Presente de Natal

Por: Redação -
01/12/2014

Já pensou em passar as festas de fim de ano a bordo de um veleiro ou ainda presentear alguém especial com um passeio? Pois essa é a proposta da Wind Charter, empresa de charters de Paraty. Com seis veleiros novos, a Wind Charter oferece serviços com ou sem skipper e sem restrição de área de navegação.

A flotilha da Windcharter conta hoje com o único Lipary 41 (Fontaine Pajot) do Brasil, um 439, um 379 da Jeanneau, além de dois Wind 34 e um Bavaria 40, que acomodam de seis a 10 pessoas durante o pernoite. Todos os barcos possuem enxoval completo de cama, mesa e banho, além de todo o material de salvatagem.

Os “vale-presentes” de Natal serão válidos até Junho de 2015 e nas contratações de sete dias a bordo, o velejador ainda ganha uma diária da Wind Charter.

Durante o São Paulo Boat Show a Windcharter lançou o sistema Ownership, que permite que aqueles que queiram ter um barco reduzam o seu custo de manutenção, alugando-o para charter. A empresa se responsabiliza por cuidar do barco e o dono recebe 50% do lucro com o aluguel e ainda pode curtir o barco por até 10 semanas durante o ano.

Foto: Divulgação

 

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    Bandeira Azul

    Por: Redação -

    A renovação da certificação Bandeira Azul da Marinas Nacionais, aprovada em reunião realizada pelo Júri Internacional do Programa Bandeira Azul, em Copenhagen, na Dinamarca, foi celebrada em uma cerimônia realizada na sede da marina, no último sábado, dia 29 de novembro.

    O presidente do Instituto Ambiental em Rede (IAR), operador do Programa Bandeira Azul no Brasil, Ricardo Cerruti, elogiou a conquista da Marinas Nacionais. “É uma grande honra porque não é tão simples atender todos os critérios e é muito bom ver uma marina tão organizada se esforçando para cumprir os objetivos do programa.”

    Ricardo Cerruti fez a entrega da bandeira para o sócio administrativo da Marinas Nacionais, Juan Alfredo Rodriguez, que realizou o hasteamento. “A conquista da renovação da Bandeira Azul deve ser dividida com todos os usuários, marinheiros, colaboradores, prestadores de serviços e nossos clientes, pois é árduo o esforço em cumprir, diariamente, os compromissos assumidos com a gestão responsável dos recursos naturais”, declarou Juan Alfredo Rodriguez.

    A prefeita do Guarujá, Maria Antonieta de Brito, prestigiou o evento e destacou que o município é o único da América Latina a contar com uma marina e com uma praia certificada pelo Programa Bandeira Azul (a praia do Tombo está em sua quinta renovação). “Cumprimento à direção, aos colaboradores e aos usuários da Marinas Nacionais por essa conquista que traz tanto orgulho ao nosso município.”

    A certificação Bandeira Azul é concedida pela FEE (Foundation for Environmental Education), organização não governamental internacional e pelo Instituto Ambiental em Rede (IAR) no Brasil a praias e marinas que cumprem os critérios exigidos para o programa: informação e educação ambiental; gestão ambiental; segurança e serviços e; qualidade da água.

    O Júri Internacional é composto pela FEE, World Conservation Union (IUCN), European Union for Coastal Conservation (EUCC), United Nations Environmental Program (UNEP), World Tourism Organization (WTO), World Health Organization (WHO), International Life Saving (ILS), International Council of Marine Industry (ICOMIA) e Reef Check Program.

    Fotos: Divulgação

     

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      Recorde

      Por: Redação -

      As condições favoreceram e a tripulação do Montecristo soube aproveitá-las da melhor forma na Regata Volta à Ilha – Sir Peter Blake, pela XIV Copa Suzuki Jimny de Vela Oceânica. O barco de Ubatuba, comandado por Julio Cechetto, percorreu 47 milhas (86 km) em 6h05m12 no tempo real. A distância da regata costuma variar entre 40 e 50 milhas, de acordo com a direção do vento, mas até hoje, o menor tempo registrado pertencia ao Lexus Chroma, de Santos, com 8h21m48 obtido em 2013.

      A prova de abertura da quarta e última etapa do Circuito Ilhabela reuniu neste sábado (29) uma flotilha de 33 veleiros dos quais, 26 deram a Volta à Ilha, enquanto a classe HPE correu regata de percurso, com 13 milhas (23 km) ao norte do Canal de São Sebastião. Logo na largada, os barcos foram impulsionados pelo vento leste com rajadas de até 20 nós (35 km/h). O contorno da ilha a partir da Ponta das Canas, ao norte, no sentido horário, permitiu que as tripulações navegassem boa parte do tempo com a vela-balão, içada no vento de popa.

      “O vento foi adequado para o barco. Nosso equipamento não é tão novo e tivemos problemas com velas e cabos que exigiram reparos. Andamos bem, mas poderíamos ter sido ainda mais rápidos”, afirmou o comandante Julio Cechetto. “Ser o Fita Azul (primeiro a chegar), velejando entre amigos, é o que importa. Corremos várias vezes a Volta à Ilha, mas nunca havíamos vencido”. No tempo corrigido, o Montecristo foi o sexto na RGS Geral.

      Única mulher entre os dez tripulantes do Montecristo, Valéria Ravani estava eufórica com a proeza. “Venci a Copa Suzuki Jimny na classe RGS em 2011 com o Jazz e voltei a sentir essa emoção. Foi um dia excelente, com vento o tempo todo. Depois da Ponta Grossa (nordeste da ilha) o Chroma nos passou, mas após a Praia de Castelhanos navegamos mais rente à costa, encurtamos o caminho e abrimos vantagem”. O comandante do barco de 52 pés (17 metros) elogiou a velejadora. “A Valéria foi nosso coringa. Trimou (regulou) a genoa (vela da proa), cuidou da alimentação, que estava deliciosa, e ainda trouxe o champagne para brindarmos a vitória”.

      O Lexus Chroma, Fita Azul em 2012 e 2013, cruzou a linha de chegada 9min43 após o Montecristo e 1min38 à frente do terceiro colocado no tempo real, Caballo Loco, vencedor da Volta à Ilha na C30. O CA Technologies manteve a liderança da classe com o terceiro lugar e o +Realizado foi o segundo. O Suduca conquistou o bicampeonato da regata na RGS Geral, enquanto o Boccalupo foi o melhor na RGS Cruiser.

      O veleiro Orson ficou em primeiro nas classes IRC e ORC, mesmo resultado obtido pelo Ginga, virtual campeão de 2014 na HPE, que teve o Fit to Fly em segundo e o Atrevido em terceiro lugar. As regatas serão retomadas no próximo final de semana (6 e 7/12), encerramento da temporada. Além de homenagear o navegador neozelandês Sir Peter Blake, a esperada Regata Volta à Ilha é dedicada também ao Dia do Marinheiro, comemorado em 13 de dezembro. A Capitania dos Portos de São Sebastião oferecerá o troféu transitório Cisne Branco, da Marinha do Brasil ao Fita Azul, Montecristo.

      A entrega da taça será feita no próximo sábado (6/12) no Yacht Club de Ilhabela, após o sorteio da Wind Charter para dois dias de velejada em um Sun Odyssey 439, durante a canoa de cerveja. Em seguida os velejadores acompanharão a palestra ‘Mussulo III – Regatas e Travessias Oceânicas’, apresentada pelo comandante José Guilherme. O penúltimo dia da etapa final da Copa Suzuki Jimny será encerrado com a festa de confraternização da temporada às 20h30 na Pousada Armação dos Ventos.

      As regatas deste domingo (30) foram canceladas pela Comissão de Regatas (CR) devido às rajadas que variaram de 25 a 30 nós ao norte do Canal de São Sebastião. “É mais prudente poupar equipamento e preservar as tripulações. A segurança é prioridade”, justificou o diretor da CR, Cuca Sodré. Os barcos nem chegaram a deixar o pier flutuante do Yacht Club de Ilhabela.

