Tensão a bordo

Por: Redação -
02/01/2015

Por Nicola Getschko

Há alguns anos, a instalação elétrica a bordo fornecia apenas tensões de 12 V ou 24 V, em corrente contínua, dependendo das baterias usadas. Isso mudou com a popularização dos inversores, que transformam a corrente contínua em corrente alternada. Com isso, ter uma rede elétrica em corrente alternada de 110 V ou 220 V deixou de ser privilégio de barcos maiores equipados com geradores. Mas qual é a tensão mais adequada? Vale a pena ter tomadas de 5 V USB? As respostas às cinco perguntas mais frequentes, sobre o assunto, a seguir, explicam.

Vale a pena ter tomadas em 12 V?
Sim. A maioria dos equipamentos náuticos opera nessa tensão. Além disso, as tensões de 12 V têm riscos mínimos de choque elétrico. Para tomada 12 V, prefira a do tipo “isqueiro-fêmea”.

Entre 110 V e 220 V, qual é a melhor escolha?
Essas duas tensões permitem muito mais opções de uso de equipamentos e eletrodomésticos, mas os riscos dos choques elétricos em instalações de 110 V são menores que as de 220 V. Um choque em 220 V pode ser fatal em ambiente molhado. A vantagem de operar em 220 V é, unicamente, a possibilidade de usar fiação de menor bitola.

Qual a opção de alimentação mais indicada para um equipamento, 110/220V ou 12 V?
A opção de 12 V é melhor e mais segura. A menos que o barco tenha gerador, para obter a tensão de 110/220 V é preciso um inversor, o que acarreta uma perda entre 10% e 20% da energia drenada das baterias. Isso não ocorre quando a fiação vem diretamente das baterias, caso das ligações em 12 V. Mais ainda: uma falha no inversor pode ocasionar uma pane muito mais difícil de ser reparada ou causar uma descarga excessiva das baterias.

A tomada de cais deve ser para 110 V ou para 220 V?
Ambas, porque as marinas não seguem um padrão. Há vários sistemas de carregamento das baterias e de alimentação dos circuitos elétricos do barco que detectam automaticamente a tensão do cais e fazem o chaveamento interno para operar em 110 V ou 220 V, evitando os danos de uma ligação errada de um sistema de 110 V em uma tomada de 220 V.

Convém ter tomadas com 5 V USB?
Sim, já que essa nova tensão é o padrão de alimentação das baterias da maioria dos equipamentos eletrônicos como celulares, tablets e notebooks. Ter tomadas USB evita o uso de adaptadores e perdas de energia. Isso porque os adaptadores são alimentados por 110/220 V. As perdas ocorrem na conversão de 12 V para 110/220 V no inversor e, depois, no adaptador. Neste caso, para cada 10 Wh consumidos pelo equipamento, serão consumidos cerca de 14 Wh da bateria.

Foto: Shutterstock

 

Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

Náutica Responde

Faça uma pergunta para a Náutica

    Relacionadas

    Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

    Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

    Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

    Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

    Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

    Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

    Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

    Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

    Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

    Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

    Volvo Ocean Race

    Por: Redação -

    O júri da Volvo Ocean Race definiu, nesta terça-feira (30), que o Team Alvimedica foi o quarto colocado na segunda etapa da Volta ao Mundo. A mudança do resultado foi uma compensação dada à equipe turca/norte-americana por ter alterado sua rota para ajudar o Team Vestas Wind, barco que encalhou numa ilha do Oceano Índico no fim do mês de novembro. O tempo utilizado para prestar socorro aos companheiros de regata foi retirado e, segundo a nova contagem, o Team Alvimedica ficou em quarto, mesmo posto do que o espanhol Mapfre. Ambos saíram com quatro pontos perdidos.

    O comandante Charles Enright se mostrou satisfeito com a decisão após a reunião das equipes em Abu Dhabi, local da largada da terceira etapa da Volvo Ocean Race. Segundo ele, sua equipe perdeu tempo e deixou de aproveitar condições favoráveis de navegação para se dirigir à zona do incidente com o Vestas. “Obviamente, nós estamos muito satisfeitos com a decisão. Mas vale dizer que só percorremos 20% da Volvo Ocean Race e temos muito a fazer. É bom ter o ponto, mas é um pequeno passo em uma grande jornada”.

    O júri teve participação direta da Isaf – Federação Internacional de Vela – e foi presidido por Bernard Bonneau.

    A classificação final da segunda etapa, entre a África do Sul e os Emirados Árabes Unidos, ficou na ordem a seguir: Team Brunel, Abu Dhabi Ocean Racing, Dongfeng Race Team, Mapfre, Team Alvimedica e Team SCA. O Team Vestas Wind abandou a perna.

    Neste sábado (3), os barcos disputam a regata In-port de Abu Dhabi. No dia seguinte, a flotilha parte para Sanya, na China, para a terceira etapa da Volvo Ocean Race.

    Classificação atualizada:

    1) Team Brunel (Holanda) 4 pontos.
    2) Abu Dhabi Ocean Racing (EAU) 4 pontos
    3) Dongfeng Race Team (China) 4 pontos
    4) Team Alvimedica (Turquia/EUA) 9 pontos
    5) Mapfre (Espanha) 11 pontos
    6) Team SCA (Suécia) pontos

    Foto: Divulgação

     

    Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

    Náutica Responde

    Faça uma pergunta para a Náutica

      Relacionadas

      Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

      Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

      Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

      Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

      Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

      Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

      Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

      Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

      Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

      Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

      Virada no mar

      Por: Redação -
      31/12/2014

      As oito duplas da regata de volta ao mundo Barcelona World Race vão comemorar a virada de 2014 para 2015 no mar. A regata, disputada em veleiros Imoca 60 tripulados por apenas dois velejadores, larga amanhã, dia 31 de dezembro, em Barcelona.

      Cheminées Poujoulat, GAES Centros Auditivos, Hugo Boss, Jörg Riechers and Sébastien Audigane, Neutrogena, One Planet, One Ocean & Pharmaton, Spirit of Hungary e We are Water são as equipes que estarão na linha de largada hoje para enfrentar o desafio.

      Serão 24 000 milhas náuticas que serão percorridas em cerca de 3 meses. A Barcelona World Race está em sua terceira edição. Os franceses Jean-Pierre Dick e Loïck Peyron foram os campeões da última edição a bordo do Virbac-Paprec 3.

      Foto: Divulgação

       

      Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

      Náutica Responde

      Faça uma pergunta para a Náutica

        Relacionadas

        Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

        Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

        Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

        Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

        Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

        Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

        Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

        Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

        Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

        Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

        União mais que perfeita

        30/12/2014

        Um dos mandamentos da gastronomia diz que os pratos de peixes e frutos do mar se complementam com vinho branco, assim como tanta coisa feita para viver juntinha, como arroz com feijão, queijo com goiabada, pimenta com acarajé. Porém, não é todo branco que vai bem, por exemplo, com aquela garoupa que você costuma fisgar no fim de semana. Para fazer a harmonização é preciso considerar o tipo de pescado, a intensidade de temperos e até a forma de preparo. No quesito tipo de pescado, por exemplo, um peixe de sabor mais delicado, como o linguado, pede um branco leve, seco e muito fresco, como o Sauvignon Blanc, enquanto os peixes de sabor mais forte, como o atum, a cavalinha e as sardinhas, combinam melhor com vinhos brancos com maior volume de aromas e sabores, como a variedade Viognier. Já o bacalhau pede brancos encorpados ou tintos leves, com tanino bem redondo, como os da região do Douro, em Portugal. Conhecedor dos segredos da harmonização, o sommelier Guilherme Correa, da Decanter — uma das mais destacadas importadoras de vinho do Brasil, com sede em Blumenau, Santa Catarina — revela o enigma, indicando as combinações mais apropriadas.

        A forma de preparo do peixe influencia na escolha do vinho?
        Um peixe feito no vapor harmoniza-se melhor com vinhos brancos leves, como o italiano Orvieto ou os verdes de Portugal. Por sua vez, os ensopados delicados combinam bem com os Chardonnay sem passagem por barril de carvalho, frescos, como os Chablis. Já um peixinho grelhado, como o salmão, vai bem com brancos com toque de madeira, como um Chardonnay do Novo Mundo. No caso de massas com frutos do mar, o casamento depende do tipo de molho. Se for apenas puxado com alho, vinho branco e ervas frescas, os do sul da Itália fazem uma boa parceria, como um Fiano di Avellino ou Greco di Tufo. No caso de molho vermelho, a pedida é sempre um rosé italiano.

        Os vinhos brancos combinam com qualquer tempero?
        Não. No caso de peixes feitos com molho à base de azeite e ervas frescas, a pedida é servir um vinho mais leve, sem madeira, como os brancos do Sul da França e os espanhóis, passando pelos italianos mais jovens e frescos, como o Verdicchio. O mesmo vale para as ostras, mais neutros na expressão da fruta e minerais, como os Chablis mais simples, como os Muscadets, além de bons espumantes. Em contraste, a moqueca baiana — que leva leite de coco, cebola e azeite de dendê — exige um vinho mais perfumado, como o argentino Torrontés. O mesmo vale para um atum grelhado que seja servido com um molho escuro. Neste caso, é possível até acompanhar o peixe com um vinho tinto leve, como um Pinot Noir. Por sua vez, um salmão grelhado casa bem com um vinho rosé mais frutado, da região francesa da rovence. Já um peixe temperado com shoyu, como o salmão ao molho oriental, faz par com um rosé mais encorpado, da Argentina ou do Chile.

