Marinha dos EUA pretende criar uma frota de navios não tripulados, comandados por inteligência artificial

19/05/2020

Automóveis sem motorista já são uma realidade — nos EUA eles até entregam pizzas. Aviões não tripulados, idem (quer dizer, fazem sucesso em operações militares, não entregam “redondas”). Assim, era só uma questão de tempo para que a onda dos “não tripulados” (que incluem os onipresentes drones) também chegasse ao mar. Recentemente, a IBM — em parceria com a britânica ProMare — anunciou que em setembro de 2020 o trimarã Mayflower cruzará o Atlântico Norte sem capitão humano ou tripulação a bordo. Por sua vez, a Rolls-Royce, famosa por seus carros, anunciou que está desenvolvendo navios de carga que não precisarão da presença de seres humanos para navegar. O intuito é que os capitães fiquem em terra e consigam manejar centenas de barcos, sem nenhum tripulante, ao mesmo tempo.

Agora, chegou a vez de a Marinha dos Estados Unidos (US Navy) investir na criação de uma frota de navios não tripulados, ou “navios-drones”, que será usada em missões bélicas. Foi o que revelou Andrew Nuss, funcionário da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA), ao jornal britânico The Times.

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Segundo o especialista militar, as embarcações não tripuladas (uma família de grandes e médios navios de superfície) terão na aparência diferenças mínimas em relação aos tradicionais. No entanto, dotados de inteligência artificial, poderão operar de forma autossuficiente, em longas travessias, sem precisar entrar em portos. Para evitar colisões no mar, elas poderão interagir entre si (sim, uma embarcação “conversará” com as outras), sem intervenção humana, seguindo o conceito da internet das coisas. Além disso, equipes humanas de passadiço (bridge) poderão trocar mensagens com os “navios fantasmas”, via rádio VHF.

Um protótipo do primeiro navio não tripulado da US Navy — conhecido como “NOMARS” para “no mariners” — deverá ficar pronto em 2023. O projeto está orçado em US$ 630 milhões, uma pechincha, se comparado ao custo de um destroier convencional da classe Arleigh Burke, orçado em US$ 2 bilhões.

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    Embarcação mineira a vapor com mais de 100 anos passará por reforma

    Por: Redação -

    Depois de passar cinco anos parado no porto de Pirapora, onde suas madeiras já estavam apodrecendo, o Vapor Benjamin Guimarães será, enfim, recuperado. O Ministério do Turismo e a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) assinaram um convênio para a recuperação da embarcação, uma das últimas movidas a lenha no mundo. Serão investidos R$ 3,7 milhões para restaurá-lo.

    A previsão é que a reforma dure cerca de 12 meses. De acordo com o secretário da Secult, Marcelo Matte, a intenção é de que a embarcação, uma vez ativa, retome atividades que a tornaram um grande atrativo turístico. “Pretendemos atuar em parceria com a prefeitura de Pirapora, responsável pela gestão do vapor, para viabilizar recursos para que o Benjamin volte a ser motivo de viagens à região, com oferta de Vesperatas durante a navegação, tripulação a caráter, entre outros importantes detalhes que fazem da viagem um roteiro turístico encantador”, esclareceu Matte.

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    Segundo a presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), Michele Arroyo, o casco do vapor vai ser totalmente substituído. A restauração do motor e da parte superior do vapor – que é toda de madeira – também será necessária. “Nossa expectativa é de que, em um ano, ele volte às águas dos rios mineiros para fazer, pelo menos, o percurso entre Pirapora e Barra do Guaicuaí, que é onde se encontram o Rio São Francisco e o Rio das Velhas”, explicou Michelle.

    O vapor, construído em 1913, é um ícone do Norte de Minas. Durante décadas ele foi o meio de transporte usado para transportar cargas e levar passageiros de Pirapora a Juazeiro, na Bahia. A embarcação tem capacidade para transportar até 140 pessoas. Ela foi desativada em 2014 devido às más condições que comprometiam a segurança para navegação.

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      Baleia jubarte é flagrada em Ilhabela antes do período esperado e anima especialistas

      Por: Redação -

      Pesquisadores avistaram uma baleia jubarte no último dia 12, em Ilhabela, litoral norte de São Paulo. Esse é o segundo avistamento de uma baleia jubarte desde o fim de abril, o que animou especialistas que monitoram a presença de animais marinhos no litoral norte. Normalmente, esse tipo de mamífero é visto apenas a partir de junho, quando fazem a migração.

      O registro, feito pelo Projeto Baleia à Vista, foi de uma baleia juvenil. Os pesquisadores conseguiram monitorá-la por cerca de quatro horas. Durante o período, a jubarte fez muitos saltos, batidas de cauda, batidas de nadadeira peitoral e chegou bem perto da costeira.

      Segundo Julio Cardoso, fundador do projeto, as baleias jubarte costumam passar pela região em junho, quando estão vindo do sul e migrando para o norte. “Normalmente, quando se apressam, chegam no meio de maio. O normal mesmo é meio de junho e o grupo segue até agosto. Leva tempo para que todos passem. Por ser uma baleia juvenil, pode ser que esteja bem a frente do grupo, desbravando. É muito interessante ver como elas se comportam”, disse.

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      A notícia anima quem acompanha a vida marinha não só pelo período precoce, mas também pelo indicativo de que mais baleias jubarte devem aparecer no litoral norte neste período de migração. De acordo com Julio Cardoso, a população das baleias jubarte está crescendo nos últimos anos. No ano passado, só em Ilhabela, foi registrada a passagem de 350 animais desta espécie.

      “Nos últimos cinco anos, aumentou muito os registros que a gente tem. Aumentou a população de jubartes. Quando foi proibida a caça, a estimativa era que tinham sobrado duas mil jubartes no Atlântico Sul. A estimativa é que aumentou 10 vezes. Como está havendo expansão, estão buscando novas áreas. Ano passado, registramos 350 jubartes. Eu fiz fotos de 100”, afirmou.

      A possibilidade de avistar baleias e outras criaturas marinhas é uma das principais atrações neste período do ano para quem passeia de barco em Ilhabela. No entanto, o especialista reforça para que seja mantida uma distância segura, de pelo menos 100 metros, do mamífero, que não é agressivo, a não ser que se sinta ameaçado.

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        Esse catamarã pode navegar dia e noite sem uma gota de combustível, apesar de ser movido a motor

        Sem fazer barulho ou queimar uma gota de combustível, esse catamarã, movido a energia solar, é o protótipo da navegação do futuro. Suas baterias serão carregadas durante o dia, graças às células fotoelétricas colocadas sobre a sua capota (ocupando uma área de 58m²), de modo que a energia armazenada possa ser consumida também durante a noite. Com isso, o barco, de 40 pés, desenvolvido pela Azura Marine, de Singapura — poderá navegar eternamente, sem parar para abastecer. O objetivo? Navegar para sempre e revolucionar a navegação.

        Não é a primeira vez que um estaleiro aposta no potencial da energia elétrica. No caso da Azura Marine, o pulo do gato está em converter a energia solar com maior eficiência. Lançado no início de maio, o Solar Eclipse faz parte de uma série de catamarãs, batizada Aquamina Yacht, destinada a navegar por muitas milhares de milhas náuticas sem depender de combustíveis fósseis. Um segundo modelo, de 45 pés, também está prestes a ir para água.

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        De acordo com a Azura Marine, os dois motores elétricos de bordo precisam apenas de uma pequena troca de rolamento (cerca de US$ 5) após 20 mil horas. De resto, a engenharia não requer manutenção. “Nosso coração e alma estão na navegação puramente movida a energia solar”, disse Simon Turner, gerente de desenvolvimento de negócios do estaleiro, durante o lançamento do catamarã ecológico.

        Azura Marine foi fundada em 2012 pelos arquitetos e engenheiros navais Julien Melot e Zhou Xueqian, com o objetivo exclusivo de desenvolver barcos não poluentes. Zhou é professor de hidrodinâmica na Universidade de Harbin, na China, e usou supercomputadores para testar e projetar os cascos do Aquamina 40 para máxima eficiência.

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          Irlanda permite acesso às marinas após dois meses de bloqueio

          Por: Redação -
          18/05/2020

          A partir desta segunda, os proprietários de barcos irlandeses poderão visitar seus barcos para realizar verificações de manutenção e segurança após um bloqueio de dois meses causado pela pandemia da Covid-19. O acesso é permitido levando em conta as regras de distanciamento social.

          A Irlanda possui cerca de 4 200 vagas localizadas em cerca de 60 marinas em todo o país. Essas instalações são responsáveis ​​por mais de 1 500 empregos em período integral, de acordo com o Tourism Development International. O alívio das restrições de bloqueio significa que os clientes poderão acessar suas embarcações, mas qualquer pessoa que esteja a mais de 5 km de seus barcos não poderá viajar neste momento.

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          Paul Janson, presidente da Federação Irlandesa da Marinha (FMI), comentou que os operadores de marina da Irlanda fizeram grandes esforços nos bastidores para se preparar para a Fase 1 do alívio do bloqueio. Isso incluiu o trabalho com o ICOMIA para fornecer diretrizes às marinas irlandesas.

          “A pandemia não terminou. Estamos apenas no início da primeira fase de redução das restrições e todos precisamos agir de maneira responsável e segura e promover os melhores aspectos da vida náutica”, disse Janson, que está intimamente envolvido nessas ações, pois é gerente geral da maior marina do país, localizada em Dun Laoghaire, perto de Dublin.

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            Por: Redação -

            Um submarino russo não tripulado chamado Vitiaz alcançou o ponto mais profundo do planeta, conhecido como Fossa das Marianas. A missão foi cumprida em 8 de maio de 2020, às 22h34, horário de Moscou, quando os sensores do Vitiaz registraram uma profundidade de 10 028 metros, alcançando, na primeira tentativa, um novo recorde mundial para um equipamento autônomo e não tripulado.