      Resultados da Regata Volta à Ilha – Sir Peter Blake:

      C30
      1º – Caballo Loco (Mauro Dottori)
      2º – +Realizado (José Luiz Apud)
      1º – CA Technologies (Marcelo Massa)

      ORC
      1º – Orson (Carlos Eduardo Souza e Silva)
      2º – Lexus/Chroma (Luis Gustavo de Crescenzo)

      HPE
      1º – Ginga (Breno Chvaicer)
      2º – Fit to Fly (Eduardo Mangabeira)
      3º – Atrevido (Fábio Bocciarelli)

      RGS Geral
      1º – Suduca (Marcelo Claro)
      2º – Fram (Felipe Aidar)
      3º – Optimystic (Márcio Sudo)

      RGS Cruiser
      1º – Boccalupo (Claudio Melaragno)
      2º – Anequim (Paulo de Moura)
      3º – BL3 Wind Náutica (Clauberto Andrade)

      IRC
      1º – Orson (Carlos E. S. Silva)
      2º – My Boy (Lars Muller)
      3º – Sextante (Thomas Shaw)

      Foto: Marcos Méndez/SailStation

      Informações: assessoria de imprensa

       

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        Volvo Ocean Race

        Por: Redação -

        A tripulação do Team Vestas Wind foi resgatada, na madrugada deste domingo (30), depois de o barco encalhar em um recife no Oceano Índico durante a segunda etapa da Volvo Ocean Race. Todos os nove representantes do time dinamarquês estão bem, sem nenhum ferimento.

        Nas primeiras horas deste domingo, os atletas deixaram o barco e caminharam, com água nos joelhos, para um local seco no recife. Horas depois, uma unidade de resgate chegou para transportar o grupo. Toda a tripulação está em Ile du Sud, uma ilhota de Cargados Carajos, 430 quilômetros das ilhas Maurício.

        O barco colidiu com um banco em Cargados Carajos, nas Ilhas Maurício. Durante várias horas, a tripulação ficou a bordo acompanhando de perto a situação. O veleiro foi severamente danificado pelas ondas, pois ficou espetado no recife. Os lemes foram quebrados com o impacto e um vazamento inundou a área da popa.

        A organização da Volvo Ocean Race e a equipe do Team Vestas Wind vão tentar levar o barco para o continente. O controle da regata em Alicante, na Espanha, e o Centro de Resgate Marítimo da região do acidente estão monitorando a situação.

        O Team Alvimedica, que desviou o seu curso durante a regata para ajudar o Team Vestas Wind, já está de volta à prova. O barco turco/norte-americano verificou se tudo estava bem com o time dinamarquês e voltou para seu caminho até os Emirados Árabes Unidos.

        “Está tudo bem com eles, ainda bem. No entanto, todos nós estamos emocionalmente abatidos”, disse Will Oxley, navegador do Team Alvimedica.

        A salvo, a principal preocupação da equipe dinamarquesa agora será coordenar a missão de resgate de seu barco. Os danos ao veleiro ainda são difíceis de mensurar.

        Knut Frostad, CEO da Volvo Ocean Race, explicou que as causas do acidente são conhecidas e que a organização vai investigar tudo. “Estou muito aliviado que a tripulação está segura e que ninguém ficou ferido. Essa tem sido sempre a nossa prioridade”.

        O representante maior da Volvo Ocean Race emendou: “Estou profundamente triste pelo ocorrido. É um revés para a equipe, para a organização e para todas as pessoas envolvidas. Vamos apoiá-los durante todo o processo”.

        O Team Vestas Wind foi a última das sete equipes que confirmou participação na Volvo Ocean Race 2014-15. O barco estava em quinto lugar na segunda perna da Volvo Ocean Race quando o incidente ocorreu.

        “A segurança e o bem-estar da tripulação são as nossas únicas preocupações no momento”, explicou o CEO do Team Vestas Wind, Morten Albaek. “Estamos profundamente gratos à Volvo Ocean Race e ao Team Alvimedica pela ajuda e profissionalismo que demonstraram durante o resgate. Agora temos que determinar o prejuízo ao barco”.

        Enquanto isso, o vencedores da primeira etapa, o Abu Dhabi Ocean Racing conseguiram assumir a liderança, passando o espanhol Mapfre, que adotou outra estratégia no Oceano Índico.

        Foto: Divulgação

        Informações: assessoria de imprensa

         

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          Copa Suzuki Jimny

          Por: Redação -
          30/11/2014

          As tripulações da XIV Copa Suzuki Jimny disputaram casco a casco a largada da Regata Volta à Ilha – Sir Peter Blake. A vontade excessiva dos velejadores levou a maioria da flotilha, composta por 26 barcos, a largar escapado (ultrapassar a linha imaginária antes do tempo). A Comissão de Regatas (CR) deu chamada geral para reagrupar os veleiros e organizar nova largada junto à Ponta das Canas, extremo norte do Canal de São Sebastião.

          Em condições ideais, vento leste entre 14 e 18 nós (25 a 32 km/h), os barcos partiram para contornar Ilhabela no sentido horário, com percurso de aproximadamente 40 milhas (74 km) entre a Ponta das Canas e a Ponta da Sela, local de chegada ao sul da ilha. A maior parte dos barcos optou por traçar o rumo junto à costa. O primeiro a adotar a estratégia, foi o Lexus Chroma, Fita Azul (primeiro no tempo real) em 2013, com 8h31min48. Em disputa acirrada, a flotilha da classe C30 seguiu a mesma rota.

          “Foi uma largada muito pegada, parecia monotipo. Os barcos estavam quase se tocando, por isso escaparam. Todos chegaram ao mesmo tempo em cima da linha. Teve muita adrenalina”, contou o diretor da CR, Cuca Sodré, empolgado com as manobras das tripulações. “Rajadas de 20 nós no contravento exigem perícia dos velejadores”.

          A intensidade do vento diminuiu um pouco após a largada, fazendo com que a previsão de chegada para os primeiros colocados fosse durante a noite de sábado, estendendo-se até a madrugada de domingo. Além de homenagear o navegador neozelandês Sir Peter Blake, a esperada Regata Volta à Ilha é dedicada também ao Dia do Marinheiro, comemorado em 13 de dezembro. A Capitania dos Portos de São Sebastião oferecerá o troféu transitório Cisne Branco, da Marinha do Brasil, ao Fita Azul da prova.

          A entrega da taça será feita no próximo sábado (6/12) no Yacht Club de Ilhabela, após o sorteio da Wind Charter para dois dias de velejada em um Sun Odyssey 439, durante a canoa de cerveja. Em seguida os velejadores acompanharão a palestra “Mussulo III – Regatas e Travessias Oceânicas”, apresentada pelo comandante José Guilherme. O penúltimo dia da etapa final da Copa Suzuki Jimny será encerrado com a festa de confraternização da temporada na Pousada Armação dos Ventos.

          Deu Ginga na HPE – Com o título de 2014 praticamente assegurado, o veleiro Ginga, da classe HPE 25, venceu a regata de percurso disputada neste sábado no Canal de São Sebastião. O Ginga, com tripulação de Ilhabela chegou à frente do Fit to Fly, com o Atrevido em terceiro lugar. O barco local sustenta 21 pontos de vantagem sobre o Fit to Fly. Para hoje estão previstas regatas barla-sota (entre boias) para todas as classes.

          Resultados acumulados após três etapas, considerando-se os descartes, incluída a regata deste sábado da classe HPE:

          C30
          1º – CA Technologies (Marcelo Massa) – 12 pp
          2º – Caballo Loco (Mauro Dottori) – 18 pp
          3º – Caiçara Porsche (Marcos de Oliveira Cesar) – 26 pp

          ORC
          1º – Lexus/Chroma (Luis Gustavo de Crescenzo) – 5 pp
          2º – Orson (Carlos Eduardo Souza e Silva) – 7 pp

          HPE
          1º – Ginga (Breno Chvaicer) – 16 pp
          2º – Fit to Fly (Eduardo Mangabeira) – 37 pp
          3º – Suzuki Bond Girl (Rique Wanderley) – 43 pp

          RGS A
          1º – BL3 Urca (Pedro Rodrigues) – 12 pp
          2º – Montecristo (Julio Cechetto) – 17 pp
          3º – Fram (Felipe Aidar) – 20 pp

          RGS B
          1º – Asbar II (Sergio Klepacz) – 8 pp
          2º – Kanibal (Martin Bonato) – 18 pp
          3º – Helios (Marcos Gama Lobo) – 20 pp

          RGS C
          1º – Zeppa (Diego Zaragoza) – 18 pp
          2º – Rainha (Leonardo Pacheco) – 23 pp
          3º – Sextante (Thomas Shaw) – 28 pp

          RGS Cruiser
          1º – BL3 Wind Náutica (Clauberto Andrade) – 8 pp
          2º – Jambock (Marco Aleixo) – 11 pp
          3º – Cocoon (Luiz Caggiano) – 20 pp

          IRC
          1º – Rudá (Mario Martinez) – 4 pp
          2º – Orson (Carlos E. S. Silva) – 7 pp
          3º – Mussulo III (José Guilherme Caldas) – 12 pp

          Foto: Marcos Méndez/SailStation

           

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            Urgente!

