomia de 10 mil mi­lhas, com dois motores de 1 300 hp, é o contato dos interiores com o mar e o céu. Mostra disso são suas janelas verticais na proa, a suíte principal em forma de casa de vidro semicircular no convés superior e uma fenomenal piscina de vidro, com o fundo acima de um beach club, na plataforma de popa.

                                                          Foto: Divulgação

                                                           

                                                          Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

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                                                            A terceira etapa da Volvo Ocean Race começou neste sábado (3). Os seis barcos partiram de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para a Sanya, uma ilha chinesa. A perna terá 4.642 milhas náuticas – 8.596 quilômetros – e passará por zonas de difícil navegação, como o Estreito de Malaca. A organização da Volta ao Mundo também definiu áreas de exclusão no percurso. Os fãs da modalidade podem acompanhar o desempenho das equipes pelo tracker oficial da regata.

                                                            A etapa promete ser bastante disputada do começo ao fim, assim como as duas anteriores. Prova disso é o campeonato com três equipes liderando com o mesmo número de pontos: Team Brunel, Abu Dhabi e Dongfeng. O time espanhol Mapfre, que tem o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, está em quinto e quer se recuperar ainda mais nessa etapa.

                                                            “Vamos passar por Índia e Cingapura, por exemplo, até chegar a Sanya. Será uma regata literalmente costeira. Você precisa se aproximar da costa para evitar correntezas e isso dá muito trabalho a bordo, pois temos de manobrar muito o barco. Cansa bastante”, disse André ‘Bochecha’ Fonseca. “A união do Mapfre é cada vez maior. A nossa expectativa é ficar entre os três primeiros e subir na tabela”.

                                                            A holandesa Carolijn Brouwer está confiante no desempenho do Team SCA depois da vitória das meninas na In-Port Race de Abu Dhabi. Em português, a atleta olímpica, que morou mais de 10 anos do Brasil, escreveu que a etapa será totalmente diferente das demais.

                                                            “A primeira metade da perna será de ventos mais fracos, porém com obstáculos. O Estreito de Malaca tem de tudo: barcos de pesca, navios e muito mais. São situações que saem do nosso controle. Esperamos ter um pouco de sorte para passar por esse trecho. Temos uma equipe forte e preparada para esse desafio”, contou Carolijn Brouwer.

                                                            Nas milhas iniciais o Abu Dhabi Ocean Race, um dos líderes da Volvo Ocean Race, aproveitou o ‘fator casa’ e pulou na frente nas primeiras milhas. Com pouco vento e com muita névoa, as equipes lutavam para enxergar um palmo a frente. As condições desafiadoras logo no início são pequenas perto das que estão por vir.

                                                            Serão ao todo oito zonas de exclusão, começando pelo território iraniano, os campos petrolíferos de Saleh, Dragon, e Phuong Dong, e as proibições na costa leste africana.

                                                            A previsão indica que os barcos devem demorar mais de três semanas para completar o percurso, que será predominantemente de ventos fracos. A parte mais complicada será o Estreito de Malaca, que separa a ilha de Sumatra (Indonésia) e a Malásia. Uma das maiores rotas marítimas do mundo se concentra em um espaço de 1.5 milhas.

                                                            Foto: Divulgação

                                                             

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