Primeira perna

Por: Redação -
15/10/2014

Com menos de 10 quilômetros de diferença entre o líder e o último da flotilha, os sete barcos da Volvo Ocean Race lutam pelas melhores rajadas na aproximação às ilhas Canárias, em pleno Oceano Atlântico. A primeira etapa de Alicante, na Espanha, até a Cidade do Cabo, na África do Sul, terá ao todo quase 12 mil quilômetros. E nesse começo de regata, todos tiveram o gostinho da liderança por pelo menos algumas horas.

Depois de quatro dias de velejada com condições complicadas — vento fraco e mar agitado — as equipes optaram por navegar mais próximas da costa marroquina, antes de mudar o bordo mais para oeste. “O vento mais calmo nos deu chance de recuperar um pouco o barco depois do início rápido”, falou o argentino Francisco Vignale, repórter a bordo do MAPFRE.

Com a instabilidade apresentada nos primeiros dias, as tripulações foram obrigadas a constantemente trocar o rumo, por isso, os barcos vão alternando posições na frente. Na última parcial (16h10 GMT), os chineses do Dongfeng tinham pequena vantagem em relação ao Abu Dhabi. Completam a lista nessa ordem: Team Brunel, Team SCA, MAPFRE, Team Vestas Wind e Team Alvimedica.

“O quarto dia foi muito especial, porque estamos finalmente começando a entrar em ritmo de regata e ter uma rotina diária”, informou Corinna Holloran, repórter a bordo do Team SCA, equipe 100% feminina. “Estamos tentando nos acostumar a dormir só duas horas”.

Os barcos devem atravessar as ilhas Canárias na manhã desta quinta-feira (16) e acelerar a aproximação a outro ponto importante da travessia pelo Atlântico: Cabo Verde. A previsão da primeira etapa é de 23 dias de regata..

Foto: Francisco Vignale-MAPFRE / Informações: assessoria de imprensa

 

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    Na China

    Por: Redação -

    Na madrugada dessa quarta-feira, ocorreu o segundo dia de regatas da ISAF Sailing World Cup Qingdao, válida como primeira etapa da Copa do Mundo de Vela 2014/15, e, ao contrário do primeiro dia, as condições melhoraram bastante. Pelo segundo dia consecutivo o velejador do Iate Clube de Santa Catarina Bruno Fontes velejou muito bem e manteve-se entre os líderes. Com um 5º e um 8º lugar somados, Bruno aparece agora na sétima posição geral após um descarte, mas tem o quarto melhor somatório entre todos os competidores sem eliminar nenhum resultado.

    “Apesar dos bons resultados vejo que posso melhorar alguns aspectos. Na primeira regata eu precisei recuperar bastante, pois acabei me chocando com uma boia. O importante é que tenho conseguido andar sempre na frente e isso vai contar bastante nos próximos dias. Ainda temos mais quatro regatas antes da Medal Race (regata final) e quero chegar bem posicionada para poder ter chances de subir ao pódio”, comentou Bruno.

    Com ventos de 13 a 18 nós (entre 25km/h e 32km/h), a comissão de regatas não teve dificuldades para organizar as disputas na raia de Qingdao. Agora, Bruno soma 20 pontos perdidos, contando um descarte, e está apenas oito pontos atrás da zona de pódio. No entanto, se levarmos em consideração a pontuação total, o velejador é o quarto no geral, com 28 pontos perdidos.

    “O mais importante em uma competição deste nível é sempre fazer pontuações baixas, pois dois resultados ruins acabam com o campeonato de qualquer um. No final das oito regatas é que dá para ter a real noção de quem briga por medalha. Até lá, o foco está ser muito veloz para andar sempre na frente e não deixar os líderes escaparem”, conclui Bruno.

    A competição em Qingdao na China acontece até o próximo sábado, quando será disputada a Medal Race. Até lá, serão disputadas mais quatro regatas na primeira fase, totalizando oito, com apenas um descarte para cada velejador. Os dez melhores avançam para a disputa da medalha, que terá pontuação dobrada e não poderá ser utilizada como descarte.

    Classificação após quatro regatas e um descarte:
    1º Tonci Stipanovic (CRO) – 3pp
    2º Pavlos Kontides (CYP) – 6pp
    3º Wannes Van Laer (BEL) – 12pp
    4º Michael Bullot (NZL) – 14pp
    5º Daniel Mihelic (CRO) – 17pp
    6º Felipe Jurisic (SIG) – 18pp
    7º Bruno Fontes (BRA) – 20pp
    8º Tom Burton (AUS) – 23pp
    9º Karl-Martin Rammo (EST) – 26pp
    10º Colin Cheng (SIN) – 26pp

    Foto: Divulgação / Informações: assessoria de imprensa

     

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      Flotilha Jovem

      Por: Redação -

      Os velejadores do Audi YCSA Sailing Team, formado pela vela jovem do Yacht Club Santo Amaro (YCSA), obtiveram resultados considerados positivos na Semana de Buenos Aires, principal competição de monotipos do continente. Entre os 25 barcos da classe 420 inscritos no Yacht Club Argentino (YCA), cinco representaram o clube da Represa Guarapiranga, dono da segunda maior flotilha no Rio da Prata, atrás apenas do anfitrião YCA, com 13 embarcações.

      A dupla Eric Belda e Rodrigo Dabus, obteve o melhor resultado da delegação paulistana de 420, com o quarto lugar na classe. Os dois velejadores estiveram entre os três primeiros até o último dia, que teve as regatas prejudicadas pelo vento e rondou de nordeste a noroeste, sem ultrapassar a marca dos cinco nós, menos de 10 km/h. Eric competiu em Buenos Aires pela quinta vez e conquistou sua melhor colocação.

      Caçulas da equipe que competiu na Argentina com atletas entre 14 e 17 anos, Olívia Belda e Marina Arndt ficaram em 13º lugar geral, o que lhes rendeu a segunda colocação entre as tripulações femininas. Clara e Sofia Videla (YCA) foram as primeiras mulheres na classificação. Os argentinos Agustín Romero e Fermin Jacobs, também do YCA, foram os campeões da classe 420, com quatro vitórias em dez regatas.

      Depois de Eric e Rodrigo, a dupla mais bem colocada do Audi YCSA Sailing Team foi Antonio Aranha e Alexander Essl, em oitavo. André Fiuza e Staphan Kunath ficaram em 11º lugar, enquanto Helena de Marchi e Elisa von Fritsch acabaram na 15ª posição. A 24ª Semana de Buenos Aires reuniu 635 barcos de 17 classes, sendo que para Laser Standart e Radial, assim como para J/24, foi válida como seletiva para os Jogos Pan-Americanos de 2015, em Toronto.

      “Um evento de dimensão sul-americana como este, com 25 barcos na raia, oferece experiência aos brasileiros. As tripulações argentinas tradicionalmente têm um elevado nível técnico. Foi uma excelente oportunidade para o constante aprimoramento técnico de nossos velejadores”, considerou o coordenador da classe 420 para o Estado de São Paulo, Erik von Fritsch.