            Por: Redação -

            A Volvo Ocean Race 2014-15 tem seu primeiro drama! A equipe Team Vestas Wind informou ao controle de regata da Volvo Ocean Race que o barco encalhou, neste sábado (29), num recife no Oceano Índico, mais precisamente em Cargados Carajos Shoals, na região das Ilhas Maurício. Felizmente, não houve feridos.

            O Centro de Coordenação de Resgate Marítimo (MRCC), na Ilha da Reunião, está ciente da ocorrência e as informações dão conta que os velejadores vão abandonar o veleiro com seus coletes salva-vidas até o amanhecer.

            Mesmo disputando a regata, o Team Alvimedica já está na região para ajudar caso necessário. Outros dois barcos estão em contato com o Team Vestas Wind para auxílio.

            Os dois lemes foram quebrados e já entrou água na popa. O restante ainda segue intacto. A liderança provisória da perna entre a Cidade do Cabo e Abu Dhabi é do barco árabe Abu Dhabi seguido de perto pelo Mapfre que tem o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca como integrante de destaque.

            Foto: Divulgação

            Informações: assessoria de imprensa

             

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              Por: Redação -
              29/11/2014

              O time do Dont’ Le Me Down com Cícero Hartmann, Flávio Quevedo e André Renard não conseguiu manter o mesmo desempenho dos dias anteriores e caiu para o segundo lugar na classificação geral do Campeonato Mundial de Soling, em Punta Del Este. Os canadenses Peter Hall, Johan Offermans e William Hall assumiram a primeira colocação ao vencerem as duas regatas de hoje. No entanto, eles estão apenas um ponto de diferença da tripulação do Veleiros do Sul  e a decisão do título ficou para a última regata que será disputada hoje.

              Os gaúchos largaram mal nas regatas e não conseguiram velejar no grupo da frente na flotilha. Chegaram em 7º e 8º, os piores resultados deles até agora. Já o time do Canadá acertou nas táticas durante a competição. Os argentinos Martin Busch, Eduardo Zimmermann e Máximo Feldtmann desceram para o terceiro lugar e a tripulação do Bossa Nova com George Nehm, Frederico Sidou e Lúcio Pinto Ribeiro (VDS) foi para a quarta colocação.

              Entre as tripulações brasileiras os melhores resultados do dia foram do barco Equilibrium, de Nelson Ilha, Carlo de Leo e Gustavo Ilha, 2º lugar na sétima regata, e do El Demolidor, de Kadu Bergenthal, Eduardo Cavalli e Renan Oliveira, com 3º lugar na oitava regata. Ambas do VDS. A flotilha gaúcha  participa do Mundial com o apoio da FUNDERGS.

              Foto: Ricardo Pedebos/divulgação

               

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                Design premiado

                Por: Redação -
                28/11/2014

                O barco Offshore 48, da Intermarine, estaleiro paulista de embarcações de luxo, foi homenageado em um dos mais importantes reconhecimentos do design brasileiro, o Prêmio Design – Museu da Casa Brasileira. Durante a cerimônia de premiação da 28ª edição do Prêmio, no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, que aconteceu ontem, dia 27, a embarcação da Intermarine recebeu a Menção Honrosa, na categoria Transporte.

                A embarcação criada pelo departamento interno de design do estaleiro e recém-lançada, durante o São Paulo Boat Show, em setembro de 2014, marca o retorno do estaleiro ao segmento náutico de embarcações superesportivas – segmento com o qual a empresa já participou no mercado com diversos modelos de sucesso no passado –, unindo na Offshore 48 potência, luxo e design de ponta.

                O Prêmio Design é realizado desde 1986 pelo Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria da Cultura de São Paulo, o Prêmio Design revela talentos e consagra profissionais e empresas, contemplando o design gráfico, de produto e a produção teórica em arquitetura e design.

                Além do importante reconhecimento pelo Prêmio Design – Museu da Casa Brasileira, o projeto inovador da embarcação também recebeu reconhecimento internacional, através da premiação Golden, na categoria Yacht and Marine Vessels, do A Design Awards, maior concurso de design no mundo, com sede na Itália, que laureia os melhores projetos em diversas categorias de produtos.

                Com 48 pés de comprimento (aproximadamente 15 metros), a Intermarine Offshore 48 tem capacidade para 12 pessoas em passeio. Uma embarcação esportiva, mas sofisticada, desenvolvida especialmente para o cliente que procura um barco para uso diurno e deslocamentos rápidos, que seja veloz, mas que tenha conforto e beleza, para proporcionar passeios em alto estilo com a família e os amigos. No cockpit, assentos para quatro pessoas, mesa rebatível para refeições e um móvel-bar. O posto de comando possui assento duplo e, à sua esquerda, fica uma porta em formato de escada, que dá acesso à proa. No deck inferior estão a sala, cabine (quarto) e banheiro, com duas opções de layout: com sofás nas duas laterais, da meia-nau para a proa, ou com sofá e cozinha a boreste, pia, cooktop, geladeira e armário.

                A Offshore 48 pode ser equipada com dois motores Volvo Penta D11 725 hp, alcançando velocidade de cruzeiro de 45 nós e velocidade máxima de 53 nós; ou com dois motores MAN R6 800, atingindo velocidade de cruzeiro de 46 nós e velocidade máxima de 56 nós.

                Fotos: Divulgação

                 

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                  Desafio Spark

                  Por: Redação -

                  O Desafio Spark chega para garantir diversão nas águas do litoral e do interior do país. Novidade da Sea-Doo, a competição entre pilotos habilitados é uma forma divertida de mostrar na prática o Spark, jet-sensação da Sea-Doo.

                  O Desafio Spark realiza torneios até fevereiro, paralelamente a algumas etapas do Jet Tour Sea-Doo, circuito de passeios para proprietários de jets de todas as marcas. O Desafio já passou por Fronteira (MG) e São Jorge d`Oeste (PR), sendo que o terceiro evento do calendário está marcado para este sábado, 29 de novembro, em Porto Alegre (RS), junto ao Sul-Americano de Motos Aquáticas.

                  “Pessoas que nunca tiveram essa experiência poderão sentir a emoção de fazer curvas e cumprir um circuito de boias no menor tempo. A competição é segura e muitas vezes envolve toda a família, o filho quer ser mais rápido que o pai, o que gera muita brincadeira entre os participantes”, contou Bruno Arakaki, do marketing da Sea-Doo no Brasil.

                  A programação de eventos pode ser acessada no site www.seadooforfun.com.br. As motos aquáticas Spark são fornecidas pela Sea-Doo, portanto todos competem nas mesmas condições, e há premiação especial aos dois primeiros colocados.

                  Foto: Divulgação

                   

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                    Disputa Pernambucana

                    Por: Redação -

                    Este fim de semana será movimentado para os velejadores do Cabanga Iate Clube de Pernambuco. Velejadores das classes Oceano e Snipe disputarão regatas de olho no título estadual de 2014. A primeira competição será neste sábado (29), a IV Rosa dos Ventos – Recife/Porto de Galinhas. A disputa, organizada para a Flotilha Recifense de Veleiros de Oceano (Frevo), é válida pela 12ª etapa do Campeonato Pernambucano de Veleiros de Oceano 2014, com largada marcada para as 9h, do Marco Zero.

                    A regata será disputada de acordo com as regras da Isaf. Participarão embarcações das classes RGS A, RGA B, Mocra e Mocra Regata. A expectativa é que mais de 15 barcos disputem a competição. Na última edição, os barcos Patoruzu (Mocra Regata), Morning Breeze (RGS A) e Templários (RGS B) venceram em suas respectivas classes.

                    No domingo (30), será realizada a última etapa do Campeonato Pernambucano 2014 de Snipe. No Estadual, a liderança está nas mãos de Daniel e Vitor, seguidos por Júnior/Mateus e Yuri/Vitor.

                    Neste ano, a classe contou com oito etapas disputadas pelo Ranking. Nessa competição, a dupla Ted/Rafael Monteiro está na ponta da tabela com 11 pontos conquistados. Daniel/Vitor e Júnior/Mateus são segundos e terceiros colocados, com 20 e 23 pontos, respectivamente.