            O mergulho durou três horas, período durante o qual o equipamento gravou imagens do fundo do mar e também realizou uma análise cartográfica dessa área do Oceano Pacífico. A comunicação entre o batiscafo (pequeno veículo autônomo, tripulado) e a superfície era realizada em tempo real e através de canais hidroacústicos.

            A Advanced Research Foundation divulgou o fato e observou que, ao contrário dos outros equipamentos subaquáticos que alcançaram o fundo dos mares – o japonês Kaiko e o americano Nereus -, o Vitiaz trabalha de forma totalmente autônoma.

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            “Graças ao uso de elementos de inteligência artificial no sistema de comando do equipamento, ele pode evitar autonomamente os obstáculos em seu caminho, encontrar uma rota de saída em espaços confinados…”, explicou a Advanced Research Foundation.

            O batiscafo recebeu o nome de Vitiaz em referência ao navio soviético de pesquisas científicas que determinou, em 1957, o lugar mais profundo da Fossa das Marianas: 11 022 metros.

            A Fossa das Marianas é uma depressão no fundo do mar situada no oeste do Oceano Pacífico, a cerca de 200 km a leste das Ilhas Mariana, e é a região mais profunda dos oceanos da Terra. Tem a forma de uma lua crescente e mede cerca de 2550 km de comprimento por aproximadamente 69 km de largura.

            A Fossa não é a área do fundo do mar mais próxima do centro da Terra. Isso ocorre porque nosso planeta tem a forma de um elipsóide, não é uma esfera perfeita pois o seu raio é cerca de 25 km menor nos pólos do que no equador. Como resultado, algumas partes do fundo do oceano Ártico estão pelo menos 13 km mais próximas do centro da Terra do que no ponto mais profundo da Fossa das Marianas.

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              Atual maior iceberg do mundo, à deriva no Oceano Ártico, está se fragmentando. Confira

              Por: Redação -

              Nomeado de A68, o atual maior iceberg do mundo teve sua história iniciada em julho de 2017 quando se desprendeu da plataforma de gelo Larsen C, localizada na parte oriental da Península Antártica.

              Alguns pesquisadores da NASA estimam que a fratura na Larsen C que formou o A68 começou a se abrir no início de novembro de 2016. Após a separação, o gigantesco A68, com cerca de 6 000 km², perdeu uma pequena parte da sua massa de gelo, originando o A68B (atualmente pequeno e próximo do extremo norte da Península Antártica). Apesar da imensa área do A68, inicialmente o iceberg tinha uma espessura de 200 m.

              Desde então, a circulação atmosférica e o Giro de Weddell, corrente marinha do Mar de Weddell, movimentou o enorme iceberg A68 para o norte. As fragmentações dos últimos dois anos reduziram seu tamanho para ~ 5 800 km², área aproximada do Distrito Federal.

              Em janeiro deste ano, a redução sazonal do gelo marinho no Mar de Weddell desprendeu o A68 em direção ao oceano aberto. Cientistas dizem que ele não se manterá por muito mais tempo, uma vez que o iceberg está atingindo a região de águas agitadas do Oceano Antártico.

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              “Fico surpreso que as ondas do oceano ainda não tenham transformado o A68 em cubos de gelo. Ele tem uma proporção entre a área e a espessura equivalente a quatro folhas sulfites empilhadas”, disse o glaciologista Adrian Luckman, da Univerisdade de Swansea, no Reino Unido.

              Antes da sua última fragmentação, o A68 teve um giro anti-horário durante o mês passado. No entanto, o colapso que originou o A68-C ocorreu no dia 23 de abril, e o novo bloco de gelo também girou de modo anti-horário nos dias posteriores.

              A formação do A68-C em 23 de abril provavelmente teve uma contribuição atmosférica. Entre os dias 22 e 23, um sistema de baixa pressão se movia para leste nas latitudes do iceberg. Ventos de sul com velocidade média de 50 km/h e rajadas superiores a 70 km/h sopraram perpendiculares ao bloco de gelo A68.

              Neste começo de maio, ambos icebergs estão à deriva nas águas geladas do Oceano Antártico, mas muito próximo do limite com o oceano aberto (águas mais quentes do Atlântico Sul). Eles estão a uma distância de aproximadamente 80 km ao norte do gelo marinho no Mar de Weddell. O imponente A68 ainda é grande, apresentando uma área de ~ 4 700 km².

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                NÁUTICA Live #3: as ações de alguns dos principais estaleiros do Brasil durante a pandemia da Covid-19

                Por: Redação -
                16/05/2020

                Em meio à pandemia, o mercado náutico está navegando em novas águas. O ano de 2020 começou em clima de otimismo pelo setor náutico, com a economia do país dando sinais de estar entrando nos trilhos e a expectativa de um crescimento próximo a 2,5%.

                De acordo com a Acobar, a associação que representa os construtores de barcos no Brasil, a previsão de faturamento para o setor em 2020 era de US$ 1,5 bilhão. Mas aí veio a pandemia da Covid-19 e a economia mundial praticamente parou, trazendo oceanos de preocupação para todos.

                Quais medidas tomadas por alguns dos principais estaleiros brasileiros neste período de pandemia, desde a parada das atividades náuticas até a retomada? Quais os efeitos da crise da pandemia do Covid-19 no setor náutico? Como será o mercado náutico quando esse momento de retração passar?

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                Para responder a essa e outras importantes questões que envolvem o cenário náutico nacional, a ACOBAR — Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e Seus Implementos —, a convite de NÁUTICA Live, irá reunir, na próxima quinta-feira (21/05), às 19 horas, alguns dos mais importantes empresários do setor náutico brasileiro.

                O encontro será ao vivo e transmitido simultaneamente no YouTube e no Facebook.

                Veja as presenças confirmadas:

                EDUARDO COLUNNA
                Presidente da ACOBAR
                Interlocutor da indústria náutica do país, Eduardo Colunna é um empreendedor nato e incansável. Pioneiro na produção nacional de jetboats, está à frente da Acobar (Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos) desde 2010 e mantém relacionamento com o governo em todas as instâncias, aumentando, assim, a representatividade da entidade. Dentre outras ações, criou a certificação ABNT/Acobar, a campanha Venha Navegar e o Broker Acobar.

                ROBERTA RAMALHO
                Presidente da Intermarine Yachts
                Apaixonada por barcos, a economista Roberta Ramalho está há seis anos à frente da Intermarine Yachts, um dos mais tradicionais estaleiros do Brasil. Roberta assumiu o estaleiro determinada a comandar a consagrada marca seguindo fielmente os passos do pai, o saudoso Gilberto Ramalho, empresário que nos deixou em 2005, mas fez, desde os anos 1980, uma das marcas de lanchas e iates de maior sucesso do país, sempre buscando o novo e com qualidade à altura de sua clientela altamente qualificada.

                MARCIO SCHAEFER
                Presidente da Schaefer Yachts
                A experiência, a dedicação e o empreendedorismo no setor náutico resultaram em lanchas e iates com alto requinte, segurança e sofisticação. Perto de completar 30 anos no mercado náutico, a Schaefer Yachts navega em diversos países do mundo, entre eles o exigente e competitivo mercado dos Estados Unidos. Desde sua fundação, Marcio Schaefer projeta todos os barcos e administra o estaleiro Schaefer Yachts com integridade e eficiência, com investimentos em tecnologia de ponta, trazendo inovação e otimizando processos, resultando em um dos mais respeitados estaleiros do Brasil.

                ANDRÉ VALENTE MOTTA
                Presidente da Ventura Marine
                Natural do Rio de Janeiro, o empresário André Valente Motta é presidente do estaleiro mineiro Ventura Marine, um dos maiores fabricantes brasileiros especializados em lanchas de pequeno e médio porte, com mais de 16 mil unidades produzidas desde 1983. À frente da Ventura Marine desde 2003, André Motta e seu time fizeram uma grande expansão do estaleiro a nível nacional e internacional.

                JOSE A. GALIZIO NETO
                Presidente Intech Boating
                Conhecido por construir no Brasil as lanchas Sessa Marine, José A. Galizio Neto atua no segmento náutico há 30 anos. Mergulhador profissional, fundou em 2007 a Intech Boating e passou a produzir embarcações de serviço. Pouco depois, decidiu construir lanchas de lazer. Com uma preocupação obsessiva com o mercado, o negócio e as inovações, encontrou na italiana Sessa Marine a qualidade que procurava. Exigente, cuidou pessoalmente pelo desenvolvimento do projeto e implantação da linha no Brasil, gerenciando toda a operação.

                Convidado especial:

                ERNANI PACIORNIK
                Presidente do Grupo NÁUTICA
                É um dos maiores empreendedores e incentivadores do setor náutico no Brasil. Com mais de 40 anos produzindo conteúdo na área náutica, por meio da NÁUTICA, o empresário curitibano também promove o São Paulo Boat Show e o Rio Boat Show, maiores plataformas de negócios náuticos da América Latina.

                Anote na agenda: próxima quinta-feira, 21 de maio de 2020, às 19 horas, com transmissão ao vivo e simultânea pelo Facebook e YouTube de NÁUTICA.

                NÁUTICA Live tem o apoio de Assim Saúde, maior grupo empresarial de saúde verticalizado do Rio de Janeiro, excelência no atendimento médico. E Vaio, empresa que preza pela inovação e alta performance de notebooks com processadores de última geração. Acesse: vaio.com.br/nautica.

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                  Empresa paranaense apresenta novo revestimento térmico para barcos

                  Por: Redação -
                  15/05/2020

                  A Kapazi Náutica acaba de lançar no mercado o revestimento para embarcações Thermo Deck Comfort. Trata-se de um piso que alia a durabilidade do PVC com a maciez do EVA, consistindo em uma camada de teca sintética sobre uma base macia de neoprene.

                  O material permite qualquer tipo de personalização, com a possibilidade de novos frisos e novas cores para deixar a embarcação exatamente como o proprietário deseja. Além de facilitar os cuidados com o barco, o produto promete não lascar e não oxidar, também é térmico, antibactericida, antichamas, impermeável e antiderrapante. O produto tem dois anos de garantia.