      Foto: Divulgação / Informações: assessoria de imprensa

       

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        Teste Azimut 70

        Por: Redação -

        O mundialmente admirado estilo ita­liano faz sucesso no segmento de barcos de grande porte no Brasil há pelo menos 20 anos e alguns desses modelos são fabricados aqui com o mesmo padrão de qualidade da ma­triz e adaptações (mínimas) ao gosto local. É o caso da Azimut 70, produzida em Santa Catarina desde 2012, tendo como única diferença da origi­nal italiana uma churrasqueira na popa, item que já se tornou padrão no nosso mercado.

        Posicionada entre as maiores e mais sofisticadas lanchas feitas no Brasil e maior modelo da mar­ca fabricado no país até o momento, a Azimut 70 combina desempenho e linhas marcantes, inspi­radas nas formas dos peixes e nas barbatanas dos tubarões, traçadas por Stefano Righini, projetis­ta responsável pelo estilo exterior de toda a ga­ma Flybridge da marca, que vai de 42 a 100 pés.

        O interior, com cerca de 140 m2 de área útil, qua­tro suítes, cabine de marinheiros e decorado por Carlo Galeazzi, agrada pela elegância típica dos modelos desse estaleiro, que faz parte do sóli­do grupo náutico Azimut-Benetti, dono, entre outros, da marca de lanchas esportivas Atlantis e do estaleiro Benetti, fabricante de megaiates.

        Para conhecer todos os detalhes da bela Azimut 70 confira o teste da edição de outubro de NÁUTICA, que está nas bancas de todo o Brasil.

        Foto: Mozart Latorre / Texto: Fábio Amorim

         

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          Troféu Cayru

          Por: Redação -
          14/10/2014

          Em sua 24ª edição, com patrocínio do Banrisul e FUNDERGS, o Troféu Cayru será disputado neste fim de semana, 18 e 19 de outubro, com a novidade dos barcos da classe ORC Internacional — categoria que passou a integrar as regatas de Oceano no Rio Grande do Sul. No primeiro dia de competição, com largada às 12h em frente ao Clube dos Jangadeiros, o percurso será de 36,2 milhas, passando pela Ilha das Pombas e chegada na Ponta Grossa. Já no domingo, às 13h, o percurso será em barla sota, na raia da Pedra Redonda.

          Participam do 24ª Troféu Cayru as flotilhas do Clube dos Jangadeiros, Veleiros do Sul e Iate Clube Guaíba. São previstos entre 35 a 45 barcos que disputam nas categorias ORC Internacional, BRA-RGS e BRA-RGS CRUISER, Bico de Proa, J/24, HPE 25, Microtoner, Velejaço e Regata em Solitário. Na edição de 2013 o vencedor da categoria RGS foi o barco Abaquar, de Carlos Eduardo Moré. E o barco Hobart, de Airton Schneider, venceu o Fita-Azul, primeiro barco a cruzar a linha de chegada da regata longa Volta da Ilha das Pombas.

          As inscrições estão abertas na Secretaria Esportiva do iate clube: [email protected]

          Fotos: Cláudio Bergmann/Imprensa CDJ

           

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            Novos veleiros

            Por: Redação -

            O estaleiro francês Beneteau apresentou, durante o salão náutico de Cannes, dois novos modelos de veleiro para a temporada 2014-15. Os dois modelos pertencem à linha Oceanis. O Oceanis 35 e 60 foram apresentados ao público durante o evento.

            O Oceanis 35 segue os passos do irmão maior, o Oceanis, buscando agradar ao público que busca de barcos menores, mas que ainda ofereçam conforto a bordo. O barco, desenhado pelo escritório Nauta Design em parceria com o escritório de arquitetura Finot-Conq, tem três versões de cabine: Daysailer, Weekender e Cruiser.

            Já o Oceanis 60 foi projetado para os que buscam um barco mais luxuoso e, segundo a Beneteau, tem a maior cabine da categoria. A Nauta Design também assina este modelo em parceria com o escritório Berret Racoupeau Yacht Design. O veleiro de 60 pés tem interior com 3 ou 4 camarotes e cockpit com muitos sofás para os momentos ao ar livre.

            Os modelos ainda não têm previsão de lançamento aqui no Brasil. Confira as fotos:

            Fotos: Divulgação

             

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              Star

              Por: Redação -

              Terminou neste domingo (12) em Oxford, nos Estados Unidos, o campeonato Norte-Americano da classe Star. E os brasileiros Torben Grael e Guilherme Almeida colocaram a bandeira do Brasil no lugar mais alto do pódio. O segundo lugar ficou com Thomas Hornos e Josh Revkin, seguidos por Arthur Anosov e David Caesar, ambos dos Estados Unidos. No total 41 duplas dos EUA, Argentina, Canadá e Brasil estiveram presentes na competição.

               

              Foto: Divulgação / Informações: CBVela

               

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                HY-X

                Por: Redação -

                A Hydros, empresa suíça responsável pelo projeto do trimarã voador Hydroptère, apresentou recentemente seu mais novo projeto, o HY-X — a primeira lancha com hidrofólios totalmente retráteis.

                O protótipo do HY-X foi apresentado nos salões náuticos de Cannes e Mônaco com metade do tamanho que realmente deve ter quando pronto. A empresa pretende construir uma lancha voadora com 41 pés e não 20 como o protótipo apresentado.

                O projeto inovador de hidrofólios retráteis permite que a lancha navegue sobre o casco, como qualquer outra, ou alce voo navegando sobre os hidrofólios.

                Assim como todos os projetos da Hydros, o HY-X é amigo do meio-ambiente. Segundo a empresa, o consumo de combustível foi reduzido em 30% e a lancha pode ser usada em águas calmas ou mais agitadas e ainda pode ser utilizado para trabalho ou lazer.

                Confira o vídeo do HY-X:

                Fotos e vídeo: Hydros

                 

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                  Fita-Azul

                  Por: Redação -

                  O veleiro Carioca, um Soto 40, foi o fita-azul na 69ª Regata Escola Naval, realizada neste domingo (12), na Baía de Guanabara. A maior prova náutica da América Latina contou com a participação de mais de 700 barcos. Organizada pelo Grêmio de Vela da Escola Naval, a regata reúne desde grandes veleiros de oceano aos monotipos. O resultado anunciado neste domingo é apenas parcial. Como aos participantes cabem protestos, a organização só divulgará as colocações oficiais na próxima semana.

                  A competição também contou com a presença de representantes estrangeiros. Na disputa das marinhas amigas, a primeira colocação ficou com o Brasil. O Chile foi o segundo colocado e a Itália ficou em terceiro lugar.

                  Aberto ao público, o evento levou à Ilha de Villegagnon cerca de quatro mil visitantes. A programação contou com diferentes atrações, como exposições de grande variedade de material militar da Marinha, incluindo equipamentos de mergulho e paraquedismo, helicópteros, mísseis, carros de combate e barracas de um hospital de campanha. Foram montadas tendas de exposição de organizações militares da Marinha e de empresas parceiras do evento. Destaque também para as apresentações da Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais, além de várias atividades esportivas e recreativas para as crianças.