                    Os pontos de ambas as competições são válidos para definir o campeão da temporada 2014 e consequentemente os classificados para o campeonato Brasileiro 2015 de Snipe, que será realizado entre os dias 23 e 31 de janeiro, no Iate Clube de Brasília.

                    Foto: Divulgação

                     

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                      Volta à Ilha

                      Por: Redação -

                      O desafio está lançado. As tripulações da Copa Suzuki Jimny têm de romper percurso que pode chegar a 50 milhas (92 km) neste sábado (29) na Volta à Ilha – Sir Peter Blake. A largada está prevista para meio-dia no Canal de São Sebastião para veleiros das classes ORC, IRC, C30, RGS Cruiser e RGS A e B. As classes HPE e RGS C correrão regata de percurso médio ou barla-sota (entre boias) no próprio canal ou nas imediações do Farol da Ponta das Canas, extremo norte de Ilhabela. A flotilha deve reunir cerca de 40 barcos.

                      O percurso da Volta à Ilha pode variar de acordo com a direção do vento. Leste indica largar na Ponta das Canas e chegar à Ponta da Sela em sentido horário com cerca de 40 milhas (74 km). O vento sul permite que a largada seja em frente ao Yacht Club de Ilhabela (YCI) e a chegada na Ponta das Canas, em sentido anti-horário com cerca de 50 milhas. A Comissão de Regatas define o percurso. A Tempo Ok! prevê para sábado vento leste entre 9 e 12 nós (16 a 21km/h) e para domingo, mesma direção, porém, com intensidade entre 13 e 17 nós (24 a 30 km/h). Nos dois dias a temperatura no período da tarde deve oscilar entre 22 e 24°.

                      As inscrições para a Volta à Ilha, válida pela 4ª etapa da XIV Copa Suzuki Jimny, devem ser feitas na secretaria do evento no YCI nesta sexta (das 18 às 21 h) e sábado (das 8h às 11h) ao valor de R$ 85 por tripulante (exceto tripulante-mirim, isento de taxa).

                      A Volta à Ilha, em homenagem ao velejador neozelandês Peter Blake, duas vezes campeão da America’s Cup e recordista da Whitbread Volta ao Mundo, abre a etapa decisiva marcada para os dois próximos finais de semana. Além de impor às tripulações o desafio de superar a maior distância de uma prova na competição, a regata oferece uma visão privilegiada das praias e enseadas da costa de Ilhabela voltada para mar aberto, a inexplorada face leste, com acesso apenas por rota marítima.

                      Exceção ao veleiro Ginga, o ‘papa-títulos de Ilhabela’, líder folgado na HPE, a última etapa da temporada promete emoção nas demais classes. A C30 tem à frente o CA Technologies. O primeiro colocado na IRC é o Rudá. Nas divisões da RGS, dois barcos da BL3 – Escola de Iatismo lideram: BL3 Urca na ‘A’ e BL3 Wind Náutica na Cruiser. Asbar II é o líder na ‘B’, enquanto o Zeppa é o primeiro na ‘C’.

                      “Depois de um ano de muitas regatas a BL3 chega à quarta etapa com muita ansiedade, pois lideramos duas classes. A expectativa em relação à Volta à Ilha é de repetirmos a vitória obtida na Cruiser na Regata Alcatrazes para garantir o primeiro lugar”, antecipa Pedro Rodrigues, comandante do BL3 Urca. “A Volta à Ilha, além de permitir aos nossos alunos conhecer os encantos de Ilhabela, oferece a eles a oportunidade de vivenciarem diferentes condições de mar e vento. A BL3 participa desde a primeira edição, quando tivemos a felicidade de conhecer Peter Blake, que tanto nos inspira em nossas velejadas”, enaltece Pedro.

                      Em 2013, o Fita Azul, primeiro a cruzar a linha de chegada, foi o Lexus Chroma, com 8h31m48, apenas 54 segundos à frente do Caballo Loco, vencedor da classe C30. Na primeira edição, em 2000, Peter Blake estava de passagem por Ilhabela, participou da prova com seu veleiro de alumínio Polar Seamaster e entregou os prêmios aos vencedores no Yacht Club de Ilhabela (YCI).

                      Resultados acumulados após três etapas, considerando-se os descartes:

                      C30
                      1º – CA Technologies (Marcelo Massa) – 12 pp
                      2º – Caballo Loco (Mauro Dottori) – 18 pp
                      3º – Caiçara Porsche (Marcos de Oliveira Cesar) – 26 pp

                      ORC
                      1º – Lexus/Chroma (Luis Gustavo de Crescenzo) – 5 pp
                      2º – Orson (Carlos Eduardo Souza e Silva) – 7 pp

                      HPE
                      1º – Ginga (Breno Chvaicer) – 15 pp
                      2º – Fit to Fly (Eduardo Mangabeira) – 35 pp
                      3º – Suzuki Bond Girl (Rique Wanderley) – 39 pp

                      RGS A
                      1º – BL3 Urca (Pedro Rodrigues) – 12 pp
                      2º – Montecristo (Julio Cechetto) – 17 pp
                      3º – Fram (Felipe Aidar) – 20 pp

                      RGS B
                      1º – Asbar II (Sergio Klepacz) – 8 pp
                      2º – Kanibal (Martin Bonato) – 18 pp
                      3º – Helios (Marcos Gama Lobo) – 20 pp

                      RGS C
                      1º – Zeppa (Diego Zaragoza) – 18 pp
                      2º – Rainha (Leonardo Pacheco) – 23 pp
                      3º – Sextante (Thomas Shaw) – 28 pp

                      RGS Cruiser
                      1º – BL3 Wind Náutica (Clauberto Andrade) – 8 pp
                      2º – Jambock (Marco Aleixo) – 11 pp
                      3º – Cocoon (Luiz Caggiano) – 20 pp

                      IRC
                      1º – Rudá (Mario Martinez) – 4 pp
                      2º – Orson (Carlos E. S. Silva) – 7 pp
                      3º – Mussulo III (José Guilherme Caldas) – 12 pp

                       

                      Foto: Marcos Méndez/SailStation

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                        Mundial de Soling

                        Por: Redação -

                        O trio gaúcho do barco Dont’ Let Me Down velejou nesta quinta-feira ainda melhor do que vem fazendo em Punta Del Este e começa a despontar como favorito ao título do Mundial de Soling de 2014. Os gaúchos Cícero Hartmann, Flávio Quevedo e André Renard chegaram em segundo lugar na quinta regata e venceram a sexta. Com esses resultados começam a solidificar a boa média de pontos até agora e podem deslumbrar uma promessa de vitória quando faltam apenas três regatas para o término do campeonato.

                        Os argentinos Martin Busch, Eduardo Zimmermann e Máximo Feldtmann também se mantêm em segundo lugar na classificação geral, mas ficaram mais afastados dos líderes na pontuação. E na terceira colocação continua a tripulação do barco Bossa Nova com George Nehm, Frederico Sidou e Lúcio Pinto Ribeiro. O Mundial terá mais duas regatas hoje e uma no sábado, final da competição. A flotilha gaúcha, com nove barcos, que representa o Brasil no Mundial conta com o apoio da FUNDERGS.

                        Foto: Ricardo Pedebos/Divulgação

                         

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                          Mais um

                          Por: Redação -

                          Os chineses do Dongfeng novamente abriram sua caixa de ferramentas e solucionaram, pelo menos de maneira paliativa, mais um problema no barco. Uma peça ligada ao mastro rompeu e os tripulantes foram obrigados a realizar o conserto no meio do Oceano Índico, mesmo disputando as primeiras colocações da segunda etapa da Volvo Ocean Race, entre a África do Sul e os Emirados Árabes Unidos. Aparentemente, o barco voltou para a disputa, mas as condições das próximas horas devem exigir mais das embarcações e dos atletas. Ventos fortes de até 100 km/h são esperados.

                          A peça ligada à vela principal é uma espécie de trilho de cortina é essencial para o Volvo 65, principalmente em condições de ventos fortes. Nesta quinta-feira (27), o proeiro Kevin Escoffier teve o duro trabalho de subir até a metade do mastro de 30 metros e fazer o reparo. O barco se aproximava das ilhas Reunion e Maurícios.