        Foto: Shutterstock

         

        Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

        Náutica Responde

        Faça uma pergunta para a Náutica

          Relacionadas

          Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

          Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

          Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

          Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

          Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

          Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

          Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

          Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

          Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

          Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

          Quente ou frio?

          Por: Redação -

          Por Nicola Getschko

          Ter uma geladeira elétrica a bordo, mais do que um conforto, é uma necessidade, já que ela permite conservar os alimentos por mais tempo, além de garantir que as bebidas não fiquem quentes no meio do passeio, ampliando a autonomia dos cruzeiros com a família. As opções de refrigeradores vão desde os termoelétricos até os projetados especificamente para uso náutico, passando pela adaptação de frigobares comuns e por conjuntos modulares de compressor-condensador-evaporador, para montagem integrada. Não sabe qual instalar? Confira as vantagens e desvantagens de cada tipo de geladeira.

          1 – Como funcionam os refrigeradores termoelétricos, os chamados “coolers”?
          Eles têm como elemento “gerador” de frio uma placa semicondutora, com capacidade de resfriar um dos lados, enquanto o outro se aquece, no chamando efeito Peltier. As vantagens são a simplicidade, com ausência de partes móveis, gases ou líquidos, e quase nenhum ruído, e o controle preciso da temperatura. Porém, têm um rendimento energético pior que o dos refrigeradores com compressor, diminuindo a temperatura interna, no máximo, 2o°C abaixo da ambiente.

          2 – O sistema termoelétrico é uma boa opção para se usar em barcos?
          Não. Em primeiro lugar, porque consomem muita energia. Além disso, dificilmente conseguem atingir temperaturas abaixo de 0°C, ou seja, não conseguem produzir gelo ou conservar adequadamente os alimentos a bordo, principalmente em climas quentes.

          3 – No caso de kit de refrigeração, é melhor pedir a instalação ao estaleiro?
          Sim. Alguns aspectos da instalação recomendam isso, como a posição do evaporador (placa fria) e do conjunto compressor-condensador, que exigem cuidados especiais na fixação, na passagem de tubulações e no resfriamento do condensador. Sem contar que o refrigerador necessita de um local previamente reservado para ele.

          4 – É melhor ter um frigobar comum ou um refrigerador náutico?
          Depende. O frigobar comum leva vantagem no custo, que é bem inferior tanto na aquisição quanto na manutenção do equipamento. Nos demais aspectos técnicos, porém, os refrigeradores náuticos têm vantagens claras. A decisão por um ou outro deve ser tomada com base na frequência de uso, na duração dos passeios e, claro, no quanto se está disposto a gastar. Se a opção for pelo frigobar, é importante que haja um bom espaço na sua parte traseira para a circulação do ar que vai resfriar o condensador. Alguns estaleiros projetam nichos tão pequenos que comprometem o funcionamento e a vida útil dos frigobares.

          5 – Quais as vantagens das geladeiras náuticas sobre as comuns?
          São várias. Para começar, sua carcaça é de inox, material imune à corrosão marinha. Depois, elas têm sistema de alimentação 12/24 volts, dispensando o uso de inversores ou geradores 110/220 volts. Por sua vez, a parte interna é projetada para evitar que os alimentos e as bebidas fiquem soltos e tem luz de led, enquanto as portas, protegidas por travas, não se abrem com o balanço do barco. Além disso, as geladeiras náuticas não produzem descarga excessiva das baterias e usam compressores mais eficientes, com a consequente redução do consumo de energia.

          Foto: Mozart Latorre/revista Náutica

           

          Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

          Náutica Responde

          Faça uma pergunta para a Náutica

            Relacionadas

            Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

            Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

            Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

            Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

            Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

            Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

            Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

            Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

            Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

            Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

            Octocampeão

            Por: Redação -

            O veleiro Wild Oats XI, de nacionalidade australiana, marca, mais uma vez, o seu nome na história de uma das regatas oceânicas mais desafiadoras da atualidade, a Rolex Sydney Hobart Yacht Race. Realizada sempre no “The Boxing Day” (o dia após o Natal), a Sydney-Hobart tem um triste registro em sua história de 70 anos. Na edição de 1998 um temporal acabou tirando a vida de seis velejadores que participavam da competição. Desde então não a regata se tornou uma das mais desafiadoras, por cruzar o imprevisível mar da Tasmânia e também uma das mais temidas. Nas 628 milhas, os veleiros podem encontrar trechos de mar agitado, temporais e ventos fortes.

            O Wild Oats XI, que tem um patrono com 86 anos de idade e muito empenho na manutenção do veleiro, que já tem 10 anos, e da equipe, é o veleiro que mais venceu a competição na história. O primeiro título da equipe foi em 2005 e neste ano teve um desafio ainda maior, um veleiro americano que entrou na competição para vencer. O Comanche, com 100 pés e comandado por Casey Smith, colou no Wild Oats XI, mas terminou em segundo lugar. Um feito e tanto para um veleiro que participa pela primeira vez da competição.

            Completando o percurso em 2 dias, 2 horas, 3 minutos e 26 segundos, o Wild Oats XI, além de vencer a competição, não superou seu próprio recorde de 1 dia, 18 horas, 23 minutos e 12 segundos conquistado em 2012.

            Mesmo sem bater o recorde o proprietário do Wild Oats XI, Robert Oatley, demonstrou extremo orgulho de sua equipe declarando: “É um milagre – um milagre absoluto. É a vitória mais doce, mas todos elas foram doces”. Oatley também confirmou que o veleiro estará de volta em 2015 para tentar mais uma vitória.

            Foto: Carlo Borlenghi/Rolex/Divulgação

             

            Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

            Náutica Responde

            Faça uma pergunta para a Náutica

              Relacionadas

              Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

              Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

              Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

              Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

              Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

              Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

              Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

              Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

              Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

              Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

              Título duplo

              Por: Redação -
              29/12/2014

              O fim de semana foi de muita movimentação para os velejadores da classe Laser Radial e 4.7. Após várias regatas disputadas, o Campeonato Pernambucano das duas categorias, enfim, teve seu campeão definido. O nome dele é Yuri Reitlher, que garantiu o título tanto do Radial como do 4.7. Os torneios aconteceram no Cabanga Iate Clube, na sub-sede de Maria Farinha, Litoral Norte do Estado.

              O Campeonato Pernambucano de Laser Radial teve início no último dia 21 de dezembro, quando Leonardo Almeida saiu na frente com um primeiro, um segundo e um terceiro lugar. No entanto, com as quatro regatas disputadas neste domingo (28), Yuri arrancou o título das mãos do adversário e foi o grande destaque desta edição da competição estadual.

              Yuri garantiu o título antes mesmo de o torneio chegar ao fim, já que venceu as três primeiras regatas deste domingo. Vale lembrar que o regulamento permite um descarte, justamente o pior resultado do velejador. No entanto, para coroar a boa fase, Yuri venceu a quarta regata do dia e fechou o ano com chave de ouro.

              Antes de entrar na água para a disputa do estadual de Laser Radial, Yuri Reitlher já havia conquistado, no último sábado (27), o bicampeonato do Pernambucano de Laser 4.7 de forma invicta. O atleta do Cabanga Iate Clube de Pernambuco, que na última sexta-feira (26), primeiro dia das disputas do Laser 4.7, havia terminado o dia na primeira colocação com três primeiros lugares nas três regatas disputadas, confirmou o favoritismo e levantou a taça de campeão.

              Nas três últimas regatas do sábado (27), Yuri venceu as duas primeiras e não participou da terceira. Como o regulamento do campeonato previa o descarte do pior resultado, Yuri somou cinco vitórias nas cinco regatas que disputou.

              O destaque do Estadual de Laser 4.7 ficou com a presença de dois novos nomes – Tiago Monteiro e Rodrigo Vilarroel, que ainda disputam regatas na classe Optimist e se preparam para no início de janeiro disputar, no Rio de Janeiro, o Brasileiro da classe inicial da vela.

              Foto: Rafael Chiara/Divulgação

               

              Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

              Náutica Responde

              Faça uma pergunta para a Náutica

                Relacionadas

                Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                7 aplicativos náuticos úteis para quem pretende fazer longas travessias

                Vai fazer uma viagem longa de barco e está com dúvidas sobre o que pode ajudá-lo na navegação? Hoje, além dos eletrônicos que se tornaram indispensáveis para quem quer segurança e praticidade no mar, existem inúmeros aplicativos que podem agregar ainda mais. “Desde que decidi fazer uma volta ao mundo no Veleiro-Escritório Matajusi, considerei os melhores e mais importantes aplicativos para usar no notebook de bordo”, relata Silvio Ramos, executivo de uma multinacional, apaixonado pelo mar, que fez a volta ao mundo em seu veleiro. Ele fala sobre os aplicativos mais usados que podem ajudá-lo:

                AirMail – Considerado um dos mais importantes aplicativos de bordo, o AirMail permite comunicação via e-mail entre qualquer conta do barco e fora dele, incluindo pedido dos arquivos GRIB de previsão de tempo e notificações automáticas de aviso de tempo tipo TXT (desde que e-mail do barco esteja registrado para receber). Pode ser usado para gerenciar múltiplos e-mails e funciona em conexão com rádio SSB, por meio de conexão feita pelo modem Pactor III USB.