                  Este ano, a Regata Escola Naval conta com o patrocínio da Caixa Econômica Federal, Cellier Alimentos, Transpetro, Poupex, Libra Terminais Rio, Brancante Seguros, SKM, FEMAR, Mackenzie, Capemisa Seguradora, Emgepron e 1492 Azeite Extra Virgem Premium.

                  A cerimônia de premiação acontece no próximo dia 20, na Escola Naval.

                  Foto: Fred Hoffmann/Divulgação   / Informações: assessoria de imprensa

                   

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                    Swan 105

                    Por: Redação -
                    13/10/2014

                    O Swan 105 RS é um dos mais recentes lançamentos da Nautor’s Swan — estaleiro finlandês referência na construção de veleiros de alto desempenho. Com 31,7 metros de comprimento, o veleiro é um projeto de German Frers em parceria com Beiderbecke, que desenhou interior do veleiro.

                    Beiderbecke apostou nos espaços amplos e personalizáveis na cabine para atender os gostos pessoais de cada proprietário e oferecer mais espaço nos momentos a bordo. Exemplo da cabine do proprietário que se abre para a plataforma de popa integrando os espaços internos e externos do ambiente.

                    O cockpit do veleiro alia áreas cobertas e descobertas para o conforto nas travessias.

                    Veja as fotos deste incrível veleiro:

                    Fotos: Divulgação

                     

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                      Na Bahia

                      Por: Redação -

                      A segunda Club Med Sailing Week, que começou na sexta-feira, dia 10, reuniu diversos esportes aquáticos em uma semana de competições no resort de Itaparica, Bahia. A primeira classe a entrar na água foi o kitesurf que contou com atletas de diversos estados.

                      No domingo, último dia de competições para os atletas que estavam disputando a segunda etapa do Circuito Brasileiro de Kitesurf Race, os riders foram conhecer outras raias da Ilha de Itaparica. A praia escolhida foi a de Ponta de Areia, que conta com uma excelente área para a prática da vela.

                      Foram realizadas quatro regatas no último dia, com destaque pra Wilson Bodete, da Paraíba, que venceu a etapa apresentando uma boa regularidade em todas as provas. Em segundo Bruno Ferreira do Maranhão confirma sua ótima fase, após ser terceiro colocado no Rally dos Ventos ele agora se junta a elite do Kite Racing nacional com esse resultado na Ilha de Itaparica.

                      Outro destaque, também da Paraíba, Ian Barbosa ficou em terceiro e já desponta no cenário nacional na modalidade Kite Racing.

                      Roberto Veiga, de Santa Catarina, mostrou estar em forma velejando de igual pra igual com os tops do circuito e conquistou a quarta colocação na etapa.

                      Outro destaque foi Arthur Veloso, o “Bodetinho”, ele foi o campeão Junior e deu trabalho aos mais velhos demonstrando muita técnica em suas regatas. Filho do campeão Bodete, Arthur já mostra que vai seguir os passos do pai.

                      No mesmo dia tivemos uma clínica especial de Optmist e Stand Up, e os participantes receberam medalhas por empenho em aprender novos esportes náuticos.

                      O Club Med Sailing Week continua suas atividades com clínicas de Kitesurf, Stand Up e Optimist, tudo isso no primeiro Resort do Brasil, o Club Med Itaparica.

                      Fotos: Gisa de Paula / Informações: assessoria de imprensa

                       

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                        Anjo da Água

                        Por: Redação -

                        O iate conceito Bairim, ou Anjo da Água,  foi desenhado por Timon Sager, um designer suíço que já desenhou aviões e helicópteros com design bastante inovador, tem formas únicas e um visual pra lá de futurista. O iate conceito foi projetado para navegar muito rápido mesmo em água mais agitadas.

                        O projeto prevê enormes janelas no costado que proporciona uma vista deslumbrante para os ocupantes da cabine. O interior tem amplos espaços, pé-direito alto e o conceito de grandes espaços abertos está presente em todo o projeto.

                        O cockpit é coberto por teca e o acesso para a cabine é feito por uma grande escada central. O posto de comando é central e fica no flybridge do iate.

                        Ainda não há previsão para a construção deste iate surpreendente.

                        Imagens: Divulgação

                         

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                          SUP no Sul

                          Por: Redação -

                          O iate clube Veleiros do Sul, de Porto Alegre, sediou neste fim de semana a primeira edição do Campeonato Gaúcho de Stand Up Paddle (SUP). Com realização da Federação Gaúcha de Stand Up Paddle, a competição contou com a participação de 30 atletas nas modalidades Race e Funrace. Embora o céu tenha permanecido nublado, a chuva não apareceu, garantindo aos competidores boa visibilidade e boa mobilidade com o vento fraco e a corrente calma fluindo na raia do Cristal. A largada das duas modalidades ocorreu na frente do farol do VDS com um intervalo de cinco minutos.

                          Participaram da modalidade Race sete atletas que remaram em um percurso de quase 9 quilômetros com três voltas entre a boia de largada e a boia do Estaleiro Só. Na categoria Feminino e Feminino 12.6 Lessara Barbosa de Aguiar (Walea Canoa) foi a campeã. No masculino 12.6, André Torelly (Iate Clube Guaíba) foi o vencedor. Na classificação Geral venceu Eduardo Braz Carrard (CDJ), com Leonardo Rancich (GetSup/Walea Canoa) em segundo e André Torelly em terceiro lugar.

                          Após, houve a largada agitada da modalidade Funrace com 23 empolgados remadores disputando o melhor lugar entre as boias. O percurso foi de quase 3 quilômetros com apenas uma montada de boia. O estreante mais rápido foi Nicola de Araújo Fiedler e o Master foi vencedor Rafael Coelho Machado. Na Gran Master o Veleiros do Sul levou uma medalha com Ricardo Titoff Salvador. No feminino Ariane Lautert (Kitesul/GetSup) foi a vencedora com Maju Erst (Kitesul/GetSup) em segundo e Cláudia Ribeiro Freitas (SAVA) em terceiro. Na categoria Geral, Matheus Rodrigues Albernaz (Kitesul/GetSup) foi o campeão com Cristiano de Oliveira Roeche (Kitesul/GetSup) em segundo e Jerônimo Roveda em terceiro. Confira aqui todos os tempos cumpridos pelos atletas participantes.

                          O Veleiros do Sul tem apoiado sistematicamente a prática do SUP e a realização do evento foi uma iniciativa do associado pioneiro na prática do esporte no VDS, atual Diretor de SUP Geraldo Gomes da Silveira. “É um evento marcante na história do SUP no Rio Grande do Sul, uma vez que é o primeiro campeonato gaúcho após a constituição oficial da Federação Gaúcha de Stand Up Paddle. Para nós do VDS representa uma experiência interessante, integrando o SUP, o esporte náutico que mais cresce no mundo, à estrutura de um grande clube náutico”, ressaltou. O primeiro Campeonato Gaúcho de Stand Up Paddle contou com apoio de GET SUP, Art in Surf, AB Esportes de Praia e SupReis.