                          Foi o terceiro problema registrado pela equipe chinesa nessa edição da Volvo Ocean Race. Na primeira etapa, a equipe do Dongfeng perdeu horas no Oceano Atlântico após colidir com um objetivo não identificado. Dias depois, o time teve que se desdobrar para resolver uma falha na vela. Mesmo assim chegaram em segundo lugar, 12 minutos atrás do vencedor.

                          A liderança provisória segue com o espanhol Mapfre, seguido de perto por Abu Dhabi, Team Brunel e o próprio Dongfeng, que está em quarto, com menos de 10 quilômetros atrás dos espanhóis. Team Vestas Wind, Team Alvimedica e Team SCA estão mais atrás, mas também podem pular na frente dependendo da escolha.

                          Foto: Yann Riou/Dongfeng

                          Informações: assessoria de imprensa

                           

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                            Novo desafio

                            Por: Redação -
                            27/11/2014

                            Robert Scheidt e Bruno Prada estão de volta à classe Star para defender o título da Star Sailors League (SSL) conquistado em dezembro de 2013 nas Bahamas. As regatas deste ano serão disputadas entre os dias 2 e 7 de dezembro no mesmo local: a raia de Paradise Island, com sede no Nassau Yacht Club (NYC). A flotilha formada por 20 embarcações leva a bordo a elite mundial da Star com atletas ganhadores de 20 medalhas olímpicas (seis ouros, cinco pratas e nove bronzes) e 73 em campeonatos mundiais (33 ouros, 24 pratas e 16 bronzes).

                            Na segunda edição da SSL Finals, liga criada para suprir a ausência da classe Star no programa dos Jogos Rio 2016, Robert e Bruno terão entre os principais adversários, medalhistas olímpicos como Torben Grael (BRA), Freddy Loof (SUI), Mateus Kusznierewicz (POL) e Xavier Rohart (FRA), além de outros renomados velejadores como, o líder do ranking da SSL, Diego Negri (ITA); o tetracampeão mundial de Snipe, Augie Diaz (EUA); e o campeão mundial de Star de 2014, Robert Stanjek (ALE). Em 2013, Kusznierewicz foi o segundo colocado, com Dominik Zycky; Mark Mendelblatt (EUA), o terceiro, com Brian Fatih. Neste ano brigarão novamente pelo pódio.

                            “Eu e o Bruno trazemos toneladas de experiência na Star. Competimos juntos há 10 anos. Mesmo sem tempo para treinarmos juntos nesta temporada devido aos nossos compromissos na Laser e na Finn, respectivamente, estamos confiantes em nosso desempenho. Sabemos muito bem como é o barco. Faremos uma preparação rápida, porém intensa em Nassau, suficiente para readquirirmos a velocidade que impusemos ao barco no ano passado”, prevê Robert, ganhador de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) além de 14 títulos mundiais entre Laser e Star.

                            Na classe Star, Robert e Bruno conquistaram a prata nos Jogos de Pequim, 2008, e o bronze em Londres, 2012, além do tricampeonato mundial. Em 2013 foram os únicos representantes brasileiros na SSL Finals. “O Brasil terá uma equipe brilhante neste ano. A Star é uma classe muito prestigiada no país. Depois de Diego Negri, que tem treinado mais do que qualquer um de nós, creio que Torben, Jorginho e Marcelo, chegarão muito bem preparados a Nassau”, afirma Robert.

                            Entre as quatro tripulações brasileiras, Torben formará dupla com Guilherme de Almeida. Ambos venceram o campeonato norte-americano em outubro. Jorginho Zarif, campeão mundial de Finn, correrá com Henry Boening, enquanto outra dupla terá Marcelo Fuchs e Ronie Seifert, brasileiros mais bem colocados no Mundial de Star de 2014. Ficaram em quinto na Itália.

                            Para Robert, a disputa em Nassau está aberta devido ao elevado número de favoritos. “Desta vez a série final será mais ainda difícil. Torben é sempre muito forte. Um dos melhores do mundo e com experiência inquestionável. Vai ser ótimo também voltar a velejar contra o Freddy Loof (ouro em Londres) novamente. Não nos vemos desde os Jogos Olímpicos. O nível técnico da competição será mais elevado do que no ano passado”, considera Robert.

                            Foto: Carlo Borlenghi/SSL

                             

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                              Wake com Ferrari

                              Por: Redação -

                              Jorge Gill, wakeboarder que foi campeão mundial junior em 2013, está fazendo sucesso na internet. O rider gravou um vídeo em que é rebocado por uma Ferrari F50 em um session radical em canal na cidade de Lincolnshire, Inglaterra. A sincronia entre o motorista e o rider é um dos destaques mais marcantes da session que foi descrita como um treino “diferente” pelo jovem em seu blog.

                              O vídeo, que está atraindo fãs de carros e de wake, foi gravado pela equipe TaxTheRich100 que tem um canal no Youtube só com vídeos de super carros em ação. Por enquanto, a session parece mesmo ter sido uma brincadeira. Segundo diversos sites internacionais, as imagens estão sendo analisadas pela polícia britânica, pois o carro pode ter chegado a 130 km/h e a via tem limite de velocidade de 90 km/h. Se comprovado que o limite de velocidade foi realmente ultrapassado Gill e o motorista poderão ser punidos.

                              O Tax The Rich 100 surgiu na internet como um grupo anônimo de fãs de supercarros que colocam essas supermáquinas em situações de testes de condução incríveis. Ninguém sabe quem eles são e como conseguem os carros para gravar os vídeos, mas o grupo vem fazendo sucesso e já tem mais de 100 mil seguidores na rede.

                              Já a Ferrari F50 é velha conhecida do público fã de carros. Esse é um dos modelos mais raros da mítica Ferrari que foi lançada em 1995 em comemoração aos 50 anos da marca.

                              Veja:

                               

                              Imagens: Reprodução

                               

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                                Copa Brasil de Vela

                                Por: Redação -

                                O alto nível da competição e a possibilidade de treinar na raia dos Jogos Olímpicos Rio 2016 estão atraindo diversos velejadores estrangeiros para a 2ª edição da Copa Brasil de Vela. O evento será realizado na praia de São Francisco, em Niterói, de 13 a 20 de dezembro, e contará com a presença de alguns dos melhores velejadores do mundo que estão em busca de uma vaga para as Olimpíadas.

                                Nomes como o holandês Dorian Van Rijsselberge, medalha de ouro em Londres na classe RS:X, os britânicos Nick Thompson, bronze no Mundial de Laser Standard, e Giles Scott, campeão mundial de Finn, os australianos Mathew Belcher e Will Ryan, ouro em Londres e no Mundial de 470, Billy Besson e Marie Riou, campeões mundiais de Nacra, e a holandesa Marit Bouwmeester, medalha de prata nos Jogos de Londres 2012 e campeã mundial este ano na classe Laser Radial, já confirmaram a sua presença.

                                “É muito importante para a nossa equipe treinar o máximo possível no Rio para poder aprender o máximo sobre a baía de Guanabara. Além do mais, a Copa Brasil de Vela é um evento muito bom na preparação para os Jogos Olímpicos Rio 2016”, disse Maike Willems, chefe da delegação holandesa.

                                Além do Brasil, outros nove países já confirmaram a presença na Copa Brasil de Vela:  Holanda, Espanha, Inglaterra, Suíça, França, Austrália, Estados Unidos, Japão e Itália

                                “Este campeonato é muito importante para as equipes estrangeiras, pois é uma chance para se preparar para as Olimpíadas e conhecer um pouco mais sobre a baía de Guanabara. O time francês está muito feliz em poder fazer parte deste evento”, disse Guillaume Chiellino, chefe da delegação francesa. O time terá representantes nas classes Laser Standard e Radial, 470 feminino e Nacra 17.

                                E se o evento é interessante para os estrangeiros, é ainda mais importante para os brasileiros. Os velejadores que estão em campanha olímpica serão avaliados pela Comissão Técnica da CBVela que definirá a Equipe Brasileira de Vela Olímpica de 2015.

                                “Pra Confederação Brasileira de Vela uma competição como a Copa Brasil, em que estarão presentes todos os atletas da equipe olímpica brasileira e muitos atletas estrangeiros, é fundamental para uma avaliação nossa da performance na raia olímpica e também para uma avaliação do nível dos atletas estrangeiros. Fora que a cada edição estamos nos aprimorando para realizar um evento ainda melhor, com alto nível técnico, recebendo mais e mais participantes de vários lugares do mundo”, disse Daniel Santiago, Diretor Executivo da CBVela.