                OpenCPNA – De fácil utilização, este aplicativo possibilita a troca de informações referentes às rotas utilizadas e trilhas já traçadas por outros barcos, e também suporta formatos de cartas mais populares como as BSB e CMAP. O OpenCPN tem, ainda, aplicativos internos que permitem a visualização dos GRIB files (arquivos de tempo) sincronizados com a carta náutica eletrônica em uso, o Google Earth em paralelo à carta náutica em uso, e a visualização dos instrumentos de bordo, desde que integrados ao sistema.

                Raytech Navigator – Permite a visualização das cartas fechadas em Navionics em barcos que usam o sistema RayMarine. Por meio de um leitor de cartão de vários formatos, autorizado a acessar essas cartas, o navegante pode se preparar e conferir rotas ou trilhas já percorridas que podem ser transferidas para o RayMarine de bordo para uso na navegação. Ele pode ser integrado com o sistema de bordo e comandado pelo notebook.

                Visual Passage Planner – Permitindo o estudo de rotas de travessias de qualquer tamanho, este aplicativo leva em conta as estatísticas de ventos, correntes, condições de mar e tempo dos últimos 50 a 100 anos. Tais informações são guardadas em um banco de dados usado pelo aplicativo para tomar decisões de rota e ainda dá a opção de separar as rotas longas por períodos, permitindo a criação automática de WayPoints, que podem ajudar na precisão da rota sugerida.

                WXTide32 – O WXTide32 se baseia na hora do sistema usado no notebook de bordo para calcular a altura e variação da maré na área onde o barco se encontra, permitindo o cálculo da maré em qualquer lugar do mundo. É muito útil para que situações inesperadas não aconteçam.

                GPSInfo – Um utilitário interessante para analisar os dados recebidos pelo GPS integrado ao notebook de bordo através de uma antena GPS específica.

                AIS ativo – Esses equipamentos melhoram – e muito! – a segurança do barco e tripulação no tocante a outras embarcações, pois muitas delas não conseguem distinguir embarcações pequenas em seus radares. Cada AIS tem seu próprio aplicativo, com funções de leituras e conferencias dos dados recebidos. Uma função em especial é a capacidade de deixar seu aparelho em modo BlackOut, sem irradiar posição, rumo e velocidade. Isto é muito importante ao navegar em rotas com suspeita da existência de piratas, que usam estas informações de embarcações próximas para preparar interceptação e ataque.

                Fotos:

                 

                Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                Náutica Responde

                Faça uma pergunta para a Náutica

                  Relacionadas

                  Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                  Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                  Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                  Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                  Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                  Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                  Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                  Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                  Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                  Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                  Tentativa

                  Por: Redação -
                  27/12/2014

                  A Ferretti Group Brasil, divisão brasileira da italiana Ferretti, marca de grande prestígio em todos os mares do mundo, entrou com um pedido de recuperação judicial, a antiga concordata. A informação é do portal de notícias UOL que divulgou a informação nesta semana. Marcio Christiansen, diretor executivo do estaleiro que tem sede em São Paulo, enviou uma nota ao portal em que confirma a informação e declara que o objetivo é salvar e organizar a empresa. Christiansen classificou o pedido de recuperação judicial como uma atitude corajosa da empresa.

                  Ainda segundo a UOL, o estaleiro tem uma dívida estimada em R$ 48 milhões e já demitiu, nos últimos dois anos, cerca de 450 funcionários. O plano de pagamento da dívida deve ser apresentado nos primeiros meses de 2015.

                  Foto: FerrettiGroup Brasil

                   

                  Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                   

                  Náutica Responde

                  Faça uma pergunta para a Náutica

                    Relacionadas

                    Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                    Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                    Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                    Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                    Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                    Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                    Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                    Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                    Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                    Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                    Herói da resistência

                    Por: Redação -

                    Guardião de um tesouro náutico, o pescador artesanal Edilson Miguel da Silva, de 61 anos, é o único que ainda detém a técnica da construção de uma embarcação tradicional do Nordeste brasileiro: a jangada de raiz, embarcação feita a partir da raiz da timbaúba, árvore típica do semiárido cearense, que há muito deixou de ser usada pelos profissionais da pesca marítima artesanal. Durante 35 anos, seu Bichinho, como Edilson é chamado carinhosamente pelos amigos, construiu e usou esse tipo de jangada, conhecida popularmente como paquete, e, que não cabem mais de duas pessoas. Primitiva, ela passou a ser substituída pelos jangadeiros por embarcações mais “modernas”, feitas de uma camada de isopor coberta por duas placas de madeira compensada, sobre as quais um fino mastro sustenta uma vela triangular.

                    Como um herói da resistência, seu Bichinho foi o único que continuou navegando com a jangada com a qual aprendeu a pescar e sustentou sua família ao longo de três décadas e meia em Barrinha de Baixo, município de Acaraú, no Ceará, bem perto de Jericoacoara. A história de seu Bichinho virou até filme e essa história completa esta na edição de NÁUTICA de dezembro que está nas bancas de todo o país.

                    Foto: Niven Franci

                     

                    Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                    Náutica Responde

                    Faça uma pergunta para a Náutica

                      Relacionadas

                      Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                      Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                      Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                      Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                      Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                      Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                      Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                      Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                      Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                      Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                      Finais

                      Por: Redação -

                      Este final de semana promete ser de fortes emoções para os participantes do Campeonato Pernambucano de Laser (Radial e 4.7). Neste sábado (27) e domingo (28), os velejadores entrarão nas águas da praia de Maria Farinha, litoral norte de Pernambuco, para definir os campeões estaduais das duas categorias.

                      Neste sábado (27), serão disputadas as últimas regatas da classe Laser 4.7. Os velejadores terão pela frente mais quatro regatas, de um total de sete regatas. Vale lembrar que uma delas será descartada ao término da contagem.

                      Nesta sexta-feira (26), primeiro dia das disputas do Laser 4.7, quem levou a melhor foi Yuri Reitlher, que terminou o dia na primeira colocação com três primeiros lugares nas três regatas disputadas, totalizando três pontos. Ele foi seguido por Vitor, segundo colocado com sete pontos e Rodrigo, que terminou em terceiro com oito pontos.

                      A classe Laser Radial, que teve início no último domingo (21), terá suas regatas disputadas no próximo domingo (28). Na reta inicial, o velejador Leonardo Almeida levou a melhor e agora é o líder da tabela. Ele, portanto, é o grande favorito para receber o título de campeão neste domingo (28). Atual campeão da classe, Daniel Dantas é o segundo colocado na classificação, seguido por Yuri Reithler, terceiro colocado.

                      Foto: Rafael Chiara/Divulgação

                       

                      Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                       

                      Náutica Responde

                      Faça uma pergunta para a Náutica

                        Relacionadas

                        Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                        Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                        Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                        Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                        Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                        Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                        Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                        Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                        Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                        Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                        Lugar ao sol

                        26/12/2014

                        Entre os mitos que proliferam no Brasil desde que os consumidores passaram a aprimorar o gosto por vinhos de qualidade, e os importados passaram a bater recordes de venda, o mais comum é a afirmação de que a bebida feita com uvas combina apenas com o inverno — embora costumem consumir nessa época, como manda a tradição, muito champanhe, espumantes e brancos de maior corpo, bebidas que costumam ser servidas geladas. “Saborear vinho tinto no verão não é pecado, especialmente quando se está a bordo de um barco, naquele clima de descontração”, defende o consultor de vinhos da importadora Porto a Porto, Flávio Bin. Existem bons vinhos rosés e até alguns tintos que vão muito bem também no calor e harmonizam maravilhosamente com pratos servidos na estação mais quente do ano. “Onde o vinho não é apreciado não é o frio que falta, é a cultura”, completa. Veja as dicas do especialista.

                        Tintos – A bebida consumida por milhões de pessoas todos os dias harmoniza maravilhosamente com alguns peixes grelhados, de sabor mais acentuado, como o salmão. O segredo é a escolha de vinhos com taninos mais leves delicados, de teor alcoólico reduzido, produzidos com a uva pinot noir, como o argentino Nieto Senetiner, de Mendoza, e o francês Chauvot-Labaume, da Borgonha, para ficar apenas em dois exemplos de tintos apropriados para ser bebidos resfriados, numa temperatura um pouco abaixo da normal (em torno de 13° a 16°).

                        Rosés – Outro que reclama o seu lugar ao sol é o vinho rosé. Em alta no Brasil, este tipo de bebida sempre teve prestígio na Europa. “É um vinho interessante porque reúne um pouco do tanino dos tintos e a acidez dos brancos. Pode acompanhar peixes, crustáceos, uma paella espanhola e, às vezes, até uma carne mal passada”, explica Flávio. Uma boa pedida é o francês Le Rosé de Floridene, de Bordeaux.

                        Brancos – Tradicionalmente associados ao verão, têm como opção interessante o famoso vinho verde português, produzido com a uva Alvarinho, que resulta em um branco mais encorpado. “É um curinga para se ter no barco. Vai bem com peixes e frutos do mar de maneira geral e até com peixes mais gordurosos, como o bacalhau”, defende Flávio. Mas também pode ser apreciado sem acompanhamento algum, porque é super-refrescante. Boas marcas? Varanda do Conde e Portal do Fidalgo. Já para harmonizar com ostras, a pedida é ter a bordo algumas garrafas de Chablis, o famoso vinho branco da Borgonha.