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                  A Kapazi está com promoção de lançamento do Thermo Deck Comfort. Quem comprar o revestimento durante o mês de maio, leva uma bolsa térmica Thermo Bag KPZ de brinde. São três modelos diferentes para o cliente escolher e navegar com ainda mais comodidade no transporte de seus alimentos e bebidas.

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                    Novo Ferretti 500 promete unir versatilidade e conforto a bordo. Conheça

                    Por: Redação -

                    O novo Ferretti Yachts 500 é um espaço versátil que combina o dinamismo das linhas externas com um design de interiores completamente repensado tanto em estética quanto em função. O projeto, que inaugura uma nova era para a marca, parte do segmento estratégico de 50 pés para renovar toda a gama. O modelo é resultado da colaboração entre o Comitê de Estratégia de Produto liderado por Piero Ferrari, o departamento de engenharia do Grupo Ferretti, o arquiteto Filippo Salvetti para o exterior e o estúdio de design Ideaeitalia para o novo conceito de design de interiores.

                    Os exteriores seguem a filosofia inaugurada com os mais recentes modelos da linha, integrando-a com alguns novos recursos, como o design aerodinâmico e as formas elegantes e aerodinâmicas. A popa apresenta um design suave e esportivo, com novas soluções e espaços generosos, enquanto o perfil do casco propõe um aprimoramento das janelas, caracterizado por formas amplas e modernas.

                    “O design do novo Ferretti Yachts 500 destaca um dinamismo geral, graças às características estilísticas da superestrutura. Herdeiro natural do Ferretti Yachts 720, ele reinterpreta os novos estilos da linha de uma maneira muito pessoal. Ele propõe um layout baseado em um design centrado nas pessoas e em suas vidas a bordo, uma abordagem típica do DNA Ferretti. Os dois modos diferentes de decoração do estúdio Ideaeitalia refletem perfeitamente a filosofia ‘just like hom’ e são capazes de satisfazer os gostos de cada cliente”, afirmou Filippo Salvetti, arquiteto de design exterior. O design de interiores completamente renovado é sóbrio, mas sofisticado e busca unir conforto, estilo italiano, design atemporal e trabalho artesanal.

                    Pela primeira vez, o Ferretti Yachts 500 revela duas almas graças aos novos ambientes interiores: o clássico, com tons quentes e o contemporâneo, inspirado nas cores do Mediterrâneo. O clima clássico é dominado pelo carvalho escuro, combinado com lacas brilhantes e foscas em tons de preto e branco. Tecidos e couros marrons e bege combinam com níquel brilhante e grés com efeito mármore escuro nos banheiros, para um estilo atemporal. A madeira dominante do clima contemporâneo é o carvalho em seus diferentes tons de areia nas anteparas e móveis, e em tons de branco para as lacas brilhantes e foscas. Vidro, aço polido, tecidos em tons de cinza, azul claro e bege são combinados para criar um ambiente contemporâneo e sofisticado.

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                    O Ferretti Yachts 500 preserva elementos como a plataforma de popa submergível, espaço de armazenamento, acesso lateral duplo ao cockpit, que conta com sofá e mesa, podendo acomodar até 10 pessoas. No flybridge, uma área de jantar à ré apresenta um sofá em forma de C com uma mesa que pode ser estendida para dar espaço a mais convidados. O espaço conta, ainda, com solário e pode ser coberta por um bimini.

                    A porta de vidro que leva ao salão garante uma comunicação perfeita entre o exterior e o interior, e a posição estratégica da cozinha também permite servir a cabine, também graças à janela de vidro basculante, uma das primeiras inovações da Ferretti Yachts neste iate de 15 metros. O deck principal possui uma espaçosa área de lounge, com dois sofás e uma mesa. O posto de comando também apresenta um design de painel completamente novo e instrumentação alinhada com a instalada nos outros modelos da linha. No convés inferior, a proposta do estaleiro inclui dois layouts diferentes: um apresenta uma ampla suíte do proprietário e uma suíte VIP, com uma pequena lavanderia; o outro inclui um camarote principal, um camarote VIP e um camarote duplo com duas camas de solteiro, e dois banheiros com chuveiro separado.

                    O Ferretti Yachts 500 é equipado motores Cummins QSB 6.7 duplos. O novo modelo também será equipado com estabilização giroscópica opcional para garantir a máxima estabilidade na âncora e durante a navegação.

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                      Campanha estimula marinheiros a usar máscara a bordo de barcos de lazer

                      Por: Redação -

                      Pode parecer absurdo, mas medo de passar vergonha ou parecer frágil faz marinheiros de barcos de lazer usarem menos máscaras. Para reverter esse quadro, Marcelo Huertas, da NautiSpecial — empresa pioneira na fabricação de produtos eco eficientes, à base de plantas, para limpeza e conservação de barcos de fibra — criou uma campanha cujo mote é: “Seja responsável. Use máscara a bordo. Segurança para você e toda a tripulação”.

                      “Pelos grupos de WhatsApp dos quais eu participo, com marinheiros do Norte e do Nordeste, comecei a perceber que a turma estava torcendo um pouco o nariz para essa questão. Muitos deles estavam com vergonha de usar máscara perto dos proprietários dos barcos”, explica Marcelo.

                      Alguns marinheiros, segundo ele, usavam máscara até chegar na marina, mas bastava pôr o pé no barco para tirá-la. “Para estimular, decidi pedir a todos parceiros para que me enviassem suas fotos vestindo máscara, seja a bordo ou fora do barco. Em três ou quatro dias, eu já havia recebido 30 imagens”, conta o comandante da NautiSpecial. Deu resultado.

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                      “Hoje, de Pelotas, no Rio Grande do Sul, a Belém, no Pará, está todo mundo usando máscara quando embarcado. A campanha de conscientização foi um sucesso. Todos ganham”, comemora Marcelo.

                      A campanha faz todo sentido. Um estudo feito em parceria entre as universidades de Sussex, na Inglaterra, e Berkeley, nos Estados Unidos, comprovou que homens têm mais resistência a usar máscara durante a pandemia. Para eles, usar máscara é algo “vergonhoso, ridículo e sinal de fraqueza”. Parece absurdo, mas é sério. Não tenha vergonha: use máscara a bordo — e não vale ser pendurada no queixo. Quem quiser ver outras fotos da ação, basta acessar o Instagram da NautiSpecial.

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                        Com design Porsche, esse extravagante catamarã, de 135 pés e puro alumínio, está à procura de um novo dono

                        Por: Redação -

                        Lançado ao mar há pouco mais de um ano, esse catamarã com cara de nave espacial, casco de alumínio e generosíssimos espaços internos, já está à venda. Não se sabe o motivo. Pode ser por consequência da crise mundial, ou por alguma razão de ordem pessoal não revelada. O fato é que esse iate de 41,14 metros (135 pés) deve mudar de dono com a mesma velocidade com que navega, com seus dois motores MTU de 3 606 hp cada. Trata-se de um barco único no mundo. A começar pela aparência externa.

                        Construído em Singapura pelo estaleiro Kockums, com sede na Suécia, o Royal Falcon One rouba a cena por onde passa, arrancando olhares de todos os tipos: de espanto a admiração. O motivo, naturalmente, está em seu visual futurista. Se você vê semelhança com o Porsche 911, ou com outro automóvel esportivo da poderosa montadora alemã, não é mera coincidência. O projeto interno e externo leva a assinatura dos estilistas da Porsche Design.

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                        Se chama atenção por fora, por dentro o Royal Falcon dá outro espetáculo, com todos os luxos que se pode esperar de um barco desse porte, de sofás de couro à jacuzzi. O catamarã, com certificado pelo Lloyd’s Register, de Londres, também se diferencia pela distribuição da cabine: são cinco refinados camarotes, sendo que três deles (destinados aos hóspedes) se localizam no convés principal, enquanto a suíte máster e a suíte VIP ocupam o convés superior.

                        O preço? A Camper & Nicholsons, responsável pela venda, só revela sob consulta. Considerando a quantidade de trabalho investido, imagina-se que o preço também seja único!

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                          Baleias Jubarte antecipam chegada ao litoral do Espírito Santo

                          Por: Redação -

                          O litoral do Espírito Santo é um local importante para as baleias Jubarte, espécie que pode chegar a 16 metros e 40 toneladas. Ponto privilegiado para o avistamento da espécie, recebeu no ano passado mais de 800 visitantes para os passeios de observação, vindos sobretudo de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, além de turistas estrangeiros de passagem pelo estado.

                          O turismo de observação tem crescido nos últimos anos e vem sendo considerado uma possibilidade de fortalecer a preservação, dando visibilidade à existência das baleias junto a projetos de educação ambiental. A espécie esteve ameaçada de extinção, chegando a uma população estimada entre 500 e 800 animais. Nos últimos 30 anos, a população foi se recuperando e hoje se aproxima de 20 mil baleias.

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                          O projeto de visitação para avistar as baleias no litoral capixaba começou há cerca de cinco anos, com a capacitação de mestres e donos de embarcação e guias e agências de turismo. Apenas dois barcos no Estado estão capacitados para fazer as visitas, que possuem uma série de regras, como distância mínima de 100 metros dos animais e não mais que 30 minutos de permanência nas proximidades das baleias.

                          Todo ano, as Jubartes costumam chegar ao litoral em torno da plataforma de Abrolhos, entre Espírito Santo e Bahia, em junho para o período reprodutivo, que dura cinco meses. Então viajam até a Antártida e regressam no ano seguinte. Neste ano, chegaram um pouco mais cedo, quase um mês. As visitas estão suspensas e aguardam a evolução da crise da Covid-19 para saber se será possível ou não realizar passeios até o fim desta temporada de passagem das baleias.

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                            Naufrágio de mais de 150 anos é encontrado em praia na Austrália

                            Por: Redação -

                            Há 157 anos, no dia 12 de dezembro de 1863, a embarcação Amazon saía de Melbourne, na Austrália, em direção às Ilhas Maurício, carregando toneladas de carnes salgadas em sua carga. No entanto, essa viagem terminaria de forma trágica — uma tempestade no estreito marítimo de Bass fez com que o navio naufragasse.