                                A Copa Brasil de Vela tem organização da CBVela e conta com o patrocínio do Bradesco, Prefeitura de Niterói, Grupo Águas do Brasil e BG Brasil através da Lei de Incentivo ao Esporte, e com o apoio da Slam e da Richards.

                                Foto: Fred Hoffmann/CBVela

                                 

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                                  Iate de velejador

                                  Por: Redação -

                                  O estaleiro chinês Heysea Yacht vai construir um catamarã de 40 metros para o CEO e acionista da China Cup International Regatta, uma das maiores competições a vela do país. O contrato foi assinado em outubro e o iate de 131 pés deve ficar pronto somente em 2016.

                                  Pouco foi revelado sobre o projeto, a única informação concreta é que o casco será construído em aço e a superestrutura em fibra de vidro. A motorização também foi divulgada, dois Volvo de 725 hp cada — o que deve fazer o iate navegar a 15 nós em velocidade máxima e 12 nós em cruzeiro.

                                  Imagem: Divulgação

                                   

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                                    Novo porto

                                    Por: Redação -

                                    A cidade de Gotemburgo, na Suécia, foi anunciada como uma das sedes da competição America’s Cup World Series, disputada antes da America’s Cup. A cidade, que também é sede da final da regata de volta ao mundo Volvo Ocean Race, é a segundo maior da Suécia e tem o maior porto dos países nórdicos.

                                    A competição, disputada nos catamarãs de 45 pés e vela-asa, vale como pontuação inicial para os sindicatos inscritos nas finais da America’s Cup. A ACWS começa em 2015 e a cidade de Gotemburgo irá sediar o evento no mês de agosto, entre os dias 28 e 30.

                                    A equipe local Artemis Racing participou do anúncio feito ontem. “É emocionante anunciar que a Suécia será palco de uma das etapas da America’s Cup World Series. Será uma grande oportunidade de mostrar nosso esporte e nossa campanha para a America’s Cup “, declarou Iain Percy, gerente da equipe.

                                    Por enquanto apenas três sedes a ACWS foram anunciadas, Bermudas (México), Portsmouth (Reino Unido) e agora Gotemburgo (Suécia).

                                    Foto: Divulgação

                                     

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                                      Liderança

                                      Por: Redação -
                                      26/11/2014

                                      O Mapfre, barco espanhol com o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, lidera provisoriamente a segunda etapa da Volvo Ocean Race, entre a África do Sul e os Emirados Árabes Unidos. Numa briga direta com o Abu Dhabi, a equipe ibérica não pode vacilar, pois além dos árabes, outros quatro barcos estão próximos, com menos de 20 quilômetros de distância.

                                      A situação deve mudar nas próximas horas no Oceano Índico, com a previsão de ventos superiores a 110 km/h e ondas de até sete metros. Uma verdadeira tempestade tropical. Aí entra um dilema para os atletas: fugir da tormenta e navegar mais ou enfrentar as condições perigosas de cara? Para o comandante do Mapfre, todo cuidado é pouco.

                                      “Temos de ter muita atenção, pois pode ocorrer alguma quebra com muito vento”, falou Íker Martinez, comandante do Mapfre.

                                      Os holandeses do Team Brunel também estão em alerta para as tempestades dos próximos dias. “O que mais preocupa nessa tempestade tropical não é o vento, mas o estado do mar. Podemos pegar ventos de popa com ondas na cara”, disse Bouwe Bekking, comandante do Team Brunel, terceiro colocado após a última atualização de placar.

                                      Nesse momento, os sete barcos estão agrupados, com a alternância de liderança entre Mapfre e Abu Dhabi. A pergunta que fica é se a tormenta poderá se transformar em um ciclone. “Se for uma tempestade tropical, a variação de vento será de 30 a 50 nós. Mas tudo pode ficar até 40% mais forte. Os barcos podem suportar essas condições, mas não sabemos se os tripulantes vão aguentar”, disse o meteorologista Gonzalo Infante.

                                      A flotilha ainda tem mais de 3.500 milhas náuticas pela frente antes de chegar em Abu Dhabi, em meados de dezembro. Os barcos deixaram a Cidade do Cabo na última quarta-feira (19).

                                      Foto: Divulgação

                                      Informações: assessoria de imprensa

                                       

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                                        Cruzeiro com um Cousteau

                                        Por: Redação -

                                        A Paul Gauguin Cruises, única operadora de cruzeiros de luxo a navegar pelo Taiti, anunciou a participação especial do oceanógrafo e ambientalista Jean-Michel Cousteau em quatro cruzeiros pela região.

                                        Durante as viagens, Cousteau ministrará uma série de palestras sobre seu trabalho em diversos oceanos e, ainda, irá acompanhar vários mergulhos durante as paradas do navio.

                                        Jean-Michel Cousteau, filho de Jacques Cousteau, é considerado um dos principais ambientalistas da atualidade. É fundador e presidente da organização sem fins lucrativos Ocean Futures Society (OFS), que busca o desenvolvimento de soluções sustentáveis para o oceano e vida marinha.

                                        Fotos: Divulgação

                                         

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                                          Schaefer 830 Fly

                                          Por: Redação -

                                          O estaleiro catarinense Schaefer Yachts acaba de anunciar a evolução de seu primeiro iate, o Schaefer 800. A nova Schaefer 830 agora tem flybridge com hard top com teto solar no flybridge.

                                          O lançamento da Schaefer 830 acontece em um coquetel exclusivo para convidados nesta quinta-feira, em Santa Catarina.

                                          Confira algumas imagens da Schaefer 830:

                                          Imagens: Divulgação

                                           

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                                            Por: Redação -

                                            A quarta e última etapa da Copa Suzuki Jimny, a ser disputada nos dois próximos finais de semana (29 e 30/11; 6 e 7/12) vai movimentar as tripulações de mais de 40 embarcações dentro e fora da água. Além da emoção das regatas decisivas, em 6/12, penúltimo dia de competição, os velejadores terão a oportunidade de assistir à palestra ‘Mussulo III – Regatas e Travessias Oceânicas’ do médico e velejador José Guilherme Caldas, conhecido no mundo da vela simplesmente como Zé. O encontro será no próprio Yacht Club de Ilhabela, logo após as regatas do sábado, antes da festa de confraternização na Pousada Armação dos Ventos-BL3.

                                            O veleiro Mussulo III disputou a última edição da maior regata de oceano do Atlântico Sul, a Cape to Rio, em janeiro deste ano. Partiu de Cape Town, na África do Sul e chegou ao Rio de Janeiro em sétimo lugar, após 22 dias de navegação. “É uma regata muito tradicional, mais de quarenta anos de história e um percurso que exige precisão na estratégia para o contorno adequado da zona de alta pressão em busca dos ventos favoráveis”, analisa José Guilherme, renomado neuroradiologista do Hospital das Clínicas e Sírio-Libanês, além de professor da USP.

                                            Apesar do planejamento criterioso que uma regata oceânica exige, o comandante afirma que a Cape to Rio está ao alcance de todo velejador que possuir um barco em condições adequadas e deixa uma dica interessante. “Em qualquer travessia oceânica a logística tem de ser muito bem planejada. Eu diria que a ida do Brasil para Cape Town é bem mais complicada do que a volta, em regata. Por isso considero que transportar o barco em um navio mercante é a opção mais confortável e até mais barata”.

                                            José Guilherme ainda ressalta que a prioridade em uma travessia ou regata de oceano sempre é a segurança e que a tripulação tem alguns pontos fundamentais a considerar antes da largada: exímio conhecimento do barco, equipamentos de comunicação testados e em perfeito funcionamento, além de suporte de meteorologia em terra para a definição das rotas a serem traçadas.

                                            Quando trouxe o Mussulo III, um Bavaria 55 (17 metros) fabricado na Alemanha, para o Brasil, o comandante fez a travessia Lisboa-Ilhabela em solitário, durante 21 dias. “Em minha opinião, por incrível que pareça em uma travessia, mesmo em solitário, corre-se o mínimo de riscos, é mais tranquila, enquanto em regata há o compromisso do desempenho que muitas vezes significa levar materiais e recursos humanos ao limite”, compara o angolano de 54 anos.