                        Champanhes e espumantes – A bebida borbulhante vai muito bem com ostras e caviar, além de peixes e frutos do mar em geral. “O caviar forma um par perfeito com os vinhos espumantes em geral, mas em especial com champanhes mais encorpados e complexos, de safras mais antigas, como o Deutz, por exemplo, que se caracteriza pela boa acidez e pelo excelente frescor”, ensina Flavio. “Já as ostras vão bem tanto com espumantes mais leves, como o espanhol Cava Don Román Brut, quanto como com os mais encorpados, como o português 3B Rose Brut, da vinícola Filipa Pato, excelente também para acompanhar peixes, frutos do mar e até carne de leitão assada — este, um clássico em Portugal.

                         

                        Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                        Náutica Responde

                        Faça uma pergunta para a Náutica

                          Relacionadas

                          Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                          Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                          Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                          Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                          Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                          Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                          Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                          Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                          Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                          Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                          Paulistas

                          Por: Redação -

                          Os velejadores Eric Belda e Rodrigo Dabus fizeram a experiência que possuem na classe 420 prevalecer e venceram o Campeonato Sul-americano de forma dramática, apenas na última das nove regatas, na última segunda-feira (22) em Porto Alegre. Após um descarte, Eric e Rodrigo somaram 23 pontos perdidos, contra 26 dos vice-campeões Daniel Lombardi e Gabriel Siqueira, de Niterói. André Fiuza e Stephan Kunath, também do Audi YCSA Sailing Team, terminaram em terceiro lugar, com 28 pontos.

                          “Na primeira regata do dia decisivo, conseguimos abrir uma boa diferença, mas fomos para a última prova com apenas um ponto de vantagem. Eles ainda vão ter de suar muito para ganhar da gente”, brincou Eric, enquanto falava ao lado do rival e amigo de clube, André Fiuza. O Veleiros do Sul (VDS), à margem do Rio Guaíba, recebeu durante a semana 20 tripulações entre brasileiros, argentinos e chilenos.

                          Eric e Rodrigo têm, como próxima meta, o Brasileiro de 420, a partir de 18 de janeiro em Ilhabela (SP). “Agora é comemorar o título e retornar à água no próximo dia 5 para iniciarmos os treinos em Ilhabela. Foi muito gostoso competir em Porto Alegre. Água quente, ventos rondados. Um campeonato bastante interessante e disputado”, resumiu Eric.

                          Eric Belda e Rodrigo Dabus participaram em outubro da Semana de Vela de Buenos Aires. Ficaram em quarto e competirão novamente contra adversários argentinos e chilenos que enfrentaram no Rio da Prata. A dupla foi campeã paulista e brasileira júnior neste ano, venceu as Taças Almirante Tamandaré e Flotilha da Garoa e se classificou entre os finalistas no Mundial de 420, em Travemunde, na Alemanha.

                          O Audi YCSA Sailing Team competiu com sete tripulações no Veleiros do Sul. Olívia Belda (irmã de Eric) e Marina Arndt, da categoria júnior, ficaram em nono na classificação geral, mas em segundo entre as duplas femininas, atrás apenas das irmãs argentinas, Clara e Sofia Videla.

                          “Tivemos apenas surpresas agradáveis no campeonato. Os resultados mostraram que a equipe está evoluindo e que são proporcionais à dedicação aos treinos”, analisou Bernardo Arndt, o Baby, responsável pela delegação do YCSA no Sul-americano. “Eric e Rodrigo estão um degrau acima, mas André e Stephan foram muito rápidos. São promissores, assim como Marco Peek e Marina Bomeisel”. Victor Gil e Marcelo Peek terminaram em décimo no geral.

                          Foto: Ricardo Pedebos/VDS

                           

                          Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                          Náutica Responde

                          Faça uma pergunta para a Náutica

                            Relacionadas

                            Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                            Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                            Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                            Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                            Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                            Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                            Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                            Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                            Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                            Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                            5 regras para escolher um bom colete salva-vidas

                            23/12/2014

                            Todo mundo que é do mar, ou que já teve o mínimo contato com ele, sabe da importância dos coletes salva-vidas. Como o próprio nome já diz, eles têm a nobre função de salvar vidas! Seja em piscinas, lagos, represas, beira-mar ou embarcado, é indispensável a utilização deste item. Mas, como saber qual é o colete mais indicado para cada pessoa e cada situação? A empresária Marta Lara, uma das proprietárias da Ativa Náutica, no mercado há 16 anos, esclarece algumas dúvidas sobre o tema.

                            1- Qual colete comprar para minha embarcação?

                            A primeira indicação é acessar o site www.marinha.mil.br e procurar qual a Capitania da Marinha do Brasil responsável pela região em que pretende navegar. Só eles poderão informar corretamente quais equipamentos serão exigidos em caso de vistoria ou fiscalização.

                            2- Vai navegar em que área?

                            Existem coletes específicos para cada área de navegação e situação de uso. Por meio das “Normas da Autoridade Marítima para Homologação de Material”, NORMAM 05, a Marinha do Brasil reconhece cinco classes ou áreas de navegação:

                            Coletes Salva-Vidas Classe I: Para navegação oceânica, águas brasileiras ou internacionais. Indicado para travessias transatlânticas e plataformas de petróleo. Itens de segurança obrigatórios: gola, refletivos, luz sinalizadora, alça para resgate (Lifting – loop), cabo liga-náufrago e apito.

                            Coletes Salva-Vidas Classe II: Para navegação em mar aberto, águas brasileiras até aproximadamente 200 milhas da costa. Indicado para qualquer atividade em mares da costa do Brasil. Nesta classe, existem dois modelos disponíveis no mercado. O modelo “canga”, aquele quadradinho laranja tradicional, e o modelo “jaleco”, que tem a mesma flutuabilidade e desempenho que o primeiro, porém, é mais confortável porque pode ser vestido como uma jaqueta. Itens de segurança obrigatórios nos dois modelos: gola, refletivos e apito.

                            Coletes Salva-Vidas Classe III: Para navegação em águas abrigadas e calmas. Indicado para qualquer atividade em rios, lagos e represas. Nesta classe, também existem dois modelos disponíveis no mercado, porém, sem refletivos e de menor flutuabilidade que os Coletes Classe II. Não podem ser utilizados em mar aberto.  Itens de segurança obrigatórios: gola e apito.

                            Coletes Salva-Vidas Classe IV: São indicados para situações de trabalho. Fabricados para uso por longos períodos em trabalhos realizados próximos à borda de embarcações ou situações de risco de queda na água. Utilizado em construções de pontes, conserto de barcos, etc. Itens de segurança obrigatórios variam de acordo com a situação de trabalho a que o usuário será submetido.

                            Coletes Salva-Vidas Classe V: São indicados para atividades esportivas de alta velocidade como: jet-ski, banana-boat, esqui aquático, windsurf, stand-up paddle, pesca esportiva e pequenos veleiros. Itens de segurança obrigatórios variam de acordo com a atividade. Em águas brasileiras, permite homologar embarcações de até 5m para mar aberto (no lugar do colete Classe II) e de até 24m para embarcações em águas abrigadas (no lugar do colete Classe III).

                            Auxiliares de Flutuação: Não podem ser chamados de coletes salva-vidas. São equipamentos de menor flutuabilidade que deverão ser utilizado apenas por nadadores. Não são homologados pela Marinha do Brasil e são indicados apenas para recreação em piscina.

                            3- Agora já sabe qual classe escolher. Mas, como achar o melhor modelo?

                            Tamanho: As largas faixas de peso estipuladas para cada tamanho são determinadas pelo Departamento de Engenharia da Marinha do Brasil e devem ser seguidas à risca para a certificação do produto. Os valores estipulados foram baseados na lógica de que seu corpo já flutua por si só, o colete irá apenas somar à sua flutuação. Encontre o seu peso, especificado na parte interna dos coletes. Exemplo: Para pessoas de 60, 89 ou 108Kg será o colete tamanho G – que serve de 55 a 110 Kg. Os coletes salva-vidas são testados em pessoas de até 150Kg. O limite máximo de um colete é o diâmetro do cinto com os fechos engatados. Ajustou, fechou, flutuou!

                            Ajuste: Para achar o modelo ideal, o melhor a fazer é vesti-lo. Os ajustes das fitas são fundamentais para que o colete não fique incômodo ou saia do corpo no caso de queda brusca. Uma dica importante é vestir, fechar e ajustar as fitas; sente em uma cadeira para ver se a altura do colete é confortável (se não pega na coxa). Agora, peça para alguém puxar os ombros do colete para cima – o colete deve estar ajustado de tal forma, que os ombros quando puxados, não passem da altura das orelhas! Isso indica, que quando você cair na água, o colete não irá subir demais.

                            4- Certificação (ou Homologação) da Marinha do Brasil

                            Ao adquirir um colete, exija o Certificado de Homologação. É a sua garantia que este produto passou por inúmeros testes de resistência e desempenho, exigidos pela Marinha do Brasil. Todos os fabricantes de equipamentos de salvatagem são obrigados a fornecer uma cópia do certificado atualizado. Também é possível conferir pelo site da Marinha do Brasil www.dpc.mar.mil.br

                            5- Prazo de validade

                            Equipamentos de salvatagem não possuem prazos de validade previstos por lei. Está escrito na NORMAN 05 que cabe ao usuário do colete tomar os cuidados necessários para aumentar a vida útil do mesmo, podendo a Marinha exigir a troca imediata no caso de peças muito antigas ou mal conservadas.