                            Os restos da embarcação foram encontrados apenas recentemente, na praia de surf de Inverloch, localizada na cidade litorânea de Victoria. O naufrágio de quase 200 anos passou a ser observado de maneira lenta, a partir da erosão.

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                            Karyn Bugeja, responsável pelo projeto de estudo do navio, o Amazon 1863 Project Inc, explica que os pesquisadores sempre pensaram que a parte da embarcação que havia sido descoberta se tratava de sua quilha, mas a nova investigação mostrou que não. “No momento, há mais descobertas e elas estão contando uma história completamente diferente do que pensávamos até 48 horas atrás”, afirmou Bugeja.

                            “Não acho que as pessoas estejam cientes do valor do naufrágio, é o mais significativo na costa de Victoria e é o único naufrágio de madeira, por isso temos que respeitá-lo e apreciar o que temos em Inverloch”, concluiu.

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                              Em meio à quarentena, tubarões são vistos próximos à praia em Angra dos Reis

                              Por: Redação -
                              14/05/2020

                              Relatos sobre tubarões bem próximos às praias têm circulado nos últimas dias nas redes sociais. Algumas das imagens, feitas nesta terça-feira, mostra um grupo de 15 animais, da espécie tubarão-galha-preta, no mar azul de Angra dos Reis.

                              Autor da imagem, o empresário Cesar Duarte testava um jet perto da Praia do Laboratório quando foi surpreendido pelos tubarões. Há cerca de 15 anos atuando com passeios de barco em Angra – serviço interrompido neste momento por causa da pandemia -, Cesar diz que nunca tinha visto uma cena como essa.

                              Especialista em tubarões, Otto Gadig, professor do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (Une), diz que eles estão mais visíveis nesse período de quarentena. E avisa: não há perigo nisso.

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                              “Estamos constatando um aumento no número de avistamentos de tubarões, e não no número de tubarões. Para haver mais tubarões precisaríamos de muitos anos sem ter pesca. Porque eles demoram muito para repor a população. São animais com reprodução lenta. O que está acontecendo é que eles estão tendo uma folga com um pouco menos de pesca e com menos gente de alguma forma causando alguma perturbação no ambiente deles. Os tubarões são animais muito tímidos e relutantes à presença humana, que agora estão mais à vontade por causa da menor circulação de pessoas. Por isso, são vistos se aproximando mais das praias”, contou Gadig.

                              No caso do grupo flagrado ontem em Angra, a água quente do local, influenciada pela atividade da Usina Nuclear, também é um atrativo para os tubarões-galha-preta, que chegam a medir quase três metros.

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                                Estúdio chinês cria projeto de embarcação elétrica para operar nas águas de Hong Kong

                                Por: Redação -

                                Michael Young, um projetista de barcos baseado em Hong Kong, apresentou uma série de novos projetos para pequenos barcos elétricos. Os projetos foram desenvolvidos seguindo uma nova legislação no território que permitirá que embarcações que utilizam certos combustíveis compatíveis operem nas águas da cidade de Hong Kong.

                                Os novos projetos conceituais de Young são voltados para atender à demanda de reduções de emissão de carbono, incluindo os fortes controles de poluição do ar que foram levados pelo Departamento de Proteção Ambiental. Essas novas regras se aplicaram a embarcações oceânicas e ao uso de combustível nos ancoradouros nos últimos anos.

                                O Osea D1 é um barco elétrico relativamente pequeno que promete uma série de benefícios, como ser mais silencioso, mais econômico em combustível em baixas velocidades e menos poluente. Young também antecipa que o Osea DI teria custos operacionais mais baixos devido a certos aspectos de combustível e equipamento do projeto.

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                                O uso da propulsão elétrica em pequenas embarcações não é de modo algum novo, mas com a tecnologia aprimorada, os sistemas estão se tornando mais eficientes – principalmente por causa de todas as pesquisas e do número de veículos novos produzidos pela indústria automotiva.

                                O Michael Young Studio propõe construir sua embarcação Osea D1 em polietileno e aço reciclado. A embarcação de passageiros poderá ancorar em uma doca e estação de carregamento seguras, graças a um sistema hidráulico de controle e estabilização.

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                                  ICMBio estabelece diretrizes gerais para mergulho em unidades de conservação

                                  Por: Redação -

                                  O mergulho é uma das principais atividades turísticas em unidades de conservação marinhas, como os Parques Nacionais Marinhos de Fernando de Noronha (PE) e Abrolhos (BA). Para padronizar as diretrizes que regem a prática, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) publicou no final de abril uma Instrução Normativa que estabelece os princípios e regras gerais para realização do mergulho nas unidades de conservação federais.

                                  A Instrução Normativa (IN nº3/2020) estabelece procedimentos para a prática do mergulho e elabora orientações sobre como cada unidade de conservação (UC) deve planejar o desenvolvimento e ordenamento da atividade, em suas diferentes modalidades. Dessa forma, cada UC pode adequar esse planejamento de acordo com suas especificidades.

                                  De acordo com o Diretor de Criação e Manejo de Unidades de Conservação do ICMBio, Marcos de Castro Simanovic, anteriormente era necessário realizar o regramento de forma individualizada para cada unidade de conservação, o que exigia muito tempo e esforço. “Cada normatização gerava uma Portaria específica por unidade de conservação. O que percebemos com o tempo é que as regras eram comuns à atividade e que uma norma geral seria não apenas mais eficiente, mas também buscaria uma padronização para a atividade de mergulho nas unidades e geraria uma maior segurança e conforto ao visitante que saberia qual norma geral é aplicada no ICMBio”, explica Simanovic.

                                  Para elaborar a Instrução Normativa, o ICMBio contou com a participação de associações, grupos representativos e praticantes das atividades, assim como operadores de turismo. A IN se apoiou também em normas internacionais, como as estabelecidas pela World Recreational Scuba Training Council, e nacionais, como as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e também no “Roteiro Metodológico para Manejo de Impactos da Visitação” que estabelece orientações para o planejamento e monitoramento das atividades, visando o mínimo impacto e a qualidade da visita e do ambiente.

                                  “Mas vários métodos podem ser usados como os do Refúgio de Vida Silvestre Arquipélago de Alcatrazes e do Parque Nacional Marinho de Abrolhos, que realizam a atividade com base no roteiro citado e noutras literaturas”, cita o diretor em referência aos instrumentos legais já desenvolvidos individualmente por essas duas unidades para regulamentação do mergulho.

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                                  Simanovic pontua ainda que acredita que a norma irá facilitar e melhorar a implementação do mergulho nas UCs: “A expectativa é que tenhamos um aumento com qualidade da atividade e, por consequência, aumento da qualidade da experiência do visitante. E em paralelo que a gente consiga estimular a prática da atividade em mais unidades de conservação e em mais pontos de mergulho. Sempre atendendo à normativa em consonância com os instrumentos de planejamento das unidades”.

                                  A nova Instrução Normativa não traz novidades para as unidades que já regulamentaram a atividade, como o Refúgio de Vida Silvestre do Arquipélago de Alcatrazes, no litoral de São Paulo, que abriu as portas para o turismo – e para os mergulhadores – em dezembro de 2018. Desde então, já recebeu cerca de 2 mil visitantes, a maioria em busca da experiência do mergulho.

                                  Hoje, a unidade já permite o mergulho noturno, que ocorre até às 21h, e o liveaboard (modalidade onde há pernoite na embarcação). De acordo com a Instrução Normativa, para o desenvolvimento da atividade deverão ser consideradas a viabilidade da implantação e adequação das diferentes modalidades de mergulho, assim como a delimitação dos pontos de mergulho e o estabelecimento de regras específicas de acordo com o local e com a modalidade a ser praticada, como mergulho noturno, em cavernas, liveaboard ou outras. Também caberá à unidade de conservação definir o número de mergulhadores que cada condutor de visitante de mergulho poderá acompanhar.

                                  No litoral da Bahia, Abrolhos já é um destino consolidado entre amantes de mergulho. Desde 2012 o parque marinho assumiu regras mais duras para atividade (Portaria ICMBio nº 138/2012). Hoje, a visitação em Abrolhos é regulamentada pela Portaria nº 29/2018, do ICMBio. Em 2019, o Parque Nacional Marinho de Abrolhos recebeu 8.044 visitantes, 25% a mais que em 2018. Já os 5 pontos mais mergulhados do arquipélago somaram 6.880 mergulhos no ano passado.

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                                    Por: Redação -

                                    A Marinha do Brasil emitiu um alerta sobre ventos fortes que devem atingir o litoral de São Paulo até a noite de quinta-feira (14). De acordo com o Centro de Hidrografia da Marinha (CHM), a região pode ser atingida por ventos de até 74 km/h.

                                    Segundo aponta o CHM, a mudança no clima é causada pela passagem de uma frente fria pelo litoral, que afeta os municípios da Baixada Santista e do Litoral Sul de São Paulo, dentre outras regiões.

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                                    A Marinha orienta, ainda, que navegantes consultem as informações meteorológicas e avisos de mau tempo por meio do portal do CHM, antes de irem ao mar. A incidência dos ventos também pode causar alterações no serviço de travessias litorâneas.

                                    Além dos ventos fortes, a frente fria também pode causar uma queda acentuada de temperatura na Baixada Santista a partir de quinta-feira. Na sexta-feira (15), os termômetros devem variar entre 17°C e 19°C. De acordo com especialistas, a mudança também pode ocasionar chuva nos próximos dias.

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                                      Organização confirma realização do Cannes Yachting Festival 2020 em setembro

                                      Por: Redação -

                                      Os organizadores do Cannes Yachting Festival 2020 confirmaram que o salão náutico deste ano será realizado conforme planejado, de 8 a 13 de setembro, na França. A notícia foi confirmada pela Reed Expositions, cujo pessoal tem trabalhado remotamente para garantir o sucesso de 43ª edição do evento.