                                            Na palestra no Yacht Club de Ilhabela, José Guilherme vai revelar como a tripulação do Mussulo III superou ventos de 50 a 60 nós (mais de 100 km/h) e ondas de seis metros dois dias após a largada da Cape to Rio. “Descemos onda a 22.7 nós. A marca está registrada no GPS do barco até hoje”, exclama o comandante. Também neste ano, o Mussulo III se aventurou na Refeno (Recife-Noronha) e chegou ao arquipélago em quinto lugar no tempo real e foi o terceiro na RGS A, depois de vencer a mesma regata em sua classe, em 2013. O barco de bandeira angolana ocupa a terceira colocação na classe IRC da Copa Suzuki Jimny de 2014.

                                            A Copa Suzuki Jimny/XIV Circuito Ilhabela de Vela Oceânica é organizada pelo Yacht Club de Ilhabela, com patrocínio máster da Suzuki Veículos e co-patrocínios de SER Glass e F7 Blindagens. Apoiam o evento: Prefeitura Municipal de Ilhabela, North Sails, Pousada Armação dos Ventos, Rádio Antena 1 Litoral Norte, Revista Mariner, Mar&Vela, Sail Station.com e Delegacia da Capitania dos Portos em São Sebastião.

                                            Foto: Marcos Méndez/SailStation

                                             

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                                              Requinte e praticidade

                                              Por: Redação -

                                              O mercado de revestimentos para barcos não para de se reinventar e, a cada ano, surpreende com novos materiais e tecnologias inovadoras. No São Paulo Boat Show 2014, por exemplo, um dos destaques foi o piso de couro natural. É isso mesmo: toda a elegância e requinte do couro agora pode ser aplicado no piso de alto tráfego!

                                              Com acabamento em verniz cerâmico, o produto possui 100% de impermeabilidade e um forte foco em sustentabilidade, conferindo charme, beleza e luxo ao piso de ambientes internos nos barcos.

                                              O material pode ser encontrado em tábuas tipo click e também em mantas, com as quais pode-se revestir móveis ou pisos que tenham maior dificuldade para receber tábuas. Com resistência elevada, o produto não degrada sob ação de umidade, maresia ou água, tornando-o excelente para o uso em embarcações, além de ser acústico e oferecer conforto térmico – graças à base em constituição de cortiça.

                                              O produto tem uma forte preocupação eco-friendly, pois é fabricado com sobras não aproveitáveis das fábricas de bolsas, sapatos, cintos e malas. É totalmente integrado na trilha de sustentabilidade, da natureza e meio ambiente, no que se refere às suas matérias primas recicladas, que são utilizadas na constituição da integridade do produto final obtido.

                                              Convidativo ao toque, o piso de couro natural é macio e confere uma sensação de amplitude, com um aspecto suave e de extrema elegância quando pisado ou tocado manualmente. Possui ainda um aroma suave, característico do couro, que envolve o ambiente, tomando algo de diferente e destaque ao espaço presente, além da sofisticação de ter um piso de couro na sua embarcação.

                                               

                                              Tânia Ortega é yacht designer com mais de 20 anos de experiência em decoração de grandes embarcações

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                                                Novo parceiro

                                                Por: Redação -

                                                A Nova Marine, empresa que acaba de nascer, é mais um parceiro do estaleiro paulista Intermarine, especializado em embarcações de luxo. Com a direção de Alessandro Begliomini, atuante no mercado de embarcações há mais de 10 anos, a empresa vai oferecer embarcações novas da Intermarine, além de atuar nos serviços de pós-venda e assistência técnica.

                                                A representante tem sede na Avenida Nações Unidas, na capital paulista, e outros três escritórios no Estado, Iate Clube de Santos (Guarujá), Marina Voga (Ubatuba) e Praia de Tabatinga (Caraguatatuba).

                                                Para conhecer acesse: novamarine.com.br

                                                Foto: Divulgação/Intermarine

                                                 

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                                                  Só para mulheres

                                                  Por: Redação -
                                                  25/11/2014

                                                  Os preceitos religiosos islâmicos são bastante restritivos em relação ao contato entre homens e mulheres que não sejam parentes ou casados, por isso, uma empresa europeia, a Ventura Yachts, vai lançar um pacote de charters exclusivo para mulheres.

                                                  A grande novidade nesses charters é que toda a tripulação também é composta por mulheres evitando, assim, restrições de circulação a bordo. “Nós estamos lançando este novo serviço após percebermos uma grande demanda no Qatar. A maioria das mulheres do país preferem charters sem a presença de homens e estamos oferecendo barcos com tripulações femininas para que as mulheres possam ter a experiência do charter tripulado com o maior conforto possível”, declarou Michael Newton-Woof, diretor da Ventura Yachts.

                                                  O Pink Lady Charters terá sete barcos para aluguel entre 35 e 45 pés.

                                                  A Ventura Yachts é a maior representante Ferretti na Espanha e no Reino Unido e também tem serviço de charter nesses países.

                                                  Foto: Shutterstock

                                                   

                                                  Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

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                                                    45 Atomic

                                                    Por: Redação -

                                                    A Sunrise Yachts, estaleiro da Turquia que constrói superiates, entregou o segundo casco do seu modelo de 45 metros (147 pés) e o 45 Atomic surpreendeu os visitantes do Fort Lauderdale Boat Show que viram um iate totalmente diferente do Africa, primeiro casco da linha entregue há cinco anos.

                                                    O proprietário americano recebeu um iate de três deques com espaço interno e pé-direito generoso. O design interior é foi totalmente reformulado e está muito mais moderno. Os camarotes acomodam até 10 pessoas e há espaço para até 9 tripulantes.

                                                    Segundo o estaleiro, o 45 Atomic é um iate com navegação estável e consumo de combustível eficiente. O superiate foi equipado com dois motores MTU de 1057 hp cada, chegando a velocidade máxima de 16 nós.

                                                    Fotos: Sunrise Yachts

                                                     

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                                                      Jet Tour Chapecó

                                                      Por: Redação -

                                                      O Rio Uruguai, na divisa de Santa Catarina com o Rio Grande do Sul, terá atrações especiais para motos aquáticas neste fim de semana. O Jet Tour Sea-Doo, passeio em grupo e monitorado, está marcado para este domingo e promete belos visuais pela região de Chapecó (SC). A base das atividades será o residencial Casas da Montanha, onde no sábado haverá test drive com os jets da Sea-Doo.

                                                      “O Rio Uruguai é ponto de encontro dos jets e recebe pela primeira vez o Jet Tour Sea-Doo. As expectativas são bastante positivas”, comentou Leonardo Neto, da Montreal Powersports, concessionária dos produtos BRP (o que inclui as máquinas da Sea-Doo) e organizadora local do evento. “O lugar é muito bonito, com águas limpas e tranquilas e bastante mata fechada nas margens. O passeio terá até duas horas de duração e a previsão para o final de semana é que continue fazendo sol e calor”, continuou.

                                                      Os participantes contarão com a estrutura de ponta dos eventos da Sea-Doo, que preza pela segurança e possui monitores treinados. “Na base do evento, haverá tendas com as bandeiras e os produtos da BRP, além de um churrasco aguardando o pessoal no retorno do passeio”, concluiu Neto. As inscrições para as atividades devem ser feitas com a equipe da Montreal Powersports no telefone 49/3323-0084.

                                                      A organização do Jet Tour Sea-Doo exige o uso dos equipamentos de segurança e a apresentação da habilitação náutica por parte dos pilotos.

                                                      Foto: Divulgação

                                                      Informações: assessoria de imprensa

                                                       

                                                      Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

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                                                        Mais de 45 anos depois de sua circunavegação histórica, sem escalas, em solitário e em uma época que não existiam tecnologias como o gps, o lendário fundador da Clipper Race, Sir Robin Knox-Johnston, de 75 anos, continua a inspirar aventureiros de todo o mundo.

                                                        Depois da conquista do pódio na regata transatlântica Route du Rhum este fim de semana, Sir Robin foi recebido como herói em Guadalupe e mensagens de felicitações e de apoio de velejadores e companheiros de aventura têm inundado as redes sociais em de todo o mundo.

                                                        Sir Robin, o participante mais velho no desafio de 3.542 milhas da Route du Rhum, chegou em Guadalupe no último sábado em terceiro lugar na Classe Rhum, depois de 20 dias, 7 horas, 52 minutos e 22 segundos no mar.

                                                        Abaixo algumas palavras de Sir Robin:

                                                        Desde o momento que eu anunciei que iria participar da Route du Rhum tenho estado muito emocionado e agradecido por todo o apoio que venho recebendo de pessoas em todo o mundo.