                            No caso dos equipamentos náuticos, o orgão responsável é a Marinha do Brasil. Somente o DPC (Diretoria de Portos e Costas) pode conceder o Certificado de Homologação que garante os requisitos de segurança e qualidade necessários para uma navegação segura. Não existe certificação INMETRO ou CA para colete salva-vidas.

                            Fotos: Divulgação

                             

                            Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                             

                            Náutica Responde

                            Faça uma pergunta para a Náutica

                              Relacionadas

                              Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                              Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                              Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                              Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                              Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                              Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                              Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                              Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                              Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                              Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                              Expansão

                              Por: Redação -

                              A Intermarine encerra o ano de 2014 em ritmo acelerado. Na terceira semana de dezembro foram entregues os seis últimos barcos do mês para seus proprietários, que poderão desfrutar do verão a bordo de uma Intermarine. Além disso, a partir do modelo Intermarine 60, as embarcações entregues contam com um avançado sistema de estabilização por aletas que impede o balanço tanto ancorado como em cruzeiro ou até mesmo em alta velocidade, proporcionando um conforto incomparável. A Intermarine detém exclusividade desse sistema no Brasil.

                              “Ao optar por uma Intermarine, o cliente sabe que está comprando um produto de excelência, construído como uma joia, de uma marca de tradição. Temos uma estrutura realmente completa que nos permite atender plenamente o proprietário. E levamos a sério o compromisso com os nossos clientes, desde a negociação, passando pela entrega até o pós-venda, por isso o respeito que conquistamos no mercado”, diz Roberta Ramalho, presidente do estaleiro.

                              Para atender a demanda de 2015, o estaleiro está ainda contratando colaboradores em todos os seus departamentos, desde a produção até os departamentos administrativos.

                              Foto: Divulgação

                               

                              Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                              Náutica Responde

                              Faça uma pergunta para a Náutica

                                Relacionadas

                                Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                                Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                                Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                                Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                Rio-2016

                                Por: Redação -

                                A Confederação Brasileira de Vela (CBVela) anunciou neste sábado durante a Copa Brasil de Vela, em Niterói, os primeiros nomes escalados para as Olimpíadas do Rio 2016. São eles: Jorginho Zarif, da classe Finn, Ricardo ‘Bimba’ Winicki, e Patricia Freitas, da RS:X, e Martine Grael e Kahena Kunze, da 49er FX.

                                “Foi um alivio receber a confirmação. Agora o objetivo é chegar nos Jogos com chance de brigar pela medalha”, disse Martine, que, assim como Kahena, fará sua estreia em Jogos Olímpicos.

                                Já Bimba disputará as Olimpíadas pela quinta vez. “Estou muito feliz com o ano, estive sempre em segundo no ranking, bem perto do primeiro. A indicação para os Jogos um ano e oito meses antes é um peso a menos nas costas. Assim posso velejar tranquilo e fazer um trabalho melhor”, disse Bimba.

                                Jorginho, um dos mais novos da Equipe Brasileira de Vela com 22 anos, vai para a segunda Olimpíada. Patrícia, aos 24, vai para a terceira.

                                “Este foi um ano muito bom para a vela, com o título mundial da Martine e da Kahena e com o bom desempenho da equipe brasileira no Evento Teste e nas duas edições da Copa Brasil de Vela. Isso mostra que estamos no caminho certo para os Jogos”, disse Marco Aurélio Sá Ribeiro, presidente da CBVela.

                                Foto: Fred Hoffmann/Divulgação

                                 

                                Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                                Náutica Responde

                                Faça uma pergunta para a Náutica

                                  Relacionadas

                                  Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                                  Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                  Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                                  Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                                  Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                  Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                  Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                  Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                  Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                  Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                  Novidade em Angra

                                  Por: Redação -
                                  22/12/2014

                                  A Ação de Angra, iniciativa educacional de NÁUTICA pela preservação das nossas águas traz, todos os anos, o lema “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, com desenhos criados pelo grande cartunista Ziraldo. A Ação distribui kits com uma cartilha de conscientização, brindes e o novo Guia de Angra 2015, com o que há de novo e melhor na região.

                                  Além do incentivo, os turistas poderão, também, conhecer o novíssimo motor de popa Evinrude E-Tec G2. A embarcação que participa da Ação é a primeira do Brasil a receber o motor que também é amigo do meio ambiente. Lançado em junho nos Estados Unidos e em setembro no Brasil, durante o São Paulo Boat Show 2014, o novo E-tec G2, um motor dois tempos com injeção direta, consome cerca 15% menos de combustível graças ao novo bloco V6 de 3,4 litros com cilindros mais eficientes. A primeira unidade brasileira tem 250 hp de potência e está instalada em um Flexboat 760.

                                  A Ação de Angra é uma campanha de conscientização de crianças e adultos sobre a importância da limpeza das águas de mares e rios. A iniciativa de NÁUTICA acontece pelo 17º ano consecutivo e tem o apoio de Faber-Castell, Johnson & Johnson, Volkswagen e Boat Show.

                                  Veja o vídeo sobre a novidade em propulsão de popa que acaba de chegar ao Brasil.

                                   

                                  Foto: Divulgação

                                   

                                  Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                                  Náutica Responde

                                  Faça uma pergunta para a Náutica

                                    Relacionadas

                                    Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                                    Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                    Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                                    Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                                    Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                    Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                    Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                    Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                    Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                    Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                    Não está mais encalhado!

                                    Por: Redação -

                                    O barco Team Vestas Wind, que encalhou em uma remota ilha do Oceano Índico, foi retirado do banco de areia neste domingo (21). O processo de resgate durou três dias e contou com especialistas na área e a ajuda do comandante da equipe dinamarquesa, Chris Nicholson. O veleiro estava preso desde o dia 29 de novembro, data do incidente que tirou o Vestas Wind da segunda perna da Volvo Ocean Race. Agora, o próximo objetivo é juntar os cascos e ver se o barco pode ser reformado.

                                    “A recuperação foi possível graças a um planejamento meticuloso, com vários cenários analisados e detalhados. O plano foi resgatar o mais intacto possível”, disse o chefe de operações da Volvo Ocean Race, Tom Touber.

                                    Após ser cuidadosamente retirado do banco de areia, o barco foi içado em um navio cargueiro da Maersk Line. O gerente do Team Vestas Wind, Neil Cox, e o comandante do barco, Chris Nicholson, supervisionaram todo o processo.

                                    “Estamos aliviados em saber que a operação de levantar o barco foi um sucesso. Também graças ao grande trabalho em equipe envolvendo Maersk, a nossa equipe, a Volvo Ocean Race e as pessoas locais”, disse Morten Albæk, coordenador a campanha dinamarquesa na Volta ao Mundo. “Queríamos preservar as questões ambientais, primeiramente. A missão foi cumprida”.

                                    No início de 2015, o Team Vestas Wind vai anunciar quais serão os caminhos tomados pela equipe no decorrer da Volvo Ocean Race. O barco será transportado das Ilhas Maurício, local do acidente, até a Malásia, antes de seguir viagem para a Europa, mais precisamente para a Itália, onde deverá ser reconstruído.

                                    Foto: Divulgação

                                     

                                    Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                                    Náutica Responde

                                    Faça uma pergunta para a Náutica

                                      Relacionadas

                                      Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                                      Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                      Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                                      Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                                      Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                      Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                      Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                      Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                      Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                      Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                      Aplicativo

                                      Por: Redação -

                                      Santa Catarina ganha o primeiro aplicativo (APP) totalmente voltado à promoção e apoio à comercialização de produtos de mergulho no litoral. Quem fizer o download terá acesso a uma lista de escolas, empresas e pontos de mergulho no estado. A ferramenta também possibilita a troca de informações entre os usuários.

                                      A iniciativa é do Grupo de Trabalho de Turismo Náutico da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, e foi viabilizada por meio do Sebrae/SC e da Associação Náutica Catarinense para o Brasil (Acatmar). Participam as prefeituras de Florianópolis, Porto Belo, São Francisco do Sul, Itajaí e Bombinhas.

                                      “É uma ação que se enquadra na construção dos avanços necessários ao desenvolvimento do turismo que desejamos para Santa Catarina”, afirma o secretário estadual de Turismo, Cultura e Esporte, Filipe Mello.

                                      Conforme o presidente da Associação Náutica Catarinense para o Brasil (Acatmar), Leandro ‘Mané’ Ferrari, a elaboração do aplicativo é a primeira de uma série de ações para divulgar os atrativos náuticos do estado. “A iniciativa faz parte do nosso planejamento 2014-2018 e está sendo operacionalizada como fruto da cooperação entre poder público e iniciativa privada para o desenvolvimento do turismo náutico”, destaca.

                                      “A criação do aplicativo está vinculada às ações de promoção do Mar Catarina – produto estratégico de divulgação dos atrativos relacionados ao turismo náutico no estado”, complementa o coordenador executivo do Grupo de Trabalho de Turismo Náutico da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Álvaro Ornelas.

                                      Para o coordenador regional do Sebrae, Wilson Sanches, o aplicativo é uma importante ferramenta de informação ao mergulhador. “Vai facilitar a vida de quem já pratica o mergulho, bem como a dos turistas que chegam ao estado e querem saber quais os melhores locais”, destaca.