                          Foto e informações: assessoria de impressa

                           

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                            Regata Mormaii

                            Por: Redação -

                            Neste final de semana, o Iate Clube de Santa Catarina organizou a 13ª Regata Mormaii, válida como sexta etapa da Copa Veleiros de Oceano e o Zeus Team foi o fita-azul (primeira embarcação a cruzar a linha de chegada) da competição. A equipe comandada por Inácio Vandressen percorreu o trecho entre Florianópolis e Bombinhas em 3h38m10s.

                            A largada da 13ª Regata Mormaii ocorreu defronte ao Trapiche da Av. Beira-Mar Norte com boas condições. De lá, os veleiros partiram sentido a Bombinhas, percorrendo aproximadamente 31 milhas náuticas. Atuais campeões da Ilhabela Sailing Week, principal semana náutica da América Latina, a tripulação do Zeus Team largou muito bem e no final foi o primeiro a completar a regata, mostrando um grande desempenho da equipe.

                            Ainda pela Classe C30, o Corta Vento foi o segundo a completar a regata, seguido por Katana e Kaikias. Na RGS “A” o grande campeão foi o Garrotilho, enquanto na ORC o Melody 5 foi o mais veloz, com o Ataw completando a regata na segunda posição.

                            Na RGS Cruzeiro, a regata foi muito disputada com pouco mais de quatro minutos separando o primeiro do terceiro colocado. O Carino foi o grande campeão na categoria. O Jurerê Mirim foi o vice-campeão da Classe e Taura I completou o pódio.

                            Fechando a regata, o Maskote venceu na Classe Proa Rasa seguido pelo Longitude na segunda colocação.

                            Foto e informações: assessoria de imprensa

                             

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                              Mythos

                              Por: Redação -
                              12/10/2014

                              O Fort Lauderdale International Boat Show acontece entre os dias 30 de outubro e 3 de novembro e será o palco da estreia da nova Riva 122 Mythos, um iate de 122 pés e casco de alumínio inspirado na Riva 86, grande sucesso do estaleiro que pertence ao Ferretti Group.

                              O iate é um resultado da cooperação entre o designer Mauro Micheli e Sergio Beretta da Officina Italiana Design, escritório responsável pela linha Riva. Além das belas linhas externas e o grande conforto da cabine, a 122 Mythos tem flybridge com banheira de hidromassagem, sofá confortável e espreguiçadeiras para banhos de sol.

                              No interior são três opções de arranjo, 3, 4 ou 5 camarotes para convidados.

                              O iate, equipado com dois motores de 3510 hp cada, chega a velocidade máxima de 28,5 nós e cruzeiro de 26 nós.

                              Imagens: Divulgação

                               

                              Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

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                                Regatta Yacths

                                Por: Redação -
                                11/10/2014

                                Os corredores do Transamérica Expo Center, em São Paulo, abrigaram durante seis dias, compradores, amantes do universo náutico e imprensa que prestigiaram a 17ª edição do São Paulo Boat Show. Lanchas e embarcações vendidas pela Regatta Yatchs, dealer oficial da Sessa Marine no Brasil, foram alguns destaques no evento.

                                Grande aposta para o mercado brasileiro no verão 2015, o Sessa Cruiser 42 foi um dos modelos mais visitados pelo público. A arquiteta Camila Klein (foto), que marcou presença no evento, personalizou o interior do barco com peças da Regatta Casa e Regatta Tecidos nas cores azul e laranja.

                                A Regatta Yachts registrou crescimento de 7% nas vendas em relação à última edição, em 2013. “A expectativa de vendas é sempre boa, gera prospects e estamos muito bem posicionados no mercado. As entregas dos barcos estão sendo feitas desde o início do ano e se mantiveram”, conta Marcelo Galvão Bueno, sócio-diretor da Regatta Yachts.

                                O maior salão náutico indoor da América Latina reuniu R$ 140 milhões em novidades do setor, além de produtos voltados para o mercado de luxo.

                                Foto e informações: assessoria de imprensa

                                 

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                                  Porto Alegre-Pelotas 2014

                                  Por: Redação -

                                  Com o patrocínio da Vipal, Delta Yachts e Equinautic, no próximo dia 1° de novembro o Veleiros do Sul de Porto Alegre e o Veleiros Saldanha da Gama de Pelotas realizam a Regata Porto Alegre-Pelotas 2014. A mais longa regata da vela gaúcha convida as tripulações de barcos das Classes Cruzeiro (bico de proa), Classe Delta, ORC Internacional e BRA RGS para participarem do desafio e contará com apoio da Marinha do Brasil, Rio Grande Yacht Club, Clube dos Jangadeiros e Iate Clube Guaíba. A velejada cruzará a Lagoa dos Patos enfrentando os ventos e testemunhando imagens únicas e a beleza que o estuário reserva aos navegantes.

                                  Serão aceitas inscrições até 30 de outubro às 19h30min ao custo de R$ 30 por tripulante.

                                  Foto e informações: Ricardo Pedebos/VDS

                                   

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                                    Largou!

                                    Por: Redação -

                                    O principal evento de vela oceânica do mundo já começou. Neste sábado (7), sete modernos barcos partiram para a primeira etapa da Volvo Ocean Race 2014-15. Os espanhóis, que sediam a abertura do evento, fizeram muita festa para dar energia aos velejadores que partiram rumo ao Atlântico Sul. O trecho entre Alicante, na Espanha, até a Cidade do Cabo, na África do Sul, terá quase 12 mil quilômetros e deverá ter duração de no mínimo 23 dias. A flotilha irá enfrentar ventos fortes na passagem por Gibraltar, as famosas zonas de baixa pressão nos Doldrums, a Linha do Equador e toda a passagem pela costa brasileira, incluindo Fernando de Noronha, waypoint obrigatório para os barcos.

                                    “A meteorologia indica que serão difíceis os primeiros quilômetros da regata”, indicou André ‘Bochecha’ Fonseca, brasileiro que compete pelo espanhol MAPFRE. Realmente, as primeiras 24 horas de regata terão bastante variação de ventos, começando com intensidade média. Durante a madrugada, a velocidade vai subir para quase 40 km/h. Os barcos devem acessar o Oceano Atlântico apenas na madrugada de segunda-feira (13).

                                    “Eu acho que a saída de Gibraltar deve ser bastante complicada. Acredito que a estratégia das equipes será evitar que um barco se desgarre da flotilha. Normalmente, quem sai primeiro tem a vantagem de entrar no vento antes, abrindo vantagem para os demais. A regata pode ser definida nesse trecho”, disse André ‘Bochecha’ Fonseca.

                                    O MAPFRE do brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca ficou no meio da flotilha após os primeiros quilômetros de regata. A liderança provisória desde a largada está com o Team Brunel, da Holanda. Na cola dele está o Abu Dhabi.

                                    A edição 2014-15 é a mais humana da história da Volvo Ocean Race. Pela primeira vez, os barcos são rigorosamente iguais, ou seja, o vencedor será a tripulação que tomar as melhores decisões ao longo dos nove meses de regata. Serão ao todo 71.745 quilômetros por todos os continentes.