                                                        A verdade é que sempre me inspirou ver os milhares de membros da tripulação da Clipper Race ao longo destes quase vinte anos. Como eu sempre estive muito envolvido com a competição sentia certa inveja todas as vezes que acenava para os times que partiam, querendo muito estar com eles nestas aventuras. Quando participei da Sidney Hobart em dezembro do ano passado, tive certeza que eu tinha que voltar a competir novamente. Então, de verdade, queria agradecer a todo o time da Clipper Race por me inspirar a voltar a competir.

                                                        Eu curti muito a Route du Rum. Embora tenha sido muito difícil e altamente competitiva, eu me senti ótimo por voltar ao mar, onde me sinto em casa. As pessoas ficavam falando da minha idade durante o percurso, mas francamente, isso é irrelevante quando você se sente jovem e saudável. Eu não tenho planos de me aposentar e parar de competir, isso eu tenho certeza.”

                                                        Sir Robin Knox-Johnston criou a Clipper Race em 1995 e a edição 2015-16 será a décima da competição bienal que foi responsável por inserir mais de 3000 velejadores novatos em corridas de oceano.

                                                        Foto: Divulgação

                                                         

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                                                          Copa Brasil de Vela

                                                          Por: Redação -

                                                          Faltando pouco menos de um mês para o início da Copa Brasil de Vela, os melhores velejadores do mundo que estão em busca de uma vaga nos Jogos Olímpicos Rio 2016, já começam a se preparar. O evento, que terá como sede a praia de São Francisco, em Niterói, será realizado de 13 a 20 de dezembro e valerá também como Campeonato Brasileiro das classes 470, 49er e 49er FX.

                                                          Nomes como Martine Grael e Kahena Kunze, eleitas melhores velejadoras do ano pela federação internacional (Isaf), Jorge Zarif, vencedor do Prêmio Brasil Olímpico de 2013, Robert Scheidt e sua esposa, a lituana Gintare Scheidt, e a holandesa Marit Bowmeester, prata em Londres 2012 na Laser Radial, já confirmaram a sua presença.

                                                          “A Copa Brasil e o Evento Teste são as duas principais competições realizadas na raia dos Jogos 2016 durante o ano. Então esta segunda edição do evento será essencial para medirmos forças com os adversários estrangeiros, que virão em número mais expressivo do que na primeira edição, e também fazer uma avaliação do desempenho dos atletas brasileiros nas cinco raias olímpicas”, disse Daniel Santiago, Diretor Executivo da CBVela.

                                                          Assim como na primeira edição estarão na água as 10 classes olímpicas: Laser, Laser Radial, Nacra 17, 49er, 49er FX, Finn, RS:X masculino e feminino e 470 masculino e feminino. Os dias 13, 14 e 15 serão dedicados à medição e inscrição e no dia 16 serão disputadas as primeiras regatas. Serão usadas as cinco raias olímpicas: Ponte, Escola Naval, Pão de Açúcar (dentro da baía de Guanabara) e Niterói e Copacabana (fora da baía). No dia 20, sábado, todas as classes terão a regata da medalha (medal race), em que participam apenas os 10 primeiros colocados. Estas regatas serão realizadas próximas à praia, bem pertinho do público, e contarão com a narração em tempo real, para que aqueles que estejam na areia possam entender um pouco mais sobre o esporte e torcer para o seu velejador favorito.

                                                          Seguindo o modelo de sucesso da primeira edição, toda a estrutura do evento será montada nas areias da praia de São Francisco, em Niterói, o que possibilita uma maior interação do público com os velejadores.

                                                          Desta vez a área do evento será ainda maior, ocupando quase metade da praia, e contará com um espaço para convivência dos atletas, sala para os juízes, sala de imprensa e espaço de guardaria para todos os barcos. A premiação de todas as classes também será feita bem pertinho do público.

                                                          “A Copa Brasil de Vela é o principal evento organizado pela Confederação, que tem o objetivo de torná-lo o maior evento de monotipos da vela brasileira e sul-americana. A ideia é que já em 2015 a Copa seja válida como Campeonato Brasileiro de Classes Olímpicas. A partir de 2016 o evento deverá ser realizado em outros estados, de forma que a cada ano tenha uma sede diferente”, disse Ricardo Baggio, gerente de eventos da CBVela.

                                                          Foto: Kyra Mirsky/CBVela

                                                          Informações: assessoria de imprensa

                                                           

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                                                            Por: Redação -

                                                            Esse mês fui conhecer a “capital náutica do mundo” ou melhor dizendo, Fort Lauderdale, nos Estados Unidos. Realmente a cidade respira o ambiente náutico. Desde os restaurantes com decorações temáticas ligadas ao mar, até o corre-corre de marinheiros falando sobre soluções encontradas para seus barcos.

                                                            Tenho que agradecer ao mais que navegador brasileiro Fernando Passow quem me recebeu muito bem e me apresentou um mundo de possibilidades sobre o universo náutico.

                                                            Bater um papo com Passow já se trata de uma verdadeira aula sobre cruzar oceanos. Não tem coisa que cruzeirista mais gosta de fazer do que tomar uma gelada e contar histórias e olha, vou defender a categoria, não são estórias de pescador, são histórias de navegador. Quem já viveu no mar a bordo sabe bem o que estou dizendo, a primeira coisa a fazer quando se joga a âncora é buscar o ponto de encontro da comunidade cruzeirista local, pedir uma cerveja e começar a fazer amigos.

                                                            Passow tem dois Atlânticos em sua rota de vida como velejador e em um deles uma experiência que nenhum marujo quer passar, mas se passa, tem orgulho de dizer que passou. Fernando topou com seu veleiro em um cargueiro quando chegava às Bahamas. Nando, como é conhecido entre os amigos da vela, teve que, literalmente, abandonar o barco e começar tudo de novo e olha que mesmo assim, antes de sair de sua embarcação, tentou sangrar o motor, tratar o barco com fibra de vidro… Tudo pra tentar salvar, mas acabou ele sendo salvo pelo próprio cargueiro. Começou de novo.

                                                            Bem, começar de novo é algo que para quem vive no mar e do mar é bastante comum. Saber dar um passo para trás, sacrificar alguns confortos e nunca desistir do sonho. Já dizia Amyr Klink, o pior naufrágio é aquele que não sai do porto. Então continuemos. Marinheiro que é marinheiro tem que seguir em frente, sempre…

                                                            Em Fort Lauderdale, conheci a maior marina dos Estados Unidos, a Lauderdale Marine Center. São centenas de barcos de todos os tipos passando por manutenção, reforma, limpeza. A grandiosidade do local impressiona e a vontade, para quem gosta, é de visitar cada um daqueles iates. Vi barcos de pesca esportiva, barcos de alto desempenho, iates, veleiros, lanchas, catamarãs, traineiras, canoas e superiates extraordinários. Uma estrutura enorme que garante segurança e confiança para quem escolhe deixar o barco lá.

                                                            Conheci alguns marinheiros que trabalham a bordo, inclusive mulheres. Eles geralmente são capitães, engenheiros, elas, colocam ordem na casa! São supervisoras gerais da tripulação. Mais uma forma diferente, uma nova possibilidade, para quem quer ter a experiência da vida a bordo. Nesse caso, com muito mais luxo e conforto, pois tratam-se de verdadeiros apartamentos flutuantes. Porém o que vale é o contato com o mar, a vida de viajante e o trabalho náutico, que para quem gosta já é bastante prazeroso.

                                                            Passow vive em Fort Lauderdale com seu cachorro Mak a bordo do Free Spirit, um veleiro fabricado em Hong Kong em 1979. A vida é tranquila, viver a bordo não tem imposto e Fort Lauderdale é uma cidade sem preconceito. Visitei o Free Spirit, e vi que é bastante organizado para um homem solteiro. A vida a bordo nos ensina a ser econômicos e a viver em pequenos espaços. Aliás, em tempos de seca em São Paulo eu indicaria uma temporada a bordo para aprender rapidinho como viver com pouca água e com pouco de tudo. Numa próxima falo sobre isso. Marinheiro que é marinheiro tem que seguir em frente. Hoje estou aqui amanhã não sei.

                                                            Fotos: Arquivo Pessoal

                                                             

                                                            Marcela Rocha é instrutora de mergulho, jornalista, locutora de rádio, velejadora nas horas vagas e, acima de tudo, muito feminina

                                                             

                                                             

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