                                      O download do aplicativo pode ser feito pelo link marcatarina.com.br. Já está disponível para o sistema Android, e no iOS deve entrar em operação em duas semanas.

                                      Foto: Fabrício Floripa Silva/Divulgação

                                       

                                      Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                                      Náutica Responde

                                      Faça uma pergunta para a Náutica

                                        Relacionadas

                                        Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                                        Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                        Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                                        Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                                        Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                        Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                        Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                        Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                        Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                        Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                        Copa Brasil de Vela

                                        Por: Redação -

                                        Terminou neste sábado na praia de São Francisco, em Niterói, a segunda edição da Copa Brasil de Vela. Mais de 160 velejadores, de mais de 20 países estiveram presentes nos sete dias de evento. Com a disputa das medal races (ou regatas da medalha) bem pertinho do público, foram definidos os campeões das dez classes que estarão nos Jogos do Rio 2016.

                                        As primeiras classes a irem para a água foram a 49er e a 49er FX. Como o vento demorou a entrar, as largadas foram dadas com mais de 2h de atraso. Na raia mais próxima da praia, as meninas fizeram a torcida sofrer com o vento rondado e ainda bastante fraco. No final, as holandesas Annemiek Bekkering e Annette Duelz venceram a regata e ficaram com o título da competição. Martine Grael e Kahena Kunze foram segundas na regata e ficaram com a medalha de prata. Entre os homens, o título ficou com Marco Grael e Gabriel Borges, que também venceram a regata da medalha.

                                        As classes seguintes foram a RS:X masculina e Nacra 17, que não teve nenhum representante brasileiro. Entre as pranchas, Ricardo ‘Bimba’ Winicki foi quinto colocado na regata que tem peso dois, e fechou a sua participação na Copa Brasil em quarto. O vencedor foi o inglês Nick Dempsey, prata em Londres 2012.

                                        Na classe Nacra, nenhum representante brasileiro. O título ficou com os franceses campeões mundiais Billy Bresson e Marie Riou.

                                        Assim que as regatas acabaram, o vento baixou novamente e os velejadores tiveram que esperar mais um pouco antes da largada das classes RS:X feminina e Finn. A raia mais próxima da praia permaneceu no mesmo local, porém a outra teve que ser mudada mais para perto do morro do Morcego por conta de uma rondada no vento.

                                        Entre as meninas, Patricia Freitas garantiu a medalha de prata ao terminar em quinto na medal race. A campeã foi a inglesa Bryony Shaw.

                                        Entre os homens, o inglês Giles Scott já tinha garantido o ouro nesta sexta-feira, mas ainda assim quis velejar no sábado e venceu também a regata da medalha. “O vento não estava muito bom, mas fiquei feliz de conseguir vencer a medal race. Vencer as duas edições da Copa Brasil e o Evento teste, em agosto, com certeza me deixou mais confiante para as Olimpíadas”, disse o campeão mundial.

                                        Nas duas regatas seguintes, mais uma vez com vento fraco, veio a primeira medalha de ouro do Brasil. As gaúchas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan confirmaram o bom desempenho durante a semana e ganharam também a medal race. “Foi um campeonato bem difícil, com condições diferentes, com raias bem particulares dentro e fora da baía. Conseguimos manter uma boa média durante a semana e acho que isso nos levou a ganhar o campeonato. Foi um presente do papai Noel, para encerrar o ano. Ainda mais por ter sido na raia olímpica, então é um ótimo sinal”, disse Ana.

                                        Entre os homens do 470, os vencedores foram os campeões mundiais Mathew Belcher e Will Ryan. A dupla, que venceu também o Evento Teste, volta confiante para casa. “Foi um dia complicado, voltamos da água quase às 17h, quando deveríamos ter ido para a água às 13h. O vento estava bastante rondado e fomos segundos na medal race, mas fizemos o que tínhamos que fazer para vencer. Treino nunca é demais, apesar de velejarmos bem relaxados aqui, mas a ideia é nos acostumar o máximo possível com a raia do Rio de Janeiro”, disse Belcher.

                                        A última classe a ir para a água foi a Laser. No masculino, Scheidt provou por que é uma lenda viva e, ao cruzar a linha de chegada na terceira colocação, garantiu mais um título na carreira. “Foi uma regata muito complicada, não larguei muito bem e na penúltima perna tive que tomar uma decisão difícil, que acabou dando certo e consegui passar o holandês Rutger Van Schaardenburg, que estava na briga pelo título. Estou aliviado agora. Este ano foi bem duro pra mim, não tive resultados excepcionais e ganhar aqui na raia olímpica é sempre uma afirmação que estou no caminho certo”, disse Scheidt.

                                        Já as meninas foram as que mais sofreram com o vento rondado e fraco. No final, o título ficou com a belga Evi Van Acker.

                                        Foto: Fred Hoffmann/Divulgação

                                         

                                        Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                                        Náutica Responde

                                        Faça uma pergunta para a Náutica

                                          Relacionadas

                                          Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                                          Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                          Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                                          Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                                          Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                          Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                          Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                          Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                          Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                          Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                          O verão chegou

                                          Por: Redação -
                                          21/12/2014

                                          Assim como o verão, o Guia de Angra 2015 já chegou em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. E a primeira angrense a receber seu exemplar foi a prefeita Maria da Conceição Caldas Rabha. O Guia Náutica Angra dos Reis 2015 traz, mais uma vez, não só o que há de novo, mas também, o melhor de toda a região. A prefeita aproveitou o encontro com Ernani Paciornik, presidente do Grupo 1 Editora e da Boat Show Eventos, para elogiar a reportagem da edição de aniversário de NÁUTICA, que completou 27 anos. Na edição comemorativa, Angra dos Reis, a capital náutica do verão brasileiro, foi tema da reportagem de capa.

                                          A edição de aniversário de NÁUTICA está nas bancas de todo o Brasil.

                                           

                                          Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                                          Náutica Responde

                                          Faça uma pergunta para a Náutica

                                            Relacionadas

                                            Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                                            Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                            Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                                            Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                                            Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                            Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                            Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                            Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                            Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                            Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                            Copa Brasil de Vela

                                            Por: Redação -
                                            20/12/2014

                                            Terminou nesta sexta-feira a fase classificatória da Copa Brasil de Vela. O evento, que reúne mais de 160 velejadores de mais de 20 países, terá hoje (sábado) a disputa das regatas da medalha, que terão pontuação dobrada e serão realizadas dentro da enseada de São Francisco, em Niterói, pertinho do público. As dez classes estarão na água a partir das 13h. Participarão os dez primeiros nas classes que têm mais de dez inscritos, e os cinco primeiros nas classes com até nove inscritos. O Brasil tem chance de medalha em seis classes, com a disputa mais acirrada na Laser, entre Robert Scheidt e Bruno Fontes.

                                            Assim como na quinta-feira, o vento estava fraco nas raias de fora da baía de Guanabara, como explica o australiano Wil Ryan, campeão mundial e líder da competição na classe 470: “Tinha pouco vento lá fora, muito rondado e bem difícil, com bastante corrente, uma condição que ainda não tivemos aqui no Rio. Estamos felizes, pois estamos aqui pra aprender a velejar na raia olímpica”.

                                            Quem também está muito feliz é a gaúcha Fernanda Oliveira. No dia do seu aniversário ela assumiu a primeira colocação na classe 470 e passa para a medal race como favorita ao título da Copa Brasil de Vela, que também é válida como Campeonato Brasileiro da classe.

                                            “Foi um dia bem difícil e a diferença de pressão era muito grande, então às vezes tinha barco que vinha com mais vento e outro não. Tivemos que ter muita paciência. Estivemos bem em alguns momentos e em outros não, mas o saldo é positivo. Estamos brigando pelo grupo da frente, que é o nosso objetivo e estamos bem felizes com a semana. Na medal race queremos velejar o melhor possível, sem marcar ninguém. O foco é em nós mesmas, já que estão todas as duplas muito próximas na pontuação”, diz ela.

                                            A outra dupla feminina brasileira, formada por Renata Decnop e Isabel Swan, também se classificou para a medal race, na sétima colocação. O Brasil não terá representante entre os homens.

                                            Na classe RS:X, tanto Ricardo ‘Bimba’ Winicki, quanto Patrícia Freitas garantiram a vaga na final e podem brigar pelo pódio. Bimba está em terceiro e Patrícia em segundo.

                                            Na Finn, Jorginho Zarif caiu uma colocação, mas garantiu a vaga na final. Ele passa em sétimo, com 48 pontos, enquanto o inglês Giles Scott, sucessor da lenda Ben Ainslie, nem precisará correr amanhã, uma vez que abriu 24 pontos do segundo colocado, o holandês Pieter Jan Postma.

                                            Na Laser Standard, a briga pelo ouro é entre dois brasileiros. Scheidt irá para a água neste sábado na primeira colocação, enquanto Bruno Fontes entra em segundo, sete pontos atrás.

                                            “O dia foi bem complicado, com duas regatas na raia do Pão de Açúcar, com vento muito rondado. Não velejei muito bem na primeira regata e fui um pouco melhor na segunda. Felizmente consegui manter uma boa média, ficando entre os cinco primeiros. A pontuação está bem apertada com o Bruno Fontes e com o holandês Rutger Van Schaardenburg, então a ideia é fazer uma boa regata e ficar de olho neles”, disse Scheidt.