                                      “O objetivo é realizar o Cannes Yachting Festival 2020 nas melhores condições possíveis e em total conformidade com a proteção dos expositores e visitantes”, disse Reed em comunicado. “Para isso, estamos analisando atualmente uma organização específica de filas de visitantes, a instalação de marcações no solo, um sistema de contagem e / ou regulação de fluxo (nos corredores, cais, estandes e a bordo dos barcos), o uso de máscara , o fornecimento de álcool em gel e o aumento da limpeza diária das áreas pelas quais os visitantes passam”, continuou a declaração.

                                      “Muitos clientes com quem conversei esperam que o Yachting Festival possa ser a luz no fim do túnel”, afirmou Sylvie Ernoult, gerente do show. “E mesmo que ainda haja muitos passos a serem dados antes de abrir o evento deste ano, essa esperança é uma meta para nós”.

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                                      “Criamos uma equipe responsável por adaptar os novos padrões de saúde ao festival e implantamos todos os meios necessários para sua implementação”, acrescentou.

                                      A Reed Expositions afirma que suas ações são orientadas pelo total cumprimento das medidas de saúde recomendadas para restringir a disseminação do coronavírus. O organizador também participa ativamente do trabalho realizado pela UNIMEV, a federação profissional do setor de eventos, para elaborar medidas de proteção para feiras comerciais que serão submetidas ao governo francês.

                                      Em Port Canto, a área de navegação foi projetada com cerca de 110 unidades registradas até o momento, das quais 60 ultrapassam 15mO acesso ao mar entre os dois portos foi aumentado e se beneficiará da sinalização aprimorada.

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                                        NÁUTICA Live #2: setor de marinas e iates clubes aponta soluções para reabertura

                                        13/05/2020

                                        Mais uma vez, o Grupo NÁUTICA discutiu, através de uma LIVE (a NÁUTICA Live #2), o impacto do isolamento social no setor náutico. O encontro, nesta terça-feira, 12 de maio, às 19h, foi transmitido ao vivo no Youtube e no Facebook e teve mais de 1000 pessoas acompanhando simultaneamente.

                                        Na 1ª edição passada, o tema em debate foi “Posso navegar? Sim ou não?”, a grande pergunta que o setor náutico está se fazendo no momento. E o encontro permitiu exatamente isso: discutir os diversos cenários existentes e avaliar as oportunidades de um recomeço.

                                        Desta vez, os depoimentos e debates se concentraram no impacto da COVID-19 no setor de marinas e iates clubes. Com a intenção de conter o avanço da COVID-19, decretos municiais determinaram o fechamento dessas estruturas náuticas em algumas cidades. Tais medidas, naturalmente, geraram muitos questionamentos e dúvidas nos donos de barcos, além de um grande impacto na saúde das empresas. Não seria possível conciliar a abertura das marinas e iates clubes com o combate ao vírus? Em caso positivo, de que forma?

                                        Para tirar essas dúvidas e apontar soluções, nada melhor do que a palavra de quem está diretamente envolvido com o tema: os donos de marinas, comodoros e diretores de iates clubes. 

                                        Com mediação da jornalista Millena Machado (que foi apresentadora do programa Auto Esporte, da TV Globo, durante 10 anos), nossa 2ª live reuniu a empresária Gabriela Lobato, presidente do Grupo BR Marinas; Marina Bandeira Klink, presidente Marina do Engenho, de Paraty; Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica; Cícero Hartmann, comodoro do clube Veleiros do Sul, de Porto Alegre; José Jorge Neto, médico e ex-comodoro do Iate Clube de Caiobá; e Alex Costa Pereira, diretor jurídico do Yacht Club de Ilhabela.

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                                        PROPOSTA DE DIÁLOGO

                                        Ernani Paciornik abriu a NÁUTICA Live defendendo o diálogo entre o poder público (prefeitos, governadores) e o setor náutico, a fim de se encontrar um ponto em comum. “Dialogar é a chave da questão”, disse ele. Prova disso, argumentou, é que as propostas levantadas na primeira live já apresentaram resultados positivos, como um acordo entre a prefeitura e o Yacht Club de Ilhabela, que permitiu o acesso dos donos de barcos a suas lanchas e veleiros, desde que assumissem o compromisso de não usar as embarcações para lazer. Ou, no Paraná, a aproximação dos proprietários de marinas com o prefeito de Guaratuba, Roberto Justus. No fim de sua participação nessa 2ª live, Ernani se comprometeu a conversar com o prefeito de Paraty, Luciano Vidal, para tentar desbloquear o acesso às marinas da cidade.

                                        MARINAS ABERTAS

                                        Gabriela Lobato, que está à frente da maior rede de marinas do Brasil, com oito estruturas no estado do Rio de Janeiro, distribuídas por Angra dos Reis, Búzios, Itacuruçá, Paraty e Rio de Janeiro, disse que não fechou as portas, apesar do momento difícil. “Temos 1 700 embarcações sob a nossa guarda, e 270 colaboradores. Por isso, não podemos parar. Só não estamos operando com aluguel de embarcações, na Marina da Glória, porque o turismo está proibido. Mas tomamos todas as medidas necessárias, segundo as autoridades de saúde, para o enfrentamento da pandemia, como mandar para casa os nossos colabores do grupo de risco, com mais de 60 anos, e permitir que outros façam home-office. Além disso, orientamos os donos de barcos para que usem máscaras, álcool gel e que não tragam convidados para navegar”, explicou. Segundo a presidente do Grupo BR Marinas, existem protocolos de segurança que podem ser adotados pelo setor, para conter a Covid-19. Para começar, todo mundo tem de usar máscaras: marinheiros, funcionários e donos de barcos. Depois, determinando o número máximo de pessoas a bordo dos barcos, para evitar aglomerações.

                                        CIDADE PROIBIDA

                                        Marina Bandeira Klink vive situação inversa: a Marina do Engenho, que preside, está praticamente bloqueada, por conta das restrições de deslocamento impostas pela prefeitura de Paraty. “Por conta de a estrutura de saúde do município ser muito pequena, a entrada está autorizada apenas para moradores ou veículos que transportem produtos essenciais. moradores que tiverem carros com placas de outras cidades devem comprovar a residência no município. Só circula quem é daqui”, explicou ela. Que, no entanto, teve um alento. De acordo com Millena Machado, a prefeitura de Paraty flexibilizou a quarentena permitindo o acesso aos barcos para manutenção, de terça a quinta-feira, das 8h às 17h, além da possibilidade de remoção permanente para outro município. No fim dos debates, Marina Klink propôs que o vídeo desta live seja encaminhando ao prefeito de Paraty. Ao mesmo tempo, demostrou entusiasmo com as novidades anunciadas pelo comodoro do Veleiros do Sul, Cícero Hartmann, como se vê a seguir.

                                        RISCO CALCULADO

                                        Cícero Hartmann, comodoro do clube Veleiros do Sul, começou explicando que o clube foi abrigado a fechar as portas no dia 18 de março, quando o governo gaúcho anunciou as restrições de mobilidade no estado. “Permitimos acesso aos barcos apenas para manutenção”. Porém, em virtude dos bons resultados alcançados com as medidas de isolamento, o governador Eduardo Leite decidiu flexibilizar as atividades no estado. A partir do dia 11 de maio, entrou em vigor um modelo de distanciamento controlado por bandeiras, com protocolos obrigatórios e critérios específicos a serem seguidos pelos diferentes setores econômicos. Conforme o grau de risco em saúde, cada região recebe uma bandeira nas cores amarela, laranja, vermelha ou preta. Conforme o grau de risco calculado, as regiões recebem uma cor de bandeira.

                                        “Estamos com bandeira laranja, que indica risco médio e nos permite operar com 25% dos funcionários presentes, seguindo as determinações de distanciamento”, disse Cícero. Isso permitiu ao comodoro do Veleiros do Sul estabelecer novas regras de funcionamento do clube e de acesso aos barcos. Ficou determinado que ninguém pode dormir no barco, por exemplo. Além disso, o acesso só é liberado ao dono do barco e à sua família. Convidados não entram. Por sua vez, os atletas olímpicos foram autorizados a retomar os treinamentos. Além disso, o posto de abastecimento voltou a operar. “O importante é ter responsabilidade. Todos estamos cientes dos riscos”, concluiu.

                                        NOVOS HORIZONTES SE ABREM

                                        Jose Jorge Neto, do conselho deliberativo do Iate Clube de Caiobá, do qual já foi comodoro, disse que a realização da Primeira Live NÁUTICA trouxe novo alento aos donos de barcos em Guaratuba, cidade em que a navegação estava proibida. “Podemos apenas fazer a manutenção dos barcos, três vezes por semana, meio período”, explicou. Após a live da semana passada, novos horizontes se abriram. “Formou-se uma associação das marinas da Baía de Guaratuba, que levará ao prefeito da cidade subsídios para que ele possa fazer a abertura”, anunciou Jorge Neto, que também é médico e, como tal, chama atenção para a gravidade da pandemia de coronavírus, e que por isso é necessário seguir algumas normas de convívio social. Mas isso não impede a abertura das marinas, de maneira responsável, bem orientada, com os empresários do setor dividindo a responsabilidade com o prefeito. “Daí a importância dessa live, para oferecer subsídios para as autoridades. Guaratuba não enfrenta o mesmo problema epidemiológico de Manaus, por exemplo. Então, podemos pensar na reabertura das marinas”, defendeu. Além disso, como médico, Jorge Neto lembrou que “navegar vale por uma terapia”.