                                    Foto: Volvo Ocean Race

                                     

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                                      Velocidade no wake

                                      Por: Redação -
                                      10/10/2014

                                      Equipado com motor silencioso e movido a energia elétrica, o Radinn Electric Wakeabord não precisa de barco para puxá-lo. Construída em fibra de carbono, ela pesa menos de 30 quilos e pode ser usado em canais de água doce.

                                      A bateria de lítio tem vida curta, cerca de 30 minutos, e alimenta o motor elétrico que leva esta prancha a improváveis 46 km/h.

                                      O produto está entrando em pré-venda e deve chegar ao mercado até o fim deste ano.

                                      Foto: Divulgação

                                       

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                                        Bons resultados

                                        Por: Redação -

                                        Após mais uma participação no São Paulo Boat Show, a Regatta comemora os resultados positivos do maior salão náutico indoor da América Latina. A 17ª edição do evento reuniu convidados, amantes do universo náutico e imprensa no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

                                        O estande da Regatta apresentou alguns produtos exclusivos que foram sucesso de vendas. Uma das grandes apostas foram os coletes salva-vidas para crianças da Galinha Pintadinha. Produto de grande sucesso entre o público infantil, o lançamento contava com uma versão do personagem de quase dois metros de altura, e que foi o centro das atenções das crianças que visitaram o evento.

                                        “A Regatta apresentou um estande muito bem montado que se destacou dentro do salão. Ficamos satisfeitos com a estratégia que adotamos para o evento. Os lançamentos e evidência adotada para os produtos lifestyle foi um dos nossos diferenciais”. Destacou Marcelo Galvão Bueno, sócio-diretor da Regatta.

                                        Outra novidade apresentada pela Regatta foi a prancha de stand up paddle inflável assinado por Carlos Burle, surfista de ondas gigantes. O design moderno do produto chamou a atenção dos amantes da prática do SUP, que se surpreenderam com o material usado na confecção da prancha.

                                        O caiaque inflável da Mormaii, a boia motorizada Sea-Doo e os botes CBR, marca exclusiva da Regatta, também agradaram ao público que passou pela feira. Colocados estrategicamente na parte da frente do estande, chamaram a atenção durante todos os dias de evento.

                                        Os motores de popa da marca japonesa Tohatsu também fizeram sucesso. A diretoria da empresa, do Japão e América Latina, esteve presente para conferir a parceria com a Regatta, representante de vendas nas regiões nordeste e sudeste. O vice-presidente da Tohatsu na Argentina, Dario Curatóla, contou que as expectativas da marca com o mercado brasileiro são grandes.

                                        “Precisávamos de uma marca consolidada para poder vender os produtos da Tohatsu. Estamos impressionados pela dimensão do mercado brasileiro e as expectativas que temos são grandes. Nosso objetivo é crescer significativamente mercado brasileiro”, completou

                                        Além desses produtos, o lançamento do óleo selante da Teka com base de água foi sucesso no estande. Apresentado por profissionais preparados, os clientes puderam tirar suas dúvidas e ter mais conhecimento sobre o produto, que pode ser aplicado em acabamento de madeiras nobres, seja em embarcações ou deques de piscina.

                                        Foto: Fernando Monteiro

                                         

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                                          Boa notícia

                                          Por: Redação -

                                          É oficial. Os familiares dos tripulantes do veleiro Tunante II, desaparecido desde o fim do mês de agosto na costa brasileiro, receberam um comunicado oficial informando que as buscas estão sendo retomadas. A decisão veio após as imagens de satélite do dia 28 de setembro.

                                          A imagem mostra uma forma muito parecida com a do veleiro argentino e, segundo parentes, há sinais de vida a bordo.

                                          A Argentina vai disponibilizar um avião para voos exploratórios. As buscas serão no Sul do país, na região de Florianópolis.

                                          Foto: Divulgação

                                           

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                                            No Oriente

                                            Por: Redação -

                                            A partir da próxima segunda-feira, 12, Qingdao, na China, sedia a primeira etapa da Copa do Mundo de Vela 2014/2015, e o velejador Bruno Fontes será o representante do Iate Clube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha na competição. Ocupando atualmente a sexta colocação no ranking mundial, Bruno tem uma boa oportunidade de conquistar uma pontuação importante, uma vez que as etapas de Copa do Mundo distribuem 200 pontos.

                                            “Essa é a minha quinta passagem pela China, mas é a primeira vez que vou ter a oportunidade de competir nessa etapa da Copa do Mundo de Vela. Será um grande evento e com vários dos melhores atletas do mundo na raia em Qingdao. Espero sair daqui com mais um grande resultado”, explica Bruno Fontes.

                                            Antes de embarcar para a etapa da Copa do Mundo de Qingdao, Bruno teve outras quatro passagens pela China. Antes das Olimpíadas de Pequim, em 2012, o velejador do Iate Clube de Santa Catarina disputou dois eventos na raia dos Jogos e no ano passado participou de uma série de treinamentos a convite da Federação Chinesa, para passar conhecimento aos atletas do país.

                                            A etapa de Qingdao abre o calendário de eventos da Copa do Mundo 2014/2015, que terá etapas ainda em Melbourne (Austrália), Miami (EUA), Hyéres (FRA) e Weymouth & Portland (Grã-Bretanha). O formato de competição segue os moldes olímpicos com dez regatas mais a Medal Race.

                                            “As etapas da Copa do Mundo de Vela são evento muito importantes e tradicionais, e, consequentemente, atraem os melhores velejadores do mundo. Competir aqui é importante para velejar ao lado destes atletas é mais uma grande oportunidade para ver como está o meu desempenho com relação aos melhores velejadores”, encerra Bruno.

                                            Bruno Fontes viaja para a China através da Lei de Incentivo ao Esporte em parceria com o Iate Clube de Santa Catarina.

                                            Foto: Divulgação

                                             

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                                              Vai começar!

                                              Por: Redação -

                                              Será dada a largada para a 12ª edição da Volvo Ocean Race. Neste sábado (11), sete equipes partem de Alicante, na Espanha, para uma aventura de tirar o fôlego. Serão 71.745 quilômetros pelos mais temidos mares, nove meses de disputa, zero conforto a bordo, várias nações envolvidas e o Brasil como país estratégico. O principal evento de Volta ao Mundo terá uma etapa brasileira em abril de 2015, na cidade catarinense de Itajaí. Para aumentar ainda mais a importância dessa parada, o atleta olímpico André ‘Bochecha’ Fonseca está escalado para velejar no MAPFRE. Bochecha é de Florianópolis. “A Volvo Ocean Race é uma regata especial. Só os melhores e mais bem preparados conseguem vencer. Estou bastante concentrado para esse desafio”, contou André ‘Bochecha’ Fonseca.

                                              O País também tem uma brasileira de coração na regata: Carolijn Brouwer do Team SCA, um time só de mulheres. A holandesa morou quase 10 anos no estado do Rio de Janeiro, aprendendo a modalidade na Baía de Guanabara. “Foi em Niterói que comecei a velejar. Tinha a família Grael como referência. O Brasil tem ótimos atletas que estão até hoje fazendo a modalidade crescer. Será especial pra mim chegar com o time feminino em Itajaí”, disse Carolijn Brouwer em perfeito português. Será a segunda Volvo Ocean Race da atleta.