                                            “A primeira regata foi uma das mais disputadas da minha vida, com seis barcos disputando o tempo inteiro. Na segunda acabei não indo tão bem, então para a medal race está tudo ainda muito em aberto. A ideia é velejar e ser feliz”, disse Fontes.

                                            Na Laser Radial, o Brasil terá duas representantes. Fernanda Decnop se classificou em nono, enquanto Tina Boabaid foi décima. “O dia foi bastante duro, com o vento bastante rondado na raia do Pão de Açúcar. Consegui me classificar para a medal race entre as melhores velejadoras do mundo, algo que me deixa muito orgulhosa e me faz pensar que é possível conquistar uma medalha olímpica em 2016”, disse Fernanda. A líder é a sueca Josefin Olsson, seguida um ponto atrás pela belga Evi Van Acker.

                                            Entre as meninas do 49er FX, Martine Graele e Kahena Kunze fecharam o dia na segunda colocação, com as holandesas Annemiek Bekkering e Annete Duelz em primeiro. Na 49er, que tem a menor flotilha, com apenas 3 barcos brasileiros, a dupla Marco Grael e Gabriel Borges fechou o dia na primeira colocação, com 4 pontos de vantagem sobre Dante Bianchi e Thomas Low Beer.

                                            A Nacra 17 não terá nenhum brasileiro. Os líderes são os italianos Vittorio Bissaro e Silvia Sicouri.

                                            Foto: Fred Hoffmann/Divulgação

                                             

                                            Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                                             

                                            Náutica Responde

                                            Faça uma pergunta para a Náutica

                                              Relacionadas

                                              Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                                              Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                              Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                                              Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                                              Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                              Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                              Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                              Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                              Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                              Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                              Brasileiro de 470

                                              Por: Redação -

                                              Terminou nesta sexta-feira (19) a fase classificatória da Copa Brasil de Vela e embora não tenham se classificado para a medal race, duas duplas do Veleiros do Sul estão confirmadas na Equipe Brasileira de Vela Olímpica de 2015 com apoio da Confederação Brasileira de Vela: Geison Mendes e Gustavo Thiesen na classe 470 masculino e Samuel Albrecht e Geórgia Silva na classe Nacra 17. Ainda com o resultado, a dupla Geison Mendes e Gustavo Thiesen (Banrisul/Corsan) conquistou o bicampeonato da 470, já que o campeonato também validaria a disputa nacional para a classe.

                                              O vento esteve fraco nas raias de fora da baía de Guanabara e não ajudou classes como a 470 onde Geison Mendes e Gustavo Thiesen do Veleiros do Sul não entraram na medal race por dois pontos, terminando a disputa em 11º. Os cariocas Henrique Haddad e Bruno Bethlen ficaram em 12º.  No 470 feminino, as gaúchas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan assumiram a primeira colocação e passam para a medal race como favoritas ao título da Copa Brasil de Vela.

                                              Na Nacra 17, Samuel Albrecht e Geórgia Silva (Wind Brasil) também chegaram perto da medal race, terminando em 12º lugar como os brasileiros melhores colocados na classe. Já Marcos Pinto Ribeiro e Valéria Fabiano encerraram a competição em 20º lugar. Na Laser Masculino, Antônio Cavalcanti Rosa terminou a competição em 23º. Confira os resultados finais da fase classificatória.

                                              Hoje acontece a disputa das medal races na enseada de São Francisco, em Niterói, pertinho do público. Participarão os dez primeiros de cada classe. O Brasil tem chance de medalha em seis classes, com a disputa mais acirrada na Laser, entre Robert Scheidt e Bruno Fontes. O evento está reunindo cerca de 160 velejadores de mais de 20 países.

                                              Foto: Fred Hoffmann/CBVela

                                               

                                              Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                                              Náutica Responde

                                              Faça uma pergunta para a Náutica

                                                Relacionadas

                                                Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                                                Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                                Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                                                Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                                                Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                                Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                                Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                                Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                                Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                                Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                                Princess 30M

                                                Por: Redação -
                                                19/12/2014

                                                A Princess 30M é o novo modelo da linha M Class da Princess Yachts que já tem dois modelos: 40M e 35M. Os desenhos divulgados revelam um iate de linhas modernas e espaços amplos. As janelas panorâmicas também têm grande destaque neste projeto do estaleiro inglês. Outro destaque da embarcação é o flybridge com hard top e teto solar e banheira de hidromassagem.

                                                A Princess 30M já está em produção no estaleiro e deve ficar pronta em 2015.

                                                Foto: Divulgação

                                                 

                                                Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                                                 

                                                Náutica Responde

                                                Faça uma pergunta para a Náutica

                                                  Relacionadas

                                                  Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                                                  Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                                  Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                                                  Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                                                  Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                                  Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                                  Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                                  Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                                  Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                                  Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                                  Nova mudança

                                                  Por: Redação -

                                                  O velejador olímpico Iker Martínez será substituído no comando do Mapfre na terceira etapa da Volvo Ocean Race, entre os Emirados Árabes Unidos e a China. O motivo é mais do que especial: o atleta quer manter as chances de disputar os Jogos Olímpicos de 2016 do Rio de Janeiro na classe Nacra 17. O espanhol Rafa Trujillo entra no lugar dele. “Tenho confiança na minha equipe e tenho certeza de que a união dos velejadores fará a diferença. Todos passaram pela maioria das funções nas etapas anteriores e acredito que nós vamos continuar em evolução”, disse Iker Martinez.

                                                  O Mapfre segue na quinta colocação da Volvo Ocean Race após um sétimo e um quarto lugares nas etapas iniciais. Na ausência temporária de Iker Martínez, que promete voltar depois das seletivas, Xabi Fernández será o comandante do barco, que também tem o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca como integrante. “Ser o comandante exige mais responsabilidade. Não dá para comparar com as etapas anteriores, pois o Iker estava. Porém, temos um grupo preparado”, disse Xabi Fernández.

                                                  Rafa Trujillo é medalhista olímpico de Finn e treinou os brasileiros Bruno Prada e o campeão mundial de 2013, Jorge Zarif.

                                                  Os velejadores receberam uma folga de natal e voltaram aos seus países antes da regata local de Abu Dhabi, marcada para 2 de janeiro de 2015.

                                                  Foto: Divulgação

                                                   

                                                  Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                                                   

                                                  Náutica Responde

                                                  Faça uma pergunta para a Náutica

                                                    Relacionadas

                                                    Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                                                    Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                                    Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                                                    Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                                                    Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                                    Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                                    Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                                    Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                                    Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                                    Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                                    Disputa

                                                    Por: Redação -

                                                    Robert Scheidt teve mais um dia inspirado na defesa do título da Copa Brasil de Vela. Campeão da edição disputada em janeiro, o velejador venceu a primeira regata desta quinta-feira (18) e terminou em segundo na outra, retomando a liderança do torneio na Laser, com 16 pontos perdidos. A briga continua entre ele e o catarinense Bruno Fontes, vice-líder com 22.

                                                    No terceiro dia de disputas, o vento demorou a entrar, atrasando as regatas da classe Laser, disputadas dentro da Baía de Guanabara. “Foi um dia bem desgastante. Entramos na disputa só às 16 horas. A última regata foi praticamente uma regata noturna”, contou Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star. “Mas velejei de forma bem consistente, sem erros. Consegui prever bem o vento, que esteve fraco e rondado, principalmente na segunda prova.”

                                                    A Copa Brasil vem sendo disputada nas cinco raias dos Jogos do Rio 2016 e a Scheidt corre hoje na raia do Flamengo. “É outra raia complicada, quase embaixo do Pão de Açúcar, também com ventos rondados. Estou na briga com o Bruno e tenho uma boa vantagem sobre os outros adversários, mas não posso cometer erros graves, pelo descarte que já tenho. Preciso ir bem novamente “, apontou Scheidt.

                                                    Classificação após oito regatas e um descarte

                                                    1. Robert Scheidt (BRA) – 16 pontos perdidos (5+3+2+[29]+1+2+1+2)
                                                    2. Bruno Fontes (BRA) – 22 pp (3+1+[11]+1+3+4+3+7)
                                                    3. Rutger Van Schaardenburg (NED) – 29 pp (1+6+6+5+[12]+6+4+1)
                                                    4. Jean Baptiste Bernaz (FRA) – 43 pp ([29]+9+3+9+2+1+13+6)
                                                    5. Elliot Hanson (GBR) – 46 pp (4+4+1+7+10+10+10+[29])
                                                    6. Charlie Buckingham (USA) – 46 pp (6+7+[12]+10+6+5+7+5)
                                                    7. Francesco Marrai (ITA) – 52 pp (8+[13]+7+6+8+3+11+9)
                                                    8. Lorenzo Chiavarini (GBR) – 54 pp (7+8+8+2+[19]+13+6+10)
                                                    9. Christopher Barnard (USA) – 57 pp (11+2+5+4+14+12+9+[15])
                                                    10. Jesper Stalheim (SWE) – 63 pp (14+14+19+[29]+4+7+2+3)

                                                    Foto: Fred Hoffmann/Divulgação

                                                     

                                                    Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                                                     

                                                    Náutica Responde

                                                    Faça uma pergunta para a Náutica

                                                      Relacionadas

                                                      Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                                                      Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                                      Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                                                      Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                                                      Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                                      Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                                      Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                                      Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                                      Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                                      Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                                      Quer mais velocidade?