                                        ABERTURA LENTA

                                        Alex Costa Pereira, diretor jurídico do Yacht Club de Ilhabela, cidade que foi totalmente isolada com o fechamento do serviço de balsas, diz que viu com grande alívio a abertura de diálogo com as autoridades locais, o que permitiu a abertura YCI aos donos de barcos para a realização de serviços essenciais de manutenção. “Depois de muito custo, conseguimos liberar o acesso às embarcações, com o compromisso de não sair para o lazer”, revelou. “Para isso, o proprietário assina um termo comprometendo-se a seguir determinadas regras. E todas as regras vêm sendo cumpridas, o que mostra o engajamento de todos os envolvidos. O associado é um dos donos do clube e não quer vê-lo punido”, explicou.
                                        Alex anunciou também que, para amenizar os prejuízos aos associados — que, além do impacto de não poder navegar, deixaram de usufruir uma série de serviços típicos de um iate clube —, a comodoria do YCI reduziu o valor da mensalidade a partir de março. “O grande desafio é manter o nosso associado engajado durante essa pandemia, para manter a viabilidade econômica do clube. As medidas anunciadas pelo Cícero, comodoro do Veleiros do Sul, é o exemplo a ser seguido e o que queremos: trazer paulatinamente a volta dos serviços”. Que assim seja.

                                        NÁUTICA Live tem o apoio de Assim Saúde, maior grupo empresarial de saúde verticalizado do Rio de Janeiro, excelência no atendimento médico. E Vaio, empresa que preza pela inovação e alta performance de notebooks com processadores de última geração. Acesse: vaio.com.br/nautica.

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                                          Por: Redação -

                                          O estaleiro taiwanês Horizon Yachts lançou seu primeiro iate FD102 para proprietários americanos. O casco nº 2 da embarcação de 32 m de deslocamento rápido está programado para chegar a Fort Lauderdale em junho e fará sua estreia no Fort Lauderdale International Boat Show, programado para outubro.

                                          Batizado de To-Kalon, o FD102 é a primeira construção dos proprietários com a Horizon, e eles trabalharam em conjunto com o designer holandês Cor D Rover. O iate pode acomodar 10 pessoas em cinco camarotes, incluindo a suíte principal. Possui um perfil elegante que esconde seu impressionante volume interior – uma das marcas da série FD – e apresenta inúmeras personalizações por toda parte.

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                                          A modificação de layout mais significativa solicitada pelos proprietários foi um flybridge semi-fechado com janelas de vidro deslizantes que permite que a maioria do andar superior funcione como um espaço interno / externo. A área de convés na popa está equipada com uma mesa de jantar extensível para até 12 pessoas, churrasqueira e uma banheira de hidromassagem para seis pessoas com balcão de bar e bancos fixos. Esta parte do convés é facilmente sombreada por um toldo retrátil elétrico.

                                          Os proprietários também especificaram as portas de vidro curvadas para o salão principal e posicionaram a área de jantar interior à ré para aproveitar as vistas e o ambiente ao ar livre. Aqui, a mesa redonda para seis pode ser estendida para o assento 10 abaixo de uma luminária circular personalizada. A cozinha era outro espaço importante para os proprietários, que personalizaram o layout para atender às suas necessidades.

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                                            Governo do Reino Unido libera esportes aquáticos e navegação na Inglaterra

                                            Por: Redação -

                                            Atualmente, todas as formas de esportes aquáticos na Inglaterra, incluindo o uso de embarcações motorizadas de propriedade privada, estão autorizadas a prosseguir. Isso contrasta fortemente com as administrações da Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, onde as marinas foram obrigadas a permanecer fechadas.

                                            Em orientação emitida para a Inglaterra nesta manhã, o governo do Reino Unido confirmou que estão autorizadas “todas as formas de esportes aquáticos praticadas em cursos de água abertos, incluindo vela, windsurf, canoagem, remo, caiaque, surf, paddle e uso de embarcações motorizadas de propriedade privada (de acordo com as orientações emitidas pela autoridade de navegação relevante)”.

                                            A notícia segue a publicação, no início desta semana, da estratégia de recuperação Covid-19 do governo do Reino Unido para a Inglaterra, que fornece informações importantes sobre o que a população pode fazer fora de casa.

                                            A notícia foi recebida pela associação comercial britânica British Marine, cujos mais de 1 600 membros são provenientes das indústrias de lazer, superiate e pequenas indústrias marinhas comerciais do Reino Unido.

                                            Embora as restrições às atividades ao ar livre tenham sido flexibilizadas, a British Marine diz que muitas das instalações de seus membros não tiveram tempo para implementar as medidas estabelecidas pelo governo para gerenciar com segurança o retorno dos serviços.

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                                            A British Marine está, portanto, pedindo a todos os proprietários de barcos que considerem o seguinte antes de planejar sair de barco:

                                            • Planeje com antecedência – garanta a segurança das pessoas ao seu redor e tente evitar áreas que possam atrair muitas pessoas;

                                            • Esteja ciente de que muitas instalações ainda não podem abrir e isso pode afetar serviços como estações de combustível e de bombeamento;

                                            • Use seu barco somente se você puder aplicar o distanciamento social o tempo todo, inclusive ao atraca-lo, a uma distância segura de outras pessoas;

                                            • Viaje apenas com membros da sua família, se ninguém no grupo estiver com sintomas da COVID-19;

                                            • Você só pode encontrar pessoas que não estão em sua casa se aplicar o distanciamento social. Você não deve encontrar mais de uma pessoa fora de sua casa;

                                            • Esteja ciente do impacto nos serviços de emergência se tiver dificuldades. Pense em que ação você tomará se o seu barco quebrar – os serviços de manutenção podem não estar funcionando;

                                            • Aplique todas as precauções normais de segurança e sempre use um colete salva-vidas quando estiver no convés;

                                            • Bares e restaurantes não podem abrir normalmente – embora alguns possam oferecer serviços de retirada. Verifique com as empresas que deseja visitar antes de sair de casa;

                                            • Seja atencioso com os moradores locais, que podem estar nervosos com os riscos do aumento do número de pessoas na área.

                                            Deve-se notar também que o governo não permite que a população deixe suas casas para “ficar em outra casa por um feriado ou outro fim”. Isso sugere que passar a noite em um barco não deve acontecer.

                                            A British Marine entende que as autoridades de navegação interior e as autoridades portuárias também terão que considerar as orientações mais recentes do governo em relação a quais atividades serão permitidas em todas as partes do Reino Unido e como elas próprias retornarão à operação.

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                                              Por: Redação -

                                              Os preparativos para o início do próximo Vendée Globe, regata de volta ao mundo em solitário sem assistência e sem paradas, estão avançando mesmo em meio ao contexto incerto em termos de saúde pública e economia. O Conselho da Vendéia e a organização da competição estão fazendo o máximo possível em conjunto com todos os parceiros, capitães da classe IMOCA, seus patrocinadores e autoridades públicas para garantir que as etapas para a 9ª edição do Vendée Globe ocorra sem problemas.

                                              “Manter a data de início de 8 de novembro para a corrida é nosso objetivo e tudo está sendo feito para alcançá-lo. Em termos de corrida, nada impede a corrida a partir de 8 de novembro, desde que as autoridades nacionais permitam que isso aconteça. No entanto, para o Vendée Globe, que é um evento popular e pertence à população local, a presença do público é importante para nós” afirma a organização do evento, que está estudando todas as situações possíveis para poder receber o público em um evento como esse no contexto econômico e de saúde pública, cuja evolução é difícil de prever.

                                              A decisão de manter a sede do evento em Les Sables d’Olonne durante toda a corrida ajudará a garantir que um número máximo de pessoas possa desfrutar plenamente da aventura no Vendée Globe.

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                                              Ao mesmo tempo, os organizadores do Vendée Globe estão trabalhando em conjunto com a classe IMOCA com o objetivo de adaptar alguns dos prazos para os capitães, em particular a data final para as inscrições, que foram adiadas até 1º de setembro e a organização de uma corrida solo preparatória neste verão. A classe IMOCA vem trabalhando nas últimas semanas na organização de uma prova preparatória, que estava inicialmente prevista para junho. De acordo com o Departamento de Vendeia, o principal parceiro do evento, a classe IMOCA propôs uma corrida a partir de Les Sables d’Olonne em 4 de julho.

                                              Esta será uma corrida individual, que levará os marinheiros para além da Islândia, o Círculo Polar Ártico e os Açores, com um retorno ao local de largada planejado dez dias depois. O formato da corrida foi completamente revisado pelos diretores de corrida e pela equipe organizadora, a fim de respeitar as regras de distanciamento relativas aos skippers e suas equipes.

                                              Este passo vital na preparação para o Vendée Globe também se beneficia do apoio da Federação Francesa de Voile (Federação Francesa de Vela) e o pedido de licenças está em andamento.

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                                                Volvo Penta é escolhida para impulsionar embarcações de transporte hidroviário

                                                Por: Redação -

                                                A Navegação Aliança está equipando suas embarcações com motores Volvo Penta. “Hoje podemos dizer que essa parceria deu certo. Temos preferência pelos motores Volvo Penta”, afirma Ronei Calgaro, diretor da Navegação Aliança, empresa que atua no segmento de cabotagem.

                                                Com forte presença no transporte hidroviário no Sul do País, a Navegação Aliança confia a propulsão de suas embarcações à marca. “O transporte por cabotagem liga a nossa costa de ponto a ponto e é um grande facilitador, principalmente de operações com cargas secas. Temos uma relação de confiança com a Navegação Aliança, uma gigante no segmento. Introduzimos as nossas soluções nas embarcações da empresa, o que permitiu que eles comprovassem a qualidade de nossos produtos”, diz Elpidio Narde, diretor comercial da Volvo Penta.

                                                A empresa gaúcha utiliza motores Volvo Penta D16 que proporcionam à operação um sistema completo de propulsão, com alta tecnologia, desempenho, confiabilidade e um baixo custo de manutenção. “Recentemente tivemos que comprar motores novos. Nós fizemos uma análise bem ampla, partindo dos preços de aquisição e de manutenção, consumo, durabilidade, viabilidade de acesso à manutenção e a substituição de peças. Chegamos a conclusão de que a vantagem era da Volvo Penta”, revela Fernando Becker, presidente do Conselho de Administração da Navegação Aliança.