                                              Outro brasileiro na Volvo Ocean Race é Joca Signorini. O atleta, dessa vez, foi escalado para ser o treinador do time feminino do Team SCA. Ele disputou as últimas três edições, sendo campeão, ao lado de Torben Grael, em 2008-09. “A recepção que vamos ter no Brasil será especial. Peço aos fãs da vela que dividam a torcida entre o Bochecha no MAPFRE e o Team SCA”.

                                              Além da parada brasileira, a Volvo Ocean Race terá outras etapas. A primeira está ocorrendo em Alicante, na Espanha. A sequência de países visitados será a seguinte: África do Sul, Emirados Árabes Unidos, China, Nova Zelândia, Brasil, Estados Unidos, Portugal, França, Holanda e Suécia.

                                              Antes de chegar a Itajaí, os barcos terão a primeira etapa, que parte de Alicante, na Espanha, com destino a Cidade do Cabo, na África do Sul. Serão aproximadamente 12 mil quilômetros pelo Mediterrâneo e o Atlântico. Numa conta simples, o trajeto representará 17% de toda a competição. Os times serão obrigados a passar por Fernando de Noronha antes de cruzar a linha de chegada na cidade africana. A previsão é de, pelo menos, 23 dias de travessia. “A primeira etapa é sempre uma das mais difíceis. Vamos pegar menos vento, segundo a previsão, e estaremos ainda aprendendo a entender o funcionamento do barco”, comentou o campeão olímpico Iker Martínez, comandante do espanhol MAPFRE.

                                              O desgaste pelas mais de 550 horas de velejada gera uma perda média diária de 6.000 calorias por atleta. E não há nada de luxo a bordo, pois o peso da embarcação faz a diferença na navegação. Cada velejador leva apenas uma bolsa com pouca roupa, produtos de higiene pessoal e mais nada. Contato com o mundo exterior será quase raro. “Nós treinamos seis meses para esse desafio e a hora chegou”, contou Ian Walker, comandante do Abu Dhabi.

                                              Os barcos desta edição são rigorosamente iguais, ou seja, quem velejar melhor vence! Não há vantagem para nenhum time. Os veleiros foram construídos pela própria Volvo Ocean Race em parceria com quatro estaleiros. São modelos de 65 pés com toda tecnologia de comunicação via satélite para ninguém perder nada.

                                              A largada da regata será às 9h (Horário de Brasília) e poderá ser acompanhada pelo site da competição (www.volvooceanrace.com).

                                              Hoje os comandantes das equipes participaram de uma coletiva de imprensa, confira o que cada um disse:

                                              Sam Davies – Team SCA
                                              “Me perguntaram sobre a diferença entre o barco feminino e o masculino. A única coisa que consigo apontar é o sutiã esportivo”.

                                              Ian Walker – Abu Dhabi Ocean Racing
                                              “Minhas duas medalhas olímpicas são especiais, mas a Volvo Ocean Race faz parte da minha vida nos últimos anos. Vencer a regata significará muito”.

                                              Bouwe Bekking – Team Brunel
                                              “Para o holandeses, a Volvo Ocean Race é um fenômeno. Na última edição não tivemos representação. Agora temos um barco”.

                                              Charles Caudrelier – Dongfeng Racing Team
                                              “Os chineses estão sentindo a pressão da estreia, mas são fortes… Eu levo comigo um card do Pokemon. Meu filho me deu para dar sorte”.

                                              Charlie Enright – Team Alvimedica
                                              “Vencer a In-port – regata local – de estreia nos encheu de moral, mas nada disso pode ser usado na perna até a Cidade do Cabo. Nós mudamos o foco para a África do Sul”.

                                              Iker Martínez – MAPFRE
                                              “Estou mais relaxado do que nunca. Eu não sei explicar o motivo. Agora nós teremos 25 dias para descansar a bordo”.

                                              Chris Nicholson – Team Vestas Wind
                                              “A primeira perna será tática. Serão quilômetros e quilômetros de oportunidades para navegar. Nosso objetivo é pegar pódio”.

                                              Fotos: María Muiña e Ainhoa Sanchez

                                               

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                                                Aventura na água

                                                Por: Redação -

                                                Quatro amigos e sócios apaixonados por esportes radicais estão trazendo ao Brasil o Jet boat, um barco de turismo de aventura que nasceu na Nova Zelândia. Edson Cardoso, Fábio Monteiro, Mauricio Salvucci e Roberto Monteiro experimentaram o “brinquedo” em Portugal e agora trazem a novidade para o Brasil.

                                                O modelo JetBoat 6.2 litros, construído integralmente em alumínio naval, tem características amigas do ambiente por ter um sistema de propulsão a jato de água que promove a micro oxigenação da água podendo até navegar em santuários ecológicos.

                                                Novidade por aqui, o conceito surgiu na Nova Zelândia na década de 1950, quando Sir William Hamilton desenvolveu um sistema de propulsão de água para substituir as hélices das embarcações que emperravam nos leitos rochosos, marcantes naquelas águas. Sua grande diferença para as lanchas tradicionais ou barcos a motor é que, ao invés de usar hélice embaixo d’água ou na parte traseira, o jet boat é movido por um jato de água atrás da embarcação – que puxa a água sob o barco, graças a uma bomba em seu interior, e a expele através de um bico na popa. Idealizado para atuar em águas rasas, logo ganhou atenção de embarcações de entretenimento – uma vez que permite também manobras mais rápidas – e passou a operar em como barco de transporte, patrulha marítima e salvamento.

                                                E assim nasceu também o próprio jet boat, com a finalidade de turismo aquático. Recentemente, o barco conquistou os europeus e desde seu lançamento soma mais de 3 milhões de passageiros aventureiros.

                                                O modelo comporta até onze passageiros em um único passeio e faz manobras radicais que proporcionam muita adrenalina e diversão – chegando a atingir 55 milhas náuticas correspondendo aproximadamente a 90 km/h.

                                                O jet boat pode circular em qualquer superfície aquática – lago, mar, represa ou rio. Cada uma delas oferece uma nova sensação ao passageiro. Por isso, uma volta de jeat boat nunca é igual à outra.

                                                Foto: Divulgação / Informações: assessoria de imprensa

                                                 

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                                                  História

                                                  Por: Redação -

                                                  Os espanhóis colocaram o primeiro e único barco brasileiro na Volvo Ocean Race num pedestal. O histórico Brasil 1 de Torben Grael, terceiro colocado na regata de 2005-06, virou peça de museu e pode ser visitado na Vila da Regata de Alicante, cidade da largada da Volta ao Mundo. Depois de sofrer avarias e quase ter perda total, a organização do evento resolveu remodelar a embarcação. A saudade do Brasil 1 e o desejo de repetir uma campanha verde e amarela um dia são compartilhadas pelos velejadores. “Eu passei e ele abanou o rabo pra mim”, brincou Torben Grael.