                                                      Por: Redação -

                                                      O motor é a parte mais valiosa do barco e quando mal instalado ou em má conservação, ele interfere diretamente no desempenho da embarcação. Mas o que fazer para melhorar a velocidade da lancha sem ter de gastar muito para trocar o motor? Marcio Dottori responde na seção Quero Saber.

                                                      Assista ao vídeo aqui e inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

                                                       

                                                      Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                                                      Náutica Responde

                                                      Faça uma pergunta para a Náutica

                                                        Relacionadas

                                                        Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                                                        Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                                        Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                                                        Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                                                        Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                                        Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                                        Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                                        Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                                        Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                                        Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                                        Vela Jovem

                                                        Por: Redação -

                                                        A flotilha da classe 420 do Yacht Club Santo Amaro (YCSA) terá força máxima no Campeonato Sul-americano em Porto Alegre. O Audi YCSA Sailing Team contará com sete duplas nas regatas do Rio Guaíba, entre 19 e 22 de dezembro. A programação oficial começou nesta quarta (17) com a inspeção de equipamentos. A quinta foi reservada para treinos, congresso técnico e cerimônia de abertura. O Veleiros do Sul, à margem do Guaíba, é o clube-sede.

                                                        Eric Belda e Rodrigo Dabus correram em outubro na Semana de Vela de Buenos Aires. Ficaram em quarto e competirão novamente contra adversários argentinos e chilenos que enfrentaram no Rio da Prata. A dupla foi campeã paulista e brasileira júnior neste ano, venceu as Taças Almirante Tamandaré e Flotilha da Garoa e se classificou entre os finalistas no Mundial de 420, em Travemunde, na Alemanha.

                                                        “Nas últimas semanas os treinos foram reduzidos devido às provas escolares de final de ano letivo, mas estou confiante em nossa capacidade e vamos obter um grande resultado”, afirma Eric Belda, desde domingo (14) em Porto Alegre com o Audi YCSA Sailing Team. “As condições para velejar estão muito boas. Temperatura elevada, água quente e ventos entre 10 e 20 nós (18 a 36 km/h), porém muito variados. O desafio será manter a estabilidade e a velocidade do barco”, relata Eric.

                                                        Entre os principais adversários, ele menciona o carioca Leo Lombardi, André Fiuza, também do Audi YCSA, e os gaúchos, por correrem em casa. “Os argentinos e chilenos também devem proporcionar boas disputas”. Outras seis duplas do YCSA viajaram a Porto Alegre: André Fiuza e Stephan Kunath, Marco Peek e Marina Bomeisel, Adriano Peek e Antônio Mazzucco, Marcelo Peek e Vitor Gil, Luisa Ferreira e Lisa Reimer, Olivia Belda e Marina Arndt. O Veleiros do Sul espera receber cerca de 20 tripulações.

                                                        Foto: YannaCFotografia

                                                         

                                                        Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                                                        Náutica Responde

                                                        Faça uma pergunta para a Náutica

                                                          Relacionadas

                                                          Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                                                          Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                                          Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                                                          Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                                                          Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                                          Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                                          Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                                          Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                                          Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                                          Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                                          Copa Brasil de Vela

                                                          Por: Redação -

                                                          O terceiro dia de regatas da Copa Brasil de Vela foi mais uma vez marcado por sol forte. Já o vento acabou não entrando nas raias de fora da baía de Guanabara e apareceu rondado e variando de intensidade nas raias de dentro. Quem soube aproveitar melhor todas as rajadas e rondadas, acabou se dando bem.

                                                          Este foi o caso de Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, que tiveram um dia quase perfeito na 470. A dupla gaúcha somou um segundo e um primeiro lugares, subindo para a segunda colocação geral. As líderes são as francesas Camille lecointre e Hélène Defrance.

                                                          “Foi um dia excelente, mas o vento estava muito rondado e foi difícil para todo mundo”, disse Fernanda. A classe velejou na raia do Pão de Açúcar, conhecida pelo vento bastante inconstante. “Tinha hora que dava para ficar pendurada no trapézio soltando vela, tinha hora que tinha que ficar dentro do barco”, completou Ana, se referindo à variação de intensidade do vento.

                                                          Os homens saíram mais tarde da praia e foram para a raia da Ponte, onde o vento esteve mais forte o dia todo. Geison Mendes e Gustavo Thiesen continuam sendo os melhores brasileiros, na nona colocação. Os australianos Mathew Belcher e Wil Ryan, campeões mundiais, assumiram a liderança.

                                                          Na classe RS:X, com mais três regatas realizadas na raia da Escola Naval, os resultados permanecem os mesmos. Patrícia Freitas é a segunda colocada entre as meninas, com a inglesa Bryony Shaw na primeira colocação. Entre os homens, Ricardo ‘Bimba’ Winicki segue em quarto, com o polonês Pawel Tarnowski em primeiro.

                                                          O mesmo acontece na Finn, que permanece com Jorginho Zarif na sexta colocação. O inglês Giles Scott, campeão mundial, segue em primeiro.

                                                          A classe Nacra 17, que velejou fora da baía de Guanabara, teve um dia longo. A flotilha de 23 barcos foi para a água pouco depois do meio dia e só voltou depois das 17h. As três regatas foram feitas com vento bastante fraco e os velejadores nem chegaram a sair no trapézio.

                                                          “O dia foi muito complicado. O vento parecia que queria entrar, mas não tinha força. Tivemos duas regatas boas, mas na última acabamos perdendo uma rondada do vento e fomos muito mal. Esta é a minha primeira vez no Brasil e estou gostando muito. O espírito do carioca, de estar sempre sorrindo, é algo incrível. E o clima e o lugar também são muito bons”, disse o italiano Vittorio Bissaro, que ao lado da proeira Silvia Sicouri foi quarto colocado no Mundial da classe, em setembro, e finalizou o dia na segunda posição, empatado com a dupla francesa campeã mundial Billy Bresson e Marie Riou.

                                                          As classes 49er e 49er FX, que estavam programadas para também velejar nas raias de fora, acabaram vindo para dentro da baía, na raia do Pão de Açúcar, onde tinha mais vento. Entre os meninos, Marco Grael e Gabriel Borges lideram com um ponto de vantagem. Entre as meninas, Martine Grael e Kahena Kunze seguem na segunda colocação, com as holandesas Annemiek Bekkering e Annette Duelz em primeiro.

                                                          Fase classificatória chega ao fim nesta sexta-feira:

                                                          Mais duas regatas acontecem hoje para as classes 470, Laser Standard, Laser Radial e Finn e mais três para os Nacra 17, 49er, 49er FX e RS:X. No final do dia, os dez melhores ranqueados nas classes com mais de dez inscritos e os cinco melhores nas classes com menos de dez inscritos se classificam para a disputa da medal race, que serão disputadas no sábado, na enseada de São Francisco, em Niterói. Todas as regatas terão pontuação dobrada e não poderão ser descartadas.

                                                          Foto: Divulgação

                                                           

                                                          Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                                                          Náutica Responde

                                                          Faça uma pergunta para a Náutica

                                                            Relacionadas

                                                            Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                                                            Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                                            Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                                                            Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                                                            Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                                            Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                                            Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                                            Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                                            Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                                            Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas

                                                            Reconhecimento

                                                            Por: Redação -
                                                            18/12/2014

                                                            A dupla Martine Grael e Kahena Kunze venceu, nesta terça-feira, o prêmio Brasil Olímpico, entregue pelo Comitê Olímpico Brasileiro aos melhores atletas do ano. O prêmio veio como reconhecimento pela temporada com seis títulos conquistados na classe 49er FX, entre os títulos está o inédito Mundial da classe. As meninas impressionaram tanto que também foram eleitas as melhores velejadoras do mundo pela Federação Internacional de Vela, a Isaf.

                                                            Martine e Kahena disputam nesta semana a Copa Brasil de Vela nas águas da Baía de Guanabara.

                                                            Foto: Divulgação

                                                             

                                                            Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

                                                            Náutica Responde

                                                            Faça uma pergunta para a Náutica

                                                              Relacionadas

                                                              Sanlorenzo SD90 atracará no Brasil pela 1ª vez no Rio Boat Show 2026

                                                              Iate de 27 metros vai estrear no salão náutico carioca através da Sanlorenzo Brazil. Evento acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                                              Nova lancha aposta em tecnologia híbrida e energia solar otimizada para maior autonomia na água

                                                              Greenline 42 traz motores Yanmar e usa painéis solares para alimentar sistemas de bordo sem necessidade de gerador a diesel. Especialista Pedro Rodrigues comenta sobre tecnologias

                                                              Heineken é a cerveja oficial do Rio Boat Show 2026

                                                              Grupo Heineken, um dos patrocinadores do evento, escolheu a "verdinha" para levar frescor e bons brindes à experiência do público

                                                              Menos sol, menos gasto: como a proteção solar a bordo preserva materiais e reduz o consumo de combustível

                                                              Separamos dicas especiais para lidar com as consequências dos raios solares sem renunciar à vista do mar, de quebra, economizando combustível

                                                              Como no cabelo humano, carapaças de tartarugas guardam informações e fornecem "visão" do passado

                                                              Estudo analisou como o casco desse animais pode ajudar a entender os efeitos das mudanças ambientais em espécies marinhas