                                                “A experiência do cliente e a oferta das melhores soluções e serviços é o que nos move” ressalta Gabriel Barsalini, vice-presidente da Volvo Penta South America. Com 80 centros autorizados na América do Sul, a marca garante suporte especializado, que contribui para a redução de custos e do tempo gasto com manutenção, por meio do diagnóstico avançado e uso de peças originais. “A estratégia da Volvo Penta está alinhada ao mercado. E nós precisamos disso para continuar crescendo”, afirma Calgaro, sobre a experiência com a Volvo Penta.

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                                                “A Navegação Aliança tem uma história que se confude com navegação dentro do estado Rio Grande do Sul e no sul do Brasil”, conta Becker. Uma das precursoras do transporte privado por cabotagem no Brasil há 70 anos, é uma das maiores empresas de transporte hidroviário no País e, desde 2017, um dos braços do grupo dinamarquês A.O. Moller – Maersk, líder no mercado mundial de transporte hidroviário.

                                                A Navegação Aliança liga 15 portos do Mercosul, entre Buenos Aires e Manaus. Além da cabotagem, a empresa possui 25 navios porta-contêineres, que prestam outros serviços em rotas interacionais, ligando a costa leste da América do Sul à Europa, Mediterrâneo, Mar Negro e Estados Unidos.

                                                A Navegação Aliança também demonstra grande preocupação com a sustentabilidade de sua operação, por meio da busca pela redução do consumo de combustível e emissão de poluentes, e de soluções com maior vida útil. Esses são fatores que fazem com que a empresa se identifique com as soluções da Volvo Penta.

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                                                  12/05/2020

                                                  O estaleiro espanhol Astondoa apresentou o seu mais recente projeto: o iate a motor de 25,25 metros AS8, com o lançamento do primeiro casco previsto para o segundo semestre de 2020. O modelo representa o maior iate novo a integrar a linha Flybridge da Astondoa e duas unidades do modelo já foram vendidos, de acordo com o estaleiro.

                                                  Medindo 25,25 metros, o AS8 tem design contemporâneo e funcional, projetado para criar uma atmosfera confortável e relaxante para os hóspedes a bordo – uma característica que é destacado pela presença de grandes janelas no casco. O design exterior do modelo apresenta uma espaçoso fly da mesma largura do barco, permitindo ao capitão facilidade de navegação em todas as condições.

                                                   

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                                                  O convés principal do iate a motor apresenta um layout em que a sala de estar forma um espaço único com a cozinha, abrindo para um amplo solário com sofás. As acomodações a bordo do AS8 podem ser encontradas no convés inferior, no qual 12 passageiros estão alojados em quatro generosas suítes, com duas configurações possíveis disponíveis para a suíte do proprietário. Dois camarotes para a tripulação completam os dormitórios.

                                                  A opção de energia padrão para a embarcação consiste em dois motores Man V12-1600 hp, no entanto, os proprietários também podem optar por motores Man V12-1900 hp.

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                                                    Grécia limita número de passageiros em embarcações como medida de combate ao Coronavírus

                                                    Por: Redação -

                                                    O Ministério do Turismo da Grécia divulgou novo regulamento em combate à Covid-19 para o setor náutico do país. As novas regras incluem número máximo de passageiros nas embarcações, além de orientações sobre saúde, como agir em casos suspeitos e outras medidas de prevenção.

                                                    A Grécia conta com 2 726 casos confirmados de Coronavírus, com 151 mortes, até o momento.

                                                    Confira o regulamento:

                                                    Determinando o número máximo de passageiros

                                                    Para barcos a motor do tipo aberto com comprimento total de até 10 (dez) metros, o número máximo de passageiros permitido é igual a 50% do número máximo permitido definido pela sua licença.

                                                    Para barcos a motor com comprimento total de até dez (10) metros, o número máximo de passageiros permitido é igual a 30% do número máximo especificado em sua licença.

                                                    Para barcos a motor com comprimento total superior a 10 (dez) metros, o número máximo de passageiros permitido é igual a 70% do número máximo especificado em sua licença.

                                                    Os iates à vela não estarão sujeitos a nenhuma restrição ao número máximo de passageiros.

                                                    Os limites acima são válidos até 15 de junho de 2020, onde a implementação da medida e a situação epidemiológica serão reavaliadas e possivelmente revisadas.

                                                    Condição de saúde do passageiro

                                                    Cada barco é obrigado a manter um livro com as seguintes informações: a) os nomes das pessoas a bordo; b) seu status (por exemplo, tripulação, passageiro, visitante, técnico, etc.). c) horas de embarque e desembarque do barco. O livro estará disponível para inspeção pelas autoridades portuárias e de saúde em formato eletrônico ou impresso.

                                                    Cada barco pode transportar as pessoas que embarcaram no navio no início da viagem e outras pessoas não podem embarcar em estações intermediárias ou visitar outras pessoas.

                                                    Além disso, cada barco terá um livro que monitora o estado de saúde dos ocupantes para tripulantes e passageiros. Os tripulantes e passageiros devem medir sua temperatura corporal uma vez ao dia, que será registrada no livro de monitoramento de saúde do ocupante. O livro estará disponível para inspeção pelas autoridades portuárias e de saúde em formato eletrônico ou impresso.

                                                    Se um dos ocupantes desenvolver sintomas da infecção por COVID-19 (início repentino da doença, com pelo menos um dos seguintes sintomas: tosse, febre, falta de ar), isso deve ser registrado no livro de monitoramento de saúde dos ocupantes e deve ser ativado. o plano para o gerenciamento de um caso suspeito de COVID-19.

                                                    Relato de um caso suspeito

                                                    De acordo com o Regulamento Sanitário Internacional, a pessoa encarregada do navio deve notificar imediatamente a autoridade competente no próximo porto de qualquer perigo para a saúde pública a bordo, incluindo qualquer caso de uma doença suspeita de ser contagiosa.

                                                    Antes da chegada ao porto, deve ser preenchido um documento para as embarcações que realizam viagens internacionais, a Declaração de Saúde Marítima, pelo capitão e / ou médico se estiver a bordo e enviado à autoridade competente de acordo com os requisitos locais.

                                                    Para embarcações que operam no interior, a autoridade competente deve ser notificada antes da chegada ao porto, preenchendo a Declaração Marítima de Saúde ou por qualquer outro meio. O capitão deve informar a autoridade competente do porto do número de passageiros (tripulação e passageiros) e da presença de um incidente a bordo. O capitão deve estar ciente de quaisquer alegações de contaminação ou qualquer outro risco à saúde pública a bordo.

                                                    Se uma pessoa a bordo (um membro da tripulação ou passageiro) apresentar sintomas compatíveis com a infecção por COVID-19 (incluindo o início repentino de pelo menos um dos seguintes: tosse, febre ou falta de ar), isso deve ser relatado imediatamente ao competente autoridade.

                                                    A notificação imediata às autoridades sanitárias competentes é importante para determinar se o porto tem capacidade para transportar, isolar, diagnosticar e cuidar do caso COVID-19 suspeito. A embarcação pode ser chamada a navegar para outro porto a curta distância, se a capacidade portuária necessária não estiver disponível ou se for justificada pela condição médica suspeita de COVID-19.

                                                    É importante que todas as providências sejam tomadas o mais rápido possível para minimizar a possibilidade de incidentes suspeitos a bordo.

                                                    E o gerenciamento de incidentes suspeitos?

                                                    Cada embarcação deve desenvolver um plano escrito para o gerenciamento de um incidente suspeito de COVID-19, que descreverá o seguinte:

                                                    a) os sintomas que caracterizam uma pessoa como um caso suspeito de infecção por COVID-19 (início repentino da doença, com pelo menos um dos seguintes sintomas: tosse, febre, falta de ar);

                                                    b) o plano de comunicação e informações da autoridade competente no próximo porto / marina sobre o caso suspeito;

                                                    c) o processo de isolamento temporário do indivíduo considerado suspeito de COVID-19 até sua transferência segura para diagnóstico médico (permaneça em local com ventilação natural, colocação de máscara cirúrgica na pessoa que apresenta sintomas, administração de lenços, saco plástico para descarte e desinfetante para as mãos contendo álcool a 70%);

                                                    (d) uso de máscara cirúrgica, óculos, calçados, avental impermeável com mangas compridas e luvas por qualquer pessoa que entre na área de isolamento temporário (o equipamento de proteção usado deve ser descartado em uma bolsa e em nenhum caso protegido contra reutilização, e depois de lavar as mãos com água e sabão);

                                                    e) ventilação da área de isolamento temporário e limpeza e desinfecção de superfícies e objetos após a remoção do paciente com uma solução de cloro a 0,1% (4 colheres de chá de teor de cloro a 5% por 1 litro de água) ou álcool etílico a 70% por um período de 10 minutos (os materiais de limpeza devem ser descartados ou lavados a 90 ° C antes da reutilização);

                                                    f) o procedimento de encaminhamento à autoridade competente do porto do incidente com suspeita de COVID-19 e todos os contatos do paciente com início dois dias antes do início dos sintomas.

                                                    Para a implementação do plano escrito, deve ser nomeada uma pessoa competente, que será definida no plano escrito e seus detalhes serão registrados.

                                                    Se um dos ocupantes desenvolver sintomas compatíveis, o plano deve ser implementado. O paciente deve ser examinado por um médico e realizado um teste laboratorial para SARS-CoV-2.

                                                    Se for confirmado em laboratório que o paciente tem infecção por COVID-19, o paciente deve ser isolado em uma instalação em terra e aqueles que entraram em contato próximo com ele devem ficar em quarentena por 14 dias no barco ou outra instalação em terra ou em casa, no caso de gregos.

                                                    Todas as ações necessárias para o gerenciamento adicional do incidente serão realizadas de acordo com a autoridade sanitária competente e as instruções da EODY.

                                                    Uso adequado de equipamentos de proteção individual

                                                    Deve haver quantidades suficientes de anti-sépticos, desinfetantes, equipamentos de proteção individual e material de limpeza.

                                                    Deve haver instruções escritas para o uso adequado dos equipamentos de proteção individual e a tripulação das embarcações, a fim de estar ciente de seu uso.