                                                  “O barco ficou conhecido na época por ter uma tripulação quase toda nacional e ter sido construído no País. Muita gente torceu pelo nosso time. Agora é bom ver que o Brasil 1 está disponível para o público”.

                                                  Torben Grael acredita que os brasileiros envolvidos com o barco nacional tiveram as portas abertas na vela oceânica e principalmente na Volvo Ocean Race. “Espaço tem. O mais complicado é obter a primeira experiência nesse tipo e regata e os brasileiros tiveram. As equipes internacionais são formadas geralmente por indicação ou levando em conta a experiência do velejador”.

                                                  Além de Torben Grael, que na edição de 2008-09 foi campeão da Volvo Ocean Race, outros velejadores se destacaram na própria Volvo. André ‘Bochecha’ Fonseca, por exemplo, está na disputa atual a bordo do MAPFRE. Joca Signorini correu as últimas três edições e hoje é treinador do Team SCA, equipe 100% feminina.

                                                  “Sem o Brasil 1 não estria aqui. Pude correr a Volta ao Mundo e outros eventos de alto nível por causa dele”, disse Joca Signorini. “O barco me traz só boas lembranças e memórias especiais. Na parada de Itajaí, em abril, vamos nos reencontrar e comemorar os 10 anos dessa campanha”.

                                                  Para André ‘Bochecha’ Fonseca, está na hora de ter mais um barco brasileiro. “Fico feliz por representar o Brasil mais uma vez, mas sei que para disputar uma Volvo Ocean Race é preciso ter uma experiência passada. Por isso, temos tudo para ter um barco na regata e voltar com força”.

                                                  O espanhol Roberto ‘Chuny’ Bermúdez, outro tripulante do Brasil 1, integra atualmente o Abu Dhabi. Entre os estrangeiros, o maior salto foi do norueguês Knut Frostad, que hoje é CEO da Volvo Ocean Race.

                                                  O Brasil 1 foi vendido ao Telefónica em 2006 após a 9ª edição. Segundo o próprio Torben Grael, os espanhóis deram ‘um mole’ após um vendaval e o barco sofreu avarias. A embarcação ficou no porto espanhol até a revitalização da Volvo Ocean Race.

                                                  Sobre o Brasil 1
                                                  Edição: 2005-06
                                                  Comandante: Torben Grael (BRA)
                                                  Classificação final: 3º lugar
                                                  Modelo: Volvo Open 70
                                                  Projeto naval: Farr Yacht Design
                                                  Tamanho: 21,5 m
                                                  Peso total: 14 toneladas
                                                  Local de construção: Indaiatuba (SP)
                                                  Ano: 2005

                                                  Foto: Divulgação

                                                   

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                                                    Regata Mormaii

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                                                    09/10/2014

                                                    Com largada em Florianópolis e chegada em Bombinhas, litoral norte de Santa Catarina, acontece neste sábado a 13ª edição da Regata Mormaii, umas das mais tradicionais provas oceânicas do estado de Santa Catarina. Com organização do Iate Clube de Santa Catarina, a regata vale como sexta etapa da Copa Veleiros de Oceano e terá sua largada em frente ao trapiche da Av. Beira-Mar Norte, às 10h deste sábado, dia 11.

                                                    A Regata Mormaii terá nas disputas as classes ORC, C30, RGS “A”, RGS “B”, RGS “C” e Proa Rasa, sendo que o percurso é o mesmo para todas as categorias.

                                                    “Essa é uma regata muito importante dentro do nosso planejamento, pois ajuda a mostrar um pouco da Vela para o nosso público. É importante incentivar a prática da modalidade e é com esse ideal que nós estamos juntos há 13 anos neste evento. Bombinhas é um local muito bonito e que tem incentivado bastante o esporte náutico, além disso a Regata Mormaii serve também como uma abertura de verão e é bastante aguardada por todos os velejadores. Esperamos centenas de pessoas na competição e convidamos a todos para apreciar a largada na Avenida Beira-Mar Norte, no sábado. Será um espetáculo muito bonito”, comentou Luis Schaefer, patrocinador do evento.

                                                    A competição deverá reunir aproximadamente trinta embarcações, mostrando a força da Vela Oceânica de Santa Catarina, uma das mais competitivas do país. Até o momento, as disputas da Copa Veleiros de Oceano estão bem acirradas com cinco etapas realizadas e mais três até o final do ano. Além da Regata Mormaii, serão disputadas a Regata Marejada, no mês de novembro, e a tradicional Volta à Ilha, que encerra o calendário de competições do Iate Clube de Santa Catarina no mês de dezembro.

                                                    Foto: Gabriel Heusi-Divulgação / Informações: assessoria de imprensa

                                                     

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                                                      Por: Redação -

                                                      Ter um jet de competição requer muito mais que breves conhecimentos sobre o equipamento, hoje é um grande negócio que reúne grandes profissionais da área. Num mercado competitivo e onde a busca de ganho das MPH é constante, cada centímetro conquistado é sinal de competência atingida. Os preparadores de jet buscam um constante aperfeiçoamento, querendo tirar o máximo de suas máquinas.

                                                      Para falar sobre o assunto fui consultar a referência na preparação de motores no Brasil, Fábio Zampolli.

                                                      Conhecido como Fabinho da Fracing, é o nome mais cobiçado quando o assunto é preparação de jets no Brasil. Com uma experiência que transcende o Atlântico, esse paulista, de quase 48 anos, começou sua história no jet em 1989, quando um amigo comprou um e acabou alucinado pela máquina.

                                                      No Brasil, a Fracing é sinônimo de vitórias, com conquistas no campeonato Brasileiro e paulista de Jet, Zampolli coleciona uma 3ª e 8ª colocação e décimos lugares no mundial de Lake Havasu.

                                                      Preparar jet hoje em dia é caro? Não, na verdade, é muito caro. Não basta apenas trocar 2 ou 3 peças, mexer no módulo e PRONTO. Os chamados motores “mexidos” e preparados quebram muito, isso é fato, e basta ir numa competição para ver as quebras. Mas há uma receita para evitar isso e porque quebram tanto?

                                                      Fabinho explica que todo motor preparado sai fora de padrões originais e isso ocasiona quebras, pois as modificações buscam atingir o limite do motor. Evitar as quebras é um outro desafio, mas um item importante da receita é a famosa manutenção. É preciso desmontar tudo depois da corrida e trocar peças que sofrem desgaste.

                                                      A qualificação para mexer nessas máquinas foi um aprendizado precoce para o profissional, um conhecimento que recebeu do pai, o “Zezo” como é conhecido. Depois Fabinho aperfeiçoou a técnica com Sr. Franco Dettoti, Fhil Cohen e Pit da Motec. Hoje, tem no currículo trabalhos realizados no Peru, Paraguai, Uruguai, Argentina, Bolívia e Estados Unidos.

                                                      E, em se tratando de velocidade máxima e performance, Fabinho conta que nos Estados Unidos teve um jet de arrancada, o Miss Geico, com turbo de carro e Nitro com mais de 100 MPH.