                                                    Informações sobre os meios de proteção individual para os tripulantes, dependendo de suas funções no navio e de uso adequado, são apresentadas no Anexo 2.

                                                    Recomendações para tripulação e passageiros

                                                    Visitantes e tripulações a bordo:

                                                    Visitas ao barco e qualquer tipo de reunião que exceda o número máximo de pessoas permitidas a bordo devem ser evitadas. Se equipes externas entrarem no barco, a distância de 1,5 metros deve ser observada e é recomendável usar uma máscara de tecido pelos membros da tripulação externa e pelos ocupantes durante a estadia dos membros da tripulação externa no barco. Além disso, as instalações sanitárias do navio não devem ser usadas por oficinas externas.

                                                    Uso de equipamento de proteção individual:

                                                    Ao visitar instalações cobertas, recomenda-se o uso de uma máscara de tecido.

                                                    Recomenda-se o uso de luvas ao reabastecer, amarrar, bem como outros procedimentos que exijam o contato com as superfícies dos equipamentos usados ​​por muitas pessoas e não há instalação de curto prazo para lavar as mãos ou uma estação com anti-sépticos.

                                                    A colocação e remoção das luvas serão feitas de acordo com as instruções para sua correta aplicação. Ressalta-se que o uso de luvas não substitui a lavagem das mãos. Antes e após a remoção, a higiene das mãos deve ser aplicada com água e sabão ou anti-séptico.

                                                    Higiene pessoal:

                                                    Desinfetante para as mãos com água e sabão deve ser aplicado. Se as mãos não estiverem visivelmente sujas, pode ser usada uma solução antisséptica alcoólica alternativa contendo álcool a 70%. Ressalta-se que o uso de luvas não substitui a lavagem das mãos. Antes e após a remoção, a higiene das mãos deve ser aplicada com água e sabão ou antisséptico.

                                                    Deve haver estações antissépticas na entrada dos espaços internos do barco.

                                                    Deve-se seguir uma higiene respiratória adequada, ou seja, cobrir a boca e o nariz com um lenço de papel durante o murmúrio e a tosse e depois jogá-lo em um saco plástico e aplicar antisséptico nas mãos. Para esse fim, deve-se tomar cuidado com o equipamento correspondente (lenços de papel ou toalhas de papel, luvas descartáveis, sacola plástica, etc.).

                                                    Tocar no rosto, nariz e olhos deve ser evitado.

                                                    Distância social:

                                                    Ao visitar áreas internas e externas em terra, recomenda-se manter a distância social de 1,5 metro entre os indivíduos e o uso da máscara de tecido.

                                                    Em barcos fretados, a equipe em ambientes fechados deve usar uma máscara e manter uma distância de 1,5 metros.

                                                    Treinamento de tripulação e passageiros

                                                    A tripulação deve ser informada e treinada de acordo com suas funções da seguinte forma: no plano de gerenciamento de um incidente suspeito de COVID-19, no uso de equipamentos de proteção individual, na aplicação de higiene pessoal e distância social, bem como em os outros regulamentos especiais dos portos de destino para a prevenção da infecção por COVID-19.

                                                    Em particular, as informações e o treinamento dizem respeito:

                                                    • O fato de que eles não devem viajar se tiverem entrado em contato com um paciente COVID-19 nos últimos 14 dias antes da viagem.

                                                    • Técnicas de lavagem das mãos (lavagem frequente das mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos, o uso de luvas não substitui a higiene das mãos).

                                                    • Após quais atividades as mãos devem ser lavadas, por exemplo, as mãos devem ser lavadas após cada contato com outra pessoa ou suas secreções respiratórias (saliva, gotículas), com objetos tocados por outras pessoas, como corrimãos, alças, etc., antes de colocar a máscara, antes de e depois de remover a máscara, antes e depois de remover as luvas, depois de usar o banheiro, antes de comer, antes de tocar no rosto, etc.

                                                    • Nos casos em que é recomendável usar anti-sépticos em vez de lavar as mãos (por exemplo, se as mãos não estiverem visivelmente sujas, uma solução alcoólica alternativa pode ser usada).

                                                    • Na observação meticulosa das medidas de higiene, e em particular: evite o contato das mãos com a boca, nariz ou olhos.

                                                    • Evite o contato com pacientes com sintomas respiratórios.

                                                    • Gerenciamento adequado de resíduos.

                                                    • Uso adequado de equipamentos de proteção individual (máscara e luvas).

                                                    • A tripulação e os passageiros devem ser treinados para relatar imediatamente os sintomas relevantes da infecção por COVID-19 ao capitão.

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                                                      Por: Redação -

                                                      A Fischer Panda, especialista em geradores a diesel marítimo, obteve a certificação NMEA 2000, permitindo marcar seus geradores xSeries e iSeries compatíveis com o logotipo NMEA.

                                                      “A comunicação entre os geradores certificados Fischer Panda e o NMEA 2000 é alcançada usando um adaptador NMEA”, afirma a empresa em comunicado. “Isso simplifica a integração dos geradores Fischer Panda e outros componentes do sistema a bordo”.

                                                      O NMEA 2000 é um sistema de comunicação plug-and-play. Os equipamentos projetados para esse padrão podem trocar dados, comandos e mensagens de status com outros dispositivos compatíveis por meio de um único canal. É baseado em CAN (Controller Area Network).

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                                                      O padrão NMEA 2000 é controlado pela National Marine Electronics Association (NMEA) nos EUA, uma associação de fabricantes e distribuidores de eletrônicos no setor marítimo. A associação promove o desenvolvimento de padrões técnicos para comunicação entre dispositivos eletrônicos marinhos.

                                                      Sediada em Paderborn, Alemanha, a Fischer Panda fabrica geradores a diesel, sistemas híbridos e de acionamento para aplicações móveis, navais e de veículos. A empresa possui mais de 500 técnicos e vendedores em mais de 80 países.

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                                                        Os brinquedinhos que você vê aqui são para quem deseja comandar embarcações gigantescas, mas não dispõe delas em tamanho real para realizar manobras de aprendizado.

                                                        Em plena época dos simuladores — aparelhos largamente utilizados na formação de pilotos de aviação —, a Ship Handling Centre da Warsash Academy, do Reino Unido, realiza treinamentos de operadores de navios (comandantes, práticos e oficiais) em réplicas feitas em escala reduzida (1:16 ou 1:24, ou seja, 16 ou 24 vezes menores) de cargueiros, petroleiros, graneleiros e porta-contêineres, que reproduzem todas as características das embarcações originais.

                                                        O mais incrível é o grau de realismo alcançado com o uso destes “brinquedos”, que parecem ter saído da Disney. A reprodução dos navios impressiona. Alguns deles têm bow thruster, hélices passo variável ou fixo, conjunto de âncora, equipamentos básicos de navegação, como rádio, e todos os controles normais que os navios desse tamanho têm.

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                                                        Com isso, conseguem representar o mais realisticamente possível manobras de atracação, desatracação, fundeio, entrada em canais e muito mais.

                                                        Ao mesmo tempo, é possível testar as habilidades emocionais dos operadores em situações de emergência e realizar testes sem o risco óbvio de ocorrer um acidente grave.

                                                        Bem, pelo menos é o que garante a Ship Handling Centre da Warsash Academy. Porque certas condições de mar e de tempo que influenciam as manobras de uma embarcação de grande porte só podem mesmo ser observadas com o navio em tamanho real.

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                                                          Polonês transforma casa de madeira em barco, no qual pretende morar até o fim da vida

                                                          Se você acha que já viu de tudo em termos de navegação, é porque você não conhece o barco de madeira que o polonês Andrzej Jungst está acabando de construir — já, já, estará na água, segundo ele — em sua Gorzyce Wielkie natal. E o que essa embarcação tem assim de tão diferente?

                                                          Para começar, a “diversão fantástica na velhice”, como Andrzej batizou o projeto, está nascendo pelas mãos de uma pessoa que não tem intimidade alguma com o mundo dos barcos, seja como navegador ou como construtor.

                                                          Depois, ele não seguiu nenhum projeto náutico, como era de se esperar, apenas rabiscou alguns desenhos e saiu juntando peça com peça, como se montasse um imenso quebra-cabeças, seguindo a sua imaginação. Por fim, e aí vem o mais curioso, todo o barco está sendo feito de resíduos obtidos da demolição de uma casa!

                                                          Tudo começou em 2018, quando, a convite de um amigo, Andrzej foi fazer rafting em um rio de Narew, e se apaixonou pela água. “Foram três dias remando”, lembra ele. “No começo, eu achava insuportavelmente chato, mas já no final do primeiro dia ficou fabuloso. Quando a aventura terminou, eu já sabia que navegar era o que eu gostaria de fazer, até os últimos dias de sua vida.”, disse à Agência de Imprensa Polonesa.

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                                                          Todos os elementos da embarcação são de madeira, incluindo treliça, caixilharia, painéis, tábuas de chão, escadas, painéis e móveis da cozinha. O detalhe é que essa madeira é proveniente da demolição de uma casa que pertenceu justamente ao amigo que o levou a praticar rafting, e que por uma infeliz coincidência faleceu pouco depois. “Usei especialmente a madeiro do piso, feito de larício”, conta ele, referindo-se a uma espécie de pinheiro muito comum na Europa, também chamado de lariço.

                                                          “Para utilizar essa madeira, consegui permissão dos herdeiros legítimos do meu amigo, que, por sua vez, receberam permissão para demolir o prédio”, explica o agora construtor amador.

                                                          O lançamento do barco foi planejado para maio, mas, devido à pandemia de coronavírus, a cerimônia de inauguração foi adiada por três meses. “No verão deste ano, o barco estará pronto para navegar pelos mais belos rios e lagos da Polônia”, promete Andrzej.

                                                          O que ele pretende fazer com sua embarcação custo zero? Dar umas voltinhas nos fins de semana não é. Sair para pescar, também não. Andrzej está mesmo de olho é em um lugarzinho para morar, até o fim de sua vida!

                                                           

                                                          Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

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