                                                      Conclusão, para preparar um bom jet de competição e estar entre os primeiros colocados é necessário trazer peças de fora do país, além de ferramentas de precisão. Fabinho ainda salienta que não basta apenas reprogramar o módulo do jet para se obter o máximo em performance, mas um conjunto de acertos é necessário para atingir o objetivo de alcançar a potência máxima de cada equipamento.

                                                       

                                                      Ricardo Fuchs é fotógrafo da JetSkiNworld & Photojetski e viaja o mundo atrás das impressionantes imagens das competições de jets

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                                                        48 horas

                                                        Por: Redação -

                                                        André ‘Bochecha’ Fonseca terá a missão de representar o Brasil na Volvo Ocean Race 2014-15. O catarinense integra o time espanhol do MAPFRE sendo único atleta do País que irá navegar. Por isso, faltando menos de 48 horas para a largada da regata, o velejador se prepara psicologicamente e fisicamente para o primeiro desafio, que será de aproximadamente 12 mil quilômetros entre Alicante, na Espanha, e a Cidade do Cabo, na África do Sul. “Vou levar uma bandeira do Brasil sempre comigo no barco”, disse André ‘Bochecha’ Fonseca. “Fico feliz por manter essa tradição das últimas edições de sempre ter um velejador brasileiro competindo. É importante para o desenvolvimento da modalidade”.

                                                        Focado no desafio, André ‘Bochecha’ Fonseca fará basicamente duas funções a bordo. A de timoneiro, aquele que conduz a embarcação, e a de chefe de turno. Durante as travessias, os velejadores se revezam em grupos.

                                                        “Fui convidado para ser um dos timoneiros do barco e também chefe de turno em algumas etapas. Primeiro quero me concentrar no timão, ser rápido quando estiver operando e suprir a expectativa da minha equipe. O chefe de turno precisa ter experiência, saber o que irá acontecer nos próximas horas, tentar antecipar uma mudança das condições climáticas naquele momento e definir as novas velas a serem usadas nesta ocasião”.

                                                        O atleta tem experiência de sobra para fazer bonito e ser campeão. Assim como os espanhóis, que acabaram perdendo a edição anterior nas regatas finais, e agora querem recuperar o prejuízo. “Nós entramos para ganhar. O MAPFRE tem uma tripulação muito forte e agora depende de nós. O novo barco dá igualdade de condições às equipes. Vence quem tiver a melhor tática e velejador bem”.

                                                        O currículo de Bochecha é extenso na modalidade com participações em Olimpíadas, Mundiais e regatas oceânicas pelo mundo. Foram duas campanhas na Volvo Ocean Race. Em 2005-06, o velejador esteve no barco Brasil 1. Anos depois, em 2008-09, fez parte do holandês Delta Lloyd.

                                                        Outro brasileiro na Volvo Ocean Race é Joca Signorini. Após três participações seguidas como velejador, ele resolveu aceitar o desafio de ser treinador do time 100% feminino na regata, o Team SCA. Enquanto as meninas navegam Joca fica em terra e por isso Bochecha será o único velejador brasileiro a bordo de um veleiro durante a travessia.

                                                        Foto: Maria Muiña e Rick Tomlinson

                                                         

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                                                          Por: Redação -

                                                          A MCP Yachts, estaleiro especializado em construção de grandes lanchas de alumínio, acaba de lançar ao mar a 106 Limited Edition, um iate transoceânico de três deques. Com 32,31 metros de comprimento e 7,22 metros de boca, o 106 LE foi projetado para quem busca espaço a bordo e velocidade.

                                                          Com 5 suítes, o iate acomoda até 12 pessoas em pernoite e 30 em passeios diurnos. A embarcação também tem três camarotes para tripulantes que podem ser de 5 a 6 pessoas.

                                                          O iate tem amplas janelas cobrindo quase todo o deque principal que oferece visões panorâmicas, inclusive da suíte máster, e ainda tem uma varanda rebatível em vidro no salão.

                                                          O novo modelo já passou por testes de mar e, segundo o estaleiro, superou a velocidade de projeto alcançando 26 nós com de 89% da potência total dos dois motores CAT C32 de 1825 hp cada.

                                                          O 106 Limited Edition tem interior totalmente personalizável e é construído na sede do estaleiro no Guarujá, litoral de São Paulo.

                                                          Fotos: Divulgação

                                                           

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                                                            69ª edição

                                                            Por: Redação -

                                                            No próximo dia 12, o Rio de Janeiro recebe a 69ª edição da Regata Escola Naval, um dos maiores eventos náuticos da América Latina. Cerca de 700 embarcações, desde grandes veleiros de oceano aos monotipos, participam da tradicional regata organizada pelo Grêmio de Vela da Escola Naval. Além dos velejadores brasileiros, estarão presentes representações de Marinhas estrangeiras, já tendo confirmado presença a Argentina, o Chile e o Equador. Durante o evento, serão realizadas também competições de Canoagem e Veleiros Rádio Controlados. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do Grêmio de Vela da Escola Naval (gven.org.br) ou no próprio dia da Regata, até às 11h, nos postos de inscrição montados na Escola Naval e nos clubes coirmãos.

                                                            O público pode assistir ao evento e participar de inúmeras atividades na Ilha de Villegagnon, onde está localizada a Escola Naval. Entre visitantes e atletas, são esperadas cerca de 5 mil pessoas. Para a garotada, é uma excelente oportunidade para aproveitar as exposições e brincadeiras no Dia das Crianças. Estão programadas várias atividades esportivas e recreativas, como cama elástica, tobogã, mini-parquinho e fazendinha. Entre as atrações, haverá exposição de grande variedade de material militar da Marinha, incluindo equipamentos de mergulho, helicópteros, mísseis, carros de combate e um hospital de campanha. Destaque também para apresentações de dança, artes marciais, nado sincronizado, feira de artesanato e feira de livros, que ocorrerão ao longo do dia. Durante o evento, se apresentam, ainda, a Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais, a Banda Marcial do Colégio Dom Otton Mota, a Retreta da Banda de Música da Escola Naval e a Banda dos Aspirantes do Grêmio de Música da Escola Naval.

                                                            No dia 12, a primeira largada será dada às 8h30, com a realização da 25ª Meia-Maratona de Canoagem Oceânica. Às 9h, os competidores iniciam a Regata de Veleiros Rádio Controlados (Classe RG65) e, às 13h, será dada a largada para a principal competição do dia, a 69ª Regata Escola Naval, reunindo barcos de diferentes classes. Nesse mesmo horário, acontece a Regata de Veleiros Rádio Controlados (Classe IOM). A premiação dos vencedores será realizada no dia 20 de outubro, durante uma confraternização na Escola Naval.

                                                            Este ano, a Regata Escola Naval conta com o patrocínio da Caixa Econômica Federal, Cellier Alimentos, Transpetro, Poupex, Libra Terminais Rio, Brancante Seguros, SKM, FEMAR, Mackenzie, Capemisa Seguradora, Emgepron e 1492 Azeite Extra Virgem Premium.

                                                            Foto: Divulgação / Informações: assessoria de imprensa

                                                